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MEMÓRIA DESCRITIVA E Projecto: vivenda unifamiliar.

/
Bairro Vila Verde II
JUSTIFICATIVA Proprietário:
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Memória descritiva e justificativa

Introdução

Esta memória Descritiva e Justificativa refere-se ao projecto para construção de uma


residência uni familiar de um piso, cita no bairro Vila Verde municipio de Belas, pertença ao Sr.
__________________________________________________.
Os critérios gerais adoptados na concepção do projecto, consubstancia-se na organização
do espaço funcional com aberturas rasgadas para o exterior, garantindo o conforto por parte dos
usuários, visando uma clara hierarquização das suas funções, em harmonia com o meio
envolvente assim distribuídos.

Elementos de base

Foram considerados como elementos de base à elaboração deste projecto, as directrizes


contidas num estudo prévio.
De um modo geral adaptaram-se soluções que permitem uma execução simples e
compatível com a disponibilidade de material existente no mercado nacional e internacional.

Na elaboração do projecto teve-se em consideração as seguintes condicionantes:


O local de implantação
O envolvimento paisagístico
O clima.

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Francisco António de Magalhães Henrique /+244 934 612 563// +244 915 206 505
email: francmaghen@gmail.com //kitoganda@hotmail.com
Munic. de Belas-Bairro Calemba II- Rua da Escola- Q 3//Casa nº 33. Luanda
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Finalidade do projecto

De um modo geral, deve-se entender como finalidade, o melhor funcionamento de todas


directrizes contidas no projecto, bem como a satisfatória organização interna e externa.
Na elaboração do projecto, tomou-se como referência básica as condições climáticas,
adaptando-se com efeito, rasgamentos amplos, permitindo deste modo condições aceitáveis de
ventilação natural.
Foram também tomadas em consideração a protecção contra a insolação,e medidas para
captação e aproveitamento das águas pluvias.

Conseito arquitectonico

O edifício carateriza- pelo estilo arquitectonico clássico, desenvolveu-se com a combinação


de figuras geometricas de quadrados, e rectângulos, formando assim uma planta estetica e
funcional. Na fachada principal destacar-se- á vãos longos de modo a criar maior conforto, leveza ,
harmonia e iluminação natural no edificio. Ainda o enquadramento de cornija em redor da cobertura
e faixa abaixo da cornija que á de combinar com o embasamento em tons de cores semelhantes e
pilares do hall de entrada decorado com diversos volumes
As formas de acabamentos finais que se pretende, utilizar-se-a materiais adequados.

A planta

Em obediência a uma das condicionantes básicas do programa, a planta foi projectada em


piso térreo. O esquema organizativo em que assenta a planta, está estruturada por forma que hajá
uma clara inter-relação entre as funções das distintas dependências.
A planta de linha simples, bastante geometrizada, porem adaptada aos conceitos modernos
foi projectada de acordo com as dimensões do terreno e distribuídos da seguinte forma:
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Descrição

QUADRO DE ÁREAS
VARANDA W.C
------------------------------ ---------------------------------------
5.60m² ------ 6.00m²
SALA DE ESTAR SUITE 1
--------------------- 18.17m² ---------------------------------------
17.37m²
SALA DE JANTAR CLOSET
------------------ 18.00m² ---------------------------------------
-- 6.04m²
CORREDOR W.C 1
--------------------------- ---------------------------------------
9.24m² ---- 4.81m²
LAVABO SUITE 2
------------------------------ ---------------------------------------
1.41m² 16.87m²
COZINHA W.C 2
---------------------------- ---------------------------------------
15.00m² ---- 5.05m²
DESPENSA QUARTO A
-------------------------- ------------------------------------
5.91m² 10.16m²
ESCRITÓRIO QUARTO B
------------------------ ------------------------------------
18.08m² 13.17m²

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Caracteristicas Tecnicas

Os materiais a aplicar serão descritos a posterior pelo dono da obra ao


empreiteiro, que com a sua idoneidade, responsabilidade e experiência, levará a cabo a
sua aplicação, segundo as normas e procedimentos de Arquitectura e Engenharia em
vigor na Republica de Angola.

Pavimentos interior

Argamassa de regularização com betão no traço 1:4:8 (cimento, brita e areia)


com espessura de 5 cm. Deverá ser executado sobre o solo regularizado e
compactado.
Argamassa de regularização de base, será com cimento e areia no traço 1:3
para revestimentos com pisos em ceramica e aplicado um impermeabilizante.
Os rodapés serão aplicados com o mesmo material do piso ou o semelhanta
que torne a decoração mais agradavél.

Pavimento Exterior

Em pisos cerâmicos de boa qualidade de tons acinzentados, a combinar com os adornos


arquitectónicos do ambiente. Os degraus de acesso a parte frontal e exterior serão revestidos com
granito.

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Paredes interior

Em alvenaria de blocos de cimento, com um revestimento mínimo de 1.5cm, assentes com


argamassa de cimento e areia ao traço 1:3 (relação água/cimento).
Reboco de argamassa de cimento e areia ao traço 1:4 (relação água/cimento), de 1.5 cm de
espessura para cada lado da parede, com acabamento a areado fino, formando desta feita uma
parede de 15cm de espessura, como mostra as plantas arquitectónicas.
Nas áreas de paredes húmidas, o Lambril em azulejo branco (ou a definir posteriormente
pelo dono da obra), de dimensões 25x55cm, com fechamento até 2.1m com reboco em areado fino
ao traço 1:4.
Pintura plástica de cor branca ou similar, sobre o areado fino.
Aplicação de plastilhas de tom azul oceano nas paredes das duchas.

Paredes Exterior

Em alvenaria de blocos de cimento de dimensões 40x15x19, ou tijolos vazado com


dimenções aproximadas, assentes com argamassa de cimento e areia ao traço 1:3, com
revestimento de 1.5cm de cada lado, formando desta feita uma parede de 18cm de espessura.
Reboco em areado ao traço 1:4, pintura plástica de cor definida pelo proprietário.
Vidros claros nas faixadas e martelados ou fosco nos vãos interiores.

Tetos

Teto falso em placas de gesso do tipo “Pladur”, assentes em estrutura metálica ou similar
conforme as especificações do fabricante, com acabamento de cor branco.

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Coberturas

Cobertura em telha do tipo portuguesa assente em asna metálica e estas apoiadas na


estrutura da edificação, conforme mostra a arquitectura da cobertura.

Vãos

Vãos em perfis de alumínio lacrado de cor escura definidas pelo proprietário (dono da obra).

Portas

As portas exteriores e interiores serão em aluminio opaco e as interiores com inclusão de


envidraçados na parte superior, com excesão as do w.c que serão em P.V.C com textura de
madeira.

Janelas

Todas as janelas (interiores e exteriores) serão de Alumínio lacrado e com vidro fosco de
6mm de espessura.

Serralharia

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Toda a serralharia será executada de forma a garantir a necessária rigidez do conjunto, o
seu desempenho final e perfeito funcionamento das partes móveis envolventes.
As superfícies deverão ser limpas à jacto abrasivo, conforme necessidade, devendo antes
de serem esmaltadas, sofrer tratamento anticorrosivo.
Deve ser dada a maior atenção as ligações dos elementos de serralharia com as alvenarias
ou betões, de forma a garantir uma perfeita aderência. Serão executados grampos ou prolongar-
se-ão os perfis no comprimento óptimo para fixação. Em todos os casos, as peças embebidas em
alvenarias, terminarão em “rabo de andorinha”.
Todas as serralheiras e caixilharias serão em Alumínio com acabamento a metalização,
primário e esmalte.
Nas frenchas sempre que possível aplicar uma camada de poliuretano

Pintura / envernizamento

Todas as pinturas em paredes, serralharias e carpintarias serão dos produtos de alta


qualidade. Os elementos em madeiras devem ser lixadas no sentido do veio, com lixa de papel de
grão médio e aplicadas uma demão de protector – impregnante e preservante, de madeiras incolor;
elaborado à base de resinas, contendo substâncias activas de acção fungicida e insecticida. Para
acabamento dar-se-ão três demãos de esmalte ou verniz.
No envernizamento das superfícies exteriores, após lixar a madeira, aplicar duas demãos
de impregnante, deve-se aplicar três ou quatro demãos de verniz em intervalos de 24 horas.
Os elementos metálicos após a decapagem recebem o tratamento em uma demão de
primário antioxidante, seguidamente dar-se-ão três demãos de esmalte.

Instalações sanitária

Nas instalações sanitárias será aplicado louça de porcelana ROCA, série DAMA SENSO, (cor a
definir pelo proprietário) incluindo todos os acessórios da mesma serie.

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Redes técnicas

Água potável

Será considerada a rede de água potável Fria, servindo-se todos os dispositivos das
instalações sanitárias e pontos de água.
A ligação será a partir da rede da EPAL, por meio de uma conduta de P.V.C de diâmetro a
definir. Os ramais de derivações serão constituídos de diâmetros indicados no projecto.
Toda a canalização interna embebida nas paredes utilizar-se-á tubo P.V.C.
Será montado um contador de capacidade adequada no ramal privativo instalado em local
de fácil acesso do exterior.

Tubagens

A tubagem a utilizar nas redes de abastecimento de água, será em PVC rígido para a
classe de pressão de 6Kg/cm2 6KM e em tubo de aço galvanizado da serie média, sem costura (ISO
R 65) obedecendo as normas DIN sob o ponto de vista dimensional, com acessórios da mesma
categoria.

Protecção da tubagem

A colocação de tubagem enterrada em vala será efectuada obedecendo a boa técnica,


tendo em conta a profundidade das valas e os leitos em que se assentarão as tubagens.

Válvulas

As válvulas de corrediça, de globo, de retenção e de macho serão, em geral, fabricadas em


bronze, quer o seu corpo, quer as suas peças móveis (trins). Porém, para diâmetros iguais ou
superiores a DN 50.
As ligações das válvulas serão roscadas (fêmea) segundo as normas DIN aplicáveis,
poderão em determinados casos serem flangeadas, ao colector público caso exista.

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Esgoto residual

A rede de esgoto será concebida de acordo com os regulamentos existentes para


elaboração do projecto de saneamento.
Será executada em tubagem de P.V.C., rígido, com caixas de inspecção e caixas
separadoras de gorduras.
As caixas de passagem e de reuniões serão em construção de alvenaria de tijolo ou betão
com dimensões em função da altura e caudal a transportarem.
Far-se-á a ligação da mesma a uma fossa séptica para tratamento dos dejectos, antes da
ligação a um poço absorvente, ou colector público caso exista.
Circuitos de ventilação (instalados na rede), deverão garantir o arejamento das
canalizações e o normal funcionamento dos sifões.

C
Caixa de visita

As caixas de passagem e de reuniões serão em construção de alvenaria de tijolo ou betão


com dimensões em função da altura e caudal a transportarem.

Equipamentos sanitarios

Todos os aparelhos sanitários serão sifonados individualmente.

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Instalações eléctricas

Normas e regulamentos

Todas as instalações eléctricas deverão ser executadas em conformidade com as Normas e


Regulamentos em vigor na Republica de Angola.
A instalação será ligada à terra, devendo as tomadas de corrente estarem adaptadas.
Toda a rede será embebida em paredes e tectos e pavimento, circulando os condutores em tubo
de plástico próprio (VD ou Isogril).

Concepção das entalações

Deverá fazer parte dos trabalhos, a execução das seguintes instalações:


- Quadros eléctricos
- Circuitos e tomadas de usos gerais
- Circuitos de iluminação dos ambientes
- Sistema de protecção de pessoas

Alimentação da energia

A alimentação de energia ao Quadro Geral será efectuada através da rede pública ou de um grupo
de emergência.
Os invólucros dos aparelhos deverão ser estanques.

Quadros eléctricos
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A aparelhagem de corte e protecção a instalar nos quadros deverá obedecer às seguintes


características:
- Os disjuntores a empregar deverão ser magnetos térmicos e possuir poder de corte compatível
com as correntes de curto-circuito.

INSTALAÇAO DE ILUMINAÇAO

Iluminação de ambiente

Os circuitos serão executados com condutores que garantam o fornecimento adequado


da corrente eletrica. Sendo previsível a necessidade de, em travessias ou situações similares, os
condutores serem embebidos nas paredes, forros e em pavimentos, utilizar-se-á tubos do tipo VD
ou ISOGRIS, de diâmetro adequado.

Comandos de iluminação

O comando dos diversos circuitos de iluminação serão efectuados localmente ou no quadro


eléctrico.
Os aparelhos de comando dos circuitos de iluminação serão do tipo basculante, com espelho
isolante, montados a uma altura uniforme de 1.20 metros.

As tomadas na sua generalidade deverão ser instaladas a 30 cm do pavimento, excepto nos


seguintes casos:
- Cozinha e W.Cs com 1.60 metros.
As tomadas a instalar serão do tipo Shuko e equipadas com borne e terra.

Estrutura

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Normas e regulamentos

Toda os elementos estruturais (Sapatas, Vigas de Fundação e Pilares.) deverão ser executadas
em conformidade com o REBAP ou com as Normas e Regulamentos em vigor na Republica de
Angola,

Omissos

O não especificado na presente Memória Descritiva e Justificativa, deverá ser respeitada a


legislação em vigor na República de Angola, as boas regras da técnica e da arte, as indicações da
Fiscalização, do Dono da Obra e as instruções do Distribuidor de Energia.

Luanda Setembro de 2012

O técnico
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Francisco A. de M. Henrique

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