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THM 350 B3 T1

ESTRUTURA

3.1 GENERALIDADES
3.1.1 SUBCONJUNTOS DA ESTRUTURA
3.1.2 DIMENSÕES DAS PORTAS DE ACESSO E PAINÉIS
3.1.3 SUPERFICÍES E VOLUMES UTILIZÁVEIS – CARGAS ADMISSÍVEIS NOS PISOS

3.2 ESTRUTURA CENTRAL

3.3 ESTRUTURA TRASEIRA

3.4 CAPOTA

3.5 ESTRUTURA INFERIOR E PISO DA CABINE

3.6 CONE DE CAUDA


3.6.1 EFEITO DA CANTONEIRA NO CONE DE CAUDA

3.7 EMPENAGEM
3.7.1 ESTABILIZADOR HORIZONTAL E DERIVAS
3.7.2 ESTABILIZADOR HORIZONTAL COM CANTONEIRA
3.7.3 DERIVAS SUPERIOR E INFERIOR

3.8 PORTAS
3.8.1 SISTEMA DE ALIJAMENTO DAS PORTAS DA CABINE
3.8.2 INDICAÇÃO DE TRAVAMENTO DAS PORTAS DOS BAGAGEIROS LATERAIS

3.9 CAPÔS – CARENAGENS – PAREDES

3.10 BANCOS DO PILOTO E DO COPILOTO

Ediç. SOMENTE PARA INSTRUÇÃO


Este documento é uma tradução do documento de mesmo nome da EUROCOPTER. Nenhuma parte do poderá
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3.1. GENERALIDADES
3.1.1 SUBCONJUNTOS DA ESTRUTURA

Chapa térmica
de inox

Notar a importância dada aos materiais


"plásticos".
A cabine, por exemplo, é toda
confeccionada em policarbonato.

ALGUMAS PALAVRAS SOBRE ESSES NOVOS


MATERIAIS:
São resinas sintéticas que pertencem a duas
grandes categorias:
_ Os termoplásticos, que amolecem quando As fibras de reforço são dispostas em
aquecidos e endurecem quando resfriados. camadas ou torcidas, depois impregnadas
Exemplo: as poliamidas (nylon, rilsan), os com a resina básica. Várias camadas de
policarbonatos, ... fibras ou de tecido são sobrepostas,
_ Os termoendurecidos, que sob ação combinada colocadas no molde e, em seguida,
do calor e de um "endurecedor", polimerizam-se polimerizadas. A direção das fibras de
a quente de maneira irreversível em um novo reforço depende dos esforços a serem
produto. Exemplo: epoxi, silicone, ... suportados.
Laminados e "sanduíche" de colméia laminado O sanduíche de colméia laminado
são plásticos reforçados com ótimas compreende uma alma em colméia (metal,
características mecânicas. Os materiais fibra de vidro, NOMEX, etc.) na qual cada
laminados são produzidos a partir de resinas face recebe uma ou várias camadas de
termoendurecidas e de um reforço (fibra de vidro, tecidos pré-impregnados. O conjunto é
carbono, grafite, boro ou outras fibras). polimerizado a quente.
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3.1.2 DIMENSÕES DAS PORTAS DE ACESSO E PAINÉIS

DIMENSÕES DAS PORTAS DE ACESSO E PAINÉIS

3.1.3 SUPERFÍCIES E VOLUMES UTILIZÁVEIS – CARGAS ADMISSÍVEIS NOS PISOS

BAGAGEIRO DIREITO BAGAGEIRO TRASEIRO


C : Comprimento DIANT. = 0,380 m
C : 1,000 m - L DIANT. = 1,200 m
L : Largura C : 0,800 m - L
TRAS. = 0,160 m
A : Altura TRAS. = 0,700 m
3
V : Volume A : 0,740 m - V = 0,200 m
A : 0,700 m - V = 0,565 m3
Carga distribuída admissível= 100 kg Carga distribuída admissível = 80 kg

PISO DA CABINE
2
Área útil = 2.600 m
Resistência estrutural do piso = 600 kg/m2
Carga distribuída admissível no piso dianteiro
esquerdo = 150 kg
Carga distribuída admissível no piso traseiro = 310 kg
11 pontos de amarração
cada um com capacidade de 1000 daN

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3.2 ESTRUTURA CENTRAL


É a parte mais resistente da estrutura, que suporta diretamente
os esforços de voo (sustentação FN e peso P) e durante o pouso.
A ESTRUTURA CENTRAL CONSTITUI-SE ESSENCIALMENTE
DE UM HEXAEDRO RÍGIDO.
Suporta o conjunto mecânico principal (CTP e rotor), o trem de
pouso, o piso da cabine e a estrutura traseira e contém o tanque
de combustível.

1. Piso mecânico
2. Caverna traseira. Fixação da estrutura traseira
3. Vigas longitudinais (1 esquerda e 1 direita).
Fixação das vigas da estrutura inferior
4. Vigas transversais. Suporte do tanque de
combustível
5. Caverna dianteira inclinada 15° para trás
6. Caverna superior inclinada 7° para frente
7. Cavernas longitudinais. Chapa grossa.

3.3 ESTRUTURA TRASEIRA


A estrutura traseira consiste de 3 cavernas ligadas por
vigas, com adaptação para um bagageiro. As cavernas
dianteira e traseira suportam o motor. Sobre a terceira
caverna, a de junção, através de parafusos, está
fixado o cone de cauda, facilmente removível.
A estrutura traseira é utilizada como bagageiro.

O ponto traseiro para macaco é suportado pela


caverna de junção.

1 Piso do motor (chapa de aço inoxidável) 6 Acesso ao bagageiro


2 Viga sob o piso do motor 7 Degrau embutido de acesso ao piso mecânico
3 Caverna de junção com o cone de cauda 8 Piso do bagageiro (acesso à caixa elétrica)
4 Revestimento 9 Caverna dianteira
5 Caverna traseira

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3.4 CAPOTA

Os elementos da estrutura da capota são: Moldados a quente, estes elementos são


- teto (3), nariz da aeronave (6) e montantes montados por termosolda.
(7) fabricados em policarbonato reforçado A estrutura da capota é fixada por parafusos ao
com fibra de vidro. piso da cabine e à parede superior da estrutura
central.

1. Painéis do para-brisa (Plexiglas) 5. Vigias inferiores esquerda e direita


2. Vigias superiores (Makrolon) (Policarbonato transparente)
3. Teto formado de duas semi-conchas entre 6. Nariz da aeronave.
as quais há um duto pelo qual circula o ar 7. Montantes do para-brisa.
de ventilação da cabine.
4. Dobradiças da porta

3.5 ESTRUTURA INFERIOR E PISO DA CABINE

A estrutura inferior que suporta a cabine está em


balanço no prolongamento da estrutura central.
Duas vigas, transversalmente enrijecidas pelas
travessas, são rebitadas nas vigas longitudinais
da estrutura central e servem de apoio à parte
dianteira do trem de pouso.

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3.6 CONE DE CAUDA

O cone de cauda é formado por cavernas circulares, 1. Suportes dos mancais da árvore de
envolvidas por um revestimento. transmissão traseira
Um conjunto de chapas dá maior rigidez ao conjunto. 2. Zona reforçada por vigas
O cone de cauda suporta: 3. Suporte de fixação dianteiro da CTT
- a caixa de transmissão traseira (CTT), fixada em 2 4. Reforços de fixação do estabilizador
cavernas, horizontal
- o estabilizador horizontal, fixado entre 2 cavernas 5. Revestimento
6. Janela de inspeção (acesso ao
principais,
compensador de esforços)
- os eixos de acionamento do rotor de cauda,
7. Cavernas principais
- as derivas.
8. Cone traseiro

Para corrigir o centro de gravidade da


aeronave com peso vazio, podem ser fixadas
placas de lastro na parte interna do cone
traseiro.

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3.7 EMPENAGEM

A empenagem é constituída por:


- Um estabilizador horizontal (1),
- Uma deriva superior (2),
- Uma deriva inferior (3).

Em pousos excessivamente cabrado o esqui de


cauda (4) destinada a proteger a deriva inferior.
O estabilizador horizontal e derivas são superfícies
estabilizadoras, perfiladas, que, submetidas ao
vento relativo, tendem a:
- opor-se às mudanças de atitude da aeronave,
- trazer a aeronave de volta a sua atitude original
quando dela se afastar.

PARTICULARIDADES DAS DERIVAS

O perfil assimétrico NACA da deriva superior


produz em voo de cruzeiro uma força aerodinâmica
F1 oposta ao torque de reação do rotor principal
CR, agindo, portanto, no mesmo sentido que o
empuxo do rotor traseiro, o que permite reduzir o
passo desse último, com economia de potência.

A deriva inferior tem um perfil simétrico NACA que


assegura estabilidade no eixo de guinada da
aeronave.

PARTICULARIDADES DO ESTABILIZADOR
HORIZONTAL

Seu perfil assimétrico NACA, com ângulo negativo em


relação à referência horizontal, cria sob ação do vento
relativo V, uma força aerodinâmica F de sustentação
negativa, que tende a estabilizar a aeronave.
O estabilizador do lado esquerdo possui
uma cantoneira em todos os modelos
antes da MOD. 07-3024, exceto o
modelo B. Após a MOD. 07-3024,
suprimiu a cantoneira.

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3.7.1 ESTABILIZADOR HORIZONTAL COM CANTONEIRA

3.7.2 DERIVAS SUPERIOR E INFERIOR

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3.8 PORTAS

O conjunto das portas compreende:


- Duas portas da cabine (1), uma de cada lado,
que dão acesso aos assentos dos pilotos;
- Duas portinholas (2), uma de cada lado, que
dão acesso à parte traseira da cabine;
- Uma porta do bagageiro esquerdo (4) e uma
porta do bagageiro direito (simétrica) em
laminado;
- Uma porta do bagageiro traseiro (5) em
laminado.
Todas estas portas são munidas de travas de
segurança com chave.

As portas dos bagageiros direito e esquerdo são


articuladas na parte superior e podem ser mantidas
abertas através de uma haste (3) que, em posição
de repouso, se encaixa na parte interna da porta.

Para algumas missões (içamento e transporte


aeromédico) que exigem maior facilidade de acesso
à parte traseira da cabine, as portas da versão
padrão (acima) são substituídas por uma porta
menor do piloto e uma porta traseira deslizante
sobre trilhos. A porta deslizante pode ser aberta em
voo e mantida travada nesta posição.

3.8.1 SISTEMA DE ALIJAMENTO DAS PORTAS DA CABINE

As duas portas dianteiras são equipadas com um


punho de alijamento (1) localizado no montante da
porta, o qual, ao ser acionado, libera os pinos das
dobradiças e as travas da porta.
A haste pneumática não é equipada de trava de
segurança nas duas extremidades.
Em posição travada, o punho é mantido por uma
trava (2) em policarbonato que é mantida em
posição por 3 travas tipo bailarina (3).

A expansão do ar comprimido (força de expansão =


15 daN) ajuda a abertura da porta e a mantém aberta.
O ar é comprimido quando se fecha a porta.

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3.8 PORTAS (Continuação)

3.8.2 INDICAÇÃO DE TRAVAMENTO DAS PORTAS DOS BAGAGEIROS LATERAIS


As portas dos bagageiros são mantidas Quando uma porta não está travada
fechadas por 3 travas que comandam, cada corretamente, as microswitches, montadas em
uma, uma microswitch. paralelo, acendem uma lâmpada no painel de
alarmes.

3.9 CAPÔS - CARENAGENS - PAREDES

1- Entrada de ar dos radiadores. Laminado. 7- Cone traseiro. Chapa de liga leve. Fixação por
Fixação por parafusos parafusos.
2- Capôs superiores da CTP. Chapa de liga leve. 8- Carenagem da CTP (à direita e à esquerda).
Fixação por DZUS. Laminada. Articulada no capô superior da CTP,
3- Capô do motor. Sanduíche de colméia. mantido aberto por uma haste. Fechamento
Articulado na parede de fogo. É mantido aberto com trava HARTWELL e fechos articulados.
por haste. Fechamento com trava HARTWELL e 9- Carenagem inferior traseira. Laminada. Fixação
fechos articulados. por fechos articulados.
4- Carenagem de junção. Laminada. Fixação por 10- Carenagem inferior intermediária (2 seções).
DZUS. Laminada. Fixação por parafusos.
5- Carenagens da transmissão traseira (3 seções). 11- Carenagem inferior dianteira. Laminada.
Chapa de liga leve. Fixação por DZUS. Fixação por fechos articulados.
6- Carenagens da CTT. Chapa de liga leve. Fixação 12- Parede de fogo, aço inoxidável.
por DZUS. 13- Paredes dos bagageiros - Liga leve.

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3.10 BANCOS DO PILOTO E DO COPILOTO

A absorção é feita pela deformação controlada do


elemento de alumínio. Os amortecedores são
posicionados a fim de estarem operantes na
direção do impacto para frente e para trás em um
ângulo de 30°.

1. Tensores de travamento dos cabos


2. Bumerangue
3. Batentes
4. Trilhos do banco
5. Alavanca de ajuste do banco

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