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Prof. Roberto Aula 16 Cristóvão robertocristovao@gmail.com
Prof. Roberto Aula 16 Cristóvão
robertocristovao@gmail.com
Convergência Absoluta, Testes da Razão e da Raiz
Convergência Absoluta, Testes da
Razão e da Raiz
Convergência Absoluta
Convergência Absoluta

Dada qualquer série

Convergência Absoluta Dada qualquer série , podemos considerar a série correspondente cujos termos são os valores

, podemos

considerar a série correspondente

Convergência Absoluta Dada qualquer série , podemos considerar a série correspondente cujos termos são os valores

cujos termos são os valores absolutos dos termos da série original.

Definição
Definição
Definição Uma série é dita absolutamente convergente se a série de valores absolutos for convergente. Obs.:

Uma série

é dita absolutamente

convergente se a série de valores

absolutos

Definição Uma série é dita absolutamente convergente se a série de valores absolutos for convergente. Obs.:

for convergente.

Definição Uma série é dita absolutamente convergente se a série de valores absolutos for convergente. Obs.:

Obs.: Se

for uma série com termos

Definição Uma série é dita absolutamente convergente se a série de valores absolutos for convergente. Obs.:

e assim a

positivos, então

convergência absoluta é a mesma coisa que

a convergência nesse caso.

Exemplo 1
Exemplo 1

A série

Exemplo 1 A série é absolutamente convergente porque é uma p-série convergente (p=2).

é absolutamente convergente porque

Exemplo 1 A série é absolutamente convergente porque é uma p-série convergente (p=2).

é uma p-série convergente (p=2).

Exemplo 2
Exemplo 2

Sabemos que a série harmônica alternada

Exemplo 2 Sabemos que a série harmônica alternada é convergente mas não é absolutamente convergente, porque

é convergente mas não é absolutamente convergente, porque a série de valores absolutos correspondente é

Exemplo 2
Exemplo 2
Exemplo 2 que é a série harmônica (p-série com p=1). e é portanto, divergente.

que é a série harmônica (p-série com p=1). e é portanto, divergente.

Definição
Definição
Definição Uma série é chamada condicionalmente convergente se ela for convergente, mas não for absolutamente convergente.

Uma série

é chamada

condicionalmente convergente se ela for convergente, mas não for absolutamente convergente.

O Exemplo 2 mostra que a série harmônica alternada é condicionalmente convergente.

Teorema
Teorema

Se uma série

Teorema Se uma série for absolutamente convergente, então ela é convergente.

for absolutamente

convergente, então ela é convergente.

Exemplo 3
Exemplo 3

Determine se a série

Exemplo 3 Determine se a série é convergente ou divergente. Solução: Podemos aplicar o Teste da

é convergente ou divergente.

Solução:

Podemos aplicar o Teste da Comparação à série de valores absolutos

Teste de Comparação no Limite Exemplo 3  n, Como temos
Teste de Comparação no Limite
Exemplo 3
 n,
Como
temos
Teste de Comparação no Limite Exemplo 3  n, Como temos Sabemos que é convergente (p-série

Sabemos que

é convergente (p-série

é

com p=2) e, assim, convergente. Então a série dada

Teste de Comparação no Limite Exemplo 3  n, Como temos Sabemos que é convergente (p-série

é convergente.

O Teste da Razão (i) Se então a série é absolutamente convergente (e portanto
O Teste da Razão
(i) Se
então a série
é
absolutamente convergente (e portanto

convergente . (ii) Se

O Teste da Razão (i) Se então a série é absolutamente convergente (e portanto convergente .
O Teste da Razão (i) Se então a série é absolutamente convergente (e portanto convergente .

então a

ou

série (iii) Se

é divergente. o Teste da Razão não é

conclusivo; isto é, nenhuma conclusão pode ser tirada sobre a convergência ou divergência de

O Teste da Razão (i) Se então a série é absolutamente convergente (e portanto convergente .
Exemplo 4 Teste a série quanto a
Exemplo 4
Teste a série
quanto a

convergência absoluta.

Solução:

Usamos o Teste da Razão com

Exemplo 4 Teste a série quanto a convergência absoluta. Solução: Usamos o Teste da Razão com
Exemplo 4
Exemplo 4
Exemplo 4 Então, pelo Teste da Razão, a série dada é absolutamente convergente e, portanto, convergente.
Exemplo 4 Então, pelo Teste da Razão, a série dada é absolutamente convergente e, portanto, convergente.
Exemplo 4 Então, pelo Teste da Razão, a série dada é absolutamente convergente e, portanto, convergente.
Exemplo 4 Então, pelo Teste da Razão, a série dada é absolutamente convergente e, portanto, convergente.

Então, pelo Teste da Razão, a série dada é

absolutamente convergente e, portanto, convergente.

Exemplo 5
Exemplo 5

Teste a convergência da série

Solução:

Exemplo 5 Teste a convergência da série Solução: Como os termos são positivos, não precisamos dos

Como os termos

Exemplo 5 Teste a convergência da série Solução: Como os termos são positivos, não precisamos dos

são positivos,

não precisamos dos símbolos de valor

absoluto.

Exemplo 5
Exemplo 5
Exemplo 5 quando Com a série dada é divergente pelo Teste da Razão.
Exemplo 5 quando Com a série dada é divergente pelo Teste da Razão.

quando

Exemplo 5 quando Com a série dada é divergente pelo Teste da Razão.
Exemplo 5 quando Com a série dada é divergente pelo Teste da Razão.

Com

a série dada é divergente pelo

Teste da Razão.

Observação
Observação

Embora o Teste da Razão funcione no

Exemplo 5, um método mais simples é usar

o Teste para Divergência.

não tende a 0 quando
não tende a 0 quando
Observação Embora o Teste da Razão funcione no Exemplo 5, um método mais simples é usar

Segue que

Portanto a série dada é divergente.

Observação
Observação

O teste a seguir é conveniente para ser

aplicado quando ocorrem potências de

Observação O teste a seguir é conveniente para ser aplicado quando ocorrem potências de .

.

O Teste da Raiz (i) Se então a série
O Teste da Raiz
(i) Se
então a série

é absolutamente convergente (e portanto

convergente). (ii) Se

O Teste da Raiz (i) Se então a série é absolutamente convergente (e portanto convergente). (ii)

ou

O Teste da Raiz (i) Se então a série é absolutamente convergente (e portanto convergente). (ii)
é divergente.
é divergente.

então

(iii)Se é conclusivo.

o Teste da Raiz não

Observação
Observação

Se

Observação Se então a parte (iii) do teste da Raiz não dá informação. A série pode

então a parte (iii) do

teste da Raiz não dá informação. A série

pode convergir ou divergir.

Se

Observação Se então a parte (iii) do teste da Raiz não dá informação. A série pode

no Teste da Razão, não tente o

teste da Raiz, porque

Observação Se então a parte (iii) do teste da Raiz não dá informação. A série pode

será novamente 1.

Exemplo Teste a convergência da série
Exemplo
Teste a convergência da série
Exemplo Teste a convergência da série Solução: Então, a série dada converge pelo Teste da Raiz.

Solução:

Exemplo Teste a convergência da série Solução: Então, a série dada converge pelo Teste da Raiz.
Exemplo Teste a convergência da série Solução: Então, a série dada converge pelo Teste da Raiz.

Então, a série dada converge pelo Teste da Raiz.