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NTC 810102

Caixas de Passagem e Tampa de Canaleta

Sumário
1. OBJETIVO ...................................................................................................................... 2

2. NORMAS E/OU DOCUMENTOS COMPLEMENTARES ................................................ 2

3. CAMPO DE APLICAÇÃO ............................................................................................... 2

4. CONDIÇÕES GERAIS .................................................................................................... 2

5. CAIXAS DE PASSAGEM................................................................................................ 7
5.1 CAIXAS DE PASSAGEM EG ......................................................................................... 7
5.2 CAIXA DE PASSAGEM TIPO "EG" Ø 150 CM / H = 150 CM . ........................................... 9
5.3 CAIXA TIPO DELTA 234CM (SENDO 8 FACES DE 130,8CM). ............................................... 10
5.4 CAIXA DE PASSAGEM TIPO RA 2,24X1,60M. ..................................................................... 14
5.5 CAIXA TIPO XA (OITAVADA). ............................................................................................ 19
5.6 BASE PARA TRANSFORMADOR PEDESTAL. ........................................................................ 23
5.7 CÂMARA SUBTERRÂNEA PARA TRANSFORMADOR PADRÃO RETICULADO. ............................ 27

6. TAMPA DE CANALETA ............................................................................................... 32

7. ENSAIOS ...................................................................................................................... 33
7.1 CLASSIFICAÇÃO DOS ENSAIOS ......................................................................................... 33
7.1.1 ENSAIOS DE TIPO......................................................................................................... 33
7.1.2 ENSAIOS DE RECEBIMENTO .......................................................................................... 33
7.1.3 ENSAIOS COMPLEMENTARES DE RECEBIMENTO .............................................................. 33
7.2 EXECUÇÃO DOS ENSAIOS ................................................................................................ 33
7.2.1 INSPEÇÃO GERAL ........................................................................................................ 34
7.2.2 ENSAIO DE ABSORÇÃO DE ÁGUA ................................................................................... 34
7.2.3 ENSAIO DE RECONSTITUIÇÃO DE TRAÇO DO CONCRETO ................................................ 34
7.2.4 ENSAIO DE RESISTÊNCIA MECÂNICA À COMPRESSÃO ..................................................... 34
7.2.5 ARMAÇÃO DE FERRO ................................................................................................... 34

8. INSPEÇÃO, ACEITAÇÃO E REJEIÇÃO ..................................................................... 34


8.1 GENERALIDADES............................................................................................................. 35
8.2 ACEITAÇÃO E REJEIÇÃO .................................................................................................. 35

9. GARANTIA.................................................................................................................... 36

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1. OBJETIVO
O objetivo da presente NTC (Norma Técnica da COPEL), é estabelecer a padronização
das estruturas de caixas de passagem em concreto armado pré-moldado para aplicação
em rede subterrâneas de distribuição, visando assegurar condições técnicas e qualidade
adequadas as instalações, facilitando a construção, operação e manutenção da rede de
distribuição de energia elétrica.

2. NORMAS E/OU DOCUMENTOS COMPLEMENTARES


Para fins de padronização, foram adotadas as normas e especificações abaixo
relacionadas, bem como as normas nelas citadas:

NBR 6118 – Projeto de Estruturas de Concreto;


NBR 7480 – Aço Destinado a Armaduras para Estruturas de Concreto Armado;
NBR 9062 – Projeto e Execução de Estruturas de Concreto Pré-Moldado;
NBR 12655 – Concreto – Preparo, Controle e Recebimento;
NBR 14931 – Execução de Estruturas de Concreto.
NTC 810083 – Tampão de Ferro Fundido Nodular para Caixas de Passagem e Câmaras
Subterrâneas.
MIT 163803 - Projeto e Construção de Rede Primária Subterrânea de 15kV.
MIT 163808 - Atividades de Rede de Distribuição Subterrânea.

As siglas acima referem-se a:

ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas.


NBR - Norma Brasileira Registrada.
NTC - Norma Técnica COPEL.
MIT - Manual de Instrução Técnica COPEL

3. CAMPO DE APLICAÇÃO
A presente NTC aplica-se a estruturas de redes subterrâneas de distribuição da COPEL,
nas tensões de 13,8kV e de 34,5 KV, utilizadas na passagem de cabos subterrâneos
isolados oriundos das subestações e consumidores. Podem também serem utilizadas as
estruturas para as transições entre a rede aérea e a subterrânea, em situações que
existam travessias subterrâneas sob passarelas, viadutos e similares.

4. CONDIÇÕES GERAIS
As caixas de passagem deverão ser projetadas com impermeabilização externa para
evitar a infiltração de água. No concreto deve-se utilizar o cimento CP V – ARI – RS,
para ambientes agressivos. A caixa deverá ser entregue pintada externamente com
pintura betuminoza. Poderá ser utilizado outro cimento ou aditivos, desde que apresente
relatório técnico demonstrando a superioridade do material descrito.

As caixas deverão cumprir os seguintes requisitos:

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Tabela 1 - Classe de agressividade ambiental conforme ABNT NBR 12655:2015

Classe de Classificação Risco de


agressividade Agressividade geral do tipo deterioração da
ambiental de ambiente estrutura
Rural
I Fraca Insignificante
Submersa
II Moderada Urbana Pequeno
Marinha
III Forte Grande
Industrial
IV Muito forte Respingo de Elevado
maré

Tabela 1 - Teores de absorção de água para postes de concreto armado NBR 8451

Classe de agressividade Resultado dos corpos de prova que compõem a amostra b


ambiental
Média Individual (cada corpo de prova)
(CAA) a
% %
II ≤ 5,5 ≤ 7,0
III ≤ 5,0 ≤ 6,5
IV ≤ 4,0 ≤ 5,5
a A classe de agressividade ambiental I (ABNT NBR 6118) não se aplica a postes de concreto.

b Para postes de concreto protendido, o índice de absorção deve ser reduzido em 0,5 % sobre os
valores da Tabela 1.

Para os teores de absorção de água as caixas de passagem devem cumprir o


estabelecido na Classe IV, menor ou igual a 4% e o corpo de prova 5,5%.

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Tabela 2 – Correspondência entre classe de agressividade e qualidade do concreto

Concreto Tipo
Classe de agressividade
I II III IV
Relação água/cimento em CA ≤0,65 ≤0,60 ≤0,55 ≤0,45
massa CP ≤0,60 ≤0,55 ≤0,50 ≤0,45
Classe de concreto CA ≥C20 ≥C25 ≥C30 ≥C40
(ABNT NBR 8953) CP ≥C25 ≥C30 ≥C35 ≥C40
Consumo de cimento CA e ≥260 ≥280 ≥320 ≥360
Portland por metro cúbico CP
De concreto kg/m3
CA – Componentes e elementos estruturais de concreto armado
CP – Componentes e elementos estruturais de concreto protendido

Utilizar a classe de agressividade III.

Para condições especiais de exposição devem ser atendidos os requisitos mínimos de


durabilidade expressos na Tabela 3 para a máxima relação água/cimento e a mínima
resistência característica.

Tabela 3 – Requisitos para o concreto, em condições especiais de exposição

Máxima relação
Água/cimento, Mínimo valor de fck (para
Condições de Exposição Em massa, para concreto com agregado
Concreto com Normal ou leve) MPa
Agregado normal
Condições em que é
necessário um concreto de
baixa permeabilidade à 0,50 35 – ver projeto
água, por exemplo, em
caixas d´água

Utilizar máxima relação água/cimento em massa, para concreto de 0,50 e o valor de fck
conforme projeto.

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Tabela 4 – Requisitos para concreto exposição a soluções contendo sulfatos

Condições Sulfato solúvel Sulfato Máxima relação Mínimo fck


De exposição Em água (SO4) Solúvel (SO4) água/cimento, em (para concreto
Em função da Presente no Presente na massa para com
Agressividade Solo Água concreto agregado Agregado
normala normal ou leve)
MPa
Moderada 0,10 a 0,20 150 a 1 500 0,50 35 – ver
projeto
a
Baixa relação água/cimento ou elevada resistência por ser necessárias para a obtenção de baixa
permeabilidade do concreto ou proteção contra a corrosão da armadura ou proteção a processos de
congelamento e degelo;
b
A água do mar é considera efeito do ataque de sulfatos como condição de agressividade moderada,
embora o seu conteúdo de SO4 seja acima de 1500 ppm, devido ao fato de que a otringita e solubilizada
na presença de cloretos
c
Para condições severas de agressividade devem ser obrigatoriamente usados cimentos resistentes a
sulfatos.

4.1 Requisitos básicos para o concreto (NBR 12655)

4.1.1 Generalidades
A composição do concreto e a escolha dos materiais componentes deve satisfazer as
exigências estabelecidas na NBR 12655, para concreto fresco e endurecido, observando:
consistência, massa específica, resistência, durabilidade, proteção das barras de aço
quanto à corrosão e o sistema construtivo escolhido para a obra.
O concreto deve ser dosado a fim de minimizar a sua segregação no estado fresco,
levando-se em consideração as operações de mistura, transporte, lançamento e
adensamento.

4.1.2 Cimento Portland


O cimento Portland deve cumprir, conforme seu tipo e classe, com os requisitos
constantes das ABNT NBR 5732, ABNT NBR 5733, ABNT NBR 5735, ABNT NBR 5736,
ABNT NBR 5737, ABNT NBR 11578, ABNT NBR 12989 ou ABNT NBR 13116.
O tipo de cimento deve ser especificado levando-se em consideração detalhes
arquitetônicos e executivos, a aplicação do concreto, o calor de hidratação do cimento, as
condições de cura as dimensões da estrutura e as condições de exposição naturais ou
peculiares de trabalho da estrutura.

4.1.3 Agregados

4.1.3.1 Especificação
Todos os agregados usados em concreto de cimento Portland devem cumprir com os
requisitos estabelecidos na ABTN NBR 7211.

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4.1.3.2 Agregados recuperados


Agregados de concreto fresco recuperados por lavagem podem ser usados como
agregado para concreto se forem do mesmo tipo que o agregado primário desse mesmo
concreto.
Agregados recuperados não subdivididos quanto a sua granulometria não pode ser
adicionados em quantidade maiores do que 5% do total de agregados no concreto.
Quantidade superiores a 5% podem ser adicionadas somente se o agregado recuperado
for classificado e separado nas diferentes frações e se atender os requisitos da ABNT
NBR 7211.

4.1.3.3 Reatividade dos álcalis


Devem ser obedecidos os requisitos da ABNT NBR 15577-1

4.1.4 Água
A água utilizada na preparação do concreto deve atender os requisitos da ABNT NBR
15900-1. Seguir a quantidade especificada nas tabelas a seguir.

4.1.5 Aditivos
Os aditivos utilizados em concreto de cimento Portland deve cumprir com os requisitos
estabelecidos na ABNT NBR 11768.
A quantidade total de aditivos, quando utilizados, não podem exceder a dosagem máxima
recomendada pelo fabricante. A influência da elevada dosagem de aditivos no
desempenho e na durabilidade do concreto deve ser considerada.
Para o uso de aditivos em quantidades menores do que 2g/kg de cimento, exige-se que
este seja disperso em parte de água de amassamento.
Se o total líquido contido no aditivo exceder 3 dm3/m3 de concreto, seu conteúdo de água
deve ser considerado no cálculo da relação água/cimento.
Quando usarem simultaneamente dois ou mais aditivos, a compatibilidade entre eles
devem ser verificada em ensaios prévios em laboratório.

4.1.6 Sílica ativa


Quando utilizada no preparo do concreto, a sílica ativa deve atender aos requisitos da
ABNT NBR 13956-1.

4.1.7 Metacaulim
Quando utilizado no preparo do concreto, o metacaulim deve atender aos requisitos da
ABNT NBR 15894-1

4.1.8 Outros materiais pozolânicos


Podem ser utilizados outros materiais pozolânicos, desde que atendam aos requisitos da
ABNT NBR 12653.

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5. Caixas de Passagem
Caixas de concreto ou alvenaria equipado com tampa de ferro conforme NTC 810083,
instalada ao longo da rede subterrânea para a instalação dos condutores e equipamentos.
Quando do dimensionamento do tamanho das caixas de passagem, devem ser
observadas as Normas Regulamentadoras NR 10, NR 17, NR 33, NBR 14039 e NBR
9511.

5.1 CAIXAS DE PASSAGEM EG


Dimensões 60x60cmx70cm espessura de paredes 20cm, com fundo e laje. O concreto
empregado devera ter resistência característica a compressão mínima (fck) de 20 MPa.
As propriedades do concreto deverão obedecer as especificações da ABNT e ABCP
(Associação Brasileira de Cimento Portland). São caixas destinadas à passagem de
cabos do ramal de ligação (BT) de uma única instalação (unidade consumidora) e sem
emendas de derivação ou conexão.

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Referência do projeto COPEL no. 00000-45317-0104

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5.2 CAIXA DE PASSAGEM TIPO "EG" (COM MANILHA PRÉ-MOLDADA) MEDIDAS


INTERNAS: Ø 150 cm / h = 150 cm – Para dimensionamento utilizar tabela 2, Utilizar
referência o projeto No. 00000-45317-0099, opção B.

Referência do projeto COPEL no. 00000-45317-0099, opção B

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5.3 Caixa tipo DELTA 234cm (sendo 8 faces de 130,8cm) parede de 12cm e altura de
210cm, com fundo e laje. O concreto empregado devera ter resistência característica a
compressão mínima (fck) de 30 MPa. As propriedades do concreto deverão obedecer as
especificações da ABNT. Caixa de passagem e derivação.

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CONCRETO fck= 30 MPa (300kgf/cm2)


AÇO C.A. 50
Referência do projeto COPEL no 00000-45317-0002

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5.4 Caixa de passagem tipo RA 2,24x1,60m parede de 12 cm altura de 2,10m, com


fundo e laje. O concreto empregado devera ter resistência característica a compressão
mínima (fck) de 30 MPa. As propriedades do concreto deverão obedecer as
especificações da ABNT e ABCP (Associação Brasileira de Cimento Portland).

FORMAS DA CAIXA

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CONCRETO fck= 30 MPa (300kgf/cm2)


Aço C.A. 50

Referência do projeto COPEL no 00000-45317-0001

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5.5 Caixa tipo XA (oitavada) caixa de passagem e derivação – 336 cm (sendo 8 faces de
136 cm), parede de 15 cm e altura de 210 cm. O concreto empregado devera ter
resistência característica a compressão mínima (fck) de 30 MPa. As propriedades do
concreto deverão obedecer as especificações da ABNT e ABCP (Associação Brasileira de
Cimento Portland).

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A CAIXA DEVERÁ SER PRÉ-MOLDADA EM DUAS PARTES (CAIXA E TAMPA


Referência do projeto COPEL no. 00000-45317-0069

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5.6 Base para Transformador Pedestal: Característica a compressão mínima (fck) de 20


MPa. Prever furações para passagem das tubulações, utilizar aditivo plastificante no
concreto, As propriedades do concreto deverão obedecer as especificações da ABNT e
ABCP (Associação Brasileira de Cimento Portland).

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Conferir detalhes da armação no projeto No. 83216-45317-0037


A base do transformador poderá ser construída no local.

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5.7 Câmara Subterrânea para Transformador padrão Reticulado: Dimensões internas


aproximadas: 4 m de comprimento X 2,5 m de largura X 3,0 m de altura. Em concreto
armado, compressão fck=30 Mpa, com ventilação natural através de grades conforme
NBR 9050 ACESSIBILIDADE. Para abrigo de transformador até 750 kVA para redes
reticuladas, chave de AT e protetor de rede. Com espaço para acondicionamento de
bomba de recalque d’água permanente. As ferragens deverão ser aterradas.

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Resumo Materiais:
Lastro de Brita = 7,50 m3
Volume de escavação = 70,00 m3
Área de Manta Geotêxtil = 15,00 m3
Volume de Concreto = 12,00 m3
Área de formas = 90,00 m3
Aço CA 50 ∅ 8,0 a 16mm (+10%) = 780 kg
Aço CA 60 ∅ 5,0 a 6,3mm (+10%) = 340 kg

Notas:

1 – Medidas em centímetros
2 – Concreto Adotado:
- Resistência característica a compressão fck= 30 Mpa e fator a/c ≤ 0,65
- Empregar aditivo penetron admix na relação 0,8% em relação a massa de cimento para
tornar o concreto impermeável e não retrátil.
3 – Sobrecargas adotadas:
A – Laje no nível da rua – Tráfego de veículos classe 45 NBR (450 kN)
- sobrecarga 5,0 kN/m2
B – Laje de Fundo: Equipamento com Peso de 40 kN
- sobrecarga 2,0 kN/m2
4 – Colocar neoprene não fretado sobre as paredes da estrutura (onde assentarão as
tampas)
5 – Utilizar espaçadores para garantir altura útil das armaduras em 3 cm.
6 – Vedar as aberturas de içamento com cordão de borracha ou espuma de poliuretano.
7 – Prever furação mantendo o furo com bordas limpas e face em concreto (usar forma
em isopor).
APÓS FIXAÇÃO DA HASTE Ø19mm APLICAR GRAUTE COM IMPERMEABILIZANTE
EM MASSA PARA VEDAR O FURO.

Conferir detalhes no projeto No. 00000-45317-0102

Em todos os casos apresentados as tampas deverão atender a NTC 810083.

Os fornecedores das caixas de passagem devem cumprir as normas ABNT – NBR 7212 –
Execução de concreto dosado em central, NBR 5739 – Ensaios de Resistência à
compreenssão, NBR 12655 – Concreto – preparo, controle e Recebimento, NBR 5738 –
Ensaio de compressão de corpos-de-prova cilíndricos.

No concreto deve-se utilizar o cimento CP V – ARI – RS, para ambientes agressivos.


A caixa deverá ser entregue pintada externamente com pintura betuminoza. Poderá
ser utilizado outro cimento ou aditivos, desde que apresente relatório técnico
demonstrando a superioridade do material descrito.

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6. Tampa de Canaleta
Tampas para canaletas em concreto – padrão “60” para cabos de Subestações,
dimensões 84 x 30 x 5 cm, fck=20 Mpa. Projeto de referencia 00000 – 27151 - 0001

Projeto de referencia 00000 – 27151 - 0001

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7. ENSAIOS

a) Inspeção visual;
b) Verificação dimensional;
c) Ensaio de resistência mecânica à compressão conforme projeto;
d) Ensaios de reconstituição de traço do concreto;
e) Relatório de desempenho mecânico do concreto;
f) Ensaios de absorção de água
g) Certificado de Resistência à Compressão
h) Ensaios físicos de agregados, água, cimento e aditivos
i) Certificado de calibração, dos equipamentos utilizados nos ensaios;
j) Certificado de qualidade do aço (fornecido pela siderúrgica ou distribuidora).

7.1 Classificação dos ensaios


Os ensaios previstos nesta NTC são classificados em:
a) Ensaios de tipo.
b) Ensaios de recebimento.
c) Ensaios complementares de recebimento.

7.1.1 Ensaios de tipo


São os ensaios relacionados na Tabela 7, a serem realizados pelo fornecedor, em protótipo
ou em algumas unidades construídas de cada projeto para verificação de determinadas
características de projeto e do material.
Estes ensaios devem ter seus resultados devidamente comprovados através de relatório de
ensaios emitidos por órgãos tecnicamente capacitados. Os relatórios de ensaios devem
fornecer com clareza as características do material proposto. Estes ensaios devem ser
realizados conforme 6.3.

7.1.2 Ensaios de recebimento


São os ensaios relacionados na Tabela 7, realizados nas instalações do fornecedor ou da
COPEL na presença de Inspetor da COPEL, por ocasião do recebimento de cada lote.
Estes ensaios devem ser realizados conforme item 7.2.

7.1.3 Ensaios complementares de recebimento


São os ensaios relacionados na Tabela 7, realizados nas instalações do fornecedor ou em
órgão tecnicamente capacita do, na presença de Inspetor da COPEL, por ocasião do
recebimento de cada lote. A realização destes ensaios fica a critério da COPEL.

7.2 Execução dos ensaios


Os métodos de ensaios das Caixas de Passagem e Tampas de Canaletas devem obedecer o
descrito a seguir e estar de acordo com as normas e documentos complementares citados.

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Caixas de Passagem e Tampa de Canaleta

As características dos equipamentos, aparelhos e instrumentos utilizados durante os ensaios


devem ser estáveis e estarem aferidas

7.2.1 Inspeção geral


Na inspeção geral são verificados os seguintes itens:
a) Acabamento.
b) Dimensões.
c) Retilineidade.

Constitui falha a não conformidade de qualquer das características verificadas.

7.2.2 Ensaio de absorção de água


Os ensaios devem ser efetuados de acordo com as recomendações da NBR 8451 e NBR
6124

7.2.3 Ensaio de reconstituição de traço do concreto


Constitui falha o não atendimento ao disposto no item 4.1, no que tange ao consumo mínimo
de cimento.
Na ocasião de uma inspeção de recebimento, o inspetor da COPEL poderá solicitar a
qualquer momento a realização do ensaio de reconstituição de traço de concreto com
amostras do lote avaliado.
A apresentação de laudos de outros lotes poderão ser aceitas, desde que os ensaios tenham
sido realizados em lotes com datas de fabricação inferiores a um ano do lote inspecionado.

7.2.4 Ensaio de resistência mecânica à compressão


Constitui falha o não atendimento no que tange à compressão mínima do concreto conforme
projeto, deve-se utilizar a NBR 5739 – Ensaio de Compressão.

7.2.5 Armação de Ferro


Deverá ser recolhido ART pelo Engenheiro responsável pela execução dos projetos
apresentados, Anotação de Responsabilidade Técnica pela confecção dos pré-moldados.
Caso ocorra alguma ruptura da estrutura estas serão inspecionadas para apuração de
responsabilidades.

8. INSPEÇÃO, ACEITAÇÃO E REJEIÇÃO


Todos os processos deverão estar de acordo com NBR 6118 – Projeto de Estruturas de
Concreto; NBR 7480 – Aço Destinado a Armaduras para Estruturas de Concreto Armado;
NBR 9062 – Projeto e Execução de Estruturas de Concreto Pré-Moldado; NBR 12655 –
Concreto – Preparo, Controle e Recebimento; NBR 14931 – Execução de Estruturas de
Concreto.

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Caixas de Passagem e Tampa de Canaleta

Os ensaios e métodos de ensaio, amostragem e critérios de aceitação/rejeição devem estar


de acordo com as respectivas normas e/ou documentos complementares citados no item 7.

Na inspeção das caixas deverão ser fornecido relatórios, contendo todas as informações
pertinentes a rastreabilidade e qualidade das peças.
- Sendo que estes constam: Registro de Acompanhamento de Estruturas de Concreto;
Certificado de Resistência à Compressão; Relatório de desempenho mecânico do concreto;
Ensaios físicos de agregados, água, cimento e aditivos; Certificado de calibração dos
equipamentos utilizados pela empresa que presta serviços de análise do concreto;
Certificado de qualidade do aço, fornecido pela siderúrgica ou distribuidora.

8.1 Generalidades
A COPEL reserva-se o direito de inspecionar e ensaiar as caixas de passagem e tampas de
canaletas abrangidos por esta NTC, quer no período de fabricação, quer na época de
embarque ou qualquer momento que julgar necessário.

O Fornecedor tomará, às suas expensas, todas as providências para que a inspeção das
caixas de passagem e tampas de canaletas por parte da COPEL se realize em condições
adequadas, de acordo com as normas recomendadas e com esta NTC. Assim deverá
propiciar livre acesso aos laboratórios, às dependências onde estão sendo fabricados as
caixas de passagem e tampas de canaletas em questão, ao local de estocagem etc, bem
como fornecer pessoal habilitado a prestar informações e executar os ensaios, além de
todos os dispositivos, instrumentos etc, para realizá-los. O Fornecedor deve avisar a
COPEL, com antecedência de no mínimo 15 (quinze) dias, para Fornecedor nacional, e de
30 (trinta) dias para Fornecedor estrangeiro, sobre as datas em que as caixas de passagem
e tampas de canaletas estarão prontos para inspeção. O período para inspeção deve estar
contido nos prazos de entrega estabelecidos na Ordem de Compra.

8.2 Aceitação e Rejeição


A aceitação das caixas de passagem e tampas de canaletas pela COPEL, seja pela
comprovação dos valores, seja por eventual dispensa de inspeção, não eximirá o
Fornecedor de sua responsabilidade em fornecer as caixas de passagem e tampas de
canaletas em plena concordância com a Ordem de Compra e com esta NTC, nem
invalidará ou comprometerá qualquer reclamação que a COPEL venha a fazer baseada na
existência de caixas de passagem e tampas de canaletas inadequadas ou defeituosas. Por
outro lado, a rejeição das caixas de passagem e tampas de canaletas em virtude de falhas
constatadas por meio de inspeção, durante os ensaios ou em virtude da discordância com a
Ordem de Compra ou com esta NTC não eximirá o Fornecedor de sua responsabilidade em
fornecê-los na data de entrega prometida. Se, na opinião da COPEL, a rejeição tornar
impraticável a entrega na data prometida, ou se tudo indicar que o Fornecedor será incapaz
de satisfazer os requisitos exigidos, a COPEL reserva-se o direito de rescindir todas as
suas obrigações e adquirir as caixas de passagem e tampas de canaletas em outra fonte,
sendo o Fornecedor considerado como infrator da Ordem de Compra, estando sujeito às
penalidades aplicáveis ao caso.

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Para os ensaios de resistência à compressão mecânica, absorção de água, reconstituição


do traço, o lote será considerado satisfatório se os resultados dos ensaios estiverem iguais
ou superiores aos valores mínimos recomendados nesta NTC e nas normas referenciadas.

Todos as caixas de passagem rejeitadas nos ensaios de recebimento, integrantes de lotes


aceitos, devem ser substituídos por unidades novas e perfeitas pelo fabricante sem
qualquer ônus para a COPEL

9. GARANTIA
O material deverá ser garantido pelo fornecedor contra falhas ou defeitos de fabricação
que venham a se registrar no período de 60 (sessenta) meses. O fornecedor será
obrigado, se necessário, a substituir os materiais defeituosos, às suas expensas,
responsabilizando-se por todos os custos decorrentes, sejam de material, mão-de-obra ou
transporte.

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Tabela 6 – Códigos Copel

Descrição Código COPEL


Caixa de Passagem subterrânea; tipo 60X60CM 15010812
Caixa de Passagem subterrânea tipo EG (COM 20015444
MANILHA PRÉ-MOLDADA) MEDIDAS
INTERNAS: Ø 150 cm / h = 150 cm
Caixa de Passagem subterrânea; tipo EG (COM 20015445
MANILHA PRÉ-MOLDADA) MEDIDAS
INTERNAS: Ø 150 cm / h = 200 cm
Caixa de Passagem subterrânea tipo RA 20013229
2,24x1,60m parede de 12cm altura de 2,10m,
com fundo e laje.
Caixa de Passagem subterrânea tipo XA 20013228
(oitavada) caixa de passagem e derivação – 336
cm (sendo 8 faces de 136 cm), parede de 15 cm
e altura de 210 cm
Caixa de Passagem subterrânea tipo DELTA 15006959
234cm (sendo 8 faces de 130,8cm) parede de
12cm e altura de 210 cm, com fundo e laje
Base para Transformador Pedestal 20013928

Caixa de Passagem subterrânea; tipo 80X80CM 15010816


Câmara Subterrânea; Padrão Reticulado.
Dimensões internas aprox: 4m de comprimento x
2,5 m de largura x 3,0 m de altura em concreto
armado.
Características: com ventilação natural através
de grades conforme NBR 9050 acessibilidade. 15006917
Para Abrigo de transformador até 750 kVA para
redes Reticuladas, chave de AT e protetor de
rede. Com Espaço para acondicionamento de
bomba de recalque D’água permanente. As
ferragens deverão ser aterradas.
Tampa de Canaleta para Subestações; Tipo “60” 15024728
84 x 30 x 5 cm

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Tabela 7 – Ensaios

Ensaios
Descrição
Tipo Recebimento Complementar
Inspeção visual X X X
Verificação dimensional X X X
Ensaio de resistência mecânica à compressão conforme X X X
projeto
Ensaios de reconstituição de traço do concreto X X X
Relatório de desempenho mecânico do concreto X X X
Ensaios de absorção de água X X X

Certificado de Resistência à Compressão X X X

Ensaios físicos de agregados, água, cimento e aditivos X X X

Certificado de calibração, dos equipamentos utilizados X X X


nos ensaios;

Certificado de qualidade do aço (fornecido pela X X X


siderúrgica ou distribuidora).

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