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PROJETO DE ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO II

ROTEIRO DE DIMENSIONAMENTO – PILARES E TORÇÃO


1. PILARES INTERMEDIÁRIOS E DE EXTREMIDADE  e1  0 para pilar intermediário;
No pilar intermediário, os momentos fletores de 1ª ordem são  e1  0 na direção da viga não contínua sobre o pilar de
nulos em ambas as direções do pilar (MA  MB  0) , portanto extremidade;
e1  0 .  h é a dimensão do pilar na mesma direção de e1 ;
   1 : não considera-se o efeito local de 2ª ordem na
1.1. Calcular os esforços solicitantes
direção considerada;
   1 : considera-se o efeito local de 2ª ordem na
Nd   n   f  Nk
direção considerada.

1.5 – Calcular o momento de 2ª ordem

Md,total   b  M1d ,A  Nd  e2

Nd
 Força normal adimensional:  
A c  fcd
1 0,005 0,005
 Curvatura:  
r h(  0,50) h
1.2 – Calcular o índice de esbeltez 
 2e 1
 Excentricidade de 2ª ordem: e2  
e I 10 r
 , onde i 
i A Md,total  M1d,A
 Observação: e Md,total  M1d,mín
Md,total  M1d,mín
3,46 e
Para seção retangular:  
h  Pilares biapoiados sem cargas transversais:
M
1.2.1 - Classificação  b  0,6  0,4 B  0,4 , MA tem o maior valor
MA
 Curto:   35 absoluto.
 Médio: 35    90  Pilares biapoiados com cargas transversais
 Medianamente esbelto: 90    140 significativas ao longo da altura:  b  1 ;
 Esbelto: 140    200 Mmeio do pilar
 Pilares em balanço:  b  0,8  0,2  0,85 ;
MA
1.2.2 - Comprimento efetivo
 Pilares biapoiados ou em balanço com momentos
menores que o mínimo estabelecido:  b  1 .

1.6 – Calcular os valores admensionais  e 

Nd

A c  fcd

Md,tot e
 
h  A c  fcd h

1.3 – Calcular o momento fletor mínimo


1.7 – Encontrar no ábaco o valor de 
M1d,mín  Nd (1,5  0,03h) , com h em cm
1.8 – Calcular a área de aço
M1d,mín
Excentricidade mínima: e1,mín  (1,5  0,03h)   Ac  fcd
Nd As 
fyd
1.4 – Calcular a esbeltez limite
Observação: Conversão de unidade de tensão
e
25  12,5 1
1  h , com 35    90 1 MPa  101 KN / cm2
b 1
2. TORÇÃO 2.2 – Fazer a verificação do concreto

2.1. Calcular a seção ideal equivalente Adotando-se   45o :


2.1.1 – Área da seção cheia
fck
v  1 , fck em MPa
A  b w h 250

2.1.2 – Perímetro da seção cheia


TRd2  0,50 v  fcd  Ae  he  sen (2)
u  2(bw  h)

2.1.3 – Distância entre o eixo da armadura longitudinal do Td   f  Tk


canto e face lateral do elemento estrutural
Verificação: TRd2  Td

c1  cobrimento   t
2 2.3 – Dimensionar os estribos

A apostila do João Bosco adota inicialmente   10,0 mm e A s ,90o Td



t  8,0 mm . s 2 A e  fywd  cot g 

2.1.4 – Espessura fictícia


2.4 – Dimensionar a armadura longitudinal
A
he  , com he  2c1 A s, Td
u 
u 2 A e  fywd  t g 
2.1.5 – Área e perímetro da seção equivalente

bs  bw  he h s  h  he

Ae  b shs ue  2(b s hs )

Elaborado por: Johnny Carlos Silva