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SUMÁRIO a.  b.   Introdução Fundamentos de Filtros Passa Baixa I.   Resposta de Butterworth.
SUMÁRIO
a. 
b.  
Introdução
Fundamentos de Filtros Passa Baixa
I.  
Resposta de Butterworth.
II.  
Resposta de Tschebyscheff.
III.   Resposta de Bessel
IV.  
Fator de Qualidade Q
c. 
Projeto de Filtros Passa Baixa
I.  
II.  
Primeira Ordem
Segunda Ordem
III.   Ordens Superiores
d.  
Projeto de Filtros Passa Alta
I.  
II.  
Primeira Ordem
Segunda Ordem
III.   Ordens Superiores
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e.  SUMÁRIO Projeto de Filtros Passa Banda I.   II.   Segunda Ordem Quarta Ordem
e. 
SUMÁRIO
Projeto de Filtros Passa Banda
I.  
II.  
Segunda Ordem
Quarta Ordem
f.  
Projeto de Filtros Rejeita Banda
I.  
Filtro Active Twin-T
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BIBLIOGRAFIA u   MANCINI, R. “Op Amps for Everyone: design reference”. 2 nd Edition. Elsevier,
BIBLIOGRAFIA
u   MANCINI, R. “Op Amps for Everyone: design reference”. 2 nd Edition.
Elsevier, 2003. ISBN-13:978-0-7506-7701-1 ISBN-10:0-7506-7701-5
u   MALVINO, Albert Paul, Princípios de Eletrônica, vol. 2, 4ª Ed
McGraw-Hill, 2000.
Brasil:
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a.  Introdução u   Def.: circuito ou dispositivo que permite a passagem de sinais elétricos
a.  Introdução
u   Def.: circuito ou dispositivo que permite a passagem de sinais
elétricos AC em determinadas faixas de frequências, enquanto que
bloqueia o sinal em outras faixas.
u   Principais aplicações:
u   Telecomunicações: filtram sinais para que reste apenas a faixa audível do
som (0 – 20kHz).
u   Comunicação de dados em RF. Filtram faixas estreitas de sinais em alta
frequência (centenas de MHz) para a seleção de canais de comunicação
de dados digitais.
u   Fontes DC de Sistemas de Energia. Usam filtros rejeita-banda para
suprimir a componente de 50Hz/60Hz vinda da rede AC.
u   Sistemas de Monitoramento e Aquisição de dados. Remoção de ruído do
sinal fora da faixa de frequência de interesse.
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a.  Introdução u   A altas frequências (> 1MHz) esses filtros são constituídos de dispositivos
a.  Introdução
u   A altas frequências (> 1MHz) esses filtros são constituídos de
dispositivos passivos (RLC). A frequências menores o indutor se torna
muito grande e pesado.
C2
II
L
R
R1
!
R
VIN
~
T
VIN
VOUT
1 T
Vou
c
_
u   Os filtro ativos são compostos de um ou mais amplificadores
operacionais, resistências e capacitores. Podem gerar a mesma
quantidade de polos de um filtro passivo sem a necessidade de
indutores.
u   Abordaremos filtros ativos com os três principais tipos de resposta
(Butterworth, Tschebyscheff e Bessel) seguido por seções que
descrevem as principais aplicações (passa baixa, passa alta, passa
faixa, rejeita faixa e passa tudo).
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b.  Fundamentos de Filtros Passa Baixas u   O filtro passa baixa mais simples é
b.  Fundamentos de Filtros Passa Baixas
u   O filtro passa baixa mais simples é composto por uma única rede RC
e sua função transferência demonstra a existência de um único polo.
R
1
a--~
1
VIN
~
~
VOUT
A(S) =
(01)
c
s
+
1
+
sRC
~ RC
onde s = jω=j2 πf para qualquer sinal senoidal.
u   A frequência de corte do
filtro ocorre quando o sinal sofre uma
atenuação de 3dB ( V o (t) = V i (t)* 0,708) e é definida como:
1
V Out
dB = 20 ⋅ log 10
( 03)
f c =
( 04 )
V
2 ⋅ π ⋅ R ⋅ C → ω c = 1
R ⋅
C
In
u   Normalizada, a função transferência do filtro se torna:
s
_
J~
f
=
j~
1
(05)
(06)
s-
~
-
Jrcc
A(s)
=
1
+
s
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b.  Fundamentos de Filtros Passa Baixas u   A magnitude da resposta da função de
b.  Fundamentos de Filtros Passa Baixas
u   A magnitude da resposta da função de ganho do filtro torna-se:
IAI
=
1
(07)
,/1 +Q2
u   Quando Ω >> 1 (f >> f c ) a função de ganho apresenta uma taxa de atenuação
de aproximadamente 20dB do década.
u   As equações (01) e (07) só são válidas se I out = 0. Podemos alcançar essa
condição ao se incluir um Amplificador Seguidor de Tensão na saída do
circuito. Podemos ainda aumentar a ordem do filtro serializando N estágios.
R
VIN
c_
T
VOUT
u   Cada estágio aumenta a taxa de atenuação em mais 20dB/década de freq.
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b.  Fundamentos de Filtros Passa Baixas u   A resposta de ganho e fase, do
b.  Fundamentos de Filtros Passa Baixas
u   A resposta de ganho e fase, do filtro passa baixa para diferentes ordens, são
apresentadas abaixo. Um filtro de ordem N ideal apresenta f c exatamente em -3dB com
decaimento instantâneo a partir de f c . No real, a atenuação ocorre bem antes, com
decaimento mais suave.
b
-10
-20
-90
Order
1st Order Lowpass
II
"
k
P
m
-30
"o
I
I[
c
-40
-180
r
o
4th Order L~
i'~
~
~1
m
1-
I
-5o
I
_<
-e-
-60
-270
II
II
4th Order Low'as
,~
4th Or~
-70
-360
-80
0.01
0,1
1
10
100
0.01
0.1
1
10
100
Frequency --
Frequency-
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b.  Fundamentos de Filtros Passa Baixas u   Conforme gráficos anteriores, o filtro real apresenta
b.  Fundamentos de Filtros Passa Baixas
u   Conforme gráficos anteriores, o filtro real apresenta problemas tanto
na amplitude do ganho de saída quanto na fase do sinal.
u   Podemos otimizar a saída do filtro para algum dos critérios abaixo:
I.  
Saída com ganho maximamente plano para f < f c .
II.   Transição imediata e aguda entre a banda de passagem e de atenuação.
III.   Resposta linear de variação na fase do sinal.
u   Para permitir essas otimizações, a função transferência deve permitir
a existência de polos complexos. A função transferência se torna:
A0
A 0
A(s) =
(08)
(1
+
a,s
+ b,s2)(1
+
a2s +
b2s2)
(1
+
anS +
bns2)
i[[(1
+
ais
+
bis2)
onde A 0 é o ganho DC do filtro e a i e b i são os coeficientes dos filtros em
cada estágio.
u   As seções a seguir descrevem as três principais otimizações de filtros
que garantem os tipos de respostas (I, II e III) citadas.
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b.  Fundamentos de Filtros Passa Baixas I.   Resposta de Butterworth u   Apresentam máxima
b.  Fundamentos de Filtros Passa Baixas
I.   Resposta de Butterworth
u   Apresentam máxima resposta plana abaixo de f c . Portanto, são
escolhidos como filtro anti-aliasing em sistemas de aquisição de
dados onde não devem haver distorções de amplitude no sinal.
10
u   Apesar da resposta plana, a variação da
fase do sinal é não linear e pode gerar diversos
problemas com sistemas que exijam sincronia
de sinais.
0
-10
-20
I
I I IIIIIII
I I IIL,I'FII IIIAI II~IIIII
P~I
IIIIIII
I
-30~--~-2ndOrder/~
I
I
I
IIIIIII
I
I
I IL21"II
II
I
I
IINII
I
I
I~IIIII
-40
-50
-6O
0.01
0.1
1
10
100
Frequency-
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b.  Fundamentos de Filtros Passa Baixas II.   Resposta de Tschebyscheff u   Apresentam alta
b.  Fundamentos de Filtros Passa Baixas
II.   Resposta de Tschebyscheff
u   Apresentam alta taxa de atenuação acima de f c , com ordem inicial
igual a 2. Entretanto, o ganho não é constante na faixa de frequência
de passagem.
m
10
u   Um ripple (oscilação) é evidenciado e
acrescido a medida que a ordem do filtro
aumenta.
u   A taxa de atenuação também aumenta
com o aumento da ordem do filtro.
u   Filtros de ordem impar apresentam o
ripple com valores menores que 0dB
(ganho < 1) na faixa de passagem.
-10
d Order
-20
-30
-40
u  Re q u e r i d o s
o n d e
a
p r i n c i p
a l
-50
preocupação é a remoção de faixas de
frequências indesejáveis. Ex: equalizadores
de som.
--60
0.01 0.1
1
10
100
Frequency--
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b.  Fundamentos de Filtros Passa Baixas III.   Resposta de Bessel u   Apresentam resposta
b.  Fundamentos de Filtros Passa Baixas
III.   Resposta de Bessel
u   Apresentam resposta de variação linear na fase do sinal. Abaixo de f c
atraso de grupo das harmônicas (group delay) é sempre constante.
1.4
.~
1.2
-90
L
01
0.8
"0
2
I
-~80
W
0.6
(=
a.
I
0.4
~
-270 ~
~
0.2
0
-360
0.01
0.1
1
10
100
0.01
0.1
1
10
100
Frequency --
Frequency-
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              





b.  Fundamentos de Filtros Passa Baixas

III.   Resposta de Bessel
u   Baixa taxa de atenuação acima de f c e não possui resposta plana
abaixo de f c .
u   A resposta em atraso constante o torna a melhor escolha para filtrar
sinais de comunicação digitais (onda quadrada).






u  O defasamento linear faz
com que as distorções, de
um sinal não senoidal,
sejam minimizadas. Ex:
N=6 e f c = 20kHz.
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              









b.  Fundamentos de Filtros Passa Baixas IV.   Fator de qualidade – Q u  
b.  Fundamentos de Filtros Passa Baixas
IV.   Fator de qualidade – Q
u   Representa um parâmetro de projeto filtro filtros de ordem N.
u   Ao invés de se projetar um filtro de ordem N, pode reduzir o problema
obter um filtro com determinado fator de qualidade Q.
u   Para filtros passa baixa e passa alta, Q é definido através da chamada
“qualidade do polo”, ou seja:
Q = b i
(
09 )
a
i
u   Já para filtros passa/rejeita faixa, Q é definido como a razão entre a
frequência média, f m , e a largura de banda entre os dois pontos de
frequência em -3dB, ou seja:
f m
Q =
(10 )
f 2 − f 1
u   Valores muito altos de Q tendem a instabilidade do filtro.
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b.  Fundamentos de Filtros Passa Baixas IV.   Fator de qualidade – Q u  
b.  Fundamentos de Filtros Passa Baixas
IV.   Fator de qualidade – Q
u   Altos valores de Q podem ser apresentados, nos gráficos de ganho x
frequência de um filtro, como a distância do maior pico de ganho até
a linha de 0dB.
40
u   O gráfico dos ganhos de cada estágio um
filtro de Tschebyscheff de 10 ª ordem é
apresentado ao lado.
u   O quinto e último estágio do filtro
apresenta um ganho aproximado de 31dB
=35,48 (veja eq. 03) .
u   Em geral, usamos uma tabela com valores
pré-definidos para a i , b i e Q, para nos
ajudar a projetar um filtro com quaisquer
das três otimizações citadas. Essa tabela
apresenta valores para filtros de até 10ª
ordem.
30
20
m
-o
~l~l
~
I
I
I
10
c
m
(:1
I
i <C
,.,
!
I
I
I
I
III
-10
2ndStage-
I
I~! IIII1~
.X~
I
I
I~XI
,3,rI Stage-~[
-20
4th Stage ~
5th Stage
-30
I
!1111
0.01 0.1
1
10
Frequency-
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c.  Projeto de Filtros Passa Baixas (PB) u   Através da serialização de filtros de
c.  Projeto de Filtros Passa Baixas (PB)
u   Através da serialização
de
filtros de 2ª,
Eq.
(11),
e
1ª,
Eq. (12),
ordens, podemos construir filtros PB de qualquer ordem.
Ai(s )
=
A~
(11)
A(s)
=
1 +als A~
(12)
(1
+
ais
+
bis2 )
1st order o
]
1st a=l order
u  
Na maioria dos casos, A 0 = 1 para
que Av (OL) do AO não tenha de ser muito
2nd order~
J
2ndorder
alto.
al , bl
u  
C a d a
e s t á g i o
p re c i s a
s e r
1st order
2nd order
dimensionado de maneira que o Q dos
estágios anteriores sejam menores do
que o Q do estágio atual.
u  Os valores de Q de diversos filtros são
apresentados em tabela no final deste
módulo.
3rd order
o
;
al
a2, b2
2nd order
J
2nd order
4th order o
al
b I
a2 ' b2
,
1st order
2nd order
2nd order
I
5th order o
;
I
al
a2, b2
a3' b3
6th order o
2nd order
al , bl
2nd order
2nd order
a2, b2
a3, b3
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c.  Projeto de Filtros Passa Baixas (PB) I.   Primeira Ordem u   Podemos implementar
c.  Projeto de Filtros Passa Baixas (PB)
I.  
Primeira Ordem
u   Podemos
implementar
esse
filtro
usando
as
configurações
de
amplificadores inversores e não inversores. Porém, abordaremos aqui
apenas a topologia não inversora.
u   A função transferência é apresentada na Eq. (13) e os valores dos
coeficientes são definidos nas Eq. (14) e (15).
a 1
VIN-~~/~/~
-
R2
R2
(14)
VOU
1
+
R~
A 1
0 =
+
R~
(13)
A(s)
=
1 + cocR1ClS
Ra
(15)
a cocR1C 1
1 =
_
u   O projeto do filtro é feito definindo-se f c , o ganho A 0 e o capacitor C 1 .
Por fim, resolva as Eq. (16) e (17), obtendo a 1 da tabela.
al
(16)
R1
=
2~fcC1
R 2 =
R3(A 0 -
1)
(17)
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c.  Projeto de Filtros Passa Baixas (PB) I.   Primeira Ordem Exemplo: projete um filtro
c.  Projeto de Filtros Passa Baixas (PB)
I.  
Primeira Ordem
Exemplo: projete um filtro PB com N = 1, ganho unitário e fc = 1kHz.
Solução:
Um filtro com N=1 apresenta o mesmo valor de a 1 = 1 para qualquer tipo de
otimização. Definimos C 1 observando a faixa de frequência citada, a qual
sugere um capacitor na faixa de dezenas de nF. Faremos C 1 = 47nF.
Os cálculos restantes são:
al
_
1
_
R1
=
2~fcC1
-
2~. 103Hz.47 10-9
9F
-
3.38 kQ
R 2 = R 3 ⋅ (1 − 1) = 0
Com R 2 = 0, R 3 pode ser removido.
A simulação usa um LF347
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c.  Projeto de Filtros Passa Baixas (PB) II.   Segunda Ordem u   Existem duas
c.  Projeto de Filtros Passa Baixas (PB)
II.   Segunda Ordem
u   Existem duas topologias para filtros de segunda ordem:
Ø   Sallen-Key à baseada no amplificador não inversor
Ø   Multiple Feedback (MFB) à baseado no amplificador inversor.
u   Abordaremos aqui apenas a topologia Sallen-Key. O livro apresenta
detalhes complementares sobre a topologia MFB.
0
2
R 4
A 0 = 1 +
(18 )
VIN
R 3
VOUT
C1
3
T"
u   Função transferência do filtro:
Ao
A(s) =
(19)
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c.  Projeto de Filtros Passa Baixas (PB) II.   Segunda Ordem u   Filtros que
c.  Projeto de Filtros Passa Baixas (PB)
II.   Segunda Ordem
u   Filtros que exijam alta precisão de ganho, ou ganho unitário,
ou valor
de Q < 3, não incluem R3 e R4 o AO muda sua topologia para um
seguidor de tensão (A 0 = 1). A função transferência se torna:
0
2
A(s) =
(20)
1 + ~cCl(R 1 + R2)s + e)c2 R1R2C1C2s2
VOU
u   O procedimento de projeto envolve a definição prévia de C 1 e C 2 . Em
seguida, Calculamos R 1 e R 2 usando Eq. (21). A Eq. (22) deve ser
observada para se obter apenas valores reais na Eq. (21).
4b 1
a,C 2 ::F /a,2C2 2-
4=fcC 1C2
4blC,C 2
(21)
02>_
01~
2 (22)
a1,2
al
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c.  Projeto de Filtros Passa Baixas (PB) II.   Segunda Ordem Exemplo: projete um filtro
c.  Projeto de Filtros Passa Baixas (PB)
II.   Segunda Ordem
Exemplo: projete um filtro PB de 2ª ordem com f c = 1kHz e otimização de
Tschebyscheff com ripple de 3dB.
Solução: da tabela, obtemos os coeficientes a 1 =1,0650 e b 1 = 1,935.
Podemos arbitrar C 1 em um valor comercial da ordem de dezenas de nF, de
acordo com f c . Então, façamos C 1 = 22nF.
Aplicando C 1 na Eq. (22), obtemos:
02 _ c14b1~ al 2 =
22.10-9nF
.4.1.9305 "i~0-~
_- -
150,1nF à 180nF
Calculamos R 1 e R 2 usando Eq. (21)
1, 065 * 180 * 10 −9 −
(
−9
1, 065 * 180 * 10
)
2 − 4 * 1, 9305 * 22 * 10 −9 * 180 * 10 −9
R 1 =
≅ 1632 Ω
4 * π * 1000 * 22 * 10 −9 * 180 * 10 −9
(
−9
1, 065 * 180 * 10 −9 +
1, 065 * 180 * 10
)
2 − 4 * 1, 9305 * 22 * 10 −9 * 180 * 10 −9
R 2 =
≅ 5431Ω
4 * π * 1000 * 22 * 10 −9 * 180 * 10 −9
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180nF c.  Projeto de Filtros Passa Baixas (PB) 1632 5431 1 II.   Segunda Ordem
180nF
c.  Projeto de Filtros Passa Baixas (PB)
1632
5431
1
II.   Segunda Ordem
VouT
Solução (cont
)
è   Os valores de R 1 E R 2
devem ser obtidos por
meio de potenciômetros
è   A s r e s p o s t a s d e
amplitude e fase do
filtro são apresentadas
em comparação ao filtro
de 1ª ordem.
è   Observa-se que a taxa
de atenuação é bem
maior, além do ripple de
um pico (2ª ordem) na
amplitude de saída.
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c.  Projeto de Filtros Passa Baixas (PB) II.   Segunda Ordem u   A topologia
c.  Projeto de Filtros Passa Baixas (PB)
II.   Segunda Ordem
u   A topologia Sallen-Key apresenta um caso especial onde é possível
definir R 1 = R 2 = R e C 1 = C 2 = C.
u   Nesta simplificação, a Eq. (19) assume a forma descrita em Eq. (23),
com ganho definido na Eq. (24).
A(s)
=
A~
(23)
A o =
1 4-R--~ a 4
(24)
1 +
e)cRC(3
-
Ao)s +
(eL)cRC)2s 2
u   A partir da Eq. (23) e da definição arbitrária de C, obtemos o valor de
R e A 0.
]~
Ao=3- al
=
3
1
R=
(25)
(26)
2~fcC
N Q
u   Eq. (26) mostra que a resposta do filtro será unicamente definida pelo
ganho A 0 , o qual determina o fator de qualidade do filtro.
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c.  Projeto de Filtros Passa Baixas (PB) II.   Segunda Ordem u   Podemos usar
c.  Projeto de Filtros Passa Baixas (PB)
II.   Segunda Ordem
u   Podemos usar um potenciômetro no lugar de R4 a ajustar o tipo de
resposta de interesse através da relação R 4 /R 3 .
Exemplo: Projete e simule três filtros de Tschebycheff com fc = 1kHz e
ripple de 0,5dB, 1dB e 2dB. Use a topologia abaixo
Solução: arbitraremos o valor C = 22nF e R 3 = 1kΩ. Das tabelas temos os
seguintes parâmetros:
c
1t
Ripple
b
Q
i
V N
Vout
0,5dB
1,3827
0,86
1,0dB
1,5515
0,96
2,0dB
1,7775
1,13
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c.  Projeto de Filtros Passa Baixas (PB) II.   Segunda Ordem Para cada Ripple, calculamos
c.  Projeto de Filtros Passa Baixas (PB)
II.   Segunda Ordem
Para cada Ripple, calculamos o valor de R, R 4 e A 0 .
1, 3827
1
22 nF ≅ 8507 Ω
R 0 , 5 dB =
A 0 0 , 5 dB = 3 −
2 ⋅ π ⋅ 1kHz ⋅
0,
86
= 1, 837 R 4 = R 3 ⋅( A 0 − 1)
R 4 1, 0 dB = 1k ⋅ (1, 837 − 1) = 837 Ω
1, 5515
1
22 nF ≅ 9011Ω
≅ 1, 958 R 4 1, 0 dB = 1k ⋅ (1, 958 − 1) = 958 Ω
R 1 dB =
A 0 1, 0 dB = 3 −
2 ⋅ π ⋅ 1kHz ⋅
0,
96
1, 7775
22 nF ≅ 9638 Ω
1 13 ≅ 2, 115 R 4
1, 0 dB = 1k ⋅ ( 2, 115 − 1) = 1, 115 Ω
R 2 dB =
A 0 1, 0 dB = 3 −
2 ⋅ π ⋅ 1kHz ⋅
1,
As respostas em ganho normalizado e fase dos três filtros são apresentadas a
seguir.
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26
c.  Projeto de Filtros Passa Baixas (PB) II.   Segunda Ordem à A T a
c.  Projeto de Filtros Passa Baixas (PB)
II.   Segunda Ordem
à A
T a x a
d e
atenuação aumenta
com
o
fator Q
do
filtro,
ou
seja,
aumenta
com
a
a m p
l
i
t u
d e
d o
ripple.
à
O
defasamento
também
aumento
com o aumento do
fator Q.
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27
c.  Projeto de Filtros Passa Baixas (PB) III.  Ordens Superiores u   Quanto maior a
c.  Projeto de Filtros Passa Baixas (PB)
III.  Ordens Superiores
u   Quanto maior a ordem, mais acentuadas são as características do
filtro. Ordens superiores são obtidas pela serialização de filtros de
primeira e segunda ordens.
u   Com a serialização, o produto das respostas em frequência dos
módulos individuais (estágios) resulta na resposta em frequência
otimizada e acentuada de todo o filtros.
u   Cada estágio apresentará seu próprio a i , b i e Q i obtidos das tabelas e
dependentes da ordem global do filtro sendo projetado.
u   Filtros de ordens impares apresentarão o primeiro estágio como um
filtro de 1ª ordem.
u   Filtros de ordens pares apresentam apenas filtros de segunda ordem
em cada um de seus estágios.
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28
c.  Projeto de Filtros Passa Baixas (PB) III.  Ordens Superiores Exemplo: projete e simule um
c.  Projeto de Filtros Passa Baixas (PB)
III.  Ordens Superiores
Exemplo: projete e simule um filtro PB de quinta ordem, f c = 50kHz com
resposta de Butterworth.
Solução.
1.  Obtenha os coeficientes através das tabelas
n i
a i
bi
ki=
Qi
fci/fc
1
1.0000
0.0000
1.000
2
1.6180
1.0000
0.859
0.62
3
0.6180
1.0000
1.448
1.62
2.  Dimensionar cada filtro parcial usando os coeficientes obtidos
2.1 Primeiro estágio à 1ª Ordem
Defina C 1 = 1nF e calcule R 1 .
a 1
VIN~
TiT
;
VouT
C1
al
=
3.18 k~
R 1 =
2~cC 1
2~.50.103Hz.1.10-9F
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29
c.  Projeto de Filtros Passa Baixas (PB) III.  Ordens Superiores Solução (cont ) 2.2 Segundo
c.  Projeto de Filtros Passa Baixas (PB)
III.  Ordens Superiores
Solução (cont )
2.2 Segundo Estágio à 2ª Ordem
Como o segundo estágio já recebe um sinal pré-filtrado, podemos definir um
capacitor menor, ou seja C 1 = 820pF. Calculando C 2 , temos:
02
II
4b 2
C 2 >_ C 1-
4.1
=
820.10-12F.~ 1.6182
=
1.26 nF
VIM
VOU
a22
01
"
T
Vamos definir C 2 em 1.5nF e calcular R 1 e R 2 deste estágio.
1.618.1.5.10-9- V//(1.618.1.5.10-9) 2 -
4.1.820.10-12.1.5.10-9
=
1.87 kQ
a 1 --
4~.50.103.820 .10-12.1.5.10-9
1.618.1.5.10 -9 +
V/(1.618.1.5.10-9) 2 _ 4.1.820.10-12.1.5.10-9
=
4.42 kQ
a 2
-
4~.50.103.820 109 - 12.1.5.10
- 9
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30
c.  Projeto de Filtros Passa Baixas (PB) III.  Ordens Superiores Solução (cont ) 2.2 Terceiro
c.  Projeto de Filtros Passa Baixas (PB)
III.  Ordens Superiores
Solução (cont
)
2.2 Terceiro Estágio à 2ª Ordem
Definimos agora C 1 = 330pF e calculamos C 2 deste estágio.
4b 3
C 2 >_ C1--=
4.1
330.10-12F.~ 0.6182
=
3.46 nF
a32
Vamos
definir
C
=
4.7nF.
Com
o
mesmo
procedimento
de
cálculo
2
apresentado no estágio 2, calculamos R 1 ≅ 1,45k e R 2 ≅ 4,51k.
1.5n
4.7n
3.16k
LI
II
ViN~
--
820p
- ]
VOU
330p
"
I
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31
c.  Projeto de Filtros Passa Baixas (PB) III.  Ordens Superiores Simulação - F c não
c.  Projeto de Filtros Passa Baixas (PB)
III.  Ordens Superiores
Simulação
- F c não é exatamente
50kHz devido
às
aproximações feitas
em C 2 do segundo
e
terceiro estágio.
-
D
e
v
i
d
o
à
s
aproximações, ocorre
um pequeno overshoot
na resposta, perto de
f
c .
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32
d.   Projeto de Filtros Passa Alta (PA) u   A topologia de um filtro
d.   Projeto de Filtros Passa Alta (PA)
u   A topologia de um filtro PA é muito similar a de um filtro PB. Basta
trocar as posição de resistores e capacitores.
0 2
c
>
c~
-T
Voo~
>v~~tt
qt
VOU
R1
-
I
PB
PA
!
_
10
u   O ganho do filtro PA apresenta a mesma equação
de f c para o PB.
u  O gráfico de resposta do filtro PA espelha a resposta do
filtro PB.
u  Função transferência:
Ao
m
"o
I
r
o.,,
-10
I
<c
-20
A(s)
=
A=
]-[(
ai
b,)
(27)
i
1+~+#
A ∞ é o ganho na faixa de
passagem
-30 0.1
1
10
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Frequency-- 33
d.   Projeto de Filtros Passa Alta (PA) I.   Primeira Ordem u   Se
d.   Projeto de Filtros Passa Alta (PA)
I.  
Primeira Ordem
u   Se fizermos b i = 0 na Eq. (27), obtemos a função transferência de um
filtro PA de 1ª ordem.
u   O circuito não inversor que implementa o PA é apresentado abaixo em
conjunto com sua função transferência. Versões inversoras podem ser
consultadas no livro referência.
u   O ganho na faixa de passagem é definido pela Eq. (30) e os valores de
R1 e C1 pelas Eqs. (31) e (32).
01
a 2
A(s)
-
A~
VIN
1 +
~
VOU
(29)
(28)
A(s)
=
R1
(ocR1C 1
s
--
R2
R3
R2
(30)
_
1
A==I+R
3
(31)
R 1 -
2~fcalC1
R2 =
R3(Aoo -
1)
(32)
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34
d.   Projeto de Filtros Passa Alta (PA) I.   Primeira Ordem u   Exercício:
d.   Projeto de Filtros Passa Alta (PA)
I.  
Primeira Ordem
u   Exercício: projete um Filtro PA com f c = 4kHz e ganho unitário.
Resolução: Um filtro com N=1 apresenta o mesmo valor de a 1 = 1 para
qualquer tipo de resposta (otimização). Definimos C 1 observando a faixa de
frequência citada, a qual sugere um capacitor na faixa de dezenas de nF.
Faremos C 1 = 33nF.
1
Procedendo ao cálculo de R 1 : R 1 =
2 ⋅ π ⋅ 4000 ⋅ 33 ⋅ 10 −9 = 1205, 7 ≅ 1, 2 k Ω
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35
d.   Projeto de Filtros Passa Alta (PA) II.   Segunda Ordem u   Novamente,
d.   Projeto de Filtros Passa Alta (PA)
II.   Segunda Ordem
u   Novamente, abordaremos aqui apenas a topologia de Salen-Key e
deixaremos a topologia MFB para estudo no livro.
u   A topologia do circuito é praticamente igual à do Filtro PB de segunda
ordem, com a diferença da substituição das posições dos resistores e
capacitores.
cz
(33)
A(s)
=
R2(C1+C2)+RIC2(1-a)
1
1
1+
~
.1
"1"- eOc2R1R2C1C2" S-"~
a 2
'k/k/k,
C1
[
C2
V'N
III
-
I II
a 4
VOUT
o~ =
1
+
(34)
R3
R,I- _
! m
-- a 4
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36
d.   Projeto de Filtros Passa Alta (PA) II.   Segunda Ordem u   Podemos
d.   Projeto de Filtros Passa Alta (PA)
II.   Segunda Ordem
u   Podemos simplificar o projeto do filtro definindo C 1 = C 2 = C e ganho
unitário (α=1) . A função transferência reduz-se à Eq. (35).
A(s)
=
2
1+
1
.I
(35)
cocalC
s
eoc2alR2C2
s2
u   Os coeficientes A ∞ , a 1 e b 1 são obtidos diretamente de (35).
1
Aoo=l
a 1
--
b 1
=
cocR1C
O)c2R1R202
u   E
os valores de
C
será
arbitrário. Já os valores de R 1
e
R 2 são
calculados pelas Eq. (36) e (37).
al
=
1
(36)
(37)
R1
=fcCal
R2 =
4=fcCb 1
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37
d.   Projeto de Filtros Passa Alta (PA) III.   Ordens Superiores u   Para
d.   Projeto de Filtros Passa Alta (PA)
III.   Ordens Superiores
u   Para N > 2, faremos o processo de serialização de filtros PA de ordens
1 e 2 da mesma forma que fizemos para os filtros PB.
u   Os coeficientes dos filtros serão os mesmos obtidos pelas tabelas
constantes no final deste material, seguindo o mesmo procedimento
de projeto apresentados para os filtros PB.
u   Exercício: Projete um Filtro PA de terceira ordem com f c = 1kHz e
resposta de Bessel.
Resolução:
O primeiro passo é obter os coeficientes dos dois estágios que comporão
esse filtro.
ai
bi
Filter I
al = 0.756
bl
= 0
Para o primeiro estágio (N = 1), definimos
C = 100nF e calculamos
Filter 2
a2 = 0.9996
b2 = 0.4772
R1
=
1
=
2.105 kQ
2=fcalC 1
2~.103Hz.0.756.100.10- 9F
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38
d.   Projeto de Filtros Passa Alta (PA) III.   Ordens Superiores O Segundo estágio
d.   Projeto de Filtros Passa Alta (PA)
III.   Ordens Superiores
O Segundo estágio (N=2) é projetando arbitrando-se C = 100nF e calculando
R 1 e R 2 usando as Eq. (36) e (37).
_
1
=
3.18 kQ
R1 -
~fcCal
~.103.100.10-9.0.756
_
a
R2
_
1
0.9996
=
1.67 kQ
4=fcCb 1
4=-103.100.10 - 9.0.4772
O Circuito resultante é apresentado abaixo, usando valores de componentes
comerciais:
1.65k
100n
-~kA,
VIN
II
i
i_~
~---II l~17611~176~ -II _~
-
1
T
2.10k
-
VouT
3.16k
w
Faça a simulação !!!!
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39
e.  Projeto de Filtros Passa Banda (PBn) u   Representa a união de dois filtros,
e.  Projeto de Filtros Passa Banda (PBn)
u   Representa a união de dois filtros, um PB e outro PA, de maneira a
permitir a passagem de uma banda estreita de frequência.
u   Haverão duas frequências de corte, Ω 1 e Ω 2 , que representam os
pontos
de
-3dB
da
faixa
de
passagem
inferior
e
superior,
respectivamente.
u   Usamos o filtro PB como base e espelhamos sua resposta a partir de
sua frequência de corte, conforme figura abaixo
(38)
IAI [dB]'
~~.~_~
0
^
-.~
0/0
-,.
Q
=
fm
=
fm
=
1
=
1
-3
-3
(39)
B
f2-
fl
~'~2 -
~'~1
A~'-~
/I
/
v
v
.~-0
1
~
~
0
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40
e.  Projeto de Filtros Passa Banda (PBn) I.   u   A Segunda Ordem partir
e.  Projeto de Filtros Passa Banda (PBn)
I.  
u   A
Segunda Ordem
partir
de
um
filtro
PB
podemos
obter
o
PBn
executando
a
transformação abaixo na função transferência do filtro PB.
A0
A(s)
-
1
+
s
A--!-~(s+ 1)
A~
(40)
A(s)
=
1
+
A~.s
+
S2
Função Transf.
Filtro PB
Substituir s
pelo termo acima
Função Transf. Filtro PBn
/
u   Em Eq. (40), Devemos substituir A 0 por
A m para representar o ganho na banda
-5
/ rl
0=1/
/,
-10
\
média e aplicar Eq. (39)
fator de qualidade. Então:
para incluir o
II1
J
-15
/
f
I
c
"~
-20
\
I
Am
~
-25
/ k \
,/
A(s)
-e-.s
=
-30
/
(41)
\
1
+
$.s
+
S2
-35
/
LJ
0.1
1
lO
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41
Frequency-
e.  Projeto de Filtros Passa Banda (PBn) I.   Segunda Ordem u   Podemos usar
e.  Projeto de Filtros Passa Banda (PBn)
I.  
Segunda Ordem
u   Podemos usar a topologia de Sallen-Key para implementar o PBn de 2ª
ordem usando redes RC em PA e PB.
u   Sua função transferência se torna a Eq. (41), onde:
A(s) =
G.RC~m.S
1 + RCe0m(3- G)s + R2C2(.Om2.S2
1
mid-frequency: fm = 2~RC
(41)
(42)
R
a 2
inner gain:
(43)
G
=
1
+
R~
G
(44)
gain at fm"
Am =
3 -
G
Vow
(45)
filter quality:
Q
=
3-G
%-
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42
e.  Projeto de Filtros Passa Banda (PBn) I.   Segunda Ordem u   Procedimento de
e.  Projeto de Filtros Passa Banda (PBn)
I.  
Segunda Ordem
u   Procedimento de projeto:
a
(46)
①   Definir fm, C e depois calcular
2~mC
②   Devido à dependência entre Q e A m podemos calcular R 2 de duas
formas diferentes. A equação escolhida dependerá se o projeto irá
seguir algum requisito de Q ou de A m .
2Am-
1
(47.a)
R2 =
2Q-
1
(47.b)
a 2 -
Q
1 +Am
③   Use as Eq. (43), (44) e (45) para definir o ganho do filtro.
Exercício: projete um Filtro PBn com frequência central de 1kHz, largura
de banda de 200Hz.
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43
e.  Projeto de Filtros Passa Banda (PBn) I.   Segunda Ordem Resolução. Com base em
e.  Projeto de Filtros Passa Banda (PBn)
I.  
Segunda Ordem
Resolução.
Com base em f m = 1kHz, podemos definir C = 100nF e calcular R.
1
R =
2 ⋅ π ⋅ 10 3 ⋅ 100 ⋅ 10 −9 ≅ 1592 Ω
Como foi especificada a largura de banda (200Hz), estamos fazendo um
projeto voltado ao fator de qualidade do filtro. Usando Eq. (39), temos Q.
Podemos calcular G e A m usando Eq. (43) e (44).
O Alto valor de A m implicará num valor limitado de V in devido à saturação do
amplificador operacional.
Definindo R 1 = 1k e usando
= 3 ⋅ Q − 1 = 3 ⋅ 5 − 1
Eq. (43), temos:
G
=
2, 8
= 1000
Q
5
R
= R 1 ⋅ (G − 1)
Q = f m
= 5
2
B
200
2, 8
A m = G
3 − G
=
R
= 1000 ⋅ (2, 8 − 1)
2
3 − 2, 8 = 14
R 2 = 1, 8 k Ω
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44
e.  Projeto de Filtros Passa Banda (PBn) I.   Segunda Ordem Deve-se tomar cuidado com
e.  Projeto de Filtros Passa Banda (PBn)
I.  
Segunda Ordem
Deve-se tomar cuidado com o projeto baseado no Q pelos seguintes motivos:
- Grandes valores de Q geram valores bem altos de A m .
- Se G se aproxima de 3, teremos A m infinito, o que nos obriga a alterar o valor
de Q.
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45
e.  Projeto de Filtros Passa Banda (PBn) II.   Quarta Ordem u   Filtros PBn
e.  Projeto de Filtros Passa Banda (PBn)
II.   Quarta Ordem
u   Filtros PBn de 4ª ordem permitem a especificação do tipo da resposta.
A serialização de dois filtros PBn leva ao filtro de 4ª ordem com a
função transferência abaixo, onde:
Ø   Am i , fm i e Q i representa o ganho, frequência média e fator de qualidade do
enésimo estágio, respectivamente.
Ø   α e 1/α são os fatores que definem o quão distante estão fm 1 e fm 2 do f m
de projeto do total do filtro. Filtros com alto valor de Q têm fm 1 e fm 2 muito
próximos de f m .
u   O fator α é calculado pela Eq. (49) usando o método de aproximações
sucessivas, com a 1 e b 1 sendo os coeficiente do filtro PB de 2ª ordem.
Ami
Ami
s
2
z
A(s)
=
[os
][,
]
=
0
(49)
(48)
b 1
1
+
+
1
+
+
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46
e.  Projeto de Filtros Passa Banda (PBn) II.   Quarta Ordem u   Para facilitar
e.  Projeto de Filtros Passa Banda (PBn)
II.   Quarta Ordem
u   Para facilitar a tarefa de projeto, a tabela abaixo sumariza as três
principais
respostas
com
os
respectivos
valores
de
α,
a i ,
e
b i
Q=1;10;100.
Bessel
Butterworth
Tschebyscheff
1.3617
al
1.4142
al
1.0650
al
bl
0.6180
bl
1.0000
bl
1.9305
O
100
10
1
Q
100
10
1 O
100
10
1
0.01
0.1
1
A~
0.01
0.1
1 A~
0.01
0.1
1
(X 1.0032 1.0324
1.438
1.0035
1.036
1.4426 o~
1.0033
1.0338
1.39
u   Através de α calculamos:
Qi
=
Q" (1
+
(~2)b 1
(50)
fm2 =
fm'~
(52) Ami = ei
-E fm
(51)
ll///Am
fml
=
(53)
a-a 1
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e.  Projeto de Filtros Passa Banda (PBn) II.   Quarta Ordem u   Exercício. Projete
e.  Projeto de Filtros Passa Banda (PBn)
II.   Quarta Ordem
u   Exercício. Projete um Filtro PBn com freq. central de 10kHz, largura de
banda de 1kHz, ganho unitário e resposta maximamente plana na faixa
de passagem e resposta de ButterWorth.
Resolução.
Da tabela, obtemos os coeficientes: a 1 =1.4141, b 1 = 1 e α=1.036, porque
Q =10kHz/1kHz = 10, Eq. (39).
Usando as Eq. (50) e (51) calculamos as freq. médias de cada estágio.
fro2 =
10 kHz.1.036
=
10.36 kHz
fmi
--
10 kHz
=
9.653 kHz
1.036
O fator de qualidade e o ganho dos dois estágio são sempre iguais. Seus
cálculos são feitos abaixo:
Qi
=
10"(1
+
1"0362)'1
Ami =
14.1510
=
1.415
1.6-36:1~1~,2
=
14.15
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48
e.  Projeto de Filtros Passa Banda (PBn) II.   Quarta Ordem u   A especificação
e.  Projeto de Filtros Passa Banda (PBn)
II.   Quarta Ordem
u   A especificação de Am i e Q i para um mesmo filtro PBn leva ao problema de não ser
possível usar a topologia de Sallen-Key. Teremos de usar a topologia Multi Feed-
Back (MFB). Definindo C=10nF, as Eq. e cálculos são apresentados abaixo.
c
Filter
1"
Qi
14.15 =
46.7 kQ
R21 -
:TL.fmlC
=.9.653 kHz. 10 nF
a 1
VIN
R21
46.7 k~
al
I
--
-
2Ami
-
2.-
1.415
16.5
kf~
VOUT
R3
-
AmiRll
1.415.16.5 kQ
R31
2Qi2 + Am~ = 2"14"152 +
1.415 =
58.1 Q
R22
43.5 k~
Filter
2:
R12
-
2Ami
-
2.-
1.415
15.4 kf~
R22 -
Q~
-
14.15
43.5 kQ
=fm2C
=. 10.36 kHz. 10 nF =
AmiR12
1.415.15.4 k~
54.2 Q
R32 =
=
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-
2Qi2 + Am~
2"14"152 +
1.415 =
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49
e.  Projeto de Filtros Passa Banda (PBn) II.   Quarta Ordem è   Cada estágio
e.  Projeto de Filtros Passa Banda (PBn)
II.   Quarta Ordem
è   Cada estágio gera uma
resposta nas frequências
médias especificadas.
è   A multiplicação das duas
respostas leva à resposta final.
è   .É necessário escolher um AO
com alto Slew Rate (> 20V/us)
para garantir os valores de
fm 1 , fm 2 e f m .
è   O Ganho na saída é afetado
pela aproximação nos valores
obtidos da tabela.
Ami
Ami
s
A(s)
=
[os
][,
]
(48)
1
+
+
1
+
+
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f.   Projeto de Filtros Rejeita Banda (RBn) u   São usados mais para suprimir
f.   Projeto de Filtros Rejeita Banda (RBn)
u   São usados mais para suprimir uma determinada frequência central
do que para uma determinada faixa de frequências.
u   As topologias mais comuns são a Active twint-T e a Active Wien-
Robinson. Ambas implementando filtros de segunda ordem.
u   A função transferência geral do RBn é apresentada em Eq. (54). A
característica de um filtro PB é espelhada para Ω>1.
A~
+
s2)
(54)
L
A(s)
=
1
+
Af~.s
+
s 2
IAI [dB]
A
A
r
0
(55)
0-
As
=
~max-
~"2min
-3
-3
\
.,]
Q
fm
1
i
I
:
(56)
B
Af~
L_
r
~1-0
1
<1-0
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51
f.   Projeto de Filtros Rejeita Banda (RBn) a.  Topologia Active twin-T u   A
f.   Projeto de Filtros Rejeita Banda (RBn)
a.  Topologia Active twin-T
u   A topologai original twin-T é um circuito passivo com algumas redes RC
cujo fator de qualidade final é Q = 0,25.
u   Podemos aumentar o valor de Q inserindo um AO e usando o próprio
circuito na realimentação negativa. Isso resulta na topologia Active
twint-T.
Active Twin-T Filter
C
C
Passive Twin-T Filter
F~2
C
C
V,N
R
vOT
--[- • 2c
VOU
12c
R1
_
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52
f.   Projeto de Filtros Rejeita Banda (RBn) a.  Topologia Active twin-T u   A
f.   Projeto de Filtros Rejeita Banda (RBn)
a.  Topologia Active twin-T
u   A função transferência desta topologia é derivada da Eq. (54) e está
descritas nas Eq. (57), (58), (59) e (60).
u   O projeto do filtro envolve especificar f m e C, para então resolver em R
usando Eq. (58). à
R=
1
2~fmC
u   Devido à dependência entre
formas abaixo. Eq. (61) e (62)
Q e A m podemos calcular R 2 das duas
= (Ao-
1)R,
(62)
(61)
A(s) =
k(1
+
s 2)
a 2
(57)
Ao =
G
G
=
1 +
R---~
(59)
1 +2(2-k).s+s
2
1
fm =
(60)
(58)
Q
=
2(2
-
G)
2~RC 1
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53
f.   Projeto de Filtros Rejeita Banda (RBn) a.  Topologia Active twin-T u   Exercício.
f.   Projeto de Filtros Rejeita Banda (RBn)
a.  Topologia Active twin-T
u   Exercício. Projete um filtro RBn com frequência central de rejeição em
10kHz e fator de qualidade de rejeição Q = 10.
Solução:
Primeiro, definimos o valor de C = 10nF. Depois, calculamos R usando Eq.
(58).
1
1
R =
=
2 ⋅ π ⋅ f m ⋅ C
2 ⋅ π ⋅ 10000 ⋅ 10 ⋅ 10 −9 ≅ 1592 Ω
Como especificamos o Q =10, usamos Eq. (62) para calcular R 2 e definimos
R1 = 1kΩ.
R 2 = R 1 ⋅ 1 − 1
⎟ = 950 Ω
2 ⋅ Q ⎠
= 1000 ⋅ 1 − 1
2 ⋅ 10
A simulação resulta é apresentada a seguir.
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54
f.   Projeto de Filtros Rejeita Banda (RBn) a.  Topologia Active twin-T Prof. Roberto M.
f.   Projeto de Filtros Rejeita Banda (RBn)
a. 
Topologia Active twin-T
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55
g.  Exercícios 1.  O computador de bordo de uma aeronave militar usa o Sistema de
g.  Exercícios
1.  O computador de bordo de uma aeronave militar usa o Sistema de Navegação
Inercial (SNI) para limitar a intensidade das manobras do piloto usando
acelerômetros. Para garantir a integridade do piloto e da estrutura, o SNI
aceita manobras que gerem variações de até 6Gs por segundo. Dado o
acelerômetro abaixo e mais os requisitos de entrada analógica do Sistema de
Aquisição de Dados do Computador de Bordo (SADCB). Projete um circuito
de filtro para possibilitar a interligação do acelerômetro com o SADCB.
Acelerômetro:
Faixa de operação: -10G até +10G
Frequência de resposta: 400Hz
Função transferência: I out (G) = −G*10 -3 [A]
SADCB
Faixa de voltagem de entrada: 0V até 3.3V
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56
n i a i bi ki= fci I fc Qi COEFICIENTES PARA FILTRO DE BESSEL
n
i
a
i
bi
ki=
fci I fc
Qi
COEFICIENTES PARA
FILTRO DE BESSEL
1
1
1.0000
0.0000
1.000
2
1
1.3617
0.6180
1.000
0.58
3
1
0.7560
0.0000
1.323
§ 
n à ordem do filtro
2
0.9996
0.4772
1.414
0.69
§  i à número de filtros
parciais.
a i , b i à coeficientes do
estágio do filtro.
§  fc i à frequência de corte
do estágio de filtro.
k i à razão entre o fc i e f c do
estágio.
§  Q i à Fator de qualidade do
estágio.
§  Os dados dos filtros de
4
1
1.3397
0.4889
0.978
0.52
2
0.7743
0.3890
1.797
0.81
§ 
1
0.6656
0.0000
1.502
2
1.1402
0.4128
1.184
0.56
3
0.6216
0.3245
2.138
0.92
1
1.2217
0.3887
1.063
0.51
§ 
2
0.9686
0.3505
1.431
0.61
3
0.5131
0.2756
2.447
1.02
1
0.5937
0.0000
1.648
w
2
1.0944
0.3395
1.207
0.53
3
0.8304
0.3011
1.695
0.66
4
0.4332
0.2381
2.731
1.13
ordens 9 e 10 são
encontrados na página 316
do livro.
1
1.1112
0.3162
1.164
0.51
2
0.9754
0.2979
1.381
0.56
3
0.7202
0.2621
1.963
0.71
4
0.3728
0.2087
2.992
1.23
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12/12/14
57
n i a i bi ki= Qi fci/fc COEFICIENTES PARA FILTRO DE BUTTERWORTH 1 1
n
i
a i
bi
ki=
Qi
fci/fc
COEFICIENTES PARA
FILTRO DE BUTTERWORTH
1
1
1.0000
0.0000
1.000
2
1
1.4142
1.0000
1.000
0.71
3
1
1.0000
0.0000
1.000
§ 
n à ordem do filtro
2
1.0000
1.0000
1.272
1.00
§  i à número de filtros
parciais.
a i , b i à coeficientes do
estágio do filtro.
§  fc i à frequência de corte
do estágio de filtro.
k i à razão entre o fc i e f c do
estágio.
§  Q i à Fator de qualidade do
estágio.
§  Os dados dos filtros de
4
1
1.8478
1.0000
0.719
0.54
2
0.7654
1.0000
1.390
1.31
§ 
1
1.0000
0.0000
1.000
2
1.6180
1.0000
0.859
0.62
3
0.6180
1.0000
1.448
1.62
1
1.931 9
1.0000
0.676
0.52
§ 
2
1.4142
1.0000
1.000
0.71
3
0.5176
1.0000
1.479
1.93
1
1.0000
0.0000
1.000
2
1.801 9
1.0000
0.745
0.55
3
1.2470
1.0000
1.117
0.80
4
0.4450
1.0000
1.499
2.25
ordens 9 e 10 são
encontrados na página 317
do livro.
1
"
1.9616
1.0000
0.661
0.51
2
1.6629
1.0000
0.829
0.60
3
1.1111
1.0000
1.206
0.90
4
0.3902
1.0000
1.512
2.56
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12/12/14
58
n i ai bi ki = fci I fc Qi COEFICIENTES PARA FILTRO DE Tschebyschef
n
i
ai
bi
ki =
fci I fc
Qi
COEFICIENTES PARA
FILTRO DE Tschebyschef
COM 0,5dB de Ripple
1
1
1.0000
0.0000
1.000
2
1
1.3614
1.3827
1.000
0.86
3
1
1.8636
0.0000
0.537
2
0.0640
1.1931
1.335
1.71
§ 
n à ordem do filtro
§ 
i
à
número
de
filtros
4
1
2.6282
3.4341
0.538
0.71
2
0.3648
1.1509
1.419
2.94
parciais.
§ 
,
à
coeficientes do
1
2.9235
0.0000
0.342
a i
b i
2
1.3025
2.3534
0.881
1.18
3
0.2290
1.0833
1.480
4.54
§ 
estágio do filtro.
fc i à frequência de corte
do estágio de filtro.
1
3.8645
6.9797
().366
0.68
2
0.7528
1.8573
1.078
1.81
k i à razão entre o fc i e f c do
estágio.
§  Q i à Fator de qualidade do
estágio.
§ 
3
0.1589
1.0711
1.495
6.51
1
4.0211
0.0000
0.249
2
1.8729
4.1795
0.645
1.09
3
0.4861
1.5676
1.208
2.58
4
0.1156
1.0443
1.517
8.84
§ 
Os
dados
dos
filtros
1
5.1117
11.960
0.276
0.68
o r d e n s
9
e
1 0
de
s ã o
7
encontrados na página 318
2
1.0639
2.9365
0.844
1.61
3
0.3439
1.4206
1.284
3.47
do livro.
4
0.0885
1.0407
1.521
11.53
Prof. Roberto M. Finzi Neto
12/12/14
59
n i a i bi ki= Qi fci/fc COEFICIENTES PARA FILTRO DE Tschebyschef COM 1dB
n
i
a i
bi
ki=
Qi
fci/fc
COEFICIENTES PARA
FILTRO DE Tschebyschef
COM 1dB de Ripple
1
1
1.0000
0.0000
1.000
2
1
1.3022
1.5515
1.000
0.96
3
1
2.2156
0.0000
0.451
§ 
n à ordem do filtro
2
0.5442
1.2057
1.353
2.02
§  i à i-ésimo filtro parcial.
4
1
2.5904
4.1301
0.540
0.78
2
0.3039
1.1697
1.417
3.56
§ 
,
à
coeficientes do
a i
b i
estágio do filtro.
fc i à frequência de corte
1
3.5711
0.0000
0.280
2
1.1280
2.4896
0.894
1.40
§ 
3
0.1872
1.0814
1.486
5.56
do estágio de filtro.
k i à razão entre o fc i e f c do
estágio.
§  Q i à Fator de qualidade do
estágio.
1
3.8437
8.5529
0.366
0.76
§ 
2
0.6292
1.9124
1.082
2.20
3
0.1296
1.0766
1.493
8.00
1
4.9520
0.0000
0.202
2
1.6338
4.4899
0.655
1.30
3
0.3987
1.5834
1.21 3
3.16
§ 
Os
dados
dos
filtros
o r d e n s
9
e
1 0
de
s ã o
4
0.0937
1.0432
1.520
10.90
1
5.1019
14.760
0.276
0.75
encontrados na página 319
do livro.
8
2
0.8916
3.0426
0.849
1.96
3
0.2806
1.4334
1.285
4.27
4
0.0717
1.0432
1.520
14.24
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60
n i ai bi ki = Qi fci/fc COEFICIENTES PARA FILTRO DE Tschebyschef COM 2dB
n
i
ai
bi
ki =
Qi
fci/fc
COEFICIENTES PARA
FILTRO DE Tschebyschef
COM 2dB de Ripple
1
1
1.0000
0.0000
1.000
2
1
1.1813
1.7775
1.000
1.13
3
1
2.7994
0.0000
0.357
2
0.4300
1.2036
1.378
2.55
§ 
n à ordem do filtro
§  i à i-ésimo filtro parcial.
4
1
2.4025
4.9862
0.550
0.93
2
0.2374
1.1896
1.413
4.59
§ 
,
à
coeficientes do
a i
b i
estágio do filtro.
fc i à frequência de corte
1
4.6345
0.0000
0.216
2
0.9090
2.6036
0.908
1.78
§ 
3
0.1434
1.0750
1.493
7.23
do estágio de filtro.
k i à razão entre o fc i e f c do
estágio.
§  Q i à Fator de qualidade do
estágio.
1
3.5880
10.464
0.373
0.90
§ 
8
2
0.4925
1.9622
1.085
2.84
3
0.0995
1.0826
1.491
10.46
1
6.4760
0.0000
O.154
2
1.3258
4.7649
0.665
1.65
§ 
Os
dados
dos
filtros
3
0.3067
1.5927
1.218
4.12
4
0.0714
1.0384
1.523
14.28
o r d e n s
9
e
1 0
de
s ã o
1
4.7743
18.151
0.282
0.89
encontrados na página 320
do livro.
0
2
0.6991
3.1353
0.853
2.53
3
0.2153
1.4449
1.285
5.58
4
0.0547
1.0461
1.518
18.39
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12/12/14
61
n i ai bi ki = Qi fci/fc COEFICIENTES PARA FILTRO DE Tschebyschef COM 3dB
n
i
ai
bi
ki =
Qi
fci/fc
COEFICIENTES PARA
FILTRO DE Tschebyschef
COM 3dB de Ripple
1
1
1.0000
0.0000
1.000
2
1
1.0650
1.9305
1.000
1.30
3
1
3.3496
0.0000
0.299
2
0.3559
1.1923
1.396
3.07
§ 
n à ordem do filtro
§  i à i-ésimo filtro parcial.
4
1
2.1853
5.5339
0.557
1.08
2
o. 1964
1.2009
1.410
5.58
§ 
,
à
coeficientes do
a i
b i
estágio do filtro.
fc i à frequência de corte
1
5.6334
0.0000
o. 178
2
0.7620
2.6530
0.917
2.14
§ 
3
0.1172
1.0686
1.500
8.82
do estágio de filtro.
k i à razão entre o fc i e f c do
estágio.
§  Q i à Fator de qualidade do
estágio.
1
3.2721
11.677
0.379
1.04
§ 
3
2
0.4077
1.9873
1.086
3.46
3
0.0815
1.0861
1.489
12.78
1
7.9064
0.0000
0.126
2
1.1159
4.8963
0.670
1.98
3
0.2515
1.5944
1.222
5.02
§ 
Os
dados
dos
filtros
de
s ã o
4
0.0582
1.0348
1.527
17.46
o r d e n s
9
e
1 0
1
4.3583
20.294
0.286
1.03
encontrados na página 321
do livro.
8
2
0.5791
3.1808
0.855
3.08
3
o. 1765
1.4507
1.285
6.83
4
0.0448
1.0478
1.517
22.87
Prof. Roberto M. Finzi Neto
12/12/14
62
RESOLVA OS EXERCÍCIOS PROPOSTOS SOBRE FILTROS NO CAPÍTULO 20 DO LIVRO MALVINO, Albert Paul, Princípios
RESOLVA OS EXERCÍCIOS PROPOSTOS
SOBRE FILTROS NO CAPÍTULO 20 DO
LIVRO
MALVINO, Albert Paul, Princípios de
Eletrônica, vol. 2, 4ª Ed
McGraw-Hill, 2000.
Brasil:
.
Prof. Roberto M. Finzi Neto
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63