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A MELHOR ESTRATÉGIA

DE INVESTIMENTOS
QUE EXISTE
Olá! 
É com grande satisfação que eu entrego 
a você mais um m​ aterial gratuito 
completo​ do C
​ lube do Valor​! 

Se você estava procurando por algum 


conteúdo que pudesse te ajudar a ter 
sucesso nos investimentos, então esse 
e-book é para você. 

Nele, eu vou te ensinar tudo o que você 


precisa saber sobre a m
​ ais poderosa estratégia de 
investimentos​ que existe: 

A estratégia de A
​ locação de Ativos​! 

Uma estratégia que, apesar de simples, é extremamente 


eficaz e será capaz de mudar a sua vida! 

Eu sei que pode parecer um tanto presunçoso dizer isso, 


mas a minha experiência no mercado financeiro tem 
mostrado o quanto a alocação de ativos é capaz de fazer. 

É por isso que tenho tanta convicção de que os resultados 


que você vai alcançar com essa estratégia serão 
surpreendentes. 

E esqueça a ideia de ficar muitas horas diante do 


computador, acompanhando seus investimentos 
diariamente. 

Afinal, o que vou te ensinar vai praticamente colocar a 


gestão da sua carteira no "piloto automático". 

Com a estratégia deste e-Book, você vai precisar, em média, 


de cerca de 3
​ 0 minutos por mês para cuidar dos seus 
investimentos! 


E tão importante quanto tudo isso:  

Essa é a estratégia mais poderosa contra os ​vieses 


emocionais​, um dos principais inimigos dos investidores. 

Ficou fascinado pelo poder dessa revolucionária estratégia 


tão pouco conhecida? 

Então continue lendo este incrível e-Book, pois estou 


prestes a compartilhar os principais pontos sobre a 
Alocação de Ativos​. 

Mostrarei tudo o que você precisa dominar para ter sucesso 


nos investimentos e explicarei como eu aplico essa 
estratégia na minha vida e na vida dos nossos clientes. 

E se você quiser aprender ainda mais, não perca a 


oportunidade de participar do nosso c
​ urso de Alocação de 
Ativos​. 
 
Basta clicar neste botão:

 
Grande abraço, 
Ramiro Gomes Ferreira, CGA, CFP® 

 
   


SUMÁRIO 
 
POR QUE A ESTRATÉGIA DE ALOCAÇÃO DE ATIVOS? 4 
1. REDUÇÃO DE RISCO 4 
2. REDUÇÃO DE CUSTOS 5 
3. FACILIDADE EM COMPREENDER E DOMINAR 6 
4. MENOS TEMPO ACOMPANHANDO O MERCADO 6 
5. MAIOR CLAREZA NAS AÇÕES A SEREM TOMADAS 7 
O QUE É ALOCAÇÃO DE ATIVOS? 7 
QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS CLASSES DE ATIVOS DE UMA BOA ALOCAÇÃO? 9 
AÇÕES BRASIL 10 
AÇÕES EUA 10 
IMÓVEIS (FUNDOS IMOBILIÁRIOS) 10 
RENDA FIXA PÓS-FIXADA 11 
RENDA FIXA PREFIXADA 11 
RENDA FIXA INFLAÇÃO 12 
COMO APLICAR A ESTRATÉGIA DE ALOCAÇÃO DE ATIVOS EM 
5 SIMPLES PASSOS 12 
Passo #1 - Definir o percentual a ser investido em cada classe de ativos 12 
Passo #2 - Definir quais ativos serão investidos dentro de cada classe 13 
Passo #3 - Definir o percentual a ser investido em cada ativo específico 14 
Passo #4 - Definir a frequência e o tamanho dos aportes 
a serem realizado 15 
Passo #5 - Rebalancear a sua carteira de investimentos e revisar 
o seu plano 15 
AS 3 DIFERENTES VARIAÇÕES DA ESTRATÉGIA DE ALOCAÇÃO DE ATIVOS 18 
Estratégia de Investimento #1 - Constant Mix 18 
Estratégia de Investimento #2 - Buy and Hold 18 
Estratégia de Investimento #3 - Constant Proportion Portfolio 
Insurance - CPPI 19 
CONCLUSÃO: ESSA É A MELHOR ESTRATÉGIA DE INVESTIMENTOS 20 


 
 

POR QUE A ESTRATÉGIA DE 


ALOCAÇÃO DE ATIVOS? 
Vivemos na era da informação. 

Isso é um fato. 

Agora, o que muitos não percebem é que, a informação por 


si só não é capaz de mudar nada. 

Tudo depende de como você utiliza toda a informação que 


chega até você! 

De um lado, você pode evoluir muito mais rapidamente, 


graças ao acesso facilitado a estudos e conteúdos gratuitos 
e de qualidade. 

De outro, pode ser soterrado pelo excesso de informação a 


que todos os dias somos submetidos, seja pelo rádio, pela 
televisão ou pela internet. 

E, se você é um apaixonado por investimentos, assim como 


eu, já deve ter se deparado com as dezenas de 
“oportunidades financeiras únicas” espalhadas pela internet. 

Literalmente, todos os dias analistas de mercado fazem 


novas projeções - que, na sua maioria, podem ser chamadas 
de "chutes" - sobre coisas como: 

● O desempenho da​ bolsa de valores​; 


● O ​futuro dos bitcoins​; 
● A evolução das taxas de juros... 

Informação abundante e diária é o que não falta! 

Agora, eis a grande questão: 


Como fazer para separar o que é importante do que não 
é? 

Talvez mais importante do que isso:  

Como fazer para tomarmos nossas decisões de 


investimentos em meio a tanto ruído? 

E eu te mostro a resposta: 

Tenha uma estratégia que proporcione clareza nas 


decisões. 

Uma estratégia que mostre exatamente onde investir e 


quando comprar e quando vender cada ativo. 

Esse é o principal benefício da melhor estratégia de todas: 

A Alocação de Ativos. 

Com ela, além de evitar os equívocos que o excesso de 


informação podem causar, você terá outros importantes 
 
benefícios: 

1. REDUÇÃO DE RISCO  
Foi para reduzir os riscos de uma carteira de investimentos 
que surgiu a estratégia de alocação de ativos. 

Afinal, num ambiente em que a busca pelo retorno é o foco 


principal de 9 a cada 10 investidores, muitos acabam 
subestimando o papel do risco. 

E esse papel é importante! 

Por quê? 

Porque é apenas minimizando os riscos que você evitará 


que a sua carteira passe por períodos de grandes quedas. 


Lembre-se sempre: quanto maior for a queda que a sua 
carteira sofrer, mais ela terá que se valorizar posteriormente 
para retomar o patamar original. 

Não ficou muito claro? 

Então veja esta imagem, que ilustra claramente o que eu 


acabei de falar: 

A estratégia de alocação de ativos serve justamente para 


evitar quedas de grandes magnitudes na sua carteira. 

Ela faz isso através da d


​ iversificação​, que é um de seus 
principais pilares. 
 
Mas falaremos mais sobre isso em breve. 

2. REDUÇÃO DE CUSTOS 
Reduzir custos é igual a aumento do retorno. 

Afinal, os custos de investimento incidem diretamente sobre 


a sua carteira de ativos. 


Por exemplo: pense num fundo de investimento que cobre 
uma taxa de 2% ao ano. 

Se a sua carteira de ativos se valorizar 10% em um dado ano, 


suas cotas irão se valorizar apenas 7,83% ​(a fórmula é 
1,10/1,02 -1 x100). 

O fato é:  

Quanto menos custos você incorrer com seus 


investimentos, maiores serão os seus retornos. 

Agora, como reduzir custos? 

Em primeiro lugar, buscando i​ nvestir em ativos baratos. 

E por ativos “baratos”, não cito aquelas ações que custam R$ 
1,00 ou algo do tipo.  

Um exemplo de "ativo barato" é qualquer fundo de 


investimentos com baixas taxas de administração. 

Investir em “ativos baratos” significa eliminar, de uma vez 


por todas, os fundos de seu banco e buscar realizar seus 
investimentos por meio de uma boa corretora de valores. 

Em s​ egundo lugar​, reduzindo a quantidade de operações 


realizadas, especialmente em bolsa de valores. 

Assim, você consegue reduzir o custo de corretagem e o alto 


"giro" da carteira - ficar comprando e vendendo ativos com 
muita frequência - e, consequentemente, vai aumentar o 
retorno de seus investimentos. 

Afinal, como bem diz ​essa incrível frase​ de Paul Samuelson: 

“Investir deve ser mais como ver a tinta secar ou assistir 


a grama crescer. Se você quer adrenalina, pegue 
$800,00 e vá para Las Vegas”. 


 

3. FACILIDADE EM 
COMPREENDER E 
DOMINAR 
Você não precisa ser um e ​ xpert​ de investimentos para 
aprender a aplicar a estratégia de alocação de ativos. 

Na realidade, você pode aprendê-la mesmo que você nunca 


tenha realizado investimentos por conta própria. 

E eu vou além:  

Talvez, não ser um ​expert​ pode ser até um grande 


diferencial. 

Afinal, assim você evita sofrer com os malefícios do e


​ xcesso 
de confiança​. 

É claro que quem já possui conhecimento prévio sobre 


como investir terá um pouco mais de facilidade. 

Mas, a estratégia de alocação de ativos é simples de 


compreender e fácil de aplicar. 
 
Logo, basta seguir o passo a passo de forma correta. 

 
 


4. MENOS TEMPO 
ACOMPANHANDO O 
MERCADO 
Esse ponto é duplamente benéfico. 

Primeiro, porque, se você se “libera” de ter que acompanhar 


o dia a dia do mercado financeiro, você ganha muito mais 
do ativo mais valioso que existe: 

O tempo! 

Segundo, porque, ao acompanhar menos sites de finanças e 


os que vendem relatórios financeiros, você acaba reduzindo 
o s​ tress​ e a ansiedade em realizar operações. 

Lembra dos custos? 

Então, como eu te disse, quanto mais operações você 


realizar, maiores serão seus custos. 

Consequentemente, quanto maiores forem seus custos, 


menores serão os seus retornos. 

Perceba como, no fim das contas, tudo acaba se 


interligando! 

5. MAIOR CLAREZA NAS 


AÇÕES A SEREM TOMADAS 
“Comprar ou vender?” 

“Manter um ativo ou reduzir sua posição?” 


“O que fazer se minha ​NTN-B​ se desvalorizar 10%?” 

Essas perguntas são respondidas imediatamente se você 


seguir a estratégia de alocação de ativos. 

E tudo isso sem que você sofra com os v


​ ieses emocionais 
na sua tomada de decisão. 

Isso porque essa poderosa estratégia proporciona m


​ uita 
clareza de ação. 

Com ela, ​você sempre saberá quando comprar e quando 


vender qualquer ativo. 

Parece bom demais para ser verdade? 

Então saiba agora o que é a estratégia de alocação de ativos. 

O QUE É ALOCAÇÃO DE 


ATIVOS? 
Até agora eu falei bastante sobre a estratégia de alocação 
de ativos e todos os seus benefícios. 

Mas, afinal, no que ela consiste? 

Em linhas gerais, fazer uma alocação de ativos significa 


desenhar uma carteira de investimentos “ideal” para o seu 
perfil de investidor​ e objetivos financeiros. 

Por “desenhar uma carteira”, eu me refiro a decidir qual será 


a melhor composição patrimonial na divisão por classes de 
ativos. 

Aqui vai um exemplo de uma composição ideal com 7 ​ 0% de 


participação em renda fixa​ e ​30% de participação em 
renda variável​: 

10 
 

Essa é uma “alocação ideal” hipotética. 

Cada item do gráfico é uma classe de ativos. 

Trata-se de uma diversificada carteira de investimentos, 


composta por seis diferentes classes de ativos. 

De um lado, temos 30% em renda variável, compostos por: 

1. “​Ações Brasil​”: ações de empresas brasileiras. 


2. “​Imóveis (​fundos imobiliários​)​”: ativos listados em 
bolsa e atrelados ao mercado imobiliário. 
3. “​Ações EUA​”: ações de empresas norte-americanas; 
parcela atrelada ao dólar da carteira. 

Do outro, temos as três classes de ativos de renda fixa 


compondo 70% da carteira: 

1. “​Renda Fixa Pós-Fixada​”: ativos atrelados à​ ​taxa CDI​ e 


à t​ axa Selic​; 
2. “​Renda Fixa Prefixada​”: ativos com a exata mesma 
característica do ​tesouro prefixado​; 
3. “​Renda Fixa Inflação​”: ativos atrelados à inflação, como 
é o caso da ​NTN-B e NTN-B Principal​. 

11 
Esse seria um excelente exemplo de uma alocação de ativos 
ideal de longo prazo. 

E a estratégia de alocação de ativos consiste em justamente 


fazer isso:  

Desenhar uma carteira ideal, realizar a aplicação em ativos 


que estejam de acordo com essa “alocação ideal” e 
monitorar a sua carteira para manter a composição ideal. 

Falaremos mais sobre isso, mas, antes, vamos falar sobre as 
6 principais classes de ativos que uma boa alocação precisa 
ter. 

QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS 


CLASSES DE ATIVOS DE 
UMA BOA ALOCAÇÃO? 
No mercado financeiro, poucas são as verdades líquidas e 
certas. 

Quando falamos sobre o conceito de "classes de ativos", 


muitos estudiosos advogam que existem diferentes classes 
de ativos possíveis. 

Alguns fazem uma divisão mais simples, como: 

● Renda fixa; 
● Renda variável. 

Já outros, preferem dividir entre: 

● Renda fixa; 
● Renda variável; 
● Derivativos. 
● Câmbio. 

12 
Existem outras categorizações, mas quero apresentar a 
minha posição a respeito desse tema.  

Sempre que lido com clientes ou alunos, eu apresento a


​ s 6 
principais classes de ativos que toda carteira de 
investimentos precisa ter​. 

São elas: 

1. Ações Brasil; 
2. Ações EUA; 
3. Fundos Imobiliários; 
4. Renda Fixa Pós-fixada; 
5. Renda Fixa Prefixada; 
6. Renda Fixa Atrelada à Inflação. 

E cada uma dessas classe de ativos pode ser “preenchida” 


com diferentes tipos de ativos. 

Vamos falar um pouco mais sobre cada uma delas. 

AÇÕES BRASIL 
“Ações Brasil” significa investir em empresas brasileiras. 

Você pode incluir nessa classe os seguintes ativos: 

1. Ações; 
2. ETF’s; 
3. Opções; 
4. Derivativos. 

Deixe-me te dar um pequeno conselho antes de prosseguir: 

Como bom entusiasta do investimento em longo prazo e 


crítico da e
​ speculação financeira​, eu recomendo que você 
se limite aos dois primeiros itens da lista. 

13 
Do meu ponto de vista, na classe de ativos “Ações Brasil” há 
espaço para todo e qualquer ativo financeiro atrelado a 
empresas nacionais. 

Afinal, o grande racional por trás dessa classe é ter uma 


exposição da sua carteira ao crescimento e 
desenvolvimento das empresas do nosso país. 

AÇÕES EUA 
Essa é uma classe de ativos essencial a ser incluída na sua 
alocação. 

Aliás, a participação dela em conjunto (e com o mesmo 


percentual) com a classe “Ações Brasil” é um c
​ ase​ de 
sucesso da diversificação. 

“Ações EUA” é uma classe composta por ações de empresas 


norte-americanas, portanto, está atrelada a uma “moeda 
forte”  

Eu cito “EUA” porque ​é muito fácil de investir nos Estados 


Unidos por meio da nossa própria bolsa de valores. 

Isso porque existem fundos de investimentos negociados no 


Brasil cuja carteira está custodiada nos Estados Unidos. 

Falo bastante sobre esse tipo de investimento ​nesse estudo 


aqui. 

IMÓVEIS (FUNDOS 
IMOBILIÁRIOS)  
Eu sou um “fã de carteirinha” de fundos imobiliários. 

Acredito que essa é a m


​ elhor forma de se investir em 
imóveis. 

14 
Afinal, é uma modalidade “barata” e acessível. 

Além disso, com poucas centenas de reais você consegue 


montar uma carteira diversificada de FII’s e melhora ainda 
mais a diversificação da sua carteira. 

Portanto, é uma classe indispensável para qualquer 


alocação de ativos de longo prazo. 

RENDA FIXA PÓS-FIXADA 


Esta eu tenho certeza que você conhece muito bem. 

Sabe aquele CDB que paga 110% do CDI? 

Ou aquele fundo do seu banco que estavelmente rende 


cerca de 90% do CDI? 

Esses são bons exemplos de ativos de renda fixa que são 


pós-fixados. 

Ser pós-fixado significa que a sua remuneração está atrelada 


a um índice financeiro, como a taxa SELIC ou a taxa CDI. 

Essa classe de ativos é a mais “segura” do mercado 


financeiro. 

Afinal, sua principal característica é crescer como um 


“reloginho”:  

Todo o dia andando para frente! 

RENDA FIXA PREFIXADA 


Um ativo prefixado é aquele cuja rentabilidade que o 
investidor receberá é conhecida p
​ reviamente​, no momento 
da aplicação. 

15 
São aqueles ativos que prometem uma taxa “cheia” de 
retorno para os investidores. 

Um exemplo simples:  

Um CDB que ofereça a rentabilidade de 11% ao ano aos seus 


investidores. 

Ou ainda um título público do governo federal chamado de 


“tesouro prefixado”. 

Eu falo muito mais sobre essa classe de ativos n


​ esse 
completo post aqui​. 

E ​nesse outro post​, faço uma comparação honesta entre 


essa classe de ativos e a classe “renda fixa pós-fixada”. 

RENDA FIXA ATRELADA À 


INFLAÇÃO 
Já vimos ativos pós-fixados e prefixados. 

Agora, veremos um híbrido:  

A renda fixa atrelada à inflação. 

Já vi alguns considerarem essa classe como “pós-fixada” e 


outros a considerarem “prefixada”. 

Eu prefiro dar um nome diferente. 

Afinal, ela possui características de ambas as classes de 


renda fixa citadas anteriormente. 

São ativos com uma parte da rentabilidade pós-fixada, 


atrelada a um índice inflacionário (como o IPCA), e uma 
parte prefixada, que promete pagar juros que excedam o 
IPCA. 

16 
Portanto, é uma boa mistura das duas demais classes de 
renda fixa. 

Eu prefiro chamar de “renda fixa inflação”, porque esses 


ativos têm como principal característica justamente 
proteger os investidores de um cenário de inflação mais alta. 

Afinal, se a inflação subir desenfreadamente, o investidor 


não perderá o seu poder de compra, já que será 
remunerado de acordo com a variação do IPCA. 

Tudo isso, é claro, ainda g


​ arantindo um retorno real ao 
investidor. 

Se você quiser saber muito mais sobre características dessa 


classe de ativos, então eu recomendo a​ ​leitura desse 
 
completo artigo aqui. 

COMO APLICAR A 
ESTRATÉGIA DE 
ALOCAÇÃO DE ATIVOS EM 
5 SIMPLES PASSOS 
Se você chegou até aqui, já está tendo uma boa ideia do 
funcionamento desta estratégia. 

Agora, vamos entender como aplicá-la na prática. 

 
 

17 
PASSO #1 - DEFINIR O 
PERCENTUAL A SER 
INVESTIDO EM CADA 
CLASSE DE ATIVOS 
O primeiro passo é, justamente, “desenhar” a sua carteira de 
investimentos ideal. 

Para isso, preciso de alertar:  

Esse é o passo que requer maior trabalho e cuidado. 

Por quê? 

Simplesmente porque por trás desse “desenho” de carteira 


ideal, você precisa levar em consideração seus ​objetivos 
financeiros​. 

Você precisa ter uma clareza muito grande sobre o que você 
almeja conquistar com a sua carteira de investimentos e o 
prazo médio para a conquista de cada objetivo. 

Ou seja, você precisa ter objetivos de curto, médio e longo 


prazo bem definidos. 

Para definir bem esses objetivos, eu recomendo muito que 


você conheça a ​ fórmula 15+ de investimentos. 

Com ela, você conseguirá traçar objetivos com clareza e 


segurança. 

E assim, consequentemente, conseguirá “desenhar” sua 


carteira ideal da melhor forma possível. 

18 
PASSO #2 - DEFINIR QUAIS 
ATIVOS SERÃO INVESTIDOS 
DENTRO DE CADA CLASSE 
A premissa básica deste passo é que você já tenha definido 
qual é a sua carteira ideal de investimentos. 

Dando um exemplo já citado neste artigo, digamos que, 


depois de muita análise, você definiu que essa alocação é a 
ideal para você: 

E agora, o que fazer? 

Investir em “ações brasil” é algo muito amplo, não? 

Quais seriam as ações ou os ativos por trás dessa classe? 

A ideia deste passo #2 é justamente responder a essa 


pergunta. 

19 
E aqui existem, basicamente, duas formas de proceder: 

1. Buscar simplificar ao máximo; 


2. Incluir um pouco de complexidade para buscar um 
retorno (teoricamente) um pouco maior. 

Sobre s
​ implificar​, significa que você precisa fazer uma 
gestão passiva dentro de cada classe de ativos. 

Para “Ações Brasil”, por exemplo, significaria investir em 1 ou 


2 ETF’s que espelham o retorno da bolsa de valores 
brasileira. 

Para “Ações EUA”, significaria investir também em um ETF, 


que por sua vez espelha o desempenho da bolsa de valores 
norte-americana (como eu e ​ xplico melhor neste artigo​). 

Para as três classes de ativos de renda fixa, significaria 


investir 100% via títulos públicos do governo federal (através 
da plataforma do t​ esouro direto​). 

E, por fim, para os fundos imobiliários, significaria concentrar 


seus investimentos em “fundos de fundos”. 

Essa seria uma forma bastante simples e, também, bastante 


eficaz de montar sua carteira de investimentos. 

A segunda maneira, que é a de ​aumentar a complexidade 


para almejar retornos maiores​ é, como o próprio nome diz, 
mais complexa. 

Por isso, não vou entrar muito nesse assunto aqui. 

Mas já adianto que ele é tema central do nosso c


​ urso sobre 
Alocação de Ativos 

20 
PASSO #3 - DEFINIR O 
PERCENTUAL A SER 
INVESTIDO EM CADA ATIVO 
ESPECÍFICO 
Depois de definir quais ativos serão investidos dentro de 
cada classe, chegou a hora de definir qual o percentual que 
será investido em cada ativo. 

Como fazer isso? 

Novamente, não há uma resposta que seja uma “verdade 


universal” para essa pergunta. 

Você precisa ter uma grande clareza de seus objetivos e de 


seu perfil de investidor para conseguir entender onde 
concentrar mais e onde diversificar mais seus ativos. 

Mas, via de regra, eu sou um grande fã da a


​ bordagem de 
equal weight​. 

Essa é uma abordagem que advoga pelo investimento 


diversificado entre diferentes ativos, sempre dando o 
mesmo peso a cada ativo dentro de cada classe. 

Por exemplo: digamos que eu optei por comprar ações de 


20 empresas brasileiras em vez de comprar um ETF. 

Nesse caso, seguindo a linha do ​equal weight​, eu optaria por 


dividir a alocação de forma igual nessas 20 ações.  

Ou seja, investindo 5% do valor definido a ser investido em 


“ações brasil” em cada ação específica. 

Simples assim. 

21 
Uma decisão fácil que evita que você caia em armadilhas 
mentais. 

PASSO #4 - DEFINIR A 
FREQUÊNCIA E O 
TAMANHO DOS APORTES A 
SEREM REALIZADO 
"Pay yourself first. Always." 

Esse provérbio ilustra como este passo foge da abordagem 


dos investimentos e se assemelha mais à abordagem de 
gestão financeira pessoal​. 

É bastante importante você ter bem claro qual será a 


frequência que você realizará aportes na sua carteira de 
investimentos e qual será o valor investido por cada aporte. 

Se eu pudesse te dar uma dica aqui, seria para sempre 


aportar pelo menos 15% da sua receita mensal no seu plano 
de investimentos de longo prazo. 

Ter essa disciplina vai facilitar muito a sua vida como 


investidor e encurtar o seu caminho rumo à​ independência 
financeira. 

Falando na independência, recomendo fortemente que 


você clique no botão e dê uma olhada nessa ferramenta: a 
calculadora de independência financeira. 

 
22 
Através dessa ferramenta, você vai descobrir o quanto falta 
para você conseguir viver de renda. 

Agora, talvez você esteja se perguntando: 

“Por que isso é tão importante quando falamos de 


alocação de ativos?” 

Porque a frequência e tamanho de seus aportes vai 


determinar o comportamento da sua estratégia de 
rebalanceamento de carteira, que é justamente último 
passo aqui. 

PASSO #5 - REBALANCEAR 
A SUA CARTEIRA DE 
INVESTIMENTOS E REVISAR 
O SEU PLANO 
Esse aqui é o maior segredo da estratégia de alocação de 
ativos:  

Rebalanceamento. 

Rebalancear a sua carteira significa, de tempos em tempos, 


analisar ela e entender como cada classe de ativos variou 
em um dado período. 

Com isso, busque ​comprar os ativos cuja classe reduziu 


sua proporção na carteira e vender os ativos cuja classe 
aumentou sua proporção na carteira. 

Vamos a outro exemplo. 

Lembra da alocação teórica que citei aqui nesse artigo? 

23 
 

Bom, digamos que com o tempo os ativos variaram 


bastante no mercado financeiro e, ao final de três meses, a 
carteira ficou com essa composição: 

Perceba que a classe “ações brasil” aumentou seu peso, 


bem como a “fundos imobiliários”.  

24 
Por outro lado, “renda fixa pós-fixada e “ações EUA” 
perderam participação. 

O que fazer, então? 

Compre ativos vinculados à classe “Ações EUA” e “Renda 


Fixa Pós-fixada” e venda ativos vinculados a “Ações Brasil” e 
“Fundos Imobiliários”. 

Isso, é claro, se não for possível realizar o “rebalanceamento” 


da sua carteira com os aportes que você se propôs a realizar 
de tempos em tempos, no passo # 4. 

Veja que ao adotar a estratégia de alocação de ativos com 


rebalanceamento, ​você sempre saberá o que comprar e o 
que vender​. 

Estamos numa crise e a bolsa caiu 50%?  

O rebalanceamento indicará que você compre ações (na 


baixa). 

A bolsa de valores subiu 40% no ano e foi a melhor classe de 


ativos do período.  

Compro mais ou vendo?  

Olhe a sua alocação, que provavelmente indicará a venda 


parcial (na alta). 

Percebe como é simples? 

Ela automatiza as suas decisões de investimentos, tirando 


totalmente o lado emocional do processo de tomada de 
decisão. 

Bom demais, não é? 

25 
Então, agora, vamos entender um pouco melhor as 3 
principais diferentes variações da estratégia de alocação de 
 
ativos. 

AS 3 DIFERENTES 
VARIAÇÕES DA 
ESTRATÉGIA DE 
ALOCAÇÃO DE ATIVOS 
Até agora, apresentei para você apenas uma das três 
principais estratégias de alocação de ativos. 

Foquei justamente na abordagem que eu tenho maior 


aptidão e que eu entendo ser a melhor estratégia de 
investimentos possível para você aplicar na sua vida. 

Porém, existem ainda outras duas diferentes variações 


dessa estratégia, que são: 

● Buy and hold; 


● Constant Proportion Portfolio Insurance (CCPI). 

Essas, somadas com a estratégia de “​constant mix​”, que foi 


a que eu apresentei até agora, formam as 3 principais 
estratégias de alocação de ativos. 

Vamos conhecer um pouco mais de cada uma. 

26 
ESTRATÉGIA DE 
INVESTIMENTO #1 - 
CONSTANT MIX 
A estratégia de c
​ onstant mix​ diz respeito a tudo que eu 
apresentei até aqui, nesse guia. 

“​Constant mix​” significa algo como “proporção constante”. 

Portanto, seu funcionamento é bem claro:  

Você define uma proporção de classes de ativos e de ativos, 


faz a alocação e então tenta sempre trazer seu portfólio à 
proporção “original”. 

Seja com novos aportes, seja através do rebalanceamento. 

Esse é o cerne da estratégia de c


​ onstant mix​. 

ESTRATÉGIA DE 
INVESTIMENTO #2 - BUY 
AND HOLD 
“​Comprar e segurar​.” 

Esse é o significado de ​buy and hold​. 

E essa é a melhor forma de definir essa estratégia de 


alocação de ativos. 

Nela, você simplesmente ​ignora o passo do 


rebalanceamento. 

27 
Afinal, ela não prevê realizar ajustes posteriores à criação da 
carteira de investimentos. 

Você simplesmente faz a sua primeira alocação e, a partir de 


então, jamais realiza a venda de algum ativo - com a 
exceção, é claro, de ter de fazer resgates da sua carteira. 

Toda alteração posterior à formação da carteira de 


investimentos é para r​ ealizar novas compras de ativos. 

Entretanto, eu acredito que a sua maior facilidade não 


compensa o fato de que, com essa estratégia, você não 
estará se forçando a realizar vendas em períodos de alta. 

Dessa forma, você corre o risco de ver a sua carteira 


assumindo um perfil de risco que não condiz com a sua 
verdadeira tolerância ao risco. 

ESTRATÉGIA DE 
INVESTIMENTO #3 - 
CONSTANT PROPORTION 
PORTFOLIO INSURANCE - 
CPPI 
Não deixei para apresentar essa estratégia por último à toa. 

Afinal, ela é a mais complexa dentre as apresentadas neste 


artigo. 

Qual é a lógica por trás dela? 

É que o investidor faça um “seguro” da sua carteira. 

Como assim? 

28 
Você define um “piso” para a sua carteira - a perda máxima 
que você está disposto a encarar - e, então, faz uma 
alocação que garanta que suas perdas não ultrapassem-no. 

Digamos que você tenha R$ 200.000,00 para investir. 

Depois de analisar o seu perfil de risco, você percebe que 


você aguentaria, no máximo, que a sua carteira se 
desvalorizasse 10%. 

Então, você define o “piso” de R$ 180.000,00. 

O próximo passo é definir a perda máxima que os ativos “de 


risco” da sua carteira, em conjunto, podem auferir. 

Uma informação importante sobre a estratégia de CPPI:  

Ela necessita apenas de duas classes de ativos, onde uma é 


totalmente livre de risco e a outra é “de risco”. 

Em geral, utilizamos as classes “Renda Fixa Pós-Fixada” e 


“Ações Brasil”, respectivamente. 

Mas, voltando ao assunto, digamos que você estimou que a 


perda máxima da classe de ativos com risco é de 25%. 

Então, o que você faz? 

Pega a perda máxima (nesse caso, R$ 20.000,00) e 


multiplica essa perda máxima por “1/%” de queda da classe 
de ativos de risco. 

Ficou confuso? 

Vamos resumir os dados: 

● Patrimônio investido:​ R$ 200.000,00 


● Perda máxima:​ 10%, ou R$ 20.000,00 
● Queda máxima classe de risco:​ 25% 
● 1/25% (0,25):​ 4 

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Agora, basta multiplicar os R$ 20.000 por 4. 

O resultado, R$ 80.000,00, será o valor que você deverá 


aplicar em ativos de risco. 

Assim, ao final de todas essas contas você terá a seguinte 


alocação 

● R$ 120.000,00 em renda fixa pós-fixada 


● R$ 80.000,00 em ações 

Ou, em outras palavras, uma alocação de 60% em renda fixa 


e 40% em renda variável. 

A partir de então, se a classe de risco (ações) se desvalorizar 


25%, você deve vender 100% dessa posição, migrando 100% 
da carteira para renda fixa. 

Caso contrário, você não deve fazer nada. 

Até, é claro, chegar o momento de revisão do plano e você 


efetuar o rebalanceamento. 

Nesse caso, o ideal é ir atualizando o “piso” da sua carteira. 

Entendo que você possa ter achado essa estratégia é um 


pouco mais complexa. 

De fato ela é, e só leva em consideração duas classes de 


ativos, quando o que eu prefiro fazer é considerar as 6 
classes que apresentei aqui anteriormente. 

Por esses dois motivos, em especial, eu ainda escolho a 


estratégia de c
​ onstant mix​. 

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CONCLUSÃO: TENHA 
SUCESSO COM A MELHOR 
ESTRATÉGIA DE 
INVESTIMENTOS DO 
MUNDO! 
Chegamos ao final deste incrível e-Book sobre Alocação de 
Ativos! 

Espero que você tenha se apaixonado, assim como eu, por 


essa p
​ oderosa estratégia de investimentos. 

Como eu disse no início, ela é transformadora e capaz de 


mudar a sua vida. 

Mais do que isso:  

Espero que você tenha entendido o seu funcionamento e 


agora esteja pronto para aplica-la em busca da sua 
independência financeira​. 

O sonho de todo investidor é ter segurança sobre quando 


comprar e vender cada ativo, fazendo escolhas certas. 

E foi isso que eu quis proporcionar com este e-Book 


completo. 

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Agora, se você quiser saber muito mais sobre essa poderosa 
estratégia, então eu sugiro que você participe do nosso 
curso clicando neste botão: 

Esse curso é 100% online e eu faço poucas vezes por ano 


para explicar, de forma muito detalhada, o funcionamento 
dessa poderosa estratégia de investimentos. 

Foi um prazer ter contribuído, mais uma vez, com o 


crescimento pessoal e a educação financeira de mais 
pessoas. 

Espero você no próximo conteúdo! 

Um forte abraço, 

Ramiro Gomes Ferreira 

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