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Instalações e cabos fotovoltaicos

Prof. Eng. Hilton Moreno – consultor Cobrecom


• Esta Norma é baseada na IEC/TS 62548:2013

• Encaminhada para consulta pública: 2019?

• Publicação da norma: 2019?


Esquema de arranjo fotovoltaico com apenas uma série
fotovoltaica

Limite de aplicação
da NBR 16690

unidade de
condicionamento
de potência
(inversor)
Esquema de arranjo fotovoltaico com múltiplas séries
fotovoltaicas
Esquema de arranjo fotovoltaico com múltiplos
subarranjos fotovoltaicos
5.1 Proteção contra choques elétricos

5.1.1 Introdução
Os requisitos especificados na ABNT NBR 5410:2004, 5.1.1, se aplicam.

• Proteção contra contatos diretos: barreira, invólucro, isolação, fora de


alcance.
• Proteção contra contatos indiretos: aterramento, equipotencialização,
seccionamento automático.
5.1 Proteção contra choques elétricos

5.1.2.1 Generalidades
Os requisitos especificados na ABNT NBR 5410:2004, 5.1.2.1, se aplicam.

5.1.2.2 Equipotencialização e seccionamento automático da alimentação


Os requisitos especificados na ABNT NBR 5410:2004, 5.1.2.2, se aplicam.
DR TIPO “B”
5.3.9 Proteção contra sobrecorrente

5.3.9 Proteção contra sobrecorrente em séries fotovoltaicas

Para a proteção contra sobrecorrente do lado em corrente contínua


somente podem ser utilizados dispositivos fusíveis com fusíveis
tipo gPV, conforme a IEC 60269-6, ou disjuntores, conforme a
ABNT NBR IEC 60947-2 ou IEC 60898-2.

Os dispositivos de proteção conforme a ABNT NBR NM 60898 não


podem ser utilizados nesta aplicação, pois não são destinados
para operar em corrente contínua.
5.4 Proteção contra sobretensões

A instalação de dispositivos de proteção contra surtos deve ser


avaliada de acordo com a série ABNT NBR 5419.

O memorial de cálculo da análise de risco, em conformidade com


a ABNT NBR 5419-2, deve fazer parte da documentação do
projeto.

A CLC/TS 50539-12 fornece a metodologia para a proteção de


sistemas fotovoltaicos contra sobretensões utilizando
dispositivos de proteção contra surtos específicos para sistemas
fotovoltaicos conforme norma EN 50539-11  consultar
fornecedores.
6.4.1 Aterramento

6.4.1.1 Eletrodo de aterramento


Os requisitos especificados na ABNT NBR 5410:2004, 6.4.1.1, se aplicam.

6.4.1.2 Condutores de aterramento


Os requisitos especificados na ABNT NBR 5410:2004, 6.4.1.2, se aplicam.

6.4.1.3 Eletrodo de aterramento separado


Se um eletrodo separado de aterramento for fornecido para o arranjo
fotovoltaico, este eletrodo deve ser ligado ao terminal principal de aterramento
da instalação elétrica por condutores de equipotencialização.
Cabos fotovoltaicos

Cabo fotovoltaico

Cabo 750 V ou 1 kV (comum)


Normalização dos cabos FV

Norma ABNT NBR 16612:2017


Cabos de potência para sistemas fotovoltaicos,
não halogenados, isolados, com cobertura, para tensão
de até 1,8 kVcc entre condutores – Requisitos de
desempenho
*publicada em 08/2017
Características dos cabos FV

 O condutor deve ser de cobre estanhado (conexão “perfeita”)


 O condutor deve ser classe 5 de encordoamento (para permitir a
movimentação ocasionada pelo vento e a dilatação térmica dos
arranjos e módulos fotovoltaicos)
 A isolação e a cobertura devem ser constituídas por uma ou mais
camadas extrudadas de composto não halogenado termofixo (de
modo a minimizar ao máximo o risco de faltas a terra e curtos-
circuitos)
 Devem ser resistentes à radiação UV
 Devem ser resistentes à água
Características dos cabos FV
Instalação dos cabos fotovoltaicos

 Os cabos devem ser instalados de forma a não sofrer fadiga devido


a esforços mecânicos, como, por exemplo, vento

 Os cabos devem ser presos para aliviar a tensão mecânica, a fim


de evitar que o cabo se solte da conexão

 Os cabos devem ser protegidos contra bordas cortantes ou


perfurantes (abraçadeiras metálicas podem ter bordas cortantes,
que, ao longo do tempo e em função do vento, podem causar
danos aos condutores)
Instalação dos cabos fotovoltaicos

 Para reduzir a magnitude de sobretensões induzidas por descargas


atmosféricas, os condutores do arranjo fotovoltaico devem ser
dispostos de tal maneira que a área de laços de condutores seja mínima
Capacidade de condução de corrente

Tabela C.2 – Capacidade de condução de corrente para cabos instalados


em temperatura ambiente de 30oC e temperatura no condutor
em regime permanente de 90ºC

Instalação ao Ar Livre Protegida do Sol Instalação ao Ar Livre Exposta ao Sol


Seção Modo de Instalação: Modo de Instalação:
mm2 1 2 3 4 1 2 3 4
1,5 26 26 30 26 23 22 27 23
2,5 35 35 40 35 31 30 36 31
4 47 46 53 47 41 40 48 41
6 60 59 68 60 51 51 61 52
10 83 82 95 84 71 71 85 73
16 110 110 125 113 93 93 112 97

Modo 1: dois cabos unipolares encostados um ao outro, na horizontal


Modo 2: dois cabos unipolares encostados um ao outro, na vertical
Modo 3: dois cabos unipolares espaçados de, pelo menos, 0,75 x diâmetro externo, na horizontal
Modo 4: dois cabos unipolares espaçados de, pelo menos, um diâmetro externo, na vertical
7 Verificação final

Aplicam-se os requisitos especificados na ABNT NBR


5410:2004, Seção 7. Adicionalmente, os requisitos da ABNT
NBR 16274 devem ser aplicados.

NBR 16724:2014 - Sistemas fotovoltaicos conectados à rede


— Requisitos mínimos para documentação, ensaios de
comissionamento, inspeção e avaliação de desempenho
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