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Atualização Profissional em Análise

Criminal, Isolamento e Preservação do


Local de Crime dirigido à Atividade Policial
e Bombeiro Militar - EAD

Módulo II Aula 1
Módulo II
Aula 1

Tópicos de Balística
Forense aplicados ao local
de crime

Ricardo Maia
Perito Criminal da Polícia Científica
Objetivos e Conteúdos da Aula
Nesta aula, serão apresentados conceitos
gerais sobre balística forense de modo que você possa
conhecer um pouco sobre o assunto e aplicar estas
informações em sua rotina profissional. Para tanto,
serão abordados os seguintes tópicos:

1. Introdução: conceitos básicos


2. Legislação básica aplicada
3. Balística forense: principais exames realizados
4. Providências do militar estadual
Sobre o instrutor...
RICARDO MAIA

❖ Engenheiro Mecânico e Bacharel


em Direito.
❖ Perito Criminal desde 2009.
❖ Professor da Escola Superior de
Polícia Civil do Paraná.
❖ Professor da Academia Policial
Militar do Guatupê.
1. Introdução:
conceitos
básicos
1. INTRODUÇÃO:
conceitos básicos
Local de crime: ambiente
complexo com presença usual
de armas, componentes de
munição e outros instrumentos
utilizados na prática de crimes

É fundamental a atuação dos


policiais militares, pois são os
primeiros a chegar ao local
de crime.
BALÍSTICA

Ramo da Física que trata


da propulsão, movimento e
impacto dos projéteis,
entendendo-se por projétil
qualquer sólido que se move
no espaço, abandonado a si
mesmo após haver recebido
um impulso.
BALÍSTICA FORENSE
Parte do conhecimento
criminalístico e médico
legal que tem por objeto
especial, o estudo das
armas de fogo, das
munições e dos fenômenos
e efeitos próprios dos tiros
destas armas, no interesse
das infrações penais.
ARMAS E OUTROS ELEMENTOS
ENCONTRADOS EM LOCAIS DE CRIME
Arma:
É todo objeto que pode aumentar a capacidade de ataque ou defesa do homem
ARMAS E OUTROS ELEMENTOS
ENCONTRADOS EM LOCAIS DE CRIME
Armas próprias:
Objetos concebidos pelo homem com a finalidade específica de serem usados como
armas.
ARMAS E OUTROS ELEMENTOS
ENCONTRADOS EM LOCAIS DE CRIME
As Armas próprias compreendem duas categorias fundamentais, são elas:

Armas manuais: aquelas que Armas de arremesso: são as que


funcionam como prolongamento produzem seus efeitos a distância,
do braço, sendo usadas no quer expelindo projeteis ou sendo
combate corpo a corpo. ela própria um projétil.
ARMAS E OUTROS ELEMENTOS
ENCONTRADOS EM LOCAIS DE CRIME
Armas impróprias:
Objetos concebidos pelo homem para finalidade diversa a utilização como arma,
mas que podem eventualmente serem utilizadas para matar ou ferir algum indivíduo
ARMAS E OUTROS ELEMENTOS
ENCONTRADOS EM LOCAIS DE CRIME

As armas podem também ser divididas de acordo com o tipo de lesões que
produzem em: perfurantes, contundentes, perfurocontundentes, cortantes,
perfurocortantes e cortocontundentes.

Para a Balística Forense interessam as armas classificadas como


perfurocontundentes, que são as que produzem lesões que causam, ao mesmo
tempo, perfuração e ruptura de tecidos, com ou sem laceração e esmagamento
deles.
Enquadram-se neste tipo de lesões as produzidas pelos projetis expelidos de armas
de fogo.
2. Legislação
básica
aplicada
2. Legislação
básica aplicada
A principal lei que trata do assunto no
Brasil é o Estatuto do Desarmamento, que
define regras gerais sobre controle,
aquisição, venda, registro, concessão de
porte, define crimes e aspectos outros
relacionados.
No entanto, o assunto é muito
complexo e detalhado, de modo que
várias são as outras normas jurídicas que
servem de complemento e devem ser de
conhecimento dos militares estaduais.
2. Legislação básica aplicada

Regulamento para fiscalização de


Regulamento do Estatuto do
Lei nº 10826/03 (Estatuto do produtos controlados (Decreto nº
Desarmamento (Decreto
Desarmamento) 3.665/2000 - R-105) – Art. 23
nº5.123/04)
ESTATUTO);

Portaria 28 - COLOG, de 14 de
Portaria 02 –COLOG, de 26 de Março de 2017 (dispõe sobre
fevereiro de 2010 (regulamenta o normatização administrativa de
art. 26 do Estatuto do atividades de colecionamento, tiro
Desarmamento e sobre réplicas e Portaria nº 07 DLOG desportivo e caça, que envolvam a
simulacros de arma de fogo e utilização de Produtos Controlados
armas de pressão) pelo Exército );

Procure ler e tomar conhecimento sobre o conteúdo destas normas.


Lei Federal nº 10.826/03 (Estatuto do Desarmamento)

Dispõe sobre registro, posse e comercialização de armas de fogo e munição, sobre o


Sistema Nacional de Armas – Sinarm, define crimes e dá outras providências

Dentre as competências do SINARM estão:


 Cadastrar as armas de fogo identificando suas características e a propriedade,
cadastrando as autorizações de porte e as renovações expedidas pela Polícia Federal;
 cadastrar as transferências de propriedade, extravio, furto, roubo e outras ocorrências
suscetíveis de alterar os dados cadastrais, inclusive as decorrentes de fechamento de
empresas de segurança privada e de transporte de valores;
 integrar no cadastro os acervos policiais já existentes;
 informar às Secretarias de Segurança Pública dos Estados e do Distrito Federal os registros
e autorizações de porte de armas de fogo nos respectivos territórios, bem como manter
o cadastro atualizado para consulta.
REGISTRO/REQUISITOS
Art. 3º É obrigatório o registro de arma de fogo no órgão
competente.
Órgão competente: Polícia Federal, com autorização do
SINARM.
Armas de fogo de uso restrito: registro no Comando do
Exército – SIGMA (art. 18 – Dec) , também responsável pelo
registro de atiradores, caçadores e colecionadores (art. 24
Est).
Policiais Militares: norma jurídica própria (Portaria do
Comando-Geral n°046/2010)
REGISTRO/REQUISITOS (art. 4º)**

 Comprovada necessidade
 Idade mínima: 25 anos
 Comprovação de idoneidade
 Comprovação de ocupação lícita;
 Comprovação de residência fixa/certa;
 Comprovada capacidade técnica e aptidão
psicológica;
 Validade: três anos

** Ainda: Art. 12 do Decreto Federal nº 5.123/2004


Lei Federal nº 10.826/03 (Estatuto do Desarmamento)

O certificado de registro de arma de fogo será expedido pela Polícia Federal, no caso de
pessoas civis.

REQUISITOS PARA ADQUIRIR ARMA DE FOGO NO BRASIL:

I – Declarar efetiva necessidade;


II - Comprovação de idoneidade, com a apresentação de certidões negativas de
antecedentes criminais fornecidas pela Justiça Federal, Estadual, Militar e Eleitoral e de não
estar respondendo a inquérito policial ou a processo criminal, que poderão ser fornecidas
por meios eletrônicos;
III – Apresentação de documento comprobatório de ocupação lícita e de residência certa;
IV – Comprovação de capacidade técnica e de aptidão psicológica para o manuseio de
arma de fogo, atestadas na forma disposta no regulamento desta Lei.
Lei Federal nº 10.826/03 (Estatuto do Desarmamento)

É PROIBIDO O PORTE DE ARMA DE FOGO EM TODO O TERRITÓRIO NACIONAL, SALVO PARA OS


CASOS PREVISTOS EM LEGISLAÇÃO PRÓPRIA E PARA:

I – os integrantes das Forças Armadas;


II - os integrantes de órgãos referidos nos e os da Força Nacional de Segurança Pública
(FNSP);
III – os integrantes das guardas municipais das capitais dos Estados e dos Municípios com
mais de 500.000 (quinhentos mil) habitantes, nas condições estabelecidas no regulamento
desta Lei;
IV - os integrantes das guardas municipais dos Municípios com mais de 50.000 (cinqüenta
mil) e menos de 500.000 (quinhentos mil) habitantes, quando em serviço;
V – os agentes operacionais da Agência Brasileira de Inteligência e os agentes do
Departamento de Segurança do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da
República;
Lei Federal nº 10.826/03 (Estatuto do Desarmamento)

VI – os integrantes dos órgãos policiais referidos no art. 51, IV, e no art. 52, XIII, da
Constituição Federal;
VII – os integrantes do quadro efetivo dos agentes e guardas prisionais, os integrantes das
escoltas de presos e as guardas portuárias;
VIII – as empresas de segurança privada e de transporte de valores constituídas, nos termos
desta Lei;
IX – para os integrantes das entidades de desporto legalmente constituídas, cujas
atividades esportivas demandem o uso de armas de fogo, na forma do regulamento desta
Lei, observando-se, no que couber, a legislação ambiental;
X - integrantes das Carreiras de Auditoria da Receita Federal do Brasil e de Auditoria-Fiscal
do Trabalho, cargos de Auditor-Fiscal e Analista Tributário
XI - os tribunais do Poder Judiciário descritos no art. 92 da Constituição Federal e os
Ministérios Públicos da União e dos Estados, para uso exclusivo de servidores de seus
quadros pessoais que efetivamente estejam no exercício de funções de segurança, na
forma de regulamento a ser emitido pelo Conselho Nacional de Justiça - CNJ e pelo
Conselho Nacional do Ministério Público - CNMP.
POR QUAL MOTIVO DEVO
CONHECER O

Regulamento do Estatuto do
Desarmamento (Decreto nº5.123/04) ?

 Trata-se de um complemento do Estatuto do


Desarmamento;
 Traz normas mais detalhadas;
POR QUAL MOTIVO DEVO
CONHECER O

R-105
 Qual o conceito de arma de fogo,
acessório, munição, explosivo, etc???
 Qual a diferença de “Arma de fogo
de uso permitido” e “arma de fogo de
uso restrito”
 Definições técnicas a respeito.
Decreto nº 3.665/00 R-105
Regulamento para a Fiscalização de Produtos Controlados
Além disso, este Regulamento tem por
finalidade estabelecer as normas
necessárias para a correta fiscalização
das atividades exercidas por pessoas
físicas e jurídicas, que envolvam produtos
controlados pelo Exército.

Dentre as atividades a que se refere,


destacam-se a fabricação, a recuperação, a
manutenção, a utilização industrial, o
manuseio, o uso esportivo, o colecionamento,
a exportação, a importação, o desembaraço
alfandegário, o armazenamento, o comércio
e o tráfego dos produtos relacionados no
Anexo I a este Regulamento.
Portaria nº 07 do D LOG
Estas normas têm por finalidade definir os dispositivos de segurança e identificação
das armas de fogo produzidas no país.

Todas as armas de fogo fabricadas


no país deverão incorporar dispositivo
intrínseco de segurança, que impeça
o disparo acidental por queda, nas
condições previstas em normas do
Exército.
Portaria nº02/2010 do Comando Logístico
(COLOG)

NORMAS REGULADORAS DA FABRICAÇÃO, DA VENDA, DA COMERCIALIZAÇÃO, DA


IMPORTAÇÃO, DA EXPORTAÇÃO, DO TRÁFEGO E DA UTILIZAÇÃO DE RÉPLICAS E SIMULACROS
DE ARMA DE FOGO E DE ARMAS DE PRESSÃO
Portaria nº02/2010 do
Comando Logístico
(COLOG)
Definições:
I – réplica ou simulacro de arma de fogo: para fins disposto no art. 26 da
Lei 10.826/03 é um objeto que visualmente pode ser confundido com
uma arma de fogo, mas que não possui aptidão para a realização de
tiro de qualquer natureza; e
II – arma de pressão: arma cujo princípio de funcionamento implica no
emprego de gases comprimidos para impulsão do projétil, os quais
podem estar previamente armazenados em um reservatório ou ser
produzidos por ação de um mecanismo, tal como um êmbolo solidário
a uma mola.
Parágrafo único. Enquadram-se na definição de armas de pressão,
para os efeitos desta Portaria, os lançadores de projéteis de plástico
maciços (airsoft) e os lançadores de projéteis plástico com tinta em seu
interior (paintball).
Informações adicionais

 http://www.dfpc.eb.mil.br/ -
Diretoria de Fiscalização de
Produtos Controlados
 http://www.pf.gov.br/servicos/ar
mas/campanha-do-
desarmamento/sinarm-sistema-
nacional-de-armas - Campanha
do Desarmamento
 http://www.dpf.gov.br/ - Polícia
Federal
 http://www.defesa.org
3. Balística
Forense:
exames
realizados
3. BALÍSTICA FORENSE: EXAMES REALIZADOS
Identificação direta de arma de fogo:
Na identificação direta ou imediata, o exame é realizado na própria
arma de fogo, ou seja, o perito checa as suas características e
peculiaridades distintivas, determinação do seu tipo, marca, calibre
nominal e número de série.

Através da identificação direta o perito deve


identificar seus números (número de série), data de
fabricação, marca da arma de fogo, demais
características presentes na arma
Número de série

Marca registrada
3. BALÍSTICA FORENSE: EXAMES REALIZADOS
A. EXAMES DE COMPONENTES DE MUNIÇÃO:
Dentre outros, podem ser realizados exames nos
cartuchos, exame nos estojos, exames nos projetis,
exames nos chumbos dos cartuchos usados em
espingardas, exames nas buchas e nos discos divisórios
dos cartuchos de espingardas, exame de pólvora,
exame na espoleta, exames para verificar a presença
de impressões digitais
Todos esses exames servem para dar subsidio ao militar
para condução do Inquérito.
Desta forma, é muito importante a preservação correta
da munição encontrada nos locais de crime.

MUNIÇÃO: O termo cartucho é utilizado para o elemento de munição completo, isto


é, quando for constituído pelo estojo, espoleta, pólvora, projetil, e nos cartuchos de
espingardas, pela bucha e discos divisórios.
3. BALÍSTICA FORENSE:
EXAMES REALIZADOS

B. EXAMES EM ARMAS DE FOGO:


Exame de prestabilidade e
eficiência: é um dos exames mais
comuns de serem requisitados.
Atesta a capacidade que a
arma de fogo tem para realizar
disparos. Também verifica a
presença de alguma anomalia
capaz de impedir ou interferir no
uso da arma de fogo.
3. BALÍSTICA FORENSE:
EXAMES REALIZADOS
C. EXAMES EM MATERIAIS DE
PROTEÇÃO BALÍSTICA:
Colete balístico

É preciso verificar as numerações


presentes nesses materiais
tentando identificar sua
procedência, origem, data de
fabricação, etc... E demais
dados que subsidiem a
identificação desse material.
3. BALÍSTICA FORENSE:
EXAMES REALIZADOS

D. EXAMES EM PEÇAS DE
VESTUÁRIO:

As peças de vestuário
podem fornecer diversas
informações com relação a
impactos, distâncias de tiro,
resíduos, características da
perfurações, etc.
3. BALÍSTICA FORENSE: EXAMES REALIZADOS

CONFRONTO BALÍSTICO:
É possível fazer a identificação indireta das armas, identificação por
meio da comparação entre projeteis trazido do local de crime
comparado com o projetil padrão obtido da arma de fogo
envolvida, não apenas o projetil como também o estojo.

Projetil padrão é coletado através de técnicas específicas, como


disparos em tanques de água, para ser comparado sem danos.
O estojo possui grande quantidade de marcas que facilitam a
comparação.
Equipamento para comparação balística:
microscópio
Confronto Balístico: Projéteis
Divisão entre os dois campos de imagem

PROJÉTIL PADRÃO PROJÉTIL DO LOCAL DE CRIME


PROJÉTIL PADRÃO PROJÉTIL DO LOCAL DE CRIME
PROJÉTIL PADRÃO PROJÉTIL DO LOCAL DE CRIME
PROJÉTIL PADRÃO PROJÉTIL DO LOCAL DE CRIME
Confronto Balístico:
Estojo
São elementos
causadores de marcas:
Culatra;
Superfície do percursor;
Extrator;
Ejetor;
Entrada em câmara.
4. Providências
do militar
estadual
4. O que o Militar Estadual deve saber?
Os Militares devem dominar as suas atribuições no Local de Crime,
agindo sempre na preservação dos vestígios presentes. A compreensão
dos exames realizados pela Seção de Balística Forense deve fazer parte
do conhecimento dos Militares, auxiliando no direcionamento das
requisições destes exames por parte dos encarregados e na atuação das
equipes nas cenas de crime.
Quais Providências no Local
de Crime?
Assim como quaisquer vestígios
ligados ao local de crime, as armas,
munições e demais materiais presentes
fazem parte de um conjunto probatório
que precisa ser preservado e deve ser
recolhido pela equipe de Peritos que
venham a atender a ocorrência. As
situações excepcionais devem ser
relatadas ao Perito responsável pelo
exame do local ou à autoridade policial
presente em caso de não haver
disponibilidade de Perícia Oficial.
Providências dos militares estaduais:
O que pode solicitar como encarregado?

O encarregado pode solicitar quaisquer exames que venha a julgar


necessários para a elucidação do feito. Os exames relacionados à
Balística mais comuns são:

• Exame de eficiência e prestabilidade de armas de fogo e


munição;
• Exame de anomalias de funcionamento;
• Exame de confronto balístico;
• Outros.
Concluindo...
Quais cuidados os policiais militares devem
tomar?

1) Atentar para os fundamentos de preservação já


citados na Aula de Isolamento e Preservação de Local
de Crime;
2) Contaminação dos vestígios: DNA, impressões digitais
e saliva;
3) Não segure os vestígios com seus dedos em contato
direto com o material;
4) Relembrar que os elementos de munição encontrados
são peças-chave para a determinação da arma de
fogo utilizada no delito;
5) Não se deve manipular as armas de fogo encontradas
em locais de crime, evitando assim alterações indevidas;
6) De preferência, deixe para que o perito colete este
tipo de material.
R Nesta aula foram expostos alguns conceitos básicos
sobre balística forense. Adiante, tratou-se brevemente
E sobre a legislação relacionada à identificação de
armas de fogo, acessórios e munições.

S Também mostramos um pouco sobre a dinâmica dos


exames realizados e que aspectos devem ser
observados para o sucesso da perícia
U Finalmente, abordou-se sobre as providências
relacionadas ao local de crime e o papel do militar
M estadual primeiro interventor.

O
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MÓDULO II
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