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HISTÓRICO DE DISTRIBUIÇÃO Nº DE JANEIRO Nº DE MAIO Nº DE SETEMBRO 11000 10000 9000
HISTÓRICO DE DISTRIBUIÇÃO
Nº DE JANEIRO
Nº DE MAIO
Nº DE SETEMBRO
11000
10000
9000
8000
7000
6000
5000
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2008
2009
2010
2011
2012
2013
2014
2015
2016
2017
QUANTIDADE
2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 QUANTIDADE associação de produtores de tubos e acessórios

associação de produtores de tubos e acessórios

Esta publicação foi escrita sem adesão ao novo acordo ortográfico.

SEGMENTAÇÃO DOS 11.206 DESTINATÁRIOS

Nº DE DESTINATÁRIOS

ESTUDANTES E OUTRAS ENTIDADES ASSOCIAÇÕES E SEUS COLABORADORES EMPRESAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL INSTITUIÇÕES,
ESTUDANTES E OUTRAS ENTIDADES
ASSOCIAÇÕES E SEUS COLABORADORES
EMPRESAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL
INSTITUIÇÕES, CÂMARAS E SERV. MUNICIPAIS
FORMAÇÃO, ENSINO E FORMADORES
ARMAZENISTAS E SEUS COLABORADORES
INSTALADORES E MONTADORES
GABINETES DE ENGENHARIA E FISCALIZAÇÃO
GABINETES DE ARQUITECTURA
433
17
145
603
983
473
1970
4572
2010

MODO DE DISTRIBUIÇÃO

57,0% E-MAIL 42,1%
57,0%
E-MAIL
42,1%

CTT

0,9%

EM MÃO

aptitude57

atitudes APTA em revista.

ANO 19 · SETEMBRO/2017 · QUADRIMESTRAL · DISTRIBUIÇÃO GRATUITA

Paulo Gomes , Engº Director Executivo EDITORIAL Caro leitor, como tema em destaque da presente

Paulo Gomes, Engº

Director Executivo

EDITORIAL Caro leitor, como tema em destaque da presente pu- blicação, apresentamos uma descrição dos requisitos aplicáveis a redes de ar comprimido, sustentada nos seguintes vectores: regulamentação aplicável, princi- pais componentes deste tipo de redes, especificações

da tubagem e condições de serviço, configurações da rede mais comuns, cor normalizada de identificação e critérios de dimensionamento. Aproveitamos para agradecer o assinalável interesse que temos sentido em relação à nova versão 2 da folha de cálculo APTA-RI-Sprinklers-Dimensiona- mento de Instalações Aço 2017, dotada com uma nova funcionalidade que possibilita a aplicação mais expedita do método dos comprimentos equivalentes aos diversos acessórios de união utilizados. De facto temos recebido durante os últimos meses imensos pedidos desta folha de cálculo, que nos deixam muito satisfeitos, justificando o grande esforço envolvido na sofisticação desta ferramenta.

Ainda no contexto das redes de sprinklers, infor- mamos que está eminente a publicação da versão portuguesa da norma europeia EN 12845 – Sistemas fixos de extinção – Sistemas automáticos de extinção por sprinklers – Concepção, instalação e manuten- ção. Esta tradução é da responsabilidade da APSEI, enquanto organismo de normalização sectorial no domínio da segurança contra Incêndios. O signatário na qualidade de director executivo da A.P.T.A. reitera a sua total disponibilidade e aproveita esta oportunidade para em nome das empresas fundadoras e em seu próprio enviar os melhores cumprimentos, com votos de profícuos negócios.

Tema em Destaque

Redes de Ar Comprimido - Especificações e Cálculo

ELABOR AÇÃO DE NORMAS EUROPEIAS PARTICIPAÇÃO Durante o 2º quadrimestre de 2017, a APTA assegurou

ELABORAÇÃO DE NORMAS EUROPEIAS PARTICIPAÇÃO

Durante o 2º quadrimestre de 2017, a APTA assegurou a representação nacional na seguinte reunião de normalização europeia: ECISS/TC 110/WG 6 – “Tube threads and service tubes” (Tubos de canalizações e roscas de tubagens):

• Data: 11 de Maio de 2017

• Local: Milão (Itália)

• Coordenador: Mr. Matteo Carmignani (Itália)

• Países participantes: Portugal, Itália e Alemanha.

• Ordem de trabalhos resumida: Análise e discus- são da avaliação negativa do Consultor CEN ao FprEN 10255, com participação na reunião do Consultor CEN, Mr. Bedotti.

• Não ficou agendada nova reunião.

NORMALIZAÇÃO EUROPEIA

Não ficou agendada nova reunião. NORMALIZAÇÃO EUROPEIA A convite da Ordem dos Engenheiros, através do Sr.

A convite da Ordem dos Engenheiros, através do Sr. Eng.º José Sobral (Vogal do Conselho Regional Sul do Colégio de Engenharia Mecânica e Professor do ISEL), a APTA participou no seminário “PROJECTO, CERTIFICA- ÇÃO E INSTALAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEC- ÇÃO CONTRA INCÊNDIOS”, através da apresentação do seguinte tema a 28 de Junho: “Normas europeias aplicadas às tubagens de aço e bocas de incêndio armadas”.

às tubagens de aço e bocas de incêndio armadas” . A convite da ANQIP, através do

A convite da ANQIP, através do Sr. Prof. Silva Afonso (Presidente da Direcção), a APTA participou no 1º Encontro Nacional de Canalizadores, que decorreu no anfiteatro do complexo pedagógico da Universidade de Aveiro, através da apresentação do seguinte tema a 9 de Junho: “Normalização nacional e europeia no domínio das tubagens de aço”.

do seguinte tema a 9 de Junho: “Normalização nacional e europeia no domínio das tubagens de

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ISEC 19·05·2017
ISEC 19·05·2017

SESSÕES TÉCNICAS GÁS

CATIM 18·05·2017
CATIM 18·05·2017
CATIM 12·07·2017
CATIM 12·07·2017
TÉCNICAS GÁS CATIM 18·05·2017 CATIM 12·07·2017 A convite dos Srs. Prof. João Ferreira Mendes e Prof.

A convite dos Srs. Prof. João Ferreira Mendes e Prof.

Virgílio Monteiro de Oliveira, do Departamento de En- genharia Mecânica do Instituto Superior de Engenharia de Coimbra, a APTA realizou a 19 de Maio uma palestra, destinada aos alunos dos Mestrados em Engenharia Mecânica/Electromecânica, enquadrada na disciplina

de Redes de Fluídos, com a seguinte estrutura: Siste- ma de Canalização em Aço - Dimensionamento de Instalações de Gás em Edifícios (Programa):

· Enquadramento regulamentar (Portaria n.º 361/98 actualizada pela Portaria n.º 690/2001).

· Tubos de aço para utilização em instalações de gás para edifícios: requisitos regulamentares, normaliza- ção e especificações.

· Acessórios roscados em fundição maleável para utili- zação em instalações de gás para edifícios: requisitos regulamentares, normalização e especificações.

· Tipos de ligações de tubagens de aço: ligações rosca- das, ligações mecânicas e ligações soldadas.

· Fundamentos teóricos de hidráulica:

· Conceito de perdas de carga contínuas e localizadas;

· Perdas de carga contínuas calculadas pelas fórmu- las de Renouard (quadrática e simplificada);

· Observações importantes referentes ao sistema de unidades (formulário APTA).

· Procedimento de dimensionamento de uma instalação de gás para edifícios:

· Dimensionamento em média pressão;

· Dimensionamento em baixa pressão.

· Requisitos de dimensionamento para média e baixa pressão:

· Critérios de simultaneidade;

· Perda de carga admissível;

· Velocidade de escoamento admissível.

· Folha de cálculo APTA para o dimensionamento de instalações de gás para edifícios:

· Apresentação, estrutura e funcionamento;

· Dimensionamento da instalação colectiva;

· Dimensionamento das instalações individuais.

· Exemplo de dimensionamento de uma instalação de gás para edifícios.

· Conclusões e debate.

Manual do Instalador APTA Está disponível a 4ª Edição do Capítulo 1 e respectivos Anexos
Manual do
Instalador APTA
Está disponível a 4ª Edição do Capítulo 1 e respectivos Anexos (2 ficheiros
em formato pdf). Para obtenção desta edição distribuída gratuitamente,
os Exmos. Profissionais apenas terão que a solicitar à APTA por e-mail,
fax ou carta, explicitando:
- Endereço electrónico,
- Nome da empresa,
- Nome do profissional,
- Morada completa,
- Função,
- Telefone e fax.
Tel. 229 444 532 · Fax 229 444 531
Ap. 6066 · 4476-908 OUTEIRO MAIA
info@apta.pt
A indicação do endereço electrónico é fundamental, dado que o envio
dos ficheiros é realizado unicamente por e-mail.

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Durante o 2.º Quadrimestre de 2017, por convite do Sr. Eng.º Luís Caldeira, da instituição CATIM - Centro de Apoio Tecnológico à Indústria Metalomecânica (Porto), realizamos as seguintes duas Jornadas Técnicas:

18 MAIO Curso de Instalador de Aparelhos a Gás

-Actualização de conhecimentos (formador: Eng.º Luís Caldeira).

12 JULHO Curso de Técnico de Gás - Actualização de

conhecimentos (formador: Eng.º Luís Caldeira).

Sistema de Canalização Aço para Instalações de Gás em Edifícios (Programa):

· Enquadramento regulamentar (Portaria n.º 361/98 actualizada pela Portaria n.º 690/2001).

· Normalização Europeia e Hierarquia de utilização de normas.

· Tubos de aço para utilização em instalações de gás para edifícios: requisitos regulamentares, normativos e especificações.

· Acessórios roscados em fundição maleável para utili-

zação em instalações de gás para edifícios: requisitos regulamentares, normativos e especificações.

· Classes de ligação em tubagens de aço e seu enqua- dramento regulamentar e normativo.

· Tipos de ligações de tubagens de aço:

· Ligações Roscadas:

· Sistemas de roscas com estanquidade no filete e suas características;

· Requisitos regulamentares e normativos;

· A ligação roscada europeia EN 10226;

· Funcionamento e designação;

· Materiais de vedação para aplicação gás;

· Exemplos.

· Ligações Mecânicas.

· Ligações Soldadas.

· Exemplos de aplicação.

· Conclusões e debate.

FERROTÚBAL 30·06·2017
FERROTÚBAL 30·06·2017
FERROTÚBAL 30·06·2017
FERROTÚBAL 30·06·2017
FERROTÚBAL 30·06·2017 FERROTÚBAL 30·06·2017 FERROMAR 07·07·2017 SESSÕES TÉCNICAS GERAIS A convite do Sr. Dr.
FERROTÚBAL 30·06·2017 FERROTÚBAL 30·06·2017 FERROMAR 07·07·2017 SESSÕES TÉCNICAS GERAIS A convite do Sr. Dr.
FERROMAR 07·07·2017
FERROMAR 07·07·2017

SESSÕES TÉCNICAS GERAIS

A convite do Sr. Dr. Nuno Pires (Administrador da FER- PINTA e Presidente da Administração da APTA), a APTA realizou as seguintes duas acções de formação:

30 JUNHO Destinatários: Equipas de Comerciais da FERROTÚBAL, FERROENTRONCAMENTO e FERROPOR- TIMÃO. Local: Instalações da FERROTÚBAL.

7 JULHO Destinatários: Equipas de Comerciais da FERROMAR, FERROMINHO e FERROMANGUALDE. Local: Instalações da FERROMAR.

Sistemas de canalização baseados em tubagens de aço (Programa resumido):

· Enquadramento regulamentar:

· Redes prediais (Decreto-Regulamentar n.º23/95).

· Redes de segurança contra incêndios (Decreto- -Lei n.º 220/2008 alterado pelo Decreto-Lei n.º

224/2015).

· Redes de gás (Portaria n.º 361/98 alterada pela Portaria n.º 690/2001).

· Certificação obrigatória de tubos e acessórios (Decreto-Lei n.º 390/89).

· Normalização europeia aplicável aos tubos de aço:

· Tendo em consideração o tipo de aplicação.

· Tipos de normas europeias: normas funcionais, de produto e de material.

· Principais normas nacionais de diversos países anuladas pelas normas europeias.

· Certificação obrigatória aplicável aos tubos de aço:

verificação da certificação obrigatória.

· Tubos de aço conformes a EN 10255:

· Características do aço e tecnologia de base.

· Gama dimensional.

· Comprimentos normalizados e tipos de extremi- dades.

· Comprimentos normalizados e tipos de extremi- dades. · Tubos de aço conformes a EN 10217-1:

· Tubos de aço conformes a EN 10217-1:

· Características do aço e tecnologia de base.

· Gama dimensional.

· Comprimentos normalizados e tipos de extremi- dades.

· Revestimento de protecção por galvanização a quente.

· Principais tipos de uniões e respectivos acessórios:

· União roscada: funcionamento e normalização de referência.

· União por compressão: funcionamento e normali- zação de referência.

· União ranhurada: funcionamento e normalização de referência.

· Cores normalizadas de identificação de tubagens.

· Vantagens comparativas das tubagens de aço.

TIPOS DE UNIÕES

· ROSCADA

· COMPRESSÃO

· RANHURADA

TIPOS DE UNIÕES · ROSCADA · COMPRESSÃO · RANHURADA

TIPOS DE UNIÕES · ROSCADA · COMPRESSÃO · RANHURADA
TIPOS DE UNIÕES · ROSCADA · COMPRESSÃO · RANHURADA
TIPOS DE UNIÕES · ROSCADA · COMPRESSÃO · RANHURADA

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Tema em Destaque

Redes de Ar Comprimido - Especificações e Cálculo

CAMPO DE APLICAÇÃO

· Redes ramificadas e em anel.

· Tubos de aço com costura, da série média, galvanizados em conformidade com as normas europeias EN 10255 e EN 10240 [ver Fig. 1].

· Acessórios roscados em ferro fundido maleável galvanizado em conformidade com a norma europeia EN 10242 [ver Figs. 2 e 3].

· Ligações roscadas com estanquidade no filete em conformidade com a norma europeia EN 10226-1.

REGULAMENTAÇÃO GERAL APLICÁVEL · Decreto-Lei n.º 90/2010, de 22 de Julho - Regulamento de Instalação, de Funciona- mento, de Reparação e de Alteração de Equipamentos sob Pressão.

de Julho - Regulamento de Instalação, de Funciona- mento, de Reparação e de Alteração de Equipamentos
Fig. 1 Tubo série média EN 10255 galvanizado EN 10240 - FERPINTA .

Fig. 1 Tubo série média EN 10255 galvanizado EN 10240 - FERPINTA.

Fig. 2 Tê roscado galva. EN 10242 - EO - Ref.ª 130 (B1).

Fig. 2 Tê roscado galva. EN 10242 - EO - Ref.ª 130 (B1).

Fig. 3 Joelho roscado galva. EN 10242 - EO - Ref.ª 90 (A1).

Fig. 3 Joelho roscado galva. EN 10242 - EO - Ref.ª 90 (A1).

DECRETO-LEI N.º 90/2010

SÍNTESE DOS PRINCIPAIS ARTIGOS RELACIONADOS COM REDES DE AR COMPRIMIDO (TRANSCRIÇÃO)

Artigo 1.º

- A instalação, o funcionamento, a reparação e a alteração de equipamentos sob pressão, adiante designados por ESP, ficam sujeitos aos procedimentos previstos no presente Regulamento.

1

Objecto

2

- Os ESP são todos os recipientes, tubagens, acessórios de segurança, acessórios sob pressão, abrangendo os componentes ligados às partes, sob pressão,

tais como flanges, tubuladuras, acoplamentos, apoios e olhais de elevação.

Artigo 2.º

1

- O presente Regulamento aplica-se:

Âmbito e

a)

A todos os ESP destinados a conter um fluido - líquido, gás ou vapor - a pressão superior à atmosférica, projectados e construídos de acordo com o

Definições

Decreto-Lei 211/99, de 14 de Junho, que transpôs para o direito interno a Directiva 97/23/CE, de 29 de maio, entretanto substituída pela Diretiva 2014/68/ UE, de 15 de maio de 2014.

------------------------------------------------

4

- Para efeitos de aplicação do disposto nos números anteriores, entende-se por:

------------------------------------------------

b)

“(DN) Dimensão nominal” designação numérica da dimensão comum a todos os componentes de um sistema de tubos, com excepção dos componentes

para que sejam referidos diâmetros exteriores ou dimensões de rosca, tratando-se de um valor arredondado para efeitos de referência, que apenas está aproximadamente ligado às dimensões de fabrico e que é designado pela sigla “DN” seguida de um número;

c)

“Fluidos” quaisquer gases, líquidos ou vapores puros e respectivas misturas, podendo conter sólidos em suspensão, os quais são classificados conforme

as alíneas d) e e), sem prejuízo de outra classificação a definir nas instruções técnicas complementares (ITC);

d)

“Fluidos do grupo 1” os fluidos perigosos, considerando-se como tal as substâncias e misturas perigosas na acepção do Regulamento (CE) n.º 1272/2008,

do Parlamento Europeu e do Conselho, de 16 de Dezembro, relativo à classificação, rotulagem e embalagem de substâncias e misturas classificados como:

Explosivos; ii) Extremamente inflamáveis; iii) Facilmente inflamáveis; iv) Inflamáveis (temperatura máxima admissível superior ao ponto de faísca); v) Muito tóxicos; vi) Tóxicos; vii) Comburentes;

i)

e) “Fluidos do grupo 2” inclui todos os não referidos no grupo 1;

f) “Família de equipamentos” ESP que contenham o mesmo fluido ou fluidos com características semelhantes, com condições técnicas de instalação

semelhantes ou conjuntos de ESP que pela sua concepção se encontram interligados de um modo permanente;

g)

“Gerador de água quente” ESP aquecido por chama ou, de outro modo, sujeito ao risco de sobreaquecimento, em que a água está a uma temperatura

inferior ou igual a 110ºC;

h)

“Gerador de água sobreaquecida” ESP aquecido por chama ou, de outro modo, sujeito ao risco de sobreaquecimento, em que a água está a uma tempe-

ratura superior a 110ºC;

i)

“Gerador de vapor” ESP aquecido por chama ou, de outro modo, sujeito ao risco de sobreaquecimento, destinado à produção de vapor de água;

j)

“Potência útil máxima” valor máximo da potência útil, considerando-se como tal o calor fornecido ao fluido transportador, expressa em kW;

l)

“Pressão máxima admissível (PS)” pressão máxima, em bar, em relação à pressão atmosférica, indicada pelo fabricante na declaração de conformidade

ou contida no certificado de aprovação de construção, ou ainda a que seja especificada pela entidade competente;

m) “Temperatura mínima e máxima admissível (TS)” as temperaturas mínima e máxima de serviço, em graus Celsius (ºC), indicadas pelo fabricante na decla- ração de conformidade ou contida no certificado de aprovação de construção, ou as que sejam fixadas pela entidade competente;

n)

“Volume (V)” volume total, em litros, de todos os compartimentos do ESP, indicado pelo fabricante na declaração de conformidade ou contida no certifi-

cado de aprovação de construção, ou ainda o que seja especificado pela entidade competente.

------------------------------------------------

Artigo 16.º

- Todos os ESP devem estar munidos de órgãos de segurança e controlo, de forma a garantir que os parâmetros de funcionamento estabelecidos no projec- to sejam respeitados.

1

Órgãos de

segurança

2 - Salvo disposições em contrário previstas nas ITC, consideram-se como órgãos de segurança e controlo essenciais os manómetros e as válvulas de segurança.

e controlo

3 - As válvulas de segurança, que podem assumir várias configurações conforme a EN ISO 4126:2004, devem:

 

a) Estar seladas;

 

b) Ter indicação da pressão de abertura que não deve ser superior ao valor de PS;

c) Ter um débito adequado à fonte criadora de pressão e às demais condições de funcionamento do ESP;

d) Ser adequadas para o fluido em que vão ser utilizadas.

4 - Os manómetros devem respeitar a norma NP EN 837-1:2004, sendo a classe de exactidão de referência de 1,6, ter um alcance máximo sensivelmente

igual ao dobro da pressão PS, mas nunca inferior a 1,5 x PS e estar verificados de acordo com a legislação aplicável, devendo a PS estar marcada com um traço vermelho no mostrador, sempre que o equipamento o permita.

------------------------------------------------

452

Artigo 22.º

- O ensaio de pressão deve ser hidráulico e efectuado de acordo com o indicado no código ou norma de construção, devendo o valor da pressão ser igual 1,3 vezes a PS, salvo indicação em contrário prevista no código, na norma ou na ITC aplicável.

1

Ensaio de

pressão

2

- O ensaio de pressão realizado para efeitos da aprovação da reparação ou da alteração deve ser efectuado com o ESP sem qualquer revestimento na parte

afectada, devendo ser removido o revestimento necessário no caso de suspeita de falta de segurança do ESP.

3

- A temperatura do líquido no interior do ESP, durante a prova de pressão, não deve ser superior a 40ºC, nem inferior a 10ºC, salvo indicação técnica em

 

contrário.

 

4

- A prova de pressão pode ser pneumática, com ar ou gás conveniente, quando o ESP, pela sua concepção ou construção, não possa ser cheio com um

líquido, ou quando as condições de serviço não admitam a existência de qualquer vestígio de líquido, não podendo o gás ser do grupo 1, nem estar a uma temperatura superior a 40ºC, salvo disposição em contrário, prevista na ITC respectiva.

5

- No caso do número anterior, o valor da pressão de prova deve ser igual a 1,1 vezes a PS, salvo se o código ou norma de construção, bem como as ITC

respectivas não indicarem outro valor, não devendo o tempo de patamar ser inferior a dez minutos.

6

- Os instrumentos de medição utilizados no controlo da prova de pressão devem ser de classe de exactidão adequada e estar verificados de acordo com a

legislação nacional.

7

- Em casos devidamente fundamentados e aceites pela DRE ou quando previsto na ITC respectiva, o ensaio de pressão pode ser substituído por END que

produza resultados equivalentes.

Artigo 23.º

1

- O ensaio de estanquidade destina-se a verificar a existência de fugas nas ligações nos órgãos de acesso ao interior do ESP e nas válvulas.

Ensaio de

2

- O ensaio referido no número anterior é efectuado a uma pressão compreendida entre a pressão máxima de funcionamento e a PS, podendo ser usado o

estanquidade

fluido contido no ESP, salvo disposição em contrário prevista na ITC respectiva.

CARACTERÍSTICAS DAS REDES DE AR COMPRIMIDO [1]

O filtro de ar localizado à entrada da rede tem a função óbvia de reter partículas de poeira que desgastariam o compressor e degradariam a qualidade do ar. Deve ser dada especial atenção à limpeza ou troca periódica do elemento filtrante de acordo com as recomendações do fabricante. A acumulação de pó e partículas sujas no filtro aumenta a respectiva perda de carga e reduz a eficiência do compressor.

A queda de pressão para elementos de filtro novos situa-se entre 0,02 e 0,2 bar,

dependendo do tipo de filtro. O limite usualmente imposto para a perda de carga é 0,6 bar. Os filtros são normalmente equipados com um indicador da perda de carga que, se exceder o limite definido, deve implicar uma limpeza ou substituição do elemento de filtro.

A compressão do ar causa a eliminação da humidade contida em forma de gotículas

de água (produtos de condensação). Assim, se o condicionamento do ar comprimido não for realizado através de um secador de ar, haverá a presença de condensados

em toda a rede, implicando a observância dos seguintes requisitos durante a insta- lação da rede de ar comprimido, para evitar danos nos equipamentos pneumáticos:

- As tubagens devem ser instaladas com uma inclinação aproximada de 1,50 a 20 na direção ao fluxo de ar.

- Implementar um troço vertical no ramal principal, dado que a condensação da humidade também acontece quando o ar arrefece, possibilitando o seu retorno para o reservatório de ar comprimido.

- O dreno das condensações deve estar posicionado no ponto mais baixo da rede de fornecimento de ar comprimido para fácil remoção.

- A montante de cada equipamento pneumático deve existir uma unidade de manu- tenção com um filtro, um dreno de água e um redutor de pressão. Com um sistema de filtragem satisfatório e um secador instalados no sistema de fornecimento de ar comprimido, o utilizador pode trabalhar sem preocupações relativas a condensações.

O reservatório exerce funções importantes na instalação, estabilizando as condi-

ções de escoamento e contribuindo para a redução da humidade, em particular no caso de instalações sem um secador. Adicionalmente, funciona como uma reserva de ar pressurizado que compensa as variações de consumo na rede e permite uma atuação mais espaçada do controle de carga/alívio do compressor. O dimensiona- mento do seu volume é estabelecido em função do consumo de ar comprimido com recurso a regras práticas, como por exemplo: volume do reservatório [m 3 ] = 10% a

20% do caudal volúmico do compressor [m 3 /min.].

ESPECIFICAÇÕES DA TUBAGEM E CONDIÇÕES DE SERVIÇO

Em sistemas de fornecimento de ar comprimido devem ser utilizados tubos de aço conformes a norma europeia EN 10255 e galvanizados por imersão a quente de acordo com a norma europeia EN 10240 [ver exemplo na Fig. 1], unidos através de

acessórios roscados em fundição maleável e galvanizados por imersão a quente em conformidade com a norma europeia EN 10242 [ver exemplos nas Figs. 2 e 3] .

A eventual utilização de tubos e acessórios sem o revestimento de protecção por

galvanização, implica que seja instalado à saída do compressor um secador do ar comprimido para eliminar o risco de corrosão.

A respectiva pressão máxima de serviço é igual a 13 bar e a temperatura máxima de

serviço é de 120 °C.

[1] Fonte: BOSCH Brasil - “Tecnologia de ar comprimido” - Ref.ª 09/2008.

CONFIGURAÇÃO RAMIFICADA

A configuração ramificada, também designada por sistema de distribuição aberto, consiste num conjunto de sub-ramais que derivam do mesmo ramal secundário,

instalados de forma a abranger toda a planta do edifício em causa, para assegurar

o fornecimento de ar comprimido à totalidade dos equipamentos pneumáticos.

Sendo a alimentação assegurada através de um ramal principal, conforme exempli- ficado na Fig. 5.

A configuração ramificada tem a vantagem de consumir menos tubos e acessórios

em comparação com a configuração em anel. No entanto apresenta a desvantagem de necessitar de um diâmetro médio de tubagem superior ao sistema em anel, para se garantir o mesmo nível de perdas de carga.

CONFIGURAÇÃO EM ANEL

A configuração em forma de anel, também designada por sistema de distribuição

fechado, é instalada de forma a que o anel abranja toda a planta do edifício, sendo alimentado por um ramal principal, conforme exemplificado na Fig. 6. Neste sistema, é possível fechar sectores individuais da rede sem interromper

o fornecimento de ar comprimido aos outros sectores. Deste modo é possível,

mesmo durante operações de reparação, manutenção, alteração e/ou extensão da rede, assegurar o fornecimento de ar comprimido à maioria dos equipamentos pneumáticos. Acresce o facto de quando o ar comprimido é fornecido dentro de um sistema fechado de distribuição, esse ar percorrer distâncias mais curtas em comparação com a implementação de um sistema ramificado, ou seja, verificam-se menores perdas de carga. Para simplificar a análise, o dimensionamento de um sistema em anel pode ser calculado considerando apenas metade da tubagem em anel e metade do caudal total de ar.

NÍVEIS DE PRESSÃO DE SERVIÇO

Para efeitos práticos distinguem-se os seguintes níveis de pressão:

- Baixa Pressão: até 10 bar, é a faixa de utilização mais comum, sendo usada em redes nos serviços e industrias e nas máquinas/ferramentas pneumáticas, confor- me exemplificado na Fig. 4.

- Média Pressão: até 15 bar, é tipicamente usada em redes industriais de fabrica- ção automóvel e redes de oficinas de manutenção automóvel.

- Alta Pressão: acima de 15 bar, para aplicações especiais. As pressões de serviço mais correntes são: 7 bar, 10 bar ou 13 bar.

serviço mais correntes são: 7 bar , 10 bar ou 13 bar . Fig. 4 Rede

Fig. 4 Rede industrial de ar comprimido, identificada através da aplicação da respectiva cor de fundo (azul claro) a toda a canalização.

453

Sistema de canalização utilizado:

- tubos de aço roscados de fábrica EN 10255, da série média FERPINTA - acessórios
- tubos de aço roscados de fábrica EN 10255,
da série média FERPINTA
- acessórios roscados em fundição maleável
EN 10242, símbolo de projecto A EO (Porfite)
Fig. 5
Configuração ramificada
Pequenas e médias instalações.

Fig. 6 Configuração em anel Grandes instalações.

454

IDENTIFICAÇÃO

De acordo com a norma nacional NP-182, as redes de ar comprimido devem ser

identificadas pela cor azul claro (RAL 5012), conforme estabelecido no Quadro 1 e com duas possíveis modalidades de aplicação:

1) Em toda a extensão da canalização (ver Figura 4 e Figura à esquerda do Quadro 2); ou 2) Em anéis com comprimento igual a quatro vezes o diâmetro exterior da tuba- gem, incluindo o forro quando existir, mas nunca inferior a 150 mm. Devendo

a distância entre anéis não ultrapassar 6m (ver Figura à direita do Quadro 2). No caso da modalidade em anéis, a pintura deve ser aplicada na tubagem, junto dos dispositivos receptores, de regulação e comando, das uniões dos ramais, das zonas de desmontagem, das paredes, na extremidade mais visível de tubos com menos de 2 m de extensão ou outra zona relevante. Os dispositivos de regulação e de comando também serão pintados com a cor de fundo correspondente.

Quadro 1 Cor de fundo aplicável ao ar, em conformidade com a NP-182.

FLUÍDO

COR DE FUNDO DE IDENTIFICAÇÃO DO FLUÍDO

GRUPO

IDENTIFICAÇÃO COMPLETA DO FLUÍDO CANALIZADO

E SUBGRUPO

DE CÓDIGO

Ar

Azul Claro

3

Ar

 

3.0

Ar fresco, ar exterior (via norma DIN 2403)

3.1

Ar comprimido (indicando a pressão)

3.2

Ar sobreaquecido

3.3

Ar depurado (condicionado)

3.4

3.5

RAL 5012

3.6

Ar de circulação (via norma DIN 2403)

 

3.7

Ar de alimentação (via norma DIN 2403)

3.8

Vácuo

3.9

Ar de escape

Quadro 2 Diferentes modalidades de identificação:

APLICAÇÃO DE COR A TODA A TUBAGEM

APLICAÇÃO DE COR EM ANÉIS
APLICAÇÃO DE COR EM ANÉIS

Aplicação da cor de fundo a toda a canalização (azul claro), com indicação codificada do fluído (ar comprimido) e pressão de serviço.

Nota: foi escolhido o preto como cor das indicações, devido ao maior contraste com o azul claro.

Aplicação da cor de fundo em anéis (azul claro), na vizinhança da junção desmontável e de uma parede, com indicação codificada do fluído (ar comprimido) e pressão de serviço.

Nota: foi escolhido o preto como cor das indicações, devido ao maior contraste com o azul claro.

NOMENCLATURA

CRITÉRIOS DE DIMENSIONAMENTO

NECESSIDADES DE AR COMPRIMIDO

O consumo total teórico de ar comprimido corresponde ao consumo total de ar

comprimido dos equipamentos, ferramentas e dispositivos pneumáticos abasteci-

dos pela rede. Porém, apenas a contabilização do consumo total de ar comprimido desses equipamentos não é suficiente para garantir o correcto dimensionamento do compressor e da rede de fornecimento, devendo também ter-se em consideração os seguintes factores adicionais:

- Perdas;

- Reservas;

- Erros de cálculo.

- Perdas devidas a fugas de ar comprimido, as quais aumentam com o tempo de vida das instalações, estimando-se que variem entre 5% e 25% do caudal total fornecido, consoante a instalação seja nova ou antiga.

- Reservas para prever futuras ampliações da rede de ar comprimido, as quais dependendo das perspectivas futuras, poderão atingir 100 % do caudal total inicialmente previsto.

- Erros de cálculo cometidos na estimativa do consumo de ar, sendo habitual prever-se um percentual extra de 5% a 15% para prevenir estes erros. Assim, o caudal de ar a ser fornecido deve contemplar, no mínimo:

1) O consumo total determinado para os equipamentos; 2) Acrescido de +5 % para perdas; 3) +10 % para reservas; 4) +5 % para erros de cálculo.

PERDAS DE CARGA

Neste contexto, recomenda-se que as redes fornecimento de ar comprimido sejam dimensionadas de forma a que as perdas de carga não excedam:

- Ramais principais: 0,02 bar/100 m de tubagem;

- Ramais secundários: 0,08 bar/100 m de tubagem.

E as velocidades de escoamento não excedam:

- Ramais principais: 8 m/s;

- Ramais secundários: 10 m/s.

As perdas de carga ao longo dos tubos de aço EN 10255 são estimadas através da Eq. 1. As perdas de carga locais são estimadas com recurso ao método dos comprimentos equivalentes aplicáveis aos diversos acessórios EN 10242 que serão utilizados na instalação, os quais estão especificados no Quadro 3. Adicionalmente e em particular, a implantação do ramal de aspiração deve ser o mais recta possível, com um mínimo de curvas, recomendando-se que a respectiva velocidade de escoamento não ultrapasse os 6 m/s. Notar que, normalmente, o caudal considerado é à entrada do compressor, sendo designado por Caudal em Ar Livre (F.A.D. - Free Air Delivery), nas seguintes condi- ções de admissão: pressão absoluta de 1 bar à temperatura de 20 0C.

Quadro 3

ACESSÓRIOS ROSCADOS EM FUNDIÇÃO MALEÁVEL CONFORMES A NORMA EUROPEIA EN 10242 COMPRIMENTOS EQUIVALENTES (L eq.local ) EXPRESSOS EM “METROS”

FIGURA

DESIGNAÇÃO/DIMENSÃO

1/2

3/4

1

1

1/4

1

1/2

2

2 1/2

3

4

 

DN 15

DN 20

DN 25

DN 32

DN 40

DN 50

DN 65

DN 80

DN 100

2

Curva fêmea 90

0,670,70

0,70

0,83

0,98

1,00

1,10

1,11

1,20

1,40

41

Curva fêmea 45

0,210,28

0,28

0,39

0,52

0,64

0,83

0,97

1,20

1,70

90

Joelho simples 90

1,101,35

1,35

1,60

2,00

2,25

2,60

2,80

3,40

4,00

130

Tê simples 90

0,52Tê simples 90 0,73

0,73Tê simples 90 0,52

0,99

1,40

1,70

2,30

2,80

3,70

5,20

1,301,60

1,601,30

2,00

2,70

3,00

3,70

3,90

5,20

6,40

240

Uniões de redução

0,250,30

0,30

0,50

0,60

0,70

1,00

1,50

2,00

2,50

270

União simples

0,070,07

0,07

0,08

0,11

0,12

0,14

0,14

0,16

0,19

 

Válvula retenção (anti-retorno)

2,40

2,70

3,40

4,00

4,60

5,80

6,70

8,20

11,6

Válvula de assento

6,70

7,30

8,80

11,3

12,8

16,5

18,9

24,0

33,5

Válvula de membrana

1,20

1,60

2,00

3,00

3,75

4,50

6,00

Válvula de esfera

0,17

0,20

0,25

0,34

0,37

0,46

0,52

0,58

0,76

Filtro em Y

1,50

2,00

2,30

5,50

8,10

8,30

8,80

10,4

12,8

REQUISITOS DE DIMENSIONAMENTO (RECOMENDAÇÃO):

Perda de carga:

· Ramais principais: máximo de 0,02 bar/100 m de tubagem

· Ramais secundários: máximo de 0,08 bar/100 m de tubagem

Velocidade:

· Ramais principais: máximo de 8 m/s

· Ramais secundários: máximo de 10 m/s

CÁLCULO DA PERDA DE CARGA:

(L+L eq.local ).Q 1,85

D i 5 .P S

SÍMBOLO

UNIDADES

DESIGNAÇÃO

P S

kPa

Pressão de serviço absoluta

Q

l/min

Caudal de cálculo em ar livre

L

m

Comprimento do troço de tubagem

L eq.local

m

Perda de carga local expressa em comprimento de tubo equivalente

DN

--

Dimensão nominal do troço de tubagem

D i

mm

Diâmetro interior do troço de tubagem

D

mm

Diâmetro exterior do troço de tubagem

ΔP

kPa

Perda de carga no troço de tubagem

V

m/s

Velocidade de escoamento

ΔP = 2311,1.

Δ P = 2 3 1 1 , 1 . [kPa] Eq. 1

[kPa]

Eq. 1

455

No cumprimento do Decreto-Lei n.º 390/89, aceite unicamente certificados emitidos pela CERTIF. Aplicável a: ·
No cumprimento
do Decreto-Lei n.º 390/89,
aceite unicamente
certificados emitidos
pela CERTIF.
Aplicável a:
· Tubos de aço EN 10255
· Tubos de aço EN 10217-1
· Acessórios roscados em fundição maleável EN 10242
associação de produtores de tubos e acessórios

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PORFITE Acessórios para Canalizações, Lda. Acessórios para Canalizações, Lda.

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FICHA TÉCNICA

Propriedade: APTA Associação de Produtores de Tubos e Acessórios

Coordenação: Paulo Gomes (Engº) Grafismo: brandcreativestore.pt Impressão: Lidergraf - Sustainable Printing

Dep. Legal: 250159/06 5.400 Exemplares · SETEMBRO/2017

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