07/12/2016

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renan, o concreto, de TUDO que existe entre o
Céu e a Terra
 
https://pt.scribd.com/document/333477291/Renan­
o­Concreto­de­TUDO­que­existe­entre­o­Ceu­e­a­
Terra
 
Estamos, empiricamente, tentando questionar
partir  de  fatos,  concretos,  a  “certeza”  de  que  o
Poder  Judiciário  é  o  MAIOR  Iresponsável,  por
TUDO que aí esta, de tal forma, que nos permite
enveredar  por  reflexões  outras,  que  envolvem
as  diversas  incoerências  do  Poder  Judiciário
Brasileiro,  que,  apenas  e  tão  somente,
PREJUDICA,  e  ENVERGONHA,  a  Sociedade
Brasileira, de tal forma, ser possível, mesmo que
injustamente,  alcunhá­la  como  uma  Sociedade
de  Ignorantes,  e  uma  Sociedade  de  Alienados
uma  Sociedade  de  Bárbaros,  quiçá 
Sociedade de Cruéis.
 
Afinal, é inconcebível,  é  inaceitável,  que  renan
calheiros,  em  CONLÚIO,  com  a  Mesa  Diretora
do Senado Federal, e com o explícito, APOIO
atual,  Presidente  da  Câmara  de  Deputados
“chileno”, rodrigo maia, estejam PERPRETANDO
a  pura,  e  mais  abjeta,  DESOBEDIÊNCIA  CIVIL
com  o  requinte  de  ser  INSTITUCIONAL,  ao  se
recusarem  CUMPRIR  Determinação,  Justa
Legítima,  Legal,  e  Coerente,  do  Supremo
Tribunal Federal,  expressada  pelo  seu  Membro
em meu empírico sentimento, mais Respeitado
mais  Admirado,  que  é  o  Excelentíssimo  Ministro
Marco Aurélio Mello.
 
Abraços,
Plinio Marcos
 
 

renan, o concreto, de TUDO que existe entre Céu e Terra

 
Na “República de Bananas”, que é “Terra de Zé NINGUÉM”, onde o “Judiciário Protege, e
Persegue, Politicamente”,  apenas  um  “SOBERBO”,  que  “PROTEGIDO”,  por  tanto  tempo,
contrariando, sua própria manifestação, quando da DESTITUIÇÃO, de eduardo cunha, da
Presidência da Câmara de Deputados, por SER RÉU, acompanhado de seus “PARES”, em
presumível  “conveniência”,  pode,  não  deveria,  “SE  ACHAR”,  acima  da  Constituição
Federal,  e  por  nunca  ter  “perdido nada”,  efetivamente,  “SE PERDER”,  na  sua  efêmera,  na
sua  pequenina,  na  sua  quase  imperceptível,  insignificante  existência,  que  para  muitos
como Eu, esta longe, muito longe, de ser “humana”.
 
Afinal,  é  inconcebível,  é  inaceitável,  que  renan  calheiros,  em  CONLÚIO,  com  a  Mesa
Diretora do Senado Federal, e com o explícito, APOIO, do atual, Presidente da Câmara de
Deputados,  o  “chileno”,  rodrigo  maia,  estejam  PERPRETANDO  a  mais  pura,  e  a  mais
abjeta, DESOBEDIÊNCIA CIVIL,  com  o  requinte  de  ser  INSTITUCIONAL,  ao  se  recusarem
CUMPRIR  Determinação,  Justa,  Legítima,  Legal,  e  Coerente,  do  Supremo  Tribunal
Federal,  expressada  pelo  seu  Membro,  em  meu  empírico  sentimento,  mais  Respeitado,  e
mais Admirado, que é o Excelentíssimo Ministro Marco Aurélio Mello.
 
Tais, afirmações, tem como substância,  tem  como  respaldo,  o  fato,  concreto, de  que,  em
passado  recentíssimo,  houve,  TARDIA,  UNINAMIDADE,  na  DESTITUIÇÃO,  pelo  Supremo
Tribunal Federal, de eduardo cunha, da Presidência da Câmara de Deputados, por SER
RÉU,  com,  inclusive,  EFUSIVA,  manifestação,  de  renan  calheiros,  que  ora,  também  esta
sendo DESTITUÍDO, pelo Supremo Tribunal Federal, da Presidência  do  Senado  Federal,
por  também  SER  RÉU,  ressaltando,  o  fato,  concreto,  de  que  o  “chileno”  rodrigo  maia,
somente  esta  investido,  em  função  da  mencionada  DESTITUIÇÃO,  origem  primeira  da
RENÚNCIA.
 
Razão  pela  qual  reapresento  o  documento  “Golpe  de  Estado  Parlamentar  FAVORECE  o
MERCADO”, 
https://pt.scribd.com/document/324284562/Golpe­de­Estado­Parlamentar­
FAVORECE­o­MERCADO  ,  onde  estamos,  empiricamente,  avaliando  alguns  referenciais
PERNICIOSOS ao POVO Brasileiro, das “privatizações” anunciadas pelo governo golpista
de um ZÉ NINGUÉM, como michel temer. Inicialmente a mudança de referencial de “MENOR
PREÇO DE TARIFAS” para o “MAIOR VALOR DE COMPRA”, nos chama a tenção, pois, nos
remete  aos  absurdos  que  foram  os  reajustes  de  tarifas  elétricas,  e  tarifas  telefônicas,  pós
“privatizações”  efetuadas  pelo  desgoverno  fhc,  uma  vez  que,  os  reajustes  salariais
ocorriam  em  gritante  descompasso  aos  reajustes  das  citadas  tarifas,  em  função  de
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ocorriam  em  gritante  descompasso  aos  reajustes  das  citadas  tarifas,  em  função  de
utilizarem  índices  diferentes.  Alem  destes  referenciais,  nos  debruçamos,  sobre  outros
referenciais,  não  menos  importantes,  como  o  “protecionismo  político”,  concretamente,
existente, na Operação Lava­Jato.
 
Chamo  a  atenção  para  as  minhas  considerações,  efetuadas,  no  documento  acima,  sobre  a
“troca  de  gentilezas”,  ocorrida  entre  “renan  calheiros”,  e  “eduardo  cunha”,  que  pela
DESTITUIÇÃO  do  Presidente  do  Senado  Federal,  coloca  “eduardo  cunha”  como  um
“visionário”.
 
Razão  pela  qual  reapresento  o  documento  “Promiscuidade  Eleitoral  reflete  um  Chileno
Vice­Presidente”,  https://pt.scribd.com/document/318792158/Promiscuidade­Eleitoral­reflete­
um­Chileno­Vice­Presidente  ,  onde  estamos,  empiricamente,  relacionando  a  eleição  de
rodrigo maia ao “apoio” de cunha à Rosso, e o presumível apoio, e recíproco, entre maia
e cunha,  sem  deixar  de  ressaltar  que  temos  um  cidadão brasil­chile  na  Vice­Presidência
da República Federativa do Brasil, caso o impeachment de Dilma Rousseff seja confirmado.
 
Razão  pela  qual  reapresento  o  documento  “Enquanto  isso,  na  República  de  Bananas...”,
https://pt.scribd.com/document/326316473/Enquanto­isso­na­Republica­de­Bananas  ,  onde
estamos,  empiricamente,  tentando  avaliar,  fatos,  concretos,  que  permitem  enveredar  por
reflexões outras, que envolvem as diversas incoerências  do  contexto político  Brasileiro,
que, apenas e tão somente, PREJUDICA, e ENVERGONHA, a Sociedade  Brasileira,  de  tal
forma,  ser  possível,  mesmo  que  injustamente,  alcunhá­la  como  uma  Sociedade  de
Ignorantes,  e  uma  Sociedade  de  Alienados,  uma  Sociedade  de  Bárbaros,  quiçá  uma
Sociedade de Cruéis.
 
A notícia “Direto do Plenário: STF recebe denúncia por peculato contra senador Renan
Calheiros”,  http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=330973  ,  nos
permite afirmar,  sem  medo  de  errar,  que  a  decisão  quanto  a  “renan calheiros”  estar  RÉU,
apenas  e  tão  somente,  por  “crime  de  peculato”,  me  obriga,  a  expressar,  minha
preocupação,  pela  forma,  pífia, em  que  a  mesma  ocorreu,  uma  vez  que,  somente  poderá
ser  tipificado  “crime  de  peculato”,  se  ficar  comprovado  que  os  documentos
“apresentados”,  por  “renan  calheiros”,  foram  “criados”  para  justificar  a  origem  de
“dinheiro ilícito”, cuja origem, pode, e deve, ser o crime, ora imputado.
 
Logo, se a comprovação, destas “falsificações”,  são  condições  “SINE QUA NO”,  para  que
seja  possível,  a  plausível,  condenação,  de  “renan  calheiros”,  para  mim,  fica  difícil
entender,  e  aceitar,  que  “renan  calheiros”,  também,  não  esteja  RÉU,  por  falsidade
ideológica (artigo 299 do CP) e uso de documento falso (artigo 304 do CP).
 
Igualmente  as  notícias  “Liminar  afasta  Renan  Calheiros  da  Presidência  do  Senado”  ,
http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=331246 , “Comunicado do
Gabinete 
do 
ministro 
Marco 
Aurélio”,
http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=331078 , “Comunicado do
Gabinete  do  ministro  Dias  Toffoli”,  http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?
idConteudo=331069 , me colocam em estado de “ALERTA”, sobre as contraditórias posturas,
de  alguns  Membros  do  Supremo  Tribunal  Federal,  referente,  ao  possível,  e  concreto,
“ALIAMENTO”,  quanto  ao  MOMENTO  Institucional,  onde,  posicionamento,  meramente,
procrastinatório,  são  utilizados,  em  conveniência,  “sabe  Deus  lá  porque”,  calcado,  em
“protocolo burocrata”, que, apenas e tão somente, podem “explicar”, nunca, em hipótese
alguma, poderão “justificar”.
 
Algo,  que  relutantemente,  corrobora,  meu  sentimento,  de  que  na  “República  de  Bananas”,
que é “Terra de Zé NINGUÉM”, o “Judiciário Protege, e Persegue, Politicamente”, apesar
de  termos  atuando,  pela  sua  “Humildade”,  na  dosagem  certa,  pelo  seu  “Olhar  Holístico”,
que  lhe  permite,  tão  bem  perceber  O  Mundo,  e  NO  Mundo,  importantes  Juristas,  como  o
Excelentíssimo Marco Aurélio Mello.
 
Afinal no site oficial do Supremo Tribunal Federal, na página “A Constituição e o Supremo”,
nos  assegura  a  certeza  de  que  não  basta  o  Congresso  decidir,  é  imperioso  que  seja
Legítimo, Justo, e Legal, uma vez que, consta:
http://www.stf.jus.br/portal/constituicao/sumariobd.asp.
 
“Devem ser postos em relevo os valores que norteiam a Constituição e que devem servir de
orientação para a correta interpretação e aplicação das normas constitucionais e apreciação
da  subsunção,  ou  não,  da  Lei  n.  8.899/94  a  elas.  Vale,  assim,  uma  palavra,  ainda  que
brevíssima, ao Preâmbulo da Constituição, no qual se contém a explicitação dos valores que
dominam a obra constitucional de 1988 (...). Não apenas o Estado haverá de ser convocado
para formular as políticas públicas que podem conduzir ao bem­estar, à igualdade e à justiça,
mas a sociedade haverá de se organizar segundo aqueles valores, a fim de que se firme
como  uma  comunidade  fraterna,  pluralista  e  sem  preconceitos  (...).  E,  referindo­se,
expressamente,  ao  Preâmbulo  da  Constituição  brasileira  de  1988,  escolia  José  Afonso  da
Silva  que  ‘O  Estado  Democrático  de  Direito  destina­se  a  assegurar  o  exercício  de
determinados  valores  supremos.  ‘Assegurar’,  tem,  no  contexto,  função  de  garantia
dogmático­constitucional;  não,  porém,  de  garantia  dos  valores  abstratamente
considerados,  mas  do  seu  ‘exercício’.  Este  signo  desempenha,  aí,  função  pragmática,
porque, com o objetivo de ‘assegurar’, tem o efeito imediato de prescrever ao Estado uma
ação  em  favor  da  efetiva  realização  dos  ditos  valores  em  direção  (função  diretiva)  de
destinatários  das  normas  constitucionais  que  dão  a  esses  valores  conteúdo  específico’  (...).
Na  esteira  destes  valores  supremos  explicitados  no  Preâmbulo  da  Constituição
brasileira  de  1988  é  que  se  afirma,  nas  normas  constitucionais  vigentes,  o  princípio
jurídico  da  solidariedade.”  (ADI  2.649,  voto  da  Min.  Cármen  Lúcia,  julgamento  em  8­5­08,
Plenário,  DJE  de  17­10­08)  como  também,  os  princípios  da  Segurança  (inclusa  a  Jurídica),

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Plenário,  DJE  de  17­10­08)  como  também,  os  princípios  da  Segurança  (inclusa  a  Jurídica),
da  Liberdade,  da  Justiça,  da  Igualdade,  que,  efetivamente,  permitirão  a  Construção  de
uma Sociedade Livre, Justa e Fraterna. (Plinio Marcos Moreira da Rocha)
 
“Enquanto os direitos de primeira geração (direitos civis e políticos) – que compreendem as
liberdades clássicas, negativas ou formais – realçam o princípio da liberdade e os direitos
de  segunda  geração  (direitos  econômicos,  sociais  e  culturais)  –  que  se  identifica  com  as
liberdades  positivas,  reais  ou  concretas  –  acentuam  o  princípio  da  igualdade,  os  direitos
de  terceira  geração,  que  materializam  poderes  de  titularidade  coletiva  atribuídos
genericamente  a  todas  as  formações  sociais,  consagram  o  princípio  da  solidariedade  e
constituem  um  momento  importante  no  processo  de  desenvolvimento,  expansão  e
reconhecimento  dos  direitos  humanos,  caracterizados,  enquanto  valores  fundamentais
indisponíveis, nota de uma essencial inexauribilidade.” (MS 22.164, Rel. Min. Celso de Mello,
julgamento em 30­10­1995, Plenário, DJ de 17­11­1995.)
 
“O  princípio  da  isonomia,  que  se  reveste  de  auto­aplicabilidade,  não  é  –  enquanto
postulado fundamental de nossa ordem político­jurídica – suscetível de regulamentação ou de
complementação normativa. Esse princípio – cuja observância vincula, incondicionalmente,
todas  as  manifestações  do  Poder  Público  –  deve  ser  considerado,  em  sua  precípua
função  de  obstar  discriminações  e  de  extinguir  privilégios  (RDA  55/114),  sob  duplo
aspecto: (a) o da igualdade na lei; e (b) o da igualdade perante a lei. A igualdade na lei –
que opera numa fase de generalidade puramente abstrata – constitui exigência destinada
ao  legislador  que,  no  processo  de  sua  formação,  nela  não  poderá  incluir  fatores  de
discriminação, responsáveis pela ruptura da ordem isonômica. A igualdade perante a lei,
contudo,  pressupondo  lei  já  elaborada,  traduz  imposição  destinada  aos  demais  poderes
estatais,  que,  na  aplicação  da  norma  legal,  não  poderão  subordiná­la  a  critérios  que
ensejem tratamento seletivo ou discriminatório. A eventual inobservância desse postulado
pelo  legislador  imporá  ao  ato  estatal  por  ele  elaborado  e  produzido  a  eiva  de
inconstitucionalidade.”  (MI  58,  Rel.  p/  o  ac.  Min.  Celso  de  Mello,  julgamento  em  14­12­1990,
Plenário, DJ de 19­4­1991.)
 

 
Atenciosamente,
 

Dr. Plinio Marcos Moreira da Rocha
 

“Colando”  (copiando)  Grau  de  Doutor,  com  Doutorado  em  Direito  de
“Merda”  (inexistente),  em  Estabelecimento  de  “Merda”  (inexistente),
reconhecido  pelo  Ministério  de  Estado  da  Educação  de  “Merda"  (que
TUDO assiste, duplo sentido), de um Estado de Direito de “Merda” (que
TUDO  permite),  conforme  o  documento  “Resposta  a  Sérgio  Rodas  de
um  Cinquentão  com  Índole  de  Jovem”,  onde  estamos  utilizando  do
direito  de  resposta,  face  a  tendenciosa,  e  achincalhada,  “avaliação”  do
documento  “Petição  como  Amicus  curiae”,  feita,  e  publicada,  pelo
“repórter” Sérgio Rodas da Revista Consultor Jurídico.
 

https://pt.scribd.com/doc/282176485/Resposta­a­Sergio­Rodas­de­Um­
Cinquentao­Com­Indole­de­Jovem 
http://www.conjur.com.br/2015­set­16/cinquentao­indole­jovem­participar­
julgamento­stf
https://pt.scribd.com/document/142382500/Porque­Sou­Doutor­Em­Direito­
de­Merda
 

   Rua Gustavo Sampaio nº112 apto. 603 – LEME – Rio de Janeiro – RJ
   CEP – 22.010­010
   Tel. (Res) 2542­7710           
   Tel. (Cel) 9 8618­3350
 

Penso, não só Existo, Me Faço PRESENTE
 

Um Cinquentão com índole de um Jovem revolucionário apaixonado por
TUDO que se envolve, por isso, tem a Despreocupação Responsável em
MUDAR Conceitos e Valores.
 

A Despreocupação Responsável em MUDAR Conceitos e Valores
La leggerezza responsabile di MODIFICARE Concetti e Valori
Die Nachlässige verantwortlich zu ändern Konzepte und Werte
Descuidos a la Responsable de CAMBIAR conceptos y valores
De onzorgvuldige Verantwoordelijke VERANDERING van concepten en
Waarden
The Responsible Easiness in CHANGING Concepts and Values
Le négligent responsable de changement Concepts et valeurs
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07/12/2016

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Le négligent responsable de changement Concepts et valeurs
                                                                                                  ‫ﺇﻫﻣﺎﻝ‬ ‫ﺇﻥ‬
‫ﻭﺍﻟﻘﻳﻡ‬ ‫ﺍﻟﻣﻔﺎﻫﻳﻡ‬ ‫ﺗﻐﻳﻳﺭ‬ ‫ﺇﻟﻰ‬ ‫ﺍﻟﻣﺳﺅﻭﻟﻳﻥ‬
不注意な変更概念と値に責任

 

Analista  de  Sistemas,  presumivelmente  único  Cidadão  Brasileiro
COMUM,  que  mesmo  não  tendo  nível  superior  completo  (interrompi  o
Curso  de  Executivo,  com  o  primeiro  semestre  completo  em  1977),
portanto, não sendo Advogado, nem Bacharél, nem Estudante de Direito,
teve  suas  práticas  inscritas  nas  6ª,  e  7ª,  edições  do  Prêmio
INNOVARE,  ambas  calcadas  no  CAOS  JURÍDICO  que  tem  como
premissa  o  PURO  FAZER  DE  CONTAS,  reconhecidas,  e  DEFERIDAS
pelo  Conselho  Julgador,  conforme  o  documento  INNOVARE  Um
Brasileiro COMUM No Meio Juridico II.
 

http://pt.scribd.com/doc/46900172/INNOVARE­Um­Brasileiro­COMUM­No­
Meio­Juridico­II  
 
 
 
 

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Matérias Reconhecidas :: STF - Supremo Tribunal Federal

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Notícias STF
Quinta-feira, 01 de dezembro de 2016
Direto do Plenário: STF recebe denúncia por peculato contra senador Renan Calheiros
Por maioria de votos, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), em sessão nesta quarta-feira (1º), recebeu
parcialmente a denúncia oferecida pela Procuradoria-Geral da República (PGR) no Inquérito (INQ) 2593 contra o presidente
do Senado Federal, Renan Calheiros, pela suposta prática do crime de peculato, previsto no artigo 312 do Código Penal
(CP). Segundo a peça acusatória, Renan teria desviado parte da verba de representação parlamentar, cuja finalidade é
unicamente a de custear despesas no exercício do mandato, para pagar pensão alimentícia de filha. A denúncia foi rejeitada
em relação aos crimes de falsidade ideológica (artigo 299 do CP) e uso de documento falso (artigo 304 do CP).
Votaram pelo recebimento da denúncia, com maior ou menor extensão em relação ao pedido da PGR, os ministros Edson
Fachin (relator), Luís Roberto Barroso, Teori Zavascki, Rosa Weber, Luiz Fux, Marco Aurélio, Celso de Mello e Cármen Lúcia.
Pela rejeição da denúncia, votaram os ministros Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes.
Em instantes, mais detalhes.

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Brasília, 7 de dezembro de 2016 - 01:47

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Notícias STF
Sexta-feira, 02 de dezembro de 2016
Comunicado do Gabinete do ministro Dias Toffoli
"O Gabinete do Ministro Dias Toffoli comunica que somente recebeu os autos da ADPF 402 no final da tarde de hoje
(2/12/2016) e, por essa razão, somente agora se inicia o prazo para devolução da vista, nos termos do art. 1º da Resolução
do STF nº 278, de 15 de dezembro de 2003, que regulamenta o art. 134 do Regimento Interno. Segundo a resolução, o
prazo é de dez dias, contado a partir da chegada dos autos ao gabinete do ministro vistor, sendo prorrogado
automaticamente por igual período. Dessa forma, o prazo regimental para a devolução da vista encerra-se no dia 21 de
dezembro de 2016."
Leia mais:
03/11/2016 - Suspenso julgamento sobre réus na linha sucessória da Presidência da República

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Notícias STF
Sexta-feira, 02 de dezembro de 2016
Comunicado do Gabinete do ministro Marco Aurélio
"O Gabinete do Ministro Marco Aurélio esclarece, tendo em vista a nota veiculada sobre o não recebimento dos autos da
Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental nº 402, que o processo é eletrônico. Não depende de deslocamento
físico ou formal. Os Ministros possuem acesso automático, antes mesmo de ser liberado, pelo relator, para julgamento. O
voto proferido em sessão pelo Ministro Marco Aurélio fica ao acesso de qualquer cidadão, sendo entregue com a tarja “ sem
revisão”. No mesmo dia do início do julgamento, a chefe de gabinete do Ministro que pediu vista solicitou cópia do voto,
encaminhado por e-mail e reencaminhando no dia seguinte, 4 de novembro. A informação atinente ao pedido de vista foi
lançada, no dia 3 de novembro, no extrato de andamento do processo."
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03/11/2016 - Suspenso julgamento sobre réus na linha sucessória da Presidência da República

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Notícias STF
Segunda-feira, 05 de dezembro de 2016
Liminar afasta Renan Calheiros da Presidência do Senado
O ministro Marco Aurélio, do Supremo Tribunal Federal (STF), deferiu liminar para determinar o afastamento do senador
Renan Calheiros (PMDB-AL) do cargo de presidente do Senado Federal. Na decisão tomada nesta segunda-feira (5), o
ministro leva em conta o entendimento de que réus não podem ocupar cargos que estejam na linha sucessória da
Presidência da República, tema em discussão no Plenário do Supremo, mas que já tem maioria formada nesse sentido.
A decisão foi tomada após petição apresentada pelo partido Rede Sustentabilidade na Arguição de Descumprimento de
Preceito Fundamental (ADPF) 402, de relatoria do ministro Marco Aurélio, na qual se discute o tema da linha sucessória. O
julgamento da ADPF foi iniciado no dia 3 de novembro e cinco ministro já acompanharam o voto do relator no sentido da
impossibilidade de haver réus na linha sucessória da Presidência da República. O julgamento foi suspenso por pedido de
vista formulado pelo ministro Dias Toffoli.
O senador Renan Calheiros tornou-se réu perante o STF no último dia 1º, quando o Plenário recebeu denúncia no Inquérito
2593, no qual é acusado de desviar verbas de gabinete para custear pensão alimentícia da filha (peculato na modalidade
desvio). Autor da ADPF 402, o partido Rede Sustentabilidade sustenta na petição apresentada hoje (5) que já há maioria
formada no julgamento, com seis votos proferidos, sendo improvável a alteração do entendimento adotado, o que justifica
o afastamento do atual presidente do Senado.
O relator da ADPF, ministro Marco Aurélio, ressalta a necessidade de proferir a liminar a fim de evitar a permanência de um
réu na linha sucessória da Presidência da República. “Urge providência, não para concluir o julgamento de fundo, atribuição
do Plenário, mas para implementar medida acauteladora”, afirma o ministro. Ele ressalta que a liminar não afasta Renan
Calheiros do cargo de senador, mas apenas da Presidência da Casa.
“Mesmo diante da maioria absoluta já formada na arguição de descumprimento de preceito fundamental e réu, o senador
continua na cadeira de Presidente do Senado, ensejando manifestações de toda ordem, a comprometerem a segurança
jurídica”, afirmou o ministro.
Leia a íntegra da decisão do ministro.
FT/AD

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01/12/2016 – STF recebe denúncia por peculato contra senador Renan Calheiros
03/11/2016 – Suspenso julgamento sobre réus na linha sucessória da Presidência da República

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