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PORTUGUÊS 8º ANO

ESCOLA____________________________________________________ DATA ____/ ____/ 20___

NOME_____________________________________________________ Nº_____ TURMA______

COMPREENSÃO DO ORAL

Para responderes aos itens que se seguem, vais visionar um excerto de um documentário
sobre a tripulação de um navio dos Descobrimentos.

https://youtu.be/3RKuVUbCH_0
(até ao minuto 4:30)

Antes de iniciares, lê as questões. Em seguida, ouve, atentamente, duas vezes, e responde


ao que é pedido.

1. Para cada item, seleciona a opção que completa corretamente a frase, de acordo com o
sentido do texto.

1.1. A embarcação designada nau


(A) era similar à caravela no que respeita ao tamanho e capacidade.
(B) era maior do que a caravela quanto à capacidade de carga e tripulantes.
(C) era menos adequada do que a caravela a viagens marítimas muito longas.

1.2. A equipa de marinheiros, que constituía o grosso da tripulação do navio, dormia


(A) no porão.
(B) no convés.
(C) na coberta.

1.3. Os elementos mais jovens da tripulação de um navio


(A) eram responsáveis pelo apoio à navegação.
(B) eram protegidos pelo Guardião.
(C) realizavam as tarefas mais duras.

1.4. Numa embarcação, havia homens com outros ofícios não diretamente relacionados
com a navegação, tais como
(A) cuidar da saúde dos tripulantes, registar as compras e vendas e gerir os alimentos.
(B) divertir os homens, rezar pela tripulação e tratar dos dentes.
(C) aplicar implantes dentários, controlar os mantimentos e escrever o diário de bordo.

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PORTUGUÊS 8º ANO
LEITURA

Lê o texto. Se necessário, consulta as notas de vocabulário.

Vida de marinheiro – Aspetos do dia a dia


O navio é, por muito tempo, a casa do marinheiro, o seu abrigo e o meio através do qual ele
chega aos lugares mais distantes. Mas é má casa, pior albergaria1 e péssimo viajante para quem
a ele não está acostumado. Quem nele tem necessidade de viajar, seja para fazer comércio,
para ir à guerra ou para emigrar, sofre desconfortos e provações a que nem sempre resiste.
5 A já de si dura vida a bordo complicava-se nas viagens oceânicas, vulgares a partir do século
XVI, onde se passavam largas jornadas no mar sem sequer vislumbrar2 terra. A alimentação era
má e insuficente, as roupas estavam permanentemente húmidas, as doenças e as maleitas 3
eram vulgares e perigosas. A relativa fragilidade das embarcações tornava-as extremamente
vulneráveis perante a fúria dos elementos. Era vital o bom funcionamento dos mecanismos de
10 solidariedade profissional4. Todos tinham tarefas bem definidas a cumprir. Mestres, pilotos
marinheiros “bordaleses” (os que servem nos bordos) e marinheiros da “avantagem” (os que
servem à proa) deveriam funcionar em bloco para “levar a nau a bom porto”. Bombear a água
infiltrada, fazer a limpeza da nave, cuidar de cordas e velas e manobrar o navio contavam-se
entre as suas obrigações.
15 Já se disse que a comida era má. Equipagem5 e passageiros, estes à sua custa, alimentavam-
-se sobretudo de biscoitos, carne e peixe salgados, vinho e água. Algumas conservas,
marmelada e compotas melhoravam significativamente a dieta, mas eram muito raras. O calor,
a humidade, o imperfeito acondicionamento e a demora da jornada provocavam a deterioração
dos géneros tantas vezes devorados e contaminados pelos ratos e bicharada. As condições de
20 higiene eram precárias; as roupas, de fraca qualidade, húmidas e quase nunca despidas,
proporcionavam o campo ideal para o desenvolvimento de parasitas, de infeções e de doenças
tantas vezes fatais. O estado sanitário dos tripulantes podia agravar-se com as escalas em zonas
tropicais, com a ingestão de águas estagnadas e a picada de inúmeros insetos.
O alojamento era deficiente. E não era só o desconforto que preocupava; muitas vezes esse
25 espaço era partilhado com gente de quem se podia desconfiar, gente a contas com a lei, a
caminho do degredo. Apenas o mestre ou o capitão e alguns passageiros especiais possuíam
cabines individuais, as câmaras, à popa6.
Nestes termos, era difícil manter o moral e a disciplina. O descontentamento e a
desobediência agravavam-se principlamente nas alturas em que os elementos7 ameaçavam o
30 navio. Eram momentos de grande incerteza e ocasiões para pôr à prova o ânimo dos
embarcados. Nessas alturas, mais do que nunca, o mareante recorria à fé e à oração.
Amândio Jorge Morais Barros, “Vida de marinheiro. Aspetos do quotidiano das gentes do mar nos séculos XV e XVI”
in Estudos em Homenagem a Luís António Oliveira Ramos. FLUP, 2004, pp. 249-263 (com supressões).

VOCABULÁRIO:
1
hospedaria: casa onde alguém se hospeda.
2
vislumbrar: ver de forma imperfeita.
3
maleita: mal-estar ou doença sem gravidade.
4
solidariedade profissional: refere-se às obrigações e deveres que os marinheiros deveriam cumprir de forma
solidária e equilibrada.
5
equipagem: tripulação do navio.
6
popa: parte traseira de um navio.
7
elementos: neste contexto refere-se a todas as forças da natureza que podiam ameaçar a embarcação: ventos,
tempestades, ondas…

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PORTUGUÊS 8º ANO

1. Para cada item, escolhe a opção que completa corretamente as afirmações que se seguem,
de acordo com o texto.

1.1. No primeiro parágrafo, afirma-se que as dificuldades associadas a uma viagem


marítima passam
(A) pela ameaça das situações aflitivas ao conforto da tripulação.
(B) pela ausência de comodidades e pelas situações difíceis vividas.
(C) pelas situações causadoras de sofrimento e pelos perigos de guerra.
(D) pela inexistência de locais de comércio e pela falta de conforto.

1.2. A alimentação dos marinheiros e passageiros era composta sobretudo por


(A) peixe que era pescado, carnes salgadas, água e vinho.
(B) vinho e água, biscoitos, carne e peixe salgados.
(C) marmelada, vinho e água, carne e peixe salgados.
(D) peixe, compotas, carne, vinho e água.

1.3. A partir da descrição feita, podemos afirmar que, em geral, as condições de higiene
dos navios eram
(A) insatisfatórias e perigosas.
(B) reduzidas e desmedidas.
(C) diversificadas mas fatais.
(D) insuficientes mas inofensivas.

2. Completa a tabela com os aspetos analisados no texto para descrever as condições de vida
a bordo de um navio.

Condições de vida a bordo de um navio


(a) (b) (c)
Qualidade da
Alimentação _______________ _____________ ______________
embarcação

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PORTUGUÊS 8º ANO
EDUCAÇÃO LITERÁRIA

Lê o excerto de A Saga, de Sophia de Mello Breyner e consulta as notas de vocabulário.

A Saga
O mar do Norte, verde e cinzento, rodeava Vig, a ilha, e as espumas varriam os rochedos
escuros. Havia nesse começo de tarde um vaivém incessante1 de aves marítimas, as águas
engrossavam devagar, as nuvens empurradas pelo vento sul acorriam e Hans viu que se estava
formando a tempestade. Mas ele não temia a tempestade e, com os fatos inchados de vento,
5 caminhou até ao extremo do promontório2.
O voo das gaivotas era cada vez mais inquieto e apertado, o ímpeto3 e o tumulto cada vez
mais violentos e os longínquos espaços escureciam. A tempestade, como uma boa orquestra,
afinava os seus instrumentos.
Hans concentrava o seu espírito para a exaltação4 crescente do grande cântico marítimo.
10 Tudo nele estava atento como quando escutava o cântico do órgão da igreja luterana5, na
igreja austera6, solene, apaixonada e fria.
Para resistir ao vento, estendeu-se ao comprido no extremo do promontório. Dali via de
frente o inchar da ondulação cada vez mais densa como se as águas se fossem tornando mais
pesadas.
15 Agora as gaivotas recolhiam a terra. Só a procelária7 abria rente à vaga o voo duro.
À direita, as longas ervas transparentes, dobradas pelo vento, estendiam no chão o caule fino.
Nuvens sombrias enrolavam os anéis enormes e, sob uma estranha luz, simultaneamente
sombria e cintilante, os espaços se transfiguravam. De repente, começou a chover.
A família de Hans morava no interior da ilha. Ali, o rumor marítimo só em dias de temporal,
20 através da floresta longínqua, se ouvia.
Mas ele vinha muitas vezes até à pequena vila costeira e, esgueirando-se pelas ruelas,
caminhava ao longo do cais, ao lado de botes e veleiros, atravessava a praia e subia ao
extremo do promontório. Ali, no respirar da vaga, ouvia o respirar indecifrado da sua própria
paixão.
25 Nesse dia, quando ao cair da noite entrou em casa, Hans curvou a cabeça. Pois aos catorze
anos já tinha quase a altura de um homem e, em Vig, as portas de entrada são baixas.
Assim é desde o tempo antigo das guerras quando os invasores que ocupavam a ilha
penetravam nas casas de cabeça erguida mas exigiam que a gente da ilha se curvasse para os
saudar. Então, os homens de Vig baixaram o lintel8 das suas portas para obrigarem o vencedor
30 a baixar a cabeça.
Sophia de Mello Breyner Andersen, Histórias da Terra e do Mar, Lisboa, Texto Editora, 1990, pp. 75-77.

VOCABULÁRIO:
1
incessante: contínuo.
2
promontório: cabo formado por uma elevada montanha.
3
ímpeto: violento.
4
exaltação: louvor, entusiasmo.
5
luterana: relativa ao luteranismo, religião protestante.
6
austera: séria, rígida.
7
procelária: género de aves palmípedes que anunciam a tempestade.
8
lintel: peça, geralmente de madeira ou de pedra, que se coloca horizontalmente sobre as ombreiras de portas ou
janelas.

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PORTUGUÊS 8º ANO

1. Descreve o espaço físico onde Hans se encontra no início do texto, com base nas
informações do primeiro parágrafo.
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2. Refere uma atitude de Hans que comprove que ele não temia a tempestade que se
aproximava.
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3. Assinala com X a opção que completa as afirmações.


3.1. Nas linhas 7 e 8, a expressão “como uma boa orquestra, afinava os seus instrumentos.”
significa que
(A) a tempestade ia tocar muitos instrumentos.
(B) a tempestade se preparava para começar.
(C) os sons que a tempestade produzia eram afinados.
(D) o mar estava tranquilo para receber a tempestade.

3.2. Nas linhas 9 a 11, a atitude de Hans revela


(A) indiferença para com a tempestade.
(B) alegria por estar naquele lugar.
(C) respeito pelo que observa.
(D) tristeza pela violência da tempestade.

4. Explicita, com base no texto, a paixão de Hans.


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5. No fim do excerto conta-se uma breve história. O que revela ela sobre a personalidade dos
habitantes de Vig?
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PORTUGUÊS 8º ANO
GRAMÁTICA

1. Associa as expressões sublinhadas em cada frase da coluna A à função sintática que lhe
corresponde na coluna B.

Coluna A Coluna B

A. O mar era verde e cinzento. 1. sujeito


B. A tempestade aproximava-se lentamente. 2. predicado
C. Hans observava o mar. 3. complemento direto
D. As aves anunciavam a tempestade. 4. modificador do grupo verbal
5. predicativo do sujeito

2. Seleciona a opção que identifica a oração representada pelo constituinte sublinhado em


cada frase.

2.1. O vento empurrava as nuvens e Hans viu a formação da tempestade.

(A) Oração coordenada explicativa.


(B) Oração coordenada disjuntiva.
(C) Oração coordenada copulativa.
(D) Oração coordenada conclusiva.

2.2. A tempestade que se formava ao longe estava, cada vez, mais perto.

(A) Oração subordinada adverbial causal.


(B) Oração subordinada adjetiva relativa.
(C) Oração subordinada substantiva completiva.
(D) Oração subordinada adverbial consecutiva.

3. Completa cada uma das frases seguintes com a forma adequada do verbo haver.

a) ________________ (pretérito imperfeito do indicativo) muitas aves junto ao mar.


b) Se _____________________ (pretérito imperfeito do conjuntivo) tempestade, Hans ia
até ao promontório.

4. Substitui o constituinte sublinhado na seguinte frase pela forma correta do pronome


pessoal.

A tempestade traria muitas desgraças.

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PORTUGUÊS 8º ANO

ESCRITA

Imagina que tinhas hipótese de entrevistar Hans.

Escreve uma entrevista, com um mínimo de 150 e um máximo de 220 palavras, na qual
recorras aos teus conhecimentos do conto ou à tua imaginação.

O teu texto deve integrar:


‒ uma primeira parte, onde apresentes o teu entrevistado;
‒ uma segunda parte composta por, pelo menos, 4 questões de resposta aberta;
‒ uma terceira parte, onde faças uma espécie de conclusão.

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PORTUGUÊS 8º ANO

COTAÇÃO DO TESTE

Item
Grupo
Cotação (em pontos) Total
Compreensão do
1.1. 1.2. 1.3. 1.4
Oral
3 3 3 3 12

Leitura 1.1 1.2 1.3 2.


3 3 3 3 12

1. 2. 3.1. 3.2 4. 5.
Educação
Literária
5 5 3 3 5 5 26

1. 2.1. 2.2. 3. 4.
Gramática
4 3 3 6 4 20
(4 x 1) (3 x 2)

Escrita Item único 30


Total 100

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PORTUGUÊS 8º ANO
PROPOSTAS DE CORREÇÃO

COMPREENSÃO DO ORAL
1.1. (B)
1.2. (B)
1.3. (C)
1.4. (A)

LEITURA
1.1. (B)
1.2. (B)
1.3. (A)
2. (a) Vestuário; (b) Higiene; (c) Alojamento

EDUCAÇÃO LITERÁRIA
1. No início do texto, o espaço físico corresponde à paisagem da ilha de Vig, junto a um promontório, do qual se vê
o mar agitado, os rochedos, as aves e as nuvens empurradas pelo vento.
2. Hans não temia a tempestade que se aproximava, pois caminhou até à ponta do promontório, apesar da
violência dos ventos do mar.
3.1. (B)
3.2. (C)
4. Hans tinha uma enorme paixão pelo mar, facto que o levava, muitas vezes, a vir até à cidade costeira, junto ao
cais, para ver o mar, os veleiros, os botes e a praia.
5. A história revela que os habitantes de Vig eram corajosos e inteligentes. Mesmo quando
conquistados/dominados por outros povos, a sua “artimanha” em baixar a altura das portas obrigava a que os
invasores se baixassem sempre que entravam em suas casas, obrigando-os, assim, a mostrar respeito – era
imposto aos invasores fazer uma vénia ao entrar nas casas.

GRAMÁTICA
1. A – 5; B – 4; C – 2; D – 3
2.1. (C)
2.2. (B)
3. a) Havia; b) houvesse
4. A tempestade trá-las-ia.

ESCRITA
Proposta 1 – Com base no conhecimento do conto, enquanto leitura integral:

Esta entrevista foi feita a Hans, um homem aventureiro, nascido em Vig, que largou tudo para ir atrás do seu sonho –
ser capitão de um navio.

Jornalista: O seu pai não queria que fosse marinheiro. Como explica essa atitude?
Hans: O meu pai já tinha perdido dois filhos porque eram marinheiros. Naturalmente, não queria perder outro. Ele
decidiu que eu tinha de ir para Copenhaga estudar. Eu podia escolher, estudava engenharia, medicina ou leis. Mas
eu queria ser marinheiro.
Jornalista: Quando fugiu no cargueiro Agnus, iniciou a aventura da sua vida. Porque decidiu abandonar este
navio?
Hans: Cheguei a uma bela cidade e estava a trabalhar, mas fui chicoteado. Decidi tentar a minha sorte. Foi assim
que conheci Hoyle.
Jornalista: O que representou para si conhecer Hoyle?
Hans: Hoyle salvou a minha vida, foi como um pai para mim e deu-me a oportunidade de viajar por todo o mundo.
Devo-lhe tudo o que sei.
Jornalista: De tudo o que conquistou, quais os aspetos da sua vida que ainda o deixam triste?
Hans: Primeiro, ter perdido o meu primeiro filho ainda bebé. Segundo, não poder continuar a ser capitão de um
navio e, acima de tudo, não ter conseguido que o meu pai me perdoasse.
Jornalista: Obrigada pela sua disponibilidade e por nos ter contado um pouco da sua vida.
(219 palavras)
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PORTUGUÊS 8º ANO

Proposta 2 – Solução livre:

Esta entrevista foi feita a Hans, um homem aventureiro, nascido em Vig, que largou tudo para ir atrás do seu sonho –
ser capitão de um navio.

Jornalista: Como surgiu essa paixão pelo mar?


Hans: Eu nasci em Vig, uma ilha, é natural que o mar faça parte da minha vida. Sempre admirei a sua natureza
inconstante e, sempre que tinha oportunidade, vinha até à costa para apreciar os barcos, os botes, a praia e passear
no cais.
Jornalista: Durante esses passeios o que imaginava?
Hans: Imaginava que eu seria capitão de um navio. Sonhava viajar pelo mundo, conhecer outras paisagens, outras
pessoas.
Jornalista: Conseguiu concretizar o seu sonho?
Hans: Sim. Tornei-me marinheiro. Comecei por limpar o convés, fui aprendendo tudo o que podia e hoje sou
capitão de vários navios.
Jornalista: De tudo o que viveu, quais são as suas melhores recordações?
Hans: Relembro com saudade o momento em que viajei para sul e constatei que as paisagens eram diferentes.
Havia mais calor, a areia era mais branca, as árvores mais verdes e as pessoas tinham hábitos completamente
diferentes dos nossos.
Jornalista: Obrigada pela sua disponibilidade e por nos ter contado um pouco da sua vida.
(198 palavras)

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