Você está na página 1de 52

A CIVILIZAÇÃO GREGA

OS PERÍODOS DA GRÉCIA
•Pré-Homérico – do século XX ao século XII
a.C;
•Homérico – do século XII ao século VIII
a.C.
•Arcaico – do século VIII ao século VI
a.C.
•Clássico – do século V ao século IV a.C.
•Helenístico – do século IV ao século I a.C.
A CIVILIZAÇÃO CRETENSE /
3.000 a.C – 1.400 a. C
Características principais da civilização
cretense:

• - Economia baseada, principalmente, no comércio marítimo. Havia também a


prática da agricultura, principalmente o cultivo de uvas, azeitonas e trigo.

• - Período relativamente pacífico (poucas guerras ou conflitos sociais).

• - Período marcado pela construção de importantes palácios reais. Podemos


citar como exemplos: Palácio de Cnossos, Palácio de Festos e Palácio de
Mália.

• - Possuíam uma religião politeísta (vários deuses e deusas). As principais


divindades eram figuras femininas ligadas, principalmente, à fertilidade.
Portanto, podemos dizer que era uma religião matriarcal.

• - Com relação à política, o poder se concentrava nas mãos do rei. Este


também era uma importante figura de poder jurídico e religioso.
Pré-Homérico/Os
Indo-europeus
• 1 - Aqueus, um povo de pastores nômades que,
a partir do século XX a.C., penetrou na
península balcânica em busca de melhores
pastagens para os seus rebanhos.
Estes destruíram o Império de
Creta, assimilaram sua cultura e estabeleceram
seu reino no Peloponeso, construíram as
cidades de Micenas eTirino.

• 2 – Jônios, se estabeleceram-se na região da


Ática, fundaram Atenas, criando uma forte
civilização que iria influir fortemente nos
destinos dos homens.

Pré-Homérico/Os
Indo-europeus
• 3 – Eólios, se fixaram ao norte, na
Tessália, Etólia e parte do Peloponeso. A cidade
mais importante criada por esse povo foi Tebas.

• 4 - Dórios a partir do século XII a.C. iniciaram


um sequência de invasões nesse território.
Estes foram os últimos indo-europeus a
ocuparem a Grécia Antiga.Tais invasões foram
tão violentas que os dórios conseguiram
arrasaram as principais cidades aquéias e
destruíram quase por completo a prodigiosa
civilização micênica, conseguindo conquistar
por completo a região do Peloponeso.
A CIVILIZAÇÃO MICÊNICA
•O nome deriva de Micenas, nome de um
dos mais importantes centros regionais
micênicos. Os micênicos ou aqueus,
pertencentes à raça indo-europeia,
iniciaram a incursão ao território grego por
volta de 2.000 a.C., chegando a conquistar
completamente os habitantes autóctones,
os pelágios.
CIVILIZAÇÃO MICÊNICA
•Conquistaram os cretenses em 1.400 a. C.
•Os reis eram poderosos e governavam
baseado em uma grande burocracia.
•A economia era controlada pelo Estado.
•Suas expedições militares espalharam a
cultura grega por vastos territórios.
•Começou a desaparecer a partir de 1.200
a. C após a invasão dos dórios.
O PERÍODO HOMÉRICO / OS
DÓRIOS
• Decadência da escrita e diminuição e empobrecimento da
população.
• O violento processo de ocupação dórica, marcado pela
destruição e o esvaziamento dos centros urbanos, motivou
tanto a dispersão dos povos gregos para outras regiões
como a decadência da intensa atividade comercial
desenvolvida pelos micênicos.

• Os grupos familiares oriundos de um mesmo descendente


se uniram em torno da chamada comunidade gentílica ou
genos.

• O trabalho nos genos era exercido coletivamente. As


tarefas estavam sob a responsabilidade de qualquer um de
seus membros e a produção agrícola era dividida
igualitariamente
A EVOLUÇÃO DOS GENOS
• Apesar de a sociedade prezar pela igualdade
social, houve expressões de favorecimento de
indivíduos, efeito das relações políticas. A
proximidade familiar entre o indivíduo e o chefe
do genos era o que determinava sua importância
na sociedade.
• Além dos problemas de produtividade, houve
problemas sociais envolvendo os parentes mais
distantes do Pater, que reivindicaram melhores
condições de vida.
A ESTRUTURA SOCIAL
•Se organizou em três grupos:
•- Os eupátridas (bem nascidos)
parentes próximos do patriarca.
•- Os georgois, agricultores que
viviam de suas produções
•- Os Thetas que não possuíam
terras.
FRATRIAS E TRIBOS
• Visando consolidar seu poder sobre o restante da
população as elites de cada genos acabaram unindo-se
em grupos maiores, de forma a controlar e proteger
melhor suas propriedades, formando as fratrias.

• A junção de várias fratrias deram origem às tribos muito


maiores e mais poderosas.

• Várias tribos juntas evoluiram para uma unidade política


e territorial que dariam origens às Cidades-Estados (as
Poleis).

• As Poleis passaram a ser governadas por um Bailéus


cujo poder era compartilhado com os eupátridas.
O PERÍODO ARCAICO
•A EXPANSÃO COLONIAL GREGA
• Por volta do século VIII a. C. os nobres já
concentravam uma grande quantidade de terras.
• O custo de vida aumentou e o alimento ficou
mais caro para a população pobre.
• Para os pequenos proprietários, ameaçados de
fome de escravidão por dívidas ou pela perda de
suas propriedades, a melhor solução seria a
busca por terras fora do território grego.
A EXPANSÃO COLONIAL
GREGA
•Organizada pelo estado, a colonização
visava diminuir as pressões sociais.
•Além disso, com o desenvolvimento do
comércio, a colonização foi ampliada
buscando estabelecer feitorias comerciais
em determinadas regiões. Outras colônias
foram fundadas em regiões estratégicas
que dominavam rotas marítimas.
O PERÍODO CLASSICO / ATENAS
• Até o século VI a. C. Atenas foi governada
por uma aristocracia de grandes
proprietários rurais, que elegiam, entre si,
magistrados encarregados de comandar o
exército e fazer cumprir as leis.
• A sociedade ateniense deste período era
formada basicamente pelos:
• - Cidadãos
• - Metecos (estrangeiros)
• - Escravos.
O PERÍODO CLASSICO /
ATENAS
• Perante os conflitos sociais que se acentuaram
na segunda metade do século VII a.C.,
as póleis procuraram resolver de forma pacífica
os conflitos. As partes em conflito concordaram
em nomear homens com uma reputação íntegra
que dotaram as cidades de códigos de leis - os
legisladores.
• Em Atenas, os legisladores mais conhecidos
foram Drácon e Sólon. Drácon foi o responsável
pela elaboração do primeiro código de leis
escritas. Sólon foi responsável por abolir a
escravidão por dívida.
DRACON E SÓLON
SÓLON
•1. abolição da escravidão por dívidas
(seisachtéia);
•2. Ampliou os poderes da Eclésia
(assembleia do povo)
•2. reforma timocrática ou censitária: a
participação não era mais por
nascimento, mas censitária, através do
Conselho de 400 (Bulé).
•3. reforma do sistema ático de pesos e
medidas.
DIVISÃO SOCIAL DE SÓLON
• - PENTACOSIOMEDIMNOS (a eles e os
Hippeis estavam reservadas as principais
magistraturas)
• - HIPPEIS
• - ZEUGITAS (com condições de virarem
hoplitas)
• - TETES (a massa dos camponeses pobres
e artesãos)
• FIM DOS ANTIGOS CRITÉRIOS
ARISTOCRÁTICOS
A TIRANIA / PISÍSTRATO
- Em Atenas, logo depois do governo de Sólon, se confrontaram
duas fações políticas lideradas por Licurgo e Mégacles.
- Pisístrato passou a liderar uma terceira facção, os
Montanheses ou Diakrioi.
- Alcançou o poder pela força, apoiado sobretudo pela população
da zona mineira da Ática, depois do sucesso que alcançou na
campanha que chefiou contra Mégara.
- Simulou um ataque contra si, fato que provocou o apoio popular
e conseguiu uma guarda armada que se apoderou da Acrópole,
estabelecendo, assim, a tirania em 560 a. C..
- Pela sua governação lançou as bases para o período seguinte
do apogeu ateniense, havendo progresso material e cultural.
PISÍSTRATO
A TIRANIA / PISÍSTRATO
• As desordens e a instabilidade política resultantes das reformas
de Sólon levaram à sua tirania.
• Manteve a constituição ateniense e buscou fazer a máquina do estado
funcionar de modo eficaz.
• As instituições políticas continuaram em vigor e a justiça não sofreu
restrições.
• Impulsionou o comércio ateniense no estrangeiro, especialmente na área
do Mar Negro.
• Sucederam-lhe os seus filhos Hípias e Hiparco.
Aristóteles.
ARISTOTELES SOBRE PISÍSTRATO

• “Ele adiantava dinheiro aos pobres para


seus trabalhos (...) assim procedia por
duas razões: para que, ao invés de
passarem o tempo na cidade,
permanecessem disperso no campo, e, a
fim de que, gozando de uma honesta
abastança, e totalmente voltados para
seus afazeres pessoais não tivessem
nem a necessidade nem o desejo de se
ocuparem do Estado.”
CLISTENES
• Da família dos Alcmeônidas, conhecida por sua
oposição à tirania, era neto de Clístenes de Sición
por parte materna.
• Depois da luta pelo poder que se seguiu à queda do
tirano Hípias (filho de Pisístrato), a assembleia
popular de Atenas entregou-lhe o governo da
cidade.
• Introduziu reformas democráticas baseadas na
isonomia, princípio pelo qual todos os cidadãos
tinham os mesmos direitos, independentemente da
situação econômica e do clã ao qual estivessem
filiados.
CLISTENES
REFORMAS DE CLISTENES
• Alterou a organização social de quatro tribos baseadas
em laços de sangue, para dez, misturando homens de
diferentes origens e condições.
• Cada uma das dez tribos era integrada por habitantes
das três áreas, denominadas trítias, em que a cidade
ficou dividida.
• As trítias, por sua vez, se subdividiam em demos, numa
estrutura que pretendia diluir a influência local das
famílias poderosas, abolir o caráter tribal da sociedade
ateniense e imprimir-lhe características de cidade.
REFORMAS DE CLISTENES
• Elevou para 500 os membros do Conselho de
Sólon, com cinquenta representantes de cada tribo,
escolhidos pelos demos em número proporcional à
população de cada um deles.
• Introduziu a execução dos condenados à morte por
envenenamento com ingestão de cicuta e a pena do
ostracismo, cassação de direitos políticos daqueles
que ameaçassem a democracia.
• Suas ideias inspiraram a definição de democracia
O PERÍODO CLÁSSICO /
ESPARTA
• A cidade de Esparta foi fundada no século IX a C
pelo povo dório que penetrou pela península em
busca de terras férteis.
• Quatro aldeias da região da Lacônia uniram-se
para formar a cidade de Esparta.
• A cidade cresceu nos séculos seguintes e o
aumento populacional fez com que os
espartanos buscassem a ampliação de seu
território através de guerras. No final do século
VIII a.C., os espartanos conquistaram toda a
planície da Lacônia.
A SOCIEDADE ESPARTANA
• Em Esparta a sociedade era estamental com pouca mobilidade social.

Esparcíatas: eram os cidadãos de Esparta. Filhos de mães e pais
espartanos, haviam recebido a educação espartana. Esta camada
social era composta por políticos, integrantes do exército e ricos
proprietários de terras. Só os esparcíatas tinham direitos políticos.

Periecos: eram pequenos comerciantes e artesãos. Moravam na
periferia da cidade e não possuíam direitos políticos. Não recebiam
educação, porém tinham que combater no exército, quando
convocados. Eram obrigados a pagar impostos.

Hilotas: Eram uma espécie de escravos do Estado. levavam uma
vida miserável, pois eram obrigados a trabalhar quase de graça nas
terras dos esparcíatas. Não tinham direitos políticos e eram alvos de
humilhações e massacres. Chegaram a organizar várias revoltas
sociais em Esparta, combatidas com extrema violência pelo exército.

A POLÍTICA ESPARTANA
• Diarquia: a cidade era governada por dois reis que possuíam
funções militares e religiosas. Tinham vários privilégios.

Ápela: assembleia constituída pelos cidadãos, que se
reuniam na Apella (ao ar livre) uma vez por mês para tomar
decisões políticas como, por exemplo, aprovação ou rejeição
de leis.

Gerúsia: formada por vinte e oito gerontes (cidadãos com
mais de 60 anos) e os dois reis. Elaboram as leis da cidade
que eram votadas pela Assembleia.

Éforos: formado por cinco cidadãos, tinham diversos
poderes administrativos, militares, judiciais e políticos.
Atuavam na política como se fossem verdadeiros chefes de
governo.
AS GUERRAS MÉDICAS
• A Guerra: Conflito ocorrido entre os gregos e os
persas, pela disputa sobre a Jônia na Ásia Menor,
quando as colônias gregas da região,
principalmente Mileto, tentaram livrar-se do
domínio persa.
• Causa: A luta pela independência das cidades
jônicas, colônias gregas na Anatólia (região da
atual Turquia), que os persas em sua expansão
territorial passaram a dominar, comprometendo
o comércio grego no Oriente.
PRIMEIRA GUERRA MÉDICA
• A primeira Guerra Médica aconteceu em 490
a.C. quando o rei Dario I dos persas enviou seu
numeroso exército dotado de 60 navios para a
Grécia Continental, atacando Naxos e Erétria.
• O ateniense Milcíades assumiu o comando do
lado grego e com seus 10 mil soldados conseguiu
barrar o desembarque de aproximadamente 50
mil persas que seguiriam em sentido à Atenas.
• Os gregos derrotaram os persas na Batalha de
Maratona e conseguiram impedir o avanço dos
inimigos.
DARIO I - MILCÍADES
SEGUNDA GUERRA MÉDICA
• Os persas não se deram por vencidos na
primeira derrota e em 480 a.C. quando Xerxes,
filho de Dario I, era o rei persa, resolveram
atacar a Grécia na primavera daquele ano.
• As cidades gregas se organizaram , tendo as
buscando organizar um poderoso exército tendo
as cidades de Esparta e Atenas como líderes.
• Os persas avançaram e venceram os gregos na
batalha das Termópilas (onde morreram
Leônidas e os 300 de Esparta) até a invasão e
saque da cidade de Atenas.
SEGUNDA GUERRA MÉDICA
• Os gregos possuíam vários conflitos entre eles, mas
diante da situação de domínio persa conseguiram
se entender e a frota ateniense sob o comando
de Temístocles conseguiu derrotar os persas
na Batalha de Salamina e dar um novo rumo à
guerra.
• O ataque persa continuou, agora sobre o comando
de Mardônio, e alguns meses depois o
espartano Pausânias comandava o exército grego
que venceu as tropas persas em Platéia e Micale já
em 479 a.C., encerrando a tentativa de invasão do
império de Xerxes.
XERXES – LEÔNIDAS -
TEMÍSTOCLES
A CONFEDERAÇÃO DE DELOS
• Após a segunda Guerra Médica os gregos tiveram receio de
que os persas pudessem tentar nova invasão, Atenas fundou
então uma organização com outras cidades gregas chamada
de Confederação de Delos para combater os persas.
• As cidades envolvidas na Confederação de Delos se
comprometiam a contribuir anualmente com dinheiro,
homens e barcos.
• Entretanto os anos passaram e a esperada invasão persa não
havia acontecido desde a criação da Confederação de Delos
em 478 a.C.. Apesar disso, Atenas aproveitou-se da posição
privilegiada na organização para se beneficiar impulsionando
seu comércio e impondo sua hegemonia ao mundo grego.
CONSEQUÊNCIAS DA GUERRA

•A hegemonia de Atenas sobre as


cidades gregas.
•O revigoramento da democracia.
•A decadência do Império Persa.
•A criação da Confederação de Delos .
•Aumento da rivalidade entre Atenas e
Esparta.
O SÉCULO DE PÉRICLES
• Péricles pertencia uma das
mais nobres famílias de
Atenas, os Alcmeônidas.
Era um homem de caráter
forte, sóbrio, incorruptível
e reservado.
• Foi eleito estratego (cada
um dos dez magistrados da
antiga Grécia, que
compunham uma espécie
de poder executivo, para
cuidar especialmente das
medidas de natureza
militar), sem interrupções,
de 443 a.C. a 429 a.C.
A GUERRA DO
PELOPONESO
• A Guerra do Peloponeso durou 27 anos. Teve seu início no
ano 431 a.C e terminou somente em 404 a.C., quando
Atenas rendeu-se a Esparta.

• O grande estopim da Guerra de Peloponeso foi a política.


Atenas era a mais rica e poderosa cidade da Grécia, e seu
sistema democrático de governo estava sendo amplamente
copiado, para o alarme das oligarquias tradicionais como as
da Esparta.

• Reunindo aliados Esparta, então, formou a liga Peloponesa


e foi para a guerra. Em resposta, Atenas se uniu aos gregos
das regiões do Egeu e do oeste da Ásia Menor para lutar sob
a Liga de Delos.
O PERÍODO HELENÍSTICO
• Por volta das últimas décadas do século IV a.C., as
cidades-estados gregas enfrentaram sérias dificuldades
para superar as perdas causadas a partir da deflagração
da Guerra do Peloponeso.
• Além das perdas humanas e econômicas, a extensão
dos conflitos prejudicou seriamente o contingente militar
que protegeria a Grécia de uma possível invasão
estrangeira.
• Não por acaso, os macedônios, EM 338 a. C., então
comandados pelo rei Filipe II, aproveitaram da situação
para ocupar a Península Balcânica.
ALEXANDRE MAGNO
• Filho de Filipe II da macedônia, Alexandre chegou ao poder
em 336 a. C. herdando e ampliando o império do pai

• Para unificar suas conquistas, Alexandre fundou várias


cidades ao longo de seus territórios, muitas das quais se
chamaram Alexandria em sua homenagem.
• Essas cidades eram bem situadas, bem pavimentadas e
contavam com bom serviço de abastecimento de água. Eram
autônomas, mas sujeitas aos editos do rei.
• Os veteranos gregos de seu exército, bem como os soldados
jovens, negociantes, comerciantes e eruditos, se instalaram
nelas, levando consigo a cultura e a língua gregas.
• Assim, Alexandre estendeu amplamente a influência da
civilização grega e preparou o caminho para os reinos do
período helenístico e para a posterior expansão de Roma.
FONTES

• FUNARI, Pedro Paulo. Grécia e Roma.São Paulo:


Contexto, 2002.
• MOSSÉ, Claude. Atenas: A História de uma Democracia.
Brasília: UNB, 1982.
• _____________. Dicionário da Civilização Grega. Rio de
Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2004.
• http://www.estudopratico.com.br/periodo-homerico/
• http://brasilescola.uol.com.br/historiag/grecia-antiga.htm
• http://www.suapesquisa.com/pesquisa/esparta.htm
• http://www.infoescola.com/historia/guerras-medicas/
• http://slideplayer.com.br/slide/3691770/