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Chlorophyta

Algas Verdes

http://www.unirio.br/labiotal
Disciplina / Vegetais Criptogâmicos
Guia prático da disciplina

Membrana do fagossoma do Origem e evolução dos cloroplastos


hospedeiro primário
ME da Cianobactéria
Peptídioglicana
Os cloroplastos tiveram sua origem em
MI da Cianobactéria
um evento simbiogênico único.

Todos os organismos contendo


ME da Cianobactéria plastídios primários, estão incluídos em
três grupos, cada um deles claramente
MI da Cianobactéria monofilético: as algas verdes , as algas
vermelhas e as Glaucófitas
Os plastídios primários
transferiram muitos dos seus
genes para o núcleo do novo
hospedeiro.

Retiveram a parede de
peptidioglicana e as
ficobiliproteínas
Substituíram a antena de
Perderam a parede mas biliproteínas por um
conservaram as ficobiliproteínas complexo protéico
contendo clorofilas a e b

1
Pré-cambriano
Meados do Proterozóico (1,2 bi)

ƒ Aparecimento das primeiras algas


verdes multicelulares;
ƒ Ao mesmo tempo aparecem algas
vermelhas multicelulares e diversas
cianobactérias filamentosas e
coloniais;

Clorofila b
Pigmentos
32
fotossintetizantes
31 71
Clorofila a
5 7 82
3 4
6
2 8
21 A B 81
1 N N 9
β-caroteno
20 Mg 10 OH

19 11
H N N
18 D C 12
17
16 14 121
15 13 HO Zeaxantina
171 H E
132 131
OH
172 H O O
COOCH3
O C 173
O

O HO Violaxantina
P2 P16
P7 P11 P15
P1 P3
H3C H H3C H
P71 P111
P31 P151

2
Cloroplastos com dupla
membrana e tilacóides
empilhados

Cloroplastos com Cloroplastos com Cloroplastos


bandas irregulares de três bandas de formando grana
tilacóides tilacóides

ƒ Substâncias de reserva: amido


(localizado no interior dos cloroplastos);

Clorófita

3
Parede celular
ƒ Parede celular composta por uma camada
interna de celulose (Ex: Enteromorpha),
polímeros de xilose (Ex: Bryopsis e
Caulerpa) ou polímeros de manose (Ex:
Acetabularia), parte mais externa composta
de hemicelulose;

ƒ Elementos de
reprodução, quando
móveis com dois ou
mais flagelos iguais
(reprodução
oogâmica também
está presente);

Zoósporos de Cladophora

4
Tipos morfológicos, filogenia e
evolução
ƒ O grupo como um todo é tratado como
monofilético (isto é, derivado de um ancestral
comum);
ƒ Apresenta cerca de 500 gêneros e
aproximadamente 8000 spp (Van den Hoek et al.
al. 1995);
ƒ São encontrados tipos morfológicos diversos
desde unicelulares flagelados ou não,
passando por filamentosos até
parenquimatosos;
ƒ A classificação é baseada na composição
bioquímica, no histórico de vida e
principalmente na ultraestrutura dos flagelos,
no tipo de mitose e citocinese, e no
sequenciamento molecular;

Unicelulares não
flageladas

Mesotaenium

5
Unicelulares flageladas

Chlamydomonas

Coloniais não flageladas

Coelastrum

Botryococcus

6
Colonial flagelada

Volvox

Pandorina

Filamentosas simples
Ulothrix

Chaetomorpha

7
Filamentosas
ramificadas

Cladophora

Cenocíticas

Caulerpa

Cladophoropsis

8
Foliáceas

Anadyomene

Ulva

Parenquimatosas

Coleochaete

9
es
ae

str
yce

e
e

re
ea
ea

er
ph

yc
yc

st
ph
o
ph

ta
lor

o
vo

an
ar
Ch
Ul

Ch

Pl

Ultraestrutura dos flagelos


Esquema do aparato flagelar Raiz
Corpos basais microtubular
ƒ A) raí
raízes flagelares Corpos basais
cruciadas com
disposiç
disposição horá
horária
dos corpos basais

Raiz
microtubular

ƒ B) raí
raízes flagelares
cruciadas com
disposiç
disposição anti-
anti-
horá
horária dos corpos
basais

10
Ultraestrutura dos flagelos
Esquema do aparato flagelar
ƒ C) aparato flagelar
com corpos basais
diretamente opostos

ƒ D) aparato flagelar
com distribuiç
distribuição
assimé
assimétrica das raí
raízes
flagelares e estrutura
multiestratificada
(MLS)

11
Tipo de mitose

Esquema de mitose fechada com Esquema de mitose aberta


persistência do envoltório nuclear

a) Fechada
b) Fechada metacêntrica
c) aberta

12
Tipo de
citocinese
Formação de ficoplasto:
a) sulco de clivagem e
b) formação de placa celular
Em algumas algas verdes o fuso mitótico não é persistente durante a
citocinese e os núcleos filhos se reaproximam a medida que os fusos entram
em colapso.
Entretanto, um novo sistema de microtúbulos (ficoplasto) é formado
paralelamente ao plano de divisão, assegurando que o sulco de clivagem
(invaginação da membrana plasmática) forme-se entre os núcleos em
formação.
Em muitas espécies, ao invés de ocorrer a formação de um sulco de clivagem,
forma-se uma placa celular na região central da célula e este cresce em
direção às margens.

Em algumas Charophyceae o fuso mitótico é persistente


durante a citocinese o que garante o afastamento dos
núcleos em formação. Um novo sistema de microtúbulos
(fragmoplasto) desenvolve-se perpendicular ao plano de
divisão celular. A divisão celular se dá por formação de sulco
de clivagem ou assim como nos vegetais terrestres por
formação de uma placa celular.

Formação de fragmoplasto:
c) sulco de clivagem e
d) formação de placa celular

13
DIVERSIDADE
REPRODUTIVA EM ALGAS
ƒ As algas reproduzem-
reproduzem-se isogamia – igual
assexuadamente por tamanho e forma –
fragmentaç
fragmentação e por esporos. gametas móveis
No mar (ambiente está
estável),
os esporos significam a anisogamia –
possibilidade de dispersão e tamanhos
não forma de resistência. desiguais -
gametas móveis

ƒ Reproduç
Reprodução Sexual oogamia – gameta
envolve a fusão de masculino é móvel
gametas (singamia). e pequeno; gameta
feminino não móvel
São encontradas três e grande
formas:
Nas algas mais simples, todas as células podem tornar-se gametas
enquanto que em algas mais especializadas somente algumas.

14
TIPOS DE CICLO DE VIDA

ƒ As algas apresentam os três tipos


básicos de ciclo de vida existentes na
natureza: haplobionte haplonte,
haplobionte diplonte e diplobionte.
ƒ Os critérios para essa distinção referem-
se ao momento em que ocorre a meiose
e a ploidia dos indivíduos adultos do
ciclo, isto é, se eles são haplóides ou
diplóides.

CICLO HAPLOBIONTE HAPLONTE

ƒ No ciclo haplobionte haplonte os indiví


indivíduos adultos
são hapló
haplóides. Seus gametas, també
também hapló
haplóides,
fundem-
fundem-se dois a dois para originar zigotos dipló
diplóides.
ƒ 0 zigoto sofre meiose logo apó
após se formar, produzindo
células hapló
haplóides. Estas originam indiví
indivíduos hapló
haplóides,
fechando o ciclo. Como a divisão reducional ocorre no
zigoto, ela é denominada meiose zigó zigótica.
tica.
ƒ O ciclo é denominado "haplobionte" (do grego haplos,
haplos,
simples, único) porque há
há somente um tipo de
organismo adulto. Como esse organismo é hapló haplóide, o
ciclo leva també
tamb ém o nome de "haplonte
"haplonte".". A alga verde
Chlamydomonas,
Chlamydomonas, por exemplo, tem esse tipo de ciclo
de vida.
Fonte: br.geocities.com/pri_biologiaonline/tipos_ciclo_vida.html

15
CICLOS DE VIDA DAS ALGAS

A) TIPO H, h (Haplobiôntico haplonte) = uma fase n

ocorre em algas verdes


células-filhas (n)
ciclo assexual
colônias-filhas (n)
fragmentos (n)
alga (n)
zoósporos (n), etc
zoósporos (n)
células-filhas (n)
ciclo sexual gametas (n) união zigoto (2n) meiose alga jovem (n)
sexual

A meiose neste ciclo ocorre após a formação do


zigoto, por isso é chamada de Meiose Zigótica

Ciclo de vida em Chlamydomonas (alga verde)


Liberação
de céluas Zoósporos
haplóides
MEIOSE

Zigoto
(2n)

Pareamento Célula
de gametas Madura (n)
MITOSE MITOSE

Haplóide
Diplóide

Meiose zigótica

16
Chlorophyta
Spirogyra
Reprodução Sexual
Meiose Zigótica

~0.5mm

CICLO HAPLOBIONTE DIPLONTE

ƒ No ciclo haplobionte diplonte os indiví


indivíduos adultos são
dipló
diplóides. A meiose ocorre em certas cé células desses
indiví
indivíduos, levando à formaç
formação de gametas haplóhaplóides.
Por isso, a meiose é gamégamética.
tica.
ƒ Da fusão de um par de gametas surge o zigoto,
dipló
diplóide, que se desenvolve e origina um indiví indivíduo
dipló
diplóide, que repetirá
repetirá o ciclo.
ƒ 0 ciclo é denominado "haplobionte" porque há há, quanto
à ploidia,
ploidia, apenas um tipo de organismo adulto. Como
esse adulto é dipló
diplóide, o ciclo leva també
também o nome de
"diplonte"
diplonte " (do grego diplos,
diplos, duplo). Algumas algas
verdes apresentam esse tipo de ciclo, alé além da maior
parte dos animais, inclusive nossa espé espécie.
Fonte: br.geocities.com/pri_biologiaonline/tipos_ciclo_vida.html

17
CICLOS DE VIDA DAS ALGAS

B) TIPO H, d (Haplobiôntico diplonte) = uma fase 2n

algas verdes (sifonáceas)


algas pardas (Fucales)
zoósporos (2n) diatomáceas
ciclo assexual

união
alga (2n) meiose sexual
gametas - (n)
ciclo sexual zigoto (2n)
gametas + (n)

A meiose deste ciclo ocorre na formação de


gametas, por isso é chamada de Meiose Gamética

Codium

18
Ciclo de vida de Codium
singamia
zigoto

1N 2N
Gametófitos
anisogametas
2 sexos

apressório

meiose Meiose Gamética

CICLO DIPLOBIONTE OU ALTERNANTE


ƒ No ciclo diplobionte existem indiví
indivíduos adultos
hapló
haplóides e dipló
diplóides. Os dipló
diplóides são chamados
esporó
esporófitos e produzem, atravé
através da meiose, cé células
hapló
haplóides, os esporos. Estes, ao germinar, produzem
indiví
indivíduos hapló
haplóides.
ƒ Os indiví
indivíduos hapló
haplóides formam gametas, sendo por
isso denominados gametó
gametófitos. A fusão de um par de
gametas dá dá origem a um zigoto dipló
diplóide, que se
desenvolve em um indivíindivíduo dipló
diplóide.
ƒ A meiose, neste ciclo de vida, leva à formaç
formação de
esporos e é denominada meiose espó espórica.
rica.
ƒ 0 ciclo é chamado diplobionte porque existem dois
tipos de indiví
indivíduo adulto, que se alternam: diplódiplóide e
hapló
haplóide. Fala-
Fala-se, també
também, em alternância de
geraç
gerações ou metagênese. 0 ciclo alternante ocorre em
muitos grupos de algas. A alga verde Ulva, por
exemplo, apresenta esse tipo de ciclo de vida.
Fonte: br.geocities.com/pri_biologiaonline/tipos_ciclo_vida.html

19
CICLOS DE VIDA DAS ALGAS
algas verdes
C) TIPO D, h + d (Diplôntico) = duas fases n + 2n algas pardas
algas vermelhas
partenogênese

alga + (n) gametas + (n)


meiose
alga (2n) zoósporos zigoto
(n) (2n)
alga - (n) gametas -
(n) união
sexual
partenogênese

A meiose deste ciclo ocorre na formação de


esporos, por isso é chamada de Meiose Espórica

Ciclo de vida de Ulva Existem três talos isomórficos:


isogametas singamia zigoto
+ Recrutamento
– no substrato
1N 2N

Gametófitos Esporófito

+ –

Recrutamento
no substrato
apressório
+ –
Por serem móveis, + – meiose
são denominados
zoósporos.
Meiose Espórica

20
Chlorophyta

E as relações evolutivas com os


vegetais terrestres

21
Aspectos gerais das algas
verdes (Chlorophyta)
ƒ Compreendem cerca de 500 gêneros e 17.000 espé espécies,
presentes nos ambientes marinhos, dulcí
dulcícolas e
terrestres.
ƒ Unicelulares e multicelulares
ƒ Presenç
Presença de Chl a e b, β-caroteno e xantofilas
ƒ Tilacó
Tilacóides empilhados
ƒ Produto de Reserva – amido no interior do plasto
ƒ Grande núnúmero de cloroplastos discoides por cé
célula
ƒ Cloroplasto envolvido apenas pela dupla membrana,
como em Bryophyta e vegetais vasculares
ƒ Presenç
Presença de esporopolenina nas paredes de alguns
representantes
ƒ Parede celular composta por celulose hemicelulose e
substâncias pé
pécticas como nos vegetais terrestres

As Chlorophyta deram origem


aos vegetais terrestres
ƒ Na Classe Charophyceae (incluindo Coleochaete)
Coleochaete)
encontram-
encontram-se o maior nú
número de caracterí
características
semelhantes aos Vegetais Terrestres

Coleochate

22
Nas algas verdes não
relacionadas diretamente com
os vegetais terrestres a
membrana nuclear não se
desfaz completamente
durante a divisão mitótica
(mitose fechada)

Esquema de mitose fechada com


persistência do envoltório nuclear

Na Classe Charophyceae a
membrana nuclear
desaparece durante a mitose
assim como acontece nos
Vegetais Terrestres

Esquema de mitose aberta

23
Raízes flagelares assimétricas e
estrutura multiestratificada dos
flagelos

Clorofila b, reserva de amido, estrutura


flagelar cruciada

Nas algas verdes não


relacionadas diretamente
com os vegetais terrestres
as raízes flagelares (sistema
Flagelo com inserção
de ancoragem dos flagelos) apical e estigma
apresentam uma disposição
cruciada de microtúbulos

Esquema de aparato flagelar


cruciado ou simétrico

24
Na Classe Charophyceae as
células flageladas (gametas)
apresentam um sistema
assimétrico dos microtúbulos
Flagelo com inserção subapical
das raízes flagelares e este
sistema pode ainda estar
associado a uma estrutura
multiestratificada. Esta
disposição é semelhante
àquela encontrada nos
anterozóides de Bryophyta e
de algumas plantas
vasculares.
Esquema de aparato
flagelar não cruciado ou assimétrico

Crescimento apical, oogamia,


retenção do óvulo
Fragmoplasto

Crescimento filamentoso

25
Em algumas algas verdes o fuso
mitótico não é persistente durante
a citocinese e os núcleos filhos se
reaproximam a medida que os
fusos entram em colapso.
Entretanto, um novo sistema de
microtúbulos (ficoplasto) é
formado paralelamente ao plano
de divisão, assegurando que o
sulco de clivagem (invaginação
da membrana plasmática) forme-
se entre os núcleos em formação.
Em muitas espécies, ao invés de
Formação de ficoplasto: a) sulco de
ocorrer a formação de um sulco
clivagem e b) formação de placa
celular de clivagem, forma-se uma placa
celular na região central da célula
e este cresce em direção às
margens.

Em algumas
Charophyceae o fuso
mitótico é persistente
durante a citocinese o que
garante o afastamento dos
núcleos em formação. Um
novo sistema de
microtúbulos
(fragmoplasto) desenvolve-
se perpendicular ao plano
de divisão celular. A
Formação de fragmoplasto: c) sulco de divisão celular se dá por
clivagem e d) formação de placa formação de sulco de
celular
clivagem ou assim como
nos vegetais terrestres por
formação de uma placa
celular.

26
Crescimento a partir de uma única cé
célula apical.

Ramificaç
Ramificações verticiladas com crescimento limitado.

Células apicais

Verticilos

Recobrimento do óvulo,
morfologia do anterozóide,
Muitos cloroplastos por
célula

27
Chlorophyta

Coleochaete

Brebisson 1844

Núcula

Glóbulo

28
GLÓ
GLÓBULO
GLÓBULO N ÚCULA
NÚCULA
Coró
Corónula
Corónula

Escudos
Escudos de
de Cé
Células
Células
Esté
Estériles
Estériles
Filamentos
Filamentos C élulas de
Manú
Manúbrio
Manúbrio Células de Oosfera
Oosfera ou
ou
anteridiais
anteridiais Recobrimento
Recobrimento Ó vulo
Óvulo

Embrião
Multicelular retido
na planta mãe,
Esporos contendo
Esporopolenina,
Formação de
cutícula

29
Esporófito
multicelular, embrião
retido na planta mãe
Formação de
Recobrimento do óvulo, morfologia do anterozóide, cutícula
Muitos cloroplastos por célula
Crescimento apical, oogamia,
retenção do óvulo
Fragmoplasto

Crescimento filamentoso
Raízes flagelares assimétricas e
estrutura multiestratificada dos
flagelos

Clorofila b, reserva de amido, estrutura


flagelar cruciada

Filogenia e
evolução
Charophyceae

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Chlorokybus Klebsormidium Coleochaete

Ulvella
Chlorosarcinopsis Ulothrix

Comparação morfológica entre “Charophyta” (acima) e outros grupos de


algas verdes (Chlorophycea e Ulvophycea – abaixo), mostrando uma
evolução paralela (convergente) entre grupos muito distantes

As Embryophyta e as algas verdes


são agrupadas em conjunto

1. Plastídio envolto por duas membranas ,


contendo clorofila a e b.
2. Tilacóides empilhados podendo formar
grana
3. Amido intrapalstidial
4. Plastídio contém neoxantina
(=Euglenophyceae
(=Euglenophyceae e Chlorarachniophyceae) (≠Prochlorophyta)
Chlorarachniophyceae) (≠ Prochlorophyta)

31
Trata-
Trata-se por
Estreptophyta o
conjunto
formado pelas
Embryophyta e
as algas verdes
relacionadas

Características distintivas
Estreptophyta Demais algas Verdes

Metabolismo do glicolato Peroxissomos mitocôndrias

Complexo enzimá
enzimático de Em Rosetas Em linha
síntese de celulose

Inserç
Inserção dos flagelos Subapical ou lateral Maioria apical

Raí
Raízes flagelares Nunca cruciadas Cruciadas

Estigma Sempre ausente presente

Mitose Aberta Fechada

Citocinese com formaç


formação Fragmoplasto Ficoplasto

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