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Raciocínio Lógico-Quantitativo

SÉRIE PROVAS E CONCURSOS

Luiz Cláudio Cabral Mauro César Nunes

450 QUESTÕES DE CONCURSOS RESOLVIDAS PASSO A PASSO

SÉRIE PROVAS E CONCURSOS Luiz Cláudio Cabral Mauro César Nunes 450 QUESTÕES DE CONCURSOS RESOLVIDAS PASSO

Sumário

Capa Folha de Rosto Cadastro Copyright Dedicatórias Os Autores Apresentação Prefácio

Capítulo 1. Teoria dos Conjuntos

1.1. Simbologia

1.2. Introdução aos conjuntos numéricos

1.3. Conceito de conjunto

1.4. Quadro-resumo de símbolos matemáticos

1.5. Conceito de subconjunto

1.6. Conjunto vazio e conjunto universo

1.7. Conjunto de conjuntos

1.8. Conjunto das partes de um conjunto (cardinalidade)

1.9. Partições de um conjunto

1.10. Diagramas de Euler-Venn

1.11. Operações com conjuntos por análise geométrica

1.12. Operações com conjuntos por análise algébrica e geométrica

1.13. Diferença simétrica entre dois conjuntos

1.14. Representação de dois conjuntos no diagrama de Euler-Venn

1.15. Número de elementos de “X ∪∪1.15.∪∪1.15.Y”NúmeroouNúmeron(X ∪∪1.15.∪∪de1.15.Y)deelementosNúmeroelementosNúmerodedededeelementos“Xelementos“X∪∪∪∪∪∪∪∪Y”Y”oudeoun(Xde“Xn(X“X∪∪∪∪∪∪∪∪∪∪∪∪∪∪∪∪Y)Y”Y)Y”ououn(Xn(X∪∪∪∪∪∪∪∪Y)

1.16. Representação de três conjuntos no diagrama de Euler-Venn

1.17. Número de elementos de “X 1.17.1.17.Y 1.17.Número1.17.NúmeroZ NúmeroouNúmeron(Xdedeelementos∪∪1.17.∪∪deelementos1.17.Ydeelementos∪∪1.17.∪∪Númeroelementos1.17.NúmeroZ)deNúmerodeNúmero“Xdede“X∪∪∪∪dedeelementos“X∪∪∪∪Ydeelementos“X∪∪∪∪∪∪∪∪Ydeelementos∪∪∪∪∪∪∪∪Z”Yelementos∪∪∪∪YZ”oude∪∪∪∪Z”oun(Xde“XZ”oun(Xde“X∪∪∪∪ou∪∪∪∪n(Xde“X∪∪∪∪∪∪∪∪YYn(X“X∪∪∪∪∪∪∪∪∪∪∪∪∪∪∪∪YY Z)ZYY YYZ)ZouZZo

1.18. Algumas representações indicadas no diagrama de Euler-Venn pela parte hachurada

1.19. Alguns teoremas relativos a conjuntos

1.20. Intervalos

1.21. Exercícios resolvidos

1.22. Exercícios resolvidos de concursos anteriores

Capítulo 2. Análise Combinatória

2.2.

Agrupamentos simples

2.3. Agrupamentos especiais

2.4. Exercícios resolvidos

2.5. Exercícios resolvidos de concursos anteriores

Capítulo 3. Probabilidades

3.1. Nomenclatura e notações

3.2. Probabilidade de ocorrer um evento

3.3. Propriedades das probabilidades

3.4. Probabilidade de ocorrer o evento A ou B (Princípio da Inclusão-Exclusão)

3.5. Probabilidade de ocorrer o evento A e B (Teorema do Produto)

3.6. Probabilidade condicional

3.7. Probabilidade de ocorrer um evento “pelo menos uma vez”

3.8. Probabilidade interpretada como quociente de duas áreas

3.9. Probabilidade binomial

3.10. Teorema (ou Regra) de Bayes

3.11. Exercícios resolvidos

3.12. Exercícios resolvidos de concursos anteriores

Capítulo 4. Sequências Numéricas

4.1. Noção de sequência

4.2. Representação

4.3. Leis de formação

4.4. Exercícios resolvidos

4.5. Exercícios resolvidos de concursos anteriores

Capítulo 5. Progressões Aritméticas

5.1. De;nição

5.2. Classi;cação

5.3. Termo geral da PA

5.4. Termo generalizado de uma PA

5.5. Propriedade característica da PA

5.6. Representações especiais

5.7. Termos equidistantes dos extremos

5.8. Inserção ou interpolação aritmética

5.9. Soma dos n primeiros termos de uma PA

5.10. Progressão aritmética de ordem superior

5.12.

Exercícios resolvidos de concursos anteriores

Capítulo 6. Progressões geométricas

6.1. De nição

6.2. Classi cação

6.3. Termo geral da PG

6.4. Termo generalizado de uma PG

6.5. Propriedade característica da PG

6.6. Representações especiais

6.7. Inserção ou interpolação geométrica

6.8. Soma dos “n” primeiros termos de uma PG

6.9. Limite da soma

6.10. Produto dos “n” primeiros termos de uma PG

6.11. Exercícios Resolvidos

6.12. Exercícios resolvidos de concursos anteriores

Cadastro

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ISBN 978-85-352-5909-4

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CIP-BRASIL. CATALOGAÇÃO-NA-FONTE SINDICATO NACIONAL DOS EDITORES DE LIVROS, RJ

C119r

Cabral, Luiz Cláudio

Raciocínio lógico quantitativo [recurso eletrônico] / Luiz Cláudio Durão Cabral, Mauro César de Abreu Nunes. - Rio de Janeiro : Elsevier,

2012.

recurso digital

Formato: e-Pub Requisitos do sistema: Adobe Digital Editions Modo de acesso: World Wide Web Inclui bibliogra-a ISBN 978-85-352-5909-4 (recurso eletrônico)

1. Matemática - Problemas, questões, exercícios. 2. Lógica simbólica e matemática - Problemas, questões, exercícios. 3. Serviço público - Brasil - Concursos. 4. Livros eletrônicos. I. Nunes, Mauro César. II. Título.

12-3280.

CDD: 510

CDU: 51

16.05.12

24.05.12

035625

Dedicatórias

Esta obra é dedicada aos nossos

estarem presentes em nosso dia a dia. Aos nossos familiares, que preferimos não citá-los nominalmente para não corrermos o risco de cometer injustiça com qualquer um deles.

alunos, que sempre acreditaram em nossos esforços e, principalmente, por

E, em especial, a Simone e Débora, nossas amadas esposas.

Os autores

Os Autores

LUIZ CLAUDIO DURÃO CABRAL

• Professor de Matemática e Física e Raciocínio Lógico, licenciado pela Universidade de Brasília – UnB. Atua há mais de 14 anos no Ensino Médio e em cursos preparatórios para Concursos Públicos e Pré-Vestibulares em Brasília. Atual professor do Curso Fênix, NOTA 10, Curso Aprova, Fortium, Grancursos e Curso Alto Nível.

MAURO CÉSAR DE ABREU NUNES

• Professor de Matemática há mais de 39 anos. Atuou em diversos cursos preparatórios de Concursos Públicos, Pré-Vestibulares e nos Ensinos Fundamental e Médio. No Rio de Janeiro, nos cursos GPI, Gebê, Soeiro e outros, nas Universidades Gama Filho e Nuno Lisboa, nos Colégios São Fernando e Piedade, em Brasília, nos cursos Obcursos, COM, PhD, Classe “A”, VIP, NDA, NOTA 10, Alub, Edital, OPÇÃO, entre outros, assim como nos Colégios Santo Antônio, Cor Jesu, Rosário, Rogacionista e demais.

Apresentação

Nesta obra de Raciocínio Lógico Quantitativo , que versa sobre os temas mais solicitados e cobrados neste ramo da Matemática, incluímos conceitos introdutórios e relevantes para o estudo das principais questões de provas realizadas nos diversos concursos públicos no país.

Embora os problemas e as questões solucionadas estejam todos

raciocinados e explicados de maneira

mais acessível, nesses tais

necessários à compreensão das soluções das questões e/ou itens formulados pelas diversas bancas

examinadoras das muitas instituições organizadoras de concursos públicos. Não seria aconselhável nem prático

fazer ou utilizar

aumento exagerado do seu volume de páginas, ou, ainda, provocariam a diminuição do número de problemas publicados e solucionados “passo a passo”, o que iria de encontro à 'nalidade a que nos propusemos. Aceitaremos e acataremos com prazer todas as críticas construtivas dos senhores professores e estudiosos que nos queiram alertar ou aludir sobre incorreções, por acaso notadas nesta obra, a 'm de que possamos corrigi-las em obras e/ou edições futuras. Mais uma vez, 'camos gratíssimos à Direção da Editora Campus-Elsevier pela nobre e 'dalga acolhida que nos deu para mais este nosso esforço, em particular, nas pessoas de Sylvio Motta, Raquel Zanol e Márcia Henriques, e esperamos, sincera e honestamente, termos concorrido com algo realmente útil, construindo mais uma ferramenta para facilitar o aprendizado de Matemática Elementar e Raciocínio Lógico Quantitativo aos dedicados e perseverantes estudantes e concurseiros brasileiros. Torcemos veementemente pelo seu sucesso na aprovação e pelo ingresso na carreira pública!!!

Os autores

raciocínios e

explicações, os estudantes encontrarão os elementos estritamente

raciocínios extensos e prolixos, que não só cansariam como encareceriam essa obra pelo

Prefácio

Prezado leitor,

Este volume apresenta os assuntos mais exigidos e de complexidade variada na parte que tange aos temas como Teoria dos Conjuntos, Análise Combinatória, Probabilidades Fundamentais e o estudo das diversas Sequências Numéricas , também contendo, em particular, Progressões Aritméticas e Progressões Geométricas. Tais conteúdos são constantemente alvo de muitas dúvidas dos estudantes e concurseiros, pois necessitam de um conhecimento mais especí'co e detalhado para o perfeito entendimento. Acumulamos, através da nossa experiência em salas de aula, várias dúvidas sobre esses assuntos e procuramos, neste livro, organizá-las, catalogá-las e resolvê-las da maneira mais simples possível, para que o tema não se torne um verdadeiro tormento no estudo a que se destina. Esperamos com isso oferecer mais uma contribuição para que o leitor possa alcançar o seu grande sonho:

ingressar em um concurso público! Estude várias vezes os diversos capítulos apresentados, lendo e relendo com muita atenção os enunciados propostos, pois, em quase todos, existem verdadeiros “pegas” para que os seus objetivos de aprovação não sejam alcançados! Não desista nunca e nem esmoreça perante as di'culdades que encontrará na árdua tarefa de vir a ser aprovado em um concurso público.

Os autores

Capítulo 1

Teoria dos Conjuntos

1.1. Simbologia

Alguns símbolos serão necessários e fundamentais para o entendimento de algumas expressões que envolverão

elementos e conjuntos. Tais símbolos poderão estar relacionados somente a também, símbolos que relacionam elementos a conjunto e vice-versa.

elementos, outros a

conjunto e,

A seguir, apresentaremos os principais símbolos:

e, A seguir, apresentaremos os principais símbolos : 1.2. Introdução aos conjuntos numéricos Quando os
e, A seguir, apresentaremos os principais símbolos : 1.2. Introdução aos conjuntos numéricos Quando os

1.2. Introdução aos conjuntos numéricos

Quando os conjuntos forem listados por números (elementos desses conjuntos), estes representarão especí$cos conjunto dos números inteiros ( por último, o

conjunto dos números inteiros ( por último, o al . O conjunto o nulos . xiste

al. O conjunto o nulos.

xiste número eiros . Nesse o pertence ao *”, o conjunto

conjunto dos

conjunto *” o: 2 o, Assim como existem números decimais que podem ser escritos como
conjunto *” o: 2 o, Assim como existem números decimais que podem ser escritos como
conjunto *” o: 2 o, Assim como existem números decimais que podem ser escritos como

conjunto

conjunto *” o: 2 o, Assim como existem números decimais que podem ser escritos como frações

*”

o:

2

o,

Assim como existem números decimais que podem ser escritos como frações − com numerador e denominador inteiros -, que são chamados números racionais, há os que não admitem tal representação. São os números decimais não exatos que possuem representação in nita, porém não periódica – não se repetem. Vejamos, por exemplo, o número: 0,257353128…, que não é uma dízima periódica, pois os in nitos algarismos

após a “vírgula” não se repetem periodicamente e, portanto, não podem ser escritos sob forma de fração.

Vejamos alguns exemplos:

ser escritos sob forma de fração. Vejamos alguns exemplos: e = 2,71828182818459… ( número de Euler
ser escritos sob forma de fração. Vejamos alguns exemplos: e = 2,71828182818459… ( número de Euler
ser escritos sob forma de fração. Vejamos alguns exemplos: e = 2,71828182818459… ( número de Euler
ser escritos sob forma de fração. Vejamos alguns exemplos: e = 2,71828182818459… ( número de Euler

e = 2,71828182818459… (número de Euler – Leonhard Euler)

1,12123123412345…

log 3

cos 1°

Todos esses números não comportam representações fracionárias, com numeradores e denominadores inteiros, pois não se trata de uma dízima periódica.

Um número cuja representação decimal in3nita não é periódica é denominado número irracional.

Nota: Um número irracional não pode ser representado como uma razão entre dois números inteiros, isto é,

como uma razão entre dois números inteiros, isto é, não pode ser escrito na forma ,

não pode ser escrito na forma , onde p ∈∈∈ e q ∈∈∈*.

Indicamos o conjunto de todos os periódica}.

∈∈∈ *. Indicamos o conjunto de todos os periódica}. números irracionais pelo símbolo 1.2.4.1. Propriedades
∈∈∈ *. Indicamos o conjunto de todos os periódica}. números irracionais pelo símbolo 1.2.4.1. Propriedades

números irracionais pelo símbolo

1.2.4.1. Propriedades dos números irracionais

ou ’: ’
ou
’:

= {

x |

x é dízima não

A soma de um número racional com um número irracional é, também, um número irracional.

A

O

irracional é, também, um número irracional . A O diferença entre um número racional e um

diferença entre um número racional e um irracional, em qualquer ordem, é, também, um número irracional.

, em qualquer ordem, é, também, um número irracional . produto de um número racional ,

produto de um número racional, não nulo, por um número irracional é, também, um número irracional.

número irracional é, também, um número irracional . O quociente de um número racional , não

O

quociente de um número racional, não nulo, por um número irracional é, também, um número irracional.

. O quociente de um número racional , não nulo, por um número irracional é, também,

1.2.5. Conjunto dos números reais (

1.2.5. Conjunto dos números reais ( Q re a) b) c) d) e) f) g) h)

Q

re

a)

b)

c)

d)

e)

f)

g)

h)

i)

j)

l)

se

1.

ero

ou

e

tal

1.3. Conceito de conjunto

O conceito de conjunto é fundamental não somente no estudo da probabilidade, como para outras áreas da Matemática em geral. Um conjunto pode ser considerado como uma coleção de “coisas”, chamada “membros”

X, Y, Z, …) e um

elemento do conjunto por uma letra minúscula ( x, y, z, …). Alguns sinônimos podem ser usados para o termo conjunto: agregado, classe ou coleção.

ou “elementos” do

conjunto. Em geral, denota-se um

conjunto por uma letra maiúscula (

Se um determinado elemento “ x” pertence a um

conjunto X , escrevemos x X. Se “ x” não pertence a

X,

escrevemos x ∈∈∈X. Se tanto “x” como “y” pertencem a X, escrevemos x, y ∈∈∈X.

Com a 3nalidade de que um conjunto seja bem-de3nido, devemos dispor de uma regra que nos permita dizer se determinado objeto pertence ou não ao conjunto.

Um conjunto pode ser de3nido relacionando-se todos os seus elementos, ou, quando isso não for possível,

indicando uma propriedade que seja válida para todos os elementos do

primeiro método chama-se método da listagem, o segundo, método da propriedade.

conjunto, e somente para eles. O

Exemplo 1: Podemos de3nir o conjunto de “todos os dias da semana” pelo método da listagem: {segunda,

x | x é um dia da semana},

que se lê: “o conjunto de todos os elementos x tais que x é um dia da semana” − a barra vertical “|” signi3ca “tal que”.

terça, quarta, quinta, sexta, sábado, domingo} ou pelo método da propriedade: {

Exemplo 2: O conjunto { y | y é um quadrilátero do plano a} − é o conjunto de todos os quadriláteros do

plano a. Observe que, neste caso, não é possível aplicar o propriedade.

Exemplo 3: Se lançarmos um dado “ honesto” (“não viciado”), os valores que podemos listar em suas faces superiores são elementos do conjunto: {1, 2, 3, 4, 5, 6}.

método da listagem , apenas o

método da

1.4. Quadro-resumo de símbolos matemáticos

Vimos no início deste capítulo alguns

linguagem simbólica nas relações de elementos e conjuntos. A seguir, mostramos um quadro-resumo com os

principais símbolos e como se lê cada um deles:

símbolos necessários para o bom entendimento, que envolvem a

como se lê cada um deles: símbolos necessários para o bom entendimento, que envolvem a 1.5.

Se todo elemento de um conjunto

subconjunto de Y ou X é parte de Y, e escrevemos X Y ou Y X, e lemos “ X está contido em Y”, ou “ Y contém X”. Segue-se que, qualquer que seja X, X ⊂⊂⊂X.

X é também elemento de um conjunto

Y, então dizemos que

X é

Nota: Outras formas de ler X ⊂⊂⊂Y:

que X é Nota: Outras formas de ler X ⊂⊂⊂ Y : Se X ⊂⊂ Y

Se X ⊂⊂Ye Y ⊃⊃⊃X dizemos que X e Y são iguais e escrevemos X = Y. Em tal caso, X e Y têm exatamente os mesmos elementos.

Y for

subconjunto de X, ou seja:

Nota: Dois conjuntos

X e

Y serão

iguais se, e somente se, o

conjunto X for subconjunto de

Y e

se, e somente se, o conjunto X for subconjunto de Y e Se X e Y

Se X e Y não são iguais, isto é, se X e Y não têm exatamente os mesmos elementos, escrevemos X Y.

Se X ⊂⊂⊂Y, mas X Y, dizemos que X é subconjunto próprio de Y.

Exemplo 1: {segunda, quarta, sexta} é um sábado, domingo}.

subconjunto próprio de {segunda, terça, quarta, quinta, sexta,

Exemplo 2: {domingo, segunda, quarta, terça, sexta, quinta, sábado} é um

subconjunto, mas não um

subconjunto próprio, de {segunda, terça, quarta, quinta, sexta, sábado, domingo}, porque os dois conjuntos são iguais. Nota-se que um simples rearranjo dos elementos não altera o conjunto.

Exemplo 3: No lançamento de um dado, os resultados possíveis em que o dado apresenta um número “primo” são os elementos do conjunto {2, 3, 5}, que é um subconjunto próprio do conjunto de todos os resultados possíveis {1, 2, 3, 4, 5, 6}.

O teorema a seguir é válido para quaisquer conjuntos X, Y, Z.

a seguir é válido para quaisquer conjuntos X , Y , Z . Exemplo: Sejam os

Exemplo: Sejam os conjuntos X = {2, 3, 5}, Y = {1, 2, 3, 4, 5, 6} e Z = {1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11}:

X ⊂⊂⊂Y ⇒ {2, 3, 5 } } {1,} {1,2{1,, 3, 4, 5, 6} − X está contido em Y

Y ⊂⊂⊂Z ⊂⊂⊂{{1,{2, 3, 4, 5, 6 } } {}1,{2{, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11} − Y está contido em Z

Logo, X ⊂⊂⊂Z ⊂⊂⊂{{2,{3, 5 } } {1,} {1,2{1,, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11} − Y está contido em Z.

1.6. Conjunto vazio e conjunto universo

Em muitos casos restringimos nosso estudo a

universal, ou simplesmente, universo. É também designado de espaço e será representado, aqui, pela letra U. Os elementos de um espaço costumam ser chamados pontos do espaço.

conjunto

subconjuntos de um determinado conjunto chamado

É conveniente considerarmos também o conjunto desprovido de elementos:

conjunto vazio , denotado por

“∅” ou “{ }”.

Nota: O conjunto vazio é subconjunto de qualquer conjunto.

Exemplo 1: O conjunto de todos os números reais tais que x 4 = −32, isto é, { x | x 4 = −32}, é o conjunto vazio, pois não existe nenhum real cujo um número “x” elevado a quarta potência seja igual a −32.

Exemplo 2: No lançamento de dois dados, observarem o resultado cuja soma seja igual 13 ou 14. De todos os resultados possíveis a soma 12 (6 + 6) é o maior resultado admissívelsível; logo, o conjunto será vazio.

1.7.

Conjunto de conjuntos

Pode acontecer que os elementos de um conjunto sejam, também, conjuntos.

Exemplo: Consideremos o conjunto: X = {{2; 3}, {4, 5, 6}; {7}}.

Neste caso, o conjunto X tem 3 elementos, que são os conjuntos {2; 3}, {4, 5, 6} e {7}, e, assim, podemos escrever:

{2; 3} {2;{2;X3}3}∈∈ {5; 6; 7} {5;{5;X6; 6;7}7}∈∈ {{3; 4}, {5; 6; 7}} {{3;{{3;X 4},4},{5;{5;6; 6;7}}7}}∈∈

Mas, não podemos escrever:

{2; 3} {2;{2;X3}3}⊂⊂ {3; 4} {3;{3;X4}4}∈∈

2

8

2 2X

8 8X

1.8. Conjunto das partes de um conjunto (cardinalidade)

Dado um conjunto qualquer “ X”, pode-se obter outro

possíveis subconjuntos de “X”. Este conjunto, representado por P(X), denomina-se conjunto das partes de X.

conjunto constituído de elementos que são todos os

de X . conjunto constituído de elementos que são todos os Aqui, consideramos “Ω” como todas

Aqui, consideramos “Ω” como todas as partes possíveis de “X”.

Exemplo:

X = {1; 2; 3} P(X) = {∅; {1}; {2}, {3}; {1;2}; {1;3}; {2;3}; {1;2;3}}

Observação: Se o conjunto X possuir “n” elementos, então o conjunto P(X) possuirá 2 n elementos.

Exemplo: Dado o conjunto A = {0, 1, 2, 3, 4, 5}, quantas partes ou subconjuntos possui este conjunto A?

n(A) = 6 elementos P(A) = 2 n P(A) = 2 6 P(A) = 64 partes ou subconjuntos.

1.9. Partições de um conjunto

Seja U um conjunto não vazio e seja X um agregado não vazio de partes não vazias de U. Diz-se que X são disjuntos 2 a 2, e o conjunto U é a reunião das partes da coleção de X.

X 1 , X 2 e X 3 conjuntos formados por partes de

Exemplo: Seja U = {1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13} e

U,

sendo: X 1 = {1, 4, 7, 10, 13}, X 2 = {2, 5, 8, 11} e X 3 = {3, 6, 9, 12}, ou seja:

U

= {1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13}

X 1 = {1, 4, 7, 10, 13}

X 2 = {2, 5, 8, 11} X 3 = {3, 6, 9, 12}

Veri=cando a condição de que os conjuntos X 1 , X 2 e X 3 são disjuntos 2 a 2:

X 1 ∩∩∩X 2 = {1, 4, 7, 10, 13} ={2,={1,{1,5,4,8,4,7,11}7,10,10,=13}13}∅ou{2,{2,{ }5,5,8,8,11}11}==∅∅ouou{ {} } X 1 ∩∩∩X 3 = {1, 4, 7, 10, 13} ={3,={1,{1,6,4,9,4,7,12}7,10,10,=13}13}∅ou{3,{3,{ }6,6,9,9,12}12}==∅∅ouou{ {} } X 2 ∩∩∩X 3 = {2, 5, 8, 11} ={3,={2,{2,6,5,9,5,8,12}8,11}11}=∩∩∅{3,{3,ou6,6,{9,}9,12}12}==∅∅ouou{ {} }

Observa-se, também, que a reunião (ou união) das partes X 1 , X 2 e X 3 é o próprio conjunto U:

X 1 ∪∪∪X 2 ∪∪∪X 3 = {1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13}

Então, X = {X 1 , X 2 , X 3 } é uma partição de U, pois cada uma dessas partes é não vazia e, além disso, X 1 X 2 = ∅, X 1 ∩∩∩X 3 = ∅, X 2 ∩∩∩X 3 = ∅ e X 1 ∪∪∪X 2 ∪∪∪X 3 = U.

= ∅ e X 1 ∪∪∪ X 2 ∪∪∪ X 3 = U . 1.10. Diagramas

1.10. Diagramas de Euler-Venn

Um universo U pode ser representado geometricamente pelo conjunto de pontos interiores a um retângulo.

Em tais casos,

subconjuntos de U (tais como

X e Y), sombreados na =gura a seguir são representados por

conjuntos de pontos interiores a círculos. Tais diagramas, chamados

dar uma intuição geométrica quanto às possíveis relações existentes sobre conjuntos.

diagramas de Euler-Venn, são úteis para

conjuntos . diagramas de Euler-Venn , são úteis para 1.11. Operações com conjuntos por análise geométrica

1.11. Operações com conjuntos por análise geométrica

1.11.1. União ou reunião

O conjunto de todos os

reunião) de X e Y; denota-se por X ∪∪∪Y, que corresponde à área sombreada na =gura a seguir:

elementos (pontos) que pertencem a

X ou a Y, ou a ambos, é chamado

(pontos) que pertencem a X ou a Y , ou a ambos, é chamado união (ou

união (ou

1.11.2. Intersecção

É o conjunto dos elementos que pertencem a X e a Y, simultaneamente. É chamado intersecção de X e Y, e denota-se por X ∩∩∩Y, representado pela área representada na =gura a seguir:

1.11.2.1. Conjuntos disjuntos

1.11.2.1. Conjuntos disjuntos Quando dois ou mais conjuntos não possuem elementos em comuns , a intersecção

Quando dois ou mais conjuntos não possuem elementos em comuns, a intersecção é conjunto vazio . Neste caso, os conjuntos são chamados disjuntos.

. Neste caso, os conjuntos são chamados disjuntos . Por exemplo, se “ P ” é

Por exemplo, se “P” é o conjunto dos números pares, e “I” o conjunto dos números ímpares, então, fazendo- se “P I”, têm-se P I = ∅, pois não existem elementos em comum , ou seja, nenhum par é ímpar e vice- versa.

1.11.3. Diferença

É o conjunto formado pelos elementos de X que não pertencem a Y. É chamado diferença de X e Y; denota-se por X Y. Pode ocorrer também a relação oposta dessa propriedade, ou seja, a diferença de Y e X; denota-se por Y X, onde são representados todos os elementos de Y que não pertencem a X. Observe suas representações, respectivamente, a seguir:

. Observe suas representações, respectivamente, a seguir: 1.11.4. Complementação Se Y ⊂⊂⊂ X ( Y está

1.11.4. Complementação

Se Y ⊂⊂⊂X (Y está contido em X), então X − Y é o complemento de Y em relação a X. Denota-se por YX . Sua representação será dada pela área sombreada da 3gura a seguir:

será dada pela área sombreada da 3gura a seguir: Se X = U , o conjunto

Se X = U, o conjunto universo, referimo-nos a U X como o complemento de Y; denotamo-nos por Y′ ou , área sombreada na 3gura a seguir.

, referimo-nos a U − X como o complemento de Y ; denotamo-nos por Y ′
1.12. Operações com conjuntos por análise algébrica e geométrica Vamos considerar os seguintes conjuntos numéricos

1.12. Operações com conjuntos por análise algébrica e geométrica

Vamos considerar os seguintes conjuntos numéricos, representados pelo método da propriedade: X = {x N | 1 ≤ x ≤ 6} e Y = {y N | 4 ≤ y ≤ 9}. Pelo método da listagem, serão representados por: X = {1, 2, 3, 4, 5, 6} e Y = {4, 5, 6, 7, 8, 9}. Aplicando-se as operações de união, intersecção, diferença tem-se:

1.12.1. Intersecção

X

= {1, 2, 3, 4, 5, 6 }

Y

= {4, 5, 6, 7, 8, 9}

X

∩∩∩Y = {4, 5, 6}

1.12.2. União

X

= {1, 2, 3, 4, 5, 6}

Y

= {4, 5, 6, 7, 8, 9}

X

∪∪∪Y = {1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9}

1.12.3. Diferença

X

= {1, 2, 3, 4, 5, 6}

Y

= {4, 5, 6, 7, 8, 9}

X

Y = {1, 2, 3}

Y

X = {7, 8, 9}

9} X − Y = {1, 2, 3} Y − X = {7, 8, 9} 1.13.
9} X − Y = {1, 2, 3} Y − X = {7, 8, 9} 1.13.
9} X − Y = {1, 2, 3} Y − X = {7, 8, 9} 1.13.

1.13. Diferença simétrica entre dois conjuntos

Dados os conjuntos X e Y diferentes do conjunto vazio (X, Y ≠ ∅), denominamos diferença simétrica entre X

e Y por “X Δ Y” a seguinte relação:

X

= {1, 3, 5, 7, 8, 9, 11}

Y

= {0, 2, 3, 4, 5, 6, 9, 10}

X

Y = {1, 7, 8, 11}

X

Y = {0, 2, 4, 6, 10}

X Δ Y = ?

X Δ Y = (X Y) ) )(Y( −( X) ) )XΔ Y = {1, 7, 8, 11} {1,(0,{1,7,2,7,8,4,8,11}6,11}10)(0,(0,2, 2,4, 4,6, 6,10)10)

X Δ Y = {0, 1, 2, 4, 6, 7, 8, 10, 11}

1.13.1. Propriedade da diferença simétrica

A diferença simétrica entre dois conjuntos X e Y é igual à mesmos conjuntos, ou seja:

diferença entre a união e a intersecção desses

X

Δ Y = (X X ΔXY)YΔ−=Y =(X(X(XXXΔY)Y)ΔYY)Y−==−(X(X(X(X∪∪Y)Y)Y)Y)−−(X(X∩∩Y)Y)

Então, veja:

Sejam os conjuntos X = {1, 3, 5, 7, 8, 9, 11} e Y = {0, 2, 3, 4, 5, 6, 9, 10}.

1 º passo: determinando X Δ Y = (X Y) ) )(Y( −( X).

X

= {1, 3, 5, 7, 8, 9, 11}

Y

= {0, 2, 3, 4, 5, 6, 9, 10}

X

Y = {1, 7, 8, 11}

X

Y = {0, 2, 4, 6, 10}

X

Δ Y = {0, 1, 2, 4, 6, 7, 8, 10, 11}

2 º passo: determinando (X ∪∪∪Y) − (Y ∩∩∩X).

X

= {1, 3, 5, 7, 8, 9, 11}

Y

= {0, 2, 3, 4, 5, 6, 9, 10}

X

∪∪∪Y = {0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11}

X

∩∩∩Y = {3, 5, 9}

(X (X(XY)Y)−Y)−(Y−(X(Y(X(YX)∪∪X)=Y)X)Y)={0,−−={0,(Y1,(Y{0,2,1,4,X)1,2,X)6,2,4,==7,4,6,{0,8,{0,6,7,1,10,7,8,1,2,8,10,2,11}4,10,4,11}6,6,11}7,7,8,8,10,10,11}11}

Logo, podemos concluir que: (X Y) ) )(Y( −( X) = (X ∪∪∪Y) − (X ∩∩∩Y)

1.14. Representação de dois conjuntos no diagrama de Euler-Venn

Sejam os conjuntos X e Y, formados pelos seguintes elementos:

X = {12, 13, 14, 15, 16, 17, 18}

Y = {17, 18, 19, 20, 21}

A construção do diagrama de Euler-Venn para 2 conjuntos dados passa, obrigatoriamente, por 3 processos de veriBcação: “X ∩∩∩Y”, “X Y” e “Y X”.

Iniciaremos pela intersecção dos elementos entre os 2 conjuntos dados, ou seja, veriBcaremos a existência de

X

∩∩∩Y, que representa a intersecção entre os 2 conjuntos.

X

= {12, 13, 14, 15, 16, 17, 18 }

Determinaremos a seguir os elementos que pertencem “somente” aos conjuntos X e Y , que

Determinaremos a seguir os elementos que pertencem “somente” aos conjuntos X e Y, que são representados por “X Y” e “Y X”.

→ Elementos que pertencem, somente, ao conjunto X =

:
:
→ Elementos que pertencem, somente , ao conjunto X = : → Elementos que pertencem, somente

→ Elementos que pertencem, somente, ao conjunto Y = {17, 18, 19, 20, 21 }:

somente , ao conjunto Y = {17, 18, 19 , 20 , 21 }: Portanto, possuímos

Portanto, possuímos o seguinte diagrama de Euler-Venn formado pelos elementos dos conjuntos X e Y:

Euler-Venn formado pelos elementos dos conjuntos X e Y : 1.15. Número de elementos de “X

1.15. Número de elementos de “X ∪∪1.15.∪∪1.15.Y” NúmeroouNúmeron(X ∪∪(X∪∪de(X∪∪Y)∪∪deelementos∪∪∪∪Y)elementosY) dede“X“

Dado um conjunto Bnito X, indicamos o número de elementos de X por n(X) ou #X. Assim, por exemplo, se X = {2, 3, 5, 6, 8, 9}, temos que n(X) = 6 ou #X = 6.

Exemplos:

5, 6, 8, 9}, temos que n ( X ) = 6 ou # X =

Exemplo:

Sejam:

X = {2, 3, 4, 5, 7, 8}

Y = {7, 8, 9, 10, 11, 12}

Temos:

= 6. Exemplos: Exemplo: Sejam: X = {2, 3, 4, 5, 7, 8} Y = {7,

n(X) = 6

n(Y) = 6

X ∩∩∩Y = {7, 8}

n(X ∩∩∩Y) = 2

X ∪∪∪Y = {2, 3, 4, 5, 7, 8, 9, 10, 11, 12}

n(X ∪∪∪Y) = 10

Lançando os valores no diagrama de Euler-Venn, tem-se a seguinte relação:

no diagrama de Euler-Venn , tem-se a seguinte relação: Consideremos os conjuntos Bnitos X e Y

Consideremos os conjuntos Bnitos X e Y, ambos, subconjuntos de U. É fácil veri<car (analisando o digrama de Euler-Venn) que:

n(X ∪∪∪Y) = n(X) + n(Y) − n(X ∩∩∩Y)

Veri<cando a relação de igualdade:

n(X Y) = n(X) + n(Y) − n(X Y) ⇒ 10 = 6 + 6 − 2 10 = 12 − 2 ⇒ 10 = 10, que é obviamente verdadeira.

Existe outra forma de analisarmos o número de elementos de X ∪∪∪Y, ou seja, de n(X Y). Observando-se o diagrama de Venn anterior, podemos observar que:

o diagrama de Venn anterior, podemos observar que: n ( X ∪ Y ) = n
o diagrama de Venn anterior, podemos observar que: n ( X ∪ Y ) = n

n(X Y) = n(X Y) + n(Y X) + n(X Y) 10 = 4 + 4 + 2 ⇒ 10 = 8 + 2 ⇒ 10 = 10, que, também, é obviamente verdadeira.

Nota: Para o caso de X ∩∩∩Y = ∅ (isto é, X e Y são disjuntos), temos: n(X ∪∪∪Y) = n(X) + n(Y).

1.16. Representação de três conjuntos no diagrama de Euler-Venn

Sejam os conjuntos X, Y e Z, formados pelos seguintes elementos:

X = {1, 2, 3, 4, 5, 6}

Y = {4, 6, 7, 8, 9, 10}

Z

= {5, 6, 7, 11, 12, 13}

A construção do diagrama de Euler-Venn para 3 conjuntos dados passa, obrigatoriamente, por 7 processos de

veri<cação, iniciando-se pela intersecção dos elementos entre os

3 conjuntos dados, ou seja, examinar a

existência de X ∩∩∩Y ∩∩∩Z, que representa a intersecção entre os 3 conjuntos.

X

= {1, 2, 3, 4, 5, 6 }

Y

= {4, 6, 7, 8, 9, 10}

Z

=

{5, 6, 7, 11, 12, 13}

X

∩∩∩Y ∩∩∩Z = {6}

6 , 7, 11, 12, 13} X ∩∩∩ Y ∩∩∩ Z = {6} A seguir, devemos

A seguir, devemos veri<car a existência de

intersecções entre os

conjuntos tomados 2 a 2, ou seja,

veri<caremos a existência de elementos comuns para “X ∩∩∩Y”, “Y ∩∩∩Z” e “X ∩∩∩Z”.

X

= {1, 2, 3, 4, 5, 6 }

Y

= {4, 6, 7, 8, 9, 10}

X

∩∩∩Y = {4, 6}

(X

∩∩∩Y) − Z = {4}

Y

= {4, 6, 7, 8, 9, 10}

Z

=

{5, 6, 7, 11, 12, 13}

Y

∩∩∩Z = {6, 7}

(Y

∩∩∩Z) − X = {7}

X

= {1, 2, 3, 4, 5, 6 }

Z

=

{5, 6, 7, 11, 12, 13}

X

∩∩∩Z = {5, 6}

3, 4, 5 , 6 } Z = { 5 , 6 , 7, 11, 12,
3, 4, 5 , 6 } Z = { 5 , 6 , 7, 11, 12,
Veri<cada a existência de elementos que pertencem à intersecção dos 3 conjuntos e das intersecções

Veri<cada a existência de

elementos que pertencem à intersecção dos 3

conjuntos e das intersecções dos

conjuntos tomados (escolhidos) 2 a 2, determinaremos a seguir os elementos que pertencem “ conjuntos X, Y e Z.

somente” aos

→ Elementos que pertencem, somente, ao conjunto X = {1, 2, 3, 4, 5, 6}:

somente , ao conjunto X = { 1 , 2 , 3 , 4, 5, 6}:

→ Elementos que pertencem, somente, ao conjunto Y = {4, 6, 7, 8, 9, 10 }:

somente , ao conjunto Y = {4, 6, 7, 8 , 9 , 10 }: →

→ Elementos que pertencem, somente, ao conjunto Z = {5, 6, 7, 11, 12, 13 }:

somente , ao conjunto Z = {5, 6, 7, 11 , 12 , 13 }: Portanto,

Portanto, possuímos o seguinte diagrama de Euler-Venn formado pelos elementos dos conjuntos X, Y e Z:

formado pelos elementos dos conjuntos X , Y e Z : 1.17. Número de elementos de

1.17. Número de elementos de “X ∪∪1.17.∪∪1.17.Y ∪∪1.17.∪∪Número1.17.Z”NúmeroouNúmeroNúmeronde(Xdeelementos∪∪(X∪∪deelementos(X∪∪Y∪∪deelementos∪∪(X∪∪∪∪∪∪Yelementos(X∪∪∪∪Z)∪∪∪∪Y ∪∪∪∪∪∪∪∪Z)Yde∪∪∪∪Z)Yde“X∪∪∪∪Z)d“

Tomemos os conjuntos X, Y e Z do item anterior:

Y = {4, 6, 7, 8, 9, 10}

∴ n ( Y ) = 6 ∴ n ( X ) = 6

n(Y) = 6

n(X) = 6

Z

= {5, 6, 7, 11, 12, 13}

E

as seguintes relações encontradas:

X

∪∪∪Y ∪∪Z= {1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13}

n(X ∩∩∩Y ∩∩∩Z) = 13

X

∩∩∩Y ∩∩∩Z = {6}

n(X ∩∩∩Y ∩∩∩Z) = 1

X

∩∩∩Y = {4, 6}

n(X ∩∩∩Y) = 2

Y

∩∩∩Z = {6, 7}

n(Y ∩∩∩Z) = 2

X

∩∩∩Z = {5, 6}

n(X ∩∩∩Z) = 2

Distribuindo estes elementos no diagrama de Euler-Venn, temos:

estes elementos no diagrama de Euler-Venn , temos: É fácil veri<car, pela análise do diagrama, que:

É fácil veri<car, pela análise do diagrama, que:

n(X n(Xn(XY∪∪n(XYn(XZ)∪∪Y=∪∪Z)Yn(X)Z)Y==Z)n(X)+Z)=n(X)n(Y)=n(X)+n(X)+n(Y)++n(Y)n(Z)+n(Y)+n(Y)+n(Z)−+n(Z)n(X+−n(Z)−n(Z)n(Xn(Xn(X−n(XY)−n(X−Y)Yn(Xn(YY)YY)−Z)n(Xn(YY)Z)n(X−n(YZ)==−n(Y−n(X)Z)n(X)Yn(Yn(XZ)Y−+−Z)Z)+n(Xn(Xn(Y)Z)Z)n(X−n(XZ)=n(Y)−=n(X+n(X)+Z)Yn(Xn(X)+n(XZ)Yn(Z)++n(Z)+Z)Z)n(Xn(X+n(Y)Z)Z)n(X−+n(XY=n(Y)−+=n(Xn(Xn(Xn(X)n(X+n(XYZ)Yn(Xn(X)+YYn(Z)+n(Z)Z)Y)YYZ)+Y)Z)Yn(Y)YZ)−−=n(Y)−−Z)=Z)n(Yn(Xn(X)Z)Z)+n(Yn(X=n(X)+=∩∩n(Z)n(X)∩∩+n(Z)Z)Y)n(X)+Z)Y)n(−−−

Fazendo-se as devidas substituições, temos:

13 = 6 + 6 + 6 − 2 − 2 − 2 + 1 13 = 18 − 6 + 1

13 = 13, que é obviamente verdadeira.

1.18. Algumas representações indicadas no diagrama de Euler-Venn pela parte hachurada

1.19. Alguns teoremas relativos a conjuntos I. X ∪∪∪ Y = Y ∪∪∪ X (
1.19. Alguns teoremas relativos a conjuntos I. X ∪∪∪ Y = Y ∪∪∪ X (

1.19. Alguns teoremas relativos a conjuntos

I. X ∪∪∪Y = Y ∪∪∪X (Lei comutativa da união).

II. X ∪∪∪((Y (∪∪Z) = (X ∪∪∪Y) ) )Z) = X ∪∪∪Y ∪∪∪Z (Lei associativa da união).

III. X ∩∩∩Y = Y ∩∩∩X (Lei comutativa da intersecção).

IV. X ∩∩∩((Y(∩∩∩Z) = (X ∩∩∩Y) ) )Z) = X ∩∩∩Y ∩∩∩Z (Lei associativa da intersecção).

V. X ∩∩∩((Y(∪∪∪Z) = (X ∩∩∩Y) ) )(X( ∩∩( Z) (Primeira lei distributiva).

VI. X ∪∪∪((Y (∩∩Z) = (X ∪∪∪Y) ) )(X( (∪∪Z) (Segunda lei distributiva).

VII. X − Y = X ∩∩∩Y′. VIII. Se X ⊂⊂⊂Y, então XY′ou YX.

IX. X ∪∪∪∅∅∅==X=e X ∩∩∩∅∅∅===∅.∅.∅.

X. X ∪∪∪U = U e X ∩∩∩U = X.

XI. (X ∪∪∪Y)′ = XY′ (Primeira Lei de Morgan).

XII. (X ∩∩∩Y)′ = XY′ (Segunda Lei de Morgan). XIII. X = (X ∩∩∩Y) ) )(X( ∩∩( Y)′ (para quaisquer conjuntos X e Y).

1.20. Intervalos

Sejam “a” e “bnúmeros reais, tal que a > b

localizados na reta real:

Intervalo aberto Denomina-se intervalo aberto o conjunto de números reais entre “ a ” e

Intervalo aberto

Denomina-se intervalo aberto o conjunto de números reais entre “a” e “b”, excluindo-se “a” e “b”:

“ a ” e “ b ”, excluindo-se “ a ” e “ b ”: Representação

Representação geométrica:

“ a ” e “ b ”: Representação geométrica: Exemplo: ] 3; 7 [ = (

Exemplo:

] 3; 7 [ = ( 3; 7) = {3 < x < 7}

Exemplo: ] 3; 7 [ = ( 3; 7) = {3 < x < 7} Intervalo

Intervalo fechado

Denomina-se intervalo fechado o conjunto de números reais entre “a” e “b”, incluindo-se “a” e “b ”:

Representação geométrica:

Exemplo:

[ −2; 4 ] = {−2 ≤ x ≤ 4}

Intervalos semi-abertos

1º caso: intervalo aberto à direita incluindo “b” e excluindo “a”.

Representação geométrica:

Exemplo:

e excluindo “ a ”. Representação geométrica: Exemplo: e fechado à esquerda o conjunto dos números
e excluindo “ a ”. Representação geométrica: Exemplo: e fechado à esquerda o conjunto dos números
e excluindo “ a ”. Representação geométrica: Exemplo: e fechado à esquerda o conjunto dos números

e

fechado à esquerda

o conjunto dos números reais entre “

fechado à esquerda o conjunto dos números reais entre “ a ” e “ b ”,
fechado à esquerda o conjunto dos números reais entre “ a ” e “ b ”,

a” e “ b ”,

2 º caso: intervalo aberto à esquerda excluindo “ b ” e incluindo “ a

2 º caso: intervalo aberto à esquerda excluindo “b ” e incluindo “a”.

Representação geométrica:

e fechado à direita o conjunto dos números reais entre “

fechado à direita o conjunto dos números reais entre “ Exemplo: ] 0; 9 ] =
fechado à direita o conjunto dos números reais entre “ Exemplo: ] 0; 9 ] =

Exemplo:

] 0; 9 ] = ( 0; 9 ] = {0 < x ≤ 9}

entre “ Exemplo: ] 0; 9 ] = ( 0; 9 ] = {0 < x

Intervalos InBnitos

Os seguintes intervalos são considerados in1nitos:

1º caso:]

intervalos são considerados in1nitos: 1 º caso: ] Exemplo: ] 2 º caso: Exemplo: 3 º
intervalos são considerados in1nitos: 1 º caso: ] Exemplo: ] 2 º caso: Exemplo: 3 º

Exemplo:

]

são considerados in1nitos: 1 º caso: ] Exemplo: ] 2 º caso: Exemplo: 3 º caso:
são considerados in1nitos: 1 º caso: ] Exemplo: ] 2 º caso: Exemplo: 3 º caso:

2 º caso:

são considerados in1nitos: 1 º caso: ] Exemplo: ] 2 º caso: Exemplo: 3 º caso:
são considerados in1nitos: 1 º caso: ] Exemplo: ] 2 º caso: Exemplo: 3 º caso:

Exemplo:

são considerados in1nitos: 1 º caso: ] Exemplo: ] 2 º caso: Exemplo: 3 º caso:
são considerados in1nitos: 1 º caso: ] Exemplo: ] 2 º caso: Exemplo: 3 º caso:

3 º caso:

são considerados in1nitos: 1 º caso: ] Exemplo: ] 2 º caso: Exemplo: 3 º caso:
são considerados in1nitos: 1 º caso: ] Exemplo: ] 2 º caso: Exemplo: 3 º caso:

Exemplo:

são considerados in1nitos: 1 º caso: ] Exemplo: ] 2 º caso: Exemplo: 3 º caso:
são considerados in1nitos: 1 º caso: ] Exemplo: ] 2 º caso: Exemplo: 3 º caso:

a” e “ b ”,

4º caso: Exemplo: Observações: I) O símbolo + ∞ (mais in nito) não representa, especi

4º caso:

4º caso: Exemplo: Observações: I) O símbolo + ∞ (mais in nito) não representa, especi camente,
4º caso: Exemplo: Observações: I) O símbolo + ∞ (mais in nito) não representa, especi camente,

Exemplo:

4º caso: Exemplo: Observações: I) O símbolo + ∞ (mais in nito) não representa, especi camente,
4º caso: Exemplo: Observações: I) O símbolo + ∞ (mais in nito) não representa, especi camente,

Observações:

I) O símbolo + ∞ (mais in nito) não representa, especi camente, nenhum número real, mas um valor eu cresce, de maneira contínua, e sem limites. II) De maneira análoga, o símbolo − ∞ (menos in nito), também não representa nenhum número real, mas um valor que decresce sem limites.

Assim, o conjunto dos números reais pode ser representado como um intervalo aberto:

E os seus subconjuntos

como um intervalo aberto: E os seus subconjuntos + e − como intervalos semi-abertos: 1.21.

+ e

como um intervalo aberto: E os seus subconjuntos + e − como intervalos semi-abertos: 1.21. Exercícios

como intervalos semi-abertos:

1.21. Exercícios resolvidos

1. Sendo A = {2, 3, 5, 6, 7} e B = {0, 1, 2, 6, 8}, então [(A − B) SendoSendo(B −A A)]=A ={2,será:{2,3, 3,5, 5,6, 6,7}7}e Be =B ={0,{0,1, 1,2,

a) {0, 1, 3, 5, 7, 8};

b) {0, 1, 2, 3, 5, 7};

c) {1, 3, 7, 8};

d) {0, 1, 5, 8};

e) {0, 1, 2, 5, 8}.

Resolução:

Resolveremos a expressão [(A − B) ResolveremosResolveremos(B − A)] ema expressãoatrêsexpressãopassos:[(A[(A−−B)B)∪∪(B(B−−A)]A)]ememtrêstrêspassos:passos:

∪∪ (B(B−−A)]A)]ememtrêstrêspassos:passos: 1 º passo: A − B = {2, 3, 5, 6, 7} − {0,

1 º passo: A − B = {2, 3, 5, 6, 7} − {0, 1, 2, 6, 8} = {3, 5, 7}, ou seja todos os elementos que têm mas não têm em B.

em

A,

2 º passo: B − A = {0, 1, 2, 6, 8} − {2, 3, 5, 6, 7} = {0, 1, 8}, ou seja todos os elementos que têm

em

B,

mas não têm em A

3 º passo: (A − B) (A(B(A−−−B)A)B)∪∪=(B(B{3,−−A)5, A)7}=={3,(A{3,{0,(A−5,−5,1,7}B)7}B)8}∪∪∪∪={0,(B{0,(B{0,−1,−A)1,8}1,A)8}3,===5,={3,{0,7,{3,{0,5,1,8}.5,7}1,3,7}3,5,5,7,{0,7,8}.{0,1,8}.1,8}8}=={0,{0,1, 1,3, 3,5, 5,7, 7,8}

Gabarito: Letra A.

2. Sendo A = {x Sendo∈∈∈∈SendoR | -2A =A≤={xx <{x∈∈∈∈3}∈∈∈∈R e|R-2B| =-2≤≤{xx <x∈∈Sendo∈∈<3}SendoZ 3}|e-2ABe <==AB ==x{x{x≤{x{x∈∈∈∈∈∈∈∈3},∈∈∈∈∈∈∈∈ZR ||ZRé-2-2|correto| -2-2<≤<≤xx ≤<xxa:rmar:≤<3},3}3},3}eé Bcorretoeé=Bcorreto={x{x∈∈∈∈a:rmar:∈∈∈∈a:rmar:Z |Z-2| -2<<x ≤x

a) A A AB=B =BA;=A;A;

b) A A AB∪⊂AB ⊂∪ABZ;⊂∪Z;B Z;B Z; Z;

c)

A A AB =B =BB;=B; B;

d) A AABAB BAZ;BZ;Z;B Z; Z;

e) A AAB=B B=B.=B.B.

Resolução:

Nota inicial: Os elementos do conjunto A” pertencem ao conjunto dos números reais, portanto seus elementos podem ser representados pelos números naturais, inteiros, racionais e irracionais dentro do intervalo “−2 ≤

x < 3”. Uma possível representação deste intervalo seria:

3”. Uma possível representação deste intervalo seria: Inicialmente, reescreveremos os conjuntos A e B pelo

Inicialmente, reescreveremos os conjuntos A e B pelo método da listagem:

os conjuntos A e B pelo método da listagem : Fazendo-se a intersecção (“A ∩

Fazendo-se a intersecção (“A Fazendo-seFazendo-seB”) dos conjuntosa aintersecçãointersecçãodados,(“A(“Ateremos:∩∩B”)B”)dosdosconjuntosconjuntosdados,dados,teremos:teremos:

A AAB=B B={−1,={−1,{−1,0, 0,1,0,1,2}1,2}2}

Podemos observar que os elementos encontrados pela intersecção entre A e B (−1, 0, 1, 2) pertence ao conjunto dos números inteiros, ou seja, estão contidos no conjunto dos inteiros.

A AAB=B B={−1,={−1,{−1,0, 0,1,0,1,2}1,2}A2}AZB =B ={−1,{−1,0, 0,1, 1,2}2}⊂⊂

Logo, A Logo,Logo,B Logo,ALogo,ZA∩∩AB BABZ ZB Z Z Gabarito: Letra D.

3. Considerando N = {0, 1, 2, 3, 4,…}, A = 2x + 9}, podemos a.rmar que:

a) A A ABtemB temB 8temelementos;8 elementos;8 elementos;

b) A AABtemB Btemtem4 elementos;4 4elementos;elementos;

c) A A AB =B =BA;=A;A;

d) A AAB=B B=A;=A;A;

e) A AAB=B B=∅.=∅.∅.

Resolução:

e) A ∩ AA ∩ B ∩ =B B=∅.=∅.∅. Resolução: e B = {x ∈ ∈

e B = {x

N | 3x + 4 <

Nota inicial: Os valores que “ x” deve assumir para que “ n” pertença ao conjunto dos números naturais N” são os próprios divisores de 24, ou seja, x = {1, 2, 3, 4, 6, 8, 12, 24}.

conjunto dos números naturais “ N ” são os próprios divisores de 24, ou seja, x
conjunto dos números naturais “ N ” são os próprios divisores de 24, ou seja, x
Os elementos do conjunto B, pertencentes ao conjunto dos números naturais, deverão obedecer à inequação

Os elementos do conjunto B, pertencentes ao conjunto dos números naturais, deverão obedecer à inequação do 1º grau: 3x + 4 < 2x + 9.

à inequação do 1º grau: 3 x + 4 < 2 x + 9. Fazendo-se a

Fazendo-se a operação de união e intersecção entre os conjuntos A e B, tem-se:

A = {1, 2, 3, 4, 6, 8, 12, 24}

B = {0, 1, 2, 3, 4 }

A A AB=B =B{0.={0.1,{0.1,2,1,2,3,2,3,4,3,4,6,4,6,8,6,8,12,8,12,24}12,24}−24}−9 −elementos9 elementos9 elementos

A = {1, 2, 3, 4, 6, 8, 12, 24}

B = {0, 1, 2, 3, 4 }

A AAB=B B={1,={1,2,{1,2,3,2,3,4}3,4}−4}−4−elementos4 4elementoselementos

Gabarito: Letra B.

4. Considere os conjuntos:

A = {x | x é letra do estado brasileiro cuja capital é Recife}

B = {y | y é letra da palavra número}

C = {p, a, r, e, o}

D = {b, o}

Assim, a expressão A − {(B − C) Assim,Assim,D} éaigualexpressãoa expressãoao conjuntoA −A −{(Bde{(B−letras−C) C)∪∪∪∪da∪∪∪∪D}palavra:D}é igualé igualaoaoconjuntoconjuntodedeletrasletrasda

a) brigadeiro;

b) epcar;

c) Brasil;

d) aeronáutica;

e) barbacena.

Resolução:

De niremos, inicialmente, os conjuntos A e B pelo método da listagem:

A

= {x | x é letra do estado brasileiro cuja capital é Recife}, sendo o estado em questão PERNAMBUCO, teremos para o conjunto A a seguinte listagem:

A

= {a, b, c, e, m, n, o, p, r, u}

B

= {y | y é letra da palavra número}

B

= {e, m, n, o, r, u}

Assim, os conjuntos A, B, C e D serão listados por:

A = {a, b, c, e, m, n, o, p, r, u}

B = {e, m, n, o, r, u}

C = {p, a, r, e, o}

D = {b, o}

Dada a expressão A − {(B − C) DadaDadaD},aseguiremosexpressãoa expressãoA3 A−passos−{(B{(B−para−C)C)resolução∪∪D},D},seguiremosseguiremosdesta, a sa3ber:passos3 passosparapararesoluçãoresoluçãode

a sa3ber:passos3 passosparapararesoluçãoresoluçãode 1 º passo: B − C = {e, m, n, o, r, u}

1 º passo: B − C = {e, m, n, o, r, u} − {p, a, r, e, o} = {m, n, u}, ou seja todos os elementos que têm em

B, mas não têm em C.

2 º passo: ( B − C) B −DB −=C)C){m,∪∪Dn,D=u}={m,−{m,{b,n, n,u}o}u}−=−{b,{b,{b,o}m,o}=n,={b,o,{b,u}.m,m,n, n,o, o,u}.u}.

3 º passo: A − {(B − C) A D}A−−{(B={(B{a,−−b,C)C)c,e,D}m,D}=n,={a,o,{a,p,b, b,r,c, u}c,e, e,m,−m,n,{b,n,o,m,o,p,n,p,r, o,u}r, uu}−} =−{b,{a,{b,m,c,m,n,e,n,o,p,o,ur}.}u=} ={a,{a,c, c,e, e,p,

Das alternativas, a palavra que podemos formar os elementos “a, c, e, p, r” será: EPCAR.

Gabarito: Letra B.

5. Dados os conjuntos A e B, sendo A = {1, 3, 5} e B = {0, 1, 3, 4}. A DadosDadosB temososquantosconjuntosconjuntoselementos?AAe eB,B,sendosendoAA

a) 1;

b) 2;

c) 3;

d) 4;

e) 0.

Resolução:

Desejamos determinar o conjunto intersecção entre A e B, ou seja, os elementos comuns entre esses conjuntos.

A = {1, 3, 5}

B = {0, 1, 3, 4}

A AAB=B B={1,={1,3},{1,3},logo,3},logo,logo,possuímospossuímospossuímos2 elementos do conjunto intersecção entre A e B.

Gabarito: Letra b.

6. Considere A = {0,1,2,3}, B = {2,3,5} e C = {x | x é um número par menor que 10}. Assinale a

alternativa que corresponde ao conjunto A alternativaalternativaB alternativaalternativaC:

a) {2};

b) {2,3};

c) {0,1};

d) {0,2};

e) {3}.

quequequecorrespondequecorrespondecorrespondecorrespondeaoaoconjuntoaoconjuntoaoconjuntoconjuntoA A∩∩AB AB∩∩∩∩C:B C:B∩∩C:C:

Resolução:

Inicialmente, listaremos os elementos do conjunto C.

C

= {x | x é um número par menor que 10}

C

= {0, 2, 4, 6, 8}

A seguir, determinaremos o(s) elemento(s) do conjunto intersecção entre os conjuntos A, B e C : A : AB: A∩∩:ABC: AB∩∩∩∩CB CB

A = {0,1,2,3}

B = {2,3,5}

C = {0, 2, 4, 6, 8}

A ∩∩∩B ∩∩∩C = {2}

Gabarito: Letra A.

7. Seja A um conjunto com 8 elementos. O número total de subconjuntos de A é:

a) 8;

b) 256;

c) 6;

d) 128;

e) 100.

Resolução:

Analisando a cardinalidade do conjunto A, ou seja, veri cando as

subconjuntos deste conjunto A, onde “n” corresponde ao número de elementos do conjunto dado:

partes do conjunto

A, encontraremos “2 n

Para n = 8:

nº de subconjuntos = 2 8 = 256 subconjuntos.

Gabarito: Letra B.

8. Seja A o conjunto dos números ímpares maiores que 3 e menores que 20, e B o conjunto dos números

divisíveis por 3. Os elementos de A divisíveisdivisíveisB são:

a) 3 e 15;

b) 5 e 18;

c) 3 e 18;

d) 9 e 15;

e) 9 e 19.

porpor3.3.OsOselementoselementosdedeAA∩∩B Bsão:são:

Resolução:

Seja A o conjunto dos números ímpares maiores que 3 e menores que 20, então:

A = {5, 7, 9, 11, 13, 15, 17, 19}

Seja B o conjunto dos números divisíveis por 3, ou seja, o conjunto dos números múltiplos de 3.

B = {0, 3, 6, 9, 12, 15, 18, 21, …}

Os elementos de A OsOsBelementossãoelementostodos deosdeAelementosA∩∩B Bsãosãocomunstodostodososaosos

A AAB:B{9,B: {9,: 15}{9,15}15}

dois conjuntos, A e B. Assim, temos que:

Gabarito: Letra D.

9. A interseção do conjunto de todos os números inteiros positivos múltiplos de 5 com o conjunto de

todos os inteiros múltiplos de 16 é o conjunto de todos os inteiros múltiplos de:

a) 4;

b) 21;

c) 80;

d) 48;

e) 56.

Resolução:

Seja A o conjunto dos números múltiplos de 5:

A = M(5) = {0, 5, 10, 15, 20, 25, 30, 35, 40, 45, 50, 55, 60, 65, 70, 75, 80, 85, 90, 95, 100, 105, 110, 115,

120, 125, 130, 135, 140, 145, 150, 155, 160, 165, …}

Seja B o conjunto dos números múltiplos de 16:

B = M(16) = {0, 16, 32, 48, 64, 80, 96, 112, 128, 144, 160, 176, 192, 208, 224,… }

A intersecção entre os conjuntos A e B, ou seja, A , ou,B,ouseja,seráseja,AdadaA∩∩B,por:B,seráserádadadadapor:por:

A AAB:B{0,B: {0,: 80,{0,80,160,80,160,160,….}….}….}

Portanto, concluímos que a intersecção (“A B”) entre os conjuntos dados ( “A” e “B”) representa o conjunto

dos números múltiplos de 80.

Gabarito: Letra C.

10. Dos conjuntos abaixo, o subconjunto de M = {2, 3, 4,5, 6, 7, 8} é:

b)

{6, 8, 10};

c) {1, 3, 5, 7};

d) {3, 4, 5, 6};

e) {3, 6, 9}.

Resolução:

Analisando cada alternativa, eliminaremos aquelas que possuem elemento(s) distinto(s) do apresentado:

conjunto M

a) { , , 2} − não pode ser um subconjunto de M, já que os elementos “0” e “1” não pertencem ao conjunto M;

b) {6, 8,

c) { , 3, 5, 7} − não pode ser um subconjunto de M, já que o elemento “1” não pertence ao conjunto M;

d) {3, 4, 5, 6} − é um subconjunto de M, pois todos seus elementos pertencem ao conjunto M;

e) {3, 6, 9} − não pode ser um subconjunto de M, já que o elemento “9” não pertence ao conjunto M.

já que o elemento “9” não pertence ao conjunto M . } − não pode ser
já que o elemento “9” não pertence ao conjunto M . } − não pode ser
já que o elemento “9” não pertence ao conjunto M . } − não pode ser

} − não pode ser um subconjunto de M, já que o elemento “10” não pertence ao conjunto M;

que o elemento “10” não pertence ao conjunto M ; Gabarito: Letra d. 11. Considerando os

Gabarito: Letra d.

11. Considerando os elementos do conjunto P = {números primos}, a sentença verdadeira é:

a) 12 1212P;

b) 15 1515P;∉∉

c) 17 1717P;∉∉

d) 19 1919P;∉∉

e) 21 2121P.

Resolução:

Lembremos que alguns dos números primos são: 2, 3, 5, 7, 11, 13, 17, 19, 23, 29, 31, 37, …, entre outros, portanto, das alternativas apresentadas, observamos que o número “15” não é um número primo , logo, o mesmo não pertencerá ao conjunto P (15 (15P(15). ∉∉

Gabarito: Letra B

12.