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2016

Futebol Quântico

Rodrigo Viana
Palestrante, Coach de Esportes e Mestre em
Semiótica
01/01/2016
Futebol Quântico

FUTEBOL QUÂNTICO

O que é?

É uma abordagem terapeutica-energética do ser


através do Futebol e da Física Quântica.

É também um novo modo de interagir com a vida. Uma


ferramenta poderosa do chamado ‘ativismo quântico’

Aplicabilidade

A aplicabilidade se dá com conceitos da física quântica,


da epigenética e da neuroplasticidade cerebral
fazendo uma relação cartática com o futebol, suas
táticas e evolução.

Lembrando que

‘Catarse’ provém do grego “kátharsis” e é utilizado


para designar o estado de libertação psíquica que o
ser humano vivencia quando consegue superar algum
trauma como medo, opressão ou outra perturbação
psíquica.

Através de terapias clínicas como a hipnose,


regressão, a reprogramação de crenças, a PNL e
outras, torna-se possíveis resgatar as memórias que
provocaram o trauma, levando o indivíduo a atingir
diferentes emoções que podem conduzir à cura.

O Futebol Quântico é o novo método que vai despertar


sua capacidade criativa por meio de informações da
física quântica e neurociência visando o crescimento e
desenvolvimento pessoal.Superar seus limites,
Futebol Quântico

transformar seus hábitos e fazê-lo tornar-se uma


pessoa melhor para construir uma sociedade melhor.

Pra quem é

Para todas as pessoas que buscam um significado de


cura das mais diversas causas, pras pessoas que
buscam uma mudança de paradigma em suas vidas.

Eespecificamente, o futebol quântico é para


esportistas e adeptos do futebol e de outros esportes,
para treinadores de pessoas,coachings, treinadores de
futebol e de vida. Para espiritualistas, físicos e
neurocientistas

Como é

O futebol quântico será ‘aplicado’ nas pessoas através


de catarses (libertação de si mesmo) como já foi dito e
metáforas, permitindo assim que o indivíduo saia de si
mesmo e encontre um “espaço contemplativo.

Lembrando que

Metáfora deriva do grego μεταφορά, "transferência,


transporte para outro lugar"
Futebol Quântico

Criatividade Quântica

Somos todos criativos. Somos todos gênios. Você cria sua própria realidade pessoal.
Personalidade é um conjunto formado pela maneira como você pensa, pelos seus
comportamentos e pela maneira como você sente. A esse conjunto dá-se o nome de
crenças. Crenças são adquiridas durante as mais diversas fases da vida. E podem ser
mudadas, ressignificadas.

Para mudar, há necessidade de mudar a maneira de pensar, agir e sentir? Criamos um


ciclo entre pensar e sentir. A intenção está em tudo. E, aqui, nossa intenção está em
transformar este círculo vicioso num circulo virtuoso. Mas como?

VAMOS ENTENDER O PROCESSO DO ‘GOL QUÂNTICO’

Inicialmente sinto o que estou pensando, depois penso o que estou sentindo. Este ciclo
entre pensar e sentir, repetidas vezes, cria o seu ESTADO DE SER. O seu Estado de
Ser cria a sua realidade pessoal. É pelo seu Estado de Ser que você transmite a sua
assinatura energética para o campo quântico, no nosso linguajar, o “Gol Quântico”. O
que você está transmitindo? Está marcando seu “Gol Quântico?

Para conhecermos e modificarmos nosso gol quântico, vamos retomar:

O que são crenças?

É qualquer idéia que você acredita. Não estou falando aqui de crenças religiosas. Estou
me referindo a algo mais amplo, que impacta toda sua vida,e as crenças religiosas são
apenas uma parte disso. Tudo é crença, inclusive este e-book que você está lendo.

NOSSO CONCEITO FUNDAMENTAL NO FUTEBOL QUÂNTICO: TODA REALIDADE


É CRIADA DUAS VEZES

Primeiro criamos as coisas na mente para depois manifestarmos no universo físico. Os


grandes realizadores que abençoaram a humanidade com suas invenções e realizações
não precisaram ver para crer. Foram homens, mulheres visionários que primeiro
sonharam acordados e acreditaram, para na sequência realizar. Ou seja, o sucesso é
primeiro interno, depois é que ele se manifesta no mundo físico.

No Futebol Quântico, o universo funciona como um grande espelho. Pense no seu Gol
Quântico da maneira como ele quiser e ele acontecerá. Não pense e ele também
acontecerá desta não-maneira.
Futebol Quântico

O Futebol – Esporte Quântico

No esporte, a vontade inabalável da vitória remove montanhas. Vamos a alguns


exemplos pontuais

Gostemos ou não, durante o campeonato mundial de futebol de 1994, o técnico Parreira


demonstrou uma inquebrantável serenidade contra a pressão contínua de milhões de
torcedores, da mídia, do Pelé e até da mãe dele... Zagalo dizia desde o começo que o
time - cá para nós, mesmo estando longe do brilhantismo de outras eras - iria “chegar
lá”. Romário afirmava a todo o instante que aquela seria a Copa do Brasi e a Copa do
Romário.

Quem viu o documentário oficial da Fifa nos cinemas, vai se lembrar da cena super
significativa momentos antes da entrada em campo de Brasil e Itália, no jogo final:
Romário com a expressão auto-confiante, determinado, enquanto Baggio, na fila ao
lado, olha-o com uma face de quem tem missão impossível pela frente, quase que
derrotado previamente, aceitando uma realidade que ainda não se concretizara. Na
hora dos penâltis, Romário acertou o dele. Baggio, não, selando o destino da Copa.

Embasamento Científico

No âmbito científico, situações como essas - que levantam suspeitas da interferência da


mente sobre a matéria e também de realidades sutis como os campos eletromagnéticos
sobre a matéria - motivam agora pesquisas de ponta de universidades de prestígio
mundial, como Harvard, Princeton e Stanford. Embora o tema seja complexo e delicado,
os resultados já apontam para um surpreendente caminho que amplia
consideravelmente o conhecimento do ser humano sobre si próprio e sobre a realidade
que o envolve.
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A famosa Princeton, por exemplo, desde 1979 conduz um rigoroso programa de


pesquisas sobre a interação entre a consciência humana, de um lado, instrumentos e
equipamentos de precisão, de outro. Milhares de experimentos já foram feitos em que
operadores humanos, através unicamente da vontade mental, alteram o funcionamento
de máquinas e equipamentos eletrônicos, óticos e acústicos. Os efeitos provocados,
embora modestos em quantidade - apenas uns poucos para cada 10.000 experimentos -,
são estatisticamente repetíveis. Ao mesmo tempo, Princeton estuda fenômenos em que
pessoas captam mentalmente e descrevem paisagens que estão sendo vistas por outras
pessoas, situadas geograficamente distantes e em locais selecionados ao acaso,
desconhecidos das primeiras.

As implicações e aplicações dessas pesquisas têm um alcance revolucionário. Os


cientistas de Princeton sugerem que a consciência - o conjunto de pensamentos,
sentimentos, vontades e sensações que formam o processo pelo qual o homem percebe
a si próprio e ao mundo - é um agente ativo na constituição da realidade física. Como a
consciência é um atributo da mente, através da vontade consciente o homem poderá
aprender, com a evolução dessas pesquisas, a intervir em situações tecnológicas que
hoje parecem ficção científica. Os pesquisadores de Princeton antecipam o futuro em
que o homem também usará a mente - além do seu físico - para comandar aviões,
equipamentos de salas cirúrgicas, máquinas de controle ambiental e de salvamento em
acidentes.

Resultados estimulantes também têm sido apontados pelo Centro de Ciências Limítrofes,
uma unidade transdisciplinar da Universidade Temple, na cidade de Filadélfia, nos
Estados Unidos. O Centro, criado em l987, dedica-se a estudar áreas da ciência que
desafiam os parâmetros corriqueiros da pesquisa tradicional, porque requerem novos
instrumentos e modos de abordagem da realidade. Em especial, realiza estudos da
consciência, visando ampliar o conhecimento da mente e pesquisando a relação mente-
matéria em áreas como a medicina, novas tecnologias de produção de energia e o
bioeletromagnetismo.

Esse último termo aplica-se a uma ciência nova, que estuda os campos
eletromagnéticos artificiais e naturais e suas relações tanto com a vida quanto com a
saúde. Investiga, por exemplo, os efeitos danosos que podem causar ao sistema
imunológico humano os campos eletromagnéticos formados pelas redes de transmissão
de eletricidade, da faixa entre 50 e 60 Hertz, situadas muito próximas a residências.
Pesquisas epidemológicas relatadas pelo Centro indicam que, nos Estados Unidos,
pode haver uma relação importante entre essa proximidade e a incidência de leucemia
em crianças. Suspeita-se, também, que as ondas emitidas por estações de radar
provocam efeitos biológicos ainda não totalmente compreendidos, assim como a
exposição freqüente e intensa a entroncamentos de linhas telefônicas pode afetar os
operários.
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Um dos experimentos mais significativos que o Centro endossa, pesquisando a


interferência da mente sobre a matéria, foi realizado pelo psicólogo Jacobo Grinberg-
Zylberbaum, da Universidade Autônoma do México. Grinberg-Zylberbaum conduziu uma
série de pesquisas em psicofisiologia, baseadas no conceito de ordem implícita,
estabelecido pelo físico téorico David Bohm, falecido em 1992.

Bohm criou a teoria holográfica da ordem implícita e explícita do universo. Um


holograma é uma estrutura tridimensional que pode ser vista de vários ângulos. Ao
mesmo tempo, qualquer parte de uma estrutura holográfica contém o seu todo, isto é, os
elementos essenciais que constituem a totalidade da qual faz parte. Por exemplo, em
biotecnologia reproduz-se em laboratório uma palmeira completa, a partir de uma folha
de outra palmeira que lhe serviu de clone. Quer dizer, a folha contém, potencialmente,
os elementos essenciais que constituem a palmeira como um todo.

O universo é entendido por Bohm como uma totalidade indivisível, um campo unificado,
apoiando-se na Teoria da Relatividade de Einstein. Assim, uma ordem total - a condição
em que todos os elementos que constituem o universo se organizam - está contida,
como matriz informativa implícita, na própria ordem explícita, que é o que que
observamos concretamente da realidade. Deste modo, teoricamente, a mente de uma
pessoa seria capaz, em condições apropriadas, de acessar a ordem implícita e portanto
comunicar-se diretamente com a mente de outra pessoa em local distante. Poderia
comunicar-se com todo o universo.

O psicólogo Grinberg-Zylberbaum decidiu pesquisar se existe uma relação observável


entre essa ordem implícita e o funcionamento biológico do cérebro - que é o instrumento
de expressão utilizado pela mente -, durante o ato de percepção da realidade.
Constatou que processos altamente abstratos do pensamento não são um subproduto
da atividade cerebral, mas sim uma condição fundamental que não se reduz à matéria.
Os resultados também mostraram que há interações eletroencefálicas entre cérebros de
pessoas distanciadas entre si.

Como parte das pesquisas, uma dupla de voluntários era submetida a um processo de
interação até alcançar um bom grau de comunicação não verbal. Em seguida, cada
parceiro era separado um do outro e os dois eram confinados em câmeras fechadas, a
prova de som, distantes de três a 15 metros uma da outra. Um dos dois voluntários
recebia vários estímulos - sons, flashes de luz, choques elétricos -, o outro, não. Os
registros eletroencefalográficos do voluntário que não recebia os estímulos eram
bastante similares, em 25% dos casos, aos do outro voluntário. Mais de 50
experimentos foram realizados nos últimos sete anos. Embora o resultado seja modesto,
estatisticamente, o pesquisador considera-o relevante, porque quando os voluntários
registram “transferência de potencial” - termo que constata padrões próximos de ondas
cerebrais dos voluntários, significando que o cérebro de um “percebeu ” sinais dos
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estímulos que o outro estava efetivamente recebendo -, tal condição repetia-se em


experimentos subsequentes. E no dia que o par de voluntários era constituído por um
casal jovem apaixonado, as similaridades morfológicas das ondas cerebrais de ambos,
registradas no eletroencefalograma, foram consideradas extraordinárias.

O pesquisador concluiu que a percepção da realidade é o resultado da interação entre o


campo neural - formado pelos neurônios, que são as células nervosas - e a matriz de
informação contida na Ordem Implícita. Essa matriz, a seu turno, conteria informações
sobre todos os campos neurais existentes. Assim, o cérebro interage com essa matriz,
decodifica seus sinais e acaba por vê-los “transformados” em objetos, espaços, formas e
outros elementos que constituem a realidade perceptual. Em outras palavras, a Ordem
Explícita, o Gol Quântico. Também sugeriu que há interações diretas entre diferentes
campos neurais, ou seja, entre diferentes cérebros.

Resultados como esse fazem o Centro de Ciências Limítrofes da Universidade Temple


sugerir, em seus documentos oficiais, que não há separação entre a mente e a matéria.
Também indicam que a mente interage com a matéria de um modo que transcende os
limites da dimensão tempo-espacial convencional.

Quem exulta com esses resultados é o ex-astronauta Edgar Mitchell, doutor em


astronáutica pelo prestigioso M.I.T. - Massachusetts Institute of Technology -, sexto
homem a pisar na lua e ele próprio um dos pioneiros do estudo avançado da consciência.
"Já vínhamos estudando fenômenos anômalos dessa natureza há anos, mas não
tínhamos um suporte teórico que nos ajudasse a explicá-los", comenta. "Esse suporte
surgiu com a questão da não-localidade na física quântica, que nos dá hipóteses
testáveis.” Mitchel também faz menção à Ordem Implícita, ou ao Gol Quântico,como
estamos chamando - entendendo-a como a estrutura subjacente à matéria -, cujo
conceito facilita elaborar equações quanto-mecânicas capazes de explicar, a seu ver,
como a mente funciona na interação com esse lado sutil do universo e na interação com
a matéria .

A não localidade é um conceito estabelecido pela física quântica que constata a


existência de conexão instantânea entre objetos aparentemente separados um do
outro. Einstein foi o primeiro a tocar no assunto, porém, antes dos físicos quânticos.
Identificou-o. Mas não conseguiu explicar o fenômeno da correlação entre objetos
distanciados entre si, achando-o “esquisito”, porque sua Teoria da Relatividade diz que
nada (nenhum sinal, por exemplo) pode viajar mais rápido que a luz.

De qualquer modo, o fenômeno é constatável. Se um par de fótons - um fóton é uma


unidade minúscula da energia eletromagnética - é colocado junto e depois separado no
laboratório, quando a polaridade de um é medida, o outro apresenta exatamente a
polaridade oposta. Por analogia, a física norte-americana Danah Zohar diz que se
tivesse uma irmã “quanticamente gêmea” dela, vivendo em Nova Iorque e ela em Oxford,
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na Inglaterra, e que não se vissem ou falassem há muitos anos, no momento em que


decidisse fazer um curso de dança, a irmã poderia ter a mesma idéia, do outro lado do
Atlântico. No instante em que, na aula, levantasse o braço esquerdo, sua irmã estaria
levantando o direito.

A idéia é que a realidade tal como encarada pela física quântica é um todo integrado,
uma teia de correlações no tempo e no espaço. Tal concepção bate de encontro com a
velha idéia de que tudo que existe no mundo é divisível e separado. A mente é uma
coisa e o corpo é outra, diz essa abordagem.

CHUTE NA LUA

Mas gente como Edgar Mitchell, por reflexão científica e por experiência pessoal, tem
constatado que essa afirmação pode não ser mais adequada para expressar a realidade.
Na sua viagem à lua em 1971, como tripulante da Apollo 14, Mitchell vivenciou um
profundo sentimento de que o universo todo é inteligente e uma consciência viva,
integrada. Treinado porém no rigor da ciência, aliou esse lado subjetivo a um
experimento pessoal da qual nem a NASA tinha conhecimento. Da lua, fez uma
experiência de telepatia, transmitindo à Terra, para cientistas amigos seus, previamente
convidados, mensagens mentais simples, contendo formas geométricas e números. Ao
regressar, constatou um número significativo de acerto, por parte dos colegas que
tentaram captar sua emissão telepática.

ATLETAS MENTAIS NO FUTEBOL QUÂNTICO – O CASE


FANTÁSTICO DE AYRTON SENNA

Atletas mentais

Nos esportes de alta competição, o novo diferencial dos vencedores não é o domínio
técnico de sua modalidade, mas o uso ampliado de sua mente. Desde os Jogos
Olímpicos da década de 1970, há indícios de que atletas da antiga União Soviética
praticavam algum tipo de técnica avançada que amplificava a concentração mental e
reforçava a atitude para vencer. Nos Estados Unidos, a novidade foi incorporada de
vez durante as Olimpíadas de Los Angeles, em l992, quando a equipe olímpica norte-
americana contou com o trabalho do psicólogo do esporte Shane Murphy.

No Brasil, a excelência do uso dessas técnicas coube a Ayrton Senna, inspirado pelo
preparador Nuno Cobra, um pioneiro no país do trabalho integrado corpo-mente com
atletas

Os atletas aprendem a mudar suas ondas cerebrais, alcançando a atividade mental


que melhor lhes convém em situações de disputa. Pesquisas da Universidade de
Maryland, nos Estados Unidos, demonstraram que, nessas situações, o cérebro tende
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a relaxar suas funções analíticas - normalmente identificada com o hemisfério


esquerdo, na maioria das pessoas - e liberar as funções de relações espaciais e de
reconhecimento de padrões - mais identificadas com o hemisfério direito.

Também no esporte, uma das técnicas mais populares é a da visualização criativa.


Os estudos demonstraram que até três segundos antes de uma ação no mundo
físico real, o cérebro como que antecipa e "sabe" o que vai ocorrer. Com isso,
prepara a massa de nervos, hormônios, glândulas e músculos para a resposta
adequada. Mostraram também que parte do cérebro não sabe muito bem o que é
fantasia e o que é realidade. Portanto, se esta parte for ativada com a visualização
criativa, o corpo se prepara também igualmente para a resposta adequada.

Pesquisas da Universidade do Texas, em San Antonio, revelaram que o movimento


físico do corpo compreendia, em corelação, áreas específicas do cérebro. Mostraram
também que o ato de imaginar esses mesmos movimentos ativavam as mesmíssimas
áreas cerebrais. Descobriram, assim, que o ensaio mental tem a mesma validade do
ensaio físico. Através da imaginação criativa,o atleta pode ensair mentalmente não só
movimentos físicos, mas toda uma estratégia para uma competição. Coisa que
Ayrton Senna fazia à excelência, preparando-se mentalmente tanto para as corridas
quanto para as tomadas de tempo nos treinos, utilizando a visualização criativa. Não
era por acaso que dava um show nos treinos de classificação, deixando para os
últimos minutos sua tomada de tempo. Saía então como um foguete, realizando
proezas incríveis, conquistando quase sempre a pole position e não dando chance
alguma aos outros competidores.

O contexto disso tudo tem a ver com a questão da consciência ampliada. A bióloga
Lynn Margulis - que junto com James Lovelock elabrou a Teoria Gaia, sugerindo ser o
planeta Terra um corpo vivo - fala da consciência das células. Físicos falam da
consciência das partículas subatômicas. (com informações de “A nova fronteira da
mente” in: www.edvaldopereiralima.com.br)
Futebol Quântico

Táticas de Futebo Quânticol x Táticas de Vida - Ativismo Quântico

Abaixo, seguem dois artigos que publiquei na conceituda Revista Imprensa,


dirigida às principais redações jornalísticas de todo o Brasil e exterior, sobre o
Futebol Quântico e algumas relações com sistemas táticos de Futebol bem
como sistemas de solidadariedade de vida

Artigo 1

Futebol Quântico

No último campeonato paulista de futebol a ordem inverteu-se. Dois times


considerados ‘pequenos’ foram a sensação. Primeiro o Ituano, que sagrou-se
campeão em cima do todo-poderoso Santos. Mas quem chamou a atenção foi
um time sediado em Osasco, o Audax, cujo nome remete ao seu significado
em latim: audacioso.

Audacioso pela forma de jogar. Não há chutão. Jogadores trocam de posição a


todo momento. A bola passa de pé em pé numa clara inspiração no Barcelona
de Pep Guardiola, que por sua vez implantava no time da Catalunha o
chamado “Futebol total”: sistema em que os jogadores saem constantemente
de suas posições de jogo originais e são substituídos por outros, sem perder a
sua estrutura de jogo. Desta maneira, o atleta não tem uma posição: qualquer
um pode ser o zagueiro ou o atacante.

As origens do “Futebol Total” remontam a Jack Reynolds, treinador do Ajax, da


Holanda, no começo do século XX. Mesma época em que tomava força o
conceito de “Mecânica Quântica”, um complexo e contemporâneo ramo da
Física que tem, entre seus postulados, uma lei chamada Princípio da Incerteza.
A lei diz que nunca saberemos a exata posição das coisas. Nunca saberemos
onde os elétrons de um átomo estão exatamente. Há elétrons que, inclusive,
somem de um lugar e reaparecem em outro. Não dá para ver que caminho
seguiram para ir de um lugar a outro, só sabemos que eles fazem isso.
Paralelismo perfeito com o Futebol Total.

Venho estudando essas relações também no jornalismo. O mestre Edvaldo


Pereira Lima que dirige um curso pioneiro de pós-graduação em Jornalismo
Literário no país, criou o método “Escrita Total” de redação espontânea.
Detalhe: Pereira Lima é Professor (aposentado) da Universidade de São Paulo,
fez doutorado nessa instituição e pós-doutorado na Universidade de Toronto,
no Canadá, além de ser autor de diversos livros. Tem, portanto, lastro
acadêmico para tanto.
Futebol Quântico

Ele trabalha seus cursos de jornalismo literário com conceitos ligados à Física
Quântica. Afirma que que se baseia na Teoria dos Hemisférios Cerebrais, no
conceito de neuroplasticidade aplicado à criatividade e em conteúdos de
vanguarda das ciências, incluindo a psicologia humanista e à teoria literária
para chegar à Escrita Total.

Há seis anos administro o FutCiência – dentro da também pioneira


Universidade do Futebol. Lá há artigos de alunos, teses, e tudo quanto é tipo
de assuntos relacionados ao esporte. A partir de agora, inaugurado aqui nesta
Imprensa, o “Futebol Quântico” – união do futebol e da escrita totais.

Tomo a liberdade de terminar esta narrativa com um trecho do


conterrâneo Ignácio de Loyola Brandão, que escreveu, na apresentação do
meu livro ( A Bola e Verbo – o futebol na crônica brasileira. Editora Summus):
“Quanto mais simples é a escrita, mais difícil ela é na sua feitura. A
simplicidade exige disciplina, talento, aplicação. E essa simplicidade aparente
está aqui para decifrar uma coisa que parece simples, no entanto é complexa,
o mundo do futebol”.

O futebol –quântico.

Artigo 2

Futebol Quântico 2 – o Ativismo invisível

Você aí, caro leitor, já imaginou um futebol jogado com equipes


mistas de homens e mulheres, regras definidas coletivamente entre
as duas equipes e ganha a partida quem mais respeitá-las? Além
disso, não há juízes e sim mediadores que atuam para facilitar os
processos e não para definí-los. As regras são organizadas a partir
de eixos de cooperação, solidariedade e participação.

Desta forma, um gol feito coletivamente pode valer mais que um gol
de um/a único /a atleta. Jogado assim o futebol torna-se uma
poderosa ferramenta de mediação de conflitos, formação de
Futebol Quântico

lideranças, desenvolvimento de grupos coletivos e organizações de


base comunitária.

Pois é, este futebol existe e foi disputado na última Copa do Mundo


aqui no Brasil. Foi o Mundial de futebol de rua, iniciativa de uma
rede latino americana que envolve 12 países, a prática esportiva e
sociopedagógica foi idealizada por Fabian Ferraro, ex-jogador de
futebol argentino, que busca entender o futebol como uma
estratégia para recuperar valores humanos e impulsionar o
desenvolvimento de lideranças, gerando processos comunitários
solidários de transformação.

Tem ainda o FFF – Footy for food, ou, no melhor português,


Futebol para Alimentação. É uma organização sem fins lucrativos,
formada por voluntários, com uma abordagem ousada,
empreendedora e empresarial que visa angariar alimentos e
consciência para os países que tem praticantes de futebol.
Desenvolver campanhas nacionais e de impacto local e turnês
nacionais nas maiores nações de futebol do mundo para
impulsionar a mudança global. Durante a Copa, presenciei, como
repórter, um evento grandioso que eles fizeram no Mercado
Municipal de São Paulo. A ideia simples – a pessoa levava 1 kilo de
alimento e batia uma bola em gols-caixote com criançada da
periferia – foi um sucesso.

E assim fazem numa rede por todo o mundo. Armados com


parceiros nacionais, o apoio incondicional de voluntários e uma
identidade nascida de mídias sociais, o FFF reúne comunidades de
todo o mundo usando o futebol como um veículo para a mudança
social.

Pois é, amigo leitor, aposto que você não ouviu falar destas
iniciativas. Mas deve ter ouvido falar que os jogadores da Alemanha,
campeã mundial, eram acompanhados, há algum tempo, pelo
professor Patrick Broome, que utiliza a yoga para levar maior
equilíbrio físico e mental ao time.
Futebol Quântico

Além disso, os alemães contam com o trabalho de Hans Herman -


psicólogo do esporte, cientista e pesquisador da área, que conta
com uma equipe de 12 psicólogos que atuam desde as categorias
de base da Seleção da Alemanha até o time principal. São
realizados trabalhos de acompanhamento psicológico - orientação
familiar - mapeamento de perfil - reuniões com os departamentos
médico e de preparação. O psicólogo do esporte é um parceiro do
time. Ele permanece - de forma permanente - com a Seleção por
onde ela atua. A cada ano, inicia o trabalho na pré-temporada dos
times - da mesma forma que os preparadores físicos. Na equipe
alemã, mente e corpo tem a mesma importância e recebem os
mesmos cuidados.

Digo tudo isto porque há uma ‘vida’ paralela ao esporte, de


solidariedade, foco, mentalização, altruísmo e psicologia humanista
pouco explorados pela mídia, mas já muito presentes no esporte. E,
desconfio, é o que está fazendo a diferença

Voltarei ao assunto brevemente, onde comentarei mais sobre o


conceito de Futebol Quântico que estou desenvolvendo.

Conclusão

As mais novas descobertas da Física Quântica, aqui embasadas


cientificamente, em conjunto com exemplos de esportistas, sobretudo do
Futebol, irá nos permitir uma mudança paradigmática verdade e efetiva em
qualquer campo da vida. A bola está quicando e o Gol Quântico já foi feito.
Vamos colapsá-lo.

Um grande abraço e venha me conhecer!

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