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Elaine Toscano Fonseca

Comportamento de Vigas de Aço Sujeitas a Cargas


Concentradas Através de Técnicas de Inteligência
Computacional
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419/CA

Tese de Doutorado

Tese apresentada ao Programa de Pós-Graduação


em Engenharia Civil da PUC-Rio como requisito
parcial para obtenção do título de Doutor em
Ciências de Engenharia Civil.
Ênfase: Estruturas.

Orientador
Prof. Sebastião Arthur Lopes de Andrade

Co-orientadores
Prof. Pedro Colmar G. da S. Vellasco
Profa. Marley Maria B. R. Vellasco

Rio de Janeiro, Setembro de 2003.


Elaine Toscano Fonseca

Comportamento de vigas de aço sujeitas a cargas concentradas


através de técnicas de inteligência computacional

Tese apresentada como requisito parcial para obtenção do


título de Doutor pelo Programa de Pós-Graduação em
Engenharia Civil do Departamento de Engenharia Civil do
Centro Técnico Científico da PUC-Rio. Aprovada pela
Comissão Examinadora abaixo assinada.

Prof. Sebastião Arthur L. de Andrade


Presidente/Orientador
Departamento de Engenharia Civil – PUC-Rio

Prof. Pedro Colmar G. da Silva Vellasco


Co-Orientador
UERJ
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419/CA

Profa. Marley Maria B.R. Vellasco


Co-Orientador
Departamento de Engenharia Elétrica – PUC-Rio

Prof. Eduardo de Miranda Batista


UFRJ

Prof. José Guilherme S. da Silva


UERJ

Prof. Raul Rosas e Silva


Departamento de Engenharia Civil – PUC-Rio

Prof. Bruno Feijó


Departamento de Informática – PUC-Rio

Prof. Francisco José da Cunha P. Soeiro


UERJ

Prof. Ney Augusto Dumont


Coordenador Setorial
do Centro Técnico Científico – PUC-Rio

Rio de Janeiro, 24 de setembro de 2003


Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução total
ou parcial do trabalho sem autorização da universidade, da
autora e do orientador.

Elaine Toscano Fonseca


Graduou-se em Engenharia Civil com ênfase em Estruturas
pela UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) em
dezembro de 1996. Tese de mestrado defendida em março de
1999 no Departamento de Engenharia Civil da PUC-Rio, na
área de estruturas, com o Título “Avaliação do Efeito de
Cargas Concentradas em Vigas de Aço Através de
Algoritmos de Redes Neurais”.
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Ficha Catalográfica

Fonseca, Elaine Toscano.

Comportamento de vigas de aço sujeitas a cargas


concentradas através de técnicas de inteligência
computacional / Elaine Toscano Fonseca; orientador:
Sebastião Artur Lopes de Andrade; Co-orientadores:
Pedro Colmar G. da S. Vellasco; Marley Maria B. R.
Vellasco. – Rio de Janeiro: PUC, Departamento de
Engenharia Civil, 2003.

240 f. : il. ; 30 cm

Tese (doutorado) – Pontifícia Universidade


Católica do Rio de Janeiro, Departamento de
Engenharia Civil.

Inclui referências bibliográficas.

1. Engenharia civil – Teses. 2. Vigas de aço. 3.


Cargas concentradas. 4. Inteligência computacional. 5.
Análise paramétrica. 6. Avaliação comportamental. I.
Andrade, Sebastião Artur Lopes. II. Pontifícia
Universidade Católica do Rio de Janeiro.
Departamento de Engenharia Civil. III. Título.

CDD: 624
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Aos meus pais, com carinho,


por toda a preocupação que sempre
tiveram com a minha formação.
Agradecimentos

Ao professor e orientador Sebastião Arthur Lopes de Andrade, pelos


relevantes conhecimentos transmitidos e pelo convívio e amizade desenvolvida ao
longo deste trabalho.

Aos co-orientadores Pedro Colmar G. da S. Vellasco e Marley M. B. R.


Vellasco, pelos conhecimentos transmitidos, respectivamente nas áreas de aço e
inteligência computacional, e pela paciência, amizade e apoio durante o curso.

Aos professores que participaram da banca examinadora.

Ao meu marido Luciano Falcão da Silva pelo incentivo durante a realização


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deste trabalho e pela colaboração imprescindível na fase final de formatação e


impressão.

Aos amigos Ana Paula, Antônio Jorge, Cláudia Regina e Claudia Rodrigues,
pela confiança depositada, pelo incentivo à conclusão deste trabalho e por
compreenderem a minha ausência e isolamento quando na redação final desta
tese.

À amiga e secretária Ana Roxo, pelo apoio e atenção ao longo do curso.

Aos amigos do ICA da PUC-Rio, pela ajuda na área de inteligência


computacional.

Aos amigos do CEMA, por todo o apoio nos momentos difíceis.

Ao CNPq e a PUC-Rio pelo apoio financeiro.

A Deus, por permitir tudo isso.


Resumo

Fonseca, Elaine Toscano; Andrade, Sebastião A. L.; Vellasco, P.C.G.da S.;


Vellasco, M.M.B.R;. Comportamento de vigas de aço sujeitas a cargas
concentradas através de técnicas de inteligência computacional. Rio de
Janeiro, 2003. 240p. Tese de Doutorado - Departamento de Engenharia
Civil, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.

As cargas concentradas em vigas de aço são freqüentemente encontradas na


prática. Nas situações onde o local de aplicação da carga é fixo, enrijecedores
transversais de alma podem ser usados para aumentar a sua resistência, mas
devem ser evitados por razões econômicas. Para cargas móveis, é fundamental
conhecer a resistência última das almas não enrijecidas.
Diversas teorias foram desenvolvidas para este problema, mas ainda assim,
o erro das fórmulas de previsão é superior a 40%. Duas são as causas desta
dificuldade de se encontrar uma equação mais precisa: o grande número de
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parâmetros que influenciam o comportamento de uma viga sujeita a cargas


concentradas, e o número insuficiente de dados experimentais presentes na
literatura. Por outro lado, o colapso da estrutura pode ocorrer por: plastificação,
flambagem global da alma, enrugamento (crippling) ou uma combinação destes
estados limites. Apesar disto, nenhum estudo foi desenvolvido para avaliar a
participação total ou parcial de cada comportamento no colapso.
As redes neurais são modelos computacionais inspirados na estrutura do
cérebro, que apresentam características humanas como o aprendizado por
experiência e a generalização do conhecimento a partir dos exemplos
apresentados. Estas características permitiram, em estudos preliminares, a
utilização das redes neurais na previsão da carga última de vigas de aço sujeitas a
cargas concentradas.
A Lógica Nebulosa tem como objetivo modelar o modo aproximado de
raciocínio, tentando imitar a habilidade humana de tomar decisões racionais em
um ambiente de incerteza e imprecisão. Deste modo, a Lógica Nebulosa é uma
técnica inteligente que fornece um mecanismo para manipular informações
imprecisas, como conceitos de esbeltez, compacidade, flexibilidade e rigidez,
além de estabelecer limites mais graduais entre os fenômenos físicos do problema.
Os Algoritmos Genéticos foram inspirados no princípio Darwiniano da
evolução das espécies (sobrevivência dos mais aptos e mutações) e na genética.
São algoritmos probabilísticos, que fornecem um mecanismo de busca paralela e
adaptativa, e têm sido empregados em diversos problemas de otimização.
Este trabalho é a continuação do estudo desenvolvido na dissertação de
mestrado (Fonseca, 1999) e tem o objetivo de propor um sistema de avaliação do
comportamento estrutural de cargas concentradas, através de uma identificação da
influência dos diversos parâmetros na carga e nos tipos de comportamento
resultantes (plastificação, enrugamento e flambagem global), estabelecendo
limites mais flexíveis entre cada um destes. Esta análise será executada
empregando um sistema neuro-fuzzy (híbrido de redes neurais e de lógica
nebulosa). Para viabilizar esta análise, torna-se necessária a apresentação de dados
de treinamento onde o comportamento estrutural é conhecido. Este trabalho
também apresenta um estudo de otimização das fórmulas de projeto existentes
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empregando algoritmos genéticos.


Os resultados obtidos neste trabalho contribuem para, no futuro, o
desenvolvimento de uma fórmula de projeto mais precisa. De posse desta nova
fórmula, uma sugestão para sua incorporação em normas de projeto de estruturas
de aço poderá ser feita, garantindo, desta forma, um dimensionamento mais
seguro e econômico.

Palavras-chave
Estruturas de aço; vigas de aço; cargas concentradas; inteligência
computacional; análise paramétrica; redes neurais, lógica nebulosa, algoritmos
genéticos.
Abstract

Fonseca, Elaine Toscano; Andrade, Sebastião A.L.de; Vellasco, P.C.G.da


S.;Vellasco, M.M.B.R.; Patch load resistance using computational
intelligence techniques. Rio de Janeiro, 2003. 240p. D.Sc. Thesis – Civil
Engineering Department, Pontifical Catholic University of Rio de Janeiro.

Concentrated loads on steel beams are frequently found in engineering


practice. In situations where the load application point is fixed, transversal web
stiffeners can be used to provide an adequate resistance, but for economic reasons
should be avoided whenever possible. For moving loads, the knowledge of the
unstiffened web resistance becomes imperative.
Many theories were developed for a better understanding of the problem,
however, a 40% error is still present in the current design formulas. A more
accurate design formula for this structural problem is very difficult to be obtained,
due to the influence of several interdependent parameters and to the insufficient
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number of experiments found in literature. On the other hand, the structural


collapse can be associated to: web yielding, web buckling, web crippling or by
their combined influence. Despite this fact, no investigations were found in
literature to access their partial of global influence on the beam patch load
resistance
Neural networks were inspired in the brain structure in order to present
human characteristics such as: learning from experience; and generalization of
new data from a current set of standards. Preliminary studies used the neural
networks potential to forecast the ultimate load of steel beams subjected to
concentrated loads.
The main aim of Fuzzy Logic is to model the complex approximated way of
inference, trying to represent the human ability of making sensible decisions when
facing uncertainties. Thus, fuzzy logic is an artificial intelligence technique
capable of generating a mechanism for treating inaccurate and incomplete
information such as: slenderness, flexibility and stiffness, still being capable of
establishing gradual boundaries among the physical phenomena involved.
Genetic algorithms are inspired on the Darwin’s principle of the species
evolution and genetics. They are probabilistic algorithms that generate a
mechanism of parallel and adaptive best fit survival principle and their
reproduction and have been long used in several optimisation problems.
This work extends the research developed in a previous MSc. program
(Fonseca, 1999) and intends to evaluate and investigate the structural behaviour of
steel beams subjected to concentrated loads, identifying the influence of several
related parameters. This will be achieved by the use of a neuro-fuzzy system, able
to model the intrinsic relationships between the related parameters. The proposed
system aim is to relate the physical and geometrical variables that govern the
ultimate load with its associated physical behaviour (web yielding, web crippling
and web buckling), being capable of establishing gradual boundaries among the
physical phenomena involved. This investigation was focused on the development
of a neuro fuzzy system. The proposed neuro fuzzy system was trained with data
where the collapse mechanism were properly identified validating its results. This
investigation also presents a study of patch load design formulae optimization
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based on genetic algorithm principles.


The obtained results may help the future development of a more accurate
design formula, that could be incorporated in steel structures design codes,
allowing a safer and economical design.

Keywords
Steel structures; steel beams; patch load; computational intelligence;
parametric analysis; neural networks, fuzzy logic, genetic algorithmics.
Sumário

AGRADECIMENTOS.......................................................................................................... 5

RESUMO............................................................................................................................. 6

ABSTRACT......................................................................................................................... 8

SUMÁRIO.......................................................................................................................... 10

LISTA DE ILUSTRAÇÕES ............................................................................................... 12

LISTA DE TABELAS ........................................................................................................ 30

LISTA DE SÍMBOLOS...................................................................................................... 31

LISTA DE ABREVIATURAS ............................................................................................ 34

1 INTRODUÇÃO ............................................................................................................... 37
1.1 MOTIVAÇÃO ............................................................................................................... 37
1.2 OBJETIVO DO TRABALHO ............................................................................................ 40
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1.3 CONTRIBUIÇÕES......................................................................................................... 41
1.4 ESCOPO DO TRABALHO ............................................................................................... 42
2 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA.......................................................................................... 43
2.1 INTRODUÇÃO ............................................................................................................. 43
2.2 TRABALHOS SOBRE CARGAS CONCENTRADAS ............................................................. 43
2.3 PARÂMETROS RELEVANTES ........................................................................................ 54
3 INTELIGÊNCIA COMPUTACIONAL............................................................................. 73
3.1 INTRODUÇÃO ............................................................................................................. 73
3.2 ALGORITMOS GENÉTICOS ........................................................................................... 73
3.3 REDES NEURAIS ........................................................................................................ 75
3.3.1 A utilização das Redes Neurais para a Previsão da Carga Crítica.................. 78
3.4 LÓGICA NEBULOSA ..................................................................................................... 83
3.5 MODELOS NEURO-FUZZY HIERÁRQUICOS .................................................................... 85
4 TÉCNICAS DE INTELIGÊNCIA COMPUTACIONAL NA AVALIAÇÃO DO
PROBLEMA DE CARGAS CONCENTRADAS........................................................ 89
4.1 INTRODUÇÃO ............................................................................................................. 89
4.2 GERAÇÃO DE UMA NOVA FÓRMULA POR ALGORITMOS GENÉTICOS ............................... 89
4.3 REDE NEURAL UNIFICADA DE PREVISÃO DA CARGA CRÍTICA .......................................... 93
4.4 O SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO DO FENÔMENO FÍSICO PROPOSTO ............................... 96
4.5 A PESQUISA DOS DADOS BIBLIOGRÁFICOS .................................................................. 97
4.6 A ADAPTAÇÃO DO MODELO PROPOSTO AOS DADOS BIBLIOGRÁFICOS ........................ 100
4.6.1 Sistema Neuro-fuzzy de classificação............................................................ 101
4.6.2 Rede de previsão da carga última.................................................................. 103
5 ANÁLISE PARAMÉTRICA DO FENÔMENO FÍSICO ATRAVÉS DO
SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO ............................................................................ 107
5.1 INTRODUÇÃO ........................................................................................................... 107
5.2 AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS E ANÁLISE PARAMÉTRICA. ............................................ 107
6 ANÁLISE PARAMÉTRICA DA CARGA CRÍTICA ATRAVÉS DA REDE
NEURAL DE PREVISÃO ........................................................................................ 147
6.1 INTRODUÇÃO ........................................................................................................... 147
6.2 AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS................................................................................... 147
6.3 –ANÁLISE PARAMÉTRICA........................................................................................... 148
7 CONSIDERAÇÕES FINAIS......................................................................................... 183
7.1 INTRODUÇÃO ........................................................................................................... 183
7.2 CONCLUSÕES .......................................................................................................... 184
7.2.1 Algoritmos genéticos ...................................................................................... 184
7.2.2 Treinamento do Sistema neuro-fuzzy ............................................................ 184
7.2.3 Treinamento da Rede Neural de Previsão da Carga Última.......................... 186
7.2.4 Análise Paramétrica do Fenômeno Físico ..................................................... 186
7.2.5 Análise Paramétrica da Carga Crítica ............................................................ 188
7.3 SUGESTÕES PARA TRABALHOS FUTUROS .................................................................. 190
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...............................................................................191

ANEXO A DADOS EXPERIMENTAIS ........................................................................... 201

ANEXO B FIGURAS EXTRAÍDAS DAS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


COMO INFORMAÇÕES DO FENÔMENO FÍSICO ATUANTE.............................. 205

ANEXO C PERFIS LAMINADOS USADOS NO TREINAMENTO DO SISTEMA


DE CLASSIFICAÇÃO. ............................................................................................ 221

ANEXO D RESULTADOS PARA OS PERFIS COMERCIAIS ...................................... 223


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Lista de Ilustrações

Figura 1.1 – Vigas Secundárias descarregando sobre Viga Principal.

(Seward, 1998).......................................................................... 38

Figura 1.2 – Compressão da Viga na Mesa da coluna. (Gaylord et al.,

1992). ........................................................................................ 38

Figura 1.3 – Exemplos de Pontes Rolantes. (Newman, 1997). ................ 38

Figura 1.4 – Configurações de (a) enrugamento (crippling) e (b)

Flambagem global da alma da Seção Transversal do Perfil. .... 39

Figura 1.5 – Parâmetros Considerados no Cálculo da Carga de Ruína... 39

Figura 2.1- Influência da Espessura da Alma na Carga de Ruína.


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(Bergfelt, 1971).......................................................................... 45

Figura 2.2- Mecanismo de Colapso Proposto por Roberts & Rockey.

(Roberts & Rockey, 1978). ........................................................ 49

Figura 2.3 – Comparação da Equação 2.8 com Resultados

Experimentais. (Roberts & Rockey, 1978)................................. 50

Figura 2.4 – Comparação da Equação 2.11 com Resultados

Experimentais. (Roberts & Newark, 1997). ............................... 53

Figura 2.5 - Influência do Tipo de Aço na Carga de Ruína. (Raoul et

al., 1991) ................................................................................... 55

Figura 2.6 – Influência da Largura da Mesa na Carga de Ruína.

(Raoul et al., 1991).................................................................... 56

Figura 2.7 – Influência da Espessura da Mesa na Carga de Ruína.

(Raoul et al., 1991).................................................................... 57

Figura 2.8 – Influência do Comprimento Uniformemente Carregado na

Carga de Ruína. (Raoul et al., 1991)........................................ 57


Figura 2.9 – Influência do Fator de Forma do Painel na Carga de

Ruína. (Raoul et al., 1991) ........................................................ 58

Figura 2.10 – Influência da mesa na carga última. (Fonseca, 1999)........ 59

Figura 2.11 – Influência da espessura da mesa e do fator de forma na

carga última............................................................................... 60

Figura 2.12 – Influência da Espessura da mesa e do comprimento

carregado na carga última - (Fonseca, 1999)............................ 60

Figura 3.1 – Ciclo do algoritmo................................................................. 74

Figura 3.2 – Neurônio Biológico (Schalch., 2003). ................................... 76

Figura 3.3 – Estrutura do Elemento Processador j................................... 76

Figura 3.4 – Estrutura do Modelo adotado. .............................................. 79


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Figura 3.5– Modelo de Classificação e Previsão...................................... 80

Figura 3.6 – Razão dos Resultados Previstos pela Rede da Faixa 1 e

Pela equação (2.9) sobre o Resultado Experimental em

função da Carga Experimental. ................................................. 81

Figura 3.7 – Razão dos Resultados Previstos pela Rede da Faixa 2 e

Pela equação (2.9) sobre o Resultado Experimental em

função da Carga Experimental. ................................................. 82

Figura 3.8 – Razão dos Resultados Previstos pela Rede da Faixa 3 e

Pela equação (2.9) sobre o Resultado Experimental em

função da Carga Experimental. ................................................. 82

Figura 3.9 – Exemplo de conjuntos nebulosos e funções de

pertinência................................................................................. 84

Figura 3.10 – Exemplo de estrutura em árvore do modelo NFHB-

Invertido. ................................................................................... 86
Figura 4.1 – Avaliação do parâmetro de normalização k. ........................ 95

Figura 4.2 – Avaliação do número de processadores na camada

escondida. ................................................................................. 95

Figura 4.3 – Comparação dos resultados com fórmulas de previsão da

carga. ........................................................................................ 95

Figura 4.4 – Modelo neuro-fuzzy.............................................................. 96

Figura 4.5 – Painéis característicos das vigas ensaiadas TG1 e TG5

(Skaloud & Novak, 1972). ......................................................... 97

Figura 4.6 – Deformação da alma no ponto de aplicação da carga

Bagchi & Rockey, 1975). ........................................................... 98

Figura 4.7 – Deformação da alma no ponto de aplicação da


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carga(Drdacky & Novotny, 1977)). ............................................ 98

Figura 4.8 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da

carga - 86 a 111 (Roberts, 1981). ............................................ 99

Figura 4.9 – Modelo neuro-fuzzy alterado. ............................................. 100

Figura 4.10 – Resultado do treinamento apresentado pelo programa. .. 103

Figura 4.11 – Comparação da Rede com as fórmulas de Roberts e da

Norma Canadense. ................................................................. 106

Figura 5.1 – Variação dos graus de ativação das três classes em

função da espessura da mesa e da espessura de alma –

análise 1. ................................................................................. 109

Figura 5.2 – Variação dos graus de ativação das três classes em

função da espessura da mesa e da espessura de alma –

análise 2. ................................................................................. 109


Figura 5.3 – Variação dos graus de ativação das três classes em

função da espessura da mesa e da espessura de alma –

análise 3. ................................................................................. 110

Figura 5.4 – Variação dos graus de ativação das três classes em

função da espessura da mesa e da espessura de alma –

análise 4. ................................................................................. 110

Figura 5.5 – Variação dos graus de ativação das três classes em

função da espessura da mesa e da espessura de alma –

análise 5. ................................................................................. 111

Figura 5.6 – Variação dos graus de ativação das três classes em

função da espessura da mesa e da espessura de alma –


PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419/CA

análise 6. ................................................................................. 111

Figura 5.7 – Variação dos graus de ativação das três classes em

função da espessura da mesa e da espessura de alma –

análise 7. ................................................................................. 112

Figura 5.8 – Variação dos graus de ativação das três classes em

função da espessura da mesa e da espessura de alma –

análise 8. ................................................................................. 112

Figura 5.9 – Variação dos graus de ativação das três classes em

função da espessura da mesa e da largura de mesa –

análise 1. ................................................................................. 114

Figura 5.10 – Variação dos graus de ativação das três classes em

função da espessura da mesa e da largura de mesa –

análise 2. ................................................................................. 114


Figura 5.11 – Variação dos graus de ativação das três classes em

função da espessura da mesa e da largura de mesa –

análise 3. ................................................................................. 115

Figura 5.12 – Variação dos graus de ativação das três classes em

função da espessura da mesa e da largura de mesa –

análise 4. ................................................................................. 115

Figura 5.13 – Variação dos graus de ativação das três classes em

função da altura da alma e da largura de mesa – análise 1. ... 117

Figura 5.14 – Variação dos graus de ativação das três classes em

função da altura da alma e da largura de mesa – análise 2. ... 117

Figura 5.15 – Variação dos graus de ativação das três classes em


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função da altura da alma e da largura de mesa – análise 3. ... 118

Figura 5.16 – Variação dos graus de ativação das três classes em

função da altura da alma e da largura de mesa – análise 4. ... 118

Figura 5.17 – Variação dos graus de ativação das três classes em

função da altura da alma e da largura de mesa – análise 5. ... 119

Figura 5.18 – Variação dos graus de ativação das três classes em

função da altura da alma e da largura de mesa – análise 6. ... 119

Figura 5.19 – Variação dos graus de ativação das três classes em

função da altura da alma e da largura de mesa – análise 7. ... 120

Figura 5.20 – Variação dos graus de ativação das três classes em

função da altura da alma e da largura de mesa – análise 8. ... 120

Figura 5.21 – Variação dos graus de ativação das três classes em

função da altura da alma e da largura de mesa – análise 9. ... 121


Figura 5.22 – Variação dos graus de ativação das três classes em

função da altura da alma e da largura de mesa – análise 10. . 121

Figura 5.23 – Variação dos graus de ativação das três classes em

função da altura da alma e da largura de mesa – análise 11. . 122

Figura 5.24 – Variação dos graus de ativação das três classes em

função da altura da alma e da largura de mesa – análise 12. . 122

Figura 5.25 – Variação dos graus de ativação das três classes em

função da altura da alma e da largura de mesa – análise 13. . 123

Figura 5.26 – Variação dos graus de ativação das três classes em

função da altura da alma e da largura de mesa – análise 14. . 123

Figura 5.27 – Variação dos graus de ativação das três classes em


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função da altura da alma e da largura de mesa – análise 15. . 124

Figura 5.28 – Variação dos graus de ativação das três classes em

função da altura da alma e da largura de mesa – análise 16. . 124

Figura 5.29 – Variação dos graus de ativação das três classes em

função do fator de forma do painel de alma e da espessura

de mesa – análise 1. ............................................................... 126

Figura 5.30 – Variação dos graus de ativação das três classes em

função do fator de forma do painel de alma e da espessura

de mesa – análise 2. ............................................................... 126

Figura 5.31 – Variação dos graus de ativação das três classes em

função do fator de forma do painel de alma e da espessura

de mesa – análise 3. ............................................................... 127


Figura 5.32 – Variação dos graus de ativação das três classes em

função do fator de forma do painel de alma e da espessura

de mesa – análise 4. ............................................................... 127

Figura 5.33 – Variação dos graus de ativação das três classes em

função do fator de forma do painel de alma e da espessura

de mesa – análise 5. ............................................................... 128

Figura 5.34 – Variação dos graus de ativação das três classes em

função do fator de forma do painel de alma e da espessura

de mesa – análise 6. ............................................................... 128

Figura 5.35 – Variação dos graus de ativação das três classes em

função do fator de forma do painel de alma e da espessura


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de mesa – análise 7. ............................................................... 129

Figura 5.36 – Variação dos graus de ativação das três classes em

função do fator de forma do painel de alma e da espessura

de mesa – análise 8. ............................................................... 129

Figura 5.37 - Variação dos graus de ativação das três classes em

função da relação c/h e da espessura de mesa – análise 1.... 131

Figura 5.38 - Variação dos graus de ativação das três classes em

função da relação c/h e da espessura de mesa – análise 2.... 131

Figura 5.39 - Variação dos graus de ativação das três classes em

função da relação c/h e da espessura de mesa – análise 3.... 132

Figura 5.40 - Variação dos graus de ativação das três classes em

função da relação c/h e da espessura de mesa – análise 4.... 132


Figura 5.41 - Variação dos graus de ativação das três classes em

função da relação a/h e do comprimento carregado – análise

1. ............................................................................................. 134

Figura 5.42 - Variação dos graus de ativação das três classes em

função da relação a/h e do comprimento carregado – análise

2. ............................................................................................. 134

Figura 5.43 - Variação dos graus de ativação das três classes em

função da relação a/h e do comprimento carregado – análise

3. ............................................................................................. 135

Figura 5.44 - Variação dos graus de ativação das três classes em

função da relação a/h e do comprimento carregado – análise


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4. ............................................................................................. 135

Figura 5.45 - Variação dos graus de ativação das três classes em

função da relação a/h e do comprimento carregado – análise

5. ............................................................................................. 136

Figura 5.46 - Variação dos graus de ativação das três classes em

função da relação a/h e do comprimento carregado – análise

6. ............................................................................................. 136

Figura 5.47 - Variação dos graus de ativação das três classes em

função da relação a/h e do comprimento carregado – análise

7. ............................................................................................. 137

Figura 5.48 - Variação dos graus de ativação das três classes em

função da relação a/h e do comprimento carregado – análise

8. ............................................................................................. 137
Figura 5.49 - Variação dos graus de ativação das três classes em

função da altura da alma para diferentes espessuras de

alma – análise 1. ..................................................................... 139

Figura 5.50 - Variação dos graus de ativação das três classes em

função da altura da alma para diferentes espessuras de

alma – análise 2. ..................................................................... 139

Figura 5.51 - Variação dos graus de ativação das três classes em

função da altura da alma para diferentes espessuras de

alma – análise 3. ..................................................................... 140

Figura 5.52 - Variação dos graus de ativação das três classes em

função da altura da alma para diferentes espessuras de


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alma – análise 4. ..................................................................... 140

Figura 5.53 - Variação dos graus de ativação das três classes em

função da altura da alma para diferentes espessuras de

alma – análise 5. ..................................................................... 141

Figura 5.54 - Variação dos graus de ativação das três classes em

função da altura da alma para diferentes espessuras de

alma – análise 6. ..................................................................... 141

Figura 5.55 - Variação dos graus de ativação das três classes em

função da altura da alma para diferentes espessuras de

alma – análise 7. ..................................................................... 142

Figura 5.56 - Variação dos graus de ativação das três classes em

função da altura da alma para diferentes espessuras de

alma – análise 8. ..................................................................... 142


Figura 5.57 - Variação dos graus de ativação das três classes em

função da altura da alma para diferentes espessuras de

mesa – análise 1. .................................................................... 143

Figura 5.58 - Variação dos graus de ativação das três classes em

função da altura da alma para diferentes espessuras de

mesa – análise 2. .................................................................... 143

Figura 5.59 - Variação dos graus de ativação das três classes em

função da altura da alma para diferentes espessuras de

mesa – análise 3. .................................................................... 144

Figura 5.60 - Variação dos graus de ativação das três classes em

função da altura da alma para diferentes espessuras de


PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419/CA

mesa – análise 4. .................................................................... 144

Figura 5.61 - Variação dos graus de ativação das três classes em

função da relação c/h e da espessura de alma – análise 1.... 145

Figura 5.62 - Variação dos graus de ativação das três classes em

função da relação c/h e da espessura de alma – análise 2.... 145

Figura 5.63 - Variação dos graus de ativação das três classes em

função da relação c/h e da espessura de alma – análise 3.... 146

Figura 5.64 - Variação dos graus de ativação das três classes em

função da relação c/h e da espessura de alma – análise 4.... 146

Figura 6.1 – Comparação entre os resultados fornecidos pela rede de

previsão para os perfis apresentados no Anexo D e os

resultados das equações de Lyse & Godfrey (2.1), Roberts

(2.12) e CSA (2.15 e 2.16). ..................................................... 149


Figura 6.2 – Comparação entre os resultados experimentais

disponíveis e os resultados das equações de Lyse &

Godfrey (2.1), Roberts (2.12) e CSA (2.15 e 2.16).................. 149

Figura 6.3 – Variação da Carga em função da Espessura da Mesa

para diferentes espessuras de alma – análise 1. .................... 150

Figura 6.4 – Variação da Carga em função da Espessura da Mesa

para diferentes espessuras de alma – análise 2. .................... 150

Figura 6.5 – Variação da Carga em função da Espessura da Mesa

para diferentes espessuras de alma – análise 3. .................... 151

Figura 6.6 – Variação da Carga em função da Espessura da Mesa

para diferentes espessuras de alma – análise 4. .................... 151


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Figura 6.7 – Variação da Carga em função da Espessura da Mesa

para diferentes espessuras de alma – análise 5. .................... 152

Figura 6.8 – Variação da Carga em função da Espessura da Mesa

para diferentes espessuras de alma – análise 6. .................... 152

Figura 6.9 – Variação da Carga em função da Espessura da Mesa

para diferentes espessuras de alma – análise 7. .................... 153

Figura 6.10 – Variação da Carga em função da Espessura da Mesa

para diferentes espessuras de alma – análise 8. .................... 153

Figura 6.11 – Variação da Carga em função da Espessura da Mesa

para diferentes larguras de mesa – análise 1.......................... 154

Figura 6.12 – Variação da Carga em função da Espessura da Mesa

para diferentes larguras de mesa – análise 2.......................... 154

Figura 6.13 – Variação da Carga em função da Espessura da Mesa

para diferentes larguras de mesa – análise 3.......................... 155


Figura 6.14 – Variação da Carga em função da Espessura da Mesa

para diferentes larguras de mesa – análise 4.......................... 155

Figura 6.15 – Variação da Carga em função da Altura da alma para

diferentes larguras de mesa – análise 1.................................. 156

Figura 6.16 – Variação da Carga em função da Altura da alma para

diferentes larguras de mesa – análise 2.................................. 156

Figura 6.17 – Variação da Carga em função da Altura da alma para

diferentes larguras de mesa – análise 3.................................. 157

Figura 6.18 – Variação da Carga em função da Altura da alma para

diferentes larguras de mesa – análise 4.................................. 157

Figura 6.19 – Variação da Carga em função da Altura da alma para


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diferentes larguras de mesa – análise 5.................................. 158

Figura 6.20 – Variação da Carga em função da Altura da alma para

diferentes larguras de mesa – análise 6.................................. 158

Figura 6.21 – Variação da Carga em função da Altura da alma para

diferentes larguras de mesa – análise 7.................................. 159

Figura 6.22 – Variação da Carga em função da Altura da alma para

diferentes larguras de mesa – análise 8.................................. 159

Figura 6.23 – Variação da Carga em função da Altura da alma para

diferentes larguras de mesa – análise 9.................................. 160

Figura 6.24 – Variação da Carga em função da Altura da alma para

diferentes larguras de mesa – análise 10................................ 160

Figura 6.25 – Variação da Carga em função da Altura da alma para

diferentes larguras de mesa – análise 11................................ 161


Figura 6.26 – Variação da Carga em função da Altura da alma para

diferentes larguras de mesa – análise 12................................ 161

Figura 6.27 – Variação da Carga em função da Altura da alma para

diferentes larguras de mesa – análise 13................................ 162

Figura 6.28 – Variação da Carga em função da Altura da alma para

diferentes larguras de mesa – análise 14................................ 162

Figura 6.29 – Variação da Carga em função da Altura da alma para

diferentes larguras de mesa – análise 15................................ 163

Figura 6.30 – Variação da Carga em função da Altura da alma para

diferentes larguras de mesa – análise 16................................ 163

Figura 6.31 – Variação da Carga em função do fator de forma do


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painel de alma para diferentes espessuras de mesa –

análise 1. ................................................................................. 164

Figura 6.32 – Variação da Carga em função do fator de forma do

painel de alma para diferentes espessuras de mesa –

análise 2. ................................................................................. 164

Figura 6.33 – Variação da Carga em função do fator de forma do

painel de alma para diferentes espessuras de mesa –

análise 3. ................................................................................. 165

Figura 6.34 – Variação da Carga em função do fator de forma do

painel de alma para diferentes espessuras de mesa –

análise 4. ................................................................................. 165

Figura 6.35 – Variação da Carga em função do fator de forma do

painel de alma para diferentes espessuras de mesa –

análise 5. ................................................................................. 166


Figura 6.36 – Variação da Carga em função do fator de forma do

painel de alma para diferentes espessuras de mesa –

análise 6. ................................................................................. 166

Figura 6.37 – Variação da Carga em função do fator de forma do

painel de alma para diferentes espessuras de mesa –

análise 7. ................................................................................. 167

Figura 6.38 – Variação da Carga em função do fator de forma do

painel de alma para diferentes espessuras de mesa –

análise 8. ................................................................................. 167

Figura 6.39 - Variação da Carga em função da relação c/h para

diferentes espessuras de mesa – análise 1. ........................... 168


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Figura 6.40 - Variação da Carga em função da relação c/h para

diferentes espessuras de mesa – análise 2. ........................... 168

Figura 6.41 - Variação da Carga em função da relação c/h para

diferentes espessuras de mesa – análise 3. ........................... 169

Figura 6.42 - Variação da Carga em função da relação c/h para

diferentes espessuras de mesa – análise 4. ........................... 169

Figura 6.43 - Variação da Carga em função da relação a/h para

diferentes comprimentos carregados – análise 1. ................... 170

Figura 6.44 - Variação da Carga em função da relação a/h para

diferentes comprimentos carregados – análise 2. ................... 170

Figura 6.45 - Variação da Carga em função da relação a/h para

diferentes comprimentos carregados – análise 3. ................... 171

Figura 6.46 - Variação da Carga em função da relação a/h para

diferentes comprimentos carregados – análise 4. ................... 171


Figura 6.47 - Variação da Carga em função da relação a/h para

diferentes comprimentos carregados – análise 5. ................... 172

Figura 6.48 - Variação da Carga em função da relação a/h para

diferentes comprimentos carregados – análise 6. ................... 172

Figura 6.49 - Variação da Carga em função da relação a/h para

diferentes comprimentos carregados – análise 7. ................... 173

Figura 6.50 - Variação da Carga em função da relação a/h para

diferentes comprimentos carregados – análise 8. ................... 173

Figura 6.51 - Variação da Carga em função da altura da alma para

diferentes espessuras de alma – análise 1. ............................ 174

Figura 6.52 - Variação da Carga em função da altura da alma para


PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419/CA

diferentes espessuras de alma – análise 2. ............................ 174

Figura 6.53 - Variação da Carga em função da altura da alma para

diferentes espessuras de alma – análise 3. ............................ 175

Figura 6.54 - Variação da Carga em função da altura da alma para

diferentes espessuras de alma – análise 4. ............................ 175

Figura 6.55 - Variação da Carga em função da altura da alma para

diferentes espessuras de alma – análise 5. ............................ 176

Figura 6.56 - Variação da Carga em função da altura da alma para

diferentes espessuras de alma – análise 6. ............................ 176

Figura 6.57 - Variação da Carga em função da altura da alma para

diferentes espessuras de alma – análise 7. ............................ 177

Figura 6.58 - Variação da Carga em função da altura da alma para

diferentes espessuras de alma – análise 8. ............................ 177


Figura 6.59 - Variação da Carga em função da altura da alma para

diferentes espessuras de mesa – análise 1. ........................... 178

Figura 6.60 - Variação da Carga em função da altura da alma para

diferentes espessuras de mesa – análise 2. ........................... 178

Figura 6.61 - Variação da Carga em função da altura da alma para

diferentes espessuras de mesa – análise 3. ........................... 179

Figura 6.62 - Variação da Carga em função da altura da alma para

diferentes espessuras de mesa – análise 4. ........................... 179

Figura 6.63 - Variação da Carga em função da relação c/h e da

espessura de alma – análise 1................................................ 180

Figura 6.64 - Variação da Carga em função da relação c/h e da


PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419/CA

espessura de alma – análise 2................................................ 180

Figura 6.65 - Variação da Carga em função da relação c/h e da

espessura de alma – análise 3................................................ 181

Figura 6.66 - Variação da Carga em função da relação c/h e da

espessura de alma – análise 4................................................ 181

Figura B.1 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da

carga 64-67 (Bergfelt, 1979).................................................... 205

Figura B.2 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da

carga – 68 (Bergfelt, 1979)...................................................... 205

Figura B.3 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da

carga – 69 (Bergfelt, 1979)...................................................... 206

Figura B.4 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da

carga – 70 (Bergfelt, 1979)...................................................... 206


Figura B.5 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da

carga – 71 (Bergfelt, 1979)...................................................... 207

Figura B.6 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da

carga – 72 – 73 (Bergfelt, 1979).............................................. 207

Figura B.7 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da

carga –74 (Bergfelt, 1979)....................................................... 208

Figura B.8 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da

carga 75 - 76 ........................................................................... 209

Figura B.9 – Deformações das almas e mesas nos pontos de

aplicação da carga - 77 a 85 (Bergfelt, 1979)......................... 210

Figura B.10 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da


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carga – 125 (Bergfelt, 1983).................................................... 211

Figura B.11 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da

carga – 126 (Bergfelt, 1983).................................................... 211

Figura B.12 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da

carga – 127 (Bergfelt, 1983).................................................... 211

Figura B.13 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da

carga – 128 (Bergfelt, 1983).................................................... 212

Figura B.14 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da

carga – 129 (Bergfelt, 1983).................................................... 212

Figura B.15 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da

carga – 130 (Bergfelt, 1983).................................................... 213

Figura B.16 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da

carga – 131 (Bergfelt, 1983).................................................... 213


Figura B.17 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da

carga – 132 (Bergfelt, 1983).................................................... 214

Figura B.18 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da

carga – 133 (Bergfelt, 1983).................................................... 214

Figura B.19 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da

carga – 134 (Bergfelt, 1983).................................................... 215

Figura B.20 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da

carga – 135 (Bergfelt, 1983).................................................... 215

Figura B.21 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da

carga – 136 (Bergfelt, 1983).................................................... 216

Figura B.22 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da


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carga – 137 (Bergfelt, 1983).................................................... 216

Figura B.23 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da

carga – 138 (Bergfelt, 1983).................................................... 217

Figura B.24 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da

carga – 139 (Bergfelt, 1983).................................................... 217

Figura B.25 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da

carga – 140 (Bergfelt, 1983).................................................... 218

Figura B.26 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da

carga – 141 (Bergfelt, 1983).................................................... 218

Figura B.27 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da

carga – 142 (Bergfelt, 1983).................................................... 219


Lista de Tabelas

Tabela 2.1– Resumo dos trabalhos desenvolvidos sobre o assunto........ 61

Tabela 3.1 – Parâmetros Combinados Utilizados no Treinamento. ......... 79

Tabela 3.2 – Quantidade de Dados de Treinamento e Teste................... 80

Tabela 3.3 – Características das Redes Selecionadas. ........................... 83

Tabela 4.1 – Comparação entre resultados das fórmulas........................ 92

Tabela 4.2 - Comparação entre resultados das fórmulas......................... 92

Tabela 4.3 – Resultados da rede neural de previsão da carga crítica...... 94

Tabela 4.4 – Características da Primeira Rede Selecionada. ................ 105

Tabela 4.5 – Características da Melhor Rede Selecionada. .................. 106


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Tabela 5.1 – Faixa de Parâmetros do Treinamento da Rede................. 108

Tabela 5.2 – Dimensões dos perfis usados para o estudo tf x tw............ 108

Tabela 5.3 – Dimensões dos perfis usados para o estudo tf x bf............ 113

Tabela 5.4 – Dimensões dos perfis usados para o estudo h x bf. .......... 116

Tabela 5.5 – Dimensões dos perfis usados para o estudo a/h x tf. ........ 125

Tabela 5.6 – Dimensões dos perfis usados para o estudo c/h x tf. ........ 130

Tabela 5.7 – Dimensões dos perfis usados para o estudo a/h x c/h. ..... 133

Tabela 5.8 – Dimensões dos perfis usados para o estudo h x tw. .......... 138

Tabela 5.9 – Dimensões dos perfis usados para o estudo h x tf. ........... 138

Tabela 5.10 – Dimensões dos perfis usados para o estudo c/h x tw. ..... 138
Lista de Símbolos

a Distância entre dois enrijecedores verticais; largura do painel de alma.


bf Largura da mesa.
c Comprimento uniformemente carregado.
ce Comprimento carregado efetivo, equação 2.12, página 52.
e Distância entre o enrijecedor transversal e o ponto de aplicação da
carga.
f* Fator de correção para a carga definida na equação 2.7, página 47.
fc Fator de correção para a carga baseado no comprimento carregado c.
fh Fator de correção para a carga baseado na altura da alma h.
fhs Fator de correção para a carga baseado na presença de enrijecedores
horizontais.
fvs Fator de correção para a carga baseado na presença de enrijecedores
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verticais.
fδ Fator de correção para a carga baseado na presença de imperfeições
iniciais.
fσb Fator de correção para a carga baseado na coexistência de tensão de

flexão.
fσy,w Fator de correção para a carga baseado na tensão limite de escoamento

da alma.
h Altura da alma.
s Distância entre o enrijecedor longitudinal e a mesa carregada.
tf Espessura da mesa.
ti Espessura equivalente (Função de bf e tf), definida na equação 2.4,
página 46.
tw Espessura da alma.
z Fator definido na equação 2.33, página 67.
Ast Área do enrijecedor.
B Esbeltez normalizada -equação (2.13) - página 53.
D Rigidez da placa.
E Módulo de Elasticidade.
F Fator de segurança.
F() Função de Ativação do Elemento processador.
Ifl Momento de inércia da mesa.
Iw Momento de inércia da alma.
K Fator que varia com a razão tf/tw.
K’ Fator de correção para a carga crítica, em função do fator de forma a/h
e da razão c/h.
L Vão livre da viga.
Lp Comprimento de apoio efetivo da viga sobre a coluna.
M Momento aplicado.
Mfl Momento resistido pela mesa.
Mw Momento resistido pela alma.
Mu Momento último.
N Número de Elementos Processadores da Camada da Rede Neural
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P Carga aplicada.
Pcrit Carga crítica.
Pcy Carga definida na equação 2.37, página 68.
Pb Carga de flambagem.
Pe Carga elástica.
Pef Carga de Elementos Finitos.
Pexp Carga experimental.
Pf Carga Última.
Pfl Carga resistida pela mesa.
Ppl Carga plástica.
Prede Carga Prevista pela Rede Neural.
Pw Carga resistida pela alma.
Sf Rigidez da Mesa
Si Vetor de Saída fornecido pela rede neural.
Sw Rigidez da alma.
Ti Vetor de saída esperado no treinamento da rede neural.
Wij Matriz de pesos entre as camadas da rede Neural
Xi Vetor de entrada da rede neural.
α Ângulo definido na Figura 2.2, página 49.
β Ângulo definido Figura 2.2, página 49.
δi Imperfeição inicial.
φ Ângulo de inclinação da alma em relação ao eixo vertical.
γ Fator definido na equação 2.33, página 67.
η Fator que varia com a razão ti/h.
λ Fator definido na equação 2.37, página 68.
ν Coeficiente de Poisson = 0.3.
σb Tensão de flexão.

σcrit Tensão Crítica.

σy Tensão limite de escoamento.

σf,yl Tensão limite de escoamento da mesa.

σ yst Tensão limite de escoamento do enrijecedor.

σw,y
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Tensão limite de escoamento da alma.

θ Fator definido na Figura 2.2, página 49.


θb Inclinação da viga em relação à coluna.
θj Constante do elemento processador (bias).
Ω Fator definido na equação 2.8, página 49.
Lista de Abreviaturas

CSA Canadian Standards Association – Norma Canadense


GA Genetic Algorithms – Algoritmos genéticos
ICA Inteligência Computacional Aplicada
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“The known is finite, the unknown


infinite; intellectually we stand on an islet in
the midst of an illimitable ocean of
inexplicability. Our business in every
generation is to reclaim a little more land, to
add something to the extend and solidity of
our possessions”.

Thomas Henry Huxley, na audiência


da “Origem das Espécies” de Charles Darwin, 1887.
1
Introdução

1.1
Motivação

Na engenharia civil, toda estrutura deve ser projetada para suportar a carga a
que está submetida da forma mais segura possível utilizando o mínimo de
material. Neste sentido, as estruturas de aço têm se mostrado cada vez mais
eficientes e econômicas, o que vem acarretando a utilização cada vez mais ampla
deste sistema construtivo. A busca da melhor solução requer a utilização de perfis
mais leves e esbeltos e para isso as fórmulas de previsão da carga crítica devem
ser bem ajustadas para evitar a utilização de margens de segurança inadequadas,
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gerando desperdício de material e, conseqüentemente, aumentando o custo da


obra.
Quando se aplica uma carga concentrada no plano da alma de perfis de aço,
pode ocorrer um problema de instabilidade local denominado “Patch Load”. Este
fenômeno ocorre com freqüência na prática. Os exemplos mais comuns são as
vigas secundárias descarregando sobre vigas principais (Figura 1.1) ou a carga do
binário de compressão de uma viga descarregando na mesa de uma coluna (Figura
1.2). Nestes casos, onde a localização da carga é conhecida, enrijecedores
transversais podem ser usados para aumentar a resistência. Entretanto, o uso de
enrijecedores deve ser evitado sempre que possível por razões econômicas.
Quando as cargas móveis são consideradas, como no caso das pontes rolantes
(Figura 1.3), torna-se imprescindível conhecer a resistência de almas não
enrijecidas para uma carga localizada de compressão, pois não se tem a
possibilidade de enrijecer a alma em um ponto fixo.
As cargas concentradas podem ocorrer perto dos apoios ou no interior das
vigas, podendo estar aplicadas em uma das mesas, como no exemplo da Figura
1.1, ou nas duas mesas, como é o caso de duas vigas descarregando a compressão
em cada uma das mesas da coluna.
Estas cargas localizadas podem provocar três tipos de colapso: a flambagem
global da alma, o enrugamento (crippling) da alma, que pode ser definido como
38 Capítulo 1 - Introdução

uma instabilidade local da alma próxima à mesa superior carregada, e a


plastificação. A carga última pode ser atingida ainda por uma combinação destes
efeitos. A Figura 1.4 apresenta as configurações de enrugamento e flambagem de
alma na seção transversal do perfil de aço.

Figura 1.1 – Vigas Secundárias descarregando sobre Viga Principal. (Seward,


1998).

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Figura 1.2 – Compressão da Viga na Mesa da coluna. (Gaylord et al., 1992).

Figura 1.3 – Exemplos de Pontes Rolantes. (Newman, 1997).


Capítulo 1 - Introdução 39

Figura 1.4 – Configurações de (a) enrugamento (crippling) e (b) Flambagem global


da alma da Seção Transversal do Perfil.

Diversas teorias foram desenvolvidas para uma melhor formulação deste


problema, mas ainda assim o erro máximo das fórmulas de previsão de cargas
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críticas de vigas sujeitas a cargas concentradas é superior a 40% (Fonseca, 1999).


Duas são as causas desta dificuldade de se encontrar uma equação melhor: o
grande número de parâmetros que influenciam o comportamento de uma viga
sujeita a cargas concentradas (Figura 1.5), e o número insuficiente de dados
experimentais presentes na literatura. Por outro lado, a criação de novos resultados
experimentais é um processo que envolve tempo e dinheiro. Como alternativa, o
método dos elementos finitos também foi utilizado para gerar novos dados mas
estes ainda apresentaram erros da ordem de 30% em relação aos resultados
experimentais (Fonseca, 1999).

Figura 1.5 – Parâmetros Considerados no Cálculo da Carga de Ruína.


Propriedades geométricas e do material.
40 Capítulo 1 - Introdução

As técnicas de inteligência computacional, onde estão inseridas as redes


neurais, os algoritmos genéticos e a lógica nebulosa, têm sido cada vez mais
empregadas nas diversas áreas da engenharia. Estas técnicas visam o
desenvolvimento de ferramentas computacionais inteligentes, a serem utilizadas
no estudo de problemas complexos, de difícil resolução por programas
convencionais.
As redes neurais são modelos computacionais inspirados na estrutura do
cérebro que apresentam características humanas como o aprendizado por
experiência e a generalização do conhecimento a partir dos exemplos
apresentados. Os algoritmos genéticos, por sua vez, foram inspirados no princípio
Darwiniano de evolução das espécies através da recombinação genética e
sobrevivência dos mais aptos e têm sido amplamente utilizados em processos de
otimização. A Lógica Nebulosa permite o emprego de limites mais suaves de
classificação através de conceitos da lingüística humana, tais como: “mais

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esbelta”, “mais flexível”, “maior ou menor variação da carga”. A utilização desta
técnica como ferramenta de análise paramétrica tende a fornecer resultados de
importância significativa para o estudo do efeito da carga concentrada última de
vigas sujeitas a cargas concentradas.

1.2
Objetivo do Trabalho

Este trabalho tem o objetivo de avaliar o problema de cargas concentradas


em vigas de aço, através da identificação da influência dos diversos parâmetros na
variação da carga última e nos tipos de comportamento resultantes (plastificação,
enrugamento e flambagem), estabelecendo limites mais flexíveis entre cada um
destes. Esta análise será executada empregando um sistema neuro-fuzzy (híbrido
de redes neurais e de lógica nebulosa). Estudos anteriores (Fonseca et al., 1999),
(Fonseca et al., 1999a), (Fonseca, 1999) demonstraram a grande capacidade e a
confiabilidade das redes neurais na geração de novos dados para uma análise
paramétrica mais completa. Para viabilizar esta análise, torna-se necessária a
apresentação de um conjunto de dados de treinamento ao sistema onde o
comportamento estrutural é conhecido. Este trabalho também apresenta um estudo
Capítulo 1 - Introdução 41

de otimização das fórmulas de projeto existentes empregando algoritmos


genéticos.
Os resultados obtidos neste trabalho poderão permitir o desenvolvimento de
uma fórmula de projeto mais precisa no futuro. De posse desta nova fórmula, uma
sugestão para sua incorporação em normas de projeto de estruturas de aço poderá
ser feita, garantindo desta forma um dimensionamento mais seguro e econômico.

1.3
Contribuições

As principais contribuições deste trabalho são:


• uma ampla revisão bibliográfica do problema de cargas
concentradas com um resumo dos principais trabalhos
publicados nesta área;
• uma otimização das fórmulas de projeto empregando algoritmos
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genéticos e gerando uma proposta de fórmula empírica de


cálculo da carga última com erros máximos inferiores a 30%;
• uma avaliação do desempenho de uma única rede neural para a
previsão da carga última de diferentes comportamentos
estruturais, a partir de uma normalizada da carga última por
uma fórmula baseada na carga de plastificação;
• o desenvolvimento de um novo sistema de avaliação do
comportamento estrutural de vigas de aço sujeitas a cargas
concentradas, a partir da criação de um sistema baseado em
um modelo neuro-fuzzy hierárquico e uma rede neural de
previsão para permitir uma abordagem diferenciada do
comportamento das vigas, apresentando a participação dos três
fenômenos físicos no colapso de uma forma gradual;
• uma avaliação do desempenho deste novo sistema de avaliação;
• uma análise paramétrica do fenômeno físico, apresentando
diversos estudos sobre a influência dos parâmetros isolados ou
combinados em cada forma de colapso, e a participação de
cada comportamento estrutural (plastificação, enrugamento e
flambagem) no colapso;
42 Capítulo 1 - Introdução

• uma melhor identificação da influência dos parâmetros


geométricos e do material na carga última de vigas de aço
submetidas a cargas concentradas através de uma análise
paramétrica envolvendo uma ampla faixa de variação dos
parâmetros geométricos.

1.4
Escopo do trabalho

O capítulo 2 apresenta uma revisão bibliográfica dos trabalhos


desenvolvidos para avaliar o problema das cargas concentradas.
O capítulo 3 faz uma breve descrição das técnicas de inteligência
computacional, através da apresentação de suas estruturas de funcionamento e de
suas aplicações práticas, inclusive no problema de cargas concentradas. Neste

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capítulo também são descritos os programas utilizados neste trabalho.
A geração de uma fórmula empírica por algoritmos genéticos e o
desenvolvimento de um modelo neuro-fuzzy são descritos no capítulo 4.
O capítulo 5 apresenta os resultados, uma avaliação do modelo neuro-fuzzy
e uma análise paramétrica do fenômeno físico.
O capítulo 6 apresenta os resultados, uma avaliação da rede neural de
previsão de carga e uma análise paramétrica da carga crítica.
Finalmente, o capítulo 7 mostra as considerações finais e as conclusões
deste trabalho.
Os dados experimentais e as tabelas de resultados do sistema neuro-fuzzy
são apresentados em anexo.
2
Revisão Bibliográfica

2.1
Introdução

Este Capítulo atualiza a revisão bibliográfica apresentada na dissertação de


mestrado (Fonseca, 1999), apresentando as contribuições mais recentes
relacionadas ao fenômeno de cargas concentradas. Diversos trabalhos teóricos,
numéricos e experimentais foram desenvolvidos para a avaliação do problema de
instabilidade devido a cargas concentradas em almas de vigas de aço. Um resumo
de grande parte destas pesquisas com suas principais conclusões e resultados é
apresentado na Tabela 2.1. As soluções mais relevantes para este problema são
apresentadas a seguir com maior profundidade.
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2.2
Trabalhos sobre Cargas Concentradas

Um dos primeiros trabalhos experimentais sobre o assunto foi desenvolvido


por Lyse & Godfrey (1935). Foram identificadas as razões para o colapso da viga
e observado um problema de instabilidade local da alma, enrugamento, a partir de
testes em 6 perfis laminados com esbeltez da alma h/tw em torno de 52. Em
função das altas tensões observadas nos testes, foi concluído que a plastificação
foi um efeito localizado. A equação 2.1 foi proposta para modelar o fenômeno e
ainda é a base de projeto de diversas normas de outros países (Vellasco, 1992).
Esta fórmula é baseada em uma distribuição da carga na alma em um ângulo de
45º, gerando a plastificação da mesma:

P
σ crit = ≤ σy
t w (c + 2t f )
( 2.1 )

onde: σcrit é a Tensão crítica;


P é a Carga aplicada;
tw é a Espessura da alma;
tf é a Espessura da mesa;
44 Capítulo 2 – Revisão Bibliográfica

c é o Comprimento de aplicação da carga;


σy é a Tensão limite de escoamento da alma.

Esta fórmula, no entanto, não considera a instabilidade provocada pelas


características geométricas do elemento estrutural, que pode gerar problemas de
flambagem ou de “enrugamento” da alma, como foi definido no Capítulo 1. Sua
utilização envolve apenas o estado limite de plastificação em uma área da alma
relativamente pequena.
Em 1955, Zetlin estudou o problema de flambagem em placas retangulares
para propor uma solução simples baseada em gráficos. Os resultados foram
comparados a ensaios experimentais. Foram encontradas incoerências que foram
atribuídas às diferenças entre os casos teóricos e os testes e a não consideração da
resistência pós-flambagem na análise.
Dentro dos estudos do fenômeno de instabilidade deve-se destacar as

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pesquisas desenvolvidas por Bergfelt. Em 1968, Bergfelt & Hovik examinaram o
problema em almas esbeltas não enrijecidas e foi mostrado que uma das vantagens
deste método de projeto era a redução de pintura e manutenção pela não utilização
dos enrijecedores. Também foi investigada a influência de enrijecedores
intermediários na resistência última da viga, mostrando que a altura do enrijecedor
é um fator importante e que se este fosse perfeitamente ajustado à alma, um limite
superior para a resistência seria obtido. Foi concluido que a viga tem uma grande
resistência pós-crítica quando submetida a cargas concentradas. Uma série de
testes demonstrou que alguns fatores como a altura da viga, a dimensão das mesas
e o vão não-enrijecido têm uma influência secundária na carga de ruína,
confirmando os resultados de Granholm (1960), que demonstram que a espessura
da alma é o seu fator mais relevante. Granholm propôs a equação 2.2 para
previsão da carga última:

Pf = 0.045 Et w2 ( 2.2 )

onde Pf é a Carga última da viga.

Bergfelt (1971) executou uma nova série de testes e concluiu que o colapso
da alma pode ser dividido em três estados limites: plastificação, flambagem da
alma, e enrugamento da alma, examinando este último caso com mais detalhe. Os
Capítulo 2 – Revisão Bibliográfica 45

testes foram executados em vigas com esbeltez da alma entre 150 e 350 e com
espessuras da alma entre 2 e 6 mm. A influência da espessura da alma está
apresentada na Figura 2.1.
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Figura 2.1- Influência da Espessura da Alma na Carga de Ruína. (Bergfelt, 1971).

As investigações experimentais de Granholm (1960), Zetlin (1955), e


Bergfelt & Hovik (1968), foram então comparadas com a equação 2.2, e
mostraram coerência. Foi sugerida a equação 2.3 para vigas com mesas mais
espessas onde o enrugamento governa:

Pf = 0.045 Et w2( 0.55 + 0.22t f /t w ) ( 2.3 )

onde: E é o Módulo de Elasticidade.

Ainda em 1971, Skaloud & Novak realizaram alguns ensaios com cargas
estáticas e cíclicas e concluíram que a rigidez da mesa tem grande influência na
resistência última da viga e verificaram que as vigas têm uma grande resistência
pós-flambagem.
Em 1975, Skaloud & Drdacky ensaiaram vigas com esbeltez de alma entre
200 e 400 e verificaram que o colapso ocorre geralmente a um terço da altura da
viga, próximo à mesa carregada.
46 Capítulo 2 – Revisão Bibliográfica

Bergfelt (1976) prosseguiu seus estudos descrevendo o processo de ruína de


uma viga sujeita a uma carga concentrada em três fases principais. A primeira até
a alma começar a escoar. A segunda quando algumas pequenas dobras podem ser
vistas na alma e a última fase daí até o colapso. Este colapso pode ser alcançado
por uma flambagem global da alma ou por enrugamento. Ele sugeriu uma
mudança na equação 2.2, incluindo outros parâmetros como a tensão limite de
escoamento e as dimensões da mesa, a despeito de suas primeiras conclusões em
1968.

Pf = 13η t i t w σ y ( 2.4 )

bf
onde: ti = t f 4 ;
25t f
bf é a largura da mesa;

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e η é um fator que varia com ti/h.

A interação entre carga concentrada e momento fletor também foi estudada


(Bergfelt, 1976) e ficou provado que esta só é importante em casos onde a relação
entre o momento aplicado e o momento último M/Mu é maior que 0,6. As
fórmulas 2.5 e 2.6 foram sugeridas para modelar esta interação. A equação 2.6
pareceu ser mais precisa quando comparada à série de testes.

2
P ⎛ M ⎞
= 1 − ⎜⎜ ⎟⎟ (2.5)
Pf ⎝ Mu ⎠

2
P 8 ⎛ M ⎞
= 1 − ⎜⎜ ⎟⎟ (2.6)
Pf ⎝ Mu ⎠
onde P é a carga aplicada;
e Pf é a carga última.

Drdacky & Novotny (1977), ensaiaram vigas com esbeltez de alma entre 75
e 200 e confirmaram as conclusões de Skaloud & Drdacky (1975), de que o
colapso ocorre geralmente a um terço da altura da viga.
Capítulo 2 – Revisão Bibliográfica 47

Em 1979, Bergfelt observou a influência de enrijecedores horizontais e


verticais na ruína e continuou o seu estudo, avaliando os parâmetros que mais
influenciam o problema, como o tipo do aço, a influência de enrijecedores, a
altura da alma e a interação carga/momento. As principais vantagens da redução
do espaço entre os enrijecedores verticais foram a limitação da área de flambagem
na alma e o suporte dado à mesa carregada. As vantagens de usar enrijecedores
longitudinais podem ser vistas, de forma simplista, como uma diminuição da
altura da alma, o que aumenta a capacidade de carga da viga. Baseado nestes
estudos, Bergfelt desenvolveu a equação 2.7:

⎛t ⎞
Pf = 0.8t w2 Eσ yw ⎜⎜ i ⎟⎟ f* ( 2.7 )
⎝ tw ⎠
onde σyw é a tensão limite de escoamento da alma e

f * = f c f h f σ w f σ b f δ f vs f hs
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e a influência do comprimento carregado c na carga ultima é indicado em (2.7.a):

40ct w
f c = 1+ (2.7.a)
ah
onde a é a largura do painel de alma.

A influência da altura da alma é na maioria dos casos igual a 1, mas para


vigas onde a relação h/tw está entre 200 e 400, ela pode ser calculada com auxílio
da equação (2.7.b):

350t w
fh = (2.7.b)
h

A influência da tensão limite de escoamento da alma σwy é apresentada na


equação ( 2.7.c ):

700σ yw
fσw = 6 (2.7.c)
y
E
48 Capítulo 2 – Revisão Bibliográfica

A redução da carga de ruína em função da coexistência de momento fletor


fσb é expressa pela equação ( 2.7.d ), que é uma simplificação da fórmula 2.6:

2
⎛σ ⎞
f σb = 8 1 − ⎜ bfl ⎟ (2.7.d)
⎜σ ⎟
⎝ y ⎠
onde σb é a tensão de flexão;
e σyfl é a tensão limite de escoamento da mesa.

A influência das imperfeições iniciais da alma para vigas com tf/tw maior
que dois são expressas na equação (2.7.e):

fδ = 1 − 15(δi − 0.001t f h/t w )/h; 0.8 ≤ f δ ≤ 1 (2.7.e)

onde δi é a imperfeição inicial.

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A contribuição da mudança de espaçamento dos enrijecedores verticais é
descrita em (2.7.f):

4
⎛ L⎞
1+ 1+ K⎜ ⎟
2a ⎝ 2a ⎠ (2.7.f)
f vs =
L 1+ 1+ K
onde K é um parâmetro que varia com a relação tf/tw;
e L é o vão livre da viga.

E a influência dos enrijecedores longitudinais é apresentada na equação


(2.7.g):

a
f hs ≅ 1 + ( 1/ 3 − s/h) (2.7.g)
3s
onde s é a distância entre o enrijecedor e a mesa carregada.

Em um artigo posterior, Bergfelt (1983) confirmou que a altura da viga, h,


tem pouca influência na carga última para vigas com esbeltez de alma h/tw maior
Capítulo 2 – Revisão Bibliográfica 49

que 150. Ele concluiu que para as vigas analisadas com uma razão bf/tf maior que
12, a largura da mesa bf tem um papel secundário na carga última. Bergfelt
também estudou os efeitos dos enrijecedores horizontais na capacidade de carga
da viga e concluiu que a maior vantagem da utilização destes era a modificação da
configuração de flambagem da alma, como já verificado em (Bergfelt, 1979).
Entre as pesquisas mais relevantes encontram-se os trabalhos de Roberts.
Em 1978, Roberts & Rockey criaram um método para prever a resistência de
carga última baseado em um mecanismo de rótulas plásticas mostrado na Figura
2.2. Usando o teorema dos trabalhos virtuais eles desenvolveram a seguinte
equação:

4 M fl 4 βM w 2cM w 2ΩM w
Pf = + + − ( 2.8 )
β α cos θ α cos θ α cos θ
σ yw t w2
Mw =
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onde ;
4
σ yfl b f t 2f
M fl = ; e
4

Ω=
(4 β + 2c )M w
⎛ 2M w ⎞
⎜ + σ yw ⎟α cos θ
⎝ α cos θ ⎠
α, β e θ são definidos na Figura 2.2.

Figura 2.2- Mecanismo de Colapso Proposto por Roberts & Rockey. (Roberts &
Rockey, 1978).

Esta expressão provou estar próxima dos resultados experimentais de


Bergfelt & Hovik (1968), e Skaloud & Novak (1971). Isto pode ser visto na
Figura 2.3, onde os resultados dos testes para vigas com esbeltez da alma variando
entre 150 e 400, são comparados com os resultados da equação 2.8. Também foi
verificado que a largura da mesa tem uma influência pequena na carga última.
50 Capítulo 2 – Revisão Bibliográfica

Figura 2.3 – Comparação da Equação 2.8 com Resultados Experimentais. (Roberts


& Rockey, 1978).

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Roberts (1981), fez uma nova série de testes para estudar a influência das
dimensões da mesa e da altura da alma na capacidade de carga última da viga.
Estes testes confirmaram que a carga última era proporcional ao quadrado da
espessura da alma e com menor intensidade, proporcional à espessura da mesa.
Mostraram também que a altura da alma tem pequena ou nenhuma influência na
carga última. Um método de projeto foi proposto a partir do teste de duas
equações e adoção do menor valor. A primeira equação é uma modificação da
equação 2.8:

t ⎡ ⎛ ⎞
3/ 2

⎛ 3c ⎞ t
Pf = 0.5t w2 Eσ yw f ⎢1 + ⎜ ⎟⎜ w ⎟ ⎥ ( 2.9 )
t w ⎢ ⎝ h ⎠⎜⎝ t f ⎟⎠ ⎥
⎣ ⎦

Esta equação incorporou a influência do comprimento uniformemente


carregado c. Recomendaram que o valor de c/h seja limitado a 0.2, pois esta
fórmula tende a subestimar o valor da carga de ruína de vigas com almas e mesas
muito finas. Esta foi a razão para o estabelecimento de um limite mínimo de três
para a razão tf/tw.
Para vigas com almas mais espessas, outro estado limite controla o processo
de ruína. Nestes casos predomina a plastificação direta da alma e o mecanismo de
Capítulo 2 – Revisão Bibliográfica 51

colapso muda. Usando o teorema dos trabalhos virtuais novamente gera-se a


equação 2.10:

⎛ 4M f ⎞
Pf = ⎜⎜ ⎟⎟ + σ ywt w ( β + c ) ( 2.10 )
⎝ β ⎠

Por uma minimização da carga foi obtida uma expressão para o valor de β.

β 2 = 4( Μ f /σ yw )t w ( 2.11 )

Uma comparação foi feita entre este método de projeto e resultados de testes
experimentais desenvolvidos por Skaloud & Novak (1972), Bergfelt & Hovik
(1976), Drdacky & Novotny (1977), e Bergfelt (1979). A média aritmética para os
valores de Pexp/Pf foi de 1,42 com um desvio padrão de 15,3% mostrando que o
procedimento de projeto é conservador.
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Outra série de testes de vigas foi desenvolvida por Roberts & Markovic
(1983), e incluiu almas com espessura variando entre 3 e 10 mm e valores de
espessura da alma variando entre 50 e 166. Estes testes foram comparados então
com o método de Roberts e com os propostos por Granholm (1960), Bergfelt
(1976), e Skaloud & Drdacky (1975). Roberts afirmou que os resultados dos
últimos três eram bem parecidos com os resultados da equação 2.9. Mais tarde ele
concluiu que o método proposto era muito conservador em relação a vigas com
almas mais espessas e sugeriu que em vez de usar o mínimo das equações 2.9 e
2.10, a equação 2.9 deveria ser usada em todas as situações, sendo a equação 2.10
apenas um limite de serviço para a viga na fase não-linear.
Roberts & Coric (1988), continuaram o trabalho e sugeriram outra
modificação para a equação 2.9 a partir da comparação de resultados
experimentais com os resultados da fórmula. Foi mostrado que se um fator de
0,77 fosse usado em vez do 0,5 presente naquela equação, os resultados estariam
mais próximos do experimental, reduzindo a razão média da carga experimental
pela carga prevista de 1,54 para 1. Também foi investigada a influência da
interação carga/momento e recomendada uma fórmula bem parecida com a
equação 2.5.
52 Capítulo 2 – Revisão Bibliográfica

Um estudo recente desenvolvido por Roberts & Newark (1997) transforma


as soluções por mecanismos em equações mais simples. Foi desenvolvida uma
equação para prever o enrugamento da alma em apoios de extremidade. Uma
equação simplificada para o cálculo da carga de flambagem da alma em perfis I é
apresentada abaixo:

⎡ ⎛tf ⎞
0 .25
⎛ ⎞⎤
(
Pf = ⎢1.1t w2 Eσ yw )
0 .5
⎜⎜ ⎟⎟ ⎜1 + ce t w ⎟ ⎥ 1
⎜ ht f ⎟⎠ ⎥ F
( 2.12 )
⎢⎣ ⎝ tw ⎠ ⎝ ⎦
Onde ce = c + 2 tf;
e o fator de segurança F é igual a 1,45.

Os resultados foram comparados a ensaios experimentais (Bergfelt &


Hovik, 1968), (Bergfelt, 1971), (Bergfelt, 1979), (Bergfelt, 1983), (Skaloud &
Drdacky, 1975),(Drdacky & Novotny, 1977), (Roberts, 1981), (Roberts &

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Markovic, 1983), e os resultados podem ser vistos na Figura 2.4. Estes resultados
experimentais, assim como os fornecidos por Kennedy et al. (1997), foram
empregados neste trabalho para treinamento e avaliação das Redes Neurais e são
apresentados no Anexo A. O trabalho desenvolvido por Kennedy et al. visava
estudar o efeito de coexistência de flexão. Ficou confirmado que as imperfeições
iniciais têm pouca importância na carga última da viga. Também foi adotado um
parâmetro definido pelos autores como esbeltez normalizada, apresentado na
equação abaixo:

σy
B = (c + 9t f )t w ( 2.13 )
E

Outro trabalho recente para determinar uma fórmula de projeto foi


desenvolvido por Subbarao (1995). Usando elementos finitos lineares e não-
lineares, ele chegou a um método de cálculo da carga de flambagem Pb,
apresentado na equação 2.14.
Capítulo 2 – Revisão Bibliográfica 53

Figura 2.4 – Comparação da Equação 2.11 com Resultados Experimentais.


(Roberts & Newark, 1997).

π2D
Pb = K p ( 2.14 )
h
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onde para força aplicada em uma borda, no interior da viga:

Et w3
D= é a rigidez da placa;
12( 1 − υ 2 )
ν é o coeficiente de Poisson = 0,3;
1/ 2
⎡ 2 2

( 2 ⎛ c⎞
)
K p = ⎢ K p 0 + K p1 − K p 0 ⎜ ⎟ ⎥
2
;
⎣⎢ ⎝ a ⎠ ⎥⎦
1 6.66 8.74 4.66
K p0 = + − + ; 3 ≥ K p 0 ≥ 2.455
1 + 0.8327 (h/a )
9 .1882
(a/h )1/ 2
(a/h ) (a/h )2

K p1 =
1
+
(a/h + h/a ) 2

1 + (h/a )
1.4921
(a/h ) ; K p1 ≥ 4
O método de projeto foi avaliado pelo autor como sendo mais consistente
que os demais para a faixa de esbeltez de alma entre 25 e 250 avaliada em sua
análise. No entanto este método foi desenvolvido para placas e por isso a
influência das mesas não é considerada.
Um estudo interessante foi desenvolvido por Souza (1995), com o objetivo
de demonstrar a capacidade de adequação do método de elementos finitos na
modelagem do fenômeno de cargas concentradas. Foi utilizado um programa de
elementos finitos não linear, Saloof, desenvolvido pelo professor Sebastião A.
54 Capítulo 2 – Revisão Bibliográfica

Lopes de Andrade (1983). Os resultados foram comparados a soluções teóricas e


ensaios experimentais. O modelo produziu resultados similares aos de Bergfelt
(1979) e Roberts & Coric (1988). Foi constatado que as fórmulas existentes e o
modelo de elementos finitos produziam erros médios da ordem de 20%.
Outro trabalho nesta área foi desenvolvido por Raoul et al. (1991). Várias
vigas foram modeladas por elementos finitos, variando os diversos parâmetros do
problema. Este estudo permitiu o desenvolvimento de uma nova equação que, no
entanto, superestima a carga em 35%.
A norma canadense (CSA., 2001) sofreu alterações para considerar como
resistência da alma para cargas concentradas o menor dos dois valores:

(
Pf = 0 ,8t w c + 10t f )σ w
y
( 2.15 )

Pf = 1,16t w σ yw E
2
( 2.16 )

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A norma européia (Eurocode 3, 1997) prevê que se faça uma única
verificação que leva em conta os fenômenos de plastificação, flambagem e
enrugamento na determinação da resistência última P:

Py χ
P= ( 2.17 )
1.1

onde: Py = σ w t w I y ; (
I y = c + 2t f 1 + m1 + m2 )
m1 = σ f b f σ wt w m2 = 0.02(h/t f )
2

⎛ t3 ⎞
χ=
0.5
≤1 ( ( ))
Pcr = k F π 2 E/ 12 1 − ν 2 ⎜⎜ w ⎟⎟
Py ⎝h⎠
Pcr

onde, para cargas concentradas interiores k F = 6 + 2(h/a )


senão: k F = 2 + 6(c / h ) ≤ 6
2.3
Parâmetros Relevantes

De acordo com trabalhos mais recentes (Raoul et al., 1991), (Subbarao,


1995), (Roberts & Newark, 1997) a carga última é aproximadamente proporcional
Capítulo 2 – Revisão Bibliográfica 55

ao quadrado da espessura da alma como já havia sido verificado por Bergfelt


(1971), Figura 2.1. As dimensões da mesa, a altura da viga, as propriedades do
material e o comprimento carregado têm importância secundária e sua influência
está ligada a espessura da alma.
Um menor fator de forma a/h funciona como uma limitação da área de
flambagem na alma e dá maior suporte à mesa carregada, aumentando
ligeiramente a carga última. Os enrijecedores longitudinais podem ser vistos como
uma redução da altura da viga e por isso mesmo, uma redução da esbeltez da
alma.
Os gráficos apresentados a seguir apresentam a influência dos diversos
parâmetros na resistência de vigas sujeitas a cargas concentradas:
Na Figura 2.5 é possível verificar que para uma mesma espessura de alma, a
carga última varia quase linearmente em função da tensão limite de escoamento.
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σy (MPa)
Figura 2.5 - Influência do Tipo de Aço na Carga de Ruína. (Raoul et al., 1991)

A Figura 2.6 mostra que a largura da mesa tem certa influência na carga
última da viga, que apresenta uma variação mínima para diferentes valores de bf.
É possível verificar na Figura 2.7 que a espessura da mesa, apesar de influir
significativamente na carga última, está limitada pelo valor máximo permitido
pela espessura da alma. Para almas mais espessas a influência da espessura da
mesa é maior, podendo aumentar a carga última em até 80%.
56 Capítulo 2 – Revisão Bibliográfica

O aumento do comprimento carregado c apresenta uma pequena melhora na


carga última da viga, distribuindo a carga ao longo da alma e com isso reduzindo
a concentração de tensões sob a mesa carregada, diminuindo as possibilidades de
ocorrência de enrugamento. A Figura 2.8 apresenta esta variação para diferentes
espessuras de alma.

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Figura 2.6 – Influência da Largura da Mesa na Carga de Ruína. (Raoul et al., 1991)

O aumento percentual da carga de ruína em função da variação do fator de


forma a/h é mais significativo para espessuras de alma mais baixas. A
contribuição deste parâmetro varia de 5% a 20% para as espessuras analisadas na
Figura 2.9.
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA Capítulo 2 – Revisão Bibliográfica 57

Figura 2.7 – Influência da Espessura da Mesa na Carga de Ruína. (Raoul et al.,


1991)

Figura 2.8 – Influência do Comprimento Uniformemente Carregado na Carga de


Ruína. (Raoul et al., 1991)
58 Capítulo 2 – Revisão Bibliográfica

Figura 2.9 – Influência do Fator de Forma do Painel na Carga de Ruína. (Raoul et


al., 1991)

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Na dissertação de mestrado da autora (Fonseca, 1999) foram empregadas
redes neurais para produzir novos dados que permitissem uma análise paramétrica
do problema e algumas conclusões deste trabalho são apresentadas a seguir:
• A formula proposta por Roberts & Newark (1997) apresenta um melhor

desempenho quando comparada as fórmulas de Bergfelt e do Eurocode


(Bergfelt, 1979) (Eurocode 3, 1997);
• Os erros percentuais das redes neurais foram bem inferiores aos das

formulas existentes e das simulações por elementos finitos, qualificando


assim estas redes para a geração de dados confiáveis para a análise
paramétrica;
• A não consideração da influência do fator de forma e da largura da mesa nas
fórmulas existentes foram as principais razões da diferença encontrada
entre os resultados fornecidos por estas equações e os resultados das redes
neurais. Desta forma; é possível concluir que parte do erro presente nas
fórmulas existentes de previsão de carga crítica se deve a não consideração
destes parâmetros no cálculo da carga última. Isto é particularmente
relevante no aumento da carga crítica em vigas com o fator de forma a/h
inferior a 2,5;
Capítulo 2 – Revisão Bibliográfica 59

• A carga última é mais afetada pelo fator de forma a/h quando este é inferior
a 2,5, confirmando os estudos de Karnikova et al. (1986) e Karnikova &
Skaloud (1986). Para fatores de forma superiores a 2,5 a esbeltez da alma é
mais importante;
• Os resultados das redes confirmaram as conclusões de Bergfelt & Hovik
(1968), de que a altura da alma tem uma influência secundária na carga
última, e que este parâmetro não deve ser avaliado isoladamente;
• O comprimento uniformemente carregado c influencia mais na carga última
quando em vigas de mesas mais finas, ou seja, inferiores a 10 mm. Por
outro lado, não se deve desvincular a espessura da mesa carregada da
espessura da alma. Por exemplo: uma mesa de 10 mm em uma viga com 3
mm de alma influi de forma totalmente diversa em uma viga com alma de
8 mm. No primeiro caso, tende a ocorrer flambagem, enquanto no
segundo, a distribuição de tensões da mesa para a alma pode ser
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insuficiente para gerar a plastificação completa da mesa;


• O fator de forma a/h influencia mais na carga última para comprimentos
uniformemente carregados menores com razão c/h inferior a 0,2;
120

110

100

90
P(kN)

80

70

60

50
4,50 6,50 8,50 10,50 12,50 14,50 16,50
tf

bf = 50 bf = 100 bf = 150 bf = 200 bf = 250 Roberts

Figura 2.10 – Influência da mesa na carga última. (Fonseca, 1999).


60 Capítulo 2 – Revisão Bibliográfica

120

110

100

P(kN)
90

80

70

60
3,50 5,50 7,50 9,50 11,50 13,50 15,50 17,50
tf

a/h = 1,0 a/h = 1,5 a/h = 2,0 a/h = 2,5 a/h = 3,0 Roberts

Figura 2.11 – Influência da espessura da mesa e do fator de forma na carga última

(Fonseca, 1999).
120

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115

110

105
Patch Load (kN)

100

95

90

85

80

75

70
4,00 6,00 8,00 10,00 12,00 14,00 16,00
tf

c/h = 0,1 c/h = 0,2 c/h = 0,3 c/h = 0,4 c/h = 0,5
Rob c/h = 0,1 Rob c/h = 0,2 Rob c/h = 0,3 Rob c/h = 0,4 Rob c/h = 0,5

Figura 2.12 – Influência da Espessura da mesa e do comprimento carregado na


carga última - (Fonseca, 1999).

• Para vigas de alma esbelta com h/tw superiores a 80, a carga última aumenta
significativamente em função da rigidez da mesa, que colabora para uma
melhor distribuição da carga na alma e com isto minora os efeitos de
plastificação na mesa;
• Para perfis de alma mais compacta, com esbeltez h/tw inferior a 40, a
influência da variação da razão c/h é mais significativa.
A tabela 2.1 apresenta um resumo dos trabalhos mais relevantes sobre
cargas concentradas em vigas de aço.
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Tabela 2.1– Resumo dos trabalhos desenvolvidos sobre o assunto.


Ano Autores e Tipo* Método Objetivos Resultados e Conclusões Fórmulas
ref.
35 Lyse & E Ensaio de 6 vigas Identificar os modos de Concluíram ser um efeito localizado P
σ crit = ≤ σ y (2.1)
t w (c + 2t f )
Godfrey h/tw ≅ 52 colapso da alma provocado por plastificação

49 Hendry E Análise Fotoelástica Estudar a natureza do Mostrou que o problema é restrito a uma _
e Testes problema área próxima à carga e mostrou os
benefícios da extensão da placa de
apoio. Verificou que zonas de
escoamento na alma aparecem antes
de zonas plastificadas na mesa e
sugeriu que a teoria de cálculo da
tensão cisalhante fosse válida apenas
em uma distância maior que 1,5h do
ponto de aplicação no método proposto.
55 Zetlin T Método de Energia Solução simples baseada Falhas atribuídas à resistência pós- _

Capítulo 2 – Revisão Bibliográfica


em gráficos para a flambagem e diferenças entre os testes
flambagem de placas e a teoria
retangulares
60 Granholm E Ensaios Investigar os parâmetros Demonstrou a influência principal da Pf = 0.045Et w2 (2.2)
experimentais que influenciam o problema espessura da alma na capacidade de
carga da viga
62 White & T Programa de Cálculo da carga de Estudo paramétrico mais preciso _
Cottinghan diferenças finitas flambagem elástica de
placas retangulares
67 Bossert & E Ensaios Investigar o efeito de uma - -
Ostapenko experimentais carga uniformemente
distribuída na resistência de
vigas

68 Bergfelt & E Ensaios Examinar o problema em Verificou que a altura da viga, a -

61
Hovik experimentais vigas não-enrijecidas e dimensão das mesas e o vão têm uma
almas esbeltas influência secundária na carga de ruína
e confirmou a influência principal da
espessura da alma e concluiu que havia
uma resistência pós-crítica.
Ano Autores e Tipo* Método Objetivos Resultados e Conclusões Fórmulas
ref.
68 Bagchi & EF Elementos finitos Modelar o comportamento Sugestão de uma fórmula não- Pb πD Et w3
= K' 2 ondeD =
Rockey de almas sujeitas a cargas dimensional para o cálculo da carga de
( )

62
concentradas flambagem at w h tw 12 1 − υ 2

Capítulo 2 – Revisão Bibliográfica


( 2.18 )
70 Rockey EF Elementos finitos Investigar a influência da Descobriu que a mesa pode influenciar _
interação mesa/alma a carga de flambagem da viga e a
distribuição de tensões na alma. Não
houve calibração com resultados
experimentais.
71 Bergfelt E Ensaios Definir 3 fases para o Propôs uma fórmula para vigas de Pf = 0.045 E t2w ( 0.55 + 0.22 tf/tw )
experimentais em comportamento de vigas mesas finas onde o enrugamento
(2.3)
vigas com h/tw sujeitas a cargas governa.
entre 150 e 350 e concentradas: plastificação,
tw entre 2 e 6 mm flambagem e principalmente
enrugamento.
71 Skaloud & E Ensaios com cargas Estudar a influência da Concluíram que as vigas têm uma -
Novak estáticas e cíclicas rigidez da mesa na resistência pós-flambagem alta e que a
capacidade de carga rigidez das mesas tem grande influência
na carga última
71 Rockey & EF Elementos finitos Desenvolver uma teoria a Desenvolveram uma fórmula para a
Elgaaly partir de investigações carga última baseada na carga de Pf = Pb (4.5 + 6.4(c / a))(h / tw )10−3
experimentais da influência flambagem elástica da alma (2.19)
de parâmetros combinados:
c/a, a/h, h/tw
72 Skaloud & E Nova série de Estudar a influência da Verificaram que em mesas mais finas, o -
Novak testes variando a rigidez da mesa na colapso fica concentrado sob o ponto de
espessura e a capacidade de carga aplicação da alma e que nas mais
largura das mesas espessas o colapso ocorre de modo
mais uniforme ao longo do painel de
alma
72 Rockey et al. E Ensaios Estudar a influência de - -
experimentais parâmetros combinados:
c/a, a/h, h/tw

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Ano Autores e Tipo* Método Objetivos Resultados e Conclusões Fórmulas


ref.
72 Khan & T Solução Examinar a flambagem de Diferença menor que 5% entre o método -
Walker simplificada placas retangulares e de Energia e simulações de elementos
baseada no método investigar a influência de finitos
de energia imperfeições na carga de
flambagem
73 Bazile T a) Teoria da Comparação entre os três Nenhuma comparação foi feita com -
Elasticidade b) métodos resultados experimentais.
Flambagem elástica
usada em algumas
normas
c)Aproximação
prática para o
fenômeno
74 Herzog E Ensaios Estudar a influência da Verificou que a fórmula da Norma Alemã Pf = 15t2w) (1 + c/a)2 x
experimentais carga concentrada em perfis fornecia para o problema uma relação
de chapa dobrada Pf/Pexp de até 7,37 e propôs uma x(1 - L/100h) (1 - σb/σy) sinφ

Capítulo 2 – Revisão Bibliográfica


fórmula alternativa ( 2.20 )
74 Herzog E Ensaios Estudar a influência da Propôs uma nova fórmula empírica Pf = 20σ y t w (t f / t w )(0.4 + h / a )
2
experimentais carga concentrada em vigas baseada em observações
( 2.21 )
74 Herzog E Ensaios Aperfeiçoar a equação Propôs um novo modelo de 2
Pf = 981t w) [1.2 + 1.25 Ifl/Iw h/tw
experimentais anterior dimensionamento
(1 + c/h)2 (0,85a/100h)]
(1 -(σb/σy)2)1/8
( 2.22 )
75 Skaloud & E Ensaios de vigas Encontrar um procedimento Verificou que o colapso ocorre -
Drdacky com h/tw entre 200 de cálculo para a geralmente a um terço da altura da viga,
e 400 capacidade de carga próximo a mesa carregada.
76 Bergfelt E Ensaios Prosseguir o trabalho de 71. Descreveu o processo de ruína em três Pf = 13 η ti tw σy (2.4)
experimentais fases principais. A primeira até a alma 2
começar a escoar. A segunda quando P ⎛ M⎞
= 1− ⎜ ⎟ (2.5)
algumas pequenas dobras podem ser Pf ⎝ Mu ⎠

63
vistas na alma e a última fase daí até o 2
colapso. Propôs alterações na equação P ⎛ M⎞
= 8 1− ⎜ ⎟
(2.2) e estabeleceu fórmulas para a Pf ⎝ Mu ⎠
coexistência de momento fletor. (2.6)
Ano Autores e Tipo* Método Objetivos Resultados e Conclusões Fórmulas
ref.
77 Steup T Séries de Fourier Minimizar a tensão de Poucos exemplos e nenhuma calibração -
flambagem com resultados experimentais

64
77 Aribert & E Ensaios Estudar o problema como Desenvolveram um método baseado em Pe = 2.3 K tw σy ( 2.23 )

Capítulo 2 – Revisão Bibliográfica


Lachal experimentais de um caso de compressão de um modelo elastoplástico e produziram Ppl = 5.0 K tw σy ( 2.24 )
ligações viga-coluna uma das mesas da viga na 3 fórmulas que representam as cargas:
coluna elástica, plástica e de colapso Pf = 7.0 K tw σy ( 2.25 )
77 Drdacky & E Ensaios de vigas Encontrar um procedimento Confirmaram a conclusão de Skaloud e
Novotny com h/tw entre 75 e de cálculo para a Drdacky de que o colapso ocorre -
200 capacidade de carga geralmente a um terço da altura da viga.
77 Khan et al. T Modificação do Prever a carga de Estudo paramétrico mais preciso -
método de 72 flambagem elástica das
placas testadas antes
78 Roberts & E Teorema dos Prever a resistência última
Criaram um método, baseado no 4 βM w
4M fl
Rockey trabalhos virtuais e das vigas mecanismo de rótulas plásticas, Pf = + +
mecanismos coerente com os resultados β α cosθ
experimentais de Bergfelt & Hovik
2cM w 2ΩM w
(1968) e Skaloud & Novak (1971) + −
concluíram que a largura da mesa tem α cosθ α cosθ
pouca influência na carga última. (2.8)
79 Bergfelt E Ensaios Estudar a influência dos Propôs uma fórmula composta pelos
⎛t ⎞
experimentais enrijecedores e os diversos parâmetros que influenciam o
Pf = 0.8t w2 Eσ yw ⎜ i ⎟ f *
parâmetros que governam o problema ⎝ tw ⎠
problema
(2.7)
79 Roberts & E Comparação entre Encontrar o método de O método dos autores foi considerado -
Rockey os métodos de cálculo mais preciso melhor, apresentando menor coeficiente
cálculo e os comparando Granholm, de variação
resultados Bergfelt, Dubas & Gehri,
experimentais Skaloud & Novak e Herzog
79 Rockey et al. EF Elementos finitos Verificar a influência de Descobriram uma relação entre a carga -
enrijecedores longitudinais de flambagem e a resistência à flexão
do enrijecedor embora só seja aplicável
quando o enrijecedor está a um quinto
da altura da alma, próximo a mesa
carregada, sendo k'=11,4 e bs/ts = 17

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Ano Autores e Tipo* Método Objetivos Resultados e Conclusões Fórmulas


ref.
80 Thornton & T a) Análise de tipo Investigar o comportamento Os resultados foram coerentes com -
Conway Levy b) Método de de uma placa retangular ensaios executados em placas
superposição isotrópica e homogênea quadradas
com dois bordos livres e
dois simplesmente apoiados
sujeita a carga concentrada
em um dos bordos livres
81 Roberts E Nova série de Estudar a influência das Confirmou que a carga é proporcional
testes dimensões da mesa e da ao quadrado da espessura da alma e a
Pf = 0.5t w2 Εσ ywt f /t w
altura da alma na largura da mesa. Verificou que a
capacidade de carga última. influência da altura da alma é pequena.
[1 + (3 + c / h )(t w /t f ) 3/2 ]
Criou um método de escolha entre os (2.9)
dois menores valores das fórmulas 1 e
2.
Pf = 4 Μ fl σ yw t w + σ yw t w c
(2.11)

Capítulo 2 – Revisão Bibliográfica


81 Aribert et al. E Método de rótulas Refinar o modelo de 77 e Desenvolveram 3 equações Pe = 2,3 K tw σwy +
plásticas estudar a influencia de um
enrijecedor transversal + 0.5 (1 - 0,5 e/K) Ast σsty
colocado a uma distância e ( 2.26 )
do ponto de aplicação da Ppl = 5.0 Kt w σ yw +
carga
+ 0.5(1 − 0.5e/Κ )Α st σ yst
( 2.27 )
Pf = 7.0 Kt wσ yw +
+ 0.5(1 − 0.5 e/Κ ) Α st σ yst
( 2.28 )
81 Roberts & E Teorema dos Investigar o efeito de uma Desenvolveram um novo tipo de Pf =(8 Mfl/β) +(4 β Mw/α cosθ)+
Chong trabalhos virtuais e carga uniformemente mecanismo e duas novas equações,
- (1 -(4 Mw/α cosθ σwy tw) )
2 1/8
mecanismos distribuída na resistência de sendo a segunda para casos
vigas plastificação excessiva. As fórmulas não ( 2.29 )

65
apresentaram bons resultados quando Pf = 8 M fl / β + 2βσ ywtw
comparadas a resultados experimentais
( 2.30 )
Ano Autores e Tipo* Método Objetivos Resultados e Conclusões Fórmulas
ref.
82 Smith & T Método de faixas Estudar a influência de Verificaram a importância da rigidez a -
Gierlinski finitas enrijecedores longitudinais, flexão do enrijecedor e da relação entre

66
considerando a influência da a resistência a flambagem da alma e a

Capítulo 2 – Revisão Bibliográfica


resistência a flexão e torção.
resistência à torção do enrijecedor.
83 Mukhopadhay EF Elementos finitos Simular o problema com Desenvolveu um valor explícito para a _
isoparamétricos diferentes fatores de forma Matriz de carga e examinou placas com
quadráticos diferentes fatores de forma. Não houve
comparação com resultados
experimentais ou sugestão de carga de
flambagem
83 Bergfelt E Ensaios Estudou os efeitos dos Confirmou que a altura da viga, h, tem -
experimentais enrijecedores horizontais na pouca influência na carga última para
capacidade de carga da vigas com esbeltez de alma h/tw maior
viga que 150. Concluiu que para as vigas
analisadas com uma razão bf/tf maior
que 12, a largura da mesa bf tem um
papel secundário na carga última e que
a maior vantagem da utilização de
enrijecedores horizontais era a
modificação da configuração de
flambagem da alma.

83 Roberts & E Nova série de Encontrar o método de Concluiu que seu método era muito -
Markovic testes cálculo mais preciso conservativo para vigas leves e sugeriu
comparando com Granholm, que apenas a equação 2.9 fosse
Bergfelt, Dubas & Gehri e utilizada.
Skaloud & Novak.
83 Moriwaki et al. E Nova série de Observar o mecanismo de Criou uma fórmula envolvendo a Pf=Pb+Pw+Pfl
testes em perfis I e colapso resistência a flambagem elástica da ( 2.31 )
vigas caixão alma, a resistência pós-flambagem da
alma e a resistência da mesa.
86 Drdacky E Nova série de Observar o mecanismo de Descobriu uma transição suave entre os Pf = 19.54t w2σ w2 (1 + 0.004c / t w )(Ι fl / t w4 ) 0.
testes colapso estágios de antes e depois da
flambagem e sugeriu outra expressão ( 2.32 )

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Ano Autores e Tipo* Método Objetivos Resultados e Conclusões Fórmulas


ref.
86 Dubas E Ensaios Investigar a interação Mostrou que as 2 equações propostas -
experimentais carga/momento por Bergfelt dão resultados muito
diferentes e observou que a utilização
de enrijecedores longitudinais na alma
fornece ótimos resultados quando
colocados a uma distância menor que
80 tw da mesa carregada

86 Coric E Nova série de Observar o mecanismo de Criou uma nova fórmula, embora esta Pf =4 Mfl /β + 2Mw β tanθ/(1+1/z) +
testes para vigas de colapso seja muito complicada para o uso na +Mw c(tanθ (2 + 1/z)/(α (1 + 1/z))) +
vãos grandes e prática diária.
mesas estreitas 2 Mw γ tanθ/α
⎡ 2 M fl α (1 + 1 / z) ⎤ c
β=⎢ ⎥; α =
⎣ M w tan θ ⎦ 125
. tw

' '

Capítulo 2 – Revisão Bibliográfica


γ = ; z = γ / h(0.6h / γ − 6.5γ / h)
10t wσ yw

t ' = 2.0mm 2 ; σ ' = 300 N / mm 2


( 2.33 )
86 Karnikova et E Ensaios Observar a influência de Concluíram que nas vigas com fator de -
al. experimentais enrijecedores longitudinais forma < 0,25 a carga era mais afetada
Karnikova &
Skaloud
86 Herzog E Ensaios Aperfeiçoar a equação de Nova fórmula de projeto Pf = 1000t2w [1.2 + 1,25 Ifl/Iw
experimentais seu trabalho anterior (74)
h/tw(1 + c/h)2 (0,85a/100h)]
(1 –(σb/σy)2)1/8
( 2.34 )
87 Weimar & EF Elementos de casca Fazer uma análise Concluiu que o método pode produzir _
Ramm não-lineares paramétrica do problema bons resultados para previsão da carga

67
última e que a espessura da alma era
realmente o parâmetro mais importante
Ano Autores e Tipo* Método Objetivos Resultados e Conclusões Fórmulas
ref.
87 Galea et al. E Série de ensaios Investigar os benefícios do Concluíram que a presença de -
combinando uso de enrijecedores enrijecedores aumentava a capacidade

68
posições diferentes longitudinais na capacidade de carga em mais de 37% e que a

Capítulo 2 – Revisão Bibliográfica


de enrijecedores de carga última posição do enrijecedor tem pouca
com a presença de influência na carga última. Mostraram
momento que mesmo pequenos momentos têm
uma grande influência na carga de
ruína.
88 Roberts & E Modelo de Verificar a equação 1 de Trocaram o coeficiente 0,5 por 0,77 na t f ⎡ ⎛ 3c ⎞ ⎛ t f ⎞ ⎤
3/ 2

Coric charneiras plásticas Roberts 83 e investigar a fórmula (2.9). Pf = 0.77t w2 Eσ yw ⎢1 + ⎜ ⎟ ⎜ ⎟ ⎥


t w ⎢⎣ ⎝ h ⎠ ⎝ t w ⎠ ⎥⎦
interação carga/momento
( 2.35 )
88 Aribert et al. E Ensaios Investigar outros aspectos Nova fórmula para a carga de Ppl = Lp tw σy /sinθb
experimentais do mesmo assunto de 77 e plastificação da coluna
( 2.36 )
81, como por exemplo: um
contato oblíquo entre a viga
e a coluna.
89 Elgaaly & E Ensaios Estudar a influência de Verificaram que a excentricidade -
Nunan experimentais e pequenas excentricidades provocava uma queda de mais de 50%
modelo de da carga em relação ao na capacidade de carga da viga.
elementos finitos plano da alma
lineares

89 Shimizu et al. E Modelo de linhas Sugerir um mecanismo Sugeriram um novo modelo similar ao -
plásticas composto por duas linhas de Roberts & Rockey (1978) para o
de plastificação na alma e cálculo da carga de ruína mas alguns
quatro rótulas plásticas na testes ainda teriam que ser feitos
mesa carregada

90 Shimizu et al. T Método de Fazer uma análise Descobriu que para vigas com -
relaxação finita paramétrica do problema comprimento uniformemente carregado
menor e mesas flexíveis, um modelo de
3 linhas plásticas pode ser usado.

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Ano Autores e Tipo* Método Objetivos Resultados e Conclusões Fórmulas


ref.
90 Aribert et al. E Ensaios Outra abordagem, para Nova fórmula para a carga de colapso Pf = Pcy ( 1/λ(1 –0,22/λ)) ≤ Pcy
experimentais tratar os casos de cargas ( 2.37 )
aplicadas dos dois lados da
coluna. Pcrit πEt w3
λ= ; Pcrit =
Pcy (
3h 1 − ν 2 )
Pcy = σ yw t w (c + 2t e + 2 K );
90 Dubas & E Séries de testes Investigar a interação Propuseram duas fórmulas, uma para o Pf =0.11 t2w(Eσwy(c+2tf)/tw )½
Tschampeer com carga isolada, carga/momento cálculo da carga última, composta pelas
momento isolado e parcelas de resistência da alma e da +(bf tf/100 t2w)1/2
combinação de mesa, e outra para levar em conta a
carga e momento. interação carga momento. (Eσfly t5w (c +\2tf ))1/3
( 2.38 )
91 Dogaki et al. T Procedimento de Modelar o comportamento Investigaram a influência do -
diferenças finitas das vigas sujeitas a cargas comprimento da carga, a razão

Capítulo 2 – Revisão Bibliográfica


concentradas e comparar altura/espessura da alma, tensões
com experiências residuais e imperfeições iniciais.
91 Raoul et al. EF Elementos Finitos Fazer uma análise Desenvolveu um programa de Pf = 1,38 (E)0,3 (σwy)0,7
paramétrica do problema elementos finitos não-lineares
triangulares e comparou com 118 (tw)1,53 (Ifl)0,06 (c)0,23
resultados experimentais de Gales et al.
(87).Desenvolveu uma equação que com Ifl = bftf 3 /12
superestima a carga última em 35% ( 2.39 )
92 Markovic & E Análise de Estudar o comportamento Apresentaram uma discussão sobre a -
Hajdin Resultados de vigas com enrijecedores aplicabilidade das várias fórmulas
Experimentais longitudinais desenvolvidas por diferentes autores.
92 Kutmanova & E Ensaios Descrever as conclusões Estabeleceram fórmulas para a rigidez -
Skaloud Experimentais dos vários anos de ótima do enrijecedor longitudinal e para
investigações experimentais a carga última de vigas sujeitas a cargas
e avaliar a influência de concentradas, enrijecidas
enrijecedores longitudinais longitudinalmente. Estabeleceram uma

69
para cargas constantes e carga para o limite de fadiga.
recorrentes de curta
duração
Ano Autores e Tipo* Método Objetivos Resultados e Conclusões Fórmulas
ref.
93 Vellasco et al. RB Revisão Apresentar uma revisão dos Concluiu que apesar dos vários esforços -
bibliográfica estudos mais relevantes teóricos, numéricos e experimentais,

70
sobre o assunto não existe ainda uma solução fechada,

Capítulo 2 – Revisão Bibliográfica


única para o problema.
95 Subbarao EF Elementos Finitos Determinar uma fórmula de Descobriu que para determinada π 2D
lineares e não- projeto relação c/h a razão Pu/Pcr varia Pb = K p (2.14)
lineares linearmente. Desenvolveu um método h
que pode ser usado para quaisquer c,
h/a, h/tw.
95 Souza EF Modelagem por Demonstrar a adequação Os resultados encontrados se -
elementos finitos dos elementos finitos à mostraram similares aos fornecidos
utilizando o modelagem do problema. pelas fórmulas 2.6 e 2.9. Foi constatado
programa Saloof. que o erro percentual fornecido pelas
fórmulas e por elementos finitos era da
ordem de 20%.
95 Johansson & E Ensaios Estudo do comportamento Forneceram um método de projeto -
Lagerqvist experimentais de almas esbeltas similar aos usados em outros problemas
de flambagem
95 Lagerqvist E Ensaios Estudo do comportamento Modificaram o método do trabalho -
experimentais de almas esbeltas anterior e forneceram uma revisão
bibliográfica extensa do problema

96 Lagerqvist & E Ensaios Abordar os três casos de Foram sugeridos novos métodos de -
Johansson Experimentais Carregamento: cargas projeto consistentes nos três casos de
opostas, carga central e de carregamento e compatíveis com os
extremidade. usados em outros problemas de
flambagem, mas não incluem a
influência de enrijecedores longitudinais
na alma. Estes métodos foram
apresentados para o uso no Eurocode.

96 Prabha E Ensaios Avaliar o comportamento do Propôs uma solução simplificada -


experimentais problema baseada no conceito equivalente de
colunas, mas foi confirmado que era um
problema de flambagem de placas.

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Ano Autores e Tipo* Método Objetivos Resultados e Conclusões Fórmulas


ref.
96 Souza et al. EF Elementos Finitos Demonstrar as vantagens O modelo de Elementos finitos adotado -
de uma simulação provou ser eficiente para o estudo do
computacional na problema.Mostrou que as imperfeições
modelagem do problema iniciais são desprezíveis na alteração da
carga de ruína para o tipo de viga
simulado
97 Roberts &
Newark
E Ensaios
experimentais
Avaliar o comportamento do As soluções por mecanismos são
problema reduzidas a equações simples para uso ⎢ w
( )
⎡1.1t 2 Eσ w 0.5 x ⎤
y
⎥1
prático Pf = ⎢⎛ t f ⎞ ⎛ 0.25
ct ⎥ ⎞
⎢⎜ ⎟ ⎜1 + e w ⎟⎥ F
⎢⎣⎜⎝ t w ⎟⎠ ⎜⎝ ht f ⎟⎠⎥⎦

(2.12)
97 Kennedy, et E Ensaios Estudar o problema e Desenvolveu um modelo de resistência -
al. experimentais avaliar o efeito de flexão pós-flambagem e concluiu que as
coexistente imperfeições iniciais têm pouca

Capítulo 2 – Revisão Bibliográfica


importância
97a Granath EF Elementos Finitos Avaliar o Comportamento Concluiu que para as vigas estudadas, -
97b das vigas sujeitas a cargas com espessuras de alma pequenas, as
concentradas a partir dos dimensões da mesa não influem tanto
resultados de Roberts 81 quanto a sua rigidez a flexão.
98 Souza et al. EF Elementos Finitos Investigar a influência dos Verificou que as fórmulas existentes -
parâmetros envolvidos no ainda fornecem um erro superior a 20%.
problema Confirmou a importância da espessura
da alma e a relação de
proporcionalidade com a raiz quadrada
da tensão de escoamento.
99 Granath & EF Elementos Finitos e Avaliar a deformação e o Apresentou diferentes tipos de -
Lagerqvist ensaios comportamento das vigas deformação relacionados às
experimentais sujeitas a cargas características geométricas das vigas e
concentradas . explicou a flambagem pós-crítica em

71
vigas esbeltas.
99 Shahabian & EF Elementos Finitos Procedimento aproximado Os resultados para flambagem por -
Roberts para determinar a carga compressão, flexão e cisalhamento
última de almas sujeitas a foram compatíveis com formulações
combinações de carga. teóricas.
Ano Autores e Tipo* Método Objetivos Resultados e Conclusões Fórmulas
ref.
99 Tryland et al. EF Elementos Finitos e Validar os métodos A correlação dos resultados numéricos -
resultados numéricos na avaliação do e experimentais foi de 1%. Para vigas

72
experimentais problema de cargas esbeltas, a resposta é mais acurada,

Capítulo 2 – Revisão Bibliográfica


concentradas. embora seja difícil prever os resultados
para vigas compactas.
00 Granath EF Elementos Finitos Propor um método para a Foi proposto um método onde nenhuma -
previsão do estado limite de plastificação é permitida na alma e
serviço para vigas sujeitas a avaliadas novas formulas.
cargas concentradas
00 Granath et al. EF Elementos Finitos Avaliar o comportamento de As simulações mostraram que -
vigas sujeitas a cargas deformações irreversíveis reduzem a
concentradas e momento capacidade de carga das vigas e que
fletor constante. um estado limite de serviço deve ser
estabelecido.
01 Roberts & T Teoria e ensaios Estudar a resistência de Propôs uma fórmula para combinação -
Shahabian E experimentais vigas sujeitas a de diferentes esforços que apresentou
combinações de cargas bons resultados comparados aos
concentradas, momento e valores de testes.
cisalhamento.
01 Johansson et RB Revisão Revisão do Eurocode 3 com Concluiu que esta versão do Eurocode -
al. bibliográfica relação ao problema e pode ser melhorada em vários aspectos.
comparação com resultados
experimentais.
03 Graciano T Teoria e testes Descrever uma metodologia Demonstrou a influência da posição -
E experimentais para determinar a carga relativa do enrijecedor, do tamanho da
última de vigas de aço mesa carregada e da relação entre as
enrijecidas tensões limite de escoamento da alma e
longitudinalmente, sujeitas a da mesa na carga última.
cargas concentradas.

* - E – Experimental; EF – Elementos Finitos; T – Teórico; RB – Revisão Bibliográfica.

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3
Inteligência Computacional

3.1
Introdução

A Inteligência Computacional envolve um conjunto de técnicas inspiradas


na Natureza que visam o desenvolvimento de sistemas inteligentes. Estas técnicas
imitam características do comportamento humano, tais como: aprendizado,
raciocínio, evolução e adaptação. Entre elas estão as Redes Neurais, os
Algoritmos Genéticos e a Lógica Nebulosa.
Os Sistemas Inteligentes têm aplicação nos mais diversos setores, incluindo:
energético, econômico/comercial, seguros, telecomunicações, mercado de
capitais, industrial, meio-ambiente e medicina, obtendo, em muitos casos, uma
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eficiência superior àquela obtida por métodos convencionais.


Este capítulo apresenta uma breve descrição das técnicas de Inteligência
Computacional e a aplicação da técnica de redes neurais na avaliação do efeito de
cargas concentradas em vigas de aço. Como mencionado nos capítulos anteriores,
é grande a dificuldade de se obter uma fórmula de projeto precisa para este
problema, devido à influência de diversos parâmetros. Adicionalmente a
quantidade insuficiente de dados experimentais dificulta a validação de uma
análise paramétrica completa e uma correta avaliação dos comportamentos
resultantes.
Trabalhos anteriores (Fonseca et al., 1999), (Fonseca et al., 1999a),
(Fonseca, 1999) mostraram a viabilidade de geração de novos dados a partir do
treinamento das redes neurais de previsão com os dados experimentais existentes
e a comparação com as fórmulas de projeto propostas por Roberts (2.9) e Bergfelt
(2.7) conduziu a resultados significativos. Estes resultados também são
apresentados neste capítulo.

3.2
Algoritmos Genéticos

Os Algoritmos Genéticos foram inspirados no princípio Darwiniano da


evolução das espécies (sobrevivência dos mais aptos e mutações) e na genética.
74 Capítulo 3 – Inteligência Computacional

São algoritmos probabilísticos, que fornecem um mecanismo de busca paralela e


adaptativa. Este mecanismo é obtido a partir de uma população de indivíduos
(várias soluções possíveis para o problema), representados por cromossomos
(palavras binárias, vetores, matrizes etc), cada um associado a uma aptidão
(avaliação da solução no problema), os quais são submetidos a um processo de
evolução (seleção, reprodução, cruzamento e mutação) por vários ciclos.
O funcionamento do ciclo do algoritmo pode ser visto na Figura 3.1, onde
deseja-se achar o valor máximo para a função f (x) = x2 , sendo x um número
inteiro no intervalo de 0 a 63. A partir da população original, é calculada a
aptidão dos pais que corresponde à probabilidade de procriação para gerar a
próxima população, através de cruzamento e mutação. Com a nova população o
ciclo se repete.
Os Algoritmos Genéticos consistem em uma técnica na qual os
cromossomos são palavras binárias que codificam soluções para um problema.

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Algoritmos Genéticos que empregam outras estruturas e operadores heurísticos
são também conhecidos como Programas Evolucionários.
Programação Genética é uma técnica automática de programação que
propicia a evolução de programas de computadores que (aproximadamente)
resolvem problemas.

Figura 3.1 – Ciclo do algoritmo.

A técnica de algoritmos genéticos é muito útil em problemas de otimização,


em casos onde se busca a síntese de um objeto (programa de computador, circuito
Capítulo 3 – Inteligência Computacional 75

eletrônico, etc.), e quando a finalidade é simular um modelo que reproduza o


comportamento de determinado fenômeno (machine learning). Nestes casos,
geralmente é possível encontrar na programação tradicional um algoritmo que
ofereça uma solução ótima ou aproximadamente ótima. No entanto, alguns desses
algoritmos requerem informação auxiliar como, por exemplo, derivadas no caso
de técnicas de gradiente, informação esta muitas vezes não disponível ou difícil de
se obter. A Computação Evolucionária dispensa informações auxiliares e oferece
algoritmos gerais (Algoritmos Genéticos, Programação Genética e Eletrônica
Evolucionária) que são aplicados em problemas complexos, com grandes espaços
de busca, de difícil modelagem, ou para os quais não há um algoritmo eficiente
disponível. Alguns exemplos de utilização desta técnica são:
• Alocação de salas de aula;
• Otimização de percurso;
• Otimização de ligações de aço;
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• Planejamento de tabelas de jogos;


• Controle de fluxo de caixa.
Na engenharia estrutural encontram-se alguns trabalhos que utilizam os
algoritmos genéticos como ferramenta computacional. Entre eles pode-se citar os
trabalhos de dimensionamento e configuração de estruturas (Lemonge & Barbosa,
2000), de análise paramétrica de materiais viscoelásticos (Barbosa et al., 2000), de
projeto otimizado de galpões industriais (Ramasamy & Rajasekaran, 1996), etc.

3.3
Redes Neurais

As Redes Neurais foram inspiradas na estrutura do cérebro humano. Sabe-se


que o cérebro é composto de um grande conjunto de neurônios altamente
interconectados pelas sinapses. De forma análoga, as Redes Neurais Artificiais
são compostas de elementos processadores com comportamento inspirado em um
modelo simplificado do neurônio biológico, apresentando, deste modo, um
número surpreendente de características humanas (Haykin, 1999), tais como:
• Aprendizado por experiência e apresentação de exemplos;
• Generalização de novos exemplos a partir dos já apresentados;
76 Capítulo 3 – Inteligência Computacional

• Abstração, ou seja, podem extrair características essenciais de


dados ruidosos;
• Associação entre padrões diferentes (Ex.: Pessoa – Local.).
O neurônio artificial é baseado no modelo do neurônio biológico
(Wasserman, 1989). Os neurônios biológicos (Figura 3.2) são células com a
capacidade de receber, processar e transmitir impulsos eletroquímicos através das
sinapses que formam o sistema de comunicação cerebral. Cada neurônio recebe
sinais de outros neurônios através de seus dendritos. Estes sinais de excitação ou
inibição são acumulados no neurônio e quando a excitação atinge determinado
limite, o neurônio é ativado e dispara sinais para os neurônios vizinhos através do
axônio.

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Figura 3.2 – Neurônio Biológico (Schalch., 2003).

Na rede neural artificial, o Elemento Processador j (Figura 3.3) recebe um


vetor de entrada onde cada componente xi é multiplicado por um peso sináptico
wij. O nível de ativação do neurônio é uma função de ativação F (geralmente não-
linear) da soma destas entradas ponderadas. Esta função gera então uma saída sj
(normalmente entre 0 e 1 ou –1 e 1) que é transmitida ao próximo neurônio.

x1 w1j
w2j
sj
x2 Σxiwij F(Σxiwij)

x3 w3j

Figura 3.3 – Estrutura do Elemento Processador j.

As redes neurais têm uma estrutura organizada em camadas de elementos


processadores conectadas entre si. Esta estrutura, na maioria das redes, é
composta por uma camada de entrada, onde os vetores de entrada são fornecidos;
Capítulo 3 – Inteligência Computacional 77

uma camada de saída, por onde os resultados da rede são apresentados; e uma ou
mais camadas intermediárias ou escondidas. A organização interna das redes
depende do tipo de algoritmo adotado.
As Redes Neurais aprendem a partir da apresentação de exemplos. Este
aprendizado corresponde à determinação dos valores dos pesos sinápticos e pode
ocorrer através de um treinamento supervisionado ou não-supervisionado. Um
treinamento supervisionado implica na apresentação de vários vetores de entrada
com componentes xi e dos vetores de saída correspondentes desejados ti até que o
erro na saída seja inferior ao desejado. O treinamento não-supervisionado não
requer este vetor de saída. O sistema extrai as características do conjunto de
padrões, agrupando-os em classes. Desta forma, o treinamento não-supervisionado
se aplica apenas a problemas de “clustering” (agrupamentos), enquanto o
treinamento supervisionado é mais genérico, podendo ser empregado em diversos
tipos de problema.
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Devido a sua inspiração na funcionalidade e estrutura do cérebro, as Redes


Neurais não se aplicam a problemas simples de cálculo, passíveis de resolução por
qualquer programa convencional. Por suas características, elas são empregadas na
resolução de problemas complexos, como previsão, aproximação de funções,
reconhecimento de padrões e geração de novos resultados a partir de exemplos
ruidosos. Alguns exemplos de utilização desta técnica são:
• Previsão de séries temporais (carga elétrica, precipitação
pluviométrica, taxa de câmbio, etc.);
• Detecção e diagnóstico de falhas;
• Reconhecimento de imagens;
• Reconhecimento de voz;
• Reconhecimento de caracteres impressos (OCR);
• Detecção de fraude em cartões de crédito;
• Avaliação de risco;
• Determinação do perfil de consumidores.

Na engenharia estrutural já existem várias referências de trabalhos que


utilizam Redes Neurais. Uma das pesquisas, desenvolvida por Bento et al., é a
classificação e previsão de problemas na análise sísmica e resistência de estruturas
78 Capítulo 3 – Inteligência Computacional

a terremotos (Bento & Ndumo,1996), (Bento et al., 1997). O mesmo pesquisador


apresentou um estudo de viabilidade econômica de edifícios usando redes (Bento
et al., 1996).
Outro trabalho interessante foi desenvolvido por Anderson et al. (1993) para
avaliar o comportamento de ligações semi-rígidas viga-coluna no eixo de menor
inércia. Uma série de ensaios foi executada, variando sistematicamente
parâmetros significativos, e os resultados foram usados para treinar uma rede
neural para a previsão do momento e da rotação transmitidos. Foram considerados
aceitáveis erros de ±10% para o momento e ±20% para rotação. Três dados de um
total de vinte e um ultrapassaram a tolerância de rotação e quatro em vinte e um
ultrapassaram a tolerância de momento, equivalendo a 14,3% e 19,0% dos dados,
respectivamente.
Outros exemplos da ampla utilização de redes neurais em problemas de
engenharia estrutural podem ser encontrados em trabalhos de diversas linhas de

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pesquisa. Alguns exemplos são: identificação das cargas atuantes em asas de
aeronaves através da relação carga-deformação (Cao et al., 1998); análise de vigas
de concreto reforçadas (Flood et al., 2001); projeto otimizado de galpões
industriais (Ramasamy & Rajasekaran, 1996); análise de uma estrutura espacial
tri-dimensional deformada (Kerk & Yee, 2000); controle adaptativo
descentralizado de um seguimento de ponte estaiada (Xu et al., 2001); entre
outros.

3.3.1
A utilização das Redes Neurais para a Previsão da Carga Crítica

Na dissertação de mestrado (Fonseca, 1999) verificou-se que as redes


neurais fornecem bons resultados na previsão da carga crítica, apesar de nunca
terem sido empregadas para a avaliação dos três fenômenos separadamente. Nos
trabalhos anteriores, as redes foram treinadas a partir dos dados experimentais
existentes na literatura (Anexo A). Cada dado de treinamento foi composto pelos
parâmetros geométricos apresentados na Figura 1.5, pelas tensões limite de
escoamento da mesa σyfl e alma σyw e pela carga de ruína Pex. Sabendo-se que a
espessura da alma ao quadrado influencia diretamente o resultado, um novo
parâmetro de entrada foi inserido (tw2). Apesar da rede ser capaz de estabelecer
Capítulo 3 – Inteligência Computacional 79

esta relação apenas pelo fornecimento de tw, o tempo e o número de dados


necessários ao treinamento tendem a diminuir. Após alguns estudos, novos
parâmetros de entrada também foram gerados a partir das fórmulas de Bergfelt
(2.7) e de Roberts (2.9). Estes cinco novos parâmetros são apresentados na Tabela
3.1:

Tabela 3.1 – Parâmetros Combinados Utilizados no Treinamento.

a/ h tw / h tf / tw c/h c tw / a h

Foi utilizado o Software NeuralWorks Predict (Neuralware, 1997) para o


treinamento e a comparação das diversas redes. Este programa permite a
utilização de planilhas do Microsoft Excel para a entrada e saída de dados da rede
e pode fazer uma seleção das variáveis de entrada. O nível de seleção, a ser
definido pelo usuário, permite desde a utilização de todas as variáveis, até uma
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escolha rigorosa de um número reduzido de variáveis mais importantes.


Conforme explicado anteriormente, os tipos de função de ativação utilizados
pelos elementos processadores fornecem saídas limitadas, geralmente entre 0 e 1.
Deste modo, foi necessário efetuar uma normalização dos dados para permitir que
os valores apresentados na entrada e saída da rede neural também se situem entre
0 e 1. De forma a especializar a rede neural com o objetivo de se obter um melhor
desempenho, decidiu-se dividir os dados em 3 faixas. Estas 3 faixas permitiram
uma melhor normalização durante o treinamento das redes e o modelo com três
redes de previsão e uma de classificação é apresentado na Figura 3.4.

Rede de Classificação por Faixa

Rede de Previsão Rede de Previsão Rede de Previsão


Faixa 1 Faixa 2 Faixa 3

Figura 3.4 – Estrutura do Modelo adotado.

Os dados foram então divididos por faixa de carga. Estes conjuntos de dados
serviram para o treinamento das três Redes de Previsão de Carga e da Rede de
Classificação. Esta divisão, apesar de necessária, gerava uma quantidade muito
pequena de dados por grupo de treinamento, como pode ser visto na Figura 3.5,
80 Capítulo 3 – Inteligência Computacional

dificultando o aprendizado correto da influência de cada parâmetro de entrada na


carga última das vigas. A solução foi adotar uma superposição de valores de
treinamento nas redes de previsão. Esta superposição aumentou a quantidade de
dados por faixa, viabilizando o aprendizado das redes (Tabela 3.2).

Conjunto de 155 dados Experimentais

Rede de Classificação

82 dados 45 dados 28 dados


0 a 100 kN 100 a 200 kN 200 a 4010 kN

Rede de previsão Rede de previsão Rede de previsão


Faixa 1 Faixa 2 Faixa 3

Figura 3.5– Modelo de Classificação e Previsão

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Tabela 3.2 – Quantidade de Dados de Treinamento e Teste.

Faixas de Carga Dados para Faixas de Carga com Dados para


Treinamento Superposição Treinamento
e Teste e Teste
0 a 100 kN 82 0 a 121,64 kN 89
100 a 200 kN 45 79,68 a 252,75kN 65
Maior que 200 kN 28 Maior que 150 kN 46

Foram descartados os dados que apresentavam espessura da alma menor que


1 milímetro, considerando as dificuldades de ensaio de vigas com esta
característica e tendo em vista a complexidade do fenômeno medido
experimentalmente. Assim, estes dados foram retirados do conjunto de
treinamento e teste.
A razão dos resultados de treinamento e teste da rede da faixa 1 pelos
resultados experimentais em comparação com a razão dos resultados da fórmula
de Roberts (2.9) pelos resultados experimentais pode ser vista na Figura 3.6. A
Figura 3.7 e a Figura 3.8 apresentam o mesmo tipo de comparação para as faixas 2
e 3, respectivamente. Cada rede forneceu os resultados para os dados classificados
como sendo pertencentes à respectiva faixa.
Um resumo das características das 4 redes utilizadas na modelagem é
apresentado na Tabela 3.3.
Capítulo 3 – Inteligência Computacional 81

Pode-se verificar que todas as redes apresentaram erros inferiores a 15%,


não tendo ultrapassado 5% para a grande maioria dos dados. A tolerância em
torno de 20% permitiu uma melhor generalização, ajustando a função de forma a
responder bem para todos os dados.
Apesar dos bons resultados encontrados nesta abordagem, a divisão das
faixas foi baseada na carga última e não no comportamento estrutural. Desta
forma, torna-se necessária uma nova abordagem, baseada na especialização das
três redes para cada fenômeno específico (enrugamento, flambagem e
plastificação). Isto tende a melhorar a previsão da carga última e a compreensão
do problema, pois vigas com um mesmo valor de carga última podem representar
fenômenos físicos diferentes.

1,50
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1,40

1,30

1,20
P/Pexp

1,10

1,00

0,90

0,80

0,70
0,00 20,00 40,00 60,00 80,00 100,00 120,00
Pexp

Testes Treinamento Roberts

Figura 3.6 – Razão dos Resultados Previstos pela Rede da Faixa 1 e Pela equação
(2.9) sobre o Resultado Experimental em função da Carga Experimental.
82 Capítulo 3 – Inteligência Computacional

1,40

1,30

1,20

1,10
P/Pexp

1,00

0,90

0,80

0,70
100,00 110,00 120,00 130,00 140,00 150,00 160,00 170,00 180,00 190,00
Pexp

Testes Treinamento Roberts

Figura 3.7 – Razão dos Resultados Previstos pela Rede da Faixa 2 e Pela equação

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(2.9) sobre o Resultado Experimental em função da Carga Experimental.

2,00

1,80

1,60

1,40
P/Pexp

1,20

1,00

0,80

0,60
200,00 700,00 1200,00 1700,00 2200,00 2700,00 3200,00 3700,00 4200,00 4700,00
Pexp

Testes Treinamento Roberts

Figura 3.8 – Razão dos Resultados Previstos pela Rede da Faixa 3 e Pela equação
(2.9) sobre o Resultado Experimental em função da Carga Experimental.
.
Capítulo 3 – Inteligência Computacional 83

Tabela 3.3 – Características das Redes Selecionadas.


Rede Neural Classificação Faixa 1 Faixa 2 Faixa 3
Entradas 14 15 14 11
Processad. na Camada Escond. 0 16 16 8
Saídas 3 1 1 1
Tolerância (%) 5 20 20 17
Função de Ativação Sigmóide Sigmóide Sigmóide Sigmóide
Nível de Ruído Dados limpos Dados limpos Dados limpos Dados limpos
Transformação de Dados Superficial Superficial Superficial Superficial
Seleção de Variáveis Nenhuma Nenhuma Nenhuma Nenhuma
Busca da Rede Exaustiva Exaustiva Exaustiva Exaustiva
Erro percentual máximo - 14,28 12,96 11,16
Desvio padrão 5,20 3,48 4,47
Erro Percentual - 4,08 2,75 4,68
médio absoluto
Dados com erro 100% 69,6% 86,7% 60,7%
inferior a 5%
Dados com erro - 24,1% 8,9% 32,1%
entre 5% e 10%
Dados com erro - 6,3% 4,4% 7,2%
entre 10% e 15%
Percentual de 70-30 70-30 70-30 70-30
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Treinamento-Testes

3.4
Lógica Nebulosa

De acordo com Zadeh (1965), o princípio da incompatibilidade diz que:


“Conforme a complexidade de um sistema aumenta, a nossa habilidade de fazer
declarações precisas e significativas sobre o comportamento do sistema diminui,
até alcançar um limite além do qual precisão e relevância se tornam características
mutuamente exclusivas”. A lógica fuzzy fornece um método para reduzir e
explicar a complexidade do sistema.
A Lógica Nebulosa tem como objetivo modelar o modo aproximado de
raciocínio, tentando imitar a habilidade humana de tomar decisões racionais em
um ambiente de incerteza e imprecisão. Deste modo, a Lógica Nebulosa é uma
técnica inteligente que fornece um mecanismo para manipular informações
imprecisas, como conceitos de esbeltez, compacidade, flexibilidade e rigidez.
Esta técnica permite inferir uma resposta aproximada para uma questão
baseada em um conhecimento que é inexato, incompleto ou não totalmente
confiável. Devido as suas características intrínsecas, a Lógica Nebulosa é capaz de
incorporar tanto o conhecimento objetivo (a partir de dados numéricos) quanto o
84 Capítulo 3 – Inteligência Computacional

conhecimento subjetivo (a partir de informações lingüísticas). Ao contrário de


outras técnicas, esta se desenvolveu primeiro no mercado comercial para depois
retornar às universidades.
Os primeiros fundamentos desta técnica surgiram em 1965, desenvolvidos
por Lofti Zadeh. A idéia é de que os elementos pertençam a cada conjunto com
diferentes graus de pertinência (ou de ativação, no caso de não estarem
normalizados entre 0 e 1). Desta forma, nos conjuntos nebulosos, cada elemento
pode estar associado a um ou mais conjuntos através de funções de pertinência a
estes conjuntos. Estas funções representam matematicamente regras nebulosas
(por exemplo, se a esbeltez da alma é baixa, então a alma é compacta). A Figura
3.9 mostra que vigas com esbeltez de alma entre 60 e 100 podem ser consideradas
ao mesmo tempo de alma esbelta e de alma compacta, tendo no entanto uma
pertinência maior ou menor a cada um destes conjuntos.

1,2

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1

0,8
Grau de pertinência

0,6

0,4

0,2

0
0 50 100 150 200
Esbeltez daalma

alma compacta alma esbelta alma muito esbelta

Figura 3.9 – Exemplo de conjuntos nebulosos e funções de pertinência.

Desta forma, a lógica nebulosa permite limites mais graduais para a


classificação de vigas de almas esbeltas ou compactas ou a classificação de
diferentes comportamentos. Exemplos de utilização desta técnica podem ser
encontrados nas seguintes áreas:
- Controle de aeronaves, metrôs, etc;
- Ajuste de imagens de TV;
- Ajuste de foco;
Capítulo 3 – Inteligência Computacional 85

- Controles de temperatura, velocidade, posição, etc.


Na área estrutural, encontram-se os trabalhos de dano em estruturas mistas
(Ramu & Johnson, 1995) e um modelo neuro-fuzzy para avaliação de construções
(Barai & Nair, 2001), entre outros.

3.5
Modelos Neuro-fuzzy Hierárquicos

Os sistemas Neuro-Fuzzy estão entre os sistemas híbridos mais pesquisados


na atualidade, por associarem as vantagens de duas técnicas de modelagem muito
populares como as Redes Neurais e a Lógica Fuzzy. Estes sistemas combinam a
capacidade de aprendizado das Redes Neurais com o poder de interpretação
lingüístico dos sistemas de inferência fuzzy (Souza, 1987).
Os sistemas neuro-fuzzy tradicionais apresentam duas limitações: a primeira
limitação ocorre em função da chamada explosão combinatorial das regras
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nebulosas. Por exemplo, num problema com oito variáveis de entrada e cada uma
delas com seu universo de discurso subdividido em três conjuntos fuzzy (Ex.: alto,
baixo e médio), pode-se chegar a um total de 6561 (38) regras. Suponha agora que
se tenha 12 entradas. Usando-se a mesma divisão nos universos de discurso para
cada variável de entrada, chega-se a um total de 531.441 (312) regras.
A segunda limitação presente nos sistemas neuro-fuzzy atuais é que alguns
têm estrutura fixa, arbitrada a priori e invariável. Outros sistemas neuro-fuzzy,
mais flexíveis, têm alguma capacidade de alterar a sua estrutura, permitindo que
se altere o número de divisões no universo de discurso de algumas de suas
variáveis de entrada e, conseqüentemente, o número de regras. Entretanto, esta
habilidade é reduzida (Gonçalves, 2001).
Em função das limitações dos modelos neuro-fuzzy existentes, nesta tese
optou-se por utilizar modelos neuro-fuzzy hierárquicos. Estes modelos possuem
capacidade ilimitada de criar e expandir sua estrutura, reduzem a limitação quanto
ao número de entradas, e são capazes de extrair regras de conhecimento a partir de
um conjunto de dados. Sendo assim, o modelo adotado é o software desenvolvido
no Laboratório do ICA da PUC-Rio, como dissertação de Mestrado do aluno de
Sistemas de Computação Laércio Brito Gonçalves (2001). Este modelo está
preparado para fazer uma classificação neuro-fuzzy, explicitando regras
86 Capítulo 3 – Inteligência Computacional

hierárquicas (BSP – Binary Space Partitioning) geradas e o grau de ativação de


cada dado aos diferentes fenômenos físicos, utilizando um método de
particionamento recursivo que divide o espaço de entrada das variáveis xn do
sistema, sucessivamente, em duas regiões. Essa divisão recursiva do espaço de
entrada pode ser representada por uma árvore binária (Figura 3.10) que ilustra as
sucessivas sub-divisões do espaço de entrada, sendo cada uma das terminações
finais uma regra do tipo: “Se x12 é baixo, x13 é baixo e x3 é baixo, então o
padrão pertence a classe 1”. A taxa de decomposição do programa é a variável que
limita o número de partições e, conseqüentemente, o número de regras. O
princípio da tarefa de classificação de padrões é descobrir relacionamentos entre
os dados com a intenção de prever a classe de um padrão desconhecido.
1

x12

x13

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x3 x3

x2 x2 x2

x11 x11
x11 x11

x10 x10 x10 x10 x10 x10

x9 x9 x9 x9 x9 x9

x8 x8 x8 x8 x8

x7 x7

Figura 3.10 – Exemplo de estrutura em árvore do modelo NFHB-Invertido.

O programa aceita até 21 parâmetros como entrada e 7 classes diferentes


como saída, atendendo às necessidades do problema estudado. Os resultados
encontrados por este programa e apresentados em (Gonçalves, 2001) mostraram-
se, na maioria dos casos, iguais ou superiores aos melhores resultados encontrados
pelos outros modelos e algoritmos aos quais foram comparados. O desempenho
do programa em relação ao tempo de processamento também se mostrou muito
Capítulo 3 – Inteligência Computacional 87

bom, além da utilização deste programa ser simples e não exigir do usuário
conhecimentos de programação.
O próximo capítulo apresenta a utilização de algoritmos genéticos na
otimização de fórmulas de previsão da carga crítica e um sistema de previsão da
carga e classificação dos dados de cargas concentradas em vigas de aço de acordo
com o fenômeno físico, baseado em um modelo neuro-fuzzy hierárquico de
classificação.
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88
Capítulo 3 – Inteligência Computacional

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4
Técnicas de Inteligência Computacional na Avaliação do
Problema de Cargas Concentradas

4.1
Introdução

Os resultados apresentados no capítulo 3 demonstraram que as redes neurais


possuem uma grande capacidade de previsão da carga última e boa generalização
para novos dados. Porém, deve-se ressaltar que a matemática intrínseca das redes
neurais não é visível (modelo tipo caixa preta) e a técnica é extremamente
dependente dos resultados experimentais disponíveis.
Para uma melhor compreensão do problema, seria preciso conhecer os
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critérios usados pela rede neural, isto é, que regras a rede formula
matematicamente para representar os diferentes fenômenos. Porém, as
características das redes neurais e a complexidade da arquitetura empregada
tornam isso inviável.
Este capítulo apresenta o desenvolvimento de um sistema de classificação
do fenômeno físico baseado em um modelo neuro-fuzzy hierárquico para
classificar o fenômeno físico quanto aos diferentes comportamentos estruturais de
forma mais gradual, uma vez que não é possível definir limites exatos para este
problema.
Neste trabalho, também foi aventada a possibilidade da utilização de
algoritmos genéticos para a criação de uma nova fórmula de projeto e um estudo
sobre a utilização de uma única rede neural de previsão de carga parametrizada
pela carga de plastificação. Estes modelos e os resultados encontrados pelo
sistema de classificação são apresentados a seguir.

4.2
Geração de uma Nova Fórmula por Algoritmos Genéticos

A geração de uma nova fórmula para a carga de ruína de vigas de aço


submetidas a cargas concentradas caracteriza um problema complexo, pois
90 Capítulo 4 – Técnicas de Inteligência Computacional na Avaliação do
Problema de Cargas Concentradas

envolve a interação de diversos parâmetros e a influência concomitante de


diferentes comportamentos estruturais na mesma viga. Uma das técnicas da
programação genética é a regressão simbólica (Koza, 1994), desenvolvida para
encontrar uma expressão matemática que se ajuste melhor a um conjunto de
dados, a partir da informação das variáveis relevantes.
Apesar da regressão simbólica por programação genética ser a técnica mais
indicada para gerar uma nova fórmula empírica para o problema de cargas
concentradas, não existem softwares desta técnica que permitam a utilização de
tantas variáveis e seria necessário desenvolver uma ferramenta para este estudo, o
que não fazia parte do escopo desta tese. Desta forma, a primeira abordagem nesta
área (Fonseca et al., 2000) utilizou apenas algoritmos genéticos com o objetivo de
otimizar coeficientes e potências de fórmulas existentes (Bergfelt, 1979), (Roberts
& Newark, 1997).
Uma das primeiras equações para o problema, proposta por Lyse & Godfrey

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(1935), ainda está em uso. Esta fórmula (2.1) avalia a resistência da alma da viga
sem considerar problemas de instabilidade. Desta forma, a fórmula tem sido
aplicada em diversas normas internacionais, para casos onde a alma é mais
compacta, tendo sido desenvolvida para vigas com esbeltez de alma (h/tw) em
torno de 52. Dentre as fórmulas desenvolvidas por outros pesquisadores, bons
resultados foram obtidos pelas fórmulas de Bergfelt (1979) e Roberts & Newark
(1997).
A fórmula de Bergfelt (2.7) foi desenvolvida com o objetivo de considerar a
influência de diversos parâmetros, no entanto os resultados não foram muito
superiores aos trabalhos anteriores. Os melhores resultados foram encontrados
pela fórmula de Roberts & Newark (2.12).
Os critérios para utilização de cada uma das fórmulas variam de norma para
norma, estando no entanto relacionados com a esbeltez da alma e seguindo os
métodos tradicionais. Ou seja, limites rígidos são estabelecidos para a utilização
de cada fórmula, prejudicando assim os casos intermediários entre a instabilidade
e a plasticidade. Uma fórmula mais eficaz deve fazer uma combinação entre estes
dois estados limites últimos. A obtenção dos coeficientes e potências desta nova
fórmula pode ser realizada utilizando uma otimização por algoritmos genéticos.
Capítulo 4 – Técnicas de Inteligência Computacional na Avaliação do Problema 91
de Cargas Concentradas

A partir da fórmula de Robert & Newark (2.12) e dos parâmetros mais


significativos da fórmula de Bergfelt avaliados em uma análise paramétrica
(Fonseca, 1999) foi construída uma estrutura de fórmula com coeficientes e
potências Ki a serem calibrados. Esta estrutura é apresentada na equação 4.1. O
“cromossomo”, definido como uma possível solução para o problema,
corresponde aos valores Ki da equação. Foi utilizado o software Evolver (Winston
& Albright, 1999), ligado ao Microsoft Excel, para a evolução. Após vários
ajustes foram definidos:
• População: 3000
• Probabilidade de mutação: 0,15
• Probabilidade de cruzamento: 0,80
A otimização consistiu em minimizar a função de avaliação definida como o
erro percentual máximo de todos os 161 dados experimentais (Fonseca et al.,
1999) apresentados no Anexo A, sendo este erro a diferença entre os resultados
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experimentais e os resultados calculados pela fórmula, a cada geração.

⎛t ⎞
K1 ⎡ ⎛tf ⎞
K4

Pf = ⎜ W ⎟ (
⎢t wK 2 Eσ yw )
K3

⎜t

⎟ (K 5 + K 6c K7 K8 K9
e tW f t )
h K 10 b wK 11 ⎥ +
⎝ h ⎠ ⎢⎣ ⎝ w ⎠ ⎥⎦
(4.1)
K 13
⎛t ⎞
+ K 12⎜ W ⎟ t W σ yw (c + K 14t f )
⎝ h ⎠

Nesta equação a primeira parcela da soma é referente à instabilidade e a


segunda referente à plastificação da alma. Estas parcelas são mais usadas ou
menos usadas de acordo com a esbeltez da alma (h/tw), estabelecendo limites mais
graduais na própria fórmula, inspirados na técnica de lógica nebulosa. Depois da
evolução dos coeficientes e potências Ki, foi obtida a fórmula apresentada abaixo,
que forneceu resultados satisfatórios para todos os dados experimentais avaliados
que englobam diferentes problemas de comportamento estrutural (Tabela 4.1).

0.001 ⎡ ⎛ tf ⎞
0 .4

⎛t ⎞
Pf = ⎜ W ⎟ (
⎢t w2 Eσ yw )
0 .5
⎜⎜ ⎟⎟ (0.8 + 0.12c 3.3 − 0.25 − 0.75
e Wt ft )
h 0.95bw− 3.25 ⎥ +
⎝ h⎠ ⎢⎣ ⎝ tw ⎠ ⎥⎦
(4.2)
0.06

tW σ yw (c + 1.75t f )
⎛t ⎞
+ 0 . 2⎜ W ⎟
⎝ h⎠
92 Capítulo 4 – Técnicas de Inteligência Computacional na Avaliação do
Problema de Cargas Concentradas

Tabela 4.1 – Comparação entre resultados das fórmulas


Fórmula GA Roberts & Newark Bergfelt Lyse&Godfrey
(2.12) (2.7) (2.1)
Erro máximo % 30,45 85,19 567,02 117,01
Erro médio % 13,11 12,82 35,66 43,22

Apesar do método ter reduzido o erro percentual da fórmula, foi aventada


uma outra abordagem, utilizando apenas os dados referentes a vigas mais esbeltas
para a otimização da fórmula. Foram utilizados os 127 dados das vigas de faixas 1
e 2 apresentadas na dissertação de mestrado (Fonseca, 1999), isto é, os dados de
carga última até 250 kN apresentados no Anexo A. Os resultados tiveram uma
melhora pouco significativa, como pode ser visto a seguir:

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Tabela 4.2 - Comparação entre resultados das fórmulas
Fórmula GA Roberts & Newark Bergfelt Lyse&Godfrey
(2.12) (2.7) (2.1)
Erro máximo 28,49 36,92 125,04 117,01
Erro médio 11,43 12,10 23,86 44,05

A fórmula encontrada é apresentada abaixo, e seus resultados mostram que é


possível a geração de uma fórmula de projeto mais precisa a partir de um maior
conhecimento do problema.

− 0.015 ⎡ ⎛ tf ⎞
0.39

⎛t ⎞
Pf = ⎜ W ⎟ (
⎢t w2 Eσ yw )
0.5
⎜⎜ ⎟⎟ (0.78 + 0.57 c
4.62 − 2.21 2.20 1.19 − 5.8
e t
W t f h bw )⎥ +
⎝ h⎠ ⎢⎣ ⎝ tw ⎠ ⎥⎦
(4.3)
0.56

tW σ yw (c + 3.05t f )
⎛t ⎞
+ 1.72⎜ W ⎟
⎝ h⎠

Apesar das restrições de forma impostas, a fórmula empírica obtida com os


algoritmos genéticos atingiu resultados satisfatórios para confirmar as vantagens
da utilização de uma única fórmula. Apesar dos erros encontrados serem
superiores aos fornecidos pelas redes neurais, eles foram inferiores aos fornecidos
pelas fórmulas tradicionais de dimensionamento, mesmo quando uma única
fórmula para todos os tipos de viga foi adotada. O erro máximo foi inferior a todas
Capítulo 4 – Técnicas de Inteligência Computacional na Avaliação do Problema 93
de Cargas Concentradas

as outras fórmulas, possibilitando a redução dos fatores de segurança necessários


a engenharia estrutural.
Deve-se ressaltar que este estudo apenas avalia o desempenho dos
algoritmos genéticos e a possibilidade de utilização de uma única fórmula de
projeto. Este trabalho poderá prosseguir com a utilização de um programa de
regressão simbólica por programação genética que tende a melhorar ainda mais
este resultado, garantindo maior liberdade na geração de uma nova fórmula. Deve-
se considerar também a possibilidade da utilização dos valores de carga
fornecidos pelas redes neurais para a evolução de fórmulas por algoritmos
genéticos.

4.3
Rede Neural unificada de previsão da carga crítica

Uma nova abordagem do problema foi a utilização de uma única rede neural
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de previsão, através da normalização da carga última a partir da divisão por uma


fórmula de plastificação da alma (equação 4.4), baseada na equação 2.1 de Lyse &
Godfrey.

Pex
; onde: Pn = σ t w(c + kt f ) (4.4)
Pn w
O valor adotado para a variável k foi estabelecido através de uma
comparação das redes neurais que atingiram uma melhor performance. Alguns dos
resultados das redes com k variando de 14 a 17 são apresentados na Figura 4.1. Os
melhores resultados foram para um valor de k igual a 17. É importante observar
que este valor não tem um significado físico, servindo apenas como parte de um
parâmetro de normalização.
Várias arquiteturas de redes neurais foram treinadas e comparadas, variando
o número de processadores na camada escondida. Os melhores resultados foram
obtidos com 15 processadores, como pode ser observado na Figura 4.2. A Tabela
4.3 apresenta um resumo do desempenho das melhores redes neurais de previsão
de carga.
Uma comparação dos erros percentuais da rede selecionada com algumas
fórmulas de previsão (2.7, 2.12 e 2.17) é apresentada na Figura 4.3. Verifica-se
94 Capítulo 4 – Técnicas de Inteligência Computacional na Avaliação do
Problema de Cargas Concentradas

que o desempenho da rede unificada de previsão foi tão bom quanto o apresentado
no capítulo 3 pelas três redes divididas por faixas de carga e que elas apresentam
resultados superiores aos apresentados pelas fórmulas. Estes resultados mostram
que uma única rede neural é capaz de prever os resultados de diferentes
fenômenos físicos.

Tabela 4.3 – Resultados da rede neural de previsão da carga crítica.


Treinamento e validação Testes
Desvio Padrão 7,31
Erro Percentual médio absoluto 6,71 11,32
Dados com erro inferior a 5% 52,17% 17,65%
Dados com erro entre 5% e 10% 21,01% 29,41%
Dados com erro entre 10% e 15% 16,67% 17,65%
Dados com erro entre 15% e 20% 7,25% 23,53%
Dados com erro entre 20% e 25% 2,17% 11,76%
Dados com erro superior a 25% 0,72% 0%
Percentual de Treinamento-validação- 70/20 10

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testes

1,4

P/Pexp

1,3

1,2

1,1

0,9

0,8

0,7
0 20 40 60 80 100 120 140 160
Dados experimentais

14 15 16 17 18

Figura 4.1 – Avaliação do parâmetro de normalização k.


Capítulo 4 – Técnicas de Inteligência Computacional na Avaliação do Problema 95
de Cargas Concentradas

1,4

P/Pexp

1,3

1,2

1,1

0,9

0,8

0,7

0,6
0 20 40 60 80 100 120 140 160 180
Dados experimentais

12 13 14 15 16
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Figura 4.2 – Avaliação do número de processadores na camada escondida.

80,00

60,00

40,00

20,00

0,00
0 20 40 60 80 100 120 140 160 180

- 20,00

- 40,00

D a do s Ex pe r i m e n t a i s

Rober t s Bergf elt Eur ocode Trein. e Validação Test es

Figura 4.3 – Comparação dos resultados com fórmulas de previsão da carga.


96 Capítulo 4 – Técnicas de Inteligência Computacional na Avaliação do
Problema de Cargas Concentradas

4.4
O Sistema de Classificação do Fenômeno Físico Proposto

O estudo consiste no desenvolvimento de um sistema baseado em um


modelo neuro-fuzzy para classificar os dados de acordo com o grau de ativação
aos diferentes fenômenos físicos (flambagem, enrugamento e plastificação) e para
a obtenção de um conjunto de regras que poderão servir para uma futura análise
paramétrica e, conseqüentemente, prever a resistência última de vigas de aço
sujeitas a cargas concentradas. Em (Fonseca, 1999), a divisão das classes foi feita
pela magnitude da carga e não de acordo com o fenômeno físico associado. Isto
tende a provocar distorções na avaliação da carga última, pois vigas com um
mesmo valor de carga última podem representar fenômenos físicos diferentes.
Desta forma, os dados existentes foram avaliados a fim de determinar o
fenômeno físico como saída. A primeira solução proposta é que de acordo com a
classificação, uma rede neural diferente seja empregada para prever a carga

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esperada de cada comportamento. A carga final de cada viga é a soma ponderada
do resultado de cada uma destas redes, utilizando os graus de ativação gerados
pelo sistema neuro-fuzzy como pesos do somatório (Figura 4.4).

Sistema Neuro-fuzzy de classificação

Rede de Flambagem Rede de Crippling Rede de Plastificação

Grau de Ativação Grau de Ativação Grau de Ativação

Carga

Figura 4.4 – Modelo neuro-fuzzy.

Os dados de treinamento e teste do sistema neuro-fuzzy de classificação tem


os parâmetros geométricos e de material como entradas, e o fenômeno físico
correspondente como saída. Para isso, é necessário avaliar os dados de cargas
concentradas existentes com relação ao fenômeno ocorrido.
Capítulo 4 – Técnicas de Inteligência Computacional na Avaliação do Problema 97
de Cargas Concentradas

4.5
A pesquisa dos Dados Bibliográficos

Um novo levantamento bibliográfico foi desenvolvido para viabilizar a


utilização destes dados no treinamento do sistema. A partir do trabalho de Roberts
& Newark (1997), cada dado experimental [anexo A] foi estudado em sua fonte
original para avaliar qual o fenômeno físico atuante na ruína.
Os dados 1-23 do anexo A foram originalmente ensaiados por Bergfelt
(Bergfelt & Hovik, 1968) (Bergfelt, 1971). De acordo com observações do autor,
todos os dados pertencem a primeira classe – flambagem.
Os dados 24-44 são originários dos trabalhos de Skaloud & Novak (1972) e
Skaloud & Drdacky (1975). Segundo os autores “Uma inspeção das figuras
abaixo mostra a grande influência da rigidez da mesa na deformação das vigas
ensaiadas. Enquanto, no caso de mesas flexíveis, a flambagem da alma e a
deformação da mesa estão localizadas próximas a carga concentrada, em mesas
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rígidas a deformação da alma e a flexão das mesas estão distribuídas praticamente


em toda a extensão do painel”.Foi considerado então que as vigas com espessura
de mesa inferior a 6,5 mm pertencem à segunda classe – enrugamento (crippling),
e as demais à primeira classe – flambagem.

Flambagem Enrugamento
Figura 4.5 – Painéis característicos das vigas ensaiadas TG1 e TG5 (Skaloud &
Novak, 1972).

Os dados 45-47 do anexo foram ensaiados por Bagchi & Rockey (1968) e
comparados com simulações de elementos finitos. A figura abaixo apresenta a
98 Capítulo 4 – Técnicas de Inteligência Computacional na Avaliação do
Problema de Cargas Concentradas

deformação típica da alma no ponto de aplicação da carga para os três ensaios. Os


dados pertencem à primeira classe – flambagem.

Figura 4.6 – Deformação da alma no ponto de aplicação da carga Bagchi & Rockey,
1975).

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Os dados 48-63 foram considerados flambagem a partir das informações
obtidas em (Drdacky & Novotny, 1977) e na figura abaixo.

Figura 4.7 – Deformação da alma no ponto de aplicação da carga(Drdacky &


Novotny, 1977)).

O trabalho de Bergfelt (1979) fornece o tipo de fenômeno físico ocorrido em


22 ensaios a partir de informações sobre o formato de deformação da seção
transversal da alma na área de aplicação da carga e da própria carga experimental
da viga quando comparada ao valor previsto para a plastificação. O anexo A
Capítulo 4 – Técnicas de Inteligência Computacional na Avaliação do Problema 99
de Cargas Concentradas

apresenta a classificação, enquanto o anexo B apresenta as figuras referentes a


estes e outros ensaios.
Os dados 64-67 foram avaliados por informações do texto e do anexo B. Os
dados 64 e 66 foram definidos como flambagem e os dados 65 e 67, apesar de
estarem em uma situação intermediária, foram definidos como enrugamento.
Os dados 68-85 são apresentados no Anexo B e foram classificados de
acordo com o apresentado no anexo A.
Os dados 86-111 são originários do trabalho de Roberts (1981) e, de acordo
com informações tiradas do texto e da Figura 4.8, nos dados de mesa mais flexível
ocorreu enrugamento (crippling) enquanto que nas vigas de mesas mais rígidas
ocorreu um fenômeno intermediário entre enrugamento e flambagem. A
classificação adotada é apresentada no anexo A.
No trabalho de Roberts e Markovic (1983) são apresentados os dados 112-
124. Estes dados foram considerados como sendo de plastificação e enrugamento.
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O Anexo A apresenta a classificação utilizada no treinamento.


Os dados 125-142 são resultantes do trabalho de Bergfelt (1983) e são
apresentados no Anexo B. A classificação é apresentada no anexo A.

Figura 4.8 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da carga - 86 a 111
(Roberts, 1981).
100 Capítulo 4 – Técnicas de Inteligência Computacional na Avaliação do
Problema de Cargas Concentradas

Os dados 143-161 foram retirados do trabalho de Kennedy et al. (1997) e,


apesar de serem mais compactos que todos os dados anteriores, somente o dado de
número 143 pode ser considerado como pertencente à terceira classe –
plastificação, tendo todos os outros dados apresentado problemas de flambagem,
sendo assim classificados como de primeira classe.

4.6
A Adaptação do Modelo Proposto aos Dados Bibliográficos

Considerando a pequena concentração de dados da terceira classe


(plastificação), o modelo proposto precisou ser reformulado, pois a pequena
quantidade de dados desta classe (10 dados experimentais – Anexo A) não
permitiria o treinamento de uma rede de previsão específica. Sendo assim, foi
adotado um modelo com um sistema de classificação neuro-fuzzy e uma única
rede neural de previsão que utilize como entradas os graus de ativação gerados

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pelo sistema neuro-fuzzy. O novo modelo é apresentado na figura abaixo.
Sistema Neuro-fuzzy de classificação

Grau de Pertinência Grau de Pertinência Grau de Pertinência

Rede de previsão da carga

Figura 4.9 – Modelo neuro-fuzzy alterado.

Para treinar o sistema neuro-fuzzy de classificação, foram utilizados os


dados apresentados no item anterior e os perfis laminados do anexo C. Estes perfis
foram necessários como uma base de dados de plastificação e selecionados por
serem compactos e não apresentarem problemas relacionados à instabilidade.
As tensões limite de escoamento adotadas foram de 250 MPa com
comprimento carregado de 5 mm e fator de forma do painel de alma (a/h) de 3,
correspondendo às condições mais desfavoráveis para a estabilidade dos perfis,
garantindo que, mesmo nos piores casos de carregamento, estas vigas não
apresentariam problemas de instabilidade.
Capítulo 4 – Técnicas de Inteligência Computacional na Avaliação do Problema 101
de Cargas Concentradas

4.6.1
Sistema Neuro-fuzzy de classificação

Os dados foram divididos em três grupos: um de treinamento (70%), um de


validação (20%) e outro de testes (10%). Os parâmetros de entrada adotados no
primeiro treinamento foram as oito propriedades geométricas e do material
exibidas na Figura 1.5.
Os primeiros treinamentos do sistema resultavam em erros na classificação
da ordem de 20 a 25% dos dados de treinamento e validação. Estes erros foram
considerados insatisfatórios e foi feita uma nova avaliação dos dados para
verificar se uma classificação incorreta de alguns dados poderia estar
prejudicando todo o conjunto de treinamento e fazendo com que o sistema
aprendesse a partir de exemplos errados. Algumas alterações foram executadas.
o Os dados 1-23 haviam sido classificados todos como flambagem,
mas de acordo com uma observação do autor, os dados com
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espessura de mesa menores que o dobro da espessura da alma


apresentavam comportamento de enrugamento, sendo assim os
dados 1 e 2 foram alterados.
o Havia também a possibilidade do sistema estar caindo em um
mínimo local da função de classificação dos dados. Para evitar este
problema, foi alterada a taxa de decomposição do programa.
Quanto menor esta taxa, maior o número de regras criadas pelo
sistema, atendendo a problemas de interação entre parâmetros mais
complexa.
o Foi também considerada a inclusão de novos parâmetros como
entrada. Alguns treinamentos mostravam que as tensões limite de
escoamento da alma e da mesa eram consideradas mais importantes
para a classificação do que a espessura da mesa e outros
parâmetros geométricos. Avaliando o conjunto de dados, foi
possível constatar que a adoção de valores iguais de tensões limite
de escoamento para a maioria dos dados da terceira classe fazia o
sistema aprender que este valor era muito significativo para a
classificação. Assim, os perfis foram repetidos com tensões limite
de escoamento de 350 MPa, fator de forma (a/h) de 1 e
comprimento carregado c igual a um quarto da altura da viga.
102 Capítulo 4 – Técnicas de Inteligência Computacional na Avaliação do
Problema de Cargas Concentradas

o Foi inserida a esbeltez e o parâmetro B definido pela equação 2.14


como novas entradas. Este parâmetro foi adotado por ser
empregado para definir o limite entre flambagem e plastificação
dos dados apresentados em (Kennedy et al., 1997).
Após diversos treinamentos com estas alterações, os erros de classificação
foram reduzidos para 5,75% no conjunto de treinamento e 7,41% no conjunto de
validação. A taxa de decomposição do programa foi de 0,0015 e o número de
regras geradas foi de 377. Os dados de testes foram todos classificados
corretamente.
Apesar dos bons resultados, o número de regras gerado estava excessivo
quando comparado ao número total de dados, existindo mais de uma regra para
cada dado. Desta forma, foi necessário reduzir os erros mesmo com uma taxa de
decomposição mais alta, para limitar o número de regras.
Utilizando taxas de decomposição na ordem de 0,01, os erros ficavam ainda

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em torno de 15%. Uma possibilidade era que os dados intermediários entre um
fenômeno físico e outro pudessem estar atrapalhando o treinamento e duas
soluções foram aventadas:
• Retirar os dados intermediários do conjunto de treinamento; ou
• Apresentar os dados intermediários ao sistema duas vezes, tendo
em cada uma um fenômeno físico diferente como saída.
A primeira solução não foi satisfatória, pois retirava informações
significativas do conjunto de treinamento, resultando em falhas no aprendizado
dos conjuntos de dados de trabalhos onde havia um maior número de ensaios
intermediários e os erros aumentaram para a faixa dos 20%.
A segunda solução se mostrou satisfatória. Os erros de classificação foram
reduzidos para 3,7% no conjunto de treinamento e 0% no conjunto de validação.
A taxa de decomposição do programa foi de 0,01 e o número de regras geradas foi
de 85. Os dados de testes foram todos classificados corretamente. A Figura 4.10
mostra a tela de resultados apresentada pelo programa.
Capítulo 4 – Técnicas de Inteligência Computacional na Avaliação do Problema 103
de Cargas Concentradas
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Figura 4.10 – Resultado do treinamento apresentado pelo programa.

4.6.2
Rede de previsão da carga última

Os dados de treinamento e validação da rede empregam os parâmetros


geométricos e de material e os graus de ativação como entradas, e a carga última
como saída. Os dados utilizados no treinamento são apresentados no anexo A. O
programa adotado é o Software NeuralWorks Predict (Neuralware, 1997) para o
treinamento e a avaliação das redes. Por permitir a utilização de planilhas do
Microsoft Excel para a entrada e saída de dados da rede, o programa fornece
maiores possibilidades de investigação das variáveis relevantes, permitindo
alterações mais rápidas no conjunto de dados e avaliações gráficas simultâneas a
cada rede treinada.
Várias redes foram treinadas variando as opções apresentadas pelo software:
• Nível de ruído dos dados de treinamento: O programa trata os dados
de forma diferente de acordo com a confiabilidade dos mesmos;
• Transformação dos dados: O programa gera novas entradas a partir
da transformação de variáveis x em x2, 1/x, etc. É possível optar por
uma escala simples ou um nível maior de transformação;
104 Capítulo 4 – Técnicas de Inteligência Computacional na Avaliação do
Problema de Cargas Concentradas

• Seleção de variáveis: As variáveis mais importantes permanecem


como entradas da rede e as outras são descartadas, de forma a diminuir
o número de entradas e melhorar a generalização (Haykin, 1999);
• Busca da rede: O programa pode treinar várias redes de arquiteturas
diferentes e selecionar a mais adequada. O usuário define a intensidade
da busca;
• Tolerância (%): O usuário define o erro percentual tolerado para o
treinamento da rede;
• Função de ativação: Opção entre os diferentes tipos de função de
ativação disponíveis (sigmóide, tangente hiperbólica, etc.).
Os primeiros treinamentos foram feitos com os graus de ativação
fornecidos pelo sistema neuro-fuzzy inicial de 377 regras e geravam erros
máximos da ordem de 100%, compatíveis com os apresentados pela fórmula de
Roberts (2.12). Foi verificado que os erros mais significativos eram referentes aos

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dados de espessura de alma inferior a 1 mm e estes dados foram retirados do
conjunto de treinamento por não serem considerados confiáveis, considerando-se
a dificuldade de realização de ensaios experimentais precisos com vigas de aço
destas dimensões. O erro máximo foi reduzido para 70%.
Foi aventada a possibilidade de inserção de novas colunas de entradas,
principalmente no que se refere aos parâmetros combinados, como esbeltez, fator
de forma do painel de alma e fórmulas com as de Roberts (2.12) e Lyse &
Godfrey (2.1). Sabendo-se que a espessura da alma ao quadrado influencia
diretamente o resultado, uma nova coluna de entrada foi inserida (tw2). Apesar da
rede ser capaz de estabelecer esta relação apenas pelo fornecimento de tw, o tempo
e o número de dados necessários ao treinamento tendem a diminuir.
As características da melhor rede selecionada são apresentadas na Tabela
4.4 e comparadas com a fórmula de Roberts (2.12). As entradas utilizadas foram
os oito parâmetros apresentados na Figura 1.5, os graus de ativação a cada
fenômeno físico, o parâmetro B (equação 2.14), a fórmula de Roberts (2.12), a
espessura da alma ao quadrado, o fator de forma do painel de alma e a esbeltez da
alma.
Capítulo 4 – Técnicas de Inteligência Computacional na Avaliação do Problema 105
de Cargas Concentradas

Novos treinamentos foram feitos com os graus de ativação fornecidos pelo


sistema neuro-fuzzy de 85 regras e os resultados apresentaram uma melhora
significativa.

Tabela 4.4 – Características da Primeira Rede Selecionada.


Rede Roberts
Entradas 16 -
Processadores na Camada escondida 16 -
Saídas 1 -
Tolerância (%) 25 -
Função de Ativação Sigmóide -
Nível de Ruído Dados limpos -
Transformação de Dados Superficial -
Seleção de Variáveis Nenhuma -
Busca da Rede Exaustiva -
Erro percentual máximo 28,00% 92,41%
Desvio padrão 8,60 16,38
Erro Percentual médio absoluto 6,47% 11,59%
Dados com erro inferior a 5% 54,02% 28,73%
Dados com erro entre 5% e 10% 22,99% 28,16%
Dados com erro entre 10% e 15% 13,79% 16,67%
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Dados com erro entre 15% e 20% 4,02% 14,37%


Dados com erro entre 20% e 25% 4,60% 6,32%
Dados com erro entre 25% e 35% 0,57% 2,87%
Dados com erro entre 35% e 65% - 1,72%
Dados com erro entre 65% e 95% - 1,15%
Percentual de Treinamento-Validação - Testes 70-20-10 -

As características da melhor rede selecionada são apresentadas na Tabela


4.5 e comparadas com as fórmulas de Roberts e da Norma Canadense de 2001
(Figura 4.11). As entradas utilizadas foram os oito parâmetros apresentados na
Figura 1.5, os graus de ativação a cada fenômeno físico, o parâmetro B (equação
2.14), a fórmulas de Roberts a e a esbeltez da alma.
Os capítulos 5 e 6 apresentam uma avaliação dos resultados da rede neural
treinada neste capítulo e uma análise paramétrica envolvendo os fenômenos
físicos e a variação de carga.
106 Capítulo 4 – Técnicas de Inteligência Computacional na Avaliação do
Problema de Cargas Concentradas

2.00

1.80

1.60

1.40
P/Pexp

1.20

1.00

0.80

0.60

0.40
0 20 40 60 80 100 120 140 160
Número do dado

Rede Treinamento Rob Rede Testes Rede Validação CSA

Figura 4.11 – Comparação da Rede com as fórmulas de Roberts e da Norma


Canadense.

Tabela 4.5 – Características da Melhor Rede Selecionada.


Primeira Rede Rede Selecionada CSA Roberts

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Entradas 16 14 - L-
Processadores na Camada escondida 16 8 - -
Saídas 1 1 - -
Tolerância (%) 25 20 - -
Função de Ativação Sigmóide Sigmóide - -
Nível de Ruído Dados limpos Dados limpos - -
Transformação de Dados Superficial Superficial - -
Seleção de Variáveis Nenhuma Nenhuma - -
Busca da Rede Exaustiva Exaustiva - -
Erro percentual máximo 28,00% 21,33% 67,45% 92,41%
Desvio padrão 8,60 6,67 18,39 16,38
Erro Percentual médio absoluto 6,47% 5,17% 15,44% 11,59%
Dados com erro inferior a 5% 54,02% 51,61% 17,24% 28,73%
Dados com erro entre 5% e 10% 22,99% 34,84% 25,86% 28,16%
Dados com erro entre 10% e 15% 13,79% 7,10% 13,79% 16,67%
Dados com erro entre 15% e 20% 4,02% 5,81% 15,52% 14,37%
Dados com erro acima de 20% 5,17% 0,64% 27,58% 12,06%
Percentual de 70-20-10 70-20-10 - -
Treinamento-Validação - Testes
5
Análise Paramétrica do Fenômeno Físico Através do
Sistema de Classificação

5.1
Introdução

O sistema neuro-fuzzy apresentado no Capítulo 4 foi treinado e testado com


uma quantidade moderada de dados experimentais. A partir destes resultados, será
apresentada neste capítulo uma validação adicional do modelo através de uma
análise dos graus de ativação que são gerados para os três casos de colapso
(plastificação, flambagem e enrugamento).
A avaliação do sistema neuro-fuzzy foi feita, portanto a partir da coerência
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dos graus de ativação em função da variação dos parâmetros envolvidos, que


serão ferramentas adicionais para o desenvolvimento de uma análise paramétrica
do fenômeno físico. Deve-se lembrar que os dados de teste foram todos
classificados corretamente é que outra forma de investigação não é possível, posto
que um estudo comportamental mais gradual dos três fenômenos físicos
envolvidos é ainda inédito na literatura.

5.2
Avaliação dos resultados e análise paramétrica.

Os dados experimentais utilizados no treinamento estão compreendidos nas


faixas de parâmetros geométricos e de material apresentadas na Tabela 5.1.
Para a escolha dos perfis a serem utilizados na análise paramétrica, foi feito
um estudo dos resultados do sistema de classificação neuro-fuzzy para os perfis
comerciais. Este estudo é apresentado no anexo D, adotando os seguintes
critérios:
• tensões limite de escoamento da mesa e da alma: 345 MPa;
• comprimento carregado c = 100 mm;
• fator de forma do painel de alma a/h = 3.
Neste estudo verificou-se que os perfis mais sujeitos a problemas de
instabilidade foram as vigas soldadas VS. Sendo assim, as investigações se
108 Capítulo 5 – Análise paramétrica do fenômeno físico através do sistema
de classificação

concentraram em perfis com dimensões iguais ou similares aos perfis comerciais


VS, por apresentarem os comportamentos mais compatíveis com os dados
experimentais utilizados no treinamento.
O primeiro estudo, da Figura 5.1 a Figura 5.8, concentrou-se na investigação
da influência das espessuras da alma e da mesa carregada no comportamento
estrutural de vigas sujeitas a cargas concentradas. Para esta investigação foram
adotados os parâmetros apresentados na Tabela 5.2.

Tabela 5.1 – Faixa de Parâmetros do Treinamento da Rede.


Parâmetro Valor mínimo Valor máximo
Altura da alma h (mm) 250 1800
Comprimento do painel de alma a (mm) 300 9800
Espessura da alma tw (mm) 2 4
Espessura da mesa tf (mm) 3 32
Largura da Mesa bf (mm) 50 500
Tensão limite de escoamento da alma σwy (MPa) 178 400
Tensão limite de escoamento da mesa σfly (MPa) 221 400
Comprimento carregado c (mm) 5 300

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As espessuras de mesa variaram de 6,3 a 31,5 mm respeitando os intervalos
das espessuras comerciais para perfis soldados, e espessuras de alma de 4 e 12,5
mm. Todos os estudos serão executados empregando gráficos que apresentam os
graus de ativação de cada fenômeno físico em função dos parâmetros físicos e
geométricos das vigas. Ressalta-se que os graus de ativação correspondem a
participação de cada comportamento estrutural na ruína das vigas. Para facilitar a
visualização, foi adotada uma identidade gráfica para estes tipos de gráfico: os
graus de ativação de plastificação serão sempre apresentados em verde, os de
enrugamento em laranja e os de flambagem em azul. As tensões limite de
escoamento foram fixadas em 345 MPa e o fator de forma do painel de alma (a/h)
foi tomado como 3.

Tabela 5.2 – Dimensões dos perfis usados para o estudo tf x tw.


Análise h bf c
1 375 170 37,5
2 375 170 187,5
3 375 375 37,5
4 375 375 187,5
5 1450 500 145,0
6 1450 500 725,0
7 1450 1400 145,0
8 1450 1400 725,0
Capítulo 5 – Análise paramétrica do fenômeno físico através do sistema de 109
classificação

h bf c
375 170 37,5
0.600

0.500
Grau de Ativação

0.400

0.300

0.200

0.100

0.000
0.0 5.0 10.0 15.0 20.0 25.0 30.0 35.0

tf

tw=4 - flamb tw=4 - enrug tw=4 - plast


tw=12.5 - flamb tw=12.5 - enrug tw=12.5 - plast

Figura 5.1 – Variação dos graus de ativação das três classes em função da
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espessura da mesa e da espessura de alma – análise 1.

h bf c
375 170 187,5
0.700

0.600

0.500
Grau de Ativação
Grau de ativação

0.400

0.300

0.200

0.100

0.000
0.0 5.0 10.0 15.0 20.0 25.0 30.0 35.0
tf

tw=4 - flamb tw=4 - enrug tw=4 - plast


tw=12.5 - flamb tw=12.5 - enrug tw=12.5 - plast

Figura 5.2 – Variação dos graus de ativação das três classes em função da
espessura da mesa e da espessura de alma – análise 2.
110 Capítulo 5 – Análise paramétrica do fenômeno físico através do sistema
de classificação

h bf c
375 375 37,5
0.600

0.500
Grau de Ativação

0.400

0.300

0.200

0.100

0.000
0.0 5.0 10.0 15.0 20.0 25.0 30.0 35.0

tf

tw=4 - flamb tw=4 - enrug tw=4 - plast


tw=12.5 - flamb tw=12.5 - enrug tw=12.5 - plast

Figura 5.3 – Variação dos graus de ativação das três classes em função da

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espessura da mesa e da espessura de alma – análise 3.

h bf c
375 375 187,5
0.700

0.600

0.500
Grau de Ativação

0.400

0.300

0.200

0.100

0.000
0.0 5.0 10.0 15.0 20.0 25.0 30.0 35.0

tf

tw=4 - flamb tw=4 - enrug tw=4 - plast


tw=12.5 - flamb tw=12.5 - enrug tw=12.5 - plast

Figura 5.4 – Variação dos graus de ativação das três classes em função da
espessura da mesa e da espessura de alma – análise 4.
Capítulo 5 – Análise paramétrica do fenômeno físico através do sistema de 111
classificação

h bf c
1450 500 145
0.700

0.600

0.500
Grau de Ativação

0.400

0.300

0.200

0.100

0.000
0.0 5.0 10.0 15.0 20.0 25.0 30.0 35.0

tf

tw=4 - flamb tw=4 - enrug tw=4 - plast


tw=12.5 - flamb tw=12.5 - enrug tw=12.5 - plast

Figura 5.5 – Variação dos graus de ativação das três classes em função da
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA

espessura da mesa e da espessura de alma – análise 5.

h bf c
1450 500 725
0.800

0.700

0.600

0.500
de ativação
Ativação

0.400
Grau deGrau

0.300

0.200

0.100

0.000
0.0 5.0 10.0 15.0 20.0 25.0 30.0 35.0
tf

tw=4 - flamb tw=4 - enrug tw=4 - plast


tw=12.5 - flamb tw=12.5 - enrug tw=12.5 - plast

Figura 5.6 – Variação dos graus de ativação das três classes em função da
espessura da mesa e da espessura de alma – análise 6.
112 Capítulo 5 – Análise paramétrica do fenômeno físico através do sistema
de classificação

h bf c
1450 1400 145
0.800

0.700

0.600
Grau de Ativação

0.500

0.400

0.300

0.200

0.100

0.000
0.0 5.0 10.0 15.0 20.0 25.0 30.0 35.0

tf

tw=4 - flamb tw=4 - enrug tw=4 - plast


tw=12.5 - flamb tw=12.5 - enrug tw=12.5 - plast

Figura 5.7 – Variação dos graus de ativação das três classes em função da

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espessura da mesa e da espessura de alma – análise 7.

h bf c
1450 1400 725
0.800

0.700

0.600

0.500
Grau de ativação
Grau de Ativação

0.400

0.300

0.200

0.100

0.000
0.0 5.0 10.0 15.0 20.0 25.0 30.0 35.0
tf

tw=4 - flamb tw=4 - enrug tw=4 - plast


tw=12.5 - flamb tw=12.5 - enrug tw=12.5 - plast

Figura 5.8 – Variação dos graus de ativação das três classes em função da
espessura da mesa e da espessura de alma – análise 8.
Capítulo 5 – Análise paramétrica do fenômeno físico através do sistema de 113
classificação

Da Figura 5.1 a Figura 5.8 verifica-se que a flambagem é mais comum em


vigas de almas mais flexíveis e mais esbeltas, sendo assim o sistema neuro-fuzzy
confirma as conclusões da bibliografia. A Figura 5.1 e a Figura 5.3 mostram que
em almas mais finas a flambagem é dominante enquanto a plastificação é mais
evidente em almas mais espessas ou quando as mesas são mais rígidas. Outra
informação destes gráficos é a predominância do enrugamento nas mesas de
menor espessura. Nas outras análises a flambagem predomina e nota-se que a
importância da variação da largura da mesa é pouco significativa e que um
comprimento carregado maior aumenta as chances de flambagem global. O
aumento da altura e conseqüente aumento da esbeltez também favorecem a
flambagem global. Na Figura 5.6, verifica-se que a variação da espessura da mesa
é menos significativa para o fenômeno físico em vigas de comprimentos
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carregados maiores e grandes alturas (mais esbeltas). Nestes casos, a flambagem


global predomina.
Para avaliar a importância das dimensões da mesa foi feito um estudo
semelhante, desta vez com larguras da mesa de 100 mm e 300 mm e a espessura
variando de 4 a 31,5 mm. Para esta investigação foram adotados os parâmetros
apresentados na Tabela 5.3:

Tabela 5.3 – Dimensões dos perfis usados para o estudo tf x bf.

Análise h tw c
1 375 4,7 37,5
2 375 4,7 187,5
3 1450 6,3 145,0
4 1450 6,3 725,0
114 Capítulo 5 – Análise paramétrica do fenômeno físico através do sistema
de classificação

h tw c
375 4,7 37,5
0.600

0.500

0.400
dedeAtivação
ativação

0.300
Grau
Grau

0.200

0.100

0.000
0.0 5.0 10.0 15.0 20.0 25.0 30.0 35.0
tf

bf=100 - flamb bf=100 - enrug bf=100 - plast


bf=300 - flamb bf=300 - enrug bf=300 - plast

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Figura 5.9 – Variação dos graus de ativação das três classes em função da
espessura da mesa e da largura de mesa – análise 1.

h tw c
375 4,7 187,5
0.700

0.600

0.500
Grau de ativação

0.400
Grau de Ativação

0.300

0.200

0.100

0.000
0.0 5.0 10.0 15.0 20.0 25.0 30.0 35.0
tf

bf=100 - flamb bf=100 - enrug bf=100 - plast


bf=300 - flamb bf=300 - enrug bf=300 - plast

Figura 5.10 – Variação dos graus de ativação das três classes em função da
espessura da mesa e da largura de mesa – análise 2.
Capítulo 5 – Análise paramétrica do fenômeno físico através do sistema de 115
classificação

h tw c
1450 6,3 145
0.600

0.500

0.400
dedeAtivação
ativação

0.300
Grau
Grau

0.200

0.100

0.000
0.0 5.0 10.0 15.0 20.0 25.0 30.0 35.0
tf

bf=100 - flamb bf=100 - enrug bf=100 - plast


bf=300 - flamb bf=300 - enrug bf=300 - plast

Figura 5.11 – Variação dos graus de ativação das três classes em função da
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espessura da mesa e da largura de mesa – análise 3.

h tw c
1450 6,3 725
0.700

0.600

0.500
de ativação

0.400
Ativação
Grau deGrau

0.300

0.200

0.100

0.000
0.0 5.0 10.0 15.0 20.0 25.0 30.0 35.0
tf

bf=100 - flamb bf=100 - enrug bf=100 - plast


bf=300 - flamb bf=300 - enrug bf=300 - plast

Figura 5.12 – Variação dos graus de ativação das três classes em função da
espessura da mesa e da largura de mesa – análise 4.
116 Capítulo 5 – Análise paramétrica do fenômeno físico através do sistema
de classificação

Nas figuras de 5.9 a 5.12 pode-se verificar que a largura da mesa influencia
muito pouco no fenômeno físico, no entanto, esta influência é relativamente maior
em mesas mais finas, onde a largura da mesa aumenta ligeiramente a ocorrência
de enrugamento, diminuindo a ocorrência de flambagem para cargas em um
comprimento carregado menor e as chances de plastificação em comprimentos
carregados maiores. Também se verifica que em vigas mais altas e mais esbeltas,
a influência deste parâmetro é desprezível. Na Figura 5.9, verifica-se que a
espessura da mesa exerce grande influência no fenômeno físico, quanto mais
concentrada a carga, ainda assim, a Figura 5.11 mostra que em grandes alturas de
alma, a flambagem é o fenômeno dominante.
As próximas análises apresentam uma avaliação da importância da altura da
alma. Os parâmetros são apresentados na Tabela 5.4.

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Tabela 5.4 – Dimensões dos perfis usados para o estudo h x bf.
Análise tw tf c
1 4,7 6,3 37,5
2 4,7 6,3 187,5
3 4,7 16,0 37,5
4 4,7 16,0 187,5
5 6,3 16,0 145,0
6 6,3 16,0 725,0
7 6,3 32,5 145,0
8 6,3 32,5 725,0
9 9,5 6,3 37,5
10 9,5 6,3 187,5
11 9,5 16,0 37,5
12 9,5 16,0 187,5
13 12,5 16,0 145,0
14 12,5 16,0 725,0
15 12,5 32,5 145,0
16 12,5 32,5 725,0
Capítulo 5 – Análise paramétrica do fenômeno físico através do sistema de 117
classificação

tw tf c
4,7 6,3 37,5
0.500

0.450

0.400
Grau de Ativação

0.350

0.300

0.250

0.200

0.150
0 200 400 600 800 1000 1200

bf=100 - flamb bf=100 - enrug bf=100 - plast


bf=300 - flamb bf=300 - enrug bf=300 - plast
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Figura 5.13 – Variação dos graus de ativação das três classes em função da altura
da alma e da largura de mesa – análise 1.

tw tf c
4,7 6,3 187,5
0.450

0.400

0.350
dedeAtivação
ativação

0.300
Grau
Grau

0.250

0.200

0.150
0 200 400 600 800 1000 1200
h

bf=100 - flamb bf=100 - enrug bf=100 - plast


bf=300 - flamb bf=300 - enrug bf=300 - plast

Figura 5.14 – Variação dos graus de ativação das três classes em função da altura
da alma e da largura de mesa – análise 2.
118 Capítulo 5 – Análise paramétrica do fenômeno físico através do sistema
de classificação

tw tf c
4,7 16 37,5
0.500

0.450

0.400

0.350
Grau de Ativação

0.300

0.250

0.200

0.150

0.100

0.050

0.000
0 200 400 600 800 1000 1200

bf=100 - flamb bf=100 - enrug bf=100 - plast


bf=300 - flamb bf=300 - enrug bf=300 - plast

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Figura 5.15 – Variação dos graus de ativação das três classes em função da altura
da alma e da largura de mesa – análise 3.

tw tf c
4,7 16 187,5
0.600

0.500

0.400
Grau de Ativação

0.300

0.200

0.100

0.000
0 200 400 600 800 1000 1200

bf=100 - flamb bf=100 - enrug bf=100 - plast


bf=300 - flamb bf=300 - enrug bf=300 - plast

Figura 5.16 – Variação dos graus de ativação das três classes em função da altura
da alma e da largura de mesa – análise 4.
Capítulo 5 – Análise paramétrica do fenômeno físico através do sistema de 119
classificação

tw tf c
6,3 16 145
0.600

0.500
Grau de Ativação

0.400

0.300

0.200

0.100

0.000
0 200 400 600 800 1000 1200

bf=100 - flamb bf=100 - enrug bf=100 - plast


bf=300 - flamb bf=300 - enrug bf=300 - plast
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Figura 5.17 – Variação dos graus de ativação das três classes em função da altura
da alma e da largura de mesa – análise 5.

tw tf c
6,3 16 725
0.800

0.700

0.600
de Ativação

0.500
Grau de ativação

0.400
Grau

0.300

0.200

0.100

0.000
0 200 400 600 800 1000 1200
h

bf=100 - flamb bf=100 - enrug bf=100 - plast


bf=300 - flamb bf=300 - enrug bf=300 - plast

Figura 5.18 – Variação dos graus de ativação das três classes em função da altura
da alma e da largura de mesa – análise 6.
120 Capítulo 5 – Análise paramétrica do fenômeno físico através do sistema
de classificação

tw tf c
6,3 32,5 145
0.600

0.500

0.400
Grau de Ativação

0.300

0.200

0.100

0.000
0 200 400 600 800 1000 1200

bf=100 - flamb bf=100 - enrug bf=100 - plast


bf=300 - flamb bf=300 - enrug bf=300 - plast

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Figura 5.19 – Variação dos graus de ativação das três classes em função da altura
da alma e da largura de mesa – análise 7.

tw tf c
6,3 32,5 725
0.700

0.600

0.500
Grau de Ativação

0.400

0.300

0.200

0.100

0.000
0 200 400 600 800 1000 1200

bf=100 - flamb bf=100 - enrug bf=100 - plast


bf=300 - flamb bf=300 - enrug bf=300 - plast

Figura 5.20 – Variação dos graus de ativação das três classes em função da altura
da alma e da largura de mesa – análise 8.
Capítulo 5 – Análise paramétrica do fenômeno físico através do sistema de 121
classificação

tw tf c
9,5 6,3 37,5
0.700

0.600

0.500
Ativação
deativação

0.400
Grau de
Grau

0.300

0.200

0.100

0.000
0 200 400 600 800 1000 1200
h

bf=100 - flamb bf=100 - enrug bf=100 - plast


bf=300 - flamb bf=300 - enrug bf=300 - plast
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Figura 5.21 – Variação dos graus de ativação das três classes em função da altura
da alma e da largura de mesa – análise 9.

tw tf c
9,5 6,3 187,5
0.500

0.450

0.400
de ativação
de Ativação

0.350
GrauGrau

0.300

0.250

0.200
0 200 400 600 800 1000 1200
h

bf=100 - flamb bf=100 - enrug bf=100 - plast


bf=300 - flamb bf=300 - enrug bf=300 - plast

Figura 5.22 – Variação dos graus de ativação das três classes em função da altura
da alma e da largura de mesa – análise 10.
122 Capítulo 5 – Análise paramétrica do fenômeno físico através do sistema
de classificação

tw tf c
9,5 16 37,5
0.700

0.600

0.500
Grau de Ativação

0.400

0.300

0.200

0.100

0.000
0 200 400 600 800 1000 1200

bf=100 - flamb bf=100 - enrug bf=100 - plast


bf=300 - flamb bf=300 - enrug bf=300 - plast

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Figura 5.23 – Variação dos graus de ativação das três classes em função da altura
da alma e da largura de mesa – análise 11.

tw tf c
9,5 16 187,5
0.500

0.450

0.400

0.350
Grau de Ativação

0.300

0.250

0.200

0.150

0.100

0.050

0.000
0 200 400 600 800 1000 1200

bf=100 - flamb bf=100 - enrug bf=100 - plast


bf=300 - flamb bf=300 - enrug bf=300 - plast

Figura 5.24 – Variação dos graus de ativação das três classes em função da altura
da alma e da largura de mesa – análise 12.
Capítulo 5 – Análise paramétrica do fenômeno físico através do sistema de 123
classificação

tw tf c
12,5 16 145
0.450

0.400

0.350
de Ativação

0.300
de ativação

0.250
Grau

0.200
Grau

0.150

0.100

0.050

0.000
0 200 400 600 800 1000 1200
h

bf=100 - flamb bf=100 - enrug bf=100 - plast


bf=300 - flamb bf=300 - enrug bf=300 - plast
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Figura 5.25 – Variação dos graus de ativação das três classes em função da altura
da alma e da largura de mesa – análise 13.

tw tf c
12,5 16 725
0.900

0.800

0.700

0.600
Grau de Ativação

0.500

0.400

0.300

0.200

0.100

0.000
0 200 400 600 800 1000 1200

bf=100 - flamb bf=100 - enrug bf=100 - plast


bf=300 - flamb bf=300 - enrug bf=300 - plast

Figura 5.26 – Variação dos graus de ativação das três classes em função da altura
da alma e da largura de mesa – análise 14.
124 Capítulo 5 – Análise paramétrica do fenômeno físico através do sistema
de classificação

tw tf c
12,5 32,5 145
0.450

0.400
Ativação

0.350
de ativação

0.300
Grau de
Grau

0.250

0.200

0.150
0 200 400 600 800 1000 1200
h

bf=100 - flamb bf=100 - enrug bf=100 - plast


bf=300 - flamb bf=300 - enrug bf=300 - plast

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Figura 5.27 – Variação dos graus de ativação das três classes em função da altura
da alma e da largura de mesa – análise 15.

tw tf c
12,5 32,5 725

0.900

0.800

0.700

0.600
Grau de Ativação

0.500

0.400

0.300

0.200

0.100

0.000
0 200 400 600 800 1000 1200

bf=100 - flamb bf=100 - enrug bf=100 - plast


bf=300 - flamb bf=300 - enrug bf=300 - plast

Figura 5.28 – Variação dos graus de ativação das três classes em função da altura
da alma e da largura de mesa – análise 16.
Capítulo 5 – Análise paramétrica do fenômeno físico através do sistema de 125
classificação

As primeiras conclusões a partir da observação da Figura 5.13 a Figura 5.28


são compatíveis com a teoria, de que uma altura maior diminui as chances de
plastificação e aumenta os problemas de instabilidade, principalmente o grau de
ativação de enrugamento em mesas mais estreitas e almas mais finas. No entanto,
deve-se observar que em cada gráfico, a espessura da alma é sempre a mesma, e
desta forma, a esbeltez aumenta junto com a altura da alma ao mesmo tempo em
que o fator de forma a/h diminui, assim, em vigas de almas e mesas mais espessas
e carga mais distribuída, o grau de ativação de plastificação começa a aumentar
ligeiramente.
As cargas concentradas em um comprimento menor aumentam as chances
de plastificação e diminuem a ocorrência de flambagem global. Também se
verifica que em mesa mais espessas o enrugamento é mais raro.
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A fim de estudar a influência do fator de forma isoladamente, foram


mantidas constantes a altura e espessura da alma, bem como a largura da mesa, e
as espessuras de mesa foram de 6,3 mm, 16 mm e 31,5 mm, respeitando as
espessuras comerciais de mesa para os perfis soldados. Os valores adotados para
os parâmetros foram:

Tabela 5.5 – Dimensões dos perfis usados para o estudo a/h x tf.
Análise h tw c
1 375 4,7 37,5
2 375 4,7 187,5
3 375 9,5 37,5
4 375 9,5 187,5
5 1450 6,3 145,0
6 1450 6,3 725,0
7 1450 12,5 145,0
8 1450 12,5 725,0
126 Capítulo 5 – Análise paramétrica do fenômeno físico através do sistema
de classificação

h tw c
375 4,7 37,5

0.500

0.450

0.400
Grau de Ativação

0.350

0.300

0.250

0.200

0.150

0.100
0.5 1.0 1.5 2.0 2.5 3.0 3.5

a/ h

tf=6.3 - flamb tf=6,3 - enrug tf= 6,3 - plast


tf=16 - flamb tf=16 - enrug tf=16 - plast
tf=31.5 - flamb tf=31.5 - enrug tf=31.5 - plast

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Figura 5.29 – Variação dos graus de ativação das três classes em função do fator
de forma do painel de alma e da espessura de mesa – análise 1.

h tw c
375 4,7 187,5
0.600

0.550

0.500
Grau de Ativação

0.450
Grau de ativação

0.400

0.350

0.300

0.250

0.200

0.150

0.100
0.5 1.0 1.5 2.0 2.5 3.0 3.5
a/h

tf=6.3 - flamb tf=6,3 - enrug tf= 6,3 - plast


tf=16 - flamb tf=16 - enrug tf=16 - plast
tf=31.5 - flamb tf=31.5 - enrug tf=31.5 - plast

Figura 5.30 – Variação dos graus de ativação das três classes em função do fator
de forma do painel de alma e da espessura de mesa – análise 2.
Capítulo 5 – Análise paramétrica do fenômeno físico através do sistema de 127
classificação

h tw c
375 9,5 37,5
0.700

0.600

0.500
Grau de Ativação

0.400

0.300

0.200

0.100

0.000
0.5 1.0 1.5 2.0 2.5 3.0 3.5

a/ h

tf=6.3 - flamb tf=6,3 - enrug tf= 6,3 - plast


tf=16 - flamb tf=16 - enrug tf=16 - plast
tf=31.5 - flamb tf=31.5 - enrug tf=31.5 - plast
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Figura 5.31 – Variação dos graus de ativação das três classes em função do fator
de forma do painel de alma e da espessura de mesa – análise 3.

h tw c
375 9,5 187,5
0.500

0.450

0.400

0.350
Grau de Ativação

0.300

0.250

0.200

0.150

0.100

0.050

0.000
0.5 1.0 1.5 2.0 2.5 3.0 3.5

a/ h

tf=6.3 - flamb tf=6,3 - enrug tf= 6,3 - plast


tf=16 - flamb tf=16 - enrug tf=16 - plast
tf=31.5 - flamb tf=31.5 - enrug tf=31.5 - plast

Figura 5.32 – Variação dos graus de ativação das três classes em função do fator
de forma do painel de alma e da espessura de mesa – análise 4.
128 Capítulo 5 – Análise paramétrica do fenômeno físico através do sistema
de classificação

h tw c
1450 6,3 145
0.600

0.500
Grau de Ativação

0.400

0.300

0.200

0.100

0.000
0.5 1.0 1.5 2.0 2.5 3.0 3.5

a/ h

tf=6.3 - flamb tf=6,3 - enrug tf= 6,3 - plast


tf=16 - flamb tf=16 - enrug tf=16 - plast
tf=31.5 - flamb tf=31.5 - enrug tf=31.5 - plast

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Figura 5.33 – Variação dos graus de ativação das três classes em função do fator
de forma do painel de alma e da espessura de mesa – análise 5.

h tw c
1450 6,3 725
0.700

0.600

0.500
Grau de ativação
Grau de Ativação

0.400

0.300

0.200

0.100

0.000
0.5 1.0 1.5 2.0 2.5 3.0 3.5
a/h

tf=6.3 - flamb tf=6,3 - enrug tf= 6,3 - plast


tf=16 - flamb tf=16 - enrug tf=16 - plast
tf=31.5 - flamb tf=31.5 - enrug tf=31.5 - plast

Figura 5.34 – Variação dos graus de ativação das três classes em função do fator
de forma do painel de alma e da espessura de mesa – análise 6.
Capítulo 5 – Análise paramétrica do fenômeno físico através do sistema de 129
classificação

h tw c
1450 12,5 145
0.450

0.400

0.350
Ativação

0.300
ativação

0.250
Graude de

0.200
Grau

0.150

0.100

0.050

0.000
0.5 1.0 1.5 2.0 2.5 3.0 3.5
a/h

tf=6.3 - flamb tf=6,3 - enrug tf= 6,3 - plast


tf=16 - flamb tf=16 - enrug tf=16 - plast
tf=31.5 - flamb tf=31.5 - enrug tf=31.5 - plast
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Figura 5.35 – Variação dos graus de ativação das três classes em função do fator
de forma do painel de alma e da espessura de mesa – análise 7.

h tw c
1450 12,5 725
0.900

0.800

0.700

0.600
Grau de Ativação

0.500

0.400

0.300

0.200

0.100

0.000
0.5 1.0 1.5 2.0 2.5 3.0 3.5

a/ h

tf=6.3 - flamb tf=6,3 - enrug tf= 6,3 - plast


tf=16 - flamb tf=16 - enrug tf=16 - plast
tf=31.5 - flamb tf=31.5 - enrug tf=31.5 - plast

Figura 5.36 – Variação dos graus de ativação das três classes em função do fator
de forma do painel de alma e da espessura de mesa – análise 8.
130 Capítulo 5 – Análise paramétrica do fenômeno físico através do sistema
de classificação

Da Figura 5.29 a Figura 5.36 verifica-se que o fator de forma a/h exerce
pouca influência no fenômeno físico, no entanto esta influência tende a ser mais
significativa em mesas mais finas, almas mais esbeltas e comprimentos carregados
menores (análises 5 e 7). Nestes casos os graus de ativação de plastificação
diminuem com o aumento da distância entre os enrijecedores, enquanto os de
enrugamento e flambagem aumentam ligeiramente, na medida em que a
estabilidade proporcionada pelos enrijecedores diminui.
Outro estudo avaliou os resultados da variação do comprimento carregado.
A relação c/h variou de 0,1 a 0,5 para os seguintes parâmetros:

Tabela 5.6 – Dimensões dos perfis usados para o estudo c/h x tf.

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Análise h tw
1 375 4,7
2 375 9,5
3 1450 6,3
4 1450 12,5
Capítulo 5 – Análise paramétrica do fenômeno físico através do sistema de 131
classificação

h tw
375 4,7
0.600

0.550

0.500

0.450
Grau de Ativação

0.400

0.350

0.300

0.250

0.200

0.150

0.100
0.0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6

c/ h

tf=6.3 - flamb tf=6,3 - enrug tf= 6,3 - plast


tf=16 - flamb tf=16 - enrug tf=16 - plast
tf=31.5 - flamb tf=31.5 - enrug tf=31.5 - plast
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Figura 5.37 - Variação dos graus de ativação das três classes em função da relação
c/h e da espessura de mesa – análise 1.

h tw
375 9,5

0.700

0.600

0.500
Grau de Ativação

0.400

0.300

0.200

0.100

0.000
0.0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6

c/ h

tf=6.3 - flamb tf=6,3 - enrug tf= 6,3 - plast


tf=16 - flamb tf=16 - enrug tf=16 - plast
tf=31.5 - flamb tf=31.5 - enrug tf=31.5 - plast

Figura 5.38 - Variação dos graus de ativação das três classes em função da relação
c/h e da espessura de mesa – análise 2.
132 Capítulo 5 – Análise paramétrica do fenômeno físico através do sistema
de classificação

h tw
1450 6,3

0.700

0.600

0.500
Grau de Ativação

0.400

0.300

0.200

0.100

0.000
0.0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6

c/ h

tf=6.3 - flamb tf=6,3 - enrug tf= 6,3 - plast


tf=16 - flamb tf=16 - enrug tf=16 - plast
tf=31.5 - flamb tf=31.5 - enrug tf=31.5 - plast

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Figura 5.39 - Variação dos graus de ativação das três classes em função da relação
c/h e da espessura de mesa – análise 3.

h tw
1450 12,5

0.900

0.800

0.700

0.600
Grau de Ativação

0.500

0.400

0.300

0.200

0.100

0.000
0.0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6

c/ h

tf=6.3 - flamb tf=6,3 - enrug tf= 6,3 - plast


tf=16 - flamb tf=16 - enrug tf=16 - plast
tf=31.5 - flamb tf=31.5 - enrug tf=31.5 - plast

Figura 5.40 - Variação dos graus de ativação das três classes em função da relação
c/h e da espessura de mesa – análise 4.
Capítulo 5 – Análise paramétrica do fenômeno físico através do sistema de 133
classificação

Como pode ser observado da Figura 5.37 a Figura 5.40, o aumento do


comprimento carregado ajuda no espraiamento da carga, reduzindo os graus de
ativação de plastificação e aumentando a probabilidade de problemas de
instabilidade. No entanto, em vigas de mesa mais fina, este aumento da relação
c/h também reduz a probabilidade de enrugamento e as chances de flambagem
aumentam consideravelmente. Observa-se uma variação dos fenômenos mais
linear em vigas de altura menor e almas mais compactas, enquanto para alturas de
alma maiores a variação dos fenômenos é não linear. A variação da largura da
mesa foi desprezada por não apresentar variação significativa no fenômeno físico.
A relação entre o fator de forma e o comprimento carregado também foi
avaliada. A relação c/h variou de 0,1 a 0,5 e o fator de forma variou de 1 a 3.
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Tabela 5.7 – Dimensões dos perfis usados para o estudo a/h x c/h.
Análise h tw bf tf
1 375 4,7 170 6,3
2 375 4,7 170 16,0
3 375 4,7 375 6,3
4 375 4,7 375 16,0
5 375 9,5 170 6,3
6 375 9,5 170 16,0
7 375 9,5 375 6,3
8 375 9,5 375 16,0
134 Capítulo 5 – Análise paramétrica do fenômeno físico através do sistema
de classificação

h tw bf tf
375 4,7 170 6,3
0.500

0.450

0.400
Grau de Ativação

0.350

0.300

0.250

0.200

0.150
0.5 1.0 1.5 2.0 2.5 3.0 3.5

a/ h

c/h=0.1 - flamb c/h=0.1 - enrug c/h=0.1 - plast

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c/h=0.5 - flamb c/h=0.5 - enrug c/h=0.5 - plast

Figura 5.41 - Variação dos graus de ativação das três classes em função da relação
a/h e do comprimento carregado – análise 1.

h tw bf tf
375 4,7 170 16
0.600

0.500
Grau de Ativação

0.400
Grau de ativação

0.300

0.200

0.100

0.000
0.5 1.0 1.5 2.0 2.5 3.0 3.5
a/h

c/h=0.1 - flamb c/h=0.1 - enrug c/h=0.1 - plast


c/h=0.5 - flamb c/h=0.5 - enrug c/h=0.5 - plast

Figura 5.42 - Variação dos graus de ativação das três classes em função da relação
a/h e do comprimento carregado – análise 2.
Capítulo 5 – Análise paramétrica do fenômeno físico através do sistema de 135
classificação

h tw bf tf
375 4,7 375 6,3
0.500

0.450

0.400

0.350
Grau de Ativação

0.300

0.250

0.200

0.150

0.100

0.050

0.000
0.5 1.0 1.5 2.0 2.5 3.0 3.5

a/ h

c/h=0.1 - flamb c/h=0.1 - enrug c/h=0.1 - plast


c/h=0.5 - flamb c/h=0.5 - enrug c/h=0.5 - plast
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Figura 5.43 - Variação dos graus de ativação das três classes em função da relação
a/h e do comprimento carregado – análise 3.

h tw bf tf
375 4,7 375 16
0.600

0.500

0.400
Grau de Ativação

0.300

0.200

0.100

0.000
0.5 1.0 1.5 2.0 2.5 3.0 3.5

a/ h

c/h=0.1 - flamb c/h=0.1 - enrug c/h=0.1 - plast


c/h=0.5 - flamb c/h=0.5 - enrug c/h=0.5 - plast

Figura 5.44 - Variação dos graus de ativação das três classes em função da relação
a/h e do comprimento carregado – análise 4.
136 Capítulo 5 – Análise paramétrica do fenômeno físico através do sistema
de classificação

h tw bf tf
375 9,5 170 6,3
0.700

0.600

0.500
Grau de Ativação

0.400

0.300

0.200

0.100

0.000
0.5 1.0 1.5 2.0 2.5 3.0 3.5

a/ h

c/h=0.1 - flamb c/h=0.1 - enrug c/h=0.1 - plast


c/h=0.5 - flamb c/h=0.5 - enrug c/h=0.5 - plast

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Figura 5.45 - Variação dos graus de ativação das três classes em função da relação
a/h e do comprimento carregado – análise 5.

h tw bf tf
375 9,5 170 16
0.700

0.600

0.500
Grau de Ativação

0.400

0.300

0.200

0.100

0.000
0.5 1.0 1.5 2.0 2.5 3.0 3.5

a/ h

c/h=0.1 - flamb c/h=0.1 - enrug c/h=0.1 - plast


c/h=0.5 - flamb c/h=0.5 - enrug c/h=0.5 - plast

Figura 5.46 - Variação dos graus de ativação das três classes em função da relação
a/h e do comprimento carregado – análise 6.
Capítulo 5 – Análise paramétrica do fenômeno físico através do sistema de 137
classificação

h tw bf tf
375 9,5 375 6,3
0.700

0.600

0.500
Grau de Ativação

0.400

0.300

0.200

0.100

0.000
0.5 1.0 1.5 2.0 2.5 3.0 3.5

a/ h

c/h=0.1 - flamb c/h=0.1 - enrug c/h=0.1 - plast


PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA

c/h=0.5 - flamb c/h=0.5 - enrug c/h=0.5 - plast

Figura 5.47 - Variação dos graus de ativação das três classes em função da relação
a/h e do comprimento carregado – análise 7.

h tw bf tf
375 9,5 375 16
0.700

0.600

0.500
de Ativação
Grau de ativação

0.400

0.300
Grau

0.200

0.100

0.000
0.5 1.0 1.5 2.0 2.5 3.0 3.5
a/h

c/h=0.1 - flamb c/h=0.1 - enrug c/h=0.1 - plast


c/h=0.5 - flamb c/h=0.5 - enrug c/h=0.5 - plast

Figura 5.48 - Variação dos graus de ativação das três classes em função da relação
a/h e do comprimento carregado – análise 8.
138 Capítulo 5 – Análise paramétrica do fenômeno físico através do sistema
de classificação

Observando as figuras de 5.41 a 5.48, verifica-se que em vigas de mesas


mais finas e comprimentos carregados maiores, a flambagem predomina,
enquanto para cargas mais concentradas, a plastificação da região é o fenômeno
dominante. Os graus de ativação de enrugamento não apresentaram grandes
alterações em função do fator de forma. A influência do fator de forma só é
significativa em perfis de espessuras de mesa e de alma reduzidas.
Alguns estudos adicionais foram realizados, envolvendo as relações entra a
espessura da alma e fatores como a altura da alma e o comprimento carregado. O
primeiro, relacionando a altura e a espessura da alma, é apresentado a seguir.

Tabela 5.8 – Dimensões dos perfis usados para o estudo h x tw.


Análise bf tf c

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1 170 6,3 37,5
2 170 16,0 187,5
3 375 6,3 37,5
4 375 16,0 187,5
5 170 6,3 37,5
6 170 16,0 187,5
7 375 6,3 37,5
8 375 16,0 187,5

Tabela 5.9 – Dimensões dos perfis usados para o estudo h x tf.


Análise tw bf c
1 4,7 170 37,5
2 4,7 170 187,5
3 9,5 170 37,5
4 9,5 170 187,5

Tabela 5.10 – Dimensões dos perfis usados para o estudo c/h x tw.
Análise h bf tf
1 375 170 6,3
2 375 170 16,0
3 375 375 6,3
4 375 375 16,0
Capítulo 5 – Análise paramétrica do fenômeno físico através do sistema de 139
classificação

bf tf c
170 6,3 37,5

0.800

0.700

0.600
Ativação

0.500
ativação
de de

0.400
Grau
Grau

0.300

0.200

0.100

0.000
0 200 400 600 800 1000 1200
h
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA

tw=4 - flamb tw=4 - enrug tw=4 - plast


tw=12.5 - flamb tw=12.5 - enrug tw=12.5 - plast

Figura 5.49 - Variação dos graus de ativação das três classes em função da altura
da alma para diferentes espessuras de alma – análise 1.
bf tf c
170 6,3 187,5
0.500

0.450

0.400

0.350
de Ativação
ativação

0.300

0.250
Graude
Grau

0.200

0.150

0.100

0.050

0.000
0 200 400 600 800 1000 1200
h
tw=4 - flamb tw=4 - enrug tw=4 - plast
tw=12.5 - flamb tw=12.5 - enrug tw=12.5 - plast

Figura 5.50 - Variação dos graus de ativação das três classes em função da altura
da alma para diferentes espessuras de alma – análise 2.
140 Capítulo 5 – Análise paramétrica do fenômeno físico através do sistema
de classificação

bf tf c
170 16 37,5
0.700

0.600

0.500
de Ativação
Grau de ativação

0.400
Grau

0.300

0.200

0.100

0.000
0 200 400 600 800 1000 1200
h
tw=4 - flamb tw=4 - enrug tw=4 - plast
tw=12.5 - flamb tw=12.5 - enrug tw=12.5 - plast

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Figura 5.51 - Variação dos graus de ativação das três classes em função da altura
da alma para diferentes espessuras de alma – análise 3.

bf tf c
170 16 187,5
0.600

0.500

0.400
dedeAtivação
ativação

0.300
Grau
Grau

0.200

0.100

0.000
0 200 400 600 800 1000 1200
h
tw=4 - flamb tw=4 - enrug tw=4 - plast
tw=12.5 - flamb tw=12.5 - enrug tw=12.5 - plast

Figura 5.52 - Variação dos graus de ativação das três classes em função da altura
da alma para diferentes espessuras de alma – análise 4.
Capítulo 5 – Análise paramétrica do fenômeno físico através do sistema de 141
classificação

bf tf c
375 6,3 37,5
0.700

0.600

0.500
Ativação

0.400
de ativação

0.300
Grau de
Grau

0.200

0.100

0.000
0 200 400 600 800 1000 1200

-0.100
h
tw=4 - flamb tw=4 - enrug tw=4 - plast
tw=12.5 - flamb tw=12.5 - enrug tw=12.5 - plast
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Figura 5.53 - Variação dos graus de ativação das três classes em função da altura
da alma para diferentes espessuras de alma – análise 5.

bf tf c
375 6,3 187,5
0.450

0.400

0.350

0.300
Ativação
de ativação

0.250
Grau de

0.200
Grau

0.150

0.100

0.050

0.000
0 200 400 600 800 1000 1200
h
tw=4 - flamb tw=4 - enrug tw=4 - plast
tw=12.5 - flamb tw=12.5 - enrug tw=12.5 - plast

Figura 5.54 - Variação dos graus de ativação das três classes em função da altura
da alma para diferentes espessuras de alma – análise 6.
142 Capítulo 5 – Análise paramétrica do fenômeno físico através do sistema
de classificação

bf tf c
375 16 37,5
0.700

0.600

0.500
de Ativação
Grau de ativação

0.400
Grau

0.300

0.200

0.100

0.000
0 200 400 600 800 1000 1200
h
tw=4 - flamb tw=4 - enrug tw=4 - plast
tw=12.5 - flamb tw=12.5 - enrug tw=12.5 - plast

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Figura 5.55 - Variação dos graus de ativação das três classes em função da altura
da alma para diferentes espessuras de alma – análise 7.
bf tf c
375 16 187,5
0.700

0.600

0.500
ativação
Ativação

0.400
de de
GrauGrau

0.300

0.200

0.100

0.000
0 200 400 600 800 1000 1200
h
tw=4 - flamb tw=4 - enrug tw=4 - plast
tw=12.5 - flamb tw=12.5 - enrug tw=12.5 - plast

Figura 5.56 - Variação dos graus de ativação das três classes em função da altura
da alma para diferentes espessuras de alma – análise 8.
Capítulo 5 – Análise paramétrica do fenômeno físico através do sistema de 143
classificação

Da Figura 5.49 a Figura 5.56 verifica-se que uma altura maior diminui as
chances de plastificação e aumenta os problemas de instabilidade, principalmente
em comprimentos carregados maiores.
A relação entre a altura da alma e a espessura da mesa também foi avaliada
e os resultados são apresentados a seguir.
tw bf c
4,7 170 37,5
0.600

0.500

0.400
deAtivação
ativação

0.300
Graude
Grau

0.200
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA

0.100

0.000
0 200 400 600 800 1000 1200
h
tf=6.3 - flamb tf=6,3 - enrug tf= 6,3 - plast
tf=16 - flamb tf=16 - enrug tf=16 - plast
tf=31.5 - flamb tf=31.5 - enrug tf=31.5 - plast

Figura 5.57 - Variação dos graus de ativação das três classes em função da altura
da alma para diferentes espessuras de mesa – análise 1.
tw bf c
4,7 170 187,5
0.600

0.500

0.400
de ativação
de Ativação

0.300
GrauGrau

0.200

0.100

0.000
0 200 400 600 800 1000 1200
h
tf=6.3 - flamb tf=6,3 - enrug tf= 6,3 - plast
tf=16 - flamb tf=16 - enrug tf=16 - plast
tf=31.5 - flamb tf=31.5 - enrug tf=31.5 - plast

Figura 5.58 - Variação dos graus de ativação das três classes em função da altura
da alma para diferentes espessuras de mesa – análise 2.
144 Capítulo 5 – Análise paramétrica do fenômeno físico através do sistema
de classificação

tw bf c
9,5 170 37,5
0.700

0.600

0.500
de Ativação
Grau de ativação

0.400
Grau

0.300

0.200

0.100

0.000
0 200 400 600 800 1000 1200
h
tf=6.3 - flamb tf=6,3 - enrug tf= 6,3 - plast
tf=16 - flamb tf=16 - enrug tf=16 - plast
tf=31.5 - flamb tf=31.5 - enrug tf=31.5 - plast

PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA


Figura 5.59 - Variação dos graus de ativação das três classes em função da altura
da alma para diferentes espessuras de mesa – análise 3.
tw bf c
9,5 170 187,5
0.500

0.450

0.400

0.350
de Ativação
Grau de ativação

0.300

0.250
Grau

0.200

0.150

0.100

0.050

0.000
0 200 400 600 800 1000 1200
h
tf=6.3 - flamb tf=6,3 - enrug tf= 6,3 - plast
tf=16 - flamb tf=16 - enrug tf=16 - plast
tf=31.5 - flamb tf=31.5 - enrug tf=31.5 - plast

Figura 5.60 - Variação dos graus de ativação das três classes em função da altura
da alma para diferentes espessuras de mesa – análise 4.

Da Figura 5.57 a Figura 5.60, conclui-se que o aumento da altura acentua a


instabilidade, principalmente o crippling em vigas de mesas e almas mais finas.
Capítulo 5 – Análise paramétrica do fenômeno físico através do sistema de 145
classificação

Um estudo avaliando o comprimento carregado e a espessura da alma é


apresentado a seguir.

h bf tf
375 170 6,3
0.700

0.600

0.500
Ativação
de ativação

0.400
Grau de
Grau

0.300

0.200

0.100

0.000
0.00 0.10 0.20 0.30 0.40 0.50 0.60
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA

c/h
tw=4 - flamb tw=4 - enrug tw=4 - plast
tw=12.5 - flamb tw=12.5 - enrug tw=12.5 - plast

Figura 5.61 - Variação dos graus de ativação das três classes em função da relação
c/h e da espessura de alma – análise 1.

h bf tf
375 170 16
0.700

0.600

0.500
Grau de Ativação
Grau de ativação

0.400

0.300

0.200

0.100

0.000
0.00 0.10 0.20 0.30 0.40 0.50 0.60
c/h
tw=4 - flamb tw=4 - enrug tw=4 - plast
tw=12.5 - flamb tw=12.5 - enrug tw=12.5 - plast

Figura 5.62 - Variação dos graus de ativação das três classes em função da relação
c/h e da espessura de alma – análise 2.
146 Capítulo 5 – Análise paramétrica do fenômeno físico através do sistema
de classificação

h bf tf
375 375 6,3
0.700

0.600

0.500
Ativação
deativação

0.400
Grau de
Grau

0.300

0.200

0.100

0.000
0.00 0.10 0.20 0.30 0.40 0.50 0.60
c/h
tw=4 - flamb tw=4 - enrug tw=4 - plast
tw=12.5 - flamb tw=12.5 - enrug tw=12.5 - plast

Figura 5.63 - Variação dos graus de ativação das três classes em função da relação
c/h e da espessura de alma – análise 3.

PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA


h bf tf
375 375 16
0.700

0.600

0.500
dedeAtivação
ativação

0.400
Grau

0.300
Grau

0.200

0.100

0.000
0.00 0.10 0.20 0.30 0.40 0.50 0.60
c/h
tw=4 - flamb tw=4 - enrug tw=4 - plast
tw=12.5 - flamb tw=12.5 - enrug tw=12.5 - plast

Figura 5.64 - Variação dos graus de ativação das três classes em função da relação
c/h e da espessura de alma – análise 4.

O aumento do comprimento carregado tende a diminuir a tendência a


plastificação e aumentar as chances de flambagem, principalmente em mesas mais
espessas. O próximo capítulo apresenta um estudo semelhante para os
resultados fornecidos pela rede neural de previsão da carga crítica.
6
Análise Paramétrica da Carga Crítica Através da Rede
Neural de Previsão

6.1
Introdução

O Capítulo anterior apresentou a avaliação dos graus de ativação do


fenômeno físico gerados pelo sistema neuro-fuzzy. Este capítulo mostra uma
análise paramétrica da carga crítica baseada nos resultados do sistema
apresentados nos capítulos anteriores.
A avaliação adicional da rede neural foi feita através de uma comparação
dos resultados fornecidos pela rede de previsão, com os valores fornecidos pela
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA

fórmula de Roberts, equação (2.12), pela fórmula de Lyse & Godfrey (2.1) e pela
Norma Canadense de 2001 (2.15 e 2.16) para diversos perfis comerciais situados
dentro da faixa de treinamento. Estes resultados são apresentados no Anexo D.
Desta forma, neste capítulo, uma análise paramétrica da carga crítica será feita
empregando os resultados fornecidos pela rede neural previamente treinada e
validada.

6.2
Avaliação dos resultados.

A rede neural de previsão apresentada no Capítulo 5 foi treinada e testada


com uma quantidade limitada de dados experimentais. Estudos anteriores
(Fonseca, 1999) avaliaram a viabilidade da utilização de dados gerados através de
simulações de elementos finitos para treinamento e/ou avaliação das redes neurais.
Estas simulações, no entanto, forneceram erros percentuais muito superiores aos
previstos pela rede. Desta forma, será apresentado um método adicional de
avaliação do treinamento da rede, de forma a validar os resultados da análise
paramétrica a ser apresentada neste capítulo.
A avaliação da rede neural foi feita através da comparação dos resultados
fornecidos pela rede de previsão, com os valores fornecidos pela fórmula de
148 Capítulo 6 - Análise Paramétrica da Carga Crítica Através da Rede Neural
de Previsão

Roberts, equação (2.12), pela fórmula de Lyse & Godfrey (2.1) e pela Norma
Canadense (2.15 e 2.16) para diversos perfis comerciais laminados e soldados
situados dentro da faixa de treinamento. Estes resultados são apresentados em
detalhe no Anexo D. A Figura 6.1 apresenta a razão entre os resultados da rede e
as fórmulas existentes.
Para uma melhor avaliação deste gráfico, é necessário observar a Figura 6.2
que apresenta a razão entre os resultados experimentais e as fórmulas de previsão.
Verifica-se nos dois gráficos as mesmas ordens de grandeza do erro absoluto,
estando, nos dois casos, a fórmula de Roberts mais ajustada aos dados
experimentais e aos resultados gerados pela rede.
Verifica-se que a maioria dos dados experimentais usados no treinamento
possui espessura de alma inferior a 12,5mm, estando muito concentrados entre 2 e
5 mm. Desta forma, os perfis utilizados na análise paramétrica da carga crítica não
possuem espessuras de alma superiores a 12,5mm.

PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA


Estes resultados atuam como uma validação adicional para a análise
paramétrica da carga crítica que será feita a seguir.

6.3
Análise paramétrica.

A análise paramétrica da carga crítica foi executada utilizando os dados


gerados pela rede de previsão, para a mesma faixa de variação de parâmetros
apresentada no Capítulo 6 para determinação dos graus de ativação do fenômeno
físico.
Segundo vários autores, é de conhecimento geral que a carga última é
proporcional ao quadrado da espessura da alma, enquanto os outros parâmetros
exercem uma influência secundária. No entanto, a ordem de grandeza do erro
encontrado nas fórmulas de projeto atuais se deve a não utilização ou a uma
avaliação incorreta destes parâmetros secundários. A dificuldade da geração de
novos dados experimentais para uma análise paramétrica completa é um fator que
tem contribuído para que este erro permaneça alto (Fonseca, 1999). Assim, o
objetivo deste estudo é avaliar a influência da combinação destes parâmetros
secundários a partir dos resultados fornecidos pela rede.
Capítulo 6 - Análise Paramétrica da Carga Crítica Através da Rede Neural de 149
Previsão

4
Prede/Pp

0
0 5 10 15 20 25 30
Espessura da alma

rede/roberts Rede/CSA rede/lyse

Figura 6.1 – Comparação entre os resultados fornecidos pela rede de previsão para
os perfis apresentados no Anexo D e os resultados das equações de Lyse &
Godfrey (2.1), Roberts (2.12) e CSA (2.15 e 2.16).
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA

4
Pex/Pp

0
0 5 10 15 20 25 30
Espessura da alma

Exp/Rob Exp/CSA Exp/Lyse

Figura 6.2 – Comparação entre os resultados experimentais disponíveis e os


resultados das equações de Lyse & Godfrey (2.1), Roberts (2.12) e CSA (2.15 e
2.16).

As análises foram realizadas através da variação de dois parâmetros


enquanto os demais permaneciam constantes. Os gráficos apresentados neste item
mostram os valores de carga crítica previstos pela rede para todos os casos
apresentados no capítulo anterior para determinação dos graus de ativação de cada
fenômeno físico. Desta forma será possível avaliar a relação entre o
comportamento estrutural e a carga crítica.
150 Capítulo 6 - Análise Paramétrica da Carga Crítica Através da Rede Neural
de Previsão

O primeiro estudo (Figura 6.3 a Figura 6.10) avalia a influência das


espessuras de mesa e de alma na carga crítica. Os parâmetros são apresentados na
Tabela 5.2, a tensão limite de escoamento é de 345 MPa e o fator de forma do
painel de alma a/h adotado é igual a 3.
h bf c
375 170 37,5
1200.00

1000.00

800.00
Carga Prevista

600.00

400.00

200.00

0.00

PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA


0.0 5.0 10.0 15.0 20.0 25.0 30.0 35.0

tf

tw=4 tw=4,7 tw=6,3 tw=8 tw=9.5 tw=12.5

Figura 6.3 – Variação da Carga em função da Espessura da Mesa para diferentes


espessuras de alma – análise 1.
h bf c
375 170 187,5
1400.00

1200.00

1000.00

800.00
Carga Prevista

600.00

400.00

200.00

0.00
0.0 5.0 10.0 15.0 20.0 25.0 30.0 35.0

tf

tw=4 tw=4,7 tw=6,3 tw=8 tw=9.5 tw=12.5

Figura 6.4 – Variação da Carga em função da Espessura da Mesa para diferentes


espessuras de alma – análise 2.
Capítulo 6 - Análise Paramétrica da Carga Crítica Através da Rede Neural de 151
Previsão

h bf c
375 375 37,5
2000.00

1800.00

1600.00

1400.00
Prevista

1200.00
Carga Prevista

1000.00
Carga

800.00

600.00

400.00

200.00

0.00
0.0 5.0 10.0 15.0 20.0 25.0 30.0 35.0
tf

tw=4 tw=4,7 tw=6,3 tw=8 tw=9.5 tw=12.5

Figura 6.5 – Variação da Carga em função da Espessura da Mesa para diferentes


PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA

espessuras de alma – análise 3.

h bf c
375 375 187,5
3000.00

2500.00

2000.00
Carga Prevista
Carga Prevista

1500.00

1000.00

500.00

0.00
0.0 5.0 10.0 15.0 20.0 25.0 30.0 35.0
tf

tw=4 tw=4,7 tw=6,3 tw=8 tw=9.5 tw=12.5

Figura 6.6 – Variação da Carga em função da Espessura da Mesa para diferentes


espessuras de alma – análise 4.
152 Capítulo 6 - Análise Paramétrica da Carga Crítica Através da Rede Neural
de Previsão

h bf c
1450 500 145
3000.00

2500.00

2000.00
Prevista
Prevista

1500.00
Carga Carga

1000.00

500.00

0.00
0.0 5.0 10.0 15.0 20.0 25.0 30.0 35.0
tf

tw=4 tw=4,7 tw=6,3 tw=8 tw=9.5 tw=12.5

Figura 6.7 – Variação da Carga em função da Espessura da Mesa para diferentes

PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA


espessuras de alma – análise 5.

h bf c
1450 500 725
1600.00

1400.00

1200.00

1000.00
Prevista
Prevista

800.00
CargaCarga

600.00

400.00

200.00

0.00
0.0 5.0 10.0 15.0 20.0 25.0 30.0 35.0
tf

tw=4 tw=4,7 tw=6,3 tw=8 tw=9.5 tw=12.5

Figura 6.8 – Variação da Carga em função da Espessura da Mesa para diferentes


espessuras de alma – análise 6.
Capítulo 6 - Análise Paramétrica da Carga Crítica Através da Rede Neural de 153
Previsão

h bf c
1450 1400 145
3000.00

2500.00
Carga Prevista

2000.00

1500.00

1000.00

500.00

0.00
0.0 5.0 10.0 15.0 20.0 25.0 30.0 35.0

tf

tw=4 tw=4,7 tw=6,3 tw=8 tw=9.5 tw=12.5

Figura 6.9 – Variação da Carga em função da Espessura da Mesa para diferentes


espessuras de alma – análise 7.
h bf c
1450 1400 725
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA

1600.00

1400.00

1200.00

1000.00
Carga Prevista

800.00

600.00

400.00

200.00

0.00
0.0 5.0 10.0 15.0 20.0 25.0 30.0 35.0

tf

tw=4 tw=4,7 tw=6,3 tw=8 tw=9.5 tw=12.5

Figura 6.10 – Variação da Carga em função da Espessura da Mesa para diferentes


espessuras de alma – análise 8.

A espessura da mesa exerce uma grande influência na carga crítica das vigas
com espessuras de alma maiores que 6,3mm. Também é possível verificar que a
variação da carga crítica tende a diminuir para maiores espessuras de mesa. Nas
vigas mais esbeltas e de almas mais finas (análises 5 a 8) a influência da espessura
da mesa se mostra menor. As análises 1 e 3, únicas a apresentarem
comportamento de plastificação para as almas mais espessas, conforme
apresentado no capítulo anterior, mostram uma tendência da carga a continuar
subindo com o aumento da espessura da mesa, enquanto que para os outros casos
154 Capítulo 6 - Análise Paramétrica da Carga Crítica Através da Rede Neural
de Previsão

a carga tende a se estabilizar a partir de valores mais significativos de espessura


de mesa. No entanto, a influência da espessura da mesa está também relacionada a
outros fatores, como o comprimento carregado ou o fator de forma do painel, que
serão apresentados posteriormente.
Para avaliar a importância da mesa foi feito um estudo semelhante (Figura
6.11 a Figura 6.14), adotando os parâmetros apresentados na Tabela 5.3:
h tw c
375 4,7 37,5
500.00

450.00

400.00
Prevista
Carga Prevista

350.00
Carga

300.00

250.00

PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA


200.00

150.00
0.0 5.0 10.0 15.0 20.0 25.0 30.0 35.0
tf

bf=100 bf=150 bf=200 bf=250 bf=300

Figura 6.11 – Variação da Carga em função da Espessura da Mesa para diferentes


larguras de mesa – análise 1.
h tw c
375 4,7 187,5

650.00

600.00

550.00

500.00
Prevista
Prevista

450.00
Carga

400.00
Carga

350.00

300.00

250.00

200.00
0.0 5.0 10.0 15.0 20.0 25.0 30.0 35.0
tf

bf=100 bf=150 bf=200 bf=250 bf=300

Figura 6.12 – Variação da Carga em função da Espessura da Mesa para diferentes


larguras de mesa – análise 2.
Capítulo 6 - Análise Paramétrica da Carga Crítica Através da Rede Neural de 155
Previsão

h tw c
1450 6,3 145
700.00

650.00

600.00

550.00
CargaPrevista
Prevista

500.00

450.00
Carga

400.00

350.00

300.00

250.00

200.00
0.0 5.0 10.0 15.0 20.0 25.0 30.0 35.0
tf

bf=100 bf=150 bf=200 bf=250 bf=300

Figura 6.13 – Variação da Carga em função da Espessura da Mesa para diferentes


larguras de mesa – análise 3.
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA

h tw c
1450 6,3 725
650.00

600.00
CargaPrevista

550.00
Carga Prevista

500.00

450.00

400.00
0.0 5.0 10.0 15.0 20.0 25.0 30.0 35.0
tf

bf=100 bf=150 bf=200 bf=250 bf=300

Figura 6.14 – Variação da Carga em função da Espessura da Mesa para diferentes


larguras de mesa – análise 4.

Este estudo mostra que um aumento na largura da mesa aumenta


ligeiramente a carga crítica das vigas. Também é possível observar que o
comportamento do gráfico é mais linear nos casos de plastificação (análise 1) e
que a variação da carga em função da espessura da mesa tende a se estabilizar
156 Capítulo 6 - Análise Paramétrica da Carga Crítica Através da Rede Neural
de Previsão

para mesas mais espessas onde o comportamento predominante é o de flambagem


(análises 2 a 4). Também se verifica que vigas com menores comprimentos
carregados mostram um maior aumento da carga à medida que a espessura da
mesa aumenta.
A próxima análise (Figura 6.15 a Figura 6.30) apresenta uma avaliação da
importância da altura da alma. Os parâmetros são apresentados na Tabela 5.4.
tw tf c
4,7 6,3 37,5
350.00

330.00

310.00

290.00
Carga Prevista

270.00
Prevista

250.00
Carga

230.00

210.00

PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA


190.00

170.00

150.00
0 200 400 600 800 1000 1200
h

bf=100 bf=150 bf=200 bf=250 bf=300

Figura 6.15 – Variação da Carga em função da Altura da alma para diferentes


larguras de mesa – análise 1.
tw tf c
4,7 6,3 187,5
550.00

500.00

450.00
Carga Prevista

400.00

350.00

300.00

250.00

200.00

150.00
0 200 400 600 800 1000 1200
h

bf=100 bf=150 bf=200 bf=250 bf=300

Figura 6.16 – Variação da Carga em função da Altura da alma para diferentes


larguras de mesa – análise 2.
Capítulo 6 - Análise Paramétrica da Carga Crítica Através da Rede Neural de 157
Previsão

tw tf c
4,7 16 37,5

500.00

450.00

400.00
Carga Prevista

350.00

300.00

250.00

200.00
0 200 400 600 800 1000 1200

bf=100 bf=150 bf=200 bf=250 bf=300


PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA

Figura 6.17 – Variação da Carga em função da Altura da alma para diferentes


larguras de mesa – análise 3.

tw tf c
4,7 16 187,5

600.00

550.00

500.00

450.00
Carga Prevista

400.00

350.00

300.00

250.00

200.00
0 200 400 600 800 1000 1200

bf=100 bf=150 bf=200 bf=250 bf=300

Figura 6.18 – Variação da Carga em função da Altura da alma para diferentes


larguras de mesa – análise 4.
158 Capítulo 6 - Análise Paramétrica da Carga Crítica Através da Rede Neural
de Previsão

tw tf c
6,3 16 145

1000.00

900.00

800.00
Prevista
Prevista

700.00
Carga
Carga

600.00

500.00

400.00
0 200 400 600 800 1000 1200
h

bf=100 bf=150 bf=200 bf=250 bf=300

PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA


Figura 6.19 – Variação da Carga em função da Altura da alma para diferentes
larguras de mesa – análise 5.

tw tf c
6,3 16 725

800.00

700.00

600.00
Carga Prevista

500.00

400.00

300.00

200.00
0 200 400 600 800 1000 1200

bf=100 bf=150 bf=200 bf=250 bf=300

Figura 6.20 – Variação da Carga em função da Altura da alma para diferentes


larguras de mesa – análise 6.
Capítulo 6 - Análise Paramétrica da Carga Crítica Através da Rede Neural de 159
Previsão

tw tf c
6,3 32,5 145

900.00

850.00

800.00

750.00
Carga Prevista

700.00

650.00

600.00

550.00

500.00

450.00

400.00
0 200 400 600 800 1000 1200

bf=100 bf=150 bf=200 bf=250 bf=300


PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA

Figura 6.21 – Variação da Carga em função da Altura da alma para diferentes


larguras de mesa – análise 7.

tw tf c
6,3 32,5 725

1000.00

900.00

800.00
Carga Prevista

700.00

600.00

500.00

400.00
0 200 400 600 800 1000 1200

bf=100 bf=150 bf=200 bf=250 bf=300

Figura 6.22 – Variação da Carga em função da Altura da alma para diferentes


larguras de mesa – análise 8.
160 Capítulo 6 - Análise Paramétrica da Carga Crítica Através da Rede Neural
de Previsão

tw tf c
9,5 6,3 37,5

850.00

800.00

750.00

700.00
Prevista
Prevista

650.00
Carga
Carga

600.00

550.00

500.00

450.00
0 200 400 600 800 1000 1200
h

bf=100 bf=150 bf=200 bf=250 bf=300

PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA


Figura 6.23 – Variação da Carga em função da Altura da alma para diferentes
larguras de mesa – análise 9.

tw tf c
9,5 6,3 187,5

1400.00

1300.00

1200.00
Carga Prevista

1100.00

1000.00

900.00

800.00

700.00

600.00
0 200 400 600 800 1000 1200

bf=100 bf=150 bf=200 bf=250 bf=300

Figura 6.24 – Variação da Carga em função da Altura da alma para diferentes


larguras de mesa – análise 10.
Capítulo 6 - Análise Paramétrica da Carga Crítica Através da Rede Neural de 161
Previsão

tw tf c
9,5 16 37,5

1300.00

1200.00

1100.00
Prevista
Carga Prevista

1000.00
Carga

900.00

800.00

700.00

600.00
0 200 400 600 800 1000 1200
h

bf=100 bf=150 bf=200 bf=250 bf=300


PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA

Figura 6.25 – Variação da Carga em função da Altura da alma para diferentes


larguras de mesa – análise 11.

tw tf c
9,5 16 187,5

1800.00

1700.00

1600.00

1500.00

1400.00
Prevista
Prevista

1300.00
Carga
Carga

1200.00

1100.00

1000.00

900.00

800.00
0 200 400 600 800 1000 1200
h

bf=100 bf=150 bf=200 bf=250 bf=300

Figura 6.26 – Variação da Carga em função da Altura da alma para diferentes


larguras de mesa – análise 12.
162 Capítulo 6 - Análise Paramétrica da Carga Crítica Através da Rede Neural
de Previsão

tw tf c
12,5 16 145

2200.00

2000.00

1800.00
Prevista
Prevista

1600.00
CargaCarga

1400.00

1200.00

1000.00
0 200 400 600 800 1000 1200
h

bf=100 bf=150 bf=200 bf=250 bf=300

PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA


Figura 6.27 – Variação da Carga em função da Altura da alma para diferentes
larguras de mesa – análise 13.

tw tf c
12,5 16 725

2400.00

2200.00

2000.00
Carga Prevista

1800.00

1600.00

1400.00

1200.00

1000.00
0 200 400 600 800 1000 1200

bf=100 bf=150 bf=200 bf=250 bf=300

Figura 6.28 – Variação da Carga em função da Altura da alma para diferentes


larguras de mesa – análise 14.
Capítulo 6 - Análise Paramétrica da Carga Crítica Através da Rede Neural de 163
Previsão

tw tf c
12,5 32,5 145
2400.00

2200.00

2000.00
Prevista
Prevista

1800.00
Carga
Carga

1600.00

1400.00

1200.00

1000.00
0 200 400 600 800 1000 1200
h

bf=100 bf=150 bf=200 bf=250 bf=300

Figura 6.29 – Variação da Carga em função da Altura da alma para diferentes


PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA

larguras de mesa – análise 15.


tw tf c
12,5 32,5 725

1200.00

1100.00

1000.00
Carga Prevista

900.00

800.00

700.00

600.00
0 200 400 600 800 1000 1200

bf=100 bf=150 bf=200 bf=250 bf=300

Figura 6.30 – Variação da Carga em função da Altura da alma para diferentes


larguras de mesa – análise 16.
O aumento da altura da viga implica diretamente no aumento da esbeltez,
mas também influi na redução do fator de forma do painel de alma (a/h) e da
relação entre o comprimento carregado e a altura (c/h), ocasionando grandes
variações mo fenômeno físico, conforme apresentado no capítulo anterior. Isso
164 Capítulo 6 - Análise Paramétrica da Carga Crítica Através da Rede Neural
de Previsão

pode explicar a não-linearidade do decréscimo da carga em função do aumento da


altura. Em vigas de alma mais fina, a carga diminui com o aumento da altura, no
entanto, em vigas de alma e mesas mais espessas, o aumento da altura aumenta o
momento de inércia e com isso a carga crítica. A influência isolada do fator de
forma na carga crítica é apresentada a seguir (Figura 6.31 a Figura 6.38). Os
valores adotados para os parâmetros foram apresentados na Tabela 5.5:
h tw bf c
375 4,7 170 37,5
600.00

550.00

500.00
Carga Prevista

450.00

400.00

350.00

300.00

PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA


250.00

200.00
0.5 1.0 1.5 2.0 2.5 3.0 3.5

a/ h

tf=6.3 tf=8 tf= 9,5 tf=12,5 tf=16


tf=19 tf=22.4 tf=25 tf=31.5

Figura 6.31 – Variação da Carga em função do fator de forma do painel de alma


para diferentes espessuras de mesa – análise 1.
h tw bf c
375 4,7 170 187,5
600.00

550.00

500.00
Carga Prevista

450.00

400.00

350.00

300.00

250.00
0.5 1.0 1.5 2.0 2.5 3.0 3.5

a/ h
tf=6.3 tf=8 tf= 9,5 tf=12,5 tf=16
tf=19 tf=22.4 tf=25 tf=31.5

Figura 6.32 – Variação da Carga em função do fator de forma do painel de alma


para diferentes espessuras de mesa – análise 2.
Capítulo 6 - Análise Paramétrica da Carga Crítica Através da Rede Neural de 165
Previsão

h tw bf c
375 9,5 170 37,5

1600.00

1400.00

1200.00
Carga Prevista

1000.00

800.00

600.00

400.00

200.00

0.00
0.5 1.0 1.5 2.0 2.5 3.0 3.5

a/ h

tf=6.3 tf=8 tf= 9,5 tf=12,5 tf=16


tf=19 tf=22.4 tf=25 tf=31.5
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA

Figura 6.33 – Variação da Carga em função do fator de forma do painel de alma


para diferentes espessuras de mesa – análise 3.

h tw bf c
375 9,5 170 187,5

1600.00

1400.00

1200.00

1000.00
Prevista
Prevista

800.00
Carga
Carga

600.00

400.00

200.00

0.00
0.5 1.0 1.5 2.0 2.5 3.0 3.5
a/h

tf=6.3 tf=8 tf= 9,5 tf=12,5 tf=16


tf=19 tf=22.4 tf=25 tf=31.5

Figura 6.34 – Variação da Carga em função do fator de forma do painel de alma


para diferentes espessuras de mesa – análise 4.
166 Capítulo 6 - Análise Paramétrica da Carga Crítica Através da Rede Neural
de Previsão

h tw bf c
1450 6,3 500 145

1000.00

900.00

800.00
Prevista
Prevista

700.00
Carga
Carga

600.00

500.00

400.00
0.5 1.0 1.5 2.0 2.5 3.0 3.5
a/h

tf=6.3 tf=8 tf= 9,5 tf=12,5 tf=16


tf=19 tf=22.4 tf=25 tf=31.5

PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA


Figura 6.35 – Variação da Carga em função do fator de forma do painel de alma
para diferentes espessuras de mesa – análise 5.

h tw bf c
1450 6,3 500 725

700.00

650.00

600.00
Carga Prevista
Prevista

550.00
Carga

500.00

450.00

400.00
0.5 1.0 1.5 2.0 2.5 3.0 3.5
a/h

tf=6.3 tf=8 tf= 9,5 tf=12,5 tf=16


tf=19 tf=22.4 tf=25 tf=31.5

Figura 6.36 – Variação da Carga em função do fator de forma do painel de alma


para diferentes espessuras de mesa – análise 6.
Capítulo 6 - Análise Paramétrica da Carga Crítica Através da Rede Neural de 167
Previsão

h tw bf c
1450 12,5 500 145
4000.00

3500.00

3000.00

2500.00
Prevista
Prevista

2000.00
Carga
Carga

1500.00

1000.00

500.00

0.00
0.5 1.0 1.5 2.0 2.5 3.0 3.5
a/h

tf=6.3 tf=8 tf= 9,5 tf=12,5 tf=16


tf=19 tf=22.4 tf=25 tf=31.5

Figura 6.37 – Variação da Carga em função do fator de forma do painel de alma


PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA

para diferentes espessuras de mesa – análise 7.


h tw bf c
1450 12,5 500 725
1800.00

1600.00

1400.00
Prevista
Carga Prevista

1200.00
Carga

1000.00

800.00

600.00
0.5 1.0 1.5 2.0 2.5 3.0 3.5
a/h

tf=6.3 tf=8 tf= 9,5 tf=12,5 tf=16


tf=19 tf=22.4 tf=25 tf=31.5

Figura 6.38 – Variação da Carga em função do fator de forma do painel de alma


para diferentes espessuras de mesa – análise 8.

O aumento do fator de forma provoca uma pequena redução da carga crítica


que tende a ser mais significativa para fatores de forma entre 1 e 2. A redução da
carga em função da espessura da mesa, apresentada na análise 5, pode ser
decorrente da pequena quantidade de dados experimentais com espessuras de
168 Capítulo 6 - Análise Paramétrica da Carga Crítica Através da Rede Neural
de Previsão

mesa maiores que 20 mm, no total de dez, dificultando a generalização da rede


para dados desta ordem. Desta forma, foram retirados do Anexo D os perfis
comerciais com mesas superiores a 20 mm.
Outro estudo (Figura 6.39 a Figura 6.42) avaliou os resultados da variação
do comprimento carregado. A relação c/h variou de 0,1 a 0,5 para os parâmetros
da Tabela 5.6:
h tw
375 4,7
1200.00

1000.00

800.00
Carga Prevista

600.00

400.00

200.00

PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA


0.00
0.0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6

c/ h

tf=6.3 tf=8 tf= 9,5 tf=12,5 tf=16 tf=19 tf=22.4 tf=25

Figura 6.39 - Variação da Carga em função da relação c/h para diferentes


espessuras de mesa – análise 1.
h tw
375 9,5
2000.00

1800.00

1600.00

1400.00
Carga Prevista

1200.00

1000.00

800.00

600.00

400.00

200.00

0.00
0.0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6

c/ h

tf=6.3 tf=8 tf= 9,5 tf=12,5 tf=16


tf=19 tf=22.4 tf=25 tf=31.5

Figura 6.40 - Variação da Carga em função da relação c/h para diferentes


espessuras de mesa – análise 2.
Capítulo 6 - Análise Paramétrica da Carga Crítica Através da Rede Neural de 169
Previsão

h tw
1450 6,3
550.00

500.00

450.00
Prevista
Carga Prevista

400.00
Carga

350.00

300.00

250.00

200.00
0.0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6
c/h

tf=6.3 tf=8 tf= 9,5 tf=12,5 tf=16


tf=19 tf=22.4 tf=25 tf=31.5
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA

Figura 6.41 - Variação da Carga em função da relação c/h para diferentes


espessuras de mesa – análise 3.
h tw
1450 12,5
700.00

650.00

600.00
Carga Prevista

550.00

500.00

450.00

400.00

350.00

300.00
0.0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6

c/ h

tf=6.3 tf=8 tf= 9,5 tf=12,5 tf=16


tf=19 tf=22.4 tf=25 tf=31.5

Figura 6.42 - Variação da Carga em função da relação c/h para diferentes


espessuras de mesa – análise 4.

Este estudo mostra um aumento da carga em função do aumento do


comprimento carregado, mais significativo para relações c/h menores. A redução
da carga em função da espessura da mesa, apresentada nas análises 1, 2 e 4
170 Capítulo 6 - Análise Paramétrica da Carga Crítica Através da Rede Neural
de Previsão

também foi considerada decorrente da pequena quantidade de dados


experimentais com espessuras de mesa maiores que 20 mm.
A relação entre o fator de forma e o comprimento carregado também foi
avaliada (Figura 6.43 a Figura 6.50). A relação c/h variou de 0,1 a 0,5 e o fator de
forma variou de 1 a 3 para os parâmetros apresentados na Tabela 5.7.
h tw bf tf
375 4,7 170 6,3
520.00

470.00

420.00
Prevista
Carga Prevista

370.00
Carga

320.00

270.00

PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA


220.00
0.5 1.0 1.5 2.0 2.5 3.0 3.5
a/h

c/h=0.1 c/h=0.2 c/h=0.3 c/h=0.4 c/h=0.5

Figura 6.43 - Variação da Carga em função da relação a/h para diferentes


comprimentos carregados – análise 1.
h tw bf tf
375 4,7 170 16
600.00

550.00

500.00
Carga Prevista

450.00

400.00

350.00

300.00
0.5 1.0 1.5 2.0 2.5 3.0 3.5

a/ h

c/h=0.1 c/h=0.2 c/h=0.3 c/h=0.4 c/h=0.5

Figura 6.44 - Variação da Carga em função da relação a/h para diferentes


comprimentos carregados – análise 2.
Capítulo 6 - Análise Paramétrica da Carga Crítica Através da Rede Neural de 171
Previsão

h tw bf tf
375 4,7 375 6,3

750.00

700.00

650.00

600.00
Carga Prevista

550.00

500.00

450.00

400.00

350.00

300.00
0.5 1.0 1.5 2.0 2.5 3.0 3.5

a/ h

c/h=0.1 c/h=0.2 c/h=0.3 c/h=0.4 c/h=0.5

Figura 6.45 - Variação da Carga em função da relação a/h para diferentes


comprimentos carregados – análise 3.
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA

h tw bf tf
375 4,7 375 16

800.00

750.00

700.00
Carga Prevista

650.00

600.00

550.00

500.00

450.00
0.5 1.0 1.5 2.0 2.5 3.0 3.5

a/ h

c/h=0.1 c/h=0.2 c/h=0.3 c/h=0.4 c/h=0.5

Figura 6.46 - Variação da Carga em função da relação a/h para diferentes


comprimentos carregados – análise 4.
172 Capítulo 6 - Análise Paramétrica da Carga Crítica Através da Rede Neural
de Previsão

h tw bf tf
375 9,5 170 6,3

1000.00

900.00

800.00
Prevista
Prevista

700.00
Carga
Carga

600.00

500.00

400.00
0.5 1.0 1.5 2.0 2.5 3.0 3.5
a/h

c/h=0.1 c/h=0.2 c/h=0.3 c/h=0.4 c/h=0.5

PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA


Figura 6.47 - Variação da Carga em função da relação a/h para diferentes
comprimentos carregados – análise 5.

h tw bf tf
375 9,5 170 16

1600.00

1400.00

1200.00

1000.00
Prevista
Prevista

800.00
Carga
Carga

600.00

400.00

200.00

0.00
0.5 1.0 1.5 2.0 2.5 3.0 3.5
a/h

c/h=0.1 c/h=0.2 c/h=0.3 c/h=0.4 c/h=0.5

Figura 6.48 - Variação da Carga em função da relação a/h para diferentes


comprimentos carregados – análise 6.
Capítulo 6 - Análise Paramétrica da Carga Crítica Através da Rede Neural de 173
Previsão

h tw bf tf
375 9,5 375 6,3

1800.00

1600.00

1400.00

1200.00
Carga Prevista

1000.00

800.00

600.00

400.00

200.00

0.00
0.5 1.0 1.5 2.0 2.5 3.0 3.5

a/ h

c/h=0.1 c/h=0.2 c/h=0.3 c/h=0.4 c/h=0.5

Figura 6.49 - Variação da Carga em função da relação a/h para diferentes


PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA

comprimentos carregados – análise 7.


h tw bf tf
375 9,5 375 16

2600.00

2400.00

2200.00
Carga Prevista

2000.00

1800.00

1600.00

1400.00

1200.00

1000.00
0.5 1.0 1.5 2.0 2.5 3.0 3.5

a/ h

c/h=0.1 c/h=0.2 c/h=0.3 c/h=0.4 c/h=0.5

Figura 6.50 - Variação da Carga em função da relação a/h para diferentes


comprimentos carregados – análise 8.

Em todas as análises, a variação da carga é mais significativa para


comprimentos carregados menores e fatores de forma menores. O decréscimo da
carga em função do aumento do fator de forma é mais acentuado para vigas de
alma mais espessa e mesas mais flexíveis.
174 Capítulo 6 - Análise Paramétrica da Carga Crítica Através da Rede Neural
de Previsão

Alguns estudos adicionais foram realizados na análise paramétrica da carga,


envolvendo as relações entra a espessura da alma e fatores como a altura da alma
e o comprimento carregado. O primeiro, relacionando a altura e a espessura da
alma, é apresentado a seguir (Figura 6.51 a Figura 6.58).
bf tf c
170 6,3 37,5
700.00

600.00

500.00
Carga Prevista

400.00

300.00

200.00

100.00

0.00

PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA


0 200 400 600 800 1000 1200

tw=4 tw=4,7 tw=6,3


tw=8 tw=9.5 tw=12.5

Figura 6.51 - Variação da Carga em função da altura da alma para diferentes


espessuras de alma – análise 1.
bf tf c
170 6,3 187,5
1000.00

900.00

800.00

700.00

600.00
Prevista
Prevista

500.00
Carga
Carga

400.00

300.00

200.00

100.00

0.00
0 200 400 600 800 1000 1200
h
tw=4 tw=4,7 tw=6,3
tw=8 tw=9.5 tw=12.5

Figura 6.52 - Variação da Carga em função da altura da alma para diferentes


espessuras de alma – análise 2.
Capítulo 6 - Análise Paramétrica da Carga Crítica Através da Rede Neural de 175
Previsão

bf tf c
170 16 37,5
1200.00

1000.00

800.00
Prevista
Prevista

600.00
Carga
Carga

400.00

200.00

0.00
0 200 400 600 800 1000 1200
h
tw=4 tw=4,7 tw=6,3
tw=8 tw=9.5 tw=12.5

Figura 6.53 - Variação da Carga em função da altura da alma para diferentes


PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA

espessuras de alma – análise 3.

bf tf c
170 16 187,5
1600.00

1400.00

1200.00

1000.00
CargaPrevista
Prevista

800.00
Carga

600.00

400.00

200.00

0.00
0 200 400 600 800 1000 1200
h
tw=4 tw=4,7 tw=6,3
tw=8 tw=9.5 tw=12.5

Figura 6.54 - Variação da Carga em função da altura da alma para diferentes


espessuras de alma – análise 4.
176 Capítulo 6 - Análise Paramétrica da Carga Crítica Através da Rede Neural
de Previsão

bf tf c
375 6,3 37,5
1000.00

900.00

800.00

700.00

600.00
CargaPrevista
Prevista

500.00
Carga

400.00

300.00

200.00

100.00

0.00
0 200 400 600 800 1000 1200
h
tw=4 tw=4,7 tw=6,3
tw=8 tw=9.5 tw=12.5

PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA


Figura 6.55 - Variação da Carga em função da altura da alma para diferentes
espessuras de alma – análise 5.

bf tf c
375 6,3 187,5
1600.00

1400.00

1200.00

1000.00
Prevista
Prevista

800.00
Carga
Carga

600.00

400.00

200.00

0.00
0 200 400 600 800 1000 1200
h
tw=4 tw=4,7 tw=6,3
tw=8 tw=9.5 tw=12.5

Figura 6.56 - Variação da Carga em função da altura da alma para diferentes


espessuras de alma – análise 6.
Capítulo 6 - Análise Paramétrica da Carga Crítica Através da Rede Neural de 177
Previsão

bf tf c
375 16 37,5
2000.00

1800.00

1600.00

1400.00
Prevista

1200.00
Carga Prevista

1000.00
Carga

800.00

600.00

400.00

200.00

0.00
0 200 400 600 800 1000 1200
h
tw=4 tw=4,7 tw=6,3
tw=8 tw=9.5 tw=12.5

Figura 6.57 - Variação da Carga em função da altura da alma para diferentes


PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA

espessuras de alma – análise 7.


bf tf c
375 16 187,5
3000.00

2500.00

2000.00
Prevista
Prevista

1500.00
Carga
Carga

1000.00

500.00

0.00
0 200 400 600 800 1000 1200
h
tw=4 tw=4,7 tw=6,3
tw=8 tw=9.5 tw=12.5

Figura 6.58 - Variação da Carga em função da altura da alma para diferentes


espessuras de alma – análise 8.

De uma forma geral, esta análise se mostra muito compatível com a


bibliografia, indicando o aumento da carga em função da altura para almas e
mesas mais espessas e uma redução da capacidade de carga quando as almas são
mais finas.
178 Capítulo 6 - Análise Paramétrica da Carga Crítica Através da Rede Neural
de Previsão

A relação entre a altura da alma e a espessura da mesa também foi avaliada


e os resultados são apresentados a seguir (Figura 6.59 a Figura 6.62).

tw bf c
4,7 170 37,5

450.00

400.00

350.00

300.00
Carga Prevista

250.00

200.00

150.00

100.00

50.00

0.00
0 200 400 600 800 1000 1200

PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA


tf = 6.3 tf = 8 tf = 9.5 tf = 12.5 tf = 16
tf = 19 tf = 22.4 tf = 25 tf = 31.5

Figura 6.59 - Variação da Carga em função da altura da alma para diferentes


espessuras de mesa – análise 1.

tw bf c
4,7 170 187,5
600.00

500.00

400.00
Prevista
Prevista

300.00
Carga
Carga

200.00

100.00

0.00
0 200 400 600 800 1000 1200
h

tf = 6.3 tf = 8 tf = 9.5 tf = 12.5 tf = 16


tf = 19 tf = 22.4 tf = 25 tf = 31.5

Figura 6.60 - Variação da Carga em função da altura da alma para diferentes


espessuras de mesa – análise 2.
Capítulo 6 - Análise Paramétrica da Carga Crítica Através da Rede Neural de 179
Previsão

tw bf c
9,5 170 37,5
1200.00

1000.00

800.00
Carga Prevista
Prevista

600.00
Carga

400.00

200.00

0.00
0 200 400 600 800 1000 1200
h

tf = 6.3 tf = 8 tf = 9.5 tf = 12.5 tf = 16


tf = 19 tf = 22.4 tf = 25 tf = 31.5
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA

Figura 6.61 - Variação da Carga em função da altura da alma para diferentes


espessuras de mesa – análise 3.
tw bf c
9,5 170 187,5
1400.00

1200.00

1000.00
Prevista

800.00
Prevista
Carga

600.00
Carga

400.00

200.00

0.00
0 200 400 600 800 1000 1200
h

tf = 6.3 tf = 8 tf = 9.5 tf = 12.5 tf = 16


tf = 19 tf = 22.4 tf = 25 tf = 31.5

Figura 6.62 - Variação da Carga em função da altura da alma para diferentes


espessuras de mesa – análise 4.

Em todos os casos a espessura da mesa aumenta ligeiramente o valor da


carga, no entanto, verifica-se que em almas mais finas a altura se torna mais
significativa que a espessura da mesa para comprimentos carregados maiores,
180 Capítulo 6 - Análise Paramétrica da Carga Crítica Através da Rede Neural
de Previsão

enquanto em almas mais espessas a altura e a espessura da mesa se tornam mais


importantes em comprimentos carregados menores.
Um estudo avaliando o comprimento carregado e a espessura da alma é
apresentado a seguir (Figura 6.63 a Figura 6.66).
h bf tf
375 170 6,3

900.00

800.00

700.00

600.00
Carga Prevista

500.00

400.00

300.00

200.00

100.00

0.00

PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA


0.0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6

c/ h

tw = 4 tw = 4.7 tw = 6.3
tw = 8 tw = 9.5 tw = 12.5

Figura 6.63 - Variação da Carga em função da relação c/h e da espessura de alma


– análise 1.
h bf tf
375 170 16
1400.00

1200.00

1000.00
Prevista
Prevista

800.00
Carga

600.00
Carga

400.00

200.00

0.00
0.0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6
c/h

tw = 4 tw = 4.7 tw = 6.3
tw = 8 tw = 9.5 tw = 12.5

Figura 6.64 - Variação da Carga em função da relação c/h e da espessura de alma


– análise 2.
Capítulo 6 - Análise Paramétrica da Carga Crítica Através da Rede Neural de 181
Previsão

h bf tf
375 375 6,3
1600.00

1400.00

1200.00

1000.00
CargaPrevista
Prevista

800.00
Carga

600.00

400.00

200.00

0.00
0.0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6
c/h

tw = 4 tw = 4.7 tw = 6.3
tw = 8 tw = 9.5 tw = 12.5

Figura 6.65 - Variação da Carga em função da relação c/h e da espessura de alma


– análise 3.
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA

h bf tf
375 375 16
2500.00

2000.00
Prevista

1500.00
Carga Prevista
Carga

1000.00

500.00

0.00
0.0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6
c/h

tw = 4 tw = 4.7 tw = 6.3
tw = 8 tw = 9.5 tw = 12.5

Figura 6.66 - Variação da Carga em função da relação c/h e da espessura de alma


– análise 4.
Este estudo mostra um aumento da carga em função do aumento do
comprimento carregado, mais significativo para relações c/h menores que 0,3 e
almas mais espessas. Há também um aumento mais significativo da carga em
função da altura para almas mais espessas e mesas mais largas e mais espessas.
O próximo capítulo apresenta as principais conclusões deste trabalho e as
sugestões para trabalhos futuros.
182 Capítulo 6 - Análise Paramétrica da Carga Crítica Através da Rede Neural
de Previsão

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7
Considerações Finais

7.1
Introdução

Diversos estudos foram realizados para a avaliação de previsão da carga


última de vigas de aço sujeitas a cargas concentradas, contudo, as fórmulas
existentes ainda fornecem erros superiores a 40%. A dificuldade de geração de
novos dados experimentais e o tempo envolvido em uma análise por elementos
finitos também contribuem para que a influência real de cada um dos parâmetros
envolvidos no cálculo da carga última ainda permaneça pouco conhecida até o
presente momento.
Embora este erro seja aceitável para problemas de engenharia civil, onde a
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variabilidade dos parâmetros envolvidos é muito grande e a própria divergência


entre resultados práticos e experimentais atinge valores superiores a 10%, as
novas técnicas de inteligência computacional, onde se inserem as redes neurais, os
algoritmos genéticos e a lógica nebulosa, demonstraram a possibilidade de uma
redução substancial deste erro.
Os resultados apresentados no capítulo 4 e em (Fonseca, 1999)
demonstraram que as redes neurais possuem uma grande capacidade de previsão
da carga última e uma boa generalização. No entanto, a divisão dos dados
experimentais de treinamento em três classes foi feita pela magnitude da carga e
não de acordo com o fenômeno físico associado. Isto tende a provocar distorções
na avaliação da carga última, pois vigas com um mesmo valor de carga crítica
podem representar fenômenos físicos diferentes. Além disso, a análise paramétrica
da carga crítica apresentada em (Fonseca, 1999) estava limitada aos dados das
faixas 1 e 2 (carga máxima de 250 kN) e nenhuma avaliação da variação do
fenômeno físico havia sido desenvolvida.
A tese é a continuação desta pesquisa com o objetivo de propor um sistema
de avaliação do comportamento estrutural de cargas concentradas, através de uma
identificação da influência dos diversos parâmetros na carga e nos tipos de
comportamento resultantes (plastificação, enrugamento e flambagem global),
estabelecendo limites mais flexíveis entre cada um destes. Esta análise foi
184 Capítulo 7 – Considerações Finais

executada empregando um sistema neuro-fuzzy (híbrido de redes neurais e de


lógica nebulosa). Este trabalho também apresenta um estudo de otimização das
fórmulas de projeto existentes empregando algoritmos genéticos.
As principais conclusões da utilização de técnicas de inteligência
computacional na avaliação do comportamento estrutural de vigas de aço
submetidas a cargas concentradas são apresentadas a seguir.

7.2
Conclusões

7.2.1
Algoritmos genéticos

Apesar dos algoritmos genéticos terem gerado uma fórmula otimizada com
erros inferiores aos apresentados pelas fórmulas de projeto existentes, deve-se

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ressaltar que a fórmula é empírica. Ainda assim, apesar das restrições impostas na
forma, a fórmula obtida com os algoritmos genéticos atingiu resultados
satisfatórios para confirmar as vantagens da utilização de uma única fórmula de
projeto que estabeleça limites mais graduais entre os comportamentos estruturais.
Ainda que os erros encontrados tenham sido superiores aos fornecidos pelas redes
neurais apresentadas em (Fonseca, 1999), eles foram inferiores aos fornecidos
pelas fórmulas tradicionais de dimensionamento, mesmo quando uma única
fórmula para todos os tipos de viga foi adotada. O erro máximo (30,45%) foi
inferior a todas as outras fórmulas (85,19% na equação 2.12), confirmando a
possibilidade futura de criação de uma fórmula de projeto com redução dos
fatores de segurança necessários à engenharia estrutural.

7.2.2
Treinamento do Sistema neuro-fuzzy

A primeira solução proposta foi empregar, de acordo com a classificação do


sistema neuro-fuzzy, uma rede neural diferente para prever a carga esperada para
vigas sujeitas a cada comportamento. A carga final de cada viga seria então a
soma ponderada do resultado de cada uma destas redes, utilizando os graus de
ativação como pesos do somatório. Para isso, foram avaliados os dados de cargas
concentradas existentes com relação ao fenômeno ocorrido.
Capítulo 7 – Considerações Finais 185

Considerando a pequena concentração de dados da terceira classe


(plastificação), o modelo proposto precisou ser reformulado, pois a pequena
quantidade de dados desta classe não permitiria o treinamento de uma rede de
previsão específica. Sendo assim, foi adotado um modelo com um sistema de
classificação neuro-fuzzy e uma única rede neural de previsão, utilizando como
entradas os graus de ativação gerados pelo sistema neuro-fuzzy.
Para treinar o sistema neuro-fuzzy de classificação foram utilizados os
dados apresentados no Anexo A e os perfis laminados do anexo C. Estes perfis
foram necessários como uma base de dados de plastificação e selecionados por
serem compactos e não apresentarem problemas relacionados à instabilidade. As
tensões limite de escoamento adotadas foram de 250 MPa com comprimento
carregado de 5 mm e fator de forma do painel de alma (a/h) de 3, correspondendo
às condições mais desfavoráveis para a estabilidade dos perfis, garantindo que,
mesmo nos piores casos de carregamento, estas vigas não apresentariam
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problemas de instabilidade.
Algumas das conclusões mais relevantes desta abordagem foram:
• a adoção de valores iguais de tensões limite de escoamento para
a maioria dos dados da terceira classe fez o sistema aprender
erroneamente que este valor era muito significativo para a
classificação. Assim, os perfis foram repetidos com tensões
limite de escoamento de 350 MPa, fator de forma do painel de
alma (a/h) igual a 1 e um comprimento carregado c igual a um
quarto da altura da viga;
• o número de regras criadas pelo sistema está diretamente
relacionado à capacidade de generalização e à complexidade
da iteração entre parâmetros de cada fenômeno estudado. A
taxa de decomposição de regras do programa foi um fator
importante para o equilíbrio entre o aprendizado e a
generalização;
• a esbeltez e o parâmetro B definido pela equação 2.14 se
mostraram importantes na determinação do fenômeno físico,
uma vez que a utilização destes parâmetros como novas
entradas melhorou o desempenho do sistema;
186 Capítulo 7 – Considerações Finais

• a apresentação dos dados intermediários ao sistema duas vezes,


tendo em cada uma um fenômeno físico diferente como saída,
melhorou o treinamento, facilitando o aprendizado dos limites
mais graduais entre os fenômenos físicos.

7.2.3
Treinamento da Rede Neural de Previsão da Carga Última

Para o treinamento e validação da rede foram utilizados, como dados de


entrada, os parâmetros geométricos e de material e os graus de ativação. Como
saída foi utilizada a carga última. Os dados utilizados no treinamento são
apresentados no anexo A.
Os dados experimentais com espessura de alma de 0,99mm foram
descartados do conjunto de treinamento, devido à dificuldade da realização de
ensaios experimentais de perfis com estas características geométricas. Este
procedimento reduziu o erro percentual máximo significativamente, excluindo

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dados excessivamente ruidosos que tendiam a prejudicar o treinamento.
A utilização da esbeltez, da fórmula de Roberts (2.12) e do parâmetro B
definido pela equação 2.14 como entradas melhoraram o aprendizado da rede
neural de previsão, mostrando que a apresentação direta de parâmetros
combinados tende a melhorar o desempenho das redes neurais em problemas com
poucos dados e grande quantidade de parâmetros.
Apesar da pequena quantidade de dados experimentais disponíveis para o
treinamento da rede neural, os erros de previsão se mostraram inferiores aos
fornecidos pelas fórmulas de projeto existentes. A fórmula de Roberts, no entanto,
quando comparada às outras fórmulas, se mostrou a mais adequada aos dados
experimentais empregados neste trabalho.

7.2.4
Análise Paramétrica do Fenômeno Físico

A avaliação do sistema neuro-fuzzy foi feita a partir da coerência dos graus


de ativação em função da variação dos parâmetros envolvidos quando comparados
à literatura. Deve-se lembrar que outra forma de investigação não é possível,
posto que um estudo comportamental mais gradual dos três fenômenos físicos
envolvidos é ainda inédito. Os principais resultados da análise paramétrica do
Capítulo 7 – Considerações Finais 187

fenômeno físico são apresentados a seguir, onde se verificam a confirmação e um


maior detalhamento de diversas hipóteses teóricas:
• em almas mais esbeltas a flambagem é dominante, enquanto a
plastificação é mais evidente em almas mais espessas ou
quando as mesas são mais rígidas;
• o enrugamento é mais comum em vigas de mesas mais flexíveis
(Bergfelt, 1971);
• a variação da largura da mesa é pouco significativa (Roberts &
Rockey, 1978);
• em mesas mais finas, a largura da mesa aumenta ligeiramente a
ocorrência de enrugamento, diminuindo a ocorrência de
flambagem, para cargas em um comprimento carregado
menor, e as chances de plastificação em comprimentos
carregados maiores;
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• uma altura maior diminui as chances de plastificação e aumenta


os problemas de instabilidade, principalmente o grau de
ativação de enrugamento em mesas mais estreitas e almas mais
finas;
• a espessura da mesa exerce grande influência no fenômeno
físico (Graciano, 2003), principalmente em cargas com um
comprimento carregado menor;
• o aumento do comprimento carregado ajuda na distribuição da
carga na alma, reduzindo os graus de ativação de plastificação
e aumentando a probabilidade de problemas de instabilidade.
No entanto, em vigas de mesa mais fina, este aumento da
relação c/h também reduz a probabilidade de enrugamento e as
chances de flambagem aumentam consideravelmente.
• em vigas de mesas mais finas e comprimentos carregados
maiores, a flambagem predomina, enquanto para cargas mais
concentradas, a plastificação da região é o fenômeno
dominante;
• um comprimento carregado maior em almas mais finas aumenta
as chances de flambagem global, pois aumenta a distribuição
188 Capítulo 7 – Considerações Finais

da carga em uma área de alma maior, reduzindo a plastificação


e o enrugamento;
• a variação da espessura da mesa é menos significativa para o
fenômeno físico em vigas de comprimentos carregados
maiores e grandes alturas (mais esbeltas), onde a flambagem
global predomina;
• o aumento da altura e conseqüente aumento da esbeltez também
favorecem a flambagem global;
• em vigas de almas e mesas mais espessas e carga mais
distribuída, o aumento da altura aumenta ligeiramente o grau
de ativação de plastificação;
• o fator de forma a/h exerce pouca influência no fenômeno físico,
no entanto esta influência tende a ser mais significativa em
mesas mais finas, almas mais esbeltas e comprimentos

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carregados menores. Nestes casos os graus de ativação de
plastificação diminuem com o aumento da distância entre os
enrijecedores, enquanto os de flambagem aumentam
ligeiramente devido ao aumento da área de instabilidade;
• os graus de ativação de enrugamento não apresentaram grandes
alterações em função do fator de forma, por ser este um
fenômeno localizado. A influência do fator de forma só é
relevante em perfis de espessuras de mesa e de alma reduzidas;

7.2.5
Análise Paramétrica da Carga Crítica

As principais conclusões da análise paramétrica da carga crítica são


apresentadas a seguir:
• a influência da espessura da mesa na carga é maior em vigas de
almas mais espessas;
• nos casos de plastificação há uma tendência da carga a continuar
subindo com o aumento da espessura da mesa, enquanto que
para os outros casos a carga tende a se estabilizar a partir de
valores mais significativos desta espessura;
Capítulo 7 – Considerações Finais 189

• nas vigas mais esbeltas e de almas mais finas a influência da


espessura da mesa se mostra menor;
• um aumento na largura da mesa aumenta ligeiramente a carga
crítica das vigas;
• em todos os casos a espessura da mesa aumenta ligeiramente o
valor da carga, no entanto, verifica-se que em almas mais finas
a altura se torna mais significativa que a espessura da mesa
para comprimentos carregados maiores, enquanto em almas
mais espessas a altura e a espessura da mesa se tornam mais
importantes em comprimentos carregados menores;
• o aumento da altura da viga implica diretamente no aumento da
esbeltez, mas também influi na redução do fator de forma do
painel de alma (a/h) e da relação entre o comprimento
carregado e a altura (c/h), ocasionando grandes variações no
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fenômeno físico. Isto também explica a não-linearidade do


decréscimo da carga em função do aumento da altura;
• em vigas de alma e mesas mais espessas, o aumento da altura
aumenta o momento de inércia e conseqüentemente a carga
crítica;
• o aumento da altura provoca uma redução da capacidade de
carga quando as almas são mais finas (maior esbeltez);
• o aumento do fator de forma provoca uma pequena redução da
carga crítica, que tende a ser mais significativa para fatores de
forma entre 1 e 2;
• há um aumento da carga em função do aumento do comprimento
carregado, mais significativo para relações c/h menores (0,1 a
0,3) e mesas mais espessas;
• em todas as análises, a variação da carga é mais significativa
para comprimentos carregados (c) menores e fatores de forma
do painel de alma (a/h) menores.
190 Capítulo 7 – Considerações Finais

7.3
Sugestões para Trabalhos Futuros

Este trabalho mostrou a validade da utilização das técnicas de inteligência


computacional como ferramentas de estudo dos diversos problemas de engenharia
civil. É importante ressaltar que a confiabilidade destes resultados aumenta na
medida em que a razão entre o número de dados experimentais disponíveis pelo
número de parâmetros envolvidos aumenta.
Na impossibilidade de se adotar um número significativo de dados
experimentais, a geração de novos dados deverá ser feita considerando os limites
impostos pela faixa de parâmetros usada no conjunto de treinamento.
O estudo da utilização de algoritmos genéticos na geração de uma nova
fórmula de projeto poderá prosseguir com a utilização de um programa de
regressão simbólica que tende a melhorar ainda mais os resultados, garantindo
maior liberdade na geração de uma nova fórmula. Deve-se considerar também a

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possibilidade da utilização dos valores de carga fornecidos pelas redes neurais
para a evolução de fórmulas por algoritmos genéticos e um estudo da
sensibilidade das fórmulas geradas.
Apesar dos bons resultados obtidos pelo sistema neuro-fuzzy adotado, o
número de dados experimentais disponível para treinamento e testes é muito
pequeno para garantir a maior precisão deste método. Para uma melhor validação
deste estudo deve ser feita uma comparação adicional entre os resultados previstos
pelo sistema e novos resultados experimentais.
Um outro sistema deste tipo pode ser empregado para investigar outros
casos de cargas concentradas em vigas de aço, como as cargas atuando em duas
mesas opostas, a iteração com o cisalhamento, a flexão e os esforços normais, os
efeitos de excentricidade da carga e a utilização de enrijecedores longitudinais.
Fica claro que a proposta atual não pretendia esgotar todos os passos para a
avaliação do fenômeno de cargas concentradas em vigas de aço, mas apresentar
uma nova abordagem para a compreensão do problema, que tende a gerar
conclusões inovadoras para um problema que vem sendo exaustivamente estudado
pelos métodos tradicionais.
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200 Referências Bibliográficas

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Anexo A
Dados Experimentais
Dados extraídos das referências (Roberts & Newark, 1997) e (Kennedy et al.,
1997).

Tabela A. 1 – Dados Experimentais Usados no Treinamento do sistema de


classificação e previsão.
Classe
σwy σfly Classe Prevista
REF Teste a h tw bf tf c B Pex Grau de ativação da Classe
Adotada
1 2 3
1 2400 700 3,26 150 6,10 0 326 347 0,736 95,16 2 0,387 0,596 0,360 2
2 2400 700 3,26 150 6,10 100 326 347 1,904 105,95 2 0,485 0,603 0,302 2
3 2400 700 3,26 200 8,50 0 326 235 1,002 105,46 1 0,635 0,422 0,327 1
4 2400 700 3,26 200 8,50 100 326 235 2,170 121,64 1 0,695 0,457 0,265 1
5 2400 700 3,26 250 10,10 0 326 243 1,179 120,66 1 0,699 0,355 0,336 1
6 2400 700 3,26 250 10,10 100 326 243 2,347 132,93 1 0,765 0,396 0,258 1
7 2400 700 3,26 250 11,90 0 326 232 1,378 126,06 1 0,783 0,281 0,336 1
8 2400 700 3,26 250 11,90 100 326 232 2,546 139,30 1 0,838 0,330 0,257 1
9 2400 700 3,26 300 15,30 0 326 305 1,754 151,36 1 0,848 0,185 0,360 1
(Bergfelt 10 2400 700 3,26 300 15,30 100 326 305 2,922 156,47 1 0,911 0,241 0,262 1
& Hovik, 11 2400 300 2,00 100 6,00 0 294 294 1,123 57,88 1 0,557 0,481 0,321 1
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1968) 12 2400 300 2,00 100 6,00 180 294 294 4,453 65,73 1 0,627 0,463 0,235 1
(Bergfelt, 13 2400 400 2,00 100 8,00 0 294 294 1,465 54,44 1 0,668 0,439 0,258 1
1971) 14 2400 400 2,00 100 8,00 180 294 294 4,795 59,84 1 0,655 0,424 0,226 1
15 2400 500 2,00 100 10,00 0 294 294 1,808 54,94 1 0,762 0,386 0,215 1
16 2400 500 2,00 100 10,00 180 294 294 5,138 55,92 1 0,672 0,382 0,223 1
17 2400 600 2,00 100 12,00 0 294 294 2,150 54,44 1 0,830 0,328 0.192 1
18 2400 600 2,00 100 12,00 180 294 294 5,480 61,80 1 0,675 0,343 0,224 1
19 2400 700 2,00 100 15,00 0 294 294 2,664 55,92 1 0,891 0,244 0.189 1
20 2400 700 2,00 100 15,00 180 294 294 5,994 56,90 1 0,665 0,292 0,230 1
21 9800 700 3,40 250 10,00 0 280 280 1,038 111,46 1 0,712 0,261 0,334 1
22 9800 700 3,40 250 10,00 100 280 280 2,075 118,36 1 0,743 0,305 0,259 1
23 9800 700 3,40 250 10,00 200 280 280 3,168 120,47 1 0,754 0,304 0.198 1
24 1000 1000 2,50 160 5,50 100 298 342 2,291 51,50 2 0,403 0,624 0,267 2
25 1000 1000 2,50 200 10,09 100 299 253 2,929 63,76 1 0,662 0,405 0,240 1
26 1000 1000 2,50 200 16,24 100 251 266 3,462 68,67 1 0,815 0,244 0,253 1
27 1000 1000 2,50 200 20,17 100 254 231 3,983 88,29 1 0,846 0,176 0,263 1
28 1000 1000 2,50 250 30,50 100 289 261 5,652 179,00 1 0,664 0,160 0,317 1
29 2000 1000 3,00 160 6,39 100 290 294 1,984 81,90 2 0,507 0,600 0,256 2
30 2000 1000 3,00 200 10,00 100 297 253 2,422 98,10 1 0,704 0,430 0,242 1
31 2000 1000 3,00 200 16,55 100 308 266 3,232 117,72 1 0,876 0,237 0,250 1
(Skaloud 32 2000 1000 3,00 200 19,78 100 300 231 3,563 125,57 1 0,911 0,178 0,263 1
& 33 2000 1000 3,00 250 30,00 100 299 261 4,733 147,15 1 0,764 0,149 0,334 1
Drdacky, 34 2000 1000 3,00 160 6,29 200 290 294 3,233 93,19 2 0,533 0,539 0,243 2
1975) 35 2000 1000 3,00 200 10,00 200 297 253 3,697 117,72 1 0,682 0,404 0,225 1
36 2000 1000 3,00 200 16,55 200 308 266 4,531 132,43 1 0,791 0,259 0,228 1
37 2000 1000 3,00 200 19,78 200 300 231 4,844 152,05 1 0,807 0,218 0,235 1
38 2000 1000 3,00 250 30,00 200 299 261 6,013 157,94 1 0,680 0,202 0,276 1
39 500 500 2,00 50 5,95 50 243 294 1,791 37,28 2 0,458 0,669 0,224 2
40 500 500 2,00 45 16,25 50 243 261 3,395 53,95 1 0,952 0,245 0.188 1
41 500 500 2,00 50 24,60 50 243 225 4,695 76,03 1 0,921 0,121 0,255 1
42 1000 500 2,00 50 4,97 100 243 294 2,504 35,56 2 0,448 0,698 0,223 2
43 1000 500 2,00 45 15,88 100 243 261 4,202 49,26 1 0,901 0,275 0.192 1
44 1000 500 2,00 60 24,80 100 243 225 5,591 56,40 1 0,840 0,162 0,251 1
Bagchi & 45 1270 635 3,25 152 12,70 50 250 250 1,774 89,40 1 0,768 0,326 0,333 1
Rockey, 46 864 635 3,25 152 12,70 50 250 250 1,774 124,00 1 0,748 0,328 0,344 1
1975) 47 660 635 3,25 152 12,70 75 250 250 2,044 141,20 1 0,752 0,342 0,331 1
202 Anexo A – Dados Experimentais

σwy σfly Classe Grau de ativação da Classe


REF Teste a h tw bf tf c B Pex
Adotada Classe Prevista
1 2 3
48 300 300 3,97 49 10,00 30 285 269 1,133 130,00 1 0,616 0,264 0,488 1
49 300 300 4,00 51 9,90 30 270 258 1,086 147,50 1 0,615 0,275 0,477 1
50 300 300 4,01 49 15,90 30 281 265 1,606 169,50 1 0,811 0,099 0,486 1
51 450 450 3,97 49 10,00 45 257 267 1,210 120,00 1 0,607 0,364 0,406 1
52 450 450 3,96 50 15,80 45 249 265 1,656 150,00 1 0,810 0,188 0,409 1
53 600 600 3,57 51 10,00 60 257 274 1,495 140,00 1 0,633 0,432 0,329 1
54 600 600 3,63 50 10,10 60 282 279 1,549 148,00 1 0,642 0,409 0,343 1
(Drdacky & 55 600 600 3,67 49 16,00 60 306 282 2,158 150,00 1 0,855 0,198 0,359 1
Novotny, 1977) 56 300 300 3,97 49 10,00 45 285 269 1,274 150,00 1 0,627 0,273 0,475 1
57 300 300 4,00 51 9,90 60 270 258 1,359 146,00 1 0,635 0,295 0,451 1
58 300 300 4,01 49 15,90 30 281 265 1,606 150,00 1 0,811 0,099 0,486 1
59 450 450 3,97 49 10,00 60 257 267 1,344 136,00 1 0,616 0,372 0,395 1
60 450 450 3,96 50 15,80 45 249 265 1,656 160,00 1 0,810 0,188 0,409 1
61 600 600 3,57 51 10,00 30 257 274 1,196 119,00 1 0,617 0,417 0,343 1
62 600 600 3,63 50 10,10 45 282 279 1,395 138,00 1 0,633 0,403 0,350 1
63 600 600 3,67 49 16,00 60 306 282 2,158 146,00 1 0,855 0,198 0,359 1
64 800 800 2,05 300 15,50 40 210 285 2,816 60,00 1 0,860 0,191 0,263 1
65 800 800 2,00 120 5,10 40 210 285 1,381 38,00 2 0,366 0,665 0,267 2
66 800 800 2,05 300 15,50 40 210 285 2,816 66,00 1 0,860 0,191 0,263 1
67 800 800 2,00 120 5,10 40 210 285 1,381 41,00 2 0,366 0,665 0,267 2
68 2500 800 2,00 300 15,00 40 308 285 3,408 64,00 1 0,881 0,199 0.195 1
69 1200 800 2,00 300 15,00 40 308 285 3,408 66,00 1 0,853 0,195 0,215 1

PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA


70 600 800 2,00 300 15,00 40 308 285 3,408 84,00 1 0,836 0,193 0,226 1
71 2500 800 3,00 250 12,00 40 245 285 1,714 84,00 1 0,777 0,346 0,289 1
72 1200 800 3,00 250 12,00 40 245 285 1,714 85,00 1 0,718 0,348 0,329 1
73 600 800 3,00 250 12,00 40 245 285 1,714 96,80 1 0,688 0,348 0,349 1
74 2200 680 2,00 120 5,00 40 354 292 1,775 47,10 2 0,474 0,631 0.186 2
(Bergfelt, 1979)
75 1020 680 2,00 120 5,00 40 354 292 1,775 57,17 2 0,413 0,652 0,208 2
76 510 680 2,00 120 5,00 40 354 292 1,775 51,50 2 0,385 0,660 0,219 2
77 800 800 2,00 120 5,00 40 285 286 1,592 48,00 2 0,379 0,658 0,234 2
78 800 600 2,00 120 5,00 40 285 286 1,592 42,00 2 0,392 0,673 0,253 2
79 800 400 2,00 120 5,00 40 285 286 1,592 48,00 2 0,415 0,632 0,302 2
80 800 300 2,00 120 5,00 40 285 286 1,592 49,00 2 0,431 0,589 0,339 2
81 400 400 2,00 120 5,00 40 285 286 1,592 53,00 2 0,390 0,639 0,313 2
82 400 300 2,00 120 5,00 40 285 286 1,592 51,00 2 0,406 0,597 0,350 2
83 800 800 3,00 250 12,00 40 328 286 1,983 121,00 1 0,721 0,324 0,319 1
84 800 600 3,00 250 12,00 40 328 286 1,983 120,00 1 0,714 0,309 0,361 1
85 800 400 3,00 250 12,00 40 328 286 1,983 119,00 1 0,695 0,280 0,422 1
86 600 250 0,99 149 3,05 50 193 221 2,599 9,02 2 0,448 0,719 0,201 2
87 600 250 0,99 149 6,75 50 193 279 3,716 11,50 1-2 0,640 0,568 0.155 1
88 600 250 0,99 149 11,75 50 193 305 5,226 27,84 1 0,781 0,371 0.144 1
89 600 250 2,12 149 3,05 50 224 221 1,214 32,64 2 0,309 0,681 0,372 2
90 600 250 2,12 149 6,75 50 224 279 1,735 42,24 1-2 0,466 0,574 0,341 2
91 600 250 2,12 149 11,75 50 224 305 2,440 52,80 1 0,711 0,390 0,306 1
92 600 250 3,05 149 3,05 50 221 221 0,838 79,68 2 0,230 0,648 0,463 2
(Roberts, 1981) 93 600 250 3,05 149 6,75 50 221 279 1,198 100,70 1-2 0,356 0,556 0,446 2
94 600 250 3,05 149 11,75 50 221 305 1,685 129,10 1 0,584 0,383 0,423 1
95 600 500 0,99 149 3,05 50 192 221 2,599 8,45 2 0,366 0,623 0,224 2
96 600 500 0,99 149 6,75 50 192 279 3,716 10,80 1-2 0,521 0,493 0.196 1
97 600 500 0,99 149 11,75 50 192 305 5,226 28,80 1 0,629 0,340 0.189 1
98 600 500 2,12 149 3,05 50 224 221 1,214 34,08 2 0,286 0,748 0,318 2
99 600 500 2,12 149 6,75 50 224 279 1,735 37,92 1-2 0,469 0,613 0,292 2
100 600 500 2,12 149 11,75 50 224 305 2,440 44,16 1 0,722 0,409 0,265 1
Anexo A – Dados Experimentais 203

σwy σfly Classe Grau de ativação da Classe


REF Teste a h tw bf tf c B Pex
Adotada Classe Prevista
1 2 3
101 600 500 2,12 149 20,06 50 224 305 3,612 84,48 1 0,921 0,173 0,276 1
102 600 500 3,05 149 3,05 50 221 221 0,838 70,56 2 0,228 0,728 0,394 2
103 600 500 3,05 149 6,75 50 221 279 1,198 90,72 1-2 0,380 0,608 0,381 2
104 600 500 3,05 149 11,75 50 221 305 1,685 111,36 1 0,620 0,414 0,365 1
105 600 500 3,05 149 20,06 50 221 305 2,494 130,60 1 0,859 0,172 0,381 1
(Roberts,
1981) 106 600 750 2,12 149 3,05 50 224 221 1,214 30,00 2 0,286 0,736 0,295 2
107 600 750 2,12 149 6,75 50 224 279 1,735 38,40 1-2 0,469 0,595 0,273 2
108 600 750 2,12 149 11,75 50 224 305 2,440 53,04 1 0,701 0,399 0,252 1
109 600 750 3,05 149 3,05 50 221 221 0,838 67,39 2 0,239 0,759 0,354 2
110 600 750 3,05 149 6,75 50 221 279 1,198 81,12 1-2 0,406 0,623 0,342 2
111 600 750 3,05 149 11,75 50 221 305 1,685 99,55 1 0,646 0,421 0,330 1
112 760 380 1,96 80 3,05 50 178 272 1,170 33,55 2 0,233 0,824 0,271 2
113 760 380 2,99 80 6,25 50 245 298 1,235 84,10 1-2 0,400 0,581 0,370 2
114 760 380 4,94 100 9,97 50 292 305 1,073 252,75 3 0,462 0,342 0,565 3
115 500 500 9,95 150 10,05 0 222 240 0,317 716,00 3 0,095 0,354 0,832 3
116 500 500 9,95 150 10,05 50 222 240 0,467 698,00 3 0,156 0,380 0,756 3
(Roberts & 117 500 500 9,95 150 10,05 100 247 250 0,668 787,00 3 0,249 0,382 0,676 3
Markovic, 118 500 500 9,95 150 10,05 50 247 250 0,492 738,00 3 0,161 0,366 0,771 3
1983) 119 500 500 6,00 150 10,05 0 253 250 0,562 304,00 3 0,344 0,352 0,653 3
120 500 500 6,00 150 10,05 50 253 250 0,826 378,00 3 0,393 0,380 0,593 3
121 500 500 6,00 150 10,05 100 253 237 1,121 399,00 3 0,471 0,391 0,518 3
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA

122 500 500 6,00 150 10,05 50 253 237 0,826 344,00 3 0,411 0,370 0,589 3
123 500 500 3,01 150 5,94 50 242 308 1,187 89,00 2 0,294 0,656 0,401 2
124 500 500 3,01 150 5,94 50 242 308 1,187 89,00 2 0,294 0,656 0,401 2
125 2400 300 2,00 100 6,00 40 207 277 1,501 39,80 2 0,538 0,590 0,252 2
126 3000 400 2,00 100 12,00 40 205 278 2,352 40,70 1 0,870 0,352 0,204 1
127 2400 600 2,00 100 6,00 40 206 280 1,497 35,00 2 0,509 0,637 0,216 2
128 3000 800 2,00 100 12,00 40 205 277 2,352 41,90 1 0,783 0,369 0.195 1
129 900 300 2,00 100 6,00 40 207 277 1,501 34,10 2 0,460 0,626 0,282 2
130 1100 400 2,00 100 12,00 40 205 278 2,352 36,90 1 0,809 0,385 0,223 1
131 900 600 2,00 100 6,00 40 206 280 1,497 31,00 2 0,437 0,665 0,248 2
132 1100 800 2,00 100 12,00 40 205 277 2,352 40,50 1 0,732 0,387 0,219 1
(Bergfelt,
133 900 300 2,00 100 6,00 120 207 277 2,778 38,40 2 0,527 0,632 0,232 2
1983)
134 1100 400 2,00 100 12,00 120 205 278 3,623 42,10 1 0,795 0,407 0,203 1
135 900 600 2,00 100 6,00 120 206 280 2,771 37,50 2 0,474 0,657 0,240 2
136 1100 800 2,00 100 12,00 120 205 277 3,623 46,50 1 0,696 0,401 0,226 1
137 3000 800 2,00 250 12,00 40 206 270 2,357 38,20 1 0,809 0,311 0,218 1
138 3000 800 3,00 250 12,00 40 215 268 1,606 81,50 1 0,797 0,346 0,280 1
139 1100 800 2,00 250 12,00 40 206 270 2,357 41,40 1 0,756 0,313 0,258 1
140 1100 800 3,00 250 12,00 40 215 268 1,606 90,70 1 0,715 0,349 0,337 1
141 1100 800 2,00 250 12,00 120 206 270 3,632 41,40 1 0,734 0,340 0,231 1
142 1100 800 3,00 250 12,00 120 215 268 2,473 91,50 1 0,754 0,384 0,272 1
143 1500 292 19 348 32 100 309 309 0,800 2246,00 3 0,196 0,285 0,757 3
144 1700 461 12 500 19,5 200 413 413 1,369 2157,00 1 0,729 0,229 0,389 1
145 2000 461 12 500 19,5 200 413 413 1,369 2127,00 1 0,741 0,233 0,379 1
(Kennedy et 146 3000 461 12 500 19,5 200 413 413 1,369 1917,00 1 0,779 0,243 0,349 1
al., 1997) 147 4000 839 12 398 31,9 300 373 373 2,037 2183,00 1 0,890 0,264 0,208 1
148 5800 1337 16 501 32 300 281 281 1,347 2582,00 1 0,803 0,319 0.194 1
149 6000 1735 20 500 32,3 300 349 349 1,243 4010,00 1 0,704 0,326 0,215 1
150 3200 965 5,3 200 9,64 100 379 379 1,522 297,00 1 0,614 0,461 0,358 1
204 Anexo A – Dados Experimentais

σwy σfly Classe Grau de ativação da Classe


REF Teste a h t w bf tf c B Pex
Adotada Classe Prevista
1 2 3
151 3200 965 5,3 200 9,64 100 379 379 1,522 271,00 1 0,614 0,461 0,358 1
152 5500 1400 8 400 25,6 200 398 398 2,372 1000,00 1 0,906 0,262 0,277 1
153 6000 1800 8,2 400 25,5 200 398 398 2,328 894,00 1 0,878 0,270 0,276 1
154 6000 1800 8 400 25,6 200 398 398 2,368 887,00 1 0,879 0,268 0,275 1
155 7000 1800 6,4 420 25,6 200 357 357 2,835 633,00 1 0,868 0,247 0,247 1
(Kennedy et al.,
1997) 156 2200 502 11 207 17 200 373 373 1,375 1345,00 1 0,692 0,226 0,464 1
157 2200 502 9,9 212 13,4 200 400 400 1,438 1180,00 1 0,664 0,258 0,457 1
158 1600 381 6,7 140 8,9 200 346 346 1,725 553,00 1 0,598 0,330 0,438 1
159 1400 332 7,1 173 9,7 200 370 370 1,728 665,00 1 0,598 0,295 0,473 1
160 1400 291 5,7 165 7,8 200 373 373 2,033 497,00 1 0,580 0,333 0,452 1
161 950 240 5,5 147 6,6 200 410 410 2,120 434,00 1 0,533 0,311 0,509 1

PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA


Anexo B
Figuras extraídas das referências Bibliográficas como
Informações do Fenômeno Físico Atuante.
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA

Figura B.1 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da carga 64-67
(Bergfelt, 1979).

Figura B.2 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da carga – 68


(Bergfelt, 1979).
206 Anexo B – Figuras das Referências Bibliográficas

Figura B.3 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da carga – 69


(Bergfelt, 1979).

PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA

Figura B.4 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da carga – 70


(Bergfelt, 1979).
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA Anexo B – Figuras das Referências Bibliográficas 207

Figura B.5 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da carga – 71


(Bergfelt, 1979).

Figura B.6 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da carga – 72 – 73


(Bergfelt, 1979).
208 Anexo B – Figuras das Referências Bibliográficas

PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA


Figura B.7 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da carga –74
(Bergfelt, 1979).
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA Anexo B – Figuras das Referências Bibliográficas 209

Figura B.8 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da carga 75 - 76

(Bergfelt, 1979).
210 Anexo B – Figuras das Referências Bibliográficas

PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA

Figura B.9 – Deformações das almas e mesas nos pontos de aplicação da carga -
77 a 85 (Bergfelt, 1979).
Anexo B – Figuras das Referências Bibliográficas 211

Figura B.10 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da carga – 125
(Bergfelt, 1983).
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA

Figura B.11 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da carga – 126
(Bergfelt, 1983).

Figura B.12 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da carga – 127
(Bergfelt, 1983).
212 Anexo B – Figuras das Referências Bibliográficas

PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA


Figura B.13 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da carga – 128
(Bergfelt, 1983).

Figura B.14 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da carga – 129
(Bergfelt, 1983).
Anexo B – Figuras das Referências Bibliográficas 213

Figura B.15 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da carga – 130
(Bergfelt, 1983).
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA

Figura B.16 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da carga – 131
(Bergfelt, 1983).
214 Anexo B – Figuras das Referências Bibliográficas

PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA


Figura B.17 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da carga – 132
(Bergfelt, 1983).

Figura B.18 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da carga – 133
(Bergfelt, 1983).
Anexo B – Figuras das Referências Bibliográficas 215

Figura B.19 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da carga – 134
(Bergfelt, 1983).
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA

Figura B.20 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da carga – 135
(Bergfelt, 1983).
216 Anexo B – Figuras das Referências Bibliográficas

PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA


Figura B.21 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da carga – 136
(Bergfelt, 1983).

Figura B.22 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da carga – 137
(Bergfelt, 1983).
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA Anexo B – Figuras das Referências Bibliográficas 217

Figura B.23 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da carga – 138
(Bergfelt, 1983).

Figura B.24 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da carga – 139
(Bergfelt, 1983).
218 Anexo B – Figuras das Referências Bibliográficas

PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA


Figura B.25 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da carga – 140
(Bergfelt, 1983).

Figura B.26 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da carga – 141
(Bergfelt, 1983).
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA Anexo B – Figuras das Referências Bibliográficas 219

Figura B.27 – Deformações das almas nos pontos de aplicação da carga – 142
(Bergfelt, 1983).
220 Anexo B – Figuras das Referências Bibliográficas

PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA


Anexo C
Perfis Laminados Usados no Treinamento do Sistema de
Classificação.

Tabela C. 1 – Perfis Laminados usados no Treinamento do sistema de


classificação.

PERFIL
Dado a h tw bf tf c σwy σfly B Pex
Classe
Adot
Grau de ativação da Classe
Classe Prev
1 2 3
W 150 x 13,0* 162 414 138 4,30 100,00 4,90 5,00 250 250 0,401 - 3 0,319 0,441 0,629 3
W 150 x 18,0 163 417 139 5,80 102,00 7,10 5,00 250 250 0,417 - 3 0,315 0,369 0,701 3
W 200 x 15,0* 164 570 190 4,30 100,00 5,20 5,00 250 250 0,423 - 3 0,339 0,450 0,604 3
W 200 x 19,3 165 570 190 5,80 102,00 6,50 5,00 250 250 0,384 - 3 0,304 0,399 0,681 3
W 200 x 22,5 166 570 190 6,20 102,00 8,00 5,00 250 250 0,436 - 3 0,335 0,357 0,697 3
W 200 x 26,6 167 570 190 5,80 133,00 8,40 5,00 250 250 0,488 - 3 0,335 0,368 0,696 3
W 200 x 31,3 168 570 190 6,40 134,00 10,20 5,00 250 250 0,531 - 3 0,357 0,321 0,723 3
W 250 x 17,9* 169 720 240 4,80 101,00 5,30 5,00 250 250 0,385 - 3 0,323 0,457 0,611 3
W 250 x 22,3 170 720 240 5,80 102,00 6,90 5,00 250 250 0,406 - 3 0,329 0,402 0,660 3
W 250 x 25,3 171 720 240 6,10 102,00 8,40 5,00 250 250 0,464 - 3 0,364 0,360 0,672 3
W 250 x 28,4* 172 720 240 6,40 102,00 10,00 5,00 250 250 0,521 - 3 0,397 0,318 0,686 3
W 250 x 32,7 173 720 240 6,10 146,00 9,10 5,00 250 250 0,500 - 3 0,340 0,367 0,697 3
W 250 x 38,5 174 720 240 6,60 147,00 11,20 5,00 250 250 0,563 - 3 0,375 0,315 0,720 3
W 250 x 44,8* 175 720 240 7,60 148,00 13,00 5,00 250 250 0,563 - 3 0,362 0,277 0,765 3
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA

W310 x 21,0* 176 876 292 5,10 101,00 5,70 5,00 250 250 0,387 - 3 0,332 0,457 0,604 3
W 310 x 23,8* 177 876 292 5,60 101,00 6,70 5,00 250 250 0,409 - 3 0,344 0,422 0,628 3
W 310 x 28,3 178 873 291 6,00 102,00 8,90 5,00 250 250 0,498 - 3 0,397 0,359 0,647 3
W 310 x 32,7 179 873 291 6,60 102,00 10,80 5,00 250 250 0,543 - 3 0,420 0,310 0,677 3
W 310 x 38,7 180 873 291 5,80 165,00 9,70 5,00 250 250 0,558 - 3 0,373 0,372 0,672 3
W 310 x 44,5 181 873 291 6,60 166,00 11,20 5,00 250 250 0,563 - 3 0,372 0,333 0,710 3
W 310 x 52,0* 182 873 291 7,60 167,00 13,20 5,00 250 250 0,572 - 3 0,365 0,290 0,756 3
W 360 x 32,9 183 996 332 5,80 127,00 8,50 5,00 250 250 0,493 - 3 0,378 0,394 0,637 3
W 360 x 39,0 184 996 332 6,50 128,00 10,70 5,00 250 250 0,547 - 3 0,406 0,334 0,673 3
W 360 x 44,0 185 996 332 6,90 171,00 9,80 5,00 250 250 0,474 - 3 0,321 0,376 0,711 3
W 360 x 51,0 186 996 332 7,20 171,00 11,60 5,00 250 250 0,533 - 3 0,356 0,332 0,725 3
W 360 x 57,8* 187 996 332 7,90 172,00 13,10 5,00 250 250 0,546 - 3 0,354 0,301 0,755 3
W 360 x 64,0 188 960 320 7,70 203,00 13,50 5,00 250 250 0,577 - 3 0,351 0,302 0,762 3
W 360 x 72,0 189 960 320 8,60 204,00 15,10 5,00 250 250 0,575 - 3 0,335 0,276 0,798 3
W 360 x 79,0* 190 960 320 9,40 205,00 16,80 5,00 250 250 0,583 - 3 0,320 0,256 0,828 3
W 410 x 38,8 191 1143 381 6,40 140,00 8,80 5,00 250 250 0,462 - 3 0,355 0,399 0,656 3
W 410 x 46,1 192 1143 381 7,00 140,00 11,20 5,00 250 250 0,530 - 3 0,393 0,336 0,685 3
W 410 x 53,0 193 1143 381 7,50 177,00 10,90 5,00 250 250 0,482 - 3 0,330 0,358 0,722 3
W 410 x 60,0 194 1143 381 7,70 178,00 12,80 5,00 250 250 0,548 - 3 0,367 0,316 0,733 3
W 410 x 67,0* 195 1143 381 8,80 179,00 14,40 5,00 250 250 0,537 - 3 0,343 0,288 0,777 3
W 410 x 75,0* 196 1143 381 9,70 180,00 16,00 5,00 250 250 0,539 - 3 0,324 0,268 0,810 3
W 460 x 52,0 197 1284 428 7,60 152,00 10,80 5,00 250 250 0,472 - 3 0,353 0,357 0,700 3
W 460 x 60,0 198 1284 428 8,00 153,00 13,30 5,00 250 250 0,547 - 3 0,391 0,303 0,722 3
W 460 x 68,0* 199 1284 428 9,10 154,00 15,40 5,00 250 250 0,554 - 3 0,372 0,270 0,768 3
W 460 x 74,0 200 1284 428 9,00 190,00 14,50 5,00 250 250 0,528 - 3 0,341 0,297 0,773 3
W 460 x 82,0 201 1284 428 9,90 191,00 16,00 5,00 250 250 0,528 - 3 0,322 0,277 0,805 3
W 460 x 89,0* 202 1284 428 10,50 192,00 17,70 5,00 250 250 0,549 - 3 0,314 0,260 0,826 3
W 530 x 66,0 203 1506 502 8,90 165,00 11,40 5,00 250 250 0,424 - 3 0,314 0,358 0,731 3
W 530 x 74,0 204 1506 502 9,70 166,00 13,60 5,00 250 250 0,461 - 3 0,324 0,316 0,763 3
W 530 x 82,0 205 1503 501 9,50 209,00 13,30 5,00 250 250 0,461 - 3 0,305 0,334 0,768 3
W 530 x 85,0* 206 1506 502 10,30 166,00 16,50 5,00 250 250 0,523 - 3 0,341 0,274 0,790 3
W 530 x 92,0* 207 1506 502 10,20 209,00 15,60 5,00 250 250 0,500 - 3 0,314 0,297 0,795 3
W 610x 101,0 208 1719 573 10,50 228,00 14,90 5,00 250 250 0,465 - 3 0,302 0,321 0,784 3
W 610 x 113,0 209 1719 573 11,20 228,00 17,30 5,00 250 250 0,504 - 3 0,304 0,291 0,809 3
222 Anexo C – Perfis Laminados Usados no Treinamento do Sistema de
Classificação

Grau de ativação da
PERFIL
Dado a h tw bf tf c σwy σfly B Pex
Classe
Adot
Classe
Classe
Prev.
1 2 3
W 610 x 155,0 210 1719 573 12,70 324,00 19,00 5,00 250 250 0,486 - 3 0,250 0,295 0,841 3
W 610 x 174,0 211 1719 573 14,00 325,00 21,60 5,00 250 250 0,500 - 3 0,221 0,287 0,863 3
W 150 x 13,0* 212 138 138 4,30 100,00 4,90 34,50 350 350 0,759 - 3 0,239 0,423 0,731 3
W 150 x 18,0 213 139 139 5,80 102,00 7,10 34,75 350 350 0,706 - 3 0,246 0,350 0,794 3
W 200 x 15,0* 214 190 190 4,30 100,00 5,20 47,50 350 350 0,911 - 3 0,271 0,439 0,688 3
W 200 x 19,3 215 190 190 5,80 102,00 6,50 47,50 350 350 0,759 - 3 0,243 0,387 0,761 3
W 200 x 22,5 216 190 190 6,20 102,00 8,00 47,50 350 350 0,800 - 3 0,281 0,344 0,770 3
W 200 x 26,6 217 190 190 5,80 133,00 8,40 47,50 350 350 0,881 - 3 0,292 0,355 0,758 3
W 200 x 31,3 218 190 190 6,40 134,00 10,20 47,50 350 350 0,904 - 3 0,323 0,308 0,776 3
W 250 x 17,9* 219 240 240 4,80 101,00 5,30 60,00 350 350 0,932 - 3 0,265 0,451 0,682 3
W 250 x 22,3 220 240 240 5,80 102,00 6,90 60,00 350 350 0,874 - 3 0,281 0,395 0,723 3
W 250 x 25,3 221 240 240 6,10 102,00 8,40 60,00 350 350 0,923 - 3 0,323 0,353 0,729 3
W 250 x 28,4* 222 240 240 6,40 102,00 10,00 60,00 350 350 0,973 - 3 0,364 0,312 0,734 3
W 250 x 32,7 223 240 240 6,10 146,00 9,10 60,00 350 350 0,966 - 3 0,317 0,358 0,735 3
W 250 x 38,5 224 240 240 6,60 147,00 11,20 60,00 350 350 1,012 - 3 0,362 0,307 0,748 3
W 250 x 44,8* 225 240 240 7,60 148,00 13,00 60,00 350 350 0,967 - 3 0,362 0,270 0,781 3
W310 x 21,0* 226 292 292 5,10 101,00 5,70 73,00 350 350 1,012 - 3 0,288 0,455 0,660 3
W 310 x 23,8* 227 292 292 5,60 101,00 6,70 73,00 350 350 0,988 - 3 0,305 0,420 0,679 3
W 310 x 28,3 228 291 291 6,00 102,00 8,90 72,75 350 350 1,058 - 3 0,369 0,358 0,687 3
W 310 x 32,7 229 291 291 6,60 102,00 10,80 72,75 350 350 1,069 - 3 0,403 0,309 0,706 3
W 310 x 38,7 230 291 291 5,80 165,00 9,70 72,75 350 350 1,146 - 3 0,370 0,368 0,685 3
W 310 x 44,5 231 291 291 6,60 166,00 11,20 72,75 350 350 1,092 - 3 0,378 0,330 0,715 3
W 310 x 52,0* 232 291 291 7,60 167,00 13,20 72,75 350 350 1,047 - 3 0,386 0,288 0,747 3
W 360 x 32,9 233 332 332 5,80 127,00 8,50 83,00 350 350 1,142 - 3 0,366 0,395 0,658 3

PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA


W 360 x 39,0 234 332 332 6,50 128,00 10,70 83,00 350 350 1,145 - 3 0,408 0,336 0,680 3
W 360 x 44,0 235 332 332 6,90 171,00 9,80 83,00 350 350 1,030 - 3 0,337 0,375 0,705 3
W 360 x 51,0 236 332 332 7,20 171,00 11,60 83,00 350 350 1,081 - 3 0,381 0,332 0,709 3
W 360 x 57,8* 237 332 332 7,90 172,00 13,10 83,00 350 350 1,056 - 3 0,390 0,302 0,730 3
W 360 x 64,0 238 320 320 7,70 203,00 13,50 80,00 350 350 1,087 - 3 0,393 0,302 0,730 3
W 360 x 72,0 239 320 320 8,60 204,00 15,10 80,00 350 350 1,042 - 3 0,389 0,277 0,755 3
W 360 x 79,0* 240 320 320 9,40 205,00 16,80 80,00 350 350 1,021 - 3 0,386 0,257 0,774 3
W 410 x 38,8 241 381 381 6,40 140,00 8,80 95,25 350 350 1,132 - 3 0,365 0,402 0,653 3
W 410 x 46,1 242 381 381 7,00 140,00 11,20 95,25 350 350 1,163 - 3 0,418 0,341 0,668 3
W 410 x 53,0 243 381 381 7,50 177,00 10,90 95,25 350 350 1,070 - 3 0,371 0,361 0,689 3
W 410 x 60,0 244 381 381 7,70 178,00 12,80 95,25 350 350 1,135 - 3 0,417 0,321 0,690 3
W 410 x 67,0* 245 381 381 8,80 179,00 14,40 95,25 350 350 1,061 - 3 0,409 0,294 0,720 3
W 410 x 75,0* 246 381 381 9,70 180,00 16,00 95,25 350 350 1,024 - 3 0,404 0,274 0,740 3
W 460 x 52,0 247 428 428 7,60 152,00 10,80 107,00 350 350 1,116 - 3 0,399 0,364 0,660 3
W 460 x 60,0 248 428 428 8,00 153,00 13,30 107,00 350 350 1,177 - 3 0,452 0,313 0,667 3
W 460 x 68,0* 249 428 428 9,10 154,00 15,40 107,00 350 350 1,121 - 3 0,453 0,281 0,694 3
W 460 x 74,0 250 428 428 9,00 190,00 14,50 107,00 350 350 1,096 - 3 0,428 0,305 0,693 3
W 460 x 82,0 251 428 428 9,90 191,00 16,00 107,00 350 350 1,053 - 3 0,423 0,287 0,711 3
W 460 x 89,0* 252 428 428 10,50 192,00 17,70 107,00 350 350 1,053 - 3 0,428 0,270 0,722 3
W 530 x 66,0 253 502 502 8,90 165,00 11,40 125,50 350 350 1,064 - 3 0,404 0,367 0,647 3
W 530 x 74,0 254 502 502 9,70 166,00 13,60 125,50 350 350 1,061 - 3 0,432 0,327 0,660 3
W 530 x 82,0 255 501 501 9,50 209,00 13,30 125,25 350 350 1,071 - 3 0,421 0,344 0,655 3
W 530 x 85,0* 256 502 502 10,30 166,00 16,50 125,50 350 350 1,105 - 3 0,468 0,288 0,669 3
W 530 x 92,0* 257 502 502 10,20 209,00 15,60 125,50 350 350 1,082 - 3 0,447 0,310 0,665 3
W 610x 101,0 258 573 573 10,50 228,00 14,90 143,25 350 350 1,097 - 3 0,465 0,335 0,621 3
W 610 x 113,0 259 573 573 11,20 228,00 17,30 143,25 350 350 1,108 - 3 0,484 0,307 0,630 3
W 610 x 155,0 260 573 573 12,70 324,00 19,00 143,25 350 350 1,027 - 3 0,464 0,312 0,629 3
W 610 x 174,0 261 573 573 14,00 325,00 21,60 143,25 350 350 1,001 - 3 0,448 0,304 0,640 3
Anexo D
Resultados para os Perfis Comerciais
Perfis CS
Perfil CS a h tw bf tf c
σwy σ fl
y
h/w B Ativ Ativ
1 2
Ativ Clas
3
Rede Roberts CSA Lyse &
Godfrey
200 x 34 552 184 6,3 200 8 100 345 345 29,21 1,126 0,322 0,401 0,690 3 705,90 530,24 391,23 252,13
200 x 39 543 181 6,3 200 9,5 100 345 345 28,73 1,214 0,377 0,363 0,684 3 814,68 531,15 423,83 258,65
200 x 41 543 181 8 200 9,5 100 345 345 22,63 0,956 0,302 0,358 0,740 3 1051,50 872,93 538,20 328,44
200 x 48 525 175 6,3 200 12,5 100 345 345 27,78 1,391 0,473 0,295 0,672 3 1033,36 538,76 483,99 271,69
200 x 50 525 175 8 200 12,5 100 345 345 21,88 1,095 0,392 0,296 0,730 3 1363,08 876,85 621,00 345,00
200 x 52 525 175 9,5 200 12,5 100 345 345 18,42 0,922 0,332 0,299 0,768 3 1576,22 1254,17 737,44 409,69
200 x 59 504 168 6,3 200 16 100 345 345 26,67 1,597 0,559 0,232 0,662 3 1262,40 551,73 483,99 286,90
200 x 61 504 168 8 200 16 100 345 345 21 1,257 0,473 0,239 0,722 3 1712,31 891,52 717,60 364,32
200 x 67 504 168 12,5 200 16 100 345 345 13,44 0,805 0,308 0,263 0,800 3 2362,72 2255,64 1121,25 569,25

250 x 43 702 234 6,3 250 8 100 345 345 37,14 1,126 0,325 0,433 0,659 3 715,59 492,65 391,23 252,13
250 x 49 693 231 6,3 250 9,5 100 345 345 36,67 1,214 0,379 0,393 0,654 3 818,67 496,24 423,83 258,65
250 x 52 693 231 8 250 9,5 100 345 345 28,88 0,956 0,305 0,389 0,712 3 1066,72 805,60 538,20 328,44
250 x 63 675 225 8 250 12,5 100 345 345 28,13 1,095 0,395 0,324 0,704 3 1366,38 815,72 621,00 345,00
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA

250 x 66 675 225 9,5 250 12,5 100 345 345 23,68 0,922 0,335 0,326 0,742 3 1597,03 1156,11 737,44 409,69
250 x 76 654 218 8 250 16 100 345 345 27,25 1,257 0,476 0,264 0,698 3 1690,88 833,85 717,60 364,32
250 x 79 654 218 9,5 250 16 100 345 345 22,95 1,059 0,412 0,271 0,737 3 2011,19 1175,49 852,15 432,63
250 x 84 654 218 12,5 250 16 100 345 345 17,44 0,805 0,312 0,285 0,780 3 2424,69 2058,86 1121,25 569,25
250 x 90 636 212 9,5 250 19 100 345 345 22,32 1,176 0,456 0,238 0,736 3 2325,19 1196,36 950,48 452,30
250 x 95 636 212 12,5 250 19 100 345 345 16,96 0,894 0,351 0,259 0,778 3 2830,97 2083,88 1250,63 595,13

300 x 62 843 281 8 300 9,5 100 345 345 35,13 0,956 0,320 0,412 0,676 3 991,15 762,23 538,20 328,44
300 x 76 825 275 8 300 12,5 100 345 345 34,38 1,095 0,409 0,345 0,671 3 1240,68 776,81 621,00 345,00
300 x 92 804 268 8 300 16 100 345 345 33,5 1,257 0,490 0,282 0,669 3 1500,23 797,69 717,60 364,32
300 x 95 804 268 9,5 300 16 100 345 345 28,21 1,059 0,425 0,289 0,708 3 1803,03 1117,49 852,15 432,63
300 x 102 804 268 12,5 300 16 100 345 345 21,44 0,805 0,323 0,302 0,754 3 2195,38 1935,51 1121,25 569,25
300 x 109 786 262 9,5 300 19 100 345 345 27,58 1,176 0,468 0,255 0,710 3 2057,79 1140,30 950,48 452,30
300 x 115 786 262 12,5 300 19 100 345 345 20,96 0,894 0,362 0,275 0,755 3 2533,54 1964,63 1250,63 595,13
300 x 122 786 262 16 300 19 100 345 345 16,38 0,698 0,282 0,295 0,760 3 2811,28 3244,27 1600,80 761,76
350 x 89 975 325 8 350 12,5 100 345 345 40,63 1,095 0,435 0,360 0,632 3 1079,41 749,88 621,00 345,00

350 x 93 975 325 9,5 350 12,5 100 345 345 34,21 0,922 0,373 0,362 0,674 3 1275,79 1050,50 737,44 409,69
350 x 108 954 318 8 350 16 100 345 345 39,75 1,257 0,513 0,296 0,634 3 1278,21 772,91 717,60 364,32
350 x 112 954 318 9,5 350 16 100 345 345 33,47 1,059 0,447 0,303 0,675 3 1549,45 1077,73 852,15 432,63
350 x 119 954 318 12,5 350 16 100 345 345 25,44 0,805 0,343 0,316 0,725 3 1904,46 1850,94 1121,25 569,25
350 x 128 936 312 9,5 350 19 100 345 345 32,84 1,176 0,489 0,267 0,680 3 1752,03 1102,20 950,48 452,30
350 x 135 936 312 12,5 350 19 100 345 345 24,96 0,894 0,380 0,287 0,729 3 2183,95 1883,61 1250,63 595,13
350 x 144 936 312 16 350 19 100 345 345 19,5 0,698 0,297 0,305 0,737 3 2440,15 3084,52 1600,80 761,76

400 x 106 1125 375 9,5 400 12,5 100 345 345 39,47 0,922 0,405 0,372 0,633 3 1120,82 1018,82 737,44 409,69
400 x 128 1104 368 9,5 400 16 100 345 345 38,74 1,059 0,476 0,312 0,639 3 1349,66 1048,78 852,15 432,63
400 x 137 1104 368 12,5 400 16 100 345 345 29,44 0,805 0,368 0,325 0,693 3 1679,60 1789,36 1121,25 569,25
224 Anexo D – Resultados dos perfis comerciais

Perfil CS a h tw bf tf c
σwy σfly h/w B Ativ Ativ
1 2
Ativ Clas
3
Rede Roberts CSA Lyse &
Godfrey
400 x 146 1086 362 9,5 400 19 100 345 345 38,11 1,176 0,516 0,276 0,647 3 1522,61 1074,63 950,48 452,30
400 x 155 1086 362 12,5 400 19 100 345 345 28,96 0,894 0,403 0,296 0,699 3 1929,09 1824,97 1250,63 595,13
400 x 165 1086 362 16 400 19 100 345 345 22,63 0,698 0,316 0,313 0,713 3 2177,50 2968,90 1600,80 761,76

450 x 144 1254 418 9,5 450 16 100 345 345 44 1,059 0,511 0,317 0,600 3 1211,86 1026,75 852,15 432,63
450 x 154 1254 418 12,5 450 16 100 345 345 33,44 0,805 0,398 0,331 0,659 3 1531,56 1742,51 1121,25 569,25
450 x 165 1236 412 9,5 450 19 100 345 345 43,37 1,176 0,548 0,281 0,612 3 1367,50 1053,75 950,48 452,30
450 x 175 1236 412 12,5 450 19 100 345 345 32,96 0,894 0,431 0,302 0,668 3 1766,85 1780,56 1250,63 595,13
450 x 186 1236 412 16 450 19 100 345 345 25,75 0,698 0,339 0,319 0,687 3 2019,50 2881,34 1600,80 761,76

500 x 172 1404 468 12,5 500 16 100 345 345 37,44 0,805 0,431 0,335 0,624 3 1439,68 1705,67 1121,25 569,25
500 x 194 1386 462 12,5 500 19 100 345 345 36,96 0,894 0,461 0,305 0,637 3 1666,85 1745,76 1250,63 595,13
500 x 207 1386 462 16 500 19 100 345 345 28,88 0,698 0,364 0,323 0,661 3 1932,69 2812,74 1600,80 761,76
500 x 221 1365 455 12,5 500 22,4 100 345 345 36,4 0,995 0,474 0,286 0,654 3 1901,57 1790,34 1397,25 624,45
500 x 233 1365 455 16 500 22,4 100 345 345 28,44 0,777 0,375 0,310 0,674 3 2215,77 2874,18 1788,48 799,30
500 x 253 1350 450 16 500 25 100 345 345 28,13 0,837 0,373 0,308 0,685 3 2397,00 2920,53 1932,00 828,00
500 x 263 1350 450 19 500 25 100 345 345 23,68 0,705 0,323 0,323 0,669 3 2572,03 4075,27 2294,25 983,25
500 x 312 1311 437 19 500 31,5 100 345 345 23 0,832 0,290 0,342 0,692 3 2845,05 4220,00 2720,33 1068,47

PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA


550 x 228 1536 512 16 550 19 100 345 345 32 0,698 0,389 0,326 0,636 3 1872,95 2757,53 1600,80 761,76
550 x 257 1515 505 16 550 22,4 100 345 345 31,56 0,777 0,398 0,313 0,651 3 2155,53 2821,48 1788,48 799,30
550 x 269 1515 505 19 550 22,4 100 345 345 26,58 0,654 0,343 0,326 0,641 3 2331,88 3932,89 2123,82 949,16
550 x 279 1500 500 16 550 25 100 345 345 31,25 0,837 0,394 0,311 0,664 3 2340,58 2869,18 1932,00 828,00
550 x 290 1500 500 19 550 25 100 345 345 26,32 0,705 0,340 0,326 0,652 3 2532,14 3992,90 2294,25 983,25
550 x 345 1461 487 19 550 31,5 100 345 345 25,63 0,832 0,303 0,345 0,679 3 2837,90 4140,43 2720,33 1068,47
550 x 395 1425 475 19 550 37,5 100 345 345 25 0,949 0,248 0,378 0,703 3 2620,75 4270,14 3113,63 1147,13

600 x 250 1686 562 16 600 19 100 345 345 35,13 0,698 0,414 0,327 0,612 3 1835,61 2712,15 1600,80 761,76
600 x 281 1665 555 16 600 22,4 100 345 345 34,69 0,777 0,420 0,315 0,630 3 2118,40 2778,27 1788,48 799,30
600 x 294 1665 555 19 600 22,4 100 345 345 29,21 0,654 0,361 0,328 0,624 3 2311,67 3863,58 2123,82 949,16
600 x 305 1650 550 16 600 25 100 345 345 34,38 0,837 0,414 0,313 0,645 3 2307,61 2827,17 1932,00 828,00
600 x 318 1650 550 19 600 25 100 345 345 28,95 0,705 0,356 0,328 0,635 3 2518,37 3925,51 2294,25 983,25
600 x 377 1611 537 19 600 31,5 100 345 345 28,26 0,832 0,317 0,347 0,666 3 2852,23 4075,67 2720,33 1068,47
600 x 432 1575 525 19 600 37,5 100 345 345 27,63 0,949 0,259 0,381 0,693 3 2648,71 4206,17 3113,63 1147,13
Anexo D – Resultados dos perfis comerciais 225

Perfis CVS
Perfil CVS a h t w bf tf c
σwy σfly h/w
B Ativação Ativação Ativação Classe Rede Roberts CSA Lyse &
1 2 3 Godfrey
200 x 26 552 184 4,7 150 8 100 345 345 39,15 1,509 0,428 0,385 0,619 3 383,54 290,78 269,37 188,09
200 x 27 552 184 6,3 140 8 100 345 345 29,21 1,126 0,351 0,369 0,693 3 553,15 530,24 391,23 252,13
200 x 29 543 181 4,7 150 9,5 100 345 345 38,51 1,627 0,485 0,346 0,611 3 433,21 293,56 269,37 192,96
200 x 30 543 181 6,3 140 9,5 100 345 345 28,73 1,214 0,405 0,332 0,685 3 636,27 531,15 423,83 258,65
200 x 36 525 175 6,3 140 12,5 100 345 345 27,78 1,391 0,499 0,267 0,673 3 803,83 538,76 483,99 271,69
200 x 36 525 175 4,7 150 12,5 100 345 345 37,23 1,864 0,584 0,275 0,596 3 529,00 300,95 269,37 202,69
200 x 38 525 175 8 140 12,5 100 345 345 21,88 1,095 0,417 0,269 0,732 3 1044,88 876,85 621,00 345,00
200 x 46 504 168 8 140 16 100 345 345 21 1,257 0,495 0,215 0,723 3 1306,02 891,52 717,60 364,32
200 x 48 504 168 8 150 16 100 345 345 21 1,257 0,491 0,219 0,724 3 1385,35 891,52 717,60 364,32

250 x 33 702 234 6,3 170 8 100 345 345 37,14 1,126 0,347 0,398 0,673 3 590,11 492,65 391,23 252,13
250 x 34 693 231 6,3 150 9,5 100 345 345 36,67 1,214 0,410 0,351 0,666 3 624,46 496,24 423,83 258,65
250 x 38 693 231 6,3 175 9,5 100 345 345 36,67 1,214 0,398 0,363 0,666 3 692,73 496,24 423,83 258,65
250 x 40 693 231 8 170 9,5 100 345 345 28,88 0,956 0,326 0,355 0,724 3 883,80 805,60 538,20 328,44
250 x 47 675 225 8 170 12,5 100 345 345 28,13 1,095 0,415 0,294 0,715 3 1143,58 815,72 621,00 345,00
250 x 48 675 225 8 175 12,5 100 345 345 28,13 1,095 0,413 0,296 0,715 3 1165,77 815,72 621,00 345,00
250 x 56 654 218 8 170 16 100 345 345 27,25 1,257 0,494 0,237 0,708 3 1432,91 833,85 717,60 364,32
250 x 58 654 218 8 175 16 100 345 345 27,25 1,257 0,492 0,239 0,708 3 1460,48 833,85 717,60 364,32
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA

250 x 64 636 212 8 170 19 100 345 345 26,5 1,396 0,539 0,203 0,706 3 1650,67 851,29 780,43 380,88
250 x 67 654 218 9,5 200 16 100 345 345 22,95 1,059 0,420 0,255 0,745 3 1864,95 1175,49 852,15 432,63
250 x 75 636 212 9,5 200 19 100 345 345 22,32 1,176 0,464 0,224 0,743 3 2170,28 1196,36 950,48 452,30

300 x 47 843 281 8 200 9,5 100 345 345 35,13 0,956 0,328 0,380 0,703 3 902,49 762,23 538,20 328,44
300 x 55 843 281 8 250 9,5 100 345 345 35,13 0,956 0,318 0,398 0,694 3 973,23 762,23 538,20 328,44
300 x 57 825 275 8 200 12,5 100 345 345 34,38 1,095 0,416 0,316 0,696 3 1161,27 776,81 621,00 345,00
300 x 66 825 275 8 250 12,5 100 345 345 34,38 1,095 0,408 0,333 0,687 3 1236,34 776,81 621,00 345,00
300 x 67 804 268 8 200 16 100 345 345 33,5 1,257 0,496 0,257 0,691 3 1442,20 797,69 717,60 364,32
300 x 70 804 268 9,5 200 16 100 345 345 28,21 1,059 0,432 0,264 0,730 3 1722,63 1117,49 852,15 432,63
300 x 79 786 262 9,5 200 19 100 345 345 27,58 1,176 0,475 0,232 0,729 3 1995,62 1140,30 950,48 452,30
300 x 80 804 268 8 250 16 100 345 345 33,5 1,257 0,488 0,271 0,683 3 1515,49 797,69 717,60 364,32
300 x 83 804 268 9,5 250 16 100 345 345 28,21 1,059 0,424 0,278 0,722 3 1816,53 1117,49 852,15 432,63
300 x 85 786 262 12,5 200 19 100 345 345 20,96 0,894 0,368 0,254 0,772 3 2448,68 1964,63 1250,63 595,13
300 x 94 786 262 9,5 250 19 100 345 345 27,58 1,176 0,467 0,245 0,722 3 2087,74 1140,30 950,48 452,30
300 x 100 786 262 12,5 250 19 100 345 345 20,96 0,894 0,362 0,266 0,766 3 2565,71 1964,63 1250,63 595,13

350 x 73 975 325 9,5 250 12,5 100 345 345 34,21 0,922 0,360 0,343 0,710 3 1319,98 1050,50 737,44 409,69
350 x 87 954 318 9,5 250 16 100 345 345 33,47 1,059 0,436 0,286 0,708 3 1633,69 1077,73 852,15 432,63
350 x 98 936 312 9,5 250 19 100 345 345 32,84 1,176 0,479 0,252 0,709 3 1863,31 1102,20 950,48 452,30
350 x 105 936 312 12,5 250 19 100 345 345 24,96 0,894 0,372 0,273 0,754 3 2307,62 1883,61 1250,63 595,13

400 x 87 1125 375 9,5 300 12,5 100 345 345 39,47 0,922 0,375 0,362 0,680 3 1181,45 1018,82 737,44 409,69
400 x 103 1104 368 9,5 300 16 100 345 345 38,74 1,059 0,449 0,304 0,681 3 1436,16 1048,78 852,15 432,63
400 x 116 1086 362 9,5 300 19 100 345 345 38,11 1,176 0,491 0,268 0,684 3 1622,39 1074,63 950,48 452,30
400 x 125 1086 362 12,5 300 19 100 345 345 28,96 0,894 0,383 0,288 0,732 3 2026,65 1824,97 1250,63 595,13
226 Anexo D – Resultados dos perfis comerciais

Perfil CVS a h t w bf tf c
σwy σfly h/w
B Ativação Ativação Ativação Classe Rede Roberts CSA Lyse &
1 2 3 Godfrey
450 x 116 1254 418 12,5 300 16 100 345 345 33,44 0,805 0,357 0,323 0,716 3 1611,70 1742,51 1121,25 569,25
450 x 130 1236 412 12,5 300 19 100 345 345 32,96 0,894 0,394 0,294 0,720 3 1845,38 1780,56 1250,63 595,13
450 x 141 1236 412 16 300 19 100 345 345 25,75 0,698 0,310 0,312 0,729 3 2079,21 2881,34 1600,80 761,76

500 x 134 1404 468 12,5 350 16 100 345 345 37,44 0,805 0,376 0,335 0,689 3 1459,42 1705,67 1121,25 569,25
500 x 150 1386 462 12,5 350 19 100 345 345 36,96 0,894 0,411 0,305 0,695 3 1681,37 1745,76 1250,63 595,13
500 x 162 1386 462 16 350 19 100 345 345 28,88 0,698 0,324 0,322 0,708 3 1913,69 2812,74 1600,80 761,76

550 x 184 1536 512 16 400 19 100 345 345 32 0,698 0,343 0,329 0,686 3 1832,49 2757,53 1600,80 761,76

600 x 190 1686 562 16 400 19 100 345 345 35,13 0,698 0,351 0,334 0,677 3 1777,68 2712,15 1600,80 761,76

650 x 211 1836 612 16 450 19 100 345 345 38,25 0,698 0,372 0,339 0,654 3 1773,44 2674,18 1600,80 761,76

PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA


Anexo D – Resultados dos perfis comerciais 227

Perfis VS
Perfil VS a h t w bf tf c
σwy σfly h/w
B Ativação Ativação Ativação Classe Rede Roberts CSA Lyse &
1 2 3 Godfrey
175 x 21 543 181 4 100 9,5 100 345 345 45,25 1,912 0,560 0,325 0,562 3 249,72 213,28 195,11 164,22
175 x 25 525 175 4 100 12,5 100 345 345 43,75 2,190 0,657 0,256 0,545 1 296,63 219,80 195,11 172,50

200 x 11 561 187 4 50 6,3 100 345 345 46,75 1,615 0,474 0,381 0,570 3 159,72 208,37 195,11 155,39
200 x 16 561 187 4 100 6,3 100 345 345 46,75 1,615 0,432 0,412 0,584 3 199,52 208,37 195,11 155,39

250 x 19 711 237 4,7 100 6,3 100 345 345 50,43 1,374 0,400 0,421 0,603 3 239,24 270,74 264,30 182,58
250 x 21 702 234 4,7 100 8 100 345 345 49,79 1,509 0,469 0,373 0,592 3 276,32 273,99 269,37 188,09
250 x 23 693 231 4,7 100 9,5 100 345 345 49,15 1,627 0,525 0,334 0,585 3 308,66 277,96 269,37 192,96
250 x 27 693 231 4,7 125 9,5 100 345 345 49,15 1,627 0,509 0,347 0,589 3 353,41 277,96 269,37 192,96
250 x 28 702 234 6,3 130 8 100 345 345 37,14 1,126 0,368 0,377 0,671 3 490,96 492,65 391,23 252,13
250 x 31 693 231 6,3 130 9,5 100 345 345 36,67 1,214 0,421 0,340 0,665 3 564,02 496,24 423,83 258,65
250 x 37 675 225 6,3 130 12,5 100 345 345 35,71 1,391 0,515 0,274 0,654 3 710,40 507,07 483,99 271,69
250 x 38 675 225 8 120 12,5 100 345 345 28,13 1,095 0,439 0,270 0,713 3 878,07 815,72 621,00 345,00

275 x 30 777 259 6,3 140 8 100 345 345 41,11 1,126 0,368 0,390 0,662 3 499,31 479,30 391,23 252,13
275 x 34 768 256 6,3 140 9,5 100 345 345 40,64 1,214 0,421 0,352 0,656 3 574,49 483,90 423,83 258,65
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA

275 x 40 750 250 6,3 140 12,5 100 345 345 39,68 1,391 0,515 0,285 0,646 3 724,68 495,98 483,99 271,69
275 x 51 804 268 6,3 150 16 100 345 345 42,54 1,597 0,598 0,232 0,631 3 892,49 503,09 483,99 286,90

300 x 33 852 284 6,3 150 8 100 345 345 45,08 1,126 0,368 0,401 0,652 3 505,09 468,30 391,23 252,13
300 x 36 843 281 6,3 150 9,5 100 345 345 44,6 1,214 0,421 0,363 0,647 3 581,27 473,76 423,83 258,65
300 x 43 825 275 6,3 150 12,5 100 345 345 43,65 1,391 0,515 0,295 0,637 3 732,50 486,90 483,99 271,69
300 x 61 804 268 12,5 140 16 100 345 345 21,44 0,805 0,349 0,259 0,774 3 1664,41 1935,51 1121,25 569,25

325 x 35 927 309 6,3 160 8 100 345 345 49,05 1,126 0,369 0,413 0,643 3 508,46 459,08 391,23 252,13
325 x 39 918 306 6,3 160 9,5 100 345 345 48,57 1,214 0,422 0,374 0,638 3 584,64 465,27 423,83 258,65
325 x 46 900 300 6,3 160 12,5 100 345 345 47,62 1,391 0,516 0,305 0,629 3 734,48 479,34 483,99 271,69
325 x 50 975 325 6,3 175 12,5 100 345 345 51,59 1,391 0,516 0,316 0,620 3 741,41 472,94 483,99 271,69
325 x 60 954 318 6,3 175 16 100 345 345 50,48 1,597 0,599 0,251 0,616 3 890,11 490,24 483,99 286,90

350 x 27 1011 337 4,7 150 6,3 100 345 345 71,7 1,374 0,386 0,478 0,567 3 261,40 249,72 264,30 182,58
350 x 31 1002 334 4,7 150 8 100 345 345 71,06 1,509 0,456 0,428 0,559 3 304,01 255,49 269,37 188,09
350 x 35 993 331 4,7 150 9,5 100 345 345 70,43 1,627 0,513 0,385 0,552 3 340,84 260,91 269,37 192,96
350 x 38 1002 334 6,3 170 8 100 345 345 53,02 1,126 0,370 0,423 0,633 3 509,23 451,24 391,23 252,13
350 x 39 1002 334 6,3 175 8 100 345 345 53,02 1,126 0,368 0,426 0,633 3 517,69 451,24 391,23 252,13
350 x 42 993 331 6,3 175 9,5 100 345 345 52,54 1,214 0,422 0,386 0,628 3 593,82 458,07 423,83 258,65
350 x 42 993 331 6,3 170 9,5 100 345 345 52,54 1,214 0,424 0,384 0,628 3 584,44 458,07 423,83 258,65
350 x 45 975 325 4,7 170 12,5 100 345 345 69,15 1,864 0,605 0,317 0,543 1 436,53 271,55 269,37 202,69
350 x 49 975 325 6,3 170 12,5 100 345 345 51,59 1,391 0,518 0,314 0,620 3 730,56 472,94 483,99 271,69
350 x 58 954 318 6,3 170 16 100 345 345 50,48 1,597 0,601 0,249 0,616 3 878,90 490,24 483,99 286,90

375 x 40 1077 359 6,3 180 8 100 345 345 56,98 1,126 0,372 0,434 0,623 3 507,28 444,49 391,23 252,13
375 x 44 1068 356 6,3 180 9,5 100 345 345 56,51 1,214 0,426 0,394 0,619 3 580,54 451,88 423,83 258,65
228 Anexo D – Resultados dos perfis comerciais

Perfil VS a h t w bf tf c
σwy σfly h/w
B Ativação Ativação Ativação Classe Rede Roberts CSA Lyse &
1 2 3 Godfrey
375 x 53 1050 350 6,3 180 12,5 100 345 345 55,56 1,391 0,520 0,323 0,612 3 720,90 467,46 483,99 271,69
375 x 62 1029 343 6,3 180 16 100 345 345 54,44 1,597 0,603 0,257 0,608 3 859,82 485,22 483,99 286,90

380 x 61 1044 348 9,5 140 16 100 345 345 36,63 1,059 0,469 0,257 0,706 3 1259,81 1059,36 852,15 432,63

400 x 36 1152 384 4,7 170 8 100 345 345 81,7 1,509 0,458 0,448 0,540 3 304,47 249,85 269,37 188,09
400 x 47 1125 375 4,7 170 12,5 100 345 345 79,79 1,864 0,615 0,327 0,526 1 402,15 266,97 269,37 202,69
400 x 49 1143 381 6,3 200 9,5 100 345 345 60,48 1,214 0,426 0,407 0,608 3 584,71 446,50 423,83 258,65
400 x 53 1125 375 4,7 200 12,5 100 345 345 79,79 1,864 0,608 0,336 0,525 1 424,80 266,97 269,37 202,69
400 x 58 1125 375 6,3 200 12,5 100 345 345 59,52 1,391 0,520 0,334 0,602 3 717,35 462,70 483,99 271,69
400 x 64 1104 368 4,7 200 16 100 345 345 78,3 2,140 0,694 0,263 0,521 1 487,32 278,93 269,37 214,04
400 x 68 1104 368 6,3 200 16 100 345 345 58,41 1,597 0,604 0,267 0,599 1 843,24 480,88 483,99 286,90
400 x 78 1086 362 6,3 200 19 100 345 345 57,46 1,773 0,649 0,226 0,601 1 932,29 495,47 483,99 299,94

450 x 47 1302 434 6,3 200 8 100 345 345 68,89 1,126 0,384 0,458 0,594 3 477,77 428,91 391,23 252,13
450 x 51 1293 431 6,3 200 9,5 100 345 345 68,41 1,214 0,438 0,417 0,590 3 541,30 437,61 423,83 258,65
450 x 60 1275 425 6,3 200 12,5 100 345 345 67,46 1,391 0,532 0,343 0,586 3 657,60 454,87 483,99 271,69
450 x 71 1254 418 6,3 200 16 100 345 345 66,35 1,597 0,615 0,275 0,584 1 765,53 473,76 483,99 286,90

PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA


450 x 80 1236 412 6,3 200 19 100 345 345 65,4 1,773 0,660 0,233 0,587 1 841,22 488,72 483,99 299,94

500 x 61 1443 481 6,3 250 9,5 100 345 345 76,35 1,214 0,444 0,439 0,565 3 519,34 430,57 423,83 258,65
500 x 73 1425 475 6,3 250 12,5 100 345 345 75,4 1,391 0,538 0,364 0,562 3 613,24 448,69 483,99 271,69
500 x 86 1404 468 6,3 250 16 100 345 345 74,29 1,597 0,621 0,293 0,563 1 696,72 468,17 483,99 286,90
500 x 97 1386 462 6,3 250 19 100 345 345 73,33 1,773 0,666 0,250 0,568 1 757,62 483,43 483,99 299,94

550 x 64 1593 531 6,3 250 9,5 100 345 345 84,29 1,214 0,456 0,447 0,549 3 481,12 424,85 423,83 258,65
550 x 75 1575 525 6,3 250 12,5 100 345 345 83,33 1,391 0,550 0,371 0,547 1 564,75 443,69 483,99 271,69
550 x 88 1554 518 6,3 250 16 100 345 345 82,22 1,597 0,632 0,300 0,549 1 639,16 463,65 483,99 286,90
550 x 100 1536 512 6,3 250 19 100 345 345 81,27 1,773 0,676 0,256 0,555 1 694,09 479,18 483,99 299,94

600 x 95 1725 575 8 300 12,5 100 345 345 71,88 1,095 0,486 0,388 0,581 3 718,02 685,48 621,00 345,00
600 x 111 1704 568 8 300 16 100 345 345 71 1,257 0,562 0,322 0,586 3 843,49 714,44 717,60 364,32
600 x 125 1686 562 8 300 19 100 345 345 70,25 1,396 0,603 0,281 0,594 1 933,40 737,24 780,43 380,88

650 x 98 1875 625 8 300 12,5 100 345 345 78,13 1,095 0,498 0,394 0,568 3 678,72 678,78 621,00 345,00
650 x 114 1854 618 8 300 16 100 345 345 77,25 1,257 0,573 0,328 0,574 3 796,68 708,42 717,60 364,32
650 x 128 1836 612 8 300 19 100 345 345 76,5 1,396 0,614 0,286 0,583 1 881,13 731,60 780,43 380,88

700 x 105 2025 675 8 320 12,5 100 345 345 84,38 1,095 0,513 0,402 0,548 3 649,95 673,08 621,00 345,00
700 x 122 2004 668 8 320 16 100 345 345 83,5 1,257 0,587 0,334 0,556 1 762,79 703,30 717,60 364,32
700 x 137 1986 662 8 320 19 100 345 345 82,75 1,396 0,627 0,293 0,567 1 843,94 726,81 780,43 380,88

750 x 108 2175 725 8 320 12,5 100 345 345 90,63 1,095 0,525 0,407 0,536 3 626,89 668,16 621,00 345,00
750 x 125 2154 718 8 320 16 100 345 345 89,75 1,257 0,598 0,339 0,545 1 733,67 698,90 717,60 364,32
750 x 140 2136 712 8 320 19 100 345 345 89 1,396 0,637 0,297 0,556 1 810,14 722,69 780,43 380,88
Anexo D – Resultados dos perfis comerciais 229

Perfil VS a h t w bf tf c
σwy σfly h/w
B Ativação Ativação Ativação Classe Rede Roberts CSA Lyse &
1 2 3 Godfrey
800 x 111 2325 775 8 320 12,5 100 345 345 96,88 1,095 0,536 0,412 0,524 1 608,18 663,87 621,00 345,00
800 x 129 2304 768 8 320 16 100 345 345 96 1,257 0,608 0,344 0,534 1 708,95 695,07 717,60 364,32
800 x 143 2286 762 8 320 19 100 345 345 95,25 1,396 0,647 0,302 0,546 1 780,76 719,11 780,43 380,88

850 x 120 2475 825 8 350 12,5 100 345 345 103,13 1,095 0,554 0,417 0,503 1 603,28 660,11 621,00 345,00
850 x 139 2454 818 8 350 16 100 345 345 102,25 1,257 0,625 0,348 0,515 1 699,20 691,71 717,60 364,32
850 x 155 2436 812 8 350 19 100 345 345 101,5 1,396 0,662 0,306 0,528 1 768,22 715,98 780,43 380,88

900 x 124 2625 875 8 350 12,5 100 345 345 109,38 1,095 0,564 0,420 0,493 1 591,48 656,78 621,00 345,00
900 x 142 2604 868 8 350 16 100 345 345 108,5 1,257 0,635 0,352 0,506 1 681,10 688,73 717,60 364,32
900 x 159 2586 862 8 350 19 100 345 345 107,75 1,396 0,671 0,310 0,519 1 745,83 713,20 780,43 380,88

950 x 127 2775 925 8 350 12,5 100 345 345 115,63 1,095 0,574 0,423 0,484 1 580,92 653,80 621,00 345,00
950 x 146 2754 918 8 350 16 100 345 345 114,75 1,257 0,644 0,355 0,497 1 664,39 686,08 717,60 364,32
950 x 162 2736 912 8 350 19 100 345 345 114 1,396 0,680 0,313 0,511 1 725,04 710,73 780,43 380,88

1000 x 140 2925 975 8 400 12,5 100 345 345 121,88 1,095 0,601 0,424 0,457 1 592,82 651,13 621,00 345,00
1000 x 161 2904 968 8 400 16 100 345 345 121 1,257 0,668 0,357 0,472 1 668,52 683,71 717,60 364,32
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA

1000 x 180 2886 962 8 400 19 100 345 345 120,25 1,396 0,702 0,315 0,488 1 726,01 708,52 780,43 380,88

1100 x 159 3225 1075 9,5 400 12,5 100 345 345 113,16 0,922 0,553 0,435 0,486 1 692,70 884,72 737,44 409,69
1100 x 180 3204 1068 9,5 400 16 100 345 345 112,42 1,059 0,614 0,373 0,501 1 808,46 928,09 852,15 432,63
1100 x 199 3186 1062 9,5 400 19 100 345 345 111,79 1,176 0,646 0,336 0,518 1 893,12 961,23 950,48 452,30

1200 x 200 3504 1168 9,5 450 16 100 345 345 122,95 1,059 0,644 0,375 0,474 1 794,88 922,65 852,15 432,63
1200 x 221 3486 1162 9,5 450 19 100 345 345 122,32 1,176 0,673 0,337 0,492 1 869,17 956,19 950,48 452,30

1300 x 237 3804 1268 12,5 450 16 100 345 345 101,44 0,805 0,539 0,395 0,525 1 1077,65 1511,36 1121,25 569,25
1300 x 258 3786 1262 12,5 450 19 100 345 345 100,96 0,894 0,564 0,365 0,542 1 1235,31 1564,01 1250,63 595,13

1400 x 260 4104 1368 12,5 500 16 100 345 345 109,44 0,805 0,563 0,395 0,505 1 1066,65 1503,05 1121,25 569,25
1400 x 283 4086 1362 12,5 500 19 100 345 345 108,96 0,894 0,586 0,366 0,522 1 1211,52 1556,30 1250,63 595,13

1500 x 270 4404 1468 12,5 500 16 100 345 345 117,44 0,805 0,572 0,395 0,498 1 1033,10 1495,87 1121,25 569,25
1500 x 293 4386 1462 12,5 500 19 100 345 345 116,96 0,894 0,595 0,367 0,515 1 1167,45 1549,65 1250,63 595,13
230 Anexo D – Resultados dos perfis comerciais

Perfis WWF
Perfil WWF a h t w bf tf c
σwy σfly h/w B Ativ
1
Ativ
2
Ativ Clas
3
Rede Roberts CSA Lyse &
Godfrey
350X137 876 292 11 350 20 100 345 345 26,55 1,049 0,435 0,268 0,716 3 2167,88 1493,22 1138,50 531,30
400X157 1026 342 11 400 20 100 345 345 31,09 1,049 0,459 0,276 0,685 3 1887,20 1447,67 1138,50 531,30
450X177 1176 392 11 450 20 100 345 345 35,64 1,049 0,488 0,282 0,653 3 1700,86 1413,73 1138,50 531,30
500X197 1326 442 11 500 20 100 345 345 40,18 1,049 0,520 0,285 0,620 3 1579,10 1387,48 1138,50 531,30
700X152 1926 642 11 300 20 100 345 345 58,36 1,049 0,500 0,304 0,652 3 1312,49 1323,35 1138,50 531,30
800X161 2226 742 11 300 20 100 345 345 67,46 1,049 0,519 0,314 0,632 3 1227,72 1304,25 1138,50 531,30
900X169 2526 842 11 300 20 100 345 345 76,55 1,049 0,537 0,323 0,613 3 1163,89 1289,69 1138,50 531,30
1000X200 2826 942 14 300 20 100 345 345 67,29 0,825 0,455 0,348 0,632 3 1420,53 1989,53 1449,00 676,20

Perfis HD
Perfil HD a h tw bf tf c
σwy σ fl
y
h/w B Ativ
1
Ativ
2
Ativ Clas
3
Rede Roberts CSA Lyse &
Godfrey
260 x 54,1 531 177 6,5 260 9,5 100 345 345 27,23 1,177 0,355 0,385 0,679 3 959,08 570,39 437,29 266,86
260 x 68,2 531 177 7,5 260 12,5 100 345 345 23,6 1,168 0,404 0,318 0,702 3 1419,52 765,24 582,19 323,44
260 x 93,0 531 177 10 260 17,5 100 345 345 17,7 1,062 0,407 0,252 0,755 3 2468,25 1388,83 948,75 465,75
320 x 74,2 675 225 8 300 11 100 345 345 28,13 1,025 0,353 0,368 0,691 3 1253,81 812,67 579,60 336,72
320 x 97,6 675 225 9 300 15,5 100 345 345 25 1,097 0,425 0,288 0,709 3 1853,28 1044,17 791,78 406,76

PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA


360 x 134 870 290 11,2 369 18 100 345 345 25,89 0,964 0,411 0,287 0,709 3 2037,58 1534,38 1081,92 525,50
360 x 147 871,2 290,4 12,3 370 19,8 100 345 345 23,61 0,932 0,393 0,279 0,725 3 2307,58 1861,11 1264,56 592,39
Anexo D – Resultados dos perfis comerciais 231

Perfis H
Perfil H a h t w bf t f c
σwy σfly h/w B Ativ
1
Ativ
2
Ativ Clas
3
Rede Roberts CSA Lyse &
Godfrey
150 x 150 x 7 x 10 342 114 7 150 10 100 345 345 16,29 1,119 0,368 0,308 0,735 3 859,32 782,47 483,00 289,80
150 x 75 x 5 x 7 360 120 5 75 7 100 345 345 24 1,344 0,416 0,341 0,659 3 295,23 383,88 293,25 196,65
175 x 175 x 7,5 x 11 381 127 7,5 175 11 100 345 345 16,93 1,094 0,367 0,303 0,741 3 1113,89 861,56 543,38 315,68
200 x 100 x 4,5 x 7 504 168 4,5 99 7 100 345 345 37,33 1,493 0,431 0,379 0,616 3 263,97 273,15 246,93 176,99
200 x 100 x 5,5 x 8 504 168 5,5 100 8 100 345 345 30,55 1,289 0,415 0,345 0,660 3 383,53 412,00 341,55 220,11
200 x 200 x 12 x 12 450 150 12 204 12 100 345 345 12,5 0,715 0,235 0,308 0,812 3 1804,58 2212,12 910,80 513,36
200 x 200 x 8 x 12 450 150 8 200 12 100 345 345 18,75 1,072 0,371 0,301 0,741 3 1365,30 923,92 607,20 342,24
250 x 125 x 5 x 8 648 216 5 124 8 100 345 345 43,2 1,418 0,433 0,378 0,620 3 355,34 315,83 304,86 200,10
250 x 125 x 6 x 9 648 216 6 125 9 100 345 345 36 1,244 0,418 0,347 0,660 3 503,99 457,08 393,30 244,26
250 x 250 x 11 x 11 588 196 11 252 11 100 345 345 17,82 0,746 0,239 0,348 0,781 3 1656,27 1650,98 796,95 462,99
250 x 250 x 14 x 14 588 196 14 255 14 100 345 345 14 0,665 0,236 0,310 0,794 3 2347,67 2724,78 1159,20 618,24
250 x 250 x 9 x 14 588 196 9 250 14 100 345 345 21,78 1,035 0,384 0,294 0,736 3 1784,72 1080,13 745,20 397,44
300 x 150 x 5,5 x 8 768 256 5,5 149 8 100 345 345 46,55 1,289 0,400 0,399 0,630 3 436,33 366,41 341,55 220,11
300 x 150 x 6,5 x 9 768 256 6,5 150 9 100 345 345 39,39 1,148 0,389 0,368 0,667 3 599,62 513,74 426,08 264,62
300 x 300 x 10 x 15 732 244 10 300 15 100 345 345 24,4 0,969 0,380 0,302 0,727 3 1899,25 1261,28 862,50 448,50
300 x 300 x 12 x 12 732 244 12 302 12 100 345 345 20,33 0,715 0,251 0,352 0,760 3 1772,22 1826,45 910,80 513,36
300 x 300 x 15 x 15 732 244 15 305 15 100 345 345 16,27 0,646 0,246 0,318 0,768 3 2390,37 2900,35 1293,75 672,75
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA

350 x 175 x 6 x 9 906 302 6 174 9 100 345 345 50,33 1,244 0,412 0,393 0,629 3 554,65 422,33 393,30 244,26
350 x 175 x 7 x 11 906 302 7 175 11 100 345 345 43,14 1,172 0,432 0,342 0,660 3 800,63 579,99 507,15 294,63
350 x 350 x 10 x 16 858 286 10 348 16 100 345 345 28,6 1,006 0,419 0,301 0,696 3 1754,76 1218,68 897,00 455,40
350 x 350 x 12 x 19 858 286 12 350 19 100 345 345 23,83 0,931 0,390 0,281 0,729 3 2262,91 1772,43 1200,60 571,32
350 x 350 x 13 x 13 858 286 13 351 13 100 345 345 22 0,688 0,268 0,351 0,737 3 1775,25 2047,41 1031,55 565,11
350 x 350 x 16 x 16 858 286 16 354 16 100 345 345 17,88 0,629 0,260 0,323 0,740 3 2285,51 3146,56 1435,20 728,64
350 x 350 x 19 x 19 858 286 19 357 19 100 345 345 15,05 0,588 0,255 0,314 0,716 3 2697,52 4500,84 1900,95 904,59
400 x 300 x 10 x 16 996 332 10 300 16 100 345 345 33,2 1,006 0,421 0,301 0,701 3 1626,50 1180,87 897,00 455,40
400 x 400 x 11 x 18 942 314 11 398 18 100 345 345 28,55 0,982 0,433 0,290 0,688 3 1869,47 1455,54 1062,60 516,12
400 x 400 x 15 x 15 942 314 15 402 15 100 345 345 20,93 0,646 0,281 0,336 0,718 3 1949,79 2675,61 1293,75 672,75
400 x 400 x 18 x 18 942 314 18 405 18 100 345 345 17,44 0,600 0,271 0,321 0,708 3 2377,28 3904,94 1738,80 844,56
500 x 200 x 10 x 16 1326 442 10 200 16 100 345 345 44,2 1,006 0,452 0,294 0,690 3 1336,81 1122,38 897,00 455,40
500 x 200 x 11 x 19 1326 442 11 201 19 100 345 345 40,18 1,016 0,455 0,270 0,709 3 1638,56 1377,44 1100,55 523,71
500 x 200 x 9 x 14 1326 442 9 199 14 100 345 345 49,11 1,035 0,452 0,320 0,668 3 1089,89 902,38 745,20 397,44
500 x 300 x 11 x 15 1278 426 11 300 15 100 345 345 38,73 0,881 0,389 0,331 0,694 3 1388,10 1345,71 948,75 493,35
500 x 300 x 11 x 18 1278 426 11 300 18 100 345 345 38,73 0,982 0,435 0,296 0,697 3 1584,81 1375,45 1062,60 516,12
600 x 300 x 12 x 17 1566 522 12 300 17 100 345 345 43,5 0,869 0,409 0,323 0,687 3 1407,10 1560,60 1117,80 554,76
600 x 300 x 12 x 20 1566 522 12 300 20 100 345 345 43,5 0,962 0,441 0,297 0,692 3 1585,98 1597,40 1242,00 579,60
700 x 300 x 13 x 20 1848 616 13 300 20 100 345 345 47,39 0,888 0,427 0,314 0,683 3 1540,44 1816,70 1345,50 627,90
232 Anexo D – Resultados dos perfis comerciais

Perfis HE
Perfil HE a h tw bf tf c
σwy σfly h/w B Ativ
1
Ativ
2
Ativ Clas
3
Rede Roberts CSA Lyse &
Godfrey
HE 180 A 366 122 6 180 9,5 100 345 345 20,33 1,275 0,385 0,340 0,697 3 794,59 548,83 403,65 246,33
HE 180 AA 366 122 5 180 7,5 100 345 345 24,4 1,381 0,362 0,395 0,665 3 517,88 378,89 301,88 198,38
HE 180 B 366 122 8,5 180 14 100 345 345 14,35 1,096 0,403 0,253 0,759 3 1586,66 1126,81 703,80 375,36
HE 200 A 402 134 6,5 200 10 100 345 345 20,62 1,205 0,373 0,340 0,707 3 962,15 626,06 448,50 269,10
HE 200 AA 402 134 5,5 200 8 100 345 345 24,36 1,289 0,349 0,393 0,678 3 651,40 445,65 341,55 220,11
HE 200 B 402 134 9 200 15 100 345 345 14,89 1,076 0,400 0,251 0,762 3 1895,04 1224,52 776,25 403,65
HE 220 A 456 152 7 220 11 100 345 345 21,71 1,172 0,381 0,330 0,710 3 1162,66 697,03 507,15 294,63
HE 220 AA 456 152 6 220 8,5 100 345 345 25,33 1,213 0,342 0,391 0,685 3 780,85 509,76 382,95 242,19
HE 220 B 456 152 9,5 220 16 100 345 345 16 1,059 0,400 0,251 0,763 3 2169,30 1310,46 852,15 432,63
HE 240 A 492 164 7,5 240 12 100 345 345 21,87 1,143 0,388 0,319 0,714 3 1373,83 783,45 569,25 320,85
HE 240 AA 492 164 6,5 240 9 100 345 345 25,23 1,148 0,335 0,388 0,692 3 916,99 585,72 426,08 264,62
HE 240 B 492 164 10 240 17 100 345 345 16,4 1,043 0,398 0,250 0,763 3 2420,45 1421,82 931,50 462,30
HE 260 A 531 177 7,5 26012,5 100 345 345 23,6 1,168 0,404 0,318 0,702 3 1419,52 765,24 582,19 323,44
HE 260 AA 531 177 6,5 260 9,5 100 345 345 27,23 1,177 0,355 0,385 0,679 3 959,08 570,39 437,29 266,86
HE 260 B 531 177 10 26017,5 100 345 345 17,7 1,062 0,407 0,252 0,755 3 2468,25 1388,83 948,75 465,75
HE 280 A 588 196 8 280 13 100 345 345 24,5 1,118 0,400 0,318 0,703 3 1525,63 848,09 634,80 347,76
HE 280 AA 588 196 7 280 10 100 345 345 28 1,119 0,354 0,382 0,680 3 1064,19 643,59 483,00 289,80

PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA


HE 280 B 588 196 10,5 280 18 100 345 345 18,67 1,029 0,400 0,258 0,753 3 2534,15 1490,35 1014,30 492,66
HE 300 A 624 208 8,5 300 14 100 345 345 24,47 1,096 0,409 0,307 0,704 3 1681,78 945,52 703,80 375,36
HE 300 AA 624 208 7,5 30010,5 100 345 345 27,73 1,069 0,354 0,377 0,682 3 1172,05 728,38 530,44 313,09
HE 300 B 624 208 11 300 19 100 345 345 18,91 1,016 0,398 0,258 0,752 3 2649,67 1614,67 1100,55 523,71
HE 320 A 675 225 9 30015,5 100 345 345 25 1,097 0,425 0,288 0,709 3 1853,28 1044,17 791,78 406,76
HE 320 AA 675 225 8 300 11 100 345 345 28,13 1,025 0,353 0,368 0,691 3 1253,81 812,67 579,60 336,72
HE 340 A 729 243 9,5 30016,5 100 345 345 25,58 1,078 0,428 0,279 0,715 3 1962,22 1145,89 868,54 435,91
HE 340 AA 729 243 8,5 30011,5 100 345 345 28,59 0,987 0,352 0,360 0,698 3 1327,64 900,47 630,49 360,70
HE 360 A 783 261 10 30017,5 100 345 345 26,1 1,062 0,428 0,273 0,721 3 2048,72 1253,16 948,75 465,75
HE 360 AA 783 261 9 300 12 100 345 345 29 0,953 0,351 0,353 0,704 3 1390,25 992,82 683,10 385,02
HE 400 A 894 298 11 300 19 100 345 345 27,09 1,016 0,419 0,270 0,729 3 2139,61 1479,34 1100,55 523,71
HE 400 AA 894 298 9,5 300 13 100 345 345 31,37 0,942 0,367 0,341 0,703 3 1431,71 1074,54 753,83 412,97
HE 450 AA 1032 344 10 30013,5 100 345 345 34,4 0,913 0,373 0,340 0,699 3 1394,19 1154,41 810,75 438,15
HE 500 AA 1170 390 10,5 300 14 100 345 345 37,14 0,887 0,377 0,340 0,696 3 1358,67 1241,57 869,40 463,68
HE 550 AA 1314 438 11,5 300 15 100 345 345 38,09 0,842 0,375 0,334 0,699 3 1403,64 1459,05 991,88 515,78
HE 650 AA 1602 534 12,5 300 16 100 345 345 42,72 0,805 0,382 0,337 0,688 3 1358,96 1667,60 1121,25 569,25
HE 700 AA 1746 582 13 300 17 100 345 345 44,77 0,802 0,392 0,334 0,684 3 1391,42 1787,44 1210,95 600,99
HE 800 AA 2022 674 14 300 18 100 345 345 48,14 0,771 0,394 0,339 0,673 3 1429,38 2030,67 1352,40 656,88
Anexo D – Resultados dos perfis comerciais 233

Perfis HP
Perfil HP a h tw bf tf c
σwy σfly h/w B Ativ
1
Ativ Ativ Clas
2 3
Rede Roberts CSA Lyse &
Godfrey
200 x 43 486 162 9 205 9 100 345 345 18 0,829 0,242 0,365 0,774 3 1153,51 1177,37 589,95 366,39
200 x 43 486 162 9 205 9 100 345 345 18 0,829 0,242 0,365 0,774 3 1153,51 1177,37 589,95 366,39
200 x 53 483 161 11,3 207 11,3 100 345 345 14,25 0,736 0,238 0,321 0,804 3 1656,43 1891,58 830,38 477,96
200 x 53 484,2 161,411,3 207 11,3 100 345 345 14,28 0,736 0,238 0,321 0,803 3 1655,82 1889,55 830,38 477,96
220 x 57 456 152 11 224,5 11 100 345 345 13,82 0,746 0,232 0,331 0,801 3 1684,84 1834,34 796,95 462,99
250 x 62 597 199 10,5 256 10,7 100 345 345 18,95 0,771 0,246 0,356 0,773 3 1566,07 1489,25 749,86 439,77
250 x 85 597 199 14,4 260 14,4 100 345 345 13,82 0,657 0,236 0,308 0,791 3 2433,41 2872,55 1212,19 639,88
260 x 75 531 177 12 265 12 100 345 345 14,75 0,715 0,233 0,333 0,792 3 1976,18 2059,41 910,80 513,36
260 x 87 531 177 14 267 14 100 345 345 12,64 0,665 0,231 0,310 0,796 3 2436,99 2840,33 1159,20 618,24
305 x 110 740,1 246,715,3 310,715,4 100 345 345 16,12 0,643 0,249 0,317 0,764 3 2441,76 3010,55 1340,74 690,43
305 x 126 740,1 246,717,5 312,917,6 100 345 345 14,1 0,609 0,246 0,308 0,749 3 2807,94 3984,62 1666,35 816,27
305 x 79 740,7 246,9 11 306,4 11 100 345 345 22,45 0,746 0,254 0,371 0,747 3 1548,47 1520,41 796,95 462,99
305 x 88 740,1 246,712,4 307,812,3 100 345 345 19,9 0,700 0,249 0,349 0,761 3 1832,74 1947,56 953,99 533,04
305 x 95 740,1 246,713,3 308,713,3 100 345 345 18,55 0,681 0,250 0,336 0,765 3 2033,43 2251,02 1069,12 580,90
310 x 110 741 247 15,4 310 15,5 100 345 345 16,04 0,641 0,249 0,316 0,764 3 2459,29 3050,38 1354,82 696,00
310 x 125 741 247 17,4 312 17,4 100 345 345 14,2 0,608 0,245 0,309 0,750 3 2780,90 3935,72 1644,82 809,20
310 x 132 741 247 18,3 313 18,3 100 345 345 13,5 0,596 0,245 0,307 0,741 3 2908,30 4373,91 1786,72 862,42
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA

310 x 79 741 247 11 306 11 100 345 345 22,46 0,746 0,254 0,371 0,747 3 1548,12 1520,20 796,95 462,99
310 x 93 741 247 13,1 308 13,1 100 345 345 18,86 0,686 0,250 0,338 0,764 3 1990,93 2180,59 1044,00 570,36
320 x 103 675 225 14 306 14 100 345 345 16,07 0,665 0,244 0,325 0,773 3 2275,43 2586,04 1159,20 618,24
320 x 117 675 225 16 308 16 100 345 345 14,06 0,629 0,242 0,310 0,767 3 2664,04 3415,96 1435,20 728,64
320 x 88 675 225 12 304 12 100 345 345 18,75 0,715 0,246 0,349 0,765 3 1839,38 1878,42 910,80 513,36
360 x 108 870 290 12,8 370 12,8 100 345 345 22,66 0,693 0,275 0,356 0,727 3 1707,66 1974,62 1006,85 554,65
360 x 109 870,6 290,212,8 371 12,9 100 345 345 22,67 0,696 0,277 0,355 0,726 3 1716,65 1974,37 1011,26 555,53
360 x 132 870 290 15,6 373 15,6 100 345 345 18,59 0,635 0,266 0,327 0,734 3 2180,09 2972,53 1377,79 706,12
360 x 133 870,6 290,215,6 373,815,7 100 345 345 18,6 0,638 0,268 0,326 0,734 3 2188,71 2972,14 1383,17 707,19
360 x 152 870 290 17,9 376 17,9 100 345 345 16,2 0,601 0,261 0,317 0,721 3 2515,11 3956,40 1722,96 838,63
360 x 152 870,6 290,217,8 376 17,9 100 345 345 16,3 0,605 0,262 0,317 0,722 3 2509,90 3909,96 1713,34 833,95
360 x 84 868,8 289,6 10 367 10 100 345 345 28,96 0,783 0,284 0,408 0,689 3 1204,65 1189,45 690,00 414,00
400 x 122 870 290 14 390 14 100 345 345 20,71 0,665 0,277 0,342 0,725 3 1900,40 2375,86 1159,20 618,24
400 x 140 870 290 16 392 16 100 345 345 18,13 0,629 0,270 0,326 0,726 3 2223,07 3132,86 1435,20 728,64
400 x 158 870 290 18 394 18 100 345 345 16,11 0,600 0,265 0,318 0,715 3 2509,22 4002,61 1738,80 844,56
400 x 176 870 290 20 396 20 100 345 345 14,5 0,577 0,261 0,316 0,694 3 2725,48 4987,89 2070,00 966,00
234 Anexo D – Resultados dos perfis comerciais

Perfis IPE
Perfil IPE a h tw bf tf c
σwy σfly h/w B Ativ
1
Ativ Ativ Clas
2 3
Rede Roberts CSA Lyse &
Godfrey
140 336,6 112,2 4,7 73 6,9 100 345 345 23,87 1,422 0,430 0,342 0,647 3 272,05 345,76 269,37 184,53
160 381,6 127,2 5 82 7,4 100 345 345 25,44 1,374 0,427 0,338 0,654 3 312,21 373,31 300,15 198,03
180 438 146 5,3 91 8 100 345 345 27,55 1,338 0,429 0,333 0,659 3 359,28 399,67 329,13 212,11
200 477 159 5,6 100 8,5 100 345 345 28,39 1,299 0,427 0,329 0,666 3 414,35 434,65 357,42 226,04
220 532,8 177,6 5,9 110 9,2 100 345 345 30,1 1,277 0,433 0,323 0,669 3 484,16 466,99 390,82 241,00
240 571,2 190,4 6,2 120 9,8 100 345 345 30,71 1,251 0,434 0,317 0,674 3 564,15 506,52 423,52 255,82
270 658,8 219,6 6,6 135 10,2 100 345 345 33,27 1,198 0,425 0,323 0,678 3 659,90 553,35 459,95 274,15
300 745,8 248,6 7,1 150 10,7 100 345 345 35,01 1,140 0,417 0,326 0,684 3 778,21 621,92 507,05 297,37
330 813 271 7,5 160 11,5 100 345 345 36,13 1,119 0,423 0,318 0,687 3 893,47 682,22 556,31 318,26
360 895,8 298,6 8 170 12,7 100 345 345 37,33 1,104 0,437 0,305 0,689 3 1045,23 763,97 626,52 346,10
400 993 331 8,6 180 13,5 100 345 345 38,49 1,062 0,436 0,302 0,693 3 1167,99 866,38 697,25 376,81
450 1136,4 378,8 9,4 190 14,6 100 345 345 40,3 1,015 0,437 0,298 0,696 3 1290,69 1011,73 797,78 419,00
500 1278 426 10,2 200 16 100 345 345 41,77 0,986 0,441 0,293 0,698 3 1398,50 1172,61 914,94 464,51
550 1402,8 467,6 11,1 210 17,2 100 345 345 42,13 0,946 0,434 0,292 0,702 3 1480,67 1370,51 1041,62 514,68
600 1542 514 12 220 19 100 345 345 42,83 0,931 0,432 0,290 0,704 3 1558,98 1588,79 1200,60 571,32
750 x 147 2055 685 13,2 265 17 100 345 345 51,89 0,790 0,406 0,342 0,669 3 1277,07 1798,11 1229,58 610,24
A 140 336,6 112,2 3,8 73 5,6 100 345 345 29,53 1,632 0,431 0,387 0,604 3 181,69 223,78 176,08 145,78

PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA


A 160 381,6 127,2 4 82 5,9 100 345 345 31,8 1,578 0,424 0,388 0,610 3 201,89 236,65 195,11 154,28
A 180 438 146 4,3 91 6,5 100 345 345 33,95 1,520 0,425 0,382 0,617 3 236,99 260,70 225,47 167,64
A 200 477 159 4,5 100 7 100 345 345 35,33 1,493 0,429 0,376 0,620 3 269,72 277,85 246,93 176,99
A 220 532,8 177,6 5 110 7,7 100 345 345 35,52 1,396 0,424 0,366 0,636 3 341,73 333,03 304,86 199,07
A 240 571,2 190,4 5,2 120 8,3 100 345 345 36,62 1,385 0,432 0,359 0,638 3 393,59 353,67 328,30 209,18
A 270 658,8 219,6 5,5 135 8,7 100 345 345 39,93 1,336 0,427 0,363 0,640 3 457,78 381,72 354,83 222,77
A 300 745,8 248,6 6,1 150 9,2 100 345 345 40,75 1,235 0,413 0,363 0,653 3 569,14 456,30 404,06 249,17
A 330 813 271 6,5 160 10 100 345 345 41,69 1,205 0,422 0,353 0,657 3 668,26 509,61 448,50 269,10
A 360 895,8 298,6 6,6 170 11,5 100 345 345 45,24 1,271 0,467 0,329 0,645 3 761,89 520,38 489,56 280,07
A 400 993 331 7 180 12 100 345 345 47,29 1,225 0,467 0,329 0,647 3 834,87 574,57 531,30 299,46
A 450 1136,4 378,8 7,6 190 13,1 100 345 345 49,84 1,182 0,478 0,320 0,648 3 939,50 664,16 605,68 330,90
A 500 1278 426 8,4 200 14,5 100 345 345 50,71 1,131 0,484 0,308 0,656 3 1068,12 799,49 710,01 373,84
A 550 1402,8 467,6 9 210 15,7 100 345 345 51,96 1,105 0,490 0,301 0,659 3 1140,82 908,97 797,99 408,00
A 600 1542 514 9,8 220 17,5 100 345 345 52,45 1,083 0,495 0,291 0,666 3 1238,77 1070,99 929,78 456,44
O 180 438 146 6 92 9 100 345 345 24,33 1,244 0,428 0,307 0,684 3 453,54 515,58 393,30 244,26
O 200 477 159 6,2 102 9,5 100 345 345 25,65 1,233 0,430 0,305 0,686 3 512,78 535,35 417,11 254,54
O 220 532,8 177,6 6,6 112 10,2 100 345 345 26,91 1,198 0,431 0,299 0,692 3 605,55 587,62 459,95 274,15
O 240 571,2 190,4 7 122 10,8 100 345 345 27,2 1,161 0,427 0,295 0,700 3 710,24 649,38 502,32 293,66
O 270 658,8 219,6 7,5 136 12,2 100 345 345 29,28 1,153 0,443 0,282 0,702 3 893,78 720,28 574,43 321,89
O 300 745,8 248,6 8 152 12,7 100 345 345 31,08 1,104 0,433 0,287 0,706 3 1040,56 796,12 626,52 346,10
O 330 813 271 8,5 162 13,5 100 345 345 31,88 1,074 0,433 0,283 0,711 3 1185,41 883,37 689,14 372,43
O 360 895,8 298,6 9,2 172 14,7 100 345 345 32,46 1,041 0,434 0,276 0,717 3 1377,33 1017,33 783,98 410,72
O 400 993 331 9,7 182 15,5 100 345 345 34,12 1,018 0,434 0,276 0,717 3 1483,38 1110,00 853,36 438,39
O 450 1136,4 378,8 11 192 17,6 100 345 345 34,44 0,968 0,427 0,270 0,725 3 1720,62 1399,76 1047,42 513,08
O 500 1278 426 12 202 19 100 345 345 35,5 0,931 0,417 0,275 0,726 3 1800,32 1636,38 1200,60 571,32
Anexo D – Resultados dos perfis comerciais 235

Perfis IPN
Perfil IPN a h tw bf tf c
σwy σfly h/w B Ativ
1
Ativ
2
Ativ Clas Rede
3
Roberts CSA Lyse &

Godfrey
IPN 160 377,4 125,8 6,3 74 9,5 100 345 345 19,97 1,214 0,441 0,277 0,698 3 451,80 601,91 423,83 258,65
IPN 180 427,2 142,4 6,9 82 10,4 100 345 345 20,64 1,157 0,437 0,267 0,710 3 544,56 693,33 485,62 287,56
IPN 200 477,3 159,1 7,5 90 11,3 100 345 345 21,21 1,109 0,433 0,259 0,722 3 652,39 792,15 551,14 317,23
IPN 220 527,4 175,8 8,1 98 12,2 100 345 345 21,7 1,068 0,429 0,253 0,731 3 776,49 898,44 620,38 347,64
IPN 240 577,5 192,5 8,7 106 13,1 100 345 345 22,13 1,033 0,425 0,247 0,740 3 917,18 1012,12 693,35 378,79
IPN 260 626,7 208,9 9,4 113 14,1 100 345 345 22,22 0,995 0,419 0,242 0,749 3 1081,73 1158,82 781,56 415,75
IPN 280 675,3 225,1 10,1 119 15,2 100 345 345 22,29 0,967 0,414 0,238 0,756 3 1259,27 1315,94 878,09 454,38
IPN 300 724,8 241,6 10,8 125 16,2 100 345 345 22,37 0,938 0,407 0,236 0,761 3 1439,09 1482,17 976,21 493,32
IPN 320 773,7 257,9 11,5 131 17,3 100 345 345 22,43 0,917 0,400 0,236 0,765 3 1631,28 1659,07 1083,13 534,03
IPN 340 822,9 274,3 12,2 137 18,3 100 345 345 22,48 0,894 0,390 0,239 0,768 3 1815,42 1845,15 1191,15 574,95
IPN 360 870,6 290,2 13 143 19,5 100 345 345 22,32 0,874 0,379 0,243 0,769 3 2020,13 2075,13 1323,08 623,42
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA
236 Anexo D – Resultados dos perfis comerciais

Perfis UB
Perfil UB a h tw bf tf c
σwy σfly h/w B Ativ Ativ Ativ Clas
1 2 3
Rede Roberts CSA Lyse &
Godfrey
152x89x16 365,4 121,8 4,5 88,7 7,7 100 345 345 27,07 1,551 0,461 0,338 0,629 3 288,77 302,62 246,93 179,16
178x102x19 440,4 146,8 4,8 101,2 7,9 100 345 345 30,58 1,470 0,445 0,347 0,636 3 328,70 324,65 280,96 191,76
203x102x23 508,2 169,4 5,4 101,8 9,3 100 345 345 31,37 1,402 0,467 0,316 0,647 3 418,35 395,13 355,58 220,95
203x133x25 517,2 172,4 5,7 133,2 7,8 100 345 345 30,25 1,231 0,375 0,370 0,673 3 471,42 440,33 350,04 227,33
203x133x30 517,2 172,4 6,4 133,9 9,6 100 345 345 26,94 1,201 0,405 0,324 0,692 3 639,71 556,93 432,77 263,19
254x102x22 675,6 225,2 5,7 101,6 6,8 100 345 345 39,51 1,166 0,368 0,393 0,653 3 335,35 406,30 330,37 223,39
254x102x25 675,6 225,2 6 101,9 8,4 100 345 345 37,53 1,207 0,414 0,351 0,657 3 413,71 451,32 380,88 241,78
254x102x28 675,6 225,2 6,3 102,2 10 100 345 345 35,75 1,243 0,455 0,312 0,661 3 501,39 500,43 434,70 260,82
254x146x31 657 219 6 146,1 8,6 100 345 345 36,5 1,219 0,392 0,369 0,663 3 540,67 454,95 385,02 242,60
254x146x37 657 219 6,3 146,4 10,9 100 345 345 34,76 1,296 0,456 0,314 0,664 3 698,77 505,87 454,26 264,73
254x146x43 657 219 7,2 147,3 12,7 100 345 345 30,42 1,227 0,465 0,277 0,691 3 941,71 665,52 563,87 311,49
305x102x25 827,7 275,9 5,8 101,6 7 100 345 345 47,57 1,159 0,380 0,403 0,635 3 326,96 398,04 340,17 228,11
305x102x28 827,7 275,9 6 101,8 8,8 100 345 345 45,98 1,231 0,438 0,356 0,634 3 401,43 430,00 389,16 243,43
305x102x33 827,7 275,9 6,6 102,4 10,8 100 345 345 41,8 1,232 0,476 0,308 0,650 3 531,76 525,92 473,62 276,88
305x165x40 795,6 265,2 6 165 10,2 100 345 345 44,2 1,318 0,449 0,351 0,638 3 627,28 438,02 418,14 249,23
305x165x46 795,6 265,2 6,7 165,7 11,8 100 345 345 39,58 1,269 0,466 0,314 0,659 3 823,17 549,99 503,91 285,70
305x165x54 795,6 265,2 7,9 166,9 13,7 100 345 345 33,57 1,165 0,460 0,279 0,695 3 1144,37 769,15 645,94 347,23

PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA


356x127x33 934,8 311,6 6 125,4 8,5 100 345 345 51,93 1,213 0,419 0,386 0,625 3 425,89 417,84 382,95 242,19
356x127x39 934,8 311,6 6,6 126 10,7 100 345 345 47,21 1,226 0,466 0,330 0,641 3 580,90 512,70 471,34 276,43
356x171x45 934,8 311,6 7 171,1 9,7 100 345 345 44,51 1,103 0,394 0,373 0,661 3 700,69 570,73 475,76 288,35
356x171x51 934,8 311,6 7,4 171,5 11,5 100 345 345 42,11 1,134 0,433 0,332 0,669 3 866,08 644,79 548,90 314,02
356x171x57 934,8 311,6 8,1 172,2 13 100 345 345 38,47 1,104 0,443 0,303 0,687 3 1068,61 777,51 642,74 352,11
356x171x67 934,8 311,6 9,1 173,2 15,7 100 345 345 34,24 1,093 0,460 0,264 0,709 3 1421,51 993,23 806,85 412,53
406x140x39 1081,2360,4 6,4 141,8 8,6 100 345 345 56,31 1,143 0,406 0,401 0,624 3 475,45 460,63 410,69 258,78
406x140x46 1081,2360,4 6,8 142,2 11,2 100 345 345 53 1,217 0,474 0,337 0,631 3 637,77 531,37 497,35 287,15
406x178x54 1081,2360,4 7,7 177,7 10,9 100 345 345 46,81 1,061 0,411 0,357 0,663 3 820,40 673,72 555,21 323,56
406x178x60 1081,2360,4 7,9 177,9 12,8 100 345 345 45,62 1,123 0,456 0,318 0,665 3 968,69 719,52 621,41 342,32
406x178x67 1081,2360,4 8,8 178,8 14,3 100 345 345 40,96 1,071 0,453 0,294 0,688 3 1197,13 896,76 737,75 390,43
406x178x74 1081,2360,4 9,5 179,5 16 100 345 345 37,94 1,059 0,458 0,273 0,703 3 1418,74 1052,66 852,15 432,63
457x152x52 1222,8407,6 7,6 152,4 10,9 100 345 345 53,63 1,075 0,436 0,357 0,643 3 699,59 642,33 548,00 319,36
457x152x60 1222,8407,6 8,1 152,9 13,3 100 345 345 50,32 1,118 0,480 0,309 0,655 3 892,21 742,74 651,12 353,78
457x152x67 1222,8407,6 9 153,8 15 100 345 345 45,29 1,076 0,479 0,284 0,678 3 1107,84 922,10 776,25 403,65
457x152x74 1222,8407,6 9,6 154,4 17 100 345 345 42,46 1,086 0,489 0,261 0,692 3 1308,39 1060,06 894,24 443,81
457x152x82 1222,8407,6 10,5 155,3 18,9 100 345 345 38,82 1,060 0,476 0,250 0,710 3 1543,02 1275,66 1046,90 499,18
457x191x67 1222,8407,6 8,5 189,9 12,7 100 345 345 47,95 1,039 0,435 0,334 0,667 3 993,14 810,09 665,68 367,74
457x191x74 1222,8407,6 9 190,4 14,5 100 345 345 45,29 1,056 0,457 0,304 0,678 3 1174,12 918,21 760,73 400,55
457x191x82 1222,8407,6 9,9 191,3 16 100 345 345 41,17 1,016 0,450 0,286 0,698 3 1392,48 1115,57 888,03 450,85
457x191x89 1222,8407,6 10,5 191,9 17,7 100 345 345 38,82 1,018 0,453 0,270 0,709 3 1583,43 1264,67 1003,43 490,49
457x191x98 1222,8407,6 11,4 192,8 19,6 100 345 345 35,75 1,000 0,441 0,262 0,725 3 1817,86 1500,10 1164,17 547,47
533x210x101 1429,5476,5 10,8 210 17,4 100 345 345 44,12 0,979 0,449 0,290 0,695 3 1437,68 1299,19 1020,92 502,26
533x210x109 1429,5476,5 11,6 210,8 18,8 100 345 345 41,08 0,957 0,437 0,282 0,708 3 1603,51 1504,31 1152,58 550,68
533x210x82 1429,5476,5 9,6 208,8 13,2 100 345 345 49,64 0,940 0,416 0,344 0,671 3 1054,24 1001,19 768,38 418,64
533x210x92 1429,5476,5 10,1 209,3 15,6 100 345 345 47,18 0,981 0,447 0,308 0,681 3 1254,56 1126,87 892,03 457,17
Anexo D – Resultados dos perfis comerciais 237

Perfil UB a h tw bf tf c
σwy σfly h/w B Ativ Ativ Ativ Clas
1 2 3
Rede Roberts CSA
Lyse &
Godfrey
610x229x101 1642,8547,6 10,5 227,6 14,8 100 345 345 52,15 0,916 0,431 0,335 0,668 3 1117,79 1179,89 898,38 469,48
610x229x113 1642,8547,6 11,1 228,2 17,3 100 345 345 49,33 0,950 0,450 0,307 0,680 3 1310,03 1340,33 1045,45 515,45
610x229x125 1642,8547,6 11,9 229 19,6 100 345 345 46,02 0,958 0,447 0,292 0,695 3 1504,85 1557,36 1215,23 571,49
610x305x149 1620 540 11,8 304,8 19,7 100 345 345 45,76 0,969 0,449 0,301 0,684 3 1518,08 1536,87 1209,09 567,50
686x254x125 1845,3615,1 11,7 253 16,2 100 345 345 52,57 0,866 0,426 0,335 0,669 3 1196,69 1442,93 1057,56 534,43
686x254x140 1845,3615,1 12,4 253,7 19 100 345 345 49,61 0,901 0,437 0,311 0,682 3 1408,78 1649,33 1240,62 590,36
762x267x147 2058 686 12,8 265,2 17,5 100 345 345 53,59 0,829 0,423 0,335 0,666 3 1279,50 1704,38 1214,40 596,16
838x292x176 2285,1761,7 14 291,7 18,8 100 345 345 54,41 0,793 0,417 0,341 0,660 3 1414,48 2013,10 1391,04 664,61

Perfis UBP
Perfil UBP a h tw bf tf c
σwy σfly h/w B Ativ
1
Ativ
2
Ativ Clas
3
Rede Roberts CSA Lyse &
Godfrey
203x203x45 482,4 160,8 9,5 205,9 9,5 100 345 345 16,93 0,805 0,241 0,354 0,783 3 1264,90 1320,67 639,11 390,02
203x203x54 482,4 160,8 11,3 207,7 11,4 100 345 345 14,23 0,739 0,240 0,320 0,803 3 1674,28 1890,90 834,28 478,74
254x254x63 600,9 200,3 10,6 256,6 10,7 100 345 345 18,9 0,763 0,243 0,356 0,773 3 1573,13 1515,84 757,00 443,96
254x254x71 600,9 200,3 12 258 12 100 345 345 16,69 0,715 0,239 0,335 0,786 3 1888,09 1960,72 910,80 513,36
254x254x85 600,9 200,3 14,4 260,4 14,3 100 345 345 13,91 0,655 0,235 0,310 0,791 3 2414,35 2866,31 1207,22 638,88
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA

305x305x110 740,1 246,7 15,3 310,7 15,4 100 345 345 16,12 0,643 0,249 0,317 0,764 3 2441,76 3010,55 1340,74 690,43
305x305x126 740,1 246,7 17,5 312,9 17,6 100 345 345 14,1 0,609 0,246 0,308 0,749 3 2807,94 3984,62 1666,35 816,27
305x305x79 740,1 246,7 11 306,4 11,1 100 345 345 22,43 0,749 0,257 0,369 0,747 3 1561,22 1520,53 800,75 463,75
305x305x88 740,1 246,7 12,4 307,8 12,3 100 345 345 19,9 0,700 0,249 0,349 0,761 3 1832,74 1947,56 953,99 533,04
305x305x95 740,1 246,7 13,3 308,7 13,3 100 345 345 18,55 0,681 0,250 0,336 0,765 3 2033,43 2251,02 1069,12 580,90
356x368x109 870,6 290,2 12,8 371 12,9 100 345 345 22,67 0,696 0,277 0,355 0,726 3 1716,65 1974,37 1011,26 555,53
356x368x133 870,6 290,2 15,6 373,8 15,7 100 345 345 18,6 0,638 0,268 0,326 0,734 3 2188,71 2972,14 1383,17 707,19
356x368x152 870,6 290,2 17,8 376 17,9 100 345 345 16,3 0,605 0,262 0,317 0,722 3 2509,90 3909,96 1713,34 833,95

Perfis UC
Perfil UC a h tw bf tf c
σwy σ fl
y
h/w B Ativ
1
Ativ
2
Ativ Clas
3
Rede Roberts CSA Lyse &
Godfrey
152x152x23 370,8 123,6 5,8 152,2 6,8 100 345 345 21,31 1,146 0,308 0,392 0,706 3 521,66 525,16 336,17 227,31
152x152x30 370,8 123,6 6,5 152,9 9,4 100 345 345 19,02 1,171 0,371 0,326 0,717 3 759,21 648,61 435,05 266,41
152x152x37 370,8 123,6 8 154,4 11,5 100 345 345 15,45 1,049 0,370 0,283 0,755 3 1109,28 997,33 593,40 339,48
203x203x46 482,4 160,8 7,2 203,6 11 100 345 345 22,33 1,139 0,378 0,324 0,716 3 1129,29 725,39 521,64 303,05
203x203x52 482,4 160,8 7,9 204,3 12,5 100 345 345 20,35 1,109 0,391 0,295 0,732 3 1395,29 877,86 613,24 340,69
203x203x60 482,4 160,8 9,4 205,8 14,2 100 345 345 17,11 0,999 0,372 0,271 0,764 3 1832,44 1259,28 784,81 416,40
203x203x71 482,4 160,8 10 206,4 17,3 100 345 345 16,08 1,054 0,408 0,236 0,769 3 2303,23 1431,16 941,85 464,37
254x254x73 600,9 200,3 8,6 254,6 14,2 100 345 345 23,29 1,092 0,406 0,292 0,723 3 1725,67 978,80 718,01 380,96
254x254x89 600,9 200,3 10,3 256,3 17,3 100 345 345 19,45 1,023 0,398 0,259 0,755 3 2380,65 1422,06 970,11 478,30
305x305x118 740,1 246,7 12 307,4 18,7 100 345 345 20,56 0,922 0,371 0,273 0,752 3 2532,41 1836,63 1188,18 568,84
305x305x97 740,1 246,7 9,9 305,3 15,4 100 345 345 24,92 0,994 0,393 0,297 0,722 3 1908,16 1234,26 867,54 446,75
356x368x129 870,6 290,2 10,4 368,6 17,5 100 345 345 27,9 1,021 0,434 0,287 0,695 3 1885,21 1322,40 986,70 484,38
238 Anexo D – Resultados dos perfis comerciais

Perfis W
Perfil W a h tw bf tf c
σwy σfly H/w B Ativ
1
Ativ
2
Ativ Clas
3
Rede Roberts CSA Lyse &

Godfrey
150x100x13,5 381 127 4,3 100 5,5 100 345 345 29,54 1,433 0,373 0,407 0,636 3 237,33 278,36 225,47 164,67
150x100x18,0 379,2 126,4 5,8 102 7,1 100 345 345 21,79 1,165 0,356 0,353 0,698 3 407,28 517,21 342,17 228,51
150x100x24,0 382,2 127,4 6,6 102 10,3 100 345 345 19,3 1,204 0,431 0,278 0,709 3 604,54 657,81 462,23 274,61
150x13,0* 354 118 4,3 100 4,9 100 345 345 27,44 1,382 0,345 0,420 0,646 3 230,27 291,85 221,04 162,89
150x150x22,5 380,4 126,8 5,8 152 6,6 100 345 345 21,86 1,133 0,301 0,398 0,707 3 507,96 521,43 332,17 226,51
150x150x29,8 379,2 126,4 6,6 153 9,3 100 345 345 19,15 1,147 0,364 0,329 0,720 3 762,36 664,90 439,46 270,05
150x150x37,1 380,4 126,8 8,1 154 11,6 100 345 345 15,65 1,040 0,369 0,281 0,757 3 1123,43 1013,11 603,61 344,28
150x18,0 357 119 5,8 102 7,1 100 345 345 20,52 1,165 0,355 0,351 0,701 3 411,99 530,86 342,17 228,51
200x100x15,0 520,8 173,6 4,3 100 5,2 100 345 345 40,37 1,407 0,365 0,434 0,617 3 210,17 248,82 225,47 163,78
200x100x19,3 522 174 5,8 102 6,5 100 345 345 30 1,127 0,342 0,384 0,681 3 358,48 459,76 330,17 226,11
200x100x22,5 522 174 6,2 102 8 100 345 345 28,07 1,144 0,380 0,344 0,688 3 443,80 522,56 385,02 248,12
200x135x21 522,6 174,2 5 133 6,4 100 345 345 34,84 1,299 0,355 0,413 0,650 3 344,02 336,76 282,90 194,58
200x135x26,6 522,6 174,2 5,8 133 8,4 100 345 345 30,03 1,248 0,393 0,355 0,673 3 507,15 454,03 368,18 233,72
200x135x31,3 520,8 173,6 6,4 134 10,2 100 345 345 27,13 1,235 0,426 0,311 0,688 3 671,47 555,46 446,02 265,84
200x15,0* 510 170 4,3 100 5,2 100 345 345 39,54 1,407 0,365 0,432 0,619 3 211,60 250,63 225,47 163,78
200x165x35,9 481,8 160,6 6,2 165 10,2 100 345 345 25,9 1,275 0,416 0,325 0,686 3 770,74 532,96 432,08 257,54

PUC-Rio - Certificação Digital Nº 9916419-CA


200x165x41,7 484,2 161,4 7,2 166 11,8 100 345 345 22,42 1,181 0,418 0,291 0,715 3 1042,63 723,77 541,51 307,02
200x19,3 510 170 5,8 102 6,5 100 345 345 29,31 1,127 0,341 0,382 0,683 3 360,61 463,73 330,17 226,11
200x200x46,1 483 161 7,2 203 11 100 345 345 22,36 1,139 0,379 0,324 0,716 3 1126,90 725,10 521,64 303,05
200x200x52 482,4 160,8 7,9 204 12,6 100 345 345 20,35 1,114 0,394 0,293 0,732 3 1404,22 877,77 615,96 341,23
200x200x59 484,8 161,6 9,1 205 14,2 100 345 345 17,76 1,032 0,384 0,270 0,757 3 1780,13 1174,69 759,76 403,11
200x200x71 483,6 161,2 10,2 206 17,4 100 345 345 15,8 1,037 0,402 0,237 0,772 3 2344,86 1490,11 964,21 474,36
200x22,5 510 170 6,2 102 8 100 345 345 27,42 1,144 0,379 0,343 0,690 3 446,15 526,75 385,02 248,12
200x26,6 510 170 5,8 133 8,4 100 345 345 29,31 1,248 0,392 0,354 0,675 3 510,33 457,58 368,18 233,72
200x31,3 510 170 6,4 134 10,2 100 345 345 26,56 1,235 0,425 0,310 0,689 3 674,70 559,03 446,02 265,84
250x100x17,9 673,2 224,4 4,8 101 5,3 100 345 345 46,75 1,269 0,350 0,444 0,621 3 230,54 287,28 253,37 183,15
250x100x22,3 672,6 224,2 5,8 102 6,9 100 345 345 38,66 1,152 0,367 0,390 0,657 3 347,11 421,52 338,17 227,71
250x100x25,3 672,6 224,2 6,1 102 8,4 100 345 345 36,75 1,187 0,409 0,350 0,661 3 422,90 467,23 387,23 245,81
250x100x28,4 672 224 6,4 102 10 100 345 345 35 1,224 0,450 0,311 0,665 3 511,05 517,17 441,60 264,96
250x145x24 672,6 224,2 5 145 6,4 100 345 345 44,84 1,299 0,357 0,436 0,629 3 335,98 311,53 282,90 194,58
250x145x32,7 671,4 223,8 6,1 146 9,1 100 345 345 36,69 1,229 0,406 0,357 0,663 3 573,42 468,28 401,96 248,75
250x145x38,5 670,8 223,6 6,6 147 11,2 100 345 345 33,88 1,254 0,452 0,308 0,673 3 756,16 552,99 482,72 278,70
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