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LEI 15293 2004

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Institui as carreiras dos Profissionais de Educação Básica do Estado.

(Vide inciso I do art. 1º da Lei nº 18.975, de 29/6/2010.) (Vide item 10.1.6 do Anexo I da Lei nº 19.481, de 12/1/2011.) (Vide arts. 16, 18 e 20 da Lei nº 19.837, de 2/12/2011.)

O Governador do Estado de Minas Gerais

O Povo do Estado de Minas Gerais, por seus representantes, decretou, e eu, em seu nome, promulgo a seguinte Lei:

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 1° - Ficam instituídas, na forma desta lei, as seguintes carreiras dos Profissionais de Educação Básica, que integram o Grupo de Atividades de Educação Básica do Poder Executivo: I - Professor de Educação Básica - PEB; II - Especialista em Educação Básica - EEB; III - Analista de Educação Básica - AEB; (Vide art. 1º da Lei nº 19.837, de 2/12/2011.) IV - Assistente Técnico de Educação Básica - ATB; (Vide art. 1º da Lei nº 19.837, de 2/12/2011.) V - Assistente Técnico Educacional - ATE; (Vide art. 1º da Lei nº 19.837, de 2/12/2011.) VI - Analista Educacional - ANE;

(Vide art. 1º da Lei nº 19.837, de 2/12/2011.) VII - Assistente de Educação - ASE; (Vide art. 1º da Lei nº 19.837, de 2/12/2011.) VIII - Auxiliar de Serviços de Educação Básica - ASB. (Vide art. 1º da Lei nº 19.837, de 2/12/2011.) Parágrafo único - A estrutura das carreiras instituídas no “caput” deste artigo e o número de cargos de cada uma delas são os constantes no Anexo I. (Vide Lei nº 15.784, de 27/10/2005.) (Vide art. 125 da Lei nº 15.961, de 30/12/2005.) (Vide art. 1º da Lei nº 17.006, de 25/9/2007.)

Art. 2° - Para os efeitos desta lei considera-se: I - grupo de atividades o conjunto de carreiras agrupadas segundo sua área de atuação; II - carreira o conjunto de cargos de provimento efetivo agrupados segundo sua natureza e complexidade e estruturados em níveis e graus, escalonados em função do grau de responsabilidade e das atribuições da carreira; III - cargo de provimento efetivo a unidade de ocupação funcional do quadro de pessoal privativa de servidor público efetivo, com criação, remuneração, quantitativo, atribuições e responsabilidades definidos em lei e direitos e deveres de natureza estatutária estabelecidos em lei complementar; IV - quadro de pessoal o conjunto de cargos de provimento efetivo e de provimento em comissão de órgão ou de entidade; V - nível a posição do servidor no escalonamento vertical dentro da mesma carreira, contendo cargos escalonados em graus, com os mesmos requisitos de capacitação e mesma natureza, complexidade, atribuições e responsabilidades; VI - grau a posição do servidor no escalonamento horizontal no mesmo nível de determinada carreira; VII - unidade escolar a escola de educação básica, o conservatório de música, o centro estadual de educação continuada ou o centro de educação profissional de órgão ou de entidade a que se refere o art. 5° desta lei.

Art. 3° - A educação básica pública no Estado será exercida em consonância com os planos, programas e projetos desenvolvidos pelos órgãos e pelas entidades a que se refere o art. 5° desta lei e abrange as atividades de docência, apoio pedagógico, assistência ao educando, apoio administrativo, apoio técnico-pedagógico, apoio técnicoadministrativo, direção, assessoramento, acompanhamento e normatização do sistema educacional.

Art. 4° - A estruturação das carreiras dos Profissionais de Educação Básica tem como fundamentos: I - a valorização do profissional da educação, observados: a) a unicidade do regime jurídico; b) a manutenção de sistema permanente de formação continuada, acessível a todo servidor, com vistas ao aperfeiçoamento profissional e à ascensão na carreira; c) o estabelecimento de normas e critérios que privilegiem, para fins de promoção e progressão na carreira, o desempenho profissional e a formação continuada do servidor, preponderantemente sobre o seu tempo de serviço; d) a remuneração compatível com a complexidade das tarefas atribuídas ao servidor e o nível de responsabilidade dele exigido para desempenhar com eficiência as atribuições do cargo que ocupa; e) a evolução do vencimento básico, do grau de responsabilidade e da complexidade de atribuições, de acordo com o grau e o nível em que o servidor esteja posicionado na carreira; II - a humanização da educação pública, observada a garantia de: a) gestão democrática da escola pública; b) oferecimento de condições de trabalho adequadas; III - o atendimento ao Plano Decenal da Educação Pública Estadual e, em cada unidade escolar, aos respectivos planos de desenvolvimento pedagógico e institucional; IV - a avaliação periódica de desempenho individual como requisito necessário para o desenvolvimento na carreira por meio de promoção e progressão, com valorização do desempenho eficiente das funções atribuídas à respectiva carreira.

Art. 5° - Os cargos das carreiras de que trata esta lei são lotados nos quadros de pessoal dos seguintes órgãos e entidades da Administração direta, autárquica e fundacional do Poder Executivo: I - na Secretaria de Estado de Educação - SEE -, cargos das carreiras de:

a) Professor de Educação Básica - PEB; b) Especialista em Educação Básica - EEB; c) Analista de Educação Básica - AEB; d) Assistente Técnico de Educação Básica - ATB; e) Assistente Técnico Educacional - ATE; f) Analista Educacional - ANE; g) Assistente de Educação - ASE; h) Auxiliar de Serviços de Educação Básica - ASB; II - na Fundação Helena Antipoff - FHA -, cargos das carreiras de: a) Professor de Educação Básica - PEB; b) Especialista em Educação Básica - EEB; c) Assistente Técnico de Educação Básica - ATB; d) Assistente Técnico Educacional - ATE; e) Analista Educacional - ANE; f) Assistente de Educação - ASE; g) Auxiliar de Serviços de Educação Básica - ASB; III - na Fundação Educacional Caio Martins - FUCAM -, cargos das carreiras de: a) Professor de Educação Básica - PEB; b) Especialista em Educação Básica - EEB; c) Analista de Educação Básica - AEB; d) Assistente Técnico de Educação Básica - ATB; e) Assistente Técnico Educacional - ATE; f) Analista Educacional - ANE; g) Assistente de Educação - ASE; h) Auxiliar de Serviços de Educação Básica - ASB; IV - no Conselho Estadual da Educação - CEE -, cargos das carreiras de:

a) Assistente Técnico Educacional - ATE; b) Analista Educacional - ANE; c) Assistente de Educação - ASE; d) Auxiliar de Serviços de Educação Básica - ASB.

Art. 6° - As atribuições dos cargos das carreiras dos Profissionais de Educação Básica do Estado são as constantes no Anexo II desta lei.

Art. 7° - A lotação dos cargos das carreiras de que trata esta lei nos quadros de pessoal dos órgãos e das entidades a que se refere o art. 5° será definida em decreto e fica condicionada à anuência das entidades envolvidas e à aprovação da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão - SEPLAG -, observado o interesse da Administração. Parágrafo único - No caso de extinção ou criação de órgão ou entidade, a lotação será estabelecida em decreto e fica condicionada à aprovação da SEPLAG.

Art. 8° - A mudança de lotação de cargos e a transferência de servidores entre os órgãos e as entidades do Poder Executivo somente serão permitidas dentro da mesma carreira. Parágrafo único - A transferência de servidor nos termos do “caput” deste artigo fica condicionada à existência de vaga no órgão ou entidade para o qual o servidor será transferido, nos termos da legislação vigente, respeitada a carga horária do cargo ocupado pelo servidor.

Art. 9° A cessão de servidor ocupante de cargo das carreiras de que trata esta Lei para órgão ou entidade em que não haja a carreira a que pertence o servidor somente será permitida para o exercício de cargo de provimento em comissão ou função gratificada, para adjunção ou disposição, nos termos da legislação vigente. (Artigo com redação dada pelo art. 45 da Lei nº 15.463, de 13/1/2005.)

Art. 10 - O ocupante de cargo de carreira instituída por esta lei atuará:

para a carreira de Professor de Educação Básica: a) habilitação específica obtida em curso de magistério de nível médio de escolaridade. no órgão central e nas Superintendências Regionais da SEE. de 29/6/2010.o Assistente Técnico Educacional e o Analista Educacional. na FUCAM e no CEE.975. (Alínea com redação dada pelo art. na FHA. na FHA.) .O ocupante de cargo da carreira de Analista Educacional que exerça atividade de inspeção escolar será lotado em Superintendência Regional de Ensino e atuará nas unidades escolares. III .I . 28 da Lei nº 15. o Especialista em Educação Básica. no órgão central e nas Superintendências Regionais da SEE.o Assistente da Educação e o Auxiliar de Serviços de Educação Básica.(Revogado pelo art. b) habilitação específica obtida em curso superior com licenciatura de curta duração. na FUCAM e no CEE. para ingresso no nível I. para ingresso no nível II.o Professor de Educação Básica. conforme o edital. de 27/10/2005.784. 12 . Parágrafo único . 11 . nas unidades educacionais. II .O ingresso em cargo de carreira de que trata esta lei ocorrerá nos níveis mencionados a seguir e dependerá de comprovação mínima de: I . nas unidades escolares.O ingresso em cargo de carreira instituída por esta lei depende de aprovação em concurso público de provas ou de provas e títulos e dar-se-á no primeiro grau do nível correspondente à escolaridade exigida. CAPÍTULO II DA CARREIRA SEÇÃO I DO INGRESSO Art. 29 da Lei nº 18.) Dispositivo revogado: “I . o Analista de Educação Básica e o Assistente Técnico de Educação Básica. Art.

para ingresso no nível I. para ingresso no nível III. nos termos do edital. de 27/10/2005.) V . Fisioterapia.c) habilitação específica obtida em curso superior com licenciatura plena ou graduação com complementação pedagógica. com graduação específica ou com licenciatura. para exercer atribuições técnico-administrativas e técnico-pedagógicas na área de sua formação profissional ou em área afim. 28 da Lei nº 15. conforme edital. de 31/3/2010. quando este for exigido por lei. entre outras. conforme o edital.802. 5º da Lei nº 18. . Serviço Social ou Biblioteconomia e registro em órgão de classe. para ingresso no nível V. e registro no órgão de classe.” (Alínea acrescentada pelo art. para ingresso no nível I.784. em Fonoaudiologia. para ingresso no nível I. Terapia Ocupacional. VI . de 27/10/2005. Psicologia. formação de nível superior. e registro no órgão de classe. conforme edital. III . formação de nível médio técnico. conforme o edital.para a carreira de Especialista em Educação Básica: a) habilitação específica em supervisão pedagógica ou orientação educacional obtida em curso superior de Pedagogia ou especialização em Pedagogia com licenciatura em área específica.para a carreira de Assistente Técnico de Educação Básica.para a carreira de Analista Educacional: a) formação de nível superior.para a carreira de Analista de Educação Básica. b) habilitação específica em supervisão pedagógica ou orientação educacional obtida em curso superior de Pedagogia ou especialização em Pedagogia com licenciatura em área específica acumulada com mestrado em educação ou em área afim. acumulada com mestrado em educação ou em área afim. 28 da Lei nº 15. para ingresso no nível I. acumulada com mestrado em educação ou área afim. b) formação de nível superior. IV .para a carreira de Assistente Técnico Educacional. para exercer atribuições técnico-administrativas e técnico-pedagógicas na área de sua formação profissional.784. para ingresso no nível I. com graduação específica. formação de nível médio técnico. (Alínea com redação dada pelo art. com graduação específica ou com licenciatura. (Inciso com redação dada pelo art. para ingresso no nível III. nos termos do edital. na forma de regulamento e conforme edital.) d) habilitação específica obtida em curso superior com licenciatura plena ou graduação com complementação pedagógica.) II . quando este for exigido por Lei. quando este for exigido por Lei. para ingresso no nível III.

Parágrafo único . VIII . VIII . que conterá.para a carreira de Auxiliar de Serviços de Educação Básica: a) conclusão da quarta série do ensino fundamental. d) de estar em dia com as obrigações militares. no mínimo: I .As instruções reguladoras dos processos seletivos serão publicadas em edital. III .o desempenho mínimo exigido para aprovação nas provas. tendo em vista as especificidades das atribuições do cargo. II . VII . 13 .192. . c) de estar no gozo dos direitos políticos.(Inciso com redação dada pelo art. para ingresso no nível I. IV .a escolaridade mínima exigida para o ingresso na carreira. se for o caso. VI . com exigência mínima de comprovação pelo candidato: a) de nacionalidade brasileira.o caráter eliminatório ou classificatório de cada etapa do concurso. 42 da Lei nº 16.os requisitos para a inscrição.a carga horária de trabalho.para a carreira de Assistente de Educação.os critérios de avaliação dos títulos. V . formação de nível médio. de caráter eliminatório e classificatório.O concurso público para ingresso nas carreiras dos Profissionais de Educação Básica será de provas ou de provas e títulos.o número de vagas existentes.as matérias sobre as quais versarão as provas e os respectivos programas.) VII . para ingresso no nível I. b) conclusão do ensino fundamental. b) de idade mínima de dezoito anos. para ingresso no nível II. de 23/6/2006. Art.

118 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição do Estado. 16 . 14 . dar-se-á dentro do prazo de validade do concurso.Para a posse em cargo de provimento efetivo. em razão de concurso público posterior à publicação desta lei. sujeita exclusivamente à revisão geral da remuneração dos servidores estaduais. § 3° . II .IX . poderá perceber a diferença a título de vantagem pessoal nominalmente identificada. cuja remuneração. III . por meio de avaliação médica. o candidato aprovado deverá comprovar: I .idoneidade e conduta ilibada. nos termos da legislação vigente.O prazo de validade do concurso será de até dois anos. gratificações e vantagens pessoais.O desenvolvimento do servidor em carreira de Profissional de Educação Básica dar-se-á mediante progressão ou promoção. Parágrafo único . a nomeação dos candidatos habilitados obedecerá à ordem de classificação e ao prazo de validade do concurso. prorrogável uma vez por igual período.A nomeação dos candidatos classificados em concurso público para carreira de Profissional de Educação Básica. no limite das vagas previstas no edital. 15 .Para o cálculo da diferença prevista no “caput” deste artigo. contados a partir da data de sua homologação. 13. não serão computados os adicionais a que se refere o art. § 2° . § 1° . incluídos adicionais. nos termos de regulamento.aptidão física e mental para o exercício do cargo. for superior à remuneração do cargo de carreira instituída por esta lei.Concluído o concurso público e homologados os resultados.o vencimento básico do cargo. ingressar em cargo de carreira dos Profissionais de Educação Básica. com jornada equivalente à do cargo de origem. Art. . Art. Seção II Do Desenvolvimento na Carreira Art.cumprimento dos requisitos constantes nos incisos VI e VII do parágrafo único do art.O servidor público ocupante de cargo de provimento efetivo do Poder Executivo do Estado de Minas Gerais que.

de 2/12/2011. IV .ter recebido duas avaliações de desempenho individual satisfatórias desde a sua progressão anterior.Parágrafo único . § 2° . o servidor poderá comprovar. . a aprovação em exame de certificação ocupacional realizado pela SEE ou por instituição por ela credenciada. nos termos das normas legais pertinentes. III .encontrar-se em efetivo exercício. (Vide art. § 1° . a contagem do interstício para fins de progressão será suspensa.comprovar a titulação mínima exigida.837. e a promoção deverá ser requerida pelo servidor. II .ter cumprido o interstício de cinco anos de efetivo exercício no mesmo nível. para completar o tempo de que trata este artigo. alternativamente.encontrar-se em efetivo exercício. desde a sua promoção anterior.Para promoção aos níveis em que a titulação mínima exigida seja a pós-graduação “lato sensu”. 17 . o mestrado ou o doutorado.Fará jus à progressão o servidor que preencher os seguintes requisitos: I . 22 da Lei nº 19.) Art.A progressão será concedida automaticamente ao servidor.ter recebido cinco avaliações de desempenho individual satisfatórias. § 1° . na forma de regulamento. na mesma carreira a que pertence.O período de afastamento por doença profissional será computado para efeitos de progressão e promoção. II . Art.Progressão é a passagem do servidor do grau em que se encontra para o grau subseqüente no mesmo nível da carreira a que pertence. reiniciando-se quando do retorno do servidor. 18 .ter cumprido o interstício de dois anos de efetivo exercício no mesmo grau.Fará jus à promoção o servidor que preencher os seguintes requisitos: I . nos termos das normas legais pertinentes. § 3° . nos termos do regulamento. § 2° .Nos casos de afastamento superior a noventa dias por motivo de licença para tratamento de saúde. cumpridos os requisitos legais. III .Promoção é a passagem do servidor de um nível para o imediatamente superior.

837. 13 da Lei nº 19. (Parágrafo com redação dada pelo art.§ 3° O posicionamento do servidor no nível para o qual for promovido dar-se-á no grau equivalente àquele em que estava posicionado no nível anterior. 19 . 18-A. o número de avaliações não realizadas no interstício será subtraído do número de avaliações de desempenho individual satisfatórias exigido para progressão ou promoção. de 2/12/2011.Após a conclusão do estágio probatório. por omissão da SEPLAG. (Artigo acrescentado pelo art. 12 da Lei nº 19.) § 4° . . Planejamento. de 2/12/2011. 20 . Art. na hipótese de formação complementar ou superior àquela exigida para o nível em que o servidor estiver posicionado. desde que o servidor tenha sido aprovado. desde que relacionada com a natureza e a complexidade da respectiva carreira. reiniciando-se quando do retorno do servidor. observado o disposto na Lei Complementar n° 64. Gestão e Finanças.Se. 22 – Haverá progressão ou promoção por escolaridade adicional. de 25 de março de 2002. 21 .837. Art. O período de efetivo exercício no cargo de provimento em comissão de Diretor de Escola será aproveitado para fins de contagem de tempo para progressão. o servidor considerado apto será posicionado no segundo grau do nível de ingresso na carreira. Art. aplicando-se fator de redução ou supressão do interstício necessário e do quantitativo de avaliações periódicas de desempenho individual satisfatórias para fins de progressão ou promoção. após aprovação da Câmara de Coordenação-Geral.Nos casos de afastamento superior a noventa dias por motivo de licença para tratamento de saúde. na data da promoção.) Art.A contagem do prazo para fins da primeira promoção e da segunda progressão terá início após a conclusão do estágio probatório. nos termos de decreto. promoção e aposentadoria em mais de um cargo. Art. nas hipóteses legalmente permitidas de acumulação de cargos de provimento efetivo. para completar o tempo de que trata este artigo. deixar de ser realizada uma ou mais avaliações de desempenho. a contagem do interstício para fins de promoção será suspensa.

Art. Analista de Educação Básica e Analista Educacional. de 27/10/2005. 43 da Lei nº 16192.O poder público incentivará a formação no nível de pós-graduação dos servidores das carreiras de Professor de Educação Básica. Poderá ser aplicado fator de redução ou supressão do interstício necessário e do quantitativo de avaliações periódicas de desempenho individual satisfatórias para fins de progressão ou promoção. de 23/6/2006. Art.ADE. Gestão e Finanças. para tais fins. contando-se.Na hipótese prevista no inciso II do “caput” deste artigo. § 1° .Nas hipóteses previstas no inciso I do “caput” deste artigo. .(Caput com redação dada pelo art. 27 da Lei nº 15961.) (Parágrafo com redação dada pelo art. sendo vedado seu aproveitamento para fins de concessão de qualquer vantagem pecuniária. o afastamento ensejará a suspensão do período aquisitivo para fins de promoção e progressão. salvo para concessão do Adicional de Desempenho . o período anterior ao afastamento. 29 da Lei nº 15784. nos termos de decreto. (Parágrafo acrescentado pelo art. Especialista em Educação Básica. o tempo anterior ao cumprimento da penalidade aplicada não poderá ser computado para efeito de integralização do interstício. ter exercido por no mínimo três anos o cargo de Diretor de Escola. § 2° . b) exonerado ou destituído de cargo de provimento em comissão ou função gratificada que estiver exercendo. de 30/12/2005. II . 22 somente poderão ser utilizados uma única vez. 25 . na forma de regulamento. 23 . mediante certificação. após aprovação da Câmara de Coordenação Geral.) Parágrafo único.) Art. 24 .afastar-se das funções específicas de seu cargo. no período aquisitivo: I .Perderá o direito à progressão e à promoção o servidor que. desde que tenha sido concluída a respectiva avaliação periódica de desempenho individual. excetuados os casos previstos como de efetivo exercício nas normas estatutárias vigentes e em legislação específica.sofrer punição disciplinar em que seja: a) suspenso. para os servidores do Grupo de Atividades de Educação Básica que comprovarem. Planejamento.Os títulos apresentados para aplicação do disposto no art.

Em situações excepcionais.) (Vide art.) (Vide art.Secretário de Escola.) II . 29. § 2° . de 21/1/2011.975. de 30/12/2005. de 25/9/2007. de 27/1/2011.357. 35 da Lei Delegada nº 182.975.) (Vide art. na função de Coordenador de Escola a que se refere o inciso II do art.961. 127 da Lei nº 15.837. com um quantitativo de quatro mil cargos.961. 6º da Lei nº 17006.) (Vide arts. de 2/12/2011.Diretor de Escola. de 18/1/2008. 9º da Lei nº 19. 12 da Lei nº 18. (Vide anexo XXX da Lei nº 15.) (Vide art. nos termos da legislação vigente. 26 .) .837. de 27/1/2011. (Vide art. 1º da Lei Delegada nº 174. 13 da Lei nº 18.) (Vide art. o cargo de Diretor de Escola poderá ser ocupado por Analista Educacional habilitado em Inspeção Escolar. será exercido em regime de dedicação exclusiva por servidor ocupante de função ou cargo das carreiras de Professor de Educação Básica e Especialista em Educação Básica. de 30/12/2005.) (Vide art. de 29/6/2010. de 2/12/2011. com um quantitativo de quatro mil cargos. sem afastamento da regência. § 1° .CAPÍTULO III DOS CARGOS EM COMISSÃO E DAS GRATIFICAÇÕES DE FUNÇÃO Art. a direção será exercida por professor da própria escola.) (Vide art. 5º e 6º da Lei nº 17. (Vide art.O cargo de Diretor de Escola. de 29/6/2010. 7º da Lei nº 19. de 26/1/2007. 3º da Lei Delegada nº 184.São de provimento em comissão os cargos de: I .) (Vide art. 27 .Nas escolas com até quatro turmas que ofereçam apenas a educação infantil e as séries iniciais do ensino fundamental.) Art. com carga horária de quarenta horas semanais. 3º da Lei Delegada nº 184.

conforme a tabela constante no item V. conforme a tabela constante no item V. O Especialista em Educação Básica no exercício da função de Vice-Diretor cumprirá trinta horas semanais. de 13/1/2005. é exclusivo de servidor ocupante de função ou cargo das carreiras dos Profissionais de Educação Básica. (Caput com redação dada pelo art. 29 . de 29 de junho de 2010. 10 da Lei nº 19. com jornada de trabalho semanal de 30 horas.1 do Anexo V desta Lei. é restrito a ocupante de função ou cargo das carreiras de Professor de Educação Básica e Especialista em Educação Básica. à exceção da carreira de Especialista em Educação Básica.São gratificações de função: I – a de Vice-Diretor de Escola.) Art. O servidor que perceber a gratificação de função de Vice-Diretor cumprirá jornada de trabalho semanal de trinta horas. com exercício em unidade escolar.) § 2º. de 29/6/2010. complementando a carga horária de quarenta horas. O exercício da função de Vice-Diretor.837.) § 1º. a que se refere o inciso I do art. (Inciso com redação dada pelo art.961.975.O cargo de Secretário de Escola. 18 da Lei nº 18975. no desempenho da sua especialidade. 126 da Lei nº 15. com carga horária semanal de trinta horas. 10 da Lei nº 19.837. 28 .463. quando for o caso. . de 30/12/2005.837.) Art.Art.) III – a de Coordenador de Posto de Educação Continuada – Pecon – . 10 da Lei nº 19.2 do Anexo V desta Lei. de 2/12/2011. a que se refere o Anexo III da Lei n° 18.) II – a de Coordenador de Escola. hipótese em que não fará jus ao acúmulo de gratificações. (Vide art. (Inciso com redação dada pelo art. de 2/12/2011. em valor proporcional ao número de alunos. (Parágrafo com redação dada pelo art. 29. 30. observado o limite máximo de quatro turmas. (Inciso com redação dada pelo art. correspondente a 40% (quarenta por cento) do subsídio do cargo de Diretor de Escola – D-VI. 46 da Lei nº 15. de 2/12/2011. em valor proporcional ao número de turmas.

de 29/6/2010. exercidas por habilitação em gratificação provimento (Vide alínea “c” do inciso III do art.(Parágrafo com redação dada pelo art. 31 . (Inciso acrescentado pelo art. 32 O Profissional de Educação Básica sujeito à exigência de dedicação exclusiva não pode ocupar outro cargo. Assistente Técnico Educacional e Assistente de Educação. 18 da Lei nº 18. 30 da Lei nº 15. em regime de dedicação exclusiva. II seis horas destinadas a reuniões e outras atribuições e atividades específicas do cargo.As atividades de inspeção escolar serão servidor ocupante do cargo de Analista Educacional.) Art. com Inspeção Escolar.) § 1° A carga horária semanal de trabalho de Professor de Educação Básica compreenderá: I dezoito horas destinadas à docência. de 27/10/2005. de 29/6/2010. Estado ou Município. emprego ou função públicos na União. 33 A carga horária semanal de trabalho do servidor que ingressar em cargo das carreiras dos Profissionais de Educação Básica será de: I vinte e quatro horas para as carreiras de Professor de Educação Básica e Especialista em Educação Básica. Assistente Técnico de Educação e Auxiliar de Serviços de Educação Básica. .) Art. com de cinqüenta por cento do vencimento básico do cargo de efetivo. IV – trinta ou quarenta horas para a carreira de Auxiliar de Serviços de Educação Básica na Fundação Caio Martins e na Fundação Helena Antipoff. 2º da Lei nº 18.975. II trinta horas para as carreiras de Analista de Educação Básica. CAPÍTULO IV DA CARGA HORÁRIA DE TRABALHO Art. III quarenta horas para as carreiras de Analista Educacional.975.784.

463.) § 4° As aulas assumidas na forma do § 2° deste artigo passarão a integrar a carga horária semanal do professor. de 13/1/2005. na hipótese de não haver aulas suficientes para cumprimento integral da carga horária a que se refere o inciso I do “caput” deste artigo na escola em que estiver em exercício. (Parágrafo acrescentado pelo art. de 13/1/2005. § 1° Para efeito do disposto neste artigo.) § 3° O vencimento básico do Professor de Educação Básica de que trata este artigo será estabelecido conforme tabela prevista no parágrafo único do art. (Parágrafo com redação dada pelo art. hipótese em que a remuneração será proporcional à carga horária.463. § 4° A carga horária do Professor de Educação Básica não poderá ser reduzida. 34 O cargo efetivo de Professor de Educação Básica poderá ser provido. de 13/1/2005. 47 da Lei nº 15.NET -. excepcionalmente. de 13/1/2005. serão destinadas à docência. de 13/1/2005. cinco horas. 48 da Lei nº 15. 48 da Lei nº 15. salvo na ocorrência de remoção e de mudança de lotação. com expressa aquiescência do professor. na forma de regulamento. na recuperação de alunos ou na educação de jovens e adultos. no mínimo. (Parágrafo com redação dada pelo art. na opção semipresencial.463.463. hipótese em que a remuneração será proporcional à nova carga horária. (Parágrafo com redação dada pelo art.) § 3° O Professor de Educação Básica deverá integralizar sua carga horária em outra escola.§ 2° O Professor de Educação Básica que exercer a docência na função de Professor no Núcleo de Educação Tecnológica .) Art. para um mesmo conteúdo curricular. salvo na ocorrência de remoção e de mudança de lotação. a qual não poderá ser reduzida após essa alteração.463. (Parágrafo com redação dada pelo art. com expressa aquiescência do professor. 48 da Lei nº 15. 42 e será proporcional ao número de horas semanais fixadas para o cargo na forma de regulamento.) § 2° O Professor de Educação Básica que estiver cumprindo a carga horária semanal de que trata o caput assumirá as aulas de mesmo conteúdo curricular que surgirem na escola em que estiver em exercício em cargo vago. no ensino do uso de biblioteca. até o limite de dezoito horas semanais destinadas a docência. com carga horária igual ou superior a sete horas e inferior a vinte e quatro horas semanais. . no mínimo. cumprirá vinte e duas horas semanais na docência e duas horas semanais destinadas a reuniões. e a reuniões. duas horas. 47 da Lei nº 15.

49 da Lei nº 15463.(Parágrafo com redação dada pelo art. 48 da Lei nº 15.) . 35. (Inciso com redação dada pelo art. II redução do número de turmas ou de aulas na escola em que estiver atuando. 13 da Lei nº 15788. III . § 5° O servidor ocupante de dois cargos de Professor de Educação Básica fará jus à extensão de que trata o “caput”.463.) § 7° A extensão de carga horária concedida ao Professor de Educação Básica não poderá ser reduzida em um mesmo ano letivo. de 13/1/2009. remuneradas com valor adicional proporcional ao valor do vencimento básico estabelecido na tabela da carreira de Professor de Educação Básica. para que seja ministrado conteúdo curricular para o qual o professor seja habilitado ou que esteja autorizado a lecionar. após anuência do servidor. A carga horária semanal de trabalho do Professor de Educação Básica poderá ser acrescida de até dezoito horas-aula. § 6° – O valor adicional percebido em decorrência da extensão da carga horária de que trata este artigo não constituirá base de cálculo para descontos previdenciários.retorno do titular do cargo. (Parágrafo com redação dada pelo art.) § 1° A extensão de que trata este artigo será concedida pela SEE. de 13/1/2005. (Parágrafo com redação dada pelo art. 1º da Lei nº 18040. (Caput com redação dada pelo art. enquanto perdurar essa situação.) Art. § 4° A extensão de que trata este artigo não poderá exceder a dois anos se decorrente da existência de cargo vago.) § 3° A extensão de que trata este artigo independe da existência de cargo vago. excluídas desse total as aulas assumidas por exigência curricular. 1º da Lei nº 18040. de 13/1/2005. desde que o somatório das horas destinadas à docência dos dois cargos não exceda a trinta e seis horas. de 27/10/2005. quando a extensão resultar de substituição. de 13/1/2009. exceto nos casos de: I desistência do servidor. § 2º As aulas atribuídas por exigência curricular não estão incluídas no limite estabelecido no caput.

de 25/9/2007.afastamento do efetivo exercício do cargo. § 1° – O valor do vencimento básico proporcional percebido em decorrência da exigência curricular de que trata o "caput" não constituirá base de cálculo para descontos previdenciários. (Parágrafo com redação dada pelo art.) (Vide inciso VII do art.) . de 27/10/2005. (Inciso com redação dada pelo art. 49 da Lei nº 15463.) Art. de 29/6/2010. se for em decorrência de substituição. 4º da Lei nº 17006. de 27/10/2005. nos termos da legislação vigente. 13 da Lei nº 15788.IV provimento do cargo.) (Vide art. cumprir carga horária semanal superior a dezoito horas-aula deverá assumi-la obrigatoriamente. 36 – O Professor de Educação Básica que. de 5 de novembro de 2007. ocupante de cargo com carga horária semanal inferior a dezoito horas-aula. § 8° – A extensão de carga horária de que trata este artigo somente será concedida ao Professor de Educação Básica ocupante de cargo com número de aulas inferior a dezoito horas-aula semanais. quando a extensão resultar da existência de cargo vago. 7º da Lei Complementar nº 100. 4º da Lei nº 17006. por exigência curricular. § 2° – O valor do vencimento básico proporcional de que trata este artigo é inacumulável com a vantagem pessoal prevista no art. de 25/9/2007. no mesmo conteúdo curricular. poderá ser atribuída extensão de carga horária no mesmo conteúdo do cargo.) (Vide art. (Artigo com redação dada pelo art. com ou sem remuneração. (Parágrafo acrescentado pelo art. de 13/1/2009. 1º da Lei nº 18040. 3º da Lei nº 18975.) VII resultado insatisfatório na avaliação de desempenho individual. em cargo vago ou em substituição. 49 desta lei. de 13/1/2005. 13 da Lei nº 15788. enquanto permanecer nessa situação. V ocorrência de movimentação de professor. por período superior a sessenta dias no ano. VI .) § 9º Ao servidor alcançado pelo art. com vencimento básico proporcional ao valor estabelecido na tabela da carreira de Professor de Educação Básica.

37 Para a obtenção do número de cargos das carreiras de que trata esta lei. b) dezenove mil trezentos e onze cargos de Técnico de Nível Médio. h) quatorze mil quatrocentos e trinta e nove cargos de Auxiliar de Nível Médio. q) seis cargos de Programador Visual. c) cinqüenta e um cargos de Auxiliar de Enfermagem. n) cinqüenta e oito cargos de Analista de Sistemas. r) oitenta e oito cargos de Analista de Obras Públicas. na forma da correlação estabelecida no Anexo IV. . g) dois mil e setenta e sete cargos de Auxiliar de Biblioteca. o) três mil seiscentos e vinte e nove cargos de Técnico de Nível Superior. na SEE. são realizados os seguintes procedimentos: I ficam os cargos de provimento efetivo lotados nos órgãos e nas entidades relacionados no art. i) três mil setecentos e onze cargos de Auxiliar de Secretaria. e) quatro mil e vinte e sete cargos de Tesoureiro Escolar. os seguintes cargos vagos de provimento efetivo. f) dois mil cento e sessenta e três cargos de Assistente de Turno. m) dois cargos de Analista de Atividade Fazendária. l) vinte e um cargos de Analista de Agropecuária.CAPÍTULO V DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS E FINAIS Art. previsto no Anexo I. j) dezessete cargos de Analista da Saúde. que ficam extintos: a) mil oitocentos e dezoito cargos de Auxiliar Administrativo. s) quarenta e três cargos de Analista de Comunicação Social. no total de cinqüenta e seis mil novecentos e setenta e nove. p) quatro cargos de Pesquisador. ressalvados. 5° transformados em cargos das carreiras instituídas por esta lei. d) vinte e seis cargos de Laboratorista.

considerados o órgão ou a entidade de lotação do cargo e a unidade de exercício. Parágrafo único A identificação dos cargos transformados. 5° será concedido o direito de optar por não ser enquadrado na estrutura das carreiras instituídas por esta lei.(Revogado pelo art. 5° serão enquadrados na estrutura estabelecida no Anexo I. for ocupante de cargo de provimento efetivo lotado nos órgãos e nas entidades relacionados no art. 48 da Lei nº 15784. na data de publicação desta lei. contados da data de publicação do decreto que estabelecer as regras de posicionamento. 39 . observado o seguinte: I a opção a que se refere o “caput” deverá ser formalizada por meio de requerimento escrito.t) cinco mil trezentos e quarenta e nove cargos de Analista da Educação. Parágrafo único O servidor que optar pelo não-enquadramento. II o prazo para a opção a que se refere o “caput” será de noventa dias. conforme tabela de correlação constante no Anexo IV. 5°. 39 Ao servidor que. Art. na data de publicação desta lei. II ficam criados vinte e sete mil setecentos e cinqüenta cargos de provimento efetivo de Auxiliar de Serviços de Educação Básica ASB. os órgãos regionais e as unidades escolares dos órgãos e das entidades relacionados no art. não fará jus às vantagens atribuídas às carreiras instituídas por esta lei. Parágrafo único Para fins do disposto no “caput”. dirigido ao Secretário de Estado de Educação. na forma deste artigo. forem ocupantes de cargo de provimento efetivo lotado nos órgãos e nas entidades relacionados no art. v) dezenove cargos de Rádio Técnico. u) cento e vinte cargos de Analista da Administração.) Dispositivo revogado: “Art. Art. consideramse unidades de exercício o órgão central.” . 38 Os servidores que. de 27/10/2005. criados e extintos por esta lei será feita em decreto.

42 A tabela de vencimento básico das carreiras dos Profissionais de Educação Básica será estabelecida em lei. 40 Na ocorrência da opção prevista no art. Art. 33 e no § 2° do art.) Dispositivo revogado: “Art. o direito previsto no art. observada a estrutura prevista no Anexo I.Art.(Revogado pelo art. 37. III o vencimento básico do cargo de provimento efetivo percebido pelo servidor na data de publicação do decreto a que se refere o “caput”. de 27/10/2005. e abrangerão critérios que conciliem: I a escolaridade do cargo de provimento efetivo ocupado pelo servidor. 43 As regras de posicionamento decorrentes do enquadramento a que se refere o art. II o tempo de serviço no cargo de provimento efetivo transformado por esta lei. 40 . Parágrafo único O vencimento básico dos cargos das carreiras de que trata esta lei será estabelecido em tabela que conterá valores diferenciados para as cargas horárias definidas nos incisos do “caput” do art. 39. 42.(Revogado pelo art. somente se efetivará após a vacância do cargo original. nos termos do inciso I do art. 48 da Lei nº 15784. acrescido pela Emenda à Constituição n° 57. Art. . após a publicação da lei de que trata o art. § 1° As regras de posicionamento não acarretarão redução da remuneração percebida pelo servidor na data de publicação do decreto que as estabelecer. nos termos do art. de 27/10/2005. 39. bem como ao que fizer a opção de que trata o art. 38.” Art. 115 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição do Estado. de 15 de julho de 2003. 43 . a transformação do cargo ocupado pelo servidor em cargo de carreira constante no Anexo I. 48. 41 Fica assegurado ao servidor que for enquadrado nas carreiras de que trata esta lei. 48 da Lei nº 15784.) Dispositivo revogado: “Art. 38 serão estabelecidas em decreto.

254. observada a correlação estabelecida no Anexo IV. será transformado em cargo de uma das carreiras dos Profissionais de Educação Básica. 38 e 43.(Revogado pelo art. § 3° Os atos de posicionamento a que se refere o “caput” deste artigo serão formalizados por meio de resolução conjunta do Secretário de Estado de Educação e do Secretário de Estado de Planejamento e Gestão. para consulta pública. 45 O cargo correspondente à função pública a que se refere a Lei n° 10. 105 e 106 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. bem como do decreto a que se refere o art. cujo detentor tiver sido efetivado em decorrência do disposto nos arts. 43. § 2° Enquanto não ocorrer a publicação dos atos de posicionamento de que trata o “caput” deste artigo.” § 3º .§ 2° O texto do decreto que estabelecer as regras de posicionamento ficará disponível. 38 somente ocorrerão após a publicação da lei que estabelecer a tabela de vencimento básico das carreiras de que trata esta lei. na página da SEPLAG na internet. de 13 de junho de 2001.) . após notícia prévia no órgão oficial de imprensa do Estado.” Art. durante. § 1° Os atos a que se refere o “caput” deste artigo somente produzirão efeitos após sua publicação. § 2º .(Revogado pelo art. 44 . de 20 de julho de 1990. acrescido das vantagens previstas na legislação vigente.) Dispositivo revogado: “§ 2° Aplicam-se ao detentor do cargo a que se refere o “caput” deste artigo as regras de enquadramento e posicionamento de que tratam os arts. § 1° Os cargos resultantes da transformação de que trata o “caput” deste artigo serão extintos com a vacância. acrescidos pela Emenda à Constituição do Estado n° 49. será mantido o valor do vencimento básico percebido pelo servidor ocupante de cargo das carreiras de que trata esta lei na data de publicação do decreto que estabelecer as regras de posicionamento. 48 da Lei nº 15784. de 27/10/2005. os quinze dias anteriores à data de sua publicação. de 27/10/2005. pelo menos.) Dispositivo revogado: “Art.” Art. 48 da Lei nº 15784. de 27/10/2005. 44 Os atos de posicionamento dos servidores efetivos decorrentes do enquadramento de que trata o art. 48 da Lei nº 15784.(Revogado pelo art.

de 27/10/2005. na data de publicação desta lei.” § 4° A função pública de que trata o § 3° deste artigo extingue-se com a vacância. para tal fim. forem ocupantes de cargos de provimento efetivo transformados em cargos das carreiras de que trata esta lei. for ocupante de cargo de provimento efetivo do Quadro de Magistério. lotado em caráter excepcional no órgão central da SEE e nas suas Superintendências Regionais de Ensino. 48 da Lei nº 15784. observada a correlação estabelecida para o cargo que ocupa. observadas as regras de enquadramento e posicionamento a que se referem os arts. Art.346. de 27 de julho de 2001.(Revogado pelo art.” Art. .) Dispositivo revogado: “Art. 38 e 43 e mantida a identificação como “função pública”.254. na data de publicação desta lei. de 1990. o cargo ou a função em que se deu a aposentadoria. 47 . e da Lei n° 13. 47 O servidor inativo será enquadrado na estrutura das carreiras de que trata esta lei. de 5 de dezembro de 1986. apenas para fins de percepção do vencimento básico correspondente ao nível e ao grau em que for posicionado. será enquadrado em uma das carreiras instituídas por esta lei. com a mesma denominação do cargo em que for posicionado. 39 desta lei.413. levando-se em consideração. de 2 de julho de 1987. Parágrafo único Ao servidor inativo fica assegurado o direito à opção de que trata o art.961. que não tenha sido efetivado será enquadrado na estrutura das carreiras de que trata esta lei apenas para fins de percepção do vencimento básico correspondente ao nível e ao grau em que for posicionado. com as mesmas regras estabelecidas para o servidor ativo.Dispositivo revogado: “§ 3° O detentor de função pública a que se refere a Lei n° 10. Art. 46 O servidor que. 48 Fica mantida a carga horária semanal de trabalho dos servidores que. nos termos da Lei n° 9. observadas as regras de posicionamento estabelecidas para os servidores ativos. ou no Conselho Estadual de Educação. nos termos da Lei n° 9. na forma da correlação constante no Anexo IV. § 5° O quantitativo de cargos a que se refere o § 1° deste artigo e de funções públicas de que trata o § 3° deste artigo é o constante no Anexo III.

Art. IV quarenta horas para os servidores ocupantes de cargos lotados na FUCAM e na FHA. respeitado o disposto nos §§ 1°. 49. passará a vantagem pessoal.) Art. II vinte e quatro ou quarenta horas para os servidores dos órgãos e das entidades relacionados no art. § 2° A carga horária semanal de trabalho do servidor a que se refere o “caput” deste artigo é de: I vinte e quatro horas para os servidores dos órgãos e das entidades relacionados no art. 51 da Lei nº 15463. excetuando-se os que se enquadrarem nas hipóteses previstas nos incisos I e II. no que couber. 35.) (Vide inciso V do parágrafo único do art. 1998 e 5 de agosto de 2004. aos adicionais por tempo de o valor decorrente de aulas concedido entre 5 de junho de ser percebido a título de (Artigo com redação dada pelo art. Art. O valor correspondente serviço que teve como base de cálculo facultativas ou exigência curricular. articular-se com a SEPLAG para a sua execução. 2º da Lei nº 18975. 33 e no art. na data de publicação desta lei. de 13/1/2005. conforme a situação de cada servidor na data de publicação desta lei. de 29/6/2010. excetuando-se os que se enquadrarem nas hipóteses previstas nos incisos I e II. III trinta ou quarenta horas para os servidores ocupantes de cargos lotados na SEE e no CEE.§ 1° Aplica-se o disposto no “caput” deste artigo aos servidores que. 2° e 3° do art. 51 Esta lei será regulamentada pelo Poder Executivo. 50 Compete à SEE adotar as medidas necessárias para o cumprimento desta lei e. Art. forem detentores de função pública. 5° que tiverem seus cargos transformados em cargos de Professor de Educação Básica. 5° que tiverem seus cargos transformados em cargos de Especialista em Educação Básica. . conforme a situação de cada servidor na data de publicação desta lei. 52 Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.

654 165. com habilitação em magistério Superior. Aécio Neves . com licenciatura de curta duração Superior. 1°. em Belo Horizonte. com licenciatura plena ou com complementação pedagógica Superior.654 V VI 165. com licenciatura especílado com doutorado Quantidade 165.Palácio da Liberdade. acumulado com pós-graduação “lato.654 165.1 – Estrutura da Carreira de Professor de Educação Básica Carga horária semanal de trabalho: 24 horas Nível I II III IV Nível de escolaridade Médio. com licenciatura específica.Governador do Estado ANEXO I (a que se referem os arts.293.654 Continuação da tabela I. com licenciatura plena ou com complementação pedagógica.654 165.1 Grau A I-A II-A III-A B I-B II-B II-B C I-C II-C III-C D I-D II-D III-D E I-E II-E III-E . aos 5 de agosto de 2004. 38 e 42 da Lei n° 15. na forma do regulamento Superior. acumulado com mestrado Superior. 37.sensu”.654 165. de de de 2004) ESTRUTURA DAS CARREIRAS DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO BÁSICA I.

654 165. com licenciatura específica. na forma do regulamento Superior. com licenciatura plena ou com com-plementação pedagógica. com habilitação em magistério Superior. acumulado com mestrado Superior. acumulado com doutorado Quantidade 165. com licenciatura de curta duração Superior. com licenciatura específica.654 165.654 165.654 Continuação da tabela Grau F I-F II-F G I-G II-G H I-H II-H I I-I II-I J I-J II-J III-F IV-F V-F VI-F II-G IV-G V-G VI-G III-H IV-H V-H VI-H III-I IV-I V-I VI-I III-J IV-J V-J VI-J . com licenciatura plena ou com complementação pedagógica Superior. acu-mulado com pós-graduação “lato sensu”.654 VI 165.654 V 165.IV-A V-A VI-A IV-B V-B VI-B IV-C V-C VI-C IV-D V-D VI-D IV-E V-E VI-E Nível I II III IV Nível de escolaridade Médio.

acumulado com doutorado Quantidade 165.) (Vide art.654 Continuação da tabela Grau L I-L II-L III-L IV-L V-L VI-L M I-M II-M II-M IV-M V-M VI-M N I-N II-N III-N IV-N V-N VI-N O I-O II-O III-O IV-O V-O VI-O P I-P II-P III-P IV-P V-P VI-P (Item com redação dada pelo anexo IV da Lei nº 15.784.654 165. com licenciatura específica. com habilitação em magistério Superior. de 27/10/2005.654 165. com licenciatura plena ou com com-plementação pedagógica.) .Nível I II III IV Nível de escolaridade Médio. acu-mulado com pós-graduação “lato sensu”.654 V 165. de 27/10/2005. na forma do regulamento Superior.654 VI 165.654 165. com licenciatura plena ou com complementação pedagógica Superior.784. com licenciatura de curta duração Superior. 26 da Lei nº 15. acumulado com mestrado Superior. com licenciatura específica.

I. acumulado com curso de pós-graduação “lato sensu”. acumulado com mestrado Superior. com licenciatura ou especialização em pedagogia Especia lista em Educação Básica (EEB) III II Superior. com licenciatura em Pedagogia ou graduação específica com especialização em Pedagogia. com licenciatura em Pedagogia ou graduação específica com especialização em Pedagogia. na forma do regulamento Superior.2 Grau A IA IIA III A IV A B IB IIB III B IV B C IC IIC III C IV C D ID IID III D IV D E IE IIE III E IV E F IF IIF III F IV F G IG IIG III G IV G H IH IIH III H IV H I II II I J IJ IIJ L IL IIL III L IV L M IM IIM III M IV M N IN IIN III N IV N O IO IIO III O IV O P IP IIP III P IV P III IIIJ I I V I IV J I. com licenciatura em Pedagogia ou graduação específica com especialização em Pedagogia.885 IV Continuação da tabela I. acumulado com doutorado 11.2 – ESTRUTURA DA CARREIRA DE ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO BÁSICA Carga horária semanal de trabalho: 24 ou 40 horas Cargo Nível I Nível de escolaridade Quantidade Superior.3 – ESTRUTURA DA CARREIRA DE ANALISTA DE EDUCAÇÃO BÁSICA .

AEB Carga horária semanal de trabalho: 30 ou 40 horas Nível I II III Superior Superior Nível de escolaridade 624 624 624 Quantidade Superior acumulado com pós-graduação “lato sensu”.3 Grau A I-A II-A III-A IV-A V-A B I-B II-B II-B IV-B V-B C I-C II-C III-C IV-C V-C D I-D II-D III-D IV-D V-D E I-E II-E III-E IV-E V-E Nível I II Superior Superior Nível de escolaridade 624 624 Quantidade . na forma do regulamento IV V Superior acumulado com mestrado Superior acumulado com doutorado 624 624 Continuação da tabela I.3 .Estrutura da Carreira de Analista de Educação Básica .Carga horária semanal de trabalho: 30 ou 40 horas I.

III IV V Superior acumulado com pós-graduação “lato sensu”. na forma do regulamento Superior acumulado com mestrado Superior acumulado com mestrado 624 624 624 Continuação da tabela Grau F I-F II-F III-F IV-F V-F G I-G II-G II-G IV-G V-G H I-H II-H III-H IV-H V-H I I-I II-I III-I IV-I V-I J I-J II-J III-J IV-J V-J Nível I II III IV V Superior Superior Nível de escolaridade 624 624 624 624 624 Quantidade Superior acumulado com pós-graduação “lato sensu”. na forma do regulamento Superior acumulado com mestrado Superior acumulado com mestrado Continuação da tabela Grau L I-L II-L III-L IV-L M I-M II-M II-M IV-M N I-N II-N III-N IV-N O I-O II-O III-O IV-O P I-P II-P III-P IV-P .

de 23/6/2006.185 IV V Ensino Superior Pósgraduação “lato sensu” ou “stricto sensu” IV-A V-A IV-B V-B IV-C V-C IV-D V-D Quantidade A I-1 II-A B I-B II-B C I-C II-C D I-D II-D III III-A III-B III-C III-D Assistente técnico de Educação Básica (ATB) .4 . de 27/10/2005. 26 da Lei nº 15.) (Vide art. de 27/10/2005.784. 44 da Lei nº 16.ESTRUTURA DA CARREIRA DE ASSISTENTE TÉCNICO DE EDUCAÇÃO BÁSICA Carga horária semanal de trabalho: 30 ou 40 horas Grau Cargo Nível Nível de escolaridade I II Ensino médio técnico Ensino médio técnico acumulado com uma certificação Ensino médio técnico com duas certificações 22.) (Vide art.192.784.) I.V-L V-M V-N V-O V-P (Item com redação dada pelo anexo IV da Lei nº 15.

185 IV V Ensino Superior Pósgraduação “lato sensu” ou “stricto sensu” IV-E V-E IV-F V-F IV-G V-G IV-H V-H Grau Cargo Nível Nível de escolaridade I II Ensino médio técnico Ensino médio técnico acumulado com uma certificação Ensino médio Quantidade I I-I II-I J I-J II-J L I-L II-L M I-M II-M III III-I III-J III-L III-M .Grau Cargo Nível Nível de escolaridade I II Ensino médio técnico Ensino médio técnico acumulado com uma certificação Ensino médio técnico com duas certificações Quantidade E I-E II-E F I-F II-F G I-G II-G H I-H II-H III III-E III-F III-G III-H Assistente técnico de Educação Básica (ATB) 22.

185 IV V Ensino Superior Pósgraduação “lato sensu” ou “stricto sensu” IV-N V-N IV-O V-O IV-P V-P Quantidade N I-N II-N O I-O II-O P I-P II-P III III-N III-O III-P Assistente técnico de Educação Básica (ATB) (Anexo com redação dada pelo Anexo I da Lei nº 18. 4º da Lei nº 18. de 31/3/2010. de 31/3/2010.5 – ESTRUTURA DA CARREIRA DE ASSISTENTE TÉCNICO EDUCACIONAL .) I.185 IV-I V-I IV-J V-J IV-L V-L IV-M V-M Grau Cargo Nível Nível de escolaridade I II Ensino médio técnico Ensino médio técnico acumulado com uma certificação Ensino médio técnico com duas certificações 22.técnico com duas certificações Assistente técnico de Educação Básica (ATB) IV V Ensino Superior Pósgraduação “lato sensu” ou “stricto sensu” 22.) (Vide art.802.802.

5 Grau A IA IIA B IB IIB C IC IIC D ID IID E IE IIE F IF IIF G IG IIG H IH IIH I II II I J IJ IIJ L IL IIL M IM IIM N IN IIN O IO IIO P IP IIP IIIA IIIB IIIC IIID IIIE IIIF IIIG IIIH IV A IV B IV C IV D IV E IV F IV G IV H III IIIJ IIIL IIIM IIIN IIIO IIIP I I V I IV J IV L IV M IV N IV O IV P (Vide art.802.) (Vide art.417 Ensino médio técnico acumulado com duas certificações Ensino Superior Continuação da tabela I. de 25/9/2007. 2º da Lei nº 17. de 31/3/2010. 30 ou 40 horas 1. 4º da Lei nº 18.Carga horária semanal de trabalho: 30 ou 40 horas Cargo Nível I Nível de escolaridade Ensino médio técnico Ensino médio técnico acumulado com uma certificação Quantidade Assistente Técnico Educacional (ATE) II III IV 2.6 – ESTRUTURA DA CARREIRA DE ANALISTA EDUCACIONAL Carga horária semanal de trabalho: 24.ANE Carga horária semanal de trabalho: 24.6 . 30 ou 40 horas .Estrutura da Carreira de Analista Educacional .) I.006.

6 Grau A I-A II-A III-A IV-A V-A B I-B II-B II-B IV-B V-B C I-C II-C III-C IV-C V-C D I-D II-D III-D IV-D V-D E I-E II-E III-E IV-E V-E Nível I II III IV V Superior Superior Nível de escolaridade Quantidade 3. na forma do regulamento Superior acumulado com mestrado Superior acumulado com doutorado Continuação da tabela I.053 3.053 3.053 3.053 3. na forma do regulamento Superior acumulado com mestrado Superior acumulado com doutorado .Nível I II III IV V Superior Superior Nível de escolaridade 3.053 Quantidade Superior acumulado com pós-graduação “lato sensu”.053 Superior acumulado com pós graduação “lato sensu”.053 3.053 3.053 3.053 3.

053 3.053 3.053 Superior acumulado com pós-graduação “lato sensu”.053 3.Continuação da tabela Grau F I-F II-F III-F IV-F V-F G I-G II-G II-G IV-G V-G H I-H II-H III-H IV-H V-H I I-I II-I III-I IV-I V-I J I-J II-J III-J IV-J V-J Nível I II III IV V Superior Superior Nível de escolaridade Quantidade 3. na forma do regulamento Superior acumulado com mestrado Superior acumulado com doutorado Continuação da tabela Grau L I-L II-L III-L IV-L V-L M I-M II-M II-M IV-M V-M N I-N II-N III-N IV-N V-N O I-O II-O III-O IV-O V-O P I-P II-P III-P IV-P V-P .053 3.

de 27/10/2005.171 III-A III-B III-C III-D IV V-A V-B V-C V-D Grau Cargo Nível Nível de escolaridade Quantidade E F G H . de 23/6/2006. (Vide anexo IV da Lei nº 15. 26 da Lei nº 15.(Item com redação dada pelo art.) (Vide art. de 27/10/2005.7 .ESTRUTURA DA CARREIRA DE ASSISTENTE DE EDUCAÇÃO Carga horária de trabalho: 30 ou 40 horas Grau Cargo Nível I Nível de escolaridade Ensino médio técnico I-A II Ensino médio técnico acumulado com uma certificação Ensino médio técnico com duas certificações Ensino Superior IV-A V Pósgraduação “lato sensu” ou “stricto sensu” IV-B IV-C IV-D I-B I-C I-D Quantidade A B C D II-A II-B II-C II-D III Assistente de Educação (ASE) 1.) I.784.784.192. 44 da Lei nº 16.

171 III-E III-F III-G III-H IV V V-E V-F V-G V-H Grau Cargo Nível I Nível de escolaridade Ensino médio técnico I-I II Ensino médio técnico acumulado com uma certificação Ensino médio técnico com duas certificações Ensino Superior IV-I IV-J IV-L IV-M I-J I-L I-M Quantidade I J L M II-I II-J II-L II-M III Assistente de Educação (ASE) 1.I Ensino médio técnico I-E I-F I-F I-H Ensino médio técnico acumulado com uma certificação Ensino médio técnico com duas certificações Ensino Superior IV-E IV-F IV-G IV-H Pósgraduação “lato sensu” ou “stricto sensu” II II-E II-F II-G II-H III Assistente de Educação (ASE) 1.171 III-I III-J III-L III-M IV .

) (Vide art. de 31/3/2010.802.V Pósgraduação “lato sensu” ou “stricto sensu” V-I V-J V-L V-M Grau Cargo Nível Nível de escolaridade I Ensino médio técnico I-N II Ensino médio técnico acumulado com uma certificação Ensino médio técnico com duas certificações Ensino Superior IV-N V Pósgraduação “lato sensu” ou “stricto sensu” IV-O IV-P I-O I-P Quantidade N O P II-N II-O II-P III Assistente de Educação (ASE) 1.) I.8 – ESTRUTURA DA CARREIRA DE AUXILIAR DE SERVIÇOS DE EDUCAÇÃO BÁSICA Carga horária semanal de trabalho: 30 ou 40 horas Cargo Nível Nível de escolaridade Quantidade .802. 4º da Lei nº 18. de 31/3/2010.171 III-N III-O III-P IV V-N V-O V-P (Anexo com redação dada pelo Anexo I da Lei nº 18.

pela orientação de aprendizagem na educação de jovens e adultos. 6° da Lei n° . responsabilizando-se pela regência de turmas ou por aulas. de de de 2004) Atribuições dos Cargos Efetivos que Compõem as Carreiras dos Profissionais de Educação Básica 1. em unidade escolar. pela substituição eventual de docente. Carreira de Professor de Educação Básica: 1.079 III Ensino médio Continuação da tabela I. exercer a docência na educação básica. pela docência em laboratório de ensino. .Auxiliar de Serviços de Educação Básica (ASB) I II 4ª série do ensino fundamental Ensino fundamental 39.1. em sala de recursos didáticos e em oficina pedagógica.8 Grau A IA IIA B IB IIB C IC IIC D ID IID E IE IIE F IF IIF G IG IIG H IH IIH I II II I III I J IJ IIJ L IL IIL M IM IIM N IN IIN O IO IIO P IP IIP IIIA IIIB IIIC IIID IIIE IIIF IIIG IIIH IIIJ IIIL IIIM IIIN IIIO IIIP Anexo II (a que se refere o art. pelo ensino do uso da biblioteca. por atividades artísticas de conjunto e acompanhamento musical nos conservatórios estaduais de música e pela recuperação de aluno com deficiência de aprendizagem.

realizar avaliações periódicas dos cursos ministrados e das atividades realizadas. acompanhar e avaliar sistematicamente seus alunos durante o processo de ensino-aprendizagem. participar da elaboração do calendário escolar.11.2.4.8.6. 2. promover e participar de atividades complementares ao processo da sua formação profissional. a orientação. nos termos do regulamento. exercer atividade de coordenação pedagógica de área de conhecimento específico. participar do processo que envolve planejamento. os alunos e seus pais e a comunidade. quando convocado ou convidado. 1. 2. execução.3. 2. 1. em projeto de formação continuada de educadores. em trabalho individual ou em grupo. elaboração.9. exercer. atuar na elaboração e na implementação de projetos educativos ou. 1. atividades e programas de capacitação profissional. 1. 1. o aconselhamento e o encaminhamento de alunos em sua formação geral e na sondagem de suas aptidões específicas. no controle e na avaliação das atividades pedagógicas.7. 1. exercer em unidade escolar a supervisão do processo didático como elemento articulador no planejamento. participar das atividades do Conselho de Classe ou coordená-las. planejar.5. na forma do regulamento. executar e coordenar cursos. participar de cursos. no acompanhamento. como docente. Carreira de Especialista em Educação Básica: 2. participar da elaboração e da implementação de projetos e atividades de articulação e integração da escola com as famílias dos educandos e com a comunidade escolar. 1. 2.6. conforme o plano de desenvolvimento pedagógico e institucional da unidade escolar.2.1. previstas no regulamento desta lei e no regimento escolar. exercer outras atribuições integrantes do plano de desenvolvimento pedagógico e institucional da escola. controle e avaliação do projeto políticopedagógico e do plano de desenvolvimento pedagógico e institucional da escola. participar da elaboração do calendário escolar.10.3. . atuar como elemento articulador das relações interpessoais internas e externas da escola que envolvam os profissionais.1. 1.5. atividades e programas internos de capacitação profissional e treinamento em serviço.4. 2. 2. 1.

8.3. 4.4. auxiliar na organização. fichários. arquivos. participar do processo que envolve o planejamento. 4. previstas no regulamento desta lei e no regimento escolar. exercer suas atividades em unidade escolar.1. manutenção e atendimento em biblioteca escolar e sala de multimeios. Carreira de Analista de Educação Básica: 3. participando do processo que envolve o planejamento. Carreira de Assistente Técnico de Educação Básica: 4. a execução e a avaliação do plano de desenvolvimento pedagógico e institucional da escola. 4. realizar trabalhos de digitação e mecanografia. 4. organizar e manter atualizados cadastros. exposições de motivos. livros e outros instrumentos de escrituração da escola. atender. relativos aos registros funcionais dos servidores e à vida escolar dos alunos. . organizar e manter atualizado o sistema de informações legais e regulamentares de interesse da escola. 3. seleção. registrar e consolidar dados para a elaboração de informações estatísticas.2. 4. realizar trabalhos de protocolização. exercer outras atividades integrantes do plano de desenvolvimento pedagógico e institucional da escola. a elaboração.6.1. redigir ofícios. exercer atividades de apoio à docência. exercer outras atividades integrantes do plano de desenvolvimento pedagógico e institucional da escola. 4. 4.7. apurar. 2. previstas no regulamento desta lei e no regimento escolar.2. comunidade e entidades de apoio psicopedagógicos e como ordenador das influências que incidam sobre a formação do educando. selecionar.8. coletar. classificação.9. 3. exercer sua atividade profissional no âmbito de unidade escolar em que esteja prevista sua atuação. 4. preparo. 3.3. 4. a elaboração.5. 2.9. orientar e encaminhar o público.2. a execução e avaliação do plano de desenvolvimento pedagógico e institucional da escola. atas e outros expedientes. atuar como elemento articulador das relações internas na escola e externas com as famílias dos alunos.7. registro e arquivamento de documentos e formulários.

10. 5. no órgão central e nas Superintendências Regionais de Ensino da SEE. 5. orientar e encaminhar a clientela. auxiliar na organização. 5. na Fundação Helena Antipoff. coletar. 5. arquivos. fichários. manutenção e atendimento em biblioteca escolar e sala de multimeios. 5. exposições de motivos.11. na Fundação Helena Antipoff. redigir ofícios. classificação. 5.5.6. 4. atender. organizar e manter atualizado o sistema de informações legais e regulamentares de interesse da escola.7. livros e outros instrumentos de escrituração da escola. registrar e consolidar dados para elaboração de informações estatísticas. 5.1. apurar. de oficinas pedagógicas e outros sob sua guarda.4. exercer suas atividades no órgão central e nas Superintendências Regionais de Ensino da SEE. exercer atividade profissional específica em nível superior de escolaridade nos setores pedagógico e administrativo no campo da educação.2. exercer outras atividades integrantes do plano de desenvolvimento pedagógico e institucional da escola. 5.1.10.4. . de laboratórios. 5. atas e outros expedientes. 5. 5. previstas no regulamento desta lei e no regimento escolar. registro e arquivamento de documentos e formulários. a execução e a avaliação do plano de desenvolvimento pedagógico e institucional da escola. realizar trabalhos de protocolização. auxiliar no cuidado e na distribuição de material esportivo. previstas no regulamento desta lei e no regimento escolar.8. seleção. preparo. 6. na Fundação Educacional Caio Martins e no Conselho Estadual de Educação. organizar e manter atualizados cadastros. selecionar.9. relativos aos registros funcionais dos servidores e à vida escolar dos alunos. a elaboração.11. exercer outras atividades integrantes do plano de desenvolvimento pedagógico e institucional da escola. participando do processo que envolve o planejamento. Carreira de Analista Educacional: 6. na Fundação Educacional Caio Martins e no Conselho Estadual de Educação. auxiliar no cuidado e na distribuição de material esportivo.3. realizar trabalhos de digitação e mecanografia. de oficinas pedagógicas e outros sob sua guarda. de laboratórios. Carreira de Assistente Técnico-Educacional: 5.

6. elaborar programas. que compreende: a) orientação.3. proporcionar assistência técnica na elaboração de instrumentos de avaliação do processo educacional.4. execução orçamentária e movimentação de contas financeiras e patrimoniais. c) garantia de regularidade do funcionamento das escolas. 6. elaborar. patrimônio e serviços. emitir pareceres e relatórios sobre assuntos financeiros e contábeis. previsão. 6. .2. na forma do regulamento.13. elaborar. organizar e produzir dados e informações educacionais. análise e revisão de balanços e demonstrativos. exercer a inspeção escolar. programas e projetos pedagógicos. reconhecimento e registro de escolas.12.6. 6. 6. 6. provas e material instrucional para o ensino fundamental e médio.15. no âmbito de sua área de atuação. previstas na regulamentação aplicável e de acordo com a política pública educacional. d) responsabilidade pelo fluxo correto e regular de informações entre as escolas. diretrizes e normas educacionais.7. realizar pesquisas e estudos que subsidiem a proposta de políticas.14. avaliar e redirecionar a execução de propostas educacionais. perícia.8. levantamento.5. 6. os órgãos regionais e o órgão central da SEE. elaborar a proposta de reforma.11.9.6. instruções e orientações para aplicação da legislação relativa a programas e currículos escolares e à administração de pessoal.10. autorização de funcionamento. participar da elaboração de planejamentos ou propostas anuais de atividades do setor ou órgão em que atua. material. coordenar. exercer outras atividades compatíveis com a natureza do cargo. cálculo de custos. analisar e avaliar planos. realizar trabalhos de escrituração contábil. 6. 6. acompanhar. elaborar normas. assistência e controle do processo administrativo das escolas e. 6. executar e acompanhar projetos de capacitação de pessoal e treinamentos operacionais nos vários âmbitos de atuação. b) orientação da organização dos processos de criação. 6. em todos os aspectos. 6. 6. ampliação ou construção da rede física de atendimento e acompanhar a sua execução. do seu processo pedagógico.

executar serviços simples de jardinagem e agropecuária e atividades afins. orçar e requisitar materiais e instrumentos necessários à execução de seu trabalho. zelando pela ordem e pela higiene em seu setor de trabalho.6. realizar trabalhos de limpeza e conservação de locais e de utensílios sob sua guarda.2. eletricidade. exercer atividade no campo da zeladoria em unidade escolar. realizar trabalhos de digitação e mecanografia. redigir ofícios. 7. .6.1. utensílios.7. exercer atividade profissional no campo da educação. no órgão central e nas Superintendências Regionais de Ensino da SEE. realizar trabalhos de movimentação de móveis. 7. atas e outros expedientes.5. correspondência e de documentos diversos. 8. preparar certidões. 7. preparar e distribuir alimentos. informações e outros documentos pertencentes à sua área de atuação. Carreira de Assistente de Educação: 7. 8.1.4. 7.3. mantendo limpo e em ordem o local.3. 8. organizar e manter atualizados registros funcionais individuais de servidores.8. na Fundação Educacional Caio Martins e no Conselho Estadual de Educação.5.2. executar tarefas específicas de preparação de pagamento de pessoal.7. 8. material.8. relacionar. interpretar e aplicar normas relacionadas à administração de pessoal. 7. exercer outras atividades compatíveis com a natureza do cargo. instalações hidráulicas e de móveis e utensílios. zelando pela adequada utilização e guarda de utensílios e gêneros alimentícios. 8. exposições de motivos. aparelhos. 7. previstas na regulamentação aplicável e de acordo com a política pública educacional. 7. na Fundação Helena Antipoff. marcenaria.7. atestados. dirigir veículos de passageiros e carga. realizar pequenos reparos de alvenaria.4. patrimônio e serviços gerais. 8. no órgão central e nas Superintendências Regionais de Ensino da SEE. 8. pintura. Carreira de Auxiliar de Serviços de Educação Básica: 8. na Fundação Helena Antipoff. 8. em unidade escolar. na Fundação Educacional Caio Martins e no Conselho Estadual de Educação. relatórios.

providenciando os reparos necessários. 8. 45 da Lei n° . examinar processos e expedientes avulsos. efetuar levantamentos.10. 8.15.9. 8. 8. executar outras atividades compatíveis com a natureza do cargo previstas em regulamento. 8. abastecimento. coleção e arquivamento de processos.16. transporte e abastecimento de material. seleção. documentos e fichas. interurbanas e internacionais.14. realizar trabalhos de protocolização.12. manter veículos e máquinas em condição de conservação e funcionamento. e efetuar pequenos reparos mecânicos.11. anotações. redigir informações de rotina e atender partes. providenciando conserto.8. de de de 2004) Quantitativo de Cargos Resultantes de Efetivação pela Emenda à Constituição n° 49/2001 e de Funções Públicas não Efetivadas CARREIRA OU FUNÇÃO PÚBLICA Professor de Educação Básica Especialista em Educação Básica Analista de Educação Básica Analista Educacional Assistente Técnico de Educação Básica Assistente Técnico Educacional Assistente de Educação Auxiliar de Serviços de Educação Básica Total QUANTITATIVO 8 1 21 1 0 68 147 246 . efetuar controle de estocagem. preparo. efetuando ligações internas e externas. locais. lubrificação e limpeza. 8. identificar defeitos nos aparelhos. 8.13. Anexo III (a que se refere o § 5° do art. classificação. operar PABX. registro. cálculos e registros simples de natureza contábil.

ANexo IV (a que se referem os arts. II e III Médio SEE FHA FHA FHA SEE SEE P3 – P4 Professor de 5ª a 8ª série Regente A Professor de Ensino Médio I. 38 e 45 da Lei n° 15. RE4A P1 – P2 FHA Regente Assistente. RE3A. II e III P5 P6 Licenciatura acumulada com licenciatura curta específica ou licenciatura acrescida de curso de especialização ou aperfeiçoamento Superior/licenciatura Superior/licenciatura Situação a partir da publicação desta lei Carreira PEB PEB PEB Nível I II III Escolaridade Médio Superior com licenciatura de curta duração Superior com licenciatura ou com complementação pedagógica . Professor de Ensino Fundamental de 1ª a 4ª série I.293. de 5 de agosto de 2004) TABELAS DE CORRELAÇÃO DE CARGOS IV. 37. I.1– Carreira de Professor de Educação Básica – PEB Situação anterior à publicação desta lei Órgão/Entidade Classe/Nível Escolaridade SEE RE1A.

Orientador Educacional) I. Pedagogia com habilitação específica acumulada com licenciatura ou licenciatura específica acrescida de curso de pósgraduação "lato sensu" Licenciatura curta.PEB IV Superior com licenciatura específica. II e III SEE Supervisor Pedagógico 6 Licenciatura curta. na forma de regulamento Superior com licenciatura plena ou com complementação pedagógica acumulada com mestrado Licenciatura ou gradação com complementação pedagógica acumulada com doutorado PEB V PEB VI IV.2 – Carreira de Especialista em Educação Básica – EEB Situação anterior à publicação desta lei Órgão/ Entidade SEE Supervisor Pedagógico Administrador Educacional Orientador Educacional 4 e 5 Licenciatura em Pedagogia com habilitação específica Licenciatura em Pedagogia com habilitação específica Licenciatura em Pedagogia com habilitação específica Licenciatura em Pedagogia com habilitação específica Classe Nível Escolaridade do cargo SEE 4 e 5 SEE 5 FHA Analista de Educação Integral (Supervisor Pedagógico. acumulado com pós-graduação “lato sensu”. Pedagogia com habilitação SEE Administrador Educacional 6 .

específica acumulada com licenciatura ou licenciatura específica acrescida de curso de pósgraduação "lato sensu" SEE Orientador Educacional 6 Licenciatura curta. Pedagogia com habilitação específica acumulada com licenciatura ou licenciatura específica acrescida de curso de pósgraduação "lato sensu" Mestrado Mestrado Mestrado SEE SEE SEE Supervisor Pedagógico Orientador Educacional Administrador Educacional Supervisor Pedagógico Orientador Educacional Administrador Educacional 7 7 7 SEE SEE SEE 8 8 8 Doutorado Doutorado Doutorado Situação a partir da publicação desta lei Órgão/ Entidade SEE EEB I Superior com licenciatura em Pedagogia ou graduação específica com especialização em Pedagogia Superior com licenciatura em Pedagogia ou graduação específica com especialização em Pedagogia Superior com licenciatura em Pedagogia ou graduação específica com especialização em Pedagogia Superior com licenciatura em Pedagogia ou graduação específica com especialização em Pedagogia Carreira Nível Escolaridade do cargo SEE EEB I SEE EEB I FHA EEB I .

acumulado com mestrado Superior com licenciatura em Pedagogia ou graduação específica com especialização em Pedagogia. acumulado com doutorado Superior com licenciatura em Pedagogia ou graduação específica com SEE EEB II SEE EEB II SEE EEB III SEE EEB III SEE EEB III SEE EEB IV SEE EEB IV SEE EEB IV . acumulado com curso de pós-graduação “lato sensu” Superior com licenciatura em Pedagogia ou graduação específica com especialização em Pedagogia. acumulado com doutorado Superior com licenciatura em Pedagogia ou graduação específica com especialização em Pedagogia. acumulado com mestrado Superior com licenciatura em Pedagogia ou graduação específica com especialização em Pedagogia. acumulado com curso de pós-graduação “lato sensu” Superior com licenciatura em Pedagogia ou graduação específica com especialização em Pedagogia. acumulado com curso de pós-graduação “lato sensu” Superior com licenciatura em Pedagogia ou graduação específica com especialização em Pedagogia. acumulado com mestrado Superior com licenciatura em Pedagogia ou graduação específica com especialização em Pedagogia.SEE EEB II Superior com licenciatura em Pedagogia ou graduação específica com especialização em Pedagogia.

Analista da Administração.Carreira de Analista de Educação Básica .especialização em Pedagogia.3 .ANE Situação anterior à publicação desta lei Órgão/ Entidade SEE Analista da Educação.AEB Situação anterior à publicação desta lei Órgão/ Entidade SEE Analista da Educação. Analista de Educação Integral. Pe-dagogia com . Téc-nico de Assuntos Educacio-nais.4 . II e III Curso superior específico Classe Nível Escolaridade do cargo SEE 4 Licenciatura curta. Analista de Comu-nicação Social. Analista da Saúde.Carreira de Analista Educacional . Analista de Planejamento. acumulado com doutorado IV. Técnico de Administração I. Bibliotecário. Assessor Técnico Administrativo Inspetor Escolar I. Analista da Cultura. II e III Superior de graduação plena com habilitação específica Classe Nível Escolaridade do cargo Situação a partir da publicação desta lei Órgão/ Entidade SEE AEB I e II Superior com graduação específica Classe Nível Escolaridade do cargo IV. Pedagogista. Analista de Obras Públicas.

III Curso superior SEE 6 Licenciatura curta. II. II.habilitação específica CEE SEE Analista de Assuntos e Legislação de Ensino Inspetor Escolar I. Pe-dagogia com habilitação específica acumulada com licenciatura específica acrescida de curso de especialização “lato sensu” Mestrado Doutorado SEE SEE Inspetor Escolar Inspetor Escolar 7 8 Situação a partir da publicação desta lei Órgão/ Entidade SEE SEE CBE SEE FHA Fucam ANE ANE ANE ANE ANE ANE I e II I e II I e II I e II I e II I e II Superior com graduação específica Superior com graduação específica Superior com graduação específica Superior com graduação específica Superior com graduação específica Superior com graduação específica Carreira Nível Escolaridade do cargo . III Curso superior 5 Licenciatura curta. Analista da Administração Inspetor Escolar I. Analista de Apoio Técnico I. II. III Curso superior específico Fucam Analista de Educação Integral. Pe-dagogia com habilitação específica FHA Analista de Educação Integral. Analista da Administração.

Auxiliar de Educação Integral Secretária Escolar.Carreira de Assistente Técnico de Educação Básica . II e III I e II III Ensino médio técnico Fucam Fucam Ensino médio técnico Ensino médio técnico Situação anterior à publicação desta lei Órgão/ Entidade SEE FHA ATB ATB I I Ensino médio ou ensino médio técnico Ensino médio ou ensino médio técnico Carreira Nível Escolaridade do cargo . Auxiliar de Secretaria.SEE ANE III Superior acumulado com pós-graduação “lato sensu” em educação ou área afim. Assistente de Turno.5 . Técnico da Educação.ATB Situação anterior à publicação desta lei Órgão/ Entidade SEE Auxiliar da Educação. II e III Ensino médio técnico Carreira Nível Escolaridade do cargo FHA I. Auxiliar de Educação Integral Técnico de Educação Integral Técnico de Educação Integral I. conforme regulamento Superior acumulado com mestrado Superior acumulado com doutorado SEE SEE ANE ANE IV V IV.

6 . Técnico de Saúde. II e III I.Carreira de Assistente Técnico-Educacional .Carreira de Assistente de Educação . Técnico de Apoio.ASE . Técnico da Educação Integral. Técnico em Agropecuária Técnico Administrativo. II e III I e II III Ensino médio técnico CEE Fucam Fucam Ensino médio técnico Ensino médio técnico Ensino médio ou ensino médio técnico acumulado com uma certificação Situação a partir da publicação desta lei Órgão/ Entidade SEE FHA CEE Fucam Fucam ATE ATE ATE ATE ATE I I I I II Ensino médio técnico Ensino médio técnico Ensino médio técnico Ensino médio técnico Ensino médio ou médio técnico acumulado com uma certificação Carreira Nível Escolaridade do cargo IV.7 . Técnico de Telecomunicações. II e III Ensino médio técnico Carreira Nível Escolaridade do cargo FHA I. Técnico de Higiene Dental.ATE Situação anterior à publicação desta lei Órgão/ Entidade SEE Técnico em Obras Públicas.Fucam ATB II Ensino médio ou médio técnico acumulado com uma certificação IV. Auxiliar de Apoio Técnico Técnico Administrativo Técnico de Educação Integral Técnico de Educação Integral I.

Auxiliar de Zeladoria e Economato I. Motorista.ASB Situação anterior à publicação desta lei Órgão/ Entidade SEE Ajudante de Serviços Gerais. Oficial de Serviços Gerais. Prelista. Serviçal. Auxiliar em Agropecuária. II e III I e II III Ensino médio Ensino médio Ensino médio Ensino médio Situação a partir da publicação desta lei Órgão/ Entidade SEE FHA CEE Fucam Fucam ASE ASE ASE ASE ASE I I I I II Ensino médio Ensino médio Ensino médio Ensino médio Ensino médio Carreira Nível Escolaridade do cargo IV. II e III Ensino médio Carreira Nível Escolaridade do cargo FHA CEE Fucam Fucam I. Contínuo Servente I. Oficial de Administração.Carreira de Auxiliar de Serviços de Educação Básica .8 . Função Pública. Auxiliar de Serviços. Afinador de I. II e III I. Auxiliar de Administração Auxiliar Administrativo Auxiliar Administrativo Auxiliar Administrativo Auxiliar Administrativo I.Situação anterior à publicação desta lei Órgão/ Entidade SEE Auxiliar Administrativo. II e III 4ª série do ensino fundamental Carreira Nível Escolaridade do cargo . Servente Escolar.

III Ensino fundamental Situação a partir da publicação desta lei Órgão/ Entidade SEE FHA ASB ASB I I 4ª série do ensino fundamental 4ª série do ensino fundamental Carreira Nível Escolaridade do cargo . II 4ª série do ensino fundamental CEE SEE I. Motorista. Encadernador. II. Oficial de Edu-cação Integral Ajudante de Serviços Gerais. III Ensino fundamental CEE Agente de Administração. Telefonista. Oficial de Serviços Gerais. Im-pressor. Agente de Serviços de Manutenção. Escriturário. Telefonista I. Paginador. Tipógrafo. II e III Ensino fundamental Fucam Agente de Administração. II. Agente de Educação Integral. II 4ª série do ensino fundamental I. II e III 4ª série do ensino fundamental Fucam I. Visitador Sanitário.Instrumentos FHA Ajudante de Serviços Gerais. Fiscal de Mate-rial Agente de Administração. Motorista Ajudante de Serviços Gerais. Motorista Agente de Administração. Agente de Comunicação Social. Inspetor de Alunos I. Telefo-nista. Oficial de Educação Inte-gral. Fotógrafo. Agente de Educação Integral I. II. III Ensino fundamental FHA I.

de 27/10/2005. 29 da Lei n° 15.1. 27 da Lei nº 15.) ANEXO V (a que se referem os incisos II e III do art.784.784.293.00 528.00 792.00 .056.) (Vide Anexo VIII da Lei nº 15. de 5 de agosto de 2004) V.00 1.Fucam CEE SEE FHA Fucam CEE ASB ASB ASB ASB ASB ASB I I II II II II 4ª série do ensino fundamental 4ª série do ensino fundamental Ensino fundamental completo Ensino fundamental completo Ensino fundamental completo Ensino fundamental completo (Anexo com redação dada pelo art. de 27/10/2005. Gratificação de Função de Coordenador de Escola NÚMERO DE TURMAS 1 2 3 4 GRATIFICAÇÃO (R$) 264.

00 792.V.) . Gratificação de Função de Coordenador de Posto de Educação Continuada – Pecon NÚMERO DE ALUNOS Até 99 de 100 a 199 Igual ou maior que 200 GRATIFICAÇÃO (R$) 264.00 528.837. 11 da Lei nº 19. de 2/12/2011.2.00 (Anexo acrescentado pelo art.

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