CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE CLASSIFICAÇÃO

GRUPO I
Subgrupo 1
Item
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
9.
10.

Versão 1
(C)
(B)
(B)
(D)
(C)
(D)
(D)
(C)
(A)
(B)

Versão 2
(D)
(C)
(D)
(B)
(A)
(A)
(B)
(A)
(D)
(C)

Pontos
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5

Subgrupo 2
Item
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
9.
10.

Versão 1
F
F
F
V
V
V
F
V
V
F

Versão 2
V
F
V
F
V
F
V
V
F
V

Pontos
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3

Grupo II
1..........................................................................................................................

25 pontos

O que é pedido no enunciado da questão?
“1. (a)Partindo de uma análise do texto,(b) responda à questão o que é a Filosofia?(c)Na
sua resposta deve ficar clara a distinção entre a filosofia e o senso comum.
Conceitos a que se refere a questão: filosofia e senso comum.
Para responder de forma completa à questão é necessário:
(a) Analisar o texto. O que significa analisar? = Habilidade de subdividir um conteúdo em
partes menores com a finalidade de entender a estrutura final. Neste caso, a análise deve
permitir identificar os diversos elementos do texto que se refiram aos conceitos a que a
questão se refere. (O texto refere-se a características da filosofia? Quais? O texto refere-se a
características do senso comum? Quais? Em que medida essas características do senso
comum e da filosofia se opõem?).
(b) Responder à questão o que é a filosofia? Como vimos em aula a questão ‘o que é x?’ foi
desenvolvida por Sócrates e é uma questão filosófica por excelência. Para respondermos a
esta questão temos que formular uma definição do conceito de filosofia. Aqui pode fazer-se
uma análise da definição etimológica do termo ‘filosofia’ (‘a filosofia é o amor (amizade) à
sabedoria’) ou explorar as características do questionamento filosófico (há duas a que demos

muita importância – a universalidade e o carácter aberto das questões, para além da
abstração que tem a ver com a forma como os conceitos são definidos e empregues,
permitindo que estes se afastem das noções não criticadas/analisadas racionalmente do
senso comum). Assim, a filosofia pode ser definida como um saber racional que assenta num
questionamento universal e aberto ao seu aprofundamento, que visa a emancipação
(libertação) dos que o praticam em relação aos preconceitos do senso comum.
(c) Clarificar “a distinção entre a filosofia e o senso comum”. Aqui trata-se de distinguir estes
dois conceitos, a partir das características identificadas no texto. O que é distinguir? Distinguir
é diferenciar o que é diferente, é mostrar as diferenças.
Cenário de resposta
A resposta integra os aspetos seguintes, ou outros igualmente relevantes.
Resposta à questão “o que é a Filosofia?” assente numa caracterização da filosofia como:
- um saber racional assente numa problematização sem limites (radical) nascida do espanto (do
reconhecimento da ignorância);
- uma atividade enraizada na vida de quem a exerce (o filósofo) que se caracteriza pela autonomia (o
pensar por si próprio) – daí a necessidade de pôr em prática as descobertas da filosofia (“pôr em
ação a nossa sabedoria”);
- reconhecer que, para além da problematização, a filosofia pressupõe o exercício de um pensamento
coerente (argumentação sistemática – daí a referência no texto à necessidade de “disciplinarmos o
nosso raciocínio”);
Para além disso, devem ser exploradas as características do senso comum que se opõe às
características da filosofia expostas acima:
- Carácter acrítico e dogmático – o senso comum não questiona o que parece evidente (“as coisas
que temos como garantidas”) nem admite a dúvida como forma de alcançar o saber (no senso
comum não há lugar para o espanto);
- carácter ametódico e assistemático - o senso comum é adquirido sem método e não se preocupa
com a sua coerência, podendo conter elementos contraditórios;
- quem se mantém ao nível do senso comum tem uma atitude passiva, vive na heteronomia, aceita os
preconceitos sem os analisar criticamente, não pensa por si próprio, vive na dependência “dos
afazeres corriqueiros da vida quotidiana” e de fatores alheios alheios à sua própria vontade
esclarecida.
Para a resposta ser considerada completa é necessário que nela se estabeleça uma relação
significativa com o texto.

Níveis

Níveis de desempenho no domínio da comunicação
escrita em língua portuguesa
Descritores do nível de
desempenho no domínio específico da disciplina
1

5

Confronta a filosofia e o senso comum, analisando a oposição
presente no texto entre estes dois saberes.
Caracteriza, com com clareza e rigor, a filosofia, mostrando que
esta é um saber problematizante, nascido de uma atitude de
espanto (reconhecimento da ignorância), que pressupõe a
autonomia racional do filósofo. Reconhece, também, que a
filosofia é um saber racional (sistemático – coerente) que tem
uma importante vertente prática (não é um saber teórico/
desligado da vida).
Explana as características do senso comum que se opõem às
características da filosofia apresentadas no texto.
Estrutura adequadamente os conteúdos relevantes.
Dialoga com o texto, mas não explora todos os elementos da
oposição entre filosofia e senso comum nele explorados.
Caracteriza, com algumas imprecisões, a filosofia, referindo que
esta é um saber problematizante, nascido de uma atitude de

2

3
25

22

20
18

4

3

2

1

espanto. Refere a autonomia do filósofo sem a explicar.
Reconhece, também, que a filosofia é um saber racional
(sistemático – coerente) ou reconhece que esta tem uma
importante vertente prática (não é um saber teórico/ desligado
da vida), ou refere-se a estas dimensões da filosofia sem as
explicitar.
Apresenta a resposta com falhas na seleção ou na estruturação
dos conteúdos relevantes.
Refere as características do senso comum que se opõem às
características da filosofia apresentadas no texto, mas não as
explicita a todas.
Apresenta a resposta com falhas na seleção ou na estruturação
dos conteúdos relevantes.
Mostra conhecimento do texto, mas não explora todos os
elementos da oposição entre filosofia e senso comum nele
explorados.
Caracteriza, com imprecisões, a filosofia, referindo-se a algumas
das características da filosofia presentes no texto, sem as
explicitar.
Refere pelo menos uma das características do senso comum
que se opõem às características da filosofia apresentadas no
texto, mas não a explicita.
Apresenta a resposta com falhas na seleção ou na estruturação
dos conteúdos relevantes.
Não faz qualquer referência ao texto.
Caracteriza, com imprecisões, a filosofia, referindo-se a algumas
das características da filosofia.
Refere pelo menos uma das características do senso comum
que se opõem às características da filosofia apresentadas no
corpo da resposta, mas não a explicita.
Apresenta conteúdos irrelevantes ou incorretos, mas que não
contradizem os conteúdos relevantes e corretos apresentados.
Caracteriza, com imprecisões, a filosofia, referindo-se a algumas
das características da filosofia, ou:
Refere pelo menos uma das características do senso comum
que se opõem às características da filosofia apresentadas no
corpo da resposta, mas não a explicita.
Não mostra compreensão da informação do texto.
Apresenta conteúdos irrelevantes e incorretos, mas que não
contradizem os conteúdos relevantes e corretos apresentados.

17

16
14

12

10
8

7
6
4
3
2

Nota – A resposta que consista na mera transcrição de excertos do texto não pode ser enquadrada
no nível 1 de desempenho (no domínio específico da disciplina).

2..........................................................................................................................

25 pontos

Conceitos a que se refere a questão: filosofia e senso comum.
O que é pedido no enunciado deste item (questão)?
“2. Aristóteles afirmou que «a filosofia começa com o espanto». (a)Explique esta afirmação
(b)relacionando-a com o excerto sublinhado no texto 1.
Excerto sublinhado no texto 1 – “Mas não podemos verdadeiramente agir como filósofos se
não começarmos a viver de acordo com as nossas descobertas filosóficas. Para sermos
filósofos no sentido mais profundo, temos que pôr em ação a nossa sabedoria”.
Para responder de forma completa à questão é necessário:

(a) Explicar a afirmação de Aristóteles «a filosofia começa com o espanto». O que significa
explicar? = dar sentido, apresentar as razões de ser ou as causas de um fenómeno/
apresentar os argumentos (razões) que justificam uma tese.
Esta afirmação de Aristóteles é uma tese acerca do que é a filosofia e de qual a sua origem.
Aristóteles, no texto estudado em aula, defende que a filosofia tem origem no espanto e que o
espanto (admiração) consiste no reconhecimento da ignorância e é o que o que leva ao
questionamento filosófico (pois, os filósofos buscam o saber porque se reconhecem
ignorantes).
(b) Relacionar a afirmação de Aristóteles com o excerto sublinhado no texto.
Aqui há que analisar o que diz o texto: só somos filósofos se conseguirmos viver de forma
consequente com as descobertas filosóficas que fizermos, ou seja, se pusermos em prática a
nossa sabedoria. Esta tese do texto tem os seguintes pressupostos:
1. A filosofia não é um saber meramente teórico – tem uma dimensão prática
(ligada à nossa ação no mundo – em relação a nós e aos outros):
2. A sabedoria é um saber teórico e prático que nasce do questionamento
filosófico – daí a referência às ‘nossas descobertas filosóficas’. Isto remete
para a definição etimológica do termo ‘filosofia’ (‘A filosofia é amor/
amizade à sabedoria).
3. Há uma forma de vida que se fundamenta na filosofia, ou seja, o filósofo
vive uma vida mais consciente (e mais coerente/mais consequente) do
que as pessoas que não se dedicam à filosofia (que vivem completamente
dependentes do senso comum).
Analisados estes pressupostos, podemos averiguar se estes podem ter alguma relação com a
tese de Aristóteles e que tipo de relação se pode estabelecer: são teses opostas? E qual o
grau dessa oposição? São teses complementares? Como?
Neste caso, as teses são complementares: o reconhecimento da ignorância (o espanto) leva a
que se ponha em dúvida as crenças do senso comum (que tomamos como garantidas). Ora,
só podemos libertar-nos da ignorância se vivermos de acordo com o que formos descobrindo
através do questionamento filosófico. Não podemos viver acomodados, à semelhança do
camponês face ao porteiro do texto “Em Frente da Lei”, temos, pelo contrário, que ser
autónomos.

Cenário de resposta
A resposta integra os aspetos seguintes, ou outros igualmente relevantes.

Para estar completa, a resposta deve conter:
- A explicitação da tese de Aristóteles segundo a qual a filosofia começa com o espanto. Isto
pressupõe a definição do espanto como reconhecimento da ignorância e que se retire daqui a
consequência de que é para sair da ignorância que os filósofos buscam o saber;
- A identificação da tese defendida no excerto sublinhado e análise dos seus pressupostos:
1. A Filosofia é um saber teórico e prático;
2. A sabedoria é o resultado do questionamento filosófico (que está sempre em construção);
3. A Filosofia deve ser vivida, deve estar inserida (ter um impacto) na vida de quem a pratica.
- A relação entre a tese de Aristóteles e a tese defendida no excerto sublinhado no texto.

Níveis

Níveis de desempenho no domínio da comunicação
escrita em língua portuguesa
Descritores do nível de
desempenho no domínio específico da disciplina
1

5

Explicita a tese de Aristóteles segundo a qual a filosofia começa
com o espanto, definindo o espanto como reconhecimento da
ignorância, concluindo que é para sair da ignorância que os
filósofos buscam o saber.
Explicita a tese defendida no excerto do texto, reconhece que a
sabedoria é o resultado do questionamento filosófico e que deve
ser posta em prática.

2

22

3
25

4

3

2

1

Refere-se explicitamente ao texto.
Estrutura adequadamente os conteúdos relevantes.
Refere-se à tese de Aristóteles, mas não analisa exaustivamente
os seus pressupostos, ou, fazendo-o, explicita a tese defendida
no excerto do texto, mas não analisa exaustivamente os seus
pressupostos.
Refere-se explicitamente ao texto ou elabora a resposta
mostrando conhecimento do texto.
Apresenta a resposta com falhas na seleção ou na estruturação
dos conteúdos relevantes.
Refere-se à tese de Aristóteles, mas não analisa exaustivamente
os seus pressupostos e não se refere à tese defendida no
excerto do texto; ou, explicita a tese defendida no excerto do
texto não analisando exaustivamente os seus pressupostos e
não se refere à tese de Aristóteles; ou, referindo-se às duas não
as relaciona.
Elabora a resposta mostrando conhecimento do texto.
Apresenta a resposta com falhas na seleção ou na estruturação
dos conteúdos relevantes.
Apresenta a resposta com falhas na seleção ou na estruturação
dos conteúdos relevantes.
Não faz qualquer referência ao texto.
Refere-se, de forma incompleta, à tese de Aristóteles, referindose ao espanto como reconhecimento da ignorância; ou refere-se
à tese defendida no texto sem a aprofundar e sem a relacionar
com a tese de Aristóteles.
Apresenta conteúdos irrelevantes ou incorretos, mas que não
contradizem os conteúdos relevantes e corretos apresentados.
Refere-se, com imprecisões, à tese de Aristóteles, ou à tese do
texto.
No entanto, não mostra compreensão de toda a informação do
texto.
Apresenta conteúdos irrelevantes e incorretos, mas que não
contradizem os conteúdos relevantes e corretos apresentados.

20
18

17
16
14

12

10
8
7
6
4
3

2

Nota – A resposta que consista na mera transcrição de excertos do texto não pode ser enquadrada
no nível 1 de desempenho.

3..........................................................................................................................

30 pontos

O que é pedido no enunciado deste item (questão)?
“3. (a) Comente o texto 3, (b) explicando a relação entre a filosofia e a ciência.
Conceitos a que se refere a questão: filosofia; utilidade da filosofia; ciência e utilidade da ciência.
Para responder de forma completa à questão é necessário:
a) Comentário do texto:
- Crítica da tese defendida no texto segundo a qual a filosofia é um saber inútil e a ciência é
um saber extremamente útil à humanidade – a problematização filosófica permite enfrentar
problemas que não podem ser resolvidos pela ciência. A utilidade da filosofia ultrapassa os
resultados imediatos do questionamento: a principal utilidade da filosofia reside na libertação
de quem a exerce dos preconceitos do senso comum. Há muitos resultados da ciência que
não são diretamente úteis à humanidade e, mesmo não negando a utilidade da ciência, há
problemas que estão para além do que é possível conhecer cientificamente. E é aí que a
filosofia pode ter um papel decisivo.
O comentário do texto exige uma posição crítica em relação ao texto.
b) A relação entre a filosofia e a ciência é de complementaridade: tanto a filosofia como a ciência
são saberes racionais, distinguem-se pela forma como exploram o seu objeto de estudo: a ciência

estuda áreas da realidade específicas e a filosofia estuda a totalidade do real, procurando a
integração de todos os saberes.

Níveis

Níveis de desempenho no domínio da comunicação
escrita em língua portuguesa
Descritores do nível de
desempenho no domínio específico da disciplina
1

5
4

3

2

1

Identifica e critica a tese central do texto.
Argumenta de forma coerente defendendo a sua posição em
relação à utilidade da filosofia e da ciência.
Explica de forma consistente a complementaridade da filosofia e
da ciência.
Nível intermédio.
Identifica e critica a tese central do texto.
Argumenta de forma coerente defendendo a sua posição em
relação à utilidade da filosofia e da ciência.
Explica de forma consistente a complementaridade da filosofia e
da ciência.
Apresenta a resposta com falhas na seleção ou na estruturação
dos conteúdos relevantes.
Nível intermédio.
A resposta não se refere ao texto ou transcreve expressões do
texto sem as explicar.
Refere-se de forma incompleta alguns aspetos da relação entre
a filosofia e a ciência, sem aprofundar e sem mostrar uma
atitude crítica.
Apresenta conteúdos irrelevantes e incorretos, mas que não
contradizem os conteúdos relevantes e corretos apresentados.

2

3
30

28
26
18

22

24
16

14
12
9

10

11
8

4
2

Nota – A resposta que consista na mera transcrição de excertos do texto não pode ser enquadrada
no nível 1 de desempenho.

Grupo III
1..........................................................................................................................

40 pontos

O que é pedido no enunciado deste item (questão)?
1. (a) Leia o texto 3 e (b) formule uma questão filosófica que permita (c)explorar o
problema central do texto. (d) Deve responder a essa questão apresentando três
argumentos (justificações) da sua autoria.
Cenário de resposta
A resposta integra os aspetos seguintes, ou outros igualmente relevantes.
(a) Leitura do texto: o aluno, na sua resposta deve mostrar que analisou o texto, tendo retirado
dessa análise dados relevantes para a descoberta do problema central do texto.
(b) Formula uma questão filosófica pertinente (tendo em conta o problema identificado). A questão
respeita as características das questões filosóficas (em especial a universalidade e a abertura).
(c) A questão formulada permite explorar de forma significativa o problema central do texto. O aluno
justifica a escolha da questão.
(d) Resposta à questão formulada. A resposta deve ser clara e, também, assumida como uma tese
(posição) perante a questão.
(e) Formulação de três argumentos que sustentam a tese formulada.

Níveis

Níveis de desempenho no domínio da comunicação
escrita em língua portuguesa
Descritores do nível de
desempenho no domínio específico da disciplina
1

7

A resposta mostra compreensão do conteúdo do texto e analisao de forma sistemática e rigorosa.
A resposta identifica claramente o problema central do texto.
A questão formulada é pertinente e apresenta as características
das questões filosóficas.
O aluno justifica a escolha da questão.
O aluno responde à questão de forma clara e formula três
argumentos da sua autoria para justificar a resposta.

6

Nível intermédio.

4

A resposta mostra compreensão do conteúdo do texto e analisao de forma sistemática e rigorosa.
A resposta identifica um problema presente no texto, mesmo
que não seja o problema central.
A questão formulada é pertinente e apresenta as características
das questões filosóficas.
O aluno não justifica a escolha da questão ou fá-lo de forma
insuficiente.
O aluno responde à questão e formula três argumentos da sua
autoria para justificar a resposta.
Nível intermédio.
A resposta mostra compreensão do conteúdo do texto.
A resposta identifica um problema presente no texto, mesmo
que não seja o problema central.
O aluno formula uma questão que apresenta pelo menos uma
das características das questões filosóficas.
O aluno não justifica a escolha da questão ou fá-lo de forma
insuficiente.
O aluno responde à questão e formula pelo menos um
argumento.
Nível intermédio.

5

3

2

1

A resposta não tem qualquer referência ao texto.
O aluno refere-se a um problema sem estabelecer o seu nexo
com o texto ou não faz qualquer referência ao problema central
do texto.
O aluno formula uma questão e não justifica ou apresenta uma
justificação insuficiente.
O aluno não responde à questão ou fá-lo de forma incoerente.

2

3
40

38
36
32

33

34
30

28

26
18

22

24
16

14
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9

10

11
8

4
2

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