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MANUAL DE OPERAÇÕES APLICATIVO PARA SIMULAÇÃO DE CONTROLE DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL E PREDIAL (KET 1010
MANUAL DE OPERAÇÕES
MANUAL DE OPERAÇÕES

APLICATIVO PARA SIMULAÇÃO DE CONTROLE DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL E PREDIAL (KET 1010 Predial)

Manual de Operação APLICATIVO PARA SIMULAÇÃO DE CONTROLE DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL E PREDIAL (KET 1010

Manual de Operação

APLICATIVO PARA SIMULAÇÃO DE CONTROLE DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL E PREDIAL (KET 1010 Predial)

Rua Min. Mário Andreazza, 3 – QD. “N”– MD.8 – PARQTEL | Várzea – Recife
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Rua Min. Mário Andreazza, 3 – QD. “N”– MD.8 PARQTEL | Várzea Recife PE CEP: 50.950-050 CX. POSTAL: 908 PABX: (0XX81) 2121-9600 FAX: (0XX81) 2121-9601

| FILIAL SÃO PAULO FONE/FAX: (11) 5034-2911

Índice Apresentação 6 Objetivo 6 Especificações Técnicas do Painel 7 Instruções – Como

Índice

Apresentação

6

Objetivo

6

Especificações Técnicas do Painel

7

Instruções Como ligar o painel

10

Descrição dos Componentes

13

1.1. Disjuntor Monopolar

13

1.2. DR Interruptor Diferencial Residual

15

1.3. Contator

15

1.4. Relé de Sobrecarga

18

1.5. Relé Fotoelétrico

19

1.6. Reator para Lâmpada Fluorescente

20

1.6a - Reator Magnético

20

1.6b - Reator Eletrônico

20

1.7. Starter para Lâmpada Fluorescente

23

1.8. Interruptor Simples

23

1.9.

Interruptor Paralelo

24

1.11.

Pulsador de Campainha (Simples)

25

1.12.

Cigarra

25

1.10.

Minuteria

26

1.13.

Dimmer

26

1.14.

Tomada 2P+T - Universal

27

1.15.

Chave Comutador e Pulsador

28

1.16.

Sinaleiras

29

1.17.

Relé de Nível Inferior RNF-01

29

1.18.

Relé

Biestável RBE - 01

30

1.19

Relé de Nível Superior RNF-03

31

1.20.

Relé Supervisor Trifásico RST - 21

32

1.21

Programador Diário/ Semanal PDS

33

1.22.

Sensor de Nível - EPA

34

1.23.

Voltímetro e Amperímetro Digitais

35

1.24.

Bomba Centrífuga

35

Exercícios

 

37

Apresentação A linha de Aplicativos para Simulação foi desenvolvida pela equipe de engenharia da TRON

Apresentação

A linha de Aplicativos para Simulação foi desenvolvida pela equipe de engenharia da TRON Controles Elétricos com a finalidade de instruir e propiciar

maior desenvolvimento, no aspecto social e industrial aos profissionais e estudantes da área Elétrica.

Objetivo

O Aplicativo para Simulação de Controle de Automação Industrial tem como objetivo efetuar simulações reais das situações ocorridas em campo de

forma prática e dinâmica. Os recursos disponíveis nos Kit’s facilitam o entendimento sobre os produtos e auxiliam os instrutores na administração de aulas práticas dos Cursos de Automação, Proteção e Predial.

Especificações Técnicas do Painel Dimensão Física do Painel: 1130 X 1720 X 300 mm (sem

Especificações Técnicas do Painel

Dimensão Física do Painel: 1130 X 1720 X 300 mm (sem os pés); 1130 X 1720 X 710 mm (c/ os pés);

Massa do Painel: 80 Kg bruto (com embalagem);

Alimentação do Painel: Especificar* 380Vca / 220Vca (-15 a +10%);

Trifásico : Através da Tomada Industrial Plug 3P + N + T;

Frequência de Alimentação do Painel: 50/60Hz (+/- 5%);

O Painel é composto pelos seguintes componentes: Produto Quant. Usada Und. AMP - Amperímetro Digital

O Painel é composto pelos seguintes componentes:

Produto

Quant.

Usada

Und.

AMP - Amperímetro Digital MP 220Vca

1

PC

Bloco de Contatos Auxiliares 3TS-1NF - {3TX30 01-8A}

1

PC

Bomba Centrífuga 220/380V 0,33CV 60Hz

1

PC

Botão de Comando Tipo Cogumelo 1 Pólo x 2 Posições Rosca NF Vermelha

1

PC

Chave Elétrica 1 Polo x 2 Posições Rosca NA

1

PC

Cigarra Eletromecânica 220V

1

PC

Contator de Potência 6A 220V 50/60Hz 1NA - {3TS29 10-0AN20-0FT0} (sendo 1 embutido)

2

PC

Dimmer - Variador Luminosidade Rotativo 220V/400W

1

PC

Disjuntor 1 Polo x 2 Posições

3

PC

Disjuntor DR 4 Pólos x 2 Posições

1

PC

EPA-01 (Pêndulo) ABS

6

PC

Interruptor Paralelo Vertical 10A/250V

2

PC

Interruptor Simples Vertical 10A/250V

1

PC

Lâmpada Fluorescente TLD 15W - Diâmetro: 26mm

1

PC

Lâmpada Incandescente - 100W - 220Vca

1

PC

Lâmpada Incandescente - 40W - 220Vca

1

PC

Minuteria Digital 220V/400W

1

PC

PDS - Modelo-02 - MG - 110-220Vca - 40P

1

PC

Plugue 3P+N+T Blindado 16A - 220/240V ou Plugue 3P+N+T Blindado 16A/440V

1

PC

Porta Lâmpada Porcelana - E27 - c/Borne

2

PC

Pulsador Símbolo Campainha Vertical 10A/250V

1

PC

Pulsador 2 Pólos x 2 Posições Rosca 1NA Verde 2 PC Pulsador 2 Pólos x

Pulsador 2 Pólos x 2 Posições Rosca 1NA Verde

2

PC

Pulsador 2 Pólos x 2 Posições Rosca 1NF Vermelha

1

PC

RAX - Modelo-02 - MM - 220Vca

1

PC

RBE - Modelo-01 - MC - 220Vca

1

PC

Reator Eletromagnético 1 x 15W - 220V

1

PC

Reator Eletrônico 1x 18W

1

PC

Relé de Sobrecarga Faixa de Ajuste=1A a 1,6A - [ref. 3US50 00 1AA] Siemens

1

PC

Relé Fotoelétrico

1

PC

Reservatório - Ref. KET 1010A - Superior - Acrílico

1

PC

Reservatório - Ref. KET 1010B - Inferior - Acrílico

1

PC

RNF - Modelo-01 - MM 220 ou 380Vca

1

PC

RNF - Modelo-03 - MM 220 ou 380Vca

1

PC

RST - MODELO-21-23-25-27 - MM 220 ou 380Vca - 60,0s - 30,0s

1

PC

Sinalizador Luminoso Amarelo - 220Vca

2

PC

Sinalizador Luminoso Verde - 220Vca

1

PC

Sinalizador Luminoso Vermelho - 220Vca

2

PC

Starter P/ Lâmpada Fluorescente 15 / 20W

1

PC

Tomada 2P+T NBR14136

1

PC

VOL - Voltímetro Digital MP 220Vca

1

PC

Instruções – Como ligar o painel 1. Através da tomada industrial tipo Plug (3P +

Instruções Como ligar o painel

1. Através da tomada industrial tipo Plug (3P + N + T), energize o painel com tensão da rede trifásica 380/220 Vca, mais o Neutro e o Terra;

2. O painel é protegido por um DR Tetrapolar localizado no frontal do painel, ao acionar este dispositivo e também os disjuntores de cada fase, os barramentos L1, L2 e L3 estão energizados;

Figura 2 - Tomada Tipo Plug (3P+N+T).

L3 estão energizados; Figura 2 - Tomada Tipo Plug (3P+N+T). Figura 1- Disjuntor Monopolar e barramentos

Figura 1- Disjuntor Monopolar e barramentos principais do painel

energizados; Figura 2 - Tomada Tipo Plug (3P+N+T). Figura 1- Disjuntor Monopolar e barramentos principais do
energizados; Figura 2 - Tomada Tipo Plug (3P+N+T). Figura 1- Disjuntor Monopolar e barramentos principais do
Aplicações: aplicativo para simulação de controle de automação industrial e predial (ket 1010 predial): Destinado

Aplicações: aplicativo para simulação de controle de automação industrial e predial (ket 1010 predial):

Destinado a instalações residenciais dos componentes como interruptores simples, paralelo, tipo campainha, minuteria, instalação de lâmpada fluorescente com reator eletromagnético e/ ou eletrônico, receptáculo rosca para lâmpada, tomada, Dimmer, fotocélula, start para lâmpada fluorescente, sinalizadores, botoeiras, contactor auxiliar, voltímetro, amperímetro, relé supervisor trifásico, controlador de nível por eletrodo para reservatório superior e inferior, eletrodos paras controle de nível, disjuntores monopolar, DR Tetrapolar, acionamento de comando para controle de nível de poços artesianos, cisternas e reservatórios superiores, acionamento alternado de bombas; Supervisão e proteção de sub ou sobre tensão, assimetria ou falta de fase, sequência de fase para acionamento das bombas; Programação diária semanal para funcionamento das bombas, monitoramento da tensão e corrente por meios de indicadores digitais. O dispositivo possui Reservatório de Acrílico superior e inferior, Bomba D’água - Motor Trifásico de 0,33 cv, de 3500 RPM 220/380Vca.

Além do Dispositivo de Ensaio realizar todas as Simulações descritas; com o auxílio do Gerador de Sistemas Trifásico (GST) e os Sensores contidos no Painel (caso for necessário), temos todas as condições necessárias para ensaiar todos os aparelhos contidos no Painel de acordo com as Funções e Modos de Funcionamento eletro-eletrônico descritos na ficha técnica do produto. Isto se faz necessário, pois o aluno estudará de forma íntegra todos os produto apresentados.

Para facilitar o usuário, os aparelhos contidos no dispositivo apresentam expressos no frontal do painel seus diagramas elétricos de ligação. Os equipamentos são fornecidos com mídia eletrônica em formato 2D com a apresentação técnica em diagrama multifilar, com circuitos elétricos dos produtos, sendo demonstrado através de áudio/vídeo, imagens animadas e gráficos temporais (quando aplicável) dos equipamentos eletrônicos: Voltímetro, Amperímetro, Controle de nível por eletrodo para o reservatório inferior, Controle de nível por eletrodo para o reservatório superior, Eletrodos para controle de nível, Programador Diário/Semanal, Relé Biestável, Relé Supervisor Trifásico.

Figura 3 - Imagem do produto. 12

Figura 3 - Imagem do produto.

Figura 3 - Imagem do produto. 12
Descrição dos Componentes 1.1. Disjuntor Monopolar Disjuntor é um dispositivo eletromecânico que permite proteger uma

Descrição dos Componentes

1.1. Disjuntor Monopolar

Disjuntor é um dispositivo eletromecânico que permite proteger uma determinada instalação elétrica contra sobre-intensidades (curtos- circuitos ou sobrecargas). Sua principal característica é a capacidade de poder ser rearmado manualmente quando estes tipos de defeitos ocorrem, diferindo do fusível, que tem a mesma função, mas que fica inutilizado depois de proteger a instalação. Assim, o disjuntor interrompe a corrente em uma instalação elétrica antes que os efeitos térmicos e mecânicos desta corrente possam se tornar perigosos às próprias instalações. Por esse motivo, ele serve tanto como dispositivo de manobra como de proteção de circuitos elétricos. Atualmente é muito utilizado em instalações elétricas residenciais e comerciais o disjuntor magnetotérmico ou termomagnético, como é chamado no Brasil. Esse tipo de disjuntor possui três funções:

Manobra (abertura ou fecho voluntário do circuito)

Proteção contra curto-circuito - Essa função é desempenhada por um atuador magnético (solenóide), que efetua a abertura do disjuntor com o aumento instantâneo da corrente elétrica no circuito protegido

Proteção contra sobrecarga - É realizada através de um atuador bimetálico, que é sensível ao calor e provoca a abertura quando a corrente elétrica permanece, por um determinado período, acima da corrente nominal do disjuntor

Figura 4 - Estrutura interna do disjuntor monopolar

um determinado período, acima da corrente nominal do disjuntor Figura 4 - Estrutura interna do disjuntor
1. Atuador - utilizada para desligar ou resetar manualmente o disjuntor. Também indica o estado

1. Atuador - utilizada para desligar ou resetar manualmente o disjuntor. Também indica o estado do disjuntor (Ligado/Desligado ou desarmado). A maioria dos disjuntores é projetada de forma que o disjuntor desarme mesmo que o atuador seja segurado ou travado na posição "liga";

2. Mecanismo

atuador:

independentes;

une

os

contatos

juntos

ou

3. Contatos - Permitem que a corrente flua quando o disjuntor está ligado e seja interrompida quando desligado;

4. Terminais;

5. Trip bimetálico;

6. Parafuso

calibrador

-

permite

que

o

ajuste

precisamente

a

corrente

de

trip

do

dispositivo

após

montagem;

7. Solenóide;

8. Extintor de arco.

A norma de proteção estabelece que os disjuntores de curva B devem atuar para correntes de curto-circuito entre três e cinco vezes a corrente nominal. Enquanto isso, os de curva C atuam entre cinco e dez vezes a corrente nominal e, por fim, os disjuntores de curva D devem responder para correntes entre dez e vinte vezes a corrente nominal.

Os disjuntores de curva B são indicados para cargas resistivas com pequena corrente de partida, como é o caso de aquecedores elétricos, fornos elétricos e lâmpadas incandescentes. Já os de curva C são indicados para cargas de média corrente de partida, como motores elétricos, lâmpadas fluorescentes e máquinas de lavar roupas. Por fim, os disjuntores de curva D são indicados para cargas com grande corrente de partida, a exemplo de grandes transformadores e motores.

Figura 5 - Curva Característica de Atuação do Disjuntor (Corrente X Tempo). 1.2. DR –

Figura 5 - Curva Característica de Atuação do Disjuntor (Corrente X Tempo).

de Atuação do Disjuntor (Corrente X Tempo). 1.2. DR – Interruptor Diferencial Residual Para a

1.2. DR Interruptor Diferencial Residual

Para a proteção do patrimônio e das pessoas presentes, se tem

instalado um DR, que tem a função de detectar fuga de corrente em

circuitos elétricos, desligando imediatamente a alimentação de corrente

elétrica. As fugas de corrente não são visíveis e normalmente ocorrem por

deficiência da isolação dos fios ou por toques involuntários de pessoas em

pontos eletrificados.

Figura 6 - Interruptor Diferencial Residual

eletrificados. Figura 6 - Interruptor Diferencial Residual 1.3. Contator Os Contatores * estão interligados através

1.3. Contator

Os Contatores* estão interligados através dos bornes de conexão,

podendo interligar de acordo com a necessidade, para comando de

acionamento de cargas.

*Obs: Item necessário em qualquer experimento, sabendo que na aplicação real será utilizado no acionamento de motores com potência considerável; Funcionamento do Contator: Um contator nada mais é que uma

chave liga e desliga, sendo que seu acionamento é eletromagnético ao

invés de manual, ou seja, ocorre através de um eletroímã.

Figura 7 - Estrutura interna do contator. Figura 8 - Identificação padrão para contatos e

Figura 7 - Estrutura interna do contator.

Figura 7 - Estrutura interna do contator. Figura 8 - Identificação padrão para contatos e bobina.

Figura 8 - Identificação padrão para contatos e bobina.

Figura 8 - Identificação padrão para contatos e bobina. Identificações utilizadas nos contatos auxiliares: NC =

Identificações utilizadas nos contatos auxiliares:

NC = normally closed (normalmente fechado)

NO = normally open (normalmente aberto)

Embora o alto custo dos contatores, muitas são as vantagens de

usá-los no lugar de chaves manuais. Com eles é possível:

Comando

à

distância

pequenas correntes;

de

grandes

cargas

através

de

Velocidade

de

abertura

e

fechamento

dos

contatos

elevada;

Automatização de circuitos;

Etc.

Figura 9 - Exemplo de circuito.

de circuitos;  Etc. Figura 9 - Exemplo de circuito. Obs: A tensão em que será

Obs: A tensão em que será energizada a bobina do contator vem impressa junto à mesma.

Os contatores podem ter somente um dos tipos de contatos

(auxiliares ou principais) ou ambos. Assim, classificam-se como contatores

(ou ainda: de força, ou principal, ou bi, tri, tetrapolar) aqueles que

possuem os contatos principais (mesmo que tenham também contatos

auxiliares) e, contatores auxiliares aqueles que aí sim, só possuem contatos auxiliares. Este último exercerá

auxiliares) e, contatores auxiliares aqueles que aí sim, só possuem contatos auxiliares. Este último exercerá funções apenas no circuito de comando da instalação, como por exemplo, aumentar o número de contatos auxiliares disponíveis de um contator tripolar (ligando-os em paralelo). Com função semelhante à dos contatores auxiliares existem os relés auxiliares de comando que mudam basicamente só na aparência física.

Dependendo do tipo de carga que um contator aciona, o desgaste de seus contatos será mais rápido ou mais lento. Para que a vida útil de um contator seja a maior possível, os limites de corrente são determinados em função do tipo de carga que os contatos acionarão assim um único contator poderá acionar diferentes potências dependendo do que for a carga.

A posição ideal de funcionamento de um contator é com sua base fixa na vertical, entretanto há certa tolerância.

Além da categoria de emprego, da tensão da bobina e do número de contatos, existem outras características a serem observadas na escolha de um contator tais como corrente de emprego (Ie), tensão de emprego (Ue), tensão nominal de isolação (Ui), Potência nominal de emprego (kW

ou cv ou Hp), corrente térmica máxima (Ith), entre outros. É importante saber ainda que, as partes de um contator (bobina, contatos) são vendidas separadas para eventuais necessidades de reposição.

Figura 10 - Contatores ALTRONIC e sua Simbologia

são vendidas separadas para eventuais necessidades de reposição. Figura 10 - Contatores ALTRONIC e sua Simbologia
são vendidas separadas para eventuais necessidades de reposição. Figura 10 - Contatores ALTRONIC e sua Simbologia
1.4. Relé de Sobrecarga São usados para proteger os motores elétricos contra sobrecargas. Essas sobrecargas

1.4. Relé de Sobrecarga

São usados para proteger os motores elétricos contra sobrecargas. Essas sobrecargas são elevações de corrente por tempo prolongado, devido a um trabalho acima do previsto que pode ultrapassar a corrente nominal do motor. Pode ser também, ocasionada por falta de uma das fases, num motor trifásico ou uma elevação de corrente devido a deficiências mecânicas na instalação, como alinhamentos, acoplamentos, etc.

Seu princípio de funcionamento é baseado num dispositivo bimetálico, onde duas lâminas de metais de coeficientes de dilatação diferentes são afixadas geralmente por um processo de soldagem. Essas são isoladas e por sobre as mesmas montado um resistor que aquece ao ser percorrido pela corrente elétrica, que é a mesma que aciona o motor. Pelo efeito do aquecimento e devido a dilatação ser diferente, uma lâmina fica com o comprimento maior que a outra e há uma deformação. Essa deformação serve então para empurrar uma haste chamada de piloto, que por sua vez aciona um contato elétrico. Quando o sistema é trifásico existem três conjuntos desses montados num mesmo invólucro e atuam sobre um único piloto de forma que qualquer das três fases que apresentar sobre-corrente, pode fazer acionar o contato elétrico de

comando, que é único, embora possa haver dois conjuntos de contatos (comum, normal aberto e normal fechado).

Figura 11 - Relé de Sobrecarga ALTRONIC e Simbologia.

conjuntos de contatos (comum, normal aberto e normal fechado). Figura 11 - Relé de Sobrecarga ALTRONIC
conjuntos de contatos (comum, normal aberto e normal fechado). Figura 11 - Relé de Sobrecarga ALTRONIC
1.5. Relé Fotoelétrico O relé fotoelétrico, também conhecido como fotocélula, é um dispositivo de controle

1.5. Relé Fotoelétrico

O relé fotoelétrico, também conhecido como fotocélula, é um dispositivo de controle que possui a função de acender e apagar uma única lâmpada, ou circuito de iluminação, de acordo com o nível de iluminamento do ambiente. Isto permite que uma lâmpada seja ligada automaticamente quando o ambiente em questão está com baixo nível de luz desejada (no entardecer, por exemplo) e desligada automaticamente quando o ambiente está com nível de luz suficiente (como no amanhecer). A principal aplicação do relé fotoelétrico é o acionamento automático de circuitos de iluminação pública, áreas externas em condomínios e residências, outdoors, letreiros e fachadas, luminosos, etc.

Figura 12 - Relé Fotoelétrico e simbologia.

etc. Figura 12 - Relé Fotoelétrico e simbologia. Gráfico 1 - Gráfico de funcionamento do Relé

Gráfico 1 - Gráfico de funcionamento do Relé fotoelétrico.

etc. Figura 12 - Relé Fotoelétrico e simbologia. Gráfico 1 - Gráfico de funcionamento do Relé
1.6. Reator para Lâmpada Fluorescente A lâmpada fluorescente tem se tornado uma importante fonte de

1.6. Reator para Lâmpada Fluorescente

A lâmpada fluorescente tem se tornado uma importante fonte de iluminação artificial devido ao seu grande tempo de vida útil e à sua alta eficácia, quando comparada com as lâmpadas incandescentes. Entretanto, estas lâmpadas apresentam características de impedância negativa, o que requer dispositivos que atuem limitando a sua corrente, para evitar a sua destruição por corrente excessiva. Além disto, tais lâmpadas requerem elevadas tensões para sua ignição. Estes problemas têm sido resolvidos pela utilização do reator.

1.6a - Reator Magnético

Os eletromagnéticos fazem parte da primeira geração de reatores. São constituídos por um núcleo de aço silício (com baixas perdas) e bobinas de fio de cobre esmaltado, impregnados com resina de poliéster adicionado com carga mineral, tendo grande poder de isolamento e dissipação térmica. Conhecidos como reatores “pesados”, precisam de um starter para o acendimento da lâmpada. Indicados para locais úmidos, de baixa temperatura ou sem condições de aterramento.

Figura 13 - Reator eletromagnético e simbologia

Figura 13 - Reator eletromagnético e simbologia 1.6b - Reator Eletrônico Os reatores eletrônicos são

1.6b - Reator Eletrônico

Os reatores eletrônicos são aqueles constituídos por componentes eletrônicos (capacitores, indutores, resistores, circuitos integrados e outros).

Figura 14- Reator Eletrônico e simbologia. Operam em alta frequência (de 20KHz a 50KHz), proporcionando

Figura 14- Reator Eletrônico e simbologia.

Figura 14- Reator Eletrônico e simbologia. Operam em alta frequência (de 20KHz a 50KHz), proporcionando economia
Figura 14- Reator Eletrônico e simbologia. Operam em alta frequência (de 20KHz a 50KHz), proporcionando economia

Operam em alta frequência (de 20KHz a 50KHz), proporcionando economia de energia, pois os reatores eletrônicos têm menores perdas elétricas, comparados com os reatores eletromagnéticos.

Surgidos comercialmente em meados dos anos 80, são o que há de mais moderno em termos de reatores para lâmpadas de descarga. Conhecidos como reatores “leves”, os eletrônicos apresentam inúmeras vantagens em relação aos eletromagnéticos, entre as quais:

São mais compactos;

Mais leves;

Consomem menos energia;

Aumentam a vida útil das lâmpadas;

Eliminam efeitos estroboscópicos;

São mais eficazes;

Apresentam versões diferenciadas de acendimento;

Proporcionam uma luz com cor mais estável;

Melhor manutenção lumínica.

Quanto ao acendimento da lâmpada, podem ser de:

1. Partida rápida ou programada: o acendimento controla eletronicamente o sistema de pré-aquecimento dos filamentos da lâmpada. O reator gera uma pequena tensão em cada filamento e, em seguida, uma tensão de circuito aberto entre os extremos da lâmpada. O tempo entre a energização do reator e o acendimento das lâmpadas fluorescentes ocorre em torno de 1 a 2,5 segundos.

2.

pré-

aquecimento dos filamentos. O reator gera diretamente a

Partida

instantânea:

neste

sistema

não

o

tensão de circuito aberto para o acendimento instantâneo das lâmpadas fluorescentes. 3. Independente do tipo

tensão de circuito aberto para o acendimento instantâneo

das lâmpadas fluorescentes.

3. Independente do tipo de partida, o reator deve assegurar

as características necessárias para o correto funcionamento

da lâmpada, sem comprometer sua vida útil ou mediana.

Suas principais características são:

Alto fator de potência (os de qualidade superior);

Alta freqüência (elimina o efeito estroboscópico e o de cintilação);

Baixa carga térmica, que resulta em economia de energia;

de alto

Aumento de vida útil da lâmpada em 50% (os desempenho);

Economia de energia em torno de 50%;

Possibilidade de dimerização e utilização de sistemas inteligentes,

com redução no consumo de energia de até 70% na comparação com os

eletromagnéticos.

Tais características dependem, entretanto, da qualidade de projeto

e fabricação do produto. O fato de o reator ser eletrônico, não significa,

necessariamente, que corresponderá a todas as vantagens que se espera

de um modelo desta tecnologia.

Por serem equipamentos eletrônicos de alta freqüência, podem

causar interferências que vão desde ruídos no rádio ou estremecimento

de imagem da TV.

Reatores Eletrônicos

Reatores Eletromagnéticos

Consomem menos energia, pelas pequenas perdas do circuito eletrônico

Alto consumo de energia devido às perdas em forma de calor

Não apresenta efeito estroboscópico, por trabalhar em alta freqüência

Efeito estroboscópico, atribuído à baixa freqüência

Maior durabilidade das lâmpadas

Durabilidade das lâmpadas menor, devido à maior solicitação (ignição constante)

Menor peso e volume, devido ao circuito eletrônico compacto e leve

Pesado e volumoso (devido ao núcleo de ferro, fio de cobre e resina)

Não aquece o ambiente.

Aquecimento do ambiente.

1.7. Starter para Lâmpada Fluorescente O starter é uma chave temporizada que abre após a

1.7. Starter para Lâmpada Fluorescente

O starter é uma chave temporizada que abre após a sua dilatação, que passa de um a dois segundos para ocorrer. Ao abrir, a tensão sobre o tubo permite que os elétrons fluam pelo tubo e ionizem o vapor de mercúrio contido na lâmpada fluorescente.

Figura 15- Starter e a lâmpada fluorescente

fluorescente. Figura 15- Starter e a lâmpada fluorescente 1.8. Interruptor Simples O interruptor simples tem a
fluorescente. Figura 15- Starter e a lâmpada fluorescente 1.8. Interruptor Simples O interruptor simples tem a
fluorescente. Figura 15- Starter e a lâmpada fluorescente 1.8. Interruptor Simples O interruptor simples tem a

1.8. Interruptor Simples

O interruptor simples tem a finalidade de acionar carga. Podendo estar em duas posições: Chave aberta (circuito desligado) ou Chave fechada (circuito ligado).

Figura 16 - Foto e Ligação do Interruptor Simples.

aberta (circuito desligado) ou Chave fechada (circuito ligado). Figura 16 - Foto e Ligação do Interruptor
aberta (circuito desligado) ou Chave fechada (circuito ligado). Figura 16 - Foto e Ligação do Interruptor
1.9. Interruptor Paralelo Para controlar uma ou várias lâmpadas situadas no mesmo ponto, de mais

1.9. Interruptor Paralelo

Para controlar uma ou várias lâmpadas situadas no mesmo ponto, de mais de um local diferente. Existe a necessidade da utilização de um par de Interruptores Paralelo, através da ligação conhecida como “Three Way”. Esse Interruptor além de proporcionar um maior conforto para o usuário aumenta os aspectos quanto a segurança, devido ao comando da iluminação estar em mais de um ponto. Exemplo: em corredores ou uma escada, é bom que tenha um interruptor em cada uma das extremidades ligado à mesma lâmpada. Isso possibilita uma pessoa acender a lâmpada ao chegar e apagá-la quando atingir a outra extremidade da escada ou corredor.

Figura 17- Foto e Ligação do Interruptor Paralelo, instalação Three Way.

e Ligação do Interruptor Paralelo, instalação Three Way. Figura 18 - Exemplo de aplicação do Interruptor
e Ligação do Interruptor Paralelo, instalação Three Way. Figura 18 - Exemplo de aplicação do Interruptor
e Ligação do Interruptor Paralelo, instalação Three Way. Figura 18 - Exemplo de aplicação do Interruptor

Figura 18 - Exemplo de aplicação do Interruptor Paralelo.

Ligação do Interruptor Paralelo, instalação Three Way. Figura 18 - Exemplo de aplicação do Interruptor Paralelo.
1.11. Pulsador de Campainha (Simples) O pulsador simples tem a finalidade de acionar carga durante

1.11. Pulsador de Campainha (Simples)

O pulsador simples tem a finalidade de acionar carga durante o tempo que é acionado, retornando a posição inicial após ser desacionado. Este pode ser utilizado para acionar cigarra, lâmpada ou até mesmo a minuteria (dependendo do modelo).

Figura 19 - Exemplo de aplicação do Pulsador de Campainha.

Figura 19 - Exemplo de aplicação do Pulsador de Campainha. 1.12. Cigarra É um dispositivo que

1.12. Cigarra

É um dispositivo que tem como finalidade, emitir som após ser energizada. Muito utilizada em instalações residenciais.

Figura 20 Foto, simbologia e exemplo de Ligação de Cigarra de campainha.

Figura 20 – Foto, simbologia e exemplo de Ligação de Cigarra de campainha. Interruptor de Cigarra.

Interruptor de Cigarra.

Figura 20 – Foto, simbologia e exemplo de Ligação de Cigarra de campainha. Interruptor de Cigarra.
Figura 20 – Foto, simbologia e exemplo de Ligação de Cigarra de campainha. Interruptor de Cigarra.

Cigarra

Figura 20 – Foto, simbologia e exemplo de Ligação de Cigarra de campainha. Interruptor de Cigarra.
1.10. Minuteria É um dispositivo eletrônico, que tem a finalidade de energizar a carga por
1.10. Minuteria É um dispositivo eletrônico, que tem a finalidade de energizar a carga por

1.10. Minuteria

É um dispositivo eletrônico, que tem a finalidade de energizar a carga por um determinado intervalo de tempo, funcionando assim como um temporizador off-delay (conta o tempo para desligar).

Figura 21 Minuteria e simbologia.

para desligar). Figura 21 – Minuteria e simbologia. Figura 22 - Ligação da Minuteria. 1.13. Dimmer
para desligar). Figura 21 – Minuteria e simbologia. Figura 22 - Ligação da Minuteria. 1.13. Dimmer

Figura 22 - Ligação da Minuteria.

Minuteria e simbologia. Figura 22 - Ligação da Minuteria. 1.13. Dimmer É um dispositivo com a

1.13. Dimmer

É um dispositivo com a finalidade de variar a intensidade da corrente da carga. Muito utilizado na iluminação através de lâmpadas incandescente, alterando a luminosidade do ambiente.

Figura 23- Foto e Exemplo de aplicação do Dimmer. Obs.: Não utilizar em lâmpadas com

Figura 23- Foto e Exemplo de aplicação do Dimmer.

Figura 23- Foto e Exemplo de aplicação do Dimmer. Obs.: Não utilizar em lâmpadas com transformador

Obs.:

Não

23- Foto e Exemplo de aplicação do Dimmer. Obs.: Não utilizar em lâmpadas com transformador eletrônico

utilizar

em

lâmpadas

com

transformador

eletrônico

1.14. Tomada 2P+T - Universal

A tomada 2P+T segue a norma técnica NBR 141310. Tendo a finalidade de energizar cargas internas ou externas ao painel.

Figura 24 - Tomada 2P+T - Universal e simbologia.

ou externas ao painel. Figura 24 - Tomada 2P+T - Universal e simbologia. Figura 25 -

Figura 25 - Exemplo de instalação da Tomada.

ou externas ao painel. Figura 24 - Tomada 2P+T - Universal e simbologia. Figura 25 -

27

1.15. Chave Comutador e Pulsador Os comutadores e pulsadores têm a função de permitir o

1.15. Chave Comutador e Pulsador

Os comutadores e pulsadores têm a função de permitir o usuário manobrar e/ou comandar circuitos de comandos. Tendo assim dois pulsadores, sendo um NC (vermelho) e NO (verde);

Figura 26 - Chave Seletora e Pulsador Liga e Desliga.

Figura 26 - Chave Seletora e Pulsador Liga e Desliga. Figura 27 - Simbologia Pulsador NF.

Figura 27 - Simbologia Pulsador NF.

1 2
1
2

Figura 28 - Simbologia Pulsador NA.

Pulsador NF. 1 2 Figura 28 - Simbologia Pulsador NA. 3 4 Figura 29 - Simbologia

3

4

Figura 29 - Simbologia Chave Seletora NA + NF.

13 21 14 22
13
21
14
22
1.16. Sinaleiras As sinaleiras têm a finalidade de representação visual, podendo também representar cargas

1.16. Sinaleiras

As sinaleiras têm a finalidade de representação visual, podendo

também representar cargas imaginárias, de acordo com a criatividade do

usuário;

Figura 30 - Sinaleira e Simbologia

criatividade do usuário; Figura 30 - Sinaleira e Simbologia Obs.: A sinaleira vermelha no canto superior

Obs.: A sinaleira vermelha no canto superior esquerdo do painel, em a finalidade de indicar, se o painel está energizando.

1.17. Relé de Nível Inferior RNF-01

O Relé para controle de nível inferior com falta de fase (RNF-01),

tem a função de monitorar o reservatório inferior e verificar possível falta

de fase e assimetria modular.

Instalação do RNF-01:

Instale os eletrodos de nível, superior, inferior e de referência. Ao

energizar as fases L1, L2 e L3, ajuste condutividade do líquido e a

assimetria das fases. Estando as fases dentro da normalidade e os

eletrodos submersos, o relé acionado. Quando o nível da água descobrir o

eletrodo inferior, o relé é desabilitando, que só irá religar quando o

eletrodo de nível superior estiver submerso.

Figura 31 – Relé RNF -01 e Simbologia. Obs.: (Ficha Técnica em ANEXO). 1.18. Relé

Figura 31 Relé RNF -01 e Simbologia.

Figura 31 – Relé RNF -01 e Simbologia. Obs.: (Ficha Técnica em ANEXO). 1.18. Relé Biestável
Figura 31 – Relé RNF -01 e Simbologia. Obs.: (Ficha Técnica em ANEXO). 1.18. Relé Biestável

Obs.: (Ficha Técnica em ANEXO).

1.18. Relé Biestável RBE - 01

O Relé Biestável (RBE-01) tem a função de revezar cargas de acordo com a necessidade do usuário, onde a mudança de estado se da no fechamento dos terminais (B1 / B2) do relé biestável.

Figura 32 - Relé de Nível Inferior com falta de fase.

Obs.: (Ficha Técnica em ANEXO).
Obs.: (Ficha Técnica em ANEXO).
1.19 Relé de Nível Superior – RNF-03 O Relé para controle de nível superior com

1.19 Relé de Nível Superior RNF-03

O Relé para controle de nível superior com falta de fase (RNF-03), tem a função de monitorar o reservatório superior e verificar possível falta de fase e assimetria modular.

Instalação do RNF-03:

Instale os eletrodos de nível, superior, inferior e de referência. Ao energizar as fases L1, L2 e L3, ajuste condutividade do líquido e a assimetria das fases. Estando as fases dentro da normalidade e os eletrodos descobertos pela água, o relé é acionado. Quando o nível da água cobrir o eletrodo superior, o relé é desabilitando, que só irá religar quando o eletrodo de nível inferior estiver exposto.

Obs: A sonda só deverá ser utilizada contato seco do relé de nível, pois seus contatos tem capacidade máxima de 50mA.

Figura 33 - Relé de Nível Superior com falta de fase

tem capacidade máxima de 50mA. Figura 33 - Relé de Nível Superior com falta de fase
tem capacidade máxima de 50mA. Figura 33 - Relé de Nível Superior com falta de fase

Obs.: (Ficha Técnica em ANEXO).

1.20. Relé Supervisor Trifásico RST - 21 O Relé Supervisor Trifásico (RST-21) tem a função

1.20. Relé Supervisor Trifásico RST - 21

O Relé Supervisor Trifásico (RST-21) tem a função de monitorar a falta de fase, garantindo as três fases (R / S / T), nos aspectos de sequência de fase, falta de fase, assimetria, permitindo o bom funcionamento no circuito elétrico aplicado. Instalação do RST-21:

Energizar as fases L1, L2 e L3, estando as tensões dentro dos limites selecionados nas escalas, a assimetria dentro da faixa e a seqüência das fases correta, o relé arma comutando os contatos COMUM e NA. Ocorrendo alguma anomalia que acarrete, falta ou inversão de fase, assimetria entre fases, sub ou sobre-tensão, o relé desarma;

Figura 34 - RST-21 e Simbologia.

entre fases, sub ou sobre-tensão, o relé desarma; Figura 34 - RST-21 e Simbologia. Obs.: (Ficha
entre fases, sub ou sobre-tensão, o relé desarma; Figura 34 - RST-21 e Simbologia. Obs.: (Ficha

Obs.: (Ficha Técnica em ANEXO).

Figura 35 - Esquemas de funcionamento RST – 21 Obs.: (Ficha Técnica em ANEXO). 1.2.

Figura 35 - Esquemas de funcionamento RST 21

Figura 35 - Esquemas de funcionamento RST – 21 Obs.: (Ficha Técnica em ANEXO). 1.2. Programador

Obs.: (Ficha Técnica em ANEXO).

1.2. Programador Diário/ Semanal PDS

O Programador Diário/Semanal PDS permite o acionamento/desacionamento de equipamentos elétricos nos horários e dias da semana pré-estabelecidos em ciclos diários ou semanais. Todas as programações são acessíveis através do teclado frontal do aparelho e as indicações de dia, hora e estado do relé são feitas através do display em LCD. O dispositivo é dotado de uma bateria recarregável, para que, em caso de falta de energia, todos os dados fiquem retidos na memória. Está disponível em caixas MG para inserção em trilho 35mm.

Aplicação:

Controle de irrigação, aquecimento central, comedouro e bebedouro para granjas, iluminação em vitrines, luminosos de lojas, bancos, painéis comerciais, bombas, aquecedores e filtros para piscinas, câmara e balcões frigoríficos, pré-aquecimento de máquinas e fornos, controle de sirene para entrada e saída de funcionários, etc.

Figura 36 - PDS Modo de Funcionamento: Energizar o dispositivo através dos terminais A1 e

Figura 36 - PDS

Figura 36 - PDS Modo de Funcionamento: Energizar o dispositivo através dos terminais A1 e A2,

Modo de Funcionamento:

Energizar o dispositivo através dos terminais A1 e A2, acertar o relógio (horário e o dia da semana) através do teclado frontal e introduzir as programações necessárias para a aplicação. As programações podem

ser feitas com um número máximo de 8 (oito) passos para comando LIGA e 8 (oito) passos para comando DESLIGA, totalizando 16 passos de memória de programação. Para ampliar os dias de programação, o aparelho é dotado de uma função que possibilita a distribuição da programação em dias individuais e/ou em blocos de dias.

Obs.:

Toda

a

desenergizada.

instalação

elétrica

Obs.: (Ficha Técnica em ANEXO).

deve

ser

feita

com

a

rede

1.22. Sensor de Nível - EPA

Os sensores EPA são utilizados em líquido condutores, tendo como característica eletrodos inoxidáveis, onde este sensor pode ser utilizado nas mais diversas demonstrações de aplicações de controle de nível.

Figura 37 - Sensor de nível EPA. 1.23. Voltímetro e Amperímetro Digitais O Voltímetro e

Figura 37 - Sensor de nível EPA.

1.23. Voltímetro e Amperímetro Digitais

O Voltímetro e Amperímetro Digitais exercem a função de dinamizar os testes, mostrando em tempo real a tensão e a corrente do circuito.

Figura 38 - Amperímetro e Voltímetro Digitais.

circuito. Figura 38 - Amperímetro e Voltímetro Digitais. Obs.: (Ficha Técnica em ANEXO). 1.24. Bomba Centrífuga
circuito. Figura 38 - Amperímetro e Voltímetro Digitais. Obs.: (Ficha Técnica em ANEXO). 1.24. Bomba Centrífuga

Obs.: (Ficha Técnica em ANEXO).

1.24. Bomba Centrífuga

São Máquinas Hidráulicas Operatrizes, isto é, máquinas que recebem energia potencial (força motriz de um motor ou turbina), e transformam parte desta potência em energia cinética (movimento) e energia de pressão (força), cedendo estas duas energias ao fluído bombeado, de forma a recirculá-lo ou transportá-lo de um ponto a outro.

Funcionamento: Uma fonte externa à bomba, como um motor elétrico, motor a diesel, etc., gira um ou mais rotores dentro do corpo da bomba, movimentando o líquido e criando a força centrífuga que se transforma em energia de pressão.

A entrada do líquido na bomba é chamada de sucção, onde a pressão pode ser inferior à atmosférica (vácuo) ou superior. O local de saída do líquido da bomba é conhecido como de recalque.

A diferença de pressão na sucção e no recalque da bomba é

conhecida

como

altura

manométrica

total

(Hman).

Ela

determina

a

 

35

capacidade da bomba em transferir líquido, em função das pressões que deverá vencer, expressa em

capacidade da bomba em transferir líquido, em função das pressões que deverá vencer, expressa em energia de pressão.

Figura 39 - Bomba centrífuga.

líquido, em função das pressões que deverá vencer, expressa em energia de pressão. Figura 39 -
Exercícios Modelo básico para todos os exercícios 37

Exercícios

Modelo básico para todos os exercícios
Modelo básico para todos os exercícios
1ª Questão: O processo acima funciona da seguinte maneira: Um operador deve controlar uma cisterna.

1ª Questão:

O processo acima funciona da seguinte maneira:

Um operador deve controlar uma cisterna.

Para acionar a bomba, o operador deve observar se a cisterna contém água suficiente, deve também ficar atento para que não transborde. Como o consumo de água neste edifício é grande, o operador repete este mesmo processo quatro vezes durante o dia. Por conta disso o operador não consegue executar as demais atividades a ele conferidas.

Surge, então, a necessidade de automatizar esse processo.

Para facilitar o trabalho do operador, você deve realizar a automação de todo o processo utilizando os seguintes materiais: 01 contator; 01 Relé de supervisão trifásico; 02 Relés para controle dos níveis superior e inferior; 01 Indicador de Corrente; 01 Indicador de tensão; 01 lâmpada para indicar quando o reservatório superior estive cheio; Desenvolva também os diagramas de força e comando do processo.

2ª Questão:

Uma senhora tem um jardim, e todos os dias o rega às 06h da manhã e as 17h da tarde. Mas ela precisa fazer uma viagem de sessenta dias.

Decidida a não deixar seu jardim morrer ela resolveu automatizar o processo de regagem que ela realiza diariamente.

Realize a automação do processo utilizando o seguinte material: 01 contator, 01 Programador diário semanal, 01 Relé de nível Inferior, 01 Bomba d’água. Desenvolva também os diagramas de força e comando do processo.