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TÉCNICAS RETROSPECTIVAS – PROF.

EDU ROCHA - CALENDÁRIO E INSTRUÇÕES FINAIS – 2009/2

OFICINA DE COLAGEM-PROJETO DIA 30 DE OUTUBRO DE 2009


1- No perfil da rua onde se localiza o objeto de intervenção, limpar áreas a demolir.
2- Experimentar a inserção de um novo projeto, disponíveis no arquivo ‘lógicas do projeto contemporâneo”,
disponibilizado pelo professor. Realizar a colagem em 3 níveis: adequação, media adequação e desadequado.
3- No perfil considerado desadequado inserir outras figuras que não façam parte da paisagem urbana tradicional.

PROFESSOR VIAJANDO, “MEMORIA E IDENTIDAD”, EM MONTEVIDEO. DIA 06 DE NOVEMBRO DE 2009

ASSESSORAMENTO DIA 13 DE NOVEMBRO DE 2009


1- Ideias gerais do projeto de intervenção (programa proposto, croquis iniciais);
2- Ideia da intervenção urbana.

ESPIANDO A PAISAGEM DE SANTA MARIA ENTREGA DIA 16 DE NOVEMBRO DE 2009 (segunda-feira 14horas)
1- Imprimir 1 dos perfis da oficina de colagem-projeto (30/10) , colorido com colagem realizada em aula (nome
dos integrantes do grupo, disciplina e professor), para uma folha a1 (841x594mm).
2- Imprimir em transparência imagens diversas feitas na edificação que será alvo de intervenção (imagens gerais,
1º. Plano, detalhes internos, visuais, usuários, veículos, etc.) (tamanho da imagem para o monóculo=2,2x3,2mm).

SEMANA ACADEMICA ENTREGA DIA 20 DE NOVEMBRO DE 2009

INTERVENÇÃO URBANA IN LOCO ENTREGA DIA 27 DE NOVEMBRO DE 2009


1- Realizar uma breve intervenção urbana próxima ou na edificação escolhida para intervenção.
2- Filmar e editar um pequeno vídeo de 1 minuto sobre a intervenção (processos de construção da intervenção e
a ação).

ANTEPROJETO ENTREGA DIA 04 DE DEZEMBRO DE 2009


1- Levantamentos históricos da edificação (fotos, plantas cronológicas, zonemanto do uso original, etc.);
2- Localização da(s) edificação(s) (Santa Maria, Bairro, Rua, Perfil);
3- Levantamento fotográfio externo e interno, com marcação em planta.
4- Levantamento do estado de conservação (podem ser fotografias mostrando os principais problemas, como:
infiltrações, rachaduras, etc.)
5- Plantas baixas do existente (1/50 ou 1/100), com indicações de materiais e técnicas construtivas;
6- Cortes e fachadas do existente (1/50 ou 1/100) com indicações de materiais e técnicas construtivas;
7- Plantas de piso e de forro (1/50 ou 1/100) com indicações de materiais e técnicas construtivas;
8- Planta de cobertura (1/100) com indicações de materiais e técnicas construtivas;
9- Planta de intervenção urbana (com proposta de acessibilidade, passeios, modificação transito, inserção no
perfil, diagnóstico antes de depois da inserção, etc.)
10- Detalhes construtivos (desenhos ou fotografias de detalhes diversos: escadas, elementos de fachada, gradis,
clarabóias, etc., indicando localização em planta);
11- Detalhes de esquadrias (desenhos ou fotografias das esquadrias, indicando de localização em planta e
especificações de material: estrutura, vedações e ferragens);
12- Plantas de detalhes de instalações e estrutura (pode ser com fotos);
13- Intenção da intervenção proposta (desenhos preliminares, croquis, montagens, colagens, intervenção urbana,
conceitos, linhas de desenhos, etc.)
14- Plantas de alvenarias a manter, a construir e a demolir (1/50 ou 1/100).
15- Fachadas e cortes (1/50 ou 1/100) com indicações de intervenção.
16- Detalhes gerais (nova cobertura, nova esquadrias, etc.).
17- O antes e o depois (desenhos, maquetes, fotomontagem, etc.).

REUNIÃO DE AVALIAÇÃO DIA 11 DE DEZEMBRO DE 2009

DIVULAÇÃO DAS NOTAS G2DIA 18 DE DEZEMBRO DE 2009


ETAPAS DO PROJETO DE RESTAURO E REVITALIZAÇÃO
Coleta de dados:
1- Obtenção de plantas cadastrais e de referências (plantas, cortes, fachadas, etc; cópias, fotografias, etc.);
2- Levantamento geométrico do monumento (plantas, cortes, fachadas, etc.; escala 1/50 ou 1/100);
3- Plantas de qualificação, assinalando sistemas construtivos, pisos, revestimentos, forros, lesões estruturais,
etc;
4- Levantamentos dos detalhes de maior importancia em escala adequada;
5- Registro fotográfico exaustivo, assinalando em cada planta os pontos de tomada das fotos;
6- Memoria descritiva do estado em que se encontra o monumento;
7- Levantamento de dados historicos destinados a conhecer o contexto sociocultural em que foi concebida a
obra, seus responsaveis, etapas da edificação e modificações sofridas ao longo do tempo. Estes dados
podem ser de dois tipos:
- explícitos: (obtidos junto a arquivos, cartorios e repartições cadastrais) tais como descrições e
iconografia (desenhos, plantas, fotos, etc.);
- implícitos: obtidos junto à obra, mediante a interpretação dos seus elementos formais e construtivos e
da realização de prospecções arqueológicas.
Análise de dados:
1- Plantas cronológicas, assinalando elementos primitivos que foram eliminados, época das várias partes do
edifício, superposição e anexos;
2- Plantas construtivas, registrando as diferentes tecnicas de construção adotadas e o comportamento
estrutural de seus elementos;
3- Análise tipologica com caracterização do zonemanto interno original e adaptações subsequentes.
Partido a ser adotado:
1- Não atribuição de função arquitetônica ao monumento. Atitude aplicavel a edificios muito mutilados e de
expecional valor, considerados ruinas arqueologicas;
2- Manter a função original com adequação a novos padroes higienicos e de habitabilidade;
3- Converter o edificio a uma nova função, desde que a primitiva seja, atualmente inviavel. Procurar
compatibilizar a tipologia do edificio com as necessidades da comunidade. Definição de nova função e
eleboração de seu programa.
Definir critérios de intervenção:
1- Consolidação estrutural e saneamento ambiental;
2- Liberação de superposições sem merito;
3- Reintegração de elementos desmontados ou mutilados;
4- Adaptações necessárias a refuncionalização, como a introdução de sanitários e cozinhas, abertura de
portas, etc.
Anteprojeto:
1- Elaboração de anteprojeto e memorial justificativo para a verificação de sua viabilidade funcional e
economica. Esta hipotese de trabalho deverá ser amplamente discutida com outros tecnicos e com a
comunidade local, podendo ser reformulada para melhor se ajustar aos objetivos da restauração e
necessidades da comunidade.
Elaboração de projetos específicos:
1- Consolidação e restauração, compreendendo plantas, cortes e fachadas;
2- Instalação eletrica e hidrossanitária;
3- Instalações especiais;
4- Detalhes construtivos e das esquadrias em escala conveniente;
5- Especificação dos serviços e materiais;
6- Relação dos serviços especiais de restauração: pedra, pintura mural, forros, altares, etc.
Programação de obra:
1- Elaboração do projeto executivo, plantas sinteses dos projetos executivos;
2- Levantamento dos volumes de materiais e serviços;
3- Orçamentos;
4- Cronograma de obras;
5- Programação financeira.