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Elementos de Máquina CIMATECCIMATECCIMATECCIMATEC ---- MANUTENÇÃOMANUTENÇÃOMANUTENÇÃOMANUTENÇÃO
Elementos de Máquina
CIMATECCIMATECCIMATECCIMATEC ---- MANUTENÇÃOMANUTENÇÃOMANUTENÇÃOMANUTENÇÃO INDUSTRIALINDUSTRIALINDUSTRIALINDUSTRIAL (NMMI)(NMMI)(NMMI)(NMMI)
INTRODUÇÃO Inicialmente vamos definir o que são os elementos de máquinas, as cargas atuantes nos
INTRODUÇÃO
Inicialmente vamos definir o que são os
elementos de máquinas, as cargas atuantes nos
elementos, quem são os elementos e para que
servem.
Os elementos de máquinas são elementos
constituintes de máquinas e equipamentos com o
objetivo de fixar ou de transmitir movimentos.
INTRODUÇÃO Principais esforços solicitantes: a) Tração: O esforço de tração é um tipo de esforço
INTRODUÇÃO
Principais esforços solicitantes:
a) Tração: O esforço de tração é um tipo de esforço que atua na direção axial
de um elemento (barra, cabo, etc), fazendo com que este elemento tenha uma
tendência a se alongar nesta direção (direção axial), ou seja, na direção que a
carga atua. Devemos também notar que a tração além de atuar na direção
axial, também atua perpendicularmente a secção transversal do corpo que
está sendo tracionado.
INTRODUÇÃO Principais esforços solicitantes: b) Compressão: Esforço solicitado por duas forças “F”, no entanto
INTRODUÇÃO
Principais esforços solicitantes:
b) Compressão: Esforço solicitado por duas forças “F”, no entanto
diferentemente do esforço de tração as forças ocorrem comprimindo o
elemento, produzindo um encurtamento do material.
INTRODUÇÃO Principais esforços solicitantes: c) Flambagem: Quando a barra comprimida é proporcionalmente muito
INTRODUÇÃO
Principais esforços solicitantes:
c) Flambagem: Quando a barra comprimida é proporcionalmente muito
comprida em relação à sua secção transversal, ocorrendo assim a
flambagem (encurvamento), graças à atuação de duas forças “F”, que
atuam no sentido de comprimir a barra.
INTRODUÇÃO Principais esforços solicitantes: d) Cisalhamento: Duas forças grandes e opostas “Q” atuam no sentido
INTRODUÇÃO
Principais esforços solicitantes:
d) Cisalhamento: Duas forças grandes e opostas “Q” atuam no sentido
perpendicular ao eixo do elemento, onde as duas forças tendem cisalhar
(cortar) o elemento.
INTRODUÇÃO Principais esforços solicitantes: e) Flexão: Um elemento de máquina é submetido à flexão quando
INTRODUÇÃO
Principais esforços solicitantes:
e) Flexão: Um elemento de máquina é submetido à flexão quando uma
força “F” atuar perpendicularmente ao seu eixo provocando ou tendendo
provocar uma curvatura.
INTRODUÇÃO Principais esforços solicitantes: f) Torção: Nesse caso duas forças “F” tendem atuar no elemento
INTRODUÇÃO
Principais esforços solicitantes:
f) Torção: Nesse caso duas forças “F” tendem atuar no elemento em um
plano perpendicular ao seu eixo no intuito de torcer cada secção reta
deste.
Elementos de Máquina Elementos de Fixação
Elementos de Máquina
Elementos de Fixação
Elementos de Fixação •Na mecânica é muito comum a necessidade de unir peças como chapas,
Elementos de Fixação
•Na mecânica é muito comum a necessidade de unir peças
como chapas, perfis e barras. Qualquer construção, por mais
simples que seja, exige união de peças entre si.
•As peças a serem unidas, exigem elementos próprios de união
que são denominados ELEMENTOS DE FIXAÇÃO.
•Numa classificação geral, os elementos de fixação mais
usados em mecânica são: rebites, pinos, cavilhas, parafusos,
porcas, arruelas, chavetas etc.
Elementos de Fixação •A união de peças feita pelos elementos de fixação pode ser de
Elementos de Fixação
•A união de peças feita pelos elementos de fixação pode ser de dois tipos:
MÓVEL OU PERMANENTE.
• UNIÃO MÓVEL: Os elementos de
fixação podem ser colocados ou
retirados do conjunto sem causar
qualquer dano às peças que foram
unidas. É o caso, por exemplo, de
uniões feitas com parafusos,
porcas e arruelas.
• UNIÃO
PERMANENTE:
Os
elementos de fixação, uma vez
instalados, não podem ser retirados
sem que fiquem inutilizados. É o
caso, por exemplo, de uniões feitas
com rebites e soldas.
Elementos de Fixação • Para projetar um conjunto mecânico é preciso escolher o elemento de
Elementos de Fixação
• Para projetar um conjunto mecânico é preciso escolher o elemento de
fixação adequado aos tipos de peças que irão ser unidas ou fixadas.
• Se unirmos peças robustas com elementos de fixação fracos e mal
planejados, o conjunto apresentará falhas e poderá ficar inutilizado.
=> Ocorrerá: desperdício de tempo, de materiais e de recursos financeiros.
• Escolher corretamente os elementos de fixação evita concentração de
tensão nas peças fixadas. Essas tensões causam rupturas nas peças por
fadiga do material
• FADIGA DE MATERIAL: Significa queda de resistência ou
enfraquecimento do material devido a tensões e constantes esforços.
Rebites • Um rebite compõe-se de um corpo em forma de eixo cilíndrico e de
Rebites
• Um rebite compõe-se de um corpo em forma de eixo cilíndrico e de uma
cabeça. A cabeça pode ter vários formatos.
•São peças fabricadas de aço,alumínio, cobre e latão. Unem
rigidamente peças ou chapas metálicas, em estruturas metálicas, de
reservatórios, caldeiras, máquinas, navios, aviões, veículos de transporte.
Rebites •A fixação das pontas da lona de fricção do disco de embreagem de automóvel
Rebites
•A fixação das pontas da lona de fricção do disco de embreagem de
automóvel é feita por rebites.
Ligações estanques: Exemplo de
aplicação de rebites.
Rebites • Tipos, formas e aplicações
Rebites
• Tipos, formas e aplicações
Rebites •A fabricação de rebites é padronizada, segue normas técnicas que indicam medidas da cabeça,
Rebites
•A fabricação de rebites é padronizada,
segue normas técnicas que indicam
medidas da cabeça, do corpo e do
comprimento útil dos rebites.
•Os valores
que
aparecem
são
constantes, nunca mudam.
Um rebite de cabeça redonda larga, com
corpo de diâmetro = 5 mm.
O diâmetro de sua cabeça será igual a 10
mm, pois 2 x 5 mm = 10 mm.
Essa forma de cálculo é a mesma para
os demais rebites.
Rebites • REBITES ESPECIAIS: de tubo, de alojamento explosivo etc. • O rebite explosivo contém
Rebites
• REBITES ESPECIAIS: de tubo, de alojamento explosivo etc.
• O rebite explosivo contém uma pequena cavidade cheia de carga
explosiva. Ao se aplicar um dispositivo elétrico na cavidade, ocorre a
explosão.
Rebites • Para fixar peças com rapidez, economia e simplicidade: Rebite de repuxo, conhecido por
Rebites
• Para fixar peças com rapidez,
economia e simplicidade:
Rebite de repuxo, conhecido
por “rebite pop”.
Fabricados: aço-carbono; aço
inoxidável; alumínio; cobre;
monel (liga de níquel e cobre).
DEMONSTRAÇÃO
Rebites DEMONSTRAÇÃO
Rebites
DEMONSTRAÇÃO
Rebites NÚMERO DE REBITES Depende da largura das chapas ou do número de chapas que
Rebites
NÚMERO DE REBITES
Depende da largura das chapas ou do número de chapas que
recobrem a junta, é necessário colocar uma, duas ou mais fileiras de
rebites.
Quanto à distribuição dos rebites, existem vários fatores a considerar: o
comprimento da chapa, a distância entre a borda e o rebite mais próximo,
o diâmetro do rebite e o passo.
Rebites Passo do rebite: é a distância entre os eixos dos rebites de uma mesma
Rebites
Passo do rebite: é a distância entre os eixos dos rebites de uma
mesma fileira. O passo deve ser bem calculado para não ocasionar
empenamento das chapas.
No caso de junções que exijam boa vedação, o passo deve ser
equivalente a duas vezes e meia ou três vezes o diâmetro do corpo do
rebite.
A distância entre os rebites e a borda das chapas deve ser igual a pelo
menos uma vez e meia o diâmetro do corpo dos rebites mais próximos a
essa borda.
REGRA GERAL: Passo deve ter 2,5 / 3 vezes o Ø do rebite e
a distância entre as bordas e os rebites mais próximos a
essa borda deve ser de 1,5 vezes o Ø desse rebite.
Rebites TIPOS DE REBITAGEM •Os tipos de rebitagem variam de acordo com a largura das
Rebites
TIPOS DE REBITAGEM
•Os tipos de rebitagem variam de acordo com a largura das
chapas que serão rebitadas e o esforço a que serão
submetidas.
Assim, temos:
Recobrimento;
Recobrimento simples;
Recobrimento duplo.
Rebites TIPOS DE REBITAGEM • REBITAGEM DE RECOBRIMENTO Na rebitagem de recobrimento, as chapas são
Rebites
TIPOS DE REBITAGEM
• REBITAGEM DE RECOBRIMENTO
Na rebitagem de recobrimento, as chapas são apenas sobrepostas e
rebitadas. Esse tipo destina-se somente a suportar esforços e é
empregado na fabricação de vigas e de estruturas metálicas.
Rebites • REBITAGEM DE RECOBRIMENTO SIMPLES É destinada a suportar esforços e permitir fechamento ou
Rebites
• REBITAGEM DE RECOBRIMENTO SIMPLES
É destinada a suportar esforços e permitir fechamento ou
vedação.
É empregada na construção de caldeiras a vapor e
recipientes de ar comprimido. Nessa rebitagem as chapas
se justapõem e sobre elas estende-se uma outra chapa
para cobri-las.
Rebites • REBITAGEM DE RECOBRIMENTO DUPLO Usada unicamente para uma perfeita vedação. É empregada na
Rebites
• REBITAGEM DE RECOBRIMENTO DUPLO
Usada unicamente para uma perfeita vedação. É
empregada na construção de chaminés e recipientes de
gás para iluminação. As chapas são justapostas e
envolvidas por duas outras chapas que as recobrem dos
dois lados.
Rebites Para especificar os rebites é necessário conhecer suas especificações: – De que material é
Rebites
Para
especificar
os
rebites
é
necessário
conhecer
suas
especificações:
– De que material é feito;
– O tipo de sua cabeça (escareada , cilíndrica);
– O diâmetro do corpo;
– O comprimento útil (L): Quanto mede a parte que vai fazer a união das peças.
Na especificação do rebite é importante você saber qual será o seu comprimento útil (L)
e a sobra necessária (z) e o Ø do rebite (d)
Rebites Marque com um X a resposta correta. Uma fixação com elementos de máquinas pode
Rebites
Marque com um X a resposta correta.
Uma fixação com elementos de máquinas pode ser:
a) (X) móvel ou permanente;
b) ( ) móvel ou articulada;
c) ( ) fixa ou permanente.
Rebites Marque com um X a resposta correta. Para união permanente de duas ou mais
Rebites
Marque com um X a resposta correta.
Para união permanente de duas ou mais peças são usados
os seguintes elementos de fixação:
a) ( ) rebites e solda;
X
b) ( ) rebites e chavetas;
c) ( ) rebites e arruelas;
d) ( ) rebites e porcas.
Rebites Marque com um X a resposta correta. Quando se deseja uma união permanente, em
Rebites
Marque com um X a resposta correta.
Quando se deseja uma união permanente, em que as
superfícies das peças não sejam modificadas devido ao
calor, deve-se usar:
a) ( ) solda;
b) ( ) parafuso;
c) ( ) rebite;
X
d) ( ) chaveta.
Rebites Marque com um X a resposta correta. Um rebite compõe-se de: a) ( )
Rebites
Marque com um X a resposta correta.
Um rebite compõe-se de:
a) ( ) cabeça e pontas;
b) ( ) corpo e cabeça;
X
c) ( ) corpo e pontas;
d) ( ) cabeça e pino.
Rebites Marque com um X a resposta correta. Na especificação de um rebite, deve-se levar
Rebites
Marque com um X a resposta correta.
Na especificação de um rebite, deve-se levar em conta:
a)
( ) Material de fabricação, tipo de cabeça , diâmetro do
X
corpo e comprimento útil .
b) ( ) Material de fabricação, tipo do corpo, diâmetro da
cabeça
c) ( ) Material de fabricação, tipo de cabeça e comprimento
útil.
d) ( ) Material de fabricação, comprimento útil e tipo de
cabeça.
Rebites PROCESSOS DE REBITAGEM. – Processo manual : Esse tipo é feito a mão com
Rebites
PROCESSOS DE REBITAGEM.
– Processo manual : Esse tipo é feito a mão com pancadas
no martelo.
– Processo mecânico : É feito por meio de martelo
pneumático ou de rebitadeiras pneumáticas e hidráulicas.
Rebites PROCESSO MANUAL Esse tipo de processo é feito à mão, com golpes de martelo.
Rebites
PROCESSO MANUAL
Esse tipo de processo é feito à mão, com
golpes de martelo. Antes de iniciar o processo,
é preciso comprimir as duas superfícies
metálicas a serem unidas. Após as chapas
serem prensadas, o rebite é martelado até
encorpar, isto é, dilatar e preencher totalmente
o furo. Depois, com o martelo de bola, o rebite
é “boleado”, ou seja, é martelado até começar
a se arredondar.
Em seguida, o formato da segunda cabeça é
feito por meio de outra ferramenta chamada
estampo, em cuja ponta existe uma cavidade
que será usada como matriz para a cabeça
redonda. DEMONSTRAÇÃO
Rebites PROCESSO MECÂNICO • Martelo Pneumático: Funciona por meio de um pistão ou êmbolo que
Rebites
PROCESSO MECÂNICO
Martelo Pneumático: Funciona por meio de um pistão ou
êmbolo que impulsiona a ferramenta existente na sua
extremidade . Essa ferramenta é o estampo, que dá a forma
à cabeça do rebite e pode ser trocado, dependendo da
necessidade.
Rebites PROCESSO MECÂNICO • REBITADEIRA PNEUMÁTICA OU HIDRÁULICA: Funciona por meio de pressão contínua. Essa
Rebites
PROCESSO MECÂNICO
• REBITADEIRA PNEUMÁTICA OU HIDRÁULICA: Funciona por meio
de pressão contínua. Essa máquina tem a forma de um C e é
constituída de duas garras, uma fixa e outra móvel com estampos nas
extremidades.
• Máquina é silenciosa, trabalha com rapidez e permite rebitamento mais
resistente, pois o rebite preenche totalmente o furo, sem deixar espaço.
• são máquinas grandes e fixas e não trabalham em qualquer posição.
DEMONSTRAÇÃO
Rebites Marque com um X a resposta correta. O processo de rebitagem que não usa
Rebites
Marque com um X a resposta correta.
O processo de rebitagem que não usa fonte de calor
chama-se:
a) ( ) processo a quente;
b) ( ) processo a frio;
X
c) ( ) processo natural;
d) ( ) processo artificial.
Rebites Marque com um X a resposta correta. A rebitagem por meio de martelo pneumático
Rebites
Marque com um X a resposta correta.
A
rebitagem
por
meio
de
martelo
pneumático
é
um
processo:
a) ( ) manual;
b) ( ) eletrônico;
c) ( ) automático;
d) (X) mecânico.
Rebites Marque com um X a resposta correta. As principais ferramentas usadas em rebitagem são:
Rebites
Marque com um X a resposta correta.
As principais ferramentas usadas em rebitagem são:
a) (X) estampo, contra-estampo, repuxador;
b) ( ) estampo, alicate, repuxador;
c) ( ) estampo, repuxador, morsa;
d) ( ) estampo, contra-estampo, solda.
Rebites CÁLCULOS DIÂMETRO DO REBITE (d): A escolha do rebite é feita de acordo com
Rebites
CÁLCULOS
DIÂMETRO DO REBITE (d): A escolha do rebite é feita de acordo com a
espessura das chapas que se quer rebitar.
d = diâmetro;
< S = menor espessura da chapa;
1,5 = constante ou valor predeterminado.
Exemplo - para rebitar duas chapas de aço, uma com espessura de 5 mm e
outra com espessura de 4 mm, qual o diâmetro do rebite?
Solução:
d = 1,5 · < S
d = 1,5 · 4 mm
d = 6 mm
Rebites CÁLCULOS CÁLCULO DO DIÂMETRO DO FURO (dF): O diâmetro do furo pode ser calculado
Rebites
CÁLCULOS
CÁLCULO DO DIÂMETRO DO FURO (dF): O diâmetro do furo pode ser
calculado multiplicando-se o diâmetro do rebite pela constante 1,06.
dF = diâmetro do furo;
dR = diâmetro do rebite;
1,06 = constante ou valor predeterminado.
Qual é o diâmetro do furo para um rebite com diâmetro de 6 mm?
Solução:
dF = dR · 1,06
dF = 6 · 1,06
dF = 6,36 mm
Portanto, o diâmetro do furo será de 6,36 mm.
Rebites CÁLCULOS CÁLCULO DO COMPRIMENTO ÚTIL DO REBITE (L): L = comprimento útil do rebite;
Rebites
CÁLCULOS
CÁLCULO DO COMPRIMENTO ÚTIL DO REBITE (L):
L = comprimento útil do rebite;
y = constante determinada pelo formato da cabeça do rebite;
d
= diâmetro do rebite;
S
= soma das espessuras das chapas.
Rebites Calcular o comprimento útil de um rebite de cabeça redonda com diâmetro de 6
Rebites
Calcular o comprimento útil de um rebite de cabeça redonda com diâmetro de
6 mm para rebitar duas chapas, uma com 2 mm de espessura e a outra com 3
mm.
Solução:
L = y · d + S
L = 1,5 · 6 + 5
L = 9 + 5
L = 14 mm
O comprimento do útil rebite deve ser de 14 mm.
Rebites Calcular o comprimento útil de um rebite de cabeça escareada com diâmetro de 4,76
Rebites
Calcular o comprimento útil de um rebite de cabeça escareada
com diâmetro de 4,76 mm para rebitar duas chapas, uma com
3 mm de espessura e a outra com 7 mm de espessura.
Solução:
L = y · d + S
L = 1 · 4,76 + 10
L = 4,76 + 10
L = 14,76
mm
O comprimento do útil rebite deve ser de 14 mm.
Rebites Defeitos de Rebitagem PELO MAU PREPARO DAS CHAPAS • Furos fora do eixo, formando
Rebites
Defeitos de Rebitagem
PELO MAU PREPARO DAS CHAPAS
• Furos fora do eixo, formando degraus;
• Chapas mal encostadas;
• Diâmetro do furo muito maior em relação ao do rebite.
PELA MÁ EXECUÇÃO DAS DIVERSAS OPERAÇÕES E FASES DE REBITAGEM
• Aquecimento excessivo do rebite;
• Rebitagem descentralizada;
• Mal uso das ferramentas para fazer a cabeça;
• O comprimento do corpo do rebite é pequeno em relação à espessura da
chapa.
Rebites VANTAGENS E DESVANTAGENS • As junções rebitadas são mais simples e baratas que as
Rebites
VANTAGENS E DESVANTAGENS
• As junções rebitadas são mais simples e baratas que as soldadas;
• Possibilitam um controle de qualidade mais simples que as soldadas;
• As junções rebitadas são mais pesadas e seu campo de aplicação
não é tão vasto quanto o das junções por solda;
Rebites
Rebites
Pinos e Cavilhas Os pinos e cavilhas têm a finalidade de alinhar ou fixar os
Pinos e Cavilhas
Os pinos e cavilhas têm a finalidade de alinhar ou fixar os elementos de
máquinas, permitindo uniões mecânicas.
• O pino une peças articuladas
ou não. Nesse tipo de união,
uma das peças pode se
movimentar por rotação.
• A cavilha une peças que não
são articuladas entre si.
Pinos e Cavilhas Os pinos e cavilhas se diferenciam pelos seguintes fatores: Utilização; Forma; Tolerâncias
Pinos e Cavilhas
Os pinos e cavilhas se diferenciam pelos seguintes fatores:
Utilização;
Forma;
Tolerâncias de medidas;
Acabamento superficial;
Material;
Tratamento térmico.
Pinos Os pinos são usados em junções resistentes a vibrações. Há vários tipos de pinos,
Pinos
Os pinos são usados em junções resistentes a vibrações. Há vários tipos de
pinos, segundo sua função.
TIPO
FUNÇÃO
Pino cônico
Ação de centragem.
Pino cônico com haste roscada
A ação de retirada do pino de furos cegos é facilitada por simples
aperto da porca.
Pino cilíndrico
Requer um furo de tolerâncias rigorosas e é utilizado quando são
aplicadas as forças cortantes.
Pino elástico
Apresenta elevada resistência ao corte e pode ser ou pino tubular
partido assentado em furos, ou com variação de diâmetro
considerável.
Pino de guia
Serve para alinhar elementos de máquinas. A distância entre os pinos
deve ser bem calculada para evitar o risco de ruptura.
Pinos Quanto menor a proximidade entre os pinos, maior a possibilidade de cisalhamento e menor
Pinos
Quanto menor a proximidade
entre os pinos, maior a
possibilidade de cisalhamento
e menor a precisão no ajuste.
Pinos
Pinos
Pinos
Pinos
Pinos Para especificar pinos e cavilhas deve-se levar em conta: Diâmetro nominal; Comprimento; Função do
Pinos
Para especificar pinos e cavilhas deve-se levar
em conta:
Diâmetro nominal;
Comprimento;
Função do pino, indicada pela respectiva norma.
Cavilhas A cavilha é uma peça cilíndrica, fabricada em aço, cuja superfície externa recebe três
Cavilhas
A cavilha é uma peça cilíndrica, fabricada em aço, cuja superfície externa
recebe três entalhes que formam ressaltos. A forma e o comprimento dos
entalhes determinam os tipos de cavilha. Sua fixação é feita diretamente no
furo aberto por broca, dispensando-se o acabamento e a precisão do furo
alargado.
Cavilhas Tipos, normas e utilização TIPO NORMA UTILIZAÇÃO KS1 DIN 1471 Fixação e junção. KS2
Cavilhas
Tipos, normas e utilização
TIPO
NORMA
UTILIZAÇÃO
KS1
DIN 1471
Fixação e junção.
KS2
DIN 1472
Ajustagem e articulação
KS3
DIN 1473
Fixação e junção em casos de aplicação de forças variáveis e simétricas,
bordas de peças de ferro fundido.
KS4
DIN 1474
Encosto e ajustagem.
KS6 e KS7
Ajustagem e fixação de molas e correntes.
KS9
Utilizado nos casos em que se tem necessidade de puxar a cavilha do furo.
KS10
Fixação bilateral de molas de tração ou de eixos de roletes.
KS8
DIN 1475
Articulação de peças.
KS11
e
Fixação de eixos de roletes e manivelas.
KS12
KS4
DIN 1476
Fixação de blindagens, chapas e dobradiças sobre metal.
KS5
DIN 1477
Fixação de blindagens, chapas e dobradiças sobre metal.
KS7
Eixo de articulação de barras de estruturas, tramelas, ganchos, roletes e polias.
Cupilha Cupilha (ou contra pino) é um arame de secção semi-circular, dobrado em modo de
Cupilha
Cupilha (ou contra pino) é um arame de secção semi-circular, dobrado em
modo de formar um corpo cilíndrico e uma cabeça.
A função principal é a de travar outros elementos de máquinas como porcas.
Pino cupilhado O pino cupilhado é utilizado como eixo curto para uniões articuladas e para
Pino cupilhado
O pino cupilhado é utilizado como eixo curto para uniões articuladas e para
suportar rodas, polias, cabos, etc.
Pinos e Cupilhas Marque com um X a resposta correta. Para alinhar ou fixar elementos
Pinos e Cupilhas
Marque com um X a resposta correta.
Para alinhar ou fixar elementos de máquina, usa-se:
a) ( ) chaveta;
b) ( ) contrapino;
c) (X) pino;
Pinos e Cupilhas Marque com um X a resposta correta. Para fixar outros elemetos de
Pinos e Cupilhas
Marque com um X a resposta correta.
Para fixar outros elemetos de máquinas como porcas,
pinos, etc, usa-se:
a) ( ) pino cônico;
b) ( ) cavilha lisa;
c) (X) cupilha;
Roscas Rosca é um conjunto de filetes em torno de uma cilíndrica ou cônica ”Direita
Roscas
Rosca é um conjunto de filetes em torno de uma
cilíndrica ou cônica ”Direita ou Esquerda”
superfície
As roscas são internas ou externas.
Roscas As roscas permitem a união não permanente e desmontagem de peças. Permitem, também, movimento
Roscas
As roscas permitem a união não permanente e desmontagem de peças.
Permitem, também, movimento de peças. O parafuso que movimenta a
mandíbula móvel da morsa é um exemplo de movimento de peças.
Roscas
Roscas
Roscas SENTIDO DE DIREÇÃO DA ROSCA Na rosca direita, o filete sobe da direita para
Roscas
SENTIDO DE DIREÇÃO DA ROSCA
Na rosca direita, o filete sobe da direita para a esquerda,
Na rosca esquerda, o filete sobe da esquerda para a direita,
Roscas • Nomenclatura da Rosca
Roscas
• Nomenclatura da Rosca
Roscas: Principais tipos Polegadas Métricas
Roscas: Principais tipos
Polegadas
Métricas
Roscas • ROSCAS TRIANGULARES As roscas triangulares classificam-se, segundo o seu perfil, em três tipos:
Roscas
• ROSCAS TRIANGULARES
As roscas triangulares classificam-se, segundo o seu perfil,
em três tipos:
• rosca métrica => Passo dado em mm;
• rosca whitworth => Passo dado fios por polegada;
• rosca americana
Para nosso estudo, vamos detalhar apenas dois tipos: a
métrica e a whitworth.
Roscas
Roscas
Roscas
Roscas
Roscas
Roscas
Roscas: Características Crista: Topo do filete, relacionado com O diâmetro externo. Raiz: Base do filete.
Roscas: Características
Crista: Topo do filete, relacionado com
O diâmetro externo.
Raiz: Base do filete.
Ângulo de filete: é o ângulo formado entre os flancos
opostos de dois filetes da rosca.
Diâmetro externo: Tamanho da rosca, ou seja, diâmetro que a rosca
Terá.
Roscas: Características Passo ou número de fios por polegada: são os elementos fundamentais na identificação
Roscas: Características
Passo ou número de fios por polegada: são os elementos
fundamentais na identificação de uma rosca.
- O passo: Aplicado somente nas roscas métricas, é a
distância entre um filete e o outro.
- O número de fios por polegada: Aplicado nas roscas
Padrões Americano e Inglês, pela sua própria descrição,
define-se no número de filetes de rosca contidos em uma
polegada de comprimento da mesma.
Roscas INFORMAÇÕES PRELIMINARES: O primeiro procedimento para calcular roscas consiste na medição do passo da
Roscas
INFORMAÇÕES PRELIMINARES:
O primeiro procedimento para calcular roscas consiste na medição do passo da rosca.
Para obter essa medida, podemos usar pente de rosca, escala ou paquímetro.
Esses instrumentos são chamados verificadores de roscas e fornecem a medida do
passo em milímetro ou em filetes por polegada e, também, a medida do ângulo dos
filetes.
Roscas Cálculos de roscas
Roscas
Cálculos de roscas
Roscas
Roscas
Roscas • Rosca Métrica ISO normal e rosca métrica ISO fina NBR 9527. 1. Ângulo
Roscas
Rosca Métrica ISO normal e rosca métrica ISO fina NBR 9527.
1. Ângulo do perfil da rosca:
α = 60º;
2. Diâmetro menor do parafuso (Ø do núcleo):
d1 = d - 1,2268P;
3. Diâmetro efetivo do parafuso (Ø médio):
d2 = D2 = d - 0,6495P;
4. Altura do filete do parafuso:
he = 0,61343P;
5. Folga entre a raiz do filete da porca e a crista
do filete do parafuso:
f
= 0,045P
Roscas • Rosca Métrica ISO normal e rosca métrica ISO fina NBR 9527. 1. Diâmetro
Roscas
• Rosca Métrica ISO normal e rosca métrica ISO fina NBR 9527.
1. Diâmetro maior da porca:
D = d + 2f;
2. Diâmetro menor da porca (furo):
D1 = d - 1,0825P;
3. Diâmetro efetivo da porca (Ø médio):
D2 = d2;
4. Altura do filete do parafuso:
he = 0,61343P;
5. Raio de arredondamento da raiz do filete do
parafuso:
r re = 0,14434P;
6. Raio de arredondamento da raiz do filete da
porca:
r ri = 0,063P.
Roscas: Designação
Roscas: Designação
Roscas: Designação
Roscas: Designação
Roscas
Roscas
Roscas
Roscas
Roscas
Roscas
Roscas
Roscas
Roscas
Roscas
Roscas
Roscas
Roscas
Roscas
Roscas CÁLCULO DO DIÂMETRO DA BROCA
Roscas
CÁLCULO DO DIÂMETRO DA BROCA
Roscas • Rosca Whitworth – BSW/Normal e BSF/Fina 1. Ângulo do perfil da rosca: 1.
Roscas
• Rosca Whitworth – BSW/Normal e BSF/Fina
1. Ângulo do perfil da rosca:
1. α = 55º;
2. Passo:
1”
P =
Nº de fios
3. Altura do filete da porca e do parafuso:
hi = he = 0,6403P
4. Raio de arredondamento:
rri = rre = 0,1373P
5. Diâmetro externo:
d = D
6. Diâmetro interno:
d1 = d - 2he
7. Diâmetro efetivo da porca:
D2= d2 = d - he
Roscas: Designação
Roscas: Designação
Roscas
Roscas
Roscas
Roscas
Roscas
Roscas
Roscas
Roscas
Roscas
Roscas
Roscas
Roscas
Parafusos Marque com um X a resposta correta. Uma característica do parafuso é que todos
Parafusos
Marque com um X a resposta correta.
Uma
característica
do
parafuso
é
que
todos
eles
apresentam:
a) ( ) porcas;
b) ( ) roscas;
X
c) ( ) arruelas;
Parafusos Marque com um X a resposta correta. Em fusos de máquinas usa-se rosca com
Parafusos
Marque com um X a resposta correta.
Em fusos de máquinas usa-se rosca com filete de perfil: :
a) ( ) trapezoidal;
X
b) ( ) dente-de-serra;
c) ( ) quadrado.
transmitem movimento suave e uniforme.
Parafusos Marque com um X a resposta correta. Quanto ao sentido, as roscas podem ser:
Parafusos
Marque com um X a resposta correta.
Quanto ao sentido, as roscas podem ser:
a) ( ) plana ou inclinada;
b) ( ) reta ou vertical;
c) ( ) à direita ou à esquerda.
X
Parafusos Marque com um X a resposta correta. Quanto ao perfil, as roscas triangulares podem
Parafusos
Marque com um X a resposta correta.
Quanto ao perfil, as roscas triangulares
podem ser dos seguintes tipos:
a) ( ) Métrica, whitworth, americana;
X
b) ( ) Americana, métrica, cilíndrica;
c) ( ) Métrica, whitworth, cilíndrica.
Parafusos • Os parafusos se diferenciam pela forma da rosca, da cabeça, da haste e
Parafusos
• Os parafusos se diferenciam pela forma da rosca, da cabeça, da haste
e do tipo de acionamento
Parafusos Em geral, o parafuso é composto de duas partes: cabeça e corpo.
Parafusos
Em geral, o parafuso é composto de duas partes:
cabeça e corpo.
Parafusos O corpo do parafuso pode apresentar vários formatos.
Parafusos
O corpo do parafuso pode apresentar vários formatos.
Classificação dos Parafusos As diferenças, determinadas pela função dos parafusos, permite classificá-los em
Classificação dos Parafusos
As diferenças, determinadas pela função dos
parafusos, permite classificá-los em quatro
grandes grupos:
1. parafusos passantes;
2. parafusos não-passantes;
3. parafusos de pressão;
4. parafusos prisioneiros.
Parafusos
Parafusos
Parafusos
Parafusos
Parafusos
Parafusos
Parafusos
Parafusos
CARACTERÍSTICAS DOS PARAFUSOS
CARACTERÍSTICAS DOS PARAFUSOS
Parafusos • Parafusos de cabeça sextavada
Parafusos
• Parafusos de cabeça sextavada
Parafusos • APLICAÇÃO Em geral, esse tipo de parafuso é utilizado em uniões em que
Parafusos
APLICAÇÃO
Em geral, esse tipo de parafuso é utilizado em uniões em que se
necessita de um forte aperto da chave de boca ou estria.
Parafusos • PARAFUSOS COM SEXTAVADO INTERNO (ALLEN) cabeça cilíndrica com sextavado interno (Allen): utilizado em
Parafusos
• PARAFUSOS COM SEXTAVADO INTERNO (ALLEN)
cabeça cilíndrica com sextavado interno (Allen): utilizado em uniões que
exigem um bom aperto, em locais onde o manuseio de ferramentas é
difícil devido à falta de espaço.
SEM CABEÇA COM SEXTAVADO INTERNO
Parafusos • APLICAÇÃO Em geral, esse tipo de parafuso é utilizado para travar elementos de
Parafusos
APLICAÇÃO
Em geral, esse tipo de parafuso é utilizado para travar elementos de
máquinas. São fabricados com diversos tipos de pontas, de acordo com
sua utilização.
Parafusos
Parafusos
Parafusos
Parafusos
Parafusos
Parafusos
Parafusos
Parafusos
Parafusos PARAFUSOS COM ROSCA SOBERBA PARA MADEIRA São vários os tipos de parafusos para madeira.
Parafusos
PARAFUSOS COM ROSCA SOBERBA PARA MADEIRA
São vários os tipos de parafusos para madeira. Apresentamos, em seguida,
os diferentes tipos e os cálculos para dimensionamento dos detalhes da
cabeça.
UNIÃO DE PEÇAS COM PARAFUSOS O profissional precisa levar em consideração quatro fatores de extrema
UNIÃO DE PEÇAS COM PARAFUSOS
O profissional precisa levar em consideração quatro fatores de
extrema importância:
Profundidade do furo broqueado;
Profundidade do furo roscado;
Comprimento útil de penetração do parafuso;
Diâmetro do furo passante.
UNIÃO DE PEÇAS COM PARAFUSOS Exemplo: duas peças de alumínio devem ser unidas com um
UNIÃO DE PEÇAS COM PARAFUSOS
Exemplo: duas peças de alumínio devem ser unidas com um parafuso de 6 mm e diâmetro.
Qual deve ser a profundidade do furo broqueado? Qual deve ser a profundidade do furo
roscado? Quanto o parafuso deverá penetrar? Qual é o diâmetro do furo passante?
a) Procura-se na tabela o material a ser parafusado, ou seja, o alumínio.
b) Profundidade do furo broqueado (alumínio). valor 3d. => 3 x 6 mm = 18 mm.
c) Profundidade do furo roscado (alumínio). 2,5d. => 2,5 x 6 mm = 15 mm.
d) comprimento de penetração do parafuso (alumínio). Relação 2d => 2 x 6 mm = 12 mm.
O valor 12 mm. deverá ser o comprimento de penetração do parafuso.
e) Diâmetro do furo passante =>Relação 1,06d. Logo, 1,06 x 6 mm = 6,36 mm.
Rebites Marque com um X a resposta correta. O parafuso é um elemento de fixação
Rebites
Marque com um X a resposta correta.
O parafuso é um elemento de fixação que
une peças de modo:
a) ( ) permanente;
b) ( ) temporário;
X
c) ( ) articulado.
Rebites Marque com um X a resposta correta. Em geral, o parafuso é composto de:
Rebites
Marque com um X a resposta correta.
Em geral, o parafuso é composto de:
a) ( ) cabeça e haste;
b) ( ) cabeça e corpo;
X
c) ( ) cabeça e garras.
Rebites Marque com um X a resposta correta. Quanto à finalidade ou à função, os
Rebites
Marque com um X a resposta correta.
Quanto à finalidade ou à função, os parafusos podem ser
assim classificados:
a) ( ) De pressão, sem pressão, passantes, prisioneiros;
b) ( ) Prisioneiros, não-passantes, de pressão, roscados;
c) ( ) Não-passante, de pressão, roscados internamente,
roscado externamente;
d)
( X ) Passantes, não-passantes, prisioneiros, de pressão.
Porcas • A porca está sempre ligada a um parafuso. A parte externa tem vários
Porcas
• A porca está sempre ligada a um parafuso. A parte externa tem vários
formatos para atender a diversos tipos de aplicação.
Porcas • TIPOS DE ROSCA O perfil da rosca varia de acordo com o tipo
Porcas
• TIPOS DE ROSCA
O perfil da rosca varia de acordo com o tipo de aplicação que se deseja.
As porcas usadas para fixação geralmente têm roscas com perfil
triangular.
Porcas • PORCAS USADAS PARA TRANSMISSÃO
Porcas
• PORCAS USADAS PARA TRANSMISSÃO
Tipos de Porcas • PORCAS PARA APERTO MANUAL
Tipos de Porcas
• PORCAS PARA APERTO MANUAL
Tipos de Porcas APLICAÇÕES :
Tipos de Porcas
APLICAÇÕES :
Tipos de Porcas • AS PORCAS CEGA BAIXA E CEGA ALTA: Propicia boa fixação e
Tipos de Porcas
• AS PORCAS CEGA BAIXA E CEGA ALTA: Propicia boa fixação e
deixam as peças unidas com melhor aspecto.
APLICAÇÃO
Tipos de Porcas • Para AJUSTE AXIAL (eixos de máquinas), são usadas as seguintes porcas:
Tipos de Porcas
• Para AJUSTE AXIAL (eixos de máquinas), são usadas as seguintes
porcas:
APLICAÇÃO
Tipos de Porcas • PORCAS COM RANHURA PARA USO DE CUPILHAS
Tipos de Porcas
• PORCAS COM RANHURA PARA USO DE CUPILHAS
Tipos de Porcas TIPOS MAIS COMUNS DE PORCAS. Aplicação da porca sextavada chata.
Tipos de Porcas
TIPOS MAIS COMUNS DE PORCAS.
Aplicação da porca sextavada chata.
Porcas
Porcas
Arruelas Marque com um X a resposta correta. A função da porca é: a) (
Arruelas
Marque com um X a resposta correta.
A função da porca é:
a) ( ) Fixar e não transmitir movimentos.
b) (X) Fixar e também transmitir movimentos.
Arruelas Marque com um X a resposta correta. Marque V para verdadeiro e F para
Arruelas
Marque com um X a resposta correta.
Marque V para verdadeiro e F para falso: As porcas para
transmissão de movimentos podem ter roscas com perfil:
a) ( ) quadrado:
v
Peças sujeitas a grandes esforços e choques (morsas)
b) ( ) redondo:
v
Parafusos de grande Ø que suporta grandes esforços
c) ( ) trapezoidal:
v
d) ( ) triangular:
F
Transmissão de movimento suave e uniforme (Fusos)
Parafusos de fixação, uniões e tubos
Arruelas Marque com um X a resposta correta. Marque com um X a resposta correta:
Arruelas
Marque com um X a resposta correta.
Marque com um X a resposta correta: A porca
usada para aperto manual é a:
a) ( ) porca redonda;
b) ( ) porca borboleta;
X
c) ( ) porca de trava;
d) ( ) porca rebitada.
Arruelas As arruelas têm a função de distribuir igualmente a força de aperto entre a
Arruelas
As arruelas têm a função de distribuir igualmente a força de
aperto entre a porca, o parafuso e as partes montadas ,
funcionando em algumas situações, também como
elementos de trava.
Arruelas
Arruelas
Arruelas ARRUELA DE PRESSÃO A arruela de pressão é utilizada na montagem de conjuntos mecânicos,
Arruelas
ARRUELA DE PRESSÃO
A arruela
de
pressão
é
utilizada
na
montagem
de
conjuntos
mecânicos, submetidos a grandes esforços e grandes vibrações.
• A arruela de pressão funciona, também, como elemento de trava,
evitando o afrouxamento do parafuso e da porca.
• É, ainda, muito empregada em equipamentos que sofrem variação
de temperatura (automóveis, prensas etc.).
Arruelas • ARRUELA DENTADA • Muito empregada em equipamentos sujeitos a grandes vibrações, mas com
Arruelas
• ARRUELA DENTADA
• Muito empregada em equipamentos sujeitos a grandes
vibrações, mas com pequenos esforços, como, eletrodomésticos,
painéis automotivos, equipamentos de refrigeração etc.
• O travamento se dá entre o conjunto parafuso/ porca .
• Os dentes inclinados das arruelas formam uma mola quando são
pressionados e se encravam na cabeça do parafuso.
Arruelas • ARRUELA SERRILHADA •A arruela serrilhada tem, basicamente, as mesmas Funções da arruela dentada.
Arruelas
• ARRUELA SERRILHADA
•A arruela serrilhada tem, basicamente, as mesmas
Funções da arruela dentada. Apenas suporta esforços um
pouco maiores.
•É usada nos mesmos tipos de trabalho que a arruela
dentada.
Arruelas • ARRUELA ONDULADA •A arruela ondulada não tem cantos vivos. É indicada, especialmente, para
Arruelas
• ARRUELA ONDULADA
•A arruela ondulada não tem cantos vivos. É indicada,
especialmente, para superfícies pintadas, evitando
danificação do acabamento.
•É adequada para equipamentos que possuem
acabamento externo constituído de chapas finas.
Arruelas ARRUELA DE TRAVAMENTO COM ORELHA Utiliza-se esta arruela dobrando-se a orelha sobre um canto
Arruelas
ARRUELA DE TRAVAMENTO COM ORELHA
Utiliza-se esta arruela dobrando-se a orelha sobre um
canto vivo da peça. Em seguida, dobra-se uma aba da
orelha envolvendo um dos lados chanfrado do conjunto
porca/parafuso.
Arruelas ARRUELA PARA PERFILADOS É uma arruela muito utilizada em montagens que envolvem cantoneiras ou
Arruelas
ARRUELA PARA PERFILADOS
É uma arruela muito utilizada em montagens que
envolvem cantoneiras ou perfis em ângulo. Devido ao seu
formato de fabricação, este tipo de arruela compensa os
ângulos e deixa perfeitamente paralelas as superfícies a
serem parafusadas.
Arruelas TIPOS MENOS UTILIZADOS:
Arruelas
TIPOS MENOS UTILIZADOS:
Arruelas Marque com um X a resposta correta. Quando queremos evitar afrouxamento de um parafuso
Arruelas
Marque com um X a resposta correta.
Quando queremos evitar afrouxamento de um
parafuso ou de uma porca usamos:
a) ( ) chaveta;
b) ( ) pino;
c) (X) arruela;
Arruelas Marque com um X a resposta correta. Para melhorar o aspecto do conjunto e
Arruelas
Marque com um X a resposta correta.
Para melhorar o aspecto do conjunto e distribuir
igualmente o aperto, usamos o seguinte tipo de
arruela:
a) ( ) lisa;
X
b) ( ) cônica;
c) ( ) perfilada.
Arruelas Marque com um X a resposta correta. As arruelas de pressão são elementos de
Arruelas
Marque com um X a resposta correta.
As arruelas de pressão são elementos de trava
muito utilizados nos casos em que exigem:
a) ( ) Pequenos esforços e grandes vibrações.
b) ( ) Grandes esforços e pequenas vibrações.
c) ( ) Grandes esforços e grandes vibrações.
X
Arruelas Marque com um X a resposta correta. A arruela que oferece maior segurança contra
Arruelas
Marque com um X a resposta correta.
A arruela que oferece maior segurança contra o
afrouxamento de um parafuso é:
a) ( ) a
d
b) ( ) arruela lisa;
c) ( ) arruela ondulada.
X
rr
ue a
l
e
tr
ava
m
e
nt
o co
m
o e
r
lh
a;
Anéis Elásticos O anel elástico È um elemento usado em eixos ou furos, tendo como
Anéis Elásticos
O anel elástico È um elemento usado em eixos ou furos, tendo
como principais funções:
• Evitar deslocamento axial de peças ou componentes.
• Posicionar ou limitar o curso de uma peça ou conjunto
deslizante sobre o eixo.
Anéis Elásticos •Esse elemento de máquina é conhecido também como anel de retenção, de trava
Anéis Elásticos
•Esse elemento de máquina é conhecido também como anel de
retenção, de trava ou de segurança.
Anéis Elásticos • Fabricado de aço-mola, tem a forma de anel incompleto, que se aloja
Anéis Elásticos
• Fabricado de aço-mola, tem a forma de anel incompleto, que se aloja
em um canal circular construído conforme normalização.
Anéis Elásticos
Anéis Elásticos
Anéis Elásticos
Anéis Elásticos
Anéis Elásticos
Anéis Elásticos
Anéis Elásticos
Anéis Elásticos
Anéis Elásticos
Anéis Elásticos
Anéis Elásticos
Anéis Elásticos
Anéis Elásticos
Anéis Elásticos
Anel Elástico Marque com um X a resposta correta. A principal função do anel elástico
Anel Elástico
Marque com um X a resposta correta.
A principal função do anel elástico é:
a) ( ) Aumentar movimento axial.
b
) ( )
X
E
v
it
a
r d
es oca
l
m
e
nt
os ax a s.
i
i
c) ( ) Ajudar as fixações.
d) ( ) Evitar deslocamentos transversais.
Anel Elástico Marque com um X a resposta correta. Para fabricar anel elástico usa-se o
Anel Elástico
Marque com um X a resposta correta.
Para fabricar anel elástico usa-se o seguinte tipo
de aço:
a) ( ) carbono;
b) ( ) mola;
X
c) ( ) 1010-1020;
d) ( ) cromo-vanádio
Anel Elástico Marque com um X a resposta correta. Para o uso correto dos anéis
Anel Elástico
Marque com um X a resposta correta.
Para
o
uso
correto
dos
anéis
elásticos,
a
ferramenta adequada é:
a) ( ) chave de fenda;
b) ( ) chave cachimbo;
c) ( ) chave fina;
d) ( ) alicate especial;
X
e) ( ) alicate universal.
Chavetas CARACTERÍSTICAS : • É um elemento mecânico fabricado em aço. • Sua forma, em
Chavetas
CARACTERÍSTICAS :
• É um elemento mecânico fabricado em aço.
• Sua forma, em geral, É retangular ou semicircular .
• A chaveta se interpõe numa cavidade de um eixo e de uma peça.
• A chaveta tem por finalidade ligar dois elementos mecânicos.
Chavetas CLASSIFICAÇÃO : • Chavetas de cunha; • Chavetas paralelas; • Chavetas de disco.
Chavetas
CLASSIFICAÇÃO :
• Chavetas de cunha;
• Chavetas paralelas;
• Chavetas de disco.
Chavetas Chavetas de cunha As chavetas têm esse nome porque são parecidas com uma cunha.
Chavetas
Chavetas de cunha
As chavetas têm esse nome porque
são parecidas com uma cunha. Uma
de suas faces é inclinada, para
facilitar a união de peças.
As chavetas de cunha classificam-se em dois grupos:
chavetas longitudinais;
chavetas transversais.
Chavetas Chaveta de Cunha Longitudinal (ABNT-PB-121): Empregada para unir elementos de máquinas que devem girar.
Chavetas
Chaveta de Cunha Longitudinal (ABNT-PB-121):
Empregada para unir elementos de máquinas que devem girar. Pode
ser com cabeça ou sem cabeça, para facilitar sua montagem e
desmontagem. Sua inclinação é de 1:100, o que permite um ajuste
firme entre as partes
Chavetas Chaveta de Cunha Longitudinal (ABNT-PB-121): ••ForçasForças AtuantesAtuantes 165
Chavetas
Chaveta de Cunha Longitudinal (ABNT-PB-121):
••ForçasForças AtuantesAtuantes
165
Chavetas Chaveta Longitudinal Chavetas encaixadas - São muito usadas. Sua forma corresponde à do tipo
Chavetas
Chaveta Longitudinal
Chavetas encaixadas - São
muito usadas. Sua forma
corresponde à do tipo mais
simples de chaveta de cunha.
Para possibilitar seu emprego,
o rasgo do eixo é sempre
mais comprido que a chaveta.
Chaveta meia-cana - Sua base
é côncava (com o mesmo raio
do eixo). Com ou sem cabeça,
não é necessário rasgo na
árvore, pois a chaveta
transmite o movimento por
efeito do atrito. Desta forma,
quando o esforço no elemento
conduzido for muito grande, a
chaveta desliza sobre a árvore.
Chavetas Chaveta Longitudinal Chaveta plana – Sua forma é similar à da chaveta encaixada, porém,
Chavetas
Chaveta Longitudinal
Chaveta plana – Sua forma é
similar à da chaveta
encaixada, porém, para sua
montagem não se abre rasgo
no eixo. É feito um rebaixo
plano.
Chavetas embutidas – Têm os
extremos arredondados. O
rasgo para seu alojamento no
eixo possui o mesmo
comprimento da chaveta. As
chavetas embutidas nunca têm
cabeça.
Chavetas Chaveta Longitudinal Chavetas transversais - São aplicadas em união de peças que transmitem movimentos
Chavetas
Chaveta Longitudinal
Chavetas transversais - São
aplicadas em união de peças
que transmitem movimentos
rotativos e retilíneos
alternativos.
Chavetas tangenciais – São
formadas por um par de
cunhas, colocado em cada
rasgo. Os rasgos são
posicionados a 120º.
Transmitem fortes cargas e
são utilizadas, sobretudo,
quando o eixo está submetido
a mudança de carga ou
golpes.
Chavetas Chaveta Paralela ou “Lingueta” (DIN 269) É normalmente embutida e suas faces são paralelas,
Chavetas
Chaveta Paralela ou “Lingueta” (DIN 269)
É normalmente embutida e suas faces são paralelas, sem qualquer
conicidade. O rasgo para o seu alojamento tem o seu comprimento. Nunca
têm cabeça e sua precisão de ajuste é nas laterais, havendo uma pequena
folga entre o ponto mais alto da chaveta e o fundo do rasgo do elemento
conduzido
169
Chavetas Chaveta Paralela ou “Lingueta” (DIN 269) A transmissão do movimento e das forças é
Chavetas
Chaveta Paralela ou “Lingueta” (DIN 269)
A transmissão do movimento e das forças é feita pelo
ajuste de suas faces laterais com as do rasgo da chaveta. A
chaveta paralela varia quanto à forma de seus extremos (retos
ou arredondados) e quanto à quantidade de elementos de
fixação à árvore.
Pelo fato de a chaveta paralela proporcionar um ajuste
preciso na árvore não ocorre excentricidade, podendo, então,
ser utilizada para rotações mais elevadas.
170
Chavetas Chaveta Paralela ou “Lingueta” (DIN 269) Quanto à forma de seus extremos, eles podem
Chavetas
Chaveta Paralela ou “Lingueta” (DIN 269)
Quanto à forma de seus extremos, eles podem ser
retos ou arredondados. Podem, ainda, ter parafusos
para fixarem a chaveta ao eixo.
Chavetas Chaveta de Disco ou Meia-lua (tipo Woodruff - DIN 496 e 6888) Recebe esse
Chavetas
Chaveta de Disco ou Meia-lua (tipo Woodruff - DIN 496 e 6888)
Recebe esse nome porque sua forma corresponde a um segmento circular.
É comumente empregada em eixos cônicos por facilitar a montagem e se
adaptar à conicidade do fundo do rasgo do elemento externo.
Chavetas
Chavetas
Chavetas Dados de Manutenção 1. Na substituição de chavetas é preciso considerar o acabamento superficial,
Chavetas
Dados de Manutenção
1. Na substituição de chavetas é preciso considerar o acabamento superficial, o
ajuste e o arredondamento dos cantos para evitar força de atrito excessiva. O
estado dos canais de chaveta deve estar em boas condições, principalmente
quanto à perpendicularidade. Pois além do esforço de cisalhamento as chavetas
sofrem torção, que tende a virá-las em sua sede (Figura a);
2. Quanto à chaveta de cunha, outros cuidados na montagem devem ser observados:
uma tensão de aperto que não gere danos, fissuras (Figura (b)) ou excentricidade,
e deve ser feita uma proteção da parte saliente dessas peças para evitar acidentes.
Quando for necessário construir canais de chavetas, as dimensões têm de
ser normalizadas e os cantos precisam ter raios para evitar concentração de tensões
(Figura c).
174
Chavetas Marque com um X a resposta correta. A função da chaveta é: a) b
Chavetas
Marque com um X a resposta correta.
A função da chaveta é:
a)
b
) ( )
( ) ligar dois elementos mecânicos;
f
X
fi
xa
r
co
m
pa a uso;
r
c) ( ) a mesma da arruela;
d) ( ) deslizar no eixo.
Chavetas Marque com um X a resposta correta. A chaveta que não precisa de rasgo
Chavetas
Marque com um X a resposta correta.
A chaveta que não precisa de rasgo no eixo é:
a) ( ) paralela;
b) ( ) tangencial;
c) ( ) longitudinal;
d) ( ) meia-cana.
X
Base é côncava (com o mesmo raio do
eixo). Não é necessário rasgo na árvore,
pois a chaveta transmite o movimento
por efeito do atrito.
Chavetas Marque com um X a resposta correta. As chavetas colocadas na extensão do eixo
Chavetas
Marque com um X a resposta correta.
As chavetas colocadas na extensão do eixo são:
a)
b
) ( )
( ) longitudinais;
a
X
tr
n
sve sa s s
r
i
im
p es;
l
c) ( ) verticais;
d) ( ) transversais duplas.
Chavetas Marque com um X a resposta correta. A chaveta sem inclinação em que o
Chavetas
Marque com um X a resposta correta.
A chaveta sem inclinação em que o ajuste é feito
nas faces laterais denomina-se:
a) ( ) cunha;
b) ( ) meia-cana;
c) ( ) paralela;
X
d) ( ) plana.
Chavetas Marque com um X a resposta correta. Para escolher o ajuste da chaveta, deve-se
Chavetas
Marque com um X a resposta correta.
Para escolher o ajuste da chaveta, deve-se levar
em conta, principalmente:
a) ( ) o formato da chaveta;
b) ( ) as características do trabalho;
X
c) ( ) o material da chaveta;
d) ( ) o material do eixo.
ELEMENTOS DE APOIO
ELEMENTOS DE APOIO
Buchas • As buchas são elementos de máquinas de forma cilíndrica ou cônica. Servem para
Buchas
• As buchas são elementos de máquinas de forma cilíndrica ou cônica.
Servem para apoiar eixos e guiar brocas e alargadores. Nos casos em
que o eixo desliza dentro da bucha, deve haver lubrificação.
• Podem ser fabricadas de metal antifricção ou de materiais plásticos.
Normalmente, a bucha deve ser fabricada com material menos duro que
o material do eixo.
Buchas
Buchas
Buchas
Buchas
Buchas
Buchas
Buchas
Buchas
Buchas
Buchas
Buchas
Buchas
Elementos de Apoio Marque com um X a resposta correta. O anel de metal montado
Elementos de Apoio
Marque com um X a resposta correta.
O anel de metal montado entre o eixo e a roda
chama-se:
a) ( ) porca;
b) ( ) bucha;
X
c) ( ) roda;
d) ( ) parafuso.
Elementos de Apoio Marque com um X a resposta correta. A bucha serve para: a)
Elementos de Apoio
Marque com um X a resposta correta.
A bucha serve para:
a) ( ) aumentar o atrito e o desgaste do eixo;
b) ( ) eliminar o atrito e o desgaste do eixo;
c) ( ) aumentar o desgaste sem diminuir o atrito do
eixo;
d) (X) diminuir o atrito e o desgaste do eixo.
Elementos de Apoio Marque com um X a resposta correta. Normalmente, as buchas são apresentadas
Elementos de Apoio
Marque com um X a resposta correta.
Normalmente, as buchas são apresentadas na
seguinte forma:
a) ( ) cilíndrica ou cônica;
X
b) ( ) plana ou cônica;
c) ( ) cônica ou plana;
d) ( ) plana ou cilíndrica.
Mancais de Deslizamento • O mancal pode ser definido como suporte ou guia em que
Mancais de Deslizamento
• O mancal pode ser definido como suporte ou guia em que
se apóia o eixo.
• No
ponto
de
contato
entre
a
superfície
do
eixo
e
a
superfície do mancal, ocorre atrito. Dependendo da
solicitação de esforços, os mancais podem ser de
deslizamento ou de rolamento.
Mancais de Deslizamento • Geralmente, os mancais de deslizamento são constituídos de uma bucha fixada
Mancais de Deslizamento
• Geralmente, os mancais de deslizamento são constituídos de uma
bucha fixada num suporte. Esses mancais são usados em máquinas
pesadas ou em equipamentos de baixa rotação, porque a baixa
velocidade evita superaquecimento dos componentes expostos ao
atrito.
Mancais de Deslizamento O uso de buchas e de lubrificantes permite reduzir esse atrito e
Mancais de Deslizamento
O uso de buchas e de lubrificantes permite reduzir esse atrito e melhorar a
rotação do eixo. As buchas são, em geral, corpos cilíndricos ocos que
envolvem os eixos, permitindo-lhes uma melhor rotação. São feitas de
materiais macios, como o bronze e ligas de metais leves.
Mancais de Rolamento HISTÓRIA DO ROLAMENTO Por volta do ano 1.500 é que Leonardo da
Mancais de Rolamento
HISTÓRIA DO ROLAMENTO
Por volta do ano 1.500 é que Leonardo da Vinci consubstanciou um dos
sonhos mais antigos da humanidade, o de possuir um veículo que se locomove
sem o emprego de força muscular, em idéia concreta, fixando suas concepções
em desenhos técnicos. Não há qualquer dúvida a respeito de que foi Leonardo da
Vinci também quem primeiro pensou num veículo de locomoção por força
própria. Comprova-se isto por uma ilustração sua e pelo projeto de um carro,
impulsionado por um sistema de molas que possui até uma transmissão com
diferencial.
Projeto dos primeiros
Rolamentos
194
Mancais de Rolamento HISTÓRIA DO ROLAMENTO Projetos de Leonardo da Vinci - Rolamentos 195
Mancais de Rolamento
HISTÓRIA DO ROLAMENTO
Projetos de Leonardo da Vinci -
Rolamentos
195
Mancais de Rolamento CONCEITO Os eixos das máquinas, geralmente, funcionam assentados em apoios. Quando um
Mancais de Rolamento
CONCEITO
Os eixos das máquinas, geralmente, funcionam assentados em
apoios. Quando um eixo gira dentro de um furo produz-se, entre a
superfície do eixo e a superfície do furo, um fenômeno chamado atrito de
escorregamento.
Quando
escorregamen o,
é
necessário
reduzir
ainda
mais
o
t
u
tili
zamos
ou ro
t
e emen o
l
t
d
e
m qu na,
á
i
atrito de
o
c ama
h
d
rolamento. Os rolamentos limitam, ao máximo, as perdas de energia em
conseqüência do atrito.
196
Mancais de Rolamento Disposição dos elementos de máquina
Mancais de Rolamento
Disposição dos elementos de máquina
Mancais de Rolamento Partes do Rolamento São geralmente constituídos de dois anéis concêntricos, entre os
Mancais de Rolamento
Partes do Rolamento
São geralmente constituídos de dois anéis concêntricos,
entre os quais são colocados elementos rolantes como esferas,
roletes e agulhas. Os rolamentos de esfera compõem-se de:
PistaPista
ElementosElementos
PistaPista
InternaInterna
GaiolaGaiola
RolantesRolantes
VedaçãoVedação
externaexterna
Mancais de Rolamento Quando necessitar de mancal com maior velocidade e menos atrito, o mancal
Mancais de Rolamento
Quando necessitar de mancal com maior velocidade e menos
atrito, o mancal de rolamento é o mais adequado. Os rolamentos são
classificados em função dos seus elementos rolantes.
Mancais de Rolamento CONCEITO: As dimensões e características dos rolamentos são indicadas nas diferentes normas
Mancais de Rolamento
CONCEITO:
As dimensões e características dos rolamentos são indicadas nas
diferentes normas técnicas e nos catálogos de fabricantes. Ao examinar um
catálogo de rolamentos, ou uma norma específica, você encontrará informações
sobre as seguintes características:
Características dos rolamentos:
D: diâmetro externo;
d: diâmetro interno;
R: raio de arredondamento;
L: largura.
200
Mancais de Rolamento • A normalização dos rolamentos é feita a partir do diâmetro interno
Mancais de Rolamento
• A normalização dos rolamentos é feita a partir do
diâmetro interno d, isto é, a partir do diâmetro do
eixo em que o rolamento é utilizado.
• Para cada diâmetro são definidas três séries de
rolamentos: leve, média e pesada.
• As séries leves são usadas para cargas pequenas.
Para cargas maiores, são usadas as séries média
ou pesada. Os valores do diâmetro D e da largura
L aumentam progressivamente em função dos
aumentos das cargas.
• Os rolamentos classificam-se de acordo com as
forças que eles suportam. Podem ser radiais,
axiais e mistos.
Mancais de Rolamento CONCEITO: Quanto ao Sentido da Carga Rolamentos de rolos cilíndricos dos tipos
Mancais de Rolamento
CONCEITO: Quanto ao Sentido da Carga
Rolamentos de rolos cilíndricos dos
tipos NU e N, rolamentos de rolos de
agulhas e rolamentos de rolos
toroidais só podem suportar cargas
puramente radiais
Mancais de Rolamento CONCEITO: Quanto ao Sentido da Carga Os rolamentos axiais de esferas de
Mancais de Rolamento
CONCEITO: Quanto ao Sentido da Carga
Os rolamentos axiais de esferas de
escora simples só podem acomodar
cargas axiais atuando em uma única
direção; para cargas axiais atuando
em ambas as direções, são
necessários rolamentos axiais de
esferas de escora dupla.
Mancais de Rolamento CONCEITO: Quanto ao Sentido da Carga Para cargas combinadas, rolamentos de esferas
Mancais de Rolamento
CONCEITO: Quanto ao Sentido da Carga
Para cargas combinadas, rolamentos de
esferas de contato angular de uma e duas
carreiras e rolamentos de rolos cônicos de
uma carreira são mais frequentemente
empregados, embora rolamentos rígidos de
esferas e rolamentos autocompensadores de
rolos sejam apropriados
Mancais de Rolamento CONCEITO: Classificação Elementos Rolantes 205
Mancais de Rolamento
CONCEITO: Classificação Elementos Rolantes
205
Mancais de Rolamento CONCEITO: Características dos elementos Rolantes
Mancais de Rolamento
CONCEITO: Características dos elementos Rolantes
Mancais de Rolamento CONCEITO: Características dos elementos Rolantes
Mancais de Rolamento
CONCEITO: Características dos elementos Rolantes
Mancais de Rolamento CONCEITO: Características dos elementos Rolantes
Mancais de Rolamento
CONCEITO: Características dos elementos Rolantes
Mancais de Rolamento Tabela - Vantagens e desvantagens dos rolamentos Vantagens Desvantagens Menor atrito e
Mancais de Rolamento
Tabela - Vantagens e desvantagens dos rolamentos
Vantagens
Desvantagens
Menor atrito e aquecimento
Maior sensibilidade aos choques
Baixa exigência de lubrificação
Maiores custos de fabricação
Intercambialidade internacional
Tolerância pequena para carcaça e
alojamento do eixo.
Não há desgaste do eixo
Não suporta cargas tão elevadas
como os mancais de deslizamento
Pequeno aumento da folga durante a
vida útil
Ocupa maior espaço radial
Mancais de Rolamento FABRICAÇÃO DE ROLAMENTOS
Mancais de Rolamento
FABRICAÇÃO DE ROLAMENTOS
Mancais de Rolamento TIPOS E SELEÇÃO Rolamento Fixo de uma Carreira de Esferas: É o
Mancais de Rolamento
TIPOS E SELEÇÃO
Rolamento Fixo de uma Carreira de Esferas: É o mais comum dos rolamentos.
Suporta cargas radiais e pequenas cargas axiais e é apropriado para rotações
mais elevadas. Sua capacidade de ajustagem angular é limitada. É necessário
um perfeito alinhamento entre o eixo e os furos da caixa.
Mancais de Rolamento TIPOS E SELEÇÃO Rolamento Fixo de uma Carreira de Esferas: Rolamentos com
Mancais de Rolamento
TIPOS E SELEÇÃO
Rolamento Fixo de uma Carreira de Esferas:
Rolamentos com dimensões em polegadas
Os rolamentos rígidos de uma carreira de esferas com
dimensões em polegadas para o mercado de peças de
reposição também pertencem à linha padrão da SKF. As
dimensões desses rolamentos seguem o padrão britânico BS
292:Parte 2:1982. Esse padrão foi posteriormente anulado em
1997 devido à adoção do sistema métrico. Em projetos novos
de arranjos de rolamentos, não é recomendável usar esses
rolamentos com dimensões em polegadas.
Mancais de Rolamento TIPOS E SELEÇÃO Rolamento de Contato Angular de uma Carreira de Esferas:
Mancais de Rolamento
TIPOS E SELEÇÃO
Rolamento de Contato Angular de uma Carreira de Esferas: Só podem acomodar
cargas axiais atuantes em uma direção. Sob cargas radiais, uma força atuante na
direção axial é produzida no rolamento, e essa força precisa ser contraposta.
Conseqüentemente, o rolamento é normalmente ajustado contra um segundo
rolamento.
Mancais de Rolamento TIPOS E SELEÇÃO Rolamento Autocompensador de Esferas: É um rolamento de duas
Mancais de Rolamento
TIPOS E SELEÇÃO
Rolamento Autocompensador de Esferas: É um rolamento de duas carreiras de
esferas com pista esférica no anel externo, o que lhe confere a propriedade de
ajustagem angular, ou seja, de compensar possíveis desalinhamentos ou flexões
do eixo.
Mancais de Rolamento TIPOS E SELEÇÃO Rolamento de Rolo Cilíndrico: É apropriado para cargas radiais
Mancais de Rolamento
TIPOS E SELEÇÃO
Rolamento de Rolo Cilíndrico: É apropriado para cargas radiais elevadas. Seus
componentes são separáveis, o que facilita a montagem e desmontagem.
215
Mancais de Rolamento Rolamento de Rolo Cilíndrico: Rolamentos de uma carreira de rolos cilíndricos, com
Mancais de Rolamento
Rolamento de Rolo Cilíndrico:
Rolamentos de uma carreira de
rolos cilíndricos, com gaiola
Rolamentos de várias
carreiras de rolos cilíndricos
Rolamentos de duas
carreiras de rolos
cilíndricos, com gaiola
Mancais de Rolamento TIPOS E SELEÇÃO Rolamento Autocompensador de uma Carreira de Rolos: Seu emprego
Mancais de Rolamento
TIPOS E SELEÇÃO
Rolamento Autocompensador de uma Carreira de Rolos: Seu emprego é
particularmente indicado para construções em que se exige uma grande
capacidade para suportar carga radial e a compensação de falhas de alinhamento.
217
Mancais de Rolamento TIPOS E SELEÇÃO Rolamento Autocompensador de Duas Carreiras de Rolos: É um
Mancais de Rolamento
TIPOS E SELEÇÃO
Rolamento Autocompensador de Duas Carreiras de Rolos: É um rolamento
adequado aos mais pesados serviços. Os rolos são de grande diâmetro e
comprimento.
218
Mancais de Rolamento TIPOS E SELEÇÃO Rolamento de Rolos Cônicos: Além de cargas radiais, os
Mancais de Rolamento
TIPOS E SELEÇÃO
Rolamento de Rolos Cônicos: Além de cargas radiais, os rolamentos de rolos
cônicos também suportam cargas axiais em um sentido. Os anéis são separáveis.
O anel interno e o externo podem ser montados separadamente. Como só admitem
cargas axiais em um sentido, torna-se necessário montar os anéis aos pares, um
contra o outro.
219
Mancais de Rolamento TIPOS E SELEÇÃO Rolamento Axial de Esferas: Ambos os tipos de rolamento
Mancais de Rolamento
TIPOS E SELEÇÃO
Rolamento Axial de Esferas: Ambos os tipos de rolamento axial de esfera (escora
simples e escora dupla) admitem elevadas cargas axiais, porém, não podem ser
submetidos a cargas radiais. Para que as esferas sejam guiadas firmemente em
suas pistas, é necessária a atuação permanente de uma carga axial mínima.
Mancais de Rolamento TIPOS E SELEÇÃO Rolamento Axial Autocompensador de Rolos: Possui grande capacidade de
Mancais de Rolamento
TIPOS E SELEÇÃO
Rolamento Axial Autocompensador de Rolos: Possui grande capacidade de carga
axial devido à disposição inclinada dos rolos. Também pode suportar
consideráveis cargas radiais. A pista esférica do anel da caixa confere ao
rolamento a propriedade de alinhamento angular, compensando possíveis
desalinhamentos ou flexões do eixo.
221
Mancais de Rolamento TIPOS E SELEÇÃO Rolamento de Agulha: Possui uma seção transversal muito fina
Mancais de Rolamento
TIPOS E SELEÇÃO
Rolamento de Agulha: Possui uma seção transversal muito fina em comparação
com os rolamentos de rolos comuns. É utilizado especialmente quando o espaço
radial é limitado.
222
Mancais de Rolamento Rolamento de Agulha: rolamentos de rolos de agulhas com capa retirada com
Mancais de Rolamento
Rolamento de Agulha:
rolamentos de rolos de agulhas
com capa retirada com
extremidades abertas / Fechadas
conjuntos de gaiola e
rolos de agulhas
conjuntos axiais de gaiola
e rolos de agulhas
Mancais de Rolamento CONCEITO: Desalinhamento Valores para os desalinhamentos permitidos são fornecidos em tabela pelo
Mancais de Rolamento
CONCEITO: Desalinhamento
Valores para os desalinhamentos permitidos são fornecidos em tabela pelo
fabricante. Se o desalinhamento esperado exceder os valores permitidos,
entre em contato com o serviço de engenharia de aplicação.
Rolamentos
autocompensadores
de esferas
rolamento
autocompensador
de rolos
Rolamento axial
Rolamento
CARB
autocom ensador
de rolos
p
Mancais de Rolamento CONCEITO: Desalinhamento Rolamentos axiais de esferas com anéis de assento e arruelas
Mancais de Rolamento
CONCEITO: Desalinhamento
Rolamentos axiais de esferas com anéis de assento e arruelas de caixas
esféricas, unidades de rolamento Y e rolamento de rolos de agulha de
alinhamento podem compensar o desalinhamento inicial decorrente de erros
de montagem ou usinagem.
Unidade de rolamento Y
Rolamento axial
de esferas
Mancais de Rolamento DESIGNAÇÃO DOS ROLAMENTOS Cada rolamento métrico padronizado tem uma designação básica
Mancais de Rolamento
DESIGNAÇÃO DOS ROLAMENTOS
Cada rolamento métrico padronizado tem uma designação
básica especifica que indica o tipo de rolamento e a correlação
entre suas dimensões principais.
Essas designações básicas compreendem 3, 4 ou 5
algarismos, ou uma combinação de letras e algarismos, que
indicam o tipo de rolamento, as séries de dimensões e o
diâmetro do furo, nesta ordem.
Os símbolos para os tipos de rolamento e as séries de
dimensões, junto com os possíveis sufixos indicando uma
alteração na construção interna, designam uma série de
rolamentos.
226
Mancais de Rolamento NÚMERO DE IDENTIFICAÇÃO DO ROLAMENTO Séries Dimensionais
Mancais de Rolamento
NÚMERO DE IDENTIFICAÇÃO DO ROLAMENTO
Séries Dimensionais
Mancais de Rolamento REGRAS PARA ROLAMENTOS FIXOS DE UMA CARREIRA DE ESFERAS 1ª Regra: Para
Mancais de Rolamento
REGRAS PARA ROLAMENTOS FIXOS DE UMA CARREIRA DE
ESFERAS
1ª Regra: Para rolamentos fixos de uma carreira de
esferas pequenos e miniaturas (diâmetro de 1 à 9
mm). O número de identificação é composto por 3
dígitos, sendo que o último dígito indica a dimensão
do furo em milímetros.
601
: ∅∅∅∅ = 1 mm;
602
: ∅∅∅∅ = 2 mm;
609
: ∅∅∅∅ = 9 mm.
228
Mancais de Rolamento REGRAS PARA ROLAMENTOS FIXOS DE UMA CARREIRA DE ESFERAS 2ª Regra: Para
Mancais de Rolamento
REGRAS PARA ROLAMENTOS FIXOS DE UMA CARREIRA DE
ESFERAS
2ª Regra: Para as quatro dimensões abaixo, a regra é
fixa:
xx00 : ∅∅∅∅ = 10 mm;
xx01 : ∅∅∅∅ = 12 mm;
xx02 : ∅∅∅∅ = 15 mm;
xx03 : ∅∅∅∅ = 17 mm.
229
Mancais de Rolamento REGRAS PARA ROLAMENTOS FIXOS DE UMA CARREIRA DE ESFERAS 3ª Regra: Para
Mancais de Rolamento
REGRAS PARA ROLAMENTOS FIXOS DE UMA CARREIRA DE
ESFERAS
3ª Regra: Para furos acima de 20 mm, têm-se uma
regra, na qual, basta multiplicar os dois últimos
dígitos por 5.
xx04 : ∅∅∅∅ = 20 mm (04 x 5);
xx05 : ∅∅∅∅ = 25 mm;
.
.
xx96 : ∅∅∅∅ = 480 mm.
230
Mancais de Rolamento REGRAS PARA ROLAMENTOS FIXOS DE UMA CARREIRA DE ESFERAS 4ª Regra: Para
Mancais de Rolamento
REGRAS PARA ROLAMENTOS FIXOS DE UMA CARREIRA DE
ESFERAS
4ª Regra: Para furos maiores que 480 mm, após a
série dimensional, acrescenta-se uma barra ( / ) e a
dimensão nominal do diâmetro interno.
xx/500 : ∅∅∅∅ = 500 mm;
xx/1800 : ∅∅∅∅ = 1800 mm;
xx/7800 : ∅∅∅∅ = 7800 mm.
231
Mancais de Rolamento DESIGNAÇÃO DOS ROLAMENTOS A seguir, são apresentados alguns exemplos (NSK) de números
Mancais de Rolamento
DESIGNAÇÃO DOS ROLAMENTOS
A seguir, são apresentados alguns exemplos (NSK) de números de identificação.
232
Mancais de Rolamento DESIGNAÇÃO DOS ROLAMENTOS 233
Mancais de Rolamento
DESIGNAÇÃO DOS ROLAMENTOS
233
Mancais de Rolamento PROTEÇÃO DOS ROLAMENTOS Em função das características de trabalho, os rolamentos, às
Mancais de Rolamento
PROTEÇÃO DOS ROLAMENTOS
Em função das características de trabalho, os rolamentos, às vezes,
precisam ser protegidos ou vedados. A proteção é feita por vários tipos de placas
(ou blindagem) diferentes. Os principais tipos de placas são:
Placa de proteção Z - é encaixada numa ranhura do anel externo e forma um vão
estreito com um rebaixo na face lateral do anel interno.
Placa de proteção LZ - o vão estreito é formado sem o rebaixo no anel interno. A
placa Z está sendo substituída pela LZ, mas os rolamentos continuarão a ser
marcados com a mesma letra Z.
Placa de vedação RS - é formada por uma lâmina de aço e um lábio de borracha
sintética que toca o anel interno formando um vedador de contato. Resiste a
temperaturas de 80°c.
Placa de vedação RS1 - é um melhoramento da placa RS. Ela é feita de borracha
nitrilica moldada sobre uma placa de reforço. Esta placa resiste a temperaturas na
faixa de -20°C a +100°C.
Placa de vedação RS2 - idêntica à RS1, porém feita com borracha fluoretada. Fato
que permite o uso em temperaturas de -30°C a +180°C.
234
Mancais de Rolamento SEPARADORES OU GAIOLAS A função da gaiola no rolamento é manter os
Mancais de Rolamento
SEPARADORES OU GAIOLAS
A função da gaiola no rolamento é manter os corpos rolantes espaçados
corretamente e, no caso dos rolos, também guiá-los.
As gaiolas são feitas de chapa de latão ou aço e prensadas, ou maciças e
usinadas. O latão é o material geralmente usado em gaiolas usinadas, mas também
são usados aços, ferro fundido nodular, náilon ou poliamida.
235
Mancais de Rolamento SELEÇÃO DO TIPO DE ROLAMENTO Cada tipo de rolamento apresenta propriedades características,
Mancais de Rolamento
SELEÇÃO DO TIPO DE ROLAMENTO
Cada tipo de rolamento apresenta propriedades
características, com base em seu modelo, que o tornam
mais ou menos apropriado para uma dada aplicação.
Em muitos casos, porém, vários fatores precisam ser
considerados e ponderados entre si ao se escolher um
tipo de rolamento, de maneira que nenhuma regra
genérica pode ser formulada.
236
Mancais de Rolamento SELEÇÃO DO TIPO DE ROLAMENTO As informações fornecidas aqui devem servir para
Mancais de Rolamento
SELEÇÃO DO TIPO DE ROLAMENTO
As informações fornecidas aqui devem servir para indicar quais são os
fatores mais importantes a serem considerados ao selecionar um tipo de
rolamento padrão e, com isso, facilitar uma escolha apropriada:
Espaço disponível
Cargas
Desalinhamento
Precisão
Velocidade
Giro silencioso
Rigidez
Deslocamento axial
Montagem e desmontagem
Vedantes integrados
237
Mancais de Rolamento SELEÇÃO DO TIPO DE ROLAMENTO - MATRIZ
Mancais de Rolamento
SELEÇÃO DO TIPO DE ROLAMENTO - MATRIZ
Mancais de Rolamento VIDA NOMINAL BÁSICA A vida nominal básica de um rolamento de acordo
Mancais de Rolamento
VIDA NOMINAL BÁSICA
A vida nominal básica de um rolamento de acordo com a ISO 281:1990 é
L 10 = (C/P) p
Onde
L 10 = vida nominal básica (com 90 % de confiabilidade), milhões de revoluções
L 10 = vida nominal básica (com 90 % de confiabilidade), horas de funcionamento
C
= capacidade normal de carga dinâmica, Kn
P
= carga dinâmica equivalente do rolamento, kN
n
= velocidade de rotação, r/min
p
= expoente da equação de vida
3 para rolamentos de esferas
10/3 para rolamentos de rolos
Se a velocidade for constante, é geralmente preferível calcular a vida expressa em
horas de funcionamento, utilizando a equação
L 10 h = 10 6 /(60n) L 10
239
Mancais de Rolamento VIDA NOMINAL BÁSICA A norma ANSI B73.1 recomenda selecionar rolamento para as
Mancais de Rolamento
VIDA NOMINAL BÁSICA
A norma ANSI B73.1 recomenda selecionar rolamento
para as bombas com L10 17500 horas (aproximadamente
2 anos).
As normas API 610 e ISSO 9905 recomendam L10
horas (aproximadamente 2 anos e 10 meses).
25000
240
Mancais de Rolamento FOLGA INTERNA E PRECISÃO DE FABRICAÇÃO A folga interna de um rolamento
Mancais de Rolamento
FOLGA INTERNA E PRECISÃO DE FABRICAÇÃO
A folga interna de um rolamento é o espaço existente entre os corpos
rolantes e os anéis externo e interno. Conforme ilustrado a (figura abaixo) verifica-
se que há dois tipos de folga internas: radial e axial.
Mancais de Rolamento FOLGA INTERNA E PRECISÃO DE FABRICAÇÃO 242
Mancais de Rolamento
FOLGA INTERNA E PRECISÃO DE FABRICAÇÃO
242
Mancais de Rolamento FOLGA INTERNA E PRECISÃO DE FABRICAÇÃO Os rolamentos com folga radial C3,
Mancais de Rolamento
FOLGA INTERNA E PRECISÃO DE FABRICAÇÃO
Os rolamentos com folga radial C3, C4 e C5 são aplicados
principalmente para os casos de ajustes muito firmes em
condições de serviço que proporcionam acentuadas diferenças de
temperatura entre o anel interno e o anel externo.
Os rolamentos com folga radial C1 e C2 são selecionados
para os casos em que é essencial grande exatidão de guia de eixo
de maquinas de grande precisão, como, por exemplo, tornos e
retíficas.
A folga radial normal está compreendida entre as faixas C2 e C3.
243
Mancais de Rolamento MONTAGEM E DESMONTAGEM As principais precauções a serem observadas durante a montagem
Mancais de Rolamento
MONTAGEM E DESMONTAGEM
As principais precauções a serem observadas durante a montagem e
desmontagem são as seguintes:
(1) Limpeza do Rolamento e da Área Adjacente
A sujeira, mesmo invisível a olho nu, apresenta efeito nocivo sobre os
rolamentos, portanto, é fundamental evitar a entrada de sujeira mantendo o mais
possível limpos os rolamentos e a área circundante.
(2) Manuseio Cuidadoso
Choques pesados durante o manuseio dos rolamentos provocam
escoriações e esmagamentos, que resultam em causa das falhas; em casos
extremos podem ocorrer lascamentos e trincas; conseqüentemente, faz se
necessário tomar o máximo de cuidado quando do manuseio.
(3) Ferramentas Apropriadas
Usar
sempre
as
ferramentas
apropriadas
para
a
manipulação
de
rolamentos, evitar a improvisação de ferramentas ou dispositivos.
(4) Prevenção da Oxidação
Ao manusear os rolamentos é necessário o cuidado em manter as mãos
limpas, pois, a própria transpiração nas mãos se torna a causa da oxidação; se
possível usar luvas.
244
Mancais de Rolamento MONTAGEM E DESMONTAGEM Montagem A instalação correta ou não dos rolamentos, afeta
Mancais de Rolamento
MONTAGEM E DESMONTAGEM
Montagem
A instalação correta ou não dos rolamentos, afeta a precisão, a vida e o
desempenho. Assim, é desejável que a instalação seja executada segundo normas
de serviço, após os departamentos de projeto e montagem estudarem
suficientemente quanto à instalação do rolamento.
Normalmente, os itens das normas de serviços incluem:
(1) Limpeza dos rolamentos e das peças conjugadas.
(2) Verificação das dimensões e acabamento das peças conjugadas.
(3) Procedimento de instalação.
(4) Checagem após a instalação.
(5) Lubrificação.
245
Mancais de Rolamento MONTAGEM E DESMONTAGEM Verificações 246
Mancais de Rolamento
MONTAGEM E DESMONTAGEM
Verificações
246
Mancais de Rolamento MONTAGEM E DESMONTAGEM Cuidados 247
Mancais de Rolamento
MONTAGEM E DESMONTAGEM
Cuidados
247
Mancais de Rolamento MONTAGEM E DESMONTAGEM Cuidados Montagem de pequenos rolamentos com utilização de dispositivos
Mancais de Rolamento
MONTAGEM E DESMONTAGEM
Cuidados
Montagem de pequenos rolamentos com utilização de
dispositivos (canecas). Muito cuidado!!!
248
Mancais de Rolamento MONTAGEM E DESMONTAGEM Cuidados
Mancais de Rolamento
MONTAGEM E DESMONTAGEM
Cuidados
Mancais de Rolamento MONTAGEM E DESMONTAGEM Evitar 250
Mancais de Rolamento
MONTAGEM E DESMONTAGEM
Evitar
250
Mancais de Rolamento MONTAGEM E DESMONTAGEM Instalação de Rolamentos com Furo Cilíndrico Montagem com dispositivo
Mancais de Rolamento
MONTAGEM E DESMONTAGEM
Instalação de Rolamentos com Furo Cilíndrico
Montagem com dispositivo
prensando o anel interno
Montagem com dispositivo
prensando simultaneamente
o anel interno e externo
251
Mancais de Rolamento MONTAGEM E DESMONTAGEM Montagem com Furo Cônico 252
Mancais de Rolamento
MONTAGEM E DESMONTAGEM
Montagem com Furo Cônico
252
Mancais de Rolamento MONTAGEM E DESMONTAGEM Montagem com Furo Cônico Determinação do ajuste de interferência.
Mancais de Rolamento
MONTAGEM E DESMONTAGEM
Montagem com Furo Cônico
Determinação do ajuste de interferência.
Rolamentos com furo cônico são sempre montados com um ajuste
de interferência. Utiliza-se a redução na folga interna radial ou o
deslocamento axial do anel interno em seu assento cônico para
determinar e medir o grau de interferência.
Diversos
métodos
podem
ser
usados
para
medir
o
grau
de
interferência.
1. Medição da redução da folga com um calibrador de folga.
2. Medição do ângulo de aperto da porca de segurança.
3. Medição do deslocamento axial.
4. Medição da expansão do anel interno.
Mancais de Rolamento MONTAGEM E DESMONTAGEM Montagem sobre Buchas
Mancais de Rolamento
MONTAGEM E DESMONTAGEM
Montagem sobre Buchas
Mancais de Rolamento MONTAGEM E DESMONTAGEM Montagem com Furo Cônico Medição da redução da folga
Mancais de Rolamento
MONTAGEM E DESMONTAGEM
Montagem com Furo Cônico
Medição da redução da folga com um calibrador de folga.
Mancais de Rolamento MONTAGEM E DESMONTAGEM Kit de Montagem sobre Buchas ( CHAVE HN –
Mancais de Rolamento
MONTAGEM E DESMONTAGEM
Kit de Montagem sobre Buchas ( CHAVE HN – PORCA KM)
256
Mancais de Rolamento MONTAGEM E DESMONTAGEM Montagem com Furo Cônico Medição do ângulo de aperto
Mancais de Rolamento
MONTAGEM E DESMONTAGEM
Montagem com Furo Cônico
Medição do ângulo de aperto da porca de segurança.
A medição do ângulo de aperto
da porca de segurança é um
método comprovado para
determinar o grau correto de
interferência em rolamentos
pequenos e médios em
assentos cônicos
DEMONSTRAÇÃO
Mancais de Rolamento MONTAGEM E DESMONTAGEM Montagem com Furo Cônico Determinação do ajuste de interferência.
Mancais de Rolamento
MONTAGEM E DESMONTAGEM
Montagem com Furo Cônico
Determinação do ajuste de interferência.
Medição do deslocamento axial.
Esse método de montagem
proporciona uma maneira fácil e
confiável de determinar o grau
de interferência. O ajuste
correto é conseguido
controlando-se o deslocamento
axial do rolamento a partir de
uma posição predeterminada.
Mancais de Rolamento MONTAGEM E DESMONTAGEM Montagem com Furo Cônico Determinação do ajuste de interferência.
Mancais de Rolamento
MONTAGEM E DESMONTAGEM
Montagem com Furo Cônico
Determinação do ajuste de interferência.
Medição da expansão do anel interno.
Utilizando um sensor, integrado
com o anel interno do
rolamento, um indicador de mão
dedicado e ferramentas comuns
de montagem hidráulica
Mancais de Rolamento MONTAGEM E DESMONTAGEM Injeção de óleo e Porca Hidráulica DEMONSTRAÇÃO
Mancais de Rolamento
MONTAGEM E DESMONTAGEM
Injeção de óleo e Porca Hidráulica
DEMONSTRAÇÃO
Mancais de Rolamento MONTAGEM E DESMONTAGEM Rolamentos de uma carreira de esferas de contato angular
Mancais de Rolamento
MONTAGEM E DESMONTAGEM
Rolamentos de uma carreira de esferas de contato angular
as linhas de carga ficam paralelas e as
cargas radiais e axiais são
uniformemente divididas entre os
rolamentos. No entanto, o conjunto de
rolamentos somente pode suportar
cargas axiais atuantes em uma direção.
Se houver cargas axiais atuantes na
direção oposta, ou se houver cargas
combinadas, será necessário
acrescentar um terceiro rolamento
ajustado contra o par disposto em
tandem.
Mancais de Rolamento MONTAGEM E DESMONTAGEM Rolamentos de uma carreira de esferas de contato angular
Mancais de Rolamento
MONTAGEM E DESMONTAGEM
Rolamentos de uma carreira de esferas de contato angular
As linhas de carga dos rolamentos
dispostos em O divergem em direção
ao eixo do rolamento.
É possível suportar cargas axiais
atuando em ambas as direções, porém
estas serão suportadas apenas por um
rolamento em cada direção.
Os rolamentos dispostos em O
proporcionam um arranjo relativamente
rígido e também podem suportar
momentos de inclinação.
Mancais de Rolamento MONTAGEM E DESMONTAGEM Rolamentos de uma carreira de esferas de contato angular
Mancais de Rolamento
MONTAGEM E DESMONTAGEM
Rolamentos de uma carreira de esferas de contato angular
As linhas de carga dos rolamentos
dispostos em X convergem em direção
ao eixo do rolamento.
É possível suportar cargas axiais
atuando em ambas as direções, porém
estas serão suportadas apenas por um
rolamento em cada direção.
O arranjo em questão não é tão rígido
quanto a disposição em O, e também é
menos adequado para suportar
momentos de inclinação.
Mancais de Rolamento MONTAGEM E DESMONTAGEM Instalação por Aquecimento Os grandes rolamentos exigem uma grande
Mancais de Rolamento
MONTAGEM E DESMONTAGEM
Instalação por Aquecimento
Os grandes rolamentos exigem uma grande força de
prensagem, dificultando a execução do trabalho de instalação; em
virtude disto, o emprego da dilatação do rolamento por
aquecimento em banho de óleo é bastante difundido. Este método
evita a aplicação de qualquer esforço desnecessário ao rolamento
e, ao mesmo tempo, permite uma instalação bastante rápida.
A temperatura de aquecimento pode ser definida em função da
dimensão do rolamento e a interferência prevista, baseando-se
referencialmente na tabela a seguir.
Mancais de Rolamento MONTAGEM E DESMONTAGEM Instalação por Aquecimento A temperatura de aquecimento pode ser
Mancais de Rolamento
MONTAGEM E DESMONTAGEM
Instalação por Aquecimento
A temperatura de aquecimento pode ser definida em função da dimensão
do rolamento e a interferência prevista, baseando-se referencialmente na figura
abaixo.
265
Mancais de Rolamento MONTAGEM E DESMONTAGEM Instalação por Aquecimento As precauções que se devem tomar
Mancais de Rolamento
MONTAGEM E DESMONTAGEM
Instalação por Aquecimento
As precauções que se devem tomar quando do emprego de aquecimento
são as seguintes:
(a)
Não aquecer o rolamento acima de 120°C.
(b)
Para evitar o contato do rolamento no fundo do tanque, deve ser estudado o
uso de uma tela de suporte ou mantê-lo suspenso.
(c) Aquecer o rolamento cerca de 20 ~ 30°C acima da requerida, para que a
instalação não seja dificultada pelo esfriamento do anel interno.
(d) Após a instalação, o rolamento esfria e contrai também na largura, por isto, o
rolamento deve ser pressionado firmemente contra o encosto no eixo com a porca
ou ferramenta apropriada, de modo a evitar folga entre o rolamento e o encosto
Mancais de Rolamento MONTAGEM E DESMONTAGEM Instalação por Aquecimento Dispositivos de Aquecimento
Mancais de Rolamento
MONTAGEM E DESMONTAGEM
Instalação por Aquecimento
Dispositivos de Aquecimento
Mancais de Rolamento MONTAGEM E DESMONTAGEM Desmontagem Os rolamentos podem ser removidos para inspeções periódicas,
Mancais de Rolamento
MONTAGEM E DESMONTAGEM
Desmontagem
Os rolamentos podem ser removidos para inspeções periódicas, para
substituição ou para outras finalidades. Nos casos da reutilização destes
rolamentos, ou em casos da necessidade de inspecionar as condições dos
rolamentos, a remoção deve ser feita com os mesmos cuidados dos da
instalação, para não danificar os componentes ou o rolamento.
Especialmente, a remoção dos rolamentos ajustados com interferência,
o trabalho se torna difícil, por isto, na fase de projeto deve ser estudada
suficientemente a configuração dos conjugados para facilitar a remoção.
Conforme a necessidade, é importante desenhar e deixar fabricado o dispositivo
de remoção.
A remoção deve ser planejada estudando no desenho, as condições de
ajuste, a seqüência e o método de remoção, visando uma perfeita e segura
execução do trabalho.
Mancais de Rolamento MONTAGEM E DESMONTAGEM Dispositivos para Remoção
Mancais de Rolamento
MONTAGEM E DESMONTAGEM
Dispositivos para Remoção
Mancais de Rolamento MONTAGEM E DESMONTAGEM Dispositivos para Remoção 270
Mancais de Rolamento
MONTAGEM E DESMONTAGEM
Dispositivos para Remoção
270
Mancais de Rolamento MONTAGEM E DESMONTAGEM Dispositivos para Remoção - Hidráulico
Mancais de Rolamento
MONTAGEM E DESMONTAGEM
Dispositivos para Remoção - Hidráulico
Mancais de Rolamento MONTAGEM E DESMONTAGEM Remoção do Anel Externo A remoção de um anel
Mancais de Rolamento
MONTAGEM E DESMONTAGEM
Remoção do Anel Externo
A remoção de um anel externo ajustado com interferência pode ser
efetuada pelo auxílio de parafusos em vários furos roscados previamente
efetivados, em disposição circunferencial; a remoção deve ser efetuada
apertando uniformemente os parafusos. Os furos roscados enquanto não
estiverem em uso deverão ficar lacrados com bujões.
No caso de rolamentos separáveis, como os de rolos cônicos, alguns rasgos
podem ser efetivados no encosto do alojamento, conforme figura a seguir, para
sacar o anel externo pelo auxílio de um apoio e prensa ou com batidas leves.
Mancais de Rolamento MONTAGEM E DESMONTAGEM Remoção do Anel Externo
Mancais de Rolamento
MONTAGEM E DESMONTAGEM
Remoção do Anel Externo
Mancais de Rolamento MONTAGEM E DESMONTAGEM Remoção do Anel Interno
Mancais de Rolamento
MONTAGEM E DESMONTAGEM
Remoção do Anel Interno
Mancais de Rolamento MONTAGEM E DESMONTAGEM Remoção de Rolamentos com Furo Cônico
Mancais de Rolamento
MONTAGEM E DESMONTAGEM
Remoção de Rolamentos com Furo Cônico
Mancais de Rolamento MONTAGEM E DESMONTAGEM Remoção de Rolamentos com Furo Cônico O COMPORTAMENTO DO
Mancais de Rolamento
MONTAGEM E DESMONTAGEM
Remoção de Rolamentos com Furo Cônico
O COMPORTAMENTO DO PROFISSIONAL É QUE FAZ A DIFERENÇA
Mancais de Rolamento LUBRIFICAÇÃO DE ROLAMENTOS Os objetivos da lubrificação dos rolamentos são a redução
Mancais de Rolamento
LUBRIFICAÇÃO DE ROLAMENTOS
Os objetivos da lubrificação dos rolamentos são a redução do atrito e do
desgaste interno para evitar o superaquecimento.
Os efeitos da lubrificação são os seguintes:
(1) Redução do Atrito e Desgaste: O contato metálico entre os anéis, corpos rolantes
e a gaiola, que são os componentes básicos, é evitado por uma película de óleo que
reduz o atrito e o desgaste.
(2) Prolongamento da Vida de Fadiga: A vida de fadiga dos rolamentos é prolongada,
quando estiverem lubrificados suficientemente nas superfícies de contato rotativo
durante o giro. Inversamente, a baixa viscosidade do óleo implicará na insuficiência
da película lubrificante diminuindo a vida.
(3) Dissipação do Calor de Atrito, Resfriamento: O método de lubrificação como o de
circulação de óleo evita a deterioração do óleo lubrificante e previne o aquecimento
do rolamento, resfriando e dissipando através do óleo, o calor originado no atrito ou
o calor de origem externa.
(4) Outros: A lubrificação adequada apresenta também, resultados em evitar que
partículas estranhas penetrem no interior do rolamento, além de prevenir a oxidação
e a corrosão.
Mancais de Rolamento LUBRIFICAÇÃO DE ROLAMENTOS Lubrificação a Graxa (1) Quantidade de Graxa Inserida no
Mancais de Rolamento
LUBRIFICAÇÃO DE ROLAMENTOS
Lubrificação a Graxa
(1) Quantidade de Graxa Inserida no Alojamento
A quantidade de graxa a ser inserida no alojamento difere de acordo
com as condições como: a rotação do rolamento, a configuração do alojamento,
o espaço vazio, tipo de graxa e o ambiente. Nas aplicações de rolamentos como
nos fusos de máquinas-ferramentas, onde o aumento de temperatura desagrada
ao extremo, a graxa é inserida em quantidade menor. A quantidade referencial
para os casos normais será conforme o abaixo.
Inicialmente, o rolamento deverá ser preenchido suficientemente com a
graxa, oportunidade em que deve ser forçada a entrada da graxa em pontos
como a superfície de guia da gaiola; posteriormente, em relação ao espaço vazio
que fica no interior do alojamento, já com o rolamento e o eixo posicionados,
deve ser preenchido aproximadamente, de 1/2 ~ 2/3 do espaço, para rotações
abaixo de 50% do limite, e de 1/3 ~ 1/2 do espaço, para rotações acima de 50% do
limite de rotação das tabelas dimensionais.
278
Mancais de Rolamento LUBRIFICAÇÃO DE ROLAMENTOS (2) Relubrificação A graxa, uma vez aplicada, geralmente não
Mancais de Rolamento
LUBRIFICAÇÃO DE ROLAMENTOS
(2) Relubrificação
A graxa, uma vez aplicada, geralmente não requer relubrificação por um
longo período de tempo, mas dependendo das condições de operação, há casos
em que se faz necessário relubrificar freqüentemente ou substituir à graxa.
Conseqüentemente, em tais casos, o alojamento deve ser projetado de
forma a facilitar a complementação ou a troca da graxa.
Quando os intervalos de relubrificação forem breves, providenciar furos
de relubrificação e drenagem em posições adequadas no alojamento, para
possibilitar que
a graxa deteriorada possa ser substituída por graxa nova.
279
Mancais de Rolamento LUBRIFICAÇÃO DE ROLAMENTOS (3) Intervalo de Relubrificação com a Graxa A graxa
Mancais de Rolamento
LUBRIFICAÇÃO DE ROLAMENTOS
(3) Intervalo de Relubrificação com a Graxa
A graxa por melhor que seja, junto com o passar do tempo, terá as
condições naturais deterioradas, diminuindo as propriedades lubrificantes,
conseqüentemente torna-se necessário efetuar a relubrificação.
Os intervalos de relubrificação com a graxa em termos de tempo de trabalho são
indicados no próximo slide , que são valores referenciais aproximados. Os valores
são válidos para temperatura do rolamento inferior a 70°C, acima desta
temperatura, a cada aumento de 15°C é necessário que o intervalo de
relubrificação seja reduzido pela metade.
280
Mancais de Rolamento LUBRIFICAÇÃO DE ROLAMENTOS 281
Mancais de Rolamento
LUBRIFICAÇÃO DE ROLAMENTOS
281
Mancais de Rolamento LUBRIFICAÇÃO DE ROLAMENTOS Lubrificação a Óleo (1) Lubrificação por Banho de Óleo
Mancais de Rolamento
LUBRIFICAÇÃO DE ROLAMENTOS
Lubrificação a Óleo
(1) Lubrificação por Banho de Óleo
A lubrificação por banho de óleo é o método mais comum de lubrificação,
sendo amplamente utilizada em rotações baixas ou médias. O nível de óleo,
por norma, deve ficar no centro do corpo rolante na posição mais baixa;
desejável dispor de um visor para poder confirmar com facilidade o nível de
óleo.
(2) Lubrificação por Gotejamento
A lubrificação por gotejamento é um método amplamente utilizado em
pequenos rolamentos de esferas que operem em rotações relativamente altas;
o óleo fica no copo conta-gotas, o gotejamento do óleo é ajustado por um
parafuso no topo do lubrificador.
282
Mancais de Rolamento LUBRIFICAÇÃO DE ROLAMENTOS Lubrificação por banho e gotejamento
Mancais de Rolamento
LUBRIFICAÇÃO DE ROLAMENTOS
Lubrificação por banho e gotejamento
Mancais de Rolamento LUBRIFICAÇÃO DE ROLAMENTOS (3) Lubrificação por Salpico A lubrificação por salpico é
Mancais de Rolamento
LUBRIFICAÇÃO DE ROLAMENTOS
(3) Lubrificação por Salpico
A lubrificação por salpico é um método de lubrificação do rolamento com
os respingos arremessados por engrenagens ou por anéis giratórios, próximos do
rolamento, sem que este mergulhe diretamente no óleo; amplamente utilizado em
transmissões e diferenciais de veículos automotivos
284
Mancais de Rolamento LUBRIFICAÇÃO DE ROLAMENTOS (4) Lubrificação por Circulação A lubrificação por circulação
Mancais de Rolamento
LUBRIFICAÇÃO DE ROLAMENTOS
(4) Lubrificação por Circulação
A lubrificação por circulação de óleo é largamente adotada em solicitações
onde há necessidade de efetuar o resfriamento das partes do rolamento, como em
aplicações de alta rotação que geram o aumento de temperatura pelo atrito, ou
também em casos do calor de origem externa.
Mancais de Rolamento LUBRIFICAÇÃO DE ROLAMENTOS (5) Lubrificação por Jato A lubrificação por jato de
Mancais de Rolamento
LUBRIFICAÇÃO DE ROLAMENTOS
(5) Lubrificação por Jato
A lubrificação por jato de óleo é freqüentemente utilizada em rolamentos
para altas rotações, por exemplo, os motores a jato, onde o valor do dmn (diâmetro
médio – mm x rotação – rpm ) ultrapassa 1.000.000.
O sistema consiste em injetar o óleo lubrificante sob determinada pressão,
através de um ou mais bicos injetores, fazendo o óleo passar pelo interior do
rolamento.
286
Mancais de Rolamento LUBRIFICAÇÃO DE ROLAMENTOS (6) Lubrificação por Névoa de Óleo A lubrificação por
Mancais de Rolamento
LUBRIFICAÇÃO DE ROLAMENTOS
(6) Lubrificação por Névoa de Óleo
A lubrificação por nevoa de óleo é um método que consiste em transportar
o óleo lubrificante com o ar, em forma de névoa para borrifar o rolamento. As
principais vantagens do método de lubrificação por névoa de óleo são:
(a) Devido a pequena quantidade de óleo, a resistência de agitação é reduzida,
sendo adequada para altas rotações.
(b) Devido ao reduzido vazamento de óleo, a contaminação das instalações e do
produto são menores.
(c) Devido a contínua lubrificação com um óleo novo, a vida do rolamento pode ser
prolongada.
287
Mancais de Rolamento LUBRIFICAÇÃO DE ROLAMENTOS Variação da Temperatura x Viscosidade 288
Mancais de Rolamento
LUBRIFICAÇÃO DE ROLAMENTOS
Variação da Temperatura x Viscosidade
288
Mancais de Rolamento LUBRIFICAÇÃO DE ROLAMENTOS Seleção de óleo lubrificante x temperatura 289
Mancais de Rolamento
LUBRIFICAÇÃO DE ROLAMENTOS
Seleção de óleo lubrificante x temperatura
289
Mancais de Rolamento LUBRIFICAÇÃO DE ROLAMENTOS Viscosidade necessária conforme tipo de rolamento
Mancais de Rolamento
LUBRIFICAÇÃO DE ROLAMENTOS
Viscosidade necessária conforme tipo de rolamento
Mancais de Rolamento SISTEMAS DE VEDAÇÕES NOS ROLAMENTOS Sistemas de vedações são mecanismos pelos quais
Mancais de Rolamento
SISTEMAS DE VEDAÇÕES NOS ROLAMENTOS
Sistemas de vedações são mecanismos pelos quais se
evitam a penetração de elementos nocivos aos rolamentos, como a
sujeira, a umidade e partículas metálicas, e por outro lado impedem
o vazamento do lubrificante.
Conseqüentemente, o sistema de vedação, deve nas
variadas condições de utilização desempenhar continuamente o
objetivo de proteger e vedar, não devendo ser a causa de atrito
anormal ao superaquecimento; devem ao mesmo tempo apresentar
facilidade na remoção, instalação e manutenção.
Mancais de Rolamento SISTEMAS DE VEDAÇÕES NOS ROLAMENTOS
Mancais de Rolamento
SISTEMAS DE VEDAÇÕES NOS ROLAMENTOS
Mancais de Rolamento SISTEMAS DE VEDAÇÕES NOS ROLAMENTOS 293
Mancais de Rolamento
SISTEMAS DE VEDAÇÕES NOS ROLAMENTOS
293
Mancais de Rolamento ESTOCAGEM E MANUSEIO DOS ROLAMENTOS O material de conservação e a embalagem
Mancais de Rolamento
ESTOCAGEM E MANUSEIO DOS ROLAMENTOS
O material de conservação e a embalagem dos rolamentos são combinados
para manter as características dos rolamentos pelo maior tempo possível. Para
tanto, também é preciso que se cumpram determinadas condições para a
armazenagem e o manuseio.
Durante a armazenagem não podem atuar meios agressivos como por ex:
gases, névoa ou aerosóis de ácidos, lixívias ou sais. Também deverá ser evitada a
luz solar direta, pois, além da ação nefasta dos raios ultra-violetas, também pode
influir nas variações de temperatura na embalagem. Para evitar a formação de água
por condensação são permitidas:
– Temperaturas de + 6 a + 25 °C, por curto tempo 30 °C
– Diferenças de temperaturas diurnas/noturnas ≤ 8 K
– Umidade relativa do ar ≤ 65%
Mancais de Rolamento Prazos permitidos para a armazenagem dos rolamentos Sob conservação normal, os rolamentos
Mancais de Rolamento
Prazos permitidos para a armazenagem dos rolamentos
Sob conservação normal, os rolamentos podem ser guardados até cinco
anos, se forem cumpridas as condições citadas anteriormente. Caso contrário
pode ser esperado um prazo de armazenagem mais curto.
Se o prazo de armazenagem for ultrapassado, é recomendado, antes da
utilização do rolamento, efetuar uma inspeção sobre o seu estado de conservação
e de eventual corrosão.
Uma conservação especial, que permite uma armazenagem por períodos
mais longos ou mais curtos do que a normal é aplicada em casos especiais.
Os rolamentos vedados de ambos os lados (.2ZR) ou com anéis de
vedação (.2RSR), desde que possível, não devem ser armazenados por mais tempo
que o limite do prazo. As graxas de seu preenchimento podem alterar as suas
propriedades físicoquímicas por envelhecimento. Mesmo que a capacidade
mínima de rendimento fique conservada, as reservas de segurança da graxa
lubrificante podem ter sido diminuídas.
295
Elementos de Apoio Marque com um X a resposta correta. O mancal tem a função
Elementos de Apoio
Marque com um X a resposta correta.
O mancal tem a função de suporte ou guia para
apoiar:
a) ( ) molas;
b) ( ) conjuntos;
c) ( ) rodas;
d) ( ) eixos.
X
Elementos de Apoio Marque com um X a resposta correta. Dependendo do tipo de atrito,
Elementos de Apoio
Marque com um X a resposta correta.
Dependendo do tipo de atrito, os mancais podem
ser:
a) ( ) de rolamento ou retenção;
b) ( ) de deslizamento ou rotação;
c) ( ) de rolamento ou fixação;
d) ( ) de deslizamento ou rolamento.
X
Elementos de Apoio Marque com um X a resposta correta. Em máquinas pesadas ou equipamentos
Elementos de Apoio
Marque com um X a resposta correta.
Em máquinas pesadas ou equipamentos de baixa
rotação, são usados mancais do seguinte tipo:
a) ( ) de deslizamento;
X
b) ( ) de rolamento;
c) ( ) de fixação;
d) ( ) de retenção.
Elementos de Apoio Marque com um X a resposta correta. São elementos rolantes: a) (
Elementos de Apoio
Marque com um X a resposta correta.
São elementos rolantes:
a) ( ) roletes, rodas, agulhas;
b) ( ) esferas, roletes, agulhas;
X
c) ( ) agulhas, esferas, molas;
d) ( ) esferas, agulhas, arruelas.
Elementos de Apoio Marque com um X a resposta correta. De acordo com as forças
Elementos de Apoio
Marque com um X a resposta correta.
De acordo com as forças que suportam os
rolamentos podem ser:
a) ( ) mistos, radiais, laterais;
b) ( ) axiais, mistos, laterais;
c) ( ) radiais, axiais, mistos;
X
d) ( ) laterais, radiais, angulares.
Elementos de Apoio Marque com um X a resposta correta. Para selecionar rolamentos, deve-se considerar,
Elementos de Apoio
Marque com um X a resposta correta.
Para
selecionar
rolamentos,
deve-se
considerar,
principalmente:
a) ( ) diâmetros, largura, medidas do eixo, ângulos;
b) ( ) largura, diâmetros, comprimento, espessura;
c) ( ) medidas do eixo, diâmetro interno e externo, largura;
X
d) ( ) comprimento, largura, diâmetros, medidas do eixo.
Elementos Elásticos
Elementos Elásticos
Molas • TIPOS DE MOLA: Os diversos tipos de molas podem ser classificados quanto à
Molas
• TIPOS DE MOLA: Os diversos tipos de molas podem ser classificados
quanto à sua forma geométrica ou segundo o modo como resistem
aos esforços.
• Quanto à forma geométrica, as molas podem ser helicoidais (forma de
hélice) ou planas.
Molas
Molas
Molas • MOLAS HELICOIDAIS A mola helicoidal é a mais usada em mecânica. Em geral,
Molas
• MOLAS HELICOIDAIS
A mola helicoidal é a mais usada em mecânica. Em geral, ela é feita de
barra de aço enrolada em forma de hélice cilíndrica ou cônica.
A barra de aço pode ter seção retangular, circular, quadrada, etc. Em geral,
a mola helicoidal é enrolada à direita. Quando a mola helicoidal for
enrolada à esquerda, o sentido da hélice deve ser indicado no desenho.
Molas • As molas helicoidais podem funcionar por compressão, por tração ou por torção. A
Molas
• As molas helicoidais podem funcionar por compressão, por tração ou
por torção. A mola helicoidal de compressão é formada por espirais.
Quando esta mola é comprimida por alguma força, o espaço entre as
espiras diminui, tornando menor o comprimento da mola.
Molas A mola helicoidal de TRAÇÃO possui ganchos nas extremidades, além das espiras. Os ganchos
Molas
A mola helicoidal de TRAÇÃO possui ganchos nas extremidades, além
das espiras. Os ganchos são também chamados de olhais. Para a mola
helicoidal
de
tração
desempenhar
sua
função,
deve
ser
esticada,
aumentando seu comprimento. Em estado de repouso, ela volta ao seu
comprimento normal.
Molas
Molas
Molas
Molas
Molas
Molas
Molas
Molas
Molas
Molas
Elementos de Transmissão
Elementos de Transmissão
Elementos de transmissão CORREIA, CORRENTES, ENGRENAGENS, RODAS DE ATRITO, ROSCAS, CABOS DE AÇO. • Com
Elementos de transmissão
CORREIA, CORRENTES, ENGRENAGENS, RODAS DE ATRITO,
ROSCAS, CABOS DE AÇO.
• Com esses elementos são montados sistemas de transmissão que
transferem potência e movimento a um outro sistema.
Na figura ao lado, a polia condutora
transmite energia e movimento à polia
conduzida.
Elementos de transmissão • ELEMENTOS DE MÁQUINA PARA TRANSMISSÃO: • Os sistemas de transmissão podem,
Elementos de transmissão
• ELEMENTOS DE MÁQUINA PARA TRANSMISSÃO:
• Os sistemas de transmissão podem, também, variar as rotações entre
dois eixos. Nesse caso, o sistema de rotação é chamado variador.
• As maneiras de variar a rotação de um eixo podem ser:
o
por engrenagens;
o
por correias;
o
por atrito.
variador por engrenagens acionado por
um motor elétrico.
Seja qual for o tipo de variador, sua função está ligada a eixos.
Elementos de transmissão • MODOS DE TRANSMISSÃO: A transmissão de força e movimento pode ser
Elementos de transmissão
• MODOS DE TRANSMISSÃO:
A transmissão de força e movimento pode ser pela forma e por atrito.
• A transmissão pela forma é assim chamada porque a forma dos
elementos transmissores.
• A transmissão por atrito possibilita uma boa centralização das peças
ligadas aos eixos.
Elementos anelares: Dois anéis cônicos
apertados entre si e que atuam ao mesmo
tempo sobre o eixo e o cubo.
Eixos e Árvores TIPOS E CARACTERÍSTICAS DE ÁRVORES A árvore pode ser maciça ou vazada
Eixos e Árvores
TIPOS E CARACTERÍSTICAS DE ÁRVORES
A árvore pode ser maciça ou vazada
Quanto a função exercida pode ser:
• Árvore de engrenagens (em que são montados mancais e
rolamentos).
• Árvore de manivelas: que transforma movimentos circulares em
movimentos retilíneos.
Quanto a superfície das árvores pode ser:
Retificada; polida ou torneada
Eixos e Árvores Para suporte de forças radiais, usam-se espigas retas, cônicas, de colar, de
Eixos e Árvores
Para
suporte
de
forças
radiais,
usam-se
espigas
retas,
cônicas, de colar, de manivela e esférica.
Eixos e Árvores
Eixos e Árvores
Eixos e Árvores Deflexão O eixo deve ser projetado com a robustez a fim de
Eixos e Árvores
Deflexão
O
eixo deve ser projetado com a robustez a fim de proporcionar a menor
deflexão possível.
Empeno e deflexão do eixo são as principais causas de redução da ida útil das
gaxetas, selos mecânicos e rolamentos.
A
prática recomenda que a deflexão do eixo no trecho da caixa de vedação
seja inferior a 0,05mm.
/
ex.
/
o a as re aç
índice de deflexão ou índice de rigidez, como parâmetros de comparação de
bombas do mesmo tipo.
L = distancia do rolamento radial ao rotor (milímetro ou polegada);
A
i
n
s r a
t
i
d
e
b
om
b
a a
d
t
l
õ
es
c
h
ama as
d
d
e
D
= diâmetro do eixo no trecho da caixa de vedação (milímetro ou polegada)
X
= distancia entre rolamentos ( milímetros ou polegadas)
/
x.
/
A
relação
é usada para eixos com rotor em balanço e a
para eixos
com rotor entre mancais
Eixos e Árvores Recomendado : L 3 / D 4 ≤ 2,4 321
Eixos e Árvores
Recomendado : L 3 / D 4 ≤ 2,4
321
Eixos e Árvores Recomendado : X . L 2 / D 4 ≤ 0,6 322
Eixos e Árvores
Recomendado : X . L 2 / D 4 ≤ 0,6
322
Eixos e Árvores Tipos de Eixo Eixos maciços: A maioria dos eixos maciços tem seção
Eixos e Árvores
Tipos de Eixo
Eixos maciços: A maioria dos eixos maciços tem seção transversal circular maciça,
com degraus ou apoios para ajuste das peças montadas sobre eles. A extremidade
do eixo é chanfrada para evitar rebarbas. As arestas são arredondadas para aliviar a
concentração de esforços.
323
Eixos e Árvores Tipos de Eixo Eixos vazados: Normalmente, as máquinas-ferramenta possuem o eixo-árvore vazado
Eixos e Árvores
Tipos de Eixo
Eixos vazados: Normalmente, as máquinas-ferramenta possuem o eixo-árvore
vazado para facilitar a fixação de peças mais longas para a usinagem. Temos
ainda os eixos vazados empregados nos motores de avião, por serem mais leves.
324
Eixos e Árvores Tipos de Eixo Eixos cônicos: Os eixos cônicos devem ser ajustados a
Eixos e Árvores
Tipos de Eixo
Eixos cônicos: Os eixos cônicos devem ser ajustados a um componente que
possua um furo de encaixe cônico. A parte que se ajusta tem um formato cônico e é
firmemente presa por uma porca. Uma chaveta é utilizada para evitar a rotação
relativa.
325
Eixos e Árvores Tipos de Eixo Eixos roscados: Esse tipo de eixo é composto de
Eixos e Árvores
Tipos de Eixo
Eixos roscados: Esse tipo de eixo é composto de rebaixos e furos roscados, o que
permite sua utilização como elemento de transmissão e também como eixo
prolongador utilizado na fixação de rebolos para retificação interna e de
ferramentas para usinagem de furos.
326
Eixos e Árvores Tipos de Eixo Eixos-árvore ranhurados: Esse tipo de eixo apresenta uma série
Eixos e Árvores
Tipos de Eixo
Eixos-árvore ranhurados: Esse tipo de eixo apresenta uma série de ranhuras
longitudinais em torno de sua circunferência. Essas ranhuras engrenam-se com
os sulcos correspondentes de peças que serão montadas no eixo. Os eixos
ranhurados são utilizados para transmitir grande força.
327
Eixos e Árvores Tipos de Eixo Eixos-árvore estriados: Assim como os eixos cônicos, como chavetas,
Eixos e Árvores
Tipos de Eixo
Eixos-árvore estriados: Assim como os eixos cônicos, como chavetas, caracterizam-
se por garantir uma boa concentricidade com boa fixação, os eixos-árvore estriados
também são utilizados para evitar rotação relativa em barras de direção de
automóveis, alavancas de máquinas etc.
328
Eixos e Árvores
Eixos e Árvores
Eixos e Árvores Os eixos e árvores, que podem ter perfis lisos ou compostos, em
Eixos e Árvores
Os eixos e árvores, que podem ter perfis lisos ou compostos, em que são
montadas as engrenagens, polias, rolamentos, volantes, manípulos etc.
Árvore: Eixo que transmite movimento e energia e suporta os esforços
gerados pela transmissão.
Eixos e Árvores Os eixos e as árvores podem ser fixos ou giratórios e sustentam
Eixos e Árvores
Os eixos e as árvores podem ser fixos ou giratórios e sustentam os
elementos de máquina.
No caso dos eixos fixos, se mantém imóvel e os elementos (engrenagens
com buchas, polias sobre rolamentos e volantes) é que giram sobre ele.
Eixos e Árvores Quando se trata de eixo-árvore giratório, o eixo se movimenta juntamente com
Eixos e Árvores
Quando se trata de eixo-árvore giratório, o eixo se movimenta juntamente
com seus elementos ou independentemente deles. eixos giram sobre
mancais.
Eixos e Árvores MATERIAL DE FABRICAÇÃO Os eixos e árvores são fabricados em aço ou
Eixos e Árvores
MATERIAL DE FABRICAÇÃO
Os eixos e árvores são fabricados em aço ou ligas de aço, pois os materiais
metálicos apresentam melhores propriedades mecânicas do que os
outros materiais. Por isso, são mais adequados para a fabricação de
elementos de transmissão:
eixos com pequena solicitação mecânica são fabricados em aço ao
carbono;
eixo-árvore de máquinas e automóveis são fabricados em aço-níquel;
eixo-árvore para altas rotações ou para bombas e turbinas são fabricados
em aço cromo-níquel;
eixo para árvores são fabricados em aço-manganês.
Quando os eixos e árvores têm finalidades específicas, podem ser fabricados
em cobre, alumínio, latão. Portanto, o material de fabricação varia de
acordo com a função dos eixos e árvores.
Polias e Correias POLIAS As polias são peças cilíndricas, movimentadas pela rotação do eixo do
Polias e Correias
POLIAS
As polias são peças cilíndricas, movimentadas pela rotação do eixo do
motor e pelas correias.
Uma polia é constituída de uma coroa ou face, na qual se enrola a correia.
A face é ligada a um cubo de roda mediante disco ou braços.
Polias e Correias Tipos de polia Os tipos de polia são determinados pela forma da
Polias e Correias
Tipos de polia
Os tipos de polia são determinados pela forma da superfície na qual a
correia se assenta. Elas podem ser planas ou trapezoidais.
Polias planas podem apresentar dois formatos na sua superfície de
contato. Essa superfície pode ser plana ou abaulada.
A polia plana conserva melhor as correias, e a polia com superfície
abaulada guia melhor as correias
Polias e Correias A polia trapezoidal recebe esse nome porque a superfície na qual a
Polias e Correias
A polia trapezoidal recebe esse nome porque a superfície na qual a correia
se assenta apresenta a forma de trapézio. As polias trapezoidais devem
ser providas de canaletas (ou canais) e são dimensionadas de acordo
com o perfil padrão da correia a ser utilizada.
•As
polias apresentam
braços a partir de 200 mm de
diâmetro.
• Abaixo desse valor, a coroa
é ligada ao cubo por meio de
discos.
Polias e Correias Tipos de polias
Polias e Correias
Tipos de polias
Polias e Correias MATERIAL DAS POLIAS Os materiais que se empregam para a construção das
Polias e Correias
MATERIAL DAS POLIAS
Os materiais que se empregam para a construção das polias
são ferro fundido (o mais utilizado), aços, ligas leves e
materiais sintéticos. A superfície da polia não deve
apresentar porosidade, pois, do contrário, a correia irá se
desgastar rapidamente.
Polias e Correias CORREIAS As correias mais usadas são planas e as trapezoidais. A correia
Polias e Correias
CORREIAS
As correias mais usadas são planas e as trapezoidais. A correia em “V”
ou trapezoidal é inteiriça, fabricada com seção transversal em forma de
trapézio. É feita de borracha revestida de lona e é formada no seu
interior por cordonéis vulcanizados para suportar as forças de tração
Polias e Correias
Polias e Correias
Polias e Correias
Polias e Correias
Polias e Correias
Polias e Correias
Polias e Correias
Polias e Correias
Polias e Correias
Polias e Correias
Correntes
Correntes
Correntes
Correntes
Cabos
Cabos
Cabos
Cabos
Cabos
Cabos
Cabos
Cabos
Cabos
Cabos
Cabos
Cabos
Cabos
Cabos
Cabos
Cabos
Cabos
Cabos
Cabos
Cabos
Engrenagens ENGRENAGENS: São rodas com dentes padronizados que servem para transmitir movimento e força entre
Engrenagens
ENGRENAGENS:
São
rodas
com
dentes
padronizados que servem para
transmitir movimento e força entre
dois eixos.
Muitas vezes, as engrenagens
são usadas para variar o número
de rotações e o sentido da
rotação de um eixo para o outro.
Engrenagens PARTES DE UMA ENGRENAGEN
Engrenagens
PARTES DE UMA ENGRENAGEN
Engrenagens TIPOS DE CORPOS
Engrenagens
TIPOS DE CORPOS
Engrenagens DENTES: são um dos elementos mais importantes das engrenagens. Observe, no detalhe, as partes
Engrenagens
DENTES:
são um dos elementos mais importantes das engrenagens.
Observe, no detalhe, as partes principais do dente de
engrenagem.
Engrenagens Para produzir o movimento de rotação as rodas devem estar engrenadas. As rodas se
Engrenagens
Para
produzir
o
movimento
de
rotação
as
rodas
devem
estar
engrenadas.
As
rodas
se
engrenam
quando
os
dentes
de
uma
engrenagem se encaixam nos vãos dos dentes da outra engrenagem.
Engrenagens Quando um par de engrenagens tem rodas de tamanhos diferentes, a engrenagem maior chama-se
Engrenagens
Quando um par de engrenagens tem rodas de tamanhos diferentes, a
engrenagem maior chama-se coroa e a menor chama-se pinhão.
Os materiais mais usados na fabricação de engrenagens são: aço-liga fundido,
ferro fundido, cromo-níquel, bronze fosforoso, alumínio, náilon.
Engrenagens Tipos de engrenagem Existem vários tipos de engrenagem, que são escolhidos de acordo com
Engrenagens
Tipos de engrenagem
Existem vários tipos de engrenagem, que são escolhidos de acordo com sua função
Engrenagens cilíndricas: Têm a forma de cilindro e podem ter dentes retos ou
helicoidais (inclinados).
engrenagem com dentes retos
engrenagem com dentes helicoidais
Engrenagens Engrenagens Cilíndricas Os dentes helicoidais são paralelos entre si mas oblíquos em relação ao
Engrenagens
Engrenagens Cilíndricas
Os dentes helicoidais são paralelos entre si mas oblíquos em relação ao eixo da
engrenagem.
Os dentes retos são paralelos entre si e paralelos ao eixo da engrenagem.
As engrenagens cilíndricas servem para transmitir rotação entre eixos paralelos,
como mostram os exemplos.
Engrenagens Engrenagens cilíndricas com dentes helicoidais transmitem também rotação entre eixos reversos (não
Engrenagens
Engrenagens cilíndricas com dentes helicoidais
transmitem também rotação entre eixos reversos (não paralelos). Elas funcionam
mais suavemente que as engrenagens cilíndricas com dentes retos e, por isso, o
ruído é menor.
Engrenagens Engrenagens Cônicas Engrenagens cônicas são aquelas que têm forma de tronco de cone. As
Engrenagens
Engrenagens Cônicas
Engrenagens cônicas são aquelas que têm forma de tronco de cone. As
engrenagens cônicas podem ter dentes retos ou helicoidais.
As engrenagens cônicas transmitem rotação entre eixos concorrentes. Eixos
concorrentes são aqueles que vão se encontrar em um mesmo ponto, quando
prolongados.
Engrenagens Exemplos de emprego de engrenagens cônicas com dentes retos.
Engrenagens
Exemplos de emprego de engrenagens cônicas com dentes retos.
Engrenagens Engrenagens helicoidais Engrenagem para rosca sem-fim É usada quando se deseja uma redução de
Engrenagens
Engrenagens helicoidais
Engrenagem para rosca sem-fim É usada quando se
deseja
uma
redução
de
velocidade
na
transmissão
do
movimento.
Engrenagens Cremalheira É uma barra provida de dentes, destinada a engrenar uma roda dentada. Com
Engrenagens
Cremalheira
É uma barra provida de dentes, destinada a engrenar uma roda dentada.
Com esse sistema, pode-se transformar movimento de rotação em
movimento retilíneo e vice-versa.
Engrenagens Tipos de Cremalheira Há dois tipos de cremalheira: As cremalheiras de dentes inclinados acoplam-se
Engrenagens
Tipos de Cremalheira
Há dois tipos de cremalheira: As cremalheiras de dentes inclinados
acoplam-se a rodas helicoidais e as cremalheiras de dentes
perpendiculares engrenam-se com as rodas de dentes retos.
ACOPLAMENTOS Acoplamento é um conjunto mecânico empregado na transmissão de movimento de rotação entre duas
ACOPLAMENTOS
Acoplamento é um conjunto mecânico empregado na
transmissão de movimento de rotação entre duas árvores ou
eixos-árvore.
Emprega-se o acoplamento quando se deseja transmitir
um momento de rotação (movimento de rotação e forças) de um
eixo motor a outro elemento de máquina situado coaxialmente a
ele
ACOPLAMENTOS • Existem fundamentalmente duas famílias de acoplamentos: • ACOPLAMENTOS RIGIDOS próprios para a
ACOPLAMENTOS
• Existem fundamentalmente duas famílias
de acoplamentos:
• ACOPLAMENTOS RIGIDOS
próprios para a transmissão de grande potência
em baixa velocidade
• ACOPLAMENTOS FLEXIVEIS
permitem o funcionamento do conjunto com
pequenos desalinhamentos.
Acoplamentos Acoplamento Rígido com Flanges Parafusados: Esse tipo de acoplamento é utilizado quando se pretende
Acoplamentos
Acoplamento Rígido com Flanges Parafusados: Esse tipo de
acoplamento é utilizado quando se pretende conectar árvores, e é
próprio para a transmissão de grande potência em baixa
velocidade.
Acoplamentos Acoplamento com Luva de Compressão ou de Aperto: Esse tipo de luva facilita a
Acoplamentos
Acoplamento com Luva de Compressão ou de Aperto: Esse tipo
de luva facilita a manutenção de máquinas e equipamentos, com a vantagem
de não interferir no posicionamento das árvores, podendo ser montado e
removido sem problemas de alinhamento. Tais luvas devem ser construídas de
modo que não apresentem saliências ou que estas estejam totalmente cobertas,
para evitar acidentes. A união das luvas ou flanges à árvore é feita por chaveta,
encaixe com interferência ou cones.
Acoplamentos Acoplamentos Elásticos ou Permanentes Flexíveis: Esses elementos tornam mais suave a transmissão do
Acoplamentos
Acoplamentos Elásticos ou Permanentes Flexíveis:
Esses elementos tornam mais suave a transmissão do
movimento em árvores que tenham movimentos bruscos, e
permitem o funcionamento do conjunto com pequeno
desalinhamento paralelo, angular e axial entre as árvores.
Vale lembrar que os catálogos dos fabricantes indicam o maximo
desalinhamento geometricamente possível no acoplamento.
Permanece a necessidade de alinhar dentro de tolerâncias mais
restritas. Alguns fabricantes já recomendam não ultrapassar o
10% do maximo valor indicado.
Acoplamentos Flexiveis de Elastomeros • Vantagens: • Desvantagens • Dispensam lubrificaçao • Menor
Acoplamentos Flexiveis
de Elastomeros
• Vantagens:
• Desvantagens
• Dispensam lubrificaçao
• Menor resistencia a produtos
quimicos
• Acomodam maiores
desalinhamentos
• Limitaçoes em altas
temperaturas (max.95°C)
• Possuem elasticidade torcional
• Maior desgaste
• Absorvem vibraçoes e
choques
• Limitaçoes de torque
• De facil manutençao
• Menores tamanhos
• Baixo custo
• Inadequados para altas
velocidades
Acoplamentos Flexíveis Acoplamento Elástico de Garras: As garras, constituídas por tocos de borracha, encaixam-se nas
Acoplamentos Flexíveis
Acoplamento Elástico de Garras: As garras, constituídas por
tocos de borracha, encaixam-se nas aberturas do contra-disco e
transmitem o movimento de rotação.
Acoplamentos Flexiveis Acoplamento tipo Wrapflex - FALK Sequencia de montagem O elemento elastico è aberto
Acoplamentos Flexiveis
Acoplamento tipo Wrapflex - FALK
Sequencia de montagem
O elemento elastico è aberto e permite uma rapida e facil substituiçao
sem a necessidade de movimentar os equipamentos, preservando
assim o alinhamento.
Acoplamentos Acoplamento Elástico de Pinos: Os elementos transmissores são pinos de aço com mangas de
Acoplamentos
Acoplamento Elástico de Pinos: Os elementos transmissores
são pinos de aço com mangas de borracha.
Acoplamentos Acoplamento Perflex (tipo Pneu): Os discos de acoplamento são unidos perifericamente por uma ligação
Acoplamentos
Acoplamento Perflex (tipo Pneu): Os discos de acoplamento são unidos
perifericamente por uma ligação de borracha apertada por anéis de pressão.
Esse acoplamento permite o jogo longitudinal de eixos.
Acoplamentos Flexiveis ABSORVE DESALINHAMENTOS O desalinhamento é a causa de 50% dos colapsos de rolamentos,
Acoplamentos Flexiveis
ABSORVE DESALINHAMENTOS
O
desalinhamento é a causa de 50% dos colapsos de rolamentos, pois
os
elementos de máquina (não só rolamentos, mas também selos,
retentores, engrenagens) normalmente não estão preparados para a
flexão induzida no eixo. Mesmo em valores residuais há esses esforços.
O Acoplamento Antares, por ser flexível, absorve desalinhamentos
reduzindo o esforço e aumentando a vida dos componentes.
SIMETRIA/SEGURANÇA/BALANCEAMENTO
Não apresentando cortes no centro elástico, o balanceamento é
sempre o mesmo e a segurança do usuário é total.
DISPENSA LUBRIFICAÇÃO
Acoplamentos Flexiveis ISOLAMENTO DA CORRENTE DE FUGA Garante uma perfeita isolação elétrica entre os eixos,
Acoplamentos Flexiveis
ISOLAMENTO DA CORRENTE DE FUGA
Garante uma perfeita isolação elétrica entre os eixos, evitando, com isso,
uma importante causa de colapso de rolamentos.
MANUTENÇÃO SIMPLES
A manutenção é mais rápida: apenas três peças compõem o produto. A
tolerância de alinhamento é maior e o centro
elástico tem uma alta durabilidade. Não é necessário mover o motor para a
substituição.
AMORTECIMENTO DE VIBRAÇÕES E CHOQUES
A média de isolamento de vibrações transmitidas de um lado ao outro do
sistema é na ordem de 70%, o que reverte em maior vida ao equipamento ou
máquina.
ANTAC
Linha de acoplamentos com polímeros ainda mais resistentes, para aplicação
em ambientes adversos capazes de suportar a agressividade de ácidos
(inclusive ácido nítrico); óleos, graxas e derivados diretos do petróleo;
solventes polares, temperaturas excessivamente elevadas e intempéries.
Acoplamentos Os acoplamentos flexíveis de lâminas: Utilizados na ligação de eixos rotativos com desalinhamentos
Acoplamentos
Os acoplamentos flexíveis de lâminas:
Utilizados na ligação de eixos rotativos com desalinhamentos
normalmente inevitáveis, tanto radiais como axiais.
Por serem torcionalmente rígidos, são indicados para trabalhos
com a necessidade de sincronismo torcional e a ambientes
agressivos a elastômeros, podendo trabalhar nas temperaturas
entre -40°C a 280°C.
Acoplamentos Os acoplamentos flexíveis de lâminas: Por serem de construção simples, a remoção radial do
Acoplamentos
Os acoplamentos flexíveis de lâminas:
Por serem de construção simples, a remoção radial do jogo de
laminas permite a rápida e fácil manutenção sem se deslocar as
maquinas acopladas.
Acoplamentos de Laminas • A correta instalação e alinhamento dos acoplamentos são essenciais para uma
Acoplamentos de Laminas
• A correta instalação e alinhamento dos acoplamentos são essenciais para
uma performance confiável das máquinas.
Na montagem e alinhamento recomenda-se que os valores de alinhamento inicial
não excedam a 10% dos valores máximos da tabela do fabricante.
• Ajustar cuidadosamente o GAP axial ( distancia BE ) !!!
Acoplamentos de Laminas • Vantagens dos Acoplamentos de Lâminas • Aplicaçoes • Isento de lubrificação.
Acoplamentos de Laminas
• Vantagens dos Acoplamentos de
Lâminas
• Aplicaçoes
• Isento de lubrificação.
• bombas centrífugas
• Alta confiabilidade.
• Compressores
• Manutenção reduzida.
• Ventiladores
• Sem peças de desgaste mecânico.
• Geradores
• Sem folgas.
• orres
T
d
e res r amento,
f
i
• Opera em altas temperaturas.
• Máquinas operatrizes
• Unidades flexíveis projetadas para
vida infinita.
• Máquinas de papel
e impressão
• Fácil inspeção visual.
• Alto nível de balanceamento inerente
(ISO G 6.3 ou inferior)
• Proteção anticorrosiva com
fosfatização.
• Unidades flexíveis fabricadas em aço
inox série 300 de alta resistência.
Acoplamentos Flexiveis de Diafragma Transmitem o torque do diametro externo para o diametro interno de
Acoplamentos Flexiveis de Diafragma
Transmitem o torque do diametro externo para o diametro interno de um
disco, atraves o espaçador e enfim do diametro interno para o externo. A
deformação do disco ou serie de discos acomoda o desalinhamento.
Possuem maior flexibilidade torcional e absorvem maior desalinhamento
axial dos acoplamentos de disco.
Aplicação tipica em turbinas a gas
Acoplamentos
Acoplamentos
Acoplamentos Acoplamento de Grade Elástica: Consiste de dois cubos providos de flanges ranhurados, nos quais
Acoplamentos
Acoplamento de Grade Elástica: Consiste de dois cubos
providos de flanges ranhurados, nos quais está montada uma
grade elástica que liga os cubos. O conjunto está alojado em duas
tampas providas de junta de encosto e de retentor elástico junto
ao cubo. Todo o espaço entre os
cabos e as tampas é preenchido
com graxa. Apesar de esse
acoplamento ser flexível, as
árvores devem estar bem alinhadas
no ato de sua instalação para
que não provoquem vibrações
excessivas em serviço.
Requer lubrificaçao cuidadosa!!
Elementos de Vedação Elementos de Vedação
Elementos de Vedação
Elementos de Vedação
Elementos de Vedação Conceito de vedação Vedação é o processo usado para impedir a passagem,
Elementos de Vedação
Conceito de vedação
Vedação é o processo usado para impedir a passagem, de maneira
estática ou dinâmica, de líquidos, gases e sólidos particulados (pó) de
um meio para outro.
Juntas Juntas de borracha São vedações empregadas em partes estáticas, muito usadas em equipamentos, flanges
Juntas
Juntas de borracha
São vedações empregadas em partes estáticas, muito usadas em
equipamentos, flanges etc. Podem ser fabricadas com materiais em
forma de manta e ter uma camada interna de lona (borracha lonada) ou
materiais com outro formato.
Juntas Juntas de papelão São empregadas em partes estáticas de máquinas ou equipamentos como, por
Juntas
Juntas de papelão
São empregadas em partes estáticas de máquinas ou equipamentos
como, por exemplo, nas tampas de caixas de engrenagens. Esse tipo
de junta pode ser comprada pronta ou confeccionada conforme o
formato da peça que vai utilizá-la.
Juntas Juntas metálicas São destinadas à vedação de equipamentos que operam com altas ressões e
Juntas
Juntas metálicas
São destinadas à vedação de equipamentos que operam com altas
ressões e altas temperaturas. São geralmente fabricadas em aço de
baixo teor de carbono, em alumínio, cobre ou chumbo. São
normalmente aplicadas em flanges de grande aperto ou de aperto
limitado.
Juntas Juntas de teflon Material empregado na vedação de produtos como óleo, ar e água.
Juntas
Juntas de teflon
Material empregado na vedação de produtos como óleo, ar e água. As
juntas de teflon suportam temperaturas de até 260°C.
Juntas Juntas de amianto Material empregado na vedação de fornos e outros equipamentos. O amianto
Juntas
Juntas de amianto
Material empregado na vedação de fornos e outros equipamentos. O
amianto suporta elevadas temperaturas e ataques químicos de muitos
produtos corrosivos.
Juntas Juntas de cortiça Material empregado em vedações estáticas de produtos como óleo, ar e
Juntas
Juntas de cortiça
Material empregado em vedações estáticas de produtos como óleo, ar e
água submetidos a baixas pressões. As juntas de cortiça são muito
utilizadas nas vedações de tampas de cárter, em caixas de
engrenagens, etc.
Anéis de Borracha (O ring) Anéis de borracha ( O ring) São vedadores usados em
Anéis de Borracha (O ring)
Anéis de borracha ( O ring)
São vedadores usados em partes estáticas ou dinâmicas de máquinas ou
equipamentos. Estes vedadores podem ser comprados nas dimensões
e perfis padronizados ou confeccionados colando-se, com adesivo
apropriado, as pontas de um fio de borracha com secção redonda,
quadrada ou retangular. A vantagem do anel padronizado é que nele
não existe a linha de colagem, que pode ocasionar vazamento. Os
anéis de borracha ou anéis da linha ring são bastante utilizados em
vedações dinâmicas de cilindros hidráulicos e pneumáticos que operam
à baixa velocidade.
Retentores O vedador de lábio, também conhecido pelo nome de retentor, é composto essencialmente por
Retentores
O vedador de lábio, também conhecido pelo nome de retentor, é composto
essencialmente por uma membrana elastomérica em forma de lábio e
uma parte estrutural metálica semelhante a uma mola que permite sua
fixação na posição correta de trabalho.
A função primordial de um retentor é reter óleo, graxa e outros produtos
que devem ser mantidos no interior de uma máquina ou equipamento.
Retentores O retentor é sempre aplicado entre duas peças que executam movimentos relativos entre si,
Retentores
O retentor é sempre aplicado entre duas peças que executam movimentos
relativos entre si, suportando variações de temperatura.
Retentores Elementos de um retentor básico
Retentores
Elementos de um retentor básico
Retentores • Tipos de perfis de retentores
Retentores
• Tipos de perfis de retentores
Retentores Montagem do retentor no eixo Os cantos do eixo devem ter chanfros entre 15º
Retentores
Montagem do retentor no eixo
Os cantos do eixo devem ter chanfros entre 15º e 25º para facilitar a
entrada do retentor. Não sendo possível chanfrar ou arredondar os
cantos, ou o retentor ter de passar obrigatoriamente por regiões com
roscas, ranhuras, entalhes ou outras irregularidades, recomenda-se o
uso de uma luva de proteção para o lábio. O diâmetro da luva deverá
ser compatível, de forma tal que o lábio não venha a sofrer
deformações.
Gaxetas Gaxetas são elementos mecânicos utilizados para vedar a passagem de um fluxo de fluido
Gaxetas
Gaxetas são elementos mecânicos utilizados para vedar a passagem de
um fluxo de fluido de um local para outro, de forma total ou parcial.
Os materiais usados na fabricação de gaxetas são: algodão, juta, asbesto
(amianto), náilon, teflon, borracha, alumínio, latão e cobre. A esses
materiais são aglutinados outros, tais como: óleo, sebo, graxa, silicone,
grafite, mica etc. A função desses outros materiais que são aglutinados
às gaxetas é torná-las autolubrificadas.
Gaxetas Em algumas situações, o fluxo de fluido não deve ser totalmente vedado, pois é
Gaxetas
Em algumas situações, o fluxo de fluido não deve ser
totalmente vedado, pois é necessária uma passagem
mínima de fluido com a finalidade de auxiliar a lubrificação
entre o eixo rotativo e a própria gaxeta.
A este tipo de trabalho dá-se o nome de restringimento.
O
restringimento é aplicado, por exemplo, quando se trabalha
com bomba centrífuga de alta velocidade. Nesse tipo de
bomba, o calor gerado pelo atrito entre a gaxeta e o eixo
rotativo é muito elevado e, sendo elevado, exige uma saída
controlada de fluido para minimizar o provável desgaste.
Gaxetas A caixa de gaxeta mais simples apresenta um cilindro oco onde ficam alojados vários
Gaxetas
A caixa de gaxeta mais simples apresenta um cilindro oco
onde ficam alojados vários anéis de gaxeta, pressionados
por uma peça chamada sobreposta. A função dessa peça é
manter a gaxeta alojada entre a caixa e o eixo, sob pressão
conveniente para o trabalho.
Gaxetas TIPOS DE CORTES PARA GAXETAS
Gaxetas
TIPOS DE CORTES PARA GAXETAS
Gaxetas
Gaxetas
Gaxetas Seleção da gaxeta A escolha da gaxeta adequada para cada tipo de trabalho deve
Gaxetas
Seleção da gaxeta
A escolha da gaxeta adequada para cada tipo de trabalho deve ser feita
com base em dados fornecidos pelos catálogos dos fabricantes. No
entanto, os seguintes dados deverão ser levados em consideração:
• material utilizado na confecção da gaxeta;
• dimensões da caixa de gaxeta;
• fluido líquido ou gasoso bombeado pela máquina;
• temperatura e pressão dentro da caixa de gaxeta;
• tipo de movimento da bomba (rotativo/alternativo);
• material utilizado na construção do eixo ou da haste;
• ciclos de trabalho da máquina;
• condições especiais da bomba: alta ou baixa temperatura;
• local de trabalho (submerso ou não); meio (ácido, básico, salino) a que
se encontra exposta
Gaxetas Substituição da gaxeta A gaxeta deve ser removida com um par de saca-gaxeta com
Gaxetas
Substituição da gaxeta
A gaxeta deve ser removida com um par de saca-gaxeta com tamanho
adequado. O interior da caixa de gaxeta deve ser bem limpo. O grau de
limpeza poderá ser verificado com o auxílio de um espelho ou lâmpada,
caso seja necessário.
Gaxetas Caso não exista uma gaxeta padronizada, deve-se substituí-la por uma em forma de corda,
Gaxetas
Caso não exista uma gaxeta padronizada, deve-se substituí-la por uma em
forma de corda, tomando cuidado em seu corte e montagem. O corte
deverá ser a 45° para que haja uma vedação. A gaxeta deverá ser
montada escalonadamente para que não ocorra uma coincidência dos
cortes ou emendas, evitando assim possíveis vazamentos.
Selos Mecânicos O selo mecânico é um vedador de pressão que utiliza princípios hidráulicos para
Selos Mecânicos
O selo mecânico é um vedador de pressão que utiliza princípios hidráulicos
para reter fluidos. A vedação exercida pelo selo mecânico se processa
em dois momentos: a vedação principal e a secundária.
DEMONSTRAÇÃO
Selos Mecânicos Vedação principal A vedação principal é feita num plano perpendicular ao eixo por
Selos Mecânicos
Vedação principal
A vedação principal é feita num plano perpendicular ao eixo
por meio do contato deslizante entre as faces altamente
polidas de duas peças, geralmente chamadas de sede e
anel de selagem.
A
sede
é
estacionária
e
fica
conectada
numa
parte
sobreposta.
O anel de selagem é fixado ao eixo e gira com ele.
Selos Mecânicos Para que as faces do anel de selagem e da sede permaneçam sempre
Selos Mecânicos
Para que as faces do anel de selagem e da sede permaneçam sempre em
contato e pressionadas, utilizam-se molas helicoidais conectadas ao
anel de selagem.
Selos Mecânicos Vedação secundária A vedação secundária, aplicada à sede e ao anel de selagem,
Selos Mecânicos
Vedação secundária
A vedação secundária, aplicada à sede e ao anel de selagem, pode ser
feita por meio de vários anéis com perfis diferentes, tais como: junta,
anel o'ring, anel "V", cunha, fole etc.
Selos Mecânicos Uso do selo mecânico Os selos mecânicos são utilizados com vantagens em relação
Selos Mecânicos
Uso do selo mecânico
Os selos mecânicos são utilizados com vantagens
em relação às gaxetas, pois não permitem
vazamentos e podem trabalhar sob grandes
velocidades e em temperaturas e pressões
elevadas, sem apresentarem desgastes
consideráveis. Eles permitem a vedação de
produtos tóxicos e inflamáveis.
Selos Mecânicos
Selos Mecânicos
Selos Mecânicos Vantagens do selo mecânico Reduz o atrito entre o eixo da bomba e
Selos Mecânicos
Vantagens do selo mecânico
Reduz o
atrito
entre
o
eixo da bomba
e o elemento de
vedação
reduzindo, consequentemente, a perda de
potência.
Elimina o desgaste prematuro do eixo e da bucha.
A vazão
ou fuga do produto
em operação é mínima ou
imperceptível.
Permite operar fluidos tóxicos, corrosivos ou inflamáveis com
segurança. Tem capacidade de absorver o jogo e a
deflexão normais do eixo rotativo.
Elementos de Máquina Fim! Lembre-se, seu sucesso depende apenas de você e de seus estudos.
Elementos de Máquina
Fim!
Lembre-se, seu
sucesso depende
apenas de você e de
seus estudos.
• Sucesso!
• E bom estudo!