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CENTRO DE TREINAMENTO

STEMAC

MÓDULO 1 ELÉTRICO
MÓDULO I

Vol. IV – Qualidade, Segurança, Administrativo Seção

Qualidade............................................................................01
Segurança...........................................................................02
Administrativo......................................................................03
BS 002 / 05
REV.00
BOLETIM DE SERVIÇO
DATA: 19/01/05

REFERENTE: MEDIÇÃO DE ATERRAMENTO / UTILIZAÇÃO DO TERRÔMETRO

DE: PARA:
 GESTÃO DA QUALIDADE  TÉCNICOS DE CAMPO
 TÉCNICOS DE SUPORTE

Este boletim é destinado à esclarecer critérios e cuidados no procedimento de medição do


ponto de aterramento disponibilizado pelo cliente. Também será abordada a questão da correta
utilização do terrômetro: seus recursos e os cuidados necessários para a conservação do
aparelho.
Para a verificação da condutividade apropriada do ponto de aterramento, devemos seguir as
seguintes orientações:

1. Instrumentação
A STEMAC dispõe de dois tipos de equipamentos terrômetros: de alicate (digital) e com
estacas (analógico). Podemos considerar que ambos possuem boa precisão de medição.
Neste boletim será abordada apenas a utilização do terrômetros de alicate (digital), pois é o
equipamento que encontra-se a disposição nas Filiais (um por filial, pelo menos).
O conjunto para medição é composto pelo seguinte material:
1. Terrômetro digital de alicate;
2. Gabarito de aferição do terrômetro;
3. Haste auxiliar (referência);
4. Cabo para conectar a haste ao sistema de terra (30 metros);
5. Martelo para fixar a haste no ponto de medição.

3 4

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BS 002/05 rev. 00
GESTÃO DA QUALIDADE emissão inicial em: 19/01/2005
BS 002 / 05
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BOLETIM DE SERVIÇO
DATA: 19/01/05

REFERENTE: MEDIÇÃO DE ATERRAMENTO / UTILIZAÇÃO DO TERRÔMETRO

Antes de utilizar o terrômetro, verifique se a leitura do mesmo está correta


utilizando o gabarito que acompanha o instrumento.
a) Abra o alicate e observe se a mandíbula está limpa (se não existe a presença de poeira,
sujeira ou outras impurezas);
b) Ao fechar a mandíbula observe o correto alinhamento dos eletrodos. Tome cuidado para
não danificar os eletrodos. Na figura (2), verificamos o que pode acontecer no
equipamento em caso de mau uso ou negligência. Lembramos que a responsabilidade
pelo uso do equipamento é do seu usuário. Em caso de dúvidas contate o Departamento
Técnico/DSP.

(1) Instrumento novo (2) Instrumento danificado

NÃO COLOQUE O INSTRUMENTO EM NENHUM


CONDUTOR NO MOMENTO DE LIGAR O INSTRUMENTO!
c) Ligue o instrumento posicionando a chave seletora na função Ω;
d) Aguarde até que o sistema de calibração complete o ciclo. Neste período o display
indicará: CAL7, CAL6,..., CAL2, CAL1;
e) Ao completar o ciclo o aparelho emitirá um sinal sonoro;

NÃO ABRA O ALICATE DO APARELHO DURANTE


AO PROCESSO DE CALIBRAÇÃO!
f) Coloque o terrômetro em um dos pontos de referência do gabarito e verifique a leitura
do mesmo. Se a diferença do valor lido estiver muito acima do indicado na placa,
verifique a limpeza da mandíbula e o alinhamento dos eletrodos. Se tudo estiver certo,
mas ainda assim a leitura continuar divergente, o terrômetro poderá precisar de
manutenção;
NÃO ABRA O ALICATE DO INSTRUMENTO ENQUANTO O
MESMO NÃO APRESENTAR A LEITURA FINAL!

Obs.: Se o sistema de calibração não completar o ciclo, verifique a limpeza e o


alinhamento do alicate do instrumento.

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GESTÃO DA QUALIDADE emissão inicial em: 19/01/2005
BS 002 / 05
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BOLETIM DE SERVIÇO
DATA: 19/01/05

REFERENTE: MEDIÇÃO DE ATERRAMENTO / UTILIZAÇÃO DO TERRÔMETRO

2. Procedimento para medição da malha de terra


a) Desconectar o cabo, disponibilizado pelo cliente, da barra de terra principal.
b) Realizar testes de medições de resistência de contato do cabo aterramento em toda a
sua extensão, ou seja, da barra de terra principal até o ponto de terra disponibilizado
pelo cliente.
 Como fazer?
• Medir o valor do cabo do kit (Rcabo);
• Conectar o cabo que acompanha o kit em paralelo com a malha de terra (da
haste principal do cliente até p terminal da barra de terra);
• Medir o valor e descontar o mesmo da resistência do cabo do kit (o valor
encontrado será a resistência da malha de terra).
Rmalha = Rmalhatotal - Rcabo
Ω. Valores elevados indicam que
c) O valor da malha de terra deve ficar muito próximo de 0Ω
pode existir oxidação e mau contato nas conexões. Neste caso, verifique a instalação do
cliente para identificar os pontos críticos.

1) Desconectar cabo de
terra da barra principal

Demais cargas conectadas


aos sistema de aterramento SALA GMG

2) Conectar cabo do kit ao ponto de


terra do cliente e ao terminal que
chega à barra de terra

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GESTÃO DA QUALIDADE emissão inicial em: 19/01/2005
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BOLETIM DE SERVIÇO
DATA: 19/01/05

REFERENTE: MEDIÇÃO DE ATERRAMENTO / UTILIZAÇÃO DO TERRÔMETRO

3. Procedimento para medição do ponto de terra


a) Desconectar o cabo, disponibilizado pelo cliente, da barra de terra principal.
b) Localizar um ponto onde possa ser fixada a barra de terra de referência do Kit.
 Este local deve ser o mais próximo possível da barra de terra principal. Se
necessário utilize o cabo que acompanha o Kit para ligar a barra referencial até o
cabo de terra.
 Faça a medição da resistência do cabo e também da barra de terra do Kit (Rkit).
Este valor deverá ser descontado no final das medições.
c) Após todas as ligações concluídas, execute o procedimento de calibração do terrômetro,
se necessário, e meça o valor entre os dois pontos de terra conforme ilustração abaixo:
BARRA DE TERRA
PRINCIPAL

CABO DE TERRA DO CLIENTE

HASTE DE RESISTENCIA MEDIDA (Rterra) PONTO DE TERRA


REFERÊNCIA (KIT) DO CLIENTE

Rterra = Rpontototal - Rmalha - Rkit


A resistência de terra (Rterra) é proporcional à qualidade do solo (condutividade) e a
distância entre os dois pontos medidos (Dterra).
VALOR DE REFERÊNCIA: Rterra <= 10 Ω

Registre no relatório de atendimento:


A. Valor medido do cabo+barra de terra (Kit): Rkit;
B. Valor medido na malha de aterramento: Rmalha (item 2);
C. Valor medido entre os dois pontos: Rterra (item 3);
D. Distância entre os dois pontos: Dterra (item 3).

Obs: Caso exista muita EMI (Interferência Eletromagnética), o terrômetro pode


apresentar medições divergentes. O nível máximo aceito é de 30 V. Acima desse valor o
equipamento indica “NOISE” no display. Nesse caso, deve ser identificada a origem da
sinalização interferente e eliminá-la antes de prosseguir com as medições.

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BS 002/05 rev. 00
GESTÃO DA QUALIDADE emissão inicial em: 19/01/2005
BS 026/06
BOLETIM DE SERVIÇO rev. 00
DATA: 17/11/06

ASSUNTO: RECALL 74 - PARAMETRIZAÇÃO LEITURA DE TEMPERATURA ST2130

DE: PARA:
GESTÃO DA QUALIDADE TÉCNICOS DE SUPORTE
TÉCNICOS DE CAMPO

Este boletim tem o objetivo de informar a alteração da configuração de leitura de temperatura do


controlador ST2130 funcionando com motores MWM. Esse procedimento deverá ser executado no
ato da Entrega Técnica do equipamento.
Ferramentas utilizadas
Notebook;
Software Elipse ST2130 (1);
660.025.0505 – CABO X1ETH P/REDE ETHERNET RJ45 (1M) ou
660.025.0510 – CABO X1ETH P/REDE ETHERNET RJ45 (3M);
670.065.0011 – INTERFACE SERIAL ISOLADA RS232/485/USB OM9100;
660.025.0600 – CABO SERIAL PC/CONVERSOR RS232/485 DB9M/DB9F (2M) (2) ou
660.025.0601 – CABO SERIAL PC/CONVERSOR RS232/485 DB9M/DB9F (3M) (2);
NOTA 1: Para utilização do software ST2130 V.1.01 é necessário que o Elipse V.2.28 esteja
instalado no notebook.
Software disponível em:
\\Ntstemac08\INFOTECDSP\Atualização de Softwares\Linha ST21xx\ST2130 V1.01 Rev 00
NOTA 2: Caso o notebook possua conexão USB, pode ser usado o cabo 670.065.0129 – CABO
USB TIPO B, no lugar do cabo serial.
Para utilizar a conexão USB, deve ser instalado o driver que está disponível em:
\\Ntstemac08\INFOTECDSP\Atualização de Softwares\Linha ST21xx\Driver USB
Procedimento
1. Alimente o controlador e conecte o cabo X1ETH nas portas RJ45 do controlador e do
conversor e o cabo SERIAL ou USB entre o conversor e o notebook;
2. Coloque o controlador em modo Automático pressionando a tecla “AUTO” do ST2130;
3. Abra o programa de configuração do ST2130 (ELIPSE);
4. Clique em “INICIAR”;
5. Com o software aberto clique no botão “LOGIN”;
6. Clique no botão “LE SETUP”. O programa vai adquirir a parametrização existente no
controlador;

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BS 026/06 rev. 00
GESTÃO DA QUALIDADE emissão inicial em: 17/11/2006
BS 026/06
BOLETIM DE SERVIÇO rev. 00
DATA: 17/11/06

ASSUNTO: RECALL 74 - PARAMETRIZAÇÃO LEITURA DE TEMPERATURA ST2130

7. Clique no botão “SETUP GMG”;


8. Na tela que se abre, clique no botão “PROT. TEMPERATURA” localizado na barra inferior;
9. Clique no botão "SEL";
10. Selecione o sensor modelo MWM Original Mod. 905695090013;

10

7 11

8 12

11. Nos campos dos coeficientes, insira os valores indicados na tabela abaixo;
Coeficiente A (Int) 126 (Frac) 8959
Coeficiente B (Int) 65535 (Frac) 62849
Coeficiente C (Int) 34 (Frac) 23567
12. Clique em “FECHAR”;
13. Clique em “ESCR SETUP” para transferir os novos parâmetros para o ST2130;
14. Clique em “LE SETUP” para conferir se os parâmetros foram devidamente carregados para
o controlador;
15. Se tudo estiver certo, clique em “SAIR DO MONITORAMENTO MANUAL”.

14

15
13

ATENÇÃO!!
Verificar se o sensor de temperatura instalado no motor possui gravado no
sextavado a seguinte referência: 9.0569.50.9.0013
Caso não seja este o sensor, deve ser solicitado um novo através do código:
100.002.0532 (SENSOR 1 POLO P/TERMOMETRO AGUA 12VCC)
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GESTÃO DA QUALIDADE emissão inicial em: 17/11/2006
CI: 010/00
REV.0
QUALIDADE - SAT
AV. JOÃO INÁCIO, 1144- P.ALEGRE - RS
COMUNICAÇÃO INTERNA
FONE: (051) 337-0201 FAX: (051)337-0228 DATA: 01/11/00
E-MAIL: c.rogerio@stemac.com.br

REFERENTE: TRAVA PARA TRANSPORTE DE GERADORES


DE: PARA:

• CARLOS ROGÉRIO – QUALIDADE • RESP. FILIAIS


• TÉCNICOS FILIAIS
• PAULINO GRASSI – SUP. TÉCNICA
• REGIONAIS
• MOTORISTAS (Frota Stemac)

UTILIZAÇÃO DA TRAVA DE TRANSPORTE

Sempre que houver necessidade da retirada e transporte de um Gerador em campo o mesmo deverá,
ser transportado com os discos do acoplamento elásticos presos pela trava de transporte.

A trava de transporte já foi enviada para todas as filiais.


Anexo segue procedimento ilustrado e auto-explicativo de como fixar a trava no gerador.

RENATO – SP JOABE – CE
LUIZ HERIQUES – RJ JOSENILDO – PA
ALAN – MG MOISÉS – PR
GÉLIO – BA ANTÔNIO MARTINS- RS
SUELY – AM NEWVANI CIROLINE – FROTA
CHARLES – SC
WLADIMIR - GO
Anexo C.I 010/2000 – Trava para transporte de geradores.

Fig. 1 Fig. 2

Fig. 3 Fig. 4

Fig. 5 Fig. 6

Fig. 7 Fig. 8
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rev. 00
BOLETIM DE SERVIÇO
DATA: 25/05/05

ASSUNTO: APLICAÇÃO E FUNCIONAMENTO DE RETIFICADORES

DE: PARA:
GESTÃO DA QUALIDADE TÉCNICOS DE CAMPO
TÉCNICOS DE SUPORTE

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BS 005/05 rev. 00
GESTÃO DA QUALIDADE emissão inicial em: 25/05/2005
BS 005/05
rev. 00
BOLETIM DE SERVIÇO
DATA: 25/05/05

ASSUNTO: APLICAÇÃO E FUNCIONAMENTO DE RETIFICADORES

$ +,
Corrente Código
Modelo Tensão de saída Tensão de alimentação
de saída STEMAC
127/277VCA +/-15%
STE 44B/12 3A 12Vcc
(seleção automática)
670.090.0001

127/277VCA +/-15%
STE 144B/24 5A 24Vcc
(seleção manual com jumper interno)
670.090.0017

12 ou 24Vcc
127/277VCA +/-15%
STE 288 10A (seleção manual com
(seleção manual com chave no painel)
670.090.0045
chave no painel)

1 STE 44B/12 2 STE 144B/24 3 STE 288

0 - +
>"D0
> " * D - ,
Corrente Corrente de Tensão Tensão de
Tensão de Código
Modelo de saída saída de saída saída
alimentação STEMAC
(CLP) (Bateria) (CLP) (Bateria)
0,4 / 0,7 / 1A 127/277VCA +/-15%
(seleção manual
STE-146B 2A 24Vcc 27,5Vcc (seleção manual com 670.090.0100
através de
jumper interno)
jumper interno)

# ,
$EA
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STE-146B -
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A + , 62 <
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GESTÃO DA QUALIDADE emissão inicial em: 25/05/2005
BS 005/05
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BOLETIM DE SERVIÇO
DATA: 25/05/05

ASSUNTO: APLICAÇÃO E FUNCIONAMENTO DE RETIFICADORES

- @ <% $EA /
< +
$EA0 < ? G-

Esquema de ligação do retificador na UTR

H
# ( ,
- @ F .
- )< .
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C
,

Sistema de N.º de bancos de


Modelo do retificador
alimentação bateria
12Vcc 1 ST44B/12 (3A)
24Vcc 1 STE 144B/24 (5A)
24Vcc 2 STE 288 (10A)

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GESTÃO DA QUALIDADE emissão inicial em: 25/05/2005
BS 005/05
rev. 00
BOLETIM DE SERVIÇO
DATA: 25/05/05

ASSUNTO: APLICAÇÃO E FUNCIONAMENTO DE RETIFICADORES

# $

A 1 2

%&'
C 1
2 + +( ,
"
• 0 F2 - D#".
• >!$
$/50 1-
!"
• 0 F1 -
990.151.0088 - PLACA DE TESTE RET 3/5A D#".
• < 0 F5 -
H D#".
• E >!$
$/60 2-

(%) *
ENTRADA

SAÍDA 5A
- < $I3 7

CN4
5A

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V
%) *
CH1

- $ < $I3 ;
- A ! /#
I
ENTRADA

SAÍDA 3A
CN2
3A

- %
,
Valor medido Valor de corrente de saída
100 mV 1A
CONTATO CONTATO
150 mV 1,5 A NF NA
200 mV 2A
e assim sucessivamente...

%
- / + J
D#" < + D#" $

+ , , , -
, ' . / 0
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GESTÃO DA QUALIDADE emissão inicial em: 25/05/2005
BS 005/05
rev. 00
BOLETIM DE SERVIÇO
DATA: 25/05/05

ASSUNTO: APLICAÇÃO E FUNCIONAMENTO DE RETIFICADORES

1 "2 3
+
<
*
Defeito
O que verificar O que fazer
apresentado
a) Alimentação AC na entrada do RET a) verificar disjuntores ou fusíveis da
b) Seleção de tensão de alimentação (5A: interno; USCA
Não liga 10A: externo) b) corrigir posição do jumper / chave
c) Fusível de entrada (3A e 5A: interno; 10A: externo) c) substituir o fusível
a) Alimentação AC na entrada do RET a) verificar disjuntores ou fusíveis da
b) Verificar fusíveis (alimentação e saída) USCA
c) Seleção de tensão de alimentação (5A: interno; b) substituir fusível
Não carrega 10A: externo) c) corrigir posição do jumper / chave
d) Verificar a seleção da tensão de saída (3A/5A: fixo; d) corrigir posição da chave
10A: externo) e) utilizar a Placa de Teste
e) Tensão e a corrente de carga (saída do RET)
a) Seleção de tensão de alimentação (5A: interno; a) corrigir posição do jumper / chave
10A: externo) b) utilizar a Placa de Teste
Não entra em
b) Medir a tensão e a corrente de saída do RET c) completar o nível dos vasos com
flutuação c) Verificar condições da(s) bateria(s) (nível de água deionizada; limpar os
eletrólito, oxidação dos terminais, etc.) terminais e aplicar vaselina
a) Alimentação AC na entrada do RET a) verificar disjuntores ou fusíveis da
b) Medir a tensão e a corrente de saída do RET USCA
Sinalizando defeito
c) Verificar fusíveis (alimentação e saída) b) utilizar a Placa de Teste
constantemente d) Seleção de tensão de alimentação (5A: interno; c) substituir fusível
10A: externo) d) corrigir posição do jumper / chave
a) Alimentação AC na entrada do RET a) verificar disjuntores ou fusíveis da
Sem tensão na b) Verificar fusível de saída USCA
saída c) Seleção de tensão de alimentação (5A: interno; b) substituir fusível
10A: externo). c) corrigir posição do jumper / chave
a) verificar disjuntores ou fusíveis da
a) Alimentação AC na entrada do RET
USCA
b) Verificar fusíveis (alimentação e saída)
b) substituir fusível
c) Seleção de tensão de alimentação (5A: interno;
Bateria c) corrigir posição do jumper / chave
10A: externo)
descarregada d) Verificar condições da(s) bateria(s) (nível de
d) completar o nível dos vasos com
água deionizada; limpar os
eletrólito, oxidação dos terminais, etc.)
terminais e aplicar vaselina
e) Medir a tensão e a corrente de saída do RET
e) utilizar a Placa de Teste
a) utilizar a Placa de Teste
a) Verificar se o RET está entrando em flutuação
b) verificar disjuntores ou fusíveis da
Bateria seca b) Alimentação AC na entrada do RET
USCA
c) Seleção de tensão de alimentação (5A: interno;
(sem eletrólito ou c) corrigir posição do jumper / chave
10A: externo)
com nível muito d) Verificar condições da(s) bateria(s) (nível de
d) completar o nível dos vasos com
baixo) água deionizada; limpar os
eletrólito, oxidação dos terminais, etc.)
terminais e aplicar vaselina
e) Medir a tensão e a corrente de saída do RET
e) utilizar a Placa de Teste

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% K ! K!443F
42

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BS 005/05 rev. 00
GESTÃO DA QUALIDADE emissão inicial em: 25/05/2005
BS 005/05
rev. 00
BOLETIM DE SERVIÇO
DATA: 25/05/05

ASSUNTO: APLICAÇÃO E FUNCIONAMENTO DE RETIFICADORES

4 ) 3
K < ( +
! ,

RETIFICADOR ORBE 3A:


FACILIDADE DE MANUTENÇÃO
E PROTEÇÃO DA PLACA

% *, 0
/ < %

ENTRADA SAÍDA

(%
- 0 -
- >

$
<

# ' ,
Corrente Código Observações
Modelo
de saída STEMAC (dados disponíveis na data de emissão do boletim)

STE 44C/12 3A 670.090.0002 Já disponível

STE 144C/24 5A 670.090.0018 Em produção

STE 288C 10A 670.090.0046 Em desenvolvimento

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BS 005/05 rev. 00
GESTÃO DA QUALIDADE emissão inicial em: 25/05/2005
BS 008/05
rev. 00
BOLETIM DE SERVIÇO
DATA: 20/07/05

ASSUNTO: CONFERÊNCIA E AJUSTE DO SENSOR MAGNÉTICO (PICK-UP)

DE: PARA:
GESTÃO DA QUALIDADE MONTADORES TÉCNICOS DE SUPORTE
TESTE
TÉCNICOS DE CAMPO

Para evitar falhas oriundas de erros de ajuste nos sensores magnéticos de rotação (pick-up) foi
desenvolvido este procedimento.

1) Funcionamento
O pick-up é um sensor magnético que fica instalado na capa
seca do motor e tem por função fazer a leitura da rotação
através da movimentação dos dentes da cremalheira.

Cada vez que um dente passa em frente ao pick-up, é


induzido um sinal magnético que é transformado em
sinal elétrico.

Este sinal é enviado ao regulador eletrônico de


velocidade para que o GMG tenha um efetivo controle
da rotação. Com a leitura deste sinal o REV comanda o
atuador, mantendo a rotação no valor pré-ajustado.

Quanto mais próximo da cremalheira estiver o pick-up maior será a amplitude do sinal gerado.

Abaixo é ilustrado como funciona o ciclo de regulagem da rotação nos GMG's:

SINAL DO PICK-UP

REV
GMG

SINAL PARA O ATUADOR

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BS 008/05 rev. 00
GESTÃO DA QUALIDADE emissão inicial em: 20/07/2005
BS 008/05
rev. 00
BOLETIM DE SERVIÇO
DATA: 20/07/05

ASSUNTO: CONFERÊNCIA E AJUSTE DO SENSOR MAGNÉTICO (PICK-UP)

2) Instalação e Montagem do pick-up


Quando necessário fazer a furação na capa seca do motor para a instalação do pick-up, siga o
procedimento abaixo:

Para as fotos a
Meça 37mm a
seguir, foi
partir da borda
utilizado um
da capa seca
motor marca
(do bloco para
Mercedes-Benz
fora)
linha OM366.

1 2

Faça a furação
escalonando as
brocas na
seguinte
Marque o ponto seqüência:
a ser furado 1º - 5,5mm
2º - 10mm
3º - 11,5mm
4º - 14,5mm

3 4

Faça a limpeza
Passe o macho
do local com ar
de 5/8" para
comprimido ou
abrir a rosca
alguma outra
onde será fixado
forma que retire
o pick-up.
as limalhas do
Lubrifique o
bloco.
local para
facilitar o
Ao lado, o furo já
serviço.
roscado
5 6

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BS 008/05 rev. 00
GESTÃO DA QUALIDADE emissão inicial em: 20/07/2005
BS 008/05
rev. 00
BOLETIM DE SERVIÇO
DATA: 20/07/05

ASSUNTO: CONFERÊNCIA E AJUSTE DO SENSOR MAGNÉTICO (PICK-UP)

3) Ajuste do pick-up
O ajuste do sensor deve ser feito de tal forma que o sinal de saída seja de aproximadamente
12VCA, nível necessário para o correto funcionamento do regulador de velocidade.

Faça uma marca


Enrosque o na parte superior
sensor até que do sensor.
o mesmo Esta marca será
encoste na utilizada para a
cremalheira referência do
ajuste

1 2

Desenrosque
Aperte a porca
3/4 de volta,
para fixar o
conforme figura
sensor
ao lado.

3 4

Indústria:
Após ajustado
Aperte a contra- aplique cola-
porca para lacre na rosca
finalizar a do sensor para
montagem. evidenciar que o
processo foi
finalizado.
5 6

Nos casos em que durante a Entrega Técnica exista a necessidade de ajuste do


pick-up, o técnico de campo deverá romper o lacre e registrar no relatório que
houve a necessidade da alteração.

STEMAC S/A GRUPOS GERADORES página 3 de 3


BS 008/05 rev. 00
GESTÃO DA QUALIDADE emissão inicial em: 20/07/2005
BS 010 / 04
REV.00
BOLETIM DE SERVIÇO
DATA: 08/11/04

REFERENTE: APLICAÇÃO E INSTALAÇÃO DO KIT ATERRAMENTO

DE: PARA:
 GESTÃO DA QUALIDADE  TÉCNICOS DE SUPORTE
 ENG. DE PRODUTO  TÉCNICO DE CAMPO

Este boletim tem como objetivos divulgar os componentes do "Kit Aterramento" e suas aplicações,
bem como, os procedimentos necessários para a sua correta instalação.

Fica definido que a partir da data da emissão deste boletim, o Kit Aterramento deve ser instalado
em todos GMGs durante a Entrega Técnica, Manutenção Corretiva ou Preventiva, se o mesmo
ainda não tiver sido instalado.
Os GMGs embarcados a partir de 18 de Junho de 2004, já possuem o kit instalado.

Para cada modelo de GMG deve ser utilizado um kit específico, que varia de acordo com o
comprimento e quantidade de cabos. Abaixo seguem os códigos e suas aplicações:

Código Aplicação > GMGs montados com geradores: Composição


• 2 cabos lides 10m² x 180mm c/
• WEG GTA160 terminais 35mm²
• New Age BCI184 H • 4 parafusos M8 x 40
• WEG GTA200
1 500.033.0100 • New Age UCI224 C / D / E / F / G • 4 porcas M8
• Cramaco G2R160 • 4 arruelas lisas M8
• New Age UCI274 C / D
• Cramaco G2R200 • 8 arruelas dentadas M8
• 1 etiqueta aluminizada "TERRA"
• 2 cabos lides 10m² x 220mm c/
• WEG GTA250 terminais 35mm²
• New Age UCI274 E / F / G / H / J • 4 parafusos M10 x 50
• WEG GTA315
2 500.033.0105 • New Age HCI434 C / D / E / F • 4 porcas M10
• Cramaco G2R280 • 4 arruelas lisas M10
• New Age HCI534 C / D / E
• Cramaco G2R315 • 8 arruelas dentadas M10
• 1 etiqueta aluminizada "TERRA"
• 3 cabos lides 10m² x 280mm c/
terminais 35mm²
• 5 parafusos M10 x 50
3 500.033.0110 • WEG GTA400 e Motor Perkins 2800 • 5 porcas M10
• 5 arruelas lisas M10
• 10 arruelas dentadas M10
• 1 etiqueta aluminizada "TERRA"
• 2 cabos lides 10m² x 280mm c/
terminais 35mm²
• New Age HCI534 F • 4 parafusos M10 x 50
• WEG GTA400
4 500.033.0115 • New Age HCI634 G / H / J / K • 4 porcas M10
• Cramaco G2R400 • 4 arruelas lisas M10
• New Age HCI734 E / F / G
• 8 arruelas dentadas M10
• 1 etiqueta aluminizada "TERRA"
* DEVERÁ SER ENVIADA UMA FURADEIRA PARA A INSTALAÇÃO DO KIT NO CLIENTE

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Para instalar o kit, deve ser feita a furação da base do GMG próximo ao pé do gerador. Esta
furação deve ser feita utilizando broca 8,5mm para o kit 1 e broca 11mm para os kits 2, 3 e 4.

CONECTAR O TERRA DO
CLIENTE NESTE PONTO

FURAR A BASE
DO GMG

CABO PARA A BARRA DE


TERRA DA USCA / QTA

O ponto de aterramento fornecido pelo cliente deve ser conectado diretamente à base do
GMG. Se o mesmo estiver conectado à barra de Terra da USCA, deverá ser corrigido e conectado
conforme diagrama acima.

Também deve ser feita a conexão do radiador a base. Localize um ponto junto ao suporte de
fixação do radiador e ligue este ponto até a carcaça do mesmo, utilizando as arruelas dentadas.

UTILIZAR ARRUELAS DENTADAS NA CONEXÃO

Obs1.: em motores Perkins 2800, deve ser feita a conexão do intercooler até a base, pois o radiador
possui uma carenagem plástica isolante (vide imagens na página 3).
Obs2.: no caso de radiadores que possuem a carenagem conectada diretamente à base do GMG (MWM
6.10T, por exemplo), pode ser feita a instalação de arruelas dentadas para esta conexão. Porém isto
deverá ser avaliado em campo, definindo qual a melhor forma de montagem (arruelas dentadas ou cabo).
Obs3.: após a conexão do kit, verificar se a continuidade entre BASE e MOTOR / RADIADOR
está apropriada, utilizando o multímetro.
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Abaixo estão alguns modelos de montagem dos kits de aterramento:

Gerador Cramaco G2R 315 Gerador WEG GTA 315

Gerador Cramaco G2R 200 Gerador WEG GTA 200

Motor Perkins 4001TAG - conexão ao radiador Motor MWM D229-4 - conexão ao radiador

Motor Perkins 2800 - conexão ao radiador Motor Perkins 2800 - conexão ao intercooler

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PÁGINAS 6 E 7

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Considera-se 50m como sendo o comprimento máximo do cabo de terra.
No campo Dv é indicada a tensão máxima de contato presumida para correntes de fuga na ordem de 1x In.
Dados do GMG Dados do Cabo de Terra Dados do GMG Dados do Cabo de Terra
KVA Tensão In Bitola Ω/km Dv KVA Tensão In Bitola Ω/km Dv
22 220 58 10mm2 1,83 5 290 220 761 35mm2 0,524 20
2 2
22 380 33 4mm 4,61 8 290 380 441 35mm 0,524 12
22 440 29 4mm2 4,61 7 290 440 381 35mm2 0,524 10
2 2
40 220 105 16mm 1,15 6 340 220 892 35mm 0,524 23
40 380 61 16mm2 1,15 3 340 380 517 35mm2 0,524 14
2 2
40 440 52 16mm 1,15 3 340 440 446 35mm 0,524 12
2
55 220 144 35mm 0,524 4 360 220 945 35mm2 0,524 25
2 2
55 380 84 16mm 1,15 5 360 380 547 35mm 0,524 14
55 440 72 16mm2 1,15 4 360 440 472 35mm2 0,524 12
2 2
75 220 197 35mm 0,524 5 380 220 997 35mm 0,524 26
75 380 114 16mm2 1,15 7 380 380 577 35mm2 0,524 15
2 2
75 440 98 16mm 1,15 6 380 440 499 35mm 0,524 13
2
81 220 213 35mm 0,524 6 450 220 1181 35mm2 0,524 23
2 2
81 380 123 16mm 1,15 7 450 380 684 35mm 0,524 18
81 440 106 16mm2 1,15 6 450 440 590 35mm2 0,524 15
2 2
86 220 226 35mm 0,524 6 500 220 1312 35mm 0,524 25
86 380 131 35mm2 0,524 3 500 380 760 35mm2 0,524 20
2 2
86 440 113 35mm 0,524 3 500 440 656 35mm 0,524 17
2
110 220 289 35mm 0,524 8 563 220 1477 35mm2 0,524 20
2 2
110 380 167 35mm 0,524 4 563 380 855 35mm 0,524 22
110 440 144 35mm2 0,524 4 563 440 739 35mm2 0,524 19
2 2
115 220 302 35mm 0,524 8 566 220 1485 70mm 0,268 20
115 380 175 35mm2 0,524 5 566 380 860 35mm2 0,524 23
2 2
115 440 151 35mm 0,524 4 566 440 743 35mm 0,524 19
2
130 220 341 35mm 0,524 9 570 220 1496 35mm2 0,524 20
2 2
130 380 198 35mm 0,524 5 570 380 866 35mm 0,524 23
130 440 171 35mm2 0,524 4 570 440 748 35mm2 0,524 20
2 2
135 220 354 35mm 0,524 9 625 220 1640 70mm 0,268 22
135 380 205 35mm2 0,524 5 625 380 950 35mm2 0,524 25
2 2
135 440 177 35mm 0,524 5 625 440 820 35mm 0,524 21
2
150 220 394 35mm 0,524 10 637 220 1672 70mm2 0,268 22
2 2
150 380 228 35mm 0,524 6 637 380 968 35mm 0,524 25
150 440 197 35mm2 0,524 5 637 440 836 35mm2 0,524 22
2 2
156 220 409 35mm 0,524 11 642 220 1685 70mm 0,268 23
156 380 237 35mm2 0,524 6 642 380 975 35mm2 0,524 26
2 2
156 440 205 35mm 0,524 5 642 440 842 35mm 0,524 22
2
170 220 446 35mm 0,524 12 699 220 1834 95mm2 0,193 18
2 2
170 380 258 35mm 0,524 7 699 380 1062 50mm 0,387 21
170 440 223 35mm2 0,524 6 699 440 917 50mm2 0,387 18
2 2
180 220 472 35mm 0,524 12 750 220 1968 95mm 0,193 19
180 380 273 35mm2 0,524 7 750 380 1140 50mm2 0,387 22
2 2
180 440 236 35mm 0,524 6 750 440 984 50mm 0,387 19
2
200 220 525 35mm 0,524 14 950 220 2493 120mm2 0,153 19
2 2
200 380 304 35mm 0,524 8 950 380 1443 70mm 0,268 19
200 440 262 35mm2 0,524 7 950 440 1247 50mm2 0,387 24
2 2
230 220 604 35mm 0,524 16 1000 220 2624 120mm 0,153 20
230 380 349 35mm2 0,524 9 1000 380 1519 70mm2 0,268 20
2 2
230 440 302 35mm 0,524 8 1000 440 1312 50mm 0,387 25
2
255 220 669 35mm 0,524 18 1145 220 3005 120mm2 0,153 23
2 2
255 380 387 35mm 0,524 10 1145 380 1740 70mm 0,268 23
255 440 335 35mm2 0,524 9 1145 440 1502 50mm2 0,387 29

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BS 010/04 rev. 00
GESTÃO DA QUALIDADE emissão inicial em: 08/11/2004
Dados do GMG Dados do Cabo de Terra
KVA Tensão In Bitola Ω/km Dv
2
1250 220 3280 150mm 0,124 20
2
1250 380 1899 95mm 0,193 18
2
1250 440 1640 70mm 0,268 22
1260 220 3307 150mm2 0,124 21
1260 380 1914 95mm2 0,193 18
1260 440 1653 70mm2 0,268 22
2
1275 220 3346 150mm 0,124 21
2
1275 380 1937 95mm 0,193 19
2
1275 440 1673 70mm 0,268 22
1415 220 3713 150mm2 0,124 23
1415 380 2150 95mm2 0,193 21
1415 440 1857 70mm2 0,268 25
2
1515 220 3976 150mm 0,124 25
2
1515 380 2302 95mm 0,193 22
2
1515 440 1988 70mm 0,268 27
1563 220 4102 185mm2 0,0991 20
1563 380 2375 95mm2 0,193 23
1563 440 2051 95mm2 0,193 20
2
1941 220 5094 240mm 0,075 19
1941 380 2949 120mm2 0,153 23
2
1941 440 2547 95mm 0,193 25
2040 220 5354 240mm2 0,0754 20
2040 380 3099 120mm2 0,153 24
2040 440 2677 95mm2 0,193 26
2
2500 220 6561 185mm 0,0991 33
2500 380 3798 150mm2 0,124 24
2
2500 440 3280 150mm 0,124 20

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BS 010/04 rev. 00
GESTÃO DA QUALIDADE emissão inicial em: 05/10/2004
BS 003/05
rev. 00
BOLETIM DE SERVIÇO
DATA: 10/01/06

ASSUNTO: RECALL 45 – ALTERAÇÃO DA POSIÇÃO DA MANGUEIRA DO SENSOR DE NÍVEL SCANIA DSC11

DE: PARA:
GESTÃO DA QUALIDADE TÉCNICOS DE CAMPO
TÉCNICOS DE SUPORTE
MONTADORES

Em virtude de problemas causados pela posição em que se encontra o sensor de nível do motor
Scania DSC11, deve ser realizada a alteração descrita abaixo.
Problema

A montagem atual da mangueira possui uma


dobra em um nível superior ao tubo onde está
localizado o sensor.
Quando diminui o líquido de arrefecimento do
radiador forma-se uma “bolsa d’água” fazendo
com que o sensor não atue por baixo nível de
água do radiador.

Solução apresentada

1. Girar adaptador do sensor para melhorar conformação


da mangueira evitando dobras;

2. Fixar a mangueira ao suporte da grade com fita


plástica;

3. Fixar mangueira na alça de içamento do motor através


de uma abraçadeira de fita regulável

Material
Solicite o material inserindo o código R45 na lista de peças
padrão (solicitação de peças)
Código do kit: 798.001.0450

Composição do kit
590.028.0255 – Abrac Reg Carb Zinc Tipo Fita 32-44 9mm
500.054.0327 – Abrac Reg Nylon PT tam 03

A montagem do sensor de nível foi regularizada em fábrica a partir do dia 30/12/05. Os


equipamentos com embarque anterior a esta data deverão ser atualizados.
STEMAC S/A GRUPOS GERADORES página 1 de 1
BS 003/06 rev. 00
GESTÃO DA QUALIDADE emissão inicial em: 10/01/2006
BS 006/07
BOLETIM DE SERVIÇO rev. 00
DATA: 04/04/07

ASSUNTO: REVISÃO DO CONTROLE DE VELOCIDADE – MOTORES PERKINS 2806C

DE: PARA:
GESTÃO DA QUALIDADE TÉCNICOS DE CAMPO

Este procedimento deve ser seguido sempre que for executado um atendimento a equipamentos com
motores PERKINS 2806C que utilizem CONTROLE EXTERNO DE ROTAÇÃO (USCAS ST2060 e
ST2080, por exemplo).

Devemos retirar os resistores existentes no QDM, conforme indicado nos projetos abaixo:

Projeto VERSÃO 3

GMG.000.000.0008P.0
Revisão 12 (04/04/07)
Página 1 de 1

Projeto VERSÃO 4

QDM.PER.280.4001P.0
Revisão 00 (23/01/07)
Página 4 de 5

STEMAC S/A GRUPOS GERADORES página 1 de 1


BS 006/07 rev. 00
GESTÃO DA QUALIDADE emissão inicial em: 04/04/2007
BS 016/06
rev. 00
BOLETIM DE SERVIÇO
DATA: 29/08/06

ASSUNTO: RECALL 65 – UTILIZAÇÃO DE ANTICORROSIVO NOS MOTORES PERKINS

DE: PARA:
GESTÃO DA QUALIDADE TÉCNICOS DE SUPORTE
TÉCNICOS DE CAMPO
MONTADORES

Em virtude de problemas encontrados em componentes de alumínio nos radiadores dos motores


Perkins E16 e E18, os equipamentos embarcados até a presente data deverão sofrer alteração em
campo (Recall).
O procedimento consiste em drenar todo o líquido de arrefecimento existente no motor, limpar o
motor/radiador e adicionar a água e o anticorrosivo, conforme especificado a seguir:
Limpeza do sistema
1. Drenar todo líquido existente no sistema retirando a mangueira inferior do radiador e as
mangueiras do pré-aquecimento;
2. Recolocar as mangueiras e abastecer o equipamento com água limpa;
3. Partir o GMG e aguardar o aquecimento do motor (isto é necessário para que haja a
abertura da válvula termostática e ocorra a circulação da água por todo o sistema). O motor
deve funcionar com a temperatura entre 80-90ºC por aproximadamente 15 minutos;
4. Drenar novamente toda a água do sistema (radiador e bloco);
5. Caso seja constatado que existam incrustações no interior das tubulações, entre em contato
com o suporte técnico para maiores informações sobre a limpeza do sistema.

Especificação da água
1. Utilizar de preferência água abrandada, com a menor quantidade possível de sais minerais.
2. Não deve ser utilizada água provinda de poço artesiano.

Anticorrosivo
1. Aplicar 4 litros de anticorrosivo no sistema de arrefecimento (a concentração especificada
é de 5% a 10% do volume total do sistema).
2. Solicitar o anticorrosivo para o recall através do código:
798.001.0650 – KIT RECALL 65 – ANTICORROSIVO HAVOLINE XLI

470.027.0511 – ANTICORROSIVO HAVOLINE XLI GREEN


EMBALAGEM 2LTS (o kit contém 2 Unidades)
Obs.: Em caráter emergencial, poderá ser utilizado o
anticorrosivo dos motores Scania DC12.

STEMAC S/A GRUPOS GERADORES página 1 de 1


BS 016/06 rev. 00
GESTÃO DA QUALIDADE emissão inicial em: 29/08/2006
BS 025/06
rev. 00
BOLETIM DE SERVIÇO
DATA: 01/11/06

ASSUNTO: DESABILITAÇÃO DA PROTEÇÃO DE SEQÜÊNCIA DE FASE DA REDE

DE: PARA:
GESTÃO DA QUALIDADE CONSULTORES;
TÉCNICOS DE CAMPO.

Este boletim tem o objetivo de informar um novo procedimento a ser executado logo após a
Entrega Técnica de equipamentos com controladores ST2060 e ST2090.

Na falta de rede, o GMG parte e assume carga normalmente. No retorno da rede o


controlador sinaliza seqüência de fase invertida e não retransfere. Este evento ocorre no
primeiro funcionamento da máquina.

Para solucionar o problema mencionado acima, logo após o término da Entrega Técnica,
deve-se desabilitar o parâmetro de Proteção de Seqüência de Fase da Rede, conforme descrito
abaixo:

FONTE: Especificação Técnica do Controlador ST2060

ESTA PARAMETRIZAÇÃO É VÁLIDA PARA CONTROLADORES ST2060 E


ST2090.

STEMAC S/A GRUPOS GERADORES página 1 de 1


BS 025/06 rev. 00
GESTÃO DA QUALIDADE emissão inicial em: 01/11/2006
Módulo de Segurança para
Técnicos Externos

A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

OBJETIVO
Procedimentos de Segurança no
Trabalho
Uso adequado do EPI

NR 5 - CIPA

NR 6 EPI

NR 10 Instalações e serviços em


eletricidade
A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

1
Comissão Interna de Prevenção de
Acidentes
- CIPA NR 05

A CIPA é composta por:


Presidente (indicado pela empresa)
Vice-presidente ( eleito pelos funcionários)
Titulares ( eleito pelos funcionários)
Suplentes ( eleito pelos funcionários)

A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

Equipamento de Proteção Individual -


EPI - NR 6

 EPI, é todo o dispositivo de


uso individual, destinado a
proteger a saúde e a
integridade física do
trabalhador;

A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

2
Equipamento de Proteção Individual -
EPI - NR 6
 A Empresa fornece
gratuitamente aos
seus colaboradores
o EPI adequado ao
risco e em perfeito
estado de
conservação;

A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

Responsabilidades do Empregador – NR 6
Item 6.6.1
a) Adquirir o EPI adequado ao risco da cada
atividade;

b) Exigir seu uso;

c) Fornecer ao trabalhador somente o EPI


aprovado pelo MTE;

d) Orientar e treinar sobre o uso adequado,


guarda e conservação;
A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

3
e) Substituir imediatamente, quando danificado

ou extraviado;

f) Responsabilizar-se pela higienização e


manutenção periódica;

g) Comunicar ao MTE qualquer irregularidade


observada.

A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

RESPONSABILIDADES DOS EMPREGADOS:


NR 6 ITEM 6.7.1
a) Usar, utilizando-o apenas para a finalidade a
que se destina;

b) Responsabilizar-se pela guarda e


conservação;
c) Comunicar ao empregador qualquer alteração
que torne impróprio para uso; e

d) Cumprir as determinações do empregador


sobre o uso adequado. A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

4
Equipamento de Proteção Individual -
NR 6
A Empresa oferece aos seus colaboradores,
EPI´s para proteção dos seguintes membros:

Proteção para a cabeça;  Proteção da pele;

 Proteção para os  Proteção contra


riscos de choque
membros superiores; elétrico;

 Proteção para os  Proteção auditiva;


membros inferiores;
A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

EPI´s para proteção da cabeça

Capacete;

Protetor Auditivo

Óculos de segurança;

A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

5
Proteção dos Membros Superiores
Luva de Borracha
Luva de Cobertura

Luva de Vaqueta Creme Dermoprotetor

A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

Proteção dos Membros Inferiores

SAPATO DE PROTEÇÃO

A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

6
Uso dos EPI´s

 O que você acha das


condições de trabalho
deste técnico ?
 Você acrescentaria
algum outro EPI ?
 Você não usaria algum
desses EPI´s ?

A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

NR 6 - Utilização do EPI
luvas de borracha
 Sempre que o técnico
estiver executando tarefas
com o equipamento
energizado, deverá utilizar
a luva de borracha, no
caso do material utilizado
possuir arestas, a luva
deverá ser sobreposta por
outra luva de vaqueta
para evitar a perfuração
da borracha isolante.

A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

7
Arco de Tensão Tocha Humana

A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

Instalações e serviço em eletricidade - NR


- 10
 10.1 Esta Norma Regulamentadora - NR fixa as
condições mínimas exigidas para garantir a
segurança dos empregados que trabalham em
instalações elétricas, em suas diversas etapas,
incluindo projeto, execução, operação,
manutenção, reforma e ampliação e, ainda a
segurança de usuários e terceiros.
A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

8
1.2.9 - Medidas de proteção individual

 10.2.9.2 As vestimentas de trabalho devem


ser adequadas às atividades, devendo
contemplar a condutibilidade, inflamabilidade
e influências eletromagnéticas.

 10.2.9.3 É vedado (proibido) de adornos


pessoais nos trabalhos com instalações
elétricas ou em suas proximidades.

A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

10.4 - Segurança na construção,


montagem, operação e manutenção.

 10.4.3.1 Os equipamentos, dispositivos e


ferramentas que possuam isolamento elétrico
devem estar adequados às tensões envolvidas,
e serem inspecionados e testados de acordo
com as regulamentações existentes ou
recomendações dos fabricantes.

A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

9
 10.4.4.1 Os locais de serviços elétricos,
compartimentos e invólucros de equipamentos e
instalações elétricas são exclusivos para essa
finalidade, sendo expressamente proibido utiliza-
lo para armazenamento ou guarda de quaisquer
objetos.

A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

10.5 Segurança em instalações elétricas


desenergizada
 10.5.1 Somente serão consideradas
desenergizadas as instalações elétricas
liberadas para trabalho, mediante os
procedimentos apropriados, obedecida a
seqüência abaixo:
- seccionamento;
- impedimento de reenergização;
- constatação da ausência de tensão

A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

10
continuação...

- instalação de aterramento temporário com


equipotencialização dos condutores dos
circuitos;

- proteção dos elementos energizados


existentes na zona controlada;

- instalação de sinalização de impedimento


de reenergização

A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

continuação...

 10.5.2 O estado de instalação desenergizada


deve ser mantido até a autorização para
reenergização, devendo ser reenergizada
respeitando a seqüência de procedimentos
abaixo:

- retirada das ferramentas, utensílio e


equipamentos

- retirada da zona controlada de todos os


trabalhadores não envolvidos no processo de
reenergização;
A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

11
continuação...

- remoção do aterramento temporário, da


equipotencialização e das proteções
adicionais;

- remoção da sinalização de impedimento de


reenergização;

- destravamento, se houver, e religação dos


dispositivos de seccionamento.

A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

10.7 Trabalhos envolvendo alta tensão


10.7.3 Os serviços em instalações elétricas
energizadas em AT, bem como aqueles
executados no Sistema Elétrico de Potência -
SEP, não podem ser realizados
individualmente.

10.7.4 todo trabalho em instalações elétricas


energizadas em AT, bem como aqueles que
interajam com SEP, somente podem ser
realizados mediante ordem de serviço
específica para data e local, assinada por
supervisor responsável pela área.
A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

12
continua...
10.7.5 Antes de iniciar trabalhos em circuito
energizados em AT, o superior imediato e a
equipe, responsável pela execução do serviço,
devem realizar uma avaliação prévia, estudar e
planejar as atividades e ações a serem
desenvolvidas de forma a atender os princípios
técnicos básicos e as melhores técnicas de
segurança em eletricidade aplicável ao serviço.

A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

Cuidados ao manusear o interior


de painéis (USCAS)

A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

13
Precauções quanto a segurança

 O técnico deverá possuir


os equipamentos de
medição necessários
para saber se a
instalação está
energizada ou não, e
ferramentas cobertas
com materiais isolantes .

A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

Trabalhos próximos a barramentos

 Sempre que o
barramento estiver
exposto gerando risco de
acidente por choque
elétrico, o técnico deverá
certificar-se que o painel
está desenergizado.

A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

14
Cuidado com pequenas armadilhas

 Um pequeno detalhe
como por exemplo esta
amarrilha, poderá
causar um grave
acidente, pois para
amarrá-la o técnico
deverá seguir um
procedimento seguro de
trabalho.

A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

ATENÇÃO
 O Técnico jamais
deverá acessar a
fiação da porta da
USCA, pela parte
traseira da mesma.

Detalhe da fiação
na parte
dianteira da USCA

A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

15
Trabalhos próximos a barramentos

 Procure sempre a
melhor posição
para trabalhar ,
ficando sempre que
possível o mais
afastado dos
barramentos..

Fio solto
A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

RETIRADA E COLOCAÇÃO DE
FUSíVEIS

 Nunca retirar ou
colocar um fusível
com o equipamento
em carga, devido a
possibilidade de
criar um arco
voltaico.

A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

16
TROCA DA PONTE RETIFICADORA

 Ao trocar a ponte
retificadora ou os
resistores sempre
tomar cuidado com
os barramentos, se
estiverem
energizados.

A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

CABOS SOLTOS

 Os cabos devem ser


bem presos para
não roçar em
nenhuma superfície
de metal que possa
causar um choque
elétrico ou fechar
um curto circuito.
Cabo roçando na
caixa do gerador
A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

17
OBJETOS SOBRE O BARRAMENTO

 Ao se trabalhar com
objetos de metal
sobre o barramento
deve-se ter muito
cuidado para não
deixá-los cair sobre o
mesmo.

Chave de boca

A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

CHAVE DE FENDA COM ISOLAMENTO

 Sempre utilizar
chave de fenda com
isolamento.

Isolamento na parte
metálica da chave

A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

18
Precauções quanto a segurança

 Nunca esquecer de
desligar os
disjuntores de
proteção quando for
fazer alguma
manutenção.

Disjuntor desligado

A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

Cuidados com o manuseio do


regulador de tensão basller
 O técnico deve estar
atento para
equipamentos que
possuam dissipador
de calor, pois os
mesmos podem
estar energizados.

Dissipador de calor
A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

19
Precauções quanto a segurança
 Ao conectar e/ou
desconectar as
amostras de tensão
de fase, tome sempre
muito cuidado, pois
embora não tendo a
mesma intensidade de
corrente que o
barramento, podem
causar um acidente. .

Terminal energizado
A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

Manuseio do Sistema de Controle


Automático - SCA
 Ao manusear a
fiação da borneira,
o técnico sempre
deverá isolar os
terminais evitando
desta forma o risco
de choque elétrico
e/ou curto circuito

Fiação da borneira

A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

20
SINALIZAÇÕES
 Na manutenção das
instalações e
equipamentos deve
ser dada uma
importância especial,
para as sinalizações,
pois elas são
responsáveis em
grande parte pela
prevenção dos
acidentes de origem
elétrica
A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

Atenção às Normas de Segurança

 O técnico sempre
deverá observar as
Normas de
Segurança da
Empresa e/ou do
cliente no qual
estiver realizando
suas atividades
profissionais.

A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

21
Cuidados nos trabalhos em lugares úmidos
 Antes de começar a
trabalhar em lugares
úmidos, é preciso
examinar os fios,
cabos, equipamentos
e ligações elétricas. O
perigo aumenta
porque a umidade
facilita a passagem
da corrente elétrica
pelo corpo do
trabalhador.
A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

Manutenção do local de trabalho


 As instalações
elétricas devem ser
verificadas
constantemente pelo
Técnico, que deve
mantê-las em boas
condições de uso.
 O Técnico deve saber
que uma manutenção
bem feita evita
acidentes
A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

22
Manutenção do local de trabalho

É uma das principais medidas para evitar


os riscos de acidentes e que deve ser
realizada com a chave geral desligada.

 Deve-se colocar uma placa na chave geral


proibindo que ela seja ligada, quando a
instalação elétrica estiver em manutenção.

A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

Primeiros Socorros em caso de


acidentes

A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

23
Características do acidente por
choque elétrico
 A gravidade do
acidente que a
eletricidade pode
causar depende:
 Da intensidade da
corrente elé
elétrica.
 Do caminho que a
corrente elé
elétrica faz
pelo corpo do
trabalhador.
A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

Características do acidente por


choque elétrico
 Do tempo que o trabalhador fica em
contato com a eletricidade.

 Ou seja, no caso de acidente, é preciso agir


rápido, porque quanto mais tempo uma
pessoa ficar sofrendo o choque elétrico,
menos chance ela terá de sobreviver.
A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

24
O que fazer em caso de choque
elétrico
 Primeiramente, deve-
deve-se
desligar a chave geral.
 Quando não for possí
possível
desligar a chave geral,
deve-
deve-se fazer o seguinte:
-Usar luvas de borracha
para soltar o trabalhador
da rede elé
elétrica
- Se não tiver luvas de
borracha, usar madeira
seca ou ficar em cima de
um tapete de borracha.
A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

Primeiros Socorros em acidente


por choque elétrico
 -Depois de separar o
trabalhador da rede
elé
elétrica, pode ser que
ele pare de respirar
(morte aparente). Para
que ele volte a
respirar, é preciso
fazer o seguinte:
 Deitar o trabalhador
de costas e afrouxar
suas roupas.
A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

25
Primeiros Socorros em acidente
por choque elétrico
 Colocar uma das
mãos na nuca do
trabalhador e jogar
sua cabeç
cabeça para trá
trás.

A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

Primeiros Socorros em acidente


por choque elétrico
 Tirar da boca do
trabalhador todo
objeto estranho.

A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

26
Primeiros Socorros em acidente
por choque elétrico
 Tapar o nariz do
trabalhador com os
dedos.

A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

Primeiros Socorros em acidente


por choque elétrico
 Assoprar na boca do
trabalhador e
observar se seu peito
se eleva.

A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

27
Primeiros Socorros em acidente
por choque elétrico
 Deixar o ar sair.
 Deve-
Deve-se repetir as
fases 4, 5, 6 , parando
somente apó
após a
chegada do
atendimento mé médico
especializado

A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

Parada do coração
 Na maior parte dos
casos de choque
elé
elétrico, ocorre
també
também a parada do
coraç
coração. Caso isso
ocorra deve-
deve-se fazer a
massagem cardí
cardíaca,
da seguinte forma.
 Deitar o trabalhador
de costas sobre uma
superfí
superfície dura.
A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

28
Parada do coração
 Colocar uma mão
sobre a outra, na parte
mais funda do peito
do trabalhador.

Posição correta das mãos

A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

Parada do coração
 Apertar com forç
força.

A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

29
Parada do coração
 Soltar.

 Deve-
Deve-se aplicar a
massagem cardí
cardíaca
até
até que o trabalhador
se restabeleç
restabeleça.

A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

Parada do coração
 Quando ocorrer a parada da respiração e
do coração ao mesmo tempo, deve-se
aplicar 5 massagens cardíacas e 1
respiração boca a boca até o trabalhador
voltar ao normal.

A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

30
Módulo de Segurança para Técnicos
Externos
Bem colegas, após avaliarmos este ...ou arriscarem-se a
módulo, vocês poderão optar entre
acompanhar nosso
trabalhar seguindo os
procedimentos de segurança, amiguinho aí de baixo!
voltando para os braços de seus Oi, eu não
familiares depois do trabalho ... seguia as
Normas de
Segurança!

A SUA SOLUÇÃO EM ENERGIA

31
PROCEDIMENTO DE

SEGURANÇA PARA

TÉCNICOS

EXTERNOS
PROCEDIMENTOS DE SEGURANÇA
Advertência: Muitos dos procedimentos de Diagnose e de localização
de problemas envolvem riscos que poderiam causar graves lesões
pessoais ou a morte, somente as pessoas qualificadas com um bom
entendimento dos riscos de trabalho com combustível, eletricidade e
máquinas, devem efetuar os procedimentos de entrega técnica ou
reparação.

Antes de fazer funcionar o Grupo Motor Gerador se recomenda ler os


manuais dos equipamentos e entender bem o seu conteúdo. Muitos
acidentes são causados pelo não cumprimento de regras e precauções
básicas.

O COMBUSTÍVEL E SEUS VAPORES SÃO INFLAMÁVEIS.

O emprego de procedimentos incorretos pode resultar em incêndios,


explosões e lesões pessoais ou a morte.

• Não preencher os tanques de combustível enquanto o motor estiver


funcionando a menos que se encontrem fora da sala do motor. O contato do
combustível com partes do motor ou com o tubo de descarga é um risco
potencial de incêndio.
• Não permitir a proximidade de chama exposta, cigarros, chama piloto,
faiscas, equipamentos de arco voltaico ou qualquer outra fonte de ignição
perto do Grupo Motor Gerador ou Tanque de Combustível.
• Os condutos de combustível devem estar devidamente fixados e sem
vazamentos. Os Tubos de combustível devem conectar-se ao motor através
de uma mangueira flexível apropriada.
• Assegurar-se que a alimentação de combustível tenha uma válvula de corte
positiva.
• Assegurar-se que a localização da bateria tenha uma boa ventilação antes
de iniciar qualquer serviço neste equipamento. As baterias de chumbo
emitem gás hidrogênio muito explosivo e que pode inflamar-se em contato
com qualquer centelha ou cigarro aceso.
• Jamais utilizar combustível para higienizar as mãos ou qualquer parte do
corpo, além de perigoso é prejudicial a saúde.

OS GASES DE ESCAPE SÃO MORTAIS.

• O sistema de escape deve conduzir os gases da descarga para longe de


locais fechados ou cobertos ou quaisquer outros lugares onde se encontrem
pessoas. Assegure-se que os coletores de escape do motor e as tubulações
estejam firmes e sem vazamentos.
• Assegurar-se que o equipamento esteja bem ventilado.
AS PEÇAS MÓVEIS PODEM CAUSAR GRAVES LESÕES PESSOAIS OU
A MORTE.

• Não colocar as mãos, roupa ou jóias perto de peças em movimento. As


roupas e as jóias podem ficar presas em peças em movimento e as jóias
podem ocasionar curto circuito nos contatos elétricos causando choques
severos até a morte.
• Antes de começar a trabalhar em Grupo Motor Gerador, desconectar as
baterias, iniciando com o cabo negativo.
• Assegure-se de que os fixadores do motor e gerador estejam bem firmes.
Reapertar os suportes e abraçadeiras, manter os protetores dos
ventiladores em suas posições bem como os protetores das correias.
• Se houver necessidade de fazer algum ajuste com o equipamento em
funcionamento, observar com extremo cuidado os componentes aquecidos
ou em movimento.

USO DE MATERIAIS INFLAMÁVEIS OU EXPLOSIVOS.

Os vapores inflamáveis podem fazer com que o motor diesel trabalhe a


velocidades excessivas sem possibilidade de parada podendo causar
explosões do volante do motor ou incêndios com graves conseqüências.
Ter extremo cuidado com combustível derramado no solo ou vazamentos
no próprio motor e também com panos ou estopas usados para secagem de
combustível.

O CHOQUE ELÉTRICO PODE CAUSAR GRAVES LESÕES PESSOAIS


OU A MORTE.

• Não executar tarefas no interior de quadros de comando/força que estejam


energizados ou em qualquer outro ponto da instalação que apresente
tensão elétrica, a não ser em situações extremas onde se deva efetuar
medições de grandezas elétricas. Nestas condições é extremamente
importante o uso dos Equipamentos de Proteção Individual tais como:
Calçados para eletricista, luvas para eletricista e etc.
• Ter sempre em conta os códigos de eletricidade locais.
• Procure sempre que possível, não executar serviços em quadro de
comando energizado, sem a supervisão de alguém, mesmo que seja um
técnico do cliente.
MEDIDAS DE SEGURANÇA

• Os líquidos usados no sistema de arrefecimento são pressurizados e tem


um ponto de ebulição mais alto do que o da água. Não abrir a tampa de
pressão do radiador ou do intercambiador de calor enquanto o sistema
estiver aquecido.

• Retirar da sala, todos os reservatórios de óleo ou graxa que não forem


necessários.

• Manter o Grupo Motor Gerador permanentemente limpo e livre de


obstruções em sua volta.

• Não trabalhar no equipamento quando se estiver mental ou fisicamente


fatigado ou depois de haver ingerido bebidas alcóolicas ou ingerido algum
medicamento ou droga que possa interferir no desempenho normal.

• Execute suas tarefas com o Grupo Motor Gerador desenergizado

• Sempre que o técnico estiver executando tarefas com o equipamento


energizado, deverá utilizar a luva de borracha, no caso do material utilizado
possuir arestas, a luva deverá ser sobreposta por outra de vaqueta para
evitar a perfuração da borracha isolante.

• Calçado de segurança para eletricista, em couro hidrofugado, sem biqueira


de aço e anilhas de metal, com resistência até 14000V no tempo de 01
minuto:

• Esse EPI, deverá ser utilizado sob qualquer circunstância, quando o


Técnico estiver executando suas atividades profissionais;

• Técnico deverá possuir os equipamentos de medição necessários para


saber se a instalação está energizada ou não, e ferramentas cobertas com
materiais isolantes .

• Sempre que o barramento estiver exposto gerando risco de acidente por


choque elétrico, o técnico deverá certificar-se que o painel está
desenergizado.

• Técnico jamais deverá acessar a fiação da porta da USCA, pela parte


traseira da mesma

• Procure sempre a melhor posição para trabalhar , ficando sempre que


possível o mais afastado dos barramentos.
• Nunca retirar ou colocar um fusível com o equipamento em carga, devido a
possibilidade de criar um arco voltaico.

• Ao trocar a ponte retificadora ou os resistores sempre tomar cuidado com


os barramentos, se estiverem energizados.

• Devem ficar fechados para que os operários não encostem nas partes
energizadas e não guardem roupas, garrafas, marmitas ou outros objetos
dentro deles.

• Os cabos devem ser bem presos para não roçar em nenhuma superfície de
metal que possa causar um choque elétrico ou fechar um curto circuito.

• Ao se trabalhar com objetos de metal sobre o barramento deve-se ter muito


cuidado para não deixá-los cair sobre o mesmo.

• Sempre utilizar chave de fenda com isolamento.

• Nunca esquecer de desligar os disjuntores de proteção quando for fazer


alguma manutenção.

• O técnico deve estar atento para equipamentos que possuam dissipador de


calor, pois os mesmos podem estar energizados.

• Ao conectar e/ou desconectar as amostras de tensão de fase, tome


sempre muito cuidado, pois embora não tendo a mesma intensidade de
corrente que o barramento, podem causar um acidente

• Ao manusear a fiação da borneira, o técnico sempre deverá isolar os


terminais evitando desta forma o risco de choque elétrico e/ou curto circuito

• Na manutenção das instalações e equipamentos deve ser dada uma


importância especial, para as sinalizações, pois elas são responsáveis em
grande parte pela prevenção dos acidentes de origem elétrica

• técnico sempre deverá observar as Normas de Segurança da Empresa e/ou


do cliente no qual estiver realizando suas atividades profissionais.

• Antes de começar a trabalhar em lugares úmidos, é preciso examinar os


fios, cabos, equipamentos e ligações elétricas. O perigo aumenta porque a
umidade facilita a passagem da corrente elétrica pelo corpo do trabalhador.
• As instalações elétricas devem ser verificadas constantemente pelo
Técnico, que deve mantê-las em boas condições de uso.

• Técnico deve saber que uma manutenção bem feita é uma das principais
medidas para evitar os riscos de acidentes e que deve ser realizada com a
chave geral desligada.
• Deve-se colocar uma placa na chave geral proibindo que ela seja ligada,
quando a instalação elétrica estiver em manutenção.

• Utilizar sempre o uniforme, que é adequado para a atividade que


exercemos, utilizar o crachá fixo ao corpo para não correr o risco de ser
“puxado” ou prender em alguma parte móvel do GMG.

• Certifique-se que sempre tenha alguém que saiba onde e em que


equipamento você esta trabalhando.
Instruções Operacionais
Filiais - Adm. DSP

4.1.4. Ferramentas e Equipamentos para Técnicos Externos

Esta Instrução Normativa visa orientar os técnicos externos das filiais, quanto à responsabilidade e
ao correto manuseio das ferramentas e equipamentos eletrônicos, utilizados em campo para
atendimento aos clientes.

Todo técnico receberá, no momento da contratação, uma maleta contendo ferramentas e


componentes eletrônicos (lista em anexo), podendo receber eventualmente, equipamentos
eletrônicos (Ex.: Alicate Amperímetro, Analisador de Harmônica, Notebook e outros) para
utilização em atendimentos especiais;

No momento da entrega da maleta e/ou equipamentos eletrônicos, o técnico deverá


conferir e assinar o protocolo de recebimento (modelo em anexo), onde o mesmo deverá
ser enviado imediatamente para a DSP-RS, visando o arquivamento junto a pasta de cada
técnico;

Cabe ao técnico, a responsabilidade de utilizar as ferramentas e/ou equipamentos


corretamente, sendo que em caso de danificação ou extravio dos mesmos, o técnico deverá
informar imediatamente sua Chefia imediata, para que a mesma tome as devidas
providências, junto a DSP-RS;

Os equipamentos eletrônicos necessitam de cuidados especiais no seu manuseio diário,


onde a conservação deve ser rigorosa por parte do técnico, sendo que periodicamente, serão
solicitados para envio a DSP-RS, que providenciará a calibração dos mesmos, para
posterior retorno. Sempre que um equipamento eletrônico, for solicitado ao técnico para
calibração, estaremos enviando antecipadamente outro igual para substituição, até o retorno
final;

Periodicamente os responsáveis pelo administrativo DSP, nas filiais, realizarão


inventário de ferramentas e equipamentos, junto à maleta dos técnicos e almoxarifado das
filiais, sendo que qualquer irregularidade deve comunicar imediatamente a DSP-RS.

No caso de desligamento de algum técnico, os responsáveis da DSP deverão fazer um


check list, das ferramentas pela lista de ferramentas recebidas pelo técnico, assim como
ferramentas compradas e lançadas em RDV. Logo deverá seguir para a DSP-RS, as
ferramentas de medição (multímetro, alicate amperímetro, fasímetro, torquímetro, etc),
para as devidas verificações e calibrações.

Em caso de extravio ou perda, das ferramentas e/ou equipamento eletrônico, ocorrerá


ressarcimento financeiro pelo técnico e/ou responsável pelo Administrativo da DSP, nas
filiais, nos casos em que for constatada negligência com o patrimônio da Empresa.

As ferramentas e/ou equipamentos eletrônicos, são de uso exclusivo em trabalho, seja na filial
ou em cliente, não podendo em hipótese alguma, ser utilizadas em caráter particular. Cabe
ao administrativo da DSP, nas filiais, o cumprimento deste procedimento.

Cléverson Dias
Protocolo de Recebimento de Equipamento

Eu, Técnico matrícula número XXXXX


declaro haver recebido o instrumento descrito abaixo:
Instrumento:
Setor:
Usuário:
Uso:
Códig
Marca:
Modelo:
Nº Série:
Incerteza:
Certificado:
Calibrado: Próx
Patrimôni
Statu
Obs _

Obs.: Assume o empregado a responsabilidade de ressarcir quaisquer danos que advirem


de
imperícia, imprudência, ou negligência na utilização do equipamento. Autorizo, deste já, a
proceder o desconto em meus vencimentos ou indenizações, dos valores que por ventura
forem originados por:
a) Não devolvido à empresa por ocasião de eventual demissão.
b) Danificados propositalmente ou devido a mal uso;
c) Extraviado;
d) Não devolvidos à empresa para substituição.

Porto Alegre, sexta-feira, xx de mês de 2007

_______________________________ ____________________________
TECNICO DSP/MTZ - Ferramentaria
Setor: DSP
COMPOSIÇÃO DA MALA DO TÉCNICO ELETRÔNICO

TERMO DE RESPONSABILIDADE
Declaro que recebi as ferramentas abaixo relacionadas para utilização exclusiva a serviço do fabricante dos produtos
STEMAC S/A Grupos Geradores, responsabilizando-me pela guarda e conservação destas enquanto estiverem em
meu poder devolvendo em perfeitas condições sempre que solicitado. A reposição ou substituição de qualquer
ferramenta, devido a dano ou extravio será feita pela DSP - Divisão de Serviços e Peças cabendo-me o
ressarcimento do custo correspondênte.
CÓDIGO DESCRIÇÃO QUANT. VALOR R$ ASSINATURA

0500.050.271 ALICATE BICO FINO 1

0500.050.274 ALICATE BURNDY YALOH 1

0500.050.276 ALICATE DE CORTE 1

0500.050.286 ALICATE UNIVERSAL 8" 1

0500.050.292 CHAVE ALLEM 4mm 1

0500.050.294 CHAVE ALLEM 5mm 1

0500.050.295 CHAVE ALLEM 6mm 1

0500.050.298 CHAVE ALLEM 8mm 1

0500.050.302 CHAVE ALLEM 9mm 1

0500.050.304 CHAVE CANHÃO 10mm 1

05.05.305 CHAVE CANHÃO 8mm 1

0500.050.307 CHAVE CANHÃO 9/32mm 1

0500.050.309 CHAVE COMBINADA 1/2" 1

0500.050.311 CHAVE COMBINADA 10mm 1

0500.050.312 CHAVE COMBINADA 11mm 1

0500.050.313 CHAVE COMBINADA 12mm 1

0500.050.317 CHAVE COMBINADA 13mm 1

0500.050.318 CHAVE COMBINADA 14mm 1

0500.050.320 CHAVE COMBINADA 15mm 1

05.05.354 CHAVE COMBINADA 16mm 1


0500.050.366 CHAVE COMBINADA 17mm 1

0500.050.367 CHAVE COMBINADA 18mm 1

0500.050.368 CHAVE COMBINADA 19mm ou 3/4" 1

0500.050.385 CHAVE COMBINADA 8mm 1

0500.050.398 CHAVE COMBINADA 9mm 1

0500.050.399 CHAVE COMBINADA 11/16mm 1

0500.050.420 CHAVE DE FENDA "MARCA WAGO" ref. 210.119 1

0500.050.424 CHAVE DE FENDA 1/4" x 6" (Isolada) 1

0500.050.439 CHAVE DE FENDA 1/8" x 4" (Isolada) 1

0500.050.445 CHAVE DE FENDA 3/16" x 4" (Isolada) 1

0500.050.455 CHAVE DE FENDA TOCO 1/4" x 1" 1

0500.050.561 CHAVE ESTRELA MEIA LUA 5/8" x 9/16" 1

0500.050.564 CHAVE INGLESA 2" x 10" 1

0500.050.565 CHAVE PHILIPS 1/4" x 6" (Isolada) 1

0500.050.567 CHAVE PHILIPS 1/8" x 6" (Isolada) 1

0500.050.568 CINTA P/TROCA FILTRO COMBUSTÍVEL 1

0500.050.588 ESTILETE 1

0500.050.609 FERRO DE SOLDA 60w - 220 VCA 1

0500130095 ALICATE AMPERIMETRO MINIPA ET-3910 AC / DC 1

0500.050.624 MALETA DE ALUMÍNIO 1

0500130095 MULTIMETRO FLUKE 87 C/ Ponta Termometro 1

0500.050.625 PINCEL 1" COM PARTE METÁLICA ISOLADA 1

6200.220.015 SUGADOR DE SOLDA 1

ESTOU CIENTE DAS MINHAS RESPONSABILIDADES, CONFORME INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01, DATADA
DE 01/06/2000.

FUNCIONÁRIO: ANDERSON BAUM DE ARAUJO MATRICULA: 25348


DATA: 15-fev-07 FILIAL DSP
COMPOSIÇÃO DA MALA DO TÉCNICO MECÂNICO

Tecnico:
TERMO DE RESPONSABILIDADE
Declaro que recebi as ferramentas abaixo relacionadas para utilização exclusiva a serviço do fabricante dos produto
STEMAC S/A Grupos Geradores, responsabilizando-me pela guarda e conservação destas enquanto estiverem e
meu poder devolvendo em perfeitas condições sempre que solicitado. A reposição ou substituição de qualqu
ferramenta, devido a dano ou extravio será feita pela DSP - Divisão de Serviços e Peças cabendo-me
ressarcimento do custo correspondênte.
CÓDIGO DESCRIÇÃO QUANT. ASSINATURA

0500.050.597 ADAPTADOR 3/4" X 1/2" 1

0500.050.569 ALICATE PARA ANÉIS EXTERNOS 8"(CURVO) 1

0500.050.570 ALICATE PARA ANÉIS INTERNOS 8"(CURVO) 1

0500.050.369 ALICATE PRESSÃO 8" 1

0500.050.368 ALICATE UNIVERSAL 8" 1

6200.770.005 Borracha Silicone 300Gr. 1

0500.050.571 CABO "T"1/2 X 10" 1

0500.050.572 CABO DE FORÇA 3/4" 1

0500.050.573 CABO EXTENSÃO 1/2"X10" 1

0500.050.574 CABO EXTENSÃO 1/2"X5" 1

0500.050.575 CALIBRADOR DE LÂMINAS 0,005 a 1 mm 1

0500.050.341 CATRACA 1/2"X 10" 1

0500.050.576 CATRACA 3/8" 1

0500.050.352 CHAVE ALLEM 1/2" 1

0500.050.316 CHAVE ALLEM 1/8" 1

0500.050.495 CHAVE ALLEM 3/16" 1

0500.050.578 CHAVE ALLEM 3/32" 1

0500.050.579 CHAVE ALLEM 5/32" 1

0500.050.442 CHAVE ALLEM 7/16" 1


0500.050.580 CHAVE ALLEM 9/16" 1

0500.050.313 CHAVE ALLEM 06mm 1

0500.050.317 CHAVE ALLEM 08mm 1

0500.050.315 CHAVE ALLEM 10mm 1

0500.050.311 CHAVE ALLEM 04mm 1

0500.050.449 CHAVE ALLEM 1/4" 1

0500.050.620 CHAVE ALLEM 11mm 1

0500.050.452 CHAVE ALLEM 14mm 1

0500.050.443 CHAVE ALLEM 19mm 1

0500.050.451 CHAVE ALLEM 5/16" 1

0500.050.294 CHAVE COMBINADA 08mm 1

0500.050.381 CHAVE COMBINADA 1" 1

0500.050.286 CHAVE COMBINADA 1/2" 1

0500.050.562 CHAVE COMBINADA 1/4" 1

0500.050.271 CHAVE COMBINADA 10mm 1

0500.050.567 CHAVE COMBINADA 11/16' 1

0500.050.420 CHAVE COMBINADA 11mm 1

0500.050.276 CHAVE COMBINADA 12mm 1

0500.050.398 CHAVE COMBINADA 13mm 1

0500.050.304 CHAVE COMBINADA 14mm 1

0500.050.307 CHAVE COMBINADA 15mm 1

0500.050.298 CHAVE COMBINADA 16mm 1

0500.050.302 CHAVE COMBINADA 17mm 1

0500.050.295 CHAVE COMBINADA 18mm 1

0500.050.385 CHAVE COMBINADA 19mm ou 3/4" 1


0500.050.378 CHAVE COMBINADA 20mm 1

0500.050.380 CHAVE COMBINADA 21mm 1

0500.050.386 CHAVE COMBINADA 22mm ou 7/8" 1

0500.050.379 CHAVE COMBINADA 23mm 1

0500.050.377 CHAVE COMBINADA 24mm 1

0500.050.383 CHAVE COMBINADA 27mm 1

0500.050.310 CHAVE COMBINADA 3/8" 1

0500.050.321 CHAVE COMBINADA 5/16" 1

0500.050.291 CHAVE COMBINADA 5/8" 1

0500.050.485 CHAVE COMBINADA 7/16" 1

0500.050.303 CHAVE COMBINADA 9/16" 1

0500.050.457 CHAVE COMBINADA MEIA LUA 11/16' 1

0500.050.428 CHAVE DE BOCA 9 x 10 mm 1

0500.050.581 CHAVE DE FENDA 1/4" X 6" 1

0500.050.281 CHAVE DE FENDA 3/16" X 4" 1

0500.050.582 CHAVE DE FENDA 3/8" X 10" 1

0500.050.584 CHAVE ESTRELA 6 x 7mm 1

0600.500.028 CHAVE ESTRELA MEIA LUA 16mm X 18mm 1

0500.050.320 CHAVE ESTRELA MEIA LUA 5/8" X 9/16" 1

0500.050.588 CHAVE INGLESA 2" X 10" 1

0500.050.334 CHAVE L 1/2"

0500.050.339 CHAVE L 10mm 1

0500.050.335 CHAVE L 13mm 1

0500.050.332 CHAVE L 17mm 1

0500.050.340 CHAVE L 3/8"


0500.050.333 CHAVE L 7/16" 1

0500.050.346 CHAVE L 9/16" 1

0500.050.568 CINTA P/TROCA FILTRO COMBUSTÍVEL 1

3400.030.321 Cola 3M 1

6200.910.410 Desingripante de Parafuso 1

0500.050.589 EXTENSÃO 3/8" X 5" 1

6200.070.020 Fita Teflon 1

0500.050.590 JUNTA UNIVERSAL 1/2" 1

0500.050.591 LIMA CHATA 7/8" X 8" - MURÇA 1

0500.050.592 LIMA REDONDA 7/16" X 8" - MURÇA 1

0500.050.624 MALETA DE ALUMÍNIO (ANTIGA DA JENSEN) 1

0500.050.594 MARTELO BOLA 200g 1

0500.050.595 PRANCHETA 1

0500.050.596 PUNÇÃO BICO 1/4" X 5" 1

0500.050.599 SOQUETE 1" X 1/2" - Estrela 1

0500.050.600 SOQUETE 1.1/16" X 1/2" ou 27mm x 1/2" - Estrela 1

0500.050.418 SOQUETE 1.1/4" X 1/2" ou 32mm x 1/2" - Estrela 1

0500.050.601 SOQUETE 1/2" X 1/2" - Estrela 1

0500.050.602 SOQUETE 1/2" X 1/2" - Sextavado 1

0500.050.345 SOQUETE 10mm X 1/2" - Estrela 1

0500.050.416 SOQUETE 11/16" X 1/2" - Estrela 1

0500.050.502 SOQUETE 11mm X 1/2" - Estrela 1

0500.050.607 SOQUETE 12mm X 1/2" - Estrela 1

0500.050.344 SOQUETE 13mm X 1/2" - Estrela 1

0500.050.409 SOQUETE 14mm X 1/2" - Estrela 1


0500.050.501 SOQUETE 15mm X 1/2" - Estrela 1

0500.050.489 SOQUETE 16mm X 1/2" - Sextavado 1

0500.050.490 SOQUETE 17mm X 1/2" - Estrela 1

0500.050.608 SOQUETE 18mm X 1/2" - Estrela 1

0500.050.350 SOQUETE 19mm X 1/2" - Estrela 1

0500.050.351 SOQUETE 20mm X 1/2" - Estrela 1

0500.050.417 SOQUETE 23mm X 1/2" - Estrela 1

0500.050.491 SOQUETE 24mm X 1/2" - Estrela 1

0500.050.275 SOQUETE 3/4"X 1/2" - Estrela 1

0500.050.563 SOQUETE 3/8" X 1/2" - Estrela 1

0500.050.414 SOQUETE 30mm X 1/2" - Estrela 1

0500.050.611 SOQUETE 5/16" X 1/2" - Sextavado 1

0500.050.613 SOQUETE 5/8" X 1/2" - Estrela 1

0500.050.614 SOQUETE 5/8" X 1/2" - Sextavado 1

0500.050.615 SOQUETE 7/16" X 1/2" - Estrela 1

0500.050.415 SOQUETE 7/8" X 1/2" ou 22mm x 1/2" - Estrela 1

0500.050.637 SOQUETE 8mm x 1/2" - Sextavado 1

0500.050.616 SOQUETE 9/16" X 1/2" - Estrela 1

0500.050.606 SOQUETE Encaixe 1/4" x 3/8" - Estrela 1

0500.050.598 SOQUETE Encaixe 3/8" x 1/4" - Sextavado 1

0500.050.617 SOQUETE FENDA 3/8" X 3/8" 1

0500.050.618 TALHADEIRA 5/8" X 6" 1

0500.050.610 TRENA 3m 1

4700.200.100 Ultra Black (Loctite) 1

4700.200.124 Veda Escape 1


6200.770.040 Vedador Anaeróbico (Tree Bond) 1

ESTOU CIENTE DAS MINHAS RESPONSABILIDADES, CONFORME INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01, DATADA DE
01/06/2000.
VALOR TOTAL DA MALA
R$
FUNCIONÁRIO:
DATA:
MATRICULA:
FILIAL:
REPOSIÇÃO DE FERRAMENTAS

TÉCNICO RENATA LOUREIRO / SANDRO BENFICA


FILIAL: FRS

Declaro que recebi as ferramentas abaixo relacionadas para utilização exclusiva a serviço do fabricante dos produtos
STEMAC S/A GRUPOS GERADORES, responsabilizando-me pela guarda e conservação destas enquanto estiverem em
meu poder, devolvendo em perfeitas condições sempre que solicitado. A reposição ou substituição de qualquer ferramenta,
devido a dano ou extravio será feita pela DSP - Divisão de Serviços e Peças cabendo-me o ressarcimento do custo
correspondente.

( ) REPOSIÇÃO POR PERDA/EXTRAVIO

( ) REPOSIÇÃO POR DANO

( ) MATERIAL FALTANTE

( x ) ACRÉSCIMO DE FERRAMENTA

( ) EMPRÉSTIMO

Valor Ferramenta OBS. QTD. ASSINATURA


R$ 17,70 Serra Copo 1.1/8" - 29mm Apresentado em RDV 1

R$ 20,30 Suporte Fix P/Serra Copo p/16" Apresentado em RDV 1

10/5/2007
COMPONENTES DA MALA DOS TÉCNICOS ELETRÔNICOS
CÓDIGO DESCRIÇÃO QUANT. UNIDADE

50.54.322 Abraçadeira +AM - 02 nylon PT 20 PÇ


50.54.327 Abraçadeira +AM - 03 nylon PT 20 PÇ
50.92.191 Acoplador Relê 12VCC 2 Cont. reversível 6A mola entr. Frontal 2 PÇ
50.92.192 Acoplador Relê 24VCC 2 Cont. reversível 6A mola entr. Frontal 2 PÇ
4700.010.073 ÀGUA DEIONIZADA PARA BATERIA 1 L
50.92.120 Borne Diodo 1A 3 PÇ
50.92.121 Borne Diodo 3A 3 PÇ
59.28.220 Braçadeira Reg Aço Carb Zinc. 13-19 fita 9mm 2 PÇ
59.28.225 Braçadeira Reg Aço Carb Zinc. 14-22 fita 9mm 2 PÇ
50.90.700 Conector Múltiplo Baquel. 25A 300VCA 12P. 1 PÇ
53.72.265 Diodo SKN 26/12 1200V 26A 3 PÇ
53.72.285 Diodo SKN 71/12 1200V 71A 3 PÇ
53.72.325 Diodo SKR 26/12 1200V 26A 3 PÇ
53.72.345 Diodo SKR 71/12 1200V 71A 3 PÇ
50.57.016 Fio Flexível 1,5mm PT 750V 70C 20 MT
62.07.230 Fita Isolante PT 19mm x 20mm 1 PÇ
62.07.020 Fita Teflon Veda Rosca Rolo 50m 1 PÇ
54.05.520 Fusivel Automotivo 10A 5 PÇ
54.05.080 Fusivel de Vidro 22mm 10A 5 PÇ
54.05.040 Fusivel de Vidro 22mm 2A 5 PÇ
54.05.050 Fusivel de Vidro 22mm 4A 5 PÇ
54.05.070 Fusivel de Vidro 22mm 6A 5 PÇ
51-43-700 IDENTIFICADOR ABERTO P/ CABO 1,5 A 2,5 AM - 20 PÇ
51-43-695 IDENTIFICADOR ABERTO P/ CABO 1,5 A 2,5 AM + 20 PÇ
51-43-505 IDENTIFICADOR ABERTO P/ CABO 1,5 A 2,5 AM 4 20 PÇ
51-43-535 IDENTIFICADOR ABERTO P/ CABO 1,5 A 2,5 AM A 20 PÇ
51-43-540 IDENTIFICADOR ABERTO P/ CABO 1,5 A 2,5 AM B 20 PÇ
51-43-545 IDENTIFICADOR ABERTO P/ CABO 1,5 A 2,5 AM C 20 PÇ
51-43-575 IDENTIFICADOR ABERTO P/ CABO 1,5 A 2,5 AM I 20 PÇ
51-43-585 IDENTIFICADOR ABERTO P/ CABO 1,5 A 2,5 AM K 20 PÇ
51-43-620 IDENTIFICADOR ABERTO P/ CABO 1,5 A 2,5 AM R 20 PÇ
51-43-625 IDENTIFICADOR ABERTO P/ CABO 1,5 A 2,5 AM S 20 PÇ
51-43-630 IDENTIFICADOR ABERTO P/ CABO 1,5 A 2,5 AM T 20 PÇ
51-43-515 IDENTIFICADOR ABERTO P/ CABO 1,5 A 2,5 AZ 6 20 PÇ
51-43-530 IDENTIFICADOR ABERTO P/ CABO 1,5 A 2,5 BR 9 20 PÇ
51-43-525 IDENTIFICADOR ABERTO P/ CABO 1,5 A 2,5 CZ 8 20 PÇ
51-43-500 IDENTIFICADOR ABERTO P/ CABO 1,5 A 2,5 LR 3 20 PÇ
51-43-490 IDENTIFICADOR ABERTO P/ CABO 1,5 A 2,5 MR 1 20 PÇ
51-43-485 IDENTIFICADOR ABERTO P/ CABO 1,5 A 2,5 PT 0 20 PÇ
51-43-510 IDENTIFICADOR ABERTO P/ CABO 1,5 A 2,5 VD 5 20 PÇ
51-43-520 IDENTIFICADOR ABERTO P/ CABO 1,5 A 2,5 VL 7 20 PÇ
51-43-495 IDENTIFICADOR ABERTO P/ CABO 1,5 A 2,5 VM 2 20 PÇ
51-43-935 IDENTIFICADOR ABERTO P/ CABO 4,0 A 6,0 AM - 20 PÇ
51-43-930 IDENTIFICADOR ABERTO P/ CABO 4,0 A 6,0 AM + 20 PÇ
51-43-740 IDENTIFICADOR ABERTO P/ CABO 4,0 A 6,0 AM 4 20 PÇ
51-43-770 IDENTIFICADOR ABERTO P/ CABO 4,0 A 6,0 AM A 20 PÇ
51-43-775 IDENTIFICADOR ABERTO P/ CABO 4,0 A 6,0 AM B 20 PÇ
51-43-780 IDENTIFICADOR ABERTO P/ CABO 4,0 A 6,0 AM C 20 PÇ
51-43-810 IDENTIFICADOR ABERTO P/ CABO 4,0 A 6,0 AM I 20 PÇ

10/5/2007 12:59
51-43-820 IDENTIFICADOR ABERTO P/ CABO 4,0 A 6,0 AM K 20 PÇ
51-43-855 IDENTIFICADOR ABERTO P/ CABO 4,0 A 6,0 AM R 20 PÇ
51-43-860 IDENTIFICADOR ABERTO P/ CABO 4,0 A 6,0 AM S 20 PÇ
51-43-865 IDENTIFICADOR ABERTO P/ CABO 4,0 A 6,0 AM T 20 PÇ
51-43-750 IDENTIFICADOR ABERTO P/ CABO 4,0 A 6,0 AZ 6 20 PÇ
51-43-765 IDENTIFICADOR ABERTO P/ CABO 4,0 A 6,0 BR 9 20 PÇ
51-43-760 IDENTIFICADOR ABERTO P/ CABO 4,0 A 6,0 CZ 8 20 PÇ
51-43-735 IDENTIFICADOR ABERTO P/ CABO 4,0 A 6,0 LR 3 20 PÇ
51-43-725 IDENTIFICADOR ABERTO P/ CABO 4,0 A 6,0 MR 1 20 PÇ
51-43-720 IDENTIFICADOR ABERTO P/ CABO 4,0 A 6,0 PT 0 20 PÇ
51-43-745 IDENTIFICADOR ABERTO P/ CABO 4,0 A 6,0 VD 5 20 PÇ
51-43-755 IDENTIFICADOR ABERTO P/ CABO 4,0 A 6,0 VL 7 20 PÇ
51-43-730 IDENTIFICADOR ABERTO P/ CABO 4,0 A 6,0 VM 2 20 PÇ
54.45.123 Ponte Retificadora SKB 14/08 14A 800V 2 PÇ
5200.060.005 Relé Automotivo 12VCC - 70A 1 PÇ
5200.060.012 Relé Automotivo 24VCC-70A 1 PÇ
52.06.013 Relé Automotivo 12Vcc 20/40A 2 PÇ
52.06.015 Relé Automotivo 12VCC 30/40A 1 PÇ
52.06.020 Relé Automotivo 24VCC 20/40A 1 PÇ
62.35.220 Rolo de Estanho Fio 0.8mm 1 PÇ
52.60.060 Terminal Anel isolação AM M10 6,0mm 10 PÇ
52.60.070 Terminal Anel isolação AM M12 6,0mm 10 PÇ
52.60.050 Terminal Anel isolação AM M6 6,0mm 10 PÇ
52.60.015 Terminal Anel isolação AZ M5 2,5mm 10 PÇ
52.60.080 Terminal Anel isolação VM M4 1,5mm 10 PÇ
52.60.180 Terminal Fêmea Parcial isolação AZ 6,3 1,5mm 10 PÇ
52.60.235 Terminal Fêmea s/isolação 4mm 5 PÇ
52.60.220 Terminal Fêmea Total isolação AM 6,3 6,0mm 10 PÇ
52.60.215 Terminal Fêmea Total isolação AZ 6,3 2,5mm 10 PÇ
52.60.140 Terminal Forquilha reto isolação AM m5 6,0mm 10 PÇ
52.60.105 Terminal Forquilha reto isolação AZ m3 2,5mm 10 PÇ
52.60.225 Terminal Luva de Emenda isolação AM 6,0mm 10 PÇ
52.60.230 Terminal Luva de Emenda isolação AZ 2,5mm 10 PÇ
52.60.145 Terminal Macho Total isolação BR 6,3 2,5mm 10 PÇ
52.60.285 Terminal Pino Tubular 1,5mm isolação PT SP 10 PÇ
52.60.335 Terminal Pino Tubular 1,5mm PT DP 10 PÇ
52.60.305 Terminal Pino Tubular 10mm isolação VM SP 10 PÇ
52.60.330 Terminal Pino Tubular 1mm isolação VM DP 10 PÇ
52.60.280 Terminal Pino Tubular 1mm isolação VM SP 10 PÇ
52.60.340 Terminal Pino Tubular 2,5mm isolação AZ DP 10 PÇ
52.60.290 Terminal Pino Tubular 2,5mm isolação AZ SP 10 PÇ
52.60.295 Terminal Pino Tubular 4mm isolação CZ SP 10 PÇ
52.60.300 Terminal Pino Tubular 6mm isolação AM SP 10 PÇ

NOME DO TÉCNICO:
DATA:

ASSINATURA

10/5/2007 12:59
STEMAC S/A GRUPOS GERADORES
Procedimento Administrativo 003 - 01
Rotina: Despesas de Viagens
Formulário Administrativo nº FA-003
Versão: III

INSTRUÇÃO ADMINISTRATIVA DE VIAGEM PARA TÉCNICOS EXTERNOS


Relatório de Despesas de Viagem

Esta Instrução Administrativa visa orientar todos os técnicos externos DSP, quanto ao correto preenchimento
do “Relatório de Despesas de Viagem” (conforme anexo).

ƒ Nas notas fiscais com refeição, deverá constar no verso se a despesa refere-se ao café da manhã,
almoço ou janta, sendo que as mesmas deverão ser conforme tabela 1, em anexo, respeitando os
horários estabelecidos para o café da manhã, almoço e janta, onde no sábado a noite, domingos e
feriados deverão ser conforme tabela 2, em anexo;
ƒ As despesas com refeição, referente ao almoço de segunda-feira a sexta-feira, será através de vale
refeição, entregue a todos os técnicos, de todas as filiais, no último dia útil do mês;
ƒ Somente terá direito de apresentar despesas com café da manhã, o técnico externo que não estiver em
hotel e sair para o cliente antes das 07horas da manhã, assim como, para despesas com janta, quando o
técnico sair do cliente após às 20horas;
ƒ Constar quilometragem e placa do veículo, quando a despesa for com combustível e/ou óleo lubrificante
do mesmo;
ƒ As despesas deverão vir discriminadas em notas fiscais individuais (não incluir na mesma nota almoço
e/ou janta, almoço e/ou janta de vários dias acumulados, almoço e/ou janta de vários técnicos, entre
outros exemplos);
ƒ Valor das diárias (pernoite, café da manhã, lavandeira, estacionamento e telefone) ficam estabelecidos,
conforme tabela nacional de despesas que segue em anexo, onde somente terá direito ao valor da diária
de hotel, o técnico que pernoitar no mesmo;
ƒ Período de uma diária de hotel, geralmente, é das 12horas às 12horas do dia seguinte, caso o técnico ao
sair pela manhã do hotel para o cliente, já definido que o trabalho será concluído naquele dia, não
importando a hora da conclusão, a conta do hotel deverá ser encerrada na saída pela manhã. A empresa
não pagará uma diária a mais, desnecessariamente;
ƒ As despesas diversas (materiais, ferramentas, etc.), previamente autorizadas, deverão estar justificadas
no verso da nota fiscal e com o visto da chefia imediata;
ƒ As despesas de táxi devem ter aprovação da chefia e devem ser comprovadas pelo recibo emitido pelo
taxista , contendo no verso do recibo o percurso e o visto da chefia imediata;
ƒ Nos espaços indicados “quilômetros rodados”, informar a quantidade (quilômetro de chegada –
quilômetro de saída = quilômetros rodados), onde no verso do relatório deverá estar descrito todo o
percurso de viagem, conforme modelo em anexo;
ƒ Caso haja despesas e/ou valores superiores aos limites estabelecidos, o relatório será devolvido para a
filial, visando sua adequação e preenchimento de novo relatório;
ƒ Os relatórios de despesas de viagem deverão ser preenchidos e entregues no mesmo momento em que
é entregue o Relatório de Assistência Técnica;
ƒ Não será liberado adiantamento de viagem a técnicos com saldos pendentes de viagens anteriores;

As Notas Fiscais com valores acima da Tabela de Despesas (em anexo) terão seu valor contabilizado
pela tabela e as Notas Fiscais com valores inferiores ao da Tabela de Despesas serão contabilizadas
no valor real da nota.
Na conferência dos relatórios, estaremos confirmando os valores cobrados nas notas fiscais, sendo
que em casos de fraude, as penalidades estão previstas nas normas da CLT.

ANEXOS

Ntstemac03/Administrativo/Normativas/Anexos/TABELA REFEICAO CONSULTOR.XLS


Ntstemac03/Administrativo/Normativas/Anexos/TABELA REFEICAO TECNICOS.XLS
Ntstemac03/Administrativo/Normativas/Anexos/FORMULARIO RDV.XLS

Porto Alegre, março de 2003.

Elaborado e controlado por: Aprovado por:


Eduardo Santos
Vanio Bilião
Francisco Aguiar
Diretor Divisão de Serviços e Peças

FA-002 1/2
STEMAC S/A GRUPOS GERADORES
Procedimento Administrativo 003 - 01
Rotina: Despesas de Viagens
Formulário Administrativo nº FA-003
Versão: III

PROCEDIMENTOS PARA DESPESAS DE TÉCNICOS EM TREINAMENTO

Esta Instrução Administrativa visa orientar todos os técnicos externos DSP referente as despesas durante os
períodos de Treinamento, para posterior prestação de contas, através do RDV. Segue abaixo, as normas
para ressarcimento das despesas:

1. LAVANDERIA
Serão reembolsadas caso o período de treinamento seja superior à 5 dias consecutivos. Deverão ser
comprovadas e documentadas com a respectiva nota fiscal com serviços descriminados.

2. TELEFONE
O funcionário poderá efetuar telefonemas pessoais para sua residência, limitando-se ao máximo de ( 3 )
minutos diários, utilizando o telefone do hotel.

3. FRIGOBAR
As despesas de frigobar serão limitadas a duas águas minerais ou refrigerantes por dia.

4. ALMOÇO
Durante a semana (segunda-feira à sábado) no refeitório da Empresa, não havendo ressarcimento;

5. JANTA
Durante a semana (segunda à sexta-feira) com o ticket fornecido pela filial para almoço que não foi utilizado;

6. FINAL DE SEMANA
Na janta de sábado, no almoço e janta de domingo, o funcionário terá direito ao valor limite definido na tabela
de despesas (Tabela Refeição 2);

7. TÁXI
A Empresa estará ressarcindo, as despesas com táxi referente aos translados abaixo:
Residência / Aeroporto
Aeroporto / Hotel
Aeroporto / Residência;

8. HOPEDAGEM E PASSAGEM AÉREA


As reservas serão efetuadas através da agência de viagens onde será faturado para Stemac somente os
valores da Passagem Aérea e diárias. As despesas extras deverão ser pagas pelo técnico e discriminadas e
comprovadas no RDV.

9. DISPOSIÇÕES FINAIS
No momento do encerramento da conta do hotel, deverá ser efetuado o pagamento de todas as despesas,
efetuadas no mesmo, solicitando nota fiscal discriminada;

As despesas efetuadas fora do hotel, deverão ser comprovadas através de nota fiscal, com a respectiva
justificativa no verso;

Através da prestação de contas (RDV), todas as despesas acima serão reembolsadas, se estiverem de
acordo com as instruções especificadas.

Porto Alegre, março de 2003.

Elaborado e controlado por: Aprovado por:


Eduardo Santos
Vanio Bilião
Francisco Aguiar
Diretor Divisão de Serviços e Peças

FA-002 2/2
Técnicos Valores
REGIÃO Capital Interior

Acre R$ 55,00 R$ 55,00


Amazônia R$ 50,00 R$ 50,00
Amapá R$ 50,00 R$ 50,00
Pará R$ 65,00 R$ 70,00
Rondônia R$ 55,00 R$ 55,00
Roraima R$ 55,00 R$ 55,00
Nordeste Capital Interior
Bahia R$ 70,00 R$ 70,00
Ceará R$ 70,00 R$ 60,00
Pernambuco R$ 70,00 R$ 60,00
Maranhão R$ 60,00 R$ 60,00
Paraíba R$ 60,00 R$ 50,00
Piauí R$ 60,00 R$ 50,00
Rio Grande Norte R$ 50,00 R$ 50,00
Sergipe R$ 50,00 R$ 50,00
Alagoas R$ 50,00 R$ 50,00
Centro-oeste Capital Interior
Mato Grosso Sul R$ 60,00 R$ 45,00
Mato Grosso R$ 60,00 R$ 45,00
Distrito Federal R$ 65,00 R$ 60,00
Goiânia R$ 65,00 R$ 70,00
Tocantins R$ 50,00 R$ 50,00
Sudeste Capital Interior
Minas Gerais R$ 70,00 R$ 65,00
São Paulo R$ 75,00 R$ 60,00
Rio de Janeiro R$ 75,00 R$ 60,00
Espiríto Santo R$ 75,00 R$ 60,00
Sul Capital Interior
Paraná R$ 55,00 R$ 50,00
Santa Catarina R$ 55,00 R$ 50,00
Rio Grande do Sul R$ 55,00 R$ 50,00

atualizada dia 12/02/07


TABELA NACIONAL DE REFEIÇÃO - ANEXO 2

Gerentes - Vendedores - Consultores - Coordenadores - Supervisores -


Abrangência:
Assistentes - Engenheiros

Almoço Janta
Segunda à Sexta-feira R$ 9,00 R$ 15,50

Sábados R$ 9,00 R$ 17,50

Domingos e Feriados R$ 17,50 R$ 17,50

TABELA NACIONAL DE REFEIÇÃO - ANEXO 3

Abrangência: Técnicos

Almoço Janta
Segunda à Sexta-feira R$ 9,00 R$ 12,50

Sábados R$ 9,00 R$ 12,50

Domingos e Feriados R$ 12,50 R$ 12,50


Café da manhã (até às 07 h.) R$ 4,50 (De seg. à seg.)
CENTRO DE TREINAMENTO
STEMAC

MÓDULO 1 ELÉTRICO
MÓDULO I

Vol. V – Informações Complementares Seção

Apresentação de Instalação................................................01
Manual de Instalações.........................................................02
Manutenção Preventiva.......................................................03
Tabela de Consumo de Óleo...............................................04
Número de Dentes da Cremalheira.....................................05
Tabela do PT100.................................................................06
Ligação AMBAC..................................................................07
Manual do Fluke 41.............................................................08
Manual de Entrega Técnica.................................................09
INSTALAÇÃO DE GRUPOS
GERADORES DIESEL

TÓPICOS

1) Levantamentos
2) Construção Civil / Adequação Civil.
3) Projetos.
4) Sistema de Escapamento.
5) Sistema de Combustível.
6) Sistema de Ventilação e arrefecimento
7 )Tratamento Acústico).
8) Instalações Elétrica (força,comando,aterramento)
.

1
1) LEVANTAMENTO

• Equipe de engenharia de aplicação especializada;


• Definição de melhor local para instalação com
menor custo possível, primando sempre pela boa
técnica STEMAC;
• Transportes verticais;
• Definição de obra civil / adequação civil,
(Acompanhamento de empresa especializada).

2) CONSTRUÇÃO/ADEQUAÇÃO CIVIL
 Principais considerações:
• Estudo do solo;
• Projeto da sala.

 Métodos:
• Supraestrutura: ( Estacas / Radier )
• Alvenarias.
• Lajes.
• Assentamento grupos geradores
- Pisos estruturados.
- Sobre Lajes.
- Bases para contêiner’s.
- Amortecedores de vibração.

2
3) PROJETOS – BR DISTRIBUIDORA
- Projetos:
• Layout de instalação;
• Planta de situação;
• Esquemático diesel;
• Unifilar Básico;

- Padronização:
• Caixa separadora de água e óleo C.S.A.O. 800 l/h;
• Ilha de abastecimento para caminhão tanque;
• Eletrobombas - Abastecimento tanque principal / 1hora;
• Medidor de vazão
• Régua milimetricamente graduada tanque principal;

4) SISTEMA DE ESCAPAMENTO

 Encaminhamento:

• Contra pressão máxima admitida .


• Perdas de carga no sistema:
- Percursos tubulação;
- Número de Curvas;
- Silenciosos;
- Catalisadores
- Caixa de fumaça

3
4) SISTEMA DE ESCAPAMENTO

 Segmentos elásticos :
Aço inox:
• Utilizado para todas aplicações.

Obs: 1) O segmento elástico deve ser


montado tracionado 15mm em
relação a sua posição de
descanso.

2) Para prolongamentos de escapamentos, trechos


horizontais e verticais, utilizar segmentos elásticos a
cada 14 metros.

4) SISTEMA DE ESCAPAMENTO
 Silenciosos:
Industriais:
• Utilizado para GMG’s não atenuados: 95dB(A) um
(01) silencioso p/ linha.
Hospitalares:
• Utilizado para GMG’s atenuados: 85dB(A) um(01)
silencioso p/ linha e 75dB(A) silenciosos em série.
Críticos:
• Utilizado para GMG’s atenuados: 75dB(A) um(01)
silencioso por linha ou silenciosos em série e
65db(A) silenciosos em série.
OBS: Montar nivelado, o mais próximo possível do motor, de preferência na
horizontal,evitar qualquer tipo de soldagem, observar a perfeita vedação.

4
4) SISTEMA DE ESCAPAMENTO
 Isolamentos Térmicos Escapamento

- Necessidade:
• Evitar alta dissipação de calor para o ambiente.
• Possibilitar o toque acidental em possíveis
manutenções.

- Material
• Calha de lã de rocha ou hidrossilicato
- Acabamento
• Alumínio liso ou alumínio corrugado.
OBS: Silencioso somente acabamento.

5) SISTEMA COMBUSTÍVEL-DIESEL
Tanques
Diários:
- Polietileno
- Metálico
- Tanque Base

Principais:

- Aéreo Cilíndrico Metálico horizontal ;


- Aéreo Cilíndrico Metálico vertical;
- Subterrâneo Metálico e Jaquetado

5
5) SISTEMA COMBUSTÍVEL-DIESEL

ABASTECIMENTO
Por gravidade: Respiros dos tanques diários
elevado na mesma altura do respiro do tanque
principal.

Por eletrobomba : Respiros dos tanques diários


retorna ao tanque principal ( ladrão ).

RESPIRO DO CARTER (PROLONGAMENTO)

6) SISTEMA
VENTILAÇÃO/ARREFECIMENTO
 Ventilação
 Fluxos deal
 Perdas de carga
- deltaP 10 a 13mmCA.
 Temperatura ideal
- delta T 10°C.
 Curtos Circuitos
 Alternativas
- Dutos
- Dômus

6
7) TRATAMENTO ACÚSTICO

 Fontes de ruído : - GMG - Aspiração, Exaustão e


escapamento.
 Distância da fonte pontual ao reclamante-Redução de ruído
(pressão sonora) a cada dobro de distância, Salas de
GMG’s:
- 6dB(A) em campo livre (Propagação esférica) .
- 3dB(A) em campo livre (Propagação semi-esférica) .
 Normas : - NBR 10151 .
 Ruído de Fundo : - Ruído gerado no ambiente sem os
GMG’s estarem funcionando.
 Níveis de atenuação : - Padrões 85,75, 65 dB(A)
 Forro Acústico: - Utilizado para salas onde a cobertura seja
em telhado.

7) TRATAMENTO ACÚSTICO
Tipo de atenuadores:
 VA:Veneziana Acústica

7
7) TRATAMENTO ACÚSTICO
ACV: Atenuador de Células Verticais
(Venezianas+Duto Plenum na exaustão).

7) TRATAMENTO ACÚSTICO
Revestimentos Acústicos:

• Lã de vidro: com vel de vidro prero , ISOVER PSI 30-50,


fixados na alvenaria através de perfis metálicos.
• Espuma de Poliuretano : 35mm, 50mm e 75mm, marcas SONEX,
SONITEC, fixado na alvenaria através de cola.

Portas e Painéis Acústicos

8
8) INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
Sistema de Força:

- Utilizar sempre conectores “YA”.


- Nunca utilizar conectores tipo sapata.
- Cabos em trifólio.

Sistema de Comando:
- Deixar sempre cabos reservas,tipo blindado.
- Projetos / Diagramas de Interligação.
 Acondicionamento:
- Tubular em eletroduto metálico
flexível “sealtubo” aterrado.

8) INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

 Acondicionamentos cabos de força

 Leito / Eletrocalha :
- Boa ventilação.
- Maior condução de corrente nos cabos. ,

 Canaleta / Eletroduto:
- Nenhuma ventilação.
- Baixa condução de corrente nos cabos.

9
8) INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
 Tipos de Cabos de Força
 PVC :
- Isolação 70°C.
- Cabo rígido.
- Menor condução de corrente nos cabos devido a isolação.
 EPR:
- Isolação 90°C.
- Cabo flexível.
- Maior condução de corrente nos cabos devido a isolação.

8) INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
 Aterramento:
 Instalação com cabos de cobre nú ou com isolação 750V .
 Impedância máxima admitida na malha 10 ohms.
 Deverão ser aterrados na barra de terra todos
equipamentos e acessórios metálicos. Exemplos:
- Grupos geradores
- Leitos, eletrocalhas e eletrodutos.
- Tanques diesel.
- Painéis de força e comando.
- Transformadores.
- Estruturas Metálicas
- Ventiladores.
- Eletrobombas.

10
Manutenção Preventiva

Apresentação
¾ Tipos de manutenção;
¾ Conceitos;
¾ Objetivos;
¾ Disposições gerais;
¾ Execução da Preventiva;
¾ Preenchimento do relatório;
¾ Módulos;
¾ Estrutura do check-list;
¾ Disposição fora padrões;

Politica de manutenção preventiva


Conceitos - Sistemas de Módulos
Manutenção Preventiva

Tipos de Manutenção

9 Manutenção Preventiva

9 Manutenção Corretiva

9 Manutenção Preditiva

Manutenção Corretiva: executada após o defeito se apresentar, corrigindo um


problema existente, esto processo pode levar a um tempo de inoperancia
demasiado e/ou inconveniente, pois não podemos prever quando teremos de
executa-la.

Manutenção Preditiva: baseia-se no constate controle de fatores que nos levam


a prever e até extender o periodo de troca de peças, sendo assimum processo
controlado e programado. O controle baseia-se em analises fisicas, quimicas e
visuais, como vibração, analise do oleo, desgaste de correias, ressecamento de
mangueiras, etc. É considerado um processo ideal, pois nele temos o
aproveitamento máximo seguro das peças, porém é um investimento com
retorno a longo prazo, visto que envolve o emprego de ferramental especial,
custos em analise, e acompanhamento de pessoal constante
Manutenção Preventiva

Conceito
É o conjunto de serviços executados periodicamente,
realizado através de visitas mensais ou bimestrais, conforme
necessidade do cliente, firmado através de um contrato baseado
em:

9 Vida útil pré-estabelecidas;


9 Regime de trabalho;
9 Fatores ambientais...

Todas peças dos equipamentos tem um tempo preestabelecido de fabrica para


trabalhar sem sofrer danos, trabalhando em suas condições normais também
preestabelecidas. A este período chamamos de vida útil.
Em alguns casos a vida útil de uma peça é tão extensa quanto a do
equipamento que esta faz parte, porém muitas destas peças possui um limite de
serviço bem menor e com certeza terão de ser substituidas no decorrer da vida
do equipamento, pois estas sofrem o seu desgaste natural.
Basicamente a manutenção preventiva baseia-se na vida útil das varias partes
do equipamento, levando em conta o regime de trabalho e fatores ambientais.
A proposta é evitar que as peças cheguem ao dano, substituindo-as antes que
isso aconteça.
Como os periodos são pré-estabelecidos, a manutenção pode ser programada,
evitando o incoveniente do acaso.
É bom realçar que apesar do foco principal da manutenção preventiva ser as
peças e suas vidas úteis, ainda é necessário o acompanhamento, pois existem
pontos vúlneraveis que se não forem controlados, podem vir a ocasionar em
corretivas.
A manutenção preventiva não acaba com a preventiva, porém traz uma
drástica redução, que pode se reverter em grande beneficio a operação do
equipamento.
Manutenção Preventiva

Objetivo
Visa garantir:

9 Durabilidade,

9 Funcionalidade

9 Confiabilidade

9 Redução manutenções corretivas


Manutenção Preventiva

Disposições gerais
9 Aquisição de um GMG significa tranqüilidade na falta de
energia.

9 Contrato de MP significa “certeza” de funcionamento do


GMG.

9 Zelar pela boa apresentação do GMG, levando em conta as


condições gerais da sala.
Manutenção Preventiva

Execução da Preventiva
9 Fatores que devemos lembrar na execução da manutenção
preventiva / corretiva:
- Qualidade no atendimento;
- Boa apresentação (uniforme, identificação, epi´s);
- Vitrine da empresa;
- Limpeza adequada – cliente compra com os olhos;
- Conscientizar o cliente da necessidade dos cuidados com a
sala e o equipamento;
- Perfeita elaboração do relatório de atendimento.
Manutenção Preventiva

Execução da Preventiva
9 Tempo de Execução:
A execução do serviço deve condizer com o módulo a ser
executado e o equipamento (mínimo de 2 horas).

9 Pendências:
Sempre listar as pendências. Caso estas já tenham sido
listadas em relatório anterior, é suficiente que sejam
relatadas apenas no módulo.
Manutenção Preventiva

Preenchimento do relatório
9 Número
9 Dados do cliente
9 Dados do Equipamento
9 Dados do atendimento – atenção códigos
9 Dados de deslocamento / Serviço na obra
9 Assinatura / Observações
9 RNCC
Manutenção Preventiva

Módulos de Manutenção

O sistema de módulos visa atender uma grande quantidade


de equipamentos mantendo a qualidade e a confiabilidade das
manutenções, assim como o controle total de seus períodos,
respeitando as recomendações conforme manual do fabricante
e de acordo com a proposta e limites fixados com o cliente.
Manutenção Preventiva

Módulos Especiais

Para a execução de uma boa manutenção preventiva é


necessário o conhecimento integral do equipamento no qual
esta é feita, porém em alguns casos, nós temos equipamentos
que não apresentam uma disponibilidade padrão, e estes geram
os módulos especiais.
Manutenção Preventiva

Módulos
Módulo Mecânico Módulo Elétrico
Módulo 1 Módulo 1
Módulo 2 Módulo 2
Módulo 3
EMERGÊNCIA HORÁRIO PONTA
Mód.MecânicoMód.Elétrico Mód.Mecânico Mód.Elétrico
Mensal 1 1 1 1
Quadrimestral *** *** 2 1
Semestral 2 2 1 2
Anual 2 2 3 2
A cada 18 meses 3 2 2 2

Os contratos~são fechados atualmente já com o cronograma estabelecido,


assim o cliente sabera quais manutenções deverão ser prestadas e quando
Manutenção Preventiva

Estrutura do check-list
9 Verificações:
Padroniza e orienta a manutenção. É composta por uma lista
de verificações conforme o período em que o equipamento
se encaixa.
9 Observações:
São colocadas informações importantes para o histórico e
manutenção do equipamento.
Manutenção Preventiva

9 Exemplos de Disposições fora do Padrão


OS Nº

ME01 - PREVENTIVA RAT Nº

CHECK LIST ELÉTRICO

S/CONFERENCIA
CORRIGIDO
CORRIGIR
OK
1.00 Verificações com o GMG desligado (mensal)
1.01 Verificar a água das baterias
1.02 Verificar conexão dos cabos de bateria
1.03 Medir e registrar corrente do retificador em flutuação __________
1.04 Medir e registrar tensão do retificador em flutuação __________
1.05 Medir e registrar corrente do retificador em carga __________
1.06 Medir e registrar tensão do retificador em carga__________
1.07 Verificar funcionamento do pré-aquecimento
1.08 Verificar as conexões elétricas do motor reapertando ou substituindo quando necessário
1.09 Verificar as conexões elétricas do gerador reapertando quando necessário
1.10 Verificar lubrificação do sistema synchro start (em regime de horário de ponta, quando aplicável)
2.00 Testes e verificações com o GMG em funcionamento sem carga
2.01 Verificar e registrar a freqüência do motor __________
2.02 Verificar e registrar a tensão do gerador R __________ S __________ T __________
2.03 Medir e registrar a mínima tensão da bateria na partida do GMG __________
2.04 Medir e registrar a máxima tensão da bateria com o GMG em funcionamento __________
2.05 Simular atuação das proteções de pressão, temperatura e sobrevelocidade e demais proteções
2.06 Medir temperatura e pressão do motor
3.00 Testes e verificações com o GMG em funcionamento com carga
3.01 Fazer leitura, medir e registrar corrente R __________ S _________ T __________
3.02 Fazer leitura e registrar KW R __________ S __________ T __________
3.03 Fazer leitura e registrar freqüência __________
3.04 Fazer leitura e registrar tensão R __________ S __________ T __________
3.05 Medir temperatura e pressão do motor
3.06 Medir e registrar a temperatura ambiente na sala do GMG __________
ITENS CORRIGIDOS (JUSTIFICAR):

ITENS CORRIGIR (JUSTIFICAR):

ITENS S/CONFERENCIA (JUSTIFICAR):

OBSERVAÇÕES:
OS Nº
MM01 - PREVENTIVA
RAT Nº

S/CONFERENCIA
CHECK LIST MECÂNICO

CORRIGIDO
CORRIGIR
OK
1.00 Sistema de Arrefecimento
1.01 Verificar e corrigir o nível do líquido de arrefecimento
1.02 Verificar e corrigir a concentração do anti-corrosivo
1.03 Limpeza colméia do radiador
1.04 Mangueiras sem ressecamento e/ou fissuras
1.05 Tensionamneto das correias
1.06 Correias sem ressecamento e/ou desfiamento
1.10 Verificar e indicar temperatura da àgua de arrefecimento
1.11 Sistema de arrefecimento sem vazamentos
2.00 Sistema de Lubrificação
2.01 Nivel do óleo lubrificante
2.03 Verificar e indicar temperatura do óleo lubrificante, em funcionamento
2.04 Verificar e indicar pressão do óleo lubrificante, em funcionamento
2.05 Sistema de lubrificação sem vazamentos
3.00 Sistema de Admissão
3.01 Indicador de restrição do ar
4.00 Sistema de Combustível
4.01 Drenar sedimentos do tanque de combustível
4.02 Conecções do tanque sem vazamentos
6.00 Funcionamento do Equipamento
6.01 Teste com carga
6.02 Ruídos no funcionamento do motor e gerador
7.00 Limpeza do GMG
7.01 Limpeza do grupo gerador
ITENS CORRIGIDOS (JUSTIFICAR):

ITENS CORRIGIR (JUSTIFICAR):

ITENS S/CONFERENCIA (JUSTIFICAR):

OBSERVAÇÕES:
Motor - Marca Motor - Modelo Nº Dentes Motor - Marca Motor - Modelo Nº Dentes
Cummins 4B3.9-G2 159 Perkins 2806C-E16TAG1 113
4BT3.9-G4 159 2806C-E16TAG2 113
6BT5.9-G2 159 2806C-E18TAG3 136
6BT5.9-G6 159 4236 126
6CT8.3-G 158 P4001-TAG 126
6CTA8.3-G1 158 T4236 126
6CTA8.3-G2 158 Volvo TAD1242-GE 153
6CTAA8.3-G 158 TAD1630-GE 153
KTA50-G3 142 TAD1631-GE 153
KTA50-G8 142 Yanmar BTD22 103
KTA50-G9 142 BTD33 103
NT855-G6 118
NTA855-G2 118
NTA855-G3 118
NTA855-G4 118
QSK60-G3 142
QSK60-G6 142
QST30-G2 142
QST30-G4 142
QSX15-G6 118 ou 142
QSX15-G7 118 ou 142
QSX15-G8 118 ou 142
QSX15-G9 118 ou 142
VTA28-G5 142
Daewoo P180-LE 160
P222-LE 160
Hyundai D4BB-AG31 110
Mercedes OM366 125
OM366-A 125
OM366-LA 125
OM447-A 151
OM447-LA505 151
OM447-LA506 151
OM-447LAE 151
Mitsubishi S12A2-PTA 182
S12H-PTA 182
S12R-PTA 193
S16R-PTA 193
S16R-PTAA2 182
S6R-PTA 182
MTU 12V2000G63 160
12V2000G83 160
16V2000G23 118
16V2000G43 118
16V2000G63 118
16V2000G83 118
18V2000G63 118
18V2000G83 118
MWM 6.10T 138
6.10TCA 138
D229-3 115
D229-4 115
D229-6 115
TD229EC-6 115
®

Fluke 39/41B
Power Harmonics Tester

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Table of Contents

Title Page
Safety ................................................................................................ v
About This Manual............................................................................. 1
Uses for the Tester ............................................................................. 1
Unpacking.......................................................................................... 2
Terminology Used in This Manual...................................................... 5
Battery Considerations ....................................................................... 6
Memory Retention.............................................................................. 6
Automatic Power Down...................................................................... 6
Getting Acquainted with Your Tester ................................................. 7
Input Connections............................................................................... 9
Using the Voltage Test Leads ........................................................ 9
Using the Current Probe ................................................................ 10
Three-Phase Power Measurements ..................................................... 11
Keypad............................................................................................... 14
Display Screen ................................................................................... 19
Functions and Screen Modes .............................................................. 25
Waveform Screen Mode ................................................................ 25
Harmonics Screen Mode................................................................ 27
Harmonics Zoom Mode ................................................................. 30
Text Screen Mode ......................................................................... 31
VA Check Screen ............................................................................... 33
Recording Measurements ................................................................... 35
Power-Up Configuration..................................................................... 37
Storing & Recalling Measurements (Model 41B)................................ 39
Using the Serial Cable (Model 41B) ................................................... 41
Printing (Model 41B) ......................................................................... 43
Sending to a Printer or PC (Model 41B) ............................................. 43
Using PC Software With the Tester (Model 41B) ............................... 43
Applications ....................................................................................... 44
Plant Switch Gear (Service Entrance) ............................................ 46
Distribution Transformer ............................................................... 47
Electronic Equipment Load Center ................................................ 48
Generator Set ................................................................................ 50

i
Fluke 39/41B
Users Manual

Adjustable Frequency (Speed) Motor Drive ................................... 51


User Maintenance .............................................................................. 52
Cleaning........................................................................................ 52
Fuse Replacement ......................................................................... 52
Battery Replacement ..................................................................... 52
Operational Test............................................................................ 54
If the Screen Flashes or is Blank at Power-Up ............................... 54
If Your Tester Does Not Work....................................................... 54
Accessories and Replacement Parts .................................................... 55
Specifications..................................................................................... 57

ii
List of Tables

Table Title Page


1. Key Descriptions ...................................................................... 15
2. Status Line ............................................................................... 20
3. Screen Abbreviations................................................................ 21
4. Special Messages ..................................................................... 24
5. Replacement Parts.................................................................... 56

iii
List of Figures

Figure Title Page


1. Tester and Accessories ............................................................. 3
2. Additional Items (Model 41B) .................................................. 4
3.
4. P
Getting Acquainted .................................................................. 8
Measurement Connections (1 ) .............................................. 10
5.
P
Three-Phase Measurement Connections
D
(For Balanced Circuits, 3 , 3-Conductor, ).......................... 11
6.
P D Y
Three-Phase Measurement, Balanced or Unbalanced Connections
(3 , 3-Conductor, or ) ................................................... 12
7.

8.
P
Three-Phase Measurement, Balanced or Unbalanced Connections
(3 , 4-Conductor) ................................................................... 13
Keypad..................................................................................... 14
9. Display Screen ......................................................................... 19
10. Waveform Screens.................................................................... 26
11. Harmonics Screens ................................................................... 28
12. Harmonics Overload Screen ..................................................... 29
13. Harmonics Zoom Screen........................................................... 30
14. Text Screens ............................................................................ 32
15. Typical VA Check Signatures................................................... 34
16. Record Screens......................................................................... 36
17. Configuration Screens .............................................................. 38
18. Memory Screen ........................................................................ 39
19. Serial Communications (Model 41B)........................................ 42
20. Typical Applications................................................................. 45
21.
22.
23.
PP
Plant Switch Gear .................................................................... 46
Distribution Transformer (1 Watts Text Screen) ................... 47
Distribution Transformer (3 , 3C Watts Text Screen) ............. 48
24. Receptacle Load Center (Neutral Current Measurement) .......... 49
25. Generator Set ........................................................................... 50
26. Adjustable Frequency Motor Drive ........................................... 51
27. Battery Replacement ................................................................ 53

iv
Using Your Tester Safely
! Warning !
To avoid electric shock, use only the test leads supplied
with the Tester. Use 600V rated probe tip adapters.
(“600V” is printed on the equipment.) Remove all test
leads that are not in use.
Use only the 80i-500s ac current probe or a safety-
designed equivalent (such as the Fluke Model 80i-1000s)
that is rated for 600V on both the jaws and the measuring
secondary. Remove any current probe that is not in use.
In this manual, a WARNING identifies conditions and actions that pose haz-
ard(s) to the user. A Caution identifies conditions and actions that may dam-
age the tester or the current probe. See below for explanations of international
electrical symbols.
Read the following safety information carefully before attempting to operate
or service the Tester or the current probe.

DANGEROUS VOLTAGE CAUTION see explanation in


manual

AC-ALTERNATING CURRENT Equipment protected throughout


by DOUBLE INSULATION or
REINFORCED INSULATION
DC-DIRECT CURRENT

Either DC or AC RECYCLING

EARTH HIGH BNC INPUT

International Safety Symbols


Safety Guidelines for Tester and Voltage Probe
To ensure that you use your Tester safely, follow these guidelines:
• Avoid working alone.
• Inspect the test leads for damaged insulation or exposed metal. Check test
lead continuity with a multimeter. Replace damaged leads.
• Do not use the Tester if it looks damaged.

v
• When using the voltage test leads, keep your fingers away from the probe
contacts. Keep your fingers behind the finger guards on the probes.
• Use caution when measuring above 60V-dc or 30V-ac rms. Such voltages
pose a shock hazard.
AC Current Probe Safety Guidelines

!
Follow these safety guidelines when using the AC Current Probe:
• Never use the 80i-500s current probe on circuits rated higher than
600V. Use extreme caution when clamping the current probe around un-
insulated conductors or bus bars.
• Keep your fingers behind the finger guard on the 80i-500s.
• Check the magnetic mating surfaces of the probe jaws; these should be
free of dirt, dust, rust, or other foreign matter.
• Do not use a current probe that has been cracked or damaged or has de-
fective leads. If there is any such sign of impaired operation, tape the
probe shut to prevent operation.
• The 80i-500s has been designed and tested according to IEC 1010-1:1992
and other safety standards. Follow all warnings to ensure safe operation.

vi
About This Manual
This manual contains instructions for the 39 and 41B Power Harmonics
Testers (hereafter referred to as the Tester). All information applies to both
models unless otherwise indicated.

Uses for the Tester


You can use the Tester to measure voltage and current inputs at power line
and harmonic frequencies. Using these inputs, the Tester automatically
calculates power and a wide range of other measurements useful in
determining harmonic distortion levels and sources. The Tester can display
power calculations in either a single-phase or a 3-phase readout.
These capabilities allow you to monitor power quality before and after an
installation, troubleshoot a power distribution system, and (with Model 41B)
print out or download data for additional analysis.
The Tester is both a harmonics measurement tool and a power meter or
digital multimeter. You can use the Tester to measure voltage events
(undervoltage, overvoltage, line outages, and neutral to ground levels),
current levels, or to measure power levels. Fundamental frequency
measurements (to 100 Hz) and harmonic frequency measurements (to about 2
kHz) are also possible.
The Tester cannot measure frequencies above about 2 kHz. (Use the
ScopeMeter test tool to measure fast power transients.)

1
39/41B
Users Manual

Unpacking
The following items are included in your tester kit (see Figure 1):
• Model 39 Power Meter or Model 41B Power Harmonics Analyzer
• 80i-500s AC Current Probe
• TL-24 Test Leads
• TP-20 Test Probes
• AC-20 Test Clips
Your kit also includes the following printed materials:
• Users Manual (this book)
• Quick Reference Guide
• Warranty Registration Card
For Model 41B only, the following additional items are included. Refer to
Figure 2.
• RS-232 Serial Cable
• FlukeView 41 Windows Software Disk
Check the contents of the box for completeness, noting any damage. If
something in the kit has been damaged or is missing, contact the supplier
immediately.

2
Unpacking

TL-24
Test Leads
(Set of two. Red and Black)

80i-500s
AC Current
Probe

AC-20
Test Clip

TP-20
Test Probe
S
IC
N
O
M
R
A
H
R
E ER
W Z
O Y
P AL
N
A

®
41

a2f.eps

Figure 1. Tester and Accessories

3
39/41B
Users Manual

RS-232 Cable

Companion Software
3.5-Inch Floppy Disks (FlukeView 41)

a3f.eps

Figure 2. Additional Items (Model 41B)

4
Terminology Used in This Manual

Terminology Used in This Manual


This manual uses the following standard terminology:
• “Mains” is line voltage or frequency.

D
“φ1”, “φ2”, and “φ3” refer to the three current supply phases.

Y
“Delta” .
• “Wye” .
• “N” is Neutral.
• e is Earth ground.
• “AC Current Probe” or “Probe” refers to the 80i-500s, which can also be
called a “current clamp”.

5
39/41B
Users Manual

Battery Considerations
New alkaline C cells typically provide more than 48 hours of continuous
operation. You can also use NiCad batteries. However, depending on battery
condition, fully charged NiCad batteries provide 16 hours or less of

b
continuous operation.
Plan to replace the batteries as soon as possible after the symbol comes on.
Refer to User Maintenance later in this manual for battery changing
instructions.

Note
After the Tester is dropped, it may not turn on. Check the batteries
to see if they are misaligned or damaged. Reseat the batteries if they
are misaligned; replace the batteries if they are damaged.

Memory Retention
O
Whenever you remove power from the Tester (pressing off, letting the
batteries run down, removing the batteries, or experiencing an automatic
power down), the Tester retains all essential operating information in
nonvolatile memory. Specifically, the Tester retains calibration accuracy,
power-up configuration information, and any stored waveforms (Model 41B).
However, if you remove power when Record is active, the Tester loses all
recorded values.

Automatic Power Down


If you do not press any keys for approximately 15 minutes, the Tester
normally powers down automatically. If Record is active, the Tester continues
to operate unattended as long as the battery condition allows.
The Tester returns to its power-up configuration whenever you turn it on.
If the Tester encounters a memory error at power-up, it automatically turns
itself off. Check the batteries and try turning the Tester on again. If this
problem persists, contact a Fluke Service Center.

6
Getting Acquainted with Your Tester

Getting Acquainted with Your Tester


While referring to Figure 3, perform the following key presses to familiarize

o
yourself with basic tester operations.

c < >
1. to turn the Tester on.

C
2. (brief press) and or to change screen contrast.
(hold 1 second) to turn the backlight on or off.

3. F to select a measurement function (Volts, Amps, Watts).

4. M to select a screen mode (Waveform, Harmonics, Text ).


R
< >
5. to start recording measurements
or to select NOW, MAX, AVG, MIN recording.

F to select a different measurement function while recording.


R to exit recording.
6.o to turn the Tester off.

7
39/41B
Users Manual

®
41
P
O
A W
N

6 1
A ER
LY
H
Z A
E R
R M
O
N
IC
S

2
4

a4f.eps

Figure 3. Getting Acquainted

8
Input Connections

Input Connections
Refer to Figure 4 for a view of the two-input measurement scheme. To
measure voltage, insert the red test lead in “V” and the black test lead in
“COM.” Current measurement uses a BNC connector attached to “CURRENT
PROBE.” Connect “V” and “COM” to measure only voltage; connect
“CURRENT PROBE” to measure only current. Make all three connections for
power measurements.
Observe the following connection guidelines:
• Current
Clamp the Current Probe around the desired phase or neutral conductor.
Make sure the arrow on the probe points toward the load (phase) or the
source (neutral). The Tester is set up for use with an 80i-500s Current
Probe. If you use another probe, you must make a selection change in the
Configuration Screen.
• Voltage: 3-phase, 4-Wire
Connect the red test lead to the desired phase voltage; connect the black

D
test lead to neutral.
• Voltage: 3-phase, 3-Wire, example
Connect the red test lead to the phase conductor used by the Current
Probe; connect the black test lead to another phase.

Using the Voltage Test Leads


The TL-24 Test Lead and AC-20 Test Clip combination (Figure 1), which
allows for hands-free voltage measurements, is preferred when you are also
using the Current Probe.

Note
Figure 4 shows suggested test lead and current probe usage.

9
39/41B
Users Manual

Using the Current Probe


The accuracy of current and power readings depends on properly using the
80i-500s Current Probe. The accuracy specifications in this manual assume
that the Current Probe is used correctly.
• Always clamp the 80i-500s Current Probe with the arrow pointing toward

source for a neutral measurement. Press G


the load (away from the source) for a phase measurement or toward the
to verify the Current Probe
orientation. If the resulting VA Check Screen generally extends from the
lower left to the upper right of the screen, the Current Probe is connected
properly.
• Always clamp the Current Probe around a single conductor or parallel
conductors that are carrying current for the same phase.
• Always center the conductor in the Current Probe alignment marks.

Line

Red

Load

Black

S
IC
N
O
M
AR
H
ER ER
W YZ
PO AL
AN

®
41

a5f.eps

Figure 4. Measurement Connections (1 ) P

10
Three-Phase Power Measurements

Three-Phase Power Measurements


Refer to Figures 5, 6, and 7 for various ways to measure total power in a
three-phase system. The W 3P3C display screen shows the three-phase
calculation for the connection shown in Figure 5. All other screens and
functions show only single-phase data.

Load
φ1

φ2

Red

Black
S
IC
ON
RM
HA
ER ER
W YZ
PO AL
AN

®
41

W1
φ3

a74f.eps

Figure 5. Three-Phase Measurement Connections (For Balanced Circuits,


P
3 , 3-Conductor, ) D

11
39/41B
Users Manual

Load
φ1

Red

φ2
Black

S
IC
ON
RM
HA
ER ER
W YZ
PO AL
AN

®
41

W1

φ3

Red

Wtotal = W1 + W2 ®
41
AN
HA
ER ER
W YZ
PO AL
RM
ON
IC
S

W1 + W2 W2
PF =
3(VA1 + VA2) /2
a6f.eps

Figure 6. Three-Phase Measurement, Balanced or Unbalanced


P D Y
Connections (3 , 3-Conductor, or )

12
Three-Phase Power Measurements

φ1

Red

S
IC
ON
RM
HA
R
WE ER
YZ
PO AL
AN
B
®
41

W1

φ2

Red
Load

Black

S
IC
ON
RM
HA
R
WE ER
YZ
PO AL
AN
B
®
41

W2
φ3

Red

Black
Black

N HA
RM
ON
IC
S

R
WE ER
YZ
PO AL

Wtotal = W1 + W2 + W3
AN
B
41

W3
®

a7f.eps

Figure 7. Three-Phase Measurement, Balanced or Unbalanced


P
Connections (3 , 4-Conductor)

13
39/41B
Users Manual

Keypad
Refer to Figure 8 and Table 1 for keypad operation.

1 2

14 4

13 5

12 6

11 7

10 9 8

a8f.eps

Figure 8. Keypad

14
Keypad

Table 1. Key Descriptions

Number

1 O
Symbol

Power
Name & Description

Press once to turn the Tester on; a test pattern is


displayed briefly. (Test pattern remains displayed
while key is held pressed.) Press again to turn

<
the Tester off. The Tester sets up to the power-
up configuration each time you turn it on.

> Arrow Keys

< >
These keys have multiple uses. Refer to other
areas for specific and descriptions.

3 c Contrast/Backlight

Tap briefly to adjust contrast (with<> );

operation. Press and hold C


tap again to store setting and return to normal

to turn the backlight on or off.


for about 1 second

M
4 Screen Mode
Press to cycle the Tester through Waveform,
Harmonics, and Text Screen Modes. You select
the Measurement Function (Volts, Amps, or
Watts) independently of the Screen Mode.

15
39/41B
Users Manual

Table 1. Key Descriptions (cont)

Number

5 r
Symbol Name & Description

Range (Waveform and Text)

Press r momentarily to start manual ranging


(MAN) for all Measurement Functions (V, A, W).
Continue momentary presses to cycle through
the ranges for the selected Measurement
Function only. (Ranges do not change for the
other two Measurement Functions.) Press and
hold about 1 second to return to autoranging
(AUTO) for all Measurement Functions (V, A, W).
The Tester always begins autoranging at power-
up.

Range (Harmonics)

Press r momentarily to cycle from 100% to


10%, 20%, 50%, and back to 100%. Other
harmonics screen ranges and voltage or current

G
measurement ranges do not change while in
harmonics display.

6 VA Check

amps signature at the test point. Press G


Press at any time for a check of the volts versus
a

m
second time to return to normal operation. See
also “VA Check” section.

7 Memory (Model 41B)

Press m
Press to access the Waveform Storage Screen.
a second time to return to normal

waveforms by holding
press
m
operation. Also, you can clear all stored

o pressed as you
on. See also “Storing and Recalling
Measurements.”

16
Keypad

Table 1. Key Descriptions (cont)

Number

8 f
Symbol Name & Description

Phase Reference

Press to select volts or amps as the display


phase reference. Voltage reference is the

measurements, press f to setAP


standard configuration. For current only

change the power-up phase reference, see


. To

“Power-Up Configuration” later in this manual.

9 s Send (Model 41B)

Press to print a test report of calculated

displays SEND.) Do not press s


measurements to a printer or PC. (The Tester
when

S
FlukeView 41 application software is in use. See
“Sending to a PC”.

10 Smooth

Smooth allows you to average waveforms,


resulting in a more stable screen and increased

Press S
accuracy of computations. (See “Specifications.”)
four times to step through the
Smooth selections (~2s, ~5s, ~10s,
~20s in the top status line). Pressing S a
fifth time returns the Tester to normal operation.

17
39/41B
Users Manual

Table 1. Key Descriptions (cont)

Number

11 p
Symbol Name & Description

Print (Model 41B)

pp
Press to print a screen dump to a printer. (The
Tester displays
key. Do not press
.) To stop printing, press any
when FlukeView 41

R
application software is in use. See “Sending to a
PC”.

12 Record

R
Press to start Record. Press a second time
to resume normal operation. You can also return

E R o
the Tester to its standard (factory-programmed)
configuration by holding as you press on .

13 Hold

Press E H
to freeze the screen. ( appears in

a single measurement. Press


resume normal operation.
E
the top line.) You can now observe all screens for
again to

E serves as the “ENTER” key when used with


some other screens. Also, you can access the

o
Power-Up Configuration Screen by pressing
as you press on.
E
F
14 Measurement Function

Press to cycle the Tester through Volts, Amps,


and Watts Measurement Functions. You select the
Screen Mode (Waveform, Harmonic, or Text)
independently of the Measurement Function.

18
Display Screen

Display Screen
The screen consists of the following three areas (see Figure 9):
• Status Line: identifies Tester operating conditions. See Table 2.
• Measurement Area: shows information as waveform, harmonics bar
chart, or set of text computations. Refer to Table 3 for abbreviations used
in all Measurement Functions and Screen Modes.
• Special Messages. See Table 4.

Status Line (see Table 2) Measurement Area


(see Table 3)
Cursor Data

Special Screen Messages


(see Table 4)
>30V rms Input or in Hold ( )
Low Battery Condition

a9c.eps

Figure 9. Display Screen

19
39/41B
Users Manual

H Table 2. Status Line

Hold active (screen frozen). L appears in lower left screen


to indicate possible high voltage input that is not sensed
during Hold.

VP Phase Reference Selection. The volts input or the current


input is the reference for determining phase shift. Select
AP
AP when measuring current only with voltage test leads not
connected.

~2s Smooth Selection. Smooth is active with averaging times of


2, 5, 10, or 20 seconds. A higher number signifies a more
~5s
stable measurement reading.
~10s
~20s
OL-V Volts Overload Condition for the selected range (over 600V
if in AUTO).

OL-A Amps Overload Condition for the selected range (exceeds


2V peak if in AUTO). Since the input from the Current Probe
is 1 mV/A, maximum current input is 2000A pk.

OL-VA Both volts and amps maximum inputs have been exceeded.

Note
When an overload occurs, all measurement and computation data
must be presumed invalid.

AUTO The Tester switches range automatically to deal with


changing volts, amps, or watts readings.

MAN Tester does not switch ranges automatically.

MEMX Memory location (X) last accessed. (X = 1 to 8)

SEND Send is active (prints test reports, Model 41B.)

PRNT Print is active (prints screen dumps, Model 41B.)

20
Display Screen

Table 3. Screen Abbreviations

Screen Usage Name and Description

° d Phase Angle degrees. (± 180°)

Measures time from the positive zero crossing of the


fundamental of the selected volts or amp PREF. 360°
represents one cycle at the fundamental or selected
harmonic frequency. A positive sign indicates that the
positive zero crossing of the measured cycle comes
earlier than (leads) that of the reference.

h
Note
For the Watts screen, the phase angle always shows the
P
relation of Amps to the Volts REF at the same frequency. Cosφ
calculations are based on this definition.

A RMS Amps RMS (includes dc component if using dc capable


current probe).

A PK Peak Amps (1/2 peak-to-peak value).

A DC Amps DC.

A HM For a current waveform, A HM identifies the total


harmonic current present.

A LEAD Amps Lead Volts

Evidence of capacitive reactance in the system; the


current waveform precedes the voltage waveform.

A LAG Amps Lag Volts

Evidence of inductive reactance in the system; the


current waveform occurs after the voltage waveform.

CF Crest Factor

Ratio of a waveform’s peak value to its rms value.

21
39/41B
Users Manual

Table 3. Screen Abbreviations (cont)

Screen Usage Name and Description

DPF Displacement Power Factor cosφ fundamental

The ratio of the active power (W) to the apparent power


(VA rms) at the fundamental frequency. Equivalent to
cosφ at that frequency. Traditional power factor for linear
loads.

HZ Waveform Screens: Fundamental frequency in hertz

Harmonics Screens: Frequency of selected harmonic in


hertz

KF K-Factor

A load current waveform rating calculation that rates the


waveform’s capability to produce harmonic-related heat
loss in transformers and other magnetic components.
Used to select transformer K-ratings that match load
current K-factor measurements.

PF Power Factor

Ratio of active power to apparent power (including all


harmonics).True power factor for all loads, linear and
non-linear.

% THD-F Total Harmonic Distortion (as % of Fundamental)

Defines amount of harmonic distortion as a percentage


of the waveform at the fundamental frequency.
% THD - F = rms of harmonics (less fundamental)
rms of fundamental
% THD-R Total Harmonic Distortion (as % of rms total)

Defines amount of harmonic distortion as a percentage


of the rms value of waveforms at all frequencies
(fundamental and harmonics).
% THD - R = rms of harmonics (less fundamental)
total rms

22
Display Screen

Table 3. Screen Abbreviations (cont)

Screen Usage Name and Description

V RMS Volts rms (includes dc component).

COS P} Cosine of the angle between the voltage and the current
at any single frequency.

V PK Peak Volts (1/2 peak-to-peak value).

V DC Volts DC.

V HM Harmonic Volts RMS

For a voltage waveform, V HM identifies the total


harmonic voltage present.

VA, KVA (Kilo) Volt Amps

Apparent power: a value that the Tester calculates by


multiplying the rms value for current by the rms value for
voltage.

VAR, KVAR (Kilo) Volt Amps Reactive

The reactive power component of the fundamental


frequency.

W, KW Active Power

The average power dissipated (also called real power).

23
39/41B
Users Manual

Table 4. Special Messages

< > C
<CONTRAST>

Press or to adjust contrast. Press to exit contrast control and


store current setting.

* CALIBRATION ERROR *

CONTACT FLUKE SERVICE

The Tester has detected a calibration error at power-up. Since erroneous


readings result, the Tester displays this message until calibration is verified.
Return the Tester to a Service Center for repair or calibration. See “User
Maintenance” later in this manual.
STOP AVG AT 48 HOURS

then, press R
In Record, averaging stops after 48 hours. Note the average value shown;
once to return to normal operation or twice to begin
recording with new values.
* PRINTING *
PRESS ANY KEY TO STOP

On Model 41B, this message appears when you press


any key to resume normal operation.
p s or . Press

24
Functions and Screen Modes

F M
Functions and Screen Modes
The Tester uses a set of multipurpose screens to present each type of
measurement (volts, amps, watts) as a waveform, a relational bar chart of
harmonics, or a series of digital (text) readouts. With multiple values and
computations on each screen, you only need to press a few keys to see
everything there is to know about power (or just voltage or current) at the test
point. Cycle through the choices by pressing either (or both) of these keys.
The Tester preserves selections that are active in one screen as you switch to
another screen. For example, if you are measuring harmonic 7 in the Volts
Harmonic Screen and change function, the Tester continues measuring
harmonic 7 in the amps and watts harmonic screens.

Waveform Screen Mode


Volts, amps, and watts waveform screens (Figure 10) use a common format to
present information about the measurement inputs. This format shows digital
information on top and a waveform on the bottom. The waveform vertical
scale limits usually change automatically (AUTO on) to accommodate the
magnitude of the input. The horizontal scale represents 0 through 360 degrees

< >
(one cycle) of the fundamental frequency.
With a waveform screen displayed, press or to activate the
vertical cursor bar. Continue to press these keys to position the cursor along
the horizontal degree scale. A second line of digital information defines the
magnitude and phase for the point where the cursor bar intersects the
waveform.

Note
In the waveform screens, the frequency displayed is the frequency of
the fundamental. This is normally true even when the signal being
measured contains an individual harmonic with an amplitude
greater than the fundamental (such as the third harmonic in the
neutral current of a 3P, 4-wire system supplying non-linear loads).
To obtain the frequency of a harmonic, select the harmonic screen
and use < and > to position the cursor arrow under the
harmonic of interest.

25
39/41B
Users Manual

a10c.eps

Figure 10. Waveform Screens

26
Functions and Screen Modes

Harmonics Screen Mode


The Harmonics Screen Mode (Figure 11) uses a set of screens to display

< >
magnitude bars for all harmonics and digital information about the selected
harmonic. Select a harmonic by pressing and to move the cursor
along the bottom scale. DC, 1 (the fundamental frequency), and harmonics 2

the second screen. Switch between harmonics screens by pressing


when 15 is selected on the first screen or
>
through 15 appear on the first screen. Harmonics 16 through 31 appear on

< when 16 is selected on the


second screen.
At the top of the screen, the percentage shown compares the selected cursor
magnitude to either the fundamental (%F) or the total rms value (%R)
(fundamental and all harmonics). The Tester also shows the magnitude of the
cursor selection. The frequency of the selected harmonic is shown in Hertz
below the percentage.

Note

The watts harmonic screen always uses the %F (fundamental) definition.

27
39/41B
Users Manual

a12c.eps

Figure 11. Harmonics Screens

28
Functions and Screen Modes

The harmonics overload screen (Figure 12) appears if either of the following
conditions exists:
• There is no input on the phase reference channel. For example, there is
no voltage input when VP is selected.
• There is no input on one of the measurement channels (volts or amps).

a11s.eps

Figure 12. Harmonics Overload Screen

29
39/41B
Users Manual

Harmonics Zoom Mode


Use r to scale a selected harmonic bar graph display (Figure 13) to more
easily read the harmonic information. This mode automatically scales the bar
graph display to 100%, 50%, 20%, or 10% based on the largest harmonic
value; the magnitude of the fundamental is ignored. Using r in harmonic
screens affects the display only and does not affect measurement range
control. To change measurement ranges, the display must be in waveform or
text screens.
An arrow at the top of the bar indicates that the harmonic has exceeded its
scale. The percent of harmonic and digital values are correct even when the
harmonic bar exceeds its scale.
The cursor selection displays the percent of the harmonic and its value in
digital form.

a84s.eps

Figure 13. Harmonics Zoom Screen

30
Functions and Screen Modes

Text Screen Mode


Text screens (Figure 14) present digital information for values measured or

that you can press>


computed by the Tester. Arrows appear on the primary text screen signifying
to access a secondary text screen. In watts, the
primary screen shows the single-phase (1φ) power reading. The secondary
(3φ, 3C) screen shows the estimates of the total three-phase performance from
one single-phase reading.

31
39/41B
Users Manual

a13c.eps

Figure 14. Text Screens

32
VA Check Screen

G
VA Check Screen
Press G G
at any time to access the VA Check screen, which displays volts
graphed against amps. Press a second time to exit the VA Check screen
and return to your starting point.
With the VA Check screen, the Tester displays one cycle of the fundamental
frequency (current on the vertical scale, voltage on the horizontal scale). The
resulting graph can appear as a straight line, a stepped line, an ellipsoid, or as
some other pattern that you would normally expect to see on an oscilloscope
with two input channels.
Use the VA Check screen to show the phase shift of the fundamental
frequency and detect the existence and severity of nonlinearity caused by
harmonics. It could be that the VA Check screen may simply show that you
have clamped the Current Probe in the wrong direction. Figure 15 shows
some typical VA Check signatures.
When the Tester is set for autoranging (AUTO), ranges for the vertical and
horizontal scales on the VA Check screen are adjusted automatically to

both scales (ranges) are fixed; you may have to choose AUTO (press r
provide a meaningful display. If the Tester is set for manual ranging (MAN),
for

r
1 second) or select an appropriate manual range in either V or A, or both
functions (i.e., press briefly for each range change).

Note
V or A ranges cannot be changed while in the VA Check screen.

33
39/41B
Users Manual

A linear load with no phase shift.

A linear load with phase shift. A narrow ellipsoid in


this pattern usually does not mean there is a
problem. For wider ellipsoids, check power factor
(PF). If the ellipsoid is backwards (upper left to
lower right), check that you have pointed the
current probe in the right direction.

A nonlinear load, usually resulting from pulse-type


power supplies.

A nonlinear load resulting from a 3-phase (six


pulse) rectifier power supply.

A linear load that is 180 degrees out of phase. A


Current Probe pointed in the wrong direction or
reversed polarity voltage leads can cause this
indication. This incorrect alignment will also cause
negative power readings.

A combination of harmonic content and phase shift


of the fundamental frequency.

A pattern indicative of a silicon-controlled rectifier


(SCR) power supply.

a14c.eps

Figure 15. Typical VA Check Signatures

34
Recording Measurements

R
Recording Measurements

< >
Press R to begin recording readings for all measurement functions. Then
press or to cycle through the screens for the function presently
selected. You can also switch between measurement functions while in
Record mode. (See Figure 16 for an overview of possible record screens.) For
any function, the Tester displays screens in the following order:
• NOW The present readings. This screen always appears first when you
start Record.
• MAX The maximum values measured since you started Record.
• AVG The averages of values measured since you started
Record. (Average values stop updating after 48 hours of
continuous record operation.)
• MIN The minimum values measured since you started Record.

E < >
When in Record, only the following keys are active:

C F
PressR a second time to exit Record. This action discards all recorded
values and returns to the previous measurement screen. The Tester begins
storing a new set of values each time you start Record.
The Tester loses recorded values if the batteries discharge too much. If b
comes on during Record, write down any values of interest. (You have ample
time to do this with alkaline batteries. NiCad batteries discharge much more
rapidly once b comes on.) Changing the battery erases the Record memory.
You can access 12 different record screens: NOW, MAX, AVG, and MIN for
volts, amps, and watts measurement functions. Figure 16 presents an
overview of the record measurements and computations available by function.

Note
The Record mode acquires only single-phase data approximately
every 500 ms (0.5s). It is not intended to capture transients, nor is it
able to capture single events on the power line.

35
39/41B
Users Manual

a15c.eps

Figure 16. Record Screens

36
Power-Up Configuration

EO +

Power-Up Configuration
The Tester has two types of configurations: standard and power-up. The
standard configuration, which is programmed into the Tester and can always
be retrieved, includes the following settings:
• FCN V Volts Function selected.
• DISP WAVE Waveform Screen Mode selected.
• THD %RMS Total Harmonic Distortion computed as percentage of
the total RMS value.
• CLAMP 80I-500S The 80i-500s Current Probe is selected.
OTHER specifies any current probe other than the 80i-500s. The Tester
has been calibrated to provide either compensation for the 80i-500s or a
flat response for other probes.
• P REF V Voltage Phase Reference selected.
For Model 41B, KBAUD 9.6 is the standard configuration for Print or Send,
and EPSON is the standard configuration. The Tester always selects
autoranging at power-up.
The power-up configuration, which is initially the same as the standard
configuration, can be changed by making entries from the configuration
screen. The Tester sets up to the power-up configuration each time it is turned
on. You can change the power-up configuration using the following

E O
procedure:
1. Press while pressing to turn the Tester on. The configuration

E< >
screen appears. (See Figure 17.)
2. Press and to highlight different items on the same line. Press
to select the currently highlighted item and proceed to the next
line.

37
39/41B
Users Manual

3. To exit the screen, pressE to select a highlighted item on the last line
and store all selections you have made during this configuration session.
The Tester begins normal operation using these selections. The Tester
also automatically sets up to these selections at the next power-up.

E
To exit the screen without making changes, press to cycle through

R O
all selection lines.
4. To restore the standard configuration, press as you press on.
(On Model 41B, this action also clears waveform memory.)

a16c.eps

Figure 17. Configuration Screens

38
m Storing & Recalling Measurements (Model 41B)

Storing & Recalling Measurements (Model 41B)


Model 41B allows you to store a maximum of eight waveforms (and
associated data) for volts and amps. You can recall data that you have
collected on site for later viewing and analysis. (If you store multiple
waveforms in this manner, you will probably want to keep a written record
identifying the waveforms by number.)
The Tester stores a measurement as digital data. You can recreate all related
waveform, harmonic, and text screen information, except Record, when you
recall the waveform.
The Tester stores waveforms in nonvolatile memory. A low battery condition
or a battery change does not jeopardize the stored waveforms.

m
Referring to Figure 18, use the following procedure to store and recall
measurements:

<>E
1. Press to access the waveform storage screen. The Tester freezes the
existing waveform and shows the screen in Figure 18.

<>
2. Press or to select the desired operation (RECALL, STORE,
or CLEAR). Then press .
3. Select one of the eight memory locations by pressing or to
box one through eight. An underscore appears below a filled memory
location.

a17s.eps

Figure 18. Memory Screen

39
39/41B
Users Manual

4.
location by pressingE
STORE a waveform set (and associated data) into the boxed memory
. If the location was empty, an underscore now
appears below the memory location number. If the underscore already
existed, STORE overwrites the old waveform.

from the boxed memory location by pressing E


CLEAR the selected memory location (waveform and associated data)
.

pressingE
RECALL the selected memory location to view the contents directly by
.
In all three cases, the Tester holds the data represented by the waveform
last seen on the memory screen and returns to the previous display mode.
While Hold is maintained, you can access various representations and
computations about the waveform by selecting different measurement
function and screen mode combinations. You can also send the associated
data to a PC or a printer.
5.
E
Release the memory display and return to the active display mode by
pressing .

m
Notes

o
You can clear all memory locations by holding
you press on.
pressed while

MAX, AVG, and MIN information in the RECORD mode cannot be


stored in a memory location.

40
Using the Serial Cable (Model 41B)

Using the Serial Cable (Model 41B)


Model 41B communicates with a PC or printer (Figure 19) through an

you press p s
isolated RS-232 port. The Tester outputs data through the RS-232 port when
or or when you send a command from the PC.

Note
The side of the optical interface connector marked “Optical
Interface RS-232-C” faces up when properly attached to the Model
41B.

Using the Configuration Screen, you can set 1.2, 9.6, or 19.2 KBAUD.
Other parameters are fixed as follows: 1 start bit, 8 data bits, 1 stop bit, and
no parity.

41
39/41B
Users Manual

®
41
A W
N E
P
A R
O
LY
Z HA
E R
R M
O
N
IC
S

a18f.eps

Figure 19. Serial Communications (Model 41B)

42
Printing (Model 41B)

p
Printing (Model 41B)
Pressing p sends data for the present screen to a printer. Printer type
compatibility is selected on the configuration screen as Epson or HP.
The Tester displays PRNT and the following message appears:
* PRINTING *
PRESS ANY KEY TO STOP
Press any key to abort printing; all keys then return to their normal functions.

s
Sending to a Printer or PC (Model 41B)
Press s to start outputting calculated results to the printer or PC. Model
41B stops outputting after it has sent a single set of calculated results. At
9600 baud, the Tester requires a few seconds to output a typical set of
calculated values (1120 bytes).

p s p s
Note
Do not press or while printing or using FlukeView 41
software. In either case, pressing or disrupts
communications.

Using PC Software with the Tester (Model 41B)


FlukeView 41 software is provided for Windows. Refer to the operating
instructions provided with the software.

43
39/41B
Users Manual

Applications
! Warning !
To avoid electric shock and/or equipment damage, use
caution when connecting alligator clips to live
components. The jaws of alligator clips can create a short
circuit between closely spaced live parts. Avoid making
connections to feeder conductors or bus bars at elevated
potentials. Whenever possible, make connections to the
output side of a circuit breaker, which can provide better
short circuit protection.

44
Applications

LIGHTING L.C.
Plant
Switch
Gear

MOTOR L.C.

Adjustable
Frequency
(Speed) Motor
UTILITY Drive
XFMR

Receptacle
Load Center

Distribution
Transformer

230V

120V
a19f.eps

Figure 20. Typical Applications

45
39/41B
Users Manual

Plant Switch Gear (Service Entrance)

21. Pressf
Measure current, load balance, and total harmonic distortion. Refer to Figure
to select current (AP) for the display phase reference.

CS
NI
O
RM
HA
ER ER
W YZ
PO AL
AN®

®
41

a20f.eps

Figure 21. Plant Switch Gear

46
Applications

Distribution Transformer
Measure Power Factor, K Factor, power, neutral current, neutral frequency,
and load balance between phases. Refer to Figures 22 and 23.

I 2 3 N 1 2 3

S
IC
N
O
M
R
A
H
R
E ER
W Z
O Y
P AL
N
A
B
®
41

a21f.eps

Figure 22. Distribution Transformer (1 P Watts Text Screen)

47
39/41B
Users Manual

I 2 3 N 1 2 3

S
IC
N
O
M
R
A
H
R R
E E
W Z
O Y
P AL
N
A

41B
®

a82f.eps

P
Figure 23. Distribution Transformer (3 , 3C Watts Text Screen)

Electronic Equipment Load Center


Make connections to circuit breakers by first turning the circuit breaker off.
Then connect the alligator clip to the breaker output terminal via a short piece
of insulated wire, refer to Figure 24.

48
Applications

Measure for excessive current (tripping of circuit breakers) and other general
measurements (such as level of current flow) in each circuit. Measure balance
between phases, neutral current and frequency, and harmonic distortion.
Measure input current, crest factor, and harmonics for PC, copier, printer,
and single phase UPS. Most electronic equipment loads are nonlinear due to
their use of switching-type power supplies.

Black

Red

ON

OF
F

CS
NI
O
RM
HA
ER ER
W YZ
PO AL
AN

B
®
41

a22f.eps

Figure 24. Receptacle Load Center (Neutral Current Measurement)

49
39/41B
Users Manual

Generator Set
Measure for excessive current, proper frequency (adjust generator speed), and
other general uses. Refer to Figure 25. (Small generator shown.)

CS
NI
O
RM
HA
ER ER
W YZ
PO AL
AN

B
®
41

a23f.eps

Figure 25. Generator Set

50
Applications

Adjustable Frequency (Speed) Motor Drive


Measure input and output current and current frequency. Refer to Figure 26.
The Tester measures the output current frequency of the drive. (Output

harmonic currents can also be measured. Press


the display reference.
f
current provides the most stable frequency measurement.) Input power and
to select current AP for

OUTPUT INPUT OUTPUT INPUT


A B C 1 2 3 A B C 1 2 3

OUTPUT

INPUT

IN

T
U
O

ICS
ON
RM
HA
R
WE ER
YZ
PO AL
AN
B
®
41

a24f.eps

Figure 26. Adjustable Frequency Motor Drive

51
39/41B
Users Manual

User Maintenance

Cleaning
Clean your Tester with a damp cloth and a mild detergent. Do not use
abrasives, solvents, or alcohol.

Fuse Replacement
The Tester uses electronically protected inputs; no fuses are required.

Battery Replacement

! Warning !
To avoid electrical shock, disconnect the voltage test
leads and the current probe before replacing the batteries.

The Tester must be disconnected from all sources before


you can open it for any adjustment, battery replacement,
maintenance, or repair.

The Tester uses four alkaline C cells (supplied). You can also use four
rechargeable NiCad batteries, which you must supply. (The Tester does not
provide for internal recharging.)

Note N T
Used Nickel-Cadmium batteries should be disposed of by a qualified
recycler or hazardous materials handler. Contact your authorized
Fluke Service Center for recycling information.

O
Referring to Figure 27, use the following procedure to replace the batteries:
1. Press off.
2. Disconnect the voltage test leads and the Current Probe at the test points
(first) and at the Tester (second).
3. Place the Tester face down on a nonabrasive surface. Loosen the two
screws with a flat-blade screwdriver.

52
User Maintenance

4. Lift the battery access lid away from the Tester.


5. Replace the C cells (alkaline or recharged NiCad) as shown in Figure 24.
Observe the battery polarity shown in the battery compartment.
6. Secure the battery access lid back in position with the two screws.

a25f.eps

Figure 27. Battery Replacement

53
39/41B
Users Manual

Operational Test
Use any of the applications shown in this manual to verify volts, amps, and
watts measurability. For a full operational test, refer to the Service Manual
(P/N 601044).

If the Screen Flashes or is Blank at Power-Up


If the screen flashes or is blank at power-up, it may be caused by a low
contrast setting. If neither or the following procedures works, refer to “If Your
Tester Does Not Work” for instructions on returning the unit for repair.

C
If the instrument flashes a dark test pattern and then appears blank:

C
Tap , then hold > down for several seconds. A normal screen display
should appear. Adjust to the desired contrast, then tap again to store the
setting.
If the screen is blank (no dark flash):
Check the batteries. If the batteries read below 1.1V, replace them. If the
screen is still blank, refer to “If Your Tester Does Not Work” for instructions
on returning the unit.

If Your Tester Does Not Work


If your Tester does not work, make the following basic checks:
• Examine the case for physical damage. If you detect damage, contact a
Fluke Service Center. (Refer to the list of service centers at the end of this
manual.)
• Are you testing a live circuit? Test on a known-live circuit.
• Check the batteries, test leads, and Current Probe. If necessary, replace
any of these items.
• Review applicable parts of this manual to make sure you are operating
the Tester correctly.
• When measuring current without the voltage test leads connected, you
must select AP for the phase reference (see Table 1).

54
Accessories and Replacement Parts

If the Tester still does not work, pack it securely and forward it, postage paid,
to the nearest Service Center. Include a description of the problem. Fluke
assumes no responsibility for damage in transit.
At its option, Fluke will repair or replace a Tester under warranty. The Tester
will be returned at no charge. Refer to the Warranty Card for warranty terms.
If the warranty has lapsed, Fluke will repair and return the Tester for a fixed
fee. Contact your nearest Service Center for information and prices.

Accessories and Replacement Parts


Service Manual
The part number for the Service Manual is 601044.
Accessories
For a list of standard accessories included with the Tester, see “Unpacking”
earlier in this manual. Optional accessories are as follows:
• 80i-1000s AC Current Probe
• C41s Soft Carrying Case

55
39/41B
Users Manual

Replacement Parts
Parts that can be replaced by the user are shown in Table 5. Refer to the
Service Manual for a complete list of replaceable parts.

Table 5. Replacement Parts

Description Fluke PN Qty

Battery (each, C cell, 4 required 423582 1


Battery door (with screws) 936807 1
Hook (tilt stand) 936810 1
RS-232 Serial cable (Model 41B) PM9080 1
FlukeView 41 Windows English software (Model 936880 1
41B)
39/41B Users Manual (English) 482287200916 1
39/41B Users Manual ( French) 482287200918 1
39/41B Users Manual (German) 482287200917 1
39/41B Users Manual (Spanish) 482287200921 1
39/41B Users Manual (Italian 482287200919 1
SW41 FlukeView Application Users Manual 600855 1
Quick Reference Guide, Fluke 39/41B 107653 1
Service Manual, Fluke 39/41B 601044 1
80i-500s AC Current Probe 1
TL24 Test Lead Set 1
TP 20 Test Probe Set 1
AC 20 Test Clip Set 1
80i-1000s AC Current Clamp (Optional) -
C41s Carrying Case (Optional) -

! I Use only specified replacement parts.

56
Specifications

Specifications
Basic electrical specifications are defined over the temperature range from
18°C to 28°C for a period of one year after calibration.
Accuracy is specified as ±([% of reading] + [number of units in least
significant digit]).

Frequency Range, Fundamental


6-65 Hz and dc

Minimum Input Levels


5V rms or 1A rms

Volts Measurements (True rms)


Input Range: 5.0V to 600V rms (ac + dc)
5.0V to +/-933V peak
Basic Accuracy*:
rms (ac + dc): +/-(0.5% + 2 digits)
peak, dc: +/-(2% + 3 digits)
* < 15V rms, add 2 digits
Input Impedance: 1 MΩ, balanced
Crest Factor: > 3.0 below 300V, 1.56 @ 600V

Amps Measurements (True rms)


(1 mV/A) Isolated Input
Input Range: 1.00 mV (A) to 1000 mV rms (A) (ac + dc)
1.0 mV (A) to +/- 2000 mV (A) peak
Basic Accuracy:
rms (ac + dc): +/-(0.5% + 3 digits) + probe specs.
peak, dc: +/-(2% + 4 digits) + probe specs.

Input Impedance: 1 MΩ || 47 pF
Crest Factor: > 3.0 below 600 mV, 2.0 @ 1000 mV

57
39/41B
Users Manual

Watts Measurements (Volt-Amps)


(1 mV/A) Isolated Input
Range: 0 W (VA) to 600 kW (kVA) average
0 W (VA) to 2000 kW (kVA) peak
Accuracy (ac + dc):
Active W (VA): +/-(1% + 4 digits) + probe specs

Harmonics Measurement Accuracy (Cursor Data)


(Harmonic Level > 5% Using Smooth ~20)
Volts:
Fundamental to 13th Harmonic: +/- (2% + 2 digits)
13th to 31st Harmonic: 13th (+/- (2% + 2 digits)) -----
----- 31st (+/- (8% + 2 digits))
Amps* or Watts:
Fundamental to 13th Harmonic: +/- (3% + 3 digits) + probe specs
13th to 31st Harmonic: 13th (+/- (3% + 3 digits) + probe
specs) ---------- 31st (+/- (8% + 3
digits)+ probe specs)
* < 20A, add 3 digits
Phase:
Fundamental: (±2 degrees) + probe specs
2nd to 31st Harmonic: 2nd (±5 degrees) -- 31st (±20
degrees) + probe specs

Frequency Measurement Accuracy


(Fundamental, 6.0 Hz - 99.9 Hz)
6.0 Hz - 99.9 Hz:+/- 0.3 Hz

58
Specifications

Other Measurement Specifications


Measurement Function Range/Resolution Accuracy

Input Bandwidth: (-0.5 dB): DC 6 Hz to 2.1 kHz

Crest Factor (CF): (Using 1.00 to 5.00 ±4%


Smooth %20)

Power Factor (PF): 0.00 to 1.00 ±0.02

Displacement Power
Factor (DPF): 0.00 to 0.29 unspecified

0.30 to 0.69 ±0.04

0.70 to 0.89 ±0.03

0.90 to 1.00 ±0.02

Phase Measurement -179 to 180 degrees


Range:

K-Factor (KF) Model 41B: 1.0 to 30.0 ±10%

Total Harmonic Distortion


(THD)

%THD-F: 0.0 to 799.9 ±(0.03 x Reading + 2.0%)

%THD-R: 0.0 to 99.9 ±(0.03 x Reading + 2.0%)

59
39/41B
Users Manual

Ranges and Resolution


AC Volts AC Amps Watts
Range Resolution Range Resolution Range Resolution
(PK) (PK) (PK)

20V 0.1V 2A 0.01A 50W 1.0W

50V 0.1V 5A 0.01A 100W 1.0W

100V 0.1V 10A 0.01A 200W 1.0W

200V 0.1V 20A 0.01A 500W 1.0W

500V 1V 50A 0.1A 1 kW 0.01 kW

1 kV 1V 100A 0.1A 2 kW 0.01 kW

200A 0.1A 5 kW 0.01 kW

500A 1A 10 kW 0.1 kW

1000A 1A 20 kW 0.1 kW

2000A 1A 50 kW 0.1 kW

100 kW 1 kW

200 kW 1 kW

500 kW 1 kW

1 kkW 1 kW

2 kkW 1 kW

60
Specifications

General Specifications
Size: 9.2 x 3.9 x 2.5 inches (234 x 100 x 64 mm)
Weight: 2.0 lbs (1 kg)
Input Connectors:
Voltage: 2 shrouded banana jacks (4 mm)
Current Probe: 1 shrouded BNC jack
Battery:
Type: 4 Alkaline “C” Cells ANSI/NEDA-14A, IEC-LR14
(supplied)
Operating Time: 48 hours, typical (continuous, without backlight)
Alternate Battery:
4 NiCad Cells, customer supplied and externally charged. The tester
prevents battery reversal by turning itself off if battery voltage drops below
4.0V dc.
Temperature:
Operating: 0 to 50°C (32 to 122°F)
Storage: -20 to 60°C (-4 to 140°F)
Temperature Coefficient:
0.1 x Specified Accuracy per degree C
(0 to 18 degrees C, 28 to 50 degrees C)

61
39/41B
Users Manual

Humidity (noncondensing):
Operating: 0 - 30°C: 90%
30 - 40°C: 75%
40 - 50°C: 45%
Storage: 90%
Altitude:
Operating: 10,000 feet (3 km)
Storage: 40,000 feet (12 km)
Shock & Vibration: per MIL-T-28800, class 3, sinusoidal, nonoperating
Electro-Magnetic Compatibility:
RF Emissions: EN 50081-1 Commercial Limits,
VFG 243-1991
RF Susceptibility: EN 50082-1 Commercial Limits
Council Directive: Electromagnetic Compatibility Directive (89/336/EEC)
Drip Proof and Dust Proof Case: per IEC 529, Section 3;
IP 52 Dust-Protected, Drip Proof

Display
Type: Super Twisted Liquid Crystal
Size: 3.0 inch diagonal (76 mm)
Resolution: 160 W x 128 H pixels
Contrast: User adjustable
Backlight: Yellow-green LED

62
Specifications

Safety
Designed for 600V measurements on industrial power distribution circuits.
! Overload Protection:
Voltage or Current Probe Input: 600V, maximum
Surge Protection: 6 kV per IEC 1010-1
Maximum Voltage Isolation to Earth: 600V from any terminal
Protection Levels:
IEC 1010-1, Pollution Degree 2, Installation
Category III, Material Group II, 600V
Protection Class:
Protection Class II as described in IEC 1010-1, Annex H (Double or
Reinforced Insulation).

Waveform Memory (Model 41B)


Eight nonvolatile memories store 2048 sampled points of waveform data for
both Voltage and Current inputs for later recall or sending to a computer.
EIA-232-E (RS-232) INTERFACE (Model 41B)
Optically-Isolated, 1.2, 9.6, or 19.2k baud rate.
Printer graphical output in either Epson or HP format. Text data is sent is
ASCII format (SEND). Waveform, Data, and Picture formats may be remotely
accessed. Remote Trigger function.

63
39/41B
Users Manual

64
MANUAL DE ENTREGA TÉCNICA

STEMAC S/A GRUPOS GERADORES 1/10


DIVISÃO DE SERVIÇOS E PEÇAS Rev. 1
MANUAL DE ENTREGA TÉCNICA

Este manual tem como objetivo instruir os técnicos de campo no momento de Entrega
Técnica de equipamentos STEMAC, para que este processo seja executado em
conformidade com as definições de segurança e qualidade.
O Manual de Entrega Técnica está dividido em 2 partes:
- Descritivo dos itens da Lista de Verificação;
- Anexos.

Para preencher corretamente o Relatório de Entrega Técnica, siga os passos indicados


no descritivo. Durante a descrição dos itens e verificações a serem feitas, você encontrará
sinalizações, conforme a seguir:

CONSULTE TABELAS COM VALORES PADRÃO, ANEXADAS NO FINAL


DESTE DOCUMENTO, CONFORME LISTADO NA TABELA 1.

PROJETO OU DESENHO PARA ORIENTAÇÃO, CONFORME LISTADO NA


TABELA 2.

SEGUIR PROCEDIMENTO PARA EXECUÇÃO DO SERVIÇO, ANEXADO NO


FINAL DO DOCUMENTO, CONFORME LISTADO NA TABELA 3.

NECESSÁRIO UTILIZAR INSTRUMENTAÇÃO, CONFORME LISTADO NA


TABELA 4.

STEMAC S/A GRUPOS GERADORES 2/10


DIVISÃO DE SERVIÇOS E PEÇAS Rev. 1
MANUAL DE ENTREGA TÉCNICA

TABELA 1: Tabelas de valores padrão

Ítens
Título Local original na rede
relacionados
\\Ntstemac08\prj_mec\Tabelas\T
A-02 UTILIZAÇÃO DE BATERIAS pm015-00\Tpm015-01.doc
\\Ntstemac03\cad_dts\Tabelas
A-23; 26; 27; Diversas\Cabos e
SELEÇÃO DE CABOS - EPR 60HZ_B1 Barramentos\Seleção de cabos -
28; 29; 30
EPR 60Hz_B1 (rev00).xls
\\Ntstemac03\cad_dts\Tabelas
A-23; 26; 27; Diversas\Cabos e
SELEÇÃO DE CABOS - EPR 60HZ_F Barramentos\Seleção de cabos -
28; 29; 30
EPR 60Hz_F (rev00).xls
\\Ntstemac03\cad_dts\Tabelas
A-23; 26; 27; Diversas\Cabos e
SELEÇÃO DE CABOS - PVC - 60HZ_B1 Barramentos\Seleção de cabos -
28; 29; 30
PVC - 60Hz_B1 (rev03).xls
\\Ntstemac03\cad_dts\Tabelas
A-23; 26; 27; Diversas\Cabos e
SELEÇÃO DE CABOS - PVC - 60HZ_F Barramentos\Seleção de cabos -
28; 29; 30
PVC - 60Hz_F (rev00).xls
\\Ntstemac08\prj_mec\Tabelas\T
B-07 UTILIZAÇÃO DE PRÉ-AQUECIMENTO pm031-00\Tpm031-01.doc
\\ntstemac03\cad_dts\Mecânica\T
C-02 TABELA DE MEDIÇÃO DE VIBRAÇÃO EM GMGs abelas\Vibração.doc

TABELA 2: Modelos de projetos padrão

Ítens
Título Local original na rede
relacionados
ADEQUAÇÃO CIVIL - DETALHE DAS VENEZIANAS DE \\Ntstemac03\comum_sup\DIPs\
A-09 DIP0202C.DWG
VENTILAÇÃO
\\Ntstemac03\comum_sup\DIPs\
A-17; 34 TANQUES DIESEL 250L - BASE DE ALVENARIA DIP0306D.dwg
TANQUES DIESEL 250L - SUSTENTAÇÃO DE \\Ntstemac03\comum_sup\DIPs\
A-17; 34 DIP0308D.dwg
ALVENARIA
DRENAGEM DO CÁRTER E RESPIRO DOS \\Ntstemac03\comum_sup\DIPs\
A-17; 34 DIP0309D.dwg
CABEÇOTES
\\Ntstemac03\comum_sup\DIPs\
A-17; 34 PROLONGAMENTO DO RESPIRO DE FLOAT-TANKS DIP0310D.dwg
PROLONGAMENTO DO RESPIRO DE TANQUES \\Ntstemac03\comum_sup\DIPs\
A-17; 34 DIP0312D.dwg
DIÁRIOS
\\Ntstemac03\comum_sup\DIPs\
A-17; 34 "FLOAT TANK" - INTERLIGAÇÕES DIP0330D.dwg
\\Ntstemac03\comum_sup\DIPs\
A-18;19;20;21 SISTEMA ELÉTRICO - ATERRAMENTO PADRÃO DIP0106F.dwg
ATERRAMENTO DE LEITOS, ELETROCALHAS E \\Ntstemac03\comum_sup\DIPs\
A-22 DIP0109F.dwg
ELETRODUTOS

STEMAC S/A GRUPOS GERADORES 3/10


DIVISÃO DE SERVIÇOS E PEÇAS Rev. 1
MANUAL DE ENTREGA TÉCNICA

TABELA 3: Procedimentos para execução das atividades

Ítens
Título Local original na rede
relacionados
\\Ntstemac03\cad_dts\Boletim de
BS 004-03 - Diagnóstico e solução de falhas
A-45; 46 Serviço\2003\BS 004-03 - Diagnóstico e
em geradores solução de falhas em geradores.doc
\\Ntstemac03\cad_dts\Tabelas
A-23; 26; 27; Diversas\Cabos e
Procedimentos para aplicação de cabos Barramentos\Procedimentos para
28; 29; 30
aplicação de cabos.doc

TABELA 4: Instrumentação adicional

Ítens
Equipamento
relacionados
B-01 Terrômetro
Multímetro – Fluke 87
Termômetro Laser
Termômetro capela
C-02 Medidor de vibração
A-45 Megôhmetro – Para GMGs armazenados a mais de 6 meses

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MANUAL DE ENTREGA TÉCNICA

A) INSPEÇÃO DA INSTALAÇÃO E EQUIPAMENTOS

01 Existência de todos os componentes dos quadros (Comando e Força)


• De posse dos diagramas e/ou Detalhamento Técnico (DT) comprovar visualmente a
existência de todos os equipamentos e acessórios que fazem parte do projeto.

02 Baterias com suporte e cabos


• Além de verificar a existência das baterias e suporte, comprovar se a capacidade da
mesma está correta para a aplicação.
• Orientar o cliente para cobrir os bornes com vaselina industrial para proteção dos
terminais.
• Verificar tabela de baterias em anexo
Local da tabela original: \\Ntstemac08\prj_mec\Tabelas\Tpm015-00\Tpm015-01.doc

03 Interligações Concluídas (Força, Comando e Aterramento).


• Conferir com os diagramas elétricos: todas as réguas de bornes estão conectadas e se
todos os cabos de força estão interligados.
• Verificar se os cabos de força e comando estão separados.

04 Aperto de terminais
• Verificar o aperto dos terminais dos quadros de força e comando

05 Limpeza e pintura dos quadros e acessórios.


• Verificar as condições da pintura dos GMGs e Quadros.

06 Condições do contêiner
• Verificar as condições externas dos containers (pintura e chaparia)
• Verificar vedações das portas
• Verificar e registrar a existência de acúmulo de água no interior do container

07 Sala - Posição adequada dos GMGs e Quadros.


• Observar não-conformidades que venham a prejudicar o funcionamento do equipamento.
a. Maresia, poeira ou ambiente químico
b. Sala coberta, ventilação, vedação ou chuva

08 Sala - Abertura de entrada de ar


• Verificar se a abertura é suficiente (Área mínima = Área do radiador) e registrar às
medidas caso esteja fora dos padrões de instalação STEMAC.

09 Sala - Existência de Venezianas na entrada de ar.


• Registrar
• Se for padrão STEMAC registrar “padrão STEMAC”
• Se não for padrão STEMAC, comparar com ANEXO e registrar divergências
Local do projeto original:
\\Ntstemac03\comum_sup\DIPs\DIP0202C.dwg

10 Sala - Saída de ar
• Verificar se a saída é suficiente (Área mínima = 1,25 x área do radiador) e registrar às
medidas caso esteja fora dos padrões de instalação STEMAC.

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DIVISÃO DE SERVIÇOS E PEÇAS Rev. 1
MANUAL DE ENTREGA TÉCNICA

11 Sala - Existência de Venezianas na saída de ar


• Registrar
• Se for padrão STEMAC registrar “padrão STEMAC”
• Se não for padrão STEMAC, comparar com ANEXO e registrar divergências.
Local do projeto original: \\Ntstemac03\comum_sup\DIPs\DIP0202C.dwg

12 Sala - Existência de Atenuadores.


• Registrar onde há atenuador.
• Posicionamento / montagem (lado "redondo": sentido da entrada do ar)

13 Sala - Há algum obstáculo na entrada de ar


• Caso sim, registrar o tipo de obstáculo e a que distância este se encontra.
• Registrar a existência de agentes agressivos (Pó, químicos, amônia, calor...)

14 Sala - Há algum obstáculo na saída de ar


• Caso sim, registrar a que distância este se encontra obstáculo.

15 Sistema de escape (fixação vertical / horizontal, alinhamento)


• Verificar a correta instalação.

16 Tanque Primário (dreno, respiro)


• Verificar a correta instalação e existência de dreno e respiro.
• Registrar a existência e o tipo de filtro na linha
• Verificar a inclinação do tanque em relação ao dreno

17 Tanque diário. (dreno, respiro)


• Verificar a correta instalação e existência de dreno e respiro.
• Verificar a altura do tanque em relação ao motor, conforme anexos.
Local dos projetos na rede:
\\Ntstemac03\comum_sup\DIPs\DIP0306D.dwg
\\Ntstemac03\comum_sup\DIPs\DIP0308D.dwg
\\Ntstemac03\comum_sup\DIPs\DIP0309D.dwg
\\Ntstemac03\comum_sup\DIPs\DIP0310D.dwg
\\Ntstemac03\comum_sup\DIPs\DIP0312D.dwg
\\Ntstemac03\comum_sup\DIPs\DIP0330D.dwg

18 Aterramento do GMG (Motor, Gerador, base, etc...)


• Verificar e registrar se toda a “massa” do GMG está no mesmo potencial de terra.
Local do projeto na rede:
\\Ntstemac03\comum_sup\DIPs\DIP0106F.dwg

19 Aterramento dos Quadros Elétricos


• Para os quadros também o potencial deve estar no mesmo ponto.
Local do projeto na rede:
\\Ntstemac03\comum_sup\DIPs\DIP0106F.dwg

20 Aterramento do Tanque de combustível (quando metálico)


• Verificar se está aterrado.
Local do projeto na rede:
\\Ntstemac03\comum_sup\DIPs\DIP0106F.dwg

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DIVISÃO DE SERVIÇOS E PEÇAS Rev. 1
MANUAL DE ENTREGA TÉCNICA

21 Aterramento da carcaça de transformadores de força


• Verificar se todos os transformadores estão com suas carcaças aterradas.
Local do projeto na rede:
\\Ntstemac03\comum_sup\DIPs\DIP0106F.dwg

22 Aterramento dos leitos, eletrocalhas e eletrodutos


• Verificar o potencial das calhas aterradas que estão interligadas aos equipamentos e
aterrar calhas que não estejam conectadas a equipamentos aterrados.
Local do projeto na rede:
\\Ntstemac03\comum_sup\DIPs\DIP0109F.dwg

23 Aterramento - Bitola dos cabos de terra


• Comparar com tabela e projeto.
Local da tabela na rede:
\\Ntstemac03\cad_dts\Tabelas Diversas\Cabos e Barramentos\Seleção de cabos - EPR 60Hz_B1 (rev00).xls
\\Ntstemac03\cad_dts\Tabelas Diversas\Cabos e Barramentos\Seleção de cabos - EPR 60Hz_F (rev00).xls
\\Ntstemac03\cad_dts\Tabelas Diversas\Cabos e Barramentos\Seleção de cabos - PVC - 60Hz_B1 (rev03).xls
\\Ntstemac03\cad_dts\Tabelas Diversas\Cabos e Barramentos\Seleção de cabos - PVC - 60Hz_F (rev00).xls

24 Aterramento - Verificar arruelas dentadas


• Onde houver tinta em pontos de aterramento, verificar se as regiões de contato realmente
estão oferecendo boa condução(QC contatos entre quadros + Base + GMG)
25 Existência de Pára-Raios
• Verificar se existe pára–raio do tipo Baixa Tensão ou Alta Tensão.
• Registrar onde estão instalados
26 Cabos de comando - Bitola dos cabos conforme projeto
• Verificar projeto e tabela padrão
Local da tabela na rede:
\\Ntstemac03\cad_dts\Tabelas Diversas\Cabos e Barramentos\Seleção de cabos - EPR 60Hz_B1 (rev00).xls
\\Ntstemac03\cad_dts\Tabelas Diversas\Cabos e Barramentos\Seleção de cabos - EPR 60Hz_F (rev00).xls
\\Ntstemac03\cad_dts\Tabelas Diversas\Cabos e Barramentos\Seleção de cabos - PVC - 60Hz_B1 (rev03).xls
\\Ntstemac03\cad_dts\Tabelas Diversas\Cabos e Barramentos\Seleção de cabos - PVC - 60Hz_F (rev00).xls

27 Cabos de força - Bitola conforme tabelas de cabo


• Verificar tabela padrão
Local da tabela na rede:
\\Ntstemac03\cad_dts\Tabelas Diversas\Cabos e Barramentos\Seleção de cabos - EPR 60Hz_B1 (rev00).xls
\\Ntstemac03\cad_dts\Tabelas Diversas\Cabos e Barramentos\Seleção de cabos - EPR 60Hz_F (rev00).xls
\\Ntstemac03\cad_dts\Tabelas Diversas\Cabos e Barramentos\Seleção de cabos - PVC - 60Hz_B1 (rev03).xls
\\Ntstemac03\cad_dts\Tabelas Diversas\Cabos e Barramentos\Seleção de cabos - PVC - 60Hz_F (rev00).xls

28 Cabos de força - Bitola do neutro


• Verificar e registrar conforme tabela.
Local da tabela na rede:
\\Ntstemac03\cad_dts\Tabelas Diversas\Cabos e Barramentos\Seleção de cabos - EPR 60Hz_B1 (rev00).xls
\\Ntstemac03\cad_dts\Tabelas Diversas\Cabos e Barramentos\Seleção de cabos - EPR 60Hz_F (rev00).xls
\\Ntstemac03\cad_dts\Tabelas Diversas\Cabos e Barramentos\Seleção de cabos - PVC - 60Hz_B1 (rev03).xls
\\Ntstemac03\cad_dts\Tabelas Diversas\Cabos e Barramentos\Seleção de cabos - PVC - 60Hz_F (rev00).xls

29 Cabos de força – Números de cabos por fase


• Verificar e registrar nas três fases. A – B – C
Local da tabela na rede:
\\Ntstemac03\cad_dts\Tabelas Diversas\Cabos e Barramentos\Seleção de cabos - EPR 60Hz_B1 (rev00).xls
\\Ntstemac03\cad_dts\Tabelas Diversas\Cabos e Barramentos\Seleção de cabos - EPR 60Hz_F (rev00).xls
\\Ntstemac03\cad_dts\Tabelas Diversas\Cabos e Barramentos\Seleção de cabos - PVC - 60Hz_B1 (rev03).xls
\\Ntstemac03\cad_dts\Tabelas Diversas\Cabos e Barramentos\Seleção de cabos - PVC - 60Hz_F (rev00).xls

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MANUAL DE ENTREGA TÉCNICA

30 Cabos de força – Numero de cabos do neutro


• Registrar a quantidade de cabos
Local da tabela na rede:
\\Ntstemac03\cad_dts\Tabelas Diversas\Cabos e Barramentos\Seleção de cabos - EPR 60Hz_B1 (rev00).xls
\\Ntstemac03\cad_dts\Tabelas Diversas\Cabos e Barramentos\Seleção de cabos - EPR 60Hz_F (rev00).xls
\\Ntstemac03\cad_dts\Tabelas Diversas\Cabos e Barramentos\Seleção de cabos - PVC - 60Hz_B1 (rev03).xls
\\Ntstemac03\cad_dts\Tabelas Diversas\Cabos e Barramentos\Seleção de cabos - PVC - 60Hz_F (rev00).xls

31 Sistema de arrefecimento com Radiador ou Intercambiador


• Verificar e registrar qual tipo de sistema está instalado

32 Motor Existência de Filtro de ar e indicador de restrição do filtro de ar


• Esta verificação não é somente visual: em alguns modelos de filtro verificar se há elemento
dentro da carcaça do filtro.

33 Motor – Nível do óleo lubrificante e especificação


• Verificar o nível e informar qual tipo de óleo lubrificante está sendo usando.

34 Motor – Tanques de combustível


• Verificar nível de combustível e a correta instalação dos tanques e mangueiras (bitola).
Local dos projetos na rede:
\\Ntstemac03\comum_sup\DIPs\DIP0306D.dwg
\\Ntstemac03\comum_sup\DIPs\DIP0308D.dwg
\\Ntstemac03\comum_sup\DIPs\DIP0309D.dwg
\\Ntstemac03\comum_sup\DIPs\DIP0310D.dwg
\\Ntstemac03\comum_sup\DIPs\DIP0312D.dwg
\\Ntstemac03\comum_sup\DIPs\DIP0330D.dwg

35 Motor – Nível do liquido de arrefecimento


• Verificar o nível de água.

36 Motor – Verificar liquido Anticorrosivo


• Verificar existência de líquido anticorrosivo na água.

37 Motor – Abraçadeiras das mangueiras


• Verificar aperto nas abraçadeiras das mangueiras.

38 Motor - Correias
• Verificar a tensão nas correias do Motor.

39 Motor - Registros
• Abrir os registros dos filtros de água, combustível e intercambiador.

40 Motor - Existência de vazamentos no circuito d’água


• Caso seja encontrado, providenciar imediatamente a correção e registrar em relatório.

41 Motor - Existência de vazamentos no circuito do lubrificante


• Caso seja encontrado, providenciar imediatamente a correção e registrar em relatório.

42 Motor - Rede de alimentação e retorno do combustível


• Verificar a correta instalação do retorno e alimentação de combustível.

43 Motor - Dreno do radiador conduzido adequadamente


• Caso não esteja correto, providenciar a correção e registrar em relatório.

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DIVISÃO DE SERVIÇOS E PEÇAS Rev. 1
MANUAL DE ENTREGA TÉCNICA

44 Motor - Respiro / Dreno do óleo do cárter, conduzido para fora da sala ou container
• Os gases oriundos do cárter devem escoar para fora da sala;
• Este procedimento visa evitar que o óleo condensado fique impregnado no radiador ou no
gerador.

45 Gerador – Fechamento das Bobinas


• Conferir a ligação das bobinas conforme tensão de trabalho.
Obs.: Caso a data de fabricação do gerador seja superior a 6 meses, o mesmo deverá
passar por teste de isolação, conforme Boletim de Serviço em anexo.
Local do Boletim na rede:
\\Ntstemac03\cad_dts\Boletim de Serviço\2003\BS 004-03 - Diagnóstico e solução de falhas em
geradores.doc

46 Gerador - Bazeta
• Conferir aperto dos terminais dos cabos de força e fiação para o Regulador de tensão
Local do Boletim na rede:
\\Ntstemac03\cad_dts\Boletim de Serviço\2003\BS 004-03 - Diagnóstico e solução de falhas em
geradores.doc

47 Transformadores de Força - Quantidade


• Quantos transformadores estão na carga. (Informe a quantidade)
• (Especifique Primário / Secundário, Estrela / Triângulo, kVA).

Transformadores de força – Trafo da Rede


• Registrar kVA, tensão do primário, secundário.
• Registrar se o primário está em triângulo ou estrela
• Registrar se o secundário está em triângulo ou estrela
• Registrar se o Neutro está aterrado no primário ou secundário.

Transformador de força do GMG


• Registrar kVA, tensão do primário, secundário.
• Registrar se o primário está em triângulo ou estrela
• Registrar se o secundário está em triângulo ou estrela
• Registrar se o Neutro está aterrado no primário ou secundário.

48 Transformador de Força da Rede e GMG


• Verificar o nível de óleo, completar caso necessário e sangrar (Retirar o ar do
transformador).
• Verificar dispositivos de filtragem do óleo do transformador.
! Cuidado!!!! Retirar a trava da bóia de gás

49 Existência de CLP ou unidade remota


• Verificar e registrar a existência de CLP ou unidade remota

50 Registrar o tipo de Interligação entre as remotas (cabo, fibra)


• Verificar e registrar o tipo de interligação entre a unidade remota e USCA (fibra, cabo...)

51 Registrar a distância entre a Unidade Remota e USCA


• Distância máxima recomendada:
o Até 100 metros de caminho elétrico, utilizar cabo. Mais de 100 metros, utilizar fibra ótica.

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MANUAL DE ENTREGA TÉCNICA

B) INSPEÇÕES / MEDIÇÕES ELÉTRICAS

Ações para serem executadas antes de colocar o GMG em funcionamento.

01 Medição de Aterramento.
• Verificar o valor da resistência ôhmica do aterramento utilizando terrômetro.

02 Transformadores de Medição.
• Verificar a ligação dos TPs de Grupo e Rede.
• Observar os pontos de ligação em relação ao tipo de ligação (estrela / triângulo). H1, H2,
H3 ou X1, X2, X3 em relação as fases A, B, C e Neutro

03 Transformadores de Corrente
• Verificar a ligação dos TCs do Grupo e Rede.
• Observar a seqüência S1, S2 para que estejam corretamente conectadas.

04 Tensão VDC
• Verificar se nos bornes da USCA ou QC se a polaridade DC está correta

05 Tensão da Rede
• Verificar se a tensão da Rede está disponível e registrar
• Com rede disponível realizar medições e antes de acionar disjuntores de proteção ou
fusíveis. Registrar as medições.
• Verificar se está chegando tensão nos bornes corretamente.

06 Seqüência de fase da rede


• Seqüência de fase da rede, Horário ou Anti-horário.

07 Pré-aquecimento
• Testar o pré-aquecimento
• Atenção: Somente ligar pré-aquecimento se o equipamento estiver aterrado
• Registrar valor da Resistência e quantidade de resistência.
Local da tabela na rede:
\\Ntstemac08\prj_mec\Tabelas\Tpm031-00\Tpm031-01.doc

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MANUAL DE ENTREGA TÉCNICA

C) TESTE DE FUNCIONAMENTO SEM CARGA

Para a execução dos itens abaixo o Técnico deverá avaliar se o mesmo se aplica ou não
ao equipamento.
Exemplo:
Para GMG ONAN a simples aplicação de um GND ao borne 21 coloca o GMG em marcha
lenta e não excita o gerador, deixando o mesmo com a tensão de remanência.

01 Partida do GMG em Marcha Lenta


• Desligar o Regulador de Tensão
• Registrar a rotação em RPM ou Hz do gerador
• Verificar a pressão do óleo lubrificante
• Verificar e registrar a Temperatura do Motor (ºC)
• Medir a tensão de remanência das Fases AB, BC e CA
• Medir a tensão de remanência entre Neutro e Fase NA, BN e CN
• Verificar Vazamentos (água, diesel e óleo lubrificante).
• Verificar e registrar ruídos anormais.
• Verificar vibrações do GMG.

02 Partida do GMG em Rotação Nominal


• Ativar o Regulador de Tensão
• Registrar a rotação em RPM ou Hz do gerador
• Pressão do óleo lubrificante.
• Verificar e registrar a Temperatura do líquido de arrefecimento após 20 min. (ºC).
• Medir a tensão das Fases AB, BC e CA.
• Medir a tensão entre Neutro e Fase NA, BN e CN.
• Verificar Vazamentos (água, diesel e óleo lubrificante)
• Verificar Vibrações no GMG. (Realizar medições e Registrar)
Os limites máximos para a vibração em grupos geradores são:
Faixa de 100 à 750kVA → 12mm/s
Faixa de 1000 à 2500kVA → 13mm/s (ideal 9mm/s)
Obs.: Motores de 3 cilindros tem uma vibração máxima bem
acima dos valores para os outros motores maiores.
Local da tabela na rede:
\\Ntstemac03\cad_dts\Mecânica\vibrações - tabela de medições.doc
• Verificar e registrar ruídos anormais.
• Registrar a queda de tensão da baterias principais do GMG no momento da partida
• Sequência de fase do gerador, Horário ou Anti-Horário.

03 USCA E TRANFERÊNCIA
Os testes abaixo devem ser realizados ou simulados sem carga.

• Funcionamento Manual
• Simulação de defeito e proteções
• Simular atuação dos relés de proteção (quando existentes e registrar tipo)
• Funcionamento das chaves de grupo e rede e intertravamentos (caso seja a chave de
carga, usar este tempo só para comprovação de intertravamento)
• Funcionamento no modo Automático (Simulação)
• Funcionamento modo Teste
• Funcionamento em modo Emergência (quando existente)

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DIVISÃO DE SERVIÇOS E PEÇAS Rev. 1
MANUAL DE ENTREGA TÉCNICA

D) TESTE DE FUNCIONAMENTO COM CARGA

Antes da finalização com o teste com carga, procure conhecer o processo do cliente para
assim obter um teste seguro e confiável para a STEMAC e CLIENTE.

• Existência de banco de capacitores na carga (Registrar o kVAr)


• Registrar se o banco de capacitores é Automático ou Manual
• Relés de Proteção (providenciar os parâmetros e ajustar os relés caso necessário)
• Funcionamento em Manual
• Vazamentos (água, diesel e óleo lubrificante).
• Vibração (Registrar medições)
• Funcionamento em modo Automático
• Funcionamento horário de ponta (Verificar se foi fornecido através do DT)
• Funcionamento em Modo Emergência.
• Preencher tabela de teste.
• Informar se cliente disponibilizou carga e registrar valor
• Preencher tabela de testes
• Registrar a entrega dos Certificados de Garantia e identificar o recebedor

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DIVISÃO DE SERVIÇOS E PEÇAS Rev. 1
OS Nº
ET01 - ENTREGA TÉCNICA RAT Nº
LEGENDA :Vac= TENSÃO ALTERNADA; VAB, VBC, VCA= Vac LINHA; VA, VB, VC= Vac FASE; Vref= Vac REFERÊNCIA ; VL= Vac LINHA ; Vf=Vac DE FASE ; Iac=CORRENTE
ALTERNADA;
; IA, IB, IC= Iac DE FASE ; IAB, IBC, ICA= Iac LINHA ; Vcc=TENSÃO CONTINUA ; Icc=CORRENTE CONTINUA ; If= Iac FASE ; IL= Iac
LINHA;
;IN= Iac NEUTRO ; HZ= FREQUENCIA ; %DHTv= DISTORÇÃO HARMÔNICA TOTAL TENSÃO ; S/C= SEM CARGA ; C/C= COM CARGA; CÁLCULO
%DESEQUILIBRIO Vca ou Iac = [Vf máx(A ou B ou C) - Vfmédia(A+B+C/3)] ÷ Vfmédia X 100
A - INSPEÇÃO PROJETO / INSTALAÇÃO / MEDIÇÕES NA REDE
1 2 3
Vac REDE (PROJETO) Vac GMG (PROJETO) KIT ATERRAMENTO CONFORME BS 010/04? CAPACITORES NA CARGA OU REDE?

kW REDE (PROJETO) kW GMG (PROJETO) MEDIR ATERRAMENTO CONF. BS 002/05. CAPACITORES AUTOMÁTICO OU MANUAL?

PROJETO CONFERE COM FORNECIMENTO? CASO NÃO JUSTIFIQUE. VALOR ENCONTRADO Vac ENTRE TERRA E NEUTRO? CONFERIR CORRETA INSTALAÇÃO TANQUE COMBUSTÍVEL

CONFERIR TODAS ÀS INTERLIGAÇÕES, ANTES DE ENERGIZAR. CONFERIR ATERRAMENTO TRANSFORMADORES CONF. PROJETO CONFERIR/INFORMAR CLIENTE NÍVEL DE COMBUSTÍVEL

USCA / QTA CONFERIR REAPERTO CABOS DE FORÇA CONFERIR NÍVEL ÓLEO TRANFORMADORES E PURGAR GASES MEDIR: VL REDE MEDIR: Vf REDE

ATERRAMENTO CONFORME BS 007/04? FREQUÊNCIA NOMINAL REDE

B - INSPEÇÃO DO MOTOR S/C C - INSPEÇÃO GERADOR S/C D - INSPEÇÃO BATERIAS / RETIFICADOR


CONFERIR NÍVEL ÁGUA RADIADOR/INTERCAMBIADOR MEDIR RESISTÊNCIA PRÉ-AQUEC. ISOLAÇÃO / CARCAÇA BATERIA: MEDIR Vcc BORNES, VERIFICAR NÍVEL SOLUÇÃO

VERIFICAR ADITIVO. (KIT DCA-4) MEDIR Vac e Iac RESISTÊNCIA DE PRÉ - AQUECIMENTO RETIFICADOR: MEDIR Vac Entrada / MODELO RET

VERIFICAR TENSÃO DAS CORREIAS DO MOTOR GERADOR: QUAL FECHAMENTO DAS BOBINAS? RETIFICADOR: MEDIR VCC E ICC SAÍDA

HÁ VAZAMENTOS DIESEL, ÓLEO LUB. OU ÁGUA? GERADOR: CONFERIR REAPERTO DOS TERMINAIS FORÇA

REGULADOR TENSÃO: ESTÁ LIGADO CORRETAMENTE?

E - MEDIÇÕES COM GMG EM FUNCIONAMENTO S/C F - SIMULAÇÃO DEFEITO S/C G - TESTES PARALELISMO S/C
REMANÊNCIA: MEDIR VL S/C REMANÊNCIA: MEDIR VF S/C NÍVEL BAIXO D'ÁGUA RADIADOR TENSÃO BAIXA GERADOR ATUAÇÃO CONTROLE TENSÃO EM RELAÇÃO A Vac NOMINAL

BOBINA AUX: MEDIR Vac S/C EXCITAÇÃO MEDIR Vcc S/C NÍVEL BAIXO ÓLEO LUBRIFIC. SOBREVELOCIDADE ATUAÇÃO CONTROLE FREQ EM RELAÇÃO HZ NOMINAL

ATUADOR: MEDIR VCC S/C HZ GMG AJUSTADA S/C FUNCIONAMENTO FLUXOSTATO SUB-FREQUENCIA GMG ESTÁ SEQUENCIA HORÁRIA REDE ESTÁ SEQUENCIA HORÁRIA

VL GMG AJUSTADA S/C Vf GMG AJUSTADA S/C PRESSÃO ÓLEO LUBRIFCANTE TEMP ALTA TRANFORMADOR CONFERIR SINCRONISMO ENTRE GMG // GMG

PRESSÃO ÓLEO LUBRIFIC. S/C TEMP D'ÁGUA BLOCO S/C TEMPERATURA D'ÁGUA MOTOR RELÉ GÁS TRANSFORMADOR MEDIR Iac FASE GMG//GMG MEDIR IN GMG//GMG

MEDIR: VIBRAÇÃO GMG S/C QUEDA: Vcc BATERIAS/PARTIDA TENSÃO ALTA GERADOR NÍVEL ÓLEO TRANSFORMADOR CONFERIR SINCRONISMO ENTRE GMG // REDE

MEDIR: Vcc E Icc DO ALTERNADOR DA BATERIA

H - MEDIÇÕES REDE C/C I - MEDIÇÕES GERADOR C/C E TIE J - MEDIÇÕES GMG C/C
MEDIR VL REDE C/C MEDIR Vf REDE C/C MEDIR VL GMG C/C MEDIR Vf GMG C/C PRESSÃO ÓLEO LUBRIFANTE TEMP. D'ÁGUA BLOCO

%DESEQUILIBRIO Vac C/C %DESEQUILIBRIO Iac C/C %DESEQUILIBRIO Vac C/C %DESEQUILIBRIO Iac C/C MEDIR TEMP. DA SALA GMG MEDIR TEMP. EXTERNA

kW REDE kVA REDE kW GMG kVA GMG MEDIR TEMP. CARCAÇA GMG TESTE OPERAÇÃO MANUAL

kVar REDE FATOR DE POTÊNCIA REDE kVar GMG FATOR DE POTÊNCIA GMG TESTE OPERAÇÃO EMERGÊNCIA TESTE HORÁRIO DE PONTA

IDENTIFICAR TIPO DE CARGA PROTEÇÕES REDE AJUSTAR IA / IB / IC PROTEÇÕES GMG AJUSTAR MEDIR: VIBRAÇÃO GMG

kW TRANSFERÊNCIA REDE FP TRANSFERÊNCIA REDE kW TRANSFERÊNCIA TIE FP TRANSFERÊNCIA TIE APARECERAM VAZAMENTOS? IDENTIFICAR QUE TIPO.

%DHTv REDE %DHTv GMG ou %DHTv TIE

INSTRUMENTOS MEDIÇÃO:USCA
USCA EMERGÊNCIA - AMPERIMETRO AC/DC, SEQUENCIMETRO, TERRÔMETRO, TERMOMETRO CAPELA.
USCA STR/PPR - OS MESMOS DA USCA EMERGÊNCIA + OSCILOSCÓPIO e FLUKE 41
OBSERVAÇÕES TÉCNICAS: