Você está na página 1de 32

PROCESSO SAÚDE-DOENÇA E CUIDADOS DE ENFERMAGEM

POLÍTICAS DE SAÚDE PÚBLICA NO BRASIL

Problemas nacionais, regionais e locais e suas relações com a


ecologia e as condições históricas e sociais.

Eugênio Franco, PhD


PROCESSO SAÚDE-DOENÇA E CUIDADOS DE ENFERMAGEM

ATENÇÃO BÁSICA A SAÚDE PÚBLICA NO


BRASIL

Eugênio Franco, PhD


PROCESSO SAÚDE-DOENÇA E CUIDADOS DE ENFERMAGEM

“Um sistema de saúde com uma forte base na


Atenção Primária é mais efetivo, mais satisfatório
à população, é mais barato e mais equitativo”

Starfield, 1996
PROCESSO SAÚDE-DOENÇA E CUIDADOS DE ENFERMAGEM

ATENÇÃO BÁSICA/ATENÇÃO PRIMÁRIA

É um conjunto de intervenções de saúde no âmbito


individual e coletivo que envolve promoção, prevenção,
diagnóstico, tratamento e reabilitação.
É desenvolvida por meio do exercício de práticas
gerenciais e sanitárias democráticas e participativas, sob
a forma de trabalho em equipe, dirigidas a populações de
territórios bem delimitados, pelas quais essas equipes
assumem Responsabilidade.
(CONASS,2004)
ATENÇÃO BÁSICA A SAÚDE

• A Atenção Básica à Saúde compreende um conjunto de ações, de


caráter individual e coletivo, que engloba a promoção da saúde, a
prevenção de agravos, o tratamento e a reabilitação e constitui o
primeiro nível da atenção do Sistema Único de Saúde.
DENTRO DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA
• A Saúde da Família constitui uma estratégia para a organização e
fortalecimento da Atenção Básica como o primeiro nível de atenção
à saúde no SUS
• Procura o fortalecimento da atenção por meio da ampliação do
acesso, a qualificação e reorientação das práticas de saúde
embasadas na Promoção da Saúde
ATENÇÃO BÁSICA A SAÚDE
Princípios da estratégia de Saúde da Família
ADSCRIÇÃO DE CLIENTELA
• Definição precisa do território de atuação
TERRITORIALIZAÇÃO
• Mapeamento da área, compreendendo segmento populacional determinado
• DIAGNÓSTICO DA SITUAÇÃO DE SAÚDE DA POPULAÇÃO
• Cadastramento das famílias e dos indivíduos, gerando dados que possibilitem a
análise da situação de saúde do território
PLANEJAMENTO BASEADO NA REALIDADE LOCAL
• Programação das atividades segundo critérios de risco à saúde, priorizando
solução dos problemas
• Saúde da Família constitui uma estratégia para a organização e fortalecimento
da Atenção Básica como o primeiro nível de atenção à saúde no SUS
• Procura o fortalecimento da atenção por meio da ampliação do acesso, a
qualificação e reorientação das práticas de saúde embasadas na Promoção da
Saúde
ATENÇÃO BÁSICA A SAÚDE
CARACTERISTICAS DO PSF

INTERDISCIPLINARIDADE
• Trabalho interdisciplinar, integrando áreas técnicas e profissionais de
diferentes formações

VINCULAÇÃO
• Participação na dinâmica social das famílias assistidas e da própria
comunidade

COMPETÊNCIA CULTURAL
• Valorização dos diversos saberes e práticas na perspectiva de uma
abordagem integral e resolutiva, possibilitando a criação de vínculos de
confiança com ética, compromisso e respeito
ATENÇÃO BÁSICA A SAÚDE
PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DO PSF

PARTICIPAÇÃO SOCIAL: Participação da comunidade no planejamento,


execução e avaliação das ações;
INTERSETORIALIDADE: Trabalho intersetorial, integrando projetos sociais e
setores afins, voltados para a promoção da saúde ;
FORTALECIMENTO DA GESTÃO LOCAL : Apoio a estratégias de
fortalecimento da gestão local.

COMPOSIÇÃO BÁSICA DA EQUIPE DE SAÚDE DA FAMÍLIA: Médico,


Enfermeiro, Auxiliares de enfermagem, Agentes comunitários de saúde,
Cirurgião-Dentista, Auxiliar de consultório dentário e/ou Técnico de
higiene dental.
ATENÇÃO BÁSICA A SAÚDE
PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DO PSF

As Equipes da Estratégia Saúde da Família devem estar muito


bem preparadas para resolver todos os problemas de saúde
comuns, isto é, que se apresentam com alta frequência em um
determinado território.
Pelo fato de serem problemas comuns, muitas vezes são
banalizados e entendidos como “coisas simples”, sendo tratados
porequipes despreparadas e sem infra-estrutura adequada.

Ao contrário, esses problemas, apesar de comuns, muitas vezes


exigem das equipes grande habilidade clínica, habilidades em
comunicação e de interação interpessoal e capacidade de
negociação individual e coletiva no seu território de atuação.

CONASS
ATENÇÃO BÁSICA A SAÚDE
NÚCLEO DE ATENÇÃO INTEGRAL NA SAÚDE DA FAMÍLIA

OBJETIVOS
Qualificar e ampliar resolubilidade e integralidade da Estratégia
de Saúde da Família;

MODALIDADES
Atividade física, saúde mental, reabilitação, alimentação e
nutrição e serviço social;

IMPLANTAÇÃO
O município poderá implantar o Núcleo com todas as suas
modalidades ou implantá-las separadamente;
ATENÇÃO BÁSICA A SAÚDE

PROMOÇÃO DA SAÚDE

Articulação de saberes técnicos e populares e a


mobilização de recursos institucionais e comunitários,
públicos e privados, para o enfrentamento e resolução de
problemas de saúde e seus determinantes (Buss,2000).
ATENÇÃO BÁSICA A SAÚDE

COMPLENTARIDADE DAS AÇÕES DE SÁUDE

ATENÇÃO PRIMÁRIA

ATENÇÃO SECUNDÁRIA
ATENÇÃO TERCIÁRIA
ATENÇÃO BÁSICA A SAÚDE
• TRIBUIÇÕES DO ENFERMEIRO E AFINS NO PROGRAMA DE SAÚDE
DA FAMÍLIA
DO ENFERMEIRO DO PROGRAMA AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE
• planejar, gerenciar, coordenar e avaliar as ações desenvolvidas pelos ACS;
• supervisionar, coordenar e realizar atividades de qualificação e educação
permanente dos ACS, com vistas ao desempenho de suas funções;
• facilitar a relação entre os profissionais da Unidade Básica de Saúde e ACS,
contribuindo para a organização da demanda referenciada;
• realizar consultas e procedimentos de enfermagem na Unidade Básica de
Saúde e, quando necessário, no domicílio e na comunidade;
• solicitar exames complementares e prescrever medicações, conforme
protocolos ou outras normativas técnicas estabelecidas pelo gestor
municipal ou do Distrito Federal, observadas as disposições legais da
profissão;
• organizar e coordenar grupos específicos de indivíduos e famílias em
situação de risco da área de atuação dos ACS; e
• participar do gerenciamento dos insumos necessários para o adequado
funcionamento da UBS.
ATENÇÃO BÁSICA A SAÚDE
DO ENFERMEIRO
• realizar assistência integral (promoção e proteção da saúde, prevenção de
agravos, diagnóstico, tratamento, reabilitação e manutenção da saúde) aos
indivíduos e famílias na USF e, quando indicado ou necessário, no domicílio e/ou
nos demais espaços comunitários (escolas, associações etc), em todas as fases
do desenvolvimento humano: infância, adolescência, idade adulta e terceira
idade;durante o tempo e freqüência necessários de acordo com as necessidades
de cada paciente;
• conforme protocolos ou outras normativas técnicas estabelecidas pelo Conselho
Federal de Enfermagem (COFEN) aprova a Resolução n.º 195, de 18/02/97,
observadas as disposições legais da profissão, realizar consulta de enfermagem,
solicitar exames complementares e prescrever medicações;
• planejar, gerenciar, coordenar e avaliar as ações desenvolvidas pelos ACS;
• supervisionar, coordenar e realizar atividades de educação permanente dos ACS
e da equipe de enfermagem;
• contribuir e participar das atividades de Educação Permanente do Auxiliar de
Enfermagem, ACD e THD; e
• participar do gerenciamento dos insumos necessários para o adequado
funcionamento da USF.
• Planejar, gerenciar, coordenar, executar e avaliar a USF.
ATENÇÃO BÁSICA A SAÚDE
DO AUXILIAR E DO TÉCNICO DE ENFERMAGEM

• participar das atividades de assistência básica realizando


procedimentos regulamentados no exercício de sua
profissão na USF e, quando indicado ou necessário, no
domicílio e/ou nos demais espaços comunitários (escolas,
associações etc);
• realizar ações de educação em saúde a grupos específicos
e a famílias em situação de risco, conforme planejamento
da equipe; e
• participar do gerenciamento dos insumos necessários para
o adequado funcionamento da USF.
ATENÇÃO BÁSICA A SAÚDE
ATRIBUIÇÕES COMUNS A TODOS OS PROFISSIONAIS QUE INTEGRAM AS
EQUIPES
• participar do processo de territorialização e mapeamento da área de atuação da
equipe, identificando grupos, famílias e indivíduos expostos a riscos, inclusive
aqueles relativos ao trabalho, e da atualização contínua dessas informações,
priorizando as situações a serem acompanhadas no planejamento local;
• realizar o cuidado em saúde da população adscrita, prioritariamente no âmbito
da unidade de saúde, no domicílio e nos demais espaços comunitários
(escolas, associações,entre outros), quando necessário;
• realizar ações de atenção integral conforme a necessidade de saúde da
população local, bem como as previstas nas prioridades e protocolos da gestão
local;
• garantir a integralidade da atenção por meio da realização de ações de
promoção da saúde, prevenção de agravos e curativas; e da garantia de
atendimento da demanda espontânea, da realização das ações programáticas
e de vigilância à saúde;
• realizar busca ativa e notificação de doenças e agravos de notificação
compulsória e de outros agravos e situações de importância local;
ATENÇÃO BÁSICA A SAÚDE
ATRIBUIÇÕES COMUNS A TODOS OS PROFISSIONAIS QUE INTEGRAM AS
EQUIPES
• realizar a escuta qualificada das necessidades dos usuários em todas as
ações, proporcionando atendimento humanizado e viabilizando o
estabelecimento do vínculo;
• responsabilizar-se pela população adscrita, mantendo a coordenação do
cuidado mesmo quando esta necessita de atenção em outros serviços do
sistema de saúde;
• participar das atividades de planejamento e avaliação das ações da equipe, a
partir da utilização dos dados disponíveis;
• promover a mobilização e a participação da comunidade, buscando efetivar o
controle social;
• identificar parceiros e recursos na comunidade que possam potencializar ações
intersetoriais com a equipe, sob coordenação da SMS;
• garantir a qualidade do registro das atividades nos sistemas nacionais de
informação na Atenção Básica;
• participar das atividades de educação permanente; e
• realizar outras ações e atividades a serem definidas de acordo com as
prioridades locais.
PRINCÍPIOS POLÍTICOS DA ATENÇÃO PRIMÁRIA

UNIVERSALIDADE INTEGRALIDADE EQUIDADE

ACESSIBILIDADE VÍNCULO E HUMANIZAÇÃO


CONTINUIDADE

SAÚDE COMO DIREITO PARTICIPAÇÃO SOCIAL


ATENÇÃO PRIMÁRIA / BÁSICA
• É uma forma de organização dos serviços de saúde,
uma estratégia para integrar todos os aspectos desses
serviços, a partir de uma perspectiva da população.
• Se encontra em consonância com as diretrizes do SUS.

Características da Atenção Primária


• Porta de entrada para o sistema de saúde;
• Responsabilidade pelos indivíduos ao longo do tempo
independente da presença da doença;
• Integralidade da atenção;
• Capacidade de coordenar os cuidados as necessidades
dos indivíduos, famÍlias e comunidades
Características da Atenção Primária
• Desenvolver relações de vínculo entre as equipes e a
população adscrita garantindo a continuidade das ações
de saúde e a longitudinalidade do cuidado;
• Valorizar os profissionais de saúde por meio do estímulo
e do acompanhamento constante de sua formação e
capacitação;
• Estimular a participação popular e o controle social.

Atenção Primária: Infra-Estrutura


• Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde do
Ministério da Saúde, de acordo com as normas
sanitárias vigentes;
• Consultório médico, consultório odontológico e
consultório de enfermagem para os profissionais da
Atenção Básica;
Atenção Primária: Infra-Estrutura
• Área de recepção, local para arquivos e registros, uma
sala de cuidados básicos de enfermagem, uma sala de
vacina e sanitários, por unidade;
• Equipamentos e materiais adequados ao elenco de
ações propostas, de forma a garantir a resolutividade da
Atenção Básica;

• Para Unidade Básica de Saúde (UBS) sem Saúde da


Família em grandes centros urbanos, recomenda-se o
parâmetro de uma UBS para até 30 mil habitantes.
• Para UBS com Saúde da Família em grandes centros
urbanos, recomenda-se o parâmetro de uma UBS para
até 12 mil habitantes.
Atenção Primária: Infra-Estrutura
• Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística(IBGE), Fortaleza é apontada como o quinto
município mais populoso do Brasil. Em primeiro de julho
deste ano, um total de 2.473.614 pessoas habitavam a
Capital.

Características da Atenção Primária


• Realizar avaliação e acompanhamento sistemático dos
resultados alcançados, como parte do processo de
planejamento e programação.
Estratégias em todo o Território Nacional

• Eliminação da hanseníase;
• Controle da tuberculose;
• Controle da hipertensão arterial;
• Controle do diabetes Mellitus;
• Eliminação da desnutrição infantil;
• Saúde da criança;
• Saúde da mulher;
Estratégias em todo o Território Nacional
• Saúde do idoso,
• Saúde bucal
• Promoção da saúde.
Controle da Tuberculose
• Busca ativa dos casos
• Diagnóstico clínico de casos
• Acesso a exames para diagnóstico e controle
laboratorial e radiológico
• Cadastramento dos portadores
• Tratamento dos casos
• Medidas preventivas
Eliminação da Hanseníase
• Busca ativa dos casos
• Diagnóstico clínico de casos Cadastramento dos
portadores
• Tratamento supervisionado dos casos
• Controle das incapacidades físicas
• Medidas preventivas
Controle da Hipertensão
• Diagnóstico de casos
• Cadastramento dos portadores
• Busca ativa dos casos
• Tratamento dos casos
• Diagnóstico precoce de complicações
• 1º atendimento de urgência
• Medidas preventivas
Controle da Diabetes Melittus

• Diagnóstico de casos
• Cadastramento dos portadores
• Busca ativa dos casos
• Tratamento dos casos
• Monitoramento dos níveis de glicose
• Diagnóstico precoce de complicações
• 1º atendimento de urgência
• Atendimentos de casos graves para outro nível de
complexidade
• Medidas preventivas e promoção da saúde
Ações de Saúde da Criança
• Vigilância nutricional – eliminação da desnutrição infantil
• Imunização
• Assistência as doenças prevalentes na infância

Ações de Saúde da Mulher


• Pré-natal
• Prevenção do câncer de cole de útero e mama
• Planejamento Familiar
• Assistência ao climatério
Bolsa Família
• Objetivos e eixos principais do Bolsa Família;
• Gestão, planejamento e acompanhamento do Bolsa família;
• Dinâmica de atendimento;
• Atribuições do Enfermeiro.
POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL A SAÚDE
DO HOMEM
PROCESSOS DE CONSTRUÇÃO DA POLÍTICA
IDENTIFICAÇÃO DOS DETERMINANTES SOCIAIS SOBRE A
SAÚDE DO HOMEM

•Principal autor e vítima da violência.


•Vulnerabilidade ao uso abusivo de álcool, tabaco e outras drogas.
•Preconceitos decorrentes da não adequação à masculinidade
hegemônica.
•Diferentes condições perpassam o ciclo de vida: adolescência,
vida adulta e velhice.
POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL A SAÚDE
DO HOMEM
PROCESSOS DE CONSTRUÇÃO DA POLÍTICA
Dados epidemiológicos
IDENTIFICAÇÃO evidenciam
DOS PRINCIPAIS AGRAVOS A SAÚDEque cerca de
QUE OCORREM NA 75% das
POPULAÇÃO
causas de morbimortalidade do Homem são devidas a:
MASCULINA

• Causas Externas (Acidentes e Agressões)


• Doenças do Coração
• Tumores malignos
• Distúrbios gastrointestinais e respiratórios
PORQUE UMA POLÍTICA NACIONAL
DE ATENÇÃO INTEGRAL A SAÚDE DO HOMEM?

Por que em 2007 enquanto as mulheres somaram 16 milhões de


consultas ao ginecologista, os homens somaram 2 milhões de
consultas ao urologista (em que pese esse especialista também
atende a mulheres e adolescentes de ambos os sexos).
POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL A SAÚDE
DO HOMEM
PORQUE UMA POLÍTICA NACIONAL
DE ATENÇÃO INTEGRAL A SAÚDE DO HOMEM?

Em função das doenças crônica não transmissíveis


(diabetes, hipertensão, insuficiência cardíaca, tumores
malignos e benignos, infarto do miocárdio, acidente
vascular cerebral, enfisema pulmonar) a diferença dos
números é alarmante e se deve a um conjunto de
fatores de risco, muito mais presente entre os homens.
TED
Pesquisar e sobre as diretrizes e objetivos de cada um
dos programas apresentados na aula.
PROCESSO SAÚDE-DOENÇA E CUIDADOS DE ENFERMAGEM
OBSERVAÇÃO
OS DIAPOSITIVOS SÃO APENAS UM ROTEIRO PARA TEU ESTUDO
A tua aprendizagem se consolida com a leitura de livros, artigos científicos e as atividades práticas.

CAMPOS, G. W. S.; MINAYO, M. C. S.; AKERMAN, M.; DRUMOND JUNIOR, M.; CARVALHO. Y. Tratado de saúde coletiva.
São Paulo: HUCITEC/FIOCRUZ, 2006. 871 p.
FIGUEIREDO, N. M. A. Ensinando a cuidar em saúde pública. São Paulo: Yendis, 2009. 544 p.
ROCHA, A. A.; CESAR, C. L. G. Saúde pública: bases conceituais. São Paulo: Atheneu, 2008. 352 p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BEAGLEHOLE, R.; BONITA, R.; KJELISTRÖM, T. Epidemiologia básica. 2. ed. São Paulo: Santos, 2010.
CURY, G. C. Epidemiologia Aplicada ao Sistema Único de Saúde. Belo Horizonte: Coopmed, 2005.
FREEMAN, T.; MCWHINNEY, I. R. Manual de medicina de família e comunidade. 3. Ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. 472 p.
MEDRONHO, Roberto A. Epidemiologia. São Paulo: Atheneu, 2004.
RABELLO, L. S. Promoção da Saúde. São Paulo: Fiocruz, 2010. 228 p.
SIQUEIRA-BATISTA, R.; GOMES, A. P. Perguntas e respostas de saúde pública. Rio de Janeiro: Rubio, 2010. 501 p.

WEBGRAFIA:
Biblioteca Virtual em Saúde/MSBrasil: http://bvsms.saude.gov.br/php/index.php
Centro para o controle das doenças e prevenção (CDC): http://www.cdc.gov
Ministério da Saúde/Brasil: http://portalsaude.saude.gov.br/portalsaude/
Organização Mundial de Saúde: http://www.who.int
Pubmed: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/PubMed
INCA: http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/cancer/site/oquee