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PLANO DE ENSINO – PUP_CHP|MAT

CURSO: Arquitetura e Urbanismo


SÉRIE: 3º semestre
DISCIPLINA: Projeto Urbano e Paisagismo (Conceitos e História do
Paisagismo)
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 3 Horas/aula
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 60 Horas
PROFESSORES:
Dr Félix Alves da Silva Júnior
Me Veridiana Junqueira de Melo

I. EMENTA
Introdução ao urbanismo e ao paisagismo através de conceitos extraídos
de bases teóricas selecionadas, de conhecimento histórico e do contato
com os códigos de representação existentes, em escala local ou à unidade
de vizinhança de tecidos urbanos de uso misto.
II. OBJETIVOS GERAIS
Introduzir o aluno na compreensão dos conceitos de espaço e paisagem
urbanos.
Definir os conceitos básicos em projeto urbano e paisagismo.
Avaliar a importância das relações morfológicas em lógicas
socioespaciais preexistentes.
III. OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Introduzir o aluno na leitura e na prática projetual da paisagem e do
espaço urbano em suas diversas dimensões conceituais.
Avaliar e diagnosticar as estruturas morfológicas e funcionais dos
espaços abertos, considerando acessos, circulações, fluxos e usos.
IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1.Conceitos
 Definições de espaço urbano, paisagem, espaço público e espaço
aberto.
 Tópicos de História do Paisagismo nacional e internacional, até a
contemporaneidade.
 Introdução ao uso da vegetação como elemento estruturador do
espaço.

2.Leituras da Paisagem Urbana


 Formas tradicionais de divisão do espaço construído (quadra, lote,
edificação) e suas alternativas.
 Relações entre edificações e espaços abertos.
 Caracterização dos espaços abertos quanto a uso, distribuição,
relação entre cheios e vazios.
 Relações entre o traçado de parcelamento tradicional e tipologias
de espaços públicos.
 Articulações e hierarquias de espaços públicos.
3.Leituras dos processos de produção do espaço urbano
 Produção imobiliária.
 Regulamentação urbanística (parcelamento, uso e ocupação do solo,
índices urbanísticos).

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4.Leituras dos aspectos funcionais do espaço urbano
 Sistemas de circulação de pedestres e veículos.
 Distribuição de atividades.

5.Prática de projeto
 Elaboração de diagnóstico como subsídio de projeto.
 Formulação de diretrizes de intervenção.
 Desenvolvimento de projeto de intervenção urbanística e
paisagística.
 Desenvolvimento de técnicas de representação.

V. ESTRATÉGIA DE TRABALHO
Desenvolvimento de projetos em ateliê com auxílio de aulas expositivas,
seminários de alunos, elaboração constante de modelos tridimensionais
físicos como ferramenta de exploração projetual e visitas técnicas a
edifícios de habitação.
VI. AVALIAÇÃO
O aluno será aprovado quando obtiver a Média de NPI e NPII maior ou
igual a 7,0. Quando não obtiver essa média poderá fazer exame devendo
alcançar média superior ou igual a 5,0. Observar o cronograma de
atividades em anexo, para o descritivo das etapas de trabalho ao longo
do semestre. O trabalho deverá ser desenvolvido individualmente, salvo
as exceções informadas nos roteiros.
VII. FREQUENCIA
A Lei nº 9.394/96, a Resolução CFE nº 04/86 e o Regimento Geral
estabelecem a frequência obrigatória, em cada disciplina, em 75% (setenta
e cinco por cento) das aulas dadas e demais atividades programadas. O
limite de faltas para a nossa disciplina são de 15 faltas por semestre
e o número de aulas por semana são 3.
O aluno poderá dispor do limite permitido de 25% (vinte e cinco por
cento) de faltas para se ausentar por problemas alheios aos previstos
na legislação que disciplina a matéria. Todas as justificativas que
carecerem de amparo legal e/ou que não respeitarem os prazos e condições
estipuladas pelo UNIPLAN não serão aceitas (vide frequência).
Observação para mais informações consultar o manual do aluno, páginas 12 e 13.
VIII. BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ABBUD, Benedito. Criando paisagens: guia de trabalho em arquitetura
paisagística. . 4 ed. São Paulo, Senac, 2011.
CAMPOS FILHO, C.M. Reinvente seu bairro: caminhos para você
participar do planejamento de sua cidade. 2 ed.São Paulo, 34,
2010.
CULLEN, Gordon. Paisagem urbana. Lisboa, PO: Edicções 70. 1971.
202 p.

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IX. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CHACEL, Fernando Magalhães. Paisagismo e ecogênese = Landscaping and
ecogenesis. 2. ed. Rio de Janeiro: Fralha, 2004. 143 p.
GEHL, Jan. Cidades para pessoas. 3. ed. São Paulo: Perspectiva, 2015.
262 p.
NIEMEYER, Carlos Augusto da Costa. Paisagismo no planejamento
arquitetônico. 2.ed. Uberlandia, MG: EDUFU, 2011. 137p. I
HUTCHISON, Edward. O desenho no projeto da paisagem. Barcelona: GG,
2012. 240 p.
PANZINI, Franco. Projetar a natureza: arquitetura da paisagem e dos
jardins desde as origens até a época contemporânea. São Paulo: SENAC,
2013. 720 p.
CRONOGRAMA DA DISCIPLINA
CRONOGRAMA DE ATIVIDADES -PUP_CHP|MAT_2018.1

MÊS Aula DATA ATIVIDADE ATIVIDADE EXTRA CLASSE

A1 08/fev Aula Expositiva: Apresentação do plano de ensino lançamento e Aula Sobre Conceitos Gerais .
FEVEREIRO

A2 15/fev Aula Expositiva: Conceitos gerais e História do Paisagismo

Aula Expositiva: Leituras da Paisagem Urbana e Processos de Produção do Espaço Urbano e


A3 22/fev
Leituras dos aspectos funcionais do espaço urbano

A4 01/mar Aula Expositiva: Prática de projeto paisagístíco Visita ao terreno


A5 08/mar Atelier para desenvolvimento do exercícios 1, 2 e 3
MARÇO

A6 15/mar Atelier para desenvolvimento do exercícios 1, 2 e 3


A7 22/mar Atelier para desenvolvimento do exercícios 1, 2 e 3

A8 29/mar Entrega do Exercício 2 e 3

A9 05/abr Alunos deverão visitar o terreno Palestra (a confirmar)

Desenvolvimento do zoneamento e
A10 12/abr Atelier para desenvolvimento do Exercício 4 e 5
ABRIL

programa

A11 19/abr Atelier para desenvolvimento do Exercício 4 e 5 Atelier de maquete

A12 26/abr Atelier de desenvolvimento do Estudo Preliminar Desenvolvimento do exercício 6

A13 03/mai Atelier de desenvolvimento do Estudo Preliminar Desenvolvimento do exercício 6


A14 10/mai Atelier de desenvolvimento do Estudo Preliminar Desenvolvimento do exercício 6
MAIO

A15 17/mai Atelier de desenvolvimento do Estudo Preliminar Desenvolvimento do exercício 6


A16 24/mai Atelier de desenvolvimento do Estudo Preliminar Desenvolvimento do exercício 6
A17 31/mai FERIADO (Corpus Christi)

A18 07/jun ENTREGA DE NP2


JUNHO

A19 14/jun Lançamento das notas

A20 21/jun EXAME FINAL


ANOTAÇÕES

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OBSERVAÇÕES GERAIS
a. Podem ocorrer modificações nesse plano de ensino, caso ocorram,
estas serão informadas com pelo menos uma semana de antecedência
via e-mail e site do curso.
b. Os trabalhos dos alunos regularmente matriculados nessa disciplina
serão devolvidos durante o semestre diante do recolhimento do
aluno, caso esse não se apresente no período letivo o(s) mesmo(s)
serão encaminhados ao setor responsável devendo ser retirados
nesse.
c. Alunos que não estiverem regularmente matriculados nessa
disciplina não possuem autorização para a realização das
avaliações.
d. Para o desenvolvimento dos trabalhos em sala de aula é necessário
que os alunos tragam todo o material de desenho. Neste semestre o
material básico considerado será:
 Bloco de papel manteiga tamanho A3 com 20 folhas ou rolo de
papel manteiga;
 Papel milimetrado;
 Escalímetro;
 Par de esquadros de acrílico;
 Lapiseiras 0.3, 0.5 e ou 0,9;
 Canetinhas nanquim (0.1 a 1.0 – o aluno deve possuir pelo
menos três espessuras diferentes: uma fina (0.1-0.3); uma
intermediária (0.5) e uma grossa (0.8 – 1.0).
 Material para colorir (marcadores, canetas pincel, hidrocor,
lápis de cor, etc.

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ROTEIRO DE AVALIAÇÃO E 1.2. Dos percursos de deslocamento até o terreno
COMPOSIÇÃO DE NOTAS1  Segundo a técnica da Visão Serial de Gordon
Cullen, cujos pontos analíticos possam se aplicar
No final de cada bimestre serão avaliados os trabalhos dos à análise da paisagem em foco.
alunos, de acordo com a análise individual quanto à
participação, interesse e assiduidade nas assessorias. Os 1.3. Dos cones visuais a partir do terreno
trabalhos da disciplina, serão desenvolvidos de modo  Vistas cênicas, elementos cênicos, barreiras
individual ou em equipes com duplas ou trios (salvo as visuais.
exceções definidas neste roteiro). As atividades da
disciplina serão divididas em duas etapas bimestrais. Estas FORMAS DE APRESENTAÇAO:
estão descritas adiante. Apesar dos trabalhos possuírem a) Planta baixa (escala qualquer) com indicação das
etapas desenvolvidas em equipes a avaliação do aluno é fachadas, dos locais das visadas dos percursos e do
sempre individual e levará em conta a assiduidade, o direcionamento dos cones visuais estudados;
comprometimento com a disciplina e o material
produzido pelo aluno. b) Representação gráfica das fachadas, em croquis ou por
montagem de imagens fotográficas, na escala aproximada
NP1 de 1/500;

EXERCÍCIO 1: CONCEITUAÇÃO E c) Pelo menos 3 imagens com detalhes referentes às


análises das fachadas, ressaltando os seus aspectos mais
DIAGNÓSTICO (ATÉ 3,0/4-6 característicos, acompanhadas por textos explicativos de no
INTEGRANTES) máximo 4 linhas para cada uma;
d) Representação gráfica dos percursos, através de 8
O QUE É? imagens fotográficas, e 1 croqui sobre cada imagem,
Consiste na análise contextual da paisagem urbana, a partir da ressaltando as categorias analíticas de Cullen,
apreensão dos elementos que a caracterizam, e da identificação de acompanhadas por textos explicativos de no máximo de 4
potencialidades e problemas da área enfocada. Para o linhas para cada uma. Os croquis podem ser manuais ou
desenvolvimento da atividade é necessário que a equipe realize: por interferência digital;
visita a área de intervenção, a coleta de dados em instituições e
órgãos da administração pública, e o levantamento bibliográfico e e) No mínimo 3 imagens fotográficas dos cones visuais
documental. observados a partir do terreno, acompanhadas por textos
A turma será dividida em grupos temáticos de pesquisa. Cada explicativos.
grupo desenvolverá um dos temas listados abaixo, conforme
determinação dos professores orientadores. Após a apresentação TEMA 2: PERMEABILIDADE
os alunos devem compartilhar o produto da pesquisa realizada.
FISICA
TEMAS A SEREM ABORDADOS: Análise dos sistemas de vínculos existentes no terreno, em
seu perímetro ou através dele, e que o relacionam tanto ao
TEMA 1: CARACTERISTICAS entorno imediato (conexões locais) como ao bairro
VISUAIS DA PAISAGEM (conexões com o bairro) e à cidade como um todo
(conexões com a cidade). Os vínculos físicos referem-se
CARACTERISTICAS VISUAIS DA aos acessos de pedestres e ao sistema viário. Pede-se
levantamento de campo, pesquisa nos órgãos públicos
PAISAGEM municipais responsáveis e em plantas cadastrais e mapas.
Análise das características visuais significativas da 1.1 Acessos de pedestres.
paisagem proposta, através de pesquisa e observações no
campo: Pede-se o levantamento do sistema existente (ruas,
passeios, calçadas, passarelas, passagens subterrâneas,
1.1.Das linhas de composição das fachadas contíguas estações de metrô e trem, pontos de vans, ônibus ou táxis)
ao terreno e seus impactos na paisagem do entorno; a hierarquização
 Volumetria, ritmos verticais e horizontais. dos fluxos, direções predominantes e intensidade de uso; e
o estudo de sua qualidade física (dimensões das calçadas,
 Cores e texturas. Detalhes de revestimentos. materiais de revestimento, acessibilidade ao deficiente
Detalhes de muros, portas e janelas. físico, estado de conservação, segurança e iluminação).
 Contrastes temporais. 1.2 Acessos de veículos.
 Dimensões, escalas e proporções. Pede-se o levantamento das tipologias existentes (viadutos,
ruas, avenidas, ciclovias, ferrovias, metrô, ônibus), e a
 Estado de conservação das fachadas.
análise dos seus impactos na paisagem do entorno,
levantamento dos estacionamentos regulares e irregulares,

1 Algumas das atividades propostas neste roteiro foram UFRJ: Caderno da Disciplina de projeto paisagístico 1.
baseados em documento elaborado pelos professores Arq. Disponível em:
Mário Ceniquel e Arq. Guilherme Figueiredo do https://fauufrjatelierintegrado1.weebly.com/pp-i.html
Departamento de Urbanismo e Meio Ambiente – DPUR da
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pontos de carga e descarga de mercadorias, se houver, o projeto, e texto explicativo de pelo menos 1 parágrafo,
estudo da hierarquização dos fluxos de veículos (vias contendo informações adicionais e reflexões críticas.
arteriais, coletoras, locais), direções predominantes e
intensidade de uso; b) Planta baixa ou ortofoto (escala qualquer) de cada
espaço livre analisado, contento informações
FORMAS DE APRESENTAÇAO: sistematizadas sobre a conformação física, os usos e as
a) Plantas cadastrais ou ortofotos, na escala de 1/2000 ou atividades que são desenvolvidos. Texto explicativo de
1/2500, quantas forem necessárias para indicação dos pelo menos 1 parágrafo, contendo informações
vínculos, com legenda dos acessos de veículos e pedestres; adicionais e reflexões críticas sobre cada espaço.
b) Dados, gráficos e tabelas, acompanhados por texto TEMA 5: ASPECTOS BIOFISICOS
explicativo de pelo menos um parágrafo;
Análise dos aspectos naturais, que conformam e compõem
TEMA 3: LEGIBILIDADE a paisagem proposta, e sua inserção urbana, através do
estudo dos condicionantes biofísicos (Rede hídrica
Identificação dos marcos (pontos de referência) pontos (superficial e subterrânea) - dinâmicas hídricas (cheias e
nodais (cruzamento de itinerários de veículos ou pedestres, vazantes, enxurradas, deslizamentos, pontos inundáveis,
ou acumulação de atividades) limites (físicos - ferrovias, etc.), estado de conservação/poluição e fontes poluidoras,
canais, etc.); tecituras urbanas distintas; e as divisões influência da água no microclima local, etc.-; Comunidades
político-administrativas do bairro, de acordo com aspectos vegetais - dinâmicas vegetais (retirada da vegetação,
analíticos de Lynch, já conhecidos pelos alunos, e que se reflorestamento, etc.), estado de conservação da
apliquem à paisagem de projeto. vegetação, vegetação urbana (conjunto de árvores, etc.),
FORMAS DE APRESENTAÇAO: influência da vegetação no microclima local, etc.-; Solos e
topografia - tipos de solos e movimentos de solo, erosões,
a) Planta cadastral ou ortofoto com identificação dos pontos etc.-; Clima - chuvas, ventos (dominantes e secundários),
analíticos de Lynch, legendados por símbolos. No mesmo insolação, poluição sonora e do ar). Retratar situação atual
mapa devem estar indicados os equipamentos públicos das estruturas biofísicas e as relações que estabelecem
(hospitais, prefeitura, correio, etc.). Acompanha texto com as infra-estruturas, as edificações e os espaços livres
elementar elucidativo de pelo menos um parágrafo; urbanos, com ênfase no entorno do terreno a ser trabalhado.
b) Mapa das diferentes tecituras urbanas, legendado por FORMAS DE APRESENTAÇAO:
cores ou hachuras, executado sobre ortofoto digital ou
cadastral digitalizada, escala 1/3000 ou menor. No mesmo a) Planta cadastral ou ortofoto em escala adequada, para
mapa deve estar indicado o limite político administrativo do cada condicionantes biofísicos analisado (Rede hídrica,
bairro onde se insere a área de projeto, acompanhado por Comunidades vegetais, Solos e topografia, Clima) com a
texto elucidativo de pelo menos um parágrafo. indicação dos mesmos, acompanhada por texto elucidativo,
e por dados coletados na pesquisa bibliográfica e
TEMA 4: SISTEMAS DE ESPAÇOS documental. Inserir dados da disciplina Conforto Ambiental.
LIVRES PÚBLICOS FONTES DE PESQUISA:
Análise e descrição dos tipos de espaços livres http://www.geoportal.segeth.df.gov.br/ma
públicos (parques, praças, jardins), raio de alcance pa/
(bairro – 400 m, vizinhança – 200m), tipo de público, http://www.segeth.df.gov.br/pdl-guara/
conformação física (mobiliário -bancos, mesas, pontos http://www.segeth.df.gov.br/cpcoe-2/
de ônibus, bancas de jornais, hidrantes, latas de lixo, postes
de iluminação (para pedestres e veículos), bueiros, Trabalhos de Referências
https://fauufrjatelierintegrado1.weebly.
telefones públicos, brinquedos, - e infra-estrutura - com/pp-i.html
sinalização; iluminação x segurança; drenagem;
empachamento visual -; revestimentos; coberturas e planos http://marioceniquel.com.br/ensino/expos
verticais; vegetação existente -levantamento da icao-permanente/aup-1/rua-santa-
arborização, porte e sombreamento, jardins e jardineiras); luzia/analise-da-qualidade-da-forma-da-
usos e atividades (áreas de circulação e permanência, a paisagem-urbana-2014-1/
acessibilidade do pedestre (também deficientes físicos) e
http://marioceniquel.com.br/ensino/expos
bicicletas, atividades de recreação, comércio, contemplação icao-permanente/aup-1/rua-santa-
e/ou outras atividades de alto e/ou baixo impacto de luzia/analise-do-lugar-2014-1/
utilização), qualidade (estado de conservação, utilização
por população marginal) e conectibilidade com a área de
projeto. Locais “não oficiais”, apropriados para atividades ao OBSERVAÇÕES GERAIS
ar livre e de lazer, devem ser observados nas proximidades
do terreno.  Todas as pranchas deverão ter a indicação do
FORMAS DE APRESENTAÇAO: norte.

a) Planta baixa ou ortofoto em escala 1/2000 ou 1/2500


ou menor, com indicação do sistema de espaços livres,
com legendas por cores ou hachuras relativas ao raio de
alcance, qualidade e conectibilidade com a área de
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 Imagens/ croquis ou fotografias exemplificando  5 pedras
as análises deverão complementar a informação
textual, os elementos gráficos sobre hipótese  10 pessoas (calunga)
nenhuma substituirão o comentário critico (em  Mobiliário: 5 bancos, 5 cadeiras, 5 mesas, 5
forma de texto e de caráter pessoal) do aluno, se muros, 5 lixeiras, 10 jardineiras, 2 balanços, 4
transformando na única informação disponível, o brinquedos de playground, 2 sombreiros,
que significara serio demérito ao trabalho.
 2 cascatas e 5 luminárias.
 A entrega deverá ser em cd-rom a ser entregue
ao professor responsável, é de responsabilidade  5 caminhos, com diversos materiais (elementos)
do aluno garantir o correto funcionamento da  3 lagos e 2 fontes
mídia entregue.
 6 pergolados
 O material pesquisado deverá ser editado em
forma de apresentação para o seminário, no  5 formatos geométricos e 5 orgânicos para
programa POWER POINT. canteiros
 Todos os produtos devem conter (tanto na capa c) quadro síntese das espécies
do CD, quanto no próprio CD) as seguintes
d) fichas botânicas conforme modelo (indicando as fontes
informações escritas com lapiseira indelével
dos dados), sendo que 50% das espécies catalogadas
apropriada, não sendo aceitos CD’s em que não
devem ser identificadas em visita de campo:
constem tais dados: O título e subtítulo do
trabalho; Ano e período; Data de Entrega do  6 pisos vegetais
Trabalho; Nome do autor e/ou autores; Turma do
aluno  10 forrações (5 de sol e 5 de sombra – até 1m de
altura)
 Todas as informações do trabalho devem ser
formatadas de tal modo que o resultado desta  10 arbustos (entre 1m e 3m de altura)
montagem tivesse que ser impresso se enquadre  16 árvores (apropriadas para área urbana)
em prancha(s) no formato A1.
 6 palmeiras nativas.
 É imprescindível, para o aceite dos trabalhos, a
identificação da fonte, autor e data, EXERCÍCIO 3: ESTUDO DE
especialmente no caso de pesquisa bibliográfica REPERTÓRIO (ATÉ 3,0 – 2|3
e documental. INTEGRANTES)
EXERCÍCIO 2: CATÁLOGO DE O QUE É?
PAISAGISMO (ATÉ 4,00 PONTOS Corresponde a análise de um projeto de referência, que irá
– INDIVIDUAL) auxiliar o aluno na aquisição de repertório projetual em
arquitetura paisagística.
O QUE É?
COMO DEVE SER FEITO?
Formas de representação e Fichas botânicas de espécies
selecionadas em visita de campo, em livros e em manuais. O trabalho deve ser realizado em duplas e trios. Para cada
análise deverá ser entregue uma “maquete” e uma prancha
COMO DEVE SER FEITO? A3 impressa. A “maquete” é composta por uma base rígida
(em papel paraná ou pluma), sobre a base a equipe deverá
Deve ser feito em pranchas em formato A3, as folhas devem imprimir (a situação e/ou implantação) e colar a área
estar fixas em um único volume (grampeadas, estudada na escala 1/250. Sobre a “maquete” o aluno deve
encadernadas, etc). O volume único deve possuir uma capa colar 5 (cinco) máscaras em papel manteiga ou vegetal que
e a última página em folha rígida e o conteúdo deve seguir se sobrepõem representando: zoneamento, fluxos,
a seguinte ordem: pavimentações/forrações vegetais, mobiliário e iluminação.
Na capa do volume: Título: “Catálogo de Paisagismo” / Ao final deverão ser fixados modelos das espécies arbóreas
Nome do Autor / RA / Curso / Turno / E-mail. e figuras humanas. Esta “maquete” deverá ser “montada” na
apresentação em sala de aulas e ser acompanhada por
Nas página internas: uma prancha A3 impressas com as imagens do projeto
(fotos e aéreas), ficha básica e justificativa.
a) capa ilustrativa com nome do catálogo e do aluno
b) desenhos de representação em paisagismo (50% A PRANCHA E AS MÁSCARAS
colorido e 50% preto e branco). Todos os desenhos devem DEVEM CONTEMPLAR AS
estar numerados sequencialmente por folha e tipo. Em SEGUINTES INFORMAÇÕES:
volume/perspectiva. Colocar em folhas separadas, os
seguintes tipos: Ficha básica
 Elementos: 5 águas, 4 acabamentos de solos • Autor
(areia, seixos, argila e cavaco), 5 madeiras e 3
céus e nuvens • Local
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• Data do projeto/execução estéticos sobre a configuração geral do projeto assim como
a composição dos elementos de projeto tais como:
• Área vegetação, paredes, paginação de piso, etc. A dupla (ou trio)
• Fonte da referência deve expressar através de croquis e textos explicativos
quais os princípios projetuais e as referências
• Imagem google (arquitetônicas ou não) que irão nortear o desenvolvimento
Justificativa (o porquê da escolha da referência) da proposta. Este conteúdo deve ser feito sobre o mapa da
área na escala de 1/250
• Compatibilidade funcional (contexto urbano, usuários e
apropriações)
Programa
• Compatibilidade espacial (área, morfologia, acessibilidade)
O Programa consiste na definição objetiva (quantitativa e
• Valor estético qualitativa) dos usos dos espaços livres: circulação e
Levantamento descritivo e gráfico permanência (estar, comércio, contemplação, esportes,
jogos infantis, alimentação, eventos, etc.). A elaboração do
• Croquis cotados, com indicação do norte, escala gráfica e programa deve contemplar os seguintes tópicos:
humana.
 Integração do sistema de espaços livres:
• Usos e atividades do entorno
o Relação entre os espaços livres
• Acessibilidade projetados e os espaços livres já
existentes, quando for o caso: praças,
• Zoneamento gráfico e quadro descritivo(áreas)
vias, etc.
• Vegetação (arbórea, arbustiva e forrações -cortes
o Definição dos espaços livres do
mostrando a estruturação)
projeto: públicos, privados e de uso
• Mobiliário (detalhes, materiais, etc) coletivo, e as transições entre eles,
em função dos usos/apropriações.
• Pavimentação
 Principais áreas de circulação
• Iluminação
o Definição das principais áreas de
• Elementos de destaque (águas, escultura, etc) circulação do projeto.

NP2  Grandes e pequenos ambientes


o Definição de uma hierarquia espacial
EXERCÍCIO 4: CONCEITO e funcional levando em consideração
PROJETUAL, PROGRAMA, o programa a ser desenvolvido.
ZONEAMENTO (ATÉ 2,0 – 2|3 o Definição das principais áreas de
INTEGRANTES) permanência levando-se em
consideração: insolação, arborização,
O QUE É? circulação, topografia, ventos, águas,
elementos construídos, etc.
A partir dos conhecimentos adquiridos nas etapas
 Relação com o edifício
anteriores a equipe deve estabelecer um conceito, um
programa de necessidades e o zoneamento. O desenho o Relação dos espaços livres
dos espaços livres urbanos é estruturado principalmente projetados com o térreo edificado:
pela topografia, pelos elementos hídricos, pavimentações, acesso veicular, portaria, eventuais
mobiliário, e pela vegetação, preponderante na criação de lojas, biblioteca, etc.
espaços e na configuração dos diferentes planos da
paisagem. Este trabalho leva o aluno à experimentação o Definição de pátios internos, terraços
formal e espacial do projeto do espaço livre de forma gráfica verdes, empenas verdes e fachadas
e descritiva, contemplando circulações e áreas de verdes, quando for o caso.
permanência (usos permanentes, temporários e possíveis O programa deve ser apresentado através de um quadro
apropriações/triangulações). Assim, a partir de um resumo (ver modelo abaixo).
programa, deverá ser feita a proposta de zoneamento, do
partido formal e da estruturação morfológica em estudo
desenvolvido principalmente em maquete na escala 1/250.
COMO DEVE SER FEITO?
Conceito Projetual
O conceito (ou princípios de projeto) correspondem a um
conjunto de referências que auxiliam o paisagista a criar
uma solução de projeto que seja visualmente agradável.
Estes princípios auxiliam o projetistas a realizar julgamentos
4
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Zoneamento alternativas morfológicas, que devem ser fotografadas sob
diferentes ângulos na maquete da turma, na escala de
A partir das atividades listadas pelo programa o aluno deve 1/250.
estudar “zonear” (distribuir) as atividades pretendidas sobre
a área a ser ocupada. O aluno deve considerar as relações O trabalho será desenvolvido dentro de um esquema oficina
espaciais, de circulação em conjunto com as variáveis do em sala de aula, com o seguinte material necessário:
terreno (topografia, aspectos, bioclimáticos, dimensões,
etc), os principais elementos de projeto da paisagem e as 1. Câmara digital;
suas conexões com o entorno. 2. “kit vegetal”, cortiça ou pluma;
O QUE ENTREGAR? 3. Folhas de papel colorido de qualquer tipo (cartolina, papel
cartão etc.) para o traçado de caminhos, canteiros, e
 O plano conceitual deve ser entregue em uma indicação de diferentes tipos de pisos ou revestimentos;
prancha A3 contendo: textos explicativos sobre
os princípios projetuais adotados, imagens das 4. Papel manteiga, lápis, hidrocor, lápis de cor, escala, etc.;
referências (arquitetônicas ou não) que irão 5. Maquete da turma – entorno – escala 1/250.
nortear o desenvolvimento da proposta. Este
conteúdo deve ser feito sobre o mapa da área na 1. Câmara digital
escala de 1/250
2. Conjunto de estratos vegetais prontos (árvores -
 O programa e o zoneamento devem ser globulares, horizontais, e verticais, e palmeiras,
entregues em uma prancha A3 contendo: os ver anexo do exercício) em escala 1:250 e em
usos e suas justificativas, e o gráfico de zonas número de 10 para cada tipo, feitos com técnica
(áreas/funções) (1/250) com sua respectiva à escolha do aluno, com indicação de cor, se
tabela. possível.

EXERCÍCIO 5: ATELIER DE 3. Folhas de papel colorido de qualquer tipo


(cartolina, papel cartão. Cansom, etc.) para o
MAQUETE E LANÇAMENTO DO traçado de caminhos, canteiros, e indicação de
PARTIDO (ATÉ 3,0 – 2|3 diferentes tipos de pisos ou revestimentos;
INTEGRANTES) 4. Várias folhas de papel manteiga, lápis, hidrocor,
lápis de cor, escala, esquadro, régua T, etc.
O QUE É?
5. Base do projeto ou cadastral individual em meio
Consolidação do programa, do zoneamento e das diretrizes digital ou à mão livre na escala de 1/ 250, colada
projetuais sobre área de interveção. ou desenhada sobre duas folhas de isopor
(verfificar na base digital se duas ou três folhas
PRAZO PARA A EXECUÇÃO: 2 aulas de de isopor podem ser divididas entre 2 alunos).
atelier
6. Tesoura, cola, arame e os demais instrumentos
para montagem da maquete.
COMO DEVE SER FEITO O QUE ENTREGAR?
A partir das especulações definidas na etapa anterior, o Uma maquete (1/250), cuja representação deve expressar
aluno deverá desenvolver algumas experimentações em as primeiras intenções de materialidade, tendo como
maquete, plantas e croquis para a definição do partido referência os estudos dos projetos e espaços explorados,
formal do projeto paisagístico e sua estruturação incluindo a proposta de vegetação e figuras humanas.
morfológica. Essas plantas e croquis devem conter Destaca-se a importância que a representação em maquete
indicação dos “pontos fortes” da área (elementos não se restrinja às manchas esquemáticas do zoneamento,
cênicos/históricos, vistas significativas, pontos focais, locais mas já seja um ato projetual, definindo as primeiras
com atividades que reúnem muitas pessoas, etc...), a intenções do desenho, refletindo, minimamente, as áreas de
espacialização do programa (identificados por “amebas”), permanência e circulação. Além da maquete o aluno deve
diagrama com a correlação de usos entre os itens do entregar (na data do atelier de paisagismo) no mínimo duas
programa, principais circulações, mobiliário urbano, pisos e pranchas com possíveis possibilidades de intervenção.
massas vegetais (arbóreo, arbustivo e forrações).
Essa experimentação também deverá ser desenvolvida em EXERCÍCIO 6: ESTUDO
maquete volumétrica (escala 1/250). Para tanto, o aluno PRELIMINAR (ATÉ 5,0 – 2|3
deverá providenciar material suficiente para trabalhar a INTEGRANTES)
base e diversas topografias, se for o caso (placa de cortiça
ou papel pluma e papéis coloridos) no tamanho definido pela O QUE É?
maquete de PA, compreendendo a área de intervenção. O
aluno deverá preparar em casa o “kit vegetal” o qual deve A entrega da segunda etapa do projeto paisagístico para a
seguir as dimensões apresentadas nos croquis. Materiais área: o estudo preliminar, envolve a implantação e a
possíveis: bucha, isopor e espuma. É imprescindível que o formalização do Zoneamento proposto, com ênfase na
material esteja pronto para a oficina a ser desenvolvida em modelagem do terreno, na elaboração dos espaços livres
sala de aula. Durante a aula, livre de qualquer condicionante públicos e na articulação dos diversos componentes do
restritiva, o aluno deve especular, com total liberdade, projeto com a volumetria construída. O relevo e os
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pavimentos (pisos e níveis) devem ser organizados e 13. Legenda do mobiliário urbano (telefones, lixeiras,
definidos pelo aluno. O Plano de Massas será desenvolvido trocadores, bancos, balizadores, quiosques,
durante as aulas de atelier, de modo que o professor possa mesas de jogos, mesas e cadeiras, etc.);
esclarecer as dúvidas dos alunos durante sua elaboração.
O projeto deve ser confeccionado em três dimensões: 14. Legenda das diferentes espécies utilizadas na
plantas baixas, elevações, croquis perspectivados (à mão arborização;
livre ou no programa Sketch Up) e maquete volumétrica. A 15. Legenda dos equipamentos de iluminação.
entrega final consistirá na exposição das propostas
desenvolvidas pelos alunos. c) Cortes e perspectivas:

PRAZO DE EXECUÇÃO: 1. Dois cortes transversais e um longitudinal,


passando pela edificação projetada, na escala
APRESENTAÇÃO: 1/250, que relacionem a edificação com o projeto
paisagístico;
a) Memorial contendo:
2. Croquis perspectivados à mão livre ou no
1. Justificativa do partido conceitual e formal programa Sketch Up de detalhes em pontos
adotado; escolhidos, no mínimo 4;
2. O Programa de Necessidades para o projeto dos 3. Estudo da insolação do projeto da edificação
espaços livres de edificação; relacionando-o ao projeto de paisagismo (em
Sketchup).
3. Quadro geral de áreas relativo ao programa do
projeto paisagístico e seus setores específicos d) Maquete volumétrica na escala 1/250, possível de
(utilizar o modelo do zoneamento); encaixar na maquete comum do entorno (utilizar como
base a maquete desenvolvida na etapa anterior).
b) Plano de Massas:
e) Observações gerais:
Representado pela planta baixa geral do pavimento térreo
da edificação e o projeto de paisagismo, na escala de 1/250, 1. As pranchas deverão ter a indicação do norte.
executada em AUTOCAD, contendo:
2. É imprescindível para o aceite dos trabalhos, a
1. A nomenclatura das ruas limítrofes; identificação da fonte, autor e data,
especialmente no caso de pesquisa bibliográfica
2. A indicação dos setores paisagísticos propostos; e documental.
3. Cotas com indicação dos diferentes planos de 3. Formato obrigatório – pranchas A1ou A1
piso como níveis e curvas de níveis (escadas, estendida;
rampas);
4. Forma de apresentação: em meio digital, com
4. Indicação dos revestimentos – legendados por intervenções à mão livre, com realce dos
cor - e dos seus limites e transições (tentos e elementos mais importantes, através do uso de
meios-fios); cor, setas, manchas, hachuras e legenda,
5. Projeções (varandas, marquises, coberturas, quando necessário. A vegetação pode ser
pérgolas); colorida à mão livre sobre a base digital
impressa.
6. Cotas dos recuos e afastamentos obrigatórios e
projetados; 5. O trabalho completo do TI deve ser entregue de
duas formas: em prancha(s) montada(s) ou
7. Indicação dos acessos de veículos e pedestres; impressa(s) para apresentação oral, e em cd-
8. Posição e orientação solar da edificação; rom a ser entregue ao professor responsável.
Para as prancha(s) confeccionada(s) em meio
9. Indicação preliminar da vegetação – legendada digital, os programas a utilizar poderão ser o
por símbolos e cor – com especificação do porte Power-Point (**.pps), Corel Draw 12 (**.cdr ou
da espécie (pequena, média ou grande), **.jpg) ou Acrobat Reader (**.pdf). Não serão
densidade da folhagem (transparente, média ou aceitos trabalhos no formato **.rar (WinZip).
densa), e formato da copa (globular, horizontal
ou vertical), e dos arbustos (altura de 20cm a 6. A distribuição nas pranchas, do conteúdo
3.00m) e forrações – e sua função no projeto solicitado abaixo, ficará a encargo do próprio
(camuflar vistas, dividir ou criar espaços, orientar aluno. Especificamente para a disciplina PP1 o
caminhos, etc.) legendados por símbolos e cor - aluno deverá apresentar no mínimo 2 pranchas
golas de árvores e arborização, e representação e no máximo 4.
dos volumes vegetais (massas arbustivas e
forrações);
10. Indicação dos elementos hídricos (espelhos
d’água, fontes, chafarizes, cascatas, etc.).
11. Legenda de diferentes revestimentos de piso;
12. Legenda dos equipamentos de lazer e infantis,
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