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Treinamento Básico de

Lubrificação Industrial

TOTAL
TOTAL Lubrificantes
Lubrificantes –– E. Gonçalles
Marcelo - Junho
Beltran 2005
- Maio 2006 1
Tópicos

0- Lubrificação
1- Sistemas Hidráulicos
2- Engrenagens e Mancais Industriais
3- Compressores de Ar & Bombas de Vácuo
4- Compressores de Refrigeração
5- Compressores de Gás
6- Turbinas à Vapor & Gás
7- Motores a Gás
8- Fluídos de Transferência de Calor
9- Graxas
10- Líquidos de Arrefecimento
11- Especialidades
12- Usinagem
13 - Correntes
TOTAL Lubrificantes – 2
0- Lubrificação

DEFINIÇÃO
O lubrificante é um produto que separa duas peças em movimento
para reduzir o atrito e, consequentemente o aquecimento e o desgaste.

Sem Com lubrificante !!


lubrificante

Com atrito : Sem atrito


• Aquecimento e desgaste das peças.
• Maior resistência ao movimento .

TOTAL Lubrificantes – 3
0- Principais funções de um lubrificante

• Reduzir as perdas por atrito mas também :

→ Reduzir o desgaste das peças em movimento


→ Diminuir o aquecimento das peças
→ Evitar o acúmulo de depósitos
→ Proteger as superfícies da ferrugem e corrosão
→ Eliminar as impurezas
→ Melhorar a estanqueidade (pó)
→ Transmitir energia (fluidos térmicos)
→ Transmitir potência (sistemas hidráulicos)

TOTAL Lubrificantes – 4
0- Condições de Atrito

Atrito seco:
As superfícies dos corpos em atrito se encontram em
intenso contato, completamente limpos e não estão
cobertos por nenhum lubrificante.

Atrito na camada superficial:


As superfícies dos corpos em atrito se encontram em intenso
contato e estão cobertas com camadas de reação e/ou
lubrificantes sólidos.

TOTAL Lubrificantes – 5
0- Condições de Atrito

Atrito misto:
As superfícies dos corpos em atrito se encontram parcialmente em
contato (não completamente separadas). O desgaste normalmente se
apresenta dentro dos limites aceitáveis.

Atrito limite: Atrito fluido:


As superfícies dos corpos em As superfícies dos corpos em
atrito se encontram em intenso atrito se encontram
contato e estão cobertas com completamente separadas por
uma fina camada lubrificante. um filme lubrificante.
O desgaste é excessivamente
elevado.
TOTAL Lubrificantes – 6
0-Tipos de Lubrificantes

Óleos Graxas Pastas Emulsões Lubrificantes


1. Óleo em água Sólidos
2. Água em óleo

-Com/sem estrutura de
Óleo - 90 % - 80 % - 70 % 1. < 50 %
camada reticulada
base Grafite
Bissulfeto Molibdênio
Bissulfeto Wolfrânio
Espessante - - 30 % -6% 2. > 50 %
-Materiais Sintéticos
PTFE (Teflon)
Aditivos - 10 % -5% -5% 2-5%
-Metais
Cobre
Estanho
Ouro
Lubrificantes - 10% -2% 10 - 50 % Prata
sólidos Indio

TOTAL Lubrificantes – 7
0-Do Petróleo Bruto até o Óleo Base

TOTAL Lubrificantes – 8
0-Do Petróleo Bruto até o Óleo Base

Destilação
atmosférica
Petróleo Petróleo

Gases ––
Gasolinas ––
Querosene destilada –– destilação à
vácuo
Óleo diesel –– Querosene (pesada)

–– óleo diesel
Óleo de fuso
Refino –– resíduos
Óleo máquina
Óleo cilindros

TOTAL Lubrificantes – 9
0-Fabricação de um óleo lubrificante

óleo
aditivos

Amostras checadas no Laboratório

TOTAL Lubrificantes – 10
0-Fabricação de um óleo lubrificante

Óleos básicos + Aditivos


•Antidesgaste
• Detergente
• Dispersante
• Antioxidante
• Minerais
• Anticorrosivo
• Sintéticos
(PAO, PAG …) Lubrificante acabado • De fluidez

• De viscosidade
( multigraus )
etc ...

TOTAL Lubrificantes – 11
0- Formulação de óleos Lubrificantes

• Por que precisamos de aditivo ?

- Para melhorar algumas características já existentes como:


• Ponto de fluidez, indice de viscosidade & anti-oxidante

- Para “criar” novas características como:


• Detergência, dispersância, anti-corrosiva & anti-ferrugem,
anti-desgaste & extrema-pressão...

TOTAL Lubrificantes – 12
0- Resumo dos aditivos

Indice de
Ponto de Detergente Anti- Antiespu- Anticorrosivo Antidesgaste Extrema-
viscosidade
fluidez Dispersante oxidante mante Antiferrugem (AW) Pressão (EP)
(IV)

Sistemas hidráulicos
(X) X X X X X X

Compressores
X X X X

Turbinas
X X X X

Redutores industriais
X X X X X

Óleos de guia
X (X) X X X (X)

Óleos de corte
X X X X X X X

Fluidos térmicos
X

( X ) : nem
Not always
sempre

TOTAL Lubrificantes – 13
0- Óleos Básicos

Óleos básicos

Óleos minerais Óleos sintéticos

- Clássicos - PAO : PoliAlfaOlefinas


• Naftênicos - PAG : PoliAlquilenoGlicois
• Parafínicos (NS/BSS) - Alquilbenzenos
- Hidrotratados - Esteres
- PIB : Poli IsoButenos
Obtidos diretamente do
refino do petróleo bruto
Produtos da
indústria química
(petroquímica)

TOTAL Lubrificantes – 14
0-Produção dos óleos sintéticos

Poliglicol

<O>

catalisador
H H
PAO <O>
Éster
Hidrocarboneto C C
<O> Poliolester
Sintético H H
<F> <Si>
<O> <O>

Polieter Óleo Silicone


perfluorado

TOTAL Lubrificantes – 15
0- Óleos Básicos Sintéticos

Óleos Minerais Ésteres Poliglicóis Silicones Fluorados


Propriedades
Densidade à 0,9 0,9 0,9 ....1,1 0,9....1,05 1,9
20 ºC g/ml
Índice de 80....100 140....175 150....270 190....500 50....140
viscosidade (IV)
Ponto de Fluidez ºC -10 -70....-37 -56....-23 -80....-30 -60 .... -30
Ponto de < 250 200....230 150....300 150....350 não
inflamação (fulgor) inflamável
ºC
Estabilidade à pouca boa boa excelente excelente
oxidação
Poder lubrificante bom bom excelente deficiente à bom
satisfatório
Preço 1 5-10 6-10 40-800 400-1000

TOTAL Lubrificantes – 16
0- Óleos Básicos Sintéticos

Óleos sintéticos
Óleos minerais
(NS / BSS)
PAO PAG Ésteres Alquilbenzeno PIB

Densidade 0,9 0,85 0,9 - 1,1 0,9 0,85 < 0,95

Indice de
80 - 100 135 150 - 200 100 - 250 20 < 100
viscosidade (IV)

Estabilidade
Térmica
+ ++ - +++ +++ -
Ponto de
fluidez
+ +++ ++ +++ ++ ++

Volatilidade + +++ ++ ++ - -

Custo 1 4 - 6 4 - 5 4 - 10 3 - 4 3

+++ Muito Bom


++ Bom
+ Normal
- Ruim

TOTAL Lubrificantes – 17
0-Vantagens dos óleos sintéticos

Reduzido ponto de fluidez (mais favorável para baixas temperaturas)


Baixa volatilidade (evaporação reduzida)
Comportamento favorável viscosidade-temperatura
(ampla temperatura de serviço)
Elevada resistência ao envelhecimento (longos períodos)
Boa resistência à oxidação (a temperaturas elevadas)
Alguns tipos são rapidamente biodegradáveis
Alguns óleos sintéticos atendem às exigências de Grau Alimentício

TOTAL Lubrificantes – 18
0- Características de um lubrificante

•Principais características FÍSICO-QUÍMICAS


 Viscosidade & Indice de Viscosidade
 Ponto de fluidez
 Ponto de fulgor & Ponto de inflamação
 Resistência a Oxidação
 Antiespumante & Aeração
 Antiferrugem & Anticorrosão
 Dispersância & Detergência

•Principais características MECÂNICAS :


 Antidesgaste & Extrema-Pressão

TOTAL Lubrificantes – 19
0- Viscosidade

Definição :

⇒ Resistência ao escoamento

• 2 Viscosidades no Sistema Internacional :

• υ : viscosidade cinemática (mm²/s ou cSt)


(-> usada mais frequentemente)

• η : viscosidade dinâmica (mPa.s ou cP)

Relação : η = d . υ
com υ (m²/s), η (Pa.s) e d (densidade em kg/m3)

TOTAL Lubrificantes – 20
0- Classificação de Viscosidade
• Classificação ISO para Óleos Industriais (ISO 3448)
Viscosidade Cinemática Média Limites da Viscosidade
ISO VG E
@ 40°C Cinemática @ 40°C

Grau de Viscosidade mm²/s ou Cst MINIMO (mm²/s) MAXIMO (mm²/s)

2 2,2 1,98 2,42


3 3,2 2,88 3,52
5 4,6 4,14 5,06
7 6,8 6,12 7,48
10 10 9,00 11,0
15 15 13,5 16,5
22 22 19,8 24,2
32 32 28,8 35,2
46 46 41,4 50,6
68 68 61,2 74,8
100 100 90,0 110
150 150 135 165
220 220 198 242
320 320 288 352
460 460 414 506
680 680 612 748
1000 1000 900 1100
1500 1500 1350 1650
2200 2200 1980 2420
3200 3200 2880 3520
TOTAL Lubrificantes – 21
0- Viscosidade / Aplicações

Graus ISO VG 15 22 32 46 68 100 150 220 320 460 680 1000 1500 2000 2200

Sistemas hidráulicos

Compressores

Turbinas

Redutores industriais

Óleos de guias

Óleos de corte

Fluidos térmicos

Escolha mais frequente


Também disponível

TOTAL Lubrificantes – 22
0- Viscosidade / Aplicações
1000 50
1000 8A
950 48
900 250 46
850 44
800 42
750 40
Viscosidade @ 40°C

700 680 8 38

Viscosidade @ 100°C
625 36
550 140 34
500 BSS 32
mm2/s

460 7

mm2/s
450 30
400 28
365 26
315 320 6 60 24
280 22
240 20
90 50
205 220 5 18
175 16
140 150 4 40 14
115 85W 600NS 12
100 3 30 500NS
85 10
68 2 80W 330NS
60 20 / 15W 8
46 1
40 32 150NS 6
75W 10W
20 22 100NS 4
15 0W / 5W 85NS
10 10 2

GRAUS AGMA GRAUS SAE GRAUS SAE ÓLEOS BÁSICOS


ISO VG TRANSMISSÕES ÓLEOS DE MOTORES
AUTOMOTIVAS AUTOMOTIVOS
TOTAL Lubrificantes – 23
0- Viscosidade / Aplicações

TOTAL Lubrificantes – 24
0- Indice de Viscosidade : IV

A variação da viscosidade de um óleo em função da


temperatura é caracterizada pelo Indice de Viscosidade
(IV)

Forte variação da viscosidade com a temperatura : ⇒ IV baixo

Variação moderada da viscosidade com a temperatura : ⇒ IV elevado

• Óleos minerais : IV ≈ 100


• Óleo minerais com aditivo aumentador de IV : IV ≥ 150
• Óleos sintéticos : IV ≥ 150

Conhecendo o IV e a viscosidade à 40°C


do óleo, pode-se determinar a viscosidade
a baixas e altas temperaturas

TOTAL Lubrificantes – 25
0- Indice de Viscosidade : IV

Quanto mais elevado é o


IV, menor é a variaç
variação da
viscosidade

TOTAL Lubrificantes – 26
0-Indice de Viscosidade (IV)

log ν

VI 500 (silicone oil)

VI 200 (polyglycol)

VI 100 (mineral oil)

40 100 T °C

TOTAL Lubrificantes – 27
0-Ponto de Fluidez

O que é o ponto de fluidez ?

O ponto de fluidez é a menor temperatura na qual um óleo,


resfriado sob condições determinadas, ainda continua a fluir.

Por que este teste é realizado?

O ponto de fluidez é uma importante característica que


determina a menor temperatura na qual o óleo ainda é
bombeável.

TOTAL Lubrificantes – 28
0-Ponto de Fluidez

TOTAL Lubrificantes – 29
0-Ponto de Fulgor

O que é ponto de fulgor?

O ponto de fulgor é a mais baixa temperatura na qual se forma o vapor do


líquido que está sendo testado. Esses vapores se combinam com o ar
para formar uma mistura inflamável óleo-vapor-ar.

 Quanto maior a viscosidade do óleo, maior é o ponto de fulgor.

O ponto de fulgor não representa a máxima temperatura de


serviço. Ele é determinado e indicado por razões de segurança!

TOTAL Lubrificantes – 30
0-Ponto de Fulgor

TOTAL Lubrificantes – 31
0-Miscibilidade dos Óleos Lubrificantes

+ = Miscível
+/- = parcialmente miscível
- = não miscível
TOTAL Lubrificantes – 32
0-Compatibilidade dos Óleos Lubrificantes

Compatibilidade com elastômeros

+ = resistente
+/- = parcialmente resistente * pequena diminuição de volume em alguns casos
- = não resistente
TOTAL Lubrificantes – 33
0-Compatibilidade dos Óleos Lubrificantes

Compatibilidade com plásticos

+ = resistente ** com óleo branco


+/- = parcialmente resistente *** dependendo dos aditivos
- = não resistente
TOTAL Lubrificantes – 34
1- Sistemas Hidráulicos
• Questões à se abordar :
- Tecnologia dos elementos do circuito :
• Bomba : engrenagens, mancais, pistões …
• distribuidores, receptores (filtragem)
⇒ Filtragem à X µm ou classe NAS
• aquecimento (risco de craqueamento)...

- Preconização do construtor :
• Natureza do óleo : mineral, biodegradável …
• Norma ; nível de especificações ISO, DIN …
• Grau de viscosidade ISO VG
• Exemplo de produtos

- Produto em uso : Confirma a preconização do construtor ?


• Nome do produto / nível de performance ISO ou DIN
• Grau de viscosidade ISO VG
• Óleo sem cinzas (AZOLLA AF / AZOLLA DZF)
• Compatibilidade com o produto proposto pela Total

TOTAL Lubrificantes – 35
1- Sistemas Hidráulicos
• Questões à se abordar :
- Parâmetros de funcionamento :
• Localização do circuito :
• Interior (AZOLLA ZS)
• Exterior (EQUIVIS ZS)

• Temperatura de funcionamento :
• Grande variação de temperatura (EQUIVIS ZS)
• Partida à frio (viscosidade, ponto de fluidez)

• Meio ambiente / Contaminação :


• Presença de água (AZOLLA DZF)
• Poeira (observar a filtragem)
• Risco de incêndio => mudança para um produto resistente ao fogo
• Poluição do meio ambiente => mudança para um produto biodegradável

- Diversos :
• Compatibilidade com as juntas, pinturas e metais …
• Contatos alimentares (Produtos homologados NSF USDA H-1 )

TOTAL Lubrificantes – 36
1- Lubrificantes para Sistemas Hidráulicos

TOTAL A P L IC A Ç Õ E S
Ó le o s m in e ra i s (IS O 6 7 4 3 / 4 H M / H V ) & (D IN 5 1 5 2 4 H L P/ H V L P )

A ZO L L A ZS S is te ma s h id r á u lic o s n ã o o p e r a n d o e m b a ix a s te mp e r a tu r a s ( in t e r n a ) . Me lh o r d e s e mp e n h o q u e o s
10 à 150 p r o d u to s IS O HM .

S is te ma s h id r á u lic o s o p e r a n d o e m g r a n d e s in te r v a lo s d e t e m p e r a t u r a s .
EQ U I V I S ZS Ó le o h id r á u lic o id e a l p a r a a s má q u in a s tr a b a lh a n d o a o te mp o ( IS O HV )
15 à 100 Nã o h á p r o b le ma d e c o mp a tib ilid a d e c o m Eq u iv is Z S e Hy d r e lf DS .
Pr o d u to n ã o c o lo r id o e m v e r me lh o .
E sp e c i a l i d a d e s : Ó l e o m i n e ra l c o m a lto IV

Ó le o s h id r á u lic o s o n d e o ín d ic e d e v is c o s id a d e é mu ito a lto ( IV > 2 6 0 ) e o p o n to d e f lu id e z é


E Q U I V IS X V
p a r tic u la r me n te b a ix o p e r mitin d o u m f u n c io n a me n to e m b a ix a te mp e r a tu r a a mb ie n te . G r a n d e
32 & 46 r e s is tê n c ia a o c is a lh a me n to . Id e a l p a r a a s c â m a r a s f r ia s e e q u ip a m e n t o s d a c . c iv il. IS O HV .

E sp e c i a l i d a d e s : Ó l e o s m in e ra i s se m c i n z a s

A ZO L L A D ZF
Ó le o d e t e r g e n t e HM s e m C INZ A S e s e m S IL IC O NE. B o m c o mp o r ta me n to e m p r e s e n ç a d e á g u a .
32 à 68

A ZO L L A A F Ó le o HM s e m C INZ A S e s e m S IL IC O NE. Ex c e le n te e s ta b ilid a d e té r mic a .


32 à 68 A d e q u a d o a a lg u ma s p r e n s a s in je to r a s .

TOTAL Lubrificantes – 37
1- Lubrificantes para Sistemas Hidráulicos

TOTAL Aplicações
Especialidades : Fluidos Biodegradaveis

Óleo Biodegradavel de alta qualidade a base de ésteres não saturado.Aplicações hidráulicas


BIOHYDRAN TMP
externas onde a pouição natural do ambiente pode ocorrer : serviços públicos, reflorestamento,
32, 46 & 68
navegação em rio. Operação em temperaturas normais.

Óleo Biodegradavel de alta qualidade a base de ésteres saturados,100% sintético. Aplicações


BIOHYDRAN SE 46 hidráulicas externas onde a pouição natural do ambiente pode ocorrer : serviços públicos,
reflorestamento, navegação em rio. Altíssimo nivel de desempenho (-30°C a+100°C).

Especialidades: Fluidos resistentes ao fogo

HYDRANSAFE HFC 146


Resistente ao fogo ; água /glicol (HFC). Verifique a compatibilidade com juntas e tintas. HFC 146 :
Mono Etieno Glicol (MEG). HFC-46 : Mono Propileno Glicol (MPG).
HYDRANSAFE HFC-46
HYDRANSAFE HFDU 46
Fluido sintético resistente ao fogo ; ésteres organicos (HFD-U). Compativel com óleos minerais.
(Bons resultados na indústria de aço)
HYDRANSAFE HFDU LC 168

HYDRANSAFE HFDR 46 Fluido sintético resistente ao fogo ; esteres fosfato organico (HFD-R).

Especialidades : Produtos USDA H-1


Lubriplate
FMO 200AW Óleos hidráulicos em contato fortuito com alimentos ( nível USDA H-1 ). O FMO 85
Keystone (viscosidade : 19 mm²/s @ 40°C) é adequado para pulverização
Nevastane 20AW

TOTAL Lubrificantes – 38
1- Óleos hidráulicos / Resistência à oxidação

TOST (Turbine Oxidation Stability Test)

PRINCÍPIO :

A elevação de temperatura pode provocar uma


deterioração progressiva do óleo por oxidação e
degradação térmica. Portanto , é necessário que os
óleos possuam boas propriedades antioxidantes.

O TOST avalia a alteração do óleo fortemente


oxigenado à elevada temperatura: bolhas de
oxigênio são injetadas no óleo à 95°C. Após 1000 ou
2000 horas mede-se o índice de ácidez do óleo e a
quantidade de depósitos formados.

Este teste se aplica


também aos óleos de
turbina

TOTAL Lubrificantes – 39
1- Óleos hidráulicos / Resistência a água

Resistência à hidrólise

PRINCÍPIO :

A hidrólise é a reação química entre a água e


os aditivos presentes no fluido hidráulico. Ela
pode degradar a eficácia dos aditivos e
provocar fenômenos de corrosão e de
depósitos.

O método mais utilizado para avaliar a


resistência à hidrólise é o ASTM D 2619 :
uma amostra de óleo é colocada com a água e No caso dos óleos biodegradáveis ou
uma placa de cobre dentro da garrafa do tipo dos fluidos resistentes ao fogo (éster
« Coca-Cola ». Esta garrafa é então posta em ou glicol), a hidrólise leva em conta não
rotação durante 48 horas em uma estufa à 93°C. somente os aditivos mas também os
Ao fim do teste anota-se a perda de massa do óleos básicos.
cobre e a acidez da fase aquosa.

TOTAL Lubrificantes – 40
1- Óleo hidráulico / Propriedade Anti-desgaste

Máquina FZG (DIN 51345)


PRINCÍPIO
Um sistema de engrenagens , óleo
lubrificado com o óleo de ensaio,
funcionando durante um
determinado tempo e ao final
inspeciona-se as engrenagens para
se determinar o desgaste. O
sistema é submetido à cargas
engrenagens
crescentes que permite determinar de ensaio
a capacidade de proteção
antidesgaste do lubrificante.

Boas propriedades antidesgaste : estágio ≥ 10 – 12


(este teste se aplica também aos óleos de turbina)

TOTAL Lubrificantes – 41
1-Teste FZG*
(Four square gear oil tester)

TOTAL Lubrificantes – 42
1- Óleo hidráulico/ Compatibilidade Elastômero
O. Minerais Soluções Esteres Esteres Hidrocarbonetos Temperatura de
ELASTÔMER0S Símbolo
Parafínicos Água / Glicol fosfatos orgânicos aromáticos utilização (°C)
Marcas comerciais ASTM
(HM, HV) (HFC) (HFDR) (HFDU)
Butadieno Nitrílica Acrílica :
Perbunan N, Butacryl, Krynac, Buna N, NBR -30 / +120
Hycar 1203, Paracryl
Butadieno Estireno Isoprene :
Buna S, GRS SBR -30 / +100

Cloroprene :
Néoprène, Perbunan C CR -40 / +120

Isobutileno Isoprene :
Butyl HR -40 / +120

Borracha natural :
Isoprene NR / IR -30 / +100

Silicone :
Silastic SI -80 / +250

Fluorsilicone :
FSI -70 / +220 COMPATÍVEL
Elastomeros fluorados :
Viton, FluoreI, Kel F FPM -30 / +250 LIMÍTROFE
Poliacrilato :
Rycar 4021 ACM -15 / +170 INCOMPATÍVEL
Polietileno clorosulfonado :
Hypalon CSM -50 / +120

Etileno Propileno :
Nordel EPDM -50 / +130

Poliuretano :
Vulkolan, Adiprène, Vibrathane EU -40 / +100

Politetrafluoretileno :
Téflon, Fluon, Hostaflon, Agoflon PTFE -200 / +260

Polisulfur de etileno :
Thiokol T

TOTAL Lubrificantes – 43
2- Engrenagens e Mancais Industriais
• Questões a se abordar :
- Tecnologia :
• Engrenagens :
• Dentes retos ou hipóides
• Engrenagens sem-fim (CARTER SY)
• Engrenagens abertas (Revestimentos) …
• Mancais :
• Lisos ou de rolamentos
⇒ Lubrificação com óleo ou graxa

- Recomendação do construtor :
• Natureza do lubrificante : óleo (mineral/sintético), graxa …
• Nível de performance : especificações ISO, DIN …
• Grau de viscosidade: ISO VG, AGMA ..
• Examplo(s) de produtos

- Produto utilizado : Confirma a recomendação do fabricante ??


• Nome do produto / Nível de performance
• Grau de viscosidade / tipo de óleo : mineral ou sintético
• Compatível com o produto proposto pela Total ??

TOTAL Lubrificantes – 44
2- Engrenagens e Mancais Industriais
Questões a se abordar :
- Parametros de operação :
• Temperatura de funcionamento :
• Grande variação de temperatura ⇒ óleo sintético
• Partida a frio ou baixa temperatura ⇒ óleo sintético
• Altas temperaturas de funcionamento ⇒ óleo sintético

• Carga / Torque :
Grandes cargas ⇒ propriedades de extrema-pressão (EP)

• Choques / Vibrações : aditivos sólidos (KASSILLA GMP)

• Velocidade de rotação : escolha da viscosidade


Alto RPM ⇒ baixa viscosidade
• Método de lubrificação :
Salpico(banho), spray, lubrificação com perda, lubrificação forçada …

• Meio ambiente / Poluentes :


• Contaminação da água (CARTER VP/CS),
• poeira ...

- Outros:
• Compatibildade com vedantes, pintura & componentes metálicos …
• Algum contato com alimentos ⇒ produtos homologados NSF USDA H-1
• Intervalo de troca : longos períodos ⇒ óleo sintético
TOTAL Lubrificantes – 45
2- Engrenagens Industriais

Área de Contato Coroa/Pinhão

fricção mista

fricção fluida

TOTAL Lubrificantes – 46
2- Viscosidade de Engrenagens Industriais

Cálculo do fator carga/velocidade = ks / v


para engrenagens cilíndricos e cônicos sem para engrenagens sem fim:
separação de eixos:

ks  Ft u + 1 2 2  ks T
= ⋅ ⋅ ZH ⋅ ZK ⋅ KA  v = 3 2 ⋅ KA
v b ⋅ d1 u  v a ⋅ ns

v Velocidade periférica à circunferência


primitiva de referência [m/s] v Velocidade periférica [m/s]
Ft Carga periférica (nominal) T2 Par de saída [Nm]
[N] a Distância entre eixos [m]
b Largura do dente ns Velocidade do sem fim [min-1]
[mm]
KA Fator de aplicação
d1 Diâmetro de circunferência primitiva de
referência
[mm]
u Relação de engrenamento
ZH Fator de zona O fabricante do redutor realiza o Cálculo
Z Fator de relação de contato
KA Fator de aplicação

TOTAL Lubrificantes – 47
2- Viscosidade de Engrenagens Industriais

mm2/s

Viscosidade Cinemática a 40 ºC
Viscosidade
conforme DIN 51509
150 cSt
 engrenagens
cilíndricas+cônicas sem
rolagem
 óleos minerais
temperaturas do óleo
de carter ~70 ºC

Fator carga/velocidade = ks / v = 5,5

TOTAL Lubrificantes – 48
2- Viscosidade de Engrenagens Industriais

mm2/s
Viscosidade

Viscosidade Cinemática a 40 ºC
conforme DIN
51509

 engrenagens sem
fim 360 cSt
 óleos minerais
 temperaturas do
óleo de carter ~70 ºC

Fator carga/velocidade = ks / v = 5,12

TOTAL Lubrificantes – 49
2- Desempenho dos Óleos

desgaste [µm] Engrenagem de ensaio:


Flender CUW 63
i = 1 : 39 ; a = 63 mm
CARTER EP 460 sem fim 16MnCrS5
coroa GZ - CuSn12Ni

Condições de ensaio:
Rodagem:
velocidade de entrada: 350 1/min
torque de saída: 24 hs a 100 Nm
NEVASTANE SL 460
24 hs a 200 Nm
2 hs a 300 Nm
CARTER SH 460
Funcionamento permanente:
CARTER SY 460
velocidade de entrada: 350 1/min
torque de saída: 300 Nm

tempo de funcionamento [h]

TOTAL Lubrificantes – 50
2- Desempenho dos Óleos

eficiência [%]
Engrenagem de ensaio:
Flender CUW 63
i = 1 : 39 ; a = 63 mm
sem fim 16MnCrS5
coroa GZ - CuSn12Ni

Condições de ensaio:
CARTER SY 460
Rodagem:
velocidade de entrada: 350 1/min
CARTER SH 460 torque de de saída: 24 hs 100 Nm
24 hs 200 Nm
2 hs 300 Nm
NEVASTANE SL 460

Funcionamento permanente:
CARTER EP 460
velocidade de entrada: 350 1/min
torque de saída: 300 Nm

tempo de funcionamento [h]

TOTAL Lubrificantes – 51
2- Desempenho dos Óleos

Ensaios para engrenagens sem fim: poliglicol


relação de transmissão i = 40
distância entre eixos a = 63 mm polialfaolefina
velocidade do sem fim n1 = 350 min-1
par de giro de saída M2 = 300 Nm óleo mineral

0 50 100
eficiência %

Os coeficientes de fricção extremamente baixos dos óleos


de poliglicol levam a um aumento da eficiência até 15 %!

TOTAL Lubrificantes – 52
2- Desempenho dos Óleos

160

°C
temperatura do banho de aceite

140

130
poliglicol
120

110
PAO / éster
100

90
mineral
80

70
300 500 1000 5000 10 000 h 30 000

intervalos de troca de óleo

TOTAL Lubrificantes – 53
2- Engrenagens Industriais
Lubrificantes para engrenagens industriais
TOTAL APPLICATIONS
Óleo mineral para engrenagens industriais, com aditivo de Extrema Pressão. Atende ISO 6743
CARTER EP
CKD. (nível API GL-4).
68 a 3000
(ISO VG 1500 a 3000 : óleos semi-sintéticos ).

Óleo mineral para engrenagens industriais recomendado em utilizações severas de uso : carga
CARTER VP/CS
pesada, calor, umidade ou meio corrosivo. Protege o equipamento contra a corrosão durante as
220 a 680
fases de parada. Proteção contra micro-pitting (Flender). Atende ISO 6743-6/CKD.

Óleo Mineral com alto nível de sólidos : Grafite e Bissulfeto de Molibdênio (MoS2). Conveniente
KASSILLA GMP
para engrenagens com cargas pesadas, choques e vibrações. Excelente estabilidade térmica.
220 a 680
Defende contra o micro-pitting (Flender). Atende ISO 6743 CKE & API GL-4.

Óleo sintético (poliglicol) com alta taxa de deslizamento. Especialmente conveniente para
CARTER SY redutores com engenagem sem-fim. ATENÇÃO para a incompatibilidade entre óleos minerais e
220 a 460 sintéticos (PAO), e também para a compatibilidade com juntas e tintas. Atende ISO 6743-6
CKS / CKT.
Óleo sintético (PAO) especialmente conveniente para redutores sob extrema temperatura
CARTER SH
(baixa ou alta).Completamente compatível com óleos minerais. Atende ISO 6743/CKD/CKT
150 a 460
(nível API GL-4).

CARTER ENS/EP Lubrificante plastico para engrenagens abertas , cabos e correntes.


CARTER EN 200 Atende ISO-L-CKJ.

Keystone
Óleos minerais ( EP ) e sintéticos ( SL ) para engrenagens industriais da indústria alimentícia .
Nevastane
Atende completamente a especificação USDA H-1 .
EP & SL

TOTAL Lubrificantes – 54
2- Engrenagens Industriais

A escolha de óleos de engrenagem :


Altas Altas Ambiente
Atrito Choques
Cargas Temperaturas úmido
CARTER EP ++ + + + +
CARTER VP/CS +++ ++ +++ + ++
KASSILLA GMP ++ + + + +++
CARTER SY ++ +++ +++ +++ +
CARTER SH ++ +++ + + +
CARTER ENS/EP + + ++ ++ ++
FMO AW ++ + + + +
SFGO ++ +++ + + +
NEVASTANE EP ++ + + + +
NEVASTANE SL ++ +++ + + +

Atenção:
Verifique a compatibilidade do
CARTER SY com vedantes, pinturas
e óleos minerais
TOTAL Lubrificantes – 55
2- Mancais Industriais

Lubrificantes para mancais (óleos de circulação)


TOTAL USO
Óleos minerais.
CIRKAN C Lubrificação com perda de óleo ou engrenagens fechadas para movimentos,
32 à 320 juntas, rolamentos, correntes ou engrenagens em condições leves de
utilização.
Óleos minerais.
CIRKAN RO Lubrificação de mecanismos e dos sistemas hidráulicos que operam sob
32 à 460 condições adversas de temperaturas. Boa resistência oxidação e proteção
contra a corrosão . ISO HL
Óleos minerais.
CIRKAN ZS
Movimentos e sistemas mecânicos operando em condições severas de
220 & 320
lubrificação: propriedades antidesgaste e resistência a oxidação.
Óleos minerais para engrenagens industriais e mancais quando um óleo de
CARTER EP
extrema-pressão é recomendado. ISO 6743 CKD (nível API GL-4).
68 à 3000
(ISO VG 1500 a 3000: lubrificantes semi-sintéticos).

Óleos sintéticos (PAO)para engrenagens e mancais operando em condições


CARTER SH de baixas/altas temperaturas. Comparado com um óleo mineral, recomenda-se
150 à 460 usar um grau viscosidade mais elevado e assim limitar o desgaste das
engrenagens . ISO 6743/CKD/CKT (nível API GL-4)

TOTAL Lubrificantes – 56
2- Mancais Industriais

A escolha para mancais (óleos de circulação)

Altas Ambiente Atrito /


Altas Cargas
Temperaturas úmido Deslizamento
CIRKAN C + + + +
CIRKAN RO + ++ ++ +
CIRKAN ZS ++ ++ ++ ++
CARTER EP +++ ++ + +
CARTER SH +++ +++ + +
LUBRIPLATE FMO AW +++ ++ + +
LUBRIPLATE SFGO +++ +++ + +
NEVASTANE EP +++ ++ + +
NEVASTANE SL +++ ++ + +

TOTAL Lubrificantes – 57
3- Compressores de Ar e Bombas de Vácuo
• Questões a se abordar :
- Tecnologia :
• Compressores e bombas de vácuo :
• Alternativos de pistões,
• Rotativos de palhetas,
• Rotativos de parafuso (seco ou lubrificado)
• Rotativos de lóbulo (Roots)
• Centrífugos…

- Preconização do construtor :
• Natureza do óleo : mineral, sintético …
• Norma ; nível de especificações DIN, ISO …
• Grau de viscosidade ISO VG
• Exemplo(s) de produtos

- Produtos utilizados : Confirma a preconização do construtor ??


• Nome do produto / nível de performance DIN, ISO ...
• Grau de viscosidade / Natureza do óleo : mineral ou sintético
• Compatibilidade com o produto proposto pela Total

TOTAL Lubrificantes – 58
3- Compressores de ar & Bomba de vácuo
• Questões a se abordar :
- Parâmetros de funcionamento :

• Compressores de ar : temperatura de descarga


Muito alta ⇒ limite dos óleos minerais

• Bomba de vácuo : nível de vácuo


Primário / Secundário / Terciário

• Intervalo de troca :
• Espaçamento utilizado = espaçamento desejado ??
⇒ Mudança para um óleo sintético ??

• Meio ambiente / Poluição:


• Qualidade do ar comprimido (corrosivo, ácido…)
• Poeira, presença de água …

- Diversos :

• Compatibilidade com as juntas, pinturas e metais …


• Idade do compressor (depósitos eventuais)
• Contatos alimentares (produtos NSF USDA H-1)

TOTAL Lubrificantes – 59
3- Compressores de Ar / Depósitos

Resíduo de carbono Conradson


PRINCÍPIO :

Este teste dá uma indicação sobre a tendência de um


produto derivado de petróleo em formar depósitos.

Uma quantidade pesada da amostra é colocada em um


cadinho e aquecida a uma alta temperatura por um período
fixo. O cadinho e o resíduo carbônico são refrigerados e
pesados. O resíduo restante é calculado como uma
porcentagem da amostra original e relatado como o resíduo do
carbono de Conradson.

O resíduo baixo do carbono Conradson é requerido na especificação


DIN 51506 VDL a fim reduzir os depósitos, que podem estar na origem
da explosão do compressor de pistões (ponto quente).

TOTAL Lubrificantes – 60
3- Compressores de Ar & Bomba de vácuo

A escolha certa
TECNOLOGIA/TIPO
PISTÃO PARAFUSO PALHETA CENTRIFUGO
Unidades Grandes
Sem
pequenas Unidades Com lubrificação
lubrificação
P < 80 hp P > 80 hp
Mancais e Injeção ,
Sistema de Cilindros Cilindros de Circulação Ciculação
Rolamentos parafuso,
Lubrificação molhados injeção Rotor-estator Rolamentos
Molhados rolamento
Sem Lubrificante Lubrificante com Sem depósitos na
Restrição para Sem depósitos Lubrificação
depósitos nas com Anti- boa resistencia à cavidades da
o lubrificante nas válvulas dos rolamentos
válvulas desgaste oxidação palheta

DACNIS P 68 DACNIS P 100 PRESLIA 68 DACNIS VS 46 DACNIS VS 150 PRESLIA 32 / 46


RECOMENDAÇÃO
4000 h / 1 yr 4000 h / 1 yr 4000 h 4 000 h 4000 h 4000 h
Inicial
ÓLEO Mineral
ÓLEO Sintetico DACNIS SE 100 DACNIS SH 46 DACNIS SE 100
- DACNIS SE 46
Alta pressão & T > 250° C > 6 000 h > 6 000 h

AZOLLA ZS 46
Possivel RUBIA S 30 RUBIA S 30 - Ou PRESLIA 46 RUBIA S 40 -
Recommendação
Ou RUBIA S10W

F015COMP V.1 TOTAL Lubrificantes – 61


3- Compressores de Ar de Parafuso

MACHO

FÊMEA

TOTAL Lubrificantes – 62
3- Compressores de Ar de Parafuso

TOTAL Lubrificantes – 63
3- Compressores de Ar de Parafuso

TOTAL Lubrificantes – 64
3- Compressores de Ar de Parafuso

1 Parafusos
2 Rolamentos
3 Separador de Óleo
4 Filtro de Óleo

Oil is injected in the The oil-air mixture is The oil separator removes Compressed air
compression discharged (oil vapor only the oil aerosols out of leaves through the
chamber. and oil aerosols in the the air stream (not the oil oil separator, cooler
compressed air) vapor !) and filter

TOTAL Lubrificantes – 65
3- Compressores de Ar de Parafuso

Oil lubricated
compression chamber
Only one rotor is
driven by a gear

TOTAL Lubrificantes – 66
3- Compressores de Ar de Parafuso

Rolamentos
Engrenagens

Rolamentos
Parafusos

TOTAL Lubrificantes – 67
3-Compressor Atlas Copco - Óleo Mineral

Problema:
• Carbonização e envernizamento dos
elementos.
• Curtos períodos para troca (1000 hs)
• Maior consumo de energia
• Desgaste prematuro do equipamento.
• Produto indicado : Dacnis SH 46

TOTAL Lubrificantes – 68
3-Compressor Atlas Copco - Óleo Mineral

Observe a formação de lodos e carvão

TOTAL Lubrificantes – 69
3-Compressor Sullair - Óleo PAO

Depois de 10.000 horas sem troca.

TOTAL Lubrificantes – 70
3-Válvulas de Descarga

Óleo Mineral vs. Dacnis SH 46


1500 hrs. com residuo vs. 6000 hrs. limpa

TOTAL Lubrificantes – 71
3- Compressores de Ar de Parafuso

Vantagens dos Óleos Sintéticos

1. Vida útil do óleo maior, até 8.000 horas


2. Diminuição de depósitos de carbono e vernizes
3. Economia no consumo de energia de 2-5%
4. Temperatura do óleo mais fria
5. Descarga do ar comprimido mais frio
6. Menor consumo de óleo
7. Menos óleo na descarga
8. Menos ruído e vibrações

TOTAL Lubrificantes – 72
3-Compressor Alternativo de Pistão

Óleo Transportado Óleo Bombeado


aos Pistões
TOTAL Lubrificantes – 73
3- Compressores de Ar & Bombas de vácuo

Lubrificantes para compressores de ar & Bombas de vácuo:

TOTAL Aplicações

DACNIS P Óleos minerais para compressores de ar alternativos tipo pistões e rotativos (grau 46).
68 a 150

DACNIS VS Óleo mineral para compressores de parafuso. Intervalo de troca de até 4000 horas.Atende a norma DIN 51506
32 a 150 VDL.

DACNIS SH Óleo sintético (P.A.O.) para compressores de ar Rotativo. Inervalo de troca extendido até 8000 horas. Totalmente
32 a 100 compatível com óleos minerais. Atende a norma ISO 6743-3A DAJ.

DACNIS SE Óleo sintético Di-ester para compresores de ar (alta pressão, rotativo (Ingersoll Rand) & turbo-compressor). Alta
46 a 100 estabilidade. Total compatibilidade com vedantes.Atende a norma DIN 51506 VDL.

NEVASTANE Óleo que atende a especificação USDA H-1. Recomendável para compressores de ar quando houver a
20 AW possibilidade de contato acidental com alimentos.

PV 100 Óleo mineral para bomba de vácuo. Vácuo secundário entre 10-3 mbar de ar ou gases neutros.

PV 100 PLUS Óleo mineral para bomba de vácuo. Vácuo secundário entre 10-3 mbar de ar úmido.

PV SH 100 Óleo semi-sintético para bomba de vácuo , para gases ácidos ou corrosivos.

TOTAL Lubrificantes – 74
4- Compressores de Refrigeração

Compressor de
Refrigeração de
Parafuso

Compressor de
Refrigeração de
Pistão

TOTAL Lubrificantes – 75
4- Compressores de Refrigeração

• Questões a se abordar :
- Tecnologia :
• Compressores de parafuso,
• Compressores centrífugos,
• …

- Preconização do construtor :
• Natureza do óleo : mineral, sintético …
• Homologações, nível de especificações …
• Grau de viscosidade ISO VG
• Exemplo(s) de produtos

- Produto em uso : Confirma a preconização do construtor ??


• Nome do produto / nível de performance ...
• Grau de viscosidade / Natureza do óleo : mineral ou sintético
• Compatibilidade com o produto proposto pela Total

TOTAL Lubrificantes – 76
4- Compressores de Refrigeração
• Questões a se abordar :

- Parâmetros de operação:
• Natureza do fluido de refrigeração :
• CFC / HCFC (LUNARIA, LUNARIA FR & SK)
• HFC (PLANETELF ACD)
• NH3 AMÔNIA (LUNARIA NH & SH)
⇒ Reação química entre o lubrificante e o fluido

• Temperatura de evaporação :
⇒ Óleo Mineral ou sintético?

• Intervalo de troca :
• Intervalo de troca atual = recomendado pelo fabricante?
⇒ Mudar para óleo sintético?
⇒ Período de troca extendido por serviço de monitoramento ?

• Meio-Ambiente / Poluentes :
 Poeira, pó, água …
- Outros :
• Compatível com vedações, pintura e componentes metálicos
TOTAL Lubrificantes – 77
4- Compressores de refrigeração

Solubilidade do fluido refrigerante no lubrificante

Um viscosímetro de alta precisão mede a viscosidade do


lubrificante sob diferentes pressões de gás, conforme o
gráfico abaixo.

PLANETELF ACD 100FY - R134 a

100

10%

PURE OIL
15%

20%
VISCOSITY (Cst)

25%

10

10 bars
14 bars
18 bars

1
30 35 40 45 50 55 60 65 70 75 80

TEMPERATURE (°C)

TOTAL Lubrificantes – 78
4- Lubrificantes Compressores de refrigeração

TIPO DO FLUIDO REFRIGERANTE

CFC - HCFC -
TIPO DE ÓLEO HFC
NH3 Amonia
R134a-R404A-
R12-R502- R22- NH3 (R 717)
R507-R410A
FX10-FX56

S
I POE PLANETELF ACD
N
T
É
T
PAO LUNARIA SH
I
C ALQUIL-
LUNARIA SK
O BENZENO

LUNARIA FR LUNARIA NH
MINERAL

LUNARIA

TOTAL Lubrificantes – 79
4- Lubrificantes Compressores de Refrigeração

TOTAL Aplicação / Utilização

Óleo mineral.
LUNARIA Fluido refrigerante : CFC (R12), HCFC (R22) e Am onia (NH3)
32 e 46 Temperatura de evaporação abaixo de –10°C (CFC-HCFC) e –20°C (NH3).

Óleo mineral naftênico desparafinado.


LUNARIA FR Fluido refrigerante : CFC, HCFC e Am onia (NH3)
32 a 150 Temperatura de evaporação abaixo de -50°C (CFC), -30°C (HCFC) e -25°C (NH3).
Compatibilidade : baixo ris co de obs trução do filtro de óleo durante a fas e inicial.

Óleo sintético
LUNARIA SK
Fluido refrigerante : HCFC (R22) com um a tem peratura de evaporação abaixo de -60°C.
55, 100 e 150 Atenção para a com patibilidade com juntas

Óleo mineral.
LUNARIA NH
Fluido refrigerante : NH3 com uma tem peratura de evaporação abaixo de -30°C.
46 e 68 Produto particuliarm ente res is tente aos inconvenientes do gás NH3.

Óleo semi-sintético (PAO).


LUNARIA SH
Fluido refrigerante (amonia) NH3 com um a tem peratura de evaporação abaixo de -50°C.
46 Produto particuliarm ente res is tente aos inconvenientes do gás NH3.

Óleo sintético Poliolester (POE).


PLANETELF ACD Fluido refrigerante : HFC (R134a, R404A, R507,…) com um a tem peratura de evaporação abaixo de -60°C
22 a 220 variando a m is cibilidade.
Verificar a compatibilidade com outros lubrificantes . Atenção para a compatibilidade com juntas .

PLANETELF PAG Óleo s intético Polialquilenoe glicol (PAG) para a climatização de veículos (Gás : R134a). Atenção para a
SP 20, 244 e 488 compatibilidade com juntas .

TOTAL Lubrificantes – 80
5- Compressores de gás

• Questões a se abordar:

- Tecnologia:
• Compressor alternativo (pistão),
• Compressor rotativo de parafuso,
• Compressor centrífugo,
• …

- Recomendações do fabricante :
• Tipo de lubrificante : mineral, sintético
• Aprovações, nível de performance …
• Grau de viscosidade ISO VG
• Examplo (s) de produtos

- Produto utilizado atualmente : Atende recomendação do fabricante?


• Nome do produto / nível de performance
• Grau de viscosidade / Tipo de lubrificante : mineral ou sintético
• Completamente compatível com o(s) produto(s) da TOTAL?

TOTAL Lubrificantes – 81
5- Compressores de gás

• Questões a se abordar :

- Contato entre Gás/ Lubrificante :

• SEM CONTATTO ⇒ similar aos compressores de ar

• COM CONTATO ⇒ o gás pode reagir com o lubrificante e diminuir as propriedades


do óleo.

• Gás Inerte :
• He, Ar, Ne
• A baixa pressão : N2, H2, CO, CO2, NH3

• Gás ativo :
• Hidrocarbonetos (CnHm), O2, HCl, Cl2
• A alta pressão (≥ 100 bars) : N2, H2, CO, CO2, NH3

- Outros :
• Troca de óleo extendida com serviço de monitoramento (LUBIANA)
• Poluentes : poeira, contaminação por água
• Compatibildade com vedações , tintas e componentes metálicos
TOTAL Lubrificantes – 82
5- Compressores de gás

CategorIa
ISO 6743/3B
APLICAÇÕES Gases PRODUTOS

N2 , A, He DACNIS P, DACNIS VS, PRESLIA…


Gases não reagentes ou não
ORITES GC 220
diluentes. CO2<100 bars NEVASTANE 20 AW
DGA
Altamente refinados H2 < 100 bars CIRKAN RO (220)
Óleos minerais LUNARIA NH / ORITES TN
NH3 LUNARIA SH 46

Mesmo que DGA, contendo


DGB mistura ou components H2S, SO2 PRESLIA
condensados
Hydrocarbons :
ORITES 270 DS / TW230S
C2H4 Ethylene

CnHm dry ORITES 270 DS


Gases altamente solúveis Ex : propane PRIMERIA LPG 150
DGC em óleos minerais, diminuindo a CnHm + moisture DACNIS P 220 CD
viscosidade
ORITES TN 32
NH3 >100 bars

CO2>100 bars ORITES GC 220

Engine oil TBN > 20


HCl, Cl2
Gases reagindo quimicamente PV SH 100
DGD com óleos minerais O2, Enriched Air FOMBLIN
CO > 10 bars

TOTAL Lubrificantes – 83
6- Turbina de gás & vapor
• Questões a se abordar :
- Tecnologia :
• Turbinas a gás ou a vapor
• Presença de engrenagens associadas
- Recomendação do construtor :
• Natureza do óleo : mineral, sintético …
• Nível de especificações ISO TS. / TG.
• Grau de viscosidade ISO VG
• Exemplo(s) de produtos, homologação

- Produto utilizado : Satisfaz as exigências do construtor ??


• Nome do produto / nível de performance / homologação
• Grau de viscosidade / Natureza do óleo : mineral ou sintético
• Satisfação do produto utilizado / Duração de sua utilização
• Compatibilidade com o produto proposto pela Total
- Parâmetros de funcionamento :
• Altas temperaturas => Resistência elevada a oxidação
• Contaminação da carga : presença d´água ou de gás de combustão

TOTAL Lubrificantes – 84
6- Óleos de turbina / Resistência à oxidação

• Resistência à oxidação : RBOT (Rotary Bomb Oxidation Test)

PRINCÍPIO : Sistema de verificação da pressão


Recipiente com 50g de óleo
Uma amostra de óleo de turbina, misturada com + 10 ml
de água + serpentina de
água, é introduzida em um recipiente contendo cobre + 6.2 bars de oxigênio
uma serpentina de cobre. O conjunto é levado a sob pressão
alta temperatura sob pressão do oxigênio.
Acompanha-se a evolução da pressão em função
do tempo.

O RBOT frequentemente é utilizado para se


estimar a resistência de um óleo de turbina à
oxidação e
consequentemente a sua vida útil.
Banho de óleo à 150°C
ASTM D2272

VEJA TAMBÉM : TOST (Turbine Oxidation Stability Test)

TOTAL Lubrificantes – 85
6- Óleos de turbina / Presença de ar

A presença de ar provoca sempre graves perturbações: oxidação do óleo, cavitação, degradação dos mancais, falha de lubrificação
& queda das propriedades do óleo. Duas propriedades diferentes permitem avaliar a presença de ar no lubrificante: propriedades
antiespumante & velocidade de desaeração.

• Propriedade antiespumante • Velocidade de desaeração


Se o ar é introduzido no sistema, o importante é que ele possa
escapar do óleo o mais rápido possível (fenômeno de
Tem por objetivo , evitar a formação de espuma na superfície.
compressão). Esta velocidade de desaeração é avaliada
Injeta-se 95 ml/min de ar em 190 ml de óleo à 24°C durante 5 min. conforme o teste abaixo :
Mede-se o volume de espuma formado e sua persistencia durante
o tempo. O teste consiste em se saturar de ar
a amostra de óleo por insuflamento
através de um bocal, depois de seguir
a evolução do teor de ar em função do
NF T 60129 / ASTM D 892 / ISO 6247
tempo pela medida da densidade
com a ajuda de uma balança
hidrostática. Os tempos de desaeração
medidos nos óleos novos estão
compreendidos entre 4 e 10 min
conforme o grau ISO VG.

NF T 60149 / DIN 51381

TOTAL Lubrificantes – 86
6- Lubrificantes para turbinas de vapor & gas

TOTAL APLICAÇÕES
ISO: TSA/TGA/TGB/TGE/TSE
PRESLIA Óleo mineral aditivado para a lubrif icação de turbinas (vapor gás
32 à 100 hidráulica), de suas engrenagens e sistema de controle.

ISO: TSA/TGA/TGB/TGE - General Electric GEK32.568E


PRESLIA GS Óleo m ineral com e xcepcional propriedade antioxidante, destinado
à lubrif icação de turbinas à vapor e à gás f uncionando em temperaturas
32 e 46
elevadas
ISO: TSA/TGA/TGB/TGE/TSE - General Electric GEK101941A
PRESLIA GT Óleo m ineral com propriedade antioxidante excepcional, para a
lubrif icação de turbinas à gás e ciclos combinados em tem pe raturas
32 e 46
m uito elevadas com longa durabilidade.

MIL-L-23699E DERD 2499 grau OX27/OTAN O-156


PRESLIA SE JET Lubrif icação de turbinas à gás aero-de rivativas. Óleo sintético
(25 cSt@40°C) destinado à lubrif icação de turbinas oriundo da tecnologia aeronáutica.

TOTAL Lubrificantes – 87
7- Motores a gás
• Questões a se abordar :

- Tecnologia :
• Ignição por centelha ou bi-combustível?
• Gas : natural, landfill, processo ou biomassa?
• Fabricante : Caterpillar, Cummins, Jenbacher,
Mitsubishi, Perkins, Wärtsilä, Waukesha …
• Modelo do motor (potência, rpm, volume do
carter …)
Requisitos do fabricante :
• Tipo de lubrificante : mineral ou sintético Photo from MAN DE

• Cinza sulfatada & TBN


• Grau de viscosidade (SAE)
• Aprovações ; exemplo(s) de requisitos do(s) produto(s)

- Produto utilizado atualmente :Atende a recomendação do fabricante?


• Nome do produto
• Grau de viscosidade / Tipo de lubrificante : mineral ou sintético
• Completamente compatível com o produto da TOTAL?
TOTAL Lubrificantes – 88
7- Motores a gás
Questões a se abordar:

- Parametros de operação:

• Tipo de gás :
• Gás Natural / propano (% enxofre)
• Landfill gas (% of H2S, CO2 & halogenos (chlorine, fluorine …))
• Gás de processo ou de massa (% of H2S, CO2 ..)

• Temperaturas de operação :
Altas temperaturas ⇒ riscos de oxidação & nitração
Co-geração (calor & potencia) :alto nível de oxidação
(depósitos)

• Intervalo de troca :
Verificar recomendação do fabricante
Caso se utilize o sistema MULTIDIAGOGAZ / LUBIANA)
⇒ Deve-se ter um acompanhamento rigoroso

• Meio-Ambiente / Poluentes : Poeira, água …

TOTAL Lubrificantes – 89
7- Motores a gás

TOTAL TBN APLICAÇÕES


Óleo mineral para motores a gás.
NATERIA MH 5,3
Gás Natural (baixo % de enxofre).
30 & 40 Motores com ignição por centelha requerem menos que 0,5% de
cinza sulfatada
Óleo mineral para motores a gás.
NATERIA MJ 8,5
Tipo de gás :Natural, de processo & de massa (sem halógenos).
30 & 40 Motores com ignição por centelha ou bi-combutível requerem menos
que 1% de cinza sulfatada
Óleo mineral para motores a gás .
NATERIA ML 406 6 Gás Landfill(com ou sem halógenos).
(SAE 40) Este tipo de motor requer menos que 0,8% de cinza sulfatada.
Óleo sintético para motores a gás.
NATERIA X 405 5,6
Gás Natural (baixo % de enxofre).
(SAE 40) Este tipo de motor requer menos que 0,5% de cinza sulfatada.
Cogeração : Combinado Calor & Potência (CHP)

TOTAL Lubrificantes – 90
8- Fluidos de transferência de calor
• Questões a conhecer :

- Tecnologia :
• Tipo de Boiler (energia) : combustível, gás (aquecedor), elétrico
• Tipo de circuito : duplo-boiler (banho-maria) / fluido de circulação (circuito
fechado)
• Respiro : aberto ou fechado

- Produto utilizado atualmente :


• Nome do produto / Grau de viscosidade (ISO VG)
• Tipo de lubrificante : mineral ou sintético
• Totalmente compatível com o(s) produto da TOTAL?

- Parâmetros de operação :
• Temperatura do filme de óleo
• Intervalo de troca
• Capacidade do circuito

- Outros :
• Principal atividade da planta
• Possibilidade de contato acidental com alimentos (NSF USDA H-1)
TOTAL Lubrificantes – 91
8- Fluidos de transferência de calor

PONTO DE FULGOR (FLASH POINT)

PRINCÍPIO :

A amostra de óleo é aquecida num


recipiente de metal específico para este
teste, que contém um termômetro.
A determinados intervalos, uma chama é
passada sob o recipiente. A menor
temperatura em que o óleo “faísca” é o
ponto de fulgor, e a temperatura em que a
faísca se mantém por pelo menos 5
segundos é o ponto de inflamação (fire
point).

ASTM D 92 / NF EN 22592

TOTAL Lubrificantes – 92
8- Fluidos de transferência de calor

Depósitos
• Resíduo de Carbono Ramsbottom :
Este teste indica a tendência de formação de
coque (resíduo) no fluido de transferência de
calor
Uma determinada quantidade de amostra é
colocada num bulbo de vidro, com uma
abertura estreita, a uma temperatura de 550°C.
A quantidade de material residual que fica no
bulbo é medido de acordo com ASTM D 524 e
classificado como Resíduo de Carbono
Rambstom
ASTM D 524 / ISO 4262

TOTAL Lubrificantes – 93
8- Fluidos de transferência de calor

TOTAL APLICAÇÕES
SERIOLA 320 Fluido de trasnferência de calor mineral – alta viscosidade. Atende ISO 6743/12L-QA.
(310 Cst @40°C)  Instalações onde o fluido está em contato com o ar. : banheiro / duplo-boiler.
SERIOLA QA 46 Fluido de transferência de calor mineral. Atende ISO ISO 6743/12L-QA.
(46 Cst @40°C)  Circuitos abertos : banheiros / duplo-boiler.
SERIOLA 1510 Fluido de transferência de calor mineral. Atende ISO 6743/12L-QB.
(31 Cst @40°C)  Fluido de circulação para circuitos fechados (sem ar). Temperatura de operação <290°C.
SERIOLA ETA 32 Fluido de transferência de calor. Atende ISO 6743/12L-QB.
(32 Cst @40°C)  Fluido de circulação para circuitos fechados (sem ar). Temperatura de operação <290°C.
SERIOLA ETA 100 Fluido de transferência de calor mineral. Atende ISO 6743/12L-QB.
(95 Cst @40°C)  Fluido de circulação para circuitos fechados (sem ar). Temperatura de operação<300°C.
SERIOLA FG Fluido de transferência de calor para o ramo alimentício(FOOD GRADE). Atende ISO 6743/12L-QB & NSF
(32 Cst @40°C) USDA H-1.
 Fluido de circulação para circuitos fechados (sem ar). Temperatura de operação <300°C.
SERIOLA D TH Fluido de transferência de calor para limpeza a quente.
(25 Cst @40°C) Compatível com fluidos minerais e sintéticos.
JARYTHERM AX 320 Fluido de transferência de calor sintético. Atende ISO ISO 6743/12L-QC.
(10 Cst @40°C)  Fluido de circulação para circuitos fechados (sem ar). Temperautra de operação entre -10 a 310°C.
JARYTHERM DBT Fluido de transferência de calor sintético. Atende ISO ISO 6743/12L-QD.
(19 Cst @40°C)  Fluido de circulação para circuitos fechados (sem ar). Temperatura de operação entre 0 a 350°C.
JARYTHERM BT 06 Fluido de transferência de calor sintético. Atende ISO ISO 6743/12L-QE.
(4 Cst @40°C)  Fluido de circulação para circuitos fechados (se mar). Temperatura de operação entre -30 a 280°C.

TOTAL Lubrificantes – 94
9- Graxas - Formulação

UM AGENTE ESPESSANTE
• Sabão pré-fabricado ou preparado in loco
• Espessantes minerais
• Espessantes orgânicos de síntese
+
ÓLEO BÁSICO
• Óleos minerais • Óleos sintéticos

+
ADITIVOS
• Antioxidante • Extrema-pressão
• Antidesgaste • Antiferrugem
• etc…
+
ADITIVOS SÓLIDOS
TOTAL Lubrificantes – 95
9-Fabricação de Graxas Lubrificantes

óleo
Hidróxido / Ácido

1. Saponificação

2. Aditivos
(e lubrificantes sólidos)

uma amostra
- Homogeneização
é checada
- De-aeração
no Laboratório

TOTAL Lubrificantes – 96
9- Graxas - Princípio

AGENTE ESPESSANTE DE UMA GRAXA


⇒ Funciona como se fosse uma esponja
Os espaços livres da malha das fibras são preenchidos de óleo como seriam os poros de uma
esponja

Uma baixa pressão só faz sair


um pouco de líquido

Uma forte pressão se traduz


por um um grande escoamento de líquido

As fibras da malha podem participar


elas mesmas da lubrificação

TOTAL Lubrificantes – 97
9- Graxas - Grau NLGI

CLASSIFICAÇÃO NLGI
(NLGI : National Lubricating Grease Institute)

P60 ISO PENETRAÇÃO GRAUS


2137 TRABALHADA NLGI
Graxas 445 – 475 000
fluidas 400 – 430 00
Graxas 355 – 385 0
semi-fluidas 310 – 340 1
265 – 295 2
Graxas moles 220 – 250 3
CONDIÇÕES DO ENSAIO
Temperatura de 25ºC 175 – 205 4
60 golpes antes da medição
Descida e penetração do cone : 5 seg 130 – 160 5
Peso do cone do instrumento : 150 g Graxas duras
85 -115 6
RESULTADOS
São expressos em 1/10 de milímetro
e correspondendo à profundidade Da mesma maneira que os óleos são classificados à
de penetração do cone
partir de sua viscosidade (Grau ISO, SAE ), classificam-
se as graxas à partir de sua consistência
TOTAL Lubrificantes – 98
9-Penetração

O que é penetração?

O valor de penetração de uma graxa lubrificante é a


profundidade (em décimos de milímetro) de um cone padrão,
que penetra em uma amostra de graxa, sob condições definidas
de tempo e temperatura.

Por que fazemos este teste?

O valor de penetração é a medida da consistência da graxa.

TOTAL Lubrificantes – 99
9-Ensaio de Penetração Trabalhada

TOTAL Lubrificantes – 100


9-Ponto de Gota

O que é o ponto de gota?

O ponto de gota é uma indicação da resistência da graxa


lubrificante ao calor.

Por que fazemos este teste?

O ponto de gota de uma graxa é aquela temperatura na qual o


lubrificante passa do estado semi-sólido para o estado líquido.

TOTAL Lubrificantes – 101


9-Ponto de Gota

Thermometer (grease) Thermometer (oil bath)

If it gets too hot


I drop off

HEAT

TOTAL Lubrificantes – 102


9- Graxas

• Questões a se abordar :
- Tecnologia da peça :
• Tipo de mancais : de rolamentos ou mancais lisos
• Correntes, cabos, engrenagens abertas, cardans …

- Recomendação do construtor :
• Natureza do sabão e de óleo basico …
• Norma ISO-L-X... ; nível DIN 51502/51825
• Grau NLGI
• Exemplo(s) de produtos

- Produto usado:confirma a recomendação do construtor ?


• Nome do produto
• Natureza do sabão
• Óleo básico : mineral ou sintético, viscosidade ..
• Grau NLGI
• Compatibilidade com o produto proposto Total

TOTAL Lubrificantes – 103


9- Graxas
• Questões a se abordar :
- Parâmetros de funcionamento :

• Temperatura de funcionamento (-45°C à +250°C) :


• baixíssimas temperaturas ⇒ gama aviação
• altíssimas temperaturas ⇒ escolha do sabão :
• Poliuréia, Complexo de lítio ou Sulfonato de complexo de Cálcio
• Atenção à resistência a oxidação do óleo básico (mineral / sintético)

• Velocidade de rotação (NDm) : escolha da viscosidade do óleo básico e do grau NLGI


Alta velocidade de rotação ⇒ óleo básico fluido

• Carga aplicada : Propriedades antidesgaste e Extrema-Pressão (EP) da graxa

• Choques ou vibrações : Presença de lubrificantes sólidos (Grafite, Molibdênio ..)

• Meio ambiente / Poluição : Presença de poeira, água ...

- Diversos :
• Modo de aplicação dos produtos : lubrificação centralizada, graxa disponível em aérosol
• Lista de produtos já utilizados pelo cliente
• Compatibilidade com juntas, pinturas e metais …
• Riscos de contatos alimentares (produtos homologados NSF USDA H-1)
TOTAL Lubrificantes – 104
9-Forças Externas

Carga
aplicada
radialmente

Carga
aplicada
axialmente

Rolamentos podem estar sujeitos a cargas simples ou multi-direcionais.

TOTAL Lubrificantes – 105


9-Razão de Carga C / P

Relação entre a Carga Dinâmica (C) do rolamento e a Carga Dinâmica


Equivalente (P)

C/P Carga Critério para seleção de Graxa

> 30 carga muito Condição de carga máxima permissível


baixa para graxas de silicone.
20 – 30 carga baixa Graxas dinamicamente leves
8 – 20 carga médiaGraxas contendo aditivos antidesgaste
(AW)
4–8 carga elevada Recomendado o uso de graxas com
aditivos EP e AW. Esperada a redução da
vida útil da graxa e do rolamento.
<4 carga extrema Recomendado o uso de graxa com
aditivação EP + lubrificantes sólidos.
Esperada uma redução considerável da
vida útil da graxa e do rolamento.

TOTAL Lubrificantes – 106


9- Graxas – Propriedade de extrema-pressão
Máquina quatro esferas – Carga de solda DIN 51350-4
ASTM D2596

Mandril

Graxa de
ensaio Esfera móvel

Esferas fixas

Cuba
Carga

Princípio :
- Velocidade de rotação do mandril : Resultados :
ASTM ≈ 1700 RPM - DIN ≈ 1400 RPM Bom nível EP : carga de solda ≥ 250 daN
Muito bom nível EP : carga de solda ≥ 400
- Aumento da carga aplicada pelos daN
mancais até a solda
- Duração dos mancais :
ASTM : 10 s / DIN : 60 s
TOTAL Lubrificantes – 107
9- Graxas Teste Four Ball
(VKA = Vier-Kugel-Apparat)

TOTAL Lubrificantes – 108


9- Graxas – Resistência à água (WWO)

PRINCÍPIO
Um rolamento com graxa é submetido à ação de
RESULTADOS
um jato d’água dentro de condições normalizadas Mede-se a porcentagem de
graxa arrastada pela água.

Temperatura :
40 ou 80°C
O ensaio de encharcamento
de água pode servir de
Vazão do jato : 5ml/seg referência para se estimar a
degradação do desempenho
Velocidade de rotação : de uma graxa em presença
600 RPM
de água.
Duração : 1 hora
ASTM D 1264
Water Wash Out test

TOTAL Lubrificantes – 109


9- Graxas – Adesividade (WSO)

Ensaio de pulverização de água (WSO) ASTM D 4049

PRINCÍPIO
A graxa, aplicada em fina
camada sobre uma placa
metálica, é submetida a um jato
d´água pulverizada sob uma
pressão de 276 KPa (2,8 bars)
a uma temperatura de 38ºC BOCAL
durante 5 minutos. JATO D’ÁGUA
SOB PRESSÃO
Pesa-se a graxa restante.

O resultato é expresso em %
GRAXA
de perda de graxa.
BOMBA
PLACA DE ENSAIO

O teste WSO pode servir de referência para


caracterizar a adesividade de uma graxa
TOTAL Lubrificantes – 110
9- Graxas / Compatibilidade
Sulfonato
Lítio Com plexo Complexo Com plexo
Lítio Cálcio Complexo Poliuréia Bentone Sódio
Cálcio de líto de cálcio de alumínio
de cálcio

Lítio

Cálcio

Lítio
Cálcio

Complexo
de lítio COMPATIBLE

Complexo
de cálcio COMPATIBLE IN
CERTAIN
Sulfonato PROPORTIONS
Complexo de
cálcio
INCOMPATIBLE
Complexo
de alumínio

Poliuréia

Bentone

Sódio

Nos casos de aplicações críticas, deve-se assegurar a compatibilidade dos produtos


antes de aplicar a nova graxa : a mistura com a graxa em uso pode rapidamente
deteriorar certas propriedades da nova graxa.

F055GRIN V.1
TOTAL Lubrificantes – 111
9-Sabão de Lítio

Indicado até 120 °C


Resistente à água até 80 / 90 °C
Boa resistência ao trabalho

 vapor

TOTAL Lubrificantes – 112


9-Sabão Complexo de Lítio

Indicado até 150 °C


Boa resistência à água
Bom comportamento à baixa temperatura

Difícil de produzir

TOTAL Lubrificantes – 113


9-Sabão Complexo de Alumínio

Indicado até 160 °C


Bombeável
Boas propriedade adesivas
Apropriado para lubrificantes de Grau Alimentício

Pode ser decomposto por água quente após um longo período de tempo
Estabilidade ao trabalho não é tão boa ⇒ se torna macio

TOTAL Lubrificantes – 114


9-Sabão Complexo de Bário

Indicado até 150 °C


Resistente à água e ao vapor
Resistente às soluções alcalinas e de ácido fraco
Excelente proteção contra corrosão
Elevada capacidade sustentadora de carga

§§
Difícil de produzir / grandes quantidade de sabão são necessárias
Problemas de toxicologia em alguns Países

TOTAL Lubrificantes – 115


9-Sabão Complexo de Cálcio

Indicado até 150 °C


Resistente à água e ao vapor
Boa proteção contra corrosão
Excelente capacidade sustentadora de carga
Bombeável
Indicado para uso em lubrificantes rapidamente biodegradáveis

Pode endurecer a temperaturas elevadas


Tendência a endurecer durante estocagem

TOTAL Lubrificantes – 116


9-Sabão Complexo de Sódio

Resistente até 160/180 °C


Resistente à água até 90 °C
Baixa separação de óleo
Boas propriedades adesivas
Boa proteção contra corrosão

 vapor
Não resiste ao vapor

TOTAL Lubrificantes – 117


9-Espessantes Inorgânicos

Estes incluem substâncias orgânicas e inorgânicas as quais,


graças à superfície porosa, retêm o óleo base.

Os principais espessantes a base de não sabão, usados na


fabricação das graxas são:

Argilas (bentonita)
Sílica-gel
Poliuréia
Materiais sintéticos (PTFE)

TOTAL Lubrificantes – 118


9-Bentonita

Indicado até 160 °C


Também indicado para uso em baixas temperaturas
Boa resistência à água, ácidos e soluções alcalinas
Pode ser usado em lubrificantes de Grau Alimentício

Não resistente ao trabalho

TOTAL Lubrificantes – 119


9-Poliuréia

Indicado até 180 / 200 °C


Resistente à água e ao vapor
Boa bombeabilidade
Apropriado para os lubrificantes rapidamente biodegradáveis

TOTAL Lubrificantes – 120


9-PTFE

Indicado até 260 °C


Afinidade com óleos fluorados (óleos PFPE)
Quimicamente inerte
Bom poder lubrificante
Boas propriedades para lubrificação de emergência

$$
Elevada quantidade de espessante é necessária
Não indicado para médias e altas velocidades

TOTAL Lubrificantes – 121


9-Lubrificação de Rolamentos

Quantidade de Lubrificação Inicial

Quantidade e Período de Relubrificação

Período de Troca

TOTAL Lubrificantes – 122


9-Regra K-15

130 °C 312 hrs

115 °C 625 hrs

100 °C 1250 hrs

85 °C 2500 hrs

70 °C 5000 hrs

TOTAL Lubrificantes – 123


9-Determinação do Fator de Velocidade
n. d m para lubrificação com graxa

d = diâmetro interno (mm)


D = diâmetro externo (mm)
n = veloc. rolamento (rpm)
d D d+D x n
2

= Fator Velocidade (n. d m)

TOTAL Lubrificantes – 124


9-Qual a quantidade de Graxa a ser aplicada?

A quantidade correta de graxa é extremamente importante para garantir uma


completa cobertura de todas as superfícies em contato. Lubrificação em excesso é
tão prejudicial quanto uma lubrificação insuficiente. Quantidade excessiva de
graxa poderá causar geração de calor bem como aumento de torque!
Quanto menor a temperatura de operação,
maior é a vida útil do rolamento / graxa
Método
• Determinar o espaço livre aproximado do rolamento
• Calcular o fator de velocidade n.dm do rolamento
• Lubrificar o rolamento com a quantidade correta de graxa (veja abaixo)
• Utilizar um procedimento de amaciamento para rolamentos submetidos a médias e
altas velocidades

Baixa Velocidade Média Velocidade Alta Velocidade


Para n.dm < 200.000 Para n.dm 300.000 - 500.000 Para n.dm > 600.000
preencher 90 - 100% preencher 30% preencher 15%
do espaço livre do espaço livre do espaço livre

TOTAL Lubrificantes – 125


9-Qual a quantidade de Graxa a ser aplicada?

Quantidade de Lubrificação Inicial

Fator de Velocidade = 400.000


Média Velocidade

Preencher 30% do espaço livre

TOTAL Lubrificantes – 126


9-Qual a quantidade de Graxa a ser aplicada?

Quantidade de Lubrificação Inicial

Espaço Livre do Rolamento


V = π
4
× B× (D 2
− d 2
) × 10 −9
− G
7800
= m3
(m3 x 106 = cm3 )

V = 100 % do Espaço Livre do rolamento

Verificar Fator de Velocidade = % preenchimento

TOTAL Lubrificantes – 127


9-Viscosidade do óleo base e seu efeito
no limite de velocidade das graxas

Tipo de Graxa Viscosidade do Óleo Base Limite de Velocidade


mm 2 / s à 40 ° C n. d m

Mineral / Lítio MoS 2 1000 ... 1500 50.000

Mineral / Complexo Lítio 400 ... 500 200.000

Mineral / Complexo Lítio 150 ... 200 400.000

Éster / Poliuréia 70 ... 100 700.000

Éster / Complexo Cálcio 15 ... 32 1.600.000

Éster / Poliuréia 15 ... 30 2.000.000

TOTAL Lubrificantes – 128


9-Período de Relubrificação e de Troca

Ábaco para uma Graxa de óleo mineral com sabão de lítio à uma temperatura de serviço de 70ºC.

Regiões:
a - Zona de
incremento da
probabilidade 4.000 Hrs
de falha;
b - Período
para troca de
graxa;
c - Zona para
Relubrificação 2,5

n = Rotação por minuto - RPM


ng = limite de rotação à graxa (ver catálogo)
Kl = Fator de Correção do rolamento

TOTAL Lubrificantes – 129


9-Fatores que afetam o
Período de Troca da Graxa

Temperatura de serviço => regra dos 15 °C


Velocidade => fator Velocidade, KV
Tipo de rolamento => fator Rolamento, Kf
Ambiente (poeira, umidade, ...) => fator Ambiental, f1
Incidência de choques,
vibração e oscilação => fator Movimento, f2
Cargas elevadas => fator Carga, f3
Fluxo de ar => fator, f4
Efeito da centrifugação,
eixos verticais => fator, f5
Rotação do anel externo => fator, f6
CONSULTAR TABELA DE FATORES
TOTAL Lubrificantes – 130
9-Fórmula para Cálculo Teórico do
Período de Troca da Graxa

F10Tq = F10T x KV x (Kftest / Kf) x f1 x f2 x f3 x f4 x f5 x f6 [h]

F10T = Período Teórico (Teste de Laboratório)

F10Tq = Período Real

TOTAL Lubrificantes – 131


9-Quantidade de Relubrificação

Quantidade de graxa na relubrificação m1 (relubrificação semanal ou anual)


m1 = D x B x Y [g] Y = 0.002 (semana), 0.003 (mês), 0.004 (ano)

Quantidade de graxa na relubrificação m2 (intervalo de relubrificação extremamente curto)


m2 = (0.5...20) x V [kg/h]

Quantidade de graxa na relubrificação m3 (antes de colocar em operação após vários


anos de paralisação)
m3 = D x B x 0.01 [g]

π/ x B (D²-d²) x 10-9 - G/7800 [m³]


V = espaço livre do rolamento ~ π/4
d = diâmetro interno do rolamento [mm]
D = diâmetro externo do rolamento [mm]
B = largura do rolamento [mm]
G = peso do rolamento [kg]

TOTAL Lubrificantes – 132


9-Erosão por Corrente Elétrica
Anel Externo Rolamento Esfera

Motor elétrico
Causa da falha:
Erosão elétrica da pista
devido à passagem de
corrente elétrica na zona de
contato. Uso de graxa que
induziu a uma excessiva
resistência elétrica.

TOTAL Lubrificantes – 133


9-Corrosão Induzida
Rolamentos de Rolos Cilíndricos (NU)

Bomba de Fosfato,
extremidade motriz
Causa da falha:
Ingresso de água e de
solução contendo fosfato
no mancal, resultando na
emulsificação e lavagem da
graxa. As superfícies em
contato sofreram severa
corrosão levando à
prematuras falhas
mecânicas do rolamento.

TOTAL Lubrificantes – 134


9-Corrosão de Atrito
Contato Angular - Anel Interno

Fuso de Máquina-ferramenta
Causas das falhas:
Marcas da corrosão de atrito
claramente visíveis entre o anel
interno e o alojamento do eixo.
Nestes pontos, partículas de
coloração avermelhada são
facilmente soltas. A corrosão de
atrito ocorre devido à:
• Folgas
• Vibração
• Pequenas oscilações
• Efeito de deslizamento

TOTAL Lubrificantes – 135


9-Falhas de Lubrificação
Rolamento de Esfera - Dupla Carreira 2RS1

Causa da falha:
Decomposição térmica da
graxa original (prevista para
vida útil).
Perda do óleo base da
graxa através da ação
combinada de evaporação e
decomposição térmica
resultando em uma
lubrificação insuficiente.
Isto resulta em falhas na
gaiola e travamento
prematuro do rolamento.

TOTAL Lubrificantes – 136


9-Falhas de Lubrificação
Transportador Aéreo

Rolamento do Transportador
Aéreo
Causa da falha:
Decomposição térmica do lubrificante
após 1 mês de operação em uma
estufa de pintura a 250 °C.
Decomposição do lubrificante
provocando o deslizamento do
rolamento devido ao travamento
mecânico das esferas.
O hidrocarboneto para “temperatura
elevada” do lubrificante foi
considerado inadequado para as
condições de processo.
TOTAL Lubrificantes – 137
9- Graxas

Resistência a Manutenção das


Gama Tipo de sabão Altas pulverização de propriedades em
temperaturas água ( WSO ) presença d´água
( WWO )
Multis B / EP B Lítio ( hidroxiestearato ) ++ ++ +
Merkan Cálcio ( hidroxiestearato ) - ++ +++
Multis Lítio / Cálcio ++ ++ ++
Multis Complex Complexo de lítio +++ ++ (+) +
Axa Complexo de cálcio ++ ++ (+) ++(+)
Copal Complexo de alumínio +++ +++ ++
Ceran Sulfonato de complexo de cálcio +++ ++ (+) +++
Altis Poliuréia +++ ++ ++
Caloris Bentone +++ - ++
Statermic Fluorada > +++ + -
Fusis Sódio - + -

TOTAL Lubrificantes – 138


9- Graxas / Múltiplas aplicações

Óleo básico
TOTAL Viscos. 40°C
2
APLICAÇÕES
mm /s ( cSt )

Graxas de múltiplas aplicações – sabão de lítio/cálcio


Lubrificação geral de aplicações sem aplicação de carga e sob condições normais.
Temperatura de funcionamento de -20 à +120°C.
MULTIS 2 & 3 120
MULTIS 2 : ISO L-XBCEA 2 & DIN 51502 K2K-25
MULTIS 3 : ISO L-XBCEA 3 & DIN 51502 K3K-20
Graxas de múltiplas aplicações - extrama-pressão – sabão de lítio/cálcio
(mancais
Aplicações industriais c/ carga & aplicações possíveis em transporte, agricultura & construção civil.
rolamenots de rodas, cardans, chassis ...). Temperatura de funcionamento de -25 à +120°C . MULTIS EP 1 : ISO L-
MULTIS EP 1, 2 & 3 150
XBCEB 1 & DIN 51502 KP1K-25 / MULTIS EP 2 : ISO L-XBCEB 2 & DIN 51502 KP2K-25 / MULTIS EP 3 : ISO L-XBCEB 3
&
DIN 51502 KP3K-20.
Aplicações com carga submetidas a choques ou vibrações nas áreas de transporte, agricultura & constr. civil.
Température de fonctionnement -25 à +130°C.
MULTIS MS 2 150
Graisse à additivation solide au bisulfure de molybdène (MoS2).
ISO 6743-9 L-XBCEB 2 / DIN 51502 MPF2K-25

Aplicações industriais com carga para sistemas de lubrificação centralizada. Temperatura de funcionamento
MULTIS EP 0 185
de -25 à +120°C. MULTIS EP 00 : ISO L-XCBEB 00 & DIN 51502 GP00G-30 / MULTIS EP 0 : ISO L-XBCEB 0 & DIN
MULTIS EP 00 150 51502 MP0K-25.

Aplicações com sistamas de lubrificação centralizada (chassis de caminhões, v eículos for a de estrada ...).
MULTIS ZS 000 42 Temperatura de funcionamento de -45 à +120°C.
ISO L-XECFB 000 & DIN 51502 MP00/000K-45. Homologaçõess : Mercedes Benz & MAN.

Graxas de múltiplas aplicações - extrema-pressão - altas temperaturas – sabão de complexo de lítio


Aplicações com carga e com temperatura de funcionamento elevada não possibilitando a utilização de
MULTIS Temperatura de funcionamento de -20 à +160°C. ISO L-XBEHB 2 & DIN 51502 KP2P-20
120 graxas de lítio clássicas.
COMPLEX EP 2

Graxas de múltiplas aplicações - extrema-pressão - altas temperaturas – sabão de complexo de lítio/ cálcio
Aplicações com carga e com temperatura de funcionamento elevada não possibilitando a utilização de
MULTIPLEX EP 2 340 graxas de lítio clássicas.. Temperatura de funcionamento de -20 à +160°C. ISO L-XBEHB 2 & DIN 51502 KP2P-20

TOTAL Lubrificantes – 139


9- Graxas / Especialidades

Òleo básico
Grau
TOTAL
NLGI
Viscosidade @40°C
mm²/s (ou cSt)
APLICAÇÕES
ALTA GAMA
Graxas com sabão de poliuréia para aplicações em altas temperaturas e regimes elevados de viscosidade.
Gamme ALTIS Charga normal à moderada & baixo nível de contaminação com água.
Temperaturas de funcionamento de -25 à +160°C (ALTIS SH 2 : -40°C à +180°C).

Rolamentos de motores e de geraradores eléctricos, ventiladores ou bombas. Baixas cargas. Lubrificação permanente
ALTIS EM 2 2 110
ISO L-XBEHB 2 & DIN 51502 KP2R-25.
Rolamentos de motores e de geraradores eléctricos, ventiladores ou bombas. Altas cargas. Lubrificação permanente
ALTIS MV 2 2 160 .ISO L-XBECB 2 & DIN 51502 KP2P-25.

- Rolamentos de motores e de geradores eléctricos, ventiladores ou bombas. Altas/baixas cargasLubrificação permanente


ALTIS SH 2 2 84
Graxa sintética .Produto para indústria de papel. ISO L-XDFHB 2 & DIN 51502 KHCP2R-40.

Graxas de extrema-pressão com sabão de sulfonato de complexo de cálcio para aplicações com cargas em altas temperaturas em meio extremamente úmido ;
Gama CERAN velocidades de rotação moderadas.
Temperaturas de funcionamento de -25 à +180°C.

Graxas multi-usos (velocidades de rotação moderadas). Lubrificação de aplicações industriaiss em meio úmido (marina, off-
CERAN WR 1 & 2 1&2 180
shore …). CERAN WR 1 : ISO L-XBFIB 1/ DIN 51502 KP1R-25. CERAN WR 2 : ISO L-XBFIB 2/ DIN 51502 KP2R-25.
Cabos, correntes e engrenagens abertas de indústria pesada e equipamentos portuários.
CERAN AD 0 325
ISO L-XBDIB 0 & DIN 51502 OGP0N-25.
Rolamentos submetidos a cargas extremas na industria siderúrgica.
CERAN HV 1/2 422
ISO L-XBFHB 1/2 & DIN 51502 KP1/2R-25
Rolamentos submetidos a cargas extremas na industria siderúrgica. (maior resistência a corrosão estática & a oxidação).
CERAN HVA 2 422
ISO L-XBFHB 2 & DIN 51502 KP2R-25
CERAN PM Rolamentos submetidos a c. extremas de partes secas e úmidas de ind. de papel.Boa resistência a corrosão estática & à
CERAN PM 1/2 325
- oxidação. (Baixas temperaturas : CERAN LT) ISO L-XBFIB 1/2 & DIN 51502 KP1/2R-25
CERAN EPG Redutores e transmissões industriais de britadores e coroas de fornos de cimenteiras . Graxa com aditivação
CERAN GEP 0 695
- sólida (grafite & MoS2). ISO L-XBFHB 0 & DIN 51502 OGPF0R-25.

TOTAL Lubrificantes – 140


9- Graxas / Especialidades
Óleo básico
TOTAL Sabão NLGI Viscosidade @40°C
mm²/ s
APLICAÇÕES
ESPECIALIDADES
Aplicações severas com baixas velocidades & altas temperaturas .
CALORIS 23
Bentone 2/3 500 Temperaturas de operação entre -15°C e +160°C. CALORIS MS 23: graxa com
CALORIS MS 23
aditivos sólidos ( choques & vibrações).
Engrenagens abertas com m ovimentações cilíndricas sim ples & duplo
Complexo de pinhão. Aplicações em cimenteiras & indústrias pesadas.Graxa com lubrificantes
COPAL GEP 0 0 750
Alumínio sólidos(grafite & MoS2). Temperaturas de operação de -20°C a +150° C . ISO L-
XBDHB 0 & DIN 51502 OGPF0N-20.
Normalmente aplicada em indústria pesadas e submetida a temperaturas
STATERMIC XHT Fluorada 2 147 m uito altas (temperaturas de pico até 270°C). Temperaturas de operação entre -
25°C a +250°C.ISO L-XBGDB2 & DIN 51502 KFKP2U-25.
Graxa anti-engripante. Utilizada em componentes de difícil manuseio/operação
Bentone
SPECIS CU 1/2 154 (corrosão & oxidação). Cobre: boas propriedades em contatos elétricos. ISO L-
& cobre
XAFBB 1/2 & DIN 51502 MPF1/2R-10.
MARSON SY 00 00 142 Lubrificação de engrenagens fechadas & sem -fim. Graxas sintéticas.
Lítio
MARSON SY 000 000 90 Temperaturas de operação entre-35°C a +130°C.
Graxa de bloco.
FUSIS Sódio >6 - Temperaturas de operação de 0°C a 180°C.
ISO L-XACBA6
Graxa biodegradável EP de m últiplas aplicações.
BIOMULTIS SEP 2 Lítio / Cálcio 2 55 Temperaturas deoperação entre - 40°C e +150°C.
ISO L-XDDEB2 & DIN 51502 KPE2N-40
CONTATOS ALIMENTARES ACIDENTAIS
Graxa branca para o contato acidental com alimentos. Atende a especificação
Complexo de USDA H-1. Lubrificação das prensas usadas na manufatura de alimento animal e nos
AXA GR 1 1 150
Cálcio moinhos de açúcar. Boa resistência a água . Temperaturas de operação de -20°C
a +150°C.
LUBRIPLATE Complexo de Graxas para contato alim entar fortuito. Atende a especificação USDA H-1 .
00 a 2 425
FGL Alumínio Temperaturas de operação entre -10°c e +150°C. Óleos básicos minerais.
LUBRIPLATE Complexo de 00 /1/ 39 Graxas para contato alim entar fortuito. Atende a especificação USDA H-1 .
SFL Alumínio 2 219 Temperaturas de operação entre -50°C to +150°C. Óleos básicos sintéticos.
KEYSTONE Complexo de Graxas para contato alim entar fortuito. Atende a especificação USDA H-1 .
0a2 94
NEVASTANE HT/AW Alumínio Temperaturas de operação entre -20°c to +150°C. Óleos básicos minerais.

TOTAL Lubrificantes – 141


10- Fluidos de arrefecimento / gama SUPRA
A gama "SUPRA" : antifreeze & coolants com tecnologia de inibidores orgânicos

Mono Propileno Glicol (MPG)


Mono Etileno Glicol (MEG)
nível "grau alimentício"
proteção antifreeze Padrão Co-geração Standard

Antifreeze GLACELF GLACELF CHP GLACELF MPG


depende da
(puro concentrado,
% de água SUPRA SUPRA SUPRA
sem água)

COOLELF CHP
- 7°C
SUPRA
COOLELF MPG
- 26°C COOLELF SUPRA
Coolants SUPRA
(pronto para o uso)
COOLELF
- 37°C
SUPRA GF NP

Contate o especialista em “Power generation” de sua filial

TOTAL Lubrificantes – 142


10- Tecnologia :
Estado dos tubos do trocador de calor após Estado da camisa
18 meses após 400 h –teste de choque
térmico

com COOLELF SUPRA Com tecnologia convencional


Com tecnologia convencional Aditivos inorgânicos
Aditivos inorgânicos
TOTAL Lubrificantes – 143
11- Especialidades

APLICAÇÃO TOTAL Comentários


Óleos brancos medicinal que atendem a
FINAVESTAN especificação FDA 21 CFR 172-878 & de CFR 178-
ÓLEOS BRANCOS 3620(a). Viscosidade de 7 a 100 cSt @40°C.
Óleos brancos técnicos que atendem a especificação
LYRAN do FDA 21 CFR 178-3620(b) (óleos de processos).
ÓLEOS BRANCOS Viscosidade de 7 a 70 cSt @40°C.

EMETAN Gel de petróleo (medicinal ou técnico)


ÓLEOS BRANCOS
Óleos vegetais para a indústria de alimentos. (ajuda
FINATUROL no processo alimentício)
ÓLEOS VEGETAIS

ISOVOLTINE II transformadores, dijuntores, contatos...


ÓLEOS DE TRANSFORMADOR

TORILIS De ISO VG 15 a 500.


ÓLEOS DE PROCESSO

MOLDOL & BIOMOLDOL Biomoldol: líquidos biodegradáveis de liberação do molde


ÓLEOS DESMOLDANTES

PNEUMA Óleos minerais ou sintéticos para perfuratrizes


FERRAMENTAS PNEUMÁTICAS

TOTAL Lubrificantes – 144


12- Usinagem / máquinas-ferramenta
APLICAÇÃO CLASSIFICAÇÕES Produtos
ISO/TR NFE DIN TOTAL
Cincinnati
3498 60200 51502
AN 68 AN 68 AN 68 DROSERA MS 68
Lubrificação com perda AN 220 AN 220 AN 220 DROSERA MS 220
CKB 32 CB 32 CL 32 DROSERA MS 32
CKB 68 CB 68 CL 68 DROSERA MS 68
Cargas normais CKB 100 CB 100 CL 100 DROSERA MS 100
CKB 150 CB 150 CL 150 DROSERA MS 150
CKC 100 CC 100 CLP 100 CARTER EP 100
CKC 150 CC 150 CLP 150 CARTER EP 150
Cargas altas CKC 220 CC 220 CLP 220 CARTER EP 220
CKC 320 CC 320 CLP 320 CARTER EP 320
CKC 460 CC 460 CLP 460 CARTER EP 460
FD 2 FD 2 DROSERA MS 2
FD 5 FD 5 DROSERA MS 5
Eixos & rolamentos FD 10 FD 10 DROSERA MS 10
FD 22 FD 22 DROSERA MS 22
FC 2 FC 2 …… DROSERA MS 2
Eixos , rolamentos e FC 5 FC 5 CL 5 DROSERA MS 5
embreagens FC 10 FC 10 CL 10 DROSERA MS 10
FC 22 FC 22 CL 22 DROSERA MS 22
G 68 G 68 G 68 P 47 DROSERA MS 68/DROSERA HXE
G 100 G 100 G 100 DROSERA MS 100
Guias G 150 G 150 G 150 DROSERA MS 150
G 220 G 220 G 220 DROSERA MS 220
HL 32 HL 32 HL 32 DROSERA MS 32
HL 46 HL 46 HL 46 DROSERA MS 46
HL 68 HL 68 HL 68 DROSERA MS 68
HM 15 HM 15 …. AZOLLA ZS 15
HM 32 HM 32 HLP 32 AZOLLA ZS 32
Transmissões hidrostáticas HM 46 HM 46 HLP 46 AZOLLA ZS 46
HM 68 HM 68 HLP 68 AZOLLA ZS 68
HV 22 HV 22 HLP 22 EQUIVIS ZS 22
HV 32 HV 32 HLP 32 EQUIVIS ZS 32
HV 46 HV 46 HLP 46 EQUIVIS ZS 46
Transmissões hidrúlicas & HG 32 HG 32 HLP.CG 32 P 53 DROSERA MS 32
guias HG 68 HG 68 HLP.CG 68 DROSERA MS 68
XBCEA 00 …. K00K K00K MULTIS EP 00
XBCEA 0 …. K0K K0K MULTIS EP 0
Graxas multipurpose XBCEA 1 XM 1 K1K K1K MULTIS EP 1
XBCEA 2 XM 2 K2K K2K MULTIS EP 2/ MULTIS 2
XBCEA 3 XM 3 K3K K3K MULTIS EP 3/ MULTIS 3

TOTAL Lubrificantes – 145


12- Usinagem/máquinas-ferramenta
Lubrificantes para máquinas-ferramenta
TOTAL A P L IC A Ç Õ E S

lu b rific a n te s d e m ú ltip la s a p lic a ç õ e s p a ra m á q u in a s -fe rra m e n ta :


DROSERA MS
g u ia , e ix o s , e n g re n a g e n s e s is te m a s h id rá u lic o s . A te n d e IS O
2 a 220 H M /H G /F C /F D & C K B /C K C /C K E .

L u b r if ic a n te s d e m ú lt ip la s a p lic a ç õ e s p a r a m á q u in a s - f e rr a m e n ta .
DROSERA HXE
P a r tic u la r m e n te a p r o p r ia d o à s g u ia s r e v e s t id a s d e r e s i n a s in t é t ic a .
68 & 220 A te n d e IS O G B .

CARTER EP
Ó le o d e e n g r e n a g e m d e e x tr e m a -p r e s s ã o .A te n d e IS O C K C /C K D .
68 a 3000

AZOLLA ZS
Ó le o s h id rá u lic o s . A te n d e IS O H M e D IN H L P
10 a 150

E Q U IV IS Z S Ó le o s h id rá u lic o s c o m a lto Ín d ic e d e V is c o s id a d e (V I).


15 a 150 A te n d e IS O H V & D IN H V L P

M U L T IS E P
G r a x a s d e m ú ltip la s a p lic a ç õ e s c o m a d itiv o d e e x tre m a -p re s s ã o .
00 a 3

TOTAL Lubrificantes – 146


12- Usinagem / óleos de corte
A escolha certa:óleo de corte integral ou solúvel??
Óleos de corte integral Fluidos solúveis
• Boas propriedades lubrificantes • Boas propriedades refrigerantes
• Melhor acabamento • Melhor tolerância
• Fácil monitoramento • Preço (diluição com água)
• Custo de operação : • Custo de operação :
- Baixo custo (só completar o nível) - Manutenção constante (emulsão)
• Aplicação - Exemplos : - Checar a qualidade da emulsão (poluentes)
- Perfurar - Tratar o fluido usado
- Bater/ rosquear • Aplicação - Exemplos :
- Tornear - Furar
- Fresar - Tornear / rosquear
- Retificar
- Serrar

O máquina-ferramenta foi projetada para usar qualquer óleo


de corte integral ou qualquer líquido soluúvel, não ambos .

TOTAL Lubrificantes – 147


12- Usinagem / fluidos solúveis

• Definição :
• Macro-emulsão (aparência leitosa) : 50 / 60 % de óleo mineral no concentrado
• Micro-emulsão (aparência translúcida) : 30 / 40 % de óleo mineral no
concentrado
• Fluidos sintéticos (produto claro ou incolor) : nenhum óleo mineral – somente
aditivos com água
• Preparação fluida solúvel :
• O óleo deve ser colocado na água e misturado energicamente
• A concentração fica entre 3 e 6 % verificando as condições da máquina

• Monitoramento do fluido solúvel :


• pH
• Concentração
• Contato com óleos de sistemas hidráulicos, guias …
• Desenvolvimento de micro-organismos

• Ferramentas de monitoramento :

MIXELF, BANDOL, REFRATÔMETRO, TESTE DE BACTÉRIA

TOTAL Lubrificantes – 148


12- Usinagem / fluidos solúveis

• MACRO-EMULSÕES MICRO-
MICRO-EMULSÕES FLUIDOS SINTÉ
SINTÉTICOS

LACTUCA LT 3000
(ex LACTUCA LT 2)

LACTUCA MS 5000 SPIRIT MS 5000 VULSOL MS 5000


(ex SARELF AAS) (ex SPIRIT 442 PLUS) (ex SPIRIT 411)

LACTUCA MS 7000 SPIRIT ASI 7000 VULSOL MS 7000


(ex SPIRIT456 PLUS) (ex SPIRIT ASI) (ex LACTUCA UF 150)

• 3000 series
• 5000 series Aumento das
exigências da máquina
• 7000 series
• 9000 series

MS : MultiServiços / ASI : Alumínio


LT : LaTão (bronze)

TOTAL Lubrificantes – 149


12- Usinagem / fluidos solúveis

Foco dos produtos :

Fluido multifuncional.
multifuncional. Operaç
Operações em metais
Spirit MS 5000 ferrosos & não-
não-ferrosos.
ferrosos. Bons resultados em
operaç
operações variadas inclusive retí
retífica.
fica. Cumpre as
regulamentaç
regulamentações ambientais alemãs.(isentos de
cloro).
cloro).
Particularmente desenvolvido para ligas de
Spirit ASI 7000 alumí
alumínio & alumí
alumínio/silicone
nio/silicone . Bons resultados
em operaç
operações em médio-dio-duros aços.
os. Cumpre as
regulamentaç
regulamentações ambientais alemãs.(isentos de
cloro).
cloro).
Particularmente desenvolvido para operaç
operações de
Vulsol MS 5000 retí
retífica em metais ferrosos & não-
não-ferrosos Fulfils
the German environmental regulations (chlorine-
(chlorine-
free, DEA-
DEA-free).

TOTAL Lubrificantes – 150


12- Usinagem / óleos de corte integrais

• Série 3000 : operaçãoFormulation


não severabased on :

⇒ Produto : SCILIA -MS


oily 3040
additives
(ex(vegetal
Scilia or
MU animal
200) esters, …)
- anti-wear additive (gear, hydraulic, Z-DTP, …)
(óleo de corte multifuncional para operações & lubrificação de máquinas-
ferramenta. Operações em metais ferrosos & não-ferrosos e aços de média-alta
dureza. Produto isento de cloro) SEVERIDADE

Ligas de titânio Brochamento


Aços inox
10
Rosca
Aços-ferramenta Fresar
Aços duro Furar
Ligas de Fo.Fo. Perfuramento profundo
Aços de médio carbono Serrar
Aços de baixo carbono Rosquear
Aço - rápido Moer
Ligas de alumínio Afiação / Polimento
Bronze e ligas Retificar
Cobre e ligas 1
TOTAL Lubrificantes – 151
12- Usinagem / óleos de corte integrais
• Série 5000 : operações severas
⇒ Produto : VALONA ST 5022 (ex Coupe FG 22)
(Operação de corte em metais ferrosos. Isento de cloro)

SEVERIDADE

Ligas de titânio Brochamento


Aço inoxidável 10
Rosqueamento
Aço ferramenta Fresamento
Aço duro Furação
Liga de fo.fo Furação profunda
Aço de médio carbono Serramento
Aço de baixo carbono Corte de rosca
Aço rápido Moer
Ligas de alumínio Afiação/polimento
Ligas de bronze Retífica
Ligas de cobre 1
TOTAL Lubrificantes – 152
12- Usinagem / óleos de corte integrais

• Série 7000 : operações muito severas


⇒ Produto : VALONA MS 7023 (ex Coupe EI 23)
(Lubrificante universal para operações muito severas. Operações de metais
ferrosos & não-ferrosos (de ligas de cobre até titânio). Isento de cloro)
SEVERIDADE
Ligas de titânio Brochamento
Aço inoxidável
10
Rosqueamento
Aço ferramenta Fresamento
Aço duro Furação
Liga de Fo.Fo. Furação profunda
Aço de médio carbono Serramento
Aço de baixo carbono Corte de rosca
Aço rápido Moer
Ligas de alumínio
Afiação / polimento
Bronze e ligas
Retífica
Cobre e ligas 1
TOTAL Lubrificantes – 153
12- Usinagem / Especialidades

APLICAÇÃO TOTAL Comentários


produtos isentos de cloro para operações de corte,
ÓLEOS DE ESTAMPAGEM MARTOL estampagem, ou repuxo

Fluido para operações de desbaste, acabamento &


ÓLEOS DE ELETRO-ESROSÃO DIEL super acabamentos.

ÓLEOS DE LAMINAÇÃO LUBRILAM Produtos para laminação à quente de alumínio.

ÓLEOS PROTETIVOS OSYRIS Produtos para proteção das superfícies.

ÓLEOS DE TÊMPERA DRASTA Produtos têmpera a quente , semi-quente & fria.

TOTAL Lubrificantes – 154


13-Correntes

TOTAL Lubrificantes – 155


13-Correntes

Pontos de Atrito

TOTAL Lubrificantes – 156


13-Correntes

1 Roda de saída, várias também é usual


2 Rama de carga
3 Roda de acionamento
4 Rama de retorno a zona sem carga

TOTAL Lubrificantes – 157


13-Correntes

1 Chain pin
2 Bushing
3 Roller
4 Inner plate
5 Outer plate
6 Sprocket tooth
7 Intermediate substance
8 Ambient medium

Friction points in the link:


- Pin 1 - Bushing 2
- Bushing 2 - Roller 3
- Roller 3 - Inner plate 4
- Inner plate 4 - Outer plate 5
- Roller 3 - Sprocket tooth 6
- Sprocket tooth 6 - Inner plate 4
TOTAL Lubrificantes – 158
13-Correntes

Areas of application
The most widely used type of drive chain,
for the automotive industry, camshafts,
motorcycles, bicycles, washing
machines.

1 Bushing 4 Outer plate


2 Inner plate 5 Roller
3 Pin

TOTAL Lubrificantes – 159


13-Correntes

Métodos de Lubrificação Contínua


Drip-feed Oil-slinger Forced-feed
lubrication lubrication lubrication

1
2

3 2
1
1 Drop tube with orifices 1 Oil slinger 1 Intake tube
2 Lubricant dripping ledge 2 Oil sump
3 Oil sump

TOTAL Lubrificantes – 160