P. 1
11- Manual Ativo Imobilizado

11- Manual Ativo Imobilizado

2.5

|Views: 15.832|Likes:
Publicado porschultzwenk

More info:

Published by: schultzwenk on Mar 16, 2011
Direitos Autorais:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as DOC, PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

10/16/2013

pdf

text

original

SUMÁRIO

1- COMO É CONSTITUÍDO O ATIVO IMOBILIZADO 2- VIDA ÚTIL 3- PROCEDIMENTOS PARA CONTROLE PATRIMONIAL 4- FINALIDADE DO CONTROLE DO ATIVO IMOBILIZADO 5- OBJETIVOS 6- COMPOSIÇÃO DA SEÇÃO DE ATIVO IMOBILIZADO 7- CHAPEAMENTO DE EQUIPAMENTOS NOVOS 8- DA AQUISIÇÃO DOS BENS, OBRAS E SERVIÇOS (CUSTO DE AQUISIÇÃO) 9- BENS ADQUIRIDOS USADOS 10- COMPRA PARA RECEBIMENTO IMEDIATO 11- COMPRA PARA RECEBIMENTO FUTURO 12- COMPRA DE EQUIPAMENTOS PARA UNIDADE 13- PAGAMENTOS ANTECIPADOS 14- LEASING 15- DA TRANSFERÊNCIA 16- DA GARANTIA 17- DO RECEBIMENTO 18- DEFINIÇÃO DAS ÁREAS QUE PODERÃO COMPRAR EQUIPAMENTOS 19- QUANTO A MANUTENÇÃO DOS EQUIPAMENTOS 20- ORDENS DE SERVIÇOS E ESTADO DE CONSERVAÇÃO DOS BENS 21- EQUIPAMENTOS DESMONTADOS E/OU SUCATEADOS 22- BENS QUE NÃO TEM MAIS UTILIDADE 23- BENS FABRICADOS PELA MANUTENÇÃO 24- FABRICAÇÃO PRÓPRIA 25- RESPONSABILIDADES 26- MOVIMENTAÇÃO DE BENS 27- REMESSA PARA CONSERTO/EMPRÉSTIMO 28- BAIXA DE BENS IMOBILIZADOS 29- PRINCIPAIS TIPOS DE BAIXA 30- REFORMA DE UM BEM 31- IMOBILIZAÇÃO DE PEÇAS DE REPOSIÇÃO 32- BENS DE TERCEIROS SOB CUSTÓDIA 33- DA SEÇÃO DE ATIVO IMOBILIZADO CONTROLE PATRIMONIAL 02 02 02 02 03 03 03 04 04 04 04 05 05 06 06 06 06 07 07 08 08 08 08 09 09 09 10 10 11 12 12 12 13

1

1.1 – COMO É CONSTITUÍDO O ATIVO IMOBILIZADO 1.1 – INVESTIMENTO São as participações societárias permanentes. móveis. todos os gastos com imobilizações que ainda estejam em andamento. 4 – FINALIDADES DO CONTROLE DO ATIVO IMOBILIZADO 2 . Contabilizamos esses eventos como depreciação. financeiro e fiscal. criamos este Manual de Procedimentos. que se divide em: 1. instalações. máquinas.2.2 .CONTAS CONTÁBEIS Há no plano de contas. com atendimento total das exigências legais e dos controles físico. marcas industriais ou comerciais. patentes de invenção. etc. equipamentos.1 – Ativo Imobilizado é constituído por bens ou direitos destinados à manutenção das atividades da empresa.2 – IMOBILIZADO Bens e direitos com permanência duradoura da empresa utilizada na operação dos negócios e na manutenção das atividades econômicas. 1. 1. contribuindo assim para a formação dos exercícios futuros da empresa.2.3 – DIFERIDO Nesse grupo aparecem as despesas realizadas já pagas e ou serviços que já foram prestados. sofrendo desgaste com o uso e obsolescência com o tempo. 2 – VIDA ÚTIL 2.1 – Para que o controle patrimonial possibilite um gerenciamento eficiente e seguro dos bens patrimoniais da empresa. benfeitorias. importâncias aplicadas na aquisição de ações e títulos de participação. 3 – PROCEDIMENTOS PARA CONTROLE PATRIMONIAL 3. que exigirá trabalhos efetivos de todas as áreas e seus gerentes para o cumprimento das normas neste estabelecidas. contas específicas para os diversos tipos de equipamentos que são classificados no Ativo Permanente.1 – Todos os bens possuem vida útil ilimitada dentro da empresa.2. tais como: imóveis. direitos autorais. Devem ser imobilizados além dos bens em operação.

Com todos os bens cadastrados e com suas características. 5.6 – O controle dos bens ou disponibilidades para uso e ou para vendas. fornecedor. 5. o controle dos bens que compõem o ativo imobilizado. físico. sua localização terá seu custo apropriado de forma correta. marca. número de série do equipamento e nota fiscal de aquisição.5 – A aplicação dos termos de responsabilidade. Esse sistema contribuirá com todos os tipos de informações que irão refletir no balanço da empresa.7 – O controle das documentações dos bens móveis e imóveis. 7 – CHAPEAMENTO DE EQUIPAMENTOS NOVOS 3 . pois. identificando o cento de custo onde está alocado o bem. através dele é que podemos saber o valor atualizado de qualquer bem. 5 – OBJETIVOS 5.1 – O controle individualizado dos bens patrimoniais da empresa. em virtude da sua valorização ou desvalorização monetária e pelo desgaste natural. modelo.4 – Os inventários físicos periódicos e conciliação com a posição contábil. progresso tecnológico e também para facilitar a posição e localização de cada bem contábil fisicamente.1 – Tem grande finalidade para a empresa.2 – O cálculo da depreciação para atender a legislação fiscal classificando os bens em contas contábeis. 5. valor da aquisição e data de aquisição. identificados através de um número de patrimônio e descrição detalhada do bem. 6 – COMPOSIÇÃO DA SEÇÃO DE ATIVO IMOBILIZADO 6. 5.3 – O controle físico dos bens imobilizados. a localização física desse e a atualização permanente das transferências de centros de custos e ou locais e das baixas dos mesmos.1 – O sistema de controle patrimonial é executado por processamento de dados.4. 5. 5.

como proteger com maior segurança o seu patrimônio. no mínimo em mais 1 (um) ano. com o que se pagou pela efetiva entrada do bem na empresa. desde que não interfira na estética do mesmo. tais como: despesas de transportes. todas as despesas utilizadas na integração do bem na empresa deverão fazer parte do custo de aquisição do mesmo. Manter o padrão de colocação da placa para os bens de características semelhantes.1– Conforme Instrução Normativa SRF número 103 determina. desembaraço e outras relativas ao ato de aquisição. 9 – BENS ADQUIRIDOS USADOS 9. não estará cumprindo o objetivo. tais 4 . OBRAS E SERVIÇOS (CUSTO DE AQUISIÇÃO) 8. se esta estiver em local escondido e de difícil visualização.7. o prazo de vida útil admissível para fins de depreciação de bem adquirido usado é o maior dentre os seguintes: • Metade do prazo de vida útil admissível para o bem adquirido novo. Bens como: edifícios. maior facilidade em determinar a sua localização. considerada essa em relação a primeira instalação para utilização. • Restante da vida útil do bem. impostos. o mesmo somente poderá ser modificado (acrescido) mediante despesas de reparos ou substituição de partes ou peças que resultam no aumento de vida útil. A finalidade da colocação da placa no bem é para fazer o controle físico. portanto. Para isso fica definido que na aquisição desses bens. A placa de número do bem deverá ser colocada em local que facilite a sua visualização. o comprador solicite do vendedor. 8 – DA AQUISIÇÃO DOS BENS. portanto. despesas de instalação.1 – Todo equipamento adquirido sofrerá um atraso na colocação de sua placa de identificação de no máximo 30 (trinta) dias. marcas e patentes não terão placas de identificação arquivadas.1– Custo de aquisição de bens imobilizados não é somente o que constar na nota fiscal do fornecedor. que por seqüência terá seu cadastro atualizado no controle patrimonial. terrenos. linhas telefônicas. dados referentes a primeira instalação. O chapeamento tem por finalidade a identificação e o controle dos bens da empresa. Definido esse custo básico de aquisição. pois não serão utilizadas.

Depois de formalizado o pedido pela necessidade do equipamento para aumento da produtividade. proceder da seguinte forma: compra para recebimento futuro x simples remessa. não sofrendo assim nenhum tipo de prejuízo. 11 – COMPRA PARA RECEBIMENTO FUTURO 11. série.1 – Toda compra de equipamentos para qualquer área terá que ser formalizada através de documento. enviar ao gerente da Área de expansão (patrimônio).como: data de aquisição.. eliminando as possibilidades de pagamento em duplicidade. informando para que seja utilizado e qual o benefício. tais como: marca modelo. para que seja efetuado o confronto da mercadoria comprada x recebida. Nesta operação. 12 – COMPRA DE EQUIPAMENTOS PARA UNIDADES 12. informar ao solicitante porque não foi possível atendê-lo. 5 . onde estará destacado o ICMS. aparência do ambiente e ou custo do consumo.1 – Exigir do fornecedor que discrimine na nota fiscal todas as características para identificação dos bens. fornecedor original e número da nota fiscal de aquisição. de solicitação fará a cotação e solicitará a aprovação da diretoria. nota fiscal de simples remessa. para que seja analisado o custo pelo benefício e em poder de C. etc.1 – Exigir do fornecedor nota fiscal para entrega futura para que se efetuem procedimentos contábeis e de pagamentos.I. sendo necessário para o acompanhamento da mercadoria. 10 – COMPRA PARA RECEBIMENTO IMEDIATO 10. o destaque do valor do ICMS para crédito e quando se tratar de base de cálculo reduzido. Toda compra para recebimento futuro terá que passar pela ARAD – Área Administrativa. Quando não for aprovada a compra. destacar o artigo e seus parágrafos (RICMS).

para cada nota fiscal um pedido. não podendo aceitar nota fiscal de terceiros. constando o pagamento do sinal ou antecipado. faz-se necessário emitir pedido. No pedido serão necessários constar os seguintes dados • • • • • • • • Quantidade a ser adquirida Condições de pagamento Valor da mercadoria com impostos Local da cobrança Data e local de entrega Visto do diretor e do comprador Qual a utilidade Tempo de garantia. Caso contrário pode ser considerada má fé. nota fiscal de venda ou serviço. Fica definida que toda compra seja efetuada através de pedido com numeração tipográfica (anexo – 1).I ou por recibo. não podendo circular xerox de nenhum pedido para compras subsequentes. Para todo pagamento antecipado há obrigatoriedade de que o serviço seja efetivamente prestado pelo receptor. 13 – PAGAMENTOS ANTECIPADO 13. mencionar no corpo da nota fiscal. Com a entrega da mercadoria. seja por C. ou seja.1 – Para todo pagamento antecipado. colher assinatura do diretor e comprador para que toda a operação não atrapalhe o andamento da documentação. 14 – LEASING 6 . deixar em destaque as palavras “Sinal” ou “Antecipado” e exigir do fornecedor. condições de pagamento.Quando for aprovada a compra. Faz-se necessária a emissão de sua nota fiscal.

16 – DA GARANTIA 16. Assim teremos remessa de mercadorias por conta e ordem de terceiro no valor dos respectivos contratos. que os equipamentos à receber referentes a tal fornecedor serão faturados por tal banco. comunicar imediatamente ao comprador do bem. 15 – DA TRANSFERÊNCIA 15.1– Para toda aquisição na opção de leasing. exigir desse via adicional ou cópia da primeira via autenticada para efetuarmos o crédito do imposto. não podendo outra área decidir em transferir para outro local e em caso do não cumprimento. sem exceção.1 – Todo bem recebido será de responsabilidade da unidade que recebeu conferir se existe garantia do mesmo. sendo o montante na proporção de venda e serviço somados. arquivando em pasta própria. o controle dos termos de garantia.14. resultando no total faturado pelo banco. Quando necessário. mas. ou seja. na entrega da calculadora.1.Somente poderá ser efetuada qualquer transferência mediante autorização da Seção de Ativo Imobilizado ou da ARMA – Área de Manutenção. Depois de toda operação. terá o negociador que informar à SCAI – Seção de Ativo Imobilizado (Controle Patrimonial). Somente o gerente de área ou o gerente da loja é que pode solicitar o número de autorização para transferência. quando o banco efetuar o pagamento para o fornecedor e a contabilidade tiver posse do contrato. o responsável irá arcar com o prejuízo constatado. Exemplo: comprador compra máquina de calcular modelo 2120pd da General com a nota fiscal de venda emitida conforme a compra. entregam máquina de calcular 2117 pd da General. Caso de discriminação errada entre a nota fiscal e o fisco. Para esse quesito torna-se obrigatório para todas as unidades. 7 . 17 – DO RECEBIMENTO 17. o físico. consultar (no momento em que for solicitada manutenção da máquina ou equipamento) se está ou não em garantia.1 – Conferir se o bem recebido corresponde com a discriminação em nota fiscal de acompanhamento desses.

• Acompanhar ou designar um responsável da seção para verificar o conserto.1 – Para atender certa organização. Quando a compra for efetuada por outra área. efetuar o chamado à UNMA (manutenção). • Informar número de patrimônio e grau de urgência. • Se o serviço executado pela assistência técnica for por problema de fabricação. 19. como observação. • Verificar se o serviço poderá ser executado no local ou se terá que deslocar o bem até a oficina/manutenção. comunicar ao responsável para as devidas providências. discriminar no pedido.18 – DEFINIÇÕES EQUIPAMENTOS DAS ÁREAS QUE PODERÃO COMPRAR 18. não efetuar o pagamento do serviço e nem de peças de reposição. 8 . citando o problema.1 – A solicitação de serviço de manutenção de equipamentos. adotando os seguintes procedimentos: • Verificar se o bem está em garantia ou não. fica definida que toda compra de bens imobilizados seja centralizada na Área de Expansão. que o bem está sendo adquirido com montagem por parte do fornecedor ou por parte de outra empresa designada pelo fornecedor. essa só poderá ser efetuada pelo gerente ou subgerente da unidade. de acordo com o manual do equipamento e termo de garantia. Para compra de bens que necessitam de instalação. adotar os mesmos critérios. • Caso esteja na garantia. 19.QUANTO A MANUTENÇÃO DOS EQUIPAMENTOS 19. efetuar o chamado à assistência técnica responsável.2 – Procedimentos a serem adotados pela UNMA (manutenção). • Abrir chamado com ordem de serviço com numeração seqüencional (anexo-2 ). • Caso não esteja na garantia. • Sendo por problema de manuseio ou operação.

1 – Para todos os bens desativados e que não serão mais utilizados pela empresa. • Verificar situação do bem. etc. sendo que para a reavaliação fica designado o gerente da Área de Expansão (patrimônio) e ou diretoria para análise. emitir relação para que seja analisado e decidido o 9 . 22 – BENS QUE NÃO TEM MAIS UTILIDADE 22.Para desmontar ou sucatear um bem patrimonial. separando as unidades por pastas. faturamento para a loja de origem. discriminar as peças requisitadas para a manutenção desses.3 – Quando o bem precisar ser deslocado até a UNMA (manutenção) será substituído por outro quando necessário. será necessário um laudo relatando as condições desse.As ordens de serviços serão arquivadas por ordem cronológica de números. sendo que no corpo na nota fiscal observar: peças utilizadas no bem tal. Para esse procedimento.• Coletar dados referentes ao equipamento a ser consertado (chapa. 19.). devendo o mesmo ser consertado e ficar a disposição da próxima unidade que requisitar. Nos preenchimentos das características do bem na ordem de serviços. série. se está funcionando ou não e qual o defeito detectado. Para essa operação.1 . faz-se necessária uma análise de custo de manutenção do bem. discriminando todas as suas características.EQUIPAMENTOS DESMONTADOS E/ OU SUCATEADOS 21. 20 . patrimônio número tal. as unidades deverão emitir tanto a nota fiscal para acompanhar o bem. as despesas referentes às peças utilizadas na manutenção do equipamento serão de responsabilidade da unidade de origem. 21 . modelo. quanto o formulário MP – Movimentação de Patrimônio (anexo – 3). emitir ficha de acompanhamento da reavaliação (anexo 4). porém.1 .ORDENS DE SERVIÇOS E ESTADO DE CONSERVAÇÃO DOS BENS 20. posicionando a unidade que solicitou o conserto. • Programar o atendimento. Para emissão de nota fiscal.

data da ordem e prazo para execução local de entrega e seção que irá utilizar. • A UNMA (manutenção) fabrica envia para o local solicitante com nota fiscal do material utilizado. fica definido que todo móvel fabricado pela UNMA (manutenção) receba um número de patrimônio para cálculo do custo unitário do móvel. sucateamento ou venda. 23 – BENS FABRICADOS PELA MANUTENÇÃO 23. • O gerente da área de Expansão (patrimônio) analisará (fabricar ou comprar). utilizando recursos internos de UNMA (manutenção). o gerente da Área de Expansão (patrimônio) irá solicitar o projeto/desenho do móvel à Seção de Expansão e Projetos. PARECER DO DIRETOR Somente o visto. a fabricação de qualquer móvel. • Para que a UNMA (manutenção) controle o custo de material e mão-de-obra. e para essa operação será necessário providenciar. • • Para as unidades que já se encontram em operação. • Se o diretor aprovar a fabricação do móvel. com requisição de material e tempo (mão de obra utilizada). • O diretor operacional decide se aprova ou não. PARECER DA MANUTENÇÃO Programar com cronograma a execução de tal móvel. optando pela desmanche. deve-se proceder da seguinte forma: • Somente o gerente da unidade e ou poderá solicitar. • PLANTA (PROJETO): Constar número de ordem de serviço. • A Seção de Expansão e Projetos emite o desenho (ordem de serviço) e envia para a UNMA (manutenção). para que haja condições de emitir nota fiscal de transferência de todo material utilizado.destino dos mesmos. 10 .1 – Todas as unidades a serem inauguradas receberão bens móveis fabricados pela UNMA (manutenção).

Obs. para correção dos seus dados. a etiqueta de identificação não deve ser retirada e sim acompanhar o bem ao local de destino. poderá ser solicitada a respectiva indenização ao responsável. Cada gasto efetuando em uma ordem de serviço deve ser contabilizado após a conclusão do bem. Obs. resultando com isso em alteração de centro de custo e ou localização. devem ser imobilizados. É necessário tomar cuidado com esse bem.: Quando a UNMA (manutenção) fabricar móvel. Nesse caso. modelo. para que possa ser efetuada na contabilidade uma transposição de estoque (baixa estoque e aumenta imobilizado).: O responsável pelo centro de custo (gerente da área/unidade) pode exigir que os encarregados de seção ao transfiram qualquer bem para outra seção (da mesma 11 . com toda a sua operação. Utilizar o formulário MP – Movimento de Patrimônio para esse fim. etc. poderá ser efetuado em qualquer momento um levantamento ou inventário físico dos bens existentes em determinada área/unidade e em caso de falta de qualquer bem. que de acordo com o seu custo. Através da Seção de Ativo Imobilizado.1 – Os bens sofrem mudanças de um local para outro.. quanto a série. conferir toda a discriminação desse. 26 – MOVIMENTAÇÃO DE BENS (TRANSFERÊNCIA DE BENS DO ATIVO IMOBILIZADO) 26.1 – Os bens existentes dentro de cada área/unidade ficam sob responsabilidade da gerência. sendo que na transferência. solicitar número de patrimônio.1 – Na fabricação de bens de uso interno utilizando a estrutura interna UNMA (manutenção). chapa. e em caso de alguma divergência.24 – FABRICAÇÃO PRÓPRIA 24. Utilizado. 25 – RESPONSABILIDADES 25. comunicar imediatamente ao centro de custo (área/unidade) que o remeteu. O responsável pelo centro de custo de origem deve comunicar imediatamente qualquer mudança de centro de custo de um bem para a Seção de Ativo Imobilizado. Para esse bem UNMA (manutenção) emitirá nota fiscal discriminando o material utilizado na fabricação e o preço.

sem a necessidade de emissão da nota fiscal. O recomendável é avaliar os bens. 27 .1 – Toda remessa de bem.” “5. uma vez que trata especificamente da não mais utilização do bem dentro da atividade produtiva da empresa. 28 – BAIXA DE BENS IMOBILIZADOS 28. algum profissional tem confundido a baixa propriamente dita com valor residual inexistente em função de ter-ser esgotada a depreciação fiscal do bem. conserto ou pintura do mesmo. No entanto. se todas as máquinas do parque industrial estivessem totalmente depreciadas. 12 .. confundido com raciocínio matemático.Enquanto não ocorrida a baixa física. a Seção de Ativo Imobilizado deve ser comunicada.1 – Esse enfoque em um caráter especial.. A etiqueta de identificação deve permanecer afixada no bem a ser protegida quando houver reforma.Em qualquer caso. preencham o formulário MP.. os valores acumulados do fundo de depreciação. Da mesma forma. Vejamos o que diz a legislação: • (PN CST N° 146 DE 21/11/75 “4.área/unidade). pois é um dos mais importantes dentro do “controle físico”. deve permanecer o registro de seu valor contábil. a baixa contábil deve ser concomitante à baixa física do bem. deixando a partir da sua baixa efetiva de ser um patrimônio da mesma. seja para conserto ou empréstimo. e que além de contrariar a legislação. Com sua afetiva saída do patrimônio da empresa.REMESSA PARA CONSERTO/EMPRÉSTIMO 27. ou seja. o seu retorno também deverá ser comunicado. para que não impossibilite a visualização do número impresso. Isso é um erro lamentável de interpretação da prática contábil.” O erro a que referiu-se anteriormente. A comunicação de remessa deve estar acompanhada do formulário MP e nota fiscal de remessa do bem (via da contabilidade). que terá como contrapartida. como registro de regularização do valor do ativo. pois abandona uma análise detalhada do custo operacional com depreciação. facilitando o levantamento físico. que implicar na saída física desse do seu local de origem. para efeito de controle físico do mesmo.. essas empresas não teriam patrimônio diante da prática referida. esse procedimento comete um pecado gerencial. assumindo um novo valor econômico e um novo prazo de depreciação de acordo com a vida útil remanescente.

Para a baixa contábil do bem.2 – BAIXA POR DOAÇÃO Providenciar • Relação de bens a serem doados • Ofício de entidade beneficente • Parecer da Seção de Ativo Imobilizado • Aprovação da diretoria Junto com o recibo de doação de entidade beneficente. • Boletim de ocorrência policial • Relatório da comissão interna (segurança) • Parecer da Seção de Ativo Imobilizado • Aprovação da diretoria 29. 29.3 – BAIXA POR FURTO Quando a Seção do Ativo Imobilizado for comunicada do desaparecimento de um bem. providenciar: • Nota fiscal de aquisição.4 – BAIXA POR OBSOLESCÊNCIA E OUTROS Além dos bens tidos como obsoletos. providenciar: 13 . emitir nota fiscal de venda e encaminhar todo o processo para a baixa contábil. 29. Caso confirmado o furto.29 – PRINCIPAIS TIPOS DE BAIXA 29. os responsáveis da Seção de Ativo Imobilizado deverão providenciar o seguinte: • Memorando contendo as justificativas para a baixa • Cartas propostas de interessados • Parecer técnico de Seção Ativo Imobilizado • Encaminhar para a diretoria para aprovação Após este procedimento. desuso por produtividade ou tecnológico. encaminhar todo o processo para proceder a baixa contábil do bem. providenciar o registro de ocorrência no posto policial mais próximo da empresa. destruição ou sinistros. Para baixa contábil do bem. Neste caso é sempre recomendável a elaboração de laudos técnico apontando os motivos e ou danos que justifiquem a desativação do bem. estão inclusos os bens que sofreram quebras.1 – BAIXA POR VENDA Após constatado o grau de obsolescência dos bens ou seu desuso. a mesma deverá reivindicar a formação de uma comissão interna no sentido de apurar responsabilidade ou comprovar o seu efetivo desaparecimento.

com pena de indenização de prejuízos detectados. Aprovação da diretoria. muitas vezes. 29. através de notas fiscais de demonstração.1 – As contas que registrem recursos aplicados na aquisição de partes. balanças.5 – BAIXA POR INEXISTÊNCIA Este é um caso bastante comum encontrado quando se faz um “Inventário Físico” ou alguns casos observados em revisões periódicas. 32 – BENS DE TERCEIROS SOB CUSTÓDIA 32. peças. quando as referidas tiverem vida útil superior a 1 (um) ano devem ser classificadas no ativo imobilizado (PN número 2/84).. É importante uma investigação sobre o ocorrido no sentido de tentar encontrar o bem desaparecido. 14 . 30 – REFORMA DE UM BEM 30. remessa por empréstimo. máquinas e equipamentos de reposição de bens do imobilizado. etc. por não ter procedido a baixa e na ocasião da venda ou o responsável pelo setor não ter comunicado a desativação do bem e conseqüente baixa. • Parecer da Seção de Ativo Imobilizado • Aprovação da diretoria Obs. moinhos de café.: o não cumprimento deste item poderá penalizar o responsável pelo centro de custo (gerente da área/unidade). Usualmente acontece com alguns congeladores. comodato (empréstimo). acrescer a vida útil do bem no mínimo em mais 1 (um) ano.• • • Laudo técnico Parecer da Seção de Ativo Imobilizado. e na maioria das vezes é firmado um contrato de comodato entre o fornecedor e a empresa. displays.1 – Os gastos com reforma de um bem devem ser imobilizados Os materiais (peças) e mão de obra utilizados na reforma. nas quais encontram-se como bens extraviados por motivo desconhecido. muitas vezes sucateados. são aqueles bens de propriedades dos fornecedores que são enviados às nossas unidades.Como regra geral. Providenciar os seguintes documentos para a baixa contábil: • Relatório sobre a investigação. 31 – IMOBILIZAÇÃO DE PEÇAS DE REPOSIÇÃO 31. etc.1 .

Esta codificação irá auxiliar a classificação contábil. discriminando o equipamento e no corpo da nota fiscal.. citando no corpo dessa.1. que irá anexar à cópia da nota fiscal de entrada e enviará uma cópia para o escritório central. etc. mandando cópia da nota fiscal para a unidade de destino.: fluxo da nota fiscal no escritório central: ã SCCF recebe e envia para a SCAI. referentes a aquisição. Sempre que houver transação com esses bens. tirar cópia. 33 – DA SEÇÃO DE ATIVO IMOBILIZADO (CONTROLE PATRIMONIAL) 33.1 – CLASSIFICAÇÃO DOS DOCUMENTOS Todos os documentos (notas fiscais) de serviço serão codificados pela Seção de Ativo Imobilizado. 33.2 – CLASSIFICAÇÃO FISCAL/CONTÁBIL A classificação das notas fiscais de aquisição de equipamentos. essa retirará com sua própria nota fiscal e deixará cópia de retorno do equipamento com a unidade. transferência ou devolução.em virtude desses. acessórios e as transferências (notas soltas).1 – Procedimentos a serem executados: 33. • Na devolução do equipamento a unidade emitirá nota fiscal de devolução. dados da nota fiscal de entrada. quanto a sua imobilização ou não. será efetuada pela Seção de Ativo Imobilizado. deixar cópia da nota fiscal na unidade e outra enviar para o escritório central e quando da devolução desses à empresa. de comodato/demonstração. Obs. onde irá apor o carimbo de crédito de ICMS. a unidade fica com cópia da nota fiscal e envia a via original para o escritório central. No recebimento de conservadores e ou equipamentos de empresa que os remete em seu próprio nome (estabelecimentos). coloca os dados referentes à nota fiscal de entrada do equipamento. bens ficarem sob a boa guarda é de responsabilidade da empresa. • Na transferência do equipamento a unidade emite a nota fiscal de transferência. que envia para a SCAI.1. peças. que envia para a SCCB. que envia para a SCCB. Quando classificada. proceder da seguinte forma: • Na entrada do equipamento. ficando com a via original para seu devido controle e arquivamento. receber o equipamento. que envia para a SCCF. 15 . para o devido crédito no livro fiscal.

33. O sistema só será atualizado quanto a característica. após o chapeamento. 33. Para que esta transferência possa revelar dados corretos.1.33. será feito o cadastramento dos bens por item. 16 .4 – TRANSFERÊNCIAS DOS BENS Toda transferência de bens com chapa cadastrada e ou número de série será alocada de forma correta baixando na saída e incorporando na entrada. Organizacional (AUTORIZAÇÃO) – autorização para movimentação de bens patrimoniais.5 – DESMEMBRAMENTO DOS BENS Todos os bens adquiridos por conjunto serão desmembrados de acordo com a sua montagem. 33. etc. sendo comum: conjunto expositor tipo gôndola. só que com registro unitário e controlado conforme legislação.1.1. transferência e baixa (venda). onde serão chapeados e controlados física e contabilmente.1. serão adotados os seguintes critérios: • Incorporação (inclusão de todos os bens adquiridos no mês). conjunto produção de frios.3 – CADASTRAMENTO DOS BENS Após fechamento da contabilização do imobilizado e sua conferência.6 – BAIXA DOS BENS Todas as baixas de bens na Seção de Ativo Imobilizado só serão efetivadas mediante documentos legais referentes a cada tipo de baixa conforme este manual. Os saldos dos bens cadastrados no sistema controle patrimonial serão os mesmos do balancete contábil. 33.1. a Seção de Ativo Imobilizado irá controlar da seguinte forma: • • • Fisicamente (MP) – Movimento de Patrimônio Contabilmente (FISCAL) – com NF de aquisição.7 – BALANCETE MENSAL Em todo fechamento de balancete mensal para análise administrativa.

Na emissão de relatórios para conferência dos grupos alterados. • Fazer resumo de depreciação e amortização por centro de custo e provisão para amortização por conta e informar a Área de Contabilidade através de nota de lançamento. 33. conforme dados acima. 33.8 – ARQUIVAMENTO DAS NOTAS FISCAIS Serão arquivados diariamente todos os documentos fiscais a que se referir: comodato. • Planilha de lançamentos contábeis (saldo depreciação).10 – PLANILHA DE TRANSFERÊNCIA DE ICMS Será feito mensalmente por unidade.9 – INVENTÁRIO FÍSICO O inventário físico será feito sempre que for solicitado pela diretoria e ou periodicamente para fins de averiguação do termo de responsabilidade que poderá ser efetuado por seção ou até mesmo por unidade. • Baixa do mês. sendo que para cada conta contábil. haverá pasta AZ separando as unidades e para contas de equipamentos comerciais. serviços e material de obra. não mais havendo erro. remessa para conserto e transferência. Para o sucesso deste controle. 33. Também serão arquivadas as notas fiscais referentes a baixa e aquisição de bens.1. • Razão auxiliar em real (analítico). Após o cálculo. sendo que para cada tipo de operação citada.1.• Transferência (toda movimentação efetivada do mês). haverá uma pasta suspensa para cada unidade. • Razão auxiliar em real (sintético).. gerar cálculo de depreciação. com base no artigo 21 inciso IV parágrafo 1º da lei complementar 87/96. uma planilha de transferência de ICMS referente a equipamentos do ativo imobilizado. após conferência. • Razão auxiliar em UFIR (analítico). • Transferência do mês. 17 . • Razão auxiliar em UFIR (sintético).1. emitir os seguintes relatórios: • Incorporação do mês. • Baixa (toda baixa ocorrida no mês). teremos pasta suspensa por unidade. adquirido no período.

no formulário MP há campo que exige autorização para a movimentação. 33. efetuamos os seguintes procedimentos: • Número de patrimônio na nota fiscal de aquisição. • Cópia da nota fiscal original. portanto. data da nota fiscal de compra e o valor do equipamento.1. • Apurar sobras e faltas físicas.MP Será controlado equipamento por equipamento que sofrerem movimentação desde a sua entrada no estabelecimento até sua saída. cujo responsável por essa autorização deverá ter toda informação do estado físico do bem e até mesmo repassar ao solicitante os procedimentos cabíveis. Quando for encontrado algum equipamento recebido sem documentação ou que originou de uma sobra do remetido pelo fornecedor. 18 . • Cadastro das chapas utilizadas. modelo. número da nota fiscal de compra . ficaremos impossibilitados de controlar o bem fisicamente e não atendendo a um gerenciamento correto do patrimônio. pois poderá acarretar no erro de informações. • Efetuar o chapeamento coletando características como número de série. marca e seção cujo bem se encontra. Para isso.11 – CHAPEAMENTO Para efetuar o chapeamento. para todo bem a ser chapeado. O controle desses bens através do formulário MP será a única forma de darmos uma história completa. discriminar no relatório como sobra física. nome do fornecedor. só receberá chapa mediante cópia da nota fiscal. elaborando um relatório constando nome do equipamento não encontrado.12 – MOVIMENTAÇÃO FÍSICA .serão confrontadas todas as MP – Movimentação de Patrimônio com o fiscal. Sem um administrador para essas movimentações. Por isso. tomar muito cuidado para não colocar chapa de um bem em outro. conforme este manual. todas as características dos bens. • Lançar no sistema controle patrimonial. 33.1. onde terá todas as suas características possíveis. se está ou não em garantia. no que tange a manutenção efetuada por recursos próprios (UNMA/manutenção) e ou terceiros.

You're Reading a Free Preview

Descarregar
scribd
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->