Você está na página 1de 10

1.

Na proposta da aprendizagem significativa, precisamos estar atentos como professores para


criar momentos de aprendizagem que venham ao encontro da realidade dos alunos. Devemos
usar as tecnologias como meio pedagógico, tornando as aulas mais motivadoras e
significativas. A pesquisa utilizada de forma orientada em sala de aula pode ser uma grande
aliada no processo ensino aprendizagem. Sensibilizar e oportunizar os alunos a serem
pesquisadores é desenvolver neles a autonomia e a formação inovadora, criativa e critica. Por
meio da pesquisa oportunizamos momentos para a construção do conhecimento significativo.
Neste processo de busca do conhecimento o educando amplia de forma significativa a sua
visão de mundo.

2.

Diante do que estudamos podemos dizer que nos fundamentos da aprendizagem significativa o
educando é o protagonista de sua aprendizagem O professor faz o trabalho de mediação onde
o mesmo constrói o seu conhecimento de maneira significativa e não mecânica. A sala de aula
invertida é uma maneira do educando buscar, pesquisar, organizar e construir o seu
conhecimento. É o que acontece conosco, com os recursos tecnológicos e estratégias que são
disponibilizados, estudamos, pesquisamos e tiramos nossas duvidas com os colegas e
interagindo com os tutores. Estamos sempre buscando nosso conhecimento porque sabemos
da importância para nós. Todo o material oferecido online nos motiva e automaticamente
contribui de forma relevante para nossa formação profissional. Sou professor e já tive a
oportunidade de fazer uso da sala de aula invertida e o retorno é excelente. O uso das
tecnologias é muito importante neste processo.

TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO
Eduardo Henrique Guglielmi Coelho
Tutora – Externa: Cris Réus
Centro Universitário Leonardo da Vinci – Uniasselvi
Licenciatura em Informática da Educação (INF 0105/2) Prática Interdisciplinar II
10/03/2019
RESUMO

O desenvolvimento tecnológico nos últimos anos tem sido enorme, rápido e eficaz. A tecnologia
veio para ajudar todos os segmentos de negócio, estudos, pesquisa, além da sociedade em geral. E,
sem dúvida nenhuma, a tecnologia também está disponível para ser utilizada nas salas de aula ao
redor do mundo. Seja em um curso de alta graduação, seja em uma escola primária, o uso da
tecnologia só favorece o aprendizado do aluno, que ganha maiores e mais diversificadas opções.
Os investimentos em equipamentos para o auxílio aos serviços de professores, assim como o uso
por parte dos alunos, oferecem um sistema, mais dinâmico de aula e disseminação de conteúdo.
Devemos entender, portanto, qual o real papel da tecnologia na educação e até onde chega a sua
interferência. Porém, toda esta multifuncionalidade pode fazer com que o conteúdo não seja
absorvido de maneira totalmente eficaz. Deve-se prestar atenção aos detalhes. Assim, prender a
atenção do aluno de forma com que ele entenda o que está sendo passado é primordial para que a
aula funcione corretamente. Não há dúvidas, no entanto, da importância da tecnologia como novos
meios de aprendizagem.

PALAVRA-CHAVE: Novas tecnologias, práticas docentes, ensino aprendizagem.

1 INTRODUÇÃO:

Quando se fala em tecnologia, evoca-se a concepção de complicados aparatos eletrônicos de


informática e de comunicação, por exemplo. Na verdade, tecnologia é qualquer uso de
instrumentação que possa servir como facilitador de um determinado propósito.

Assim, da mesma forma como o homem primitivo se utilizava de um simples pedaço de


rocha para escavar sua caverna, para se defender ou buscar seu alimento, ou um pescador que se
utiliza de uma rede para pescar uma quantidade maior de peixes, a tecnologia da informação não é
tecnologia somente por representar uma intrincada teia de circuitos eletrônicos, mas por
proporcionar ao ser humano a facilitação para o desempenho de certas atividades.

No aspecto direcionado para o debate proposto neste artigo, poder-se-ia considerar que um
giz e um quadro-negro já foram considerados tecnologias atuais, assim como o são atualmente os
recursos audiovisuais e outras parafernálias eletrônicas utilizadas para facilitar o processo de
ensino-aprendizagem.

O foco principal deste artigo se imbrica na questão da tecnologia – aqui considerada como
principalmente os recursos de informática e de comunicação – de forma a se apreciar as duas
vertentes que se envolvem nessa discussão, que aproveitamos para caracterizar como problemática
investigada: a tecnologia representa realmente uma perspectiva de mudança educacional, podendo
promover uma eficácia na qualidade de ensino?

Enveredando por essa questão, discute-se, a seguir, como as estruturas do processo de


ensino-aprendizagem, através do uso da tecnologia da informação e da comunicação, propiciou uma
mudança de paradigmas na questão da formação individual do aluno, em termos contemporâneos.

2.0 NOVAS TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO

A última década foi marcada pelo desenvolvimento acelerado das tecnologias e das
comunicações, causando impactos em todas os setores da atividade humana. As novas tecnologias
tornaram-se, em pouco tempo, no principal meio de comunicação direta ou indireta entre as
pessoas, sendo utilizadas de forma rotineira em instituições, empresas e outros locais de trabalho.

Sabe-se que a escola não tem cumprido com esta tão importante e indispensável função,
dificultando, assim, a efetivação e utilização das novas tecnologias de informação e comunicação
numa perspectiva reflexiva e critica, visto que é necessário desmistificar a sua utilização, no sentido
de saber lidar com a informação e não apenas consumi-la.

Considerando que o avanço técnico no que se refere às mídias, à disseminação social das
redes telemáticas e rede mundial de computadores representam uma realidade que se impõe na O
grande desafio para a escola implica em mudanças que vão desde a concepção de educação, de
aprendizagem e de formação de professores, até a definição de políticas públicas que possam
garantir a democratização e apropriação destas ferramentas em uma perspectiva crítica.

Diante do exposto, é necessário pontuar questões que exigem análise e reflexão sobre como
a escola poderá inserir, em seu contexto, as novas tecnologias sem perder de vista os seguintes
pontos: processo de democratização e acesso às novas tecnologias para todos, na escola; formação
de professores e alunos que serão usuários dessas ferramentas e; formas como são utilizadas as
novas tecnologias para fins educativos.
É inegável que todos os educadores que desenvolvem um trabalho crítico têm mostrado
preocupações diversas que incluem os pontos em destaque, daí a necessidade de se refletir sobre
elas. A democratização será apenas uma questão de maior ou menor acessibilidade a um grande
número de tecnologias e principalmente às mais utilizadas hoje, como computadores e rede de
internet? Para alguns, a democratização é essencialmente uma questão de recursos financeiros.

Para justificar esta posição, afirma-se que a não existência de recursos suficientes para
equipar as escolas de acordo com padrões desejáveis, coloca-as em condições desfavoráveis e,
consequentemente, em desigualdade em termos de oportunidade de acesso à informação e ao
conhecimento que as tecnologias podem proporcionar. Sociedade e na escola, exigindo que a
última integre no processo educacional as novas tecnologias.

A escola deve estar predisposta a aceitar, sem dramas, os desafios de modernidade


que continuamente se lhe deparam predisposição essa mais do que nunca necessária
porquanto ‘é hoje universalmente aceite a ideia de que uma sociedade em mutação
permanente só pode aceitar uma escola em mutação também permanente’. (2014,
P.14).

É importante ressaltar que existem casos de escolas bem equipadas de novas tecnologias e
continuam a ensinar como sempre ensinavam, levando-nos a acreditar que a questão não é apenas
financeira, embora admitamos que é um ponto de estrangulamento que concorre para as
desigualdades, visto que os investimentos mais intensos vão para as escolas privadas, ficando a
escola pública em desigualdade, pois não tem condições de manter atualizadas as tecnologias, já
que a velocidade com que as mesmas ficam obsoletas é indiscutível.

Analisando a questão ainda na ótica da democratização, não bastará para a escola estar
equipada no último nível de arsenal tecnológico, mas sim saber tirar proveito de uma tecnologia que
mesmo considerada ultrapassada pela lógica comercial, pode, do ponto de vista pedagógico,
permitir que professores e alunos aprendam e ensinem de modo diferente. É importante ressaltar
que as políticas públicas também se constituem em ponto primordial para que a escola possa utilizar
as novas tecnologias e assim apropriar-se das mesmas de maneira dinâmica, na perspectiva de
mudança e de igualdade de oportunidade.

O que se percebe é que o discurso não corresponde à pratica, visto que os recursos
disponibilizados pelo governo não correspondem às reais necessidades que a escola apresenta, no
que se refere ao aparato tecnológico, condições de infraestrutura, instalações, manutenção e pessoal
habilitado para fazer funcionar a escola equipada com as novas tecnologias.

A inserção efetiva das novas tecnologias na escola é também justificada por razões culturais
e psicológicas, em que, notadamente, percebe-se duas posições: as que resistem e até agem com
indiferença sobre a entrada destas na área educacional e as incentivadas por propostas mirabolantes
da sociedade de consumo, acreditando que as tecnologias vão resolver os problemas cruciais dos
atrasos no setor educacional.

As atitudes dos professores de resistência, indiferença e rejeição às novas tecnologias estão


ligadas ao receio que os mesmos demonstram de serem substituídos pela máquina, porém, pesquisas
já revelam que esta atitude está sendo substituída pela preocupação de que os alunos os ultrapassem
por não dominarem tal ferramenta, ficando, assim, em julgamento a sua competência para a
efetivação do processo ensino aprendizagem e do próprio conhecimento.

O professor torna-se o ponto de referência para orientar seus alunos no processo


individualizado de aquisição de conhecimentos e, ao mesmo tempo, oferece
oportunidades para o desenvolvimento do processo de construção coletiva do saber
através da aprendizagem coorporativa. Sua competência deve deslocar-se, no sentido
de incentivar a aprendizagem e o pensamento, sua atividade será centrada no
acompanhamento e na gestão da aprendizagem. (2000, p.79)

É bom lembrar que existe também uma insegurança por parte dos professores, de não serem
substituídos pela máquina como a princípio, mas por outros professores, mais bem preparados,
abertos à inovação, sem complexo para a utilização destas novas ferramentas, e com competências
específicas para tirar proveito delas, colocando-as, sobretudo, a serviço da aprendizagem.

Todos estes receios e incertezas trazem para o ceio da escola uma discussão importante que
nos leva aos seguintes questionamentos: como a escola deve preparar seus professores e alunos para
um mundo cada vez mais informatizado? Deve a escola ficar subordinada ao mercado simplesmente
como instrumento de formação para o mundo produtivo? A nossa pretensão não é responder a estes
questionamentos, mas suscitar inquietações que nos conduzam a um entendimento mais profundo
sobre tecnologias.
Nesta concepção, é necessário que exista um ambiente em condições tecnológicas
favoráveis, para que o aluno desenvolva projetos individuais, receba orientação, assista às aulas,
participe de discussões, faça avaliações, interaja com os colegas e professores, seja incentivado para
o trabalho independente e cooperativo no sentido de internalizar e sistematizar as informações para
criar conhecimento que podem ser aplicadas de maneira significativa e crítica, capaz de
desmistificar o uso das tecnologias no sentido mercadológico e utilizá-lo em um projeto condizente
com a realidade.

Formar professores para atuar nesta perspectiva inclui parâmetros que favorecerão esta
mudança de postura frente à utilização das novas tecnologias, seja em formação inicial, continuada
ou permanente, pontuando o seguinte: rompimento da divisão artificial entre os conteúdos
propostos pela escola e a diversidade de fontes e informações contextuais.

Mudança imediata do papel do professor que deverá tornar-se um facilitador; o aluno deve
assumir seu papel como sujeito ativo, no processo ensino-aprendizagem; a problematização é
fundamental para redimensionar novas práticas; percepção clara do contexto sócio-político-
econômico e cultural no qual está inserida a escola; preocupação constante em correlacionar teoria e
prática; estar aberto ao uso de inovações; busca constante de auto aperfeiçoamento; ênfase no
trabalho pedagógico cooperativo e; trabalhar com projetos interdisciplinares.

2.1 MAU USO DA TECNOLOGIA

Com o fácil acesso à tecnologia nos dias atuais e com o crescente número de usuários, os
problemas em relação ao uso dessas novas ferramentas também começam a aparecer. Muitas vezes
o estudante se torna dependente ou até mesmo "escravo" de tais tecnologias, como a internet por
exemplo, e em inúmeras vezes deixa até mesmo de cumprir suas obrigações devido aos atrativos
recursos que essas ferramentas oferecem.

Ao passar tanto tempo nesse "mundo" virtual o indivíduo perde a experiência do contato
pessoal, e de algum modo a sua personalidade. A habilidade de se expressar e de se relacionar com
outras pessoas são obtidas através do contato pessoal, que não são intensos no ambiente
tecnológico, e o senso crítico também é afetado pois o jovem não aprende a construir seu próprio
conhecimento. A tecnologia em si não é a causa dos problemas, mas sim o abuso do uso de suas
ferramentas cometido pelos usuários. Utilizar a internet como uma fonte de informação ou como
uma ferramenta do dia a dia não vai causar danos a formação de ninguém, mas tornar-se dependente
dela sim.

A maioria novidades tecnológicas vem para resolver problemas e não os causar. Podemos
comparar a tecnologia com os remédios, todo vem para ajudar e melhorar a qualidade de vida da
população, mas tomar doses muito altas podem trazer ainda mais complicações a saúde. Por isso
deve-se ter bom senso ao introduzir a tecnologia no dia-a-dia pois antes de aprender alguma coisa
usando a tecnologia deve-se aprender a usar a tecnologia.

Uma grande parcelada população que é bastante “afetada” com a informatização são as
crianças e os jovens, pois cada vez mais esse público tem contato com o computador. Com toda a
modernidade e a facilidade do contato com o computador seja em casa ou na escola, o computador
já virou rotina principalmente na infância, a experiência pode ser positiva desde que os pais
coloquem restrições, mas na maioria dos casos isso não acontece.

É importante deixar claro que os bons resultados da nova tecnologia dependem do


uso que se faz dela, de como e com que finalidade ela está sendo usada. Não se pode
esperar que o computador faça tudo sozinho. Ele traz informações e recursos, cabe
ao professor planejar a aplicação deles em sala de aula (1998, p.40)

Muitas crianças ficam horas na frente do computador e tem acesso livre à internet, para as
crianças essa situação é confortável pois tudo aquilo é como se fosse uma brincadeira e ela se sente
encantada pois é atraída pela aparência e pelos efeitos. É importante deixar claro que essa situação é
muito perigosa, pois a criança não é crítica por isso não tem a capacidade de julgar ou concluir que
aquilo estará fazendo mal a ela. Porém, ainda há muitas crianças que por falta de condições ou por
outros motivos não tem o contato com o computador dentro de casa.

Porém nos dias de hoje, essas crianças tem a oportunidade de ter esse contato na escola. Em
sala de aula, ainda não foi provado que o computador melhora o desempenho do aluno, sem contar
que muitos especialistas enfatizam nas questões da falta de atenção e de que pode prejudicar a
leitura do aluno, junta-se a isso a falta de preparo do professor ao lidar com toda essa tecnologia
para ministrar a sua aula com qualidade e os softwares educacionais que são considerados
ineficientes, pois apesar de possuir uma boa qualidade técnica, possui uma péssima qualidade
pedagógica.
Há também muitas escolas que disponibilizam horários para que os alunos utilizem os
laboratórios de informática para fazerem as atividades extras passadas em aula, como por exemplo:
deveres, pesquisas e trabalho. O grande problema é que geralmente os alunos usam esse horário
para entrar em bate-papos, jogos ou até coisas impróprias ao invés de fazer o dever. Na questão do
uso do computador dentro de casa também há o problema da criança ou jovem deixar de fazer os
deveres e trabalhos para ficar vagando na internet atrás de bate-papos, jogos e outras coisas do
gênero. É notável que o computador leva o aluno à desconcentração e o estimula a omitir seus
deveres, que consequentemente prejudicará seu estudo e seu desempenho escolar.

Com ou sem tecnologias avançadas podemos vivenciar processos participativos de


compartilhamento de ensinar e aprender (poder distribuído) através da comunicação
mais aberta, confiante, de motivação constante, de integração de todas as
possibilidades da aula-pesquisa/aula-comunicação, num processo dinâmico e amplo
de informação inovadora, reelaborada pessoalmente e em grupo, de integração do
objeto de estudo em todas as dimensões pessoais: cognitivas, emotivas, sociais,
éticas e utilizando todas as habilidades disponíveis do professor e do aluno . (2009,
p.35).

Outro ponto notável é a cópia ou plagio de conteúdos encontrados na internet, para trabalhos
escolares. Essa questão é antiga já e muitos alunos são flagrados nessas condições por seus
professores, isso mostra que de certo modo o computador e a internet facilitam as coisas de uma
maneira prejudicial ao aluno, fazendo com que ele não se esforce para conseguir realizar sua
obrigação e de certa forma alienando seu pensamento. Também há casos em que o trabalho escolar
é feito pelo aluno, porém possui informações equivocadas que foram retiradas de fontes errôneas na
internet.

2.2 CONSIDERAÇÕES FINAIS

A pesquisa demonstrou que as tecnologias inseridas no âmbito escolar são de grande valia,
pois proporcionam aproveitamento por parte dos alunos, tanto dentro e fora de sala de aula. Porém,
ressalta-se que computador ou tecnologia nenhuma consegue substituir um professor em sala de
aula, pois os alunos necessitam de um orientador, ou se preferir de um facilitador de ideias, que
facilite, organize, esclareça, contextualize, todas essas informações que o aluno está recebendo.

Neste contexto, vale ressaltar que o professor deve estar capacitado para utilizar essas
metodologias em suas aulas, para que tenha o resultado esperado e que esse docente esteja
preparado para mudar suas práticas pedagógicas, pois ele deve seguir a geração que entra hoje em
sala de aula, que é uma geração conectada com o mundo.

A partir desses dados percebe-se a importância da mudança das metodologias utilizadas nas
escolas, pois uma metodologia auxiliada com tecnologia facilita muito mais a transmissão de
conhecimento do professor para seu aluno, sem deixar que sua aula fique monótona e
descontextualizada.

As tecnologias educacionais trazem uma nova visão para educação e com isso várias
possibilidades de criar um espaço social que possibilite grandes processos de aprendizagem por
parte dos alunos, facilitando sua compreensão no conteúdo da sala de aula.

REFERÊNCIAS

COSCARELLI, C. V “O uso da informática como instrumento de ensino aprendizagem”. In


Presença Pedagógica, mar. /abr., 1998, p. 36-45. Belo Horizonte: Editora Dimensão.

LEVY, P. Cibercultura. Rio de Janeiro: Ed.34, 2000.

MORAN, MANUEL JOSÉ; MASETTO, MARCOS; BEHRENS, MARILDA. Novas


Tecnologias e Mediação Pedagógica. 16. ed. Campinas: Papirus, 2009, p. 12-17

PINTO, M.L.S. Práticas educativas numa sociedade global. Porto: Edições ASA, 2004.