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AWS D15.1/D15.

1 M:2012-AMD1
Norma Nacional Norte-Americana

Especificação para
Soldagem Ferroviária de
Vagões e Locomotivas

Segunda impressão, Outubro 2013


AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1
Norma Nacional Norte-Americana

Aprovada pelo
American National Standards Institute
18 de abril de 2012
Emenda: 30 de agosto de 2013

Especificação para Soldagem Ferroviária de Vagões e


Locomotivas

5a Edição

Substitui AWS D15.1/D15.1M:2007

Elaborada pela
American Welding Society (AWS) Comitê D15 para Soldagem Ferroviária

Sob a Direção do Comitê de Atividades Técnicas da AWS

Aprovada pela Diretoria da AWS

Resumo

Esta especificação define os padrões mínimos para a fabricação e manutenção de equipamentos ferroviários. As
cláusulas de 4 a 17 cobrem os requisitos gerais para soldagem na indústria ferroviária. As cláusulas de 18 a 24 cobrem
requisites específicos para a soldagem de metais de base com espessura menor do que 1/8 pol [3 mm].
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

ISBN-13: 978-0-87171-813-6
© 2012 pela American Welding Society
Todos os direitos reservados
Impresso nos Estados Unidos da América
Emenda: 2ª Impressão, outubro de 2013

Direitos de Fotocópia. Nenhuma parte desta norma poderá ser reproduzida, armazenada em um sistema de transmissão
ou transmitida de qualquer forma, incluindo meios mecânicos, de fotocópia, de gravação ou outros, sem a autorização
prévia e por escrito do titular dos direitos autorais.

A autorização para fotocopiar itens para uso exclusivo interno, pessoal ou educacional em sala de aula de clientes
específicos é concedida pela American Welding Society desde que a respectiva taxa seja paga ao Copyright Clearance
Center, 222 Rosewood Drive, Danvers, MA 01923, tel.: (978) 750-8400; Internet: www.copyright.com

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AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

Declaração sobre o Uso das Normas da American Welding Society

Todas as normas (códigos, especificações, práticas recomendadas, métodos, classificações e guias) da American Welding
Society (AWS) são normas consensuais voluntárias que foram desenvolvidas de acordo com as regras do American National
Standards Institute (ANSI). Quando as Normas Nacionais Norte-Americanas da AWS são incorporadas ou fizerem parte de
documentos que estejam incluídos na legislação e regulamentos federais ou estaduais, ou de regulamentos de outras agências
governamentais, as suas provisões terão a autoridade legal plena de estatutos. Nesses casos, quaisquer alterações nessas
normas da AWS deverão ser aprovadas pela agência governamental com jurisdição estatutária antes que as normas façam
parte dessas leis e regulamentos. Em todos os casos, essas normas possuem autoridade legal plena do contrato ou de outros
documentos que invoquem as normas da AWS. Enquanto existir essa relação contratual, alterações ou desvios em relação a
uma norma da AWS deverão ser acordados entre as partes contratantes.

As Normas Nacionais Norte-Americanas da AWS são desenvolvidas através do processo de desenvolvimento consensual das
normas que reúne voluntários representando distintos pontos de vista e interesses para se chegar a um consenso. Enquanto a
AWS administra o processo e define regras para promover a imparcialidade no desenvolvimento do consenso, ela não testa,
avalia ou verifica, de forma independente, a veracidade de quaisquer informações ou a sensatez de quaisquer julgamentos
contidos nas suas normas

A AWS não se responsabiliza por quaisquer lesões a pessoas ou danos a propriedades, ou outros danos de qualquer natureza,
sejam eles especiais, indiretos, consequentes ou compensatórios que, direta ou indiretamente, resultem da publicação, uso ou
confiança nesta norma. A AWS também não garante ou assegura a precisão ou a plenitude de quaisquer informações aqui
publicadas.

Ao publicar e disponibilizar esta norma, a AWS não está assumindo a prestação de serviços profissionais ou de outra natureza
para, ou em nome de, qualquer pessoa ou entidade, e tampouco está assumindo a execução de qualquer tarefa que deve ser
executada por outra pessoa ou entidade para outrem. Qualquer pessoa que utiliza estes documentos deverá confiar no seu
próprio julgamento independente ou, conforme o caso, obter a assessoria de um profissional qualificado para determinar o
exercício do cuidado razoável em quaisquer circunstâncias. Supomos que o uso desta norma e de suas provisões seja confiado
a pessoal devidamente treinado e qualificado.

Esta norma poderá ser substituída com a emissão de novas edições. Esta norma também poderá ser corrigida com a publicação
de emendas ou erratas. Também poderá ser complementada com a publicação de adendos. Informações sobre as últimas
edições das normas de AWS, incluindo emendas, erratas e adendos estão disponíveis na página da AWS na internet
(www.aws.oig). Os usuários deverão se certificar de que possuam a mais recente edição, emenda, errata e adendo.

A publicação desta norma não autoriza a violação de quaisquer patentes ou nomes comerciais. Os usuários desta norma
aceitam toda e qualquer responsabilidade pela violação de quaisquer patentes ou nomes comerciais.

A AWS não se responsabiliza pela violação de quaisquer patentes ou nomes comerciais de produtos resultante do uso desta
norma.

A AWS não monitora, policia ou impõe a conformidade com esta norma e tampouco tem poderes para fazê-lo.
Eventualmente, quando textos, tabelas ou ilustrações forem incorretamente impressos, será gerada uma errata. Essa errata,
quando descoberta, é postada na página da AWS na internet (www.aws.org).

A interpretação oficial de quaisquer requisitos técnicos desta norma somente poderá ser obtida mediante uma solicitação, por
escrito, ao respectivo comitê técnico. Essas solicitações deverão ser encaminhadas à American Welding Society, Atenção:
Diretor-Geral, Divisão de Serviços Técnicos, 8669 NW 36 St, # 130, Miami, FL 33166 (veja o Anexo G). Em relação às
consultas técnicas formuladas sobre as normas da AWS, poderão ser dadas opiniões verbais sobre as normas da AWS. Essas
opiniões são proporcionadas apenas como uma conveniência aos usuários desta norma, e elas não constituem um conselho
profissional. Tais opiniões representam apenas as opiniões pessoais das pessoas que as emitem. Essas pessoas não falam em
nome da AWS e tampouco essas opiniões orais constituem opiniões oficiais ou oficiosas ou interpretações da AWS.
Adicionalmente, as opiniões orais são informais e não deverão ser usadas para substituir uma interpretação oficial.

A qualquer momento, esta norma está sujeita a revisões pelo Comitê D15 para Soldagem Ferroviária da AWS. Ela deverá ser
revisada a cada cinco anos e, caso não o seja, ela deverá ser reconfirmada ou retirada. Comentários (recomendações, adições
ou supressões) e quaisquer dados pertinentes que possam ser usados para a melhoria desta norma são necessários e deverão
ser encaminhados à Sede da AWS. Tais comentários serão devidamente considerados pelo Comitê D15 para Soldagem
Ferroviária da AWS e o autor dos comentários será notificado sobre a resposta do Comitê em relação a esses comentários.
Pessoas são convidadas a participar de todas as reuniões do Comitê D15 para Soldagem Ferroviária da AWS para que
expressem seus comentários verbalmente. Os procedimentos para a apelação de uma decisão adversa em relação a esses
comentários encontram-se nas Regras de Operação do Comitê de Atividades Técnicas. Uma cópia dessas Regras poderá ser
obtida junto à American Welding Society, 8669 NW 36 St, # 130, Miami, FL 33166

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Pessoal (Emenda)
Comitê D15 para Soldagem Ferroviária da AWS

M. R. Untermeyer, Presidente Union Tank Car Company


M. A. Forsstrom, 1o Vice-Presidente Greenbrier Rail Services
T. M. Nelson, 2o Vice-Presidente LTK Engineering Sendees
S. N. Borrero, Secretário American Welding Society
D. M. Allbritten General Electric—Rail
R. C. Bly TTX Company—SRD
C. Boulden Trinity Industries, Incorporated
L. B. Broadway American Railcar Industries
N. S. Brown Canadian Pacific Railway
P. A. Burys Raul V. Bravo & Associates
R. A. Conrad Hobart Brothers
D. S. Galda ITW Welding North America
C. J. Gamblin Watco Companies
J. Haacke Motive Power
T. E. Hawkins NAVISTAR
S. J. Hopper Union Tank Car Company
D. S. Lassen Greenbrier Rail Services
N. Lindell Oregon Iron Work
S. J. McCullough Alltranstek, LLC
C. L. Meeker GE Railcar Repair
J. B. Pearson Jr. LTK Engineering Services
T. Schmidt ECE Global
B. E. Senior National Steel Car Limited NSC
B. W. Siebold BNSF Railway Company
D. M. Smook Midwest Railcar Repair, Incorporated
T. D. Spry Electro Motive Diesel, Incorporated
G. J. Stahle NAVISTAR
L. H. Strouse U.S. Department of Transportation
Z. Tmacs National Steel Car Limited NSC
A. Willaredt American Railcar Industries
Conselheiros do Comitê D15 para Soldagem Ferroviária da AWS

B. C. Blackwell Standard Car Truck Company


W, Blamire Norfolk Southern Corporation
J. L. Cooley J. C. & Associates, Incorporated
S. A. Coughlin Consultor
W. Jaxa-Rozen Bombardier Transportation
B. E. Lee Union Tank Car Company
R. 0. Thomure Sapa Extrusions
D. A. Wright Wright Welding Technologies

Subcomitê D15A para Vagões e Locomotivas da AWS


D. M. Allbritten, Presidente General Electric—Rail
B. W. Siebold, 1o Vice-Presidente BNSF Railway Company

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AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

Pessoal (Emenda)
Subcomitê D15A para Vagões e Locomotivas da AWS (Continuação)

R. A. Conrad, 2o Vice-Presidente Hobart Brothers


S. N. Borrero, Secretário American Welding Society
B. C. Blackwell Standard Car Truck Company
R. C. Bly TTX Company—SRD
C. Boulden Trinity Industries, Incorporated
L. B. Broadway American Railcar Industries
N. S. Brown Canadian Pacific Railway
R A. Burys Raul V. Bravo & Associates
M. A. Forsstrom Greenbrier Rail Services
D. S. Galda ITW Welding North America
C. J. Gamblin Watco Companies
J. Haacke Trinity Rail Group
T. E. Hawkins NAVISTAR
S. J. Hopper Union Tank Car Company
D. Knife Select-Arc
D. S. Lassen Greenbrier Rail Services
N. Lindell Oregon Iron Work
S. J. McCullough Alltranstek, LLC
C. L. Meeker GE Railcar Repair
T. M. Nelson LTK Engineering Services
M. E. Oddie Electro Motive Diesel, Incorporated
J. B. Pearson, Jr. LTK Engineering Services
T. Schmidt ECE Global
B. E. Senior National Steel Car Limited NSC
D. M. Smook Midwest Railcar Repair, Incorporated
T. D. Spry Electro Motive Diesel, Incorporated
G. J. Stahle NAVISTAR
L. H. Strouse U.S. Department of Transportation
Z. Tanacs National Steel Car Limited NSC
M. R. Untermeyer Union Tank Car Company
J. W. Weaver American Railcar Industries
A. Willaredt American Railcar Industries
Conselheiros do Subcomitê D15A para Vagões e Locomotivas da AWS
S. A. Coughlin Consultor
W. Jaxa-Rozen Bombardier Transportation
R. 0. Thomure Sapa Extrusions
D. A. Wright Wright Welding Technologies

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Pessoal (Original)
Comitê D15 para Soldagem Ferroviária da AWS
M. R. Untermeyer, Presidente Union Tank Car Company
R. A. Wolbert, 1o Vice-Presidente Progress Rail Services Corporation
J. B. Pearson Jr., 2o Vice-Presidente LTK Engineering Services
S. S. N. Borrero, Secretário American Welding Society
D. M. Allbritten General Electric—Rail
R. C. Bly TTX Company—SRD
C. Boulden Trinity Industries, Incorporated
L. B. Broadway American Railcar Industries
N. S. Brown Canadian Pacific Railway
R. A. Conrad Hobart Brothers
S. A. Coughlin Consultor
M. R. Desjardins National Steel Car Limited
J. Haacke Trinity Rail Group
D. S. Lassen Greenbrier Rail Services
T. M. Nelson LTK Engineering Services
B. W, Siebold BNSF Railway Company
T. D. Spry . Electro Motive Diesel, Incorporated
L. H. Strouse U.S. Department of Transportation
A. Willaredt American Railcar Industries
Conselheiros do Comitê D15 para Soldagem Ferroviária da AWS

B. C. Blackwell Standard Car Truck Company


W. Blamire Norfolk Southern Corporation
J. L. Cooley J, C. & Associates, Incorporated
W. Jaxa-Rozen Bombardier Transportation
M. MacGillivray Hobart Brothers of Canada Limited
J. R. Murray TTX Company
R. D. Stiffler United Industrial EMS
D. A. Wright Wright Welding Technologies
Subcomitê D15A para Vagões e Locomotivas da AWS
D. M. Allbritten, Presidente General Electric—Rail
B. W. Siebold, Vice-Presidente BNSF Railway Company
S. N. Borrero, Secretário American Welding Society
B. C. Blackwell Standard Car Truck Company
R. C. Bly TTX Company—SRD
C. Boulden Trinity Industries, Incorporated
L. B. Broadway American Railcar Industries
N. S. Brown Canadian Pacific Railway
R. A. Conrad Hobart Brothers
S. A. Coughlin Consultor
M. R. Desjardins National Steel Car Limited
M. A. Forsstrom Greenbrier Rail Services
J. Haacke Trinity Rail Group

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AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

Pessoal (Emenda)

Subcomitê D15A para Vagões e Locomotivas da AWS (Continuação)


D. Knife Select-Arc
D S. Lassen . Greenbrier Rail Services
A. M. Lowe Trinity Rail Group
T. M. Nelson LTK Engineering Services
M. E. Oddie Electro Motive Diesel, Incorporated
J. B. Pearson, Jr. LTK Engineering Services
G. J. Stahle National Alabama Corporation
T. D. Spry Electro Motive Diesel, Incorporated
G. J. Stahle National Alabama Corporation
L. H. Strouse U.S. Department of Transportation
M. R. Untermeyer Union Tank Car Company
J. W. Weaver American Railcar Industries
A. Willaredt American Railcar Industries
R. A. Wolbert Progress Rail Services Corporation
Conselheiros do Subcomitê D15A para Vagões e Locomotivas da AWS
W. Jaxa-Rozen Bombardier Transportation
K. R. Knarr FreightCar America, Incorporated
M. A. Miller Norfolk Southern Corporation
J. R. Murray TTX Company
J. F. Sokolewicz Trinity Rail Group
R. D. Stiffler United Industrial EMS
D. A. Wright Wright Welding Technologies

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AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

Prefácio
Este prefácio não faz parte da AWS D15.1/D15.1M:2012, Especificação para Soldagem Ferroviária
para Vagões e Locomotivas, mas foi incluído apenas para fins informativos.

Esta especificação define os padrões mínimos para a fabricação e manutenção de equipamentos ferroviários. Ela foi
desenvolvida e é mantida pelo Comitê D15 para Soldagem Ferroviária da American Welding Society.
A soldagem de componentes ferroviários é vital para a indústria. Um comitê de investigação foi formado em 1982, e
foi recomendado que um Comitê de Soldagem Ferroviária fosse formado para estabelecer os padrões mínimos de
soldagem para a indústria. Essa recomendação foi feita devido à confusão e à insuficiência das especificações e guias
existentes para soldagem aplicados às necessidades da indústria ferroviária. O comitê é formado por pessoas de todos
os segmentos da indústria ferroviária: usuários e fornecedores, público em geral e representantes da Association of
American Railroads.
O objetivo desta especificação é proporcionar um único e abrangente documento de dados para soldagem que será
usado em toda a indústria ferroviária. Adicionalmente, ela deverá contribuir com melhorias quanto à qualidade e para
a execução da soldagem. Este documento inclui dados das normas AWS D1.1/D1.1M, Código de Soldagem
Estrutural—Aço; AWS D1.2/D1.2M, Código de Soldagem Estrutural—Alumínio, AWS D1.3/D1.3M, Código de
Soldagem Estrutural —Chapa de Aço; e AWS D1.6/D1.6M, Código de Soldagem Estrutural – Aço Inoxidável.
A norma AWS D15.1-86 foi simplesmente denominada Especificação para Soldagem Ferroviária. Para a revisão de
1993, o sufixo Vagões e Locomotivas foi agregado porque foi introduzida a seção sobre locomotivas. Uma revisão
posterior foi publicada em 2001, AWS D15.1:2001. A soldagem dos trilhos foi abordada na norma AWS D15.2,
Práticas Recomendadas para a Soldagem de Trilhos e Componentes Ferroviários Relacionados para Uso por
Veículos Ferroviários.
Várias alterações significativas foram feitas no documento AWS D15.1/D15.1M:2012. Uma linha vertical na margem
indica uma revisão em relação à edição de 2007. As limitações das variáveis essenciais para a qualificação do
procedimento de soldagem e para a qualificação do desempenho do soldador foram apresentadas na forma de tabelas
(Tabelas 10.1 e 11.1, respectivamente). A soldagem por atrito e mistura mecânica foi incluída na listagem de
processos aprovados de soldagem. Foram acrescentados detalhes adicionais de juntas pré-qualificadas para FCAW e
GMAW (veja as Figuras 7.1G e 7.2A). A tabela 17.1 (Limitações da Cratera de Soldagem) foi acrescentada. A
cláusula 18 (Soldagem de Chapas Metálicas) foi revisada.
Comentários e sugestões para melhoria desta norma são bem vindos. Eles deverão ser encaminhados ao Secretário,
Comitê D15 para Soldagem Ferroviária da AWS, American Welding Society, 8669 NW 36 St, n° 130, Miami, FL
33166.

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Emendas
As seguintes Emendas foram identificadas e foram incorporadas nesta reimpressão.

Norma AWS: D15.1/D15.1M:2012


Número da Emenda: 1
Assunto: Subcláusula 10.4 (Posição das Soldas)

10.4 Posição das Soldas de Teste. Todas as soldas usadas na construção devem ser classificadas como:
(1) plana, (2) horizontal, (3) vertical ou (4) sobre cabeça, de acordo com as definições das posições de
soldagem apresentadas nas Figuras 10.1 e 10.2. Cada procedimento deve ser testado conforme segue abaixo
de acordo com a posição (ver tabela 10.4).

Norma AWS: D15.1/D15.1M:2012


Número da Emenda: 2
Assunto: Tabela 10.1 – Alterações de Variáveis Essenciais para PQR que Requeiram a
Requalificação da WPS para SMAW, SAW, GMAW, FCAW e GTAW
(Consulte 10.1); linha 14

Tabela 10.1 (Continuação)


Alterações de Variáveis Essenciais para PQR que Requeiram a
Requalificação da WPS para SMAW, SAW, GMAW, FCAW e
GTAW (Consulte 10.1)
Processo
Alterações de Variáveis Essenciais para PQR que Requeiram SMAW SAW GMAW FCAW GTAW
Requalificação:
Metais de enchimento
(14) Uma mudança nas marcas dos eletrodos com uma
classificação ―G‖ ou quando um metal de enchimento ou
combinação metal de enchimento/arame tubular forem
usados com uma resistência à tração mínima necessária X X X X X
menor do que a do base metálica, o fabricante, a marca e o
tipo serão as variáveis essenciais

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AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

Norma AWS: D15.1/D15.1M:2012


Número da Emenda: 3
Assunto: Tabela 10.1 – Alterações de Variáveis Essenciais para PQR que Requeiram
Requalificação da WPS para SMAW, SAW, GMAW, FCAW e GTAW (Consulte
10.1); linha 38

Tabela 10.1 (Continuação)


Alterações de Variáveis Essenciais para PQR que Requeiram a Requalificação da WPS
para SMAW, SAW, GMAW, FCAW e GTAW (Consulte 10.1)
Processo
Alterações de Variáveis Essenciais para PQR que Requeiram SMAW SAW GMAW FCAW GTAW
Requalificação:
Geral (Continuação)
(38) Mudança em andamento para qualquer passagem de cima
para baixo na soldagem vertical. Uma soldagem vertical para X X X X X
baixo requer uma qualificação separada. Soldagem de
alumínio não é recomendada, exceto para preencher rebaixos.

Norma AWS: D15.1/D15.1M:2012


Número da Emenda: 4
Assunto: Tabela 10.1 – Alterações de Variáveis Essenciais para PQR que Requeiram a
Requalificação da WPS para SMAW, SAW, GMAW, FCAW e GTAW (Consulte
10.1); categoria das Variáveis Essenciais Complementares.

Tabela 10.1 (Continuação)


Alterações de Variáveis Essenciais para PQR que Requeiram a Requalificação da WPS
para SMAW, SAW, GMAW, FCAW e GTAW (Consulte 10.1)
Processo
Alterações de Variáveis Essenciais para PQR que Requeiram SMAW SAW GMAW FCAW GTAW
Requalificação:
Variáveis Essenciais Complementares (Quando a Ductilidade do Material for um Requisito)

Norma AWS: D15.1/D15.1M:2012


Número da Emenda: 5
Assunto: Tabela 10.1 – Alterações de Variáveis Essenciais para PQR que Requeiram a
Requalificação da WPS para SMAW, SAW, GMAW, FCAW e GTAW (Consulte
10.1); linha 43

Tabela 10.1 (Continuação)


Alterações de Variáveis Essenciais para PQR que Requeiram a Requalificação da WPS
para SMAW, SAW, GMAW, FCAW e GTAW (Consulte 10.1)
Processo
Alterações de Variáveis Essenciais para PQR que Requeiram SMAW SAW GMAW FCAW GTAW
Requalificação:

Variáveis Essenciais Complementares (Quando a Ductilidade do Material for um Requisito)


(43) Uma mudança no número do grupo do base metálica X X X X X

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Norma AWS: D15.1/D15.1M:2012


Número da Emenda: 6
Assunto: Tabela 10.1 – Alterações de Variáveis Essenciais para PQR que Requeiram a
Requalificação da WPS para SMAW, SAW, GMAW, FCAW e GTAW (Consulte
10.1); linha 45 e nota de rodapé a da tabela.

Tabela 10.1 (Continuação)


Alterações de Variáveis Essenciais para PQR que Requeiram a Requalificação da WPS
para SMAW, SAW, GMAW, FCAW e GTAW (Consulte 10.1)
Processo
Alterações de Variáveis Essenciais para PQR que Requeiram SMAW SAW GMAW FCAW GTAW
Requalificação:
Variáveis Essenciais Complementares (Quando a Ductilidade do Material for um Requisito)
(45) Mudança no Fabricante, na marca no nome ou no tipo de
X X X X X
grau do metal de enchimentoa
a
Aplica-se apenas quando os valores mínimos de impacto associados com a classificação de um metal de enchimento não satisfizerem os mínimos
valores de impacto exigidos pelo contrato ou especificação vigente.
Norma AWS: D15.1/D15.1M:2012
Número da Emenda: 7
Assunto: Tabela 10.5 – Limitações do Tipo e da Posição da Qualificação do Procedimento
(Quando a Ductilidade do Material for um Requisito) (Consulte a tabela 10.5);
numerosas alterações.

Tabela 10.5
Limitações de Tipo e Posição da Qualificação do Procedimento (Quando a Ductilidade do
Material for um Requisito)
Tipo de Solda e Posição da Soldagem Qualificada3

Teste de Qualificação Chapa Tubo

Solda Posições na Chanfro Filete Chanfro Filete


Chapa ou
Tubo
1G F F Fc Fc
Chapa-Chanfro 2G FH FH F,HC F,HC
Penetração total da Junta 3Ge Todos V Todos V
4G OH OH
IF F FC
Chapa-Filete 2F FH F, Hc
3FC Todos V Vc
4F OH OHc

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Norma AWS: D15.1/D15.1M:2012


Número da Emenda: 8
Assunto: Tabela 11.3 – Quantidade e Tipo de Amostras e Gama de Espessuras Qualificadas -
Qualificação do Soldador e do Operador de Soldagem; numerosas alterações
Tabela 11.3
Quantidade e Tipo de Amostras e Gama de Espessuras Qualificadas -
Qualificação do Soldador e do Operador de Soldagem
1. Teste na Chapa1
Quantidade de Amostras

Teste de Flexão Ruptura Teste de Qualificada,


da Espessura com pol [mm]
Espessura da Junta Macrogravação
Chapa de Teste (T) Inspeção Face Raiz Lateral em T
Tipo de Solda Soldada, pol [mm] Visual
Chanfrog 3/8 ≤T< 1/2 Sim — — 1/8 [3]-2Tc,d
[10 ≤T <13 ] — — 2

Chanfrog 1/2 [13] Sim — — 1/8


ou superior — — 2 [3] - Ilimitado

2. Teste no Tubo
Quantidade de Amostras
Espessura da
Chapa ou da
Parede do Tubo
Qualificada, pol
Todas as Posições Exceto 5G e 6G [mm]
Apenas Somente as Posições 5G e 6G

Diâmetro
Diâmetro Externo
Tipo de Externo, Curvatura Curvatura Curvatura Curvatura da Curvatura da Curvatura Macro e Qualificado,
Solda pol [mm] da Face da Raiz Lateral Face Raiz Lateral Ruptura pol [mm] Mín. Max
≥2-7/8
Chanfro [73] 1 1 — 2 2 — — >>2-7/8 [73] T/2 2Tc, k
e mais
Opção 3f ≥2-7/8
— — — — — — 1 >>2-7/8 [73] 1/1/8 [3] Ilimitado
do Filete [73]

K
Espessura T ≥ 1/2 pol [13 mm] qualifica a espessura ilimitada para chapa e tubo.

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Errata

As seguintes Erratas foram identificadas e foram incorporadas nesta reimpressão.

Página 7, subcláusula 5.4.2.2(1): substituir ―Tabela 7.2‖ por ―Tabela 7.3‖


Página 12, Tabela 5.2, nota de rodapé ―e‖ da tabela: substituir ―tamanhos das soldas‖ por ―áreas‖
Página 13, Tabela 5.3: substituir todos os casos da ―Tabela 5.3‖ na coluna do Base metálica por ―Tabela 5.4‖
Página 13, Tabela 5.3: substituir todos os casos de ―5.4‖ na coluna do Base metálica por ―5.5‖
Página 13, Tabela 5.3: nota da tabela: substituir ―tamanhos das soldas‖ por ―áreas‖
Página 27, subcláusula 6.8.1: apagar ―irá‖ e substituir ―garantir‖ por ―garante‖
Página 32, subcláusula 7.1.2: substituir ―Tabela 7.1‖ por ―Tabela 7.2‖
Página 32, subcláusula 7.1.2.1: substituir ―Tabela 7.1‖ por ―Tabela 7.2‖
Página 32, subcláusula 7.3.2: substituir ―Tabela 7.2‖ por ―Tabela 7.3‖
Página 33, subcláusula 7.5.1: substituir ―Tabela 7.3‖ por ―Tabela 7.4‖
Página 33, subcláusula 7.6: substituir ―Tabela 7.3‖ por ―Tabela 7.4‖
Página 65, subcláusula 8.3.2.8: substituir ―11.2.7‖ por ―Tabela 11.1‖
Página 68, subcláusula 8.5.2.4: substituir ―11.2.7‖ por ―Tabela 11.1‖
Página 69, subcláusula 8.7.: substituir ―8.7.4‖ por ―8.7.6‖
Página 73, Tabela 8.1 (Continuação): substituir ―Classe II‖ por ―Classe II‖
Página 76, Tabela 8.2, coluna 5, linha 2: substituir ―0 mm‖ por ―19 mm‖ (a equivalência métrica é incorreta)
Página 81, subcláusula 10.2.1(7): apagar ―- ver 10.1.6‖
Página 83, subcláusula 10.6.1.1: substituir ―Tabela 10.1‖ por ―Tabela 10.2‖
Página 84, subcláusula 10.6.2: substituir ―Para o teste de macrogravação requerido na Tabela 10.2‖ por ―Para o
teste de macrogravação requerido na Tabela 10.3‖
Página 84, subcláusula 10.6.2.4(2): substituir ―Tabela 7.1‖ por ―Tabela 7.3‖
Página 84, subcláusula 10.6.3: substituir ―Tabela 10.3‖ por ―Tabela 10.4‖
Página 85, subcláusula 10.6.4.2(4): substituir ―10.1.3 a 10.1.17‖ por "Tabela 10.1‖
Página 85, subcláusula 10.6.6: substituir ―Tabela 10.4‖ por ―Tabela 10.5‖
Página 86, subcláusula 10.9.1.2: substituir ―Tabela 10.5‖ por ―Tabela 10.6‖
Página 87, subcláusula 10.9.3.4(4): substituir ―Tabela 17.1‖ por ―Tabela 17.2‖
Página 116, subcláusula 11.12.1: substituir ―Tabela 17.1‖ por ―Tabela 17.2‖
Página 116, subcláusula 11.12.4.4(4): substituir ―Tabela 17,1‖ por ―Tabela 17,2‖
Página 121, Tabela 11.1: substituir ―3/4 pol [20 mm]‖ por ―1/2 pol [13 mm]‖
Página 122, Tabela 11.2: substituir ―3/4 pol [20 mm]‖ por ―1/2 pol [13 mm]‖
Página 132, subcláusula 12.2: substituir ―Tabela 11.2‖ por ―Tabela 11.1‖
Página 132, subcláusula 12.3.2: substituir ―Tabelas 11.2 e 11.3‖ por ―Tabelas 11.3 e 11.4‖
Página 134, Tabela 12.1: substituir ―3/4 pol [20 mm]‖ por ―1/2 pol [13 mm]‖
Página 135, subcláusula 13.2: substituir ―Tabela 11.2‖ por ―Tabela 11.1‖
Página 139, subcláusula 16.1.1.2(9): inserir barra vertical de revisão para indicar novo conteúdo não na edição de
2007,
Página 140, subcláusula 16.2.5.1: substituir ―Tabela 17.2‖ por ―Tabela 17.3‖
Página 142, Figura 16.1, Observação 3: substituir ―página 142‖ por ―página 141‖
Página 143, Figura 16.2, apagar o ponto final em ―in.‖ (pol)
Página 143, Figura 16.2, Observação 3: substituir ―página 142‖ por ―página 141‖
Página 144, Figura 16.3, Observação 3: substituir ―página 142‖ por ―página 141‖
Página 155, subcláusula 18.2.1.1(2)(d): substituir ―18.2.1.4‖ por ―Tabela 18.1‖
Página 175, Cláusula C2, Procedimento com Unidades Comuns nos E.U.A. (1): substituir ―Tabela 7.2‖ por Tabela ―C.1‖
Página 176, Cláusula C2, Procedimento com Unidades do SI (1): substituir ―Tabela 7.2‖ por Tabela ―C.1‖

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Índice
Pessoal (Emenda) ..............................................................................................................................v
Pessoal (Original)........................................................................................................................... vii
Prefácio ..............................................................................................................................................ix
Lista de Tabelas............................................................................................................................ xxi
Lista de Figuras ........................................................................................................................... xxii

1. Requisitos Gerais ....................................................................................................................01


1.1 Escopo ............................................................................................................................................. 01
1.2 Unidades de Medição. ..................................................................................................................... 01
1.3 Segurança. ....................................................................................................................................... 01
2. Referências Normativas ........................................................................................................01
3. Termos e Definições ...............................................................................................................04
4. Informações Gerais ................................................................................................................05
5. Requisitos para Todas as Soldagens ...................................................................................06
5.1 Processos. ........................................................................................................................................ 06
5.2 Qualificação do Procedimento de Soldagem ................................................................................... 06
5.3 Qualificação de Soldadores e Operadores de Soldagem ................................................................. 06
5.4 Projeto de Juntas Soldadas .............................................................................................................. 07
5.5 Consumíveis .................................................................................................................................... 10

6. Técnicas e Execução...............................................................................................................22
6.1 Geral ................................................................................................................................................ 22
6.2 Preparação do Base metálica ........................................................................................................... 22
6.3 Critérios de Montagem de Aço e Alumínio..................................................................................... 24
6.4 Perfis de Soldagem .......................................................................................................................... 25
6.5 Reparos – Pós-Soldagem ................................................................................................................. 25
6.6 Aberturas de arcos. .......................................................................................................................... 26
6.7 Limpeza e Revestimentos de Proteção ............................................................................................ 26
6.8 Terminação da Solda ....................................................................................................................... 27
6.9 Backing para a Solda em Chanfro ................................................................................................... 27
6.10 Controle de Entrada de Calor para Aço Temperado e Revenido ..................................................... 27
6.11 Tratamento Térmico para Alívio de Tensões .................................................................................. 27
6.12 Martelamento ................................................................................................................................... 27
6.13 Mão de Obra para a Soldagem de Prisioneiros (SW) ...................................................................... 28
6.14 Cabos terra ....................................................................................................................................... 28
6.15 Soldagem da Tubulação do Freio de Ar ......................................................................................... 28
7. Especificações de Procedimentos de Soldagem Pré-qualificados - Detalhes do
Projeto da Junta .............................................................................................................................32
7.1 Tamanho da Solda de Chanfro (Tamanho Efetivo da Solda) .......................................................... 32
7.2 Projetos de Juntas ............................................................................................................................ 32
7.3 Soldas de filete ................................................................................................................................ 32
7.4 Detalhes das Soldas de tampão e oblongo ....................................................................................... 32
7.5 Soldagens de Chanfros com Penetração Total da Junta. ................................................................. 32

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7.6 Soldagens de Chanfros com Penetração Parcial da Junta. ............................................................... 33


8. Técnica para Especificações dos Procedimentos de Soldagens Pré-qualificadas......64
8.1 Base metálica, Metal de Enchimento e Requisitos Relacionados com o Metal .............................. 64
8.2 Requisitos de Pré-aquecimento, Entre os Passes e Tratamento Térmico Pós-soldagem (PWHT) .. 64
8.3 Soldagem com Eletrodos Revestidos (SMAW) ................................................................................ 64
8.4 Soldagem por Arco Submerso (SAW) .............................................................................................. 65
8.5 ....... Soldagem a arco com Proteção a Gás e Soldagem a arco elétrico com arames tubulares (GMAW e
FCAW) .......................................................................................................................................................... 67
8.6 Soldas de Tampão e Oblongo .......................................................................................................... 68
8.7 Soldagem de Chapas de Desgaste e Revestimentos de Desgaste. .................................................. 69
9. Requisitos Gerais para Qualificação ..................................................................................80
9.1 Procedimentos Pré-qualificados...................................................................................................... 80
9.2 Procedimentos Qualificados. ........................................................................................................... 80
9.3 Soldadores, Operadores de Soldagem e Soldadores Ponteadores ................................................. 80
9.4 Responsabilidade pela Qualificação ................................................................................................ 80
10. Qualificação dos Procedimentos..........................................................................................81
10.1 Limitação de Variáveis Essenciais. ................................................................................................... 81
10.2 Tipos de Testes e Objetivos ............................................................................................................. 81
10.3 Base metálica e Sua Preparação. ..................................................................................................... 81
10.4 Posição das Soldas de Teste. ........................................................................................................... 81
10.5 Especificação do Procedimento de Soldagem Conjunta ................................................................. 83
10.6 Amostras: Quantidade, Tipo e Preparação ..................................................................................... 83
10.7 Condições Especiais de Teste .......................................................................................................... 85
10.8 Método de Teste dos Amostras ...................................................................................................... 85
10.9 Resultados Requeridos do Teste. .................................................................................................... 86
10.10 Registros. ......................................................................................................................................... 87
10.11 Restestes.......................................................................................................................................... 87

11. Qualificação dos Soldadores.............................................................................................. 114


11.1 Geral. ............................................................................................................................................. 114
11.2 Limitação de Variáveis. .................................................................................................................. 114
11.3 Testes de Qualificação Necessários ............................................................................................... 114
11.4 Teste de Qualificação de Soldagem de chanfro de Chapa. ........................................................... 114
11.5 Teste de Qualificação de Soldagem de chanfro de Tubos ou Dutos Quadrados ou Retangulares.
114
11.6 Teste de Qualificação Apenas para Soldas de filete ...................................................................... 114
11.7 Posição das Soldas de Teste (veja a Tabela 11.4) .......................................................................... 115
11.8 Base metálica. ................................................................................................................................ 115
11.9 Especificação do Procedimento de Soldagem de Uniões. ............................................................. 115
11.10 Amostras ........................................................................................................................................ 115
11.11 Método de Teste dos Amostras .................................................................................................... 115
11.12 Resultados Requeridos do Teste ................................................................................................... 116
11.13 Restestes........................................................................................................................................ 117
11.14 Período de Validade. ..................................................................................................................... 117
11.15 Registros. ....................................................................................................................................... 117

12. Qualificação do Operador de Soldagem......................................................................... 132


12.1. Geral .............................................................................................................................................. 132
12.2. Limitação de Variáveis. .................................................................................................................. 132
12.3. Testes de Qualificação ................................................................................................................... 132

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12.4. Base metálica. ................................................................................................................................ 132


12.5. Especificação do Procedimento de Solda de Junta ....................................................................... 132
12.6. Amostras de Teste: Número, Tipo e Preparação........................................................................... 132
12.7. Método de Amostras de Teste. ..................................................................................................... 132
12.8. Resultados de Teste Exigidos......................................................................................................... 132
12.9. Retestes. ........................................................................................................................................ 132
12.10. Período de Eficácia. ....................................................................................................................... 133
12.11. Registros. ....................................................................................................................................... 133
13. Qualificação do Soldador Ponteador .............................................................................. 135
13.1. Geral .............................................................................................................................................. 135
13.2. Limitação de Variáveis. .................................................................................................................. 135
13.3. Testes de Qualificação Exigidos. .................................................................................................... 135
13.4. Base metálica. ................................................................................................................................ 135
13.5. Amostras de Teste: Número, Tipo e Preparação........................................................................... 135
13.6. Método de Amostras de Teste. ..................................................................................................... 135
13.7. Resultados de Teste Exigidos......................................................................................................... 135
13.8. Retestes. ........................................................................................................................................ 135
13.9. Período de Eficácia. ....................................................................................................................... 135
13.10. Registros. ....................................................................................................................................... 135

14. . Inspeção — Requisitos Gerais ........................................................................................ 137


14.1. Responsabilidade do Fabricante. .................................................................................................. 137
14.2. Inspetor Designado (Inspetor de Fabricação) ............................................................................... 137
14.3. Inspeção de Soldagem. .................................................................................................................. 137
14.4. Tamanho e Local da Solda. ............................................................................................................ 137
14.5. Inspeção Visual de Soldas Concluídas. .......................................................................................... 137
14.6. Documentação............................................................................................................................... 137
14.7. Inspeção de Verificação. ................................................................................................................ 137
14.8. Qualificações de Pessoal................................................................................................................ 138

15. Requisitos Gerais NDE....................................................................................................... 138


15.1. Testes Não Destrutivos. ................................................................................................................. 138
16. Métodos NDE ....................................................................................................................... 139
16.1. Testes Radiográficos de Soldagem de Chanfro. ............................................................................ 139
16.2. Testes Ultrassônicos de Soldagens em Chanfros. ......................................................................... 141
16.3. Teste de Líquido Penetrante de Soldas. ........................................................................................ 141
16.4. Teste com Partícula Magnética de Soldas. .................................................................................... 141

17. Critérios de Aceitação......................................................................................................... 151


17.1. Soldas Temporárias. ...................................................................................................................... 151
17.2. Critérios de Aceitação da Inspeção Visual ..................................................................................... 151
17.3. Critérios de Aceitação da Inspeção Radiográfica .......................................................................... 151
17.4. Critérios de Aceitação da Inspeção Ultrassônica........................................................................... 151
17.5. Critérios de Aceitação do Penetrante Líquido............................................................................... 151
17.6. Critérios de Aceitação das Partículas Magnéticas. ........................................................................ 151
18. Requisitos da Soldagem de Chapas Metálicas .............................................................. 154
18.1. Desenho das Uniões Soldadas ....................................................................................................... 154
18.2 Procedimento e Qualificação da União de Chapas Metálicas pela Soldagem. ............................. 154

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19. Qualificação do Soldador, do Operador da Soldagem e do Soldador Ponteador—


Chapas de Aço Carbono, Aço de Baixa Liga e Aço Inoxidável ........................................ 165
19.1. Generalidades. ............................................................................................................................... 165
19.2. Limitação das Variáveis. ................................................................................................................ 165
19.3. Novos Testes.................................................................................................................................. 165
19.4. Período de Validade. ..................................................................................................................... 165
20. Técnica e Acabamento da Soldagem de Chapas Metálicas........................................ 168
21. Inspeção da Qualificação do Procedimento e do Equipamento de Soldagem de
Chapas Metálicas ........................................................................................................................ 168
22. Detalhes da Solda — Chapas Metálicas ......................................................................... 168
22.1. Soldas em Bisels (Juntas de Topo). ................................................................................................ 168
22.2. Soldas de filete. ............................................................................................................................. 168

23. Qualidade da Soldagem de Chapas Metálicas — Critérios de Aceitação da Inspeção


Visual ............................................................................................................................................. 168
Anexo A (Normativo) Especificações Alternativas da Base Metálica (Aço) ............................................... 169
Anexo B (Informativo) Classificações do Metal de Enchimento................................................................ 171
Anexo C (Informativo) Tamanho Real das Soldas—Casos Especiais ......................................................... 175
Anexo D (Informativo) Formulários do Relatório da Amostragem ........................................................... 179
Anexo E (Informativo) Guia de Seleção da Espessura das Chapas Metálicas e da Liga de enchimento com
Alumínio .................................................................................................................................................... 205
Anexo F (Informativo) Procedimentos de Macrografia ............................................................................. 209
Anexo G (Informativo) Diretrizes para a Elaboração de Consultas Técnicas ............................................ 213
Relação dos Documentos da AWS sobre Soldas Ferroviárias ................................................................... 215

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Lista de Tabelas

Tabela 5.1 Tamanho Mínimo de Solda para Soldagens de Chanfros com Penetração Parcial da Junta .. 12
Tabela 5.2 Esforços admissíveis na Solda (Aço)...................................................................................... 12
Tabela 5.3 Esforços admissíveis na Solda (Alumínio) ............................................................................. 13
Tabela 5.4 Propriedades Mecânicas Mínimas para Ligas de Alumínio Soldadasa ....................................................... 14
Tabela 5.5 Propriedades Mecânicas Mínimas para Antes da Soldagem......................................................................... 15
Tabela 5.6 Exposição Atmosférica Permissível para Eletrodos com Baixo Teor de Hidrogênio................................ 17
Tabela 6.1 Limites de Aceitabilidade e Reparo de Descontinuidades com Borda Cortada...................... 29
Tabela 6.2 Tolerâncias das Dimensões das Juntas ................................................................................... 29
Tabela 6.3 Tempo Máximo de Exposição na temperatura de Preparação para Formação ou Soldagem de
Ligas de Alumínio .................................................................................................................. 30
Tabela 7.1 Diâmetro do Furo e Largura do Oblongo Mínimos e Máximos ............................................. 34
Tabela 7.2 Tamanho Efetivo das Soldas de Chanfro em Juntas de Face Convexa com Enchimento Rente
(veja 7.1.2) .............................................................................................................................. 34
Tabela 7.3 Tamanho Mínimo da Solda de Filete ...................................................................................... 34
Tabela 7.4 Legenda para as Figuras 7.1A-T.1L e 7.2A-7.2K................................................................... 35
Tabela 8.1 Combinações Pré-qualificadas da Base metálica – Metal de Enchimento para Resistência Compatível 70
Tabela 8.2 Temperatura Mínima Pré-qualificada para Pré-aquecimento e Passes Intermediários (Aço)a, b ............. 76
Tabela 10.1 Alterações das Variáveis Essenciais para PQR que Requeiram Requalificação de WPS para SMAW,
SAW, GMAW, FCAW e GTAW (Veja 10.1)............................................................................................... 88
Tabela 10.2 Qualificação do Procedimento – Quantidade e Tipo de Amostras e Faixa de Espessura Qualificados –
Solda em Chanfro com Penetração total da Junta a b e.................................................................................. 93
Tabela 10.3 Qualificação do Procedimento – Quantidade e Tipo de Corpos de Prova e Faixa de Espessura
Qualificados – Soldagem de chanfro com Penetração Parcial da Uniãoa ................................................... 94
Tabela 10.4 Qualificação do Procedimento – Quantidade e Tipo de Corpos de Prova e Faixa de Espessura
Qualificados – Solda de filete............................................................................................................................ 94
Tabela 10.5 Tipo de Qualificação de Procedimento e Limitações de Posições (Quando a rigidez do entalhe é um
requerimento) ...................................................................................................................................................... 95
Tabela 10.6 Resistência Soldada de Ligas de Alumínio (GTAW ou GMAW)............................................................... 96
Tabela 11.1 Qualificação de Desempenho – Limitação das Variáveis Essenciais......................................................... 118
Tabela 11.2 Grupos de Classificação de Eletrodos para Qualificação de Soldadores e de Soldadores por Pontos.... 118
Tabela 11.3 Quantidade e Tipo de Corpos de Prova e Faixa de Espessura Qualificada – Qualificação de Soldadores e
Operadores de Soldagem................................................................................................................................. 119
Tabela 11.4 Qualificação de Soldadores e Operadores de Soldagem – Limitação de Tipo e Posição3 ...................... 120
Tabela 11.5 Reforço Máximo – Soldas da Tubulação ...................................................................................................... 120
Tabela 17.1 Limites das Crateras das Soldas ...................................................................................................................... 152
Tabela 17.2 Limites da Mordedura e da Porosidade.......................................................................................................... 152
Tabela 17.3 Aceitação do Teste Ultrassônico—Critérios de Rejeição ............................................................................ 153
Tabela 18.1 Variáveis Essenciais e Não Essenciaisa para Inclusão em EPS FCAW, GMAW, GTAW e SMAW
(Consulte 18.2.1)............................................................................................................................................... 156
Tabela 18.2 Testes de Qualificação do Procedimento ....................................................................................................... 158
Tabela 19.1 Limitação das Variáveis da Qualificação do soldador FCAW, GMAW, GTAW e SMAW (Consulte
19.2).................................................................................................................................................................... 166
Tabela 19.2 Testes de Qualificação do soldador ................................................................................................................ 167
Tabela A.1 Indexação Numérica das Especificações da Base Metálica (Aço) ............................................................. 170
Tabela B.1 Agrupamento para Qualificação dos Eletrodos............................................................................................. 172
Tabela C.1 Fatores do Tamanho da Solda Equivalente das Juntas em "T" Enviesadas............................................... 177
Tabela E.1 Chapas Metálicas Laminadas a Quente e a Frio ........................................................................................... 206
Tabela E.2 Chapas Metálicas Galvanizadas...................................................................................................................... 206
Tabela E.3 Guia de Seleção do Metal de enchimento para Finalidades Gerais da Soldagem de Alumínio.............. 207

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Lista de Figuras

Figura 5.1 Espessura dos Materiais de enchimento Menor do que 1/4 pol [6 mm] ...................................................... 18
Figura 5.2 Carga Axial da Peça Largura da Sobreposição ............................................................................................... 18
Figura 5.3 Materiais de enchimento com Espessura igual ou Superior a ¼ pol [6 mm] .............................................. 19
Figura 5.4 Detalhes para Soldas de Filete........................................................................................................................... 20
Figura 5.5 Distribuição das Propriedades Mecânicas nas Proximidades de uma Solda de Alumínio ........................ 21
Figura 6.1 Descontinuidade das Bordas Cortadas ............................................................................................................. 30
Figura 6.2 Perfis de Solda Aceitáveis e Inaceitáveis ......................................................................................................... 31
Figura 7.1A Detalhes da Junta Soldada em Chanfro com Penetração total da Junta (CJP) Pré-qualificada ................. 36
Figura 7.1B Detalhes da Junta Soldada em Chanfro com Penetração total da Junta (CJP) Pré-qualificada ................. 37
Figura 7.1C Detalhes da Junta Soldada em Chanfro com Penetração total da Junta (CJP) Pré-qualificada ................. 38
Figura 7.1D Detalhes da Junta Soldada em Chanfro com Penetração total da Junta (CJP) Pré-qualificada ................. 40
Figura 7.1E Detalhes da Junta Soldada em Chanfro com Penetração total da Junta (CJP) Pré-qualificada ................. 43
Figura 7.1F Detalhes da Junta Soldada em Chanfro com Penetração total da Junta (CJP) Pré-qualificada ................. 44
Figura 7.1G Detalhes da Junta Soldada em Chanfro com Penetração total da Junta (CJP) Pré-qualificada ................. 46
Figura 7.1H Detalhes da Junta Soldada em Chanfro com Penetração total da Junta (CJP) Pré-qualificada ................. 47
Figura 7.11 Detalhes da Junta Soldada em Chanfro com Penetração total da Junta (CJP) Pré-qualificada ................. 48
Figura 7.1 J Detalhes da Junta Soldada em Chanfro com Penetração total da Junta (CJP) Pré-qualificada ................. 49
Figura 7.1K Detalhes da Junta Soldada em Chanfro com Penetração total da Junta (CJP) Pré-qualificada ................. 49
Figura 7.1L Detalhes da Junta Soldada em Chanfro com Penetração total da Junta (CJP) Pré-qualificada ................. 50
Figura 7.2A Detalhes da Junta Soldada em Chanfro com Penetração Parcial da Junta (PJP) Pré-qualificada ............. 52
Figura 7.2B Detalhes da Junta Soldada em Chanfro com Penetração Parcial da Junta (PJP) Pré-qualificada ............. 53
Figura 7.2C Detalhes da Junta Soldada em Chanfro com Penetração Parcial da Junta (PJP) Pré-qualificada ............. 54
Figura 7.2D Detalhes da Junta Soldada em Chanfro com Penetração Parcial da Junta (PJP) Pré-qualificada ............. 55
Figura 7.2E Detalhes da Junta Soldada em Chanfro com Penetração Parcial da Junta (PJP) Pré-qualificada ............. 56
Figura 7.2F Detalhes da Junta Soldada em Chanfro com Penetração Parcial da Junta (PJP) Pré-qualificada ............. 57
Figura 7.2G Detalhes da Junta Soldada em Chanfro com Penetração Parcial da Junta (PJP) Pré-qualificada ............. 58
Figura 7.2H Detalhes da Junta Soldada em Chanfro com Penetração Parcial da Junta (PJP) Pré-qualificada ............. 59
Figura 7.2I Detalhes da Junta Soldada em Chanfro com Penetração Parcial da Junta (PJP) Pré-qualificada ............. 60
Figura 7.2J Detalhes da Junta Soldada em Chanfro com Penetração Parcial da Junta (PJP) Pré-qualificada ............. 61
Figura 7.2K Detalhes da Junta Soldada em Chanfro com Penetração Parcial da Junta (PJP) Pré-qualificada ............. 62
Figura 8.1 Passe de Solda no qual a Profundidade e a Largura Excederem a Largura da Face da Solda................... 79
Figura 10.1 Posições das Soldagens de chanfros................................................................................................................. 98
Figura 10.2 Posições das Soldas de filete ............................................................................................................................. 99
Figura 10.3 Posições das Chapas de Teste para as Soldagens de chanfros..................................................................... 100
Figura 10.4 Posições do Cano ou Duto de Teste para Soldas em Chanfros................................................................... 101
Figura 10.5 Posições de Teste para Soldas de filete (para Chapas) ................................................................................. 102
Figura 10.6 Posições de Teste para Soldas de filete (para Canos e Dutos)..................................................................... 103
Figura 10.7 Posição das Amostras no Cano de Teste Soldado ........................................................................................ 104
Figura 10.8 Posições das amostras para Dutos Quadrados e Retangulares Soldados ................................................... 104
Figura 10.9 Posição dos Amostras para a Qualificação do Procedimento na Chapa de Teste Soldada com Espessura
de 1/8 pol a 3/8 pol [3 mm a 10 mm] (inclusive) .......................................................................................... 105
Figura 10.10 Posição dos Amostras para a Qualificação do Procedimento na Chapa de Teste Soldada com Espessura
de 1/8 pol a 3/8 pol [3 mm a 10 mm] (inclusive) .......................................................................................... 106
Figura 10.11 Amostra de Tração com Seção Reduzida...................................................................................................... 107
Figura 10.12 Amostras de Tensão Com Solda Metálica .................................................................................................... 108
Figura 10.13 Amostras com Curvatura Lateral.................................................................................................................... 109
Figura 10.14 Amostras com Curvatura na Face e na Raiz.................................................................................................. 110
Figura 10.15 Teste de Resistência da Solda de filete para Qualificação do Procedimento ............................................. 111
Figura 10.16 Posição dos Amostras na Chapa de Teste Soldada com Espessura de 1 pol. [25 mm] – Verificação de
Consumíveis para a Qualificação do Procedimento da Solda de filete ...................................................... 112
Figura 10.17 Teste de Resistência da Solda de filete para Qualificação do Procedimento ............................................. 113
Figura 11.1 Chapa de Teste para Qualificação de Soldadores para Espessura Ilimitada .............................................. 121
Figura 11.2 Chapa de Teste para Qualificação de Soldadores para Espessura Ilimitada na Posição Horizontal ....... 122

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AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

Figura 11.3 Chapa de Teste para Qualificação de Soldadores para Espessura Limitada.............................................. 123
Figura 11.4 Chapa de Teste para Qualificação de Soldadores para Espessura Limitada na Posição Horizontal....... 124
Figura 11.5 Junta de Topo Tubular – Qualificação do Soldador sem Suporte............................................................... 124
Figura 11.6 Junta de Topo Tubular – Qualificação do Soldador com Suporte .............................................................. 124
Figura 11.7 Ruptura da Solda de filete e Chapa de Teste de Ataque Químico para Qualificação do Soldador e do
Operador de Soldagem – Opção 1.................................................................................................................. 125
Figura 11.8 Ruptura da Solda de filete e Chapa de Teste de Ataque Químico para Qualificação do Soldador e do
Operador de Soldagem – Opção 2.................................................................................................................. 126
Figura 11.9 Filete de Solda na Tubulação—Qualificação do Soldador e Operador de Solda—Opção 3 .................. 127
Figura 11.10 Localização das Amostras de Teste no Tubo de Teste Soldado e Tubulação Quadrada ou Retangular—
Qualificação do Soldador................................................................................................................................. 128
Figura 11.11 Gabarito com Curvatura Guiado..................................................................................................................... 129
Figura 11.12 Gabarito Envolvente com Curvatura Guiado................................................................................................ 130
Figura 11.13 Gabarito de Rolete com Curvatura Guiado ................................................................................................... 131
Figura 12.1 Chapa de Teste para Espessura Ilimitada—Qualificação do Soldador Ponteador.................................... 134
Figura 13.1 Amostra de Ruptura de Solda de filete—Qualificação do Soldador Ponteador ....................................... 136
Figura 13.2 Método de Amostra de Ruptura—Qualificação do Soldador ponteador................................................... 136
Figura 16.1 Requisitos de Qualidade de Solda para Descontinuidades em Soldas de Tensão Não Tubular Carregadas
de Forma Cíclica (Limitações de Descontinuidades de Porosidade e Fusão) ........................................... 142
Figura 16.2 Requisitos de Qualidade de Solda para Descontinuidades em Soldas de Compressão Não Tubular
Carregadas de Forma Cíclica (Limitações de Descontinuidades de Porosidade e Fusão)....................... 143
Figura 16.3 Requisitos da Qualidade das Descontinuidades Alongadas das Soldas, Determinadas pelo Teste
Radiográfico das Uniões Tubulares................................................................................................................ 144
Figura 16.4 Imagens Máximas Aceitáveis do TR ............................................................................................................. 149
Figura 16.5 TR das Uniões Tubulares de 1-1/8‖ [30 mm] ou mais, Típico de Descontinuidades Aleatórias
Aceitáveis .......................................................................................................................................................... 150
Figura 18.1 Solda com Chanfro Reto na Junta de Topo ................................................................................................... 159
Figura 18.2 Soldas a Ponto por Arco .................................................................................................................................. 159
Figura 18.3 Solda a Ponto Usando Arruela ........................................................................................................................ 159
Figura18.4 Distância da Borda nas Soldas por Ponto ...................................................................................................... 159
Figura 18.5 Soldas de filete Superpostas ............................................................................................................................ 160
Figura 18.6 Soldas de filete de Uniões em ―T‖.................................................................................................................. 160
Figura 18.7 Soldas em Chanfro curvado Simples Curvado – Horizontal....................................................................... 160
Figura 18.8 Solda em Chanfro Curvado Simples - Plana................................................................................................. 160
Figura 18.9 Juntas de Topo em Chanfro Reto.................................................................................................................... 161
Figura 18.10 Teste das Soldas a ponto por Arco.................................................................................................................. 161
Figura 18.11 Conjunto do Teste das Soldas de filete........................................................................................................... 162
Figura 18.12 Conjunto de Teste Padrão para Soldas em Chanfro Curvado; Teste C—Chapa com Chapa;................ 163
Figura 18.13 Conjunto de Teste Padrão para Soldas em Chanfro Curvado; Teste D—Chapa com Chapa Estrutural163
Figura 18.14 Conjunto de Teste Padrão para Soldas de Chanfro em ―V‖ ........................................................................ 164

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AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

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AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD CLÁUSULA 1.REQUISITOS GERAIS

Especificação para Soldagem Ferroviária de Vagões e


Locomotivas

1. Requisitos Gerais
1.1 Escopo
Esta especificação cobre os requisitos mínimos de soldagem aplicáveis às estruturas soldadas e aos
componentes fundidos empregados na indústria ferroviária. Ela não se destina à aplicação em vagões
tanques ou à soldagem de trilhos. As práticas recomendadas para a soldagem de trilhos ferroviários e
componentes relacionados encontram-se em D15.2, Prática Recomendada para a Soldagem de Trilhos e
Componentes Relacionados a Trilhos para Utilização por Veículos Ferroviários. As especificações para a
soldagem de tanques de vagões-cisterna e componentes soldados diretamente encontram-se no Manual de
Normas e Especificações para Soldagem da AAR, Seção C – Parte III, Especificação M-1002 (AAR M-
1002 C-III).
Os símbolos de soldagem deverão ser aqueles exibidos na última edição do documento AWS A2.4,
Símbolos Padronizados para Soldagem, Brasagem e Exames Não Destrutivos,
1.2 Unidades de Medida.
Esta norma utiliza as Unidades Comumente Usadas nos E.U.A. e o Sistema Internacional de Unidades (SI).
O valor do SI encontra-se entre colchetes ([ ] ), ou nas respectivas colunas nas tabelas e figuras. As
medições podem não ser equivalentes exatos; portanto, cada sistema deverá ser usado de forma
independente.
1.3 Segurança.
Questões e itens relacionados com saúde e segurança encontram-se além do escopo desta norma; são
fornecidas algumas informações sobre saúde e segurança, mas tais itens não serão completamente
abordados aqui.
Informações sobre saúde e segurança estão disponíveis nas seguintes fontes:
American Welding Society

(1) ANSI Z49.1, Segurança na Soldagem, Corte e em Processos Aliados


(2) Fichas com Fatos de Saúde e Segurança da AWS
(3) Outras informações sobre saúde e segurança na página da internet da AWS

Fabricantes de Materiais ou Equipamentos:

(1) Fichas de Dados de Segurança de Materiais fornecidas pelos fabricantes dos materiais
(2) Manuais de Operação fornecidos pelos fabricantes de equipamentos
Agências Reguladoras Aplicáveis

2. Referências Normativas
As normas apresentadas a seguir contêm provisões que, através da referência neste texto, constituem provisões
obrigatórias desta norma da AWS. Para referências sem data, aplicar-se-á a última edição da norma referenciada. Para
referências com data, emendas subsequentes ou revisões de quaisquer dessas publicações não se aplicam.
Normas da American Welding Society (AWS): 1

AWS A2.4, Símbolos Padronizados para Soldagem, Brasagem e Testes Não Destrutivos;
AWS A3.0M/A3.0, Termos e Definições para Soldagem Convencional Incluindo Termos para Junta Adesiva,
Brasagem, Soldagem, Corte Térmico e Pulverização Térmica;

1 As normas AWS são publicadas pela American Welding Society, 8669 NW 36 St, n° 130, Miami, FL 33166.

1
CLÁUSULA 2. REFERÊNCIAS NORMATIVAS AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD

AWS A5.01M/A5.01, Diretrizes de aquisição para Consumíveis – Soldagens e processos Aluados – Porcessos de
Soldagem Elétrica Protegidas com Arames tubulares e Gases
AWS A5.1/A5.1M, Especificação para Eletrodos de Aço Carbono para Soldagem com Eletrodos Revestidos;
AWS A5.5/A5.5M, Especificação para Eletrodos de Aço com Baixa Liga para Soldagem com Eletrodos
Revestidos;
AWS A5.9/A5.9M, Especificação para Eletrodos e Hastes de Soldagem de Aço Inoxidável Sem Revestimento;
AWS A5.10/A5.10M, Especificação para Eletrodos e Hastes de Soldagem de Alumínio e Liga de Alumínio Sem
Revestimento;
AWS 5.17/A5.17M, Especificação para Eletrodos de Aço Carbono e Arames tubulares para Soldagem por Arco
Submerso
AWS A5.18/A5.18M, Especificação para Metais de enchimento de Aço Carbono para Soldagem por Arco
protegida com gases;
AWS A5.20/A5.20M, Especificação para Eletrodos de Aço Carbono com Soldagem por arco elétrico com
arames tubulares;
AWS A5.22/A5.22M, Especificação para Eletrodos de Aço Inoxidável para Soldagem por arco elétrico com
arames tubulares e hastes com arames tubulares para Soldagem TIG;
AWS A5.23/A5.23M, Especificação para Eletrodos de Aço com Baixa Liga e Arames tubulares para Soldagem
com Arco Submerso;
AWS A5.28/A5.28M, Especificação para Eletrodos e Hastes de Aço com Baixa Liga para Soldagem de Arco
Protegida com Gás;
AWS A5.29/A5.29M, Especificação para Eletrodos de Aço com Baixa Liga para Soldagem a Arco Elétrico com
Arames Tubulares;
AWS A5.32M/A5.32 (ISO 14175: 2008 MOD), Materiais Consumíveis de Soldagem - Gases e Misturas de
Gases para Soldagem por Fusão e Processos Aliados;
AWS B1.10M/B1.10, Guia para Exames Não Destrutivos de Soldas;
AWS B2.1/B2.1M, Especificação para Procedimento de Soldagem e Qualificação de Desempenho;
AWS B4.0, Métodos Padronizados para Testes Mecânicos de Soldas;
AWS C4.6M (ISO 9013), Corte Térmico – Classificação de Cortes Térmicos – Especificação de Produtos
Geométricos e Tolerâncias de Qualidade;
AWS C5.3, Práticas Recomendadas para Goivagem e Corte com Arco de Ar/Carbono;
AWS C5.4, Práticas Recomendadas para a Soldagem de Prisioneiros;
AWS C5.10/C5.10M, Práticas Recomendadas para Gases de Proteção para Soldagem e Corte;
AWS D1.1/D1.1M, Código de Soldagem Estrutural - Aço;
AWS D1.2/D1.2M, Código de Soldagem Estrutural – Alumínio;
AWS D1.3/D1.3M, Código de Soldagem Estrutural – Chapa de Aço;
AWS D1.5M/D1.5, Código de Soldagem de Pontes;
AWS D1.6/D1.6M, Código de Soldagem Estrutural – Aço Inoxidável; e
AWS D17.3/D17.3M, Especificação para Solda por Atrito e Mistura Mecânica de Ligas de Alumínio para
Aplicações Aeroespaciais, norma do American National Standards Institute (ANSI):2
ANSI Z49.1, Segurança em Soldagem, Corte e Processos Aliados, normas da
Association of American Railroads (AAR): 3
AAR M-1002, Especificação para Vagões-Cisterna, Apêndice W;

2
Esta norma ANSI é publicada pela American Welding Society, 8669 NW 36 St, n° 130, Miami, FL 33166.
3
As normas AAR são publicadas pela Association of American Railroads, TTCI, Technical Standards Publications, P.O. Box 11130,
Pueblo, CO 81001.

2
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD CLÁUSULA 2. REFERÊNCIAS NORMATIVAS

AAR RP-301, Especificação para a Aplicação de Revestimentos de Desgaste Verticais da Travessa do Truque
com Mancais de 6" x 11";
AAR S-137, Especificação para as Chapas de Desgaste da Haste do Engate e Aplicação;
AAR S-269, Chapa de Desgaste do Porta-Engate;
AAR S-305, Especificação para as Superfícies das Chapas Centrais do Truque e Aplicação de Elementos de
Revestimento de Desgaste em Vagões com Mancais de 6 1/2" x 12" ou maiores;
AAR S-308, Especificação para Aplicação de Revestimentos de Desgaste Horizontais e Verticais de Duas
Peças em Vagões com Mancais de 6 ½” x 12” ou Maiores;
AAR S-320, Especificação para a Aplicação de Chapas de Desgaste pelo Atrito das Colunas da Estrutura
Lateral;
AAR S-327, Conserto do Teto da Estrutura Lateral;
AAR S-402, Especificação para a Soldagem do Tubo e Conexões do Freio Pneumático para Vagões
Ferroviários;
Manual de Campo da AAR para Regras de Intercâmbio; e
Manual de Normas e Práticas Recomendadas da AAR, Seção C-II.
Normas Internacionais da ASME: 4
Código de Caldeiras e Vasos de Pressão da ASME, seção V;
Código de Caldeiras e Vasos de Pressão da ASME, Seção VIII; e
Código de Caldeiras e Vasos de Pressão da ASME, Seção IX.
Normas Internacionais da ASTM: 5
ASTM A435, Especificação para Exame Ultrassônico de Vigas Retas das Chapas de Aço para Vasos de Pressão;
ASTM A488, Prática para Fundição de Aços, Soldagem, Qualificação de Procedimentos e do Pessoal;
ASTM B548, Método e Especificações para a Inspeção Ultrassônica de Chapas de Liga de Alumínio para Vasos
de Pressão;
ASTM E94, Guia para Testes Radiográficos;
ASTM E165, Prática para o Método de Inspeção com Líquido Penetrante;
ASTM E709, Prática para Exame com Partículas Magnéticas;
ASTM E747, Prática Padronizada para o Projeto, Fabricação e Agrupamento de Materiais, Classificação de
Indicadores de Qualidade de Imagem (IQI) Usados em Radiologia; e
ASTM E1032, Método de Teste Padronizado para Exames Radiográficos de Soldas.
Canadian Standards Association: 6
CSA W47.1, Certificação de Empresas para Soldagem por Fusão de Estruturas de Aço; e
CSA W47.2, Certificação de Empresas para Soldagem por Fusão de Alumínio, Normas de Segurança para
Locomotivas Ferroviárias e Inspeção de Locomotivas (49 CFR Parte 229).

4
As normas ASME são publicadas pela ASME International, Park Avenue, New York, NY 10016-5990.
5
As normas ASTM são publicadas pela ASTM International, 100 Barr Harbor Drive, West Conshohocken, PA 19428-2959.
6
As normas CSA são publicadas pela Canadian Standarts Association, 178 Rexdale Boulevard, Toronto, Ontario, Canada, M9W 1R3.

3
CLÁUSULA 3. TERMOS E DEFINIÇÕES AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD

3. Termos e Definições
AWS A3.0M/A3.0, Termos e Definições Padrão para Soldagem Incluindo Termos para Junta Adesiva, Brasagem,
Soldagem, Corte Térmico e Pulverização Térmica, proporciona a base para os termos e definições aqui empregados.
Entretanto, os seguintes termos e definições estão incluídos a seguir para acomodar o uso específico neste documento.

|componente fundido. Um fundido de aço carbono ou de aço-liga fabricado para locomotivas e vagões.
empresa. A organização que realiza a soldagem, incluindo todas as instalações sob propriedade comum que emprega
o mesmo programa de normas e documentação de soldagem (consulte 5.2.3, 9.4.1 e 9.4.2).
inspetor designado (inspetor de fabricação ou produção). A pessoa que recebeu a responsabilidade do
fabricante para inspecionar as operações de soldagem e as soldas executadas. A inspeção poderá ou não ser a única
responsabilidade dessa pessoa.
variáveis essenciais. Parâmetros de soldagem considerados críticos para a operação de soldagem. Uma alteração
fora da faixa especificada requer a requalificação da especificação do procedimento de soldagem.
inspeção de fabricação. Testes realizados conforme a necessidade, antes, durante e após a montagem e a
soldagem, para assegurar que os materiais e mão-de-obra utilizada satisfaçam os requisitos do contrato ou
especificação e dos documentos da norma aplicáveis.
inspetor de fabricação. Ver inspetor designado.
Engenheiro do Fabricante. Pessoa designada com autoridade de projeto empregado pelo fabricante ou
instalação externa de reparos que é responsável pelas atividades em curso dentro do escopo da especificação.
material de enchimento. Barra metálica não consumida utilizada em uma aba ou junta em T para reduzir um
espaçamento (veja as Figuras 5.1 e 5.3).
descontinuidade por fusão. Inclusões de carepa, fusão incompleta ou descontinuidades similares resultando na
fusão incompleta entre o metal da solda e o base metálica ou entre os cordões de solda.
indicador de qualidade da imagem (IQI). Dispositivo cuja imagem em uma radiografia é usada para
determinar o nível de qualidade radiográfica. Ele não se destina ao uso na avaliação do tamanho ou ao uso
para a definição dos limites de aceitação de descontinuidades.
fabricante. O construtor, fabricante ou instalador original do equipamento, bem como qualquer empresa ou
organização que realize consertos ou alterações nesses equipamentos.
eletrodos múltiplos. A combinação de dois ou mais sistemas de eletrodos simples ou paralelos usados para
produzir um cordão de solda. Cada um dos sistemas componentes poderá ter a sua própria fonte de
alimentação independente e o seu próprio sistema de alimentação de eletrodos.
Proprietário. Indivíduo ou empresa que exerce a propriedade legal do produto ou do conjunto estrutural
produzido segundo esta especificação.
Engenheiro do Proprietário. Empresa ou pessoa designada com autoridade de engenharia que representa ou é
empregada pelo Proprietário, ferrovia ou comprador, conforme o caso.
Eletrodo paralelo. Dois eletrodos conectados eletricamente em paralelo e exclusivamente à mesma fonte de
alimentação elétrica. Ambos os eletrodos são normalmente alimentados por meio de um único alimentador de
eletrodos. A corrente de soldagem, quando especificada, é o total para os dois eletrodos.
Tubo. Produto em formato tubular com seção transversal circular.
Porosidade alinhada. Porosidade alinhada cuja maior dimensão encontra-se em uma direção aproximadamente
normal à superfície de solda. A porosidade da tubulação é frequentemente denominada como "furos de pinos",
quando a porosidade se estender até a superfície da solda.
inspetor de produção. Veja inspetor designado.
vagão tanque. É formado pela carcaça, anteparos e reservatório, unidos mediante soldas.
Inspetor de verificação. Pessoa devidamente designada que age em nome do Proprietário ou comprador em
todas as questões relacionadas com inspeção e qualidade dentro do escopo dos documentos do contrato.

4
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD CLÁUSULA 4. INFORMAÇÕES GERAIS

4. Informações Gerais
4.1 Metais de Base. AWS B2.1/B2.1M, Especificação para o Procedimento de Soldagem e Qualificação do
Desempenho, proporciona uma ampla lista de materiais agrupados em categorias para minimizar a quantidade de
testes de qualificação necessários. Isso não implica que os materiais de um grupo sejam intercambiáveis ou
equivalentes para quaisquer aplicações. Consulte o Anexo A para materiais adicionais específicos para esta
especificação.
4.2 Como os equipamentos ferroviários podem ser revestidos com tinta a base de chumbo, todos os revestimentos
suspeitos deverão ser removidos de forma segura antes da soldagem.
4.3 As cláusulas de 1 a 17 apresentam os requisitos gerais para a construção soldada dos componentes metálicos
com espessura igual ou superior a 1/8 pol [3 mm]. Estes requisitos aplicam-se a todos os vagões de carga,
locomotivas e vagões de trens de passageiros, salvo indicação em contrário. As cláusulas de 18 a 23 cobrem
requisitos específicos para a soldagem de metais de base com espessura menor do que 1/8 pol [3 mm]. O material
com Bitola 11 (0,1196 pol [3,04 mm]) poderá ser considerado como uma chapa ou chapa de aço de 1/8 pol [3 mm].
4.4 As empresas deverão ser responsáveis pela qualidade da soldagem feita pela sua organização e pelas empresas
por ela contratadas, e deverão realizar quaisquer testes que sejam necessários além dos requisitos desta especificação
para assegurar que as soldas atinjam os requisitos do projeto.
4.5 Os requisitos aqui contidos constituem práticas industriais aceitáveis. Eles não pretendem substituir o
julgamento de engenharia em relação à adequabilidade da aplicação das juntas listadas a uma estrutura soldada.
4.6 Adicionalmente, os requisitos não pretendem anular ou cancelar quaisquer regras ou requisites contidos na Lei
de Inspeção de Locomotivas do Departamento de Transportes Norte-Americano (45 USC-22) ou as Normas de
Segurança e de Inspeção de Locomotivas Ferroviárias da Administração Federal de Ferrovias (49 CFR Parte 229).
Os requisitos aqui contidos não pretendem anular ou cancelar os requisitos de qualquer lei ou regulamento de agência
governamental ou qualquer especificação da Association of American Railroads.
4.7 Todas as referências para a necessidade de aprovação devem ser interpretadas para significar a aprovação pelo
Engenheiro do Fabricante ou pelo Engenheiro do Proprietário, como definido na Cláusula 3, Termos e Definições.
Entende-se que, em alguns casos e sob alguns contratos específicos, a aprovação precisará ser obtida pelo Engenheiro
do Fabricante e pelo Engenheiro do Proprietário. Nesses casos, as referências atribuídas apenas a uma entidade
aplicar-se-ão a ambas as entidades.
4.8 As áreas específicas de aplicação de locomotivas e veículos de trens de passageiros incluem, mas não estão
limitadas aos seguintes itens:
(1) Componentes estruturais, incluinda peças primários e secundários de sustentação de carga do chassi da
locomotiva, mancais das chapas centrais, travessas de truques, bolsões de engrenagens de tração, bases e suportes de
equipamentos, colunas de colisão, geradores principais (alternador), estruturas dos motores de tração e estruturas da
carroceria.
(2) Reservatórios de ar não cobertos pelas provisões do Código de Caldeiras e de Vasos de Pressão da ASME.
(3) Fabricação e conserto de tanques de combustível.
(4) Compressor de ar e tubulação do sistema pneumático.
(5) Componentes elétricos incluindo embreagens de corrente parasita, contatos do inversor e terminais dos
comutadores dos motores.
4.9 Os motores e os componentes dos motores poderão requerer processos e procedimentos especializados e
exclusivos para o fabricante de equipamentos originais. O conserto ou retrabalho do motor e dos seus componentes
deverá estar de acordo com as especificações dos fabricantes dos equipamentos originais, ou equivalentes.
4.10 O reparo e o recondicionamento de componentes específicos dos vagões estão descritos no Manual de Campo
da AAR para Regras de Intercâmbio e seus documentos referenciados que poderão incluir exceções ou adições, ou
ambas, às provisões deste documento (consulte 8.7).
4.11 Projeto de juntas sujeito à carga por fadiga encontra-se fora do escopo desta especificação. Para vagões de
carga e seus componentes que requeiram a análise de fadiga, consulte o Capítulo VII, ―Projeto de Fadiga de Vagões
de Carga", do Manual de Normas e Práticas Recomendadas da AAR, Seção C-II, Volume I.

5
CLÁUSULA 5. REQUISITOS PARA TODAS AS SOLDAGENS AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD

5. Requisitos para Todas as Soldagens


5.1 Processos.
Os processos de soldagem cobertos pelas Cláusulas de 1 a 17 são a soldagem a arco elétrico com eletrodos revestidos
(SMAW), soldagem por arco-submerso (SAW), soldagem MIG (GMAW), soldagem a arco elétrico com arames
tubulares (FCAW) e soldagem TIG (GTAW). Isso não impede o uso de outros processos de soldagem na construção,
alteração ou conserto de componentes ferroviários. Entretanto, os requisitos para o projeto, qualificação, inspeção e
testes relacionados com o uso de tais processos são responsabilidade do Engenheiro do Fabricante. A empresa que
deseja usar tais processos deverá gerar evidências documentadas para justificar o seu uso e para definir as variáveis
essenciais.
5.1.1 Solda por Fricção e Mistura Mecânica (FSW). Ao usar a FSW para fins de fabricação na indústria
ferroviária, o documento AWS D17.3/D17.2M:2010, Especificação para Solda por Fricção e Mistura Mecânica de
Alumínio para Aplicações Aeroespaciais poderá ser usado como um guia para o desenvolvimento de requisitos de
procedimentos, operadores de soldagem, fabricação e inspeção. A resolução de discrepâncias entre os requisitos deste
documento e o AWS D17.3/D17.3M deverá ser acordada entre o cliente e o Engenheiro do Fabricante. Essas
diferenças podem incluir, mas não se limitam a, categorias de soldas, variáveis essenciais na qualificação do
procedimento, inspeções visuais e período de vigência da qualificação do operador de soldagem, calibração dos
equipamentos de soldagem, qualificações do pessoal de NDT, requisitos de inspeção de NDT para cada categoria de
solda e os critérios de aceitação para cada categoria de solda.
5.2 Qualificação do Procedimento de Soldagem
5.2.1 A soldagem dos aços apresentados nas Cláusulas 7 e 8, Tabelas 8.1 e 8.2, usando os procedimentos
de SMAW, SAW, GMAW (exceto pela transferência por curto-circuito) e FCAW de acordo com as provisões das
Cláusulas de 5 a 8 deverá ser considerada como pré-qualificada e, portanto, aprovada para uso sem realizar os testes
de qualificação dos procedimentos. As Especificações dos Procedimentos de Soldagem Convencionais (SWPSs)
publicadas pelo Comitê da AWS para a Qualificação da Soldagem de acordo com o documento AWS B2.1/B2.1M,
Norma para o Procedimento de Soldagem e Qualificação do Desempenho, também deverão ser aceitas. O uso das
Especificações dos Procedimentos Pré-qualificados de Soldagem (PWPSs) e das Especificações do Procedimento de
Soldagem Convencional (SWPSs) não pretende substituir o julgamento de engenharia em relação à adequação da
aplicação desses procedimentos em um conjunto soldado ou conserto com solda.
5.2.2 Outros materiais ou especificações do procedimento de soldagem empregando um dos processos cobertos por
essa especificação poderão ser usados, desde que estejam qualificados pelos respectivos testes conforme indicado na
Cláusula 10. A aceitabilidade da qualificação para outras normas é responsabilidade do Engenheiro do Fabricante, a
ser exercida com base na estrutura específica ou nas condições de serviço, ou em ambas.
5.2.3 A qualificação de um procedimento por uma empresa não qualificará esse procedimento para quaisquer outras
empresas (veja 9.4.1), exceto se a empresa que desenvolveu o procedimento qualificado contratar uma segunda
empresa para realizar a solda segundo esse procedimento.
5.2.4 Os procedimentos proprietários pela fabricação dos novos blocos de motores qualificados de acordo com os
requisitos do fabricante constituem responsabilidade do fabricante.
5.2.5 Essa especificação não define juntas pré-qualificadas e especificações para os procedimentos de soldagem dos
metais de base com espessura inferior a 1/8 pol [3 mm]. As especificações para os procedimentos de soldagem desses
materiais são qualificadas de acordo com o item 18.2.
5.3 Qualificação de Soldadores e Operadores de Soldagem
5.3.1 Todos os soldadores (incluindo soldadores por pontos) e operadores de soldagem que realizarem o trabalho de
acordo com esta especificação deverão ser qualificados de acordo com o item 9.3, exceto para aqueles casos
definidos nos itens 5.3.2 ou 5.3.3.
5.3.2 Os soldadores ou operadores de soldagem qualificados para os materiais, processos e procedimentos
utilizados de acordo com uma das seguintes especificações deverão ser considerados qualificados para soldar dentro
das limitações das variáveis essenciais e do método de teste de amostras desta especificação:
(1) ASME, Código de Caldeiras e Vasos de Pressão, seção IX
(2) AAR M-1002, Especificação para Vagões-cisterna, Apêndice W
(3) AWS D1.1/D1.1M, Código de Soldagem Estrutural – Aço
(4) AWS D1.2/D1.2M, Código de Soldagem Estrutural - Alumínio
(5) AWS D1.3/D1.3M, Código de Soldagem Estrutural – Chapa de Aço

6
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD CLÁUSULA 5. REQUISITOS PARA TODAS AS SOLDAGENS

(6) AWS D1.5M/D1.5, Código de Soldagem de Pontes


(7) AWS D1.6/D1.6M, Código de Soldagem Estrutural – Aço Inoxidável
(8) ASTM A488, Prática para Fundição de Aços, Soldagem, Qualificações de Procedimentos e do Pessoal
(9) AWS B2.1/B2.1M, Especificação para o Procedimento de Soldagem e Qualificação de Desempenho (a
qualificação empregando apenas a inspeção visual é proibida)
(10) CSA W47.1, Certificação de Empresas para Soldagem por Fusão de Estruturas de Aço
(11) CSA W47.2, Certificação de Empresas para Soldagem por Fusão de Alumínio
5.3.3 Se o operador de uma máquina de solda totalmente automática não tiver controle sobre as variáveis de
soldagem e sobre a posição do metal de enchimento ou da fonte de calor, então o operador não precisará ser
qualificado.
5.4 Projeto de Juntas Soldadas
5.4.1 Desenhos e Especificações dos Procedimentos de Soldagem
5.4.1.1 Quando desenhos forem especificados, informações completas sobre a posição, tipo e extensão das
soldas deverão estar claramente documentadas. Desenhos detalhados ou especificações dos
procedimentos de soldagem deverão claramente indicar mediante símbolos ou esboços de soldagem, os
detalhes das juntas soldadas e a preparação do material de base. A largura e a espessura do material
metálico de revestimento fundido deverão ser detalhadas. Quando os símbolos de soldagem não
definirem os requisitos de forma adequada, deverão ser fornecidos esboços ou notas.
5.4.1.2 Os desenhos devem indicar as juntas ou grupos de juntas em que é especialmente importante que a
sequência e a técnica de soldagem seja cuidadosamente controlada para minimizar esforços e
deformações por contração.
5.4.1.3 Toda a soldagem deverá ser realizada de acordo com uma especificação escrita do procedimento de
soldagem que satisfaça os requisitos das Cláusulas 7 e 8 para juntas pré-qualificadas de aço ou que
tenha sido qualificada de acordo com a Cláusula 10 (veja também o item 5.2.1). Uma especificação do
procedimento de soldagem pode cobrir uma gama de dimensões de juntas qualificadas e de condições
de soldagem.
5.4.1.4 Quando houver requisitos especiais de inspeção, estes deverão ser indicados nos desenhos, na
especificação do procedimento de soldagem ou na especificação do contrato.
(1) Todas as soldas de Classe 1 deverão estar identificadas no desenho.
5.4.2 Áreas, Comprimentos e Tamanhos Efetivos de Soldagem
5.4.2.1 Soldagem de Chanfros. A área efetiva deverá ser o comprimento efetivo da solda multiplicado pelo
tamanho do chanfro de solda.
(1) O comprimento efetivo da solda para qualquer soldagem de chanfro deverá ser o comprimento da solda
especificada.
(2) O tamanho efetivo de uma soldagem de chanfro com penetração total da junta deverá ser a espessura da parte
mais delgada que for unida. Não é permitido qualquer incremento para o reforço da solda.
(3) O tamanho efetivo de uma soldagem de chanfro com penetração parcial da junta deverá ser definido em 7.1
para os procedimentos pré-qualificados de acordo com 10.6.2.
(4) O tamanho mínimo da solda para todas as soldagens de chanfros com penetração parcial da junta deverá estar de
acordo com a Tabela 5.1.
(5) As soldagens de chanfros com penetração parcial feitas a partir de um lado deverão ser projetadas para evitar
tensões através da raiz da solda.
5.4.2.2 Soldas de filetes. A área efetiva é o comprimento efetivo da solda medido através da linha de centro da
garganta teórica multiplicada pela garganta teórica. A tensão em uma solda de filete deverá ser considerada como
sendo aplicada a essa área efetiva em qualquer direção da carga aplicada. A garganta teórica é a distância mínima
menos qualquer convexidade entre a raiz da junta e a face da solda de filete.
(1) O comprimento mínimo de qualquer segmento de solda de filete deverá ser quatro vezes o tamanho
nominal da solda, mas não inferior a 1 ½ pol [38 mm] salvo limitado pelo tamanho da peça. Nas juntas
conectadas apenas pelas soldas de filetes, o tamanho mínimo da solda de filetes a ser usado deverá ser como o
apresentado na Tabela 7.3.
(2) O comprimento efetivo de uma solda de filete é o comprimento do tamanho completo do filete
(tamanho especificado). Nenhuma redução em comprimento efetivo deve ser feita no início ou no término da
solda se a solda for de tamanho completo ao longo de seu comprimento.

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CLÁUSULA 5. REQUISITOS PARA TODAS AS SOLDAGENS AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD

(3) O comprimento efetivo de uma solda de filete curva deverá ser medido ao longo da linha de centro da
garganta efetiva. Se a área da solda de uma solda de filete em um furo ou fenda calculada a partir desse comprimento
for maior do que a área encontrada em 5.4.2.3, a área do furo ou fenda deverá ser usada como a área efetiva da solda
de filete.
(4) As soldas de filetes em furos ou fendas em juntas de sobreposição deverão estar de acordo com 5.4.4.2 e não
deverão ser consideradas como soldas de fechamento ou de fendas.
(5) As soldas de filetes usadas em juntas em T inclinadas deverão estar de acordo com 5.4.4.3.
OBSERVAÇÃO: O Anexo C2 contém uma fórmula que rege o cálculo dos tamanhos efetivos das soldas para soldas
de filetes em juntas em T inclinadas. Uma tabulação conveniente das pernas medidas (W) e das aberturas aceitáveis
da raiz (R) relacionada com os tamanhos efetivos das soldas (E) foi proporcionada para os ângulos de diedro entre
60º e 135º.
5.4.2.3 Combinação de Soldagens de chanfros e de filetes. A garganta efetiva de uma combinação de uma
soldagem de chanfro com penetração parcial da junta e de uma solda de filete é a distância mais curta entre a raiz da
solda e a face da solda, menos qualquer convexidade (menos 1/8 pol [3 mm] para quaisquer detalhes pré-
qualificados da chanfro que requeiram essa dedução) (veja o Anexo C1).
(1) Os limites de convexidade e concavidade da solda de filete encontram-se em 6.4.1.

5.4.2.4 Soldas de Tampão ou Oblongo


(1) A área efetiva é a área nominal do furo ou da fenda no plano da superfície de contato.
(2) As soldas de tampão ou oblongo podem ser usadas como segue:
(a) Para transmitir cisalhamento em uma junta sobreposta
(b) Para evitar o empenamento das peças das juntas de sobreposição
(c) Para unir as peças dos componentes
(d) Para reparar as peças gastos
(3) O espaçamento mínimo entre centros das soldas tipo bujão será igual a quatro vezes o diâmetro do furo.
(4) As extremidades da fenda deverão ser semicirculares ou deverão ter os cantos arredondados com um raio não
inferior à espessura da peça que o contém, exceto naquelas extremidades que se projetem até a borda da peça da
junta.
(5) O espaçamento mínimo entre centros das soldas de fendas em um sentido transversal ao seu comprimento
deverá ser igual a quatro vezes a largura da fenda. O espaçamento linear mínimo entre centros em um sentido
longitudinal em qualquer linha deverá ser igual a duas vezes o comprimento da fenda.
(6) Para materiais com espessura menor do que ¼ pol [6 mm], a profundidade do enchimento deverá ser igual à
espessura. A profundidade do enchimento das soldas de tampão ou oblongo em materiais com espessuras de ¼
pol a 5/8 pol [6 a 16 mm] deverá ser igual à espessura do material de base com até 1/16 pol [2 mm]. Em
materiais com até 5/8 pol [16 mm] de espessura, ela deverá ser, no mínimo, metade da espessura do base
metálica, mas não menor do que 5/8 pol [16 mm]. Em qualquer caso, a profundidade mínima do enchimento
não precisa exceder a espessura do material subjacente.
(7) As cargas admissíveis nas soldas tipo bujão do base metálica com espessura menor do que ¼ pol [6 mm] deverá
estar limitado como segue:

P ≤ 0,88TDFB e P≤ 0,24D2FW

onde:
P = Carga admissível, libra-força [Newtons]
D = Diâmetro do furo, pol [mm]
T = Espessura do base metálica, pol [mm]
FB = Resistência mínima à tração do base metálica, psi [MPa] da respectiva especificação do material
Fw = Resistência mínima à tração do metal de solda como especificado na respectiva Classificação da AWS, psi [MPa]
5.4.3 Chapas de enchimento
5.4.3.1 Chapas de enchimento somente poderão ser usadas de acordo com as Figuras 5.1 e 5.3 e como está
descrito em 5.4.3.2 e 5.4.3.3.

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AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD CLÁUSULA 5. REQUISITOS PARA TODAS AS SOLDAGENS

5.4.3.2 Uma chapa de enchimento com espessura menor do que ¼ pol [6 mm] não deverá ser usada para
transferir esforços, mas deverá ser mantida rente às bordas soldadas da peça da junta que conduz os esforços. Os
tamanhos das soldas ao longo dessas bordas deverão ser incrementados ao longo dos tamanhos necessários com um
valor igual ao da espessura da chapa (veja a Figura 5.1).
5.4.3.3 Qualquer chapa de enchimento com uma espessura igual ou superior a ¼ pol [6 mm] deverá ser
projetada além das bordas da peça da junta e atender os requisitos da Figura 5.3.
5.4.4 Detalhes das Soldas de filetes
5.4.4.1 Para soldas de filetes em juntas de sobreposição, se o tamanho do filete for igual à espessura da borda
que estiver sendo soldada, existe a possibilidade de que o tamanho da solda não seja tão grande quanto aparenta ser
devido à fusão das bordas. É uma prática comum para materiais com espessuras iguais ou superiores a ¼ pol [6 mm]
para manter o tamanho do filete 1/16 pol [2 mm] menor do que a espessura para evitar esse problema. Quando essa
prática não for seguida, precauções deverão ser adotadas para assegurar o tamanho necessário da garganta [veja a
Figura 5.4(B)].
5.4.4.2 As soldas de filetes em furos ou fendas em juntas de sobreposição podem ser usadas para transferir
cisalhamento ou para prevenir o empenamento ou a separação das peças das juntas de sobreposição. Soldas de
filetes em furos ou fendas não devem ser consideradas como soldas tipo bujão ou fendas.
5.4.4.3 As soldas de filetes podem ser usadas em juntas em T inclinadas com um ângulo de diedro (Ψ) não
menor do que 60º e não maior do que 135º [veja as figuras 5.4(A) e o Anexo C2].
5.4.5 Soldas de filetes Intermitentes
5.4.5.1 As soldas de filetes intermitentes deverão ser evitadas nas peças primários condutores de carga.
5.4.5.2 As soldas de filetes intermitentes deverão ser usadas para transferir esforços calculados através de uma
junta ou superfícies de contato quando a resistência necessária for menor do que a desenvolvida por uma solda de
filete contínuo do menor tamanho permitido, e para unir componentes de peças construídos.
5.4.5.3 O comprimento efetivo de qualquer segmento com soldas de filetes intermitentes não deverá ser menor
do que quatro vezes o tamanho da solda, com um mínimo de 1 1/2 pol [38 mm].
5.4.6 Juntas de sobreposição
5.4.6.1 A largura mínima das sobreposições nas juntas de sobreposição deverá ser igual a cinco vezes a
espessura da peça mais delgado da junta e não inferior a 1 pol [25 mm] (veja a Figura 5.2).
5.4.6.2 As juntas de sobreposição que unem chapas ou barras sujeitas à carga axial das peças deverão ser
soldadas com filetes ao longo da borda de ambos as peças sobrepostos onde a deflexão das peças sobrepostos é
suficientemente limitada para evitar a abertura da junta sob carga máxima (veja a Figura 5.2).
5.4.7 Elementos de Fixação Mecânica Elementos de fixação mecânica usados em conexões do tipo
mancal não deverão ser considerados, pois compartilham a tensão em combinação com as soldas; as soldas deverão
ser consideradas para conduzir toda a carga. Consideração deverá ser dada ao se aplicar parafusos em um primeiro
momento para assegurar o alinhamento e limitar a deformação.
5.4.8 Considerações de Projeto
5.4.8.1 Metais de Base. Os metais de base indicados nessa norma destinam-se a serem usados como orientação
na escolha do base metálica para a aplicação desejada. Não se pretende que os metais de base adequados descritos
por outras especificações sejam excluídos. O uso de um base metálica especificamente descrito pelas especificações
listadas não é obrigatório, uma vez que condições específicas de projeto, fabricação e serviço podem ditar o uso de
um base metálica que não está descrito.
5.4.8.2 Esforços admissíveis (Aço). Consulte a Tabela 5.2 para obter os esforços admissíveis para o projeto de
soldas.
5.4.8.3 Esforços admissíveis (Alumínio). As esforços admissíveis de projeto para estruturas soldadas de
alumínio deverão ser determinados como segue:
(1) A soldagem das ligas de alumínio estruturais causa recozimento parcial, o que produz uma área de menos resistência
ao longo da zona termicamente afetada (HAZ). A variação resultante das propriedades mecânicas ao redor de uma solda
é ilustrada pela distribuição padrão da Figura 5.5. Ao projetar peças soldados com capacidade de carga, essa diminuição
na resistência deve ser levada em consideração, além das regras normais de projeto. As esforços admissíveis para peças
soldados (Tabela 5.3) devem ser determinadas com as mesmas fórmulas que são usadas para peças não soldados. Ao
aplicar essas fórmulas a estruturas soldadas, a resistência à tração δtu, deve ser de 90% valor de resistência do teste de
qualificação da solda, δtuw, mas não mais de 90% dos valores de resistência dados na Tabela 5.3.

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Os valores das forças de escoamento, δty e δcy, deverão ser os valores da resistência à tração e compressão, δtyw e δcyw,
dados na Tabela 5.4.
(2) Se menos de 15% da área de uma determinada seção transversal ficar abaixo de 1 pol [25 mm] de uma solda,
independente da espessura do material, o efeito da soldagem poderá ser negligenciado e as esforços admissíveis
calculadas supondo-se uma construção não soldada. Se Aw for igual ou maior do que 15% de A, a esforço admissível
deverá ser calculada a partir do seguinte:

(Eq. 1)
onde:
δpw = esforços admissíveis na seção transversal, parte de cuja área encontra-se dentro de 1,0 pol [25 mm] de uma
solda
δn = esforço admissível para seção de transversal igual ou maior do que 1,0 pol [25 mm] a partir da solda (Tabela 5.5)
δw = esforço admissível para seção de transversal se toda a área estiver dentro de 1,0 pol [25 mm] de uma solda
(Tabela 5.4)
Aw = área da seção transversal dentro de 1,0 pol [25 mm] de uma solda
A = área líquida da seção transversal de uma flange de tensão de uma viga, ou área bruta da seção transversal de um
peça de compresso ou do flange de compressão de uma viga (uma flange de viga é considerada como sendo formada
por aquela parte da peça que estiver a mais de 2c/3 do eixo neutro, onde c é a distância do eixo neutro à fibra extrema)
5.4.8.4 Aço com Mancal de Cobre. Quando um aço com mancal de cobre for usado e a soldabilidade for um
fator, é preferível que o teor de cobre do base metálica não exceda 0,30%.
5.5 Consumíveis
5.5.1 Condição. Os consumíveis de soldagem que foram removidos da embalagem original deverão ser protegidos
e guardados para que as suas propriedades de soldagem não sejam afetadas. Os eletrodos deverão estar secos e em
condições adequadas à sua utilização.
5.5.2 Certificação. Quando solicitado pelo Engenheiro do Proprietário, o fabricante deverá proporcionar a
certificação de que o arame tubular ou metal de enchimento ou a sua combinação satisfaça os requisitos da respectiva
especificação do metal de enchimento da AWS.
5.5.3 Arame Tubular para Soldagem por Arco Submerso. O Arame tubular usado para soldagem arco-submersa
deverá estar seco e livre de contaminantes, como sujeira, carepas ou outros materiais estranhos. Todo arame tubular
deverá ser adquirido em embalagens que possam ser guardadas sob condições normais por, pelo menos, seis meses,
sem que tal armazenagem afete as suas características ou propriedades de soldagem. O arame tubular de embalagens
danificadas deverá ser descartado ou deverá ser seco a uma temperatura mínima de 500ºF [260ºC] por uma hora,
antes de ser usado. Um arame tubular que fique úmido não deverá ser usado.
5.5.3.1 Carepa Triturada Carepa triturada poderá ser usada desde que tenha a sua própria marcação, usando
o nome do triturador e a designação comercial. Adicionalmente, cada lote seco ou mistura seca (lote) de arame
tubular, como definido no documento AWS A5.01/A5.01M, Instruções para Aquisição de Metais de enchimento,
deverá ser testado de acordo com o Programa I do documento AWS A5.01/A5.01M e classificado pelo fabricante
ou triturador segundo AWS A5.17/A5.17M ou A5.23/A5.23M, conforme o caso.
5.5.4 Conformidade. Os eletrodos e hastes de soldagem e combinações de arame tubular-eletrodo deverão estar de
acordo com a respectiva especificação dos metais de enchimento da AWS.
5.5.5 Gás de Proteção. Os gases de proteção deverão satisfazer os requisitos do documento AWS A5.23M/A5.23
(ISO 14175:2008 MOD), Consumíveis de Soldagem – Gases e Misturas de Gases para Soldagem por Fusão e
Processos Aliados.
5.5.5.1 Para metais ferrosos, o gás ou a mistura de gases usada na soldagem deverá ter um ponto de orvalho de -
40ºF [-40ºC] ou inferior.
5.5.6 Soldagem a Arco Elétrico com Eletrodo Revestido com Baixo Teor de Hidrogênio
5.5.6.1 Todos os eletrodos com baixo teor de hidrogênio deverão ser adquiridos em recipientes hermeticamente
selados ou deverão ser preparados como descrito a seguir. Após a abertura dos recipientes hermeticamente selados,
os eletrodos deverão ser consumidos ou colocados em uma estufa a uma temperatura de, pelo menos, 250ºF [121ºC].
5.5.6.2 Preparação de Eletrodos. Eletrodos que não forem adquiridos em recipientes hermeticamente selados,
eletrodos de recipientes danificados e eletrodos expostos à atmosfera por períodos de tempo superiores àqueles
permitidos na Tabela 5.6 deverão ser submetidos aos seguintes processos de preparação:
(1) Todos os eletrodos revestidos com baixo teor de hidrogênio, de acordo com o documento AWS A5.1/A5.1M
deverão ser mantidos por, pelo menos duas horas, a temperaturas entre 500ºF e 800ºF [260ºC e 427ºC].
(2) Todos os eletrodos revestidos com baixo teor de hidrogênio, de acordo com o documento AWS A5.5/A5.5M
deverão ser mantidos por, pelo menos uma hora, a temperaturas entre 700ºF e 800ºF [371ºC e 427ºC].

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Os eletrodos com baixo teor de hidrogênio não deverão ser submetidos a essa preparação por mais de uma vez.
Eletrodos que ficaram úmidos não deverão ser usados.
5.5.6.3 Períodos de Tempo Aprovados de Exposição Atmosférica. Depois que os recipientes hermeticamente
selados forem abertos ou depois que os eletrodos forem retirados das estufas de preparação ou armazenagem, a sua
exposição à atmosfera não deverá exceder os tempos indicados na Tabela 5.6, Coluna A para a classificação
específica dos eletrodos, incluindo aqueles com designadores complementares opcionais. Os eletrodos expostos à
atmosfera por períodos inferiores àqueles indicados pela Tabela 5.6, Coluna A poderão ser retornados a uma estufa
de armazenagem mantida a, no mínimo, 250ºF [121ºC]; após um período mínimo de armazenagem de quatro horas,
os eletrodos poderão ser reutilizados.
5.5.6.4 Períodos de Tempos Alternativos de Exposição Atmosférica Definidos por Testes. Os valores de
tempos alternativos de exposição indicados na Tabela 5.6, Coluna B poderão ser usados desde que testes definam o
tempo máximo permitido. Os testes deverão ser realizados de acordo com a última edição do documento AWS
A5.5/5.5M, para cada classificação de eletrodo e para cada fabricante de eletrodos. Esses testes devem definir que,
após a exposição, os valores máximos de umidade para AWS A5.1/A5.1M ou AWS A5.5/A5.5M, conforme o caso,
não seja excedidos. Esses eletrodos não deverão ser usados em combinações de umidade relativa e temperatura que
excedam o teor de umidade relativa ou de umidade no ar existente durante o programa de testes.
Para a aplicação correta do item 5.5.6.4, qualquer tabela psicrométrica padronizada deverá ser usada para a
determinação dos limites de temperatura-umidade relativa.
5.5.6.5 Restrições de Eletrodos para Aços M11. Quando usados para a soldagem de aços M11 (consulte
AWS B2.1/B2.1M, Especificação para Procedimento de Soldagem e Qualificação de Desempenho), os eletrodos de
qualquer classificação menor do que E100XX deverão ser secos por pelo menos uma hora a temperaturas entre
700ºF e 800ºF [371ºC e 427ºC] antes de serem usados. Alternativamente, eletrodos especiais com teor de baixa
umidade poderão ser adquiridos.

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CLÁUSULA 5. REQUISITOS PARA TODAS AS SOLDAGENS AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD

Tabela 5.1
Tamanho Mínimo de Solda para Soldagens de Chanfros com Penetração Parcial da Junta
Espessura do Base metálica da Peça Mais Espessa Unidade, pol [mm] Tamanho Mínimo
da Solda, pola
1/8 a 3/16 [3 a 5] incl. [mma[2]
1/16 ]

A partir de 3/16 a ¼ [A partir de 5 a 6] incl. 1/8 [3]

A partir de ¼ a ½ [A partir de 6 a 13] incl. 3/16 15]

A partir de ½ a ¾ [A partir de 13 a 20] incl. 1/4 [6]

A partir de ¾ a 1 ½ [A partir de 20 a 38] incl. 5/16 [8]

A partir de 1 ½ a 2 ¼ [A partir de 38 a 57] incl. 3/8 [10]

A partir de 2 ¼ a 6 [A partir de 57 a 150] incl. 1/2 [13|

A partir de 6 [A partir de 150] incl. 5/8 [16]


a
Exceto que o tamanho da solda não precise exceder a espessura da parte mais delgada.

Tabela 5.2
Esforços admissíveis na Solda (Aço)
Metal de enchimento e
Metal de enchimento Esforço admissível de
Tipo de Esforço Base metálica Necessáriosb,c Projetoa
Tensão e compressão paralela ao eixo de Qualquer um Como especificado Igual ao do base metálica
qualquer soldagem de chanfro com penetração listado na na Tabela 8.1
total. Tabela 8.1
Tensão normal à área efetivae da soldagem de Qualquer um Como especificado Igual ao esforço de tração
chanfro com penetração total. listado na na Tabela 8.1 admissível do base
Tabela 8.1 metálica
Compressão normal à área efetivae da soldagem Qualquer um Como especificado Igual ao esforço de
de chanfro com penetração total. listado na na Tabela 8.1 compressão admissível do
Tabela 8.1 base metálica
Áreae efetiva de cisalhamento da soldagem de Qualquer um Como especificado Igual ao esforço de
chanfro com penetração total e da soldagem de listado na na Tabela 8.1 cisalhamento admissível do
chanfro com penetração parcial. Tabela 8.1 base metálica
Classe I da Como especificado 29,0 ksi [200 MPa]
Tabela 8.1 na Classe I da Tabela
8.1
• Esforço de cisalhamento na área efetivae da Classe II da 33,06 ksi [228 MPa]
Como especificado
solda de filete independente do sentido de Tabela 8.1
na Classe II da
aplicação da cargaf
d Tabela 8.1
• Tensão normal ao eixo na garganta efetiva
Classe III da
de uma soldagem de chanfro com penetração 38,86 ksi [268 MPa]
Tabela 8.1
parcialf
Como especificado
• Esforço de cisalhamento na área efetiva de
f na Classe III da
uma solda tipo bujão ou de fenda.
Tabela 8.1
Classe IV da Como especificado 50,46 ksi [348 MPa]
Tabela 8.1 na Classe IV da
Tabela 8.1
a
Estes esforços admissíveis de projeto baseiam-se nas propriedades do metal de soldagem e não incluem um fator de segurança. Isto deverá ser
considerado em qualquer projeto, empregando estes valores admissíveis de esforços. b O uso de metal de enchimento de crômio-molibdênio não é
recomendado para componentes estruturais.
c
Somente os eletrodos com baixo teor de hidrogênio ou seus equivalentes deverão ser usados para soldar aços ASTM A242, A441, A514, A572,
A588, A633, A 656 e A7Q9.
d
Soldas de filete e soldagens de chanfros com penetração parcial unindo os componentes de peças construídos, tais como conexões flangeadas,
podem ser projetadas sem considerar os esforços de tensão ou compressão naqueles elementos paralelos ao eixo da solda.
e
Consulte 5.4.2 para as áreas efetivas das soldagens de chanfros e para soldas de filetes.
f
Os esforços admissíveis, independente da classificação de eletrodos usados, não deverá exceder aquele indicado na tabela para o base metálica
mais fraco que estiver sendo unido.

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Tabela 5.3
Esforços admissíveis na Solda (Alumínio)
Metal de
enchimento
Tipo de Esforço Base metálica Necessário Esforço de Projetoa
Tensão e compressão paralela ao eixo de Qualquer um listado nas Como Veja 5.4.8
qualquer soldagem de chanfro com Tabelas 5.4 e 5.5 especificado no
penetração total. Anexo E
Tensão normal ao eixo das soldagens de Qualquer um listado na Tabela Como Veja 5.4.8
chanfros com penetração total 5,4 especificado no
Anexo E
Compressão normal ao tamanho da Qualquer um listado nas Como Veja 5.4.8
soldagem de chanfro com penetração Tabelas 5.4 e 5.5 especificado no
total ou parcial Anexo E
Cisalhamento no tamanho da soldagem Qualquer um listado nas Como Veja 5.4.8
de chanfro com penetração total e da Tabelas 5.4 e 5.5 especificado no
soldagem de chanfro com penetração Anexo E
parcial
Esforço de cisalhamento na solda de Qualquer um listado nas Como 18,5 ksi [127 MPa] para
filete da garganta efetiva independente Tabelas 5.4 e 5.5 especificado no ER5183
da direção de aplicação da carga; tensão Anexo E 17,0 ksi [ 117 MPa] para
normal não ao eixo da garganta efetiva ER5356
de uma soldagem de chanfro com 20,0 ksi [138 MPa] para
penetração parcial; e esforço de ER5556 e ER5554
cisalhamento na área efetiva de uma 12,0 ksi [83 MPa] para
solda tipo bujão ou fenda ER5654
a
Estes esforços de projeto baseiam-se nas propriedades do metal de solda e não incluem um fator de segurança. Deverá ser considerado em
qualquer projeto usando estes valores de esforço de projeto.
Nota: Consulte 5.4.2 para as áreas efetivas das soldagens de chanfros e gargantas efetivas para soldas de filete.

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Tabela 5.4
Propriedades Mecânicas Mínimas para Ligas de Alumínio Soldadas
(Soldagem com Proteção Gasosa e Eletrodo de Tungstênio ou Soldagem com Proteção Gasosa Sem Tratamento Térmico Pós-Soldagem)
Tensão Compressão Cisalhamento Esforço Normal
Produtos e Gama de Espessuras δtuw δtywb δcywb Tuw Tyw δbruw δbryw
Liga e Têmpera pol [mm] ksi [MPa] ksi [MPa] ksi [MPa] ksi [MPa] ksi [MPa] ksi [MPa] ksi [MPa]
Todos
5052-H32, H34 25 [172] 13 [90] 13 [90] 16 [110] 7.5 [51] 50 [345] 19 [131]
5083-H111 Extrusões 39 [269] 21 [145] 20 [138] 23 [159] 12 [83] 78 [538] 32 [221]
-H116, H32I Chapa e Chapa 0,188-1,500 [5-38] 40 [276] 24 [166] 24 [166] 24 [166] 14 [97] 80 [552] 36 [248]
-H116, H321 Chapa 1,501-3,000 [38-76] 39 [269] 23 [159] 23 [159] 24 [166] 13 [90] 78 [538] 34 [234]
-H323, H343 Chapa 40 [276] 24 [166] 24 [166] 24 [166] 14 [97] 80 [5523 36 [248]
5086-H111 Extrusões 35 [241] 18 [124] 17 [117] 21 [145] 10 [69] 70 [483] 28 [193]
-H112 Chapa 0,250-0,499 [6-13] 35 [241] 17 [117] 17 [117] 21 [145] 9.5 [66] 70(483] 28 [193]
-H112 Chapa 0,500-1,000 [13-25] 35 [241] 16 [110] 16 [110] 21 [145] 9 [62] 70 [483] 28 [193]
-H112 Chapa 1,001-2,000 [25-51] 35 [241] 14 [97] 14 [97] 21 [145] 8 [55] 70 [4833 28 [193]
-H32, H34, H116 Chapa e Chapa 35 [241] 19 [131] 19 [131] 21 [145] 11 [76] 70 [483] 28 [193]
5454-H111 Extrusões 31 [214] 16 [110] 15 [103] 19 [131] 9.5 [66] 62 [427] 24[166]
-H112 Extrusões 31 [214] 12 [83] 12 [83] 19 [131] 7 [48] 62 [427] 24 [166]
-H32, H34 Chapa e Chapa 31 [214] 16 [1103 16 [110] 19 [1313 9.5 [66] 62 [4273 24 [166]
6061-T6, T651, T6510, T6511c Todos 24 [166]' 20 [138] 20 [138] 15 [103] 12 [83] 50 [345] 30 [207]
-T6, T651, T6510, T6511d A partir de 0,375 [10] 24 [166] 15 [103] 15 [103] 15 [103] 9 [62] 50 [345] 30 [207]
6063-T5, T6 Todos 17 [117] 11 [76] 11 [76] 11 [76] 6.5 [45] 34 [234] 22 [152]
6351-T5c Extrusões A partir de 0,375 [10] 24 [166] 20 [138] 20 [138] 15 [103] 12 [83] 50 [345] 30 [207]
-T5IId 24 [166] 15 [103] 15 [103] 15 [103] 9 [62] 50 [345] 30 [207]
7005-T53e Extrusões até 0,750 [19] 38 [262] 30 [207] 30 [207] 21 [145] 17 [117] 72 [496] 50 [344]
a
Metal de enchimento usado é o recomendado no Anexo E, Tabela E.3. Valores de δtuw são os valores do teste de qualificação da solda.
b
Desalinhamento de +0,2% na junta soldada em 10 pol [254 mm] de comprimento em uma solda de topo.
c
Valores quando soldado com metal de liga de enchimento 5183, 5356 ou 5556, independente da espessura. Os valores também se aplicam à espessura menor do que 0,375 pol [10 mm] quando soldado com metal de liga de
enchimento 4043, 5154, 5254 ou 5554.
d
Valores quando soldados com metal de liga de enchimento 4043, 5154, 5254 ou 5554.
e
Valores quando soldados com metal de liga de enchimento 5356.

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AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD CLÁUSULA 5. REQUISITOS PARA TODAS AS SOLDAGENS

Tabela 5.5
Propriedades Mecânicas Mínimas para Antes da Soldagem
Tensão Compressão Cisalhamento Esforço Normal Módulo de
Elasticidade
Gama de Espessuras, δtu δtt δcy Tu Ty δbru δbry Compressivab
Liga e Têmpera Produtoa pol [mm] E, ksi [MPa]
5052-H32 Chapa e Chapa Todos 31 [214] 23 [159] 21 [145] 19 [131] 13 [90] m [4i4] 39 [269] 10 200 [70327]
-H34 Haste e Barra Laminada Todos 34 [234] 26 [179] 24 [166] 20 [138] 15 [103] 65 [448] 44 [303] 10 200 [70327]
-H36 Chapa de Tubo Trefilada 0,006-0,162 [0,2-4] 37 [155] 29 [200] 26 [179] 22 [152] 17 [117] 70 [483] 46 [317] 10 200 [70327]
5083-H111 Extrusões até 0,500 [13] 40 [276] 24 [166] 21 [145] 24 [166] 14 [97] 78 [538] 41[283] 10 400 [71705]
-H111 Extrusões 0,501 [13] e acima 40 [276] 24 [166] 21 [145] 23 [159] 14 [97] 78 [538] 38 [262] 10 400 [71705]
-H321, H116 Chapa e Chapa 0,1888-1,500 [5-38] 44 [303] 31 [214] 26 [179] 26 [179] 18 [124] 84 [579] 53 [365] 10 400 [71705]
-H321, H116 Chapa 1,501-3,000 [13-76] 41[283] 29 [200] 24 [166] 24 [166] 17 [117] 78 [538] 49 [338] 10 400 [71705]
-H323 Chapa 0,051-0,249 [1-6] 45 [310] 34 [234] 32 [221] 26 [179] 20 [138] 88 [607] 58 [400] 10 400 [71705]
-H343 Chapa 0,051-0,249 [1-6] 50 [345] 39 [269] 37 [155] 29[200] 23 [159] 95 [655| 66 [455] 10 400 [71705]
5086-H111 Extrusões até 0,500 [13] 36 [248] 21 [145] 18 [124] 21 [145] 12 [83] 70 [483] 36 [248] 10 400 [71705]
-H111 Extrusões 0,501 [13] e acima 36 [248] 21 [145] 18 [124] 21 [145] 12 [83] 70 [483] 34 [234] 10 400 [71705]
-H112 Chapa 0,250-0,499 [6-13] 36 [248] 18 [124] 17 [117] 22 [152] 10 [69] 72 [496] 31 [214] 10 400 [71705]
-H112 Chapa 0,500-1,000 [13-25] 35 [241] 16 [110] 16 [110] 21 [145] 9 [62] 70 [483] 28 [193] 10 400 [71705]
-H112 Chapa 1,001-2,000 [26-51] 35 [241] 14 [97] 15 [103] 21 [145] 8 [55] 70 [483] 28 [193] 10 400 [71705]
1
-H112 Chapa 2,001-3,000 [51-76] 34 [234] 14 [97] 15 [103] 21 [145] 8 [55] 68 [469] 28 [193] 10 400 [71705]
-H116, H32 Chapa e Chapa Todos 40 [276] 28 [193] 26 [179] 24 [166] 16 [110] 78 [538] 48 [331] 10 400 [71705]
-H34 Tubo Trefilado Todos 44 [303] 34 [234] 32 [221] 26 [179] 20 [138] 84 [579] 58 [400] 10 400 [71705]
5454-H111 Extrusões até 0,500 [13] 33 [228] 19 [131] 16 [110] 20 [138] 11 [76] 64 [441] 32 [221] 10 400 [71705]
-H111 Extrusões 0,501 [13] e acima 33 [228] 19 [131] 16 [110] 19 [131] 11 [76] 64 [441] 30 [207] 10 400 [71705]
-H112 Extrusões até 5,000 [13] 31 [214] 12 [83] 13 [90] 19 [131] 7 [48] 62 [428] 24 [166] 10 400 [71705]
-H32 Chapa e Chapa 0,0200-2,000 [0,5-51] 36 [248] 26 [179] 24 [166] 21 [145] 15 [103] 70 [483] 44 [303] 10 400 [71705]
-H34 Chapa e Chapa 0,020-1,000 [0,5-25] 39 [269] 29 [200] 27 [186] 23 [159] 17 [117] 74 [510] 49 [338] 10 400 [71705]

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CLÁUSULA 5. REQUISITOS PARA TODAS AS SOLDAGENS AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD

Tabela 5.5 (Continuação)


Propriedades Mecânicas Mínimas para Antes da Soldagem
Tensão Compressão Cisalhamento Esforço Normal Módulo de
Elasticidade
Gama de Espessuras, Stu stt Scy Tu Ty Sbru Sbry Compressivab
Liga e Têmpera Produtoa pol [mm] E, ksi [MPa]
6061-T6, T651 Chapa e Chapa 0.010-4.000 [0,3-102] 42 [290] 35 [241] 35 [241] 27 [186] 20 [138] 88 [607] 58 [400] 10 100 [69637]
-T6, T651c Extrusões até 1.000 [25] 38 [262] 35 [241] 35 [241] 24 [166] 20 [138] 80 [552] 56 [386] 10 100 [69637]
Haste e Barra até 8.000 [203]
-T6, T651 42 [290] 35 [241] 35 [241] 27 [186] 20 [138] 88 [607] 56 [386] 10 100 [69637]
Laminada
-T6 Tubo Trefilado 0.025-0.500 [0.6-13] 42 [290] 35 [241] 35 [241] 27 [186] 20 [138] 88 [607] 56 [386] 10 100 [69637]
-T6 Tubo até 0,999 [25] 42 [290] 35 [241] 35 [241] 27[186] 20 [138] 88 [607] 56 [386] 10 100 [69637]
A partir de 0,999 [25]
-T6 Tubo 38 [262] 35 [241] 35 [241] 24 [166] 20 [138] 80 [552] 56 [386] 10 100 [69637]
6063-T5 Extrusões até 0,500 [13] 22 [152] 16 [110] 16 [110] 13 [90] 9 [62] 46 [317] 26 [179] 10 100 [69637]
-T5 Extrusões A partir de 0,500 [13] 21 [145] 15 [103] 15 [103] 12 [83] 8.5 [58] 44 [303] 24 [166] 10 100 [69637]
-T5 Extrusões e Tubo Todos 30 [207] ' 25 [173] 25 [173] 19 [131] 14197] 63 [434] 40 [276] 10 100 [69637]
6351-T5 Extrusões até 1,00 [25] 38 [262] 35 [241] 35 [241] 24 [166] 20 [138] 80 [552] 56 [386] 10 100 [69637]
7005-T53 Extrusões até 0,7 [18] 50 [345] 44 [303] 43 [297] 28 [193] 25 [173] 95 [655] 73 [503] 10 500 [72395]
a
A maioria dos produtos e gamas de espessuras são tomadas da edição de 1979 do ―Aluminum Standards and Data‖, da Aluminum Association
b
Valores normais. Para cálculos de deflexão, um módulo de elasticidade médio é usado; numericamente, ele é 100 ksi [690 MPa] menor do que os valores desta coluna.
c
Os valores também se aplicam à têmpera –T6511.

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AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD CLÁUSULA 5. REQUISITOS PARA TODAS AS SOLDAGENS

Tabela 5.6
Exposição Atmosférica Admissível para Eletrodos com Baixo Teor de Hidrogênio
Eletrodo Coluna A (horas) Coluna B (horas)
A5.1/A5.1M
E70XX 4 máx.
E70XXR 9 máx.
A partir de 4 a 10 máx.
E70XXHZR 9 máx.
E7018M 9 máx.
A5.5/A5.5M
E70XX-X 4 máx. A partir de 4 a 10 máx.
E80XX-X 2 máx. A partir de 2 a 10 máx.
E90XX-X 1 máx. A partir de 1 a 5 máx.
E100XX-X 1/2 máx. A partir de ½ a 4 máx.
E110XX-X. 1/2 máx. A partir de ½ a 4 máx.
E120XX-X 1/2 máx. A partir de ½ a 4 máx.
E70XX-XR 9 máx.
E80XX-X R 9 máx.
E90XX-X R 9 máx.
E100XX-X R 9 máx.
E110XX-XR 9 máx.
E120XX-X R 9 máx.
Notas:
1. Coluna A: Eletrodos expostos à atmosfera por períodos maiores do que os indicados deverão ser submetidos à preparação antes de serem usados.
2. Coluna B: Eletrodos expostos à atmosfera por períodos maiores do que os indicados deverão ser submetidos à preparação antes de serem usados.
3. Toda a tabela: Os eletrodos deverão ser distribuídos e mantidos em aljavas ou em outros recipientes pequenos abertos. Recipientes aquecidos não
são obrigatórios.
4. O designador complementar opcional, R, indica que um eletrodo com baixo teor de hidrogênio que foi testado quanto ao teor de umidade de
cobertura após a exposição à umidade ambiente por 9 horas e que atingiu o nível máximo permissível em AWS A5.1/A5.1M,
Especificação para Eletrodos de Aço Carbono para Soldagem com Proteção, e AWS A5.5/A5.5M, Especificação para Eletrodos de Aço
de Baixa Liga para Soldagem com Proteção.

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CLÁUSULA 5. REQUISITOS PARA TODAS AS SOLDAGENS AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD

a
A área efetiva da solda 2 deverá ser igual à da solda 1, mas o seu tamanho deverá ser o seu tamanho efetivo mais a espessura do material de
enchimento T.

Figura 5.1 – Espessura dos Materiais de Enchimento Menor do que 1/4 pol [6 mm]

Figura 5.2 – Carga Axial da Peça Largura da Sobreposição

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AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD CLÁUSULA 5. REQUISITOS PARA TODAS AS SOLDAGENS

SOLDAS TRANSVERSAIS
PODEM SER USADAS AO
LONGO DESTAS
EXTREMIDADES

MATERIAL
ENCHIMENTODE
ENCHIMENTO

Notas:
1. A área efetiva da solda 2 deverá ser igual à da solda 1. O comprimento da solda 2 deverá ser suficiente para evitar a aplicação
de esforços excessivos no material de enchimento no cisalhamento ao longo dos planos x-x.
2. A área efetiva da solda 3 deverá ser, pelo menos, igual à da solda 1, e não deverá haver aplicação de esforços excessivos nas
extremidades da solda 3 resultantes da excentricidade das forças atuantes no material de enchimento.

Figura 5.3 – Materiais de Enchimento com Espessura igual ou Superior a ¼ pol [6 mm]

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CLÁUSULA 5. REQUISITOS PARA TODAS AS SOLDAGENS AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD

(A) JUNTAS INCLINADAS


a o
Ângulos menores do que 60 são permitidos; entretanto, nesses casos, a solda será considerada como uma soldagem de chanfro com penetração parcial
da junta. Nota: (E)(n)' (E')(n) = gargantas efetivas dependendo da magnitude da abertura da raiz (R) (veja 7.3.1). O subscrito (n) representa 1, 2, 3 ou 4.

CANTO
CANTO
ESQUERDO
DERRETIDO

GARGANTA TAMANHO REAL É


FILETE DE TAMANHO
PEQUENA VISÍVEL
COMPLETO

(B) TAMANHO DA SOLDA DE FILETE

O canto foi derretido na solda à esquerda, fazendo com que o tamanho da solda fosse muito menor do que ele aparenta ser. Para a solda à direita, o canto
foi preservado; assim, o tamanho da solda pode ser mais prontamente determinado (veja 5.4.4.1).

Figura 5.4 – Detalhes para Soldas de Filete

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AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD CLÁUSULA 5. REQUISITOS PARA TODAS AS SOLDAGENS

Figura 5.5 – Distribuição das Propriedades Mecânicas nas Proximidades de uma Solda de Alumínio

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CLÁUSULA 6. TÉCNICAS E MÃO DE OBRA AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD

6 Técnicas e Execução
6.1 Geral
6.1.1 Escopo. Esta cláusula aplicar-se-á à produção e inspeção de conjuntos e estruturas soldadas produzidas por
quaisquer dos processos especificados em 5.1.
6.1.2 Equipamentos. Todos os equipamentos de soldagem e corte deverão ser de tal forma projetados e
fabricados e deverão estar em tal condição para permitir que soldadores, operadores de soldagem e
soldador ponteador qualificados sigam os procedimentos e obtenham os resultados prescritos nesta
especificação.
6.1.3 Condições de Soldagem. A soldagem não deverá ser permitida quando as superfícies a serem soldadas
estiverem úmidas ou expostas à chuva, neve ou ventos intensos, ou quando a temperatura ambiente na
área a ser soldada estiver abaixo de 0ºF [-18ºC]. Essas condições não alteram ou impedem as
temperaturas mínimas de pré-aquecimento ou entre os passes exigidos pela especificação do
procedimento de soldagem.
6.1.4 As Temperaturas Máximas de Pré-aquecimento e Entre os Passes; Ligas de Alumínio. Ligas de
alumínio com tratamento térmico e que contenham três por cento ou mais de magnésio não deverão
ser pré-aquecidos ou requerer uma temperatura entre passes superior a 250ºF [121ºC].
6.2 Preparação do Base metálica
6.2.1 Metais de Base de Aço e Alumínio
6.2.1.1 Critérios de Corte Térmico. O corte térmico das ligas de alumínio está limitado aos processos de
corte com arco de plasma (PAC) e com feixe de laser (LBC). No corte térmico, o equipamento deverá estar
ajustado e operado de tal forma que se evite cortar além (na parte interna) das linhas indicadoras. A rugosidade de
todas as superfícies cortadas termicamente não deverá ser maior do que o valor de rugosidade superficial de 1000
µpol [25 µm] definido pelo American National Standards Institute para materiais com espessura até 4 pol [102
mm] e de 2000 µpol [50 µm] para materiais com espessura de 4 pol a 8 pol [102 mm a 203 mm], com a seguinte
exceção: as extremidades de peças não sujeitas a esforços calculados nas extremidades não deverá exceder um
valor de rugosidade superficial de 2000 µpol [50 µm]. ASME B46.1, Textura Superficial (Rugosidade Superficial,
Ondulância e Marcas) é a norma de referência. AWS C4.6M (ISO 9013), Corte Térmico – Classificação dos
Cortes Térmicos para Especificação de Produtos Geométricos e Tolerâncias de Qualidade, pode ser usada como
um guia para avaliar a rugosidade superficial dessas bordas. Para materiais com espessura até, inclusive 4 pol
[102 mm], use a Amostra no 3 e, para materiais com espessuras de 4 pol a 8 pol [102 mm até 203 mm], use a
Amostra no 2.
A rugosidade que exceder esses valores e entalhes ou ranhuras com não mais de 3/16 pol [5 mm] de
profundidade em superfícies de outra forma satisfatórias deverá ser removida por meio de usinagem ou
esmerilhamento. As superfícies e bordas de corte deverão ser deixadas sem carepa. As depressões provocadas
pela remoção das descontinuidades deverão ser limitadas às superfícies de corte com uma inclinação que não
exceda um em dez. Nas bordas de corte, entalhes ou ranhuras com profundidade menor do que 7/16 pol [11 mm]
no base metálica com espessura igual a até 4 pol [102 mm] poderão, com a aprovação do Engenheiro do
Fabricante, ser reparados com a soldagem. Quaisquer reparos aprovados com soldagem deverão ser feitos (1)
preparando-se a descontinuidade de forma adequada, (2) empregando um procedimento qualificado de soldagem,
(3) observando os requisitos aplicáveis desta norma e (4) retificando a solda concluída, deixando-a rente à
superfície adjacente.
6.2.1.2 Reparo de Descontinuidades. No reparo de descontinuidades internas, a quantidade de metal
removido deverá ser o mínimo necessário para reparar e remover a descontinuidade ou para determinar que o
limite admissível não seja excedido. Todos os reparos de descontinuidades com solda deverão estar de acordo
com as respectivas provisões desta especificação.
No reparo de descontinuidades:
(1) Os limites de aceitabilidade e reparo de descontinuidades visualmente observadas nas bordas deverão estar de
acordo com a Tabela 6.1, na qual o comprimento da descontinuidade seja a dimensão visível do comprimento na
borda cortada do metal e a profundidade seja distância que se projeta na chapa a partir da borda cortada.
(2) Para descontinuidades com até 1 pol [25 mm] de comprimento com uma profundidade maior do que 1 pol [25
mm], descobertas mediante a inspeção visual das bordas de corte da chapa antes da soldagem ou durante o exame das
juntas soldadas por testes radiográficos ou ultrassônicos, os seguintes procedimentos deverão ser observados:
(a) Quando forem observadas descontinuidades tais como (W), (X) ou (Y) na Figura 6.1 antes de se completar
a junta, o tamanho e o formato da descontinuidade deverá ser determinado por testes ultrassônicos. A área da
descontinuidade deverá ser determinada como a área da perda total de reflexão posterior quando testada de acordo
com o procedimento da ASTM A435, Especificação para o Exame Ultrassônico com Feixe Reto de Chapas de Aço
para Vasos de Pressão ou ASTMB548, Método e Especificações para a Inspeção Ultrassônica de Chapas de Liga
de Alumínio para Vasos de Pressão.

22
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD CLÁUSULA 6. TÉCNICAS E MÃO DE OBRA

(b) Para aceitação, a área da descontinuidade (ou a área agregada de múltiplas descontinuidades) não
deverá exceder 4% da área total (comprimento x largura), com a seguinte exceção: se o comprimento da
descontinuidade ou a largura agregada dela em qualquer seção transversal, medida perpendicularmente ao
comprimento, exceder 20% da largura da chapa, a área de 4% da chapa deverá ser reduzida pela porcentagem da
largura que exceder 20%. (Por exemplo: se uma descontinuidade for 30% da largura da chapa, a área da
descontinuidade não poderá exceder 3,6% da área total.) A descontinuidade na borda cortada da chapa deverá ser
goivada até uma profundidade de 1 pol [25 mm] além da sua intersecção com a superfície por raspadoragem,
goivagem com carbono e ar ou arco de plasma, usinagem ou esmerilhamento, e reparada com soldagem em camadas
que não excedam 1/8 pol [3 mm] de espessura.
(c) Se uma descontinuidade, Z, (Figura 6.1) não exceder a área permissível em (b) acima, for descoberta
após a conclusão da junta e for definido que esteja a 1 pol [25 mm] ou mais da face da solda, medido na superfície,
nenhum reparo da descontinuidade será necessário. Se a descontinuidade, Z, estiver a menos de 1 pol [25 mm] da
face da solda, ela deverá ser goivada até uma distância de 1 pol [25 mm] da zona de fusão da solda por raspadoragem,
goivagem com carbono e ar ou arco de plasma, usinagem ou esmerilhamento. Ela deverá, então, ser reparada
soldando-se pelo menos quarto camadas que não excedam 1/8 pol [3 mm] de espessura por camada.
(d) Se a área da descontinuidade, W, X, Y ou Z (Figura 6.1) exceder o indicado em (b) acima, o
componente ou subcomponente deverá ser rejeitado e substituído ou reparado com a aprovação do Engenheiro do
Fabricante.
(e) O comprimento agregado do reparo de solda não deverá exceder 20% do comprimento da borda sem
a aprovação do Engenheiro do Fabricante.
(f) Todos os reparos deverão estar de acordo com esta norma. A goivagem da descontinuidade poderá
ser feita a partir de qualquer superfície ou borda.
6.2.2 Somente Base metálica de Aço
6.2.2.1 Requisitos de Bordas e Superfícies. As superfícies a serem soldadas deverão ser lisas, uniformes e
livres de nervuras, lascas, trincas e outras descontinuidades que afetariam negativamente a qualidade ou a resistência
da solda. As superfícies a serem soldadas e as superfícies adjacentes a uma solda também devem estar livre de
carepas soltas ou espessas, carepas, óxidos superficiais, umidade, graxa e outros materiais estranhos que impediriam
a soldagem correta ou produziriam fumos desagradáveis. É permissível a presença de carepas que resistam a uma
escovação vigorosa com escova de aço ou uma fina película para inibição da ferrugem.
6.2.2.2 Métodos Aceitáveis de Preparação de Juntas. Usinagem, corte com carbono e ar ou arco de
plasma, corte a oxigênio, goivagem com oxigênio, raspadoragem, esmerilhamento ou métodos equivalentes podem
ser usados para a preparação da junta, goivagem posterior ou a remoção de trabalhos ou metais inaceitáveis.
6.2.3 Somente Base metálica de Alumínio
6.2.3.1 Preparação do Base metálica
(1) A preparação da borda deverá ser feita por meio de cisalhamento, serragem, corte com arco de plasma,
raspadoragem ou usinagem. O esmerilhamento de alumínio, exceto como operação de contorno e acabamento da
solda final, não é recomendado. Quando a usinagem for necessária, deve-se tomar cuidado para selecionar um
abrasivo que não aplique carga, especificamente destinado a trabalhos com o alumínio. O abrasivo deverá ser
mantido livre de lubrificantes e outros materiais estranhos.
(2) Após o corte térmico de ligas submetidas a tratamento térmico, 1/8 pol [3 mm] de material deverá ser
removido das bordas cortadas por meio de usinagem, exceto se as bordas cortadas da liga de alumínio submetidas a
tratamento térmico puderem ser usadas sem usinagem quando a área de corte for separada da área de solda imediata e
não fizer parte da junta soldada.
6.2.3.2 Preparação da Junta e Métodos de Goivagem Posterior. Usinagem, serragem, raspadoragem
ou esmerilhamento podem ser usadas na preparação da junta, goivagem posterior, remoção de soldas temporárias ou
remoção de trabalhos ou metais inaceitáveis.
6.2.3.3 Requisitos Superficiais. Todas as superfícies a serem soldadas devem estar livres de camadas
espessas de óxido de alumínio, sujeira, tinta, graxa, fluidos de corte e umidade. Deve-se tomar cuidado ao usar
produtos químicos. Questões de saúde e segurança deverão ser observadas de acordo com ANSI Z49.1, Segurança na
Soldagem, Corte e Processos Aliados. Ao limpar metais de base de alumínio:
(1) Base metálica com elevada impregnação de óleo deverá ser desengraxado quimicamente ou mediante o uso de
um solvente ou detergente recomendado.
(2) Uma camada espessa de óxido de alumínio deverá ser removida com uma escova de aço inoxidável ou outro
material recomendado, ou mediante métodos químicos.

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6.2.3.4 Escovas para Limpeza de Alumínio. As escovas deverão ser mantidas exclusivamente para uso
com alumínio e deverão ser mantidas limpas. O intervalo entre a limpeza e a soldagem deverá
ser o menor possível.
6.3 Critérios de Montagem de Aço e Alumínio
6.3.1 Abertura de Raiz. As peças a serem unidas por soldas de filete deverão ser levadas ao contato mais
próximo possível. A abertura da raiz, R, não deverá exceder 3/16 pol [5 mm]. Se a abertura da raiz for
1/16 pol [2 mm] ou maior, o tamanho do cordão da solda deve ser acrescido na proporção da abertura,
ou o fabricante deverá demonstrar que o tamanho do cordão requerido foi obtido.
6.3.1.1 Superfícies de Contato. A separação entre as superfícies de contato das juntas de sobreposição,
as soldas de tampão e oblongo, e juntas de topo em um anteparo não deverá exceder 1/16 pol [2 mm].
6.3.1.2 Materiais de enchimento. O uso de materiais de enchimento é proibido exceto se for
especificado nos desenhos ou se for especialmente aprovado pelo Engenheiro do Fabricante e pelo Engenheiro
do Proprietário e feito de acordo com 5.4.3.
6.3.2 Abertura Máxima da Raiz. Peças a serem unidas por soldas de penetração parcial em juntas paralelas no
comprimento da peça devem estar em contato mais próximo possível. As aberturas da raiz entre as
peças não deverá exceder 3/16 pol [5 mm].
6.3.3 Alinhamento das Juntas de Topo. As peças a serem unidas em juntas de topo deverão estar
cuidadosamente alinhadas. Um desalinhamento da junta soldada não deve exceder 30% da espessura
da peça mais espessa unida, e em nenhum caso do que 1/8 pol [3 mm]. As medições do
desalinhamento da junta soldada deverão basear-se na linha de centro das peças, salvo indicação
contrária no desenho.
6.3.4 Juntas Fora de Tolerância. As dimensões da seção transversal da abertura das juntas soldadas que
variem em relação ao que está exposto no detalhe dos desenhos além dos limites de tolerâncias
estabelecidos na Tabela 6.2 devem ser encaminhados para o engenheiro do produto para aprovação
ou correção.
6.3.4.1 Abertura Excessiva da Raiz. A abertura de raízes com uma largura maior do que a indicada na
Tabela 6.2, mas não maior do que duas vezes a espessura da peça menos espessa ou 3/4 pol [19 mm],
prevalecendo o que for menor, pode ser corrigida soldando material até as dimensões aceitáveis antes de se
soldar as peças da junta. A abertura das raízes maior do que o anteriormente indicado somente poderá ser
soldada após a aprovação do Engenheiro do Fabricante.
6.3.4.2 Goivagem. Chanfros produzidos por goivagem deverão estar de acordo com as dimensões dos
perfis de chanfros como indicado na especificação do procedimento de soldagem.
6.3.4.3 Dispositivos de Fixação. As peças a serem soldadas deverão ser alinhadas e mantidas na
posição por meio de dispositivos de fixação, suportes, parafusos, grampos, cunhas, esticadores, cavaletes ou
outros elementos adequados ou mediante solda por pontos até que a soldagem tenha sido concluída.
Recomenda-se o uso de dispositivos de fixação. Eles deverão ter rigidez e resistência suficientes para resistir às
forças resultantes das variações de temperatura durante a soldagem. Analogamente, soldas por pontos deverão
ter um tamanho e comprimento de solda suficientemente efetivos para desenvolver a resistência necessária.
6.3.4.4 Backing. Quando especificado, os Backing deverão, preferencialmente, estar em contato
próximo com as superfícies de ambas as chapas mas, em nenhum caso, a abertura deve ser superior a 1/16 pol
[2 mm].
6.3.4.5 Soldas de Chanfro com Penetração Total da Junta. As soldas de chanfro com penetração
total, manual ou semiautomática, a serem soldadas em ambos os lados em base metálica com espessuras iguais
ou superiores a ¼ pol [6 mm], ou a serem soldadas em outras posições além da plana, deverão ter a raiz da
solda limpa até o próprio metal antes de depositar o passe da raiz a partir do segundo lado, para assegurar uma
penetração total da junta. Soldas de chanfro feitas com o uso de suportes metálicos fundidos deverão ter o metal
de solda totalmente fundido ao backing.
6.3.4.6 Requisitos para Soldagens de chanfros Transversais (Sustentação de Carga). As soldagens
de chanfros transversais em peças que suportem cargas deverão ter o tamanho total da solda para todo o
comprimento da junta. Quando forem usadas abas soldadas, cada passe de solda deverá começar e parar com,
pelo menos, duas vezes a espessura da peça mais espesso além das bordas das peças que forem unidos.
6.3.5 Soldas por Pontos. As soldas por ponto deverão ser feitas por um soldador qualificado ou por
uma soldador ponteador de acordo com uma especificação do procedimento de soldagem escrita, qualificada ou
pré-qualificada e sujeita aos mesmos requisitos de qualidade das soldas finais. As soldas por ponto que serão
incorporadas à solda final deverão ser feitas com metal de enchimento com a mesma composição daquele usado
na solda final e deverão ser totalmente limpas antes da incorporação. As soldas por ponto não incorporadas na

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soldagem final e não indicadas no desenho deverão ser removidas.


6.4 Perfis de Soldagem
6.4.1 Soldas de filete. As faces das soldas de filete podem ser levemente convexas, planas ou
levemente côncavas, como mostram as Figuras 6.2 (A) e (B), com nenhum dos perfis inaceitáveis exibidos na
Figura 6.2 (C). Exceto nas juntas com canto externo, a convexidade C de uma solda ou cordão superficial
individual não deverá exceder os valores dados na Figura 6.2 [veja as Figuras 6.2 (A), 6.2(B) e 6.2 (C)].
6.4.2 Soldas de chanfro. As soldas de chanfro devem ter preferencialmente um leve reforço, salvo
indicação contrária. A convexidade (reforço) não deverá exceder o seguinte:
(1) Até ½ pol [13 mm] de espessura, inclusive, 3/32 pol [2 mm]
(2) A partir de ½ pol a 1 pol [13 mm a 25 mm] de espessura, inclusive, 1/8 pol [3 mm]
(3) A partir de 1 pol [25 mm], 5/32 pol [4 mm]
O reforço deverá ter uma transição gradual para o plano da superfície do base metálica [veja a Figura 6.2(D)]. Perfis
de solda de chanfro inaceitáveis são apresentados para as juntas de topo na Figura 6.2 (E).
6.4.3 Reforço da Superfície de Junta. As superfícies das juntas que precisarem ser niveladas devem
ser acabadas de modo a não reduzir a espessura do base metálica mais fino ou o metal de solda em mais de 1/32
pol [1 mm] ou 5% da espessura, prevalecendo a que for menor, ou deixar que o reforço exceda 1/32 pol [1 mm].
Entretanto, todo o reforço deverá ser retirado quando a solda fizer parte de uma superfície de contato. Qualquer
reforço deverá encostar suavemente às superfícies da chapa com áreas de transição livres de mordedura. O
esmerilhamento poderá ser usado, desde que seguido por uma lixa. Quando for necessário um acabamento
superficial, o valor da sua rugosidade não deverá exceder 250 µpol [6µm]. As superfícies com valores de
acabamento de 125 µpol a 250 µpol [3 µm a 6 µm] deverão ter o seu acabamento paralelo à direção do esforço
primário. Superfícies com valores de acabamento iguais ou menores do que 125 µpol [3 µm ] poderão ter o
acabamento em qualquer direção.
6.4.4 Perfil de Acabamento da Junta. Quando os perfis das juntas precisarem ser nivelados, deverão
ter um acabamento para que a sua largura não seja reduzida além da largura detalhada ou da largura real
fornecida, prevalecendo a que for maior, em mais de 1/8 pol [3 mm] ou para não deixar que o material de solda
em cada final exceda 1/8 pol [3 mm]. As soldas finais das juntas deverão ser niveladas em relação à chapa
adjacente ou com as extremidades das bordas da chapa com uma inclinação que não exceda 1 em 10.
6.4.5 Sobreposição nos Filetes. Não será permitida a sobreposição das soldas de filetes.
6.4.6 Sobreposição em Soldas de Chanfro. Não será permitida a sobreposição das soldas de chanfro.
6.5 Reparos – Pós-Soldagem
6.5.1 Métodos de Preparação de Juntas. A remoção do metal de solda ou de porções do base metálica
somente deverá ser feita com usinagem, esmerilhamento, lixamento, goivagem com oxigênio, goivagem com
arco de ar e carbono ou goivagem com arco de plasma. A goivagem térmica não deverá ser usada em aços
temperados e revenidos ou ligas de alumínio. Porções inaceitáveis da solda deverão ser removidas sem remoção
substancia do base metálica.
6.5.2 Amplitude dos Reparos. O fabricante tem a opção de reparar uma solda inaceitável ou remover
e substituir toda a solda, exceto como alterado por 6.5.6. A solda reparada ou substituída deverá ser retestada
novamente com o método originalmente usado, com a mesma técnica e os critérios de aceitação de qualidade.
6.5.3 Métodos de Inspeção e Reparo de Trincas. Para trincas na solda ou no base metálica, a
extensão da rachadura deverá ser determinada mediante o uso de ataque químico, inspeção com partículas
magnéticas, inspeção com líquido penetrante, radiografia, ultrassom ou outros meios igualmente positivos. A
rachadura deverá ser removida até o metal original. Deverá ser verificado se a rachadura foi removida antes de
a junta ser ressoldada.
6.5.4 Controle de Deformações (Aço). Se necessário, peças de aço deformados pela soldagem
deverão ser endireitados por meios mecânicos ou pela aplicação cuidadosamente supervisionada de uma
quantidade limitada de aquecimento localizado. O aquecimento do material M-1 (consulte AWS B2.1/B2.1M,
Especificação para Procedimento de Soldagem e Qualificação de Desempenho) deverá ser limitado a 1200°F
[649°C]. Todos os demais materiais requerem um procedimento escrito aprovado pelo Engenheiro do
Fabricante. Aços temperados e revenidos não deverão ser aquecidos além da sua temperatura específica de
têmpera.
6.5.5 Controle de Deformações (Alumínio). As peças de alumínio deformados pela soldagem deverão
ser endireitados à temperatura ambiente por meios mecânicos ou mediante a aplicação cuidadosamente
supervisionada de uma quantidade controlada de calor localizado juntamente com meios mecânicos. Se o calor
localizado tiver que ser aplicado em qualquer operação de endireitamento, todo o procedimento deverá ser
submetido e aprovado pelo Engenheiro do Fabricante. Este procedimento deverá seguir os valores de
temperaturas máximas da Tabela 6.3 e o seguinte:

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6.5.5.1 Exceto para aqueles esforços resultantes do método de endireitamento mecânico usado
juntamente com a aplicação do calor, a peça a ser aquecida para endireitamento não deverá estar sujeita a forças
externas,
6.5.5.2 Os tempos máximos de retenção para a formação e endireitamento de ligas de alumínio nas
diferentes temperaturas encontra-se na Tabela 6.3. Os seguintes itens deverão ser considerados ao se aquecer
ligas de alumínio:
(1) Para ligas de alumínio 1XXX, 3XXX e 5XXX com teor de magnésio inferior a 3% e para a liga fundida 443.0,
não há restrições para a temperatura, exceto que à medida que a temperatura aumentar, as propriedades poderão ser
reduzidas.
(2) Para as ligas 5XXX com teor de magnésio superior a 3%, a retenção na faixa de temperatura de 150 oF a 450oF
[66oC a 232oC] deverá ser evitada para minimizar a possibilidade da sensibilização e exfoliação e trincas provocados
pela corrosão por esforço. A duração do tempo sob uma determinada temperatura é um fator crítico para determinar o
grau de sensibilização. As técnicas de formação a quente devem incluir um rápido aquecimento até uma temperatura
que não exceda 550°F [288°C], para minimizar a perda de propriedades mecânicas. A formação deverá ser concluída
antes que o metal se resfrie abaixo de 450°F [232°C]. O metal deverá ser, então, esfriado com um ventilador para que
a temperatura do metal caia de 450°F to 150°F [232°C to 65°] no mínimo tempo possível para evitar a sensibilização.
(3) Para as ligas 6XXX, a remoção de deformações deverá ser feita a uma temperatura abaixo de 450°F [232°C]. O
tempo durante o qual a estrutura será mantida a essa temperatura enquanto a deformação da solda for removida não
deverá exceder aqueles tempos exibidos na Tabela 6.3.
(4) Para a liga 7005, a remoção da deformação deverá ser preferencialmente feita na condição de solução com
tratamento térmico "0", recozido ou "W" e, a seguir, a estrutura deverá receber o respectivo tratamento térmico após
o endireitamento.
(5) Para fundidos de liga de alumínio com tratamento térmico, o endireitamento deverá ser feito na condição ―T4‖
antes da têmpera por envelhecimento. O pré-aquecimento não deverá exceder 300oF [149oC] e deverá ser de duração
muito curta para não afetar as propriedades relacionadas com o tratamento térmico.
6.5.6 Antes que a aprovação do Engenheiro do Fabricante seja obtida para reparos do base metálica (além
daquelas requeridas por 6.2). O reparo de trincas proteladas ou um projeto revisado para compensar deficiências
requer a aprovação prévia do Engenheiro do Fabricante e do Engenheiro do Proprietário.
6.5.7 Notificação do Engenheiro. O Engenheiro do Fabricante deverá ser notificado antes que peças
incorretamente instalados e soldados sejam cortados.
6.5.8 Acessibilidade para Reparos. Se, após uma solda inaceitável ter sido feita, um trabalho é executado
tornando essa solda inacessível ou criou novas condições que fazem com que as correções da solda inaceitável sejam
perigosas ou ineficazes, então as condições originais deverão ser restabelecidas removendo-se soldas ou peças, ou
ambos, antes que as correções sejam feitas. Se isso não for feito, a deficiência será compensada por um trabalho
adicional realizado de acordo com um projeto revisado aprovado pelo Engenheiro do Fabricante.
6.5.9 Reparo de Furos Incorretamente Localizados. Quando o metal da base com furos localizados
incorretamente está para ser retornado à sua condição original mediante soldagem, os seguintes requisitos serão
aplicados:
6.5.9.1 A restauração por soldagem não é recomendada, exceto se for necessária por motivos estruturais.
6.5.9.2 A restauração dos furos por soldagem no base metálica sujeito a esforços de tração é proibida, exceto
quando aprovado pelo Engenheiro do Fabricante.
6.6 Abertura de Arco.
As aberturas de arcos fora da área de solda permanente deverão ser evitadas em qualquer base metálica. Trincas ou
defeitos causados por abertura de arco indevida deverão ser esmerilhados para um contorno liso e inspecionados para
garantir a solidez.
6.7 Limpeza e Revestimentos de Proteção
6.7.1 Pintura. As juntas soldadas não devem ser pintadas ou, de outra forma, cobertas antes que as soldas
sejam examinadas e aprovadas.
6.7.2 Limpeza das Soldas com Passes Múltiplos. Antes da soldagem sobre metal previamente depositado,
toda a carepa deverá ser removida e as soldas e o base metálica adjacente deverão ser limpos. Este requisite deverá
ser aplicado não só às camadas sucessivas, mas também aos cordões sucessivos e à área da cratera quando a
soldagem for retomada após qualquer interrupção. Entretanto, não deverá restringir a soldagem de soldas de tampão e
oblongo de acordo com 8.6.

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6.7.3 Limpeza de Soldas com Passe Único. A carepa deverá ser removida de todas as soldas concluídas.
A solda e o base metálica adjacente deverão ser limpos por meio de escovação ou outros meios adequados.
6.7.4 Aparência da Solda. Quando a aparência for importante, respingos de solda aderidos, arranhões, etc.
deverão ser removidos por meio de escovação, esmerilhamento, jateamento ou polimento, conforme o caso.
6.8 Terminação da Solda
6.8.1 Chapa de continuidade (Aço). As soldas deverão ser terminadas na extremidade de uma junta de tal
forma que sejam garantidas soldas robustas. Sempre que necessário isso deverá ser feito utilizando uma chapa de
continuidade. A(s) aba(s) deverá(ão) ser removida(s) salvo seja(m) exibida(s) no desenho ou permitida(s) que
permaneça(m) pelo Engenheiro do Fabricante. Quando as chapa de continuidade forem removidas, as extremidades
deverão ser lisas e rentes com as extremidades das peças confrontantes.
6.8.2 Chapa de continuidade (Alumínio). Para ligas de alumínio, quando não for possível terminal uma
solda em uma barra de extensão ou chapa de continuidade, deverá ser dada consideração prévia à terminação da solda
para que a solda termine em uma área com baixo esforço. As técnicas de terminação em uma solda de filete ou um
cordão de passe de cobertura em uma junta deverá ser formada pelo seguinte:
6.8.2.1 Inverter o do sentido de deslocamento para uma distância mínima de 0,5 pol [13 mm] enquanto a
velocidade de deslocamento é aumentada para reduzir o tamanho da cratera.
6.8.2.2 Proporcionar um acúmulo adequado e remover a área da cratera rente à superfície da solda com
meios mecânicos.
6.9 Backing para a Solda em Chanfro
6.9.1 Backing Metálico Fundido. Soldagens de chanfros feitas com o uso de backing metálicos fundidos
deverão ter o metal de solda totalmente fundido ao backing para todo o comprimento da solda.
6.9.2 Backing em Todo o Comprimento. O backing permanente deverá ser contínuo ao longo de todo o
comprimento da solda. Todas as juntas necessárias no backing deverão ser juntas de topo soldadas com penetração
total das juntas satisfazendo todos os requisitos de mão de obra da Cláusula 6.
6.9.3 Backing Temporário. Backing temporários (além do aço) para as soldagens de chanfros de aço
deverão ser de um material não fundível como o cobre, latão ou cerâmica. O backing temporário para o alumínio
poderá ser de aço inoxidável austenítico, fita de vidro, materiais cerâmicas ou uma liga de alumínio anodizado do
mesmo número de grupo (em AWS B2.1/B2.1M, Especificação para o Procedimento de Soldagem e Qualificação de
Desempenho). Os backing de cobre não deverão ser usados com o alumínio.
6.10 Controle de Entrada de Calor para Aço Temperado e Revenido
6.10.1 Quando aços temperados e revenidos forem soldados, a entrada de calor deverá ser limitada de
acordo com as recomendações do fabricante do aço. Recomenda-se o uso de cordões para evitar o superaquecimento.
6.10.2 A goivagem com oxigênio de aços temperados e revenidos não é permitida.
6.10.3 Se a solda for submetida a alívio de tensões, a especificação do procedimento de soldagem não é pré-
qualificada e deverá ser qualificada de acordo com a Cláusula 10.
6.11 Tratamento Térmico para Alívio de Tensões
Quando requerido pelos desenhos ou especificações de contrato, os conjuntos soldados deverão ter as suas tensões
aliviadas mediante tratamento térmico. A usinagem de acabamento deverá ser preferencialmente feita após o alívio de
tensões. Para ligas de alumínio, práticas térmicas específicas deverão ser determinadas para cada liga e têmpera.

6.12 Martelamento
6.12.1 Base metálica de Aço

6.12.1.1 O martelamento poderá ser usado em camadas intermediárias de solda para controlar as tensões de
contração em soldas espessas para evitar a formação de trincas. Esse martelamento não deverá ser feito na raiz ou na
camada superficial da solda ou no base metálica nas bordas da solda. Deve-se tomar cuidado para evitar a
sobreposição ou a formação de trincas na solda ou no base metálica.
6.12.1.2 Com o objetivo de melhorar o desempenho da fadiga, o martelamento poderá ser feito de acordo com
um procedimento escrito aprovado pelo Engenheiro do Fabricante. Esse martelamento deverá ser feito após a
inspeção da solda.
6.12.1.3 O uso de martelos manuais de carepa, raspadores e ferramentas vibratórias leves para a remoção de
carepa e respingos não é considerado martelamento.

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CLÁUSULA 6. TÉCNICAS E MÃO DE OBRA AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD

6.12.2 Base metálica de Alumínio. O martelamento da solda de ligas de alumínio poderá ser usado desde
que aprovado pelo Engenheiro do Fabricante.
6.13 Mão de Obra para a Soldagem com Arco dos Prisioneiros (SW)
6.13.1 Projeto e Detalhes. O projeto de prisioneiros deverá ser adequado para soldagem de peças de aço
com equipamento de solda automática de prisioneiros conectado a uma fonte adequada de corrente contínua com
eletrodo negativo (DCEN). O tipo, diâmetro e comprimento do prisioneiro deverá estar de acordo com os desenhos,
especificações ou provisões especiais aprovadas pelo Engenheiro do Fabricante. Na ocasião da soldagem, os
prisioneiros e as áreas no base metálica onde os prisioneiros serão aplicados deverão estar livres de ferrugem, carepas,
óleo ou outros materiais prejudiciais à execução de soldas satisfatórias.
6.13.2 Posição da Pistola de Solda. Durante a operação, a pistola de solda deverá ser mantida em posição,
sem movimentos, até que o metal da solda tenha solidificado.
6.13.3 Temperatura Mínima. A soldagem dos prisioneiros não deverá ser feita quando a temperatura do
base metálica estiver abaixo de 0oF [-18oC] ou quando a superfície estiver úmida ou exposta à chuva ou à neve.
6.13.4 Proteção do Arco. Uma proteção de arco (virola) cerâmica resistente ao calor ou outro material
adequado deverá ser usada em cada prisioneiro. Após a soldagem, as virolas de arcos deverão ser rompidas para
serem soltas.
6.13.5 Temperatura Mínima (Alumínio). Para o alumínio, a temperatura mínima do base metálica no
momento da soldagem deverá ser de 50oF [10oC].
NOTA: Para informações adicionais sobre a soldagem de prisioneiros, consulte AWS C5.4, Práticas Recomendadas
para Soldagem de Prisioneiros.
6.13.6 Uso de Processo Alternativo. Como um método alternativo, os prisioneiros poderão ser soldados
mediante solda de filete de acordo com um procedimento escrito, empregando um processo com baixo teor de
hidrogênio.
6.13.7 Reparo das Soldas de Prisioneiros. Prisioneiros soldados nos quais um cordão de 360º não foi
obtido poderão ser reparados com solda de filete e um processo com baixo teor de hidrogênio. A solda de reparo
deverá projetar-se por, pelo menos, ¼ pol [6 mm] além de cada extremidade da descontinuidade que estiver sendo
reparada.
6.13.8 Critérios de Aceitação. Os primeiros dois prisioneiros soldados, após o seu resfriamento, deverão
ser curvados até um ângulo de 30º em relação ao seu eixo original, golpeando os prisioneiros com um martelo. Dois
prisioneiros consecutivos que satisfizerem este critério, sem evidências de falhas, constituirá aceitação. Se uma falha
ocorrer na zona de fusão de qualquer um dos prisioneiros, o procedimento deverá ser corrigido e o teste repetido até
ser considerado satisfatório.

6.14 Cabos Terra

6.14.1 Requisitos de Conexão. Os cabos terra deverão ser conectados diretamente à peça ou à parte do
vagão ou locomotiva a ser soldada e posicionados o mais próximo possível da área de soldagem. Para evitar danos
nos rolamentos, o cabo não deve, em qualquer hipótese, ser conectado aos seguintes pontos:
6.14.1.1 Qualquer parte de um truque montado sob um vagão ou locomotiva que será soldada.
6.14.1.2 O trilho sobre o qual o vagão ou a locomotiva se encontrar.
6.14.2 Veículos Equipados com Baterias. Qualquer veículo assim equipado deverá ter o interruptor das
baterias aberto para evitar danos aos seus componentes elétricos e eletrônicos.

6.14.3 Veículos Auto propelidos. Qualquer veículo assim equipado deverá ter o inversor centralizado e a
alavanca, retirada para impedir o movimento acidental do veículo.

6.15 Soldagem da Tubulação do Freio de Ar. A tubulação e as conexões do freio de ar deverão ser soldadas de
acordo com a edição mais recente do documento AAR S-402, Especificação para Soldagem da Tubulação e
Conexões do Freio de Ar de Vagões Ferroviários, ou outras especificações reguladoras.

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AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD CLÁUSULA 6. TÉCNICAS E MÃO DE OBRA

Tabela 6.1
Limites de Aceitabilidade e Reparo de Descontinuidades com Borda Cortada
Descrição da Descontinuidade Reparo Necessário
Qualquer descontinuidade com 1 pol [25 mm] ou menos
Nenhum
de comprimento
Qualquer descontinuidade de 1 pol [25 mm] de
comprimento com profundidade máxima de 1/8 pol [3 Nenhum, mas a profundidade deverá ser definidaa
mm]
Qualquer descontinuidade com 1 pol [25 mm] de
comprimento com profundidade de 1/8 pol [3 mm] mas Remover, não é necessário soldar
não superior a ¼ pol [6 mm]
Qualquer descontinuidade com 1 pol [25 mm] de Remover completamente e soldar. O comprimento de
comprimento com profundidade de 1/4 pol [6 mm] mas solda agregado não deverá exceder 20% do comprimento
não superior a 1 pol [25 mm] da borda que estiver sendo reparada
Qualquer descontinuidade de 1 pol [25 mm] de
comprimento com profundidade maior do que 1 pol [25 Veja 6.2.1.2(2)
mm]
a
Uma verificação amostral de 10% das descontinuidades na borda cortada em questão deverá ser feita mediante desbaste para se
determinar a profundidade. Se a profundidade de qualquer uma das descontinuidades exploradas exceder 1/8 pol [3 mm], então
todas as descontinuidades remanescentes nessa borda deverão ser exploradas, desbastando-as para se determinar a profundidade. Se
nenhuma das descontinuidades exploradas na verificação amostral de 10% apresentar uma profundidade superior a 1/8 pol [3 mm],
então as demais descontinuidades nessa borda não precisarão ser exploradas.

Tabela 6.2
Tolerâncias das Dimensões das Juntas
Raiz Não Goivada, pol [mm] Raiz Goivada, pol [mm]
Face de raiz da junta ±1/16 [2] Não limitado.
Abertura de raiz de juntas sem backing metálico
±1/16 [2] +1/16 [2]
fundido
Abertura de raiz de juntas com backing metálico ±1/4 [6]
Não se aplica
fundido -1/16 [2]
Ângulo de chanfro da junta +10° +10°
-5° -5°

29
CLÁUSULA 6. TÉCNICAS E MÃO DE OBRA AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD

Tabela 6.3
Tempo Máximo de Exposição na temperatura de Preparação para Formação ou Soldagem de
Ligas de Alumínio

Temperatura
de Retenção

800[425] NRd 50 horas 50 horas 50 horas


500 [260] NR 50 horas 50 horas NR
450 [232] 5 minutos 50 horas 50 horas NR
425 [218] 15 minutos 50 horas 50 horas NR
400 [204] 30 minutos 50 horas 50 horas NR
375 [191] 1-2 horas 50 horas NR NR
350[177] 8-10 horas 50 horas NR NR
230-325 [110-163] 50 horas 50 horas NR NR
a
Uma capacidade de formação idêntica poderá ser obtida com períodos mais curtos de aquecimento a uma temperatura
respectivamente mais alta. O tempo de permanência na temperatura para ligas revestidas deverá ser mantido no mínimo para
evitar a difusão do revestimento para a liga principal. O aquecimento deverá ser o mais rápido possível, especialmente para
temperaturas iguais e superiores a 400oF [204ºC]. Muito tempo para se atingir as temperaturas desejadas poderá ter efeito
nocivos similares àqueles resultantes do tempo excessivo na temperatura.
b
Perdas na resistência dessas ligas no têmpera T6 não deverá exceder cerca de 5% quando aquecidas à temperatura e durante os
períodos de tempo indicados. A resistência das ligas com têmpera T4 aumentará.c
C.
Essas ligas deverão ser recozidas a 650oF [343oC] e temperaturas superiores.
d
NR = Não recomendado.

LARGURA DA
CHAPA

INTERVALO Z

COMPRIMENTO DA CHAPA

Figura 6.1 – Descontinuidade das Bordas Cortadas

30
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD CLÁUSULA 6. TÉCNICAS E MÃO DE OBRA

TAMANHO
TAMANHO TAMANHO TAMANHO

TAMANHO TAMANHO TAMANHO TAMANHO

(A) PERFIS DESESEJÁVEIS DA SOLDA DE FILETE (B) PERFIS ACEITÁVEIS DE SOLDAS DE FILETE

Nota: Convexidade, C, de uma solda ou do cordão superficial individual onde a dimensão W não deverá exceder o
valor da seguinte tabela:

LARGURA DA FACE DA SOLDA OU


CORDÃO SUPERFICIAL INDIVIDUAL, W CONVEXIDADE MÁX.,
C
W ≤ 5/16 pol [8 mm] 1/16 pol [2 mm]
W > 5/16 pol [8 mm] a W < 1 pol [25 mm] 1/8 pol [3 mm]
W>1 pol 3/16 pol [5 mm]

TAMANHO TAMANHO TAMANHO TAMANHO TAMANHO TAMANHO

GARGANTA CONVEXIDADE CORTE INFERIOR SOBREPOSIÇÃO PERNA FUSÃO


INSUFICIENTE EXCESSIVA EXCESSIVO INSUFICIENTE INCOMPLETA

(C) PERFIS INACEITÁVEIS DE SOLDA DE FILETE

JUNTA DE TOPO - JUNTA DE TOPO (TRANSIÇÃO) -


CHAPA COM ESPESSURA IGUAL CHAPA COM ESPESSURA DESIGUAL

Nota: O reforço R não deverá exceder o especificado em 6.4.2.

(D) PERFIL ACEITÁVEL DE SOLDA EM CHANFRO EM JUNTA DE TOPO

REFORÇO COM EXCESSO DE POUCO ENCHIMENTO CORTE INFERIOR SOBREPOSIÇÃO


SOLDA EXCESSIVO

(E) PERFIS INACEITÁVEIS DE SOLDA EM CHANFRO EM JUNTAS DE TOPO

Figura 6.2 – Perfis de Solda Aceitáveis e Inaceitáveis

31
CLÁUSULA 7. PRÉ-QUALIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS DE SOLDAGEM - AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD
DETALHES DO PROJETO DE JUNTAS

7 Especificações de Procedimentos de Soldagem Pré-qualificados - Detalhes


do Projeto da Junta
A pré-qualificação requer a conformidade com as Cláusulas de 5 a 8 desta especificação.
7.1 Tamanho da Solda de Chanfro (Tamanho Efetivo da Solda)
7.1.1 Soldas de Chanfro com Penetração Parcial da Junta. O tamanho da uma soldagem de chanfro
com penetração parcial da junta deverá ter a profundidade do bisel, menos 1/8 pol [3 mm] para as chanfros com um
ângulo menor do que 60º mas não inferior a 45º na raiz da chanfro, quando depositado pelo arco metálico protegido
ou pela soldagem arco-submersa, ou quando depositado nas posições de soldagem verticais ou superior mediante
solda a arco elétrico com eletrodo revestido ou com arames tubulares. O tamanho de uma soldagem de chanfro com
penetração parcial da junta deverá ser a profundidade do bisel, sem redução, para as chanfros que tenham o seguinte:
7.1.1.1 Um ângulo de chanfro com 60º, ou maior, na raiz.
7.1.1.2 Um ângulo de chanfro não menor do que 45º na raiz da chanfro quando depositado em posições
planas ou horizontais com GMAW ou FCAW (veja a Figura 7.2, conforme o caso).
7.1.2 Tamanho Efetivo de Soldagens de chanfros Curvadas. O tamanho efetivo das soldagens de
chanfros curvadas quando preenchidas rentes como mostrado na Tabela 7.2. Para soldagens de chanfros curvadas que
não forem preenchidas rentes deverá ser deduzido a quantidade preenchida a menor, U. Para soldagens de chanfros
em V curvadas para superfícies com raios diferentes, R, o menor raio R deverá ser usado. Para soldagens de chanfros
curvadas em seções tubulares retangulares, R deverá ser considerado como duas vezes a espessura da parede.
7.1.2.1 Condições Especiais. Para um determinado conjunto de condições de procedimentos, se o fabricante
demonstrar a capacidade de fornecer, de forma consistente, maiores tamanhos de solda do que os mostrados na
Tabela 7.2, o fabricante poderá definir esses maiores tamanhos de solda por qualificação.
7.1.2.2 Testes necessários. A qualificação requerida em 7.1.2.1 será formada pelo seccionamento da peça
com raio, normal ao seu eixo, na metade do comprimento e nas extremidades terminais da solda. Esse seccionamento
deverá ser feito em uma quantidade de combinações de tamanhos de materiais representativos da gama utilizada pelo
fabricante na construção ou como requerido pelo Engenheiro do Fabricante.
7.1.3 Tamanho Mínimo de Solda. O tamanho mínimo de uma soldagem de chanfro com penetração
parcial da junta deverá ser como especificado na Tabela 5.1.
7.2 Projetos de Juntas
7.2.1 Juntas Pré-qualificadas. As juntas que satisfizerem os seguintes requisitos são designadas como
pré-qualificadas:
7.2.1.1 Conformidade com os detalhes especificados em 7.3 a 7.6 e as técnicas especificadas na Cláusula 8.
7.2.1.2 Uso de um dos seguintes processos de soldagem de acordo com os requisitos das Cláusulas de 5 a 8,
conforme o caso: SMAW, SAW, GMAW (exceto transferência por curto-circuito) ou FCAW.
7.2.2 Testes. Juntas que satisfaçam os requisitos de 7.2.1 poderão ser usadas sem realizar os testes de
qualificação do procedimento de soldagem de juntas prescritos na Cláusula 10.
7.2.3 Soldagem com Proteção Gasosa com Curto-Circuito (GMAW-S). A especificação do
procedimento de soldagem para todas as juntas soldadas por soldagem com proteção gasosa com transferência por
curto-circuito deverá ser qualificada pelos testes prescritos na Cláusula 10.
7.2.4 Perfis de Chanfros. As chanfros produzidas por goivagem deverão estar de acordo com os perfis de
chanfros de acordo com as Figuras 7.1 e 7.2.
7.3 Soldas de filete
7.3.1 Os detalhes das soldas de filete a serem usadas sem qualificações dos procedimentos de soldagem de
juntas estão listados em 5.4 e detalhados na Figura 5.4.
7.3.2 O tamanho mínimo de uma solda de filete deverá estar de acordo com a Table 7.3.
7.4 Detalhes das Soldas de tampão e oblongo
7.4.1 Detalhes de Juntas. Os detalhes e dimensões das soldas de tampão e oblongo listados em 7.4.2
podem ser usados sem executar a qualificação do procedimento de soldagem indicada na Cláusula 10, desde que as
provisões das técnicas de 8.6, sejam satisfeitas, conforme o caso.
7.4.2 Dimensões dos Furos ou Fendas. O diâmetro dos furos para uma solda tipo bujão e a largura de uma
fenda para a solda de fenda não deverá ser menor do que a espessura da peça que o contém mais 5/16 pol [8 mm]. O
diâmetro máximo do furo ou largura da fenda não deverá exceder o diâmetro mínimo do furo ou a largura da fenda
mais 1/8 pol [3 mm], ou 2 ¼ vezes a espessura da peça, prevalecendo o que for maior.
7.4.3 Comprimento Máximo da Fenda. O comprimento da fenda não deverá exceder dez (10) vezes a
espessura da peça que a contém.
7.5 Soldagens de chanfros com Penetração total da Junta.
7.5.1 As soldagens de chanfros com penetração total de juntas de topo, canto e em T que podem ser usadas

32
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD CLÁUSULA 7. PRÉ-QUALIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS DE SOLDAGEM -
DETALHES DO PROJETO DE JUNTAS

sem realizar o teste de qualificação do procedimento de soldagem de juntas prescrito na Cláusula 10, estão detalhadas
nas Figuras de 7.1 A até 7.1 L, e estão sujeitas às limitações especificadas em 7.5.2. (Os símbolos usados nas figuras
estão explicados na Tabela 7.4.)
7.5.2 Tolerâncias. As soldas especificadas em 7.5.1 podem variar nos desenhos de projeto ou de detalhe
dentro dos limites de tolerâncias exibidos na coluna ―Como Detalhado" nas Figuras 7.1 A até 7.1 L. As tolerâncias de
encaixe podem ser aplicadas às dimensões exibidas nos desenhos de detalhes.
7.5.2.1 Detalhes de Juntas. As preparações das chanfros detalhadas para juntas SMAW pré-qualificadas
poderão ser usadas para juntas pré-qualificadas GMAW ou FCAW.
7.6 Soldagens de chanfros com Penetração Parcial da Junta. As soldagens de chanfros com penetração parcial que
podem ser usadas sem realizar os testes de qualificação do procedimento de soldagem de juntas prescritos na
Cláusula 10, estão detalhadas nas Figuras de 7.2A até 7.2K, e estão sujeitas às limitações especificadas em 7.6.2.
(Os símbolos usadas nas figuras 7.2A até 7.2K estão explicados na Tabela 7.4.)
7.6.1 Soldagens de chanfros Sem Suporte. Soldagens de chanfros sem suporte de aço, soldadas em um
lado, e soldagens de chanfros soldadas em ambos os lados, mas sem goivagem posterior, são consideradas como
soldagens de chanfros com penetração parcial da junta.
7.6.2 Tolerâncias. As dimensões especificadas em 7.6 podem variar nos desenhos de projeto ou de
detalhes dentro dos limites ou tolerâncias exibidos na coluna ―Como Detalhado" nas Figuras 7,2A até 7.2K. As
tolerâncias de encaixe podem ser aplicadas às dimensões exibidas nos desenhos de detalhes.
7.6.3 Desenhos de Trabalho. Os desenhos de oficina ou de trabalho deverão especificar a(s)
profundidade(s) da(s) chanfro(s) conforme o caso para a configuração e o tamanho da solda, S, especificados nas
Figuras 7.2A a 7.2K.
7.6.4 Detalhes de Juntas. As preparações das chanfros detalhadas para juntas SMAW pré-qualificadas
poderão ser usadas para juntas pré-qualificadas GMAW ou FCAW.

33
CLÁUSULA 7. PRÉ-QUALIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS DE SOLDAGEM - AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD
DETALHES DO PROJETO DE JUNTAS

Tabela 7.1
Diâmetro do Furo e Largura do Oblongo Mínimos e Máximos
Espessura do Base metálica (t) Mínimo Máximo é maior que
pol mm pol mm pol mm
pol
mm t + 5/16 t + 7.94 Min + 1/8 Min. + 3.17 t x 2 1/4 t x 57.15
1/4 6.35 9/16 14.29 11/16 17.46 9/16 14.29
5/16 7.94 5/8 15.87 3/4 19.05 45/64 17.86
3/8 9.52 11/16 17.46 13/16 20.64 27/32 21.43
7/16 11.11 3/4 19.05 7/8 22.22 63/64 25.00
1/2 12.70 13/16 20.64 15/16 23.81 1-1/8 28.57
9/16 14.29 7/8 22.22 1 25.40 1-17/64 32.15
5/8 15.87 15/16 23.81 1-1/1$ 26.97 1-13/32 35.72
11/16 17.46 1 25.40 1-1/8 28.57 1-35/64 39.29
3/4 19.05 1-1/16 26.97 1-3/M 30.16 1-11/16 42.86
13/16 20.64 1-1/8 28.57 1-1/4 31.75 1-53/64 46.43
7/8 22.22 1-3/16 30.16 1-5/16 33.34 1-31/32 50.01
15/16 23.81 1-1/4 31.75 1-3/8 34.92 2-7/64 53.58
1 25.40 1-5/16 33.34 1-7/16 36.51 2-1/4 57.15

Tabela 7.2
Tamanho Efetivo das Soldas de Chanfro em Juntas de Face Convexa com Enchimento Rente
(veja 7.1.2)
Processo de Soldagem Chanfro Chanfrada Curvada Chanfro em V Curvada
SMAW e FCAW-S
5/16R 5/8R
8
GMAW e FCAW-G 5/8R 3/4R
SAW 5/16R 1/2R
a
Exceto GMAW-S.

Nota: R = raio da superfície externa.

Tabela 7.3
Tamanho Mínimo da Solda de Filete
Espessura do Base metálica da Peça Mais Espessa Unida (T), pol [mm] Tamanho Mínimo do filete pol 3,b
[mm] b
T ≤ 1/4 [6] 1/8 [3]
1/4 [6] < T ≤ 1/2 [13] 3/16 [5]
1/2 [13] < T ≤ 3/4 [19] 1/4 [6]
3/4 [19] < T 5/16 [8]
a
Exceto que o tamanho da solda não precise exceder a espessura da peça mais delgado unido. Para essa exceção, deve-se tomar cuidado para
proporcionar pré-aquecimento suficiente para garantir a resistência da solda.
b
Para processos que não tenham baixo teor de hidrogênio, deverão ser empregadas soldas com passe único, exceto se uma Qualificação de
Procedimento for realizada de acordo com 10.6.3.

34
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD CLÁUSULA 7. PRÉ-QUALIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS DE SOLDAGEM -
DETALHES DO PROJETO DE JUNTAS

Tabela 7.4
Legenda para as Figuras 7.1A-T.1L e 7.2A-7.2K
Símbolos para Tipos de Juntas Processos de Soldagem
B – junta de topo SMAW - soldagem com proteção
C – junta de canto GMAW – soldagem com proteção gasosa
T – junta em "T" FCAW – soldagem fluxada
BC – junta de topo ou de canto SAW – junta arco-submersa
TC – junta em ―T‖ ou de canto
BTC – junta de topo, em ―T‖ ou de canto Posições de Soldagem
F - plana
Símbolos para a Espessura e Penetração do Base H — horizontal
metálica
P — PJP V — vertical
L – espessura limitada - CJP OH - elevada
U – espessura ilimitada - CJP
Dimensões
Símbolo para os Tipos de Soldas R – ―Abertura da Raiz‖
1 -chanfro reto α, β - Ângulos de Chanfro
2 -chanfro em ―V‖ simples f – Face da Raiz
3 -chanfro em ―V‖ duplo r – Raio da Chanfro ―J‖ ou ―U‖
4– chanfro com bisel simples D, D1, D2 – Soldagem de chanfro PJP
5– chanfro com bisel duplo Profundidade da Chanfro
6– chanfro em ―U‖ simples S, S1, S2 – Soldagem de chanfro PJP
7– chanfro em ―U‖ duplo
8– chanfro em "J‖ simples
9– chanfro em ―J‖ duplo
10– chanfro com bisel curvado
11– chanfro em ―V‖ curvado

Símbolos para os Processos de Soldagem, se não for Designação da Junta


SMAW
S— SAW
G — GMAW As letras minúsculas (p.ex.: f e r) são usadas para
F — FCAW diferenciarentre as juntas que, caso contrário, teriam a
mesma designação da junta.

Notas para as Figuras 7.1A-7.1L e 7.2A-7.2K


a
Não pré-qualifcada para soldagem gasosa empregando transferência com curto-circuito. " — ;/.
b
Goivar a raiz até chegar ao metal antes de soldar o segundo lado.
c
Lado mínimo da solda (S), como mostra a Tabela 5.1; S como especificado nos desenhos.
d
Se as soldas de filete forem usadas para reforçar as soldagens de chanfros nas juntas de canto e em ―Te‖, elas deverão ser, pelo menos, ¼ T1, mas não precisam exceder
3/8 pol [9,6 mm].
e
Soldagens de chanfros duplas poderão ter chanfros com profundidades diferentes, mas a profundidade da chanfro mais rasa não deverá ser menor do que um quarto da
espessura da parte mais delgada unida.
f
As soldagens de chanfros duplas poderão ter chanfros com profundidades diferentes, desde que estejam de acordo com as limitações da Nota E. Adicionalmente, o
tamanho da solda
(S), menos qualquer redução aplicar-se-á individualmente a cada chanfro.
g
A orientação dos dois peças nas juntas poderão variar de 135º a 180º, desde que a configuração básica da junta (ângulo da chanfro, face da raiz, abertura da raiz)
permaneça a mesma e que o tamanho da solda de projeto seja mantido.
h
Para as juntas de canto e em ―Te‖, a orientação das peças poderá ser alterada desde que o ângulo da chanfro seja mantido como especificado
i
A orientação das peças poderá ser alterada desde que as dimensões da chanfro permaneçam como especificado.
j
A orientação dos dois peças nas juntas poderá variar de 45º a 135º para as juntas de canto e de 45º a 90º para as juntas em ―Te‖, desde que a configuração básica da junta
(ângulo da chanfro, face da raiz, Abertura da raiz) permaneça a mesma e o tamanho da solda de projeto seja mantido.
k
As juntas de canto, a preparação externa da chanfro podem estar em um ou em ambos as peças, desde que a configuração básica da chanfro não seja alterada e seja
mantida a distância adequada da borda para suportar as operações de soldagem sem fusão excessiva da borda.
l
O tamanho da solda (S) deverá ser baseado nas juntas que forem soldadas rentes.
m
Para as soldagens de chanfros em ―Ve‖ curvadas e soldagens de chanfros chanfradas curvadas para seções tubulares retangulares, r deverá ser igual a duas vezes a
espessura da parede.
n
Para as soldagens de chanfros em ―Ve‖ curvadas para superfícies com diferentes raios, o menor r deverá ser usado.

35
CLÁUSULA 7. PRÉ-QUALIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS DE SOLDAGEM - AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD
DETALHES DO PROJETO DE JUNTAS

Consulte as observações na página 35


Soldagem de chanfro quadrada (1)
Junta de topo (B)
Canto Articulado (C)

Todas as dimensões: pol [mm]


Espessura do Base Preparação da Chanfro
metálica
(U = Ilimitada) Tolerâncias Posições Proteção
Processo de Designação Ti T2 Abertura de Como Como de Gasosa Notas
Soldagem da Junta Raiz. Detalhado Encaixe Soldagem para
veja 7.5.2) (veja 6.3) Permitidas FCAW

SMAW B-L1a 1/4 [6] max. — R= T1 +1/16, -0 [+2, +1/4,-1/16 Todas — g


-0] C+6,-2]
C-L1a 1/4 [6] max. U R = T1 +1/16, -0 [+2,- +1/4,-1/16 Todas – –
FCAW
0] [+6,-2]
GMAW
3/8 [10] max. — R = T1 +1/16,-0 [+2, - +1/4,-1/16 Todas Não a, g
B-L1a-GF 0] [+6,-2] Necessário

Soldagem de chanfro quadrada (1)


Junta de topo (B)

GOIVAGEM POSTERIOR
(EXCETO B-L1-S)

Todas as dimensões: pol [mm]


Espessura do Base Preparação da Chanfro
metálica
(U = Ilimitada) Tolerâncias . Posições Proteção
Processo Designação Abertura de Como Como de Gasosa Notas
de da Junta Raiz. Detalhado Encaixe Soldagem para
Soldagem veja 7.5.2) (veja 6.3) Permitidas FCAW
T1 T2
SMAW B-L1b 1/4 [6] max. — R= T1/2 +1/16, -0
+1/16, -1/8 Todas — b, g
[+2,-0]
[+2,-3]
GMAW B-L1b-GF 3/8 [10] max. — R = 0 to 1/8 [3] +1/16,-0
+1/16, -1/8 Todas Não a, b, g
FCAW B-L1 -S 3/8 [10] max. — R=0 [+2,-3]
[+2,-0] Necessário
+1/16, -0 F g
SAW ±0
[+2, -0]
SAW B-L1a-S 3/8 [10] max. — R=0 ±0 +1/16, -0 F — b, g
[+2,-0]
Figura 7.1A – Detalhes da Junta Soldada em Chanfro com Penetração total da Junta (CJP) Pré-qualificada

36
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 7 Especificações de Procedimentos de Soldagem Pré-qualificados - Detalhes do Projeto da Junta

Veja as Notas na Página 35


Solda com chanfro reto (1)
Junta em T
Junta de canto (C)
LINHA DE FILETE
DESEJADA
GOIVAGEM DE RAIZ

(Nota d)
Todas as dimensões:
pol. (mm)
Espessura do Base metálica Preparação da Chanfro
(U = Ilimitada) Tolerâncias
Conforme Conforme Posições de Proteção
Processo de Designação Abertura detalhado (veja encaixe Soldagem Gasosa para
Soldagem da Junta T1 T2 da Raiz. 7.5.2) (veja 6.3) Permitidas FCAW Notas
+1/16, -0 +1/16, -
SMAW TC-L1b 1/4 [6] max. U Todas b, d
[+2, -0] 1/8[+2, -3]
GMAW R = 0 a1/8 +1/16, -0 +1/16, - a, b,
TC-L1-GF 3/8 [10] max. U Todas Não Necessário
FCAW [3] [+2, -0] 1/8[+2, -3] d
+1/16, -0
SAW TC-L1S 3/8 [10] max. U R=0 ±0 F __ b, d
[+2, -0]

Solda em chanfro ―V‖ simples (2) Tolerâncias


Junta de topo (B) Conforme Conforme
detalhado (veja encaixe (veja
7.5.2) 6.3)
R = +1/1.6, -0 +1/4, -1/16
[+2,-0] [+6,-2]
a = +10°, -0° +10°, -5°

Todas as dimensões: pol. [mm]


Espessura do Base
metálica (U = Ilimitada) Preparação da Chanfro
Processo de Designação da Ângulo da Posições Proteção Gasosa
Soldagem Junta T1 T2 Abertura da Raiz. Chanfro Permitidas para FCAW Notas
R = 1/4 [6] α = 45° Todas —
SMAW B-U2a U R = 3/8 [10] α = 30° F, OH, V — g
R= 1/2 [13] α = 20° F, OH, V — g
R = 3/16 [5] α = 30° F, OH, V Necessária a, g
GMAW B-U2a-GF U R = 3/8 [10] α = 30° F, OH, V Não Necessária a, g
FCAW R = 1/4 [6] α = 45° F, OH, V Não Necessária a,g
SAW B-L2a-S 2 [51] max. — R = 1/4 [6] α = 30° F — g
SAW B-U2-S U — R = 5/8 [16] α = 20° F — g

Figura 7.1B – Detalhes da Junta Soldada em Chanfro com Penetração total da Junta (CJP) Pré-qualificada

37
CLÁUSULA 7 Especificações de Procedimentos de Soldagem Pré-qualificados - Detalhes do Projeto da Junta AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

Veja as Notas na Página 35


Solda em chanfro com bisel simples (2) Tolerâncias
Junta de canto (C) Conforme Conforme
detalhado (veja encaixe (veja
7.5.2) 6.3)
R =+1/16, -0 +1/4, -1/16
[+2, -0] t+6, -2]
a = +10°,-0° +10°,-5°

Todas as dimensões: pol. [mm]


Espessura do Base
metálica (U = Ilimitada) Preparação da Chanfro
Processo de Designação da Ângulo da Posições Proteção Gasosa
Soldagem Junta T1 T2 Abertura da Raiz. Chanfro Permitidas para FCAW Notas
R = 1/4 [6] α = 45° Todas — h
SMAW C-U2a U R = 3/8 [10] α = 30° F, OH, V — h
R= 1/2 [13] α = 20° F, OH, V — h
R = 3/16 [5] α = 30° F, OH, V Necessária a
GMAW C-U2a-GF U R = 3/8 [10] α = 30° F, OH, V Não Necessária a, h
FCAW R = 1/4 [6] α = 45° F, OH, V Não Necessária a, h
SAW C-L2a-S 2 [51] max. — R = 1/4 [6] α = 30° F — h
SAW C-U2-S U — R = 5/8 [16] α = 20° F — h

Figura 7.1C – Detalhes da Junta Soldada em Chanfro com Penetração total da Junta (CJP) Pré-qualificada

38
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 7 Especificações de Procedimentos de Soldagem Pré-qualificados - Detalhes do Projeto da Junta

Veja as Notas na Página 35


Solda em chanfro ―V‖ simples (2)
Junta de topo (B)

GOIVAGEM DE RAIZ

Todas as dimensões: pol. [mm]


Espessura do Base Preparação da Chanfro
metálica (U = Ilimitada) Tolerâncias
Abertura da Raiz
Conforme Como Posições de Proteção
Processo de Designação da Ângulo da Chanfro detalhado (veja colocada Soldagem Gasosa
Soldagem Junta T1 T2 da Face da Raiz 7.5.2) (veja 6.3) Permitidas para FCAW Notas
+1/16, -0 +1/16, -1/8
R = 0 a 1/8 [3]
[+2, -0] [+2, —3]
+1/16,—0 Todas b,g
SMAW B-U2 U — f = 0 a 1/8 [3] Não Limitado
+2, -0]
α = 60° +10°, -0° +10°,-5°
+1/16, -1/8
GMAW R = 0 a1/8 [3] +1/16,-0 [+2,-0]
[+2,-3]
FCAW Não
Todas a, b, g
B-U2-GF U — f = 0 a 1/8 [3] +1/16,-0 [+2,-0] Não Limitado Necessária
α =60° +10°, -0° +10°,-5°
R=0
De ½ a 1 [De
— f = 1/4 [6] max.
13 a 25]
+1/16,-0
α = 60° R = ±0
[+2,-0]
R=0
A partir de 1 a 1 F b,g
½ [A partir de 25 — f = 1/2 [13] max.
SAW B-L2C-S a 30] incl. f = +0, -f ±1/16 [±2]
α= 60°
R=0
A partir de 1 ½ a
2 [A partir de 38 — F = 5/8 [16] Max. a = +10°, -0° +10°, --5°
a 51]
A = 60°

Figura 7.1C (Continuação) – Detalhes da Junta Soldada em Chanfro com Penetração total da Junta (CJP) Pré-
qualificada

39
CLÁUSULA 7 Especificações de Procedimentos de Soldagem Pré-qualificados - Detalhes do Projeto da Junta AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

Veja as Notas na Página 35


Solda em chanfro com bisel simples (2)
Junta de canto (C)

GOIVAGEM DE RAIZ

(Nota d)

Todas as dimensões: pol. [mm]


Espessura do Base Preparação da Chanfro
metálica (U = Ilimitada) Tolerâncias
Abertura da Raiz
Conforme Como Posições de Proteção
Processo de Designação da Ângulo da Chanfro detalhado (veja colocada Soldagem Gasosa
Soldagem Junta T1 T2 da Face da Raiz 7.5.2) (veja 6.3) Permitidas para FCAW Notas
+1/16, -0 +1/16,--1/8
R = 0 a 1/8 [3]
[+2, —0] [+2,-3]
+1/16,-0 [+2,- Não
SMAW C-U2 U U R = 0 a 1/8 [3] Todas --- b,d,i
03 Limitado
α = 60° +10°, -0° +10°, -5°
+1/16, -0 +1/16, -1/8
R = 0 a 1/8 [3]
GMAW [+2,-0] [+2,-3]
FCAW Não
+1/16,-0 Não Todas a, b, d, j
C-U2-GF U U R = 0 a 1/8 [3] Necessária
[+2, -0] Limitado
α = 60° +10°, -0° +10°, -5°
+1/16, -0
R = 0 a 1/8 [3] ±Q
SAW C-U2b-S 1 [25] max. U [+2,-0]
F ---- b, d, j
f = 1/4 [6] max. +0, -1/4 I-6J ±1/16 [±2]
α = 60― +10°, -0° +10°,-5°

Figura 7.1D – Detalhes da Junta Soldada em Chanfro com Penetração total da Junta (CJP) Pré-qualificada

40
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 7 Especificações de Procedimentos de Soldagem Pré-qualificados - Detalhes do Projeto da Junta

Veja as Notas na Página 35


Solda em chanfro com bisel simples (2) Tolerâncias
Junta de canto (C) Conforme Conforme
detalhado (veja encaixe (veja
GOIVAGEM DE 7.5.2) 6.3)
RAIZ R = ±0 ' +1/4, -0 ‗ [+6.-
f = +1/16, -0 0]
[+2,-0] ±1/16 [±2]
a=+10°,~0° +10°,-5°
+1/16,-0
SAW ±0
espaçad [+2, -0]
or +1/8, -0
SMAW ±0
[+3, -0]

Todas as dimensões: pol. [mm]

Espessura do Base
metálica (U =
Preparação da Chanfro Posições de Proteção
Ilimitada)
Processo de Designação Ângulo da Soldagem Gasosa para
Soldagem da Junta T1 T2 Abertura da Raiz. Face da Raiz Chanfro Permitidas FCAW Notas

R = 1/4 [6] f=. 0 a 1/8 [3] 6£¥?45° Todas


SMAW B-U3a U — R= 3/8 [10] f = 0 to 1/8 [3] a = 30° F, OH, V — b.e.g
Espaçador =
1/8 [3] xR U R= 1/2 [13] R = 0 a 1/8 [3] a = 20° F, OH, V

GMAW R= 1/4 [6] R = 0 a 1/8 [3] a = 45° Todas


FCAW B-U3a-GF U — R= 3/8 [10] f = 0 a 1/8 [3] a = 30° F, OH, V — b, e, g
Espaçador =
1/8 [3] x R R= 1/2 [13] f = 0 a 1/8 [3] a = 20° F, OH, V
U
SAW B-U3a-S Espaçadores = — R= 5/8 [16] f = 0 a 1/4 [6] a = 20° F — b, e, g
¼ [6] x R

Figura 7.1D (Continuação) – Detalhes da Junta Soldada em Chanfro com Penetração total da Junta (CJP) Pré-
qualificada

41
CLÁUSULA 7 Especificações de Procedimentos de Soldagem Pré-qualificados - Detalhes do Projeto da Junta AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

Veja as Notas na Página 35


Solda em chanfro ―V‖ dupla (3) Apenas para B-U3c-S
Junta de topo (B) T1 D1
Over to
GOIVAGEM DE 2 [50] 2-1/2[60] 1-3/8[35]
RAIZ 2-1/2[60] 3[80] 1-3/4[45]
3[80] 3-5/8[90] 2-1/8[55]
3-5/8[90] 4[100] 2-3/8[60]
4[100] 4-3/4[120] 2-3/4[70]
4-3/4 [120] 5-1/2[140] 3-1/4[80]
5-1/2 [140] 6-1/4[160] 3-34[95]
Para T1 >6-1/4 [160] ou T1 2 [50]
D1 = 2/3 (T1 – ¼[6])

Todas as dimensões: pol. [mm]


Preparação da Chanfro
Espessura do Base metálica
Tolerâncias
(U = Ilimitada) Abertura da Raiz
Processo Designação Ti T2 Face da Raiz Conforme Conforme encaixe Posições de Proteção
de da Junta Ângulo da Chanfro Soldagem Gasosa para
detalhado (veja (veja 6.3)
Soldagem Permitidas FCAW Notas
7.5.2)
+1/16,-0 +1/16, —1/8
R = 0 a 1/8 [3]
[+2,-0] {+2, ~3)
SMAW B-U3b Todas : d, 0, h, j
U— —
f = 0 a 1/8 [3] +1/16,-0 [+2,-0] Não limitado.

α= = 601* +10°,-0C +10a, -5°


GMAW +1/16, -0 +1/16, -1/8
FCAW R = 0 a 1/8 [3]
[+2, -0] {+2, -3] Não
B-U3-GF Todas Necessária a, d, h, j
U—
f = 0 to 1/8 [3] +1/16,-0 [+2,-0] Não limitado.

α= = 60° +10°,-0° +10°, -5°


+1/16, -0 +1/16,-0
R=0
[+2, —0] [+2, -0]
SAW B-U3c-S U—
f = 1/4 (6] mih.
+1/4, —0
+1/4, -0 [+6, —0]
F —- d, h, ]
r+e.-oi
α= = 60° +10°, -0° +10%-5°
Para encontrar D, consulte a tabela = Ti-(D1+f)
acima: D2
Fonte: Adaptado de AWS D1.1/D1.1M:2010, Código de Soldagem Estrutural - Aço, Figura 3.4, American Welding Society.

Figura 7.1D (Continuação) – Detalhes da Junta Soldada em Chanfro com Penetração total da Junta
(CJP) Pré-qualificada

42
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 7 Especificações de Procedimentos de Soldagem Pré-qualificados - Detalhes do Projeto da Junta

Veja as Notas na Página 35


Solda em chanfro com bisel simples (4) Tolerâncias
Junta de topo (B) Conforme detalhado Conforme encaixe
Todas as dimensões: pol. [mm] (veja 7.5.2) (veja 6.3)

R = +1/16, -0 +1/4, -1/16


[+2, -0] [+6,-2]
a = +10°-0° +10°, -5°

Todas as dimensões: pol. [mm]


Espessura do Base metálica Preparação da Chanfro Posições Proteção
Permitidas
(U = Ilimitada) Gasosa para
FCAW
Processo de Designação da Ti T2 Abertura da Raiz. Ângulo da Chanfro Notas
Soldagem Junta
SMAW B-U4a U — R = 1/4 [6] α = 45° Todas — g
R = 3/8 [10] ex = 30° Todas — g
R = 3/16 [5] α = 30° Todas Necessária a.g
GMAW B-U4a-GF Não
FCAW
U — R = 1 /4 [6] α = 45° Todas
Necessária
a,g

R = 3/8[10] α = 30° F Não a, g


Necessária

Solda em chanfro com bisel simples (4) Tolerâncias


Junta em T Conforme detalhado Conforme encaixe
Junta de canto (C) (veja 7.5.2) (veja 6.3)

R = +1/16, -0 +1/4, -1/16


[+2, -0] [+6,-2]
a = +10°-0° +10°, -5°
(Nota I)

(Nota d)

Todas as dimensões: pol. [mm]

Espessura do Base metálica Preparação da Chanfro Posições Proteção


Permitidas
(U = Ilimitada) Gasosa para
Processo de Designação da FCAW
Abertura da Raiz. Ângulo da Chanfro Notas
Soldagem Junta Ti T2

SMAW TC-U4a U U R = 1/4 [6] α= 45° Todas — d,h,k


R = 3/8 [10] α = 30° F, OH, V — d, h, k
R = 3/16 [5] α = 30° Todas Necessária a, d, h, k
GMAW TC-U4a-GF U U Todas Não
FCAW R = 1/4 [6] α= 45° Necessária a, d, h, k
F Não
R = 3/8 [10] α = 30° Necessária
a, d, h, k
SAW TC-U4a-S U U R = 1/4 [6] α= 45° F
R = 3/8 [10] α=30°

Figura 7.1E - Detalhes da Junta Soldada em Chanfro com Penetração total da Junta (CJP) Pré-qualificada

43
CLÁUSULA 7 Especificações de Procedimentos de Soldagem Pré-qualificados - Detalhes do Projeto da Junta AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

Veja as Notas na Página 35


Solda em chanfro com bisel simples (4)
Junta de topo (B)

GOIVAGEM DE
RAIZ

Todas as dimensões: pol. [mm]


Preparação da Chanfro
Espessura do Base metálica
(U = Ilimitada) Abertura da Raiz. Tolerâncias Posições de Proteção
Ângulo da Soldagem Gasosa para
Designação da Conforme Conforme Permitidas FCAW Notas
Processo de Chanfro da
Junta Ti T2
Soldagem Face da Raiz detalhado (veja encaixe (veja
7.5.2) 6.3)
R = 0 a 1/8 [3] +1/16, -0 [+2, ~0] +1/16, -1/8
[+2, -3]
B-U4b U— f = 0 a 1/8 [3] +1/16*-0 Todas —
b,g :■
SMAW Não Limitado
[+2, -0]
α = 45° +10% "0° 10°,-5C
R = 0 a 1/8 [3] +1/16, -0 +1/16, -1/8
GMAW [+2, -0] [+2, -3] Não
FCAW B-U4b-GF U— f = 0 to 1/8 [3] +1/16,-0 Todas Necessária a, b, g
Não Limitado
[+2, -0]
α = 45° +10°, -0° 10°,-5°

Figura 7.1F – Detalhes da Junta Soldada em Chanfro com Penetração total da Junta (CJP) Pré-qualificada

44
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 7 Especificações de Procedimentos de Soldagem Pré-qualificados - Detalhes do Projeto da Junta

Veja as Notas na Página 35


Solda em chanfro com bisel simples (4)
Junta em T
Junta de canto (C)

GOIVAGEM DE
RAIZ

(Nota l)

(Nota d)

Todas as dimensões: pol. [mm]

Preparação da Chanfro
Espessura do Base metálica

(U = Ilimitada) Tolerâncias
Abertura da Raiz.

Processo Ângulo da Chanfro Conforme detalhado Conforme Posições de Proteção


de Designação da encaixe (veja Soldagem Gasosa para
Soldagem Junta Ti T2 da Face da Raiz (veja 7.5.2) Permitidas FCAW Notas
6.3)
+1/16, "0 +1/16,-1/8
R = 0 a 1/8 [3]
[+2,-0] [+2, -3]
SMAW TC-U4b U U +1/16, -0 Todas — b, d, j, k
f = 0 a 1/8 [3] [+2, -0] Não Limitado

α = 45° +10°,-0° 10º, -5º


+1/16,-0 +1/16, -1/8
R = 0 a 1/8 [3]
[+2,-0] [+2,-3]
GMAW Não
FCAW TC-U4b-GF U U Todas Necessária a, b, d, j, k
+1/16, -0
f = 0 to 1/8 [3] Não Limitado
[+2, -0]
α= 45° +10°, -0° 10°, -5°
±0 +1/4, -0
R=0
[+6.-0]
SAW TC-U4b-S U U +0, -1/8 ±1/16 [±2] F — b, d, j, k i
f = 1/8 [3] max. [+0, -3]]

α = 60° +10°, -0° 10º, -5º

Figura 7.1F (Continuação) – Detalhes da Junta Soldada em Chanfro com Penetração total da Junta (CJP) Pré-
qualificada

45
CLÁUSULA 7 Especificações de Procedimentos de Soldagem Pré-qualificados - Detalhes do Projeto da Junta AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

Veja as Notas na Página 35


Solda em chanfro com bisel duplo (5) Tolerâncias
Junta de topo (B)
Conforme detalhado Conforme
Junta em "Te" (T) encaixe
Junta de canto (C) (veja 7.5.2) (Veja 6.3)
R = ±0 +1/4, -0
[+6,-0]
f = +1/16,-0
±1/16 [±2]
GOIVAGEM [+2,-0]
POSTERIOR α = +10t,-0° +10°, -5°
+1/16, -0 +1/8, -0
Espaçador
[+2,-0] [+3,-0]

(Nota d) (Nota l)

Todas as dimensões: pol. [mm]

Espessura do Base Preparação da Chanfro


metálica (U = Ilimitada)
Posições de Proteção
Processo de Designação Ângulo da
Soldagem da Junta T1 T2 Chanfro Soldagem Gasosa para Notas
Abertura da Raiz. Face da Raiz
Permitidas FCAW
U
Preferencialmente 5/8
B-U5b R = 1/4 [6] f = 0 a 1/8 [3] α= 45° Todas — ft. e, g
ou Espaçador mais
Espesso = 1/8 [3] x R
U
SMAW
Preferencialmente 5/8 —
ou Espaçador mais R = 1/4 [6] R = 3/8 f = 0 a 1/8 [3] α= 45° Todas, b, d, e, j, k
TC-U5a
Espesso = 1/8 [3] x R b, d, e, j, k

[10] f = 0 a 1/8 [3] α = 30° F, OH

U —
Preferencialmente 5/8
B-U5b-GF R = 1/4 [6] R = 0 a 1/8 [3] α= 45° Todas — b, e, g
ou Espaçador mais
Espesso = 1/8 [3] x R

GMAW
R = 1/4 [6] f = 0 a 1/8 [3] α= 45° Todas — b, e, g, j, k

TC-U5a-GF U
Preferencialmente 5/8
R = 3/8 [10] f = 0 a 1/8 [3] α = 30° F, OH — b, e, g, j, k
ou Espaçador mais
Espesso = 1/8 [3] x R

Figura 7.1G– Detalhes da Junta Soldada em Chanfro com Penetração total da Junta (CJP) Pré-qualificada

46
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 7 Especificações de Procedimentos de Soldagem Pré-qualificados - Detalhes do Projeto da Junta

Veja as Notas na Página 35


Solda em chanfro ―U‖ simples (6) Tolerâncias
Junta de topo (B)
Conforme detalhado Conforme encaixe
(veja 7.5.2) (veja 6.3)
R = +1/16, -0 +1/16.-1/8 -I
GOIVAGEM DE GOIVAGEM DE [+2, -0] [+2, -3]
RAIZ RAIZ
α = +10°, -0° +10°, -5°
f = ±1/16 [±2] Não Limitado
r = +1/8, -0 +1/8, -0
[+3, -0] [+3, -0]

(Nota d)

Todas as dimensões: pol. [mm]

Espessura do Base metálica Preparação da Chanfro


(U = Ilimitada)

Processo de Designação da Posições de Proteção


Abertura Ângulo da Face da Raio da Soldagem Gasosa para
Soldagem Junta Ti T2
da Raiz. Chanfro Raiz Chanfro
Permitidas FCAW Notas
R = 0 a 1/8 [3] α = 45° f = 1/8 [3] r- 1/4 [6} Todas __ b, g .f
B-U6 U U
SMAW R = 0 a 1/8 [3] α = 20* {* 1/8 [3] r=*1/4f6J — b,g
C-U6 R = 0 a 1/8 [3] α =45° f = 1/8 [3] r = 1/4 [6] Todas — b, d, J
U U
R = 0 a 1/8 [3] α =- 20° f = 1/8 [3] F, OH — b, d, j
GMAW Não
B-U6-GF U U R = 0 a 1/8 [3] α = 20° f = 1/8 [3] r = 1/4 [6] Todas
Necessária
b, d, j

FCAW Não
C-U6-GF U U R = 0 a 1/8 [3] α = 20° f = 1/8 [3] r = 1/4 [6] Todas
Necessária
a, b, d, j

Veja as Notas na Página 35


Solda em chanfro ―U‖ dupla (7) Tolerâncias
Junta de topo (B)
Conforme detalhado Conforme encaixe
(veja 7.5.2) (veja 6.3)
GOIVAGEM DE RAIZ
Para B-U7 e B-U7-GF
R = +1/16, -0 +1/16.-1/8 -I
[+2, -0] [+2, -3]
a = +10°, -0° +10°, -5°
f = ±1/16, -0 Não Limitado
r = +1/4, -0
+1/16 [+2]
[+6, -0]
Para B-U7-S
R = +0 +1/16.-1/8 -I
α = +10°, -0° [+2, -0]
f=+0, - 1/4 +10°, -5°
r = ±1/4, -0 +1/16 [+2]
[+6, -0] +1/16

Todas as dimensões: pol. [mm]


Espessura do Base metálica
Preparação da Chanfro
(U = Ilimitada)
Processo de Designação Abertura da Ângulo da Face da Raio da Posições de Proteção para
T, T2 Notas
Soldagem da Junta Raiz. Chanfro Raiz Chanfro Soldagem FCAW
R = 0 a 1/8 [3] α = 45° f = 1/8 [3] r = 1/4 [6] Todas
SMAW B-U7 U α = b, e, g
R = 0 a 1/8 [3] f = 1/8 [3] r= 1/4 [6] F, OH
20°
GMAW Não
B-U7-GF U —R = 0 a 1/8 [3] α = 20° f = 1/8 [3] r = 1/4 [6] Todas
Necessária
a, b, e, g
FCAW
SAW B-U7-S U — R=0 α = 20° f -1/4 [6] max. r = 1/4 [6] F — b, e, g

Figura 7.1H – Detalhes da Junta Soldada em Chanfro com Penetração total da Junta (CJP) Pré-qualificada

47
CLÁUSULA 7 Especificações de Procedimentos de Soldagem Pré-qualificados - Detalhes do Projeto da Junta AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

Veja as Notas na Página 35


Solda em chanfro ―J‖ simples (8) Tolerâncias
Junta de topo (B)
Conforme detalhado Conforme encaixe
(veja 7.5.2) (veja 6.3)
R = +1/16, -0 +1/16.-1/8 -I
[+2, -0] [+2, -3]
α = +10°, -0° +10°, -5°
f = ±1/16 -0º Não Limitado
[+2, -0]
r = +1/4, -0 +1/16, [+2]
[+6, -0]

GOIVAGEM DE RAIZ

Todas as dimensões: pol. [mm]


Espessura do Base metálica
(U = Ilimitada) Preparação da Chanfro
Processo de Designação da Posições de Proteção
Abertura Ângulo da Face da Raio da Soldagem Gasosa para
Soldagem Junta Ti T2
da Raiz. Chanfro Raiz Chanfro
Permitidas FCAW Notas
R = 0 a 1/8 [3] A= 45° f = 1/8 [3] r- 3/8 [10} Todas __ b,
SMAW B-LT8 U —

GMAW R = 0 a 1/8 [3] A = 30° f = 1/8 [3] r = 3/8 [10] Todas Não Necessária ab
FCAW B-U8-GF U —

Figura 7.1I – Detalhes da Junta Soldada em Chanfro com Penetração total da Junta (CJP) Pré-qualificada

Solda em chanfro ―J‖ simples (8) Tolerâncias


Junta de topo (B)
Junta de canto (C) Conforme detalhado Conforme encaixe
(veja 7.5.2) (veja 6.3)
R = +1/16, -0 +1/16.-1/8
[+2, -0] [+2, -3]
a = +10°, -0° +10°, -5°
GOIVAGEM DE RAIZ f = ±1/16 -0º
Não Limitado
[+2, -0]
r = +1/4, -0 +1/8, [+2]
[+6, -0]
(Nota l)

(Nota d)

Todas as dimensões: pol. [mm]

Espessura do Base
metálica
(U = Ilimitada) Preparação da Chanfro
Processo Posições de Proteção
de Designação da Ângulo da Raio da Soldagem Gasosa para
Soldagem Junta Ti T3 Abertura da Raiz. Chanfro Face da Raiz Chanfro Permitidas FCAW Notas
R = 0 a 1/8 [3] α = 45° f =*1/8[3] r r = 3/8 [10] All b, d, j, k
SMAW TC U8a U U R = 0 a 1/8 [3] α = 30° f = 1/8 [3] r r = 3/8 [10] F, OH Não
Necessária a, b, d, j,k
GMAW TC-U8a-GF U U R = 0 a 1/8 [3] α = 30° f = 1/8 [3] r r = 3/8 [10] Todas
FCAW

Figura 7.1I – Detalhes da Junta Soldada em Chanfro com Penetração total da Junta (CJP) Pré-qualificada

48
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 7 Especificações de Procedimentos de Soldagem Pré-qualificados - Detalhes do Projeto da Junta

Veja as Notas na Página 35


Solda em chanfro ―J‖ simples (8) Tolerâncias
Junta de topo (B)
Junta de canto (C) Conforme detalhado Conforme encaixe
(veja 7.5.2) (veja 6.3)
R = +1/16, -0 +1/16.-1/8 -I
[+2, -0] [+2, -3]
GOIVAGEM DE RAIZ α = +10°, -0° +10°, -5°
f = ±1/16 -0º Não Limitado
[+2, -0]
(Nota l) r = +1/8, -0 +1/16, [+2]
[+3, -0]

(Nota d)

Todas as dimensões: pol. [mm]


Espessura do Base
metálica
(U = Ilimitada) Preparação da Chanfro
Processo Designação Ângulo Posições de Proteção
de da Junta Abertura da Face da Raio da Soldagem Gasosa para
Ti T2 da Raiz. Raiz Chanfro
Soldagem Chanfro Permitidas FCAW Notas
R = 0 a 1/8 [3] α = 45° f = 1/8 [3] r- 3/8 [10} Todas __ b,d,j,k
SMAW TC-U9a U U
R = 0 a 1/8 [3] α = 30° f = 1/8 [3] r- 3/8 [10}
GMAW Não
R = 0 a 1/8 [3] α = 30° f = 1/8 [3] r = 3/8 [10] Todas a b,d,j,k
TC-U9a -GF U U Necessária
FCAW

Figura 7.1 J – Detalhes da Junta Soldada em Chanfro com Penetração total da Junta (CJP) Pré-qualificada

Solda em chanfro ―J‖ dupla (9) Tolerâncias


Junta de topo (B)
Todas as dimensões: pol. [mm] Conforme detalhado Conforme encaixe
(veja 7.5.2) (veja 6.3)
R = +1/16, -0 +1/16.-1/8
[+2, -0] [+2, -3]
α = +10°, -0° +10°, -5°
f = ±1/16 -0º
Não Limitado
[+2, -0]
r = +1/8, -0 +1/6, [+2]
[+3, -0]

GOIVAGEM DE RAIZ

Todas as dimensões: pol. [mm]

Espessura do Base
metálica
(U = Ilimitada) Preparação da Chanfro
Processo Posições de Proteção
de Designação da Ângulo da Raio da Soldagem Gasosa para
Soldagem Junta Ti T3 Abertura da Raiz. Chanfro Face da Raiz Chanfro Permitidas FCAW Notas

SMAW B-U9 U — R = 0 a 1/8 [3] α = 45° f = 1/8 [3] r = 1/8 [3] Todas — b, d, j, k
Não
GMAW B-U9-GF U — R = 0 a 1/8 [3] α = 30° f = 1/8 [3] r = 1/8 [3] Todas Necessária a, b, d, j,k
FCAW

Figura 7.1K – Detalhes da Junta Soldada em Chanfro com Penetração total da Junta (CJP) Pré-qualificada

49
CLÁUSULA 7 Especificações de Procedimentos de Soldagem Pré-qualificados - Detalhes do Projeto da Junta AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

Veja as Notas na Página 35


Solda em chanfro ―J‖ dupla (9)
Junta em T

GOIVAGEM DE RAIZ

Todas as dimensões: pol. [mm]

Espessura do Base metálica


Tolerâncias
(U = Ilimitada)
- Abertura da Raiz Conforme . Posições de Proteção
Processo de Designação da Ângulo da Chanfro detalhado (veja Conforme Soldagem Gasosa para
Soldagem Junta T1 T2 da Face da Raiz 7.5.2) encaixe (veja 6.3) Permitidas FCAW Notas
+1/16, -0 +1/16, -1/8
R = 0 a 1/8 [3]
[+2,-0] [+2,-3]

+1/16, -0
SMAW B-U5a U — f = 0 a 1/8 [3] Não Limitado Todas — b, e, g
[+2,-0]

α= 45o
β = 0o a 15o α + α+
+1/16, -0 +1/16, -1/8
R = 0 a 1/8 [3]
[+2, -0] [+2, -3]

GMAW +1/16, -0 Não


B-U5-GF U — f = 0 a 1/8 [3] Não Limitado Todas a, b, e, g
FCAW [+2, -0] Necessária

α= 45o α+β= α+β=


β = 0o a 15o +10°,-0° +10°, -5°

Figura 7.1L – Detalhes da Junta Soldada em Chanfro com Penetração total da Junta (CJP) Pré-qualificada

50
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 7 Especificações de Procedimentos de Soldagem Pré-qualificados - Detalhes do Projeto da Junta

Veja as Notas na Página 35


Solda em chanfro com bisel duplo (5)
Junta em T
Junta de canto (C)

GOIVAGEM DE RAIZ

(Nota l)

(Nota d)

Todas as dimensões: pol. [mm]


Preparação da Chanfro

Espessura do Base metálica


(U = Ilimitada)
Tolerâncias
Abertura da Raiz Conforme Posições de Proteção
Processo de Designação da Ângulo da Chanfro da detalhado (veja Conforme encaixe Soldagem Gasosa para
Soldagem Junta T1 T2 Face da Raiz 7.5.2) (veja 6.3) Permitidas FCAW Notes
R = 0 a 1/8 [3] +1/16, -0 [+2, -0] +1/16, ~1/8 [+2, - b. d, e, j, k
3}
f = 0 a 1/8 [3] +1/16, ~0 [+2,-0] Não Limitado Todas . ;
SMAW TC-U5b U U
α = 45° +10°,-0° +10°, -5°
R = 0 a 1/8 [3] +1/16, -0 [+2,-0], +1/16, -1/8 [+2, -3] Não a, b, d, e, j,k
Necessária
f = 0 a 1/8 [3] +1/16, -0 [+2, -0] Não Limitado Todas
GMAW
FCAW TC-U5-GF U U
α= 45° +10°,-0° +10°, -5°
R=0 ±0 +1/16, -0 b, d,e, j, k
[+2, -0]
f = 3/16 [5] max. +0, -3/16 [+0, -5] ±1/16 [±2] F ■.
SAW TC-U5-S U U
α= 60° +10°, -0° +10°, -5°

Figura 7.1L (Continuação) – Detalhes da Junta Soldada em Chanfro com Penetração total da Junta (CJP) Pré-
qualificada

51
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Veja as Notas na Página 35


Solda em chanfro reto (1)
Junta de topo (B)

REFORÇO 1/32 pol. A 1/8 pol.


[1 mm A 8 mm], SEM TOLERÂNCIA

Todas as dimensões: pol. [mm]


Espessura do Base Preparação da Chanfro
metálica Tolerâncias
(U = Ilimitada)

Processo de Designação Conforme Conforme Posições de


Soldagem da Junta Ti T2 detalhado (veja encaixe (veja Soldagem Tamanho da Notas
Abertura da Raiz. 7.6.2) 6.3) Permitidas Solda(S)
B-P1 a 1/8 [3] max. — R = 0 a 1/16 [2] +1/16,-0 ±1/16 [±2] TH/32 [1]
Todas
[+2.-0]
SMAW
B-P1c 1/4 [6] max. — R = Ti min. +1/16,-0 ±1/16 [±2]
Todas
2 [+2,-0]
GMAW B-P1A-GF 1/8 [3] max. — R = 0 a 1/16 [2] +1/16,-0 ±1/16 [±2] TH/32 [1]
Todas
[+2,-0]
FCAW B-P1C-GF 1/8 [3] max. — R = Ti min. +1/16, -0 ±1/16 [±2] T1
Todas
2 [+2, -0] 2

Solda em chanfro reto (1)


Junta de topo (B)

S1 + S2 N”AO DEVERÁ EXCEDER 3T1/4


Todas as dimensões: pol. [mm]

Todas as dimensões: pol. [mm]

Espessura do Base Preparação da Chanfro


metálica
Tolerâncias Posições
(U = Ilimitada)
de
Processo Designação Ti T2 Abertura da Conforme Conforme Tamanho da Solda
Soldagem
de da Junta Raiz. detalhado encaixe (S) Notas
Permitidas
Soldagem (veja 7.6.2) (veja 6.3)
SMAW B-P1b 1/4 [6] max. — +1/16,-0 ±1/16 [±2] Todas 3T1
[+2,-0] 4

GMAW B-P1b-GF 1/4 [6] max. — +1/16, -0 ±1/16 [±2] Todas 3T1
FCAW [+2,-0]
4

Figura 7.2A – Detalhes da Junta Soldada em Chanfro com Penetração Parcial da Junta (PJP) Pré-qualificada

52
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 7 Especificações de Procedimentos de Soldagem Pré-qualificados - Detalhes do Projeto da Junta

Veja as Notas na Página 35


Solda em chanfro ―V‖ simples (2)
Junta de topo (B)
Junta de canto (C)

Todas as dimensões: pol. [mm]

Espessura do Base Preparação da Chanfro


metálica
(U = Ilimitada) Tolerâncias
Abertura da
Processo Designação Raiz Conforme Conforme Posições Tamanho Notas
de da Junta Ângulo do detalhado encaixe (veja de da Solda
Soldagem Chanfro da (veja 7.6.2) 6.3) Soldagem (S)
T1 T2 Face da Raiz Permitidas
+1/16, -0 . Todas D
R=0 ±0
[+2, -0]
f =1/8 [3] c, i
±1/16 [±2] ±1/16 [±2]
min.
SMAW BC-P2 1/4 [6] min. U = 60° . +10°,-0° +10*,-5°
+1/16,-0 Todas D-1/8 c, i
R=0 ±0
[+2,-0]
fj= 1/8 [3]
±1/16 [±2] ±1/16 [±2]
min.
 = 45° +10°,-0° +10°.-5°
+1/16, -0 Todas D a, i
R=0 ±0
[+2,-0]
f = 1/8 [3]
±1/16 [±2] ±1/16 [±2]
min.
GMAW BC-P2-GF 1/4 [6] min. U  = 60° +10°,-0° +10°,-5°
FCAW +1/16, -0 Todas D-1/8 [3] a, c, i
R=0 ±0
[+2,-0]
f = 1/8 [3]
±1/16 [±2] ±1/16 [±2]
min.
SAW BC-P2-S 7/16 [11] min. U +10°,-5° F D i
 = 45° +10°,-0°
+1/16, -0
R=0 ±0
[+2, -0]
f = 1/4[6] c, i
±1/16 [±2] ±1/16[±2]
min.
 = 60° +10°, -5° +10°, -5°

Figura 7.2B – Detalhes da Junta Soldada em Chanfro com Penetração Parcial da Junta (PJP) Pré-qualificada

53
CLÁUSULA 7 Especificações de Procedimentos de Soldagem Pré-qualificados - Detalhes do Projeto da Junta AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

Veja as Notas na Página 35


Solda em chanfro ―V‖ dupla (3)
Junta de topo (B)

Todas as dimensões: pol. [mm]

Preparação da Chanfro

Espessura do Base Tolerâncias Posições de


metálica Soldagem
Abertura da
(U = Ilimitada) Permitidas
Raiz
Processo Ângulo da Conforme Conforme Tamanho Notas
de Designação Chanfro da detalhado encaixe (veja da Solda
Soldagem da Junta T1 T2 Face da Raiz (veja 7.6.2) 6.3) (S)
R=0 ±0 +1/16,-0 [+2,- Todas D c, f, i
0]
f = 1/8 [3] min. ±1/16 [±2] ±1/16 [±2]
SMAW B-P3 1/2 [13] min. —  =60° +10°,-0° +10°,-5°
R=0 ±0 +1/16, —0 Todas D-1/8 c, f, i
[+2,-0] [3]
f = 1/8 [3] min. ±1/16 [±2] ±1/16 [±2]
 = 45° +10°, -0° +10°, -5°
R=0 ±0 +1/16, -0 Todas a, c, f, i
[+2,-0]
f = 1/8 [3] min. ±1/16 [±2] ±1/16 [±2] D
GMAW B-P3-GF 1/2 [13] min.  =60° +10°,-0° +10°, -5°
FCAW R=0 ±0 +1/16,-0 Todas D-1/8 a, c, f, i
[+2, ~0] [3]
f = 1/8 [3] min. ±1/16 [±2] ±1/16 [±2]
 = 45° +10°,-0° +10°, -5°
SAW B-P3-S 3/4 [19] min. — • R=0 ±0 +1/16,-0 [+2,-
0]
c, f, i ■ i
1=1/4 [6] min. ±1/16 [±2] ±1/16 [±2]
r D
=60° +10°, -5a +10°,-5°

Figura 7.2C – Detalhes da Junta Soldada em Chanfro com Penetração Parcial da Junta (PJP) Pré-qualificada

54
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 7 Especificações de Procedimentos de Soldagem Pré-qualificados - Detalhes do Projeto da Junta

Veja as Notas na Página 35


Solda em chanfro com bisel simples (4)
Junta de topo (B)
Junta em T
Junta de canto (C)

Todas as dimensões: pol. [mm]

Preparação da Chanfro
Espessura do Base
metálica (U = Ilimitada)
Tolerâncias
Abertura da Raiz
Ângulo da
Processo Chanfro da Face Conforme Conforme Posições de Tamanho
Designação
de T1 T2 da Raiz detalhado (veja encaixe (veja Soldagem da Solda Notas
da Junta
Soldagem 7.6.2) 6.3) Permitidas (S)

±1/16,-0
R=0 ±0
[+2,-0] Todas D c,i,k
f =t 1/8 [3] min. ±1/16 [±2} ±1/16 [±2]
 = 60° +10°, -0° +10°, -5°
SMAW BTC-P4 U U +1/16, -0
R=0 ±0
[+2, -0] Todas c, i, k
f = 1/8 [3] min. ±1/16 [±2] ±1/16 [±2] U—1/p |oj
 = 45° +10°, -0° +10°,-5°

±0 +1/16, -0
R=0
[+2, -0] Todas D a, c, i, k
f = 1/8 [3] min. ±1/16 [±2] ±1/16 [±2]

GMAW  = 60° +10°,-0° +10°,-5°


BTC-P4-GF 1/4 [6] min. U +1/16,-0
FCAW R=0 ±0 F, H D
[+2,-0] a, c, i, k
f= 1/8 [3] min. ±1/16 [±2] ±1/16 [±2]
V, OH D-1/8 [3]
 = 45° +10°,-0° +10°,-5°
+1/16, -0
R=0 ±0
[+2.-0]
7/16 [11]
SAW TC-P4-S U F -/D-' c, i, k
min. f= 1/4 [6] min. ±1/16 [±2] ±1/16[±2]
 =60° +10°,-5° +10°,-5°

Figura 7.2D – Detalhes da Junta Soldada em Chanfro com Penetração Parcial da Junta (PJP) Pré-qualificada

55
CLÁUSULA 7 Especificações de Procedimentos de Soldagem Pré-qualificados - Detalhes do Projeto da Junta AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

Veja as Notas na Página 35


Solda em chanfro ―U‖ simples (6)
Junta de topo (B)
Junta de canto (C)

Todas as dimensões: pol. [mm]

Espessura do Base Preparação da Chanfro Posições Tamanho da Solda


metálica Tolerâncias de (S) Notas
(U = Ilimitada) Soldagem
Permitida
s

Abertura da
Raiz.Face da
Raiz
Raio da
Processo Chanfro Conforme Conforme
de Designação Ângulo da detalhado encaixe (veja
Soldagem da Junta Ti T2 Chanfro (veja 7.6.2) 6.3)
R= 0 +1/16, -0 ±1/16 [±2]
[+2, -0]
SMAW BC-P6 1/4 [6] min. U f= 1/8 [3] min. -0 ±1/16 [±2] Todas D c
r = 1/4 [6] +1/4, -0 ±1/16 [±2]
[+6,-0]
 = 45° +10°, -0° +10°, -5° ■
R=0 +1/16, -0 ±1/16 [±2]
[+2, -0]
GMAW BC-P6-GF 1/4 [6] min. U f = 1/8 [3] min. -0 ±1/16 [±2] Todas D a, c
FCAW r = 1/4 [6] +1/4, -0 ±1/16 [±2]
[+6, -0]
 = 20° +10°,-0° +10°,-5°
R=0 ±0 +3/16, -0
f=1/8[3] min. -0 ±1/16 [±2]
SAW BC-P6-S 7/16[11] min. U r = 1/4 [6] +1/4, -0 ±1/16 [±2] F D c
[+6, -0]
 = 20° +10°, -0° +10°, -5°

Figura 7.2E – Detalhes da Junta Soldada em Chanfro com Penetração Parcial da Junta (PJP) Pré-qualificada

56
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 7 Especificações de Procedimentos de Soldagem Pré-qualificados - Detalhes do Projeto da Junta

Veja as Notas na Página 35


Solda em chanfro com bisel duplo (5)
Junta de topo (B)
Junta de canto (C)
Junta em T

(Nota l)

Todas as dimensões: pol. [mm]

Espessura do Base Preparação da Chanfro


metálica
Tolerâncias
(U = Ilimitada)
Conforme Conforme Posições de Tamanho
Processo de Designação da Abertura da detalhado encaixe Soldagem da Solda
Soldagem Junta T1 T2 Raiz. (veja 7.6.2) (veja 6.3) Permitidas (S) Notas
+1/16,-0
R=0 +0
[+2,-0]
f = 1/8 [3] min. ±1/16 [±2] ±1/16 [±2] Todas D c,f,l,k
SMAW BTC-P5 5/1618] min. U  = 60° +10*. -0° +10°,-5°
+1/16,-0
R=0 +0
[+2,-0 ]
f = 1/8 [3] min. ±1/16 [±2] ±1/16 [±2]. Todas D-1/8 [3] a,f,i,k
= 45° +10º,-0º +10º,-5º
+1/16, -0
R=0 +0
[+2,-0]
f = 1/8 [3] min. ±1/16 [±2] ±1/16 [±2].
GMAW
BTC-P5-GF 1/2 [13] min. U =60º +10º,-0º +10º, -5º Todas D
FCAW
A,c,f,I,k
+1/16, -0
R=0 +0 F,H D
[+2,-0]
f = 1/8 [3] min. ±1/16 [±2] ±1/16 [±2]. V, OH D-1/8[3]
= 45° +10º,-0º +10º,-5º
+1/16, -0
R=0 +0
[+2,-0]
SAW TC-P5-S 3/4 [19] min. U f = 1/4 [6] min. ±1/16 [±2] ±1/16 [±2]. F D c,f,i,k
=60º +10º,-0º +10º, -5º

Figura 7.2F – Detalhes da Junta Soldada em Chanfro com Penetração Parcial da Junta (PJP) Pré-qualificada

57
CLÁUSULA 7 Especificações de Procedimentos de Soldagem Pré-qualificados - Detalhes do Projeto da Junta AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

Veja as Notas na Página 35


Solda em chanfro ―U‖ simples (6)
Junta de topo (B)
Junta de canto (C)

Todas as dimensões: pol. [mm]

Espessura do Base Preparação da Chanfro


metálica
Tolerâncias
(U = Ilimitada)
Conforme Conforme Posições de Tamanho
Processo de Designação da Abertura da detalhado encaixe Soldagem da Solda
Soldagem Junta T1 T2 Raiz. (veja 7.6.2) (veja 6.3) Permitidas (S) Notas
+1/16,-0 +1/8, -1/16
R=0
[+2,-0] [+3,~2]
SMAW BC-P6 1/4 [6] min. U f= 1/8 [3] min. Ilimitado ±1/16 [±2] Todas D c,i
+1/4, —G
r=1/4[6] ±1/16 [±2]
1+6 , -0}
 = 45° +10°l-0° +10°,-^5°
+1/16, -0 +1/8, -1/16
R=0
[+2, -0] [+3, -2]
GMAW
BC-P6-GF 1/4 [6] min. U f = 1/8 [3] min. Ilimitado ±1/16 [±2] Todas D a,c,i
FCAW
+1/4, -0
r = 1/4 [6] ±1/16 [±2]
[+6, -0]
 =20° +10°, -0° +10°, -5°
+1/16, -0
R =0 ±0
[+2, —0]
SAW 8C-P6-S 7/16 {11} min. U f = 1/813} min. Ilimitado ±1/16 [±2] F D i
+1/4, -0
r = 1/4 [6] ±1/16 [±2]
[+6,-0]
 = 20* +10°,-0° +10°,-5°

Figura 7.2G – Detalhes da Junta Soldada em Chanfro com Penetração Parcial da Junta (PJP) Pré-qualificada

58
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 7 Especificações de Procedimentos de Soldagem Pré-qualificados - Detalhes do Projeto da Junta

Veja as Notas na Página 35


Solda em chanfro ―U‖ dupla (7)
Junta de topo (B)

Todas as dimensões: pol. [mm]

Espessura do Base Preparação da Chanfro


metálica
Tolerâncias
(U = Ilimitada)
Conforme Conforme Posições de Tamanho
Processo de Designação da Abertura da detalhado encaixe Soldagem da Solda
Soldagem Junta T1 T2 Raiz. (veja 7.6.2) (veja 6.3) Permitidas (S) Notas
+1/16, - 0 +1/8, -1/16
R=0
[+2, ~0] [+3,-2]
SMAW B-P7 1/2 [13] min. — 1=1/8 [3] min. Ilimitado ±1/16 [±2] Todas D1 + D2 c,f,i
r = 1/4 [6] min. +1/4,-0 1+6,-0] ±1/16 [±2]
 = 45° +10°, -0° +10°, -5°
+1/16, -0 +1/8, -1/16
R=0
[+2, -0] [+3,-2]
GMAW B-P7-GF 1/2 [13] min. — f= 1/8 [3] min. Ilimitado ±1/16 [±2]
FCAW
+1/4, -0
r = 1/4 [6] ±1/16 [±2] Todas D1 + D2 a,c,f,i
[+6, -0]
+10°,-5°
= 20° +10°,-0°
+1/16, -0
R=o ±0 [+2,^0]
SAW R-P7^Q 3/4 [19] min. - — f = 1/4 [6] min. Ilimitado ±1/16 [±2J Todas D1 + D2 c,f,i
+1/4, -0
1/4 [6] ±1/16 [±2]
[+6,-0]
 = 20º +10°,-0º +10º,-5º

Figura 7.2H – Detalhes da Junta Soldada em Chanfro com Penetração Parcial da Junta (PJP) Pré-qualificada

59
CLÁUSULA 7 Especificações de Procedimentos de Soldagem Pré-qualificados - Detalhes do Projeto da Junta AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

Veja as Notas na Página 35


Solda em chanfro ―J‖ simples (8)
Junta de topo (B)
Junta de canto (C)

(Nota l)

Todas as dimensões: pol. [mm]

Espessura do Base Preparação da Chanfro


metálica
(U = Ilimitada) Abertura da Raiz. Tolerâncias
Face da Raiz
Processo Raio da Chanfro Conforme Conforme Posições de Tamanho
de Designação detalhado (veja encaixe Soldagem da Solda
Ângulo da
Soldagem da Junta Ti T2 7.6.2) (veja 6.3) Permitidas (S) Notas
Chanfro
+1/8, -1/16
R=0 +1/16,-0 [+2,-0]
[+3,~2]
SMAW TC-P8* 1/4 [6] min. U f = 1/8 [3] min. Não Limitado ±.1/16 [±2] Todas D c, i, k
r = 3/8 [10] +1/4, -0 [+6,-0] ±1/16 [±2]
ci— 45° +10°, -0° +10―,-5°
+1/8, -1/16
R=0 +1/16,-0 [+2, -0]
[+3, -2]
SMAW BC-P8** 1/4 [6] min. U f = 1/8 [3] min. Não Limitado ±1/16 [±2] Todas D c, i, k

+1/4, -0 [+6, -0]


r = 3/8 [10] ±1/16 [±2]
 = 30° +10°, -0° +10°,-5°
+1/16, —0 [+2,- +1/8, -1/16
R=0
0] [+3, -2]
GMAW TC-P8-GP 1/4 [6] min., U 1 = 1/8 [3] min. Não Limitado ±1/16 [±2] Todas D a, c, i, k
FCAW r = 3/8 [10] +1/4, -0 [+6,-0] ±1/16 [±2]
 = 45° +10°,-0° +10°, -5°
+1/8, -1/16
R=0 +1/16,-0 [+2,-0]
[+3,-2]
GMAW BC-P8-GF** 1/4 [6] min. U f = 1/8 [3] min. Não Limitado ±1/16 [±2] Todas D a, c, i, k
FCAW r = 3/8 [10] +1/4, -0 [+6, -0] ±1/16 [±2]
 = 30° +10°, -0° +10°,-5°
+1/16, -0 I
R=0 ±0
[+2,-0]
SAW TC-P8-S* 7/16 [11] min. U f = 1/4 [6} min. Não Limitado ±1/16 [±2] F D c, 1, k
+1/4, -0
r = 1/2 [13] ±1/161±2]
[+6, HO]
ot = 45° +10°,-0° +10°,-5°
+1/16, -0
R=0 ±0
[+2, -0]
SAW C-P8-S** 7/16 [11] min. U f = 1/4 [6] min. Não Limitado ±1/16 [±2] F D c, i, k
r = 1/2 [13] +1/4, -0 [+6, -0] ±1/16 [±21
 = 20° +10°,-0° +10°, -5°
* Aplica-se às juntas de cantos internos.
**Aplica-se às juntas de cantos externos.
Figura 7.2I – Detalhes da Junta Soldada em Chanfro com Penetração Parcial da Junta (PJP) Pré-qualificada

60
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 7 Especificações de Procedimentos de Soldagem Pré-qualificados - Detalhes do Projeto da Junta

Veja as Notas na Página 35


Solda em chanfro ―J‖ dupla (9)
Junta de topo (B)
Junta de canto (C)
Junta em T

(Nota l)

(Nota d)

Todas as dimensões: pol. [mm]

Espessura do Base Preparação da Chanfro


metálica Abertura da
(U = Ilimitada) Raiz. Tolerâncias Posições de
Face da Raiz Soldagem
Processo Raio da Chanfro Conforme Conforme Permitidas
Designação da Ângulo da Tamanho
de Ti Tg detalhado (veja encaixe (veja Notas
Junta Chanfro da Solda (S)
Soldagem 7.6.2) 6.3)
+1/16,-0 [+2, - +1/8, -1/16
R=0
0] [+3,-2]
f = 1/8 [3] min. —0 ±1/16 [±2]
SMAW BTC-P9* 1/2 [131 min. U Todas D-| + Dg c, f, i, k
r = 3/S [10] +1/4, ―0 [+6, -0] ±1/16 [±2]
 = 45° +10°, -0° +10°, -5°
+1/8, -1/16 [+3,
R=0 +1/16,-0 [+2,-0]
-2]
GMAW f = 1/8 [3] min. Não Limitado ±1/16 [±2j
BTC-P9-GF** 1/2 [13] min. U Todas D-| + D2 a, f, i, k
FCAW r = 3/8 [10] +1/4, -0 [+6, -0] ±1/16 [±2]

 = 30° +10°, -0° +10°,-5°


+1/16, -0 1+2,-
-A :v ±0 :
0]
f = 1/416] min. Não Limitado ±1/16 [±2] p
SAW C-P9-S* 3/4[19] min. U +1/4, -~0 [+6, - Di + Dz c, f, i, k
r = 1/2 [13] ±1/16 [±2]
0]
 = 45° +10°,-0° +10°,-5°
+1/16,-0 [+2, -
R=0 ±0
0]
f = 1/4 [6] min. Não Limitado ±1/16 [±2]
SAW C-P9-S** 3/4 [19] min. U F D! + D2 c, f, i, k
r = 1/2 [13] +1/4, -0 [+6, -0] ±1/16 [±2]
 = 20° +10°,-0° +10°, -5°
R=0 ±0 +1/16,-0 [+2,-0]

f = 1/4 [6] min. Não Limitado ±1/16 [±2] p


SAW T-P9-S 3/4 [19] min. U Di + Dg c, f, i . j
r = 1/2 [13] +1/4,-0 [+6,-0] ±1/16 [±2J

 = 45° +10°, -0° +10°, -5°


* Aplica-se às juntas de cantos internos.
**Aplica-se às juntas de cantos externos.

Figura 7.2J – Detalhes da Junta Soldada em Chanfro com Penetração Parcial da Junta (PJP) Pré-qualificada

61
CLÁUSULA 7 Especificações de Procedimentos de Soldagem Pré-qualificados - Detalhes do Projeto da Junta AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

Veja as Notas na Página 35


Solda em chanfro chanfrada curvada (10)
Junta de topo (B)
Junta em "Te" (T)
Junta de canto (C)

Todas as dimensões: pol. [mm]

Espessura do Base Preparação da Chanfro


metálica
Tolerâncias
(U = Ilimitada)
Conforme Conforme Posições de Tamanho
Processo de Designação da Abertura da detalhado encaixe (veja Soldagem da Solda
Soldagem Junta T1 T2 T3 Raiz. (veja 7.6.2) 6.3) Permitidas (S) Notas
+1/16, -0 +1/8, -1/16
R=0
[+2,-0] [+3,-2]
SMAW 3/16[5]
BTC-P10 U T1 min. f = 3/16 [5] min. +U, -0 +U,-1/16 [~2] Todas 5/16 r f,I,k
FCAW-S min.

r= min. +U, -0 +U, - 0


+1/16, -0 +1/8, -1/16
R=0
[+2,-0] [+3,-2]
GMAW BTC-P1D-GF 3/16 [5]
U T1 min. f = 3/16 [5] min. +U, -0 +U, -1/16 [-2] Todas 5/8 r a,f,I,k,l
FCAW-G min.

r= min. +U, -0 +U, - 0


+1/16, ~0
Rw0 ±0
[+2, -0]
B-P10-S 1/2 [13] 1/2
SAW U fs 1/2 [13] min. +U, -0 +U, -1/16 [-2] F 5/16 r f,I,k,l
min. min.

r= min. +U, -0 +U, - 0

Fonte: Adaptado de AWS D1.1/D1.1M:2006, Código de Soldagem Estrutural - Aço, Figura 3.3, American Welding Society.

Figura 7.2K – Detalhes da Junta Soldada em Chanfro com Penetração Parcial da Junta (PJP) Pré-qualificada

62
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 7 Especificações de Procedimentos de Soldagem Pré-qualificados - Detalhes do Projeto da Junta

Veja as Notas na Página 35


Solda em chanfro em ―V‖ curvada (11)
Junta de topo (B)

Todas as dimensões: pol. [mm]

Espessura do Base Preparação da Chanfro


metálica
(U = Ilimitada) Tolerâncias Posições de
Soldagem
Permitidas
Abertura da Raiz. Conforme Conforme
Processo de Designação da Face da Raiz detalhado encaixe (veja Tamanho da
Soldagem Junta Ti T2 Raio de Curvatura (veja 3.12.3) 3.12.3) Solda (S) Notas
SMAW +1/16, -0 +1/8,-1/16
FCAW-S R=G
[+2,-0] [+3,-2]
B-P11 min. T, min., f=3/t6:[5]min, +U, -0 +U, -1/16 [-2] Todas 5/8 r I, k, I, m

+U, —0 +U,~0
GMAW 3/16 [5] min. +1/16, -0 [+2, - +1/8, -1/16
FCAW-G R=0
0] [+3,-2]
B-P11-GF Ti min. f = 3/16 [5] min. +U.-0 +U, -1/16 [-2] Todas 3/4 r a, i, k, I,
m
+U,-0

+U, -0 +1/16, -

R=0 [+2, -0]


SAW B-P11-S 1/2113] Ttmfa f = 1/2 [13] min. +U.-0 +U, -1/16 [-2] F 1/2 r I, K I, m
min.
+U,-0 +U,-0

Figura 7.2K (Continuação) – Detalhes da Junta Soldada em Chanfro com Penetração Parcial da Junta (PJP) Pré-
qualificada

63
CLÁUSULA 8 Técnica para Especificações dos Procedimentos de Soldagens Pré-qualificadas AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

8. Técnica para Especificações dos Procedimentos de Soldagens Pré-qualificadas


8.1 Base metálica, Metal de Enchimento e Requisitos Relacionados com o Metal
8.1.1 Bases metálicas e Metais de enchimento Listados
Bases metálicas e metais de enchimento listados na Tabela 8.1 são os únicos materiais usados nas especificações dos
procedimentos de soldagens pré-qualificadas.
8.1.2 Bases metálicas e Metais de enchimento
Outros Materiais deverão ser qualificados mediante testes como está descrito na Cláusula 10.
8.1.3 Metais de enchimento com Resistência
Compatível. Quando for necessário que a resistência dos metais de enchimento seja compatível, a soldagem deverá ser
feita utilizando-se um dos metais de enchimento dentro da classe específica compatível listada na Tabela 8.1.
8.1.4 Metais de enchimento de Cromo-Molibdênio.
O uso de metais de enchimento de cromo-molibdênio não é permitido para uma especificação de procedimento de
soldagem pré-qualificada. Esses metais de enchimento possuem classificações que terminam em “-Bxx” (p.ex.: E8018-
B2; ER90S-B3).
8.1.5 Metais de enchimento da “Família G”
O uso de metais de enchimento da “Família G”, como definido na respectiva especificação de metal de enchimento AWS
A5, não é permitido para uma especificação de procedimento de soldagem pré-qualificado.
8.1.6 Outros Requisitos de Materiais.
Abas de escoamento, réguas espaçadoras e raízes metálicas fundidas deverão ser de um material listado no documento
AWS B2.1/B2.1M, Especificação para Procedimentos de Soldagem e Qualificação de Desempenho ou no Anexo A com
o mesmo número "M" que o base metálica, ou o material especificamente qualificado.

8.2 Requisitos de Pré-aquecimento, Entre os Passes e Tratamento Térmico Pós-soldagem (PWHT)


8.2.1 Área Pré-aquecida.
Quando a temperatura do base metálica estiver abaixo da temperatura listada na Tabela 8.2 para o processo de soldagem
que for usado e a espessura do material a ser soldada, o material deverá ser pré-aquecido exceto se houver uma indicação
contrária ou se qualificado de acordo com a Cláusula 10. O pré-aquecimento deverá acontecer de modo que as partes em
que o metal de solda for depositado estejam acima da temperatura mínima especificada para distância igual à espessura
da parte sendo soldada, mas não menor do que 3 pol. [76 mm] em todas as direções a partir do ponto de soldagem.
8.2.2 Temperaturas de Pré-aquecimento e Entre os Passes
As temperaturas de pré-aquecimento e entre os passes deverão ser suficientes para evitar a formação de trincas e as
temperaturas acima do mínimo especificado poderá ser necessária para soldas de alta retenção. Nas juntas que envolvam
combinações de bases metálicas, o pré-aquecimento deverá ser o mais alto especificado para os aços que estiverem sendo
soldados.
8.2.3 Alívio de Tensões Térmicas.
Se a solda receber um alívio térmico de tensões, a especificação do procedimento de soldagem não é pré-qualificado.
8.3 Soldagem com Eletrodos Revestidos (SMAW)
8.3.1 Eletrodos Revestidos para Soldagem. Os eletrodos deverão estar de acordo com os requisitos da edição mais
recente do documento AWS A5.1/A5.1M, Especificação para Eletrodos de Aço Carbono Revestidos para Soldagem, ou
os requisitos do documento AWS A5.5A5.5M, Especificação para Eletrodos de Aço Baixa Liga Revestidos para
Soldagem.
8.3.2 Procedimentos para Soldagem com Eletrodos Revestidos.
8.3.2.1 Posição. O trabalho deverá ser em uma posição plana para a soldagem, sempre que isso for prático.
8.3.2.2 Parâmetros de Soldagem. A classificação e o tamanho do eletrodo, comprimento do arco, tensão e
corrente deverão ser adequados à espessura do material, do tipo da chanfro, das posições de soldagem e de outras
circunstâncias relacionadas com o trabalho. A corrente de soldagem deverá estar dentro da faixa recomendada pelo
fabricante dos eletrodos.
8.3.2.3 Diâmetro Máximo do Eletrodo. O diâmetro máximo dos eletrodos deverá ser o seguinte:
(1) 5/16 pol. [8 mm] para todas as soldas realizadas na posição plana, exceto para os passes de raiz
(2) 1/4 pol. [6 mm] para as soldas de filete horizontais
(3) ¼ pol. [6 mm] para passes de raiz das soldas de filete feitas na posição plana e soldas em chanfros feitas na
posição plana com suporte e uma Abertura da Raiz igual ou superior a 1/4 pol. [6 mm]
(4) 5/32 pol. [4 mm] para soldas feitas com AWS A5.1/A5.1M Classe EXX14 e eletrodos com baixo teor de
hidrogênio nas posições vertical e superior
(5) 3/16 pol. [5 mm] para passes de raiz de soldas em chanfros e para todas as demais soldas não incluídas nos itens de (1) a (4)

64
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 8 Técnica para Especificações dos Procedimentos de Soldagens Pré-qualificadas

8.3.2.4 Tamanho Mínimo da Solda com Passe de Raiz. O tamanho mínimo de um passe de raiz deverá ser
suficiente para evitar a formação de trincas.
8.3.2.5 Tamanho Máximo da Solda com Passe de Raiz. A espessura máxima dos passes de raiz nas soldas em
chanfros deverá ser de ¼ pol. [6 mm].
8.3.2.6 Tamanho Máximo da Solda – Soldas de Filete. O máximo tamanho de soldas de filete com passe
único e passes de raiz com soldas de filete com múltiplos passes deverá ser o seguinte:
(1) 3/8 pol. [10 mm] na posição plana
(2) 5/16 pol. [8 mm] nas posições horizontal ou superior
(3) 1/2 pol. [13 mm] na posição vertical
8.3.2.7 Tamanho Máximo da Solda – Camadas Intermediárias. A espessura máxima das camadas
subsequentes aos passes de raiz das soldas em chanfros e de filetes deverá ser a seguinte:
(1) 1/8 pol. [3 mm] para as camadas subsequentes de soldas feitas na posição plana
(2) 3/16 pol. [5 mm] para as camadas subsequentes de soldas feitas nas posições vertical, superior ou horizontal
8.3.2.8 Progressão para Soldas Verticais. A progressão para todos os passes de soldagem na posição vertical
deverá ser no sentido ascendente, exceto se o rebaixo puder ser reparado verticalmente para baixo quando o pré-
aquecimento estiver de acordo com a Tabela 8.2, mas não inferior a 70 oF [21oC]. Entretanto, quando produtos
tubulares são soldados, a progressão da soldagem vertical poderá ser ascendente ou descendente (consulte, na Tabela
11.1, os requisitos de qualificação do soldador para a progressão da soldagem vertical).
8.3.2.9 Soldas em Chanfros com Penetração total da Junta Sem Suportes. As soldas em chanfros com
penetração total na junta feitas sem usar suportes de aço terão a raiz goivada até o metal antes que a soldagem seja
iniciada no segundo lado.
8.4 Soldagem por Arco Submerso (SAW)
8.4.1 Requisitos Gerais
8.4.1.1 Espaçamento dos Eletrodos SAW. A soldagem SAW poderá ser realizada com um ou mais eletrodos
individuais, um ou mais eletrodos paralelos ou combinações de eletrodos individuais e paralelos. O espaçamento entre
os arcos deverá ser tal que a cobertura de carepa sobre o metal de solda produzido pelo arco frontal não resfrie o
suficiente para impedir o correto depósito de solda no eletrodo seguinte. SAW com múltiplos eletrodos pode ser usada
para qualquer passe de solda em chanfro ou filete.
8.4.1.2 Diâmetro do Eletrodo. O diâmetro dos eletrodos não deverá exceder ¼ pol. [6 mm].
8.4.1.3 Requisitos de Testes de Penetração de Juntas Quando a junta a ser soldada requerer uma penetração
específica da raiz e não for goivada posteriormente, a empresa deverá preparar uma junta de amostra e atacar
quimicamente a seção transversal para demonstrar que a especificação proposta do procedimento proporcionará a
penetração da raiz. O Engenheiro do Fabricante também poderá aceitar evidências devidamente documentadas dos
testes de qualificação anteriores.
8.4.1.4 Suportes. As raízes das soldas em chanfros ou filetes podem ser suportadas por cobre, arame tubular, fita
de vidro, pó de ferro ou materiais similares para evitar uma fusão excessiva. Também poderão ser seladas por passes
de raiz utilizando eletrodos com baixo teor de hidrogênio caso a soldagem SMAW seja usada ou outros processos de
soldagem com arco.
8.4.1.5 Profundidade e Largura Máximas. Nem a profundidade ou a largura máxima na seção transversal do
metal de solda depositado em cada passe de solda deverá exceder a largura na superfície do passe de solda (veja a
Figura 8.1). Este requisito somente poderá ser desconsiderado se os testes da especificação de um procedimento de
soldagem (caso seja satisfatório para o Engenheiro do Fabricante) tiver demonstrado que tais soldas não apresentem
trincas e que a mesma especificação de procedimento de soldagem e classificação do arame tubular-eletrodo sejam
usadas na construção.
8.4.1.6 Requisitos para Soldas por Pontos. .As soldas por pontos (na forma de soldas de filete iguais ou
menores do que 3/8 pol. [10 mm], ou nas raízes das juntas que requeiram penetração específica da raiz) não deverão
produzir alterações questionáveis na aparência da superfície da solda ou resultar em uma menor penetração. As soldas
por pontos que não satisfizerem os requisitos anteriores deverão ser removidas ou ter seus tamanhos reduzidos por
quaisquer meios adequados antes da soldagem. Soldas por pontos na raiz de uma junta com suporte de aço com uma
espessura menor do que 5/16 pol. [8 mm] deverão ser removidas ou substituídas por uma solda contínua.
8.4.2 Eletrodos e Arames tubulares para Soldagem por Arco Submerso. Os eletrodos não revestidos e arames
tubulares usados em combinação para a soldagem SAW de aços deverão estar de acordo com a última edição do
documento AWS A5.17/A5.17M, Especificação para Eletrodos de Aço Carbono e

65
CLÁUSULA 8 Técnica para Especificações dos Procedimentos de Soldagens Pré-qualificadas AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

Arames tubulares para Soldagem por Arco Submerso, ou com os requisitos do documento AWS A5.23/A5.23M,
Especificação para Eletrodos de Aço de Baixa Liga e Arames tubulares para Soldagem por Arco Submerso.
8.4.2.1 Arames tubulares Ativos e de Liga. As seguintes limitações serão aplicadas aos procedimentos pré-
qualificados que empregam arames tubulares ativos ou de liga:
(1) A espessura máxima do base metálica para soldas com passes múltiplos que empregam arames tubulares ativos
ou de liga deverá ser de 1 pol. [25 mm], ou aquela recomendada pelo fabricante do arame tubular, prevalecendo a que for
menor.
(2) A tensão do arco para procedimentos que utilizam arames tubulares ativos ou de liga não deverá exceder o valor
máximo recomendado pelo fabricante.
8.4.3 Procedimentos para Soldagem por Arco Submerso (SAW) com um Eletrodo Individual
8.4.3.1 Eletrodo Individual. Um eletrodo individual é um eletrodo conectado exclusivamente a uma fonte de
alimentação formada por uma ou mais unidades de potência.
8.4.3.2 Posição de Soldagem. Todas as Soldagens por Arco Submerso, exceto as soldas de filete, deverão ser
feitas na posição plana. As soldas de filete são feitas na posição plana ou horizontal. As soldas de filete com passe único
feitas na posição horizontal não deverão exceder 5/16 pol. [8 mm].
8.4.3.3 Espessura Máxima da Camada de Solda. A espessura das camadas de solda, exceto as camadas da raiz
e superficiais, não deverá exceder ¼ pol. [6 mm]. Quando a abertura da raiz for igual ou superior a ½ pol. [13 mm], uma
técnica de camada dividida com passes múltiplos deverá ser usada. Quando a largura de uma camada de uma solda em
chanfro com passes múltiplas for igual, ou superior, a 5/8 pol. [16 mm], uma técnica de camada dividida deverá ser
usada para a próxima camada.
8.4.3.4 Corrente Máxima de Soldagem. A corrente de soldagem, a tensão do arco e a velocidade de
deslocamento deverão ser tais que cada passe deverá apresentar uma fusão total com o base metálica adjacente e o metal
de solda, não ocorrendo sobreposição ou rebaixamento indevido. A corrente máxima de soldagem usada em uma solda
em chanfro para qualquer passe com fusão em ambas as faces da chanfro deverá ser de 600 Amperes (A), exceto na
camada final, quando uma maior corrente poderá ser usada. A corrente máxima usada para soldas de filete na posição
plana deverá ser de 1000 A.
8.4.4 Procedimentos para soldagem SAW com Eletrodos Paralelos
8.4.4.1 Eletrodos Paralelos. Eletrodos paralelos são dois eletrodos conectados, em um circuito paralelo, à
mesma fonte de alimentação. Ambos os eletrodos são normalmente alimentados por meio de um único alimentador de
eletrodos. A corrente de soldagem, quando especificada, corresponde ao total para os dois eletrodos.
8.4.4.2 Posições de Soldagem. As Soldagens por Arco Submerso com eletrodos paralelos, exceto as soldas de
filete, deverão ser feitas na posição plana. As soldas de filete podem ser feitas na posição plana ou horizontal, exceto que
as soldas de filete com eletrodos paralelos com passe único feitas na posição horizontal não deverão exceder 5/16 pol. [8
mm].
8.4.4.3 Técnica de Camada Dividida. A espessura das camadas de solda não é limitada. Na execução do passe
de raiz de uma solda em chanfro, eletrodos individuais ou paralelos poderão ser usados. Barras de suporte de aço ou
faces de raiz deverão ter uma espessura adequada para evitar fusão excessiva. Quando a largura de uma superfície em
uma chanfro na qual uma camada do metal de solda a ser depositado exceder ½ pol. [13 mm], os eletrodos paralelos
deverão ser deslocados lateralmente ou uma técnica de camada dividida deverá ser usada para garantir uma fusão
adequada do canto. Quando a largura de uma camada depositada previamente exceder 5/8 pol. [16 mm], uma técnica de
camada dividida com eletrodos dispostos na sequência deverá ser usada para a próxima camada.
8.4.4.4 Parâmetros de Soldagem. A corrente de soldagem, a tensão do arco, a velocidade de deslocamento e a
posição relativa dos eletrodos deverá ser tal que a cada passe deverá ocorrer a fusão total com o base metálica adjacente,
e para que não haja depressões ou rebaixos na parte inferior da solda. A concavidade excessiva dos passes iniciais deverá
ser evitada para evitar a formação de trincas nas raízes das juntas nas contenções.
8.4.4.5 Corrente Máxima de Soldagem – Soldas em Chanfros. A corrente máxima de soldagem ao se
executar uma solda em chanfro deverá ser a seguinte:
(1) 700 A para eletrodos paralelos ao se executar o passe de raiz em uma chanfro sem Abertura da Raiz quando o
passe não preencher a chanfro
(2) 900 A para eletrodos paralelos ao se executar o passe de raiz em uma chanfro com suporte de aço ou uma régua
espaçadora
(3) 1200 A para eletrodos paralelos em todos os passes, exceto a camada final.

66
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 8 Técnica para Especificações dos Procedimentos de Soldagens Pré-qualificadas

(4) Para a camada final, não qualquer restrições para a corrente de soldagem.
8.4.4.6 Corrente Máxima da Solda – Soldas de Filete. A corrente máxima de solda a ser usada na execução de
uma solda de filete deverá ser de 1200 A para eletrodos paralelos.
8.4.4.7 Passe de Raiz. As soldas também poderão ser feitas na raiz da chanfro ou soldas de filetes utilizando
soldagem com gás de proteção (GMAW), seguido por arcos submersos paralelos desde que a soldagem GMAW atenda
os requisitos e que o espaçamento entre o arco com proteção gasosa e o seguinte arco submerso não exceda 15 pol. [380
mm].
8.4.5 Procedimentos para SAW com Eletrodos Múltiplos
8.4.5.1 Eletrodos Múltiplos. Eletrodos múltiplos são a combinação de dois ou mais sistemas com eletrodos
individuais ou paralelos. Cada um dos sistemas componentes tem a sua própria fonte de alimentação independente e o
seu próprio sistema de alimentação de eletrodos.
8.4.5.2 Posições de Soldagem. As Soldagens por Arco Submerso feitas com eletrodos paralelos, exceto as soldas
de filete, deverão estar na posição plana. As soldas de filete podem ser feitas na posição plana ou horizontal, exceto que
as soldas de filete com eletrodos múltiplos com passe único feitas na posição horizontal não deverão exceder 1/2 pol. [13
mm].
8.4.5.3 Limitações da Camada de Solda. A espessura das camadas de solda não é limitada. Na execução do passe
de raiz de uma solda em chanfro, eletrodos individuais ou múltiplos poderão ser usados. Barras de suporte ou faces de
raiz deverão ter uma espessura adequada para evitar fusão excessiva. Quando a largura de uma superfície em uma
chanfro na qual uma camada do metal de solda a ser depositado exceder ½ pol. [13 mm], uma técnica de camada dividida
deverá ser usada para garantir uma fusão adequada dos cantos. Quando a largura de uma camada depositada previamente
exceder 1 pol. [25 mm], e somente dois eletrodos forem usados, uma técnica de camada dividida com eletrodos dispostos
na sequência deverá ser usada para a próxima camada.
8.4.5.4 Parâmetros de Soldagem. A corrente de soldagem, a tensão do arco, a velocidade de deslocamento e a
posição relativa dos eletrodos deverão assegurar que a cada passe ocorra a fusão total com o base metálica adjacente e o
metal de solda, e que não haja depressões ou rebaixos indevidos na parte inferior da solda. A concavidade excessiva dos
passes iniciais deverá ser evitada para evitar a formação de trincas nas raízes das juntas nas contenções.
8.4.5.5 Corrente Máxima de Soldagem – Soldas em Chanfros. A corrente máxima de soldagem ao se executar
uma solda em chanfro deverá ser a seguinte:
(1) 700 A para qualquer eletrodo individual ou para eletrodos paralelos ao se executar o passe de raiz em uma chanfro
sem Abertura da Raiz quando o passe não preencher a chanfro
(2) 750 A para qualquer eletrodo individual ou 900 A para eletrodos paralelos ao se executar o passe de raiz em uma
chanfro com suporte de aço ou uma régua espaçadora
(3) 1000 A para qualquer eletrodo individual ou 1200 A para eletrodos paralelos para todos os demais passes, exceto a
camada final
(4) Para a camada final, não qualquer restrições para a corrente de soldagem
8.4.5.6 Corrente Máxima de Soldagem – Soldas de Filete. A corrente máxima de soldagem a ser usada na
execução de uma solda de filete é de 1000 A para qualquer eletrodo individual ou 1200 A para eletrodos paralelos.
8.4.5.7 Passe de Raiz. As soldas com eletrodos múltiplos também poderão ser feitas na raiz da chanfro ou soldas
de filetes utilizando soldagem GMAW, seguida por arcos submersos múltiplos, desde que a soldagem GMAW atenda os
requisitos e desde que o espaçamento entre o arco com proteção gasosa e o seguinte arco submerso não exceda 15 pol.
[380 mm].
8.5 Soldagem a arco com Proteção a Gás e Soldagem a arco elétrico com arames tubulares (GMAW e FCAW)
8.5.1 Eletrodos de Soldagem. Os eletrodos e a proteção para GMAW ou FCAW deverão estar de acordo com a
última edição do documento AWS A5.18/A5.18M, Especificação para Metais de enchimento de Aço Carbono para
Soldagem a arco com Proteção a Gás, AWS A5.20/A5.20M, Especificação para Eletrodos de Aço Carbono para
Soldagem a arco elétrico com arames tubulares, AWS A5.28/A5.28M, Especificação para Metais de enchimento com
Aço de Baixa Liga para Soldagem a arco com Proteção a Gás ou AWS A5.29/A5.29M, Especificação para Eletrodos de
Aço de Baixa Liga para Soldagem a arco elétrico com arames tubulares, conforme o caso.
8.5.2As seguintes condições são necessárias para os procedimentos pré-qualificados que sejam isentos dos testes de
qualificação:
(1) Os eletrodos deverão estar secos e em condições adequadas à sua utilização.
(2) O diâmetro máximo do eletrodo deverá ser de 5/32 pol. [4 mm] para as posições plana e horizontal, 3/32 pol. [2
mm] para a posição vertical e 5/64 pol. [2 mm] para a posição superior.

67
CLÁUSULA 8 Técnica para Especificações dos Procedimentos de Soldagens Pré-qualificadas AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

(3) O tamanho máximo de uma solda de filete feita com um passe deverá ser de ½ pol. [13 mm] para as posições plana
e vertical, 3/8 pol. [10 mm] para a posição horizontal, e 5/16 pol. [8 mm] para a posição superior.
8.5.2.1 Espessura da Largura de Solda – Soldagem a arco com Proteção a Gás. A espessura das camadas de
solda, exceto as camadas da raiz e superficiais, não deverá exceder ¼ pol. [6 mm]. Quando a abertura da raiz for igual ou
superior a ½ pol. [13 mm], uma técnica de passes múltiplos ou de camada dividida deverá ser usada para a próxima
camada. Quando a largura de uma camada de uma solda em chanfro na posição plana, horizontal ou superior for igual, ou
superior, a 5/8 pol. [16 mm], uma técnica de camada dividida deverá ser usada para a próxima camada.
8.5.2.2 Espessura da Camada de Solda – Soldagem a arco elétrico com arames tubulares. A espessura das
camadas de solda, exceto as camadas da raiz e superficiais, não deverá exceder ¼ pol. [6 mm]. Quando a abertura da raiz
for igual ou superior a ½ pol. [13 mm], uma técnica de camada dividida deverá ser usada. Quando a largura de uma
camada de uma solda em chanfro na posição plana, horizontal ou superior for igual, ou superior, a 5/8 pol. [16 mm], uma
técnica de camada dividida deverá ser usada para a próxima camada. Quando for efetuada a soldagem na posição
vertical, uma técnica de camada dividida deverá ser empregada quando a largura da camada exceder 1 pol. [25 mm]. Ao
soldar juntas tubulares circulares nas posições 5G ou 6G, com avanço ascendente da soldagem, uma técnica de camada
dividida deverá ser usada quando a largura da camada exceder 1 pol. [25 mm].
8.5.2.3 Parâmetros de Soldagem. A corrente de soldagem, a tensão do arco, a vazão de gás, o modo de
transferência metálica e a velocidade do avanço deverão ser tais que em cada passe haverá uma fusão total entre o metal
da solda e o base metálica adjacente. Não deverá haver sobreposição, porosidade excessiva ou rebaixamento.
8.5.2.4 Progressão de Soldas Verticais. A progressão para todos os passes de soldagem na posição vertical deverá
ser no sentido ascendente, exceto se o rebaixamento puder ser reparado verticalmente para baixo quando o pré-
aquecimento estiver de acordo com a Tabela 8.2, mas não inferior a 70oF [21oC]. Em estruturas tubulares, a progressão
da soldagem vertical poderá ser ascendente ou descendente (consulte, na Tabela 11.1, os requisitos de qualificação do
soldador para a progressão da soldagem vertical).
8.5.2.5 Soldas em Chanfros com Penetração total da Junta Sem Suportes. As soldas em chanfros com penetração
total na junta que são feitas sem usar suportes de aço terão a raiz da solda inicial goivada até o metal antes que a
soldagem seja iniciada no segundo lado.
8.5.2.6 Velocidade do Vento Máxima. Soldagem GMAW ou FCAW com proteção gasosa externa não deverá ser
realizada sob a ação de vento ou corrente de ar exceto se for protegida por um anteparo. Esse anteparo deverá ser feito
com um material e com um formato adequado para reduzir a velocidade do vento nas proximidades da solda até, no
máximo, cinco milhas [8 quilômetros] por hora.
8.5.2.7 Suporte Não Fundido. Para impedir a fusão excessiva, a raiz de uma solda em chanfro ou de filete poderá
ser apoiada por cobre, arame tubular, fita de vidro, pó de ferro ou materiais similares; ou selada com passes de raiz
depositados mediante soldagem SMAW com eletrodos de baixo teor de hidrogênio ou outros processos de soldagem com
arco elétrico.
8.6 Soldas de Tampão e Oblongo
8.6.1 Soldas Oblongo.
A técnica usada para fazer Soldas Oblongo com os processos de SMAW, GMAW (exceto transferência por curto-
circuito) e FCAW deverá ser como segue:
8.6.1.1 Posição Plana. Para soldas a serem feitas na posição plana, cada passe deverá ser depositado ao redor da
raiz da junta e, a seguir, depositado ao longo de uma trajetória espiral para o centro do orifício, fundindo e depositando
uma camada de metal de solda na raiz e na parte inferior da junta. O arco é, então, levado à periferia do orifício e o
procedimento, repetido, fundindo e depositando sucessivas camadas para preencher o orifício até a profundidade
necessária. A carepa que cobrir o metal de solda deverá ser mantida fundida até o término da solda. Se o arco for
rompido ou se a carepa esfriar, ela deverá ser totalmente removida antes de recomeçar o processo de soldagem.
8.6.1.2 Posição Vertical. Para soldas a serem feitas na posição vertical, o arco é iniciado na raiz da junta, no lado
inferior do orifício e levado para cima, fundindo na face da chapa interna e no lado do orifício. O arco é parado na parte
superior do orifício, a carepa é removida e o processo é repetido no lado oposto do orifício. Após limpar a carepa da
solda, outras camadas deverão ser depositadas de forma semelhante para preencher o orifício até a profundidade
necessária.
8.6.1.3 Posição Superior. Para as soldas a serem feitas na posição superior, o procedimento é igual ao adotado para
a posição plana, exceto que se deve esperar a carepa esfriar e ela deverá ser totalmente removida após depositar cada
cordão sucessivo, até que o orifício seja preenchido até a profundidade necessária.

8.6.2 Soldas de Tampão. As Soldas de Tampão deverão ser feitas utilizando-se técnicas similares àquelas
especificadas em 8.6.1.1 para Soldas Oblongo, exceto se o comprimento da fenda exceder em três vezes a largura ou se a
fenda se projetar para a borda da peça, então serão aplicadas os requisitos da técnica indicada no item 8.6.1.3.

68
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 8 Técnica para Especificações dos Procedimentos de Soldagens Pré-qualificadas

8.7 Soldagem de Chapas de Desgaste e Revestimentos de Desgaste.


As especificações dos procedimentos de soldagem de chapas ou revestimentos de desgaste que satisfação todos os
requisitos definidos nos itens de 8.7.1 a 8.7.6 não precisam ser qualificadas. A qualificação do procedimento conforme
a Cláusula 10 é necessária para soldas chapas de desgaste que também funcionem como membros estruturais.
8.7.1 Chapas de Desgaste de Guia de Colunas nas Estruturas Laterais.
A soldagem de chapas de desgaste de guia de colunas (normalmente fabricadas com aço AISI 1095) deverá estar de
acordo com a última edição do documento AAR S-320, Especificação para a Aplicação das Chapas de Desgaste por
Atrito das Colunas da Estrutura Lateral, e os requisitos do fabricante da estrutura lateral. Naquelas aplicações onde as
soldas complementam os elementos mecânicos de fixação e, primariamente, estabilizam a chapa de desgaste, os critérios
de aceitação do item 17.2.1 não se aplicam.
8.7.2 Revestimentos de Desgaste do Suporte de Reforço.
A soldagem de revestimentos de desgaste do suporte de reforço deverá ser de acordo com a última edição do
documento AAR RP-301, AAR S-305, AAR S-308, conforme o caso, e as especificações do fabricante,
8.7.3 Chapas de Desgaste da Haste do Engate.
A soldagem das chapas de desgaste da haste do engate deverá ser feita de acordo com a última edição do documento AAR
S-137 e as especificações do fabricante. É permissível aplicar chapas de desgaste de manganês e aço inoxidável utilizando
eletrodos E309-XX/E-309L-XX ou eletrodos equivalentes para FCAW ou GMAW (exceto transferência por curto-circuito).
É permissível aplicar chapas de desgaste não metálicas instaladas em uma chapa de aço doce utilizando eletrodos E7015,
E7016, E7018 ou eletrodos equivalentes para FCAW ou GMAW (exceto transferência por curto-circuito).
8.7.4 Chapas de Desgaste do Suporte do Engate.
A soldagem poderá ser usada para fixar chapas de desgaste do suporte do engate de manganês fabricadas de acordo
com a última edição de AAR S-269, Chapa de Desgaste do Suporte do Engate. A soldagem poderá ser feita
utilizando-se eletrodos E309-XX/E309L-XX ou arames equivalentes FCAW ou GMAW (exceto transferência por
curto-circuito) ou eletrodos AWS EFeMn segundo a última edição da Regra 16 do Manual de Campo da AAR.
8.7.5 Chapas de Desgaste do Bolsão de Suporte.
A soldagem das chapas de desgaste do bolsão de suporte deverá estar de acordo com as especificações do
fabricante do suporte.
8.7.6 Revestimentos do Teto do Pedestal. A soldagem dos revestimentos do teto do pedestal deverá estar de acordo
com o documento AAR S-327, Reparo do Teto da Estrutura Lateral, e as especificações do fabricante da estrutura lateral.

69
CLÁUSULA 8. Técnica para Especificações dos Procedimentos de Soldagens Pré-qualificadas

Tabela 8.1
Combinações Pré-qualificadas da Base metálica – Metal de Enchimento para Resistência Compatível

Requisitos da Especificação do Aço Requisitos para o Metal de enchimento


Mínimo Ponto/
Força de Escoamento Faixa de Tração
Especificação de
a,b,c ksi MPa ksi MPa
Especificação do Aço Processo Eletrodo da AWS Classificação do Eletrodo f, h

ASTM A27 Grau U 30 207 60 min. 414 min. SMAW A5.1/A5.1M E60XX, E70XX
ASTM A36d 36 248 58/80 400/552 A5.5/A5.5M E70XX-XX
ASTMA53 Tipo S ou E, Grau B 35 241 60 min. 414 min. SAW A5.17/A5.17M F6AX-EXXX
Tipo S ou E, Grau A 30 207 48 min. 331 min. F7AX-EXXX
Tipo F 25 172 45 min. 310 min. A5.23/A5.23M F7AX-EXX-XX
ASTM A106 Grau B 35 241 60 min. 414 min. GMAW A5.18/A5.18M ER70S-X
ASTM A131 Graus A, B, CS, D, DS, E 32 221 58/71 400/490 E70C-6X
ASTMA139 Grau B 35 241 60 mm. 414 min. E70C-3X
ASTMA216 Grau WCA 30 207 60 min. 414 min. FCAW A5.20/A5.20M E6XT-X
ASTMA283 Graus A, B, C, D 25/32 172/221 45/60 310/414 E7XT-X
ASTMA381 Grau Y35 35 241 60 min. 414 min. (Exceto -2, -3, -10, -GS)
ASTMA500 Grau A 33/39 228/269 45 min. 310 min. A5.29/A5.29M E7XTX-XX
Grau B 42/46 290/317 58tnin. 400 min.
ASTM A501 36 248 58 min. 400” min.
ASTMA515 Grau 55 30 207 55/75 379/517
Grau 60 32 221 60/80 414/552
ASTM A516 Grau 55 30 207 55/65 379/448
Grau 60 32 221 60/72 414/496
ASTMA524 Grau 1 35 Ml 60/85 414/586
Grau 11 30 207 55m 379/414
ASTM A529 42 290 60/85 414/586
ASTM A569 (Nota g) (Nota g)
ASTM A570 Grau 30 30 207 49 min. 340 min.
Grau 33 33 228 52 min. 359 min.
Grau 36 36 248 53 min. 365 min.
Grau 40 40 276 . 55 min. 379 min.
Grau 45 45 310 60 min. 414 min.
Grau 50 50 345 65 min. 448 min.
ASTM A573 Grau 65 35 241 65/77 448/531
ASTM A656 Grau 50 50 345 60 min. 414 min.
ASTM A709 Grau 36(4) 36 348 58/60 400/414

70
CLÁUSULA 8. Técnica para Especificações dos Procedimentos de Soldagens Pré-qualificadas

Tabela 8.1 (Continuação)


Combinações Pré-qualificadas do Base metálica – Metal de enchimento para Resistência Compatível

Requisitos da Especificação do Aço Requisitos para o Metal de enchimento


Mínimo Ponto/
Força de Escoamento Faixa de Tração
Especificação de
a,b,c ksi MPa ksi MPa
Especificação do Aço Processo Eletrodo da AWS Classificação do Eletrodo f, h

ASTM A 808 CS Tipo A, B, C 42 290 60 min. 414 min.


ASTM A 1008 DS Tipo A, B (Nota g) (Nota g)
SS Grau 25 (Nota g) (Nota g)
SS Grau 30 25 172 42 290
SS Grau 33 Tipos 1, 2 30 207 49 340
SS Grau 40 Tipos 1, 2 33 228 48 330
HSLAS Grau 45 Classe 1 40 276 52 360
HSLAS Grau 45 Classe 2 45 310 60 414
HSLAS Grau 50 Classe 2 45 310 55 380
HSLAS-F Grau 50 50 345 60 414
ASTM A1011 CS Tipos A, B e C 50 345 60 414
DS Tipos A, B (Nota g) (Nota g)
SS Grau 30 (Nota g) (Nota g)
SS Grau 33 30 207 49 340
71

SS Grau 36 Tipo 1 33 228 52 360


SS Grau 36 Tipo 2 36 248 53 365
SS Grau 40 36 248 58-80 400-550
SS Grau 45 40 276 55 380
HSLAS Grau 45 Classe 1 45 310 60 414
HSLAS Grau 45 Classe 2 45 310 60 414
HSLAS Grau 50 Classe 2 45 310 55 380
HSLAS-F Grau 50 50 345 60 414
ASTM A1018 CS (Todos os graus, 50 345 60 414
exceto 1524) (Nota g) (Nota g)
DS (Nota g) (Nota g)
SS Grau 30 30 207 49 340
SS Grau 33 33 228 52 360
SS Grau 36 Tipo 1 36 250 53 365
SS Grau 36 Tipo 2 36 250 58-80 400-550
SS Grau 40 40 275 55 380
HSLAS Grau 45 Classe 1 45 310 60 414

71
CLÁUSULA 8. Técnica para Especificações dos Procedimentos de Soldagens Pré-qualificadas

Tabela 8.1 (Continuação)


Combinações Pré-qualificadas do Base metálica – Metal de enchimento para Resistência Compatível

Requisitos da Especificação do Aço Requisitos para o Metal de enchimento


Mínimo Ponto/
Força de Escoamento Faixa de Tração
Especificação de
ksi MPa ksi MPa
Especificação do Açoa,b,c Processo Eletrodo da AWS Classificação do Eletrodo f, h
Classe I (Continuação)
HSLAS Grau 45 Classe 2 45 310 55 380
HSLAS Grau 50 Classe 2 50 345 60 414
HSLAS-F Grau 50 Grau B 50 345 60 414
API 5L
35 241 60 min. 414 min.
AARM201 Grau X42 Grau A 42 290 60 min. 414 min.
30 207 60 min. 414 min.
ABS Graus de aço soldável laminado a quente, (Nota g) (Nota g)
recozido ou normalizado adquiridos com os
limites máximos de C 0,28, Mn 1,00, P 0,04, S
0,05 Graus A, B, CS, D, DS e E — 58/71 400/490
Classe II
ASTMA27 Grau 65-35 35 241 65 min. 448 min. SMAW A5.1/A5.1M E7015
Grau 70-36 36 248 70 min. 483 min. E7016
Grau 70-40 40 276 70 min. 483 min. E7018
Graus AH32, DH32, EH32 45.5 314 68/85 469/586 E7028
ASTM A131
Graus AH36, DH36, EH36 51 352 71/90 490/621 A5.5/A5.5M E7015-XX
EH 36 E7016-XX
ASTM A131 Grau WCB 36 248 70 min. 483 min. E7018-XX
Grau WCC 40 276 70 min. 483 min. SAW A5.17/A5.17M F7AX
ASTM A242º Tipo 2 42/50 290/345 63/70 434/483 A5.23/A5.23M F7AX
ASTM A441 42/50 290/345 63/70 434/483 GMAW A5.18/A5.18M ER70S
ASTM A500 Grau C 46 317 62 min. 427 min. E70C
ASYM A515 Grau 65 35 241 64/85 441/586 E70C
Grau 70 38 262 70/90 482/621 FCAW A5.20/A5.20M E7XTX
ASTM A516 Grau 65 35 241 65/77 448/621 (Exceto -2, -3, -10, -GS)
Grau 70 38 262 70/85 483/586 A5.29/A5.29M E7XTX-XX
ASTM A537 Classe I 50 345 70/90 483/621
ASTM A572 Grau 42 42 290 60 min. 414 min.
Grau 50 50 345 65 min. 448 min.
ASTM A588º (4 pol. [102 mm] e inferior) 50 345 70 min. 483 min.
ASTM A595 Grau A 55 379 65 min. 448 min.

72
CLÁUSULA 8. Técnica para Especificações dos Procedimentos de Soldagens Pré-qualificadas

Tabela 8.1 (Continuação)


Combinações Pré-qualificadas do Base metálica – Metal de enchimento para Resistência Compatível

Requisitos da Especificação do Aço Requisitos para o Metal de enchimento


Mínimo Ponto/
Força de Escoamento Faixa de Tração
Especificação de
a,b,c ksi MPa ksi MPa
Especificação do Aço Processo Eletrodo da AWS Classificação do Eletrodo f, h

Graus B e C 60 414 70 MIN. 483 min.


ASTM A606º 45 310 65 min. 448 min.
ASTM A607 Grau 45 45 310 60 min. 414 min.
Grau 50 50 345 65 min. 448 min.
Grau 55 55 379 70 min. 483 min.
ASTM A618 50 345 70 min. 483 min.
ASTM A633 Graus A, Be 42 290 63/83 434/572
Graus C, D 50 345 70/90 483/621
(2 ½ pol. [64 mm] e inferior)
ASTM A656 Grau 60 60 414 70 min. 483 min.
ASTM A709 Grau 50 50 345 65 min. 488 min.
Grau 50W 50 345 70 min. 483 min.
ASTM A1008 SS Grau 50 50 340 65 410
HSLAS Grau 50 Classe 1 50 340 65 450
73

HSLAS Grau 55 Classe 1 55 380 70 480


HSLAS Grau 55 Classe 2 55 380 65 448
HSLAS Grau 60 Classe 2 60 410 70 480
HSLAS-F Grau 60 60 410 70 480
ASTM A1011 SS Grau 50 50 345 65 448
HSLAS Grau 50 Classe 1 50 345 65 448
SS Grau 55 55 379 70 483
HSLAS Grau 55 Classe 1 55 379 70 483
HSLAS Grau 55 Classe 2 55 379 65 448
HSLAS Grau 60 Classe 2 60 414 70 483
HSLAS-F Grau 60 60 414 70 483
ASTM A1018 HSLAS Grau 50 Classe 1 50 340 65 448
HSLAS Grau 55 Classe 1 55 379 70 483
HSLAS Grau 55 Classe 2 55 379 65 448
HSLAS Grau 60 Classe 2 60 414 70 483
HSLAS-F Grau 60 60 414 70 483
API 2N (5) 42 290 62/80 427/552

73
CLÁUSULA 8. Técnica para Especificações dos Procedimentos de Soldagens Pré-qualificadas

Tabela 8.1 (Continuação)


Combinações Pré-qualificadas do Base metálica – Metal de enchimento para Resistência Compatível
Requisitos da Especificação do Aço Requisitos para o Metal de enchimento
Mínimo
Ponto/Força de
Escoamento
Faixa de Tração
Especificação do Aço a, b, c
ksi MPa ksi MPa Especificação de
Processo Eletrodo da AWS Classificação de Eletrodosf, h

API 5LX Grau X52 52 359 66/72 455/496


ABS Graus AH32, DH32, EH32 45.5 313 71/90 490/621
Graus AH32, DH32, EH36(5) 51 352 71/90 490/620
AARM201 Grau B 38 262 70 min. 483 min.
Graus de aço carbono laminado a quente, recozido . (Nota g) . (Nota g)

ou normalizado soldáveis adquirido com os limites


máx. de C 0,34, Mn 1,00, P 0,04, S 0,05
;J
Classe III
ASTM A537 Classe 2(5) 60 414 80/100 552/689 SMAW A5.5/A5.5M E8015-XX
ASTM A572 Grau 60 60 414 75 min. : 517 min. E8016-XX
Grau 65 65 448 80 min. 552 min. E8018-XX
ASTM A633 Grau E(5) 60 414 80/100 552/689 SAW A5,23/A5,23M F8AX-EXX-XX
ASTM A1008 SS Grau 60 60 414 75 517 GMAW A5.28/A5.28M ER80S-XX
HSLAS Grau 60 Classe 1 60 414 75 . 517 E80C-XX
HSLAS Grau 65 Classe 1 6$ 448 80 552 FCAW A5.29/A5.29M E8XTX-XX
HSLAS Grau 65 Classe 2 65 448 75 517
HSLAS Grau 70 Classe 2 70 4S3 80 552
HSLAS-F Grau 70 70 483 80 552
ASTM A1011 SS Grau 60 60 414 75 517
HSLAS Grau 60 Classe 1 60 414 75 517
HSLAS Grau 65 Classe 1 65 448 80 552
HSLAS Grau 65 Classe 2 65 448 75 517
HSLAS Grau 70 Classe 2 70 483 80 552
HSLAS-F Grau 70 70 483 80 552
ASTM A1018 HSLAS Grau 60 Classe 1 60 414 75 517
HSLAS Grau 65 Classe 1 65 448 80 552
HSLAS Grau 65 Classe 2 65 448 75 517
HSLAS Grau 70 Classe 2 70 483 80 552
HSLAS-F Grau 70 70 483 80 552
AAR TCI 28 Grau B 50 345 81/101 558/696
AARM201 Grau B+ 50 345 80 min. 552 min.
74
CLÁUSULA 8. Técnica para Especificações dos Procedimentos de Soldagens Pré-qualificadas

Tabela 8.1 (Continuação)


Combinações Pré-qualificadas do Base metálica – Metal de enchimento para Resistência Compatível

Requisitos da Especificação do Aço Requisitos para o Metal de enchimentoj


Mínimo Ponto/Força de Especificação de
Escoamento Faixa de Tração Eletrodo da AWS Classificação de Eletrodos f, h
a, b, c
Especificação do Aço ksi MPa ksi MPa Processo
Classe IV
ASTM A514 (A partir de 2 ½ pol. [64 mm]) 90 621 100/130 689/896 SMAW A5.5/A5.5M E10015-XX
ASTMA709 Graus 100, 100W 90 621 100/130 689/896 E10016-XX
(2 1/2 pol. a 4 pol. [64 mm a 102 mm]) E10018-XX
SAW A5.23/A5.23M F10AX-EXX-XX
F10AX-E(C)XX~XX
GMAW A5.5/A5.5M ER100S-XX
FCAW A5.29/A5.29M E10XTX-XX
Classe V
ASTMA514 (2 ½ pol. [64 mm] e inferior) 100 689 110/130 758/896 SMAW A5.5/A5.5M E11015-XX
ASTM A517 100 689 1X5/135 792/931 E11016-XX
ASTM A709 Graus 100, 100W 100 689 100/130 689/896 SAW A5.23/A5.23M E11018-XX F11AX-EXX-
(2 ½ pol. [64 mm] e inferior) XX FI 1 AX-E(C)XX-XX
GMAW A5.28/A5.28M ER110S-XX EllXTX-XX
FCAW AS.29/A5.29M
75

a
Nas juntas que envolvam bases metálicas de diferentes classes, requisitos de metais de enchimento com baixo teor de hidrogênio aplicáveis à menor classe de resistência poderão ser usados. Os processos com baixo teor de hidrogênio devem estar sujeitos
aos requisitos da técnica aplicável à classe com maior resistência.
b
Compatibilizar a Norma 2B, da API (tubos fabricados) de acordo com o uso de aço.
c
A adição de, no mínimo, 0,2% de cobre é permitida.
d
Apenas eletrodos com baixo teor de hidrogênio deverão ser usados ao soldar aços com mais de 1 pol. [25 mm] de espessura.
e
Materiais e procedimentos especiais de soldagem (p.ex.: eletrodos E80XX-XX com baixo teor de hidrogênio) poderão ser necessários para compatibilizar a ductilidade do base metálica (para aplicações que envolvam impactos ou baixas temperaturas),
ou para corrosão atmosférica e características de envelhecimento atmosférico.
f
O uso de ligas de cromo-molibdênio (metais de enchimento de classe B) não é permitido,
g
As propriedades mecânicas não são geralmente especificadas.
h
O metal de solda depositado deverá ter uma resistência mínima ao impacto de 20 lb-pé [27 Joules] a 0oF [-18oC] quando os Amostras Charpy com entalhe em V forem necessários.
i
Quando soldar materiais ASTM A514, A517 e A709 Grau 100 e 100W, a admissão de calor não deverá exceder as especificações do fabricante. Isso inclui o controle das temperaturas de pré-aquecimento e dos Entre os Passes bem como a energia do arco
(joules/polegada).
j
Os eletrodos AWS A5M (Unidades do SI) com a mesma classificação poderão ser usados no lugar da classificação do eletrodo AWS A5 (Unidades de Medida do Sistema Inglês).

75
CLÁUSULA 8. Técnica para Especificações dos Procedimentos de Soldagens Pré-qualificadas

Tabela 8.2
Temperatura Mínima Pré-qualificada para Pré-aquecimento e Entre os Passes (Aço)a, b

Espessura da Parte
Mais Espessa no Temperatura
Categoria de Ponto de Soldagem Mínima
Pré- Processo de
aquecimento Especificação do Aço Especificação do Aço Soldagem pol. mm °F °C
A ASTMA27 Grau U60-30 ASTMA515 Graus 55 e 60 <3/4 <, 20 32 0
Grau 60-30
ASTM A36d ASTMA516 Graus 55 e 60
ASTMA53 ASTM A524 Graus 1 e 11 A partir A partir de 150 65
Tipos S ou E Graus ASTM A529 de 3/4 19 a 38
ASTM A569 Até 1 ½
A e B, Tipo F
ASTM A106 Grau B A partir A partir de 225 104
ASTM A570 Todos os Graus de 1 ½ até 38 a 63
ASTM. AS73 Grau 65 2½
ASTM A313 Graus A, B, CS, D, DS, E
ASTM A656 Grau 60
ASTMA139 Grau B
ASTM A1008 CS Tipos A, B, C, DS Tipos A, B, SS Graus
ASTMA216 Grau WCA Soldagem elétrica
25* 30,33 Tipos 1,2,40 Tipos 1,2
HSLAS Grau 45 Classe 1 &2, Grau 50 Classe 2 protegida com outros
HSLAS-F Grau 50 eletrodos além
ASTM A1011 CS Tipos A, Bs C, DS Tipos A, B, SS Graus daqueles com baixo
ASTM A283 Graus A, B, C, D teor de hidrogênio.
30,33,36 Tipos 1 & 2,40,45
Para outros processos,
HSLAS Grau 45 Classe 1 &2, Grau 50 Classe 2
veja as instruções da
HSLAS-F Grau 50
Categoria B.
ASTMA1018 CS (Todos os Graus exceto 1524), DS, SS A partir A partir de 300 149
Graus 30, 33, 36 Tipos 1 & 2, 40 de 2 ½ 63
HSLAS Grau 45 Classe 1 &2, Grau 50 Classe 2
HSLAS-F Grau 50
Grau 36
ASTM A381 Grau Y35 ASTM A7094 Grau B
ASTMA50G Grau A API 5L API 5LX Grau X42
Grau B AARM201 Grau A
ASTMA501
Graus de aço carbono laminado a quente, recozido ou
normalizado soldáveis adquirido com os limites máx. de C 0,28,
Mn 1,00, P 0,04, S 0,05

(Continuação)

76
CLÁUSULA 8. Técnica para Especificações dos Procedimentos de Soldagens Pré-qualificadas

Tabela 8.2 (Continuação)


Temperatura Mínima Pré-qualificada para Pré-aquecimento e Entre os Passes (Aço)a, b

Espessura da Parte
Mais Espessa no Temperatura
Categoria de Ponto de Soldagem Mínima
Pré- Processo de
aquecimento Especificação do Aço Especificação do Aço Soldagem in mm °F °C
B ASTM A27 Graus 65-35,70-36,70-40 ASTM A570 Todos os graus
ASTM:A572 Graus 42, 50
ASTMA36 AS1MA573 Graus 65
ASTMA53 Todos os Graus ASTMA588
ASTM A106 Grau B ASTM A595 Graus A, B, C
ASTM A131 Graus A, B, CS, D, DS, E ASTMA606
AH 32 e 36 ASTM A607 Graus 45, 50,55 <3/4 <19 32 0
DH 32 e 36 ASTMA618
EH 32 e 36
ASTM A633 Graus A, B
ASTM A139 Grau B Graus C, D
ASTMA216 Grau WCB,WCC
ASTM A242 Grau 2
ASTM A283 Graus A, B, C. e D Soldagem com proteção
ASTMA381 Grau Y35 utilizando eletrodos
com baixo teor de
ASTM A441 A partir
hidrogênio, Soldagem A partir
ASTM A500 Graus A, B de
por Arco Submerso, de 19
ASTM A501 ASTM A656 Graus 50 e 60 3/4 50 10
Soldagem a arco com até
até
Proteção a Gás, 38
77

ASTM A709 Graus 36,50, 50W 1-1/2


Soldagem a arco
ASTM A1008 SS Grau 50, HSLAS Graus 50 Classe 1, 55 elétrico com arames
Classe 1 & 2, 60 Classe 2, HSLAS-F Grau 60 tubulares
ASTM A1011 SS Graus 50, 55, HSLAS Graus 50
Classe 1, 55 Classe 1 & 2* 60 Classe 2, HSLAS-
F Grau 60
ASTM A1018 HSLAS Graus 50 Classe 1,55 Classe 1 & 2,
60 Classe 2, HSLAS-F Grau 60 A partir
A partir de
SS Grau 50, HSLAS Graus 50 Classe 1, de 38 150 65
55 Classe 1 e 2,60 Classe 2
até 2-1/2 até
API5L Grau B
64

ASTM A515 Graus 65 e 70


(Continuação)

77
CLÁUSULA 8. Técnica para Especificações dos Procedimentos de Soldagens Pré-qualificadas

Tabela 8.2 (Continuação)


Temperatura Mínima Pré-qualificada para Pré-aquecimento e Entre os Passes (Aço)a, b
Espessura da Parte Mais
Categoria de Temperatura
Processo de Espessa no Ponto de Mínima
Pré- Especificação do Aço Especificação do Aço
aquecimento Soldagem Soldagem
pol. mm °F °C
B
ASTM A516 Graus 65 e 70 Soldagem com
(Cont.) ASTM A524 Graus 1 e 11 API5LX Grau X42 proteção utilizando
ASTMA529 AARM201 Grau B eletrodos com baixo
Graus de aço carbono laminados a quente, recozidos ou teor de hidrogênio, A partir de A partir de 225 107
ASTM A537 Classes 1 e 2 2-1/2 64
normalizados que podem ser soldados, adquiridos com limites Soldagem por Arco
máximos de: C 0,35, Mn 1,00, P 0,04, Submerso, Soldagem
S 0.05 a arco com Proteção a
8ASTM A572 Graus 60 e 65 ASTM A1008 SS Grau 60, HSLAS Grau 60 Classe 1, Gás, Soldagem a arco
65 Classe 1 e 2,70 Classe 2, HSLAS-F elétrico com arames <3/4 519 50 10
L Grau 70 tubulares
ASTM A1011 SS Grau 60, HSLAS Graus 60, 65 Classe 1 A partir de A partir de
ASTMA633 Grau E Soldagem com
2,70 Classe 2, HSLAS-F Grau 70 3/4 19 150 66
API 5 LX Grau X52 proteção utilizando até até
eletrodos com baixo 1-1/2 38
C ASTM A1018 HSLAS Graus 60 Classe 1,65 Classe 1 e 2, teor de hidrogênio, A partir de A partir de
AAR TCI 28 Grau B Soldagem por Arco 1-1/2
70 Classe 2/HSLAS-F Grau 70 38
AARM201 Grau B+ Submerso, Soldagem 225 107
até até
SS Grau 60, HSLAS Graus 60 Classe 1, 65 a arco com Proteção a 2-1/2 64
Classe 1 e 2,70 Classe 2 Gás, Soldagem a arco A partir de A partir de
elétrico com arames 2-1/2 64 300 149
tubulares
ASTMA514
ASTM A517 Soldagem com <3/4 <19 50 10
proteção utilizando A partir de
A partir de
eletrodos com baixo 3/4
19 125 52
ASTM A709 Graus 100 e 100W teor de hidrogênio, até A partir de
Soldagem por Arco 1-1/2 38
D Submerso com aço A partir de A partir de
carbono ou aço liga 1-1/2 38
tubulado, Soldagem a até até 175 79
arco com Proteção a 2-1/2 64
A partir de A partir de
Gás, ou Soldagem a
arco elétrico com 2-1/2 64 225 107
arames tubulares
a
Quando a temperatura do base metálica estiver abaixo da temperatura listada para o processo de soldagem que for usado e a espessura do material a ser soldada, o material deverá ser pré-aquecido (exceto se houver uma indicação contrária ou se
qualificado de acordo com as Cláusulas de 9 a 13) de tal forma que as superfícies do base metálica no qual o metal de solda for depositado estiverem na ou acima da temperatura mínima especificada para uma distância igual à espessura dos membros que
estiver sendo soldada, mas não menor do que 3 pol. [76 mm] em todas as direções a partir do ponto de soldagem. As temperaturas de pré-aquecimento e dos Entre os Passes deverão ser suficientes para evitar a formação de trincas. Temperatura acima do
mínimo mostrado poderá ser necessária para soldas de elevada contenção, b Nas juntas que envolvam a combinação dos bases metálicas, o pré-aquecimento deverá ser como especificado para o aço com maior resistência que estiver sendo soldado. c A adição de
0,2% de cobre, no mínimo, é permitido.
d
Apenas eletrodos com baixo teor de hidrogênio deverão ser usados ao soldar aço A36 ou A709 Grau 36 com mais de 1 pol. [25 mm] de espessura.
e
Quando soldar materiais ASTM A514, A517 e A709 Grau 100 e 100W, a admissão de calor não deverá exceder as especificações do fabricante. Isso inclui o controle das temperaturas de pré-aquecimento e dos Entre os Passes bem como a energia do arco
(joules/polegada).
78
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 8. Técnica para Especificações dos Procedimentos de Soldagens Pré-qualificadas

LARGURA
DA FACE
LARGURA
DA FACE

PROFUNDIDADE

LARGURA PROFUNDIDADE
LARGURA
DA SOLDA
DA SOLDA

SOLDA EM CHANFRO SOLDA DE FILETE

Nota: Os detalhes mostrados são exemplos apenas; eles são aplicáveis a todos os tipos de soldas e chanfros.

Figura 8.1 – Passe de Solda no qual a Profundidade e a Largura Excederem a Largura da Face da Solda

79
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 9. Requisitos Gerais para Qualificação

9. Requisitos Gerais para Qualificação


9.1 Procedimentos Pré-qualificados
9.1.1 Isenção de Testes. As especificações do procedimento de soldagem que se adequam em todos os aspectos
com as provisões das Cláusulas de 5 a 8 deverão ser consideradas como pré-qualificadas e deverão ser isentas de
testes ou qualificação.
9.1.2 Julgamento de Engenharia. O uso de uma especificação do procedimento de soldagem de junta pré-qualificada
não pretende substituir o julgamento de engenharia na adequação da aplicação dessas especificações do procedimento de
soldagem para um conjunto ou conexão soldado.
9.1.3 Requisito para Especificações dos Procedimentos Escritos de Soldagem. Todas as especificações do
procedimento de soldagem pré-qualificados a serem usados deverão ser preparadas pela empresa como especificações dos
procedimentos escritos de soldagem e deverão estar disponíveis para aqueles autorizados a examiná-los. Um formulário
apresentando as informações requeridas nas especificações dos procedimentos de soldagem encontra-se no Anexo D.
9.1.4 Combinação de Especificações de Procedimentos de Soldagens Qualificadas e Pré-qualificadas. Para bases
metálicas com espessura igual ou superior a 1/8 pol. [3 mm], uma combinação de especificações de procedimentos de
soldagens qualificadas ou pré-qualificadas poderá ser usada sem qualificação, desde que os limites das variáveis essenciais
aplicáveis a cada procedimento sejam observados.
9.1.5 Materiais com Espessura Inferior a 1/8 pol. [3 mm]. Não há juntas pré-qualificadas para juntas feitas em bases
metálicas com espessura inferior a 1/8 pol. [3 mm]. Especificações dos procedimentos de soldagem para esses materiais
deverão estar qualificados de acordo com 18.2.
9.2 Procedimentos Qualificados.
Exceto para os procedimentos isentos em 9.1.1, as especificações dos procedimentos de soldagem de juntas que não
forem empregados na execução do trabalho segundo esta especificação deverão ser qualificados antes da sua utilização
(para a aprovação do Engenheiro do Fabricante) mediante testes prescritos em 10.1 a 10.11, conforme o caso. Uma
especificação de procedimento de soldagem qualificada por uma empresa deverá ser considerada como qualificada para
uso indefinidamente. Entretanto, qualquer alteração nas variáveis essenciais fora dos limites disponibilizados para o base
metálica específico soldado exigirá a sua requalificação.
9.3 Soldadores, Operadores de Soldagem e Soldadores Ponteadores
9.3.1 Requisitos de Testes. Todos os soldadores, operadores de soldagem e soldadores ponteadores deverão ser
qualificadas de acordo com os testes prescritos em 5.3.1, além das Cláusulas 11, 12 e 13.
9.4 Responsabilidade pela Qualificação
9.4.1 Cada empresa deverá ser responsável pelas qualificações dos procedimentos de soldagem usados pela empresa e
por seus subcontratados. Quando a propriedade de uma instalação for alterada, o novo Proprietário deverá revisar os registros
de qualificação dos procedimentos para determinar se eles estão de acordo com as exigências desta especificação. Os WPSs
devidamente documentados que estejam de acordo com as provisões desta especificação poderão ser usados sem serem
requalificados desde que o novo Proprietário aceite a responsabilidade por eles e que os WPSs reflitam o nome de novo
Proprietário. O termo “empresa”, como utilizado nesta cláusula, em 5.2.3 e em 9.4.2 inclui todas as empresas sob a mesma
propriedade que empregam o mesmo programa de normas e documentação de soldagem.
9.4.2 Cada empresa deverá ser responsável pelas qualificações de desempenho de soldadores, operadores de soldagem e
soldadores ponteadores empregados pela empresa e por seus subcontratados. Quando a propriedade de uma instalação for
alterada, o novo Proprietário deverá revisar os registros dos testes de qualificação de desempenho para determinar se eles estão
de acordo com as exigências desta especificação. Soldadores, operadores de soldagem e soldadores ponteadores cujos registros
de qualificação estejam de acordo com as provisões desta especificação poderão continuar a solda sem serem requalificados,
desde que o novo Proprietário aceite a responsabilidade pela sua qualificação e que os seus registros de qualificação reflitam o
nome do novo Proprietário.
9.4.3 As qualificações que forem realizadas e satisfaçam os requisitos das edições anteriores de AWS D15.1 enquanto
essas edições estiverem vigentes são válidas e poderão ser usadas. Não é aceitável usar uma edição anterior para novas
qualificações no lugar da edição vigente, exceto se a edição anterior específica for uma exigência contratual.

80
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 10. QUALIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS

10. Qualificação dos Procedimentos


10.1 Limitação de Variáveis Essenciais.
As variáveis essenciais são as listadas na Tabela 10.1. Quando a Tenacidade do Material for uma exigência, as ―Variáveis
Essenciais Complementares‖ também serão aplicadas.

10.2 Tipos de Testes e Objetivos


10.2.1 Soldagem em Chanfros. Os tipos de testes descritos a seguir devem determinar as propriedades mecânicas e a
resistência das juntas soldadas executadas segundo um determinado procedimento. Os testes usados são os seguintes:
(1) Teste de tensão da seção transversal reduzida (para resistência à tração)
(2) Teste de curvatura de raiz transversal (para resistência)
(3) Teste de curvatura de face transversal (para resistência)
(4) Teste de curvatura lateral (para resistência)
(5) Teste de curvatura de face e de raiz longitudinal (para resistência)
(6) Teste de tensão no metal de solda (para propriedades mecânicas)
(7) Teste de impacto (quando especificado para resistência)
(8) Macroensaio para resistência e medições do tamanho de soldas em soldagens em chanfro com penetração parcial
(9) Testes radiográficos ou ultrassônicos (para resistência)
10.2.2 Soldas de filete. Um macroensaio é necessário para determinar a resistência das juntas soldadas realizadas
segundo um determinado procedimento.
10.2.3 Soldas Oblongo. Três soldas de amostras deverão ser coletadas. Cada uma deverá ser cortada ao longo da
linha de centro da solda. Cada seção deverá ser preparada conforme 10.8.2.
Se a combinação dos consumíveis e da base metálica não estiver de acordo com a Tabela 8.1 e a especificação do
procedimento de soldagem não for qualificada pelo fabricante para as soldagens em chanfros de acordo com os itens 10.6.1
ou 10.6.2, uma chapa de teste de soldagem em chanfro com penetração total da junta deverá ser soldada para qualificar a
combinação proposta de base metálica e consumíveis.
10.2.4 Soldas de tampão. Duas soldas de tampão deverão ser feitas; uma deverá ser cortada longitudinalmente ao
longo do centro da solda e a outra deverá ser cortada em três pontos transversais à solda. As seções deverão estar no
centro do comprimento da solda e a uma distância das extremidades da solda igual ao comprimento da solda dividido
por quatro. Cada seção deverá ser preparada conforme 10.8.2.
Se a combinação dos consumíveis e da base metálica não estiver de acordo com a Tabela 8.1 e a especificação do
procedimento de soldagem não for qualificada pelo fabricante para as soldagens em chanfros de acordo com os itens 10.6.1
ou 10.6.2, uma chapa de teste de soldagem em chanfro com penetração total da junta deverá ser soldada para qualificar a
combinação proposta de base metálica e consumíveis.
10.2.5 Soldas de Acúmulo. As soldas de acúmulo deverão ser qualificadas utilizando o teste da solda em chanfro
com penetração total da junta.

10.3 Base metálica e Sua Preparação.


A base metálica e sua preparação para soldagem deverão estar de acordo com a especificação do procedimento de
soldagem. Para todos os tipos de juntas soldadas, o comprimento da solda e as dimensões do metal de solda deverão
proporcionar material suficiente para as Amostras exigidas por esta especificação.

10.4 Posição das Soldas de Teste.


Todas as soldas usadas na construção atual deverão ser classificadas como: (1) planas, (2) horizontal, (3) vertical ou (4)
superiores de acordo com as definições das posições de soldagem das Figuras 10.1 e 10.2.
10.4.1 Soldas de Teste na Chapa com Chanfro (Figura 10.3). Na execução dos testes para qualificar as
soldagens em chanfro, as chapas de teste deverão ser soldadas nas seguintes posições:
10.4.1.1 Posição 1G (Plana). A chapa de teste deverá ser posicionada em um plano aproximadamente
horizontal e o metal de solda depositado no lado superior [ver a Figura 10.3 (A)].

81
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 10. QUALIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS

10.4.1.2 Posição 2G (Horizontal). As chapas de teste deverão ser colocadas em um plano aproximadamente
vertical com a chanfro aproximadamente horizontal [ver a Figura 10.3 (B)].
10.4.1.3 Posição 3G (Vertical). As chapas de teste deverão ser posicionadas com a chanfro aproximadamente
vertical [ver a Figura 10.3 (C)].
10.4.1.4 Posição 4G (Superior). As chapas de teste deverão ser posicionadas em um plano aproximadamente
horizontal e o metal de solda deverá ser depositado no lado inferior da mesma [ver a Figura 10.3 (D)].
10.4.1.5 Um fabricante que produz soldas em uma orientação especial poderá realizar uma solda de teste em
uma chapa com chanfro para qualificação de procedimento nessa orientação específica. Tais qualificações são válidas
somente para as posições efetivamente testadas, exceto as indicadas a seguir:
(1) Para outras soldas além das de teste na posição vertical (Figura 10.1), será permitido um desvio angular de ± 15º na
inclinação do eixo da solda e na rotação da face da solda.
(2) Soldas de teste na posição vertical qualificam todas as posições verticais com inclinação menor.
10.4.2 Soldas de Teste em Cano com Chanfro (Figura 10.4). Na execução dos testes para qualificar as soldas
em chanfros, os canos de teste deverão ser soldados nas seguintes posições:
10.4.2.1 Posição 1G (Cano Girado Horizontalmente) O cano de teste deverá ser posicionado com o seu eixo
na horizontal e a chanfro aproximadamente na vertical. O cano deverá ser girado durante a soldagem para que o metal
da solda seja depositado a partir do lado superior [ver a Figura 10.4 (A)],
10.4.2.2 Posição 2G (Cano Fixo na Vertical). O cano de teste deverá ser posicionado com o seu eixo na
vertical e a chanfro de soldagem aproximadamente na horizontal. O cano não deverá ser girado durante a soldagem [ver
a Figura 10.4(B)].
10.4.2.3 Posição 5G (Cano Fixo na Horizontal). O cano de teste deverá ser posicionado com o seu eixo na
horizontal e a chanfro aproximadamente na vertical. O cano não deverá ser girado durante a soldagem [ver a Figura
10.4(C)].
10.4.2.4 Posição 6G (Cano Fixo Inclinado). O cano de teste deverá ser inclinado a 45º em relação à
horizontal. O cano não deverá ser girado durante a soldagem [ver a Figura 10.4(D)].
10.4.2.5 Um fabricante que produz soldas em uma orientação especial poderá realizar uma solda de teste em
um cano com chanfro para qualificação de procedimento nessa orientação específica. Tais qualificações são válidas
somente para a posição efetivamente testada, exceto se for permitido um desvio angular de ± 15º na inclinação do eixo
do cano.
10.4.3 Soldas de filete na Chapa (Figura 10.5). Na execução dos testes para qualificar as soldas de filete, as
chapas de teste deverão ser soldadas na posição indicada a seguir:
10.4.3.1 Posição 1F (Plana). As chapas de teste deverão ser posicionadas de forma que cada solda de filete
seja colocada com o seu eixo aproximadamente na horizontal e a sua garganta aproximadamente vertical [ver a Figura
10.5(A)].
10.4.3.2 Posição 2F (Horizontal). As chapas de teste deverão ser posicionadas de tal forma que cada solda de
filete seja colocada no lado superior da superfície horizontal e contra a superfície vertical [ver a Figura 10.5(B)],
10.4.3.3 Posição 3F (Vertical). As chapas de teste deverão ser posicionadas de tal forma que cada solda de
filete seja colocada com o seu eixo aproximadamente na vertical [ver a Figura 10.5(C)].
10.4.3.4 Posição 4F (Superior). As chapas de teste deverão ser posicionadas de tal forma que cada solda de
filete seja colocada no lado inferior da superfície horizontal e contra a superfície vertical [ver a Figura D5(D)].
10.4.3.5 Um fabricante que produz soldas em uma orientação especial poderá realizar uma solda de teste em
um cano com chanfro para qualificação de procedimento nessa orientação específica. Tais qualificações são válidas
somente para a posição efetivamente testada, exceto as indicadas a seguir:
(1) Para outras soldas além das de teste na posição vertical (Figura 10.2) será permitido um desvio angular de ± 15º na
inclinação do eixo da solda e na rotação da face da solda.
(2) Soldas de teste na posição vertical qualificam as soldas de filete em todas as posições verticais com inclinação
menor.

82
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 10. QUALIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS

10.4.4 Soldas de filete em Cano (Figura 10.6).


10.4.4.1 Posição Plana 1F. O cano de teste deverá ser posicionado com o seu eixo inclinado a 45º em relação à
horizontal e girado durante a soldagem. O metal de solda é depositado a partir da parte superior para que, no ponto de
depósito, o eixo da solda esteja na horizontal e o tamanho da solda, na vertical [ver a Figura 10.6(A)].
10.4.4.2 Posições Horizontais 2F e 2FR.
(1) Na posição 2F, o cano de teste deverá ser posicionado com o seu eixo vertical de tal forma que a solda seja
colocada no lado superior da superfície horizontal e contra a superfície vertical. O eixo da solda deverá estar na
horizontal e o cano não será girado durante a soldagem [ver a Figura 10.6(B)].
(2) O cano de teste da posição 2FR deverá ser posicionado com o seu eixo na horizontal e o eixo da solda colocado,
no plano vertical. O cano não deverá ser girado durante a soldagem [ver a Figura 10.6(C)].
10.4.4.3 Posição Superior 4F. O cano de teste deverá ser posicionado com o seu eixo vertical de tal forma que
a solda seja colocada no lado inferior da superfície horizontal e contra a superfície vertical. O eixo da solda deverá estar
na horizontal e o cano não será girado durante a soldagem [ver a Figura 10.6(D)].
10.4.4.4 Posição Múltipla 5F. O cano de teste deverá ser posicionado com o seu eixo na horizontal e o eixo da
solda colocada, no plano vertical. O cano não será girado durante a soldagem [ver a Figura 10.6(E)].
10.4.4.5 Um fabricante que produz soldas em uma orientação especial poderá realizar uma solda de filete de
teste em canos para a qualificação do procedimento nessa orientação específica. Tais qualificações são válidas somente
para a posição testada, exceto se for permitido um desvio angular de ± 15º na inclinação do eixo do cano.
10.5 Especificação do Procedimento de Soldagem da Junta
10.5.1 O procedimento usado deverá satisfazer todos os aspectos das especificações do procedimento de soldagem.
10.5.2 A limpeza da solda deverá ser feita com a solda na mesma posição que a posição de soldagem que estiver
sendo qualificada.
10.6 Amostras: Quantidade, Tipo e Preparação
10.6.1 Soldas em Chanfros com Penetração total da Junta
10.6.1.1 O tipo e a quantidade de Amostras que deverão ser testados para qualificar uma especificação do
procedimento de soldagem encontram-se na Tabela 10.2, juntamente com a gama de espessuras que for qualificada para
uso na construção. A gama baseia-se na espessura da chapa, cano ou tubulação usados na qualificação.
10.6.1.2 As Amostras para soldas em chanfros em juntas em T ou de canto devem ser juntas de topo com as
mesmas características de chanfro da junta em T ou de canto usada durante a construção exceto pela profundidade da
chanfro, que não precisa exceder 1 pol. [25 mm],
10.6.1.3 Testes Não Destrutivos. Antes da preparação de Amostras mecânicas, a chapa, cano ou tubulação de
teste para qualificação deverão ser submetidos a testes não destrutivos para determinar a sua resistência:
(1) Testes radiográficos ou ultrassônicos deverão ser usados. Para chapas de teste, um comprimento mínimo efetivo
de solda 6 pol. [150 mm] entre as tiras de descarte deverá ser testado. Para canos ou tubulações, a circunferência
total da solda executada deverá ser testada.
(2) Para uma qualificação aceitável, a solda, como revelado pelos testes radiográficos ou ultrassônicos, deverá
satisfazer os requisitos de 17.3 e 17.4.
10.6.1.4 Testes Mecânicos. Os conjuntos de teste soldados de acordo com 10.6.1.3 deverão ter as amostras
preparadas com o corte da chapa, do cano ou da tubulação de teste como mostram as Figuras 10.7 a 10.10, conforme o
caso. As amostras deverão ser preparados para testes de acordo com as Figuras 10.11 a 10.14, conforme o caso.
10.6.1.5 Quando as combinações de materiais divergirem consideravelmente nas propriedades mecânicas de
curvatura, como entre dois materiais de base ou entre o metal da solda e a base metálica, testes de curvatura
longitudinais (face e raiz) poderão ser usados no lugar dos testes de curvatura transversal da face e da raiz. Os conjuntos
de teste soldados de acordo com 10.6.1.3 deverão ter as amostras preparadas com o corte da chapa de teste como
mostram as Figuras 10.9 ou 10.10, conforme cada caso. As amostras para o teste de curvatura longitudinal deverá ser
preparado para testes como mostra a Figura 10.14.

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10.6.2 Soldas em Chanfros com Penetração Parcial da Junta. O tipo e a quantidade de amostras que deverão
ser testados para qualificar uma especificação de procedimento de soldagem encontram-se na Tabela 10.2. Uma solda
de amostra deverá ser feita utilizando o tipo de projeto de chanfro e a especificação do procedimento de soldagem da
junta a ser usado na construção, exceto pela profundidade que não precisa exceder 1 pol. [25 mm]. Para o macroensaio
requerido na Tabela 10.3, qualquer aço M1 do grupo 1, 2 ou 3 (consulte AWS B2.1/B2.1M, Anexo A para o número de
M) poderá ser usado para qualificar qualquer aço ou combinação de aços nesses grupos.
10.6.2.1 Para especificações de procedimentos de soldagem de juntas que atendam, em todos os aspectos do
item 5.4.4.4, Cláusula 6 e Cláusula 8, três seções transversais de amostras em que o teste macrográfico foi realizado
deverão ser preparadas para demonstrar que o tamanho da solda efetiva designada (obtida a partir dos requisitos da
especificação do procedimento de soldagem).
10.6.2.2 Quando uma especificação do procedimento de soldagem de juntas for qualificada para uma soldagem
em chanfro com penetração total da junta e for aplicada às condições de soldagem para uma solda em chanfro com
penetração parcial da junta, são necessárias três amostras com seção transversal em que o teste macrográfico foi
realizado.
10.6.2.3 Se uma especificação de procedimento de soldagem de juntas não for coberta pelo item 10.6.2.1 ou
10.6.2.2, ou se as condições de soldagem não satisfaçam o status pré-qualificado ou se elas não foram usadas e testada
para uma solda com penetração total de uma junta de topo, então uma amostra simples deverá ser preparada e uma
amostra em que o teste macrográfico foi realizado deverá ser feita para definir o tamanho efetivo da solda da junta. O
material em excesso deverá ser usinado no lado inferior da junta até a espessura da garganta efetiva. Amostras de tensão
e curvatura deverão ser preparadas e os testes realizados conforme a especificação para soldas em chanfros com
penetração total da junta (ver 10.6.1).
10.6.2.4 Soldas em Chanfros em Juntas de Face Convexa. Os tamanhos efetivos de solda para soldas em
Chanfros em Juntas de Face Convexa qualificadas deverão ser determinados pelos seguintes pontos:
(1) As seções de teste deverão ser usadas para verificar se o tamanho efetivo da solda foi obtido de forma consistente.
(2) Para um determinado conjunto de condições de WPS, se o fabricante demonstrou uma produção consistente de
tamanhos efetivos maiores de solda do que os mostrados na Tabela 7.3, o fabricante poderá definir esses tamanhos
maiores de solda efetivos por qualificação.
(3) A qualificação requerida em (2) deverá ser formada pelo seccionamento do membro com raio, normal ao seu eixo,
na metade do comprimento e nas extremidades da solda. Esse seccionamento deverá ser feito em uma quantidade
de combinações de tamanhos de materiais representativos da gama usada pelo fabricante em construção.
10.6.3 Soldas de filete. O tipo e a quantidade de amostras que deverão ser testadas para qualificar uma
especificação de procedimento de soldagem encontram-se na Tabela 10.4.
10.6.3.1 Soldas de filete. Um teste de solda de filete de junta em T para chapa, como na Figura 10.15, ou teste
de solda de cano, como a Figura 10.17, deverá ser feito para cada procedimento e posição a serem usados na construção.
10.6.3.2 Deve haver uma solda de teste com o tamanho máximo da solda de filete com passe único e uma com
o tamanho mínimo da solda de filete com passes múltiplos usados na construção. Esses dois testes de solda de filete
poderão ser combinados em um único teste de solda ou montagem. A solda deverá ser cortada perpendicularmente ao
sentido da soldagem, como mostra a Figura 10.15 ou 10.17. As amostras que representam uma face de cada um dos três
cortes deverão constituir um amostra de macroensaio e deverão ser testados de acordo com 10.8.2.
10.6.4 Teste de Verificação dos Consumíveis
10.6.4.1 Se os consumíveis de soldagem propostos e a especificação dos procedimentos de soldagem propostos
para a soldagem da chapa do teste de solda de filete prescrito em 10.6.3.1 não forem pré-qualificados ou qualificados
por 9.2; ou seja, (1) se os consumíveis da soldagem não estiverem de acordo com a Tabela 8.1 e também para (2) se a
especificação do procedimento de soldagem que utilizar os consumíveis propostos não foi definida pelo fabricante de
acordo com 10.6.1 ou 10.6.2, então uma chapa de teste de solda em chanfro com penetração total da junta deverá ser
soldada para qualificar a combinação proposta.
10.6.4.2 A chapa de teste deverá ser soldada como segue:
(1) A chapa de teste deverá ter a configuração da chanfro mostrada nas Figuras 11.2 ou 12.2 com raiz de metal.
(2) A chapa deverá ser soldada na posição 1G (plana).
(3) O comprimento da chapa deverá ser adequado para proporcionar as amostras requeridas a seguir, conforme mostra
a Figura 10.16.

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(3) As condições de corrente, tensão, velocidade de deslocamento e vazão de gás do teste de soldagem deverão ser o
mais próximas possível às usadas na produção de soldas de filete. Essas condições estabelecem a especificação do
procedimento de soldagem a partir do qual, quando as soldas de filete de produção são feitas, alterações nas
variáveis essenciais deverão ser medidas de acordo com a Tabela 10.1.
(4) A chapa de teste deverá ser soldada como segue:
(a) Dois Amostras com curvaturas laterais (ver a Figura 10.13) e um amostra com tensão metálica
(ver a Figura 10.12) deverão ser retirados da chapa de teste, como mostra a Figura 10.16.
(b) As amostras de curvatura deverão ser testados de acordo com 10.8.3. Os resultados desse teste
deverão estar de acordo com os requisitos de 10.9.2.
(c) A amostra de tensão deverá ser testado de acordo com 10.8.4. Os resultados do teste devem
determinar o nível de resistência dos consumíveis de soldagem que deverão satisfazer os requisitos do processo de
soldagem que estiver sendo usado e o nível de resistência da base metálica que for soldado.
10.6.5 Qualificação do Cano e da Tubulação. Uma especificação do procedimento de soldagem de junta para a
soldagem em chanfro de cano ou tubulação qualificada de acordo com 10.6.1 também deverá constituir uma
qualificação de procedimento para a solda de filete de chapas, canos ou tubulações.
10.6.6 Posições Qualificadas para Soldagem de Canos. A qualificação do cano ou da tubulação também deverá
ser qualificada para chapas, mas não vice-versa, exceto que a qualificação na chapa nas posições 1G (plana) ou 2G
(horizontal) deverá ser qualificada para a soldagem de canos ou tubulações a partir de 24 pol. [610 mm] de diâmetro. As
limitações da posição de soldagem para a qualificação de procedimentos encontram-se na Tabela 10.5.
10.6.6.1 A qualificação do procedimento para canos ou tubulações na posição 5G (cano fixo na horizontal)
qualifica o procedimento para a soldagem em chanfro nas posições plana, vertical e superior e para a solda de filetes de
canos, tubulações e chapas.
10.6.6.2 A qualificação do procedimento para canos ou tubulações na posição 6G (inclinado fixo) qualifica o
procedimento para todas as posições de solda em chanfro e solda de filetes de canos, tubulações e chapas.
10.6.6.3 Uma especificação de procedimento de soldagem de unidades para soldar chapas também deverá
constituir a qualificação de procedimento para solda de filete de chapas e canos dentro das limitações exibidas na Tabela
10.5.
10.7 Condições Especiais de Teste
10.7.1 Para fundidos de ligas de alumínio, testes de curvatura guiados não são necessários. Ensaios macrográficos
podem ser substituídos por testes de curvatura para avaliar a sua resistência.
10.7.2 Bases metálicas e de solda resistentes a desgaste, bem como o ferro fundido, geralmente não podem
satisfazer os requisitos do teste de curvatura e de 10.83 e 10.9.2. Esses materiais, mediante critério do Engenheiro do
Fabricante deverão, no lugar do teste de curvatura, ser qualificados por um macroensaio (ver 10.8.2 e 10.9.3.4).
10.7.3 Envelhecimento da amostra. Quando requerido pela especificação do metal de enchimento aplicável ao
metal de solda que estiver sendo testado, a amostra que foi soldada de acordo com a qualificação poderá ser envelhecido
de 200oF a 220oF [93oC a 104oC] por 48 horas ± 2 horas.
10.8 Método de Teste das amostras
10.8.1 Amostras com Seção Reduzida. Antes de testar, a menor largura e a respectiva espessura da seção
reduzida deverá ser medida em polegadas [mm]. A amostra deverá ser rompida mediante carga de tração, f, e a máxima
carga deverão ser determinadas. A área da seção transversal deverá ser obtida multiplicando-se a largura pela espessura.
A resistência à tração deverá ser obtida dividindo-se a carga máxima pela área da seção transversal.
10.8.2 Macroensaio. As amostras de solda deverão ser preparadas com um acabamento adequado ao exame por
macroensaio. Uma solução adequada deverá ser usada para o macroensaio a fim de proporcionar uma clara definição da
solda (ver o Anexo F).
10.8.3 Amostras de Curvatura da Raiz, Face e Lateral. Cada amostra deverá ser dobrada em um dispositivo de
fixação com o contorno indicado na Figura 11.11, 11.12 ou 11.13. Outras partes do elemento de fixação deverão estar
rigorosamente de acordo com essas figuras. Quaisquer meios convenientes poderão ser usados para deslocar o membro
do êmbolo em relação ao membro da matriz.
10.8.3.1 A amostra deverá ser posicionada no membro da matriz do elemento de fixação com a solda
posicionada na metade do intervalo, As Amostras para curvatura da face deverão ser colocadas com a face da solda
direcionada para o intervalo. Amostras de solda de filete para determinar a resistência ao curvatura da raiz

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deverão ser posicionadas com a raiz da solda voltada para o intervalo. As Amostras para curvatura lateral deverão ser
posicionados com o lado que apresentar a maior descontinuidade, se houver, voltada para o intervalo.
10.8.3.2 O êmbolo deverá forçar a amostra contra a matriz até que a amostra assuma a forma de ―U‖. As zonas
de solda e afetadas pelo calor deverão estar centralizadas e totalmente dentro da porção dobrada da amostra após o teste.
10.8.3.3 Ao usar o elemento de fixação envolvente, a amostra deverá estar firmemente presa em uma
extremidade para que ela não escorregue durante a operação de curvatura. As zonas de solda e as afetadas pelo calor
deverão estar totalmente na porção dobrada da amostra após o teste. As amostras deverão ser retiradas do elemento de
fixação quando o rolete externo tiver sido deslocado em 180º do ponto inicial.
10.8.4 Teste de Tração em Solda Metálica. A amostra deverá ser testada de acordo com a última edição do
documento AWS B4.0, Métodos Padronizados para Testes Mecânicos de Soldas.
10.8.5 O procedimento e a técnica radiográficos deverão estar de acordo com os requisitos da Cláusula 15.
10.8.6 O procedimento e a técnica radiográficos deverão estar de acordo com os requisitos da Cláusula 16.
10.9 Resultados Requeridos do Teste.
As especificações para os resultados do teste deverão ser as seguintes:
10.9.1 Teste de Tração com Seção Reduzida.
10.9.1.1 Se bases metálicas com diferentes resistências mínimas à tração forem usados, serão aplicadas as
especificações para o material mais fraco (ou com resistência não especificada).
10.9.1.2 Para bases metálicas com liga de alumínio, a força de tração deverá satisfazer as especificações da
Tabela 10.6.
10.9.1.3 Quando o metal da base não possuir resistência mínima à tração especificada (ver 10.9.1.5), os
resultados do teste serão aceitáveis, se as seguintes condições forem aplicadas:
(1) A falha ocorre na base metálica do lado de fora da solda ou da linha de fusão
(2) A falha ocorre com uma força igual ou superior àquela resistência mínima especificada do metal de solda
10.9.1.4 Para todos os demais bases metálicas, a resistência à tração não deverá ser menor do que a seguinte:
(1) A resistência à tração mínima especificada da base metálica (especificação da base metálica). Entretanto, se a
amostra se romper na base metálica fora da solda ou da linha de fusão, o teste deverá ser aceito como tendo
satisfeito os requisitos, desde que a resistência não seja 5% menor do que o valor mínimo especificado da
resistência à tração da base metálica.
(2) A resistência à tração mínima especificada do metal de enchimento quando um metal de solda com menor
resistência for permitido no projeto.
10.9.1.5 Quando um procedimento for qualificado utilizando-se um base metálica sem uma resistência à tração
mínima especificada, o teste não qualificará a soldagem de qualquer outra base metálica.
10.9.2 Testes de Curvatura da Raiz, Face e Lateral. A superfície convexa da amostra de curvatura deverá ser
visualmente examinado quanto a descontinuidades superficiais. Para aceitação, a superfície não deverá conter
descontinuidades que excedam as seguintes dimensões:
10.9.2.1 1/8 pol. [3 mm] medido em qualquer direção na superfície.
10.9.2.2 3/8 pol. [10 mm] – a soma das maiores dimensões de todas as descontinuidades que excederem 1/32
pol. [1 mm], mas menor ou igual a 1/8 pol. [3 mm].
10.9.2.3 ¼ pol. [6 mm] – trinca máxima de canto, exceto quando essa trinca resultar da inclusão visível de
carepa ou outras descontinuidades do tipo de fusão, então será aplicado o valor máximo de 1/8 pol. [3 mm].
10.9.2.4 As amostras com trincas de canto que excederem 1/4 pol. [6 mm] sem evidência de inclusões de
carepa ou outras descontinuidades do tipo de fusão poderão ser desconsideradas e uma substituição da amostra da solda
original testada.
10.9.3 Macroensaio. Para qualificação aceitável, a amostra de macroensaio, quando inspecionada visualmente
deverá estar de acordo com os seguintes requisitos:
10.9.3.1 As soldas em chanfro com penetração parcial da junta deverão ter o tamanho designado da solda.

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10.9.3.2 As soldas de filete deverão ter fusão na raiz da junta mas não necessariamente além.
10.9.3.3 O tamanho mínimo da perda deverá satisfazer o tamanho especificado da solda de filete.
10.9.3.4 As soldas em chanfro com penetração parcial da junta e soldas de filete deverão apresentar as
seguintes condições:
(1) Sem trincas
(2) Fusão completa entre as camadas adjacentes de metal de solda e entre o metal de solda e base metálica
(3) Perfis de solda de acordo com o detalhe pretendido, mas com nenhuma das variações proibidas na Figura 6.2
(4) Nenhum rebaixo excederá os valores permitidos na Classe 1, Tabela 17.2
10.9.3.5 Para Soldas Oblongo, a fusão deverá estar completa nas superfícies do orifício e a fusão da base
metálica do suporte deverá ser pelo menos igual ao diâmetro do orifício.
10.9.3.6 Para soldas de tampão, a fusão para as superfícies da venda deverá estar completa e a fusão aa base
metálica do suporte deverá ser pelo menos igual às dimensões da fenda.
10.9.4 Testes Não Destrutivos. Para qualificação aceitável, a solda, como revelada pelos testes radiográficos ou
ultrassônicos deverá satisfazer os requisitos da Cláusula 17.
10.9.5 Inspeção Visual de Canos e Tubulações. Para qualificação aceitável, uma solda de cano, quando
inspecionada visualmente deverá estar de acordo com os seguintes requisitos:
10.9.5.1 A solda deverá estar livre de trincas.
10.9.5.2 Todas as trincas deverão ser preenchidas até a seção transversal total da solda.
10.9.5.3 A face da solda deverá ser pelo menos rente à superfície externa do cano, e a solda deverá unir-se
suavemente com a base metálica. O rebaixo não deverá exceder 1/64 pol. [0,4 mm]. O reforço máximo da solda
encontra-se na Tabela 11.5.
10.9.5.4 A raiz da solda deverá ser inspecionada, e não deverá haver evidência de trincas, fusão incompleta ou
penetração inadequada da junta. Uma superfície de raiz côncava é permitida dentro dos limites mostrados a seguir,
desde que a espessura total da solda seja igual a ou maior do que aquela da base metálica.
10.9.5.5 A concavidade máxima da superfície da raiz deverá ser de 1/16 pol. [2 mm] e a fusão máxima deverão
ser de 1/8 pol. [3 mm].
10.9.6 Inspeção Visual da Chapa. Para a qualificação aceitável, a chapa de teste soldada, quando inspecionada
visualmente, deverá estar de acordo com os requisitos para a inspeção visual em 17.2.
10.10 Registros.
Os registros dos resultados de testes deverão ser mantidos pelo fabricante e deverão estar disponíveis para aqueles
autorizados a examiná-los.

10.11 Retestes.
Se qualquer amostra daqueles testados falhar em satisfazer os requisitos dos testes, dois novos testes para esse tipo
particular de amostra poderão ser realizados com amostras extraídas do mesmo material de qualificação do procedimento.
Os resultados de ambas as amostras deverão satisfazer os requisitos dos testes. Para material acima de 1 ½ pol. [38 mm] de
espessura, a falha de um amostra exigirá o teste de todas as amostras do mesmo tipo a partir de duas posições adicionais do
material de teste.

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Tabela 10.1
Alterações das Variáveis Essenciais para PQR que Requeiram Requalificação de WPS para SMAW, SAW, GMAW, FCAW e GTAW (Ver 10.1)
Processo
Alterações das Variáveis Essenciais para PQR que Requerem Requalificação SMAW SAW GMAW FCAW GTAW

Design da Junta
(1) Uma alteração no tipo do projeto de junta de um dos abaixo indicados para
outro, exceto se a goivagem posterior for agregada:
(a) Chanfro reto X X X X X
(b) Bisel simples ou duplo ou chanfro em J
(c) Chanfro com ―U‖ ou ―V‖ simples ou duplo
(2) Uma alteração no projeto da junta da chanfro pode resultar em:
(a) Uma diminuição no ângulo da chanfro
(b) Uma diminuição na abertura da raiz
(c) Um aumento na face da raiz para soldas CJP
X X X X X
(d) A omissão, mas não a adição, do material de raiz
(e) A adição ou a omissão de insertos consumíveis
(3) Para Soldas Oblongo e fendas:
(a) Uma alteração na largura da fenda ou no diâmetro do orifício especificado
(b) Uma alteração na profundidade da chanfro ou no orifício com mais de
1/16 pol. [2 mm]
X X X X X
(c) Uma redução na espessura da base metálica especificado do suporte
em mais de 1/16 pol. [2 mm]
Base metálica, Barra Traseira, Enchedor, Faixa Distanciadora e Aba Soldada
(4) Para o material M1, uma alteração para um número de grupo maior (ver
AWS B2.1/B2.1M e/ou Anexo A para as classificações dos números de M)
X X X X X
(5) Uma alteração de um número ―M‖ para outro número ―M‖ ou para um base
metálica não relacionado, exceto se a base metálica não relacionado puder
ser mostrado que tenha propriedades mecânicas na mesma gama e com X X X X X
composição química similar à da mesma gama, verificado pelo Engenheiro
do Fabricante
(6) Para juntas entre bases metálicas com diferentes números de M, a
requalificação será necessária exceto para M3, M4 e M5 (teor máximo
nominal de cromo de 3%); um procedimento com um número M também X X X X X
deverá ser qualificado para o metal soldado em cada um dos números M
menores.
(7) Para o material M1 1, uma alteração do número de grupo X X X X X
(Continua)

88
Tabela 10.1 (Continuação)
Alterações das Variáveis Essenciais para PQR que Requeiram Requalificação de WPS para SMAW, SAW, GMAW, FCAW e GTAW (Ver 10.1)
Processo
Alterações das Variáveis Essenciais para PQR que Requerem
SMAW SAW GMAW FCAW GTAW
Requalificação
Base metálica, Barra Traseira, Enchedor, Faixa Distanciadora e Aba Soldada
Ao soldar aço temperado e revenido, qualquer alteração na limitação das
variáveis não deverá aumentar a entrada de calor além das X X X X X
recomendações do fabricante do aço.
Uma alteração no número "M" do material de raiz, se o material alterar a
X X X X X
composição do metal de solda.
Metal de enchimento
Uma alteração no número "M" do material de raiz, se o material alterar a
X X X X X
composição do metal de solda
Para soldagem de Aço Carbono e de Aço de Baixa Liga, uma alteração na AWS
AWS AWS AWS AWS A5.20/A5.20M
classificação dos eletrodos não coberta em: A5.18/A5.18M
A5.1/A5.1M A5.17/A5.17 A5.18/A5.18M ou A5.29/A5.29M
ou A5.28/A5.28M
Para soldagem de Aço Inoxidável, uma alteração na classificação dos OU ou ou
AWS.A5.22/A5.22M AWS.A5.9/A5.9M
eletrodos não coberta em: A5.5/A5.5M A5.28/A5.28M A5.28/A5.28M
Para soldagem de Alumínio uma alteração na classificação dos eletrodos AWS AWS AWS AWS
não coberta em: A5.4/A5.4M A5.9/A5.9M A5.9/A5.9M A5.10/A5.10M
Uma alteração nas marcas de eletrodos com uma classificação “G" ou
quando um metal de enchimento ou uma combinação de metal de
enchimento/fundente com uma resistência mínima à tração requerida X X X X X
menor do que a base metálica for usada, o fabricante, a marca e o grau
deverão ser variáveis essenciais.
Uma alteração no diâmetro nominal do eletrodo de: ˃ 1/32 Qualquer
Qualquer
aumento de aumento ou Qualquer aumento
aumento
[0,8 MM] diminuição
A adição ou supressão de metal de enchimento X
Parâmetros do Processo
Uma variação na corrente ou na tensão que não esteja dentro da faixa X (para outros além
X X
recomendada pelo fornecedor de eletrodos do alumínio)
Para o alumínio, uma variação de mais de ± 15% na corrente, na tensão
X
ou em ambas
Uma variação no tipo de corrente de soldagem (CA ou CC), copolaridade
X X X X
(DCEN ou DCEP)
Uma alteração no modo de transferência metálica X
Gás de Blindagem
Uma variação de um gás simples para qualquer outro gás ou para uma
mistura de gases ou uma alteração na composição porcentual X X X
especificada da mistura de gases.
(Continua)

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Tabela 10.1 (Continuação)


Alterações das Variáveis Essenciais para PQR que Requeiram Requalificação de WPS para SMAW, SAW, GMAW, FCAW e GTAW (Ver 10.1)
Processo
Alterações das Variáveis Essenciais para PQR que Requerem Requalificação SMAW SAW GMAW FCAW GTAW

Parâmetros SAW
Para procedimentos que utilizam um metal de enchimento em pó, arame tubular ativo ou uma liga de arame tubular #23 a #29
(22) Uma alteração de mais de 10% na corrente X
(23) Uma alteração de mais de 7% na tensão do arco X
(24) Um incremento de menos de 7% na tensão do arco, mas excedendo o valor
X
máximo recomendado do fabricante do fundente
(25) Uma alteração de mais de 15% na velocidade de deslocamento do arco X
(26) Uma alteração de mais de 10% ou 1/8 pol. [3 mm], prevalecendo a que for
X
maior, no espaçamento longitudinal dos arcos
(27) Uma alteração de mais de 10% ou 1/16 pol. [2 mm], prevalecendo a que
X
for maior, no espaçamento lateral dos arcos
(28) Qualquer alteração no diâmetro nominal do eletrodo X
(29) Na máquina ou na SAW automática, um aumento ou diminuição no ângulo
X
dos eletrodos de mais de 10º no sentido do deslocamento
(30) Na máquina ou na SAW automática, um aumento ou diminuição no ângulo
X
dos eletrodos de mais de 10º normal ao sentido do deslocamento
(31) Se o metal de enchimento complementar em pó ou granular, ou fios
cortados forem fundidos, as adições máxima e mínima deverão ser X
qualificadas
(32) Ao utilizar fundente ativo ou com liga para SAW, a espessura máxima da
base metálica para soldas com passes múltiplos deverá ser de 1 pol. [25
X
mm], ou aquela recomendada pelo fabricante do pendente, prevalecendo a
que for menor.
Temperatura de Pré-Aquecimento e Passes Intermediários e Tratamento a Quente Específico de Pós-solda
(33) A adição, supressão ou alteração no tratamento térmico especificado pós-
X X X X X
soldagem
(34) Exceto para o aço com temperaturas de pré-aquecimento e de passes
intermediários de acordo com a Tabela 8.2, uma redução de mais de 50°F X X X X X
[28°C] na temperatura mínima do metal
(Continua)

90
Tabela 10.1 (Continuação)
Alterações das Variáveis Essenciais para PQR que Requeiram Requalificação de WPS para SMAW, SAW, GMAW, FCAW e GTAW (Ver 10.1)
Processo
Alterações das Variáveis Essenciais para PQR que Requerem Requalificação SMAW SAW GMAW FCAW GTAW
Temperatura de Pré-Aquecimento e de Passes Intermediários e para o Tratamento Térmico Especificado Pós-soldagem (Continuação)
(35) Exceto para o aço com temperaturas de pré-aquecimento e de passes
intermediários de acordo com a Tabela 8.2, e um aumento de mais de 100°F X X X X X
[56°C] na temperatura máxima especificada do teste de qualificação
(36) Para uma temperatura de pré-aquecimento de 32oF [0oC], ou menor, a
X X X X X
temperatura de teste será a mínima
Geral
'(37) Uma alteração no processo de soldagem para um não qualificado X X X X X
(38) Progressão vertical descendente da soldagem requer uma qualificação
X X X X X
separada
(39) A omissão, mas não a inclusão da goivagem posterior X X X X X
(40) Uma alteração na distância entre a ponta de contato e o trabalho para um
X X X
valor fora da gama recomendada pelo fornecedor dos eletrodos
(41) Uma alteração na espessura da base metálica, diâmetro do cano/duto, ou ambos,
X X X X X
como definido em 10.6, além do indicado na Tabela 10.1, 10.2 ou 10.3
Variáveis Essenciais Complementares (Quando a Tenacidade do Material for um Requisito)
(42) Exceto quando o WPS for qualificado com um tratamento térmico de
austenitização para refinamento do grão após a soldagem, um aumento no
calor agregado ou no volume do metal de solda depositado por unidade de
comprimento de solda além do qualificado. Recomenda-se que a
especificação do procedimento de soldagem seja qualificada com a
quantidade máxima e mínima de calor agregado. As quantidades de calor
agregadas poderão ser medidas por quaisquer dos seguintes:

(a) Entrada de Calor (J/pol) = Volts x Amps x 60


Velocidade de Deslocamento (m/mm)

Entrada de Calor (J/pol) = V x A x 60


Velocidade de Deslocamento (mm/min)

OBSERVAÇÃO: Para arcos múltiplos com pouco espaço entre si, a


entrada de calor é a soma da entrada de calor dos arcos individuais.
(Continua)

91
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 10. QUALIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS

Tabela 10.1 (Continuação)


Alterações das Variáveis Essenciais para PQR que Requeiram Requalificação de WPS para SMAW, SAW, GMAW, FCAW e GTAW (Ver 10.1)
Processo
Alterações das Variáveis Essenciais para PQR que Requerem Requalificação SMAW SAW GMAW FCAW GTAW
Variáveis Essenciais Complementares (Quando a Tenacidade do Material for um Requisito) (Continuação)
(b) Volume do metal de solda – Um aumento no tamanho do cordão de
solda, uma diminuição no comprimento do cordão de solda por unidade
X X X X X
de comprimento do eletrodo ou uma diminuição na velocidade do
deslocamento com queima constante
(43) Uma alteração no número de grupo da base metálica X X X X X
(44) A espessura mínima qualificada é T ou 5/8 pol. [16 mm]. prevalecendo a
que for menor, exceto se T for menor do que ¼ pol. [6 mm], então a X X X X X
espessura mínima qualificada será de 1/8 pol. [3 mm]
(45) Uma alteração de fabricante, marca ou grau do metal de enchimento X X X X X
(46) Uma alteração na posição, como definido na Tabela 10.5, exceto que um
teste de vertical 3G qualifica-se para todas as posições. Uma mudança na
X X X X
posição de soldagem, como definida nas Figuras 10.1 e 10.2, exceto como
permitido pela Tabela 10.5
(47) Uma mudança de eletrodo simples para eletrodos múltiplos na mesma
X X X
poça de solda e, vice-versa
(48) Na posição 3G, uma mudança de linha simples para passagem múltipla X X X X X
(49) Uma mudança de passes múltiplos por lado para passe único por lado<0 X X X X X
(50) Uma mudança que exceder ± 20% nas variáveis de oscilação para
X X X X
soldagem mecânica ou automática

* Aplica-se somente quando o valor de impacto mínimo associado a um filtro de metal não corresponde aos valores mínimos de impacto exigidos pelo contrato vigente ou especificação.

92
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 10. QUALIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS

Tabela 10.2
Qualificação do Procedimento – Quantidade e Tipo de Amostras e Faixa de Espessura
Qualificados – Solda em Chanfro com Penetração total da Junta a b e
1. Testes em Chapa
Espessura Qualificada
Número de Amostras Nominal da Chapa,
Cano ou Duto em [mm]
Espessura
Nominal da Seção Reduzida Curvatura da Curvatura da Curvatura da
Chapa (T) Tensão Raiz Face Lateral
pol. [mm] (ver Fig 10.11) (ver Fig 10.14) (ver Fig 10.14) (ver Fig 10.14) Mín. Máx.
l/8 < T < 3/8
2 2 2 1/8 [3] 2T
[3 < T < 10]
3/8 < T < 3/4
2 — — 4 3/16 [5] 2T
[10 < T < 20]
3/4 [20]
2 — — 4 3/16 [5] Ilimitado
e superior
2. Testes em Cano ou Dutos
Espessurac Espessura Qualificada
Número de Amostras Qualificada Nominal da Chapa,
Nominal da Cano ou Duto em [mm]
Chapa,
Seção Reduzida Curvatura da Curvatura da Curvatura da Cano ou
Tensão Raiz Face Lateral Duto pol.
(ver Fig 10.11) (ver Fig 10.14) (ver Fig 10.14) (ver Fig 10.14) [mm] Mín. Máx.
Diâmetro de
1/8 < T < 3/8
<24 [600] 2 2 2 (Nota f) teste e 1/8 [3] 2T
[3 < T < 10]
superior
Diâmetro de
3/8 < T < 3/4
2 — — 4 teste e 3/16[5] 2T
[10 < T < 20]
superior
Diâmetro de
3/4 [20] e
2 — — 4 teste e 3/16[5] Ilimitado
Tamanho superior
superior
do Trabalho
Teste Canos Diâmetro de
l/8 < T < 3/8
> 24 [600] 2 2 2 (Nota f) teste e 1/8 [5] 2T
[3 < T < 10]
superior

3/8 < T < 3/4 24 [600] e


2 — — 4 3/16[5] 2T
[10 < T < 20] superior

3/4 [20] 24 [600] e


2 — — 4 3/16[5] Ilimitado
e superior superior

2 [50| pol. Sch 8


3/4 até 4
ou 2 2 2 — 1/8 [3] 7/16 [11]
[20-100]
Teste 3 [75] pol. Sch 40
Canos
Padrão 6 [150| pol. Sch 120
4/100 e
ou 2 — — 4 3/16 [5] Ilimitado
superior
8 [200] pol. Sch 80

a
Todas as chapas de teste soldadas deverão ser inspecionadas (ver 10.9.6).
b
Um mínimo comprimento de solda efetivo de 6 pol. [150 mm] deverá ser submetido a testes radiográficos ou ultrassônicos antes dos testes mecânicos (ver
10.6.1.3).
c Para soldas em chanfros retos, a espessura máxima qualificada deverá ser a espessura da chapa de teste.
d Todos os canos ou dutos de teste soldados deverão ser visualmente inspecionados (ver 10.9.5).
e
Para canos ou tubulações, a circunferência total da solda realizada deverá ser testada com RT ou UT antes dos testes mecânicos (ver 10.6.1.3).
f Para chapas ou paredes com espessura de 3/8 pol. [10 mm], um teste de curvatura lateral poderá ser substituído para cada um dos testes de curvatura necessário
para face e raiz.
g
Todas as soldas em chanfros qualificam as soldas de filete para bases metálicas com espessura igual e superior a 1/8 pol. [3 mm].

93
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 10. QUALIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS

Tabela 10.3
Qualificação do Procedimento – Quantidade e Tipo de Amostras e Faixa de Espessura
Qualificados – Solda em Chanfro com Penetração Parcial da Juntaa
Amostras Necessários

Testes de Tensão e Curvatura


Macrogravação
Tipo de Chanfro para Garganta
Densidade da Efetiva (E) Tensão da Seção Espessura da
Chanfro, Número de (10.6.2.1) Reduzida Chapa
Máximo em Amostras (10.6.2.2) (ver Figura Curvatura Lateral Qualificada,
[mm] Soldadas (10.6.2.3) 10.11) (ver figura 10.13) Máximo
Igual ao utilizado
1 [25] 1 3 2 4 Ilimitado
na construçãob
a
Todas as chapas com solda parcial deverão ser visualmente inspecionadas (ver 10.9.6).
b
Se uma solda em chanfro com bisel ou chanfro em J de penetração parcial na junta for usada nas juntas em T ou uma solda em chanfro
com bisel duplo ou chanfro em J dupla for usada para juntas de canto, a junta de topo deverá ter uma chapa de restrição temporária no
plano da face reto para simular uma configuração de junta em T.
Nota: Ver a Tabela 10.2 para qualificação dos diâmetros dos canos.

Tabela 10.4
Qualificação do Procedimento – Quantidade e Tipo de Amostras e Faixa de Espessura
Qualificados – Solda de filete
Tamanho dos Amostras Quantidade Qualificada
Tensão do
Metal Soldado
Número de Macrogravação Completamente Banda Lateral
Teste de Tamanho do Soldas por (10.6.3) (ver Figura (ver Figura Espessura da Tamanho do
Amostra Filete Procedimento (10.8.2) 10.12) 10.13) Chapa Filete
Passagem
única, tam. Passagem
1 em cada
Max. a ser 3 faces — — Ilimitado única do max.
posição
usado na test. e menor
Junta em Ta da construção
Chapa Passagens
(Figura 10.15) múltiplas,
1 em cada Passagens
tamanho
posição a ser 3 faces — — Ilimitado mult. do max.
mínimo a ser
usada test. e menor
usado na
construção
Passagem
1 em cada 3 faces (exceto
única, tam. Passagem
posição a ser para 4F e 5F, 4
Max. a ser — — Ilimitado única do Max.
usada (ver faces
usado na test. e menor
Junta em Tb da Tabela 10.4) necessárias)
construção
Tubulação
Passagens
(Figura 10.17) 1 em cada 3 faces (exceto
múltiplas, tam. Passagens
posição a ser para 4F e 5F, 4
Max. a ser — — Ilimitado mult. do max.
usada (ver faces
usado na test. e menor
Tabela 10.4) necessárias)
construção
SoldaC da
Chanfro
(Figura 10.16) 1 em posição Qualifica soldas consumíveis a
— 1 2
(com traseira 1G serem usadas nos testes T acima
metálica
fundida)
a
Todas as Amostras soldadas deverão ser visualmente inspecionadas (ver 10.9.5 e 10.9.6).
b
Ver a Tabela 10.2 para qualificação do diâmetro do cano.
c
Quando os consumíveis na soldagem usados não estiverem de acordo com as provisões pré-qualificadas de 8.1.1 e um procedimento de soldagem usando os
consumíveis de soldagem propostos não foi definido de acordo com 10.6.1 ou 10.6.2, uma chapa de teste de solda em chanfro com penetração total da junta
deverá ser soldada de acordo com 10.6.1.

94
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 10. QUALIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS

Tabela 10.5
Tipo de Qualificação de Procedimento e Limitações de Posições (Quando a rigidez do entalhe é
um requerimento)
Tipo de Solda e Posição de Soldagem Qualificada3

Qualificação de Teste Chapa Cano


Posições
Solda Chanfro Filete Chanfro Filete
Chapa ou Cano
1G F F Fc Fc
2G H H F, Hc F, Hc
3Ge Todos Todos
4G OH OH

1F F Fc
2F H Hc
3F Todos Todosc
4F OH OHc

1G F F F F
2G F, H F, H F, H F, H
5Ge F, V, OH F, V, OH F, H, OH F, V, OH
6Ge Todos Todos Todos Todos

1F F F
2F F, H F, H
2FR F, H F, Hd
4F F, H, OH F, H, OH
5Fe Todos Todos

a
Posições de soldagem: F = plana, H = horizontal, V = vertical, OH = superior (ver as Figuras 10.1 e 10.2).
b
Ver as Figuras 10.3, 10.4,10.5 e 10.6.
c
Qualifica para soldagem de canos ou tubulações com até 24 pol. [600 mm] de diâmetro.
d
Qualifica para soldas horizontais de filete apenas em canos girados.
e
Na soldagem vertical, uma alteração no avanço especificado para qualquer passo de ascendente para descendente ou vice-versa requer um teste de qualificação separado.

95
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Tabela 10.6
Resistência Soldada de Ligas de Alumínio (GTAW ou GMAW)
No M da Resistência
Espessura, pol.
base Liga e Revenimento Produto Mínima à Tração
[mm]
metálica ksi [MPa]
Chapa e Chapa 1/8-3 [3-76] 8 [55]
21 1060-0 H12,H14, HI8, HI 12, HI 13, F
Extrusões Todos 8.5 [59]
21 1100-0, H12, H14, H16, H18, H22, H24, H26, H28 HI 12 H113 F Todos 1/8-3 [3-76] 11 [76]
Todos 1/8-3 [3-76] 14 [97]
21 3003-0, H12, HI 4, H16, HIS, H22, H24, H26, H28, H112 H113 F
Cano Todos 13 [90]
Chapa e Chapa 1/8-1/2 [3-13] 13 [90]
21 Alclad 3003-0, H12, H14
Chapa 1/2-3 [13-76] 14 [97]
22 3004-0, H32, H34, H36, H38, HI 12, F Todos 1/8-3 [3-76] 22 [152]
Chapa e Chapa 1/8-1/2 [3-13] 21 [145]
22 Alclad 3004-0, H32, H34
Chapa 1/2-3 [13-76] 22 [152]
21 5050-0, H12, H14, H16, H18, H32, H34, H36, H38, H112, F Todos 1/8-3 [3-76] 15 [103]
21 5050-0, H32, H34, H36, H38, H112, F Todos 1/8-3 [3-76] 18 [124]
21 5052-0, H22,H24,H26*H28,H32,H34,H36,H38, H112, F Todos 1/8-3 [3-76] 25 [172]
22 5083-0, HI 11,H112 Forjas 1/8-3 [3-76] 38 [262]
5083-0, H111, H112,F Extrusões Até 4 [102] 39 [269]
Chapa e Chapa 1/8-1-1/2 [3-38] 40 [276]
5083-0, HI 12, HI 16, H321F
Chapa <1-1/2-3 [38-76] 39 [269]
Chapa <3-5 [76-127] 38 [262]
25 5083-0, F
Chapa <5-7 [127-178] 37 [255]
Chapa <7-8 [178-203] 36 [248]
5086-0, H32, H34 H36, H38(H111, H112, H116, F Todos 1/8-2 [3-51] 35 [241]
Extrusões <2-5 [51-127] 35 [241]
25 5086-0, H111, HI 12, F
Chapa <2-3 [51-76] 34 [235]
22 5154-0, H32, H34, H36, H38, HI 12, F Todos 1/8-3 [3-76] 30 [207]
22 5254-0, H32, H34, H36, H38, HI 12, F Todos 1/8-3 [3-76] 30 [207]
22 5454-0, H32,H34, H111, H112, F Todos 1/8-3 [3-76] 31 [214]
6061-T4, T42, T451, T51, T6, T62, T651, F Todos 1/8-3 [3-76] 24 [166]
6061-T6, T651 Chapas e Forjas <3-4 [17-102] 24 [166]
23 6061-T651 Chapa <4-6 [102-152] 24 [166]
6061-T6 Forjas <4-8 [102-203] 24 [166]
(Continua)

96
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 10. QUALIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS

Tabela 10.6 (Continuação)


Resistência Soldada de Ligas de Alumínio (GTAW ou GMAW)
No M da Resistência
Espessura, pol.
base Liga e Revenimento Produto Mínima à Tração
[mm]
metálica ksi [MPa]
Alclad 6061-T4, T42, T451, T6, T62, T65, F Chapas e Forjas
23
Alclad 6061-T62, T651 Chapas
23 6063-T4, T42, T5y T52* T6, T62, T83, T831 T832 Extrusões
Extrusões
23 6005-T5
Extrusões
23 6351-T4, T5, T51, T53, T54, T6 Chapas e Forjas
5456-0, HI 12, H116, H321, F Chapas
25 5456-0, H116, F Chapas
Chapas
5456-0, F
Chapas
26 356.0-T51, T6, T7, T171 Fundidos
26 443.0-F Fundidos
A444.0-T4 Fundidos
26 514.0-F Fundidos
535.0-F Fundidos
27 7005-T53 Extrusões

Observações:
1. Materiais para serem testados conforme o material M23.
2. É necessário o teste de fita especial

97
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 10. QUALIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS

Tabulação das Posições das Soldas em Chanfros


Posição Referência do Diagrama Inclinação do Eixo Rotação da Face
o o o o
Plana A 0 a 15 150 a 210
o o 80° a 150°
Horizontal B 0 a 15
210° a 280°
o o
o o 0 a 80
Superior C 0 a 80 o o
280 a 360
D 15° a 80° 80° a 280°
Vertical
E 80° a 90° 0° a 360°

LIMITES
DOS EIXOS
PARA E

LIMITES DOS EIXOS PARA C

LIMITES DOS EIXOS PARA D

PLANO
VERTICAL

LIMITES DOS
EIXOS PARA A & B

PLANO HORIZONTAL

Notas:
1. O plano de referência horizontal sempre deverá ficar abaixo da solda que estiver sendo considerada.
2. A inclinação do eixo da solda é medida a partir do plano de referência horizontal na direção do plano de referência vertical.
3. O ângulo de rotação da face da solda é determinado por uma linha perpendicular à face da solda que passa através do eixo da solda. A
posição de referência (0o) de rotação da face da solda invariavelmente aponta na direção oposta àquela na qual o ângulo do eixo aumenta.
Ao se observar o ponto P, o ângulo de rotação da face da solda é medido no sentido horário a partir da posição de referência (0o).

Fonte: Reproduzido de AWS A3.0M/A3.0:2010, Termos e Definições de Soldagem Padronizados, Figura B.16A, American Welding Society.

Figura 10.1 – Posições das Soldas em Chanfros

98
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 10. QUALIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS

Tabulação das Posições das Soldas em Chanfros


Posição Referência do Diagrama Inclinação do Eixo Rotação da Face
Plana A 0° a 15° 150° a 210°
125° a 150°
Horizontal B 0° a 15°
210° a 235°
0° a 125°
Superior C 0° a 80°
235° a 360°
D 15° a 80° 125° a 235°
Vertical
E 80° a 90° 0° a 360°

LIMITES
DOS EIXOS
PARA E

LIMITES DOS EIXOS PARA C

LIMITES DOS EIXOS PARA D

PLANO
VERTICAL

LIMITES DOS
EIXOS PARA A & B

PLANO HORIZONTAL

1. O plano de referência horizontal sempre deverá ficar abaixo da solda que estiver sendo considerada.
2. A inclinação do eixo da solda é medida a partir do plano de referência horizontal na direção do plano de referência vertical.
3. O ângulo de rotação da face da solda é determinado por uma linha perpendicular à face da solda que passa através do eixo da solda. A
posição de referência (0o) de rotação da face da solda invariavelmente aponta na direção oposta àquela na qual o ângulo do eixo aumenta.
Ao se observar o ponto P, o ângulo de rotação da face da solda é medido no sentido horário a partir da posição de referência (0o).

Fonte: Reproduzido de AWS A3.0M/A3.0:2010, Termos e Definições de Soldagem Padronizados, Figura B.16B, American Welding Society.

Figura 10.2 – Posições das Soldas de filete

99
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 10. QUALIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS

CHAPAS HORIZONTAIS CHAPAS VERTICAIS;


EIXO DA SOLDA
HORIZONTAL

(A) POSIÇÃO DE TESTE 1G

(B) POSIÇÃO DE TESTE 2G

CHAPAS VERTICAIS; CHAPAS HORIZONTAIS


EIXO DA SOLDA
VERTICAL

(C) POSIÇÃO DE TESTE 3G (D) POSIÇÃO DE TESTE 4G

Figura 10.3 – Posições das Chapas de Teste para as Soldas em Chanfros

100
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 10. QUALIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS

CANO HORIZONTAL GIRADO.


SOLDA PLANA (± 15o), DEPÓSITO DO METAL DE
ENCHIMENTO NA OU JUNTO À PARTE SUPERIOR.

(A) POSIÇÃO DE TESTE 1G

CANO OU DUTO VERTICAL NÃO GIRADO


DURANTE A SOLDAGEM.
SOLDA HORIZONTAL (± 15o)

(B) POSIÇÃO DE TESTE 2G

CANO OU DUTO HORIZONTAL FIXO (± 15o) NÃO GIRADO DURANTE A


SOLDAGEM.
SOLDA PLANA, VERTICAL E SUPERIOR
(C) POSIÇÃO DE TESTE 5G

INCLINAÇÃO FIXA DO CANO (45o ± 5o) E NÃO GIRADO DURANTE A SOLDAGEM

(D) POSIÇÃO DE TESTE 6G

Figura 10.4 – Posições do Cano ou Duto de Teste para Soldas em Chanfros

101
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 10. QUALIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS

EIXO DA SOLDA
GARGANTA DA HORIZONTAL
SOLDA VERTICAL

EIXO DA SOLDA
HORIZONTAL

Nota: Uma chapa deverá estar na horizontal.


(A) POSIÇÃO PLANA 1F
(B) POSIÇÃO HORIZONTAL 2F

EIXO DA SOLDA VERTICAL

EIXO DA SOLDA
HORIZONTAL

Nota: Uma chapa deverá estar na horizontal.


(C) POSIÇÃO VERTICAL 3F
(D) POSIÇÃO SUPERIOR 4F

Figura 10.5 – Posições de Teste para Soldas de filete (para Chapas)

102
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 10. QUALIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS

(A) POSIÇÃO DE TESTE (B) POSIÇÃO DE TESTE (C) POSIÇÃO DE TESTE 3F


1F PARA POSIÇÃO 2F PARA POSIÇÃO PARA POSIÇÃO
PLANA (GIRADA) HORIZONTAL (FIXA) HORIZONTAL (GIRADA)

(D) POSIÇÃO DE TESTE (E) POSIÇÃO DE TESTE


4F PARA POSIÇÃO 5F PARA POSIÇÕES
SUPERIOR (FIXA) MÚLTIPLAS (FIXAS)

Figura 10.6 – Posições de Teste para Soldas de filete (para Canos e Dutos)

103
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 10. QUALIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS

PARTE SUPERIOR DO CANO


PARTE SUPERIOR DO CANO PARTE SUPERIOR DO CANO PARA AS POSIÇÕES 5G E 6G
PARA AS POSIÇÕES 5G E 6G PARA AS POSIÇÕES 5G E 6G
TENSÃO
EMPENA-
EMPENA- CURVATURA
MENTO EMPENA-
MENTO LATERAL
DA FACE MENTO
DA FACE LATERAL

CURVATURA DA
RAIZ CURVATURA
CURVATURA DA CURVATURA LATERAL
RAIZ LATERAL TENSÃO
AMOSTRAS DE AMOSTRAS DE
TENSÃO CURVATURA

(A) PARA CANO COM (B) PARA CANO COM


DIÂMETRO EXTERNO DE 2 DIÂMETRO EXTERNO IGUAL OU
pol. A 6 pol. [51mm A 152 mm] SUPERIOR A 6 pol. [152 mm]

Figura 10.7 – Posição das Amostras no Cano de Teste Soldado


PARTE SUPERIOR DO DUTO
POSIÇÕES 5G E 6G
TENSÃO CURVATURA DA FACE OU LATERAL

CURVATURA DA FACE OU
LATERAL

CURVATURA DA FACE OU
LATERAL

CURVATURA DA FACE OU LATERAL TENSÃO

Figura 10.8 – Posições das amostras para Dutos Quadrados e Retangulares Soldados

104
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 10. QUALIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS

DIREÇÃO RECOMENDADA
DA LAMINAÇÃO

DESCARTAR ESTA PEÇA

DESCARTAR
DESCARTAR
6 pol
[150 mm] AMOSTRA DE CURVATURA LONGITUDINAL DA FACE
MÍN. DIREÇÃO RECOMENDADA
DA LAMINAÇÃO
2 pol.
[50 mm] MÍN. AMOSTRA DE TENSÃO COM SEÇÃO REDUZIDA
DESCARTAR ESTA PEÇA

DESCARTAR
DESCARTAR

6 pol
[150 mm] AMOSTRA DE CURVATURA LONGITUDINAL DA RAIZ AMOSTRA DE CURVATURA LONGITUDINAL DA FACE
MÍN.
30 pol
[750 mm] AMOSTRA DE TENSÃO COM SEÇÃO REDUZIDA
MÍN.

DESCARTAR
DESCARTAR

6 pol
[150 mm] AMOSTRA DE CURVATURA LONGITUDINAL DA RAIZ AMOSTRA DE CURVATURA LONGITUDINAL DA RAIZ 20 pol
MÍN. [508 mm]
MÍN.
AMOSTRA DO CURVATURA LONGITUDINAL DA FACE
2 pol.
[50 mm] MÍN. AMOSTRA DE TENSÃO COM SEÇÃO REDUZIDA
AMOSTRA DE TENSÃO COM SEÇÃO REDUZIDA

DESCARTAR
DESCARTAR

6 pol
[150 mm] AMOSTRA DE CURVATURA LONGITUDINAL DA RAIZ
MÍN. AMOSTRA DE CURVATURA LONGITUDINAL DA RAIZ

DESCARTAR ESTA PEÇA DESCARTAR ESTA PEÇA

7 pol 7 pol 7 pol 7 pol


[175 mm] MÍN. [175 mm] MÍN. [175 mm] MÍN. [175 mm] MÍN.

(1) AMOSTRAS DE CURVATURA LONGITUDINAL (2) AMOSTRAS DE CURVATURA


TRANSVERSAL

A CONFIGURAÇÃO DAS CHANFROS MOSTRADA SERVE APENAS PARA FINS ILUSTRATIVOS.


O FORMATO DA CHANFRO USADO DEVERÁ ESTAR DE ACORDO COM AQUELE QUE ESTIVER SENDO QUALIFICADO.

Figura 10.9 – Posição das amostras para a Qualificação do Procedimento na Chapa de Teste
Soldada com Espessura de 1/8 pol. a 3/8 pol. [3 mm a 10 mm] (inclusive)

105
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 10. QUALIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS

DIREÇÃO RECOMENDADA
DA LAMINAÇÃO

DESCARTAR ESTA PEÇA

DESCARTAR
6 pol
[150 mm] AMOSTRA DO CURVATURA LONGITUDINAL DA FACE
MÍN.

2 pol.
[50 mm] MÍN.
AMOSTRA DE TENSÃO COM SEÇÃO REDUZIDA DIREÇÃO RECOMENDADA
DA LAMINAÇÃO

DESCARTAR
6 pol
[150 mm] AMOSTRA DE CURVATURA LONGITUDINAL DA RAIZ
DESCARTAR ESTA PEÇA
30 pol MÍN.
[750 mm] AMOSTRA DO CURVATURA LONGITUDINAL DA FACE
MÍN.

DESCARTAR
6 pol AMOSTRA DE TENSÃO COM SEÇÃO REDUZIDA
[150 mm] AMOSTRA DO CURVATURA LONGITUDINAL DA FACE
MÍN.
AMOSTRA DE CURVATURA LONGITUDINAL DA RAIZ 15 pol
[508 mm]
2 pol. MÍN.
AMOSTRA DE TENSÃO COM SEÇÃO REDUZIDA AMOSTRA DO CURVATURA LONGITUDINAL DA FACE
[50 mm] MÍN.

DESCARTAR
AMOSTRA DE TENSÃO COM SEÇÃO REDUZIDA
6 pol
[150 mm] AMOSTRA DE CURVATURA LONGITUDINAL DA RAIZ
MÍN. AMOSTRA DO CURVATURA LONGITUDINAL DA FACE

DESCARTAR ESTA PEÇA DESCARTAR ESTA PEÇA

7 pol 7 pol 7 pol 7 pol


[175 mm] MÍN. [175 mm] MÍN. [175 mm] MÍN. [175 mm] MÍN.

(1) AMOSTRAS DE CURVATURA LONGITUDINAL (2) AMOSTRAS DE CURVATURA


TRANSVERSAL

A CONFIGURAÇÃO DAS CHANFROS MOSTRADA SERVE APENAS PARA FINS ILUSTRATIVOS.


O FORMATO DA CHANFRO USADO DEVERÁ ESTER DE ACORDO COM AQUELE QUE ESTIVER SENDO QUALIFICADO.

Figura 10.10 – Posição das amostras para a Qualificação do Procedimento na Chapa de Teste
Soldada com Espessura de 3/8 pol. [10 mm] e Qualificação do Procedimento

106
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 10. QUALIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS

USINAR O REFORÇO DA SOLDA


RENTE ABASE METÁLICAA BASE
METÁLICA
PARA MATERIAIS FERROSOS AMOSTRA DA CHAPA
ESSAS BORDAS PODEM SER
CORTADAS TERMICAMENTE AMOSTRA DO CANO
¼ pol ¼ pol
[6 mm] [6 mm]

ESTA SEÇÃO BORDA DA


USINADA FACE MAIS
PREFERENCIAL LARGA DA
MENTE POR
SOLDA
RETÍFICA

USINAR A QUANTIDADE MÍNIMA


NECESSÁRIA PARA SE OBTER FACES DE
PLANOS PARALELOS NA SEÇÃO REDUZIDA

DIMENSÕES
Chapa de Teste, pol. [mm] Cano de Teste, pol. [mm]
6 e 8 [152 e 205]
1<t<1½ t≥1½ 2 e 3 [51 e 76]
t ≤ 1 [t ≤ 25] Diâmetro ou Tamanho
[25 < t < 38] [t ≥ 38] Diâmetro
Superior do Cano
A – Comprimento da seção Face mais larga da solda + ½, 2 ¼ mín. Face mais larga da solda +1/2, 2 1/4
reduzida [+13,57 mín.] [+13,57 mín.]
b
L – Comprimento total, mín. Como exigido pelo equipamento de teste Como exigido pelo equipamento de teste
W - Largura da seção 1-1/2 ± 0.01 12 ± 0.01 1 ± 0.01 1/2 ± 0.01 3/4 ± 0.01
c, d
reduzida [38 ±0.3] [25 ±0.3] [25 ± 0.3] [13 ±0.3] [19 ±0.3] |
C – Largura da seção de 1 [25] 1-1/4 [31]
d, e 2 [51] 1-1/2 [38] 1-1/2 [38]
retenção, mín. aproximadamente aproximadamente
f, g a a Máxima possível com o plano paralelo
T – Espessura do amostra t t t/n0
dentro do comprimento A
r – Raio do filete, mín. 1/2 [13] 1/2 [13] 1/2 [13] 1 pol. [25] 1 pol. [25]

a
t = espessura da chapa ou cano.
b
É desejável, se possível, fazer com que o comprimento da seção de agarre suficientemente longo para permitir que a amostra se projete com
uma distância igual a dois terços ou mais do comprimento da área de contato.
c
As extremidades da seção reduzida não deverão diferir na sua largura em mais de 0,004 pol. [0,1 mm]. Adicionalmente, poderá haver uma
redução gradual na largura a partir das extremidades para o centro, mas a largura em quaisquer das extremidades não deverá ser maior do
que 0,015 pol. [0,4 mm] maior do que a largura no centro.
d
Larguras mais estreitas (W e C) podem ser usadas quando necessário. Nesses casos, a largura da seção reduzida poderá ser tão comprida
quanto a largura do material que estiver sendo testado permitir. Se a largura do material for menor do que W, os lados podem estar paralelos
ao longo do comprimento da amostra.
e
Para amostras de chapa padrão, suas extremidades deverão ser simétricas com a linha de centro da seção reduzida até 0,25 pol. [6 mm],
exceto para os testes de julgamento, quando as extremidades da amostra deverão ser simétricas na linha de centro da seção reduzida até
0,10 pol. [2 mm].
f
A dimensão t é a espessura da amostra conforme o caso para as especificações aplicáveis do material. A espessura nominal mínima de
Amostras com 1 ½ pol. [38 mm] de largura deverá ser de 3/16 pol. [5 mm] exceto quando permitido pela especificação do produto.
g
Para chapas com espessura de 1 ½ pol. [38 mm], as amostras poderão ser cortadas no número mínimo (n) de tiras aproximadamente iguais
que não excedam 1 ½ pol. [38 mm] de espessura. Teste cada tira e faça a média dos resultados.

Figura 10.11 – Amostra de Tração com Seção Reduzida

107
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 10. QUALIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS

DIMENSÕES, pol. [mm]


Amostras de Pequeno
Amostra Padrão Proporcional ao Padrão
Porte
0,500 [0,1] Redondo 0,350 [9] Redondo 0,250 [6] Redondo
a
G – Comprimento do Instrumento de Medição 2.000 ± 0.005 1.400 ±0.005 1.000 ±0.005
[50+0,1] [35 ±0.1] [25 ±0.1]
b
D - Diâmetro 0.500 ±0.010 0.350± 0.007 0.250 ± 0.005
10.1 ±0.3] [9.0 ± 0.2] [6 ±0.1]
r – Raio do filete, mín
3/8 [10] 1/4 [6] 3/16(5] ‘
b, c
A – Comprimento da seção reduzida, mín
2-1/4 [58] 1-3/4 [44] 1-1/4 [32]

a
O comprimento do dispositivo de medição e dos filetes deveráser como o mostrado, mas as extremidades poderão ser de qualquer forma que
se encaixe os suportes da máquina de teste de tal forma que a carga seja axial. Se as extremidades forem mantidas nas áreas de agarre com
cunha, é desejável, se possível, fazer com que o comprimento da seção de agarre seja suficientemente grande para permitir que a amostra se
projete na área de aderência em uma distância igual a dois terços, ou mais, do comprimento de agarre.
b
A seção reduzida poderá ter uma inclinação gradual a partir das extremidades para o centro, com as extremidades não sejam maiores do que
1% do diâmetro do que o centro (dimensão de controle).
c
Conforme o caso, o comprimento da seção reduzida poderá ser aumentado para acomodar um extensômetro de qualquer comprimento
conveniente de dispositivo de medição. As marcas de referência para a medição do alongamento deverão estar espaçadas como o
comprimento indicado do dispositivo de medição.

Figura 10.12 – Amostras de Tensão Com Solda Metálica

108
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 10. QUALIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS

3/8 pol. [10 mm] d


1/8 pol. [3 mm] MÍN.

1/8 pol. [3 mm] MÍN. RAIO 1/8 pol


SE METAIS FERROSOS FOREM TERMICAMENTE [3 mm] MÁX.d
CORTADOS, NÃO DEIXE QUE MENOS DE
1/8 pol. [3 mm] SEJA USINADO NAS BORDAS.

t, pol. [mm] T, pol. [mm]


3/8 a 1 ½ [10 a 38] t
> 1 ½ [38] (Ver as Notas b e c)

QUANDO t EXCEDER 1 ½ pol. [38 mm], CORTE AO LONGO DESTA LINHA.


PARA METAIS FERROSOS, A BORDA PODERÁ SER CORTADA TERMICAMENTE.

a
Um maior comprimento da amostra poderá ser necessária quando for utilizado um dispositivo de fixação envolvente para o curvatura ou
quando testar aço com um ponto de escoamento de 90 ksi [620 MPa] ou mais.
b
Para chapas com espessura de 1 1/2 pol. [38 mm], corte a amostra em tiras aproximadamente iguais com T entre 3/4 pol. e 1 1/2 pol. [19 mm e
38 mm] e teste cada tira.
c
t = espessura da chapa ou cano.
d
Espessura de 1/8 pol. [3 mm] para material M23 e quaisquer soldas feitas com metal de solda F23. Os cantos dessas amostras deverá ter um
diâmetro de 1/16 pol. [2 mm] mín.

Figura 10.13 – Amostras com Curvatura Lateral

109
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 10. QUALIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS

3/8 pol. [10 mm] 3/8 pol 3/8 pol


[10 mm] [10 mm]

1 1/2 pol. [38 mm]


CURVAT CURVAT
6 pol. [150 mm] URA DA URA DA
MÍN. FACE RAIZ
CHAPA DE TESTE 3/8 pol. [10 mm] CHAPA DE TESTE COM ESPESSURA A
PARTIR DE 3/8 pol. [10 mm]
(A) AMOSTRAS DE CURVATURA
LONGITUDINAL
6 pol. [150 mm] MÍN. RAIO 1/8 pol. [3 mm] MÁX.
(Ver Nota a)

3/8 pol
[10 mm]
(Nota b) (Nota c)
3/8 pol
[10 mm]
3/8 pol (CHAPA) (CANO)
MATERIAL A SER
REMOVIDO PARA LIMPEZA [10 mm] (Nota d)
AMOSTRA DE CURVATURA DA FACE RAIO
1/8 pol. [3 mm]
6 pol. [150 mm] MÍN.
MÁX. (Nota e)
(Ver Nota a)

3/8 pol
[10 mm]
(Nota b)
3/8 pol
MATERIAL A SER [10 mm] 3/8 pol
REMOVIDO PARA LIMPEZA
(CHAPA) (CANO) [10 mm]

(Nota c)
(B) AMOSTRAS DE CURVATURA
TRANSVERSAL

DIMENSÕES
T, pol. [mm]
Espessura da
Largura do Todos os
base metálica, M - no 23
Solda de Teste Amostra, pol. o demais
pol. [mm] F - n 23
[mm] Metais
Chapa 1-1/2 ]38\
1/8 – 3/8 [3 – 10] 1-8 [3] 1
Cano de teste com diâmetro 1 [25]
2 pol. e 3 pol. [51 mm e 76 mm] > 3/8 [10] 1-8 [3] 3/8 [10]

Cano de teste com diâmetro 1-1/2 [38]


6 pol. e 8 pol. [152 mm e 203
mm]
a
Um maior comprimento da amostra poderá ser necessário quando for utilizado um dispositivo de fixação envolvente para o curvatura ou
quando testar aço com uma resistência ao escoamento de 90 ksi [620 MPa] ou mais.
b
Essas bordas poderão ser cortadas com oxigênio ou com plasma, e poderão ser, ou não, usinadas.
c
O reforço da solda e os suportes, caso haja, deverão ser removidos rentes à superfície da amostra. Se um suporte rebaixado for usado, essa
superfície poderá ser usinada com uma profundidade que não exceda a profundidade do recuo para remover o suporte; nesses casos, a
espessura da amostra acabada deverá ser aquela anteriormente especificada. As superfícies de corte deverão ser lisas e paralelas.
d
t = espessura da chapa ou cano.
e
R = 1/2T máx. para T ~ ¼ pol. [6 mm].

Figura 10.14 – Amostras com Curvatura na Face e na Raiz

110
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 10. QUALIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS

DESCARTAR

4 pol. [102 mm]

4 pol. [102 mm]


DESCARTAR

6 pol
[150 mm] MÍN.

12 pol
[300 mm] MÍN.
AMOSTRA DE
TESTEMACROENS
AIO
6 pol
[150 mm] MÍN.

a Quando a máxima espessura da chapa usada na produção for menor


do que o valor indicado na tabela, a espessura máxima das peças de
produção poderá ser substituído por T1 e T2.

Figura 10.15 – Teste de Resistência da Solda de filete para Qualificação do Procedimento

111
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 10. QUALIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS

DIREÇÃO RECOMENDADA
DA LAMINAÇÃO

AMOSTRA DE CURVATURA LATERAL

10 pol
AMOSTRA DE TENSÃO DA SOLDA METÁLICA [250 mm]
MÍN.

AMOSTRA DE CURVATURA LATERAL

3 pol 3 pol
[75 mm] MÍN. [75 mm] MÍN.

3/8 pol.
[10 mm]

Figura 10.16 – Localização das amostras de Teste na Chapa de Teste Soldada 1 em [25mm] de
espessura – Verificação de Consumíveis para Qualificação de Procedimento da Solda de filete

112
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 10. QUALIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS

T = ESPESSURA DA
PAREDE

AMOSTRA DE UM
QUARTO DE SEÇÃO

3 pol. [76 mm]


MÍN. INÍCIO E PARADA DA SOLDA
PRÓXIMO AO CENTRO DO
AMOSTRA

2 pol.
[51 mm] MÍN.

TAMANHO MÁX. DO
FILETE = T
ESPESSURA DBASE
METÁLICAA BASE
METÁLICA ≥ T POÇO, ESPESSURA ≥ T

Notas:
1. Ver os requisitos de posição na Tabela 10.4.
2. Ver a quantidade e o tipo de Amostras necessários na Tabela 10.3.
3. O cano deverá ter espessura suficiente para evitar a fusão excessiva.
4. Poderá ser usada uma junta entre cano - chapa e entre cano - cano, como mostrado.

Figura 10.17 – Teste de Resistência da Solda de filete no Cano para Qualificação do Procedimento de
Teste

113
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 11. QUALIFICAÇÃO DOS SOLDADORES

11. Qualificação dos Soldadores


11.1 Geral.
Os testes de qualificação descritos nesta cláusula foram feitos especialmente para determinar a habilidade do soldador em
produzir soldas resistentes. Esses testes não foram feitos com o objetivo de serem usados como guias para soldagem
durante a construção; ela deverá ser feita de acordo com os requisitos da especificação do procedimento de soldagem

11.2 Limitação de Variáveis.


Qualquer alteração das limitações indicadas na Tabela 11.1 irá exigir uma qualificação separada.
11.2.1 Um soldador deverá ser qualificado para cada processo que será usado.
11.2.1.1 GMAW-S (modo de curto-circuito) é considerado como um processo separado.
11.2.1.2 Soldadores qualificados que utilizarem GMAW, FCAW ou GTAW deverão ser considerados como
operadores qualificados de soldagem no(s) mesmo(s) processo(s), sujeito(s) às mesmas limitações de variáveis
essenciais de 12.2 e desde que haja evidências suficientes de que os soldadores receberam treinamento e demonstraram
sua habilidade em realizar soldas de produção satisfatórias.
11.3 Testes de Qualificação Necessários
11.3.1 Formatos da Chapa e Estruturais
11.3.1.1 Os testes de qualificação do soldador para soldagem manual e semiautomática deverão ser como segue:
(1) Testes de qualificação de solda em chanfro em chapas de acordo com 11.4
(2) Testes de qualificação da solda de filete (somente) de acordo com 11.6.1
11.3.1.2 Um soldador também poderá ser qualificado ao soldar de forma satisfatória uma chapa de teste de
qualificação do procedimento, como especificado em 10.6.1, satisfazendo os requisitos de 10.9.
11.3.2 Cano ou Duto Quadrado ou Retangular
11.3.2.1 Os testes de qualificação do soldador para soldagem manual e semiautomática deverão ser como segue:
(1) Testes de qualificação de solda em chanfro para juntas de topo em cano ou em dutos quadrados ou retangulares de
acordo com 11.5
(2) Testes de qualificação de solda em chanfro em chapas para juntas de topo de acordo com 11.4
(3) Os testes de qualificação de soldas de filete de acordo com 11.6.2
11.3.2.2 Um soldador também poderá ser qualificado ao soldar de forma satisfatória um cano de teste do
procedimento de qualificação, como especificado em 10.6.1, satisfazendo os requisitos de 10.9. O soldador será,
portanto, qualificado a soldar canos e dutos com o processo e na posição de teste usada na qualificação do
procedimento. As gamas de diâmetro e espessura da parede qualificada deverão ser como as especificadas na Tabela
11.3(2).
11.4 Teste de Qualificação de Solda em Chanfro de Chapa.
Os esquemas sugeridos para solda em chanfro de juntas encontram-se nas Figuras 11.1 a 11.4. Outros esquemas de juntas
podem ser usados.

11.5 Teste de Qualificação de Solda em Chanfro de Canos ou Dutos Quadrados ou Retangulares.


Detalhes sugeridos das juntas encontram-se nas Figuras 11.5 e 11.6. Outros esquemas de juntas podem ser usados.

11.6 Teste de Qualificação Apenas para Soldas de filete


11.6.1 Formatos da Chapa e Estrutural Para a qualificação de soldas de filetes, apenas os seguintes pontos se aplicam:
11.6.1.1 Para soldas de filete entre membros com um ângulo de diedro (Ψ) com menos de 60º, Figura 5.4(A), o
soldador deverá realizar um teste de solda em chanfro de chapa, como indicado em 11.4. Esta qualificação também
deverá ser válida para juntas com um ângulo de diedro (Ψ) igual ou maior que 60°.
11.6.1.2 Para juntas com um ângulo de diedro (Ψ) igual ou maior que 60°, mas não excedendo 135º, o soldador
deverá soldar uma chapa de teste de acordo com a Opção 1 ou a Opção 2, dependendo da escolha do fabricante, como segue:
(1) Opção 1. Solde uma chapa de teste de acordo com a Figura 11.7.
(2) Opção 2. Solde uma chapa de teste de acordo com a Figura 11.8.
11.6.2 Cano ou Duto. Para a qualificação de soldas de filetes, apenas os seguintes pontos se aplicam:

114
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 11. QUALIFICAÇÃO DOS SOLDADORES

11.6.2.1 Para soldas de filetes em conexões com ângulo de diedro (Ψ) igual ou inferior a 60º, os testes de
qualificação deverão ser como os requeridos em 11.5. Esta qualificação também deverá ser válida para conexões com
um ângulo de diedro (Ψ) igual ou maior que 60°.
11.6.2.2 Para conexões com um ângulo de diedro (Ψ) igual ou superior a 60º, o soldador deverá soldar canos de
teste de acordo com a Figura 11.9.
11.7 Posição das Soldas de Teste (ver a Tabela 11.4)
11.7.1 Conjuntos e Posições de Teste Necessárias. A Tabela 11.4 descreve o tipo de teste por conjuntos e
posições de teste padronizados que deverão ser considerados para qualificar um soldador para o tipo de conjunto e
posições a serem usados para soldas de produção de chapas, canos ou dutos.
11.7.2 Posições Padronizadas. Ver as definições 10.4.
11.7.3 Orientações Especiais. Um fabricante que produz soldas em uma orientação especial poderá realizar
conjuntos de testes para a qualificação de procedimento nessa orientação específica. Essas qualificações são válidas
apenas para a orientação testada.
11.8 Base metálica.
A base metálica usado deverá satisfazer a especificação do procedimento de soldagem.

11.9 Especificação do Procedimento de Soldagem de Juntas.


O soldador deverá satisfazer os requisitos de uma especificação de procedimentos de soldagem qualificada de acordo com
este documento. A limpeza da solda deverá ser feita na mesma posição que a da soldagem que estiver sendo qualificada.

11.10 Amostras
11.10.1 O tipo e a quantidade de Amostras que deverão ser testadas para qualificar um soldador com testes
mecânicos encontram-se na Tabela 11.3 com a gama de espessura da chapa, cano ou duto de teste usado na construção
do conjunto de qualificação. Exceto para as juntas soldadas pela solda por transferência por curto-circuito GMAW, o
exame radiográfico das soldas em chanfro poderá ser usado segundo opção do fabricante no lugar de testes mecânicos.
11.10.2 As Amostras dobradas com guias deverão ser preparadas mediante o corte da chapa, cano ou duto de teste
como mostram as Figuras 11,1 11.2, 11.3, 11.4, 11.8, 11.9 e 11.10, e, conforme o caso, obter Amostras com seção
transversal aproximadamente retangular. A amostra deverá ser preparada para testes de acordo com a Figura 10.13 ou
10.14, conforme o caso, e o método de teste de 11.11.1 deverá ser seguido.
11.10.3 As Amostras de ruptura da solda de filete e de macroensaio deverão ser cortados do conjunto de teste, como
mostra a Figura 11.7.
11.10.4 Se o teste radiográfico for usado em lugar dos testes de curvatura prescritos, o reforço de solda não
precisará ser usinado ou processado de outra forma para inspeção, exceto se as irregularidades superficiais ou a junta
com a base metálica formar descontinuidades questionáveis da solda que ficarem obscurecidas na radiografia. Se os
suportes forem removidos para a radiografia, a raiz deverá ser usinada rente aa base metálica.
11.11 Método de Teste das amostras
11.11.1 Amostras de Curvatura da Raiz, Face ou Lateral. Cada amostra deverá ser dobrada em um dispositivo
de fixação com o contorno indicado na Figura 11.11, 11.12 ou 11.13. Outras partes deverão estar substancialmente de
acordo com a respectiva figura. Quaisquer meios convenientes poderão ser usados para deslocar o membro do êmbolo
em relação ao membro da matriz.
11.11.1.1 A amostra deverá ser posicionada no membro da matriz do elemento de fixação com a solda
posicionada na metade do intervalo. As Amostras para curvatura da face deverão ser colocadas com a face da solda
direcionada para o intervalo. As Amostras de resistência da solda de filete e do curvatura de raiz deverão ser
posicionadas com a raiz da solda direcionada para o intervalo. As Amostras para curvatura lateral deverão ser
posicionadas com o lado que apresentar a maior descontinuidade, se houver, voltada para o intervalo.
11.11.1.2 O êmbolo deverá forçar a amostra contra a matriz até que ela assuma a forma de ―U‖. As zonas de
solda e afetadas pelo calor (HAZs) deverão estar centralizadas e totalmente dentro da porção dobrada da amostra após o
teste.
11.11.1.3 Quando for usado um elemento de fixação envolvente (Figura 11.12), a amostra deverá estar
firmemente presa a uma extremidade para que ele não deslize durante a operação de curvatura. As zonas de solda e as
zonas afetadas pelo calor (HAZs) deverão estar totalmente dentro da porção dobrada da amostra após o teste. As
Amostras deverão ser retiradas do elemento de fixação quando o rolete externo tiver sido deslocado em 180º do ponto
inicial.

115
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11.11.2 Teste de Ruptura da Solda de filete. Todo o comprimento da solda de filete deverá ser examinado
visualmente e, então, a amostra com 6 pol. [150 mm] deverá ser carregada de forma que a raiz da solda esteja tensionada.
Pelo menos um início e término de soldagem deverão estar localizados dentro da seção de teste. A carga deverá ser
gradualmente aumentada ou repetida até que a amostra se rompa ou dobre sobre si mesmo.
11.11.3 Macroensaio. As Amostras de solda deverão ser preparadas com um acabamento adequado para o
macroensaio. Uma solução adequada deverá ser usada para o macroensaio para proporcionar uma definição clara da solda
(ver o Anexo F).
11.11.4 Teste Radiográfico. O procedimento e a técnica radiográfica deverão estar de acordo com os requisitos da
Cláusula 15. Exclua 1 ¼ pol. [32 mm] em cada extremidade da solda da avaliação no teste da chapa. O cano ou duto de
teste soldados com 4 pol. [102 mm] de diâmetro, ou maior, deverá ser examinado para a metade do perímetro de solda
selecionado para incluir uma amostra de todas as posições soldadas. (Por amostra, um cano ou duto de teste soldado na
posição 5G ou 6G deverá ser radiografado a partir da linha de centro superior para a linha de centro inferior em cada lado.)
O cano ou duto de teste soldado com um diâmetro menor de 4 pol. [102 mm] deverá requerer 100% de radiografia.
11.12 Resultados Requeridos do Teste
11.12.1 Inspeção Visual. Para qualificação aceitável, as Amostras soldadas deverão estar de acordo com os requisitos da
Tabela 17.2, Classe 1.
11.12.2 Testes de Curvatura da Raiz, Face e Lateral. A superfície convexa da amostra de curvatura deverá ser visualmente
examinada quanto a descontinuidades superficiais. Para aceitação, a superfície não deverá conter descontinuidades que excedam as
seguintes dimensões:
11.12.2.1 1/8 pol. [3 mm] medido em qualquer direção na superfície.
11.12.2.2 3/8 pol. [10 mm] – a soma das maiores dimensões de todas as descontinuidades que excederem 1/32
pol. [1 mm], mas menor ou igual a 1/8 pol. [3 mm].
11.12.2.3 1/4 pol. [6 mm] – trinca máxima do canto, exceto quando essa trinca resultar da inclusão visível de
carepa ou outras descontinuidades do tipo de fusão, então será aplicado o valor máximo de 1/8 pol. [3 mm]. As
Amostras com trincas de canto que excederem 1/4 pol. [6 mm] sem evidência de inclusões de carepa ou outras
descontinuidades do tipo de fusão poderão ser desconsideradas e uma substituição da amostra da solda original deverá
ser testada.
11.12.3 Teste de Ruptura da Solda de filete
11.12.3.1 Para ser aprovada no exame visual, a solda de filete deverá apresentar uma aparência razoavelmente
uniforme e estar livre de sobreposições, de trincas e de rebaixo excessivo. Não deverá haver porosidade visível na
superfície da solda.
11.12.3.2 A amostra será aprovada se dobrar sobre si mesmo no teste. Se a solda de filete se romper, a superfície
fraturada deverá exibir uma fusão completa à raiz da junta e não deverá ter inclusões ou porosidades maiores do que
3/32 pol. [2 mm] na maior dimensão. A soma das maiores dimensões de todas as inclusões e porosidade não deverá
exceder 3/8 pol. [10 mm] na amostra com 6 pol. [150 mm].
11.12.4 Macroensaio. Para qualificação aceitável, a amostra deverá estar de acordo com os seguintes requisitos
quando inspecionada visualmente:
11.12.4.1 As soldas em chanfro com penetração parcial da junta deverão ter o tamanho designado da solda.
11.12.4.2 As soldas de filete deverão ter fusão na raiz da junta, mas não necessariamente além.
11.12.4.3 O tamanho mínimo da perna deverá satisfazer o tamanho especificado da solda, e não deverá excedê-lo
em mais de 1/8 pol. [3 mm].
11.12.4.4 As soldas em chanfro com penetração parcial da junta e soldas de filete deverão apresentar as seguintes condições:
(1) Sem trincas
(2) Fusão completa entre as camadas adjacentes de metal de solda e entre o metal de solda e base metálica
(3) Perfis de solda de acordo com o detalhe pretendido, mas com nenhuma das variações proibidas na Figura 6.2
(4) Nenhum rebaixo excederá os valores permitidos na Tabela 17.2, Classe 1

116
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11.12.5 Teste Radiográfico. Para qualificação aceitável, a solda deverá satisfazer os requisitos da Cláusula 17.3
como revelada pelos testes radiográficos.
11.13 Restestes.
Se um soldador não atingir os requisitos em uma ou mais soldas de teste, um novo teste poderá ser permitido nas seguintes
condições:
11.13.1 Um novo teste imediato poderá ser feito, consistindo em duas soldas de teste de cada tipo no qual o
soldador não foi aprovado. Todas as amostras do novo teste deverão satisfazer os requisitos especificados.
11.13.2 Um novo teste poderá ser feito desde que haja evidências de que o soldador tenha sido treinado ou praticado
adicionalmente. Nesse caso, um novo teste completo (soldas de teste individuais de cada tipo) deverá ser realizado.
11.14 Período de Validade.
A qualificação do soldador deverá, como indicado nesta especificação, ser considerada como válida indefinidamente,
exceto se:
11.14.1 O soldador não se envolveu no processo de soldagem de matriz para o qual ele foi qualificado pelo
empregador por um período superior a seis meses.
11.14.1.1 No caso descrito em 11.14.1, o teste de requalificação somente precisará ser feito com 3/8 pol. [10
mm] de espessura.
11.14.2 Há algum motivo específico para questionar a habilidade do soldador.
11.15 Registros.
Os registros dos resultados de testes deverão ser mantidos pelo fabricante e deverão estar disponíveis para aqueles
autorizados a examiná-los

117
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Tabela 11.1
Qualificação de Desempenho – Limitação das Variáveis Essenciais
Operadores de Soldadores
Soldadoresa,b
Solda ponteadores
(1) Para um processo não qualificado (GMAW-S é considerado um processo separado) X X X

(2) Uma alteração de base metálica ferroso para um não ferroso ou vice-versa X X

(3) Uma alteração no número ―M‖ de materiais não ferrosos (alteração envolvendo
X X X
apenas ligas de alumínio é isenta)
(4) Para um eletrodo de SMAW com um número F (ver a Tabela 11.2) maior do que o
X X
número F do eletrodo de WPQR
(5) Se a combinação de eletrodo e do meio de proteção não for aprovada para o processo
X X X
usado no teste de qualificação

(6) Para uma posição não qualificada X X X

(7) Para um diâmetro ou espessura não qualificada X X

(8) Para um avanço de soldagem vertical não qualificado (ascendente ou descendente) X

(9) A omissão do suporte (se usado no teste de WPQR) X X

(10) Para eletrodos múltiplos, mas não vice-versa. X


a
Soldadores qualificados para GMAW, FCAW ou GTAW deverão ser considerados como operadores de solda qualificados no(s) mesmo(s)
processo(s) e sujeito(s) às limitações das variáveis essenciais do soldador.
b
Um soldador é qualificado para Solda Oblongo, fenda e de acúmulo com um teste de solda em chanfro com penetração total.

Tabela 11.2
Grupos de Classificação de Eletrodos para Qualificação de Soldadores e de Soldadores
ponteadores
Número F Classificação de Eletrodos a AWS A5.1/A5.1M, A5.4/A5.4M e A5.5/A5.5M

FI EXX20, EXX20-X, EXX24, EXX27-X, EXX2& |

F2 EXX12, EXX13, EXX13-X, EXX14

F3 EXX10, EXX10-X, EXX11, EXXll-X

F4 EXX15, EXX15-XX, EXX16, EXX16-XX, EXX18, EXX18-XX

F5 EXXX(X)-15, EXXX(X)-16, EXXX(X)-17

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Tabela 11.3
Quantidade e Tipo de Amostras e Faixa de Espessura Qualificada – Qualificação de Soldadores e
Operadores de Soldagem
1. Teste na Chapa1
Quantidade de Amostras

Testes de Curvaturaj

Tipo de Solda Espessura da Inspeçã Face Raiz Lateral Ruptura Teste de Qualificado,
Chapa de Teste o Visual da Junta Espessura pol. [mm]
(T) como em T para
Soldado, pol. Macroensaio
[mm]
Chanfrog T < 3/8 [10] Sim 1 1 — — — 1/8 [3]-2Tc
3/8 < T < ½ [10
Chanfrog Sim — — 2 — — 1/8 [3]-2Tc,d
< T < 13]
1/2 [13] 1/8
Chanfrog Sim — — 2 — —
ou superior [3] – Ilimitadoc
Opção 1 de 3/16-1/2 1/8
Sim — — — 1 1
Filetea, e [5-13] [3] – Ilimitado
Opção 2 de 1/8
c3/8 [10] Sim — 2 — — —
Fileteb, e [3] – Ilimitado
2. Test on PipeTeste no Cano
Espessura da
Número de Amostras Chapa, Cano ou
Todas as Posições Exceto da Parede do
Posições 5G e 6G Apenas
5G e 6G Apenas Duto, pol. [mm]

Diâmetro
Diâmetro Externo
Tipo de Externo, Curvatura Curvatura Curvatura Curvatura Curvatura Curvatura Macro e Qualificado,
Solda pol. [mm] Lateral Lateral Lateral da Face da Raiz Lateral Ruptura pol. [mm] Mín. Máx.
Chanfro <1 [25] 1 1 — 2 2 — — Size welded,
T/2 2Tc
min,
1 a ≤2-7/8 1 1 — 2 2 — —
Chanfro >1 [25] T/2 2Tc
[25 a ≤ 73]
Chanfro >2-7/8[73] 1 1 — 2 2 — — >2-7/8 T/2 2Tc,k
Opção de 1 Tamanho
<1 [25] — — — — — — 1/8 [3] Ilimitado
Filete3 f soldado, mín.
Opção de 1 a ≤2-7/8 1
— — — — — — >1[25] 1/8 [3] Ilimitado
Filete3 f [25 a ≤ 73]
Opção de 1
>2-7/8 [73] — — — — — — >2-7/8 [73] 1/8 [3] Ilimitado
Filete3f

119
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Tabela 11.4
Qualificação de Soldadores e Operadores de Soldagem – Limitação de Tipo e Posição3

Tipo da Solda de Produção e Posição Qualificadac


Chapa, Formas Estruturais, Cano
Dutos, e Canos até 24 pol. Diâmetro 24 pol.
Teste de Qualificaçãob [610 mm] de Diâmetro [610 mm] e inferior
Tipo de Solda Posição Chanfro Filete Chanfro Filete
1G F F, H — F, H
2G F, H F, H — F, H
Chapa-Chanfro 3G F, V F, V — F, V
4G F, OH F, OH — F, OH
2G, 3G e 4Gd Todos Todos — Todos
1F — F — F
2F — F, H — F, H
Chapa-Fileted 3F — F, V — F, V
4F — F, OH — F, OH
2F, 3F e 4F — Todos — Todos
1G Girado F, H F, H F F, H
2G F, H F, H F, H F, H
Cano-Chanfro
Diâmetro 24 pol. 5G F, V, OH F, V, OH F, V, OH F, V, OH
[610 mm] e inferior
6G Todos Todos Todos Todos
2G e 5G Todos Todos Todos Todos
1F Girado — F — F
2F/2FR — F,H — F,H
Cano-Filete
Diâmetro 24 pol. 4F — F, OH — F, OH
[610 mm] e inferior
5F — Todos — Todos

a
Para espessura e faixa de diâmetros qualificadas, ver a Tabela 11.3.
b
Para posições do teste de soldagem, ver as Figuras 10.3 a 10.6.
c
Para posições de produção de soldagem, ver as Figuras 10.1 e 10.2; F = plana, H = horizontal, V= vertical, OH = superior
d
Não se aplica para conexões com um ângulo de diedro inferior a 60° (ver 11.6.2.1 e 12.3.5.1).
e
Inclui conexões com soquete soldado.

Tabela 11.5
Reforço Máximo – Soldas da Tubulação
Espessura da Parede do Cano, em [mm] Reforço, Max, em [mm]

3/8 [10] ou menor 3/32 [2]

De 3/8 a ¾ [10 a 19] inclusive 1/8 [3]

De ¾ [19] 3/16 [5]

120
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 11. QUALIFICAÇÃO DOS SOLDADORES

1 pol 1 pol
AMOSTRA DE [25 mm] [25 mm]
AMOSTRA DE
CURVATURA CURVATURA
LATERAL LATERAL

1/2 pol. [13 mm]


DIREÇÃO RECOMENDADA
DA LAMINAÇÃO

6 pol 1/4 pol. 5 pol. [127 mm] MÍN.


[152 mm] MÍN. [6 mm]

Notas:
1. Quando a radiografia for usada nos testes, não deverá haver pontos de solda na área de teste.
2. A espessura dos suportes deverá ser de ¼ pol. [6 mm] mín. A 3/8 pol. [10 mm] máx.; a largura do suporte deverá ser de 3 pol.
[75 mm] mín., quando não removido para radiografia; caso contrário, 1 pol. [25 mm] mín.

Figura 11.1 – Chapa de Teste para Qualificação de Soldadores para Espessura Ilimitada

121
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 11. QUALIFICAÇÃO DOS SOLDADORES

5 pol.
[127 mm] MÍN.

6 pol
DIREÇÃO
[152 mm] MÍN.
RECOMENDADA DA
LAMINAÇÃO

1/4 pol.
[6 mm]

AMOSTRA DE
CURVATURA
LATERAL

1/2 pol.
[13 mm] 1 pol
[25 mm]
1 pol
AMOSTRA DE [25 mm]
CURVATURA
LATERAL

Notas:
1. Quando a radiografia for usada nos testes, não deverá haver pontos de solda na área de teste.
2. A espessura dos suportes deverá ser de ¼ pol. [6 mm] mín. A 3/8 pol. [10 mm] máx.; a largura do suporte deverá ser de 3 pol. [75
mm] mín., quando não removido para radiografia; caso contrário, 1 pol. [25 mm] mín.

Figura 11.2 – Chapa de Teste para Qualificação de Soldadores para Espessura Ilimitada na
Posição Horizontal

122
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 11. QUALIFICAÇÃO DOS SOLDADORES

1 pol 1 pol
[25 mm] [25 mm]
AMOSTRA DE AMOSTRA
CURVATURA
LATERAL
DIREÇÃO
RECOMENDADA DA
LAMINAÇÃO

3/8 pol
[10 mm]

6 pol
[152 mm] 1/4 pol. 7 pol. [178 mm] MÍN.]
MÍN. [6 mm]

Notas:
1. Quando a radiografia for usada nos testes, não deverá haver pontos de solda na área de teste.
2. A espessura dos suportes deverá ser de ¼ pol. [6 mm] mín. A 3/8 pol. [10 mm] máx.; a largura do suporte deverá ser de 3 pol. [75
mm] mín., quando não removido para radiografia; caso contrário, 1 pol. [25 mm] mín.
3. Ver as dimensões adequadas da amostra nas Figuras 10.13 ou 10.14.

Figura 11.3 – Chapa de Teste para Qualificação de Soldadores para Espessura Limitada

123
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 11. QUALIFICAÇÃO DOS SOLDADORES

7 pol
[178 mm] MÍN.

6 pol. [152 mm] DIREÇÃO


MÍN. RECOMENDADA DA
LAMINAÇÃO

1/4 pol.
[6 mm]
AMOSTRA DE
CURVATURA DA
RAIZ
7 pol. [178 mm] MÍN.]

3/8 pol. [10 mm] 1 pol


[25 mm]
1 pol
[25 mm]
AMOSTRA DE
CURVATURA DA
FACE
Notas:
1. Quando a radiografia for usada nos testes, não deve・ haver soldas por pontos na de teste.
2. A espessura dos suportes dever・ ser de シ pol. [6 mm] m 匤. a 3/8 pol. [10 mm] mm.; a largura do suporte deve ser de 3 pol. [75
mm] mm., quando não removido para radiografia; no caso de, 1 pol. [25 mm] mm
3. Ver as dimensões adequadas da amostra nas Figuras 10.13 ou 10.14.

Figura 11.4 – Chapa de Teste para Qualificação de Soldadores para Espessura Limitada na
Posição Horizontal

1/8 pol. [3 mm]


1/8
1/8pol.
pol.[3
[3mm]
mm] 1/8 pol. [3 mm]
MÁX.
MÁX. ABERTURA MÍN.
DA RAIZ

Figura 11.5 – Junta de Topo Tubular – Figura 11.6 – Junta de Topo Tubular –
Qualificação do Soldador sem Suporte Qualificação do Soldador com Suporte

124
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 11. QUALIFICAÇÃO DOS SOLDADORES

L-6 pol. [152


mm]
2

AMOSTRA
DE RUPTURA 6 pol.
DE SOLDA [152 mm]
DE FILETE
DESCARTE

3/16 pol. a ½ pol.


[4,7 mm a 13 mm] LINHA DE CORTE]

FILETE DE SOLDA
5/16 pol. [8 mm]
4 pol.
[102 mm]

3/16 pol. a ½ pol.


[4,7 mm a 13 mm]
4 pol. 15 pol PARADA E REINÍCIO DA
[102 mm] [375 mm] SOLDAGEM PRÓXIMO
AO CENTRO
LINHA DE CORTE]
AMOSTRA DE
MACROENSAIO (FACE
INTERIOR DO ATAQUE)
Notas:
1. L = 15 pol. [375 mm].
2. Espessura e dimensões da chapa são mínimas.

Figura 11.7 – Ruptura da Solda de filete e Chapa de Macroensaio para Qualificação do Soldador
e do Operador de Soldagem – Opção 1

125
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 11. QUALIFICAÇÃO DOS SOLDADORES

DIREÇÃO
RECOMENDADA DE
LAMINAÇÃO

1 1/2 pol. [38 mm]

1 pol. [25 mm]


AMOSTRA DE CURVATURA DA RAIZ

15 pol.
[381 mm]
MÍN.

AMOSTRA DE CURVATURA DA RAIZ


1 pol. [25 mm]

1 1/2 pol. [38 mm]

PARA MATERIAIS FERROSOS, ESSAS BORDAS


PODERÃO SER CORTADAS COM OXIGÊNIO E
PODERÃO SER, OU NÃO, USINADAS.

1 1/2 pol. 1 1/2 pol.


[37 mm] [38 mm]

15/16 pol. [24 mm]


3 pol. 3 pol.
[75 mm] MÍN [75 mm] MÍN
RAIO 1/8 pol. [3 mm]
VER DETALHE A
A PARTE ENTRE AS SOLDAS DE FILETE PODERÁ
3/8 pol. SER SOLDADA EM QUALQUER POSIÇÃO.
[10 mm]

TAMANHO MÁXIMO DA PELO MENOS 3/8 pol. [10 mm X 50 mm],


SOLDA DE FILETE COM SE A RADIOGRAFIA FOR USADA, ENTÃO USE
PASSE ÚNICO. UMA BARRA COM, PELO MENOS, 3/8 pol. x 3 pol.
DETALHE A [10 mm x 75 mm]

O SUPORTE DEVERÁ ESTAR EM CONTATO COM BASE METÁLICA.


O REFORÇO DA SOLDA E O SUPORTE DEVERÃO SER REMOVIDOS
RENTE A BASE METÁLICA (6.4.3 E FIGURA 10.14, NOTA c).
PARA MATERIAIS FERROSOS, É POSSÍVEL USAR CORTE A OXIGÊNIO PARA
REMOVER A MAIOR PARTE DA RAIZ, DESDE QUE PELO MENOS 1/8 pol. [3 mm] DA
ESPESSURA SEJA DEIXADA PARA SER REMOVIDA POR USINAGEM OU RETÍFICA

Nota: Poder・ ser usada uma junta entre cano e chapa e entre cano e cano, como mostrado.

Figura 11.8 – Ruptura da Solda de filete e Chapa de Macroensaio para Qualificação do Soldador
e do Operador de Soldagem – Opção 2

126
AWS D15.1/D15.1M:2012-AMD1 CLÁUSULA 11. QUALIFICAÇÃO DO SOLDADOR

DIREÇÃO DA CURVA
SEÇÃO DE QUARTO –
AMOSTRA MACRO
T = ESPESSURA DA PAREDE

SEÇÃO DE QUARTO
AMOSTRA DE FRATURA

TAMANHO MÁX. DO FILETE = T

INÍCIO E FIM DA SOLDA


PRÓXIMO DO CENTRO DA
CURVA

ESPESSURA DA BASE METÁLICA ESPESSURA DA PAREDE

Nota: Tanto a tubulação - chapa como a tubulação - tubulação podem ser usados como apresentado.

Figura 11.9—Filete de Solda na Tubulação—Qualificação do Soldador e Operador de Solda—Opção 3

127
CLÁUSULA 11. QUALIFICAÇÃO DO SOLDADOR AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

CURVATURA DE FACE CURVATURA


LATERAL

CURVATURA DE
FACE

CURVATURA CURVATURA DE
LATERAL RAIZ
CURVATURA DE RAIZ

PAREDE DO TUBO 3/8 in [10mm] E ABAIXO


PAREDE DO TUBO ACIMA DE 3/8 in [10 mm]

AMOSTRAS PARA AS POSIÇÕES 1G E 2G

TOPO DO TUBO
PARA POSIÇÕES TOPO DO TUBO
5G E 6G PARA POSIÇÕES
CURVATURA DE 5G E 6G
RAIZ CURVATURA DE
FACE CURVATURA CURVATURA DE
LATERAL FACE OU LATERAL

CURVATURA
LATERAL

CURVATURA DE
RAIZ OU LATERAL

CURVATURA CURVATURA DE
LATERAL FACE OU LATERAL

CURVATURA DE CURVATURA DE
FACE RAIZ
CURVATURA LATERAL
PAREDE DO TUBO 3/8 in [10mm] E ABAIXO CURVATURA DE
PAREDE DO TUBO 3/8 in [10mm] RAIZ OU LATERAL

AMOSTRAS PARA AS POSIÇÕES 5G E 6G

Figura 11.10—Localização das Amostras de Teste no Tubo de Teste Soldado e Tubulação Quadrada ou Retangular—
Qualificação do Soldador

128
AWS D15.1/D15.1M:2012-AMD1 CLÁUSULA 11. QUALIFICAÇÃO DO SOLDADOR

CONFORME
FURO ROSCADO PARA SE NECESSÁRIO
ADEQUAR A MÁQUINA
DE TESTE 3/4 pol. MEMBRO DO ÊMBOLO
[19 mm]
CONFORME
NECESSÁRIO

REBORDO ENDURECIDO 1/2pol [6mm]


1-1/8 pol.
[29mm] E ENGRAXADO 1-1/8pol
3/4 pol. [19 mm] [29mm]

6-3/4pol
[171mm]
3 pol.
[76 mm]
MIN.
2 pol. 3/4 pol. 1/8pol
1/4 pol.
[105 mm] [19 mm]
[6 mm] [3mm]
MIN.
3/4 pol.
[19 mm]

ROLETES ENDURECIDOS
1-1/2 in (38 mm) EM
DIÂMETRO PODEM SER
2 pol. SUBSTITUÍDOS POR
3/4 pol.
[51 mm] [19 mm] REBORDOS DE GABARITO
7-1/2 pol. [19 mm]
3-7/8 pol. de ANSI/AWS B4. 0-98, Métodos Padrão para Testes Mecânicos de Soldas, Figura A2, Sociedade Americana de Soldagem.
Fonte: Adaptado MEMBRO
[99 mm]
DE CUNHO 9 pol. [229 mm]

Espessura da A,
Materiala Amostra, em B, c, D,
em [mm] em [mm] em [mm] em [mm]
[mm]
M-N° 23 a M-N°
1/8 [3]
2X, M-N° 2X 2-1/16 [53] 1-1/32 [26] 2-3/8 [60] 1-3/16 [30]
t = 1/8 [3] ou
com F-N° 23 16-1/2t 8-1/4t 18-1/2t +1/16 [2] 9-1/4t+ 1/32
menos
M-N° 11; M-N°
25 soldado a
M-N° 21 ou M-N° 3/8 [10]
2-1/2 [64] 1-1/4 [32] 3-3/8 [86] 1-11/16 [43]
22 ou M-N° t = 3/8 [10] ou
6-2/3t 3-1/3t 6-2/3t + 1/8 [3] 4-1/3t + 1/16 [2]
25; Aço acima de menos
90 ksi [620 MPa]
rendimento
3/8 [10]
3 [76] 1-1/2 [38] 3-7/8 [98] 1-15/16 [49]
Liga de Al 7005 t = 3/8 [10[ ou
8t 4t 10t +1/8 [3] 5t +1/16 [2]
menos
Aço de 50 ksi a 90
3/8 [10]
ksi 2 [51] 1 [25] 2-7/8 [73] 1-7/16 [37]
t = 3/8 [10] ou
[345 MPa a 620 5-1/3t 2-2/3t 7-2/3t 3-5/16t
menos
MPa] rendimento
3/8 [10]
1-1/2 [38] 3/4 [19] 2-3/8 [60] 1-3/16 [30]
Todos os outros t = 3/8 [10] ou
4t 2t 6t +1/8 [3] 3t+ 1/16 [2]
menos
a
"X” se refere a 1, 2, 3, ou 5, conforme aplicável.

Figura 11.11—Gabarito com Curvatura Guiado

129
CLÁUSULA 11. QUALIFICAÇÃO DO SOLDADOR AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

t + 1/16 pol. [2 mm]


ROLETE DE QUALQUER
DIÂMETRO

SOLDA

Fonte: Adaptado de ANSI/AWS B4.0-98, Métodos Padrão para Testes Mecânicos de Soldas, Figura A3, Sociedade Americana de Soldagem.

Espessura da Amostra, em A, B,
Material(1)
[mm] em [mm] em [mm]
M-N° 23 a M-N° 2X, M-N° 1/8 [3] 2-1/16 [52] 1-1/32 [27]
2X com F-N° 23; liga de Al t = 1/8 [3] ou menos 16-1/2t 8-1/4t
M-N° 11; M-N° 25 a M-N°
21 ou M-N° 22 ou M-N° 25 3/8 [10] 2-1/2 [64] 1-1/4 [32]
Aço acima de 90 ksi [620 t = 3/8 [10] ou menos 6-2/3t 3-1/3t
MPa] rendimento
3/8 [10] 3 [77] 1-1/2 [38]
Liga de Al 7005
t =3/8 [10] ou menos 8t 4t
Aço acima de 50 ksi a 90 ksi
3/8 [10] 2 [51] 1 [25]
[345 MPa a 620 MPa]
t = 3/8 [10] ou menos 5-1/3t 2-2/3t
rendimento
3/8 [10] 1-1/2 [38] 3/4 [19]
Todos os outros
t = 3/8 [10] ou menos 4t 2t
a
“X” se refere a 1, 2, 3, ou 5, conforme aplicável.
Notas:
1. As dimensões não apresentadas são a opção do designer. A principal consideração é ter a rigidez adequada de modo que as peças do gabarito não saltem.
2. A amostra deve ser apertada firmemente sobre uma extremidade, de modo que a amostra não deslize durante a operação de encurvamento.
3. Amostras de teste devem ser removidas do gabarito quando o rolete exterior for removido 180 ° a partir do ponto de partida.

Figura 11.12—Gabarito Envolvente com Curvatura Guiado

130
AWS D15.1/D15.1M:2012-AMD1 CLÁUSULA 11. QUALIFICAÇÃO DO SOLDADOR

RMIN. = 3/4 pol. [19 mm]

Fonte-. Adaptado de ANSI/AWS B4.0-98, Métodos Padrão para Testes Mecânicos de Soldas, Figura A1, Sociedade Americana de Soldagem.

Espessura da Amostra, em A, B, C
Material
[mm] em [mm] em [mm] em [mm]
M-N° 23 a M-N° 2X, M-
1/8 [3] 2-1/16 [52] 1-1/32 [26] 2-3/8 [60]
N° 2X com F-N° 23; liga
t = 1/8 [3] ou menos 16-t/2t 8-1/4t 18-1/2t + 1/16
de Al
M-N° 11; M-N° 25 a M-
N° 21 ou M-N° 22 ou M- 3/8 [10] 2-1/2 [64] 1-1/4 [32] 3-3/8 [86]
N° 25 Aço acima de 90 ksi t = 3/8 [10] ou menos 6-2/3t 3-1/3t 6-2/3t +1/8
[620 MPa] rendimento
3/8 [10] 3 [76] 1-1/2 [38] 3-7/8 [98]
Liga de Al 7005
t = 3/8 [10] ou menos 8t 4t 10t 1/8
Aço acima de 50 ksi a 90
3/8 [10] 2 [51] 1 [25] 2-7/8 [73]
ksi [345 MPa a 620 MPa]
t = 3/8 [10] ou menos 5-1/3t 2-2/3t 7-2/3t
rendimento
3/8 [10] 1-1/2 [38] 3/4 [10] 2-3/8 [60]
Todos os outros
t = 3/8[10] ou menos 4t . 2t 6t+1/8
a “X” se refere a 1, 2, 3, ou 5, conforme aplicável.
Notas:
1. A solda e zona afetada pelo calor, no caso de uma amostra de curva com solda transversal, devem estar completamente dentro da porção curvada da amostra após
o teste.
2. Rebordos endurecidos e engraxados ou roletes endurecidos livres para rotação devem ser utilizados.
3. Os rebordos ou roletes devem ter uma superfície de rolamento de 2 pol. [51 mm] para posicionamento da amostra. Os roletes devem estar em uma altura acima da
parte inferior do gabarito suficiente para que as amostras liberem os roletes quando o aríete estiver na posição baixa.
4. O aríete deve ser equipado com uma base adequada e provisão feita para fixação à máquina de teste, e deve ter um design suficientemente rígido para evitar
desvios e desalinhamento ao fazer o teste de encurvamento. O corpo do aríete pode ser menor do que as dimensões apresentadas na coluna A.
5. Se assim o desejar, os roletes ou os suportes dos roletes podem ser ajustados na direção horizontal, de modo que as amostras de espessura t possam ser testadas no
mesmo gabarito.
6. Os suportes de roletes devem estar equipados com uma base apropriada projetada para proteger contra deflexão ou desalinhamento e equipados com meios para
manter os roletes centrados no ponto médio e alinhados com relação ao aríete.

Figura 11.13—Gabarito de Rolete com Curvatura Guiado

131
CLÁUSULA 12. QUALIFICAÇÃO DO OPERADOR DE SOLDAGEM AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1
12. Qualificação do Operadorde Soldagem
12.1. Geral
Os testes de qualificação descritos nesta seção são especificamente elaborados para determinar a capacidade de um operador de
soldagem para produzir soldas por ultrassom. Os testes de qualificação não devem ser usados como guias para a soldagem
durante a construção real. Esta última deve ser realizada em conformidade com os requisitos da especificação do procedimento
de soldagem.
12.2. Limitação de Variáveis.
Qualquer mudança das limitações na Tabela 11.1 exigirá qualificação separada.
12.3. Testes de Qualificação
Exigidos para Operadores de Soldagem
12.3.1 O teste de qualificação do operador de soldagem deve utilizar um projeto conjunto, em conformidade com uma
especificação de procedimento de soldagem aprovada. A Figura 12.1 cita um projeto teste de solda em sulco na chapa. Exceto
para soldas por transferência de curto-circuito GMAW, o operador de solda pode ser qualificado por radiografia das 15 pol. [380
mm] iniciais de uma solda em sulco de produção. A faixa de espessura do material qualificado será mostrada na Tabela 11.3.
12.3.2 O operador de soldagem que faz um teste completo de qualificação em procedimento de solda em sulco com
penetração conjunta na chapa que satisfaça os requisitos é assim qualificado para esse processo e posição de teste para chapa com
espessura fornecida nas Tabelas 11.3 e 11.4.
12.3.3 .O operador de soldagem que faz um teste completo de qualificação em procedimento de soldagem de chanfro com
penetração conjunta em cano ou tubulação que satisfaça os requisitos é assim qualificado para esse processo e posição de teste
para cano ou tubulação. A faixa de diâmetro do cano e espessura da parede qualificada será a mostrada na Tabela 11.3. Isso
qualifica o operador de solda para realizar soldas em sulco e filete em chapas, canos ou tubulações, conforme mostrado na
Tabela 11.4.
12.3.4 A qualificação de um operador de soldagem em chapa na posição 1G (plana), ou 2G (horizontal), qualificará o operador de
chapa de soldagem para soldagem de tubos ou tubulação acima de 24 pol. [610 milímetros] de diâmetro para a posição qualificada,
exceto se a qualificação na posição 1G também se qualificar para a soldagem de filete de chapa nas posições plana e horizontal, e
qualificação na posição 2G também se qualifica para a soldagem em sulco da chapa na posição plana, e para soldagem de filete da
chapa nas posições plana e horizontal.
12.3.5 Para qualificação de solda de filete, apenas os seguintes se aplicam:
12.3.5.1 Para soldas de filete entre peças com ângulo diedro (Ψ) menor do que 60°, o operador de solda deve soldar uma
chapa de teste com solda em sulco, conforme exigido no item 12.3.1.
12.3.5.1 Para juntas com ângulo diedro (Ψ) 60° ou maior, mas não excedendo 135°, o operador de solda deve soldar
um conjunto de teste, de acordo com as Opções 1, 2 e 3, dependendo da escolha do fabricante, conforme segue:
(1). Opção 1. Soldar uma chapa teste em T, de acordo com a Figura 11.7.
(2). Opção 2. Soldar uma chapa de teste de solidez, de acordo com a Figura 11.8.
(3). Opção 3. Soldar um conjunto de teste de solidez, de acordo com a Figura 11.9.
12.3.6 Para qualificação de operador usando soldas de tubos, consulte a Cláusula 11.
12.4. Base metálica.
O base metálica usado deve respeitar a especificação do procedimento de soldagem.
12.5. Especificação do Procedimento de Solda de Junta
12.5.1 O operador de solda deve seguir o procedimento de soldagem especificado pela especificação procedimento de
soldagem.
12.5.2 A limpeza da soldagem deve ser feita com a solda de teste na mesma posição que a posição de soldagem sendo
qualificada.
12.6. Amostras de Teste: Número, Tipo e Preparação.
Para obter o número, o tipo e a preparação das amostras de teste, consulte 11.10.
12.7. Método de Amostras de Teste.
Para amostras e métodos de teste, consulte 11.11.
12.8. Resultados de Teste Exigidos.
Para resultados de teste exigidos, consulte 11.12.
12.9. Retestes.
Se um operador de solda não cumprir os requisitos de um ou mais soldas de teste, um novo teste pode ser permitido, de acordo
com as seguintes condições:

132
AWS D15.1/D15.1M:2012-AMD1 CLÁUSULA 12. QUALIFICAÇÃO DO OPERADOR DE SOLDAGEM

12.9.1 Um novo teste imediato pode ser feito, constituído por duas soldas de teste de cada tipo no qual o operador de solda
falhou. Todas as amostras devem satisfazer todos os requisitos especificados para tais soldas.
12.9.2 Outro teste pode ser feito, desde que haja provas de que o operador de solda teve mais treinamento ou prática. Neste
caso, um novo teste completo (soldas de teste individuais de cada tipo) deve ser feito.
12.10. Período de Eficácia.
A qualificação do operador de solda especificada na Cláusula 12 será considerada como permanecendo em vigor indefinidamente, a
menos que uma das seguintes situações se aplique:
12.10.1 O operador de solda não está envolvido no processo de soldagem através do qual o operador é qualificado
por um período superior a seis meses.
12.10.2 Há alguma razão específica para questionar a capacidade do operador de solda.
12.11. Registros.
Os registros dos resultados dos testes serão mantidos pelo fabricante e devem estar disponíveis às autoridades autorizadas para
examiná-los.

133
CLÁUSULA 12. QUALIFICAÇÃO DO OPERADOR DE SOLDAGEM AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

AMOSTRA DE CURVATURA LATERAL DIREÇÃO DE ROLAGEM


2 pol. RECOMENDADA
[50 mm]

2 pol.
[50 mm]

1/2 pol.
[13 mm]

6 pol.
15 pol.
[152 mm]
[381 mm]
MIN.
6 pol.
5/8 pol. [16 mm] [152 mm]
MIN.

Notas:
1. Quando a radiografia é usada para testes, não deve haver pontos de solda na área de teste.
2. A configuração de junta de um procedimento de solda em sulco qualificada pode ser utilizada em vez da configuração de sulco mostrada.
3. A espessura da barra de apoio deve ser no 3/8 pol. [10 mm] no mín. para 1/2 pol. [13 mm] no máx.; a largura da barra de apoio deve ser 3 pol. [76 mm] no
mín. quando não for removida para radiografia, do contrário 1-1/2 pol. [38 mm].
4. Consulte a Figura 10.13 ou 10.14 para as dimensões de amostra apropriadas.

Figura 12.1—Chapa de Teste para Espessura Ilimitada—Qualificação do Operador de Soldagem

134
AWS D15.1/D15.1M:2012-AMD1 CLÁUSULA 13. QUALIFICAÇÃO DO SOLDADOR PONTEADOR
13. Qualificação do Soldador ponteador
13.1. Geral
Os testes de qualificação descritos em 13.3 são testes especificamente elaborados para determinar a capacidade que um soldador
ponteador tem de produzir soldas por ultrassom. Os testes de qualificação não devem ser usados como guias para a soldagem de
aderência durante a construção real. Esta última deve ser realizada em conformidade com os requisitos da especificação do
procedimento.
13.2. Limitação de Variáveis.
Qualquer mudança das limitações na Tabela 11.1 exigirá qualificação separada.
13.3. Testes de Qualificação Exigidos.
Um soldador ponteador deve ser qualificada por uma chapa de teste feita em cada posição em que ele ou ela deve realizar o ponto de
solda. O soldador ponteador deve fazer um ponto de solda com um tamanho de no máximo 1/4 pol. [6 mm], com aproximadamente 2
pol. [51 mm] de comprimento na amostra da ruptura da solda de filete, conforme mostrado na Figura 13.1.
13.4. Base metálica.
O base metálica usado deve respeitar a especificação do procedimento.
13.5. Amostras de Teste: Número, Tipo e Preparação.
Uma amostra de teste deve ser soldada, como mostrado na Figura 13.1, com todo o conjunto soldado como a amostra de teste.
13.6. Método de Amostras de Teste.
Força deve ser aplicada à amostra, como mostrado na Figura 13.2, até que ocorra ruptura. A força pode ser aplicada por qualquer
meio conveniente. A superfície da solda e da fratura deve ser examinada visualmente quanto a defeitos.
13.7. Resultados de Teste Exigidos
13.7.1 O ponto de solda deve apresentar uma aparência razoavelmente uniforme e deve ser isenta de sobreposição, trincas, e
corte inferior maior excedendo 1/32 pol. [1 mm]. Não deve haver porosidade visível na superfície do ponto de solda.
13.7.2 A superfície fraturada do ponto de solda deve mostrar fusão até a raiz, mas não necessariamente além dela, e não
deve apresentar nenhuma fusão incompleta no base metálica, nem qualquer inclusão ou porosidade maior do que 3/32 pol. [2 mm]
em sua dimensão maior.
13.7.3 Um soldador ponteador que passa no teste de ruptura de solda de filete será elegível para fazer ponto de solda em
todos os tipos de juntas para o processo e na posição em que o soldador ponteador se qualificou.
13.8. Retestes.
Em caso de reprovação no teste acima, o soldador ponteador pode fazer um novo teste sem treinamento adicional.
13.9. Período de Eficácia.
Um soldador ponteador que passa no teste de qualificação deve ser considerada elegível para realizar soldagem de aderência
indefinidamente nas posições e com o processo pelo qual o soldador ponteador é qualificado, a menos que haja alguma razão
específica para questionar a capacidade do soldador ponteador. Nesse caso, o soldador ponteador será obrigado a demonstrar a
capacidade de fazer soldas de aderência de som, realizando mais uma vez o teste de soldagem de aderência prescrito.
13.10. Registros.
Os registros dos resultados dos testes serão mantidos pelo fabricante e devem estar disponíveis às autoridades autorizadas para
examiná-los.

135
CLÁUSULA 13. QUALIFICAÇÃO DA SOLDADOR PONTEADOR AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

1/8 pol. – 1/2pol


4 pol. [102mm] [3 mm- 13 mm] 4 pol. [102mm]
1/2 pol. [ 51 mm] 2 pol.

4 pol.
100 mm

3/16 pol. – 1/2 pol.


[5mm – 13 mm]

Figura 13.1—Amostra de Ruptura de Solda de filete—Qualificação do Soldador ponteador

Figura 13.2—Método de Amostra de Ruptura—Qualificação do Soldador ponteador

136
AWS D15.1/D15.1M:2012-AMD1 CLÁUSULA 14. INSPEÇÃO — REQUISITOS GERAIS
14. . Inspeção — Requisitos Gerais
14.1. Responsabilidade do Fabricante.
A empresa realizando a soldagem é responsável pela inspeção.
14.2. Inspetor Designado (Inspetor de Fabricação)
14.2.1 O Inspetor Designado é um indivíduo a quem a empresa dá a responsabilidade de inspecionar as operações de
soldagem e as soldas concluídas. A inspeção pode, ou não, ser a responsabilidade exclusiva dessa pessoa e, quando assim
atribuído pela empresa, o soldador ou operador de solda pode funcionar como o inspetor designado.
12.2.2 O Inspetor Designado deve ser adequadamente treinado e qualificado para executar todas as funções atribuídas. Deve
haver provas documentadas do treinamento recebido. Além da inspeção visual, a qualificação de pessoal deve estar em
conformidade com 14.8.
14.3. Inspeção de Soldagem.
O Inspetor Designado deve verificar se a soldagem está sendo feita:
(1). De acordo com 5.4, e todos os desenhos e especificações aplicáveis.
(2) Usando consumíveis, de acordo com 5.5.
(3) Atendendo aos requisitos de execução fornecidos na Cláusula 6.
(4) Em conformidade com as especificações por escrito do procedimento de soldagem que, são pré-qualificados de acordo
com as Cláusulas 7 e 8, ou que tenham sido qualificados em conformidade com a Cláusula 10.
(5) Usando soldadores, operadores de solda, ou soldador ponteador que foram qualificados em conformidade com a Cláusula
11, 12, ou 13.
14.4. Tamanho e Local da Solda.
O Inspetor Designado deve certificar-se de que o tamanho, a localização e o comprimento de todas as soldas cumprem com os
requisitos especificados. Soldas não especificadas não devem ser adicionadas sem a aprovação do Engenheiro do Fabricante.
14.5. Inspeção Visual de Soldas Concluídas.
Todas as soldas concluídas devem ser inspecionadas visualmente pelo Inspetor Designado para cumprir com 17.2.
14.6. Documentação.
Os Inspetores Designados devem documentar a aceitação de todas as soldas conforme exigido pelos padrões da indústria e
acordos contratuais (soldas individuais ou conjuntos).
14.7. Inspeção de Verificação.
Inspeção e testes de verificação são as prerrogativas do comprador que pode desempenhar essa função ou, quando previsto no
contrato, renunciar verificação independente, ou estipular que a inspeção e a verificação serão realizadas pela empresa. O
Inspetor de Verificação é a pessoa devidamente designada que age para e em nome do comprador em todas as questões de
inspeção e de qualidade no âmbito dos documentos do contrato.
14.7.1 O Inspetor de Verificação deve ser guiado por, mas não está limitado aos seguintes:
14.7.1.1 O Inspetor de Verificação tem a autoridade para determinar se toda a soldagem de fabricação é realizada
em conformidade com os requisitos desta especificação ou documentos de contrato que excedam esses requisitos.
14.7.1.2 O Inspetor de Verificação, sempre que possível, deve ser provido com desenhos detalhados completos que
mostram o tamanho, tipo e a localização de todas as soldas a serem feitas. O Inspetor deve receber a parte dos
documentos de contrato que descrevem os requisitos materiais e de qualidade para os produtos a serem fabricados,
montados ou reparados.
14.7.1.3 O Inspetor de Verificação deve ser previamente notificado quanto ao início das operações sujeitas à
inspeção e verificação.
14.7.2 Inspeção de Materiais.
O Inspetor de Verificação pode verificar se apenas materiais que cumprem os requisitos desta especificação são usados.
14.7.3 Inspeção da Qualificação e do Equipamento do Procedimento de Soldagem
14.7.3.1 O Inspetor de Verificação pode averiguar se todos os procedimentos de soldagem são pré-qualificados e
cobertos por uma especificação do procedimento de solda ou se são qualificados de acordo com a Cláusula 10.
14.7.3.2 O Inspetor de Verificação pode inspecionar o equipamento de soldagem a ser utilizado para o trabalho para
ter certeza de que ele está em conformidade com os requisitos de 6.1.2.
14.7.4 Inspeção do Soldador, Operador de Soldagem, e Soldador ponteador
14.7.4.1 O Inspetor de Verificação pode verificar se a soldagem será realizada somente por soldadores,
operadores de soldagem e soldador ponteador que são qualificados em conformidade com os requisitos da
Cláusula 11,12, ou 13, conforme aplicável.
14.7.4.2 Quando a qualidade do trabalho de um soldador, operador de solda ou soldador ponteador parece
estar abaixo dos requisitos desta especificação, o Inspetor de Verificação pode exigir que o soldador, operador de
solda, ou soldador ponteador demonstre a capacidade de produzir soldas por ultrassom por meio de um teste

137
CLÁUSULA 14. INSPEÇÃO — REQUISITOS GERAIS AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1
simples, como o teste de ruptura da solda de filete, ou exigindo a requalificação completa em conformidade com
as subcláusulas relativas ao reteste para Soldadores, Operadores de Solda e/ou Soldador ponteador, conforme o
caso.
14.7.4.3 O Inspetor de Verificação pode exigir requalificação de qualquer soldador ou operador de solda
que não tenha usado o processo para o qual o soldador ou operador de solda foi qualificado por um período
superior a seis meses.
14.7.4.4 O Inspetor de Verificação pode exigir reparos para soldas que não cumprem com as
especificações ou desenhos aprovados.
14.7.5 Inspeção do Trabalho e Registros
14.7.5.1 O Inspetor de Verificação pode verificar se o tamanho, comprimento e localização de todas as
soldas estão em conformidade com os requisitos desta especificação e dos desenhos detalhados, e que não há
soldas não especificadas que foram adicionadas sem a aprovação do Engenheiro.
14.7.5.2 O Inspetor de Verificação pode determinar que sejam empregadas apenas especificações do
procedimento de soldagem que cumprem com as disposições da 9.1 ou que são qualificadas de acordo com a
Cláusula 10.
14.7.5.3 O Inspetor de Verificação pode verificar que, se os eletrodos forem usados, eles sejam usados
apenas nas posições e com o tipo de corrente e polaridade de soldagem para as quais eles são classificados.
14.7.5.4 O Inspetor de Verificação pode, em intervalos apropriados, observar a técnica e o desempenho de
cada soldador, operador de soldagem, e soldador ponteador para ter certeza de que os requisitos de técnica
aplicáveis sejam cumpridos.
14.7.5.5 Em intervalos adequados, o Inspetor de Verificação pode examinar o trabalho para se certificar
de que cumpre com os requisitos desta especificação. O tamanho e contorno das soldas devem ser medidos com
medidores adequados. A inspeção visual quanto à trincas em soldas e metais de base e outras descontinuidades
deve ser auxiliada por uma luz forte, lupas, ou quaisquer outros dispositivos que possam ser úteis.
14.8. Qualificações de Pessoal.
Além de uma inspeção visual, a equipe que executa testes não destrutivos deve ser qualificada de acordo com a prática por
escrito de acordo com a Sociedade Americana de Práticas Recomendadas para Testes Não Destrutivos SNT-TC-1A ou outras
práticas mutuamente acordadas.
14.8.1 Isenção de Requisitos QC1. A equipe que executa NDT de acordo com 14.8 não precisa ser qualificada e
certificada de acordo com as disposições do AWS QC1.

15. Requisitos Gerais NDE


15.1. Testes Não Destrutivos.
As limitações e o uso complementar de cada método são explicados na última edição do AWS B1.10M/B1.10, Guia para o
Exame Não Destrutivo de Soldas. Como uma alternativa para os requisitos de qualificação de procedimentos, técnicas e
pessoal NDE desta seção, AAR MSRP C-III, Apêndice T, podem ser utilizados.
15.1.1 Soldas testadas de modo não destrutivo que não cumprem os requisitos desta especificação devem ser reparadas
pelos métodos permitidos em 6.5.

138
AWS D15.1/D15.1M:2012-AMD1 CLÁUSULA 16. REQUISITOS GERAIS NDE
16. Métodos NDE
16.1. Testes Radiográficos de Soldagem de Chanfro.
Quando o teste radiográfico é usado, o procedimento e a técnica devem estar de acordo com o seguinte, e os critérios de
aceitação, de acordo com 17.3:
16.1.1 Requisitos gerais
16.1.1.1 Juntas de Topo. Os procedimentos e as normas estabelecidas em 16.1.1.2 governam testes radiográficos
das soldaduras quando tal inspeção é exigida pelos documentos do contrato. Os requisitos aqui listados são
específicos para testar as soldagens de chanfro em juntas de topo em chapas, formas e barras por fontes de raios-X ou
raios gama. A metodologia deve estar de acordo com ASTM E94, Guia para Testes Radiográficos, ASTM E747,
Método Padrão para Design, Fabricação e Classificação de Agrupamento de Materiais de Indicadores de Qualidade
de Imagem de Fios (IQI) Usado para Radiografia, e ASTM E1032, Método de Teste Padrão para Exame Radiográfico
de Soldagens, salvo disposição em contrário.
16.1.1.2 Variações. Variações nos procedimentos de testes, equipamentos e padrões de aceitação podem ser
utilizadas mediante acordo entre o fabricante e o comprador. Tais variações incluem, mas não estão limitadas aos
seguintes:
(1) Teste radiográfico de filete, T, e soldas de canto
(2). Alterações na distância fonte - filme
(3). Aplicação anormal de filme
(4). Aplicações incomuns de penetrômetro (incluindo penetrômetros do lado do filme e penetrômetros de fio)
(5). Teste radiográfico de espessuras superiores a 6 pol. [152 mm]
(6). Densidades dos tipos de filme
(7). Variações de exposição, desenvolvimento e técnicas de visualização.
(8). Radiografia Digital
(9). Testes radiográficos de reparos de solda em peças fundidas.
16.1.2 Exame, Relatório, e Disposição das Radiografias
16.1.2.1 O fabricante deve fornecer um iluminador adequado com intensidade variável com capacidade de avaliação
do local ou avaliação do local mascarada. O visualizador deve incorporar recursos para ajustar o tamanho do ponto
em análise. O visualizador deve ter capacidade suficiente para iluminar adequadamente radiografias com uma
densidade H & D de 4.0.
16.1.2.2 Antes que uma solda sujeita a testes radiográficos pelo fabricante para o Proprietário seja aceita, todas as
radiografias, incluindo qualquer uma que apresente qualidade inaceitável antes do reparo e um relatório
interpretando-as, devem ser enviadas ao Inspetor de Verificação.
16.1.2.3 Um conjunto completo de radiografias para soldas sujeitas a testes radiográficos pelo fabricante para o
Proprietário, incluindo qualquer uma que apresente qualidade inaceitável antes do reparo, deve ser entregue ao
Proprietário após a conclusão do trabalho. A obrigação do fabricante de manter radiografias cessará (1) no momento
da entrega deste conjunto completo para o Proprietário, ou um ano completo após a conclusão do trabalho do
fabricante, desde que o Proprietário receba aviso prévio por escrito.
16.1.3 Aceitabilidade de Soldas. Soldas mostradas por testes radiográficos com descontinuidades proibida pelas Figuras
16.1,16.2,16.3,16.4, e 16.5 devem ser reparadas de acordo com 6.5.
16.2 Testes Ultrassônicos de Soldagens em Chanfros. Quando o teste de ultrassons é usado, o processo e a técnica
devem estar em conformidade com AWS D1.1/D1.1M, Testes Ultrassônicos (UT) de Soldas em Sulco. Como alternativa, um
procedimento por escrito que atenda aos requisitos de AWS D1.1/D1.1M, UT Exame de Soldas por Técnicas Alternativas, ou
o mais recente adendo da ASME Código da Caldeira e Vasos de Pressão, Seção V, pode ser utilizado. A inspeção de UT para
avaliação de tamanho da falha deve estar de acordo com 16.2.5. Critérios de aceitação devem estar de acordo com 17.4.
Quando o teste de ultrassons de alumínio é exigido pelo contrato, os critérios de procedimento de teste e de aceitação devem
ser especificados.

139
CLÁUSULA 16. REQUISITOS GERAIS NDE AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

16.2.1 Requisitos gerais


16.2.1.1 Os procedimentos e as normas estabelecidas na 16.2.1.1 devem reger o teste ultrassônico de soldas em
sulco e a zona afetada pelo calor (HAZ) entre as espessuras de 5/16 pol. e 8 pol. [7,9 milímetros e 200 mm],
inclusive, quando tal teste é usado.
16.2.1.2 Variações no procedimento de teste, equipamentos e padrões de aceitação não incluídos na presente
secção podem ser utilizadas mediante acordo com o Engenheiro. Tais variações incluem outras espessuras,
geometrias de solda, tamanhos de transdutor, frequências, acoplante, superfícies pintadas, técnicas de teste, etc.
Tais variações aprovados devem ser registradas nos registros de contrato.
16.2.2 Requisitos de Operador dos Testes Ultrassônicos (UT)
16.2.2.1 Ao satisfazer os requisitos de 14.8, a qualificação do operador de teste ultrassônico inclui um
exame específico e prático que deve basear-se nos requisitos desta especificação. Este exame deve exigir que
operador de ultrassom demonstre a capacidade de aplicar as regras desta especificação na detecção precisa e
alienação de falhas.
16.2.2.2 Antes do exame, o operador de teste ultrassônico deve receber ou ter acesso a informações relevantes
sobre geometria da junta de solda, espessura do material, e processos de soldagem utilizados na confecção do
conjunto soldado. Qualquer registro posterior de reparos feitos na soldagem deve ser igualmente colocado à
disposição do operador de teste ultrassônico.
16.2.3 Base metálica. Estes procedimentos não devem ser utilizados para os testes de aquisição de metais de base.
No entanto, as descontinuidades relacionadas com solda (trincas, lacrimejamento lamelar, delaminações, etc.) no base
metálica adjacente que não seriam aceitáveis de acordo com as disposições da presente especificação devem ser
comunicadas ao Engenheiro para disposição.
16.2.4 Extensão do Teste
16.2.4.1 Juntas de solda que exigem teste ultrassônico por especificação devem ser testadas em todo seu
comprimento, a menos que testes parciais ou locais sejam especificados.
16.2.4.2 Quando o teste parcial é especificado, o local e os comprimentos de soldas ou categorias de solda
a serem testadas devem ser claramente designados nos documentos do contrato.
16.2.4.3 Quando são necessários testes pontuais, deve ser especificado o número de pontos em cada
categoria designada de solda ou o número de testes pontuais necessários em um comprimento declarado de solda.
Cada teste pontual deve cobrir pelo menos 4 pol. [102 mm] do comprimento da solda. Quando o teste revela
indicações de descontinuidades rejeitáveis, a extensão dessas descontinuidades deve ser determinada, e dois
pontos adicionais na mesma junta de solda devem ser testados. Estes pontos devem ser adjacentes ou estar
próximos da descontinuidade originalmente determinada. Se indicações de falhas que necessitam de reparo forem
reveladas em qualquer um dos pontos, todo o comprimento da junta soldada deve ser testado de forma
ultrassônica.
16.2.5 Avaliação de Tamanho da Falha na Inspeção UT
16.2.5.1 O comprimento das falhas deve ser determinado de acordo com este procedimento. Cada
descontinuidade será | aceita ou rejeitada com base na sua classificação de indicação e seu comprimento de
acordo com a Tabela 17.3.
16.2.5.2 Cada descontinuidade rejeitável deve ser indicada na solda por uma marca diretamente sobre a
descontinuidade em todo o seu comprimento. A profundidade a partir da superfície e do tipo de descontinuidade
deve ser anotada no base metálica próximo.
16.2.5.3 Soldas julgadas inaceitáveis pelo teste ultrassônico devem ser reparadas por métodos permitidos
pelo item 6.5 desta especificação. Áreas reparadas devem ser testadas novamente por ultrassom com resultados
tabulados na forma original (se disponível) ou um formulário de relatório adicional.
16.2.5.4 Avaliação das áreas de solda reparadas e reanalisadas serão tabuladas em uma nova linha no
formulário de relatório. Se o formulário de relatório original for usado, um “Rl, R2...Rn” deve prefixar o número
de indicação. Se forem utilizados formulários de relatório adicionais, o número deve R prefixar o número de
relatório.
16.2.6 Preparação e Disposição de Relatórios
16.2.6.1 Um formulário de relatório que identifica claramente o trabalho e a área de inspeção deve ser
concluído pelo inspetor de ultrassom no momento da inspeção. O formulário de relatório para soldas que possuem
necessidade aceitável contém apenas informação suficiente para identificar a solda, a assinatura do inspetor, e a
aceitabilidade da solda. Um exemplo desse formulário é mostrado no Anexo D, Formulário D-7.

140
AWS D15.1/D15.1M:2012-AMD1 CLÁUSULA 16. REQUISITOS GERAIS NDE
16.2.6.2 Antes que uma solda sujeita a testes de ultrassom pelo fabricante para o comprador seja aceita, todos os
formulários de relatório referentes à solda, incluindo qualquer um que mostre qualidade inaceitável antes do reparo,
devem ser colocados à disposição do inspetor.
16.2.6.3 Um conjunto de formulários de relatório completos para soldas sujeitas a testes ultrassônicos pelo
fabricante para o Proprietário, incluindo qualquer um que apresente qualidade inaceitável antes do reparo, deve ser
entregue ao Proprietário após a conclusão do trabalho. A obrigação do fabricante de manter relatórios de ultrassom
cessará (1) no momento da entrega deste conjunto completo para o Proprietário, ou (2) um ano completo após a
conclusão do trabalho do fabricante, desde que o Proprietário receba aviso prévio por escrito.
16.3. Teste de Líquido Penetrante de Soldas.
Quando a inspeção por líquidos penetrantes é utilizada, a inspeção deve estar em conformidade com um procedimento escrito
que atenda aos requisitos da norma ASTM E165, Prática para Método de Inspeção com Líquido Penetrante, e será avaliada
com base em porções relevantes dos critérios de aceitação em 17.2. Para soldas de alumínio, não devem ser utilizados testes de
líquido penetrante para passes intermediários de soldas com passagem múltipla.
16.4. Teste com Partícula Magnética de Soldas.
Quando a inspeção por partículas magnéticas é utilizada, a inspeção deve estar em conformidade com um procedimento escrito
que atenda aos requisitos da norma ASTM E709, Prática para Exame com Partícula Magnética, e será avaliada com base em
porções relevantes dos critérios de aceitação em 17.2.

Legenda para as Figuras 16.1,16.2, e 16.3


Definições de Descontinuidades
Dimensões das Descontinuidades
B = Dimensão máxima permitida de uma descontinuidade
 Uma descontinuidade alongada deve ter a maior dimensão (L) 3
radiografada. vezes superior a menor dimensão.
L = Maior dimensão de uma descontinuidade radiografada.
 Uma descontinuidade arredondada deve ter a maior dimensão
L1 = Maior dimensão de descontinuidades adjacentes.
(L) inferior ou igual a 3 vezes a menor dimensão.
C = O espaço livre mínimo medido ao longo do eixo longitudinal
da solda entre arestas de porosidade ou descontinuidades do tipo  Um agrupamento deve ser definido como um grupo de
de fusão (a maior descontinuidade adjacente governa), ou para descontinuidades adjacentes desalinhadas, com tamanho
uma aresta ou extremidade de uma solda de intersecção. aceitável, individuais com um espaçamento inferior ao mínimo
C1 = A distância mínima permitida entre a descontinuidade mais permitido (C) para a maior descontinuidade adjacente individual
próxima até a extremidade livre de uma chapa, ou tubular, ou a (L1), mas com a soma das maiores dimensões (L ) de todas as
intersecção de uma solda longitudinal, com uma solda de descontinuidades no conjunto igual ou inferior ao tamanho
circunferência, medida paralelamente ao eixo da solda máximo permitido de descontinuidade individual (B). Tais
longitudinal. conjuntos devem ser considerados como descontinuidades
W = Menor dimensão de qualquer uma das descontinuidades individuais de tamanho L com a finalidade de avaliar o
adjacentes. espaçamento mínimo.

Dimensões Materiais
E = Tamanho da solda.
T = Espessura da chapa ou tubo para soldas em sulco CJP.

141
CLÁUSULA 16. REQUISITOS GERAIS NDE AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

Notas:
1. Para determinar o tamanho máximo permitido de descontinuidade em qualquer tamanho de junta ou solda, projete E horizontalmente ao B.
2. Para determinar a distância mínima permitida entre as bordas de descontinuidades de qualquer tamanho maior do que ou igual a 3/32 pol.
[2,5 mm], projete B verticalmente ao C.
J 3. Consulte a Legenda na página 141 para definições.
Fonte: AWS D1.1/D1.1M:2006, Código de Solda Estrutural—Aço, Figura 6.4, Sociedade Americana de Soldagem.

Figura 16.1—Requisitos de Qualidade de Solda para Descontinuidades em Soldas de Tensão Não Tubular
Carregadas de Forma Cíclica (Limitações de Descontinuidades de Porosidade e Fusão)

142
AWS D15.1/D15.1M:2012-AMD1 CLÁUSULA 16. REQUISITOS GERAIS NDE

a
O tamanho máximo de uma descontinuidade localizada dentro desta distância a partir de uma borda da chapa deve ser 1/8 pol. [3 mm], mas
uma descontinuidade de 1/8 pol. [3 mm] deve estar a 1/4 pol. [6 mm] ou mais de distância da borda. A soma de descontinuidades menores do
que 1/8 pol. [3 mm] em tamanho e localizadas dentro desta distância a partir da extremidade não deve exceder 3/16 pol. [5 mm].
Descontinuidades 1/16 pol. [2 mm] para menos do que 1/8 pol. [3 mm] não devem ser limitadas em outros locais, a menos que estejam
separadas por menos de 2 L (L é o comprimento da descontinuidade maior); caso em que, as descontinuidades devem ser medidas como um
comprimento igual ao comprimento total das descontinuidades e espaço e avaliadas como mostrado na Figura 16.2.
Notas:
1. Para determinar o tamanho máximo permitido de descontinuidade em qualquer tamanho de junta ou solda, projete E horizontalmente ao B.
2. Para determinar a distância mínima permitida entre as bordas de descontinuidades de qualquer tamanho, projete B verticalmente ao C.
3. Consulte a Legenda na Página 141 para definições.

Fonte: AWS D1.1/D1.1M:2006, Código de Solda Estrutural—Aço, Figura 6.5, Sociedade Americana de Soldagem.

Figura 16.2—Requisitos de Qualidade de Solda para Descontinuidades em Soldas de Compressão


Não Tubular Carregadas de Forma Cíclica (Limitações de Descontinuidades de Porosidade e Fusão)

143
CLÁUSULA 16. MÉTODOS DA AVALIAÇÃO NÃO DESTRUTIVA AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

Observações:
1. Para determinar o tamanho máximo da descontinuidade permitida em qualquer união ou tamanho de solda, projete E horizontalmente em B.
2. Para determinar a distância mínima permitida entre as bordas das descontinuidades de qualquer tamanho igual ou acima de 3/32" [2 mm],
projete B verticalmente em C.
3. Consulte a Legenda na Página 141, quanto às definições.
Fonte: AWS D1.1/D1.1M;2006, Código de Soldagem Estrutural—Aço, Figura 6.6, American Welding Society.

Figura 16.3—Requisitos da Qualidade para Descontinuidades Alongadas das Soldas Determinadas pelo Teste
Radiográfico das Uniões Tubulares

144
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 16. MÉTODOS DA AVALIAÇÃO NÃO DESTRUTIVA

LARGURA W PCS DA
SOLDA “A”,
COMPRIMENTO L

DESCONTINUIDADE DESCONTINUIDADE

COMPRIMENTO L

LARGURA W
PCS DA SOLDA
“B",

LEGENDA DA FIGURA 6.6, CASOS I, II, III E IV

SOLDA A = SOLDA DO BISEL DE PENETRAÇÃO TOTAL DA SOLDA TUBULAR LONGITUDINAL


SOLDA B = SOLDA DO BISEL DE PENETRAÇÃO TOTAL DA SOLDA DA CINTA TUBULAR
DESCONTINUIDADE A = DESCONTINUIDADE ARREDONDADA OU ALONGADA LOCALIZADA NA SOLDA A
DESCONTINUIDADE B = DESCONTINUIDADE ARREDONDADA OU ALONGADA LOCALIZADA NA SOLDA B
L E W = MAIOR E MENOR DIMENSÃO DA DESCONTINUIDADE A
L' E W’ = MAIOR E MENOR DIMENSÃO DA DESCONTINUIDADE B
E = TAMANHO DA SOLDA
CI = MENOR DISTÂNCIA PARALELA AO EIXO DA SOLDA A, ENTRE AS BORDAS DAS DESCONTINUIDADES MAIS PRÓXIMAS

CASO I, LIMITAÇÕES DA DESCONTINUIDADEa

DIMENSÃO DA
LIMITAÇÕES CONDIÇÕES
DESCONTINUIDADE

< E/3, ≤1-1/4" [6 mm] E ≤ 2" [51 mm]


L
≤ 3/8" [10 mm] E ≥ 2" [51 mm]

(A) UMA DESCONTINUIDADE


ARREDONDADA E A OUTRA
CI ≥ 3L ARREDONDADA OU ALONGADA3
(B) L ≥ 3/32" [2.5 mm]

aA descontinuidade alongada pode estar localizada tanto na solda longitudinal quanto na solda da cinta. Para as finalidades da figura acima, a
descontinuidade B estava localizada na solda da cinta.

Caso I—Descontinuidade na Interseção da Solda

Fonte:AWS D1.1/D1.1M:2006, Código de Soldagem Estrutural—Aço, Figura 6.6, American Welding Society.

Figura 16.3 (continuação)—Requisitos da Qualidade das Soldas para Descontinuidades Alongadas conforme
Determinado pelo Teste Radiográfico das Uniões Tubulares

145
CLÁUSULA 16. MÉTODOS DA AVALIAÇÃO NÃO DESTRUTIVA AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

SOLDA
DA PCS
BORDA LIVRE

LARGURA
W

COMPRIMENTO L

CASO II LIMITAÇÕES DA DESCONTINUIDADE

DIMENSÃO DA LIMITAÇÕES CONDIÇÕES


DESCONTINUIDADE

L <E/3, <1-1/4" [6 mm] E ≤ 2" [51 mm]

≤3/8" [10 mm] E > 2" [51 mm]

CI ≥3L L ≥ 3/32" [2.5 mm]

Caso II—Descontinuidade na Borda Livre da Solda do Bisel com PCS

Fonte: AWS D1.1/D1.1M:2006, Código de Soldagem Estrutural—Aço, Figura 6.6, American Welding Society.

Figura 16.3 (continuação)—Requisitos da Qualidade das Descontinuidades Alongadas das Soldas,


Determinadas pelo Teste Radiográfico das Juntas Tubulares

146
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 16. MÉTODOS DA AVALIAÇÃO NÃO DESTRUTIVA

PCS ―A‖,
LARGURA
W

COMPRIMENTO L

DESCONTINUIDADE
DESCONTINUIDADE

COMPR. DESCONTINUIDADE A –
DESCONTINUIDADE ARREDONDADA
OU ALONGADA NA SOLDA, LARGURA
LARGURA W', PCS pol.B"
W PCS ―A‖,

CASO III, LIMITAÇÕES DA DESCONTINUIDADE

DIMENSÃO DA LIMITAÇÕES CONDIÇÕES


DESCONTINUIDADE

L ≤2 E/3 L > 3W

Ci ≥3L OU 2E, L ≥ 3/32" [2,5 mm]


O QUE FOR MAIOR

Caso III—Descontinuidade na Interseção da Solda

Fonte:AWS D1.1/D1.1M:2006, Código de Soldagem Estrutural—Aço, Figura 6.6, American Welding Society.

Figura 16.3 (continuação)—Requisitos da Qualidade das Descontinuidades Alongadas das Soldas, Determinadas
pelo Teste Radiográfico das Juntas Tubulares

147
CLÁUSULA 16. MÉTODOS DA AVALIAÇÃO NÃO DESTRUTIVA AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

SOLDA
PCS
BORDA LIVRE
LARGURA W

COMPRIMENTO L

CASO IV, LIMITAÇÕES DA DESCONTINUIDADE

DIMENSÃO DA
LIMITAÇÕES CONDIÇÕES
DESCONTINUIDADE

L/W > 3
L ≤2E/3

≥3L OU 2E,
CI L ≥ 3/32” [2,5 mm]
O QUE FOR MAIOR

Caso IV—Descontinuidade na Borda Livre da Solda do Chanfro com PCS

Fonte; AWS D1.1/D1.1M:2006, Código de Soldagem Estrutural—Aço, Figura 6.6, American Welding Society.

Figura 16.3 (continuação)—Requisitos da Qualidade das Descontinuidades Alongadas das Soldas,


Determinadas pelo Teste Radiográfico das Juntas Tubulares

148
CADA

CADA
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

CADA

CADA

149
CADA

(1) ALONGADA (3) ARREDONDADA (5) ESPALHADA ALEATORIAMENTE


(4) EMPELOTADA
SEÇÃO TRANSVERSAL Nota a
TÍPICA Independente de (1) e (3). Também pode ser uma combinação de (1) e (3), apesar de não estar ilustrada.

Fonte:

Figura 16.4—Imagens Máximas Aceitáveis do TR


CLÁUSULA 16. MÉTODOS DA AVALIAÇÃO NÃO DESTRUTIVA
FIM DA UNIÃO
CLÁUSULA 16. MÉTODOS DA AVALIAÇÃO NÃO DESTRUTIVA

Observações:

150
1. C — Distância mínima permitida entre as bordas das descontinuidades medindo 3/32” [2,5 mm] ou mais (conforme a Figura 16.3).
Prevalecem as descontinuidades maiores ou adjacentes.
2. X1 — Maior descontinuidade alongada permissível da espessura de 1-1/8” [30 mm] (consulte a Figura 16.3).
3. X2 — As descontinuidades múltiplas numa extensão permitida pela Figura 16.3 poderão ser consideradas uma única descontinuidade.
4. X3-X4 — Descontinuidade do tipo arredondado medindo menos de 3/32” [2,5 mm].
5. X5 —Descontinuidade do tipo arredondado em um aglomerado. O aglomerado poderá medir no máximo 3/4” [20 mm]; todos os poros do
empelotamento deverão ser considerados como exigindo a mesma distância de 3/4” [20 mm] de comprimento da descontinuidade da Figura
16.3.
6. Interpretação: As descontinuidades arredondadas e alongadas deverão ser aceitáveis conforme indicado. Todas estão dentro do tamanho
e da distância mínima permitida entre as descontinuidades ou o fim de uma união soldada.

Fonte: AWS D1.1/D1.1M:2006, Código de Soldagem Estrutural—Aço, Figura 6.3, American Welding Society.

Figura 16.5—TR das Uniões Tubulares de 1-1/8‖ [30 mm] ou mais, Típico de Descontinuidades Aleatórias Aceitáveis
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 17. Critérios de Aceitação

17. Critérios de Aceitação


17.1. Soldas Temporárias.
As soldas que deverão ser removidas não estão sujeitas aos critérios de aceitação da inspeção visual. Quando as soldas
forem eliminadas, a superfície deverá ficar nivelada com a superfície original.
17.2. Critérios de Aceitação da Inspeção Visual
17.2.1. Trincas não devem ser permitidas (consulte 8.7.1 em relação à soldagem da chapa de desgaste da Guia da
Coluna da Estrutura Lateral).
17.2.2. A fusão incompleta não deve ser permitida.
17.2.3. Crateras (consulte a Tabela 17.1)
17.2.4. O perfil das soldas deve estar de acordo com 6.4.
17.2.5. Mordedura e porosidade deverão respeitar os limites da classe de aplicação indicados na Tabela 17.2.
17.2.6. O tamanho das soldas de filete não deverá ficar abaixo do tamanho especificado em mais de 1/32" [1 mm],
exceto que as soldas de filete com mais de 3/16" [5 mm] poderão ficar 1/16" [2 mm] abaixo, em até 10% do
comprimento da solda.
17.2.7. Não serão permitido respingos nas áreas em que isso possa interferir na função, inspeção ou na proteção do
componente contra a corrosão.
17.3. Critérios de Aceitação da Inspeção Radiográfica
17.3.1. As soldas que forem submetidas à inspeção radiográfica além da inspeção visual não deverão apresentar
trincas ou fusão incompleta. As soldas com PCS não deverão apresentar penetração da junta incompleta.
17.3.2. As soldas serão inaceitáveis se a inspeção revelar descontinuidades individuais (as inclusões de tungstênio
serão consideradas porosidade) apresentando a maior dimensão maior que as permitidas pela Figuras 16.1,
16.2 ou 16.3, como aplicável, ou dimensões maiores que as ilustradas nas Figuras 16.4 ou 16.5, como
aplicável.
17.4. Critérios de Aceitação da Inspeção Ultrassônica.
As soldas que forem submetidas à inspeção ultrassônica serão aceitáveis se atenderem aos critérios de aceitação da Tabela
17.3.
17.5. Critérios de Aceitação do Penetrante Líquido.
As soldas que forem submetidas à inspeção do penetrante líquido deverão ser avaliadas conforme as partes relevantes dos
critérios de aceitação in 17.2.
17.6. Critérios de Aceitação das Partículas Magnéticas.
As soldas que forem submetidas à inspeção das partículas magnéticas deverão ser avaliadas conforme as partes relevantes
dos critérios de aceitação in 17.2.

151
CLÁUSULA 17. CRITÉRIOS DE ACEITAÇÃO AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

Tabela 17.1
Limites das Crateras das Soldas

Material Tipo e Tamanho da Solda Profundidade Permitida

Filete < 3/16" [5 mm] 1/32" [I mm] no máximoa

Aço Filete de 3/16" [5 mm] ou mais 1/16" [2 mm] no máximo a

Bisel < 1/2" [13 mm] 1/32" [1 mm] no máximoa


Bisel de 1/2" [13 mm] ou mais 1/16" [2 mm] no máximoa
Nenhuma — Todas as crateras deverão ser
Alumínio Filete ou Bisel-—Todos os tamanhos preenchidas
a
As crateras cuja profundidade ultrapassar estes limites deverão ser preenchidas.

Tabela 17.2
Limites da Mordedura e da Porosidade

Nível da Qualidade

Classe la Classe 2b

Mordedura: Menos de 1/64" [0,5 mm] 1/32" [1 mm] no máximoc

Nenhum poro simples ultrapassando 3/32" [2 mm] de diâmetro. A


Não mais de um poro a cada 4" [102 mm] de
soma dos diâmetros dos poros não deverá exceder 3/8" [10 mm] a
Porosidade: solda. Nenhum poro ultrapassando 3/32" [2
cada polegada linear [25 milímetros] da solda e não deverá exceder
mm] de diâmetro.
3/4" [20 mm] a cada 12" lineares [300 milímetros lineares].
a
Todas as soldas da Classe 1 estão especificadas no desenho.
b
Todas as outras soldas serão consideradas como Classe 2, a menos que seja especificado em contrário no desenho.
c
Qualquer que seja a eventualidade, a mordedura não deverá exceder 12-1/2% (1/8%) da espessura do material.
d
Se as soldas não tiverem sido classificadas em relação ao esforço primário pelo Engenheiro, os limites da mordedura e da porosidade deverão ser conforme o Nível
de Qualidade da Classe 1.

152
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 17. CRITÉRIOS DE ACEITAÇÃO

Tabela 17.3 Aceitação do Teste Ultrassônico—


Critérios de Rejeição
Espessura da Solda, pol. [mm] e Ângulo da Unidade
de Teste

5/16 a 3/4 >3/4 a 1-1/2


Gravidade [8 a 19] [>19 a 38] >1-1/2 a 2-1/2 [>38 a 64] >2-1/2 a 4 [>64 a 100] >4 a 8 [>100 a 200]
da falha

Classe 70° 70° 70° 60° 45° 70° 60° 45° 70° 60° 45°
A +5 e -2 e +1 e +3 e -5 e -2 e 0e -7 e -4 e -1 e
menor +2 e menor menor menor menor menor menor menor menor menor menor

B +6 +3 -1 +2 +4 -4 -1 +1 -6 -3 0
0 +3 +5 -3 0 +2 -5 -2 +1
:
+7 +4 +1 +6 -2 a +1 +3 -4 a -1 a +2
+2 +4 ; +7 +2 +2 +4 +2 +2 +3
c
D +8 e +5 e 3e +6 e +8 e +3 e +3 e +5 e +3 e +3 e +4 e
mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais

Observações:
1. As falhas das Classes B e C deverão estar distantes em pelo menos 2L, sendo L o comprimento da falha mais longa, exceto que, quando duas ou mais dessas
falhas não estiverem distantes pelo menos 2L mas o comprimento somado das falhas e da distância de separação for igual ou inferior ao comprimento máximo
permissível segundo as disposições da Classe B ou C, a falha deverá ser considerada uma única falha aceitável.
2. As falhas das Classes B e C não deverão começar a menos de 2L das extremidades da solda que suportam a tensão primária, sendo L o comprimento da falha.

Classe A (falhas grandes) Níveis de Varredura


Qualquer indicação nesta categoria deve ser rejeitada
(independentemente do comprimento). Trajeto da Sondagem, pol.a Acima do Zero de Referência,
Classe B (falhas médias) [mma] dB
Qualquer indicação nesta categoria com comprimento maior
que 3/4" [19 mm] deve ser rejeitada. a 24/2 [64] . 14
Classe C (falhas pequenas)
>2-1/2 a 5 [>64-127] 19
Qualquer indicação nesta categoria com comprimento maior
que 2" [51 mm] deve ser rejeitada. >5 a 10 [>127-254] 29
Classe D (falhas mínimas)
Qualquer indicação nesta categoria será aceita, >10 a 15 [>254-381] 39
independentemente do comprimento ou da localização na solda. a
Esta coluna refere-se à distância no trajeto de sondagem e NÃO à espessura
do material.

153
CLÁUSULA 18.REQUISITOS DA SOLDAGEM DE CHAPAS AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

18. Requisitos da Soldagem de Chapas Metálicas


Esta cláusula refere-se às soldas realizadas em metais mais finos que 1/8" [3 mm]. As disposições das Cláusulas 5 até 17 referem-se a
esses materiais, exceto quanto ao dito abaixo.

18.1. Desenho das Uniões Soldadas


18.1.1 Generalidades. As conexões soldadas podem ser feitas com soldas em chanfro, pontos de solda ou por costura, superposição,
T, ou de canto como as soldas em filete e em chanfro com bisel simples curvado ou com chanfro simples em V curvada conforme
ilustrado nas Figuras 18.1 até 18.8.

18.1.2 Chanfros Quadrados. Os chanfros quadrados deverão ser usados em uniões de topo, com a soldagem sendo feita
preferivelmente na posição plana. As condições da abertura da raiz (lacuna) deverão ser as ilustradas na Figura 18.1.

18.1.3 Soldas a Ponto. As soldas a ponto através de uma ou duas espessuras do metal, fixando-o em um componente estrutural como
ilustrado na Figura 18.2 deverão ser feitas na posição especificada. No caso das chapas mais finas que 0.028" [0,5 mm], deverá ser usada
uma arruela conforme ilustrado na Figura 18.3, para prevenir o retorno da chama. O metal da solda deverá ter o diâmetro de pelo menos
3/8" [10 mm] sobre o componente estrutural.

A distância mínima entre o centro de uma solda a ponto e a borda da chapa deverá ser a seguinte:

para
(Eq. 2)

para
mas não menos que 1,5d
(Eq. 3)

(Consulte a Figura 18.4),


Onde

P = força transferida pela solda a ponto ou a arco


Fu - resistência final mínima à tensão especificada da base metálica (ksi)
FY = resistência final especificada da base metálica
t = espessura da base metálica fora a espessura do revestimento, da espessura simples ou combinada da base metálica, no caso de chapa
dupla
e min. = distância mínima entre o centro da solda a ponto ou a arco e a borda da chapa de cima

OBSERVAÇÃO: Fórmulas referentes apenas às normas americanas. Converta e min. para unidades do Sistema Métrico, após o cálculo
final.

18.1.4 Soldas com Chanfro Simples Curvado. O comprimento mínimo deverá ser 3/4" [19 mm] (consulte a Figura 18.7), a menos
que seja especificado em contrário no desenho ou exigido pelo tamanho do componente.

18.1.5 Soldas de tampão e oblongo. A área real deverá ser a área mínima do furo ou do oblongo no plano da superfície que
apresentou a falha.

18.1.6 Enchimento. O Enchimento só deverá ser usado com a aprovação do Engenheiro do Fabricante e do Engenheiro do
Proprietário. Quando for usado, o Enchimento deverá atender aos requisitos de 5.4.3.

18.2 Procedimento e Qualificação da União de Chapas Metálicas pela Soldagem. As especificações do


procedimento de soldagem e da união de metais base com menos de 1/8" [3 mm] de espessura, qualificados segundo as disposições de
AWS B2.1/B2.1M, são considerados qualificados segundo esta especificação. Todos os outros casos deverão ser qualificados de acordo
com 18.2.1.

18.2.1 Requisitos das Especificações do Procedimento de soldagem. As especificações do procedimento deverão ser qualificadas se
houver qualquer alteração do processo e das variáveis essenciais relacionadas na Tabela 18.1.

18.2.1.1 Especificações do Número, Métodos e Resultados dos Testes Exigidos para a Qualificação do Procedimento de soldagem
a Arco

(1) Soldas com Chanfros e Filetadas

(a) Deverão ser soldados dois pedaços retangulares do material a ser testado, medindo no mínimo 4" [102 mm] de comprimento
e largura. A solda deverá ter no mínimo 4" [102 mm] de comprimento (consulte a Figura 18.11). As soldas e os testes deverão ser
realizados de acordo com a Tabela 18.2.

154
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 18.REQUISITOS DA SOLDAGEM DE CHAPAS

(b) A solda deverá atender aos requisitos da inspeção visual de 17.2, exceto que o mordedura não deverá exceder 0,15 vezes a
espessura do componente mais fino.
(c) Depois que as uniões de teste forem feitas, elas deverão ser curvaturadas sobre si mesmas com o eixo da curvatura paralelo
ao eixo da solda (consulte a Figura 18.9). No caso de uma união soldada apenas por um lado, a raiz da solda deverá ficar na face da
curvatura.
(d) A solda deverá ser considerada satisfatória se não houver trincas evidentes após a curvatura, exceto na primeira e na última
0.5" [13 mm] da solda.
(e) As trincas na base metálica não deverão constituir motivo para a rejeição da solda.
(2) Soldas a Ponto. A empresa deverá estabelecer uma especificação do procedimento de soldagem para cada espessura simples e
dupla das chapas que serão soldadas a ponto em um componente estrutural. Dois conjuntos soldados deverão ser testados. Inicialmente,
diversos pedaços retangulares com 2-1/2" [64 mm] ou mais de lado deverão ser grampeados conforme ilustrado na Figura 18.2. Em
seguida, o soldador deverá realizar uma solda a ponto com o diâmetro exigido para a qualificação do procedimento, produzindo uma
pepita com não menos de 3/8" [10 mm] de diâmetro. A cratera da solda a ponto deverá ser preenchida e um reforço mínimo de 1/32" [1
mm] deverá ser previsto.
(a) A aparência da solda deverá estar de acordo com os requisitos de 17.2.
(b) Depois que a solda houver arrefecido, a parte saliente da chapa deverá ser percutida repetidamente com um martelo
conforme ilustrado na Figura 18.10, até que a falha ocorra. O diâmetro da pepita de solda remanescente deverá ser comparado ao
diâmetro mínimo exigido, conforme ilustrado na Figura 18.2. Se esse diâmetro mínimo não for conseguido ou a solda for de outra
forma insatisfatória, a corrente de soldagem deverá ser corrigida e o teste deverá ser repetido até serem cumpridos todos os requisitos.
(c) A qualificação de uma solda a ponto, entre uma chapa simples ou várias chapas e um componente estrutural deverá
qualificar quanto à posição testada.
(d) Uma alteração em uma das seguintes variáveis essenciais, ultrapassando os requisitos da Tabela 18.1, deverá exigir a
requalificação:
(1) Em relação a todos os processos de soldagem, uma alteração na base metálica, no tamanho da solda, no número “F" no metal de
enchimento ou na posição de soldagem.
(2) (2) No caso da soldagem a arco, com oxiacetileno ou com solda com núcleo de fluxo, alteração da corrente, do gás de proteção ou
da velocidade de alimentação do fio de solda.
(3) Soldagem de Hastes. Quando for qualificar as hastes a serem forçadas através de chapas de aço em componentes estruturais, a
chapa de aço deverá ser apertada firmemente contra o componente estrutural. Os requisitos de qualidade de 6.13 deverão ser atendidos.

155
CLÁUSULA 18.REQUISITOS DA SOLDAGEM DE CHAPAS AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

Tabela 18.1
Variáveis Essenciais e Não Essenciaisa para Inclusão em EPS FCAW, GMAW, GTAW e
SMAW (Consulte 18.2.1)
Processo
Alterações das Variáveis Essenciais Exigindo Requalificação:
FCAW GMAW GTAW SMAW
Desenho da União
(1) Uma alteração do desenho da união, de um tipo para outro dos seguintes x X X X
tipos:
(a) Chanfro quadrado ou em “V"
(b) Filete
(c) Abertura Bisel Curvado ou em V

(2) Uma alteração do desenho da união da chanfro que resulte em: X X X X

(a) Aumento da abertura em mais de 25%


(b) Omissão, mas não aumento do material ou da solda de reforço

(c) Adição ou omissão de insertos consumíveis


(d) Omissão ou inclusão de uma régua espaçadora

(e) Omissão, mas não inclusão de estufamento de reforço

(3) Soldas Tampão ou Oblongo X X X X


(a) Uma redução da largura do Tampão especificada ou do diâmetro
do furo, para menos de +0.25" [+6,35 mm] da espessura do material,
do material com o furo ou o tampão.
(b) Uma alteração acima de 50% na profundidade (Espessura do
Material) do tampão ou do furo.
(c) Uma redução de mais de 50% na raiz do base metálica.

Base metálica
(4) Uma alteração de um número pol.M" para outro número pol.M" ou para uma X X X X
base metálica não relacionada, a menos que seja possível demonstrar que o
metal não relacionado tem características mecânicas na mesma faixa e uma
composição química semelhante dentro da mesma faixa, confirmadas pelo
Engenheiro do Fabricante.
(5) Uma alteração do material de revestimento, ou o acréscimo, mas não a X X X X
eliminação do material de revestimento sobre o base metálica.
(OBSERVAÇÃO: O composto contra os respingos não é considerado um
material de revestimento.)
(6) Uma alteração de mais de 50% na espessura do base metálica. X X X X

Metal de enchimento
(7) Uma alteração na classificação do eletrodo (e.g., alteração de E7018-1 X X X X
para E7018, ER70S-3 para ER70S-6, E71T-1 para E71T-5, ER4043
para ER5554
(8) Uma alteração no eletrodo de tungstênio conforme AWS A5.12M/A5.12 — — X —

(9) Uma alteração no diâmetro do eletrodo. X X X X

(10) Uma alteração de mais de 1/16" [1,6 mm] do diâmetro do fio de enchimento. - — X —
(11) Adição ou eliminação do metal de enchimento. — — X —i

(continuação)

156
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 18.REQUISITOS DA SOLDAGEM DE CHAPAS

Tabela 18.1 (continuação)


Variáveis Essenciais e Não Essenciaisa para Inclusão em
EPS FCAW, GMAW, GTAW e SMAW (Consulte 18.2.1) Processo

Alterações das Variáveis Essenciais Exigindo Requalificação: FCAW GMAW GTAW SMAW
Parâmetros do Processo
(12) Uma alteração da corrente ou da polaridade. X X X X
(13) Uma alteração de mais de 25% da amperagem ou da voltagem.
X X X X
(14) Uma alteração de mais de 25% da velocidade média do metal qualificado—
apenas alumínio X X X X

(15) Uma alteração da maneira de transferência do metal. — X — —


Gás de Proteção
(16) Uma alteração de um gás para outro ou para uma mistura de gases, ou uma
alteração da composição especificada para a mistura de gases. X X X —

(17) Omissão, mas não inclusão de gás de proteção. X X X —


Temperatura Anterior ao Aquecimento e Entre as Passagens
(18) Uma redução de mais de 50°F [28°C], mas não abaixo de 32°F [0°C]. X X X X
(19) Para uma temperatura anterior ao aquecimento de 32°F [0°C] ou menos, a
temperatura de teste será a temperatura mínima anterior ao aquecimento. X X X .X'

(20) Uma elevação superior a 50°F [28°C]. X X X X


Técnica
(21) Uma alteração na posição de soldagem, de acordo com as definições das
Figuras 10.1 e 10.2, exceto conforme for permitido pela Tabela 11.4.

(22) Nas soldagens verticais, alterações no avanço de qualquer passagem de cima


para baixo ou vice versa. X X X X
a
X = variável essencial.

157
CLÁUSULA 18.REQUISITOS DA SOLDAGEM DE CHAPAS AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

Tabela 18.2
Testes de Qualificação do Procedimento

Número de Testes para


Os conjuntos de teste Cada Posição de
ilustrados são Tipo da Solda Testada Soldagem, Espessura e Tipo do Teste Qualifica para :
Tipo de Solda de
Costuraa
Junta de topo por chanfro 2 Junta de topo por chanfro reto ou em
reto ou em V, chapa com “V", chapa com chapa
chapa, em qualquer posição Curvatura

Solda a ponto, chapa com 2 Solda a ponto e costura a arco, chapa


componente estrutural com componente estrutural
Torção

União superposta por solda 2 União superposta por solda de filete,


de filete chapa com chapa, ou chapa com
Curvatura componente estrutural, qualquer
posição

União superposta por solda 2 Curvatura União superposta por solda de filete,
de filete, chapa com chapa com componente estrutural
componente estrutural

União superposta ou em T por solda


Curvatura de filete, chapa com chapa, ou chapa
União em T por solda de 2 com componente estrutural
1
filete, chapa com chapa

União superposta ou em T por solda


Curvatura de filete, chapa com componente
União em T por solda de 2 estrutural
filete, chapa com
componente estrutural

Solda de Chanfro Bisel Curvado,


Bisel curvado, chapa com 2 Curvatura chapa com chapa, ou chapa com
chapa componente estrutural ou Solda em
V Curvado, chapa com componente
estrutural '

Bisel curvado, chapa com Solda de chanfro bisel curvado,


2 chapa com componente estrutural
componente estrutural Curvatura

Solda em “V", chapa com chapa, ou


Bisel em “V", chapa com 2
chapa Solda de Chanfro Curvado, chapa com
Curvatura chapa, ou chapa com componente
estrutural

* Dentro dos limites de variantes montadas

158
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 18.REQUISITOS DA SOLDAGEM DE CHAPAS

ABERTURA MÁXIMA DA RAIZ


TAL COMO FOI QUALIFICADA

Figura 18.1 – Solda com Chanfro Reto na Junta de Topo

(A) ESPESSURA SIMPLES, ESPESSURA DUPLA (B) ESPESSURA SIMPLES, ESPESSURA DUPLA

Figura 18.2 – Soldas a Ponto por Arco

ABA
ARRUELA OPCIONAL

Figura18.4 – Distância da Borda nas Soldas por


Figura 18.3 – Solda a Ponto Usando Arruela Ponto

159
CLÁUSULA 18.REQUISITOS DA SOLDAGEM DE CHAPAS AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

(A) CHAPA COM COMPONENTE ESTRUTURAL


(B) CHAPA COM CHAPA

Fig. 18.5 – Soldas de filete Superpostas

(A) CHAPA COM COMPONENTE ESTRUTURAL (B) CHAPA COM CHAPA,

Fig. 18.6 – Soldas de filete de Uniões em ―T‖

PODERÁ SER
NECESSÁRIA UMA
BARRA ESPAÇADORA
PARA IMPEDIR A
FUSÃO,

Fig. 18.7 – Soldas em Chanfro curvado Simples


Fig. 18.8 – Solda em Chanfro Curvado Simples -
Curvado – Horizontal
Plana

160
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 18.REQUISITOS DA SOLDAGEM DE CHAPAS

A) JUNTA DE TOPO EM CHANFRO RETO – (B) JUNTA DE TOPO EM CHANFRO RETO –


SOLDADO NOS DOIS LADOS SOLDADA EM UM LADO

(C) JUNTA SOLDADA APÓS A CONCLUSÃO DA CURVATURA

Fig. 18.9 – Juntas de Topo em Chanfro Reto

CHAPA DUPLA

CHAPA SIMPLES

Fig. 18.10 – Teste das Soldas a ponto por Arco

161
CLÁUSULA 18.REQUISITOS DA SOLDAGEM DE CHAPAS AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

TESTE A CHAPA COM CHAPA

JUNTA
SUPERPOSTA

JUNTA EM “T” PROJEÇÃO MÍNIMA

CHAPA COM COMPONENTE ESTRUTURAL

TESTE B

Fig. 18.11 – Conjunto do Teste das Soldas de filete

162
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 18.REQUISITOS DA SOLDAGEM DE CHAPAS

Figura 18.12—Conjunto de Teste Padrão para Soldas em Chanfro Curvado; Teste C—Chapa
com Chapa

Figura 18.13—Conjunto de Teste Padrão para Soldas em Chanfro Curvado; Teste D—Chapa com Chapa
Estrutural

163
CLÁUSULA 18.REQUISITOS DA SOLDAGEM DE CHAPAS AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

QUALQUER SUPORTE SATISFATÓRIO

Figura 18.14—Conjunto de Teste Padrão para Soldas de Chanfro em ―V‖

164
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 19. QUALIFICAÇÃO DO SOLDADOR, DO OPERADOR DA SOLDAGEM, E DO SOLDADOR PONTEADO

19. Qualificação do Soldador, do Operador da Soldagem e do Soldador Ponteador—


Chapas de Aço Carbono, Aço de Baixa Liga e Aço Inoxidável
Para a soldagem de bases metálicas com menos de 1/8" [3 mm], a qualificação deverá atender aos seguintes requisitos:
19.1. Generalidades.
Os testes de qualificação descritos a seguir são testes especialmente desenvolvidos para confirmar a capacidade do soldador de realizar
soldas sólidas. Os testes de qualificação indicados na Tabela 19.2 deverão ser realizados de acordo com os requisitos da especificação
do procedimento e registrados em um formulário semelhante ao Formulário D4 do Anexo D. Estes testes não deverão ser usados como
orientação durante a construção real.
19.2. Limitação das Variáveis.
O soldador deverá ser qualificado em cada processo a ser utilizado e em relação a qualquer alteração das variáveis de cada processo,
conforme indicado na Tabela 19.1.
19.2.1. A especificação qualificada do procedimento de soldagem deverá ser usada para a qualificação do soldador. O número e o tipo
dos conjuntos de teste, o método de teste e os resultados dos testes deverão ser aqueles da Tabela 19.2.
19.2.2. O soldador que concluir a qualificação com sucesso no procedimento deverá ser considerado qualificado quanto ao processo de
soldagem segundo os parâmetros da Tabela 19.1, baseada no Registro da Qualificação do Procedimento.
19.2.3. Quanto aos critérios de aceitação, consulte as subcláusulas de 18.2.
19.3. Novos Testes
19.3.1 Caso o soldador, o operador de soldagem ou o soldador ponteador não atenda aos requisitos de um ou mais testes
de soldagem, poderá ser permitido um novo teste. Deverá ser realizado um novo teste consistindo em uma amostra de cada
tipo no qual o soldador, o operador de soldagem ou o soldador ponteador houver fracassado. Recomenda-se oferecer
treinamento adicional documentado antes dos novos testes.
19.3.2 O teste do desempenho poderá ser encerrado em qualquer estágio dos procedimentos de teste, sempre que ficar
evidente para o supervisor dos testes que o soldador, o operador de soldagem ou o soldador ponteador não tem a
capacidade exigida para obter resultados satisfatórios.

19.4. Período de Validade.


A qualificação deverá ser considerada em vigor indefinidamente, a menos que: (1) o soldador, o operador de soldagem ou o
soldador ponteador não tenha participado em um determinado processo de soldagem em relação ao qual esteja qualificado
durante um período superior a seis meses, ou (2) exista alguma razão específica para duvidar da habilidade do soldador, do
operador de soldagem ou do soldador.

165
CLÁUSULA 19. QUALIFICAÇÃO DO SOLDADOR, DO OPERADOR DA SOLDAGEM, E DSOLDADOR PONTEADORO SOLDADOR PONTEADOR
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

Tabela 19.1
Limitação das Variáveis da Qualificação do soldador
FCAW, GMAW, GTAW e SMAW (Consulte 19.2)

Alterações das Variáveis Essenciais Exigindo Requalificação: Processo

FCAW GMAW GTAW SMAW


Desenho da União

(1) (1) Uma alteração do desenho da união, de um tipo para outro dos seguintes X X X X
tipos:
(a) Chanfro
(b) Filete, Tampão ou Oblongo

(c) Abertura Bisel Curvado ou em V


(2) Omissão, mas não aumento, do material de reforço X X X X

Base metálica

(3) Uma alteração de metal ferroso para não ferroso ou vice-versa. X X x X

(4) Uma alteração do número pol.M" dos materiais não ferrosos (alteração X X X X
envolvendo apenas ligas de alumínio está isenta).
(5) Uma alteração da espessura da base metálica, de mais de 50% em relação a X X 'X X
qualificada.
(6) Uma alteração de chapa de aço revestido para chapa de aço revestido, ou de X X X X
chapa de aço revestido para chapa de aço sem revestimento.
Metal de enchimento

(7) Uma alteração do número pol.F" do eletrodo para um número maior, —. . X


conforme indicado na Tabela 11.2.
(8) Uma alteração do eletrodo de tungstênio conforme AWS A5.12M/A5.12. — — X —

(9) Uma alteração de mais de 1/32" [0.8 mm] do diâmetro do eletrodo X X X X


(10) Uma alteração de mais de 1/32" [0.8 mm] do diâmetro do arame de — — X —
enchimento.
(11) Adição ou eliminação do metal de enchimento. — — X

Parâmetros do Processo

(12) Uma alteração na maneira de transferência do metal. — X — —

Gás de Proteção

(13) Uma alteração de um gás contendo mais de 85% de argônio, para um gás — X — —
contendo menos de 85% de argônio ou vice-versa.
Técnica

(14) Omissão, mas não inclusão, de estufamento de reforço X X X X

(15) Uma alteração na posição de soldagem, exceto conforme for permitido pela X X X X
Tabela 19.2
(16) Na soldagem vertical, alterações do avanço de qualquer passagem de cima X X X X
para baixo ou vice-versa.

166
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 CLÁUSULA 19. QUALIFICAÇÃO DO SOLDADOR, DO OPERADOR DA SOLDAGEM, E DO SOLDADOR PONTEADO

Tabela 19.2 Testes de Qualificação do soldador


(Consulte a Cláusula 18 Relativa aos Testes e
Aceitação)
Tipo de: Qualifica-se para

Os conjuntos de teste
Posição de Posição de Tipo da União Número Tipo do
ilustrados são União Soldada Soldada de Testes Teste
Soldagem Soldagem

União de chanfro, Todas as Uniões com chanfro Curvatura


chapa com chapa

União superposta Todas as Uniões de filete Curvatura


soldada de filetes,
chapa com chapa

União superposta Todas as Uniões de filete Curvatura


soldada de filetes,,
chapa com componente
estrutural

Solda de filete, Todas as Uniões de filete Curvatura


união em “T”, chapa
com chapa

Solda de filete, Todas as Uniões de filete Curvatura


união em “T”, chapa
com componente
estrutural

Bisel curvado, Todos os chanfros chanfrados e Curvatura


chapa com chapa chanfros em “V”

Bisel curvado, Todos os chanfros chanfrados e Curvatura


chapa com chanfros em “V”
componente
estrutural

Chapa em “V” Todos os chanfros chanfrados e Curvatura


Chapa com chapa chanfros em “V”

167
CLÁUSULA 20. TÉCNICA E ACABAMENTO DA SOLDAGEM DE CHAPAS AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

20. Técnica e Acabamento da Soldagem de Chapas Metálicas


20.1. As superfícies que serão soldadas deverão ser lisas, uniformes e isentas de rebarbas, rasgos, trincas ou outras imperfeições que
afetariam negativamente a qualidade ou a resistência da solda.
20.2. As superfícies que serão soldadas e as superfícies adjacentes à solda deverão estar isentas de aparas soltas ou grossas, carepa,
oxidação, umidade, graxa ou outros materiais estranhos que impediriam a soldagem adequada iriam gerar vapores indesejáveis.
20.3. A carepa resistente a vigorosa escovação com uma escova de arame, uma fina camada inibidora da oxidação, os revestimentos
galvanizados e os compostos contra os respingos podem permanecer.
20.3.1 A soldagem não deverá ser feita quando as superfícies estiverem úmidas ou expostas à chuva, à neve ou a ventos
fortes. Adicionalmente, no caso das bases metálicas de aço carbono e aço de baixa liga, a temperatura ambiente e a do base metálica
deverá ser pelo menos 32°F [0°C]. No caso da soldagem das ligas de alumínio, essas temperaturas deverão ser pelo menos 50°F [10°C].
20.3.2 Se as temperaturas estiverem abaixo das exigidas em 6.1.3 e 6.1.4, será necessário o aquecimento prévio para atingir
a temperatura mínima do base metálica. A temperatura ambiente não deverá ser inferior a 50°F [10°C], sem o aquecimento prévio
adequado antes da soldagem.
20.4. Os detalhes deverão ser dispostos de forma a permitir a posição mais favorável para a soldagem (consulte as Figuras 10.1 e 10.2
em relação à definição das posições de soldagem).

21. Inspeção da Qualificação do Procedimento de soldagem e do Equipamento de


Soldagem de Chapas Metálicas
21.1. O Inspetor de Verificação poderá avaliar se todo o procedimento de soldagem são qualificados e foram incluídos na especificação
do procedimento de soldagem, de acordo com a Cláusula 9, 18.2.1 ou 18.2.2, conforme o caso.
21.2. O Inspetor de Verificação poderá inspecionar o equipamento de soldagem que será usado, para ter certeza de que ele atende aos
requisitos de 6.1.2.
21.3. O Inspetor de Verificação poderá avaliar se a soldagem será realizada apenas por soldadores, operadores de soldagem e soldadores
ponteadores qualificados de acordo com os requisitos das Cláusulas 11, 12 ou 13, para espessuras do material de 1/8" [3 mm] ou
mais. No caso das espessuras inferiores a 1/8" [3 mm], prevalecerão as exigências das Cláusulas 19 e 20.

22. Detalhes da Solda — Chapas


Os materiais mais finos que 1/8" [3 mm] deverão atender aos requisitos relacionados para 1/8" [3 mm] ou mai, exceto quando ao que se
segue:
22.1. Soldas em Chanfros (Uniões de Topo).
As aberturas das soldas em bisels serão de acordo com os requisitos da Figura 18.1.
22.2. Soldas de filete.
As aberturas das soldas de filete formando uma união em T ou superposta não deverão exceder 0,5 vezes a espessura do componente
mais fino.

23. Qualidade da Soldagem de Chapas Metálicas — Critérios de Aceitação da


Inspeção Visual
O comprimento total da mordedura não deverá ultrapassar L/8, onde L é o comprimento especificado da solda ou, no caso das soldas a
ponto, por arco, a circunferência, previsto que haja fusão entre o metal da solda e a base metálica. A profundidade da mordedura não está
sujeita à inspeção e não precisa ser medida. A fusão que resultar na abertura de um furo é inaceitável.

168
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

Anexo A (Normativo)
Especificações Alternativas da Base metálica (Aço)
Este anexo faz parte da AWS D15.1/D15.1M:2012, Railroad Welding Specification for Cars and Locomotives,
e inclui os elementos obrigatórios para a utilização desta norma.

Este anexo indica os números M e os números dos grupos dos aços utilizados na indústria ferroviária, que podem ou não estar incluídos
na AWS B2.1/B2.1M.

169
ANEXO A AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

Tabela A.1
Indexação Numérica das Especificações da base metálica (Aço)
Especificações da Base Tipo, Grau ou Tipo da Base
Norma Nº Nº do Grupo Número UNS
metálica Liga metálica
ASTM A27 1 1 Grau U
ASTM A27 1 1 Grau 60
ASTM A27 1 2 Grau 65
ASTM A27 1 2 Grau 70
ASTM A47 2C 4 Grau 32510
ASTM A47 2C 4 Grau 35018
ASTM A48 2A 4 Classe 20
ASTM A48 2A 4 Classe 25
ASTM A48 2A 4 Classe 30
ASTM A48 2A 4 Classe 35
ASTM A48 2A 4 Classe 40
ASTM A48 2B — Classe 45
ASTM A48 2B —. Classe 50
ASTM A48 2B — Classe 55
ASTM A159 2A 4 Grau 1800
ASTM A159 2A 4 Grau 2500
ASTM A159 2A 4 Grau 3000
ASTM A159 2A — Grau 3500
ASTM A159 2A Grau 4000
ASTM A197 2C 4 Grau 4000
ASTM A220 2D 4 Grau 40010
ASTM A220 2D 4 Grau 45006
ASTM A220 2D 4 Grade45008
ASTM A220 2E 4 Grau 50005
ASTM A220 2E 4
Grau 60004
ASTM A436 2F — Todos
ASTM A439 2G — Todos
ASTM A602 2E 4 Todos
ASTM A659 1 .1 —
ASTM A744 8 1 TP304L S30403 Observação a
ASTM A744 8 1 TP316L S30603 Observação a
ASTM A744 8 1 TP317L S30703 Observação a
ASTM A744 8 1 TP321 S32103 Observação a
ASTM A744 8 1 TP347 S34703 Observação a
AAR M201 1 1 Grau A
AAR M201 1 2 Grau B
AAR M201 1 3 Grau B+
AAR M201 1 4 Grau C
AAR TC128 1 3 Grau B
a
Como Complementos Forjados Soldados.

170
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

Anexo B (Informativo)
Classificações do Metal de Enchimento
Este anexo não faz parte da AWS D15.1/D15.1M:2012, Railroad Welding Specification for
Cars and Locomotives, sendo incluído apenas para informação.

Os grupos do número pol. F" dos eletrodos de solda indicados na Tabela B. 1 foram baseados principalmente nas características de
funcionalidade correspondentes, que determinam fundamentalmente a possibilidade de se obter soldas satisfatórias com determinado
metal e processo. Este agrupamento destina-se a minimizar o número de qualificações do procedimento e dos resultados quando isso
puder ser feito logicamente. O agrupamento não implica que os metais de enchimento de um grupo podem ser indiscriminadamente
substituídos pelo metal usado no teste de qualificação, ignorando a compatibilidade entre os bases metálicas e de enchimento do ponto
de vista das características metalúrgicas, do tratamento térmico após a soldagem, do desenho, das exigências de manutenção e das
características mecânicas.

171
ANEXO B AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

Tabela B.1
Agrupamento para Qualificação dos Eletrodos
Nº F Especificação AWS Classificação AWS
Aço e Ligas de Aço
I A5.1/A5.1M EXX20, EXX22, EXX24, EXX27, EXX28
1 A5.4/A5.4M EXXX(X)-26
1 A5.5/A5.5M EXX20-X, EXX27-X
2 A5.1/A5.1M EXX12, EXX13, EXX14, EXX19
2 A5.5/AS.5M E(X)XX13-X
3 A5.1/A5.1M EXX10, EXX11
3 A5.5/A5.SM E(X)XXl0-X, E(X)XX11-X
4 A5.1/A5.1M EXX15, EXX16, EXX18, EXX18M, EXX48
4
A5.4/A5.4M além do austenítico e duplex EXXX(X)-15, EXXX(X)-16, EXXX(X)-17
4
A5.5/A5.5M E(X)XX15-X, E(X)XX16-X, E(X)XX18-X, E(X)XX18M, E(X)XX18M1
5
A5.4/A5.4M austenítico e duplex EXXXCXH5, EXXX(XH6, EXXX(X)-17
6 A5.2/A5.2M Todas as classificações
6 A5.9/A5.9M Todas as classificações
6 A5.17/A5.17M Todas as classificações
6 A5.18/A5.18M Todas as classificações
6 A5.20/A5.20M Todas as classificações
6 A5,22/A5,22M Todas as classificações
6 A5.23/A5.23M Todas as classificações
6 A5.25/A5.25M Todas as classificações
6 A5.26/A5.26M Todas as classificações
6 A5.28/A5.28M Todas as classificações
6 A5.29/A5.29M Todas as classificações
6 A5.30/A5.30M INMs-X, IN5XX, IN3XX(X) j
Alumínio e Ligas de Alumínio
21 A5.3/A5.3M E1100
21 A5.3/A5.3M E3003
21 A5.10/A5.10M ER1100
21 A5.10/A5.10M R1100
21 A5.10/A5.10M ER1188
21 A5.10/A5.10M R1188
22 A5.10/A5.10M ER5183
22 A5.10/A5.10M R5183
22 A5.10/A5.10M ER5356
22 A5.10/A5.10M R5356
22 A5.10/A5.10M ER5554
22 A5.10/A5.10M R5554
(continua)

172
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 ANEXO B

Tabela B.1 (continuação)


Agrupamento para Qualificação dos Eletrodos

Nº F Especificação AWS Classificação AWS


Alumínio e Ligas de Alumínio (continuação)

22 A5.10/A5.10M ER5556
22 A5.10/A5.10M R5556
22 A5.10/A5.10M ER5654
22 A5.10/A5.10M R5654
23 A5.3/A5.3M E4043
23 A5.10/A5.10M ER4010
23 A5.10/A5.10M R40I0
23 A5.10/A5.10M ER4043
23 A5.10/A5.10M R4043
23 A5.10/A5.10M ER4047
23 A5.10/A5.10M R4047
23 A5.10/A5.10M ER4145
23 A5.10/A5.10M R4145 :
23 A5.10/A5.10M ER4643
23 A5.10/A5.10M R4643
24 A5.10/A5.10M ER4009
24 A5.10/A5.J0M R4009
24 A5.10/A5.10M R4011
24 A5.10/A5.10M R-206.0
24 A5.10/A5.10M R-C355.0
24 A5.10/A5.10M R-A356.0
24 A5.10/A5.10M R-357.0
24 A5.10/A5.10M R-A357.0
25 A5.10/A5.10M ER2319
25 A5.10/A5.10M R2319

173
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

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174
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

Anexo C (Informativo)
Tamanho Real das Soldas—Casos Especiais
Este anexo não faz parte da AWS D15.1/D15.1M:2012, Railroad Welding Specification for Cars and Locomotives, sendo incluído
apenas para informação.

PRÉ-QUALIFICADO

Cl. Combinação da Penetração Parcial da Solda em Bisel e da Solda de filete

O tamanho real da solda (S) é a distância mínima entre a raiz da solda e a face da solda diagramática, com a redução de 1/8" [3 mm]
exigida por 7.1.1, menos qualquer convexidade.

C2. Tamanho Real das Soldas de filete nas Juntas em ―T‖ Enviesadas

A Tabela C.l é uma tabulação indicando os fatores de tamanho da solda equivalentes para a faixa de ângulos diedro entre 60° e 135°,
supondo-se nenhuma abertura na raiz. As aberturas na raiz de 1/16" [2 mm] ou mais, que não ultrapassarem 3/16" [5 mm], deverão
ser adicionadas diretamente ao tamanho da perna da solda. O tamanho da perna da solda exigido para as soldas de filete em juntas
enviesadas é calculado utilizando o fator equivalente do tamanho da solda correspondente a um determinado ângulo diedro, conforme
ilustrado no exemplo.
EXEMPLO:
(Unidades Americanas Normais)
Admitindo-se: Junta enviesada em “T”, ângulo de 75°; abertura na raiz de 1/16"
Exigido: Resistência equivalente a união de filete a 90° de 5/16"
Procedimento: (1) Fator para 75° da tabela C.l = 0.86
(2) Tamanho da solda equivalente w da Junta enviesada, sem abertura na raiz: w = 0.86 x 0.313 = 0.269"
(3) Com abertura na raiz: 0.063"
(4) Tamanho da perna da solda exigida w, da solda de filete enviesada: [(2) + (3)] w = 0.332"
(5) Arredondamento para uma dimensão prática: w = 3/8"

175
ANEXO C AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

EXEMPLO:
(unidades do sistema métrico)
Admitindo-se: Junta enviesada em T, ângulo de 75°; abertura na raiz de 2 mm
Exigido: Resistência equivalente a solda de filete a 90° medindo 8,00 mm
Procedimento: (1) Fator para 75° da tabela C.l = 0.86
(2) Tamanho da perna da solda equivalente w da junta enviesada, sem abertura na raiz: w = 0.86 X 8.0 = 6.9 mm
(3) Sem abertura na raiz de: 2 mm
(4) Tamanho da perna da solda exigida w da solda de filete oblíqua: [(2) +(3)] 8.5 mm
(5) Arredondamento para uma dimensão prática: w = 9.0 mm
No caso das soldas de filete medindo o mesmo (W), a distância entre a raiz da junta e a face da solda diagramática (tn) poderá ser
calculada como se segue:

Nas aberturas na raiz >1/16" e <3/16" [>2 mm e <5 mm], use

No caso das aberturas na raiz <1/16" [2 mm], use: R = 0

Quando o comprimento medido dessa perna da solda de filete (W) for a distância perpendicular entre a superfície da junta e o lado oposto
e (R) for a abertura na raiz, se houver alguma entre as peças (consulte a Figura 5.4). As aberturas na raiz aceitáveis estão definidas em
6.3.

176
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 ANEXO C

Tabela C.1
Fatores do Tamanho da Solda Equivalente das Juntas em ―T‖ enviesadas
Ângulo diedro, Ψ 60° 65° 70° 75° 80° 85° 90° 95° 100° 105° 110° 115° 120° 125° 130° 135°
Fatores do tamanho da perna da solda
equivalente (consulte a Cláusula B2) 0,71 0,76 0,81 0,86 0,91 0,96 1,00 1,03 1,08 1,12 1,16 1,19 1,23 1,25 1,28 1,31

177
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

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178
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

Anexo D (Informativo)
Formulários do Relatório da Amostragem
Este anexo não faz parte da AWS D15.1/D15.1M:2012, Railroad Welding Specification for Cars and Locomotives, sendo incluído
apenas para informação.

179
ANEXO D AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

ESPECIFICAÇÕES DO PROCEDIMENTO DE SOLDAGEM (EPS) PREVIAMENTE QUALIFICADO


Especificações do material ____________________________________________________________________________________
Processo de soldagem _______________________________________________________________________________________
Manual ou automática _______________________________________________________________________________________
Posição da soldagem _______________________________________________________________________________________
Especificações do metal de enchimento. ________________________________________________________________________
Classificação do metal de enchimento. __________________________________________________________________________
Fluxo _____________________________________________________________________________________________________
Grau do metal da solda* _____________________________________________________________________________________
Gás de proteção ___________________________________________________________________________________________
Velocidade do fluxo
Passagem única ou múltipla __________________________________________________________________________________
Arco único ou múltiplo _______________________________________________________________________________________
Corrente da soldagem _______________________________________________________________________________________
Polaridade_________________________________________________________________________________________________
Avanço da soldagem ________________________________________________________________________________________
Tratamento da raiz __________________________________________________________________________________________
Temperatura do aquecimento prévio e entre as passagens __________________________________________________________
Nenhum
Tratamento térmico após a soldagem ___________________________________________________________________________
* Aplicável apenas quando o metal de enchimento não tiver uma Classificação AWS.

PROCEDIMENTO DE SOLDAGEM

Nº de Características Elétricas
Tamanho do Velocidade do
Passage Detalhe da Junta
Eletrodo Avanço
ns Amperes Volts

Este procedimento poderá variar devido à sequência da fabricação, à adaptação, ao tamanho das passagens etc., dentro dos
limites das variáveis indicadas na AWS D15.1(_____________) Railroad Welding Specification for Cars and Locomotives.
{ano)

Nº do procedimento. __________________________ Fabricante ou Empreiteira__________________________


Nº da revisão. _______________________________ Autorizado por___________________________________
Formulário D-1. Data ____________________________________________

180
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 ANEXO D

REGISTRO DA QUALIFICAÇÃO DO PROCEDIMENTO (RQP)

ESPECIFICAÇÕES DO PROCEDIMENTO RESULTADO DE TESTES DA SOLDA DE BISEL


Resistência à tensão, psi
Especificações do material ______________________________ 1. ________________________________________________
Processo de soldagem _ _______________________________ 2. __________________________________________________________
Manual ou automática _________________________________ Testes de curvatura orientados (2 na raiz, 2 na face ou 4
Posição da soldagem __________________________________ laterais)
Especificações do metal de enchimento ____________________
Raiz Face
Classificação do metal de enchimento _____________________
Grau do metal da solda _________________________________ 1.______________________ 1.______________________
Gás de proteção ___ Velocidade do fluxo 2._________________ 2._________________
Passagem única ou múltipla _____________________________
Exame radiográfico ou ultrassônicos
Arco único ou múltiplo __________________________________
Corrente da soldagem __________________________________ Nº do RR _______________________________________________
Nº do RU_______________________________________________
Avanço da soldagem ___________________________________
Temperatura do aquecimento prévio_______________________
Tratamento após o aquecimento __________________________ RESULTADOS DO TESTE DA SOLDA DE FILETE
Nome do soldador _____________________________________
*Aplicável quando o metal de enchimento não tiver uma Tamanho mínimo Tamanho máximo das
Classificação AWS. passagensdas passagens de passagens de
Macrografia Macrografiapassagens
INSPEÇÃO VISUAL

Aparência ____________________________________________
Mordedura ___________________________________________ Teste da tensão do metal do ânodo
Porosidade da tubulação _______________________________
Resistência à Tensão, psi_______________________________
Dados do teste ________________________________________ Ponto de ruptura/resistência à ruptura, psi _________________
Presenciado por_ ______________________________________ Alongamento em 2", % ________________________________
Nº do Teste no Laboratório______________________________

PROCEDIMENTO DE SOLDAGEM

Nº de Tamanho do Características Elétricas Velocidade do


Passagens Eletrodo Avanço Detalhe da Junta
Amperes Volts

Este procedimento poderá variar devido à sequência da fabricação, à adaptação, ao tamanho das passagens etc., dentro dos
limites das variáveis indicadas na AWS D15.1(_____________) Railroad Welding Specification for Cars and Locomotives.
{ano)

Nº do procedimento. __________________________ Fabricante ou Empreiteira__________________________


Nº da revisão. _______________________________ Autorizado por___________________________________
Formulário D-1. Data ____________________________________________

181
ANEXO D AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

ESPECIFICAÇÕES DO PROCEDIMENTO DE SOLDAGEM (EPS) PREVIAMENTE QUALIFICADO


Qualificado por n° de qualificação de procedimento ________________________________________________________________
Especificações do material ____________________________________________________________________________________
Processo de soldagem _______________________________________________________________________________________
Manual ou automática _______________________________________________________________________________________
Posição da soldagem _______________________________________________________________________________________
Especificações do metal de enchimento. ________________________________________________________________________
Classificação do metal de enchimento. __________________________________________________________________________
Fluxo _____________________________________________________________________________________________________
Grau do metal da solda* _____________________________________________________________________________________
Gás de proteção ___________________________________________________________________________________________
Velocidade do fluxo
Passagem única ou múltipla __________________________________________________________________________________
Arco único ou múltiplo _______________________________________________________________________________________
Corrente da soldagem _______________________________________________________________________________________
Polaridade_________________________________________________________________________________________________
Avanço da soldagem ________________________________________________________________________________________
Tratamento da raiz __________________________________________________________________________________________
Temperatura de pré-aquecimento e de entre os passes _____________________________________________________________
Tratamento térmico após a soldagem ___________________________________________________________________________
* Aplicável apenas quando o metal de enchimento não tiver uma Classificação AWS.

PROCEDIMENTO DE SOLDAGEM

Nº de Características Elétricas
Tamanho do Velocidade do
Passage Detalhe da União
Eletrodo Avanço
ns Amperes Volts

Este procedimento poderá variar devido à sequência da fabricação, à adaptação, ao tamanho das passagens etc., dentro dos
limites das variáveis indicadas na AWS D15.1(_____________) Railroad Welding Specification for Cars and Locomotives.
{ano)

Nº do procedimento. __________________________ Fabricante ou Empreiteira__________________________


Nº da revisão. _______________________________ Autorizado por___________________________________
Formulário D-1. Data ____________________________________________

182
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 ANEXO D

REGISTRO DA QUALIFICAÇÃO DO SOLDADOR E DO OPERADOR DA SOLDAGEM


Nome do soldador ou do operador da soldagem __________________________________ Nº de Identificação________________________
Processo de soldagem-______________ Manual___________________ Semiautomático_____________ Automático_________________
(Plano, horizontal, suspenso ou vertical — se for vertical, indique se é ascendente ou descendente.)
De acordo com as especificações de procedimento nº_______________________________________________________________________
Especificações do material
Diâmetro e espessura da parede (se for uma tubulação) — caso contrário, a espessura da união.
Faixa de espessura que este qualifica.

METAL DE ENCHIMENTO

Nº das especificações________________________ Classificação ________________________ Nº F ________________________________


Descreva o metal de enchimento (se não for coberto pela Especificação AWS)___________________________________________________-
É usada uma régua de reforço?
Diâmetro e marca comercial do metal de enchimento
Arame tubular para arco submerso, MIG ou solda a arco elétrico com arames tubulares

INSPEÇÃO VISUAL
Aparência _______________________ Mordedura ___________________________ Porosidade da tubulação________________________

Resultados do Teste da Curvatura Orientada

Tipo Resultado Tipo Resultado

Teste realizado por_____________________ Nº do Teste no Laboratório____________________________________


Conforme____________________________ Data do teste-______________________________________________

Resultados do Teste do Filete


Aparência ____________________________________________ Tamanho do filete
Penetração do teste de fratura na raiz ______________________ Macrografia
(Descreva a localização, a natureza e o tamanho de qualquer trinca ou ruptura da amostra.)
Teste realizado por______________ _______________________ Nº do Teste no Laboratório
Conforme_______________________________ Data do teste

RESULTADOS DOS TESTES RADIOGRÁFICOS

Identificação Resultados Observações Identificação Resultados Observações


do Filme
do Filme

Teste realizado por______________ _______________________ Nº do Teste no Laboratório


Conforme_______________________________ Data do teste

Este procedimento poderá variar devido à sequência da fabricação, à adaptação, ao tamanho das passagens etc., dentro dos
limites das variáveis indicadas na AWS D15.1(_____________) Railroad Welding Specification for Cars and Locomotives.
{ano)

Fabricante ou Empreiteira__________________________
Autorizado por___________________________________
Data ____________________________________________

Formulário D-4.

183
ANEXO D AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

RELATÓRIO DE EXAME RADIOGRÁFICO DAS SOLDAS


Projeto
Requisitos de qualidade—Seção nº
Relatado a

ESQUEMA DE LOCALIZAÇÃO E IDENTIFICAÇÃO DA SOLDA


Técnica
Fonte ________________________________________
Filme da fonte _________________________________
Tempo de exposição ____________________________
Telas ________________________________________
Tipo do filme___________________________________

(Descreva o comprimento, a largura e a espessura de todas as uniões radiografadas)

Interpretação Reparos
Data Identificação da Solda Área Observações
Aceitar Rejeitar Aceitar Rejeitar

Nós, abaixo-assinados, atestamos que as informações deste registro são corretas e que as soldas do teste foram preparadas e testadas
de acordo com os requisitos da AWS D15.1: ( ____________________) Railroad Welding Specification for Cars and Locomotives.
(ano)

Radiografistas ______________________________________ Fabricante ou Empreiteira

Intérprete __________________________________________ Autorizado por ____________________________________

Data do teste _______________________________________ Data ____________________________________________

Formulário D-5

184
AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1 ANEXO D

RELATÓRIO DE EXAME DAS SOLDAS POR PARTÍCULAS MAGNÉTICAS


Projeto_____________________________________________________________________ ___________________________________
Requisitos de qualidade—Seção nº __________________________________________________________________________________
Relatado a______________________________________________________________________________________________________

ESQUEMA DE LOCALIZAÇÃO E IDENTIFICAÇÃO DA SOLDA

Interpretação Reparos
Data Identificação da Solda Área Observações
Aceitar Rejeitar Aceitar Rejeitar

Nós, abaixo-assinados, atestamos que as informações deste registro são corretas e que as soldas do teste foram preparadas e testadas
de acordo com os requisitos da AWS D15.1: ( ____________________ ) Railroad Welding Specification for Cars and Locomotives.
(ano)

Radiografistas ______________________________________ Fabricante ou Empreiteira

Intérprete__________________________________________ Autorizado por ____________________________________

Método da inspeção:________________________________ Data ____________________________________________

Seco Úmido  Residual Contínuo


CA CC  Meia onda
Formulário D-6

185
ANEXO D AWS D15.1/D15.1 M:2012-AMD1

RELATÓRIO DE TESTE ULTRASSÔNICO DAS SOLDAS


Projeto.-__________________________________________________________________________ Relatório nº__________________________

Identificação do material. _____________________________________________________


Espessura do material. ______________________________________________________
AWS da união soldada ______________________________________________________
Processo de soldagem ______________________________________________________
Requisitos de qualidade—Seção n _____________________________________________
Observações _______________________________________________________________

Decibéis Descontinuidade
Ângulo do Transdutor
Número de Indicação
Número da Linha

A Partir da Face

Perna da solda*

Classificação

Partir da Superfície
da Indicação

Distância Angular
Referência

Atenuação

descontinuidade
Indicação

Profundidade a
Fator de
Nível de

Nível de

Avaliação de
Sondagem)
(Trajeto da
Distância Observações

―A‖
|
a b c d A partir A partir
de X de Y
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
Nós, abaixo-assinados, atestamos que as informações deste registro são corretas e que as soldas do teste foram preparadas e testadas
de acordo com os requisitos da AWS D15.1: ( ____________________) Railroad Welding Specification for Cars and Locomotives.
(ano)

Data do teste _______________________________________