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Condicionamento de Ar REDES DE DUTOS IEM/UNIFEI

Prof. Osvaldo J. Venturini

Condicionamento de Ar REDES DE DUTOS IEM/UNIFEI


Redes de Dutos

Dutos de fibra de vidro


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Redes de Dutos

Dutos de Painéis de Poliuretano


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Redes de Dutos

Dutos chapa de aço


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Redes de Dutos

Instalação tradicional duto


rígido
Difusor e luminária

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Redes de Dutos

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Redes de Dutos

Dutos circulares
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Redes de Dutos

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Redes de Dutos

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Redes de Dutos

Dutos flexíveis
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Redes de Dutos

Duto principal rígido + ramais


flexíveis

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Redes de Dutos

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Redes de Dutos

Dutos Ovais (girovais)


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Redes de Dutos

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Condicionamento de Ar REDES DE DUTOS IEM/UNIFEI

Antes Depois

Antes Depois

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Retorno pelo entreforro Retorno sob o piso


(plenum)
(plenum)

Casa de
máquinas

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Saída da SRD Bandeja de condensado

Bandejas de condensado
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Filtros de ar sujos

Tomadas de Ar Externo Prof. Osvaldo J. Venturini


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Redes de Dutos
• Pressões Existentes

dinâmica

pressão dinâmica

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Redes de Dutos
• Mudanças de seção

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Redes de Dutos

• Velocidade constante
• Adota-se uma velocidade considerada aceitável e ela é usada ao longo do
duto para determinar a secção

• Perda de carga constante por metro linear


• Adota-se um valor em Pa/m de duto e calcula-se a secção do duto para
que a perda de carga por metro seja a desejada

• Recuperação da pressão estática


• O dimensionamento é feito pela redução da velocidade, para garantir que
a pressão estática ao longo do duto fique dentro de uma faixa pré-
determinada

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Redes de Dutos

• Velocidade constante

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Redes de Dutos

Perda de carga constante por metro linear

• Um valor de 1,0 Pa/m a 1,2 Pa/m é recomendado para uma perda de carga
moderada;

• Máximo de 5,0 Pa/m de duto reto;

• Valores mais altos podem ser adotados para reduzir o tamanho dos dutos,
embora ao custo de maior consumo de energia;

• Sistemas de alta velocidade podem admitir valores maiores (4 Pa/m)

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Redes de Dutos

Perda de carga em
mmCA

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Redes de Dutos – Circular x Oval

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Redes de Dutos
Recuperação da pressão estática
• O dimensionamento é feito pela redução da velocidade, para garantir que a
pressão estática ao longo do duto fique dentro de uma faixa pré-determinada

pressão dinâmica

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Redes de Dutos
Recuperação da pressão estática

2 2 V22 V32
P2 V2 P3 V3
    hperdas  P2    P3    P
 2  2 2 2

Pe, 2  Pd, 2  Pe, 3  Pd, 3  P

  V2  V2 
• Se Pe, 2 = Pe, 3 deve-se ter: Pd, 2  Pd, 3  P P   2  3 C
 2 2 
 
• A redução da velocidade é feita em uma mudança da seção do duto, onde existem
perdas por turbulência
• Não se recupera totalmente a pressão estática
• Recupera-se somente entre 75 e 90 % da pressão disponibilizada pela
desaceleração (C = 0,75 a 0,90) .
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Redes de Dutos
Recuperação da pressão estática

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Redes de Dutos Recuperação da pressão estática

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Redes de Dutos

Descrição Velocidade Perda de carga Recuperação de


constante constante pressão estática
Projeto Fácil Moderado Difícil

Pressão estática Difícil de estimar Fácil Fácil


externa Dado de projeto Dado de projeto
Fabricação Fácil Fácil Moderado

Uso Muito pouco usado Bastante usado Somente com


computador ou
ábaco
Recomendado Dutos simples e Dutos mais Dutos complexos e
pequenos complexos economia de
energia

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Redes de Dutos – Cálculo do Comprimento Equivalente de Singularidades

Comprimento Equivalente:

• É um comprimento fictício, que substitui uma dada singularidade propiciando uma


perda de carga distribuída, precisamente igual à perda de carga singular, originada
pela singularidade substituída.

V2 L eq V 2 D
PLoc  PDistr  C  f   L eq  C
2g D 2g f

• No caso de cálculo pelo método da Perda de Carga Unitária Constante, tem-se:

Psin g
L eq 
 P 
 
m
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Redes de Dutos – Cálculo do Comprimento Equivalente de Singularidades


Exemplo: Calcular a perda de carga e o comprimento equivalente da curva de 90º
mostrada na figura abaixo, considerando que a mesma não possui veios defletores,
que a velocidade do ar é de 13 m/s e que a relação r/w é igual a 1,5

300x900

300x900

H 900
Para a figura, tem-se:   3,0
W 300

2 H W 2 900 300
Para o cálculo do D eq    450 mm
Reynolds, utiliza-se o H  W 900  300
diâmetro hidráulico
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Redes de Dutos – Cálculo do Comprimento Equivalente de Singularidades

O Nº de Reynolds para o ar padrão (=1,204 kg/m3 & =1,813.10-5 N.s/m2), é dado por:

Re  66,4 Deq V Deq  mm V  m / s

Re  66,4 450 13  374400  37,4.10 4

Tabela 14.10 (F):

C’ = 0,14
KRe = 1,00

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Redes de Dutos – Cálculo do Comprimento Equivalente de Singularidades


Portanto, o ∆Pcurva é dado por:

V2 132
Pcurva  C   0,14 1,204  14,2 Pa (1,4 mmCA)
2 2

V=13 m/s
Deq=450 mm

P
 0,38 mmCA / m
m

1,4 mmCA
 L eq   3,68 m
0,38 mmCA / m

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Redes de Dutos – Cálculo do Comprimento Equivalente de Singularidades


Exemplos de singularidades

ATENÇÃO!!!
Tabelas completas disponíveis em
“SMACNA HVAC Systems Duct Design”

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Redes de Dutos – Cálculo do Comprimento Equivalente de Singularidades


Exemplos de singularidades

ATENÇÃO!!!
Tabelas completas disponíveis em
“SMACNA HVAC Systems Duct Design”

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Redes de Dutos – Cálculo do Comprimento Equivalente de Singularidades


Exemplos de singularidades

ATENÇÃO!!!
Tabelas completas disponíveis em
“SMACNA HVAC Systems Duct Design”

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Bitolas de Chapas Para a Fabricação de Dutos Rígidos Retengulares

0,85 mm

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Espessura de Chapas e Juntas Transversais Para a Fabricação de Dutos Rígidos
Retangulares

Dados completos em:

1. SMACNA: HVAC Duct


Constructions Standards

2. NBR 16401-1

Obs.: quando são usados


reforços intermediários,
dividir o espaçamento por 2

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Exemplo 1: Duto classe 500 Pa


750 x 300
Espaçamento entre juntas 1,50 m

• Opção 1 (sem reforços intermediários)

Lado maior: 750 mm => E-070 (chapa 0,70 mm c/ juntas E espaçadas 1,50 m).

Lado menor: 300 mm => chapa 0,70 mm não requer reforços (usar chavetas
planas, juntas E só no lado maior)

• Opção 2 (com reforços intermediários)

Lado maior: 750 mm => D-0,55 (chapa 0,55 mm c/ juntas D espaçadas 1,50 m
+ reforços D intermediários a 0,75 m)

Lado menor: 300 mm => chapa 0,55 não requer reforços (usar chavetas planas,
juntas D só no lado maior)
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Espessura de Chapas e Juntas Transversais Para a Fabricação de Dutos Rígidos
Retangulares

EXEMPLO 1

750 x 300
Espaçamento (juntas) 1,50 m

Dados completos em:

1. SMACNA: HVAC Duct Const. Std

2. NBR 16401-1

Obs.: quando são usados reforços


intermediários, dividir o
espaçamento por 2

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Condicionamento de Ar REDES DE DUTOS IEM/UNIFEI

Exemplo 2: Duto classe 500 Pa


1 200 x 600
Espaçamento entre juntas 1,20 m

• Opção 1 (sem reforços intermediários)

Lado maior: 1 200 mm => G-0,85 (chapa 0,85 mm c/ juntas G espaçadas 1,20 m)

Lado menor: 600 mm => chapa de 0,85 mm não dispensa reforços. Logo, usar
juntas D para espaçamento 1,20 m, sem reforços intermediários (obs: ignorar a
espessura da chapa indicada).

• Opção 2 (com reforços intermediários)

Lado maior: 1200 mm => E0,70 (chapa 0,70 mm c/ juntas E espaçadas 1,20 m,
mais reforços intermediários E a 0,60 m)

Lado menor: 600 mm => chapa de 0,70 mm não dispensa reforços. Logo, usar
juntas D espaçadas 1,20 m, sem reforço intermediário neste lado (obs: ignorar a
espessura da chapa indicada).
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Espessura de Chapas e Juntas Transversais Para a Fabricação de Dutos Rígidos
Retangulares

EXEMPLO 2

1200 x 600
Espaçamento (juntas) 1,50 m

Dados completos em:

1. SMACNA: HVAC Duct Const. Std

2. NBR 16401-1

Obs.: quando são usados reforços


intermediários, dividir o
espaçamento por 2

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Condicionamento de Ar REDES DE DUTOS IEM/UNIFEI
Juntas Transversais e Reforços Intermediários Típicos

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Juntas Transversais Típicas

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Espessura de Chapas Dutos Circulares

Espessura de Chapas Dutos Ovalizados

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Pressão Estática do Ventilador

PTv  PTs  PTe

PEv  PTv  PDv

PEv  PTs  PTe   PDv

PEv  PEs  PDs   PEe  PDe   PDv

mas : PDs  PDv  VPv


Velocity Pressure

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Pressão Estática do Ventilador

PEv  PE s  PE e  VPe

onde : PDe  VPe

PEv pressão estática do ventilador


PEe pressão estática do sistema na entrada do ventilador
PEs pressão estática do sistema na saída do ventilador
VPe pressão dinâmica na entrada do ventilador

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