Você está na página 1de 64
FRENTE 1 – MECÂNICA MÓDULO 1 FUNDAMENTOS DA CINEMÁTICA 1. Dona Cacilda está sentada em
FRENTE 1 – MECÂNICA
FRENTE 1 – MECÂNICA

MÓDULO 1

FUNDAMENTOS DA CINEMÁTICA

1. Dona Cacilda está sentada em um ônibus que trafega a 100km/h,

observa uma árvore à beira da estrada e comenta com seu colega Ptolomeu:

“Eu estou parada e a árvore está em movimento ou é a árvore que está parada e eu que estou em movimento?” Ptolomeu responde com sua habitual precisão:

“Para um referencial ligado à estrada, a árvore está em

Para um

referencial ligado ao ônibus, a árvore está em

e você está em

Complete as lacunas com as palavras adequadas e justifique.

e você está em

.”

RESOLUÇÃO:

Repouso – movimento – movimento – repouso. Repouso e movimento são conceitos relativos que dependem do referencial adotado.

2. (IJSO-Brasil-MODELO ENEM) – Dois amigos, Carlos e Fran-

cisco, estão em seus carros parados num semáforo, um ao lado do outro. Quando o farol fica verde, Francisco parte e Carlos, não

percebendo a abertura do sinal, pisa no freio, pois tem a impressão de que seu carro está indo para trás. A respeito desta situação, podemos afirmar:

I. A sensação que Carlos teve decorreu do fato de ter tomado o carro de Francisco como referencial.

II. Em relação ao carro de Francisco, o carro de Carlos se deslocou para trás, colidindo com outro carro que estava atrás do seu, parado em relação ao semáforo.

III. Em relação ao semáforo, o carro de Carlos não se movimentou.

Analisando-se as afirmações, conclui-se que:

a) Somente a afirmação I é correta.

b) Somente as afirmações I e II são corretas.

c) Somente as afirmações I e III são corretas.

d) Somente as afirmações II e III são corretas.

e) Todas as afirmações são corretas.

RESOLUÇÃO:

I. Em relação ao carro de Francisco, o carro de Carlos se deslocou para trás.

II. Em relação ao solo, o carro de Carlos continuou parado e portanto, não pode ter colidido com o carro de trás.

III.(V)

(V)

(F)

Resposta: C

3. (UERJ-MODELO ENEM) – No interior de um avião que se

desloca horizontalmente em relação ao solo, com velocidade constante de módulo 1000km/h, um passageiro deixa cair um copo. Observe a

ilustração abaixo, na qual estão indicados quatro pontos no piso do corredor do avião e a posição desse passageiro.

piso do corredor do avião e a posição desse passageiro. O copo, ao cair, atinge o
piso do corredor do avião e a posição desse passageiro. O copo, ao cair, atinge o

O copo, ao cair, atinge o piso do avião próximo ao ponto indicado pela seguinte letra:

a)

P

b)

Q

c)

R

d)

S

e)

P ou Q

RESOLUÇÃO:

A trajetória depende do referencial adotado. Para um referencial no avião, a trajetória do copo é um segmento de reta vertical e o copo atinge o chão no ponto R. Resposta: C

– 77no avião, a trajetória do copo é um segmento de reta vertical e o copo atinge

MÓDULO 2

EQUAÇÃO HORÁRIA DOS ESPAÇOS E VELOCIDADE ESCALAR MÉDIA

1. Uma partícula, em trajetória retilínea, tem seu movimento descrito

pela seguinte função horária dos espaços:

s = 27,0 – 3,0t 2

válida em unidades do SI e para t 0.

A respeito do movimento dessa partícula, é correto afirmar que:

a) gráfico espaço x tempo é uma reta porque a trajetória é retilínea.

b) espaço inicial vale –3,0m.

c) partícula não passa pela origem dos espaços.

d) a partícula passa pela origem dos espaços apenas no instante

o

o

a

t = 3,0s.

e) a partícula passa pela origem dos espaços em dois instantes distintos.

RESOLUÇÃO:

a) Falso: o gráfico espaço x tempo tem a forma de uma parábola e não tem nada a ver com a trajetória descrita pela partícula.

b) Falso: t = 0 s = s 0 = 27,0m

c) Falso.

d)

Correto: s = 0 27,0 – 3,0t 2 = 0

t 1 = –3,0s t 2 = 9,0 t 2 = 3,0s
t 1 = –3,0s
t 2 = 9,0
t 2 = 3,0s

A solução t 1 = –3,0s é rejeitada porque foi dito no texto: “Válida para

t 0”.

e) Falso.

Resposta: D

2. (UNICAMP-2013-MODELO ENEM) – Para fins de registros

de recordes mundiais, nas provas de 100 metros rasos não são consi- deradas as marcas em competições em que houver vento favorável (mesmo sentido do corredor) com velocidade de módulo superior a

2,0m/s. Sabe-se que, com vento favorável de 2,0m/s, o tempo neces- sário para a conclusão da prova é reduzido em 0,1s. Se um velocista

realiza a prova em 10,0s sem vento, qual seria sua velocidade escalar média se o vento fosse favorável com velocidade de módulo 2,0m/s?

a) 8,0m/s.

b) 9,9m/s.

c) 10,1m/s.

d) 12,0m/s.

RESOLUÇÃO:

1) Velocidade escalar média do atleta na ausência de vento:

V 1 =

Δs

–––

Δt

=

100m

–––––

10s

= 10m/s

2) Velocidade escalar média do atleta na condição de vento favorável:

Δs 100m ––– = ––––– = 10,1m/s V 2 = Δt 9,9s Resposta: C 78
Δs
100m
–––
=
–––––
= 10,1m/s
V 2 =
Δt
9,9s
Resposta: C
78 –

3. (UFRN-MODELO ENEM) – Um carro percorre uma estrada com

velocidade escalar constante de 120km/h. O motor do carro tem um rendimento de 1,6km/ , e o tanque só comporta 60 litros de combustível. Supondo-se que o carro inicie o percurso com o tanque cheio, o tempo necessário, para que, a essa velocidade, todo o

combustível seja consumido é:

a) 0,5h

b) 0,6h

c) 0,8h

d) 1,0h

e) 2,0h

RESOLUÇÃO:

1) 1 ………… 1,6km 60 ………… s s = 96km s 2) V = –––
1)
1
…………
1,6km
60
………… s
s = 96km
s
2)
V =
–––
t

96

120 = ––– t 96 t = –––– (h) 120 t = 0,8h
120 =
–––
t
96
t =
––––
(h)
120
t = 0,8h

Resposta: C

MÓDULO 3

VELOCIDADE ESCALAR INSTANTÂNEA E ACELERAÇÃO ESCALAR

1. A posição escalar de um móvel que se desloca em uma trajetória re-

tilínea varia com o tempo de acordo com a função s = 2,0 t 4 – 4,0 t 2 + 8,0,

para s e t em unidades do SI. A velocidade escalar do móvel no instante

t = 2,0s, também no SI, vale:

a) 6,0

b) 12,0

c) 24,0

d) 48,0

e) 64,0

RESOLUÇÃO:

s = 2,0t 4 – 4,0t 2 + 8,0 (SI)

v = 8,0t 3 – 8,0t (SI)

Para t = 2,0s V = 8,0 . 8,0 – 8,0 . 2,0 (m/s) V = 64,0 – 16,0 (m/s)

V = 48,0 m/s

Resposta: D

2. A equação horária para o movimento de um carro entre os

instantes t 1 = 0 e t 2 = 10,0s é dada por:

s = 2,0t 2 – 8,0 (SI), válida para t 0. A trajetória do carro é retilínea. A velocidade escalar do carro, em km/h, quando ele passar pela origem dos espaços, vale:

a) 28,8

b) 30,0

c) 45,0

d) 72,0

e)

108

RESOLUÇÃO:

1)

Passar pela origem dos espaços: s = 0

2,0t 1 2 – 8,0 = 0

2,0t 1 2 = 8,0 t 1 2 = 4,0

t 1 = 2,0s
t 1 = 2,0s
 

ds

2)

V =

–––

= 4,0t (SI)

 

dt

= t 1 = 2,0s V = V 1 = 4,0 . 2,0 (m/s)

t

V 1 = 8,0m/s = 8,0 . 3,6 km/h

V 1 = 28,8km/h

Resposta: A

3. Uma partícula desloca-se, em trajetória retilínea, com equação

horária dos espaços dada por:

s = 2,0t 3 – 16,0 (SI)

No instante t 1 , a partícula passa pela origem dos espaços. No instante t 1 , a velocidade escalar vale V 1 e a aceleração escalar vale

1 . Os valores de V 1 e 1 são dados por:

a) V 1 = 24,0m/s

e

1 = 12,0m/s 2 .

b) V 1 = 6,0m/s

e

1 = 24,0m/s 2 .

c) V 1 = 6,0m/s

e

1 = 12,0m/s 2 .

d) V 1 = 12,0m/s

e

1 = 12,0m/s 2 .

e) V 1 = 24,0m/s

e

1 = 24,0m/s 2 .

RESOLUÇÃO:

1) t = t 1 s = s 1 = 0

2,0 t 3 – 16,0 = 0 1 t 3 = 8,0 ⇒ t 1
2,0 t 3 – 16,0 = 0
1
t 3 = 8,0 ⇒
t 1 = 2,0s
1

2) V =

ds

–––

dt

= 6,0t 2 (SI)

3)

t 1 = 2,0s

V 1 = 24,0m/s

=

dV

–––

dt

= 12,0t

(SI)

t 1 = 2,0s

1 = 24,0m/s 2

Resposta: E

MÓDULO 4

CLASSIFICAÇÃO DOS MOVIMENTOS

1. Um projétil é lançado verticalmente para cima com velocidade

escalar inicial V 0 a partir de uma altura h 0 acima do solo.

O projétil parte no instante t = 0, a origem dos espaços está no solo e

a trajetória está orientada para cima. Nas condições especificadas a altura h do projétil, medida a partir do

solo terrestre, varia com o tempo t segundo a relação:

h = 2,0 + 20,0t – 5,0t 2 (SI)

a) Determine os valores de h 0 e V 0 .

b) Calcule a velocidade escalar e a aceleração escalar no instante t 1 = 3,0s.

c) Classifique o movimento como progressivo ou retrógrado e acele- rado ou retardado no instante t 1 = 3,0s.

d) Como se alteraria a resposta do item (c) se a trajetória tivesse orientada para baixo?

RESOLUÇÃO:

a)

1)

t = 0 h = h 0 = 2,0m

 

dh

 

2)

V =

––––

= 20,0 – 10,0t (SI)

dt

t = 0 V = V 0 = 20,0m/s

  dh   2) V = –––– = 20,0 – 10,0t (SI) dt t = 0

– 79

b) =

dV

––––

dt

= – 10,0m/s 2

t 1 = 3,0 s

V 1 = –10,0 m/s

= –10,0 m/s 2

c) O movimento é retrógrado, porque a velocidade escalar é negativa, e é acelerado, porque a velocidade escalar e a aceleração escalar têm o mesmo sinal.

d) Se invertemos a orientação positiva da trajetória teremos:

V 1 = 10,0m/s

= 10,0m/s 2

o movimento passa a ser progressivo e acelerado.

2. O gráfico a seguir representa a coordenada de posição (espaço)

em função do tempo para uma partícula que descreve uma trajetória retilínea.
em função do tempo para uma partícula que descreve uma trajetória
retilínea.

O gráfico tem a forma de um arco de parábola.

a) Classifique o movimento no instante t = t 1 .

b) Indique o que ocorre no instante t = t 2 .

c) Classifique o movimento no instante t = t 3 .

RESOLUÇÃO:

No gráfico s = f (t) temos:

1)

A

concavidade da parábola indica o sinal da aceleração escalar:

concavidade para cima > 0 concavidade para baixo < 0

2)

O fato de o espaço ser crescente ou decrescente indica o sinal da velo- cidade escalar. Espaço crescente V > 0 Espaço decrescente V < 0

a) t = t 1

V > 0 < 0

progressivo e retardado

b) t = t 2 V = 0 ponto de inversão do movimento

c)

80 –

t = t 3

V < 0 < 0

retrógrado e acelerado

80 – t = t 3 V < 0 < 0 retrógrado e acelerado 3. (MODELO

3. (MODELO ENEM) – Um jogador de basquete parte de uma das

extremidades da quadra e se movimenta em trajetória retilínea com sua velocidade escalar variando com o tempo, conforme o gráfico a seguir.

escalar variando com o tempo, conforme o gráfico a seguir. A respeito do movimento do atleta,

A respeito do movimento do atleta, podemos afirmar que

a) é sempre progressivo.

b) é acelerado nos intervalos de 0 a 6,0s e de 9,0s a 12,0s.

c) é retardado no intervalo de 9,0s a 12,0s.

d) é retardado em todo o intervalo em que a aceleração escalar é negativa.

e) somente é acelerado no intervalo em que a aceleração escalar é positiva.

RESOLUÇÃO:

De 0 a 6,0s, o movimento é progressivo porque V > 0 e é acelerado porque V aumentou (V > 0 e > 0).

De 6,0s a 9,0s, o movimento é progressivo porque V > 0 e é retardado porque V diminuiu (V > 0 e < 0).

De 9,0s a 12,0s, o movimento é retrógrado porque V < 0 e é acelerado porque V aumentou (V < 0 e < 0).

a) É progressivo de 0 a 9,0s e retrógrado de 9,0s em diante.

b) (V)

c)

d) A aceleração escalar é negativa de 6,0s a 12,0s e de 9,0s a 12,0s o movimento é acelerado.

e) De 9,0s a 12,0s, é acelerado e < 0.

Resposta: B

(F)

(F)

(F)

(F)

É acelerado.

MÓDULO 5

MOVIMENTO UNIFORME

1. (UNESP) – Um estudante realizou uma experiência de Cinemá-

tica utilizando um tubo comprido, transparente e cheio de óleo, dentro

do qual uma gota de água descia verticalmente, como indica a figura.

gota de água descia verticalmente, como indica a figura. A tabela a seguir relaciona os dados
gota de água descia verticalmente, como indica a figura. A tabela a seguir relaciona os dados
gota de água descia verticalmente, como indica a figura. A tabela a seguir relaciona os dados
gota de água descia verticalmente, como indica a figura. A tabela a seguir relaciona os dados
gota de água descia verticalmente, como indica a figura. A tabela a seguir relaciona os dados

A tabela a seguir relaciona os dados de posição em função do tempo,

obtidos quando a gota passou a descrever um movimento retilíneo uniforme.

Posição (cm)

Tempo (s)

120

0

90

2,0

60

4,0

30

6,0

A partir desses dados, determine a velocidade escalar, em cm/s, e

escreva a função horária da posição da gota.

RESOLUÇÃO:

1)

V = ––– s t

 

t 1 = 0 s 1 = 120cm

t 2 = 2,0s s 2 = 90cm

 

90 – 120

 

V

=

––––––––

(cm/s)

 

2,0

2)

s = s 0 + Vt

 

s 0 = 120cm

V =

–15cm/s

V = –15cm/s

s

= 120 – 15t

t

em segundos

s

em centímetros

2. (ENEM) – Uma empresa de transporte precisa efetuar a entrega

de uma encomenda o mais breve possível. Para tanto, a equipe de logística analisa o trajeto desde a empresa até o local da entrega. Ela verifica que o trajeto apresenta dois trechos de distâncias diferentes e velocidades máximas permitidas diferentes. No primeiro trecho, a velocidade máxima permitida é de 80km/h e a distância a ser percorrida

é de 80km. No segundo trecho, cujo comprimento vale 60km, a velocidade máxima permitida é 120km/h. Supondo que as condições de trânsito sejam favoráveis para que o veículo da empresa ande continuamente na velocidade máxima

permitida, qual será o tempo necessário, em horas, para a realização da entrega?

a) 0,7

b)

1,4

c)

1,5

d) 2,0

e)

3,0

RESOLUÇÃO:

Com o veículo movimentando-se sempre com a velocidade máxima em cada trajeto, temos:

V 1 =

80 =

V 2 =

120 =

S 1 ––––– t 1

80

–––––

t 1

S 2 ––––– t 2

60

––––– t 2

2 ––––– t 2 60 ––––– t 2 ⇒ t 1 = 1,0h ⇒ t 2

t 1 = 1,0h

t 2 60 ––––– t 2 ⇒ t 1 = 1,0h ⇒ t 2 = 0,50h

t 2 = 0,50h

t total = t 1 + t 2 = 1,0h + 0,50h

t total = 1,5h

Resposta: C

= 0,50h ∴ t t o t a l = t 1 + t 2 =

– 81

3. (CEFET-AL) – Dois carros deslocavam-se por duas estradas

perpendiculares entre si, dirigindo-se a um ponto onde existe um cruzamento. Num dado momento, o primeiro carro, que estava com uma velocidade escalar de 40km/h, encontrava-se a uma distância de 400m do cruzamento, enquanto que o segundo encontrava-se a uma distância de 600m do mesmo cruzamento.

encontrava-se a uma distância de 600m do mesmo cruzamento. Considerando-se que os dois carros atingiram o

Considerando-se que os dois carros atingiram o cruzamento ao mesmo tempo, calcule a velocidade escalar do segundo carro.

a)

20km/h

b) 40km/h

c) 60km/h

d)

80km/h

e) 120km/h

RESOLUÇÃO:

1)

Carro A:

2)

Carro B:

Resposta: C

Δs = V t

d A = V A T

Δs = V t d B = V B T

(MU)

(1)

(MU)

(2)

–––– V B = V

A

d B

––––

d A

V

B

–––– =

40

600

––––

400

V B = 60km/h

82 –

= 40 600 –––– 400 V B = 60km/h 82 – MÓDULO 6 MOVIMENTO UNIFORME 1.

MÓDULO 6

MOVIMENTO UNIFORME

1. (Olimpíada Brasileira de Física) – João Antônio foi aconselhado

por seu médico a andar 2000m todos os dias. Como o tempo estava

chuvoso e não desejando deixar de realizar a caminhada diária, ele

resolveu ir para uma academia que possuísse uma esteira rolante.

a) No caso de a esteira movimentar-se com uma velocidade de módulo 4,0m/s, quanto tempo, em minutos e segundos, serão necessários para cumprir a recomendação médica?

b) Considerando-se o comprimento de cada passo igual a 80cm, quantos passos ele dará em 1,0 segundo e no percurso total?

RESOLUÇÃO:

a) s = V t (MU)

2000 = 4,0 T

T = 500s

T = 8min + 20s

b) Em 1,0s s = 4,0m s = ne 4,0 = n 1 . 0,80

1)

 

n 1 = 5 passos

 

2)

s = ne

2000 = n 2 . 0,80

n

2

= 2500 passos

Respostas:

a) 8min e 20s b) 5 passos e 2500 passos

2. (FUVEST-MODELO ENEM) – Marta e Pedro combinaram en-

contrar-se em um certo ponto de uma autoestrada plana, para seguirem viagem juntos. Marta, ao passar pelo marco zero da estrada, constatou que, mantendo uma velocidade escalar constante de 80km/h, chegaria na hora certa ao ponto de encontro combinado. No entanto, quando ela já estava no marco do quilômetro 10, ficou sabendo que Pedro tinha se atrasado e, só então, estava passando pelo marco zero, pretendendo continuar sua viagem a uma velocidade escalar constante de 100km/h. Mantendo essas velocidades, seria previsível que os dois amigos se encontrassem próximos a um marco da estrada com indicaçação de:

a)

km 20
km
20

b)

km 30
km
30

c)

d)

km 50
km
50

e)

km 60
km
60
km 40
km
40

RESOLUÇÃO:

s Marta = 10 + 80t s Pedro = 100t em h } t s
s Marta = 10 + 80t
s Pedro = 100t
em h
} t
s
em km
Para o encontro:
s Marta = s Pedro
10 + 80t E = 100t E
20t E = 10
t E = 0,50h

Quando t = t E = 0,50h:

s Pedro = s E

s E = 100 . 0,50 (km)

s E = 50km
s E = 50km

Resposta: D

3. (VUNESP-MODELO ENEM) – Na entrada do porto, todos os

navios devem cruzar um estreito canal de 300m de extensão. Como medida de segurança, essa travessia deve ser realizada com velocidade escalar máxima de 6,0m/s. Um navio de 120m de comprimento,

movendo-se com a máxima velocidade permitida, ao realizar a

travessia completa desse canal, demorará um tempo, em s, de:

a) 20 b) 30 c) 40 d) 60 e) 70 RESOLUÇÃO: s L V =
a) 20
b) 30
c) 40
d) 60
e) 70
RESOLUÇÃO:
s
L
V =
–––
= –––––––––
t
N + L C
t
6,0 =
120 + 300
–––––––––
t
420
t =
––––
(s) ⇒
t = 70s
6,0

Resposta: E

4. Dois móveis, M e N, deslocam-se numa mesma reta. Suas po-

sições, em função do tempo, estão registradas no gráfico abaixo.

em função do tempo, estão registradas no gráfico abaixo. Com base nele, o encontro dos móveis

Com base nele, o encontro dos móveis M e N dá-se no instante

a) 5,0s

b) 8,0s

c) 10,0s

d) 12,0s

e) 14,0s

RESOLUÇÃO:

1)

Cálculo das velocidades:

V M =

V N =

x

–––

t

x

–––

t

=

=

20,0m

––––––

5,0

= 4,0m/s

–10,0m

––––––

5,0s

= –2,0m/s

2)

Montagem das equações horárias:

MU: x = x 0 + Vt

 

x M = –20,0 + 4,0t

(SI)

x N = 40,0 – 2,0t

(SI)

3)

t = t E

x M = x N

–20,0 + 4,0t E = 40,0 – 2,0t E

6,0t E = 60,0

t E = 10,0s
t E = 10,0s

Resposta: C

– 83

MÓDULO 7

MOVIMENTO UNIFORMEMENTE VARIADO

1. (FUNDAÇÃO UNIVERSA-MODELO ENEM) – O projeto

brasileiro de trem-bala prevê velocidades escalares acima de 300km/h, mas há quem defenda que a prioridade deveria ser construir trens com velocidade mais baixa, o que tende a torná-los mais baratos. Já o governo paulista iniciou estudos para avaliar a implantação de trens rápidos a partir dos quais poderá haver conexões entre a capital paulista

e

algumas cidades, como Campinas, São José dos Campos, Sorocaba

e

Santos. A ideia é usar trens com velocidades entre 160km/h e

180km/h.

(Adaptado de: <www1.folha.uol.com.br> . Acesso em 27/12/2011.)

Considere que um futuro trem rápido entre São Paulo e Sorocaba mova-se ao longo de uma seção reta de via com velocidade escalar de

180km.h 1 , tendo aceleração de freamento de módulo 2,0 m.s 2 . Nessa situação, considerando-se que a aceleração permaneça constante durante a frenagem, a que distância da estação o maquinista deverá frear para que o trem pare na estação?

a)

575 m

b)

600 m

c)

625 m

d)

650 m

e)

675 m

RESOLUÇÃO:

 

180

1)

V 0 = 180km/h =

––––

m/s = 50m/s

 

3,6

2)

V 2 = V 0 2 + 2 s

0 = (50) 2 + 2 (–2,0) d

 

4,0d = 2500

d = 625m
d = 625m

Resposta: C

84 –

d   4,0d = 2500 d = 625m Resposta: C 84 – 2. De acordo com

2. De acordo com o Guinness Book, o caminhão mais potente (Ford

LTL 9000, modelo 1987) atingiu, partindo do repouso, uma velocidade escalar de, aproximadamente, 96,0m/s em um intervalo de tempo de

8,0s.

Considerando-se o movimento uniformemente variado, determine:

a) a aceleração escalar do veículo.

b) a distância percorrida nesse intervalo de tempo.

RESOLUÇÃO:

a) V = V 0 + t

96,0 = . 8,0

= 12,0m/s

2

b) s = V 0 t +

––

2

t 2

s =

12,0

––––

2

(8,0) 2 (m)

s = 384m

Respostas:

a)

b)

12,0m/s 2

384m

3. (UFRJ) – Um avião vai decolar em uma pista retilínea. Ele inicia

seu movimento na cabeceira da pista com velocidade nula e corre por ela com aceleração escalar constante de 2,0m/s 2 até o instante em que

levanta voo, com uma velocidade escalar de 80m/s, antes de terminar a pista.

a) Calcule quanto tempo o avião permanece na pista desde o início do movimento até o instante em que levanta voo.

b) Determine o menor comprimento possível dessa pista.

RESOLUÇÃO:

a) V = V 0 + t 80 = 0 + 2,0T

T = 40s
T = 40s

b) V 2 = V 0 2 + 2 s (80) 2 = 0 + 2 . 2,0 . D

4,0D = 6400

D = 1,6 . 10 3 m

Respostas:

a)

40s

b)

1,6 . 10 3 m ou 1,6km

4. (OLIMPÍADA PAULISTA DE FÍSICA-MODELO ENEM) – Faná-

tico por futebol, Aílton levou Samuel para assistir a equipe de futebol do Brasil na vitória contra o Egito nas olimpíadas de Londres. A imprensa britânica comentou muito sobre a presença de Neymar na seleção brasileira, destacando a sua impressionante potência muscular, que lhe confere uma grande explosão muscular e permite atingir grandes

velocidades dentro do campo. Durante o jogo, em uma de suas tradicionais arrancadas com a bola em direção ao gol, Neymar atingiu a velocidade escalar de 36,0km/h após percorrer 10,0m. Considerando-se que Neymar partiu do repouso e que sua aceleração escalar foi constante durante a arrancada, Aílton estimou corretamente que essa aceleração escalar era igual a:

a)

6,0m/s 2 .

b) 5,0m/s 2 .

c) 4,0m/s 2 .

d)

3,0m/s 2 .

e) 2,0m/s 2 .

RESOLUÇÃO:

1)

2)

V = 36,0

km

–––

h

=

36,0

––––

3,6

V 2 = V 2 + 2 s

0

100 = 0 = 2

10,0

= 5,0m/s 2

Resposta: B

m

–––

s

= 10,0m/s

MÓDULO 8

MOVIMENTO UNIFORMEMENTE VARIADO

1. (UFSCar-SP) – Uma partícula se move ao longo de uma reta com

aceleração escalar constante = – 0,80m/s 2 . No instante t 0 = 0 a partícula passa por um ponto A com velocidade escalar V 0 . No instante t 1 a partícula para em um ponto B e retorna ao ponto A no instante t 2 = 10,0s

um ponto B e retorna ao ponto A no instante t 2 = 10,0s Determine: a)
um ponto B e retorna ao ponto A no instante t 2 = 10,0s Determine: a)
um ponto B e retorna ao ponto A no instante t 2 = 10,0s Determine: a)
um ponto B e retorna ao ponto A no instante t 2 = 10,0s Determine: a)
um ponto B e retorna ao ponto A no instante t 2 = 10,0s Determine: a)
um ponto B e retorna ao ponto A no instante t 2 = 10,0s Determine: a)
um ponto B e retorna ao ponto A no instante t 2 = 10,0s Determine: a)
um ponto B e retorna ao ponto A no instante t 2 = 10,0s Determine: a)
Determine: a) o valor de V 0 .
Determine:
a) o valor de V 0 .

b) o instante t 1 .

c) a distância D entre as posições A e B.

RESOLUÇÃO:

a) 1) V r 2 = V 0 2 + 2 s

 

s = 0 V r 2 = V 0 2

V r = –V 0
V r = –V 0

2)

V = V 0 + t

– V 0 = V 0 – 0,80 . 10,0

2 V 0 = 8,0

V

0

= 4,0m/s

b) V = V 0 + t

0 = 4,0 – 0,80 . t 1

t 1 = 5,0s
t 1 = 5,0s
c) V 2 = V 0 2 + 2 s 0 = 16,0 + 2
c)
V 2 = V 0 2 + 2 s
0 = 16,0 + 2 (–0,80) D
1,6 D = 16,0 ⇒
D = 10,0m

Propriedades do MUV:

1) Quando o móvel vai e volta na mesma trajetória, então V r = – V 0 . 2) Quando o móvel vai e volta na mesma trajetória, então o tempo de ida é igual ao tempo de volta.

Respostas:

a)

V 0 = 4,0m/s

b)

t 1 = 5,0s

c)

D = 10,0m

2. (IFBA-MODELO ENEM) – Uma presa que corria a 9,0km/h,

viu um predador parado a 50,0m dela, acelerou uniformemente com 2,0m/s 2 e foi perseguida, a partir daquele instante, pelo predador, que acelerou uniformemente à razão de 7,0m/s 2 .

que acelerou uniformemente à razão de 7,0m/s 2 . Nessas condições, o intervalo de tempo para

Nessas condições, o intervalo de tempo para o predador alcançar a presa, em segundos, foi de:

a) 4,0

c) 7,0

Admita que presa e predador percorram uma mesma trajetória retilínea.

b) 5,0

d) 9,0

e) 10,0

RESOLUÇÃO:

1)

Montagem das equações horárias:

s = s 0 + V 0 t +

–– t 2

2

s A = 50,0 + 2,5 t + 1,0t 2 (SI) (presa)

s B = 3,5 t 2 (predador)

2)

Condição de encontro:

s B = s A

3,5 t 2 E = 1,0 t 2 E + 2,5 t E + 50,0

2,5 t 2 E – 2,5 t E – 50,0 = 0

1,0 t E 2 – 1,0 t E – 20,0 = 0

1,0 ± 1,0 + 80,0 t E = ––––––––––––––– (s) 2 1,0 ± 9,0 –––––––
1,0 ±
1,0 + 80,0
t E = –––––––––––––––
(s)
2
1,0 ± 9,0
––––––– (s) ⇒
t E = 5,0 s
t E =
2

Resposta: B

(s) 2 1,0 ± 9,0 ––––––– (s) ⇒ t E = 5,0 s t E =

– 85

3. Um móvel descreve uma trajetória retilínea com aceleração

escalar constante. O gráfico a seguir representa a posição do móvel em função do tempo durante um intervalo de 20,0s.

móvel em função do tempo durante um intervalo de 20,0s. Determine: a) a velocidade escalar inicial

Determine:

a) a velocidade escalar inicial V 0 .

b) a aceleração escalar γ.

c) a velocidade escalar V 1 no instante t 1 = 15,0s.

RESOLUÇÃO:

a)

s

–––

t

=

V 0 + V

–––––––

2

10,0

–––––

10,0

=

V 0 + 0

–––––––

2

V 0 = 2,0m/s
V 0 = 2,0m/s

b)

V = V 0 + t

0 = 2,0 + . 10,0

= – 0,20m/s 2

c)

V

= V 0 + t

V

1 = 2,0 – 0,20 . 15,0 (m/s)

V 1 = – 1,0m/s

Respostas:

a)

2,0 m/s

b) – 0,20 m/s 2

c)

– 1,0 m/s

86 –

a) 2,0 m/s b) – 0,20 m/s 2 c) – 1,0 m/s 86 – 4. (CEPERJ)

4. (CEPERJ) – Considere o gráfico velocidade escalar x tempo

mostrado abaixo, que representa o movimento de um corpo.

mostrado abaixo, que representa o movimento de um corpo. Fonte: GASPAR – pág. 46 Com base

Fonte: GASPAR – pág. 46

Com base nas informações que o gráfico fornece, pode-se determinar que, em 8,0 segundos, o móvel terá percorrido:

a) 80m b) 160m c) 200m d) 280m e) 320m

RESOLUÇÃO:

1)

=

V

––––

t

=

15,0

––––

3,0

(m/s 2 ) = 5,0m/s 2

2)

3)

V = V 0 + t

V = 5,0 + 5,0 . 8,0 (m/s)

s

––––

=

V 0 + V –––––––

t 2 s 5,0 + 45,0 –––– = –––––––––– 8,0 2 s = 200m
t
2
s
5,0 + 45,0
––––
=
––––––––––
8,0
2
s = 200m

Resposta: C

V = 45,0m/s

MÓDULO 9

PROPRIEDADES GRÁFICAS

1. (VUNESP-2013-MODELO ENEM) – Em uma prova de atletis-

mo, um atleta apresentou o resultado observado no gráfico a seguir, que representa a velocidade escalar desse atleta em função do tempo gasto por ele.

escalar desse atleta em função do tempo gasto por ele. A distância percorrida pelo atleta nessa

A distância percorrida pelo atleta nessa prova, em metros, foi igual a

a) 200, entre os instantes 10s e 20s.

b) 400, entre os instantes 0 e 20s.

c) 200, entre os instantes 0 e 10s.

d) 50, entre os instantes 0 e 10s.

RESOLUÇÃO:

Δs = área (V x t)

a)

(V)De 10s e 20s: Δs = 20 . 10(m) = 200m

 

20

b)

(F) De 0 a 20s: Δs = (20 + 10)

–––

(m) = 300m

 

2

c)

(F) De 0 a 10s: Δs =

10 . 20 –––––

(m) = 100m

 

2

f)

(F)

2. (AFA-2013) – Duas partículas, a e b, que se movimentam ao

longo de um mesmo trecho retilíneo têm as suas posições (S) dadas em função do tempo (t), conforme o gráfico abaixo.

dadas em função do tempo (t), conforme o gráfico abaixo. O arco de parábola que representa

O arco de parábola que representa o movimento da partícula b e o segmento de reta que representa o movimento de a tangenciam-se em

t = 3,0s. Sendo a velocidade escalar inicial da partícula b de 8,0m/s, o espaço percorrido pela partícula a do instante t = 0 até o instante t = 4,0s, em metros, vale:

a)

3,0

b) 4,0

c)

6,0

d) 8,0

RESOLUÇÃO:

1)

Cálculo da aceleração escalar da partícula b.

 

No instante t 1 = 4,0s (vértice da parábola), temos V 1 = 0:

V

=

V 0 + t

0 = 8,0 + . 4,0

 

= – 2,0m/s 2

 

2)

A velocidade escalar da partícula a (MU) é igual à velocidade escalar da patícula b no instante t 2 = 3,0s

V

=

V 0 + t

V

2 = 8,0 – 2,0 . 3,0 (m/s)

V 2 = 2,0m/s

 
 

V

a = V 2 = 2,0m/s

 

3)

Δs = V a . t (MU) Δs = 2,0 . 4,0 (m)

 

Δs = 8,0m

Resposta: D

= V 2 = 2,0m/s   3) Δs = V a . t (MU) Δs =

– 87

3. (OLIMPÍADA BRASILEIRA DE FÍSICA) – Um elevador 4. (OLIMPÍADA DE PORTUGAL-MODELO ENEM) parte do
3. (OLIMPÍADA BRASILEIRA DE FÍSICA) – Um elevador
4. (OLIMPÍADA DE PORTUGAL-MODELO ENEM)
parte do repouso e pode acelerar no máximo a 0,20m/s 2 , desacelerar no
máximo a 0,10m/s 2 e pode chegar a uma velocidade escalar máxima de
3,0m/s. Deseja-se programar o elevador para subir ao décimo andar,
30,0m acima do solo, no menor tempo possível. Qual é esse tempo
mínimo de subida?
Atenção à condução!
RESOLUÇÃO:
Um automobilista seguia numa estrada, com velocidade escalar
constante de 72,0km/h, quando se apercebeu de uma árvore caída no
pavimento. O tempo de reação do automobilista foi de 0,7s. Para evitar
a colisão, freou comunicando ao carro uma aceleração escalar cons-
tante de –5,0m/s 2 .
Felizmente, o automobilista conseguiu imobilizar o carro a 4,0m
da árvore! A distância que o condutor estava quando avistou este
obstáculo era de:
a) 46,0m b) 50,0m c) 50,4m d) 54,0m e) 58,0m
RESOLUÇÃO:
72,0
1)
V 0 = 72,0 km/h =
–––––
m/s = 20,0m/s
1)
Na fase de movimento acelerado:
3,6
V
= V 0 + t
2)
Cálculo do tempo de freada:
V
1 = 0 + 0,20 t 1 ⇒
V 1 = 0,20t 1
V = V 0 + t (MUV)
0 = 20,0 – 5,0 t f ⇒
t f = 4,0s
2)
Na fase de movimento retardado.
Como a aceleração de freada tem módulo igual à metade da
3)
Gráfico V = V = f(t):
aceleração a 1 , então Δt freada = 2 Δt aceleração = 2t 1 .
De fato:
V = V 1 + t
0 = 0,20t 1 – 0,10t 2 ⇒
t 2 = 2t 1
3)
Δs = área (V x t)
30,0 =
3t 1 . 0,20t 1
–––––––––––
2
t 1 2 = 100 ⇒
t 1 = 10,0s
Δs = área (V x t)
Observação: o elevador não chega a atingir sua velocidade máxima.
20,0
Δs = (4,7 + 0,7)
(m)
––––
Δs = 54,0m
2
D = 54,0 + 4,0 (m)
D = 58,0m
Resposta: E

88 –

máxima. 20,0 Δs = (4,7 + 0,7) (m) –––– Δs = 54,0m 2 D = 54,0

MÓDULO 10

QUEDA LIVRE E LANÇAMENTO VERTICAL PARA CIMA

1. Uma bolinha de gude é abandonada da janela de um prédio de

uma altura H = 20m acima do solo terrestre. Adote g = 10m/s 2 e

despreze o efeito do ar.

O tempo de queda da bolinha, até chegar ao chão, vale T e a velocidade de impacto contra o chão tem módulo V. Os valores de T e V são:

a) T = 2,0s e V = 20m/s

c) T = 4,0s e V = 20m/s

e) T = 1,0s e V = 10m/s

b) T = 3,0s e V = 20m/s

d) T = 3,0s e V = 30m/s

RESOLUÇÃO:

1) Δs = V 0 t + ––– t 2 2 g H = –––
1)
Δs = V 0 t +
–––
t 2
2
g
H =
–––
T 2
2
2H
2 . 20
T =
–––
=
(s) ⇒
––––––
g
10
2)
V 2 = V 0 2 + 2 Δs
V 2 = 2 g H
V
= 2gH = 2 .
10 . 20 (m/s) ⇒

Resposta: A

T = 2,0s V = 20m/s
T
= 2,0s
V
= 20m/s

2. (UFCG-PB-MODELO ENEM) – Num certo momento, no

faroeste Justiça Selvagem, de 1933, John Wayne está prestes a saltar sobre um fora da lei, espreitando-o sobre uma árvore. A altura do herói, medida verticalmente, em relação à sela do cavalo, que se move em movimento retilíneo uniforme com velocidade escalar de 10m/s, é de 3,2m. Despreze o efeito do ar e adote g = 10m/s 2 .

de 3,2m. Despreze o efeito do ar e adote g = 10m/s 2 . ( Sagebrush

(Sagebrush Trail, Lone Star Productions, 1933.)

O herói conseguiu deter o fora da lei. Considerando-se que sobre ele atuou, durante todo o tempo de queda, somente a força peso, pode-se afirmar que:

a)

o

tempo de queda do herói foi de 0,32s.

b)

herói pulou quando o cavalo estava a uma distância de sua posição, medida horizontalmente, de 8,0m.

o

c)

quando o cavalo estava exatamente abaixo do herói, ele pulou, gastando 0,80s para atingir o fora da lei.

d)

desde o instante em que o herói pulou até o instante em que atingiu

o

fora da lei, o cavalo percorreu uma distância igual a 6,4m.

e)

ao atingir o fora da lei, a velocidade escalar do herói foi de 4,0m/s.

RESOLUÇÃO:

a)

(F)

Δs = V 0 t +

––

2

t 2 (MUV)

b)

(V)

3,2 = 0 +

10

–––

2

T 2

T 2 = 0,64

Δs = V t (MU)

D = 10 . 0,8 (m) = 8,0m

T = 0,8s
T = 0,8s

e)

(F)

V = V 0 + t

V 1 = 0 + 10 . 0,8 (m/s)

Resposta: B

V 1 = 8,0m/s

. 0,8 (m) = 8,0m T = 0,8s e) (F) V = V 0 + t

– 89

3. A partir do solo terrestre, um projétil é lançado verticalmente para 4. (FCC) –
3.
A partir do solo terrestre, um projétil é lançado verticalmente para
4.
(FCC) – Uma pedra é atirada verticalmente para cima da
cima, com velocidade inicial de módulo V 0 .
A aceleração da gravidade tem módulo g e o efeito do ar é desprezível.
Determine:
a) o tempo de subida do projétil (T);
superfície de um planeta de um sistema solar distante. O planeta não
tem atmosfera. O gráfico representa a altura h da pedra acima de seu
ponto de partida, em função do tempo t, adotando-se t = 0 o instante em
que a pedra é atirada.
b) a altura máxima atingida (H);
c) o que ocorre com os valores de T e H se o valor de V 0 duplicar.
RESOLUÇÃO:
O
módulo da aceleração de queda livre próximo à superfície do planeta
é,
em m/s 2 :
a)
5,0
b) 10,0
c) 15,0
a)
V
= V 0 + t
d)
20,0
e) 25,0
V
0
0
= V 0 – gT ⇒
T = ––––
g
RESOLUÇÃO:
1)
Cálculo de V 0 :
b)
V
2 = V 0 2 + 2 Δs
Δ
h
V 0 + V f
–––
=
––––––
2
V
Δ
t
2
0
0
= V 0 2 + 2 (–g) H ⇒
H = ––––
2g
30,0
V 0 + 0
–––––
=
–––––––
V 0 = 30,0m/s
2,0
2
c)
Quando V 0 duplica,
T
duplica e H quadruplica.
2)
Cálculo de g:
V
=
V 0 + t
0 = 30,0 – g . 2,0
2,0g = 30,0
g
= 15,0m/s 2
Resposta: C

90 –

H quadruplica. 2) Cálculo de g: V = V 0 + t 0 = 30,0 –
FRENTE 2 – TERMOLOGIA
FRENTE 2 – TERMOLOGIA

MÓDULO 1

ESCALAS TERMOMÉTRICAS

1. (PUC-PR) – O clima em Curitiba é caracterizado pelas altas

variações de temperatura em um mesmo dia. Segundo dados do Simepar (www.simepar.br), ao final do inverno de 2011, os termô- metros chegaram a marcar 8,00ºC e 25,0ºC em um período de 24h.

Determine essa variação de temperatura na escala Fahrenheit. Dados:

ponto de fusão do gelo: 32ºF, ponto de ebulição da água: 212ºF.

a)

17,0ºF

b) 62,6ºF

c) 30,6ºF

d)

20,0ºF

e) 16,5ºF

RESOLUÇÃO:

Δ C = 25,0°C – 8,0°C

Δ C = 17,0°C

Δ C

Δ

F

–––– = ––––

5

17,0°C

9

Δ

F

–––––– = ––––

5 9

5 F = 153°C

153°C

F = –––––––

5

F = 30,6°C

Resposta: B

2. (MACKENZIE) – A diferença entre as temperaturas de ebulição

do álcool etílico e do éter etílico, sob pressão de 1,0 atm, é 78,0°F. Sabendo-se que a temperatura de ebulição desse éter é 35,0°C,

conclui-se que a temperatura de ebulição desse álcool é

a)

8,3°C

b) 35,3°C

c) 43,3°C

d)

78,3°C

e) 105,4°C

RESOLUÇÃO:

1)

Δθ C

––––

5

Δθ C

––––

5

Δθ F

––––

9

78,0

= ––––

=

9

Δθ C =

390

––––

9

°C =

130

––––

3

2)

Δθ C = θ álcool θ éter

130

–––– = θ álcool – 35,0

3

θ álcool = 35,0 +

130

––––

3

θ álcool 78,3°C

Resposta: D

°C =

235

––––

3

°C

°C

3. Para se transformar graus Fahrenheit em graus Celsius, usa-se a

fórmula:

C =

5

–––

9

(F – 32)

em que F é o número de graus Fahrenheit e C é o número de graus Celsius.

a) Transforme 40°C graus Celsius em graus Fahrenheit.

b) Qual a temperatura, em Kelvin, em que o número de graus Fahrenheit é o dobro do número de graus Celsius?

RESOLUÇÃO:

5

a)

C

= 40°C C =

–––

(F – 32)

 

9

 

5

360

 

40 =

–––

(F – 32)

––––

= F – 32 72 = F – 32 F = 104°F

 

9

5

 

5

5

b)

F

= 2C C =

–––

(F – 32) C =

–––

(2C – 32)

 

9

9

 

9C = 10C – 160

C = 160°C
C = 160°C

T = 160 + 273 T = 433K

(2C – 32)   9 9   9C = 10C – 160 ⇒ C = 160°C

– 91

MÓDULO 2

CALORIMETRIA

1. (FEI) – Um corpo sólido de massa m = 100 g possui calor

específico 0,2 cal/g°C. Para elevarmos a temperatura do corpo em 20°C, devemos fornecer ao corpo uma quantidade de calor igual a:

a)

100 cal

b)

200 cal

c)

50 cal

d)

500 cal

e) 400 cal

 

RESOLUÇÃO:

Q

= m c

 

cal

Q

= 100 g . 0,2

––––

. 20°C

 

g°C

Q

= 400 cal

Resposta: E

2. (UNESP) – Clarice colocou em uma xícara 50 mL de café a 80°C,

100 mL de leite a 50 °C e, para cuidar de sua forma física, adoçou com

2 mL de adoçante líquido a 20 °C. Sabe-se que o calor específico do

café vale 1 cal/(g.°C), do leite vale 0,9 cal/(g.°C), do adoçante vale

2 cal/(g.°C) e que a capacidade térmica da xícara é desprezível.

e que a capacidade térmica da xícara é desprezível. Considerando que as densidades do leite, do
e que a capacidade térmica da xícara é desprezível. Considerando que as densidades do leite, do

Considerando que as densidades do leite, do café e do adoçante sejam iguais e que a perda de calor para a atmosfera é desprezível, depois de

atingido o equilíbrio térmico, a temperatura final da bebida de Clarice, em °C, estava entre

a)

75,0 e 85,0.

b)

65,0 e 74,9.

c) 55,0 e 64,9.

d)

45,0 e 54,9.

e) 35,0 e 44,9.

92 –

e 64,9. d) 45,0 e 54,9. e) 35,0 e 44,9. 92 – RESOLUÇÃO: No equilíbrio térmico:

RESOLUÇÃO:

No equilíbrio térmico: ∑Q = 0

Q C + Q L + Q A = 0 (mcΔ ) C + (mcΔ ) L + (mcΔ ) A = 0

V C c C Δ C + V L c L Δ L + V A c A Δ A = 0

50

. 1 ( – 80) + 100 . 0,9 ( – 50) + 2 . 2 ( – 20) = 0

50

– 4000 + 90 – 4500 + 4 – 80 = 0

144 = 8580

Resposta: C

59,6°C

3. (FATEC) – Em um sistema isolado, dois objetos, um de alumínio

e outro de cobre, estão à mesma temperatura. Os dois são colocados simultaneamente sobre uma chapa quente e recebem a mesma quantidade de calor por segundo. Após certo tempo, verifica-se que a

temperatura do objeto de alumínio é igual à do objeto de cobre, e

ambos não mudaram de estado. Se o calor específico do alumínio e do cobre valem respectivamente 0,22cal/g°C e 0,09cal/g°C, pode-se afirmar que

a) a capacidade térmica do objeto de alumínio é igual à do objeto de cobre.

b) a capacidade térmica do objeto de alumínio é maior que a do objeto de cobre.

c) a capacidade térmica do objeto de alumínio é menor que a do objeto de cobre.

d) a massa do objeto de alumínio é igual à massa do objeto de cobre.

e) a massa do objeto de alumínio é maior que a massa do objeto de cobre.

RESOLUÇÃO:

O objeto de alumínio e o outro de cobre têm os mesmos comportamentos térmicos, ou seja, apresentam a mesma variação de temperatura ao receber quantidades iguais de calor. Assim, os dois objetos devem ter capacidades térmicas iguais (C = mc) e se

o calor específico sensível do alumínio (c alumínio ) é maior que o do cobre (c cobre ), a massa de alumínio deve ser menor do que a do cobre. Resposta: A

MÓDULO 3

CALORIMETRIA

1. (PUC-SP) – Qual o valor de calor específico de uma substância

de massa 270g que, ao receber 10,8kJ de calor de uma fonte térmica de potência constante, tem sua temperatura aumentada de 18°F, em um local cuja pressão é de 1atm? Adote 1 cal = 4J

a)

1,00cal/g°C

b) 0,005cal/g°C

c)

1,287cal/g°C

d) 0,002cal/g°C

e)

0,20cal/g°C

RESOLUÇÃO:

1)

Conversão de temperaturas:

Δ Δ Δ 18 C F C –––– = –––– ⇒ –––– = ––– 5
Δ
Δ
Δ
18
C
F
C
––––
=
––––
––––
=
–––
5
9
5
9
Δ
c = 10°C

2)

Cálculo do calor específico sensível:

Q = m c Δ

10,8 . 10 3

––––––––– = 270 . c . 10

4

c = 1,00cal/g°C

Reposta: A

2. (UNIFESP) – Um calorímetro de capacidade térmica 10 cal/°C, contendo 500 g de água a 20°C, é utilizado para deter- minação do calor específico de uma barra de liga metálica de 200 g, a ser utilizada como fundo de panelas para cozimento. A barra é inicialmente aquecida a 80°C e imediatamente colocada dentro do calorímetro, isolado termicamente. Considerando o calor específico da

água 1,0 cal/(g . °C) e que a temperatura de equilíbrio térmico atingida no calorímetro foi 30°C, determine:

a) a quantidade de calor absorvido pelo calorímetro e a quantidade de calor absorvido pela água.

b) a temperatura final e o calor específico da barra.

RESOLUÇÃO:

a) Para o calorímetro:

Q cal = C

Q cal = 10. (30 – 20) (cal)

Q cal = 1,0 . 10 2 cal

Para a água:

Q água = mc

Q água = 500 . 1,0 . (30 – 20) (cal)

Q água = 5,0 . 10 3 cal

b) No equilíbrio térmico, a barra terá a mesma temperatura final f do sistema:

f = 30°C
f = 30°C

Estando o sistema isolado termicamente, temos

Q água + Q cal + Q barra = 0

5000

+ 100 + 200 . c barra (30 – 80) = 0

5100

– 10000 c barra = 0

c barra = 0,51 cal/g°C

Respostas:

a)

Q cal = 1,0 . 10 2 cal

 

Q água = 5,0 . 10 3 cal

 

b)

f = 30°C c barra = 0,51 cal/ g°C

  Q á g u a = 5,0 . 10 3 cal   b) f =

– 93

3. (PUC-RJ) – Uma barra metálica, que está sendo trabalhada por

um ferreiro, tem uma massa M = 2,0kg e está a uma temperatura T i . O calor específico do metal é c M = 0,10 cal/g°C. Suponha que o ferreiro mergulhe a barra em um balde contendo 10 litros de água a 20°C. A temperatura da água do balde sobe 10°C com relação à sua temperatura inicial ao chegar ao equilíbrio. Calcule a temperatura inicial T i da barra metálica.

Dado: c água = 1,0cal/g°C e d água = 1,0g/cm 3

a)

500°C

b) 220°C

c) 200°C

d)

730°C

e) 530°C

RESOLUÇÃO:

c) 200°C d) 730°C e) 530°C RESOLUÇÃO: V = 10 = 10 000cm 3 m =
V = 10 = 10 000cm 3 m = d . V g m =
V
= 10 = 10 000cm 3
m
= d . V
g
m = 1,0
–––––
. 10 000cm 3
cm 3

m = 10 000g

No equilíbrio térmico:

. 10 000cm 3 cm 3 m = 10 000g No equilíbrio térmico: Q cedido pelo

Q cedido pelo metal + Q recebido pela água = 0

(mc ) metal + (mc ) água = 0

2000 . 0,10 (30 – T i ) + 10 000 .1,0 (30 – 20) = 0

200

(30 – T i ) + 100 000 = 0

200

(30 – T i ) = –10 000

30 – T i = –500

–T i = –530

T i = 530°C

Resposta: E

94 –

–T i = –530 T i = 530°C Resposta: E 94 – MÓDULO 4 MUDANÇAS DE

MÓDULO 4

MUDANÇAS DE ESTADO

1. (UFPB) – As usinas siderúrgicas usam em larga escala o processo

de fundição, no qual uma peça de aço em estado sólido é aquecida a partir de uma temperatura inicial até atingir o seu estado líquido. Para a realização desse processo, é preciso fornecer calor à peça. Sabendo que o calor latente de fusão do aço é 300 J/g, identifique as afirmativas corretas relacionadas ao processo de fundição:

I. A quantidade de calor fornecida à peça depende da sua temperatura inicial.

II. A quantidade de calor fornecida à peça é proporcional à sua massa.

III.A quantidade de calor fornecida para a fusão de uma peça de 20g é 6.000 J.

IV. A quantidade de calor fornecida a uma peça diminui se a temperatura de fusão do aço também diminuir, mantendo os outros parâmetros fixos.

V. A temperatura da fase líquida é, durante a fusão do aço, maior do que a temperatura da fase sólida.

RESOLUÇÃO:

I. Correta. Quanto menor é a temperatura inicial, maior será a quanti- dade de calor fornecida à peça.

II. Correta. A fórmula do calor latente (Q = mL) mostra que a quantidade de calor é proporcional à massa da peça.

III.Correta. Q = mL Q = 20 g . 300 J/g Q = 6000J

IV. Correta. A diminuição da temperatura de fusão de aço reduz a quantidade de calor para atingir essa temperatura.

V. Incorreta. A temperatura de fusão é maior ou igual às temperaturas da fase sólida.

2. (PUC-Modificada) – No reservatório de um vaporizador elétrico

são colocados 300g de água, cuja temperatura inicial é 20°C. No interior desse reservatório encontra-se um resistor de 12 que é percorrido por uma corrente elétrica de intensidade 10A quando o aparelho está em funcionamento.

de intensidade 10A quando o aparelho está em funcionamento. Considerando que toda energia elétrica é convertida

Considerando que toda energia elétrica é convertida em energia térmica e é integralmente absorvida pela água e que 1/3 de sua massa é vaporizada, determine o calor total absorvido pela água.

RESOLUÇÃO:

1)

Calor sensível para aquecer a água:

Q 1 = m c Δ

Q 1 = 300 . 1,0 . 80 (cal)

Q 1 = 24 000 cal

2)

Calor latente para vaporizar a água:

m

Q 2 =

Q 2 = 100 . 540 cal

–––

3 V

L

Q 2 = 54 000 cal

3)

4)

Calor total absorvido pela água:

Q = Q 1 + Q 2 = 78 000 cal

Cálculo do tempo:

Q = Pot . Δt = R i 2 Δt

78 000 . 4,2 = 12 . 100 Δt

Δt = 273s = 240s + 33s

Δt = 4min e 33s

3. (UNISA) – Luísa, uma garota esperta e prestativa, tem, entre suas

tarefas em casa, encher as forminhas de gelo com água e colocá-las no congelador. Em determinado dia, a menina usou 250 g de água, à temperatura de 20°C, para congelar. Seu congelador utiliza a potência constante de 5,0cal/s para formar o gelo, cujo calor latente específico de solidificação é igual a 80cal/g. Sendo o calor específico sensível da

água igual a 1,0cal/g°C, para encontrar a água colocada totalmente convertida em gelo, Luísa deverá abrir o congelador em, no mínimo:

a)

1000s

b)

2000s

c) 3000s

d)

4000s

e) 5000s

RESOLUÇÃO:

a) Q total = Q fusão + Q água

Q total = (mL) solidificação + (mcΔθ) água

Q total = (250g) . –80

cal

––––

g

+ (250g) .

1,0

cal

––––

g°C

. (0°C – 20°C)

Q total = (–20 000 cal) + (–5000 cal)

Q total = –25 000cal

b)

Pot =

.Q total .

–––––––

Δt

⇒ Δt =

Δt = 5000s

Resposta: E

.Q total .

–––––––

Pot

⇒ Δt =

25000cal

––––––––––

cal

5,0 –––

s

E . Q total . ––––––– Pot ⇒ Δ t = 25000cal –––––––––– cal 5,0 –––

– 95

MÓDULO 5

MUDANÇAS DE ESTADO

1. (PUC) – Um cubo de gelo de massa 100g e temperatura inicial

10ºC é colocado no interior de um microondas. Após 5 minutos de funcionamento, restava apenas vapor-d' água.

minutos de funcionamento, restava apenas vapor-d' água. Considerando que toda a energia foi totalmente absorvida

Considerando que toda a energia foi totalmente absorvida pela massa de gelo (desconsidere qualquer tipo de perda) e que o fornecimento de energia foi constante, determine a potência utilizada, em W. São dados: Pressão local = 1 atm Calor específico do gelo = 0,5 cal . g 1 .°C 1 Calor específico da água líquida = 1,0cal . g 1 .°C 1 Calor latente de fusão da água = 80 cal . g 1 Calor latente de vaporização da água = 540 cal . g 1 1 cal = 4,2J

a) 1008 b) 896 c) 1015 d) 903 e) 1512 RESOLUÇÃO: (I) Admitindo-se que o
a) 1008
b) 896
c) 1015
d) 903
e) 1512
RESOLUÇÃO:
(I) Admitindo-se que o vapor-d’água remanescente no forno de micro-on-
das esteja a 100°C, a quantidade total de calor absorvida pela água é Q,
dada por:
Q
= mc g Δθ g + mL F + mc a Δθ a + mL V
Q
= 100 (0,5 . 10 + 80 + 1,0 . 100 + 540) (cal)
Q
= 72500cal = 72500 . 4,2J

Q = 304 500J

(II)A potência utilizada fica determinada fazendo-se:

 

Q

304 500J –––––––––

Pot =

–––

Pot =

Δt

5 . 60s

Da qual:

 

Pot = 1015W

 

Resposta: C

 

96 –

  Pot = 1015W   Resposta: C   96 – 2. (MACKENZIE) – Um estudante, no

2. (MACKENZIE) – Um estudante, no laboratório de Física de sua

escola, forneceu calor a um corpo de massa 50g, utilizando uma fonte térmica de potência constante. Com as medidas obtidas, construiu o gráfico abaixo, que representa a quantidade de calor ΔQ recebida pelo corpo em função de sua temperatura t.

ΔQ recebida pelo corpo em função de sua temperatura t. Analisando o gráfico, pode-se afirmar que

Analisando o gráfico, pode-se afirmar que o calor específico, no estado sólido e o calor latente de vaporização da substância que constitui o corpo, valem, respectivamente,

a)

c)

e)

0,6 cal/(g.ºC) e 12 cal/g 0,4 cal/(g.ºC) e 6 cal/g 0,3 cal/(g.ºC) e 6 cal/g

b) 0,4 cal/(g.ºC) e 12 cal/g

d) 0,3 cal/(g.ºC) e 12 cal/g

RESOLUÇÃO:

1)

No estado sólido:

Q = m c Δ

600 50 . c . 30

c 0,4 cal/g°C

2)

Na vaporização:

Q = m L

600 = 50L

L = 12 cal/g

Resposta: B

3. (UPE) – Em um recipiente, existem 500 g de água a 80°C, e nele

MÓDULO 6

TRANSMISSÃO DE CALOR

é colocada uma certa quantidade de gelo a –10°C. Qual a massa de

gelo, em gramas, necessária para que a temperatura final seja 25°C?

a) 250 b) 262

c) 239

d) 200

e) 300

Dados: L f(gelo) = 80 cal/g

 

1. (FEI) – O sistema de aquecimento solar é composto de placas

c água = 1 cal/gºC c gelo = 0,5 cal/gºC

RESOLUÇÃO:

c á g u a = 1 cal/gºC c g e l o = 0,5 cal/gºC
 

coletoras, um reservatório de água quente e um reservatório de água fria. Para que o sistema funcione corretamente sem o auxílio de nenhuma válvula ou bomba, os equipamentos devem ser instalados de qual maneira?