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fÌsica

Ûptica geomÈtrica

QUEST’ES DE VESTIBULARES

  • 2010.1 (1 o semestre)

  • 2010.2 (2 o semestre)

sum·rio

Ûptica geomÈtrica: conceitos b·sicos

VESTIBULARES

2010.1

2

VESTIBULARES

2010.2

2

princÌpios e fenÙmenos Ûpticos

VESTIBULARES

2010.1

3

VESTIBULARES

2010.2

5

reflex„o da luz (leis)

VESTIBULARES

2010.1

6

VESTIBULARES

2010.2

6

espelho plano

VESTIBULARES

2010.1

7

VESTIBULARES

2010.2

8

espelhos esfÈricos (estudo gr·fico)

VESTIBULARES

2010.1

9

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2010.2

10

espelhos esfÈricos (estudo analÌtico)

VESTIBULARES

2010.1

12

VESTIBULARES

2010.2

12

refraÁ„o da luz (Ìndices de refraÁ„o e leis)

VESTIBULARES

2010.1

13

VESTIBULARES

2010.2

15

reflex„o total ou interna (‚ngulo limite)

VESTIBULARES

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17

VESTIBULARES

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20

dioptro plano, l‚mina e prismas

VESTIBULARES

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21

VESTIBULARES

2010.2

22

lentes esfÈricas (estudo gr·fico)

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23

VESTIBULARES

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lentes esfÈricas (estudo analÌtico)

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Ûptica da vis„o

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japizzirani@gmail.com

tÛpico 1:

Ûptica geomÈtrica: conceitos b·sicos

VESTIBULARES 2010.1

(FUVEST/SP-2010.1) - ALTERNATIVA: E AstrÙnomos observaram que a nossa gal·xia, a Via L·ctea, est· a 2,5 10 6 anos-luz de AndrÙmeda, a gal·xia mais prÛxima da nossa. Com base nessa informaÁ„o, estudantes em uma sala de aula afirmaram o seguinte:

I. A dist‚ncia entre a Via L·ctea e AndrÙmeda È de 2,5 milhıes de km.

II. A dist‚ncia entre a Via L·ctea e AndrÙmeda È maior que 2 10 19 km. III. A luz proveniente de AndrÙmeda leva 2,5 milhıes de anos para chegar ‡ Via L·ctea. Est· correto apenas o que se afirma em

a)

I.

b)

II.

c)

III.

d)

I e III.

*e) II e III.

 
a) I. b) II. c) III. d) I e III. *e) II e III. *a) 3,8

*a) 3,8 10 5 km.

b)

6,3 10 3 km.

a)

3,8 10 5 m.

a)

6,3 10 3 m.

1 ano tem aproximadamente 3 10 7 s

velocidade da luz no v·cuo: 3 10 8 m/s

(UFBA-2010.1) - RESPOSTA: D = 3,75 10 8 m As comemoraÁıes dos 40 anos da chegada do homem ‡ Lua trouxeram ‡ baila o grande n˙mero de cÈticos que n„o acreditam nessa conquista humana. Em um programa televisivo, um cien- tista informou que foram deixados na Lua espelhos refletores para que, da Terra, a medida da dist‚ncia Terra-Lua pudesse ser rea- lizada periodicamente, e com boa precis„o, pela medida do in-

(UFBA-2010.1) - RESPOSTA: D = 3,75 10 m As comemoraÁıes dos 40 anos da chegada do

tervalo de tempo t que um feixe de laser percorre o caminho de ida e volta.

tÛpico 1: Ûptica geomÈtrica: conceitos b·sicos VESTIBULARES 2010.1 (FUVEST/SP-2010.1) - ALTERNATIVA: E AstrÙnomos observaram que a

Um grupo acompanhou uma medida realizada por um cientista, na qual t = 2,5 s. Considerando que a velocidade da luz, no v·cuo, È igual a 3 10 8 m/s e desprezando os efeitos da rotaÁ„o da Terra, calcule a dist‚ncia Terra-Lua.

(CEFET/RJ-2010.1) - ALTERNATIVA: A A Lua È uma fonte de luz secund·ria. Ela pode ser observada porque reflete a luz que recebe do Sol. A luz do Sol, refletida pela Lua, atinge a Terra apÛs, cerca de, 0,021 min. Sendo a velocidade de propagaÁ„o da luz no v·cuo de 300.000 km/s, podemos afirmar que a dist‚ncia da Lua a Terra È de, apro- ximadamente

(CESGRANRIO/RJ-2010.1) - ALTERNATIVA: D ìComo uma gigantesca m„o sideral, uma nebulosa de 150 anos- luz È vista junto a um pulsar. A imagem, considerada uma das mais espetaculares flagradas no Universo recentemente, foi ob- tida pelo telescÛpio orbital americano Chandra, capaz de ver ob- jetos cÛsmicos que emitem raios X.î

O Globo, 16 set. 2009.

Sabe-se que 1 ano-luz corresponde a 9,5 trilhıes de quilÙmetros e que, no Sistema Internacional de Unidades (SI), a unidade de medida de comprimento È o metro. Sendo assim, a medida em anos-luz citada na reportagem, quando representada no SI, corresponder· a

a)

1,425 10 24

b)

1,425 10 22

c)

1,425 10 21

*d) 1,425 10 18

e)

1,425 10 15

VESTIBULARES 2010.2

(UFPR-2010.2) - ALTERNATIVA: E A dist‚ncia mÈdia da Terra ao Sol È de 150 milhıes de km ou 1UA (unidade astronÙmica). Supondo que fosse possÌvel se des- ligar a luz proveniente do Sol, ligando-se em seguida e conside- rando-se a velocidade da luz como 300 mil km por segundo, o tempo que esta luz atingiria a Terra seria aproximadamente de:

a)

12,7 min.

b)

6,5 min.

c)

10,8 min.

d)

20 min.

*e) 8,4 min.

tÛpico 2:

princÌpios e fenÙmenos Ûpticos

VESTIBULARES 2010.1

(FGV/SP-2010.1) - ALTERNATIVA: A O vendedor de churros havia escolhido um local muito prÛximo a um poste de iluminaÁ„o. Pendurado no interior do carrinho, um lampi„o aceso melhorava as condiÁıes de iluminaÁ„o.

tÛpico 2: princÌpios e fenÙmenos Ûpticos VESTIBULARES 2010.1 (FGV/SP-2010.1) - ALTERNATIVA: A O vendedor de churros

Admitindo que o centro de todos os elementos da figura, exceto as finas colunas que suportam o telhado do carrinho, est„o no mesmo plano vertical, considerando apenas as luzes emitidas diretamente do poste e do lampi„o e, tratando-os como os extre-

mos de uma ˙nica fonte extensa de luz, a base do poste, a lixeira e o banquinho, nessa ordem, estariam inseridos em regiıes classific·veis como *a) luz, sombra e sombra.

  • b) luz, penumbra e sombra.

  • c) luz, penumbra e penumbra.

  • d) penumbra, sombra e sombra.

  • e) penumbra, penumbra e penumbra.

(UEM/PR-2010.1) - RESPOSTA OFICIAL: SOMA = 22 (02+04+16) Analise as alternativas abaixo e assinale o que for correto. 01) Quando um feixe de raios de luz paralelos incide sobre uma superfÌcie e È refletido em todas as direÁıes, com perda do paralelismo dos raios refletidos, ocorre reflex„o regular. 02) A reflex„o difusa È a maior respons·vel pela vis„o dos obje- tos iluminados que nos cercam. 04) A luz visÌvel branca È composta por infinitas luzes monocrom·ticas, situadas na regi„o das cores do arco-Ìris. 08) Um corpo branco, iluminado com luz branca, absorve as lu- zes de todas as cores. 16) Considerando que n„o h· refraÁ„o da luz, um corpo verme- lho, iluminado com luz branca, reflete a luz vermelha e absorve a maior parte da luz das demais cores.

(VUNESP/UNICISAL-2010.1) - ALTERNATIVA: D Na figura, as medidas dos segmentos BC e EF indicam os com- primentos das sombras projetadas de uma torre e de um meni- no, estando ambos perpendiculares ao solo, no momento em que o ‚ngulo de inclinaÁ„o dos raios solares, em relaÁ„o ao pla- no horizontal, tiver medida igual a 30 . A diferenÁa entre as altu- ras da torre e da crianÁa, nesta ordem, È de

  • a) 12 m.

b) 11,3 m. c) 11 m. *d) 10,5 m. e) 9,5 m.
b) 11,3 m.
c) 11 m.
*d) 10,5 m.
e) 9,5 m.

japizzirani@gmail.com

(FGV/RJ-2010.1) - RESPOSTA: SemelhanÁa de tri‚ngulos e x = 125 m H· muitas histÛrias escritas sobre o mais antigo matem·tico gre- go que conhecemos, Tales de Mileto. N„o sabemos se elas s„o verdadeiras, porque foram escritas centenas de anos apÛs sua morte. Uma delas fala do mÈtodo usado por ele para medir a dist‚ncia de um navio no mar, em relaÁ„o a um ponto na praia. Uma das versıes diz que Tales colocou uma vara na posiÁ„o horizontal sobre a ponta de um pequeno penhasco, de forma que sua extremidade coincidisse com a imagem do barco. Conhecendo sua altura (h) , o comprimento da vara (c) e a altura do penhasco (d) , ele calculou a dist‚ncia x em relaÁ„o ao barco.

tÛpico 2: princÌpios e fenÙmenos Ûpticos VESTIBULARES 2010.1 (FGV/SP-2010.1) - ALTERNATIVA: A O vendedor de churros

Descreva com suas palavras um mÈtodo para calcular a dist‚n- cia x . Em seguida, determine a dist‚ncia do navio ‡ praia com estes dados: h = 1,80 m; c = 0,75 m; d = 298,20 m.

(FUVEST/SP-2010.1) - ALTERNATIVA: D Uma determinada montagem Ûptica È composta por um antepa- ro, uma m·scara com furo triangular e trÍs l‚mpadas, L1, L2 e L3, conforme a figura abaixo. L1 e L3 s„o pequenas l‚mpadas de lanterna e L2, uma l‚mpada com filamento extenso e linear, mas pequena nas outras dimensıes. No esquema, apresenta-se a imagem projetada no anteparo com apenas L1 acesa.

tÛpico 2: princÌpios e fenÙmenos Ûpticos VESTIBULARES 2010.1 (FGV/SP-2010.1) - ALTERNATIVA: A O vendedor de churros

O esboÁo que melhor representa o anteparo iluminado pelas trÍs l‚mpadas acesas È

a) b) c) *d) e)
a)
b)
c)
*d)
e)

(FGV/SP-2010.1) - ALTERNATIVA: C

Um feixe luminoso de raios paralelos, que se propaga em um meio Ûptico homogÍneo, incide sobre uma superfÌcie que separa o primeiro meio de um segundo, passando a se propagar neste. Substituindo-se o segundo meio Ûptico por um vidro fosco e transl˙cido, e admitindo que os raios de luz nele penetrem, estes perdem o paralelismo, podendo-se dizer que nessa situaÁ„o ocor- reu uma

a)

reflex„o difusa.

d) refraÁ„o regular.

b)

reflex„o regular.

e) absorÁ„o difusa.

*c) refraÁ„o difusa.

3

(CEFET/MG-2010.1) - ALTERNATIVA: C A quest„o abaixo refere-se ao texto e ‡ figura que se seguem. ìO eclipse total do Sol, ocorrido em 22 de julho de 2009, pÙde ser visto da Õndia, Nepal, But„o, centro da China e em v·rias ilhas do PacÌfico. Um eclipse parcial tambÈm foi visto no Sudeste asi·tico e em parte da Oceania; tratou-se da penumbra da Lua. Esse foi e ser· o eclipse total mais longo, com duraÁ„o m·xima da fase de totalidade de 6 minutos e 43 segundos, acontecido no sÈculo XXI.î

DisponÌvel em: http\\www.pt.wikipÈdia.org>. Acesso em 6 set. 2009. (adaptado)

(CEFET/MG-2010.1) - ALTERNATIVA: C A quest„o abaixo refere-se ao texto e ‡ figura que se seguem.

Durante um eclipse solar, um observador situado na(o) ______

_______________

vÍ __________________.

A alternativa que completa, corretamente, as lacuna È

a)

b)

cone de penumbra, um eclipse total.

cone de sombra, um eclipse parcial.

*c) regi„o plenamente iluminada da Terra, o Sol.

d)

regi„o de sombra prÛpria da Terra, um eclipse total.

(PASUSP-2009) - ALTERNATIVA: C A Lua, em sua Ûrbita ao redor da Terra, passa por um ciclo de fases, durante o qual sua forma parece variar gradualmente. Esse fato decorre de a Lua n„o ser um corpo luminoso, mas sim um corpo iluminado pelo Sol. A face iluminada da Lua È aquela que est· voltada para o Sol. Na representaÁ„o a seguir, a vis„o do sistema Terra-Lua È registrada, em diferentes instantes de tem- po, por um observador muito afastado da Terra, olhando direta- mente para o polo sul da mesma.

(CEFET/MG-2010.1) - ALTERNATIVA: C A quest„o abaixo refere-se ao texto e ‡ figura que se seguem.

A fase da lua representa o quanto dessa face, iluminada pelo Sol, est· tambÈm voltada para um observador sobre a Terra. As quatro fases mais caracterÌsticas do ciclo recebem as seguintes denominaÁıes:

(CEFET/MG-2010.1) - ALTERNATIVA: C A quest„o abaixo refere-se ao texto e ‡ figura que se seguem.

Com base nas informaÁıes contidas no texto e na figura, pode- se afirmar que as formas aparentes da Lua, nas posiÁıes 1, 2, 3 e 4, para um observador situado no hemisfÈrio Sul da Terra, s„o, respectivamente, as seguintes:

a) b) *c) d) e) japizzirani@gmail.com
a)
b)
*c)
d)
e)
japizzirani@gmail.com

(UFRN-2010.1) - ALTERNATIVA: A A coloraÁ„o das folhas das plantas È determinada, principalmen- te, pelas clorofilasaebñ nelas presentes ñ, que s„o dois dos principais pigmentos respons·veis pela absorÁ„o da luz neces- s·ria para a realizaÁ„o da fotossÌntese. O gr·fico abaixo mostra o espectro conjunto de absorÁ„o das clorofilas a e b em funÁ„o do comprimento de onda da radiaÁ„o solar visÌvel.

(CEFET/MG-2010.1) - ALTERNATIVA: C A quest„o abaixo refere-se ao texto e ‡ figura que se seguem.

Com base nessas informaÁıes, È correto afirmar que, para reali- zar a fotossÌntese, as clorofilas absorvem, predominantemen- te,

*a) o violeta, o azul e o vermelho, e refletem o verde.

  • b) o verde, e refletem o violeta, o azul e o vermelho.

  • c) o azul, o verde e o vermelho, e refletem o violeta.

  • d) o violeta, e refletem o verde, o vermelh o e o azul.

(IF/CE-2010.1) - ALTERNATIVA: A

… prov·vel ocorrer um eclipse solar, quando a fase da Lua È *a) Nova.

  • b) Cheia.

  • c) Quarto crescente.

  • d) Quarto minguante.

  • e) Quarto crescente e minguante.

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VESTIBULARES 2010.2

(IF/CE-2010.2) - ALTERNATIVA: C Uma pessoa verifica que uma edificaÁ„o projeta no solo uma

sombra de 20m. No mesmo hor·rio do dia, a mesma pessoa coloca no solo um bast„o vertical de 40cm e percebe que sua sombra no solo mede 1m. Baseado nesses dados, a altura da edificaÁ„o È de:

a)

10m

b)

20m

*c) 8m

d)

4m

e)

2m

(IF/SP-2010.2) - ALTERNATIVA: C Duas fontes puntuais de luz, F 1 e F 2 , alinhadas verticalmente, est„o dispostas como na figura e iluminam um anteparo A. Entre as fontes e o anteparo È colocado um objeto opaco, formando no anteparo regiıes iluminadas, de sombra e de penumbra.

 
a) 10m b) 20m *c) 8m d) 4m e) 2m (IF/SP-2010.2) - ALTERNATIVA: C Duas fontes

… (s„o) regi„o (ıes) de penumbra apenas

a)

I.

d) I, III e V.

b)

III.

e) II, III e IV.

*c) II e IV.

(UFU/MG-2010.2) - ALTERNATIVA: D Ao olhar para um objeto (que n„o È uma fonte luminosa), em um ambiente iluminado pela luz branca, e constatar que ele apre- senta a cor amarela, È correto afirmar que:

a)

O objeto absorve a radiaÁ„o cujo comprimento de onda

corresponde ao amarelo.

b)

O objeto refrata a radiaÁ„o cujo comprimento de onda

corresponde ao amarelo.

d)

O objeto difrata a radiaÁ„o cujo comprimento de onda

corresponde ao amarelo. *d) O objeto reflete a radiaÁ„o cujo comprimento de onda corresponde ao amarelo.

(UDESC-2010.2) - RESPOSTA: a) I : fonte luminosa puntiforme; II : sombra (eclipse total) b) III : fonte luminosa extensa; IV :

antumbra (eclipse anular); V : penumbra (eclipse parcial) Um estudante do ensino mÈdio, durante uma aula sobre Ûptica geomÈtrica, desenhou em seu caderno a figura abaixo, baseado na explicaÁ„o que o professor de FÌsica apresentara ‡ turma.

 
a) 10m b) 20m *c) 8m d) 4m e) 2m (IF/SP-2010.2) - ALTERNATIVA: C Duas fontes

Sendo Oo a abreviatura para ìobjeto opacoî, identifique o que o estudante pretendeu representar em:

a)

I e II;

b)

III, IV e V.

japizzirani@gmail.com

(VUNESP/UFTM-2010.2) - ALTERNATIVA: C Para medir dist‚ncias utilizando-se das propriedades geomÈtri-

cas da luz, um estudante providencia uma caixa c˙bica, de ares- ta 16 cm. ApÛs pintar o interior com tinta preta, faz um orifÌcio no centro de uma das faces e substitui a face oposta ao orifÌcio por uma folha de papel vegetal. Feito isso, aponta o orifÌcio para uma porta iluminada, obtendo dela uma imagem nÌtida, invertida e re- duzida, projetada sobre a folha de papel vegetal. Sabendo-se que a altura da imagem observada da porta È 14 cm e que a altura da porta È 2,15 m, conclui-se que a dist‚ncia aproximada, em metros, entre o orifÌcio da caixa e a porta È:

  • a) 0,9.

  • b) 1,8.

*c) 2,5.

  • d) 3,5.

  • e) 4,8.

5

tÛpico 3:

reflex„o da luz (leis)

VESTIBULARES 2010.1

(UEPG/PR-2010.1) - RESPOSTA: SOMA = 03 (01+02) A Ûtica geomÈtrica estuda os fenÙmenos luminosos sob um pon- to de vista puramente geomÈtrico, ou seja, ela n„o considera a natureza fÌsica da luz. Sobre a Ûtica geomÈtrica, assinale o que for correto. 01) Um raio luminoso n„o tem existÍncia fÌsica real. … um con- ceito puramente geomÈtrico. 02) Sempre que um feixe convergente È interceptado por um sis- tema Ûtico, o ponto objeto, para esse sistema, È virtual. 04) Um meio anisotrÛpico È aquele no qual a luz se propaga com a mesma velocidade em todas as direÁıes e sentidos. 08) A trajetÛria de um raio luminoso sofre alteraÁ„o quando s„o permutadas as posiÁıes da fonte e do observador. 16) Quando ocorre a reflex„o da luz, o raio incidente, o raio refle- tido e a normal ao ponto de incidÍncia s„o perpendiculares entre si.

(UNESP-2010.1) - ALTERNATIVA: C (resoluÁ„o no final) Um professor de fÌsica propÙs aos seus alunos que idealizassem uma experiÍncia relativa ao fenÙmeno luminoso. Pediu para que eles se imaginassem numa sala completamente escura, sem qualquer material em suspens„o no ar e cujas paredes foram pintadas com uma tinta preta ideal, capaz de absorver toda a luz que incidisse sobre ela. Em uma das paredes da sala, os alunos deveriam imaginar uma fonte de luz emitindo um ˙nico raio de luz branca que incidisse obliquamente em um extenso espelho plano ideal, capaz de refletir toda a luz nele incidente, fixado na parede oposta ‡quela na qual o estudante estaria encostado (ob- serve a figura).

tÛpico 3: reflex„o da luz (leis) VESTIBULARES 2010.1 (UEPG/PR-2010.1) - RESPOSTA: SOMA = 03 (01+02) A

Se tal experiÍncia pudesse ser realizada nas condiÁıes ideais propostas pelo professor, o estudante dentro da sala

  • a) enxergaria somente o raio de luz.

  • b) enxergaria somente a fonte de luz.

*c) n„o enxergaria nem o espelho, nem o raio de luz.

  • d) enxergaria somente o espelho em toda sua extens„o.

  • e) enxergaria o espelho em toda sua extens„o e tambÈm o raio

de luz.

RESOLU« O UNESP-2010.1:

tÛpico 3: reflex„o da luz (leis) VESTIBULARES 2010.1 (UEPG/PR-2010.1) - RESPOSTA: SOMA = 03 (01+02) A

japizzirani@gmail.com

(UFPB-2010.1) - ALTERNATIVA: D A figura abaixo mostra dois espelhos planos, E 1 e E 2 , que for- mam um ‚ngulo de 140 entre eles. Um raio luminoso R 1 incide e È refletido no espelho E 1 , de acordo com a figura abaixo.

tÛpico 3: reflex„o da luz (leis) VESTIBULARES 2010.1 (UEPG/PR-2010.1) - RESPOSTA: SOMA = 03 (01+02) A

Nessa situaÁ„o, para que o raio refletido R 2 seja paralelo ao es-

pelho E 2 , o ‚ngulo de incidÍncia de R 1 no espelho E 1 deve ser de:

  • a)

20

*d) 50

  • b) 30

e) 60

  • c) 40

VESTIBULARES 2010.2

6

tÛpico 4:

espelho plano

VESTIBULARES 2010.1

(UEL/PR-2010.1) - ALTERNATIVA: B Um raio de luz de uma fonte luminosa em A ilumina o ponto B, ao ser refletido por um espelho plano horizontal sobre uma semi- reta DE como esquematizado na figura a seguir:

tÛpico 4: espelho plano VESTIBULARES 2010.1 (UEL/PR-2010.1) - ALTERNATIVA: B Um raio de luz de uma

Considere AD = 2 m, BE = 3 m e DE = 5 m. A dist‚ncia entre a imagem virtual da fonte e o ponto B, em metros, ser·:

a)

5

d) 6

*b) 5

*b) 5 e) 6

e) 6

c)

5

tÛpico 4: espelho plano VESTIBULARES 2010.1 (UEL/PR-2010.1) - ALTERNATIVA: B Um raio de luz de uma

(UFRGS/RS-2010.1) - ALTERNATIVA: 19.A e 20.D InstruÁ„o: As questıes 19 e 20 referem-se ao enunciado e ‡ figura abaixo. Na figura abaixo, E represente um espelho plano que corta per- pendicularmente a p·gina, e O representa um pequeno objeto colocado no plano a p·gina.

tÛpico 4: espelho plano VESTIBULARES 2010.1 (UEL/PR-2010.1) - ALTERNATIVA: B Um raio de luz de uma

Na figura tambÈm est„o representadas duas sequÍncias de pon- tos. A sequÍncia I, II, III, IV e V est· localizada atr·s do espelho, regi„o de formaÁ„o da imagem do objeto O pelo espelho E. A sequÍncia 1, 2, 3,4e5 indica as posiÁıes de cinco observado- res. Considere que todos os pontos est„o no plano da p·gina.

  • 19. Qual È o ponto que melhor representa a posiÁ„o da imagem

do objeto O formada pelo espelho plano E?

*a) I.

b) II.

c) III.

d) IV.

e) V.

  • 20. Quais observadores podem ver a imagem do objeto O forma-

da pelo espelho plano E?

  • a) Apenas 1.

*d) Apenas 4 e 5.

  • b) Apenas 4.

e) Apenas 2, 3 e 4.

  • c) Apenas 1 e 2.

(UESPI-2010.1) - ALTERNATIVA: D Quando uma pessoa se aproxima de um espelho plano ao longo da direÁ„o perpendicular a este e com uma velocidade de mÛdulo 1m/s, È correto afirmar que a sua imagem:

  • a) se afasta do espelho com uma velocidade de mÛdulo 1m/s.

  • b) se afasta do espelho com uma velocidade de mÛdulo 2m/s.

  • c) se aproxima do espelho com uma velocidade de mÛdulo 0,5

m/s. *d) se aproxima do espelho com uma velocidade de mÛdulo 1m/s.

  • e) se aproxima do espelho com uma velocidade de mÛdulo 2m/s.

japizzirani@gmail.com

(FUVEST/SP-2010.1) - RESPOSTA: x 0,35 m Em uma mesa de bilhar, coloca-se uma bola branca na posiÁ„o B e uma bola vermelha na posiÁ„o V, conforme o esquema abai- xo.

tÛpico 4: espelho plano VESTIBULARES 2010.1 (UEL/PR-2010.1) - ALTERNATIVA: B Um raio de luz de uma
tÛpico 4: espelho plano VESTIBULARES 2010.1 (UEL/PR-2010.1) - ALTERNATIVA: B Um raio de luz de uma

Deve-se jogar a bola branca de modo que ela siga a trajetÛria

indicada na figura e atinja a bola vermelha. Assumindo que, em

cada colis„o da bola branca com uma das bordas da mesa, os

‚ngulos de incidÍncia e de reflex„o s„o iguais, a que dist‚ncia x

do vÈrtice Q deve-se jogar a bola branca?

(UERJ-2010.1) - RESPOSTA: = 36

tÛpico 4: espelho plano VESTIBULARES 2010.1 (UEL/PR-2010.1) - ALTERNATIVA: B Um raio de luz de uma

As superfÌcies refletoras de dois espelhos planos, E 1 e E 2 , for-

mam um ‚ngulo . O valor numÈrico deste ‚ngulo corresponde a quatro vezes o n˙mero de imagens formadas. Determine .

tÛpico 4: espelho plano VESTIBULARES 2010.1 (UEL/PR-2010.1) - ALTERNATIVA: B Um raio de luz de uma
tÛpico 4: espelho plano VESTIBULARES 2010.1 (UEL/PR-2010.1) - ALTERNATIVA: B Um raio de luz de uma

(PASUSP-2009) - ALTERNATIVA: E Uma cidade do interior recebeu um carro para ser usado, pelo Corpo de Bombeiros, como viatura de resgate. O comandante solicitou que nele fosse pintada a palavra ìBOMBEIROSî, de tal modo que ela pudesse ser observada em sua grafia correta, quan- do vista por meio do espelho retrovisor de outros carros. No en- tanto, o pintor contratado cometeu dois enganos ao realizar o serviÁo,eapalavra pintada na viatura era vista, pelo retrovisor dos carros, grafada da seguinte forma:

tÛpico 4: espelho plano VESTIBULARES 2010.1 (UEL/PR-2010.1) - ALTERNATIVA: B Um raio de luz de uma

Olhando-se diretamente para o carro dos bombeiros, a palavra acima est· grafada como em

a) b) c) d) *e)
a)
b)
c)
d)
*e)

7

VESTIBULARES 2010.2

(MACKENZIE/SP-2010.2) - ALTERNATIVA: D Um corpo de pequenas dimensıes e massa 400 g È abandonado do repouso no topo do trilho ilustrado abaixo.

VESTIBULARES 2010.2 (MACKENZIE/SP-2010.2) - ALTERNATIVA: D Um corpo de pequenas dimensıes e massa 400 g È

O atrito È desprezÌvel, o mÛdulo da aceleraÁ„o gravitacional È g

= 10 m/s 2 e, quando esse corpo passa pelo ponto de altura h/5, sua energia cinÈtica, em relaÁ„o ao trilho, È 4,00 J. Chegando ao ponto C, ele se choca frontalmente com um espelho plano dis- posto perpendicularmente ‡ parte horizontal do trilho. Nesse ins- tante, a velocidade do corpo, em relaÁ„o ‡ respectiva imagem conjugada no espelho, tem mÛdulo

a)

1,25 m/s

*d) 10,0 m/s

b)

2,50 m/s

e) 12,5 m/s

c)

5,00 m/s

(IF/SP-2010.2) - ALTERNATIVA: C Uma pessoa de 1,80 m de altura est· a 1,5 m de um espelho plano perpendicular ao ch„o. Esse espelho se locomove para a frente a uma posiÁ„o paralela em relaÁ„o ‡ primeira situaÁ„o. Verifica-se, ent„o, que a dist‚ncia entre a nova posiÁ„o do espe- lho e a nova imagem da pessoa È de 2,2 m.

 
a) 1,25 m/s *d) 10,0 m/s b) 2,50 m/s e) 12,5 m/s c) 5,00 m/s (IF/SP-2010.2)

Se a imagem da pessoa se deslocou, em relaÁ„o ‡ sua posiÁ„o inicial, a uma dist‚ncia d, e a altura da sua imagem para um valor h. Os valores de d e h, em m, s„o respectivamente iguais a

a)

0,7 e 1,80.

b)

0,7 e 0,90.

*c) 1,4 e 1,80.

 

d)

1,4 e 0,90.

e)

2,2 e 1,80.

VESTIBULARES 2010.2 (MACKENZIE/SP-2010.2) - ALTERNATIVA: D Um corpo de pequenas dimensıes e massa 400 g È
VESTIBULARES 2010.2 (MACKENZIE/SP-2010.2) - ALTERNATIVA: D Um corpo de pequenas dimensıes e massa 400 g È

(UNESP-2010.2) - RESPOSTA: = ñ 2 (rad) ; = 2 rad O fenÙmeno de retrorreflex„o pode ser descrito como o fato de um raio de luz emergente, apÛs reflex„o em dois espelhos pla- nos dispostos convenientemente, retornar paralelo ao raio inci- dente. Esse fenÙmeno tem muitas aplicaÁıes pr·ticas.

VESTIBULARES 2010.2 (MACKENZIE/SP-2010.2) - ALTERNATIVA: D Um corpo de pequenas dimensıes e massa 400 g È

No conjunto de dois espelhos planos mostrado na figura, o raio emergente intersecta o raio incidente em um ‚ngulo . Da forma que os espelhos est„o dispostos, esse conjunto n„o constitui um retrorrefletor. Determine o ‚ngulo , em funÁ„o do ‚ngulo , para

No conjunto de dois espelhos planos mostrado na figura, o raio emergente intersecta o raio incidente
No conjunto de dois espelhos planos mostrado na figura, o raio emergente intersecta o raio incidente

a situaÁ„o apresentada na figura e o valor que o ‚ngulo deve assumir, em radianos, para que o conjunto de espelhos constitua um retrorrefletor.

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(UDESC-2010.2) - ALTERNATIVA: A Um estudante pretende observar inteiramente uma ·rvore de

10,80 m de altura, usando um espelho plano de 80,0 cm. O estu- dante consegue seu objetivo quando o espelho est· colocado a 5,0 m de dist‚ncia da ·rvore. A dist‚ncia mÌnima entre o espelho e o estudante È:

*a) 0,40 m

  • b) 0,50 m

  • c) 0,20 m

  • d) 0,60 m

  • e) 0,80 m

8

tÛpico 5:

espelhos esfÈricos (estudo gr·fico)

VESTIBULARES 2010.1

(UFC/CE-2010.1) - ALTERNATIVA: A A figura abaixo mostra um espelho esfÈrico cÙncavo de raio de curvatura R , apoiado sobre a horizontal, com a face refletora voltada para cima. A reta tracejada vertical OP passa sobre o

ponto correspondente ao centro do espelho esfÈrico. Determine a dist‚ncia y, acima do ponto O e ao longo da reta OP , para a qual ocorrer· maior incidÍncia de luz solar refletida no espelho, suposta de incidÍncia vertical. Considere o espelho esfÈrico com pequeno ‚ngulo de abertura, de modo que os raios incidentes s„o paralelos e prÛximos ao seu eixo principal. Assinale a alternativa que apresenta corretamente essa dist‚n- cia. *a) R/2

tÛpico 5: espelhos esfÈricos (estudo gr·fico) VESTIBULARES 2010.1 (UFC/CE-2010.1) - ALTERNATIVA: A A figura abaixo mostra

b)

3R/4

c)

R

d)

3R/2

e)

2R

a)

b)

c)

e)

a)

plano.

b)

esfÈrico qualquer.

*c) esfÈrico cÙncavo.

d)

esfÈrico convexo.

e)

cilÌndrico.

(UFJF/MG-2010.1) - ALTERNATIVA: D Por motivos de seguranÁa, a eficiÍncia dos farÛis tem sido objeto de pesquisa da ind˙stria automobilÌstica. Em alguns automÛveis, s„o adotados farÛis cujo sistema Ûptico È formado por dois espe- lhos esfÈricos E 1 e E 2 como mostra a figura. Com base na figura, È CORRETO afirmar que a localizaÁ„o da l‚mpada est·:

tÛpico 5: espelhos esfÈricos (estudo gr·fico) VESTIBULARES 2010.1 (UFC/CE-2010.1) - ALTERNATIVA: A A figura abaixo mostra

nos focos de E 1 e de E 2 .

no centro de curvatura de E 1 e no foco de E 2 .

nos centros de curvatura de E 1 e de E 2 .

*d) no foco de E 1 e no centro de curvatura de E 2 .

em qualquer ponto entre E 1 e E 2 .

(VUNESP/UEA-2010.1) - ALTERNATIVA: C O pequeno espelho usado pelos dentistas para examinar os den-

tes, que forma uma imagem ampliada, deve ser um espelho

(UEM/PR-2010.1) - RESPOSTA: SOMA = 14 (02+04+08) Com relaÁ„o aos espelhos esfÈricos e ‡ construÁ„o gr·fica de imagens em espelhos esfÈricos, assinale o que for correto. 01) A imagem formada pelo cruzamento dos raios de luz refleti- dos em um espelho esfÈrico convexo È sempre real. 02) Em um espelho esfÈrico cÙncavo, o foco È real. 04) Em um espelho esfÈrico convexo, o foco È virtual. 08) Todo raio de luz paraxial que incide passando pelo foco de um espelho esfÈrico reflete-se paralelamente ao eixo principal do espelho. 16) A imagem de um objeto colocado perpendicularmente ao eixo principal de um espelho esfÈrico cÙncavo, situado no centro de curvatura do espelho, È real, invertida e maior que o objeto.

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(UESPI-2010.1) - ALTERNATIVA: C

Um estudante posiciona um objeto a 1 cm de um espelho esfÈri- co cÙncavo, de dist‚ncia focal igual a 0,5 cm. A imagem que ele observa È:

  • a) real e localizada a 0,5 cm do espelho.

  • b) virtual e localizada a 0,5 cm do espelho.

*c) real e localizada a 1 cm do espelho.

  • d) virtual e localizada a 1 cm do espelho.

  • e) real e localizada a 2 cm do espelho.

(UFAL-2010.1) - ALTERNATIVA: D Um espelho esfÈrico cÙncavo possui di‚metro d e dist‚ncia focal f, associados atravÈs da express„o:

  • a) d = f

*d) d = 4f

  • b) d = 2f

e) d = f/4

  • c) d = f/2

(UEPG/PR-2010.1) - RESPOSTA: SOMA = 12 (04+08) Em geral, ocorrem simultaneamente reflex„o, refraÁ„o e absor- Á„o em certo grau quando a luz interage com a matÈria. Diz-se que a luz È refletida quando ela retorna ao meio de onde veio. Sobre o fenÙmeno da reflex„o da luz, assinale o que for correto. 01) Para um objeto situado sobre o centro de curvatura de um espelho esfÈrico cÙncavo a imagem conjugada ser· real, do mesmo tamanho e invertida, formando-se no foco do espelho. 02) Um objeto situado no ponto mÈdio entre o foco e o vÈrtice de um espelho cÙncavo conjugar· uma imagem real situada em uma posiÁ„o simÈtrica ao foco do espelho. 04) Dependendo da superfÌcie sobre a qual a luz incida a reflex„o pode ser especular ou difusa. 08) Campo de um espelho È a regi„o do espaÁo que pode ser observada pela reflex„o no espelho. 16) Um objeto posicionado na frente de um espelho convexo con- jugar· uma imagem virtual, direta e ampliada.

(FEI/SP-2010.1) - ALTERNATIVA: A Um objeto est· em frente a um espelho esfÈrico cÙncavo, alÈm do centro de curvatura, como mostra a figura. … correto concluir que a imagem do objeto ser·:

*a) real, invertida e menor que o objeto.

  • b) real, invertida e maior que o objeto.

  • c) virtual, invertida e maior que o objeto.

  • d) virtual, direita e menor que o objeto.

  • e) real, direita e maior que o objeto.

tÛpico 5: espelhos esfÈricos (estudo gr·fico) VESTIBULARES 2010.1 (UFC/CE-2010.1) - ALTERNATIVA: A A figura abaixo mostra

(VUNESP/UNICASTELO-2010.1) - ALTERNATIVA: D Antes da utilizaÁ„o dos sistemas de monitoramento por vÌdeo, as lojas e supermercados utilizavam espelhos como instrumen- tos de auxÌlio na fiscalizaÁ„o para que suas mercadorias n„o fossem furtadas, bem como para ajudar em seu sistema de se- guranÁa.

tÛpico 5: espelhos esfÈricos (estudo gr·fico) VESTIBULARES 2010.1 (UFC/CE-2010.1) - ALTERNATIVA: A A figura abaixo mostra

Para isso, os espelhos utilizados eram

  • a) planos, pois ampliam o campo visual do observador.

  • b) cÙncavos, pois concentram a observaÁ„o em uma ·rea espe-

cÌfica.

  • c) convergentes, pois permitem a projeÁ„o da imagem formada.

*d) convexos, pois ampliam o campo visual do observador.

  • e) convexos, pois concentram a observaÁ„o em uma ·rea espe-

cÌfica.

9

(UFF/RJ-2010.1) - ALTERNATIVA: D

A figura mostra um objeto e sua imagem produzida por um espe-

lho esfÈrico.

(UFF/RJ-2010.1) - ALTERNATIVA: D A figura mostra um objeto e sua imagem produzida por um espe-

Escolha a opÁ„o que identifica corretamente o tipo do espelho

que produziu a imagem e a posiÁ„o do objeto em relaÁ„o a esse

 

espelho.

a)

O espelho È convexo e o objeto est· a uma dist‚ncia maior

que o raio do espelho.

b)

O espelho È cÙncavo e o objeto est· posicionado entre o foco

e o vÈrtice do espelho.

c)

O espelho È cÙncavo e o objeto est· posicionado a uma dis-

t‚ncia maior que o raio do espelho.

*d) O espelho È cÙncavo e o objeto est· posicionado entre o

centro e o foco do espelho.

e)

O espelho È convexo e o objeto est· posicionado a uma dis-

t‚ncia menor que o raio do espelho.

(UEPG/PR-2010.1) - RESPOSTA: SOMA = 10 (02+08)

Considerando um objeto colocado diante de um espelho esfÈri-

co, assinale o que for correto.

01) Um objeto virtual sempre conjuga uma imagem de natureza

real, num espelho convexo.

02) Se a dist‚ncia de um objeto diante do espelho e a dist‚ncia

da imagem forem de mesmo sinal, a imagem ser· sempre inver-

tida em relaÁ„o ao objeto.

04) Um objeto colocado sobre o foco de um espelho, a imagem

formada ser· de natureza virtual.

08) Um objeto real colocado entre o vÈrtice e o foco de um espe-

lho cÙncavo conjuga uma imagem de natureza virtual, direita e

maior em relaÁ„o ao objeto.

(IF/CE-2010.1) - ALTERNATIVA: A

A que dist‚ncia do vÈrtice de um espelho esfÈrico cÙncavo, so-

bre seu eixo, deve-se colocar um objeto, de tal maneira que a

imagem seja formada exatamente na posiÁ„o do objeto?

*a) duas vezes a dist‚ncia focal.

b)

metade da dist‚ncia focal.

c)

um terÁo do raio do espelho.

d)

metade do raio do espelho.

e)

duas vezes o raio do espelho.

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VESTIBULARES 2010.2

(UFOP/MG-2010.2) - ALTERNATIVA: A(veja observaÁ„o no final)

Um objeto È posto no centro de um espelho convexo e deslocado

ao longo do eixo central atÈ uma certa dist‚ncia do espelho. A

dist‚ncia |i| entre o espelho e a imagem do objeto È medida. O

mesmo procedimento È realizado para um espelho plano e para

um espelho cÙncavo. O gr·fico abaixo mostra a dist‚ncia p do

objeto atÈ o espelho em funÁ„o da dist‚ncia |i|, a curva 1 È uma

linha reta e a curva 3 tem duas partes.

(UFF/RJ-2010.1) - ALTERNATIVA: D A figura mostra um objeto e sua imagem produzida por um espe-

Analisando-se o gr·fico, È CORRETO afirmar que

*a) a curva 2 corresponde a um espelho convexo.

b) a curva 3 corresponde a um espelho plano. c) a curva 1 corresponde a um
b)
a curva 3 corresponde a um espelho plano.
c)
a curva 1 corresponde a um espelho cÙncavo.
d)
a curva 3 corresponde a um espelho convexo.
OBS.: O enunciado diz que o objeto È colocado no centro de um
espelho convexo, portanto, ele È virtual e n„o est· em conformi-
dade com o gr·fico. O melhor seria o enunciado comeÁar assim:
Um objeto È posto diante de um espelho convexo .
.....
(VUNESP/FTT-2010.2) - ALTERNATIVA: C
A figura mostra um espelho retrovisor esfÈrico externo de um
automÛvel. Nele aparece o alerta escrito em inglÍs que, traduzi-
do, diz: ìOs objetos no espelho est„o mais prÛximos do que pa-
recem.î
Com relaÁ„o a esses espelhos e ‡s imagens conjugadas por
eles nas situaÁıes em que s„o utilizados nos automÛveis, pode-
se afirmar que s„o
a)
cÙncavos, e as imagens s„o virtuais, pois s„o direitas.
b)
cÙncavos, e as imagens s„o reais, pois s„o menores que os
objetos.
*c) convexos, e as imagens s„o virtuais, pois s„o direitas.
d)
convexos, e as imagens s„o reais, pois s„o menores que os
objetos.
e)
convexos, e as imagens s„o imprÛprias, pois formam-se atr·s
do espelho.

10

(UCS/RS-2010.2) - ALTERNATIVA: A

Uma pessoa est· no banheiro, quando, pelo espelho, observa,

pousado na parede ‡s suas costas, o mosquito que a incomodou

a noite inteira. Com raiva, mas sabendo que, ao se virar, possi-

velmente o inseto sair· voando, a pessoa pega lentamente uma

toalha, para atac·-lo, orientando-se pela imagem refletida no

espelho. Mas, para ter maiores chances de o ataque ser bem-

sucedido, È necess·rio que o espelho seja

*a) plano, pois a dist‚ncia da imagem ao espelho È igual ‡ dis-

t‚ncia do objeto ao espelho, em todos os casos.

  • b) cÙncavo, pois a dist‚ncia da imagem ao espelho È igual ‡

dist‚ncia do objeto ao espelho, em todos os casos.

  • c) convexo, pois a dist‚ncia da imagem ao espelho È igual ‡

dist‚ncia do objeto ao espelho, em todos os casos.

  • d) cÙncavo, pois o tamanho da imagem È igual ao tamanho do

objeto, em todos os casos.

  • e) convexo, pois o tamanho da imagem È igual ao tamanho do

objeto, em todos os casos.

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11

tÛpico 6:

espelhos esfÈricos (estudo analÌtico)

VESTIBULARES 2010.1

(IF/CE-2010.1) - ALTERNATIVA: A

A que dist‚ncia do vÈrtice de um espelho esfÈrico cÙncavo, so-

bre seu eixo, deve-se colocar um objeto, de tal maneira que a

imagem seja formada exatamente na posiÁ„o do objeto?

*a) duas vezes a dist‚ncia focal.

b)

metade da dist‚ncia focal.

c)

um terÁo do raio do espelho.

d)

metade do raio do espelho.

e)

duas vezes o raio do espelho.

(UEL/PR-2010.1) - ALTERNATIVA: C

A imagem de um objeto formada por um espelho cÙncavo mede

metade do tamanho do objeto. Se o objeto È deslocado de uma

dist‚ncia de 15 cm em direÁ„o ao espelho, o tamanho da ima-

gem ter· o dobro do tamanho do objeto.

Estime a dist‚ncia focal do espelho e assinale a alternativa cor-

reta.

 

a)

0,1 cm

0,1 cm

b)

0, 1 cm

*c) 10 cm

 

d)

15 cm

e)

20 cm

(FGV/SP-2010.1) - ALTERNATIVA: A

Dois espelhos esfÈricos cÙncavos, um de dist‚ncia focal 2,0 m e

outro de dist‚ncia focal 5,0 m, foram colocados um voltado para

o outro, de forma que seus eixos principais coincidissem. Na

metade da dist‚ncia entre os dois espelhos, a 1 m da superfÌcie

refletora de cada um deles, foi colocado o objeto AB.

 
b) metade da dist‚ncia focal. c) um terÁo do raio do espelho. d) metade do raio

A dist‚ncia entre as imagens do objeto AB, conjugadas pelos

espelhos, isoladamente, em m, È de

*a) 21/4.

 

b)

19/4.

c)

17/4.

d)

15/4.

e)

13/4.

(UESPI-2010.1) - ALTERNATIVA: C

Um estudante posiciona um objeto a 1 cm de um espelho esfÈri-

co cÙncavo, de dist‚ncia focal igual a 0,5 cm. A imagem que ele

observa È:

 

a)

real e localizada a 0,5 cm do espelho.

b)

virtual e localizada a 0,5 cm do espelho.

*c) real e localizada a 1 cm do espelho.

d)

virtual e localizada a 1 cm do espelho.

e)

real e localizada a 2 cm do espelho.

(UESPI-2010.1) - ALTERNATIVA: E

Um l·pis de altura 16 cm encontra-se diante de um espelho esfÈ-

rico convexo, com dist‚ncia focal de valor absoluto 40 cm. A ima-

gem do l·pis tem a mesma orientaÁ„o deste e altura igual a 3,2

cm. A que dist‚ncia do espelho encontra-se o l·pis?

a)

10 cm

b)

20 cm

c)

40 cm

d)

140 cm

*e) 160 cm

 

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(UFAL-2010.1) - ALTERNATIVA: B

Um palito de fÛsforo, de 8 cm de comprimento, È colocado a 80

cm de dist‚ncia de um espelho esfÈrico convexo. A imagem do

palito possui comprimento de 1,6 cm e a mesma orientaÁ„o des-

te. Pode-se concluir que o valor absoluto da dist‚ncia focal do

espelho vale:

 

a)

10 cm

*b) 20 cm

 

c)

30 cm

d)

40 cm

e)

50 cm

(VUNESP/UNISA-2010.1) - ALTERNATIVA: C

Um objeto de altura h est· localizado sobre o eixo principal de

um espelho esfÈrico, cuja dist‚ncia focal È 9 cm, e a uma dist‚n-

cia x cm desse espelho. Para que a imagem produzida pelo es-

pelho seja direita e tenha o triplo do tamanho do objeto, o valor

de x, em cm, deve ser igual a

a)

2.

d) 8.

b)

4.

e) 10.

*c) 6.

(VUNESP/FIPA-2010.1) - ALTERNATIVA: E

Em casa, para fazer a limpeza da pele, uma dona de casa utiliza

um espelho esfÈrico que aumenta em cinco vezes a imagem do

seu rosto, quando se coloca a 20,0 cm da superfÌcie refletora do

espelho. O raio de curvatura e o tipo do espelho utilizado s„o,

respectivamente,

 

a)

12,5 cm; cÙncavo.

b)

25,0 cm; convexo.

c)

25,0 cm; cÙncavo.

d)

50,0 cm; convexo.

*e) 50,0 cm; cÙncavo.

 

(VUNESP/UFTM-2010.1) - RESPOSTA: a) |pí| = 2,4 m

b)

maior e maior

O espelho esfÈrico convexo que havia na saÌda de um edifÌcio

quebrou. Prontamente, o sÌndico substituiu-o por outro de seme-

lhante aspecto e dist‚ncia focal 4 m. Pensando ter agradado os

condÙminos, surpreendeu-se com as in˙meras reclamaÁıes que

se seguiram ‡ substituiÁ„o. Reclamavam que, com a troca, as

imagens observadas passaram a ter a metade do tamanho das

que se observavam com o espelho antigo, como era o caso do

hidrante na calÁada, a 6 m do espelho, que produzia agora uma

imagem muito pequena.

 

Tendo como base o fato narrado, responda ao que se pede.

a)

Determine a que dist‚ncia da superfÌcie refletora do novo es-

pelho, forma-se a imagem do hidrante mencionado.

b)

Explique como deveriam ser, qualitativamente (menor, igual

ou maior), o mÛdulo da dist‚ncia focal do espelho velho e o mÛdulo

da dist‚ncia que as imagens mantinham de sua superfÌcie refle-

tora, em comparaÁ„o com o obtido no espelho novo.

(UNIFEI/MG-2010.1) - RESPOSTA: R = 18,0 cm

Dispostos perpendicularmente sobre o eixo principal de um es-

pelho esfÈrico, um objeto e sua respectiva imagem, ambos reais,

distam entre si de 24,0 cm. Determine o raio de curvatura do

espelho, sabendo que a imagem produzida È trÍs vezes menor

que o objeto.

 

VESTIBULARES 2010.2

(UNEMAT/MT-2010.2) - ALTERNATIVA: A

Uma pessoa encontra-se de pÈ a uma dist‚ncia de 10 cm de um

espelho esfÈrico. Esta pessoa vÍ, no espelho, sua imagem direi-

ta e aumentada em 5 vezes.

 

Com os dados acima, pode-se dizer que a sua dist‚ncia focal em

relaÁ„o ao espelho È:

 

*a) 12,5 cm.

d) 30,5 cm.

b)

10 cm.

e) 25,5 cm.

c)

20 cm.

12

tÛpico 7:

refraÁ„o da luz (Ìndices de refraÁ„o e leis)

VESTIBULARES 2010.1

(UEPG/PR-2010.1) - RESPOSTA OFICIAL: SOMA = 23

(01+02+04+16)

A dispers„o da luz consiste em um fenÙmeno no qual a luz bran-

ca ao penetrar em um dioptro se separa em v·rias cores, for-

mando um espectro. Sobre esse fenÙmeno, assinale o que for

correto.

01) O Ìndice de refraÁ„o de um meio varia com a cor da luz inci-

dente sobre ele.

02) O arco Ìris È um espectro da luz solar, as gotÌculas de chuva

atuam como dioptros.

04) Toda refraÁ„o È acompanhada de dispers„o.

08) Se um objeto se apresenta branco, quando exposto ‡ luz

solar, È porque ele absorve todas as cores.

16) A luz emitida por sÛlidos e lÌquidos incandescentes fornece

espectros contÌnuos.

OBS.: Na afirmaÁ„o 04 se a luz for monocrom·tica n„o haver·

dispers„o.

(UNEMAT/MT-2010.1) - ALTERNATIVA: E

Analise as afirmativas.

I. Õndice de refraÁ„o absoluto de um meio È a raz„o entre a velo-

cidade da luz no v·cuo e a velocidade da luz no meio.

II. A luz tem sua maior velocidade quando se propaga no v·cuo,

em qualquer outro meio sua velocidade ser· menor.

III. Quanto menor a velocidade de propagaÁ„o da luz num deter-

minado meio, menor o seu Ìndice de refraÁ„o absoluto.

IV. Um meio È considerado mais refringente que outro quando

possui menor Ìndice de refraÁ„o absoluto.

Assinale a alternativa correta.

a)

Somente I È verdadeira.

 

b)

Somente IV È verdadeira.

 

c)

Somente I e III s„o verdadeiras.

d)

Somente III È verdadeira.

*e) Somente I e II s„o verdadeiras.

(CEFET/MG-2010.1) - ALTERNATIVA: D

 

Um raio de luz monocrom·tico reduz 1/3 de sua velocidade de

propagaÁ„o, ao passar do ar para o vidro. O Ìndice de refraÁ„o

absoluto do vidro para esse raio luminoso È

 

a)

1,2.

b) 1,3.

c) 1,4.

*d) 1,5.

e) 1,6.

(UFLA/MG-2010.1) - ALTERNATIVA: B

 

O Ìndice de refraÁ„o absoluto da luz em um meio È a relaÁ„o

entre a velocidade da luz no v·cuo e a velocidade da luz nesse

meio. Dessa forma, È CORRETO afirmar que

 

a)

dependendo do tipo de meio, o Ìndice de refraÁ„o absoluto

pode ser menor que 1.

 

*b) os meios mais refringentes possuem Ìndices de refraÁ„o ab-

solutos maiores que os meios menos refringentes.

 

c)

o Ìndice de refraÁ„o absoluto de um meio diferente do v·cuo È

constante e independente da cor da luz.

 

d)

no v·cuo, com a ausÍncia de um meio material, o Ìndice de

refraÁ„o absoluto È zero.

 

(UECE-2010.1) - ALTERNATIVA: C

 

Um raio de luz monocrom·tico reduz sua velocidade em 50 % ao

passar do meio I para o meio II. Podemos afirmar que o Ìndice de

refraÁ„o do meio II È maior que o Ìndice de refraÁ„o do meio I:

a)

1,3 vezes

b)

1,5 vezes

*c) 2,0 vezes

 

d)

2,5 vezes

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(FUVEST/SP-2010.1) - RESPOSTA: a) 20

b)

tÛpico 7: refraÁ„o da luz (Ìndices de refraÁ„o e leis) VESTIBULARES 2010.1 (UEPG/PR-2010.1) - RESPOSTA OFICIAL:

c)

c)
   
c)
 
c)
c)
 
c)
c)
 
c)
 
c)
 

Luz proveniente de uma l‚mpada de vapor de merc˙rio incide

perpendicularmente em uma das faces de um prisma de vidro de ‚ngulos 30 , 60 e
perpendicularmente em uma das faces de um prisma de vidro de
‚ngulos 30 , 60 e
90 , imerso no ar,
como mostra a fi-
gura ao lado. A ra-
diaÁ„o atravessa
o vidro e atinge
um anteparo. De-
vido ao fenÙmeno
de refraÁ„o, o
prisma separa as

diferentes cores

que compıem a luz da l‚mpada de merc˙rio e observam-se, no

anteparo, linhas de cor violeta, azul, verde e amarela. Os valores

do Ìndice de refraÁ„o n do vidro para as diferentes cores est„o

dados abaixo.

tÛpico 7: refraÁ„o da luz (Ìndices de refraÁ„o e leis) VESTIBULARES 2010.1 (UEPG/PR-2010.1) - RESPOSTA OFICIAL:
  • a) Calcule o desvio angular , em relaÁ„o ‡ direÁ„o de incidÍn-

tÛpico 7: refraÁ„o da luz (Ìndices de refraÁ„o e leis) VESTIBULARES 2010.1 (UEPG/PR-2010.1) - RESPOSTA OFICIAL:

cia, do raio de cor violeta que sai do prisma.

  • b) Desenhe, na figura da p·gina de respostas, o raio de cor viole-

ta que sai do prisma.

  • c) Indique, na representaÁ„o do anteparo na folha de respostas,

a correspondÍncia entre as posiÁıes das linhas L 1 , L 2 , L 3 e L 4 e

as cores do espectro do merc˙rio.

FIGURAS NA FOLHA DE RESPOSTAS:

tÛpico 7: refraÁ„o da luz (Ìndices de refraÁ„o e leis) VESTIBULARES 2010.1 (UEPG/PR-2010.1) - RESPOSTA OFICIAL:
tÛpico 7: refraÁ„o da luz (Ìndices de refraÁ„o e leis) VESTIBULARES 2010.1 (UEPG/PR-2010.1) - RESPOSTA OFICIAL:

13

(PUC/RS-2010.1) - ALTERNATIVA: E

O efeito causado pela incidÍncia da luz solar sobre um vidro,

dando origem a um feixe colorido, È conhecido como dispers„o

da luz branca. Este fenÙmeno È resultado da refraÁ„o da luz ao

atravessar meios diferentes, no caso, do ar para o vidro. Na su-

perfÌcie de separaÁ„o entre os dois meios, a luz sofre um desvio

em relaÁ„o ‡ direÁ„o original de propagaÁ„o desde que incida no

vidro em uma direÁ„o diferente da direÁ„o normal ‡ superfÌcie.

A tabela abaixo informa os Ìndices de refraÁ„o de um tipo de

vidro para algumas das diferentes cores que compıem a luz bran-

ca.

(PUC/RS-2010.1) - ALTERNATIVA: E O efeito causado pela incidÍncia da luz solar sobre um vidro, dando
(PUC/RS-2010.1) - ALTERNATIVA: E O efeito causado pela incidÍncia da luz solar sobre um vidro, dando
(PUC/RS-2010.1) - ALTERNATIVA: E O efeito causado pela incidÍncia da luz solar sobre um vidro, dando
(PUC/RS-2010.1) - ALTERNATIVA: E O efeito causado pela incidÍncia da luz solar sobre um vidro, dando
(PUC/RS-2010.1) - ALTERNATIVA: E O efeito causado pela incidÍncia da luz solar sobre um vidro, dando
(PUC/RS-2010.1) - ALTERNATIVA: E O efeito causado pela incidÍncia da luz solar sobre um vidro, dando
(PUC/RS-2010.1) - ALTERNATIVA: E O efeito causado pela incidÍncia da luz solar sobre um vidro, dando
(PUC/RS-2010.1) - ALTERNATIVA: E O efeito causado pela incidÍncia da luz solar sobre um vidro, dando
(PUC/RS-2010.1) - ALTERNATIVA: E O efeito causado pela incidÍncia da luz solar sobre um vidro, dando
(PUC/RS-2010.1) - ALTERNATIVA: E O efeito causado pela incidÍncia da luz solar sobre um vidro, dando
(PUC/RS-2010.1) - ALTERNATIVA: E O efeito causado pela incidÍncia da luz solar sobre um vidro, dando
(PUC/RS-2010.1) - ALTERNATIVA: E O efeito causado pela incidÍncia da luz solar sobre um vidro, dando

A partir das informaÁıes e da tabela apresentadas, em relaÁ„o a

um raio de luz branca proveniente do ar que incide no vidro, È

correto afirmar que

a)

as cores s„o percebidas porque o vidro apresenta aproxima-

damente o mesmo Ìndice de refraÁ„o para todas elas.

b)

h· a predomin‚ncia da luz verde porque o Ìndice de refraÁ„o

do vidro para essa cor aproxima-se da mÈdia dos Ìndices para

todas as cores.

c)

a luz violeta È a que sofre menor desvio.

d)

a luz vermelha È a que sofre maior desvio.

*e) a luz azul sofre desvio maior do que a luz vermelha.

(VUNESP/FTT-2010.1) - ALTERNATIVA: C

Um raio de luz monocrom·tico incide sobre a superfÌcie livre da

·gua de uma piscina numa direÁ„o que passa por uma pequena

boia B presa por um fio no ponto P no fundo da piscina. Devido

ao desvio sofrido por esse raio ao entrar na ·gua, ele atinge o

mesmo ponto P.

Dados: Ìndice de refraÁ„o da ·gua = 1,4

 

Ìndice de refraÁ„o do ar = 1,0

sen 45 = 0,7

sen 30 = 0,5

cos 30 = 0,87

a) as cores s„o percebidas porque o vidro apresenta aproxima- damente o mesmo Ìndice de refraÁ„o

Sabendo que a dist‚ncia da boia atÈ a superfÌcie da ·gua vale

2m, a profundidade H da piscina vale, em m, aproximadamente,

a)

2,8.

b)

3,0.

*c) 3,5.

d)

4,2.

e)

5,0.

japizzirani@gmail.com

(UFPE-2010.1) - RESPOSTA: d = 2,0 cm

Um feixe de luz monocrom·tica incide perpendicularmente numa

placa de vidro, transparente e espessa, de Ìndice de refraÁ„o

igual a 1,50. Determine a espessura da placa, em centÌmetros,

sabendo que a luz gasta 1,0 10 ñ10 s para atravess·-la.

Dado: Velocidade da luz no v·cuo: 3,0 10 8 m/s

(UNICAMP/SP-2010.1) - RESPOSTA: a) O raio E est· em desa-

cordo com um material convencional, |n 2 | 1,3 b) n = 1,5

(PUC/RS-2010.1) - ALTERNATIVA: E O efeito causado pela incidÍncia da luz solar sobre um vidro, dando

H· atualmente um grande interesse no desenvolvimento de ma-

teriais artificiais, conhecidos como metamateriais, que tÍm pro-

priedades fÌsicas n„o convencionais. Est e È o caso de

metamateriais que apresentam Ìndice de refraÁ„o negativo, em

contraste com materiais convencionais que tÍm Ìndice de refra-

Á„o positivo. Essa propriedade n„o usual pode ser aplicada na

camuflagem de objetos e no desenvolvimento de lentes especi-

ais.

a) Na figura abaixo È representado um raio de luz A que se propa- ga em
a)
Na figura abaixo È representado um raio de luz A que se propa-
ga em um material convencional (Meio 1) com Ìndice de refraÁ„o
n 1 = 1,8 e incide no Meio 2 formando um ‚ngulo 1 = 30 com a
normal. Um dos raios B, C, D ou E apresenta uma trajetÛria que
n„o seria possÌvel em um material convencional e que ocorre
quando o Meio 2 È um metamaterial com Ìndice de refraÁ„o ne-
gativo. Identifique este raio e calcule o mÛdulo do Ìndice de refra-
Á„o do Meio 2, n 2 , neste caso, utilizando a lei de Snell na forma:
|n 1 |sen 1 = |n 2 |sen 2 . Se necess·rio use = 1,4 e = 1,7.
b)
O Ìndice de refraÁ„o de um meio material,n,È definido pela
raz„o entre as velocidades da luz no v·cuo e no meio. A veloci-
dade da luz em um material È dada por
, em que, È a
permissividade elÈtrica e È a permeabilidade magnÈtica do ma-
terial. Calcule o Ìndice de refraÁ„o de um material que tenha
= 2,0 10 ñ11 C 2 / (Nm 2 ) e = 1,25 10 ñ6 Ns 2 / C 2 . A velocidade
da luz no v·cuo È c = 3,0 10 8 m/s .
(UECE-2010.1) - ALTERNATIVA: C
Um salva-vidas avista de sua torre, na margem de uma lagoa
(·guas paradas), um banhista se afogando. Considere que o sal-
va-vidas se desloca na areia e na ·gua com movimento retilÌneo
uniforme; que sua velocidade na areia È maior do que na ·gua; e
que a linha da margem da lagoa È uma reta. De acordo com a
figura abaixo, a trajetÛria que o salva-vidas deve escolher para
chegar ao banhista no menor intervalo de tempo ser· tal que
a)
0 <
1 < 2 < 90 .
b)
.
1 =
2
*c) 0 < 2 < 1 < 90 .
d)
1 = 0 .

14

(CEFET/MG-2010.1) - ALTERNATIVA: D

Analise as afirmativas a seguir sobre o fenÙmeno da refraÁ„o da

luz entre dois meios de propagaÁ„o.

I - A velocidade de um raio de luz È maior do que no v·cuo, no

meio menos refringente.

II - Independentemente dos meios de propagaÁ„o, o desvio do

raio luminoso pode n„o ocorrer.

III- O desvio do raio de luz ocorre somente quando ele passa do

meio mais para o menos refringente.

IV - Em um meio menos refringente, o raio luminoso refratado,

para uma incidÍncia oblÌqua, afasta-se da normal.

S„o corretas apenas as afirmativas

a)

I e II.

b)

I e III.

c)

II e III.

*d) II e IV.

 

e)

III e IV.

(UNIMONTES/MG-2010.1) - ALTERNATIVA: B

Um raio de luz propagando-se em um meio transparente 1, cujo

Ìndice de refraÁ„o È 1,5, atinge a superfÌcie de um meio transpa-

rente 2, sofrendo reflex„o e refraÁ„o, como mostra a figura a

seguir.

 
Dados:

Dados:

sen30 = cos60 = 0,5

sen60 = cos30 = 0,87

sen45 = cos45 = 0,71

velocidade da luz no meio 1:

c 1 = 2,00 10 8 m/s

A velocidade da luz, em m/s, no meio transparente 2, È, aproxi-

madamente,

 

a)

2,00 10 8 .

*b) 2,84 10 8 .

 

c)

3,00 10 8 .

d)

1,50 10 8 .

(UEL/PR-2010.1) - ALTERNATIVA: A

 

Sobre uma l‚mina fina de vidro, acumulou-se uma pequena quan-

tidade de ·gua apÛs uma leve chuva, tal que se formou uma

tripla camada de meios diferentes, como apresentado na figura a

seguir.

 
a) I e II. b) I e III. c) II e III. *d) II e IV.

Sabendo que o Ìndice de refraÁ„o do ar, da ·gua e do vidro s„o,

respectivamente, 1,00, 1,33 e 1,52, assinale a alternativa que

apresenta a trajetÛria correta de um raio de luz que sofre refra-

Á„o ao atravessar os trÍs meios.

 

*a) trajetÛria I.

 

b)

trajetÛria II.

c)

trajetÛria III.

d)

trajetÛrias I e II.

e)

trajetÛrias II e III.

japizzirani@gmail.com

VESTIBULARES 2010.2

(CEFET/MG-2010.2) - ALTERNATIVA: D

Duas lentes plano-convexas, delgadas e feitas do mesmo vidro,

  • I e II, com dist‚ncias focais f I < f II , respectivamente, s„o justapos-

tas para formar uma terceira lente, conforme figura.

(CEFET/MG-2010.1) - ALTERNATIVA: D Analise as afirmativas a seguir sobre o fenÙmeno da refraÁ„o da luz

Considerando:

  • v = velocidade de um raio de luz propagando-se no ar,

  • v I = velocidade de um raio de luz no interior da lente I,

  • v II = velocidade de um raio de luz no interior da lente II,

  • v III = velocidade de um raio de luz no interior da lente III,

a relaÁ„o correta entre essas velocidades È

a)

v I = v II = v III > v.

b)

v I > v II > v III > v.

c)

v I < v II < v III = v.

*d) v I = v II = v III < v.

 

e)

v I < v II < v III < v.

(VUNESP/UFTM-2010.2) - ALTERNATIVA: B

A refraÁ„o È um fenÙmeno da ondulatÛria que ocorre com todos

os tipos de onda. No caso especÌfico da luz, afirma-se que:

I. Este fenÙmeno sÛ ocorre quando um raio de luz, atravessando

a superfÌcie de separaÁ„o entre dois meios Ûpticos, sofre desvio

de seu trajeto original.

 

II. Quanto mais refringente for um meio Ûptico, maior ser· a velo-

cidade da luz em seu interior.

 

III. O raio incidente, o raio refratado e a reta normal, tomada no

ponto de incidÍncia do raio de luz na superfÌcie de separaÁ„o

entre dois meios Ûpticos, est„o contidos no mesmo plano.

… correto o afirmado em:

 

a)

I, apenas.

d) II e III, apenas.

*b) III, apenas.

 

e) I, II e III.

c)

I e II, apenas.

(UECE-2010.2) - ALTERNATIVA: B

 

A figura abaixo mostra um prisma feito de um material, cujo Ìndi-

ce de refraÁ„o È 1,5, localizado na frente de um espelho plano

vertical, em um meio onde o Ìndice de refraÁ„o È igual a 1. Um

raio de luz horizontal incide no prisma.

a) v = v = v > v. b) v > v > v > v.

Sabendo que sen(6 ) 0,104 e sen(9 ) = 0,157, o

Sabendo que sen(6 ) 0,104 e sen(9 ) = 0,157, o

‚ngulo de reflex„o no espelho È de

 

a)

2 .

*b) 3 .

 

c)

4 .

d)

6 .

15

(UDESC-2010.2) - ALTERNATIVA: E

Um bast„o È colocado sequencialmente em trÍs recipientes com

lÌquidos diferentes. Olhando-se o bast„o atravÈs de cada recipi-

ente, observam-se as imagens I, II e III, conforme ilustraÁ„o abai-

xo, pois os lÌquidos s„o transparentes.

(UDESC-2010.2) - ALTERNATIVA: E Um bast„o È colocado sequencialmente em trÍs recipientes com lÌquidos diferentes. Olhando-se

Sendo n Ar , n I , n II e n III os Ìndices de refraÁ„o do ar, do lÌquido em

I, do lÌquido em II e do lÌquido em III, respectivamente, a relaÁ„o

que est· correta È:

 

a)

n Ar < n I < n II

b)

n II < n Ar < n III

c)

n I > n II > n III

d)

n III > n II > n I

*e) n III < n I < n II

 

(IF/CE-2010.2) - RESPOSTA: a) n = 1,5 b)

(IF/CE-2010.2) - RESPOSTA: a) n = 1,5 b)

19,5

Responda.

 

a)

Qual deve ser o Ìndice de refraÁ„o de um meio material, para

que a luz o percorra com velocidade v = (2 3)c, ondecÈa velo-

cidade da luz no v·cuo?

 

b)

Qual ser·, aproximadamente, o ‚ngulo de refraÁ„o experimen-

tado por um raio monocrom·tico que incide sobre este meio ma-

terial, a partir do v·cuo, formando um ‚ngulo de 30 com a nor-

mal ‡ sua superfÌcie?

(UDESC-2010.2) - ALTERNATIVA: E Um bast„o È colocado sequencialmente em trÍs recipientes com lÌquidos diferentes. Olhando-se

Dados: sen30 = 1 2 e arcsen 1 3 19,5 .

japizzirani@gmail.com

16

tÛpico 8:

reflex„o total ou interna (‚ngulo limite)

VESTIBULARES 2010.1

(IF/SC-2010.1) - RESPOSTA: SOMA = 22 (02+04+16)

O esquema abaixo representa a refraÁ„o de um raio de luz

monocrom·tico ao passar de um meio A para um meio B.

tÛpico 8: reflex„o total ou interna (‚ngulo limite) VESTIBULARES 2010.1 (IF/SC-2010.1) - RESPOSTA: SOMA = 22

Baseado no esquema acima e no fenÙmeno de refraÁ„o, assina-

le a(s) proposiÁ„o(ıes) CORRETA(S).

  • 01. … possÌvel ocorrer reflex„o total com o raio de luz incidindo

do meio A para o meio B.

  • 02. O meio A È menos refringente que o meio B, e,

consequentemente, a velocidade da luz no meio A È maior que a

velocidade da luz no meio B.

  • 04. O Ìndice de refraÁ„o de um meio depende das caracterÌsti-

cas desse meio e da frequÍncia da luz incidente.

  • 08. O Ìndice de refraÁ„o expressa a ìdificuldadeî com que a luz

se propaga em um determinado meio. Quanto maior for o Ìndice

de refraÁ„o do meio, mais r·pido a luz se propagar· nesse meio.

  • 16. O Ìndice de refraÁ„o do meio A, em relaÁ„o ao meio B, È

tÛpico 8: reflex„o total ou interna (‚ngulo limite) VESTIBULARES 2010.1 (IF/SC-2010.1) - RESPOSTA: SOMA = 22

3.

  • 32. Para ocorrer a refraÁ„o, a luz È obrigada a sofrer mudanÁa na

sua direÁ„o de propagaÁ„o ao mudar de meio.

(UFRN-2010.1) - ALTERNATIVA: C

A fibra Ûptica È um filamento de vidro ou de material polimÈrico

que tem capacidade de transmitir luz. Na atualidade, esse tipo

de fibra È largamente utilizado em diversos ramos das telecomu-

nicaÁıes, substituindo os conhecidos fios de cobre e melhoran-

do as transmissıes de dados na medicina e na engenharia civil,

entre outras ·reas.

Em uma transmiss„o por fibra Ûptica, um feixe luminoso incide

numa das extremidades da fibra e, devido ‡s caracterÌsticas

Ûpticas desta, esse feixe chega ‡ outra extremidade.

A Figura 1, abaixo, representa a transmiss„o de luz atravÈs de

uma fibra Ûptica, enquanto a Figura 2 mostra a secÁ„o transver-

sal da mesma fibra, onde s„o indicados o n˙cleo, cujo Ìndice de

refraÁ„o È n N ,e o revestimento, de Ìndice de refraÁ„o n R .

Figura 1 Figura 2
Figura 1
Figura 2

A transmiss„o da luz dentro da fibra È possÌvel graÁas a uma

diferenÁa de Ìndices de refraÁ„o entre o revestimento e o n˙cleo.

Isso ocorre devido ‡

  • a) refraÁ„o m˙ltipla, que sÛ ocorre quando n N > n R .

  • b) reflex„o interna total, que sÛ ocorre quando n N < n R .

*c) reflex„o interna total, que sÛ ocorre quando n N > n R .

  • d) refraÁ„o m˙ltipla, que sÛ ocorre quando n N < n R

japizzirani@gmail.com

(UNIMONTES/MG-2010.1) - ALTERNATIVA OFICIAL: B (respos-

ta correta: n < 1,31, portanto, pode ser alternativa A tambÈm)

Um feixe de luz incide perpendicularmente na face menor de um

prisma de Ìndice de refraÁ„o 1,5. Sobre a hipotenusa do prisma,

h· uma gota de um lÌquido de Ìndice de refraÁ„o n. O feixe incide

sobre a gota e sofre reflex„o interna total. O valor de n È, aproxi-

madamente,

a)

1,2.

*b) 1,3.

c)

1,4.

d)

1,5.

a)

b)

c)

e)

a)

tais.

b)

duas reflexıes.

c)

reflexıes totais.

d)

quatro reflexıes totais.

duas reflexıes totais.

de ·gua na atmosfera.

mente refratados.

*a)

c)

que para a luz vermelha.

tÛpico 8: reflex„o total ou interna (‚ngulo limite) VESTIBULARES 2010.1 (IF/SC-2010.1) - RESPOSTA: SOMA = 22
Dado: sen60 0,87
Dado: sen60 0,87

(FEI/SP-2010.1) - ALTERNATIVA: D

O que acontece com um raio de luz que passa de um meio

refringente para outro meio menos refringente, sabendo-se que

o ‚ngulo de incidÍncia È menor que o ‚ngulo limite?

o raio de luz se reflete aproximando-se da normal.

o raio de luz se reflete afastando-se da normal.

o raio de luz se refrata aproximando-se da normal.

*d) o raio de luz se refrata afastando-se da normal.

o raio de luz È absorvido.

(UNIOESTE/PR-2010.1) - ALTERNATIVA: E

Um periscÛpio, usado nos submarinos para observar o cen·rio

acima do nÌvel da ·gua, poderia ser construÌdo por dois prismas

dispostos como na figura abaixo. Em relaÁ„o a este periscÛpio,

qual das afirmativas abaixo est· correta?

A imagem produzida È direita, os raios de luz provenientes do

tÛpico 8: reflex„o total ou interna (‚ngulo limite) VESTIBULARES 2010.1 (IF/SC-2010.1) - RESPOSTA: SOMA = 22

objeto sofrem duas refraÁıes e duas reflexıes to-

A imagem produzida È direita, os raios de luz

provenientes do objeto sofrem quatro refraÁıes e

A imagem produzida È direita, os raios de luz pro-

venientes do objeto sofrem quatro refraÁıes e duas

A imagem produzida È invertida, os raios de luz

provenientes do objeto sofrem duas refraÁıes e

*e) A imagem produzida È invertida, os raios de luz

provenientes do objeto sofrem quatro refraÁıes e

(UFMG-2010.1) - ALTERNATIVA: A (OBS.: A reflex„o que ocorre

dentro da gota de ·gua, para formar o arco-iris, È reflex„o parcial

e n„o total como diz o enunciado)

Um arco-Ìris forma-se devido ‡ dispers„o da luz do Sol em gotas

ApÛs incidir sobre gotas de ·gua na atmosfera, raios de luz s„o

refratados; em seguida, eles s„o totalmente refletidos e nova-

Sabe-se que o Ìndice de refraÁ„o da ·gua para a luz azul È maior

Considerando essas informaÁıes, assinale a alternativa em que

est„o mais bem representados os fenÙmenos que ocorrem em

uma gota de ·gua e d„o origem a um arco-Ìris.

tÛpico 8: reflex„o total ou interna (‚ngulo limite) VESTIBULARES 2010.1 (IF/SC-2010.1) - RESPOSTA: SOMA = 22
b) d)
b)
d)

17

(UFPR-2010.1) - ALTERNATIVA: C (OBS.: A figura est· errada

na 1 a refraÁ„o)

Descartes desenvolveu uma teoria para explicar a formaÁ„o do

arco-Ìris com base nos con-

ceitos da Ûptica geomÈtrica.

Ele supÙs uma gota de ·gua

com forma esfÈrica e a inci-

dÍncia de luz branca confor-

me mostrado de modo simpli-

ficado na figura ao lado. O raio

incidente sofre refraÁ„o ao

entrar na gota (ponto A) e

apresenta uma decomposi-

(UFPR-2010.1) - ALTERNATIVA: C (OBS.: A figura est· errada na 1 refraÁ„o) Descartes desenvolveu uma teoria

Á„o de cores. Em seguida, esses raios sofrem reflex„o interna

dentro da gota (regi„o B) e saem para o ar apÛs passar por uma

segunda refraÁ„o (regi„o C).

Posteriormente, com a experiÍncia de Newton com prismas, foi

possÌvel explicar corretamente a decomposiÁ„o das cores da luz

branca. A figura n„o est· desenhada em escala e, por simplicida-

de, est„o representados apenas os raios violeta e vermelho, mas

deve-se considerar que entre eles est„o os raios das outras co-

res do espectro visÌvel.

Sobre esse assunto, avalie as seguintes afirmativas:

1. O fenÙmeno da separaÁ„o de cores quando a luz sofre refra-

Á„o ao passar de um meio para outro È chamado de dispers„o.

2. Ao sofrer reflex„o interna, cada raio apresenta ‚ngulo de refle-

x„o igual ao seu ‚ngulo de incidÍncia, ambos medidos em rela-

Á„o ‡ reta normal no ponto de incidÍncia.

3. Ao refratar na entrada da gota (ponto A na figura), o violeta

apresenta menor desvio, significando que o Ìndice de refraÁ„o

da ·gua para o violeta È menor que para o vermelho.

Assinale a alternativa correta.

  • a) Somente a afirmativa 1 È verdadeira.

  • b) Somente a afirmativa 2 È verdadeira.

*c) Somente as afirmativas 1 e 2 s„o verdadeiras.

  • d) Somente as afirmativas 1 e 3 s„o verdadeiras.

  • e) Somente as afirmativas 2 e 3 s„o verdadeiras.

(UNIOESTE/PR-2010.1) - ALTERNATIVA: D A figura abaixo mostra um feixe de luz de comprimento de onda
(UNIOESTE/PR-2010.1) - ALTERNATIVA: D
A figura abaixo mostra um feixe de luz de comprimento de onda
= 632 nm incidindo sobre um prisma de cujo Ìndice de refraÁ„o
È n 2 = 1,0. O prisma encontra-se num ambiente cujo Ìndice de
refraÁ„o È n 1 = 3,0 . O ‚ngulo X de saÌda do feixe ser·
a)
51 .
b)
o ‚ngulo X n„o existe, pois ocorre refraÁ„o apenas do meio 1
para o meio 2. N„o h· feixe refratado do meio 2 para o meio 1.
c)
48 .

*d) o ‚ngulo X n„o existe, pois n„o ocorre refraÁ„o do meio 1

para o meio 2. O feixe È totalmente refletido pela superfÌcie para

esse ‚ngulo de incidÍncia.

  • e) o ‚ngulo X n„o existe, pois um feixe de luz n„o pode se pro-

pagar de um meio com Ìndice de refraÁ„o maior para outro com

Ìndice de refraÁ„o menor.

japizzirani@gmail.com

(UFG/GO-2010.1) - RESPOSTA:n>2

Um raio de luz monocrom·tico incide perpendicularmente na face

A de um prisma e sofre reflexıes internas totais com toda luz

emergindo pela face C, como ilustra a figura abaixo. Consideran-

do o exposto e sabendo que o meio externo È o ar (n ar = 1),

calcule o Ìndice de refraÁ„o mÌnimo do prisma.

(UFPR-2010.1) - ALTERNATIVA: C (OBS.: A figura est· errada na 1 refraÁ„o) Descartes desenvolveu uma teoria

(VUNESP/FMJ-2010.1) - RESPOSTA: a) n = 1,25 b) maior

Um raio de luz monocrom·tico propagando-se no ar (n AR = 1)

incide sobre um objeto transparente com a forma de um quarto

de um cilindro de raio R, cujo Ìndice de refraÁ„o È igual a n. Esse

raio incide perpendicularmente no ponto P pertencente a uma

das faces planas do corpo, e emerge pelo ponto Q, tangenciando

a face cilÌndrica, como mostram as figuras 1 e 2.

(UFPR-2010.1) - ALTERNATIVA: C (OBS.: A figura est· errada na 1 refraÁ„o) Descartes desenvolveu uma teoria

a)

Determine o Ìndice de refraÁ„o absoluto n do material com o

qual o objeto foi feito.

b)

Para que o raio incidente em P sofresse reflex„o total em Q, o

Ìndice de refraÁ„o do objeto deveria ser maior ou menor do que o

da situaÁ„o descrita? Justifique sua resposta.

(UEPG/PR-2010.1) - RESPOSTA OFICIAL: SOMA = 12 (04+08)

Sobre os princÌpios fundamentais da Ûptica geomÈtrica, assinale

o que for correto.

01) Um raio de luz, atingindo uma superfÌcie irregular, reflete-se

 

difusamente.

02) Nos vidros que permitem a passagem de luz e nos permite

visualizar os objetos colocados do lado oposto, a refraÁ„o È irre-

 

gular.

04) Um raio luminoso, atingindo uma superfÌcie de separaÁ„o de

dois meios transparentes com um ‚ngulo maior que o ‚ngulo

limite e menor que 90 o , tem sua direÁ„o alterada.

08) Um raio de luz n„o tem sua propagaÁ„o alterada quando

sofre a interferÍncia de outro raio de luz.

(UFV/MG-2010.1) - ALTERNATIVA: D

Quando um raio de luz se propaga de um meio 1 para um meio 2,

o ‚ngulo crÌtico È de 60 . Sabendo que o ‚ngulo crÌtico È definido

como aquele a partir do qual um raio que se propaga do meio 1

para o meio 2 sofre reflex„o interna total e considerando que n 1 È

o Ìndice de refraÁ„o do meio1en 2 È o Ìndice de refraÁ„o do meio

2, È CORRETO afirmar que:

a)

n 2 < n 1 e n 1 = n 2 sen 60

b)

n 2 > n 1 e n 1 = n 2 sen 60

c)

n 2 > n 1 e n 2 = n 1 sen 60

*d) n 2 < n 1 e n 2 = n 1 sen 60

18

(UFV/MG-2010.1) - ALTERNATIVA: D

Um raio de luz monocrom·tico incide perpendicularmente a uma

das faces de um prisma de vidro com Ìndice de refraÁ„o n e

‚ngulos internos , e 90 , como mostrado na figura abaixo.

(UFV/MG-2010.1) - ALTERNATIVA: D Um raio de luz monocrom·tico incide perpendicularmente a uma das faces de
(UFV/MG-2010.1) - ALTERNATIVA: D Um raio de luz monocrom·tico incide perpendicularmente a uma das faces de

Esse raio È refratado e atinge uma segunda face do prisma. O

menor Ìndice de refraÁ„o do meio onde o prisma se encontra

para que o raio refratado na primeira face seja totalmente refleti-

do na segunda face È:

a)

ncos( ñ )

ncos( ñ ) ncos( ) ncos( + )

ncos( )

ncos( + )

b)

c)

*d) ncos( )

[ ]

a)

n 1 > n 2

*b) n 1 < n 2

c)

n 2 = n externo

d)

n 1 = n 2 > n externo

e)

n 1 < n externo

*a) dispers„o luminosa.

b)

junÁ„o luminosa.

c)

refraÁ„o atmosfÈrica.

d)

reflex„o atmosfÈrica.

e)

(VUNESP/UNICASTELO-2010.1) - ALTERNATIVA: B

ìO pesquisador Charles Kao ganhou o prÍmio Nobel da FÌsica

pelo desenvolvimento de uma rede de fibra Ûptica de longa dis-

t‚ncia. Kao, citado frequentemente como ìo pai das comunica-

Áıes em fibra Ûpticaî, recebeu o prÍmio da FundaÁ„o Nobel em

Estolcomo, SuÈcia, nesta terÁa-feira (6.10.2009) pelas realiza-

Áıes inovadoras relacionadas com a transmiss„o da luz em fi-

...

].

bras Ûpticas para comunicaÁ„oî[

ìA descoberta de Kao, em 1966, determinou como transmitir

luz a dist‚ncia usando fibra de vidro Ûptica ëultra puraí. Isso pode-

ria aumentar a dist‚ncia de tais transmissıes para 100 quilÙme-

tros comparados aos 20 metros permitidos pela tecnologia ante-

rior. A primeira fibra ëultra puraí foi criada em 1970î.

(www.idgnow.uol.com.br/mercado/2009/10/06/premio-nobel-vai-

paracriador-de-fibra-otica-de-longa-distancia ñ acessado em 19.10.2009)

(UFV/MG-2010.1) - ALTERNATIVA: D Um raio de luz monocrom·tico incide perpendicularmente a uma das faces de

A fibra Ûptica È composta por um n˙cleo de vidro revestido por

um encapamento. A luz È inserida (por lasers ou LEDs) no vidro e

ìviajaî atravÈs do n˙cleo de vidro, refletindo-se nas ìparedesî

entre o vidro e o revestimento. PorÈm essa ìparedeî n„o È perfei-

ta e a luz È refratada perdendo potÍncia. Quanto menor o di‚me-

tro do n˙cleo, menor È a refraÁ„o da luz e maior È o alcance da

fibra. Na figura, n 1 , n 2 e n externo s„o os Ìndices de refraÁ„o abso-

lutos da parede de revestimento, do n˙cleo, e do meio externo ‡

fibra. Para que o fenÙmeno da reflex„o total possa ocorrer no

interior de uma fibra Ûptica, como mostra a figura, È necess·rio

que os Ìndices de refraÁ„o obedeÁam ‡ relaÁ„o

(FURG/RS-2010.1) - ALTERNATIVA: A

O fenÙmeno do arco-Ìris ocorre devido ‡

luz se mover em linha reta.

japizzirani@gmail.com

(UFJF/MG-2010.1) - RESOLU« O NO FINAL DA QUEST O

A figura mostra uma fibra Ûptica com um n˙cleo cilÌndrico de

vidro de Ìndice de refraÁ„o n = 3/2 imerso no ar, cujo Ìndice de

refraÁ„o È igual ‡ unidade (n ar = 1). Um raio de luz executa m˙l-

tiplas reflexıes totais no interior da fibra, sendo, portanto, a luz

guiada pela fibra sem perda de intensidade. A luz emerge no ar

no final da fibra, na forma de um cone de ‚ngulo .

(UFV/MG-2010.1) - ALTERNATIVA: D Um raio de luz monocrom·tico incide perpendicularmente a uma das faces de
(UFV/MG-2010.1) - ALTERNATIVA: D Um raio de luz monocrom·tico incide perpendicularmente a uma das faces de

a) Calcule o valor de sen , para que comece a ocorrer reflex„o

(UFV/MG-2010.1) - ALTERNATIVA: D Um raio de luz monocrom·tico incide perpendicularmente a uma das faces de

total no interior da fibra.

b) Adotando-se as condiÁıes do item (a), calcule o valor de sen .

(UFV/MG-2010.1) - ALTERNATIVA: D Um raio de luz monocrom·tico incide perpendicularmente a uma das faces de

RESOLU« O UFJF/MG-2010.1:

a) = L (‚ngulo limite) sen = 1/n = 2/3 0,67 b) sen = 2/3 cos
a)
= L (‚ngulo limite)
sen = 1/n = 2/3 0,67
b) sen = 2/3
cos = 5/3
+ = 90
sen = cos = 5/3 0,75
sen > sen
>
O ‚ngulo de incidÍncia na saÌda da luz da fibra Ûptica È maior
que o ‚ngulo limite
e a luz est· indo do meio mais para o

menos refringente, portanto, ocor-

rer· reflex„o total e a luz n„o emer-

ge da fibra nessas condiÁıes.

Como o enunciado da quest„o afir-

ma que a luz sai da fibra, a banca

decidiu anular este item e passar

a sua pontuaÁ„o para o item (a).

(UFV/MG-2010.1) - ALTERNATIVA: D Um raio de luz monocrom·tico incide perpendicularmente a uma das faces de

(UEPG/PR-2010.1) - RESPOSTA: SOMA = 14 (02+04+08)

A dispers„o da luz È o fenÙmeno pelo qual uma luz È decompos-

ta no conjunto de suas luzes simples constituintes. No que res-

peita a esse fenÙmeno, assinale o que for correto.

01) A luz branca ao ser dispersa n„o pode ser recomposta, isto È,

tornar-se branca novamente.

02) O fenÙmeno da dispers„o sÛ ocorre quando a luz branca

incidir sobre uma superfÌcie diÛptrica e se refratar, sofrendo dife-

rentes desvios.

04) O arco-Ìris, que È um exemplo do fenÙmeno da dispers„o da

luz, forma-se em virtude da refraÁ„o e reflex„o da luz do sol, ao

encontrar gotÌculas de ·gua na atmosfera.

08) A l‚mpada de vapor de sÛdio emite uma luz amarela

monocrom·tica, que n„o sofre dispers„o da luz.

19

VESTIBULARES 2010.2

(UNIMONTES/MG-2010.2) - ALTERNATIVA: C

Um feixe de luz monocrom·tica, propagando-se na ·gua (Ìndice

de refraÁ„o igual a 4/3), incide na interface da ·gua com o ar

(Ìndice de refraÁ„o igual a 1), num ‚ngulo limite L, sendo total-

mente refletido. O valor do cosseno desse ‚ngulo L È igual a

  • a) 7/4 .

b) 3/4 . *c) /4 .
b) 3/4 .
*c)
/4 .
  • d) 1/4 .

(UEM/PR-2010.2) - RESPOSTA: SOMA = 19 (01+02+16)

As fibras Ûpticas constituem um dos dispositivos Ûpticos mais

importantes da atualidade, j· que s„o utilizadas nas mais diver-

sas ·reas, como em telecomunicaÁıes, medicina, aeron·utica e

ind˙stria do petrÛleo, entre outras. Com relaÁ„o ‡s fibras Ûpticas

e aos princÌpios relacionados ‡ propagaÁ„o da luz em seu interi-

or, assinale o que for correto.

01) O fenÙmeno da reflex„o interna total garante que a luz que

penetra em uma das extremidades de uma fibra Ûptica ideal ve-

nha emergir em sua outra extremidade.

02) Uma fibra Ûptica deve ser revestida com um material com

Ìndice de refraÁ„o menor que seu n˙cleo, para que haja reflex„o

interna total.

04) Quando um raio de luz incidente do ar penetra no interior de

uma fibra Ûptica, ele se afasta da normal

08) O ‚ngulo-limite de incidÍncia para um raio de luz que se pro-

paga em uma fibra Ûptica de Ìndice de refraÁ„o 1,5 imersa no ar

(n ar = 1) È 30 .

VESTIBULARES 2010.2 (UNIMONTES/MG-2010.2) - ALTERNATIVA: C Um feixe de luz monocrom·tica, propagando-se na ·gua (Ìndice de

16) Uma fibra Ûptica que possui Ìndice de refraÁ„o e uma

extremidade plana e perpendicular ao comprimento da fibra pode

confinar um raio de luz que incide do ar, fazendo um ‚ngulo de

60 com a normal ao plano da extremidade dessa fibra.

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20

tÛpico 9:

dioptro plano, l‚mina e prismas

VESTIBULARES 2010.1

(FURG/RS-2010.1) - ALTERNATIVA: A

Para que um gato na margem de um lago possa pegar um peixe,

ele deve se jogar:

*a) em uma posiÁ„o abaixo daquela em que vÍ o peixe.

b)

em uma posiÁ„o abaixo da posiÁ„o real do peixe.

c)

em uma posiÁ„o acima da posiÁ„o real do peixe.

d)

diretamente na posiÁ„o em que vÍ o peixe.

e)

em uma posiÁ„o acima daquela em que vÍ o peixe.

(UNICENTRO/PR-2010.1) - ALTERNATIVA: E

 
b) em uma posiÁ„o abaixo da posiÁ„o real do peixe. c) em uma posiÁ„o acima da

to do raio incidente atravessa a segunda face da l‚mina.

Nestas condiÁıes a espessura e da l‚mina vale

a)

10 cm.

b)

b)
 

c)

d)

*e)

(CESGRANRIO/RJ-2010.1) - RESPOSTA: x = 10 mm

um ‚ngulo de 30 , como ilustra a figura.

 
b) em uma posiÁ„o abaixo da posiÁ„o real do peixe. c) em uma posiÁ„o acima da
 
b) em uma posiÁ„o abaixo da posiÁ„o real do peixe. c) em uma posiÁ„o acima da

tivamente,

tivamente,

raio ao sair da l‚mina.

 

(UNICENTRO/PR-2010.1) - ALTERNATIVA: D

Assinale a alternativa correta.

a)

te imagem sempre se move no sentido oposto.

b)

maior que o ‚ngulo de refraÁ„o.

c)

quando se deseja reduzir a absorÁ„o da luz.

mais acentuada que a luz vermelha.

e)

Sobre uma l‚mina de faces paralelas incide no ponto I um raio de

luz, sob o ‚ngulo de incidÍncia i = 45 . O Ìndice de refraÁ„o da

l‚minaÈn= . O raio emergente sai da l‚mina num ponto J

situado ‡ dist‚ncia d = 10 cm do ponto Ií no qual o prolongamen-

Um raio de luz monocrom·tica incide sobre a superfÌcie de uma

l‚mina delgada de vidro, com faces paralelas, fazendo com ela

A l‚mina est· imersa no ar e sua espessura È cm. Sabendo-

se que os Ìndices de refraÁ„o desse vidro e do ar valem, respec-

e 1, determine o desvio x, em mm, sofrido pelo

Movendo-se um ponto objeto ao longo do eixo principal de um

espelho esfÈrico, desde o infinito atÈ o espelho, a corresponden-

Para ocorrer a reflex„o total, o ‚ngulo de incidÍncia deve ser

Prismas de reflex„o total s„o empregados ao invÈs de lentes

*d) Ao refratar-se do ar para a ·gua, a luz violeta sofre refraÁ„o

Quando a luz se difunde em uma nuvem branca, cumprem-se

aÌ as leis da reflex„o.

japizzirani@gmail.com

(VUNESP/UNICISAL-2010.1) - ALTERNATIVA: C

Ao penetrar num prisma transparente, de ‚ngulo de refringÍncia

40 , sob um ‚ngulo de 30 , um raio de luz monocrom·tica emer-

ge pela outra face sob um ‚ngulo de 30 (veja a figura). O prisma

est· no ar (n ar = 1) e os ‚ngulos citados s„o medidos em relaÁ„o

‡ normal ‡s faces do prisma nos pontos de incidÍncia e de

emers„o.

tÛpico 9: dioptro plano, l‚mina e prismas VESTIBULARES 2010.1 (FURG/RS-2010.1) - ALTERNATIVA: A Para que um

Dados: sen 20 = 0,34; sen 30 = 0,50; sen 40 = 0,64

O Ìndice de refraÁ„o absoluto do prisma tem um valor prÛximo de

a)

1,1.

b)

1,3.

*c) 1,5.

d)

1,7.

e)

1,9.

(UNIOESTE/PR-2010.1) - ALTERNATIVA: E

 

Um periscÛpio, usado nos submarinos para observar o cen·rio

acima do nÌvel da ·gua, poderia ser construÌdo por dois prismas

dispostos como na figura abaixo. Em relaÁ„o a este periscÛpio,

qual das afirmativas abaixo est· correta?

 

a)

A imagem produzida È direita, os raios de luz provenientes do

objeto sofrem duas refraÁıes e duas reflexıes to-

 
 

tais.

tais.

b)

A imagem produzida È direita, os raios de luz

provenientes do objeto sofrem quatro refraÁıes e

duas reflexıes.

 

c)

A imagem produzida È direita, os raios de luz pro-

venientes do objeto sofrem quatro refraÁıes e duas

reflexıes totais.

 

d)

A imagem produzida È invertida, os raios de luz

provenientes do objeto sofrem duas refraÁıes e

quatro reflexıes totais.

 

*e) A imagem produzida È invertida, os raios de luz

provenientes do objeto sofrem quatro refraÁıes e

duas reflexıes totais.

 

(UEPB-2010.1) - ALTERNATIVA: A

Um raio de luz monocrom·tica, quando atravessa uma prisma

triagonal, imerso no ar, sofre um desvio de ‚ngulo em sua tra-

triagonal, imerso no ar, sofre um desvio de ‚ngulo em sua tra-

jetÛria, como mostra a figura abaixo, sendo ¬ o ‚ngulo entre as

faces atravessadas pelo raio de luz, chamado de ‚ngulo de

refringÍncia, e 1 e 2 , respectivamente, os ‚ngulos de incidÍn-

refringÍncia, e e , respectivamente, os ‚ngulos de incidÍn-
refringÍncia, e e , respectivamente, os ‚ngulos de incidÍn-

cia e refraÁ„o do raio de luz no prisma, e

cia e refraÁ„o do raio de luz no prisma, e í e

í 1 e

cia e refraÁ„o do raio de luz no prisma, e í e

í 2 ,

respectiva-

mente, ‚ngulos formados pelo raio de luz com as faces interna

do prisma. Considerando as indicaÁıes da figura abaixo, a rela-

Á„o correta È:

 

*a)

b)

c)

= ¬ = í 1 ñ í 2
=
¬ =
í 1 ñ
í 2

1 + 2 ñ ¬

d) 1 ñ 2 = 90 ñ ¬

= ¬ = í 1 ñ í 2 + ñ ¬ d) ñ = 90 ñ

e) = 2( 1 ñ 2 )ñ¬

¬ = 1 + 2 = 90

= ¬ = í 1 ñ í 2 + ñ ¬ d) ñ = 90 ñ
 

21

VESTIBULARES 2010.2

(UNIMONTES/MG-2010.2) - ALTERNATIVA: D

Uma pessoa que est· do lado de fora de uma casa observa uma

piscina cheia de ·gua, a qual parece mais rasa devido ao fenÙ-

meno de

a)

reflex„o.

b)

difus„o.

c)

interferÍncia.

*d) refraÁ„o.

(UCB/DF-2010.2) - RESPOSTA: V;F;F;F;V

A velocidade de propagaÁ„o das ondas depende de certas pro-

priedades fÌsicas do meio no qual se propagam. Por exemplo, a

velocidade das ondas el·sticas depende da permissividade e da

permeabilidade da subst‚ncia que atravessam. O fato de a velo-

cidade de propagaÁ„o de uma onda depender das propriedades

do meio em que se propaga d· origem a fenÙmenos de reflex„o

e refraÁ„o, que ocorrem quando uma onda encontra a superfÌcie

que separa dois meios onde a onda se propaga com velocidades

diferentes. A respeito dos fenÙmenos Ûpticos da refraÁ„o e refle-

x„o, julgue os itens a seguir, assinalando (V) para os verdadeiros

e (F) para os falsos.

0.( ) A energia de uma onda luminosa, incidente na superfÌcie de

separaÁ„o de dois meios, divide-se entre a onda refletida e a

onda refratada.

1.( ) A luz sÛ poder· ser confinada em uma fibra Ûtica se o Ìndice

de refraÁ„o do material de que È feito seu n˙cleo for menor que o

Ìndice de refraÁ„o do material que envolve esse n˙cleo.

2.( ) Ao observar, do ar, um objeto imerso na ·gua, tem-se a

impress„o de que esse objeto est· mais afastado da superfÌcie

da ·gua.

3.( ) Uma onda luminosa tem sua velocidade reduzida em 30%

ao atravessar um material pl·stico. Sabendo que a velocidade

da luz no v·cuo È 3.10 8 m/s, È correto afirmar que o Ìndice de

refraÁ„o do referido material È igual a 1,25.

4.( ) Em um meio homogÍneo e isotrÛpico, a velocidade de pro-

pagaÁ„o de uma onda luminosa È a mesma em todos os pontos

e em todas as direÁıes.

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22

tÛpico 10:

lentes esfÈricas (estudo gr·fico)

VESTIBULARES 2010.1

(UNESP-2010.1) - ALTERNATIVA: A

Escolhido como o Ano Internacional da Astronomia, 2009 mar-

cou os 400 anos do telescÛpio desenvolvido pelo fÌsico e astrÙ-

nomo italiano Galileu Galilei. Tal instrumento Ûptico È constituÌdo

de duas lentes: uma convergente (objetiva) e outra divergente

(ocular). A tabela indica o perfil de 4 lentes I, II, III e IV que um

aluno dispıe para montar um telescÛpio como o de Galileu.

tÛpico 10: lentes esfÈricas (estudo gr·fico) VESTIBULARES 2010.1 (UNESP-2010.1) - ALTERNATIVA: A Escolhido como o Ano
 
tÛpico 10: lentes esfÈricas (estudo gr·fico) VESTIBULARES 2010.1 (UNESP-2010.1) - ALTERNATIVA: A Escolhido como o Ano
tÛpico 10: lentes esfÈricas (estudo gr·fico) VESTIBULARES 2010.1 (UNESP-2010.1) - ALTERNATIVA: A Escolhido como o Ano
tÛpico 10: lentes esfÈricas (estudo gr·fico) VESTIBULARES 2010.1 (UNESP-2010.1) - ALTERNATIVA: A Escolhido como o Ano
 
tÛpico 10: lentes esfÈricas (estudo gr·fico) VESTIBULARES 2010.1 (UNESP-2010.1) - ALTERNATIVA: A Escolhido como o Ano
tÛpico 10: lentes esfÈricas (estudo gr·fico) VESTIBULARES 2010.1 (UNESP-2010.1) - ALTERNATIVA: A Escolhido como o Ano
tÛpico 10: lentes esfÈricas (estudo gr·fico) VESTIBULARES 2010.1 (UNESP-2010.1) - ALTERNATIVA: A Escolhido como o Ano
tÛpico 10: lentes esfÈricas (estudo gr·fico) VESTIBULARES 2010.1 (UNESP-2010.1) - ALTERNATIVA: A Escolhido como o Ano

Para que o telescÛpio montado pelo aluno represente adequada-

mente um telescÛpio semelhante ao desenvolvido por Galileu,

ele deve utilizar a lente

*a) I como objetiva e a lente II como ocular.

  • b) II como objetiva e a lente I como ocular.

  • c) I como objetiva e a lente IV como ocular.

  • d) III como objetiva e a lente I como ocular.

  • e) III como objetiva e a lente IV como ocular.

(FAZU/MG-2010.1) - ALTERNATIVA: A

O ano de 2009 È considerado o Ano Internacional da Astronomia

em comemoraÁ„o aos 400 anos das grandes descobertas obti-

das por Galileu. Essas descobertas sÛ puderam acontecer devi-

do ‡ sua luneta. Outros objetos de observaÁ„o j· existiam em

1609, porÈm, com a luneta desenvolvida por Galileu, maiores

detalhes dos astros podiam ser observados. Enquanto a luneta

de Galileu produzia um aumento de 20 vezes, as outras existen-

tes na Època produziam um aumento de apenas trÍs vezes. As

lunetas fabricadas por Galileu eram compostas por duas lentes:

uma objetiva convergente e uma ocular divergente.

tÛpico 10: lentes esfÈricas (estudo gr·fico) VESTIBULARES 2010.1 (UNESP-2010.1) - ALTERNATIVA: A Escolhido como o Ano

http://www.sciencemuseum.org.uk/images/object_images/535x535/10197192.jpg

Sabendo que essas lentes tinham um Ìndice de refraÁ„o maior

que o do ar, podemos afirmar que elas tinham, respectivamente:

*a) bordas finas e espessas.

  • b) bordas finas e finas.

  • c) bordas espessas e finas.

  • d) bordas espessas e espessas.

  • e) as bordas das lentes n„o interferem na vergÍncia das lentes.

japizzirani@gmail.com

(VUNESP/UNICISAL-2010.1) - ALTERNATIVA: B

Os raios de curvatura de uma lente esfÈrica de cristal tÍm valo-

res diferentes. Esta lente est· no ar e pode ser classificada como

sendo

a)

convergente, convexo-cÙncava se o raio da face cÙncava for

menor que o da convexa.

 

*b) convergente, cÙncavo-convexa se o raio da face cÙncava for

maior que o da convexa.

 

c)

divergente, convexo-cÙncava se o raio da face cÙncava for

maior que o da convexa.

 

d)

divergente, cÙncavo-convexa se o raio da face cÙncava for

menor que o da convexa.

 

e)

divergente, biconvexa, qualquer que seja a ordem dos raios

das faces.

 

(VUNESP/FAMECA-2010.1) - ALTERNATIVA: D

A figura ilustra um objeto linear AB disposto horizontalmente e

paralelo a uma face ìcatetoî de um prisma de vidro transparente,

com perfil de tri‚ngulo ret‚ngulo e isÛsceles. ¿ direita da outra

face ìcatetoî, a uma certa dist‚ncia do prisma, h· uma lente di-

vergente paralela a essa face. ¿ direita da lente, no seu eixo

Ûptico principal, encontra-se o olho de um observador.

 
a) convergente, convexo-cÙncava se o raio da face cÙncava for menor que o da convexa. *b)
a) convergente, convexo-cÙncava se o raio da face cÙncava for menor que o da convexa. *b)
a) convergente, convexo-cÙncava se o raio da face cÙncava for menor que o da convexa. *b)

A imagem de AB, vista pelo observador, est· melhor representa-

da na alternativa

 

a)

a) *d)

*d)

a) *d)

b)

e)

c)

(MACKENZIE/SP-2010.1) - ALTERNATIVA: A

A lupa È um instrumento Ûptico conhecido popularmente por Lente

de Aumento, mas tambÈm denominada microscÛpio simples. Ela

consiste de uma lente

 

de pequena

dist‚ncia focal e, para ser utilizada com o seu fim especÌfico, o

objeto a ser observado por meio dela dever· ser colocado sobre

o eixo principal, entre o seu

 

e o seu

______________________.

 

As lacunas s„o preenchidas corretamente quando se utilizam,

na ordem de leitura, as informaÁıes

 

*a) convergente, centro Ûptico e foco principal objeto.

b)

convergente, ponto antiprincipal objeto e foco principal objeto.

c)

divergente, centro Ûptico e foco principal objeto.

d)

divergente, ponto antiprincipal objeto e foco principal objeto.

e)

convergente, ponto antiprincipal imagem e foco principal ima-

gem.

23

VESTIBULARES 2010.2

(FEI/SP-2010.2) - ALTERNATIVA OFICIAL: D (ObservaÁ„o no

final da quest„o)

A lente de uma lupa deve gerar uma imagem virtual e ampliada

de um objeto. Com base nestas exigÍncias, podemos afirmar

que a lente de uma lupa È:

  • a) cÙncava, pois ela diverge a luz que recebe.

  • b) cÙncava, pois ela converge a luz que recebe.

  • c) convexa, pois ela diverge a luz que recebe.

  • d) convexa, pois ela converge a luz que recebe.

  • e) bicÙncava, pois ela diverge a luz que recebe.

OBS.: Quando a lente convergente produz uma imagem virtual,

a luz, incidente de um ponto do objeto, ao emergir da lente torna-

se divergente.

(CEFET/MG-2010.2) - ALTERNATIVA: B

Na figura abaixo, a linha tracejada representa um instrumento

Ûtico de dist‚ncia focal F, um objeto O e sua imagem I.

VESTIBULARES 2010.2 (FEI/SP-2010.2) - ALTERNATIVA OFICIAL: D (ObservaÁ„o no final da quest„o) A lente de uma

Esse instrumento È um(a)

  • a) lente divergente.

*b) lente convergente.

  • c) espelho plano ou uma lente divergente.

  • d) espelho convexo ou uma lente divergente.

  • e) espelho cÙncavo ou uma lente convergente.

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tÛpico 11:

lentes esfÈricas (estudo analÌtico)

VESTIBULARES 2010.1

(SENAC/SP-2010.1) - ALTERNATIVA: B

Em geral, competiÁıes mundiais tÍm assistÍncia de v·rios mi-

lhıes de pessoas que veem, em tempo real, o desempenho de

suas equipes preferidas. Isto È possÌvel graÁas ‡ transmiss„o de

sinais que s„o recebidos e decodificados em TVs, telıes e cine-

mas.

Na tela de um cinema, que dista 10 m da lente do projetor, a cena

de um filme È projetada com ampliaÁ„o de 200 vezes. A vergÍncia

da lente utilizada no projetor vale, em dioptrias, aproximadamen-

te,

a)

ñ20

*b) 20

c)

ñ15

d)

15

e)

ñ5,0

(CESGRANRIO/RJ-2010.1) - RESPOSTA: a) d = 55 cm

b)

h = 3,0 cm

A figura a seguir mostra uma lente convergente de dist‚ncia fo-

cal 10 cm frente a um espelho plano paralelo ‡ lente. O espelho

encontra-se a uma dist‚ncia de 20 cm do vÈrtice V da lente. Do

outro lado da lente, uma vela de 6,0 cm de altura encontra-se a

uma dist‚ncia de 30 cm do vÈrtice da lente.

 
te, a) ñ20 *b) 20 c) ñ15 d) 15 e) ñ5,0 (CESGRANRIO/RJ-2010.1) - RESPOSTA: a) d

a)

Calcule a dist‚ncia entre a vela e sua imagem formada pelo

espelho plano.

b)

Calcule a altura da imagem da vela formada pelo espelho pla-

no.

(UFRGS/RS-2010.1) - ALTERNATIVA: A

Um objeto delgado, com 10 cm de altura, est· posicionado sobre

o eixo central de uma lente esfÈrica delgada convergente, cuja

dist‚ncia focal È igual a 25 cm.

Considerando-se que a dist‚ncia do objeto ‡ lente È de 50 cm, a

imagem formada pela lente È

*a) real e de mesmo tamanho que o objeto.

b)

virtual e de mesmo tamanho que o objeto.

c)

real e menor que o objeto.

d)

virtual e menor que o objeto.

e)

virtual e maior que o objeto.

(VUNESP/UEA-2010.1) - ALTERNATIVA: C

Um giz de cera de 4 cm de altura est· situado a 20 cm de uma

lente gaussiana convergente, disposto perpendicularmente ao eixo

principal da lente. A imagem formada pela lente È virtual, direita e

possui 6 cm de altura. A dist‚ncia focal da lente È, em cm, apro-

 

ximadamente,

a)

40.

b)

50.

*c) 60.

d)

70.

e)

80.

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(UFPR-2010.1) - RESPOSTA: a) 60 cm a direita de L 2 b) 24 cm

(imagem direita em relaÁ„o ao objeto)

c)

Considerando a escala sugerida obtemos a seguinte figura:

c) Considerando a escala sugerida obtemos a seguinte figura: A figura abaixo È a representaÁ„o esquem·tica

A figura abaixo È a representaÁ„o esquem·tica de um sistema

Ûptico formado por duas lentes convergentes, separadas por 50

cm. As dist‚ncias focais das lentes1e2 s„o, respectivamente,

10 cm e 15 cm.

 
c) Considerando a escala sugerida obtemos a seguinte figura: A figura abaixo È a representaÁ„o esquem·tica

Utiliza-se um l·pis com 4 cm de comprimento como objeto, o

qual È posicionado a 15 cm da lente 1. Com base nesses dados:

a)

Determine a posiÁ„o da imagem formada pelo sistema de len-

tes.

b)

Determine o tamanho da imagem formada pelo sistema. Ela È

direita ou invertida, em relaÁ„o ao objeto? Justifique sua respos-

ta.

c)

Empregando a representaÁ„o de raios, faÁa um desenho em

escala, mostrando a localizaÁ„o e o tamanho da imagem forma-

da pelo sistema.

(UEPG/PR-2010.1) - RESPOSTA OFICIAL: SOMA = 31

(01+02+04+08+16)

Lente È qualquer meio transparente e isotrÛpico limitado por dois

dioptros esfÈricos, podendo um deles ser plano. A luz ao atraves-

sar uma lente esfÈrica pode sofrer refraÁ„o. Sobre lentes esfÈri-

cas, assinale o que for correto.

01) Quando o Ìndice de refraÁ„o do material que constitui a lente

È maior que o Ìndice de refraÁ„o do meio envolvente, todas as

lentes esfÈricas delgadas s„o convergentes.

02) Um sistema de lentes esfÈricas delgadas justapostas se com-

porta como se fosse uma ˙nica lente, cuja convergÍncia È igual

‡ soma algÈbrica das convergÍncias das lentes componentes do

sistema.

04) Lentes divergentes tÍm convergÍncia negativa.

08) Lentes esfÈricas podem gerar imagens reais ou virtuais de

um objeto.

16) Um raio luminoso que passa pelo centro Ûtico de uma lente

esfÈrica delgada n„o sofre nem desvio angular nem desvio line-

ar.

OBS.: A afirmaÁ„o 01 est· incompleta, pois deviria ser:

...

todas

as lentes esfÈricas de bordas delgadas s„o convergentes.

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(VUNESP/UFSCar-2010.1) - RESPOSTA: a) 0,64 m e direita

  • b) V = ñ100 di e L = 0,66 m

Neste ano o mundo todo comemora os 400 anos das primeiras

observaÁıes astronÙmicas realizadas por Galileu Galilei. Popu-

larizam-se esquemas de montagens caseiras de lunetas utilizan-

do materiais de baixo custo, tais como, por exemplo, tubos de

PVC, uma lente convergente (objetiva) e uma lente divergente