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DINÂMICAS DE IDENTIDADE E VALORES


1 - PRESENTE DE AMIGO  Colocar novamente os pares a andar pela
sala (desta vez são os dois andando juntos).
Participantes: 10 a 30 pessoas Assim que pára a música, devem se
associar a outro par (fica o grupo com quatro
Tempo Estimado: 30 minutos pessoas).
 Cada participante do grupo composto de
Material: Lápis e papel para os integrantes quatro pessoas recebe uma cartolina e
coloca nela seu nome (tira de papel também
Descrição: O coordenador divide o grupo em serve).
subgrupos de quatro a seis integrantes e, em  Após mostrar o nome para os outros três
seguida, expõe o seguinte: “Muitas vezes companheiros, os participantes deste
apreciamos mais um presente pequeno do que um pequeno grupo juntarão uma palavra com
grande. Muitas vezes ficamos preocupados por não estas sílabas (servem apenas as letras).
sermos capazes de realizar coisas grandes e
negligenciamos de fazer coisas menores, embora de Exemplo:
grande significado. Na experiência que segue,
seremos capazes de dar um pequeno presente de  Anderson + Júlio + Daiane = Ajuda
alegria para alguns integrantes do grupo”.  Airton + RomIlton + Zaira + Sander =
Prosseguindo, o coordenador convida os integrantes Amizade
para que escrevam mensagens para todos os  Colocar a palavra formada num quadro-
integrantes de seu subgrupo. As mensagens devem negro ou cartolina e o grupo falará sobre ela
ser da seguinte forma: e sua importância na vida.

a) Provocar sentimentos positivos no 3 - SALMO DA VIDA


destinatário com relação a si mesmo;
b) Ser mais específicas, descrevendo detalhes Participantes: 10 a 20 pessoas
próprios da pessoa ao invés de
características muito genéricas; Tempo Estimado: 45 minutos
c) Indicar os pontos positivos da pessoa dentro
do contexto do grupo; Material: Lápis e papel para os integrantes.
d) Ser na primeira pessoa;
e) Ser sinceras; Desenvolvimento: Cada integrante deve escrever a
f) Podem ser ou não assinadas, de acordo história de sua vida, destacando os acontecimentos
com a vontade do remetente. marcantes. O coordenador deve alertar o grupo de
1. As mensagens são dobradas e o nome do que experiências de dor e sofrimento podem ser
destinatário é colocado do lado de fora. vistas como formas de crescimento e não simples
Então elas são recolhidas e entregues aos acontecimentos negativos. Em seguida, os
destinatários. Depois que todos tiverem lido integrantes devem se perguntar qual foi à
as mensagens, segue-se à conclusão da experiência de Deus que fizeram a partir dos
dinâmica com um debate sobre as reações acontecimentos descritos ou no decorrer de suas
dos integrantes. vidas. Depois devem escrever o salmo da vida, da
sua vida, uma oração de louvor, agradecimento,
2 - RIQUEZA DOS NOMES pedido de perdão e/ou clamor. O desenvolvimento
dos salmos deve-se realizar em um ambiente de paz
Participantes: Indefinido. e reflexão. Então, os integrantes devem ser divididos
em subgrupos de três ou quatro pessoas onde cada
Tempo Estimado: 30 minutos. integrante deve partilhar sua oração. Depois o grupo
é reunido e quem quiser pode apresentar sua oração
Material: Tiras de papel ou cartolina, pincel atômico ao grupo. Por último é realizado um debate sobre os
ou caneta hidrográfica, cartaz para escrever as objetivos da dinâmica e a experiência que a mesma
palavras montadas ou quadro-negro. trouxe para os integrantes. Algumas questões que
podem ser abordadas: Como se sentiu recordando o
Desenvolvimento: passado? O que mais chamou a atenção? Qual foi a
reação para com acontecimentos tristes? Como tem
 Os participantes de um grupo novo são sido a experiência com Deus? Qual a importância
convidados pelo coordenador a andar pela Dele em nossas vidas? Pode-se ainda comparar os
sala se olhando, enquanto uma música toca. salmos redigidos com os salmos bíblicos.
 Quando o som para, escolher um par e ficar
ao lado dele (a). Cumprimentar-se de 4 - A VELA E O BARBANTE
alguma forma, com algum gesto (aperto de
mão, abraço, beijo no rosto e etc.).
Participantes: 7 a 15 pessoas
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Material: Três copos com água. Três comprimidos
Tempo: 20 minutos efervescentes. (aqueles com envelope tipo sonrisal)

Material: uma Bíblia, barbante, velas para todos os Desenvolvimento:


integrantes e mais uma para ser colocada no centro
do grupo.  Colocar três copos com água sobre a mesa.
 Pegar três comprimidos efervescentes, ainda
Desenvolvimento: Todos deverem estar na forma dentro da embalagem.
de um círculo, e no centro do círculo, numa mesa,  Pedir para prestarem atenção e colocar o
coloca-se a Bíblia, junto com uma vela acesa. A primeiro comprimido com a embalagem ao
Bíblia deve estar amarrada com o barbante, e este, lado do primeiro copo com água.
deve ter sobra suficiente para amarrar as velas de  Colocar o segundo comprimido dentro do
todos. Cada pessoa, com uma vela vai ao centro do segundo copo, mas com a embalagem.
círculo, passa o barbante em volta de sua vela,  Por fim, retirar o terceiro comprimido da
acendendo-a, e em seguida, entrega à ponta do embalagem e colocá-lo dentro do terceiro
barbante para outra pessoa, que circulará sua vela, copo com água.
também acendendo-a, e assim sucessivamente.  Pedir que os participantes digam o que
Quando todos estiverem enlaçados pelo barbante, observaram.
lê-se a passagem do Evangelho de João, capítulo 8,
versículo 12 - “Eu sou a luz do mundo, quem me Conclusão: No primeiro copo é aquela pessoa que
segue não andará nas trevas, mas possuirá a luz da não aceita a religião, fica de fora de tudo, no
vida”. Ao final, todos partilham o sentido da segundo é aquele que até aceita, participa, porém
dinâmica, tentando relacioná-la com o texto bíblico não se abre fica fechado as verdades da fé e por
proposto. último, o terceiro copo, é aquele que participa, se
abre, se mistura, tem o coração aberto a Deus, enfim
5 - CHOCOLATE é uma pessoa de fé.

Material: Bombons, cabo de vassoura, fita adesiva. 7 - A VELA E COPO


Desenvolvimento: Participantes: Indefinido.

 O animador divide o grupo em duas turmas. Tempo Estimado: 10 minutos.


Com a primeira turma ele passa a instrução
de que eles somente ajudarão os outros se Material: Uma vela, fósforos e um copo de vidro
eles pedirem ajuda (isso deve ser feito sem transparente.
que a outra turma saiba).
 A segunda turma terá seu braço preso com o Desenvolvimento:
cabo de vassoura (em forma de cruz) e a fita
adesiva. Deve ficar bem fechado para que  Colocar uma vela sobre a mesa e acende-la
eles não peguem o chocolate com a mão. cuidadosamente. Deixar que se queime por
 Coloca-se o bombom na mesa e pede para alguns segundos.
que cada um tente abrir o chocolate com a  Em seguida, pegar um como transparente e,
boca, e se conseguir pode comer o cuidadosamente e lentamente, colocar sobre
chocolate. a vela. Aos poucos, ela se apagará.
 A primeira turma ficará um atrás de cada um  Deixá-la assim e pedir que as pessoas falem
da segunda turma, ou seja, existirá uma o que sentiram ou observaram, quando
pessoa da primeira turma para cada pessoa viram a experiência.
da segunda turma.
 Após algum tempo o animador encerra a 8 - ARTISTA
dinâmica dizendo que nunca devemos fazer
as coisas sozinhos, cada um deles tinha Participantes: Indefinido.
uma pessoa a qual eles simplesmente
poderiam ter pedido que abrisse o chocolate Tempo Estimado: 10 minutos.
e colocasse na boca.
Material: Lápis e papel.
Mensagem: Nunca devemos fazer nada sozinho,
sempre que preciso temos que pedir ajuda a alguém. Descrição:

6 - COMPRIMIDOS PARA A FÉ  O dirigente pede para os participantes


fecharem os olhos. Peça a cada participante
Participantes: Indefinido. que desenhe com os olhos fechados uma:
 Casa
Tempo Estimado: 25 minutos.  Nessa casa coloque janelas e portas.
 Ao lado da casa desenhe uma arvore.
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 Desenhe um jardim cercando a casa, sol,  Depois cada um vai dizer se considera ter
nuvens, aves voando. mesmo este valor ou não. E se reconhece
 Uma pessoa com olhos, nariz e boca. no grupo alguém que tem o mesmo valor.
 Por fim peça para escreverem a frase a  Só no final da dinâmica, alguns guardam
baixo: para si, outros souberam recomeçar este
 SEM A LUZ DE DEUS PAI, DEUS FILHO, valor em outra pessoa, outros até duvidam o
DEUS ESPÍRITO SANTO, TUDO FICA cartão com quem tem o mesmo valor.
FORA DO LUGAR.
 Peça para abrirem os olhos e fazer uma Iluminação Bíblica:: 1 Cor. 12,4-11 Lc 1, 46-55.
exposição dos desenhos passando de um
por um. 11 - VALORES II
Comentário: Sem a luz e a presença do Pai, toda Objetivo: ressaltar o positivo do grupo.
obra sai imperfeita. Deus é única luz. Sem ela só há
trevas. Material: folhas, canetas e alfinetes.

9 - AS CORES Desenvolvimento:

Participantes: Indefinido.  Cada participante recebe uma folha em


branco. Depois de refletirem um momento
Tempo Estimado: 25 minutos. sobre suas qualidades, anotam na folha
colocando o seu nome.
Material: Fita adesiva, 5 cartolina de cores  Em seguida prendem a folha com alfinete
diferentes cortadas uma de cada cor no tamanho de nas costas e andam pela sala, um lendo os
uma folha de papel ofício. Cortadas no tamanho que valores dos outros e acrescentando valores
de para colar na testa de cada um. que reconhecem no companheiro. Só no
final todos retiram o papel e vão ler o que os
Desenvolvimento: colegas acrescentaram.

 Pedir para que os participantes formem um Iluminação Bíblica:: Ef 4, 1-16 Sl 111


circulo e que fechem os olhos.
 O coordenador deve pregar na testa ou na 12 - O BARCO
costa de cada um uma cor, e logo depois as
cinco cartolinas de cores diferentes do Participantes: Indefinido.
tamanho de papel ofício, devem ser colados
cada um em uma parede da sala. Tempo Estimado: 10 a 15 minutos.
 O coordenador pode pedir par abrirem os
olhos e que não podem conversar até o Material: Uma folha em branco para cada um.
termino da dinâmica. O coordenador deve
explicar que eles terão certo tempo para Desenvolvimento:
descobrirem sua cor e se destinar pata perto
da parede que tenha a sua cor. E tudo isto  Somos chamados por Deus à vida, e esta
sem poderem ser comunicarem. nossa vida nós podemos representar como
 E os que não conseguirem terão que pagar um barco que navega em alto mar. (fazer o
uma prenda. barco de papel).
 Recomendação: Com certeza algumas
pessoas que iram entender 1º a dinâmica, 1. Quem não conseguiu fazer o barco?
onde iram para seu lugar e ficaram rindo dos 2. Quem pediu ajuda?
colegas em vez de ajudá-los. 3. Que se dispôs a ajudar?
 Ao termino o coordenador deve informar que
todos venceram com exceção dos que  Ninguém é uma ilha. Nascemos para
chegaram 1º e não ajudaram os seus vivermos em comunidade, em fraternidade,
irmãos. onde somos chamados para a mutua ajuda,
pois nem sempre conseguimos fazer tudo
10 – VALORES I sozinho. Outras vezes somos convocados
para ajudar outros a construir o seu barco, a
Objetivo: reconhecer os valores e qualidades. sua vida.
 Há momentos da nossa vida que este mar
Material: Cartões com valores escritos. se mostra calmo, mas em muitos momentos
nós navegamos por entre tempestades que
Desenvolvimentos: quase nos leva à naufragar. Para não
corrermos o risco de naufragar precisamos
 Cada pessoa recebe um cartão com um equilibrar bem o peso de nosso barco, e
valor que ela possua. para isso vejamos o que pode estar pesando
 Deixar um momento para a reflexão pessoal. dentro desse barco.
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 O barco pesa do lado direito. São as Material: Uma folha em branco


influências do mundo. Ex: Ambição, drogas,
televisão, inveja, etc... Desenvolvimento:
 Vamos tirar de dentro do nosso barco tudo
isso para que ele se equilibre novamente.  Fazer a dinâmica na frente dos jovens com
(Cortar a ponta do lado direito do barco) uma folha de papel em branco.
 Navegamos mais um pouco e de repente  Movimentar na frente dos jovens a folha e
percebemos que o outro agora é que está observar:
pesado, precisamos tirar mais alguma coisa  Cada pessoa quando nasce é igual a esta
deste barco. Deste lado do barco está folha de papel. Branquinha, transparente,
pesando: Egoísmo, infidelidade, impaciência, cristalina... Temos até uma canto próprio
desamor, falta de oração, etc. (Cortar a (balançar a folha de papel e perceber o
ponta do lado esquerdo do barco) canto que sai dela), essa sintonia significa
 Percebemos agora que existe uma parte do nossa caminhada na vida, e quando inicia
barco que aponta para cima, é a nossa fé alguma atividade estaremos alegres e com
em Jesus que nós queremos ter sempre isso teremos coragem de enfrentar tudo.
dentro do nosso barco, esta nossa fé nós  Mas no decorrer do tempo, as dificuldades
vamos guardar e cuidar com carinho para aumentaram, ficamos desmotivados por
nos sustentar na nossa jornada. (Cortar a causa das fofocas, reclamações, atritos, falta
ponta de cima do barco e colocar em de oportunidade na vida, como um emprego
algum lugar visível) etc. Com isso surgem as dificuldades, os
 Vamos abrir este nosso barco e ver como descontentamentos.
ficou (Abrindo parece uma camisa)
 Está é a camisa do Cristão, somos atletas de Quais as dificuldades que os jovens enfrenta
Cristo, e como bom atleta que somos temos hoje?
que usar muito essa camisa para que nosso
time sempre vença (colocar alguma coisa  Cada dificuldade apresentada, AMASSAR a
sobre o nosso dever de ser cristão) folha de papel.
 Depois de suarmos esta camisa, nós  Depois que a folha estiver amassada,
podemos ter certeza disto (Abrir a camisa e perguntar:
mostrar a cruz sinal da certeza da nossa
Salvação) Para que serve agora está folha de papel
 Só conseguiremos esta salvação se amassada?
assumirmos a proposta de Cristo (Olhando  Reposta: para jogar no lixo.
através da cruz podemos ver nosso
próximo e entender suas necessidades) Mas Deus não nos criou para sermos jogados no
 Como vamos nos manter firmes nesta lixo?
caminhada de cristão não deixando que
nosso barco afunde. Certamente que não!
 Pegar a pontinha do barco que representa a
nossa fé e perguntar: Com o que se parece? Deus nos criou para termos vida e vida em
(Com o manto de Nossa Senhora Aparecida. abundância!
Ela caminha, também, conosco, levando os
nossos pedidos até o seu Filho).  Abrir a folha de papel e balançá-la. Perceber
 Após, abrir o manto. Aparecerá uma hóstia. que ela perdeu o canto. Assim é a nossa
Esta é o alimento de todo Cristã. vida. Quando não cuidamos bem dela, ela
 Temos que nos alimentar, e aqui está o único perde o encanto, o canto. Mas, para Deus
e verdadeiro alimento para nossa alma, que ninguém é um caso perdido. Ele sempre
nos faz fortes e perseverantes (Esta deposita esperança em nós. Mesmo a folha
pontinha do barco que guardamos - mostrar de papel amassada pode se transformar em
e perguntar o que é, resposta: eucaristia - algum produtivo.
está é a certeza que Jesus estará sempre  Pegar a folha, colocá-la no centro da mão e
dentro do nosso barco para enfrentar fechando a mão, torcendo o centro da folha,
conosco qualquer tempestade). formará uma flor.
 Essa flor será nossa motivação, nossa
Obs: Os quatro pedaços de papel que retiramos da alegria daqui pra frente dentro da catequese.
ponta do barco são os remos. Nós usamos dois
remos e os outros dois remos são de Jesus que está Comentário: É um convite para uma esperança,
sempre em toda nossa caminhada nos ajudando. para que assumamos a responsabilidade de realizar
a vida. Todos nós apenas uma parcela pessoal e
13 - FOLHA DE PAPEL social, nessa construção de uma humanidade nova?
Cheia de esperança e realizações.
Participantes: Indefinido.
14 - AS PEDRAS GRANDES E O VASO
Tempo Estimado: 10 a 15 minutos.
Objetivo: escala de valores
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 Cada subgrupo apresenta suas


Material: um baldes com pedras grandes, um balde observações.
com pedregulhos pequenos, um balde com areia, um  Plenário - comentar os pontos de discussão:
jarro com água, e um vasos.
a) Que valores são especialmente
importantes para a sua família?
Desenvolvimento: b) O que lhe chamou a atenção de tudo
o que ouviu?
 Colocar as pedras grandes dentro do vaso; c) Como se sente em relação à
 Após encher o vaso com as pedras grandes diversidade de valores do grupo?
perguntar aos demais participantes: O vaso
está cheio?  Fechamento: o facilitador ressalta para o
 Certamente eles responderão que sim. grupo que os valores que possuímos
 Pegar o balde com pedregulho pequenos e influenciam nossas atitudes, decisões e
virar dentro da balde que já está cheio com a comportamentos. Nenhum ser humano vive
s pedras grandes. Os pedregulhos se sem um núcleo de princípios interiores que
alojaram entre as pedras grandes; orientem sua interpretação do mundo, dando
 Voltar a fazer a pergunta se o vaso continua sentido e direção para sua vida.
cheio.
 Alguns ficaram hesitantes. Ficha de trabalho:
 Pegar o balde com areia e derramar dentro
do vaso, entre as pedras grandes e os  O que sua família pensa sobre:
pedregulhos. A areia preencherá o espaço  Ter bom desempenho na escola?
entre as pedras e os pedregulhos.  Participar de grupos sociais, grêmio
 Pela terceira vez fazer a pergunta: e agora, estudantil...?
está cheio?  Ter um emprego?
 Muitos responderam que sim.  Ter relações sexuais?
 Pegar um jarro com água e jogar dentro do  Ter religião?
vaso. A água saturar a areia.  Respeitar as leis?
 Perguntar aos participantes o objetivo da
dinâmica: 16 - COLCHA DE RETALHOS
 Surgiram muitas respostas.
Atividade:
Mensagem: A menos que se coloque as pedras em
primeiro lugar dentro do vaso, nunca mais as  Quantas vezes sentamos ao lado de nossos
conseguirá colocar lá dentro. As pedras grandes são avós ou mesmo de nossos pais para escutar
as coisas importantes de sua vida: seu aquelas longas histórias que compuseram a
relacionamento com Deus, sua família, seus amigos, vida e a trajetória da nossa família e,
seu crescimento pessoal e profissional. Se se portanto, a trajetória da nossa vida? Quantas
preencher a vida somente com coisas pequenas, vezes paramos para pensar na importância
como o demonstrado com os pedregulhos, com a do nosso passado, nas origens de nossa
areia e a água, as coisas realmente importantes família, e mais, de nossa comunidade? Indo
nunca terão tempo, nem espaço na nossas vidas. um pouco mais longe, quantas vezes
paramos para pensar de que forma a cultura
15 - VALORES FAMILIARES da nossa cidade e de nosso país influencia o
nosso modo de ver as coisas?
Objetivo: Identificar valores e mensagens  Pois é. Nós somos aquilo que vivemos.
transmitidos pela família. Somos um pouquinho da via de nossos pais
e avós, somos também um pouquinho da
Materiais necessários: Ficha de trabalho e lápis. vida de nossos pais e avós, da nossa, do
nosso bairro, das pessoas que estão à
Desenvolvimento: nossa volta, seja na cidade ou no país onde
vivemos.
 Grupo em círculo, sentado.  Isso é o que se chama identidade cultural. E
 Distribuir ficha de trabalho e lápis, pedindo esta é uma atividade que ajuda a buscar
que respondam individualmente às questões essa identidade - o que significa buscar a
contidas na ficha. nossa própria história, conhecemos a nós
 Dividir o grupo em cinco subgrupos. Cada mesmos e a tudo que nos rodeia. Buscar a
subgrupo fica responsável por uma das identidade cultural é “entender para
questões da ficha de trabalho. respeitar” nossos sentimentos e os daqueles
 Solicitar a cada subgrupo que discuta as com quem compartilhamos a vida.
respostas individuais à questão que lhe
coube, registrando os pontos comuns. Material:
Tempo.
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 Tecido - lona, algodão, morim cortados em Finalidade: Consiste em ouvir uma poesia e/ou
tamanho e formatos variados música para ajudar na introdução de um assunto ou
 Tinta de tecido ou tinta guache (é bom de uma vivência subjetiva.
lembrar que o chache se dissolve em água)
 Linha e agulha ou cola de tecido. Material: Letra (cópia xerográfica ou mimeografada)
de uma poesia ou canção.

Desenvolvimento:

 Escolher uma poesia ou canção sobre o


tema a ser trabalhado.
Desenvolvimento:  Dividir os participantes em grupos.
 Cada um lê em voz baixa, murmurando.
1ª Etapa - História de Vida:  Escolher a palavra que mais marcou, em
cada estrofe.
 Peça a todos os participantes para  Gritar essas palavras juntas, bem alto.
relembrarem um pouco de suas histórias Depois bem baixo, até se calar.
pessoais e das histórias de suas famílias,  Andando, procurar sua “palavra-sentimento”
pensando em suas origens, sentimentos e com outra pessoa do grupo.
momentos marcantes, em sonhos, enfim, em  Explique, sinta, expresse, toque.
tudo aquilo que cada pessoa considera  No seu grupo, responda o que você faria
representativo de sua vida. Depois disso, com esse sentimento-palavra trocada.
peça para escolherem pedaços de tecidos  O grupo deve montar uma história com os
para pintar símbolos, cores ou imagens sentimentos trocados e com a poesia
relacionadas às suas lembranças. Esse é recebida.
um momento individual, que deve levar o  Cada grupo apresenta no grupão sua
tempo necessário para que cada um se sinta história de maneira bem criativa.
à vontade ao expressar o máximo de sua  Buscar o que há de comum em todas as
história de vida. Quando todos terminarem, histórias.
proponha a composição da primeira parte da
Colha de Retalhos, que pode ser feita Comentários:
costurando ou colando os trabalhos de cada
um, sem ordem definida.  Este trabalho leva à reflexão de um
tema/assunto, abrindo um espaço para que
2ª Etapa - História da Comunidade: as pessoas falem de um assunto sob
diferentes olhares.
 Esta etapa exige muito diálogo entre os  Contribui para o desenvolvimento da
participantes, que devem construir a história expressão verbal e do trabalho coletivo.
da comunidade onde vivem. Uma boa dica é
pesquisar junto aos mais velhos. Fazendo um projeto
 O grupo escolhe alguns fatos,
acontecimentos e características da  Qualquer atividade de nossa vida pessoal,
comunidade para representá-los também em profissional, religiosa e política, para ser
pedaços de tecido pintados. Pode-se reunir consciente precisa ser preparada, planejada
as pessoas em pequenos grupos para a e pensada.
criação coletiva do trabalho. Todas as  Quem pensa sobre o que faz, faz melhor.
pinturas, depois de terminadas, deverão ser  Quem não sabe para onde vai, não chega.
costuradas ou coladas compondo um Quem não sabe onde está, não acha
barrado lateral na colcha. caminho.

3ª etapa - História da cidade, do país, da Terra O que fazer? Para resolver um problema geralmente
são necessárias várias ações, atitudes, gestos,
 A partir daqui, a idéia é dar continuidade à reuniões, estudos etc. O importante é buscar uma
colcha de retalhos, criando novos barrados, solução criativa.
de forma a complementá-la com a história de
vida da cidade, do país, do mundo e até a do Como fazer? Não basta apontar o que fazer, é
universo. Não há limites nem restrições. O necessário levantar também como será feito.
objetivo principal é estimular nos
participantes a vontade de conhecer e Quando? Já apontamos respostas para solucionar o
registrar a vida, em suas diferentes formas e problema, trata-se agora de ver a melhor época para
momentos. Desse modo, poderão se sentir realizar a mesma. Um estudo, por exemplo, pode
parte da grande teia da vida. durar um dia todo, uma tarde, podendo também
acontecer durante uma ou mais semanas.
17 - POESIA, MÚSICA, CRÔNICA
Com quem? É momento agora de pensar quem
será envolvido: os participantes que vão receber a
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proposta, quem serão os responsáveis de executar, 1. - O que aprenderam com esse exercício?
com quem fazer parceria e a divisão de tarefas. Tanto das dificuldades como dos acertos?
Motivar as pessoas para partilharem o que
Onde será feito? É hora de prever. Isso ajuda a não descobrirão;
acumular atividades para o mesmo local, ajuda ainda 2. - Concluir falando sobre o desafio de todos
a diversificar e descobrir novos espaços. buscarem as suas origens, para melhor se
conhecerem, se aceitarem e estarem
Para quê? Colocar no papel o resultado que integrados(as) uns com os(as) outros(as).
esperamos, ajuda a olhar para o problema e dizer o
que queremos solucionar/resolver. 19 - MARCAS DO QUE EU SOU
Recursos necessários: Possibilita perceber o que  Pedir para o grupo fazer uma caminhada
é necessário para realizar com sucesso o que foi pela sala e ir imaginando como é a vida em
proposto: verba, material, equipamentos... uma floresta. Como funciona a floresta. Que
tipos de vida identificamos na floresta.
18 - EU TENHO UMA  Pedir para cada um imaginar como são os
HISTÓRIA PESSOAL animais que vivem na floresta.
 Motivar para que cada um(a) vá se
Objetivo: fazer uma retomada da minha vida concentrando em apenas um animal.
pessoal percebendo as marcas, os acontecimentos Imaginando suas características, a forma
que foram significativos e que provocaram como ele vive na floresta, como reage ao
mudanças na forma de ver o mundo. ataque do predador etc.
 Pedir para que cada um pare por um
 Explicar que precisam estar à vontade, sem instante vá incorporando o jeito do animal
nenhum objetivo ou roupa que incomode os que escolheu, procurando ser fiel na sua
movimentos; forma de caracterizá-lo.
 Pedir para que todos encontrem a forma  O(a) assessor(a) deixou os participantes
mais confortável e fazer um relaxamento vivenciarem por um instante os animais
com o grupo: escolhidos. Em seguida diz que em toda
floresta tem um predador, um caçador que
Desenvolvimento: ataca ou persegue um determinado animal.
Dizer para cada um assumir seu papel.
 Criar um ambiente com música suave, com  O(a) assessor(a) motiva para a simulação
pouca luz. ainda de outras situações que acontecem na
 Orientar o grupo para se deitarem de costas floresta, como por exemplo: uma forte
no chão e ficarem com os braços rentes ao tempestade, uma grande seca, uma longa
corpo. noite, estimulando aos participantes para
 Respirar, tranqüilizar-se, relaxar todas as vivenciarem estas realidades.
partes do corpo. Não deixar nenhuma parte  Feito isso o assessor pede a cada
tensa, entrar em comunhão com o corpo. participante para escreverem em seu
 Levar o grupo a fazer uma retomada da vida caderno os seguintes passos:
da infância até a idade atual. Em cada fase  Descrever qual é a personalidade do animal
identificar as experiências mais escolhido que ele pessoalmente escolheu e
significativas, tanto alegres quanto tristes: encarnou; destacando as reações,
 A assessoria orienta o grupo para que façam comportamento (o que é bom e o que não é
um retorno ao útero materno, sentir o calor, a tão bom);
tranqüilidade que há no espaço uterino;  Pedir para fazerem uma comparação,
 Recordar a vinda ao mundo, o nascimento, tentando perceber as semelhanças da
os primeiros passos, as primeiras palavras, o personalidade do animal e com a sua
lugar onde nasceu, as pessoas e os pais, 0 personalidade.
aos 5 anos, de 5 aos 10 anos? De 10 aos  Encontra-se por grupos para partilharem as
quinze anos, dos quinze aos vinte anos, de descobertas feitas.
vinte à idade atual quais as lembranças da  No plenário final o(a) assessor(a) amplia a
história pessoal. reflexão sobre a personalidade humana
 No grupo cada pessoa constrói pontuando as diferenças, a interação nas
individualmente um símbolo que a ajude a relações e outros aspectos.
representar sua história.
 Em grupos de convivência - propor que o 20 - ESCUDO
grupo faça um contrato de respeito pelo que
o outro vai partilhar; Objetivo: ajudar as pessoas a expor planos, sonhos,
 No grupo cada participante partilha o jeitos de ser, deixando-se conhecer melhor pelo
símbolo, as marcas da história, os grupo.
sentimentos;
 Em plenário o assessor pergunta: Participantes: cerca de 20 pessoas.
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Material necessário: uma folha com o desenho do  A consciência de si mesmo constitui-se no
escudo para cada um, lápis colorido ou giz de cera ponto inicial para cada um se conscientizar
suficientes para que as pessoas possam fazer os do que lhe é próprio e das suas
desenhos. O desenho do escudo deve ser conforme características. Com este trabalho é possível
a figura. ajudar aos participantes a se perceberem,
permitindo-lhes a reflexão e a expressão dos
Desenvolvimento: O coordenador da dinâmica faz sentimentos referentes a si próprios;
uma motivação inicial (durante cerca de cinco  Em círculo, sentados;
minutos) falando sobre a riqueza da linguagem dos  Distribuir uma folha para cada um, pedindo
símbolos e dos signos na comunicação da que liste no mínimo dez características
experiência humana. “Vamos procurar coisas próprias. Dar tempo;
importantes de nossa vida através de imagens e não  Solicitar que virem a folha, dividam-na ao
apenas de coisas faladas”. Cada um vai falar de sua meio e classifiquem as características
vida, dividindo-se em quatro etapas: listadas, colocando de um lado as que
facilitam sua vida e do outro as que
dificultam. Dar tempo;
 Em subgrupos, partilhar as próprias
conclusões;
 Em plenário: - Qual o lado que pesou mais?
- O que descobriu sobre você mesmo,
realizando a atividade?

22 - MINHA BANDEIRA PESSOAL


Esta dinâmica toca num assunto vital para os
jovens. Pode ser trabalhada na escola ou nos
grupos, podendo ser adaptada à realidade
específica.

Objetivo: Possibilitar aos participantes a


identificação das suas habilidades e limitações.

 Do nascimento aos seis anos; Material necessário: Fichas de trabalho, lápis preto,
 Dos seis aos 14 anos; lápis de cor, borrachas.
 O Presente;
Desenvolvimento:
 O Futuro.
 Grupo espalhado pela sala. Sentados. Dar a
 Encaminha a reflexão pessoal, utilizando o
cada participante uma ficha de trabalho.
desenho do escudo, entregue para cada um.
Distribuir o material de desenho pela sala;
Na parte superior do escudo cada um
escreve o seu lema, ou seja, uma frase ou  Explicar ao grupo que a bandeira geralmente
palavra que expressem seu ideal de vida. representa um país e significa algo da
história desse país. Nesta atividade cada um
 Depois, em cada uma das quatro partes do
vai construir sua própria bandeira a partir de
escudo, vai colocar um desenho que
seis perguntas feitas pelo coordenador;
expresse uma vivência importante de cada
uma das etapas acima mencionadas.  Pedir que respondam a cada pergunta por
intermédio de um desenho ou de um símbolo
 Em grupo de cinco pessoas serão colocadas
na área adequada. Os que não quiserem
em comum as reflexões e os desenhos feitos
desenhar poderão escrever uma frase ou
individualmente. No fim, conversa-se sobre
algumas palavras, mas o coordenador deve
as dificuldades encontradas para se
procurar incentivar a expressão pelo
comunicarem dessa forma.
desenho;
 O coordenador faz as seguintes perguntas,
21 - EU SOU ALGUÉM indicando a área onde devem ser
respondidas:
Objetivo: Perceber os valores pessoais; perceber-se
como ser único e diferente dos demais. - Qual o seu maior sucesso individual?
- O que gostaria de mudar em você?
Participantes: Deve ser utilizada em grupos - Qual a pessoa que você mais admira?
menores, cerca de 20 participantes. - Em que atividade você se considera
muito bom?
Material necessário: Folhas de papel e lápis. - O que mais valoriza na vida?
- Quais as dificuldades ou facilidades
Desenvolvimento: para se trabalhar em grupo?
72

 Dar cerca de vinte minutos para que a - Ir a uma festa


bandeira seja confeccionada; - Sair com o(a) namorado(a)
 Quando todos tiverem terminado, dividir o - Cuidar da irmã caçula (ou irmão)
grupo em subgrupos e pedir que - Almoçar em família
compartilhem suas bandeiras. - Ir visitar parentes
 Abrir o plenário para comentar o que mais - Sair com amigos
chamou a atenção de cada um em sua - Estudar para uma prova
própria bandeira e na dos companheiros. - Ter o CD mais recente do grupo do
Contar o que descobriu sobre si mesmo e momento
sobre o grupo. - Ir ao ponto de encontro dos amigos
 No fechamento do encontro, cada - Fazer o trabalho de escola
participante diz como se sente após ter
compartilhado com o grupo sua história  Distribua as folhas de papel-ofício entre os
pessoal. participantes e peça que eles a dobrem ao
meio, de maneira que eles terão um lado
direito e outro esquerdo.
 Peça que leiam com atenção as frases
Comentários: escritas pelo facilitador.
 Em seguida, que escrevam do lado direito da
 Tomar consciência das suas habilidades e folha, em ordem de importância as atitudes
limitações propicia um conhecimento mais que fazem parte da sua maneira de agir no
aprofundado sobre si mesmo, suas cotidiano.
habilidades, facilitando as escolhas que  Assim o participante deverá colocar em
precisa fazer na vida; primeiro lugar o que para ele é o valor mais
 Feita dessa forma, a reflexão torna-se importante de todos e assim
prazerosa, evitando resistências. É um sucessivamente, até que tenha escolhido
trabalho leve e ao mesmo tempo profundo. pelo menos cinco valores.
Permite que o grupo possa entrar em  Após todos terem terminado, o facilitador
reflexões como a escolha profissional. pede que, do lado esquerdo da folha, o
participante escreva: quando eu era criança,
23 - ESCALA DE VALORES para mim as coisas mais importantes eram...
 Depois peça que ele leia as frases
Esta dinâmica toca num assunto vital para os comparando, estabelecendo a diferença
jovens. Pode ser trabalhada na escola ou nos entre a escala de valores que tem hoje e a
grupos, podendo ser adaptada à realidade que tinha quando era criança.
específica.  Em seguida o facilitador pede aos
participantes que discutam com seus
Objetivo: Colocar o adolescente em contato com colegas mais próximos sua lista de valores
seus próprios valores, levando-o a refletir sobre o atuais (lado direito da folha).
que ele considera mais importante em sua vida.  Todos os participantes devem discutir, em
pequenos grupos, sua ordenação de valores,
Tempo de duração: Aproximadamente 60 minutos. estabelecendo a comparação com a dos
Material necessário: Papelógrafo ou quadro-negro; colegas.
caneta hidrográfica ou giz; papel-ofício, canetas ou  Depois, todos devem voltar para o grupão
lápis. onde o facilitador coordenará a discussão
definindo:
Desenvolvimento:
 Escrever no papelógrafo ou no quadro- 1. - A escala de valores do grupo (através da
negro, com letras grandes (de maneira que verificação de quais valores aparecem mais
todos possam ler) algumas frases que em primeiro lugar, em segundo etc.).
expressem uma atitude diante da vida ou um 2. - A escala de valores de quando eram
valor. crianças.
 Ex.: - Para ir a uma festa, Carlos não hesitou 3. - A diferença entre uma escala e outra.
em gastar as economias que tinha para 4. - Que tipo de sociedade e vida em grupos os
comprar uma calça nova. (valor subtendido - valores apresentados tendem a construir.
a importância do Ter)
 - Stefane ofereceu-se para cuidar da irmã Comentários:
caçula para sua mãe ir ao supermercado,
mesmo tendo que adiar o encontro com o  É uma oportunidade para os adolescentes
namorado. (valor subtendido - solidariedade, se perceberem enquanto uma pessoa em
o que é mais importante para todos). mudança, com questionamentos sobre os
 Podem ser frases mais diretas e objetivas. valores que tinham em sua infância, uma vez
Com valores explícitos e não subentendidos. que, geralmente, os valores da infância
refletem o comportamento que os pais
 Estabeleça o que é mais importante:
esperavam deles;
73

 É possível que se encontre uma verdadeira  Sentir cada parte do corpo à medida que o
inversão de valores entre a infância e o facilitador as enumera. O facilitador deve
momento atual; nomear as partes do corpo, começando pela
 É importante que nestes casos o facilitador, cabeça, indo até os pés, solicitando que os
sem criticar, aponte a necessidade que o participantes façam contato com as mesmas
adolescente tem de contestação, sua busca e relaxem. Tempo.
permanente de auto-afirmação e  Identificar as partes de que mais gosta e as
diferenciação da família ou dos pais; de que menos gosta.
 É importante que seja aplicada em um grupo  Enviar uma mensagem positiva à parte do
que já tenha alguma convivência entre si e corpo de que mais gosta.
com o facilitador;  Enviar uma mensagem positiva à parte do
 O facilitador tem que ter segurança da sua corpo de que menos gosta.
capacidade de interferência no grupo caso  Lentamente, começar a movimentar-se, até
haja uma tendência de conflito entre os espreguiçar.
participantes (se sentirem pessoas vazias,  Abrir os olhos e sentar em círculo.
superficiais etc., por causa dos valores que  Plenário - compartilhar com o grupo os
descobrem ter). sentimentos vividos:
• Como cada um está se sentindo?
24 - A FAMÍLIA QUE TENHO OU A • Qual o sentimento mais forte que você
FAMÍLIA QUE GOSTARIA DE TER vivenciou durante a dinâmica?
• O que lhe chamou a atenção sobre si mesmo?
Objetivo: perceber as semelhanças e diferenças
entre a família real e a desejada. 26 - IMAGEM DO CORPO

Material necessário: papel ofício e lápis. Objetivo: Desenvolver a consciência dos jovens em
relação ao seu físico; perceber o papel dos meios de
Desenvolvimento: comunicação ao influenciar nossa auto-imagem e
como esta afeta nossa conduta; introduzir um
 Grupo em círculo, sentado. conceito mais amplo de beleza.
 Distribuir a cada participante uma folha de
papel e lápis. Material: cartolina, revistas, tesouras, cola e papel
 Solicitar que façam um traço no meio da cortado em pedaços.
folha, escrevendo de um lado “A família que
tenho” e, do outro, “A família que gostaria de Desenvolvimento:
ter”.
 Pedir que descrevam, individualmente, sua  Dividir os participantes em dois grupos
família real e a desejada, nos locais segundo o sexo: meninos e meninas (se for
correspondentes. Tempo. necessário, subdividir cada metade para que
 Formar subgrupos para discussão dos se formem equipes de cinco ou seis
seguintes pontos: pessoas).
 Pedir ao grupo das meninas que faça uma
- Que pontos em comum eu encontro entre a colagem sobre o homem ideal e ao grupo
família que tenho e a que gostaria de ter? dos meninos, sobre a mulher ideal.
- O que há de semelhante entre a família que  Cada subgrupo apresenta sua colagem aos
tenho e as dos demais componentes do demais.
subgrupo?  Plenário: discutir os seguintes pontos:
- O que há de semelhante entre a família que eu
e meus companheiros gostaríamos de ter? - Quais atributos nas mulheres atraem os
- O que é possível fazer para aproximar a família homens?
real da família ideal? - Quais atributos nos homens atraem as
- Plenário: apresentação das conclusões. mulheres?
- Que diferença entre homens e mulheres você
25 - CONVERSANDO COM MEU CORPO percebe, analisando os trabalhos apresentados?
- O que, para você, é mais importante na
escolha do parceiro?
Objetivo: Aprofundar a relação com o próprio corpo;
- Qual o papel que a imagem corporal ocupa na
fortalecer a auto-estima.
sua escolha?
- Como se forma em nós a idéia de “corpo
Material: gravador ou toca-cd.
atraente”?
Desenvolvimento:
Fechamento: o facilitador conclui o trabalho
mostrando que existe uma beleza além da física,
 Grupo espalhado pela sala, deitado. Pôr chamando a atenção para a importância desta
música suave. beleza interior estar refletida no físico, pois é ela que
 Relaxar todo o corpo no chão. Permanecer ilumina e dá cor ao ser humano.
em silêncio e de olhos fechados.
74
aquela que ele pegar será o lobo na rodada
27 - A TEMPESTADE MENTAL seguinte.

Objetivos: Gerar grande número de idéias ou 29 - SAUDAÇÕES


soluções acerca de um problema, evitando-se
críticas e avaliações, até o momento oportuno; Objetivos: Integração, sociabilização, comunicação,
processar os resultados de uma sessão de descontração.
tempestade mental.
Desenvolvimento:
Material: Papel, caneta, cartolina.
 Dois participantes saem da sala.
Desenvolvimento:  No meio do circulo do grupo colocam-se
duas cadeiras para personagens "ilustres",
 O coordenador inicia dando um exemplo mas invisíveis. (Por exemplo: um
prático: orangotango, a miss universo, o presidente
 O coordenador forma subgrupos de do país, jornalistas, cantores, artistas, etc.).
aproximadamente seis pessoas. Cada  Aqueles que saíram da sala sorteiam duas
subgrupo escolherá um secretário que filipetas com nomes de personagens.
anotará tudo;  Os participantes terão de saudar cada um
 Formados os subgrupos, o coordenador dirá dos personagens imaginários e o restante do
as regras do exercício: não haverá crítica grupo tentará adivinhar quem são.
durante todo exercício, acerca do que for  O grupo terá dois minutos para fazer a
dito; quanto mais extremada a idéia, tanto descoberta.
melhor, deseja-se o maior número de idéias.  Após o tempo esgotado, um novo grupo de
 O coordenador apresenta o problema a ser duas pessoas dará continuidade à dinâmica
resolvido. Por exemplo: um navio naufragou, seguindo o mesmo processo por meio de um
e um dos sobrevivente nadou até alcançar novo sorteio.
uma ilha deserta. Como poderá salvar-se: o
grupo terá 15 minutos para dar idéias. 30 - DINÂMICA DO CASTIGO
 Terminado, o coordenador avisa que
terminou o tempo e que a crítica é proibida. Material: Papel e caneta.
Inicia-se a avaliação das idéias e a escolha
das melhores. Desenvolvimento:
 No caso de haver mais subgrupos, o
animador pede que seja organizada uma  Distribui-se um pedaço de papel para cada
lista única das melhores idéias. pessoa.
 Forma-se o plenário. Processa-se a leitura  Diz a todos o seguinte: Somos todos irmãos
das melhores idéias, e procura-se formar não é? Portanto, ninguém aqui vai ficar
uma pirâmide cuja base serão as idéias mais chateado se receber um castigo do irmão.
válidas. Então vocês vão escolher uma pessoa, e dar
um castigo à ela.
28 - LOBO E OVELHAS  Isso será feito da seguinte forma: no papel
deverá ser escrito o nome de quem vai dar o
Objetivos: Estimular a participação nas reuniões e castigo, o castigo em si e o nome de quem
trabalhos. vai realizar o castigo.
 Após recolher todos os papéis o animador
Desenvolvimento: fala o desfecho da dinâmica:
 Acontece que o feitiço virou contra o
 O coordenador da dinâmica escolhe um feiticeiro, portanto quem deu o castigo é que
jogador e demarca uma zona neutra. vai realizá-lo.
 Depois pede para os demais participantes
fazerem um círculo ao redor do escolhido, Observação: Caso a pessoa não queira realizar o
que será o "Lobo". castigo ela receberá um castigo do grupo todo.
 As ovelhas ficam circulando o lobo e
cantando "Vamos passear no bosque Conclusão: Nesta dinâmica a mensagem que passa
enquanto o seu lobo não vem, você já está é: O que não queremos para nós, não desejamos
pronto?" para os outros.
 A cada pergunta o lobo inventa uma nova
desculpa, do tipo "não ainda estou me 31 - CARTA DE DESPEDIDA
vestindo", assim, após retardar o início do
jogo, até que, de surpresa, ele grita: "estou Objetivos: Avaliar o momento concreto que esta
pronto, e lá vou eu!..." sendo vivido pelo grupo através da verbalização das
 Todas as ovelhas devem correr para a zona emoções.
neutra para não serem pegas pelo lobo,
Material: Papel e caneta para cada um.
75
ele fosse o que está escrito em sua testa
Desenvolvimento: (pode-se dividir em subgrupos).
 Após um tempo, determinado pelo
 Cada participante escreverá numa folha uma coordenador da dinâmica, sentar-se em
carta de despedida do grupo. círculo e pedir que cada um diga se
 Nessa carta, deve comentar: descobriu o que está escrito na própria testa,
e como se sentiu sendo tratado assim.
a) o como está se sentindo em relação ao grupo,
b) o que estava sendo o mais importante, Conclusão:
c) se estava gostando ou não,
d) do que não estava gostando,  Por que julgamos as pessoas por um rótulo
e) se vai sentir saudade... por quê? que outros lhe põe?
 Por que discriminamos as pessoas pelo que
 O que mais quiser acrescentar. achamos que são?
 Depois, as cartas são lidas em voz alta, pela
própria pessoa que escreveu ou então, Sugestões:
trocando-se os leitores.
 Lidas todas as cartas, pode-se conversar  Drogado
sobre o rumo que se deve dar ao grupo para  Roqueiro
resolver o problema que se está  Crianção
enfrentando.  Presidiário
 Alcoólatra
 Mendigo
32 - SENSAÇÕES DE VIDA OU MORTE  Mauricinho / Patricinha
 Tristonho
Objetivo: Analisar a pratica e revisão de vida.  Chato
 Louco
Material: Duas velas uma nova e outra velha.  Surdo, etc.
Desenvolvimento:
34 - TESTE DOS TRÊS MINUTOS
 Grupo em círculo e ambiente escuro.
Objetivo: Refletir sobre como o desejo de competir
 Eu..., tenho apenas cinco minutos de vida.
e se sobressair leva às vezes a uma ação
Poderia ser feita em minha existência e
precipitada.
deixar de fazer...(a vela gasta, acesa, vai
passando de mão em mão).
Material: Cópias do teste e lápis ou caneta para
 Apaga-se a vela gasta e acenda a nova. todos os participantes.
Ilumina-se o ambiente.
 A vela passa de mão em mão e cada um  Entrega-se uma cópia do teste (conf. modelo
completa a frase: Eu..., tenho a vida inteira abaixo) para cada participante.
pela frente e o que eu posso fazer e desejo
 O teste deve ser feito com muita rapidez.
é...
 Os três primeiros que terminarem receberão
 Analisar a dinâmica e os sentimentos.
um prêmio.
 Quem falar, será multado.
Iluminação Bíblica: Mt 6,19-24 e Salmos 1
Teste dos três minutos:
33 - RÓTULOS
a. Leia atentamente todos os tens antes de
Objetivo: Como devo tratar o próximo. fazer qualquer coisa.
b. Ponha seu nome no canto superior direito da
Material: Etiquetas para todos os participantes. folha.
c. Faça um círculo em volta da palavra nome'
Desenvolvimento: do tem 2.
d. Desenhe cinco pequenos quadrados no
 Escrever em cada etiqueta um rótulo que a canto superior esquerdo do papel.
sociedade pode colocar nas pessoas. Ex.: e. Ponha um "x' dentro de cada quadrado.
Nerd f. Faça um círculo em volta de cada quadrado.
 A seguir, as etiquetas são coladas na testa g. Ponha sua assinatura sobre o título dessa
de cada participante, de modo que ele não página.
veja o que está escrito na sua etiqueta, mas h. Logo em seguida ao título, escreva sim , sim,
veja o que está escrito nas etiquetas dos sim.
outros. i. Faça um círculo em volta do número do tem
 Pede-se então que os participantes 7.
conversem entre si tratando o outro como se j. Ponha um "X" no canto inferior esquerdo da
página.
76
k. Desenho um triângulo em volta do "X" que vôos muito altos, por lugares muito bonitos,
você acabou de desenhar. que está trazendo uma surpresa para os
l. No verso desta página, multiplique 13 por integrantes do grupo.
12.  O relato deve começar por lugares distantes,
m. Faça três buraquinhos no topo deste papel com uma descrição detalhada da beleza
com o seu lápis ou caneta. destes lugares e de como eles fazem parte
n. Sublinhe todos os números pares desta do plano de Deus.
página.  Aos poucos o pássaro azul deve se
o. Se você chegou neste ponto do teste, dê um aproximar do local da reunião, sempre se
tapinha nas costas do colega ao lado. destacando a perfeição e a beleza de todos
p. Se você acha que conseguiu fazer tudo certo os lugares.
até aqui, levante o braço, conte até 3  Por fim, o pássaro chega no local da reunião
mentalmente, abaixe o braço e prossiga. com uma surpresa para cada integrante.
q. Com sua caneta ou lápis, dê três batidas  Estes podem então abrir os olhos e cada um
fortes na mesa. verá a sua frente um Kinder ovo.
r. Se você é o primeiro que chegou até aqui,  O relato deve ser bem trabalhado e dar
diga alto para todos ouvirem: "Estou na tempo para que todos os ovos sejam
frente! Vocês precisam trabalhar mais devidamente colocados próximo aos
rápido!' integrantes. Para isso, o coordenador deve
s. Faça um quadrado em volta do número do se locomover durante o relato.
item anterior.  Para garantir os resultados da dinâmica, os
t. Agora que você terminou de ler todos os ovos não podem ser vistos pelos integrantes
tens cuidadosamente, Faça somente o que antes do final do relato.
está no tem 2 Esqueça as outras instruções.
 Após abrirem os olhos, os integrantes devem
u. Quando todos tiverem respondido o teste,
abrir seus ovos e montar sua surpresa
faz-se urna avaliação.
trazida pelo pássaro azul.
 Então devem ser colocados os seguintes
35 - CARTA A SI PRÓPRIO questionamentos ao grupo:
Objetivo: Levantamento de expectativas individuais, a. O que você esperava que fosse trazido
compromisso consigo próprio, percepção de si, auto- pelo pássaro azul para você?
conhecimento, sensibilização, reflexão, auto- b. De que forma você pensa que está
motivação, absorção teórica. inserido no plano de Deus?
c. O que te espera no futuro?
Material: Envelope, papel e caneta. d. O que VOCÊ está construindo na sua vida,
que é um todo indivisível?
Desenvolvimento:
37 - DINÂMICA DA PORTA
 Individualmente, cada integrante escreve
uma carta a si próprio, como se estivesse
Objetivos: Aprofundar os laços de amizade entre os
escrevendo a seu(sua) melhor amigo(a).
integrantes do grupo.
 Dentre os assuntos, abordar: como se sente
no momento, o que espera do grupo, como Desenvolvimento:
espera estar pessoal e profissionalmente
daqui a 30 dias.
 O grupo deve estar disposto na forma de um
 Destinar o envelope a si próprio (nome e círculo onde todos estejam abraçados.
endereço completo para remessa).
 Convida-se um integrante, de preferência o
 O facilitador recolhe os envelopes coordenador, para que se retire do círculo e
endereçados, cola-os perante o grupo e, escolha uma porta para entrar (um espaço
após 45 dias aproximadamente, remete ao entre dois integrantes no círculo).
integrante (via correio).
 O integrante deve explicar o motivo pelo qual
os escolheu e o motivo pelo qual está no
36 - KINDER OVO grupo.
 A pessoa a esquerda na porta escolhida
Objetivos: Mostrar a importância de ter valores e deve se retirar do círculo e continuar o
planos para a nossa vida, que é única. processo até que todos tenham participado.
Material: Ovos de chocolate da marca Kinder na
38 - EXERCÍCIO DE BOMBARDEIO
mesma quantidade do número de integrantes.
INTENSO
Desenvolvimento:
Objetivos: Expressar sentimentos positivos, de
 O coordenador deve pedir que os carinho e afeto com uma pessoa.
integrantes fechem os olhos.
 Em seguida deve começar a contar a estória Desenvolvimento:
de um pássaro azul muito belo e capaz de
77

 O coordenador inicia, explicando ao grupo passagem acima, como "coração


como a afeição se baseia na formação de compassivo, longanimidade, humildade" etc.
ligações emocionais. b. Faça perguntas do tipo: "O que falta em
 É geralmente a última fase a emergir na você para que as pessoas confiem mais no
evolução do relacionamento humano, após a seu auxílio?"
inclusão e o controle. Na inclusão, as c. "Qual a maior ajuda que você pode prestar
pessoas têm de encontrar-se umas com as neste momento de sua vida para as pessoas
outras e decidir se continuam seu e para o grupo?".
relacionamento. Os problemas de controle d. Precisamos, sem dúvida alguma, uns dos
exigem que as pessoas se confrontem umas outros. Para que a mutualidade possa
com as outras e descubram como desejam ocorrer de forma dinâmica e eficaz, é preciso
relacionar-se. desenvolver características de caráter que
 Para prosseguir a relação, cumpre que se nos capacitem a desempenhar nosso papel
formem ligações afetivas, e elas têm então dentro do Corpo de Cristo.
de abraçar-se, a fim de que se crie um
vínculo duradouro. 40 - LUZ VERSUS MEDO
 Feita a explicação o coordenador pede aos
participantes que digam à uma pessoa todos Material: Uma vela para cada participante, fósforo
os sentimentos positivos que têm por ela. ou isqueiro e 2 balões.
 A pessoa apenas ouve, podendo
permanecer no círculo ou sair dele e ficar de Desenvolvimento:
costas para o grupo.
 O impacto é mais forte quando cada um se  Encha os dois balões e deixe escondidos.
coloca diante da pessoa, toca-a, olha nos  Você vai precisar de um ajudante para
olhos e lhe fala diretamente, que é uma estourá-los no momento combinado, sem
outra maneira de realizar a dinâmica. que os outros saibam.
 A sala precisa estar completamente escura.
39 - DEPENDÊNCIA MÚTUA OU MORTE  Conduza os participantes a fazerem silêncio
e diminuírem a agitação. Quando a sala
Objetivos: Mostrar o quanto dependemos uns dos estiver quieta, o ajudante estoura o balão.
outros e o quanto podemos contribuir para o  Acenda uma vela, mostre a causa do
crescimento do nosso irmão. barulho e pergunte quem se assustou e
porque.
Desenvolvimento:  Direcione a conversa para o valor da luz,
pois quando estamos nas trevas até mesmo
 Podemos começar a reunião formando uma coisa simples como um balão
duplas. estourando nos assusta.
 Um dos componentes da dupla fecha os  Compare com Jesus ser a luz da nossa vida.
olhos e passa a andar guiado pelo outro  Chame a atenção dos participantes para a
durante dois minutos. iluminação; quem está em destaque, quem
 Não é permitido abrir os olhos e nem tocar está no escuro, se todos podem ver uns aos
no companheiro, tão somente o som da outros bem.
voz .do outro o guiará.  Converse se no mundo é assim; como as
 Logo em seguida trocam-se os papéis e o pessoas vêem a presença de cada um dos
que antes era o guia, passa ser o guiado. participantes; como o falar sobre Jesus e a
 Depois de terminada esta dinâmica, todos se salvação é como ter uma vela acessa.
reúnem para um momento de compartilhar,  Comece a falar sobre a importância de haver
onde são respondidas várias perguntas: mais luzes acesas (Jesus).
 Dê a cada um uma vela e a acenda com a
a) O que você sentiu durante o tempo em sua; fale de como espalhar o evangelho.
que estava sendo guiado pelo outro?  Assim que a sala estiver toda iluminada,
b) Aconteceu de sentir-se tentado a abrir estoure o outro balão.
os olhos?  Converse sobre a diferença no susto - maior
c) Teve total confiança em seu líder? ou menor que quando estava escuro, e o
d) Pensou em se vingar do outro quando quanto a luz de Jesus nos afasta e nos ajuda
chegasse sua vez de ser o guia? a lidar com medo e sustos da vida.
e) Sentiu-se tentado a fazer alguma
brincadeira com o "ceguinho"? 41 - OBJETIVOS INDIVIDUAIS x
Iluminação Bíblica: (Cl. 3, 12-17).:
OBJETIVOS DO GRUPO

Conclusão: Material: Lápis e papel para os integrantes.

a. Procure esclarecer juntamente com o grupo Desenvolvimento:


a definição dos termos que se encontram na
78

 O coordenador pede aos integrantes que que apareceu um velho e disse que seu
pensem nas atividades que gostariam de coração era o mais bonito pois nele havia.
fazer nos próximos dias ou semanas Houve vários comentários do tipo: "Como
(viagens, ir bem numa prova, atividades seu coração é o mais bonito, com tantas
profissionais, familiares, religiosas, etc.). marcas?" O bom velhinho, então explicou
 Então, cada integrante deve iniciar um que por isso mesmo seu coração era lindo.
desenho que represente o seu desejo na Aquelas marcas representavam sua
folha de ofício. vivência, as pessoas que ele amou e que o
 Após apenas trinta segundos o coordenador amaram. Finalmente todos concordaram, o
pede para que todos parem e passem a coração do moço, apesar de lisinho, não
folha para o vizinho da direita, e assim tinha a experiência do velho." Após contar o
sucessivamente a cada trinta segundos até texto distribuir um recorte de coração
que as folhas voltem à origem. (chamex dobrado ao meio e cortado em
 Então cada integrante descreve o que forma de coração), revistas, cola e tesoura.
gostaria de ter desenhado e o que realmente  Os participantes deverão procurar figuras
foi desenhado. que poderiam estar dentro do coração de
cada um. Fazer a colagem e apresentar ao
Conclusão: grupo. Depois cada um vai receber um
coração menor e será instruído que dentro
a. Importância de conhecermos bem nossos dele deverá escrever o que quer para o seu
objetivos individuais e coletivos; coração. Ou o que quer que seu coração
b. Importância de sabermos expressar ao grupo esteja cheio.. O meu coração está cheio de...
nossos desejos e nossas dificuldades em No final o instrutor deverá conduzir o grupo a
alcançá-los; trocar os corações, entregar o seu coração a
c. O interesse em sabermos quais os objetivos outro. Fazer a troca de cartões com uma
de cada participante do grupo e de que música apropriada, tipo: Coração de
maneira podemos ajudá-los; Estudante, Canção da América ou outra.
d. A importância do trabalho em grupo para a
resolução de problemas, etc.. 44 - CONVIVENDO COM MÁSCARAS

42 - CONFIANÇA Objetivo: Proporcionar o exercício da auto e


heteropercepção.
Objetivos: Dinâmica com o objetivo de ver se o
grupo todo confia nos seus integrantes. Material: Cartolina colorida, tintas, colas, tesouras,
papéis diversos e coloridos, palitos de churrasco, CD
Desenvolvimento: com a música quem é você (Chico Buarque)

 Cada dois ou três reúnem-se e um dos três Desenvolvimento:


deve estar com os olhos vendados.
 Os outros dois vão guiá-lo por um circuito 1. Com a música de fundo cada participante é
criado pelo grupo onde devem haver convidado a construir uma máscara com os
"obstáculos". materiais disponíveis na sala, que fale dele
 Os que estão com os olhos vendados devem no momento atual.
confiar cegamente nos que estão os 2. A partir da sua máscara confeccionada,
guiando. afixá-la no palito de churrasco para que cada
 Depois mudam-se os trios ou duplas, muda- um se apresente falando de si através da
se um pouco o circuito, e repete-se o mascara.
exercício com aqueles que não tiveram seus 3. Organizar em subgrupos para que cada
olhos vendados ainda. participante escolha: A máscara com que
 Depois, em uma conversa aberta, vê-se mais se identifica; A máscara com que não
quem foram as pessoas que confiaram, ou se identifica; A máscara que gostaria de
não, em suas duplas! usar.
4. Após concluir a atividade em subgrupo,
43 - DO AMOR todos deverão colocar suas máscaras e
fazer um mini-teatro improvisado.
5. Formar um círculo para que cada
Objetivo: Moral: Devemos desejar aos outros o que
participante escolha um dos integrantes do
queremos para nós mesmos.
grupo para lhe dizer o que vê atrás de sua
máscara...
Desenvolvimento:
6. Abrir para discussões no grupo.
7. Fechamento da vivência.
 Para início de ano Ler o texto ou contar a
história do "Coração partido" - Certo homem  Esta dinâmica foi baseada na teoria de
estava para ganhar o concurso do coração Vygotsky, visando o processo criativo,
mais bonito. Seu coração era lindo, sem através da representação, para a formação
nenhuma ruga, sem nenhum estrago. Até da subjetividade e intersubjetividade do
79
indivíduo. Aplicada ao público a partir de 9 assim sucessivamente, até o término da
anos música.
 O mais importante da dinâmica é a
45 - AUXÍLIO MÚTUO abordagem posterior.
 Exemplo:
Objetivo: Para reflexão da importância do próximo  A idéia inicial que vocês tiveram foi
em nossa vida concluída?
 Vocês estão felizes com o que estão vendo?
Material: Pirulito para cada participante.  João, qual desses quadros você levaria para
casa? Por quê?
Desenvolvimento:  Maria, as casas que você conhece são todas
assim? Como são?
 Todos em círculo, de pé. É dado um pirulito  Teresa, as formas geométricas estão
para cada participante, e os seguintes presentes nesses quadros? Quais?
comandos: todos devem segurar o pirulito  Mateus, onde há mais a cor azul? Retire os
com a mão direita, com o braço estendido. canudos e conte-os para verificar.
Não pode ser dobrado, apenas levado para  Lucas, escolha um quadro e comece uma
a direita ou esquerda, mas sem dobrá-lo. A história.
mão esquerda fica livre.  Roberta, continue...
 Primeiro solicita-se que desembrulhem o  E assim , a professora vai explorando,
pirulito, já na posição correta (braço interligando as áreas de conhecimento até
estendido, segurando o pirulito e de pé, em chegar no ou nos objetivos pretendidos.
círculo). Para isso, pode-se utilizar a mão
esquerda. Exemplo:
 O mediador da dinâmica, recolhe os papéis
e em seguida, dá a seguinte orientação: sem  Produção de texto / Escrita das palavras
sair do lugar em que estão, todos devem nomeando os objetos que surgiram nas
chupar o pirulito! Aguardar até que alguém construções / Trabalhar evolução da moradia
tenha a iniciativa de imaginar como executar / Somar ou diminuir os canudos de um
esta tarefa, que só há uma: oferecer o círculo e outro, etc.
pirulito para a pessoa ao lado!!! Assim,  Professora dá a temática para as
automaticamente, os demais irão oferecer e construções:
todos poderão chupar o pirulito.  Figura Humana
 Encerra-se a dinâmica, cada um pode sentar  Triângulo
e continuar chupando, se quiser, o pirulito  Uma palavra com D
que lhe foi oferecido. Abre-se a discussão  Uma equipe conta para outra equipe resolver
que tem como fundamento maior dar  Um símbolo para a PAZ, etc.
abertura sobre a reflexão de quanto
precisamos do outro para chegar a algum
47 - O QUE GOSTO E NÃO
objetivo e de é ajudando ao outro que
seremos ajudados. GOSTO EM VOCÊ
Tema: pontos positivos e negativos do casamento.
46 - CANUDINHOS
Tempo: 20 minutos
Objetivo: Dinâmica oportuna para explorar
"sentimentos e valores". Participantes: adultos; mínimo 4 casais.
Desenvolvimento: Material: papel e lápis.

 A professora divide a turma em equipes e Desenvolvimento:


desenha no chão um círculo para cada
equipe. No centro de cada círculo, coloca-se  Antes de começar converse sobre sigilo e
canudinhos de refrigerante de vários fofocas; peça aos integrantes que lembrem
tamanhos. que assuntos discutidos no grupo não
 As equipes se posicionam em volta e ao devem ser comentados fora da reunião. Para
iniciar da música andam. A única regra do esta dinâmica é preciso um certo grau de
jogo é não falar. Na primeira palma da confiança entre os participantes do grupo.
professora, as crianças abaixam e começam  Pegue a folha e divida ao meio (deitada). Do
a construir o que vier à cabeça. Na segunda lado esquerdo escreva: O que eu mais gosto
palma, as crianças levantam e trocam de nele(a). Do lado direito escreva: O que eu
círculo - vão para o círculo do lado e andam não gosto nele(a).
observando o construído nesse novo círculo.  Peça aos casais que se separem para
Na palma, abaixam e continuam construindo, poderem escrever. Dê uns 10 a 15 minutos
na palma voltam ao círculo de origem e para finalizarem a tarefa. Peça que sejam o
mais honestos possível, assegurando que
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não será revelado a identidade das pessoas.  Após estes 2 momentos, informe a ambos os
Peça que devolvam os papéis. grupos que na próxima reunião a atividade
 Faça a leitura dos pontos positivos e dos será concluída.
pontos negativos, sem revelar nomes. (leia
quantos puder, de acordo com o tempo DIA 2:
disponível). Procure misturar os comentários 
de diversos papéis para garantir o No próximo encontro, pergunte as pessoas
anonimato. se lembram do seu "amigo Julio". É
 A reação dos casais é de riso e de surpreendente como as pessoas lembrarão
constrangimento. em primeiro lugar os defeitos.
 Os elogios causam um bem-estar muito  Deixe que os participantes tirem suas
grande e os defeitos que são revelados próprias conclusões ou faça a leitura do
produzem o início de uma mudança na texto sugerido acima e estimule a discussão.
relação do casal.
 Você também pode pedir que pessoas se
reúnam em pequenos grupos e discutam
soluções para alguns dos problemas
levantados, e os apresentem aos demais.
Pode ser utilizado o texto de Efésios 4:22-
32. Você também pode encerrar com cada
pessoa fazendo um cartão de agradecimento
e elogios para entregar a seu cônjuge, ou
fazer uma oração conjunta de
agradecimento pelas coisas boas.

48 - PECADOS DA LÍNGUA
Tempo: 5min (dia 1) + 20min (dia 2).

Material: nenhum.

Desenvolvimento:

 Esta dinâmica é sobre o poder da língua -


leia Tiago 3. E tem como objetivo que as
pessoas reflitam mais antes de fazer
comentários sobre outros. Em todo ser
humano existe a tendência de guardar na
memória mais facilmente defeitos do que
qualidades das pessoas. Uma fofoca ou um
comentário maldoso ou impensado podem
destruir a imagem e/ou a vida de alguém.

DIA 1:
 O coordenador divide a turma em dois
grupos. O grupo 1 sai da sala e o
coordenador fala, ao grupo 2, sobre um
personagem fictício:
 Eu tenho um amigo que se chama Júlio. Ele
é um fofoqueiro, impulsivo, mentiroso,
teimoso, ordeiro, honesto e competente.
 Depois fala ao grupo 2, sem que o grupo 1
ouça, só que inverte a ordem das qualidades
e defeitos:
 Eu tenho um amigo que se chama Júlio. Ele
é muito competente, honesto, ordeiro,
teimoso, mentiroso, impulsivo e fofoqueiro.