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ULRICH FISCHER

ROLAND GOMERINGER
MAX HEINZLER 1

ROLAND KILGUS
FRIEDRICH NAHER
STEFAN OESTERLE,.
HEI NZ PAETZ@l.1)

Blucher
Ulrich Fischer Max Heinzler Friedrich Naher Heinz Paetzold
Ro land Gomeringer Roland Kilgus Stefan Oesterle Andreas Stephan

Manual de Tecnologia
Metal Mecânica
Tradução da 43ª edição alemã

Tradução: Helga Madjderey


Revisão técnica: lngeborg Sell

. , 2ª edição brasileira
3

Prefácio
Título original O Manual de Tecnologia Metal Mecânica é indicado para a 1 Matemática
qualificação profissional, em especial no ensino organizado
TABELLENBUCH METALL 9 ... 32
po r temas específicos, para o aprofundamento de estudos
A edição em língua alemã foi publicada pela e para a prática empresarial, nas profissões da Engenharia
Mecânica e das Técnicas de Fabricação.
Verlag Europa-Lehrmittel, Nourney, Vollmer GmbH
© 2005 by Verlag Europa-Lehrmittel, Nourney, Grupos Alvo
Vollmer GmbH Mecânicos nas indústrias e nos ofícios manuais
Mecânicos na fabricação
Mecânicos na usinagem 12 Físka
Desenhistas técnicos 33 ... 56
Instrutores técnicos
Manual de tecnologia metal mecânica Práticos nos ofícios manuais e na indústria
Estudantes de Engenharia Mecân ica
© 2008 Editora Edgard Blücher Ltda.
2ª edição brasileira - 20 l l Notas para o Usuário
4ª reimpressão - 2018 Este manual contém tabelas e fórmulas em sete capítulos, 3 Comunicação
além de sumário, índice remissivo e índice de normas.
Técnica
As tabelas contêm as orientações mais importantes sobre 57 ... 114
reg ras, design, tipos, dimensões e valores padrão dos
ass untos tratados.
As unidades não são especificadas nas legendas das fór-
mu las quando várias forem possíveis. Entretanto, nos
oxe mp los de cálculo são utilizadas as unidades normal -
/ me nte usadas na prática. As "Fórmulas para profissões nas 4 Ciência dos Materiais
reas dos metais", frequentemente usadas em conjunto
i:c m este manual, informam as unidades, sobretudo para 115 ... 200
11 11xilia r profissionais principiantes nos cálculos.
No ite : www.blucher.com.br, a versão digital do Manual de
I< eno logia Metal Mecânica, o usuário pode converter as
Blucher FICHA CATALOGRÁFICA
l<'>1m ulas e unidades.
O, exemplos de designação, incluídos para todas as peças
pll( fro niza das, para os materiais e as siglas em desenhos, 5 Elementos de
Rua Pedroso Alvarenga, 1245, 4° andar Manual de tecnologia metal mecânica/ [traduzido 1u destacados por uma seta vermelha { ⇒ ). Máquina
04531-934 - São Paulo - SP - Brasil por Helga Madjederey]. - 2. ed. - São Paulo: 1\11 10s de cada capítulo há um índice parcial, uma expansão 201...272
Tel.: 55 11 3078-5366 Blucher, 2011. do lndice no início do manual.
( l lndice remissivo no final do livro {páginas 404 - 412) é
contato@blucher.com.br 11x1on ivo.
www.blucher.com.br 1l lndice de Normas {páginas 399 - 403) relac iona todas as
Títu lo original: Tabellenbuch metal/ I1t1 11nn e reg ulamentações atuais mencionadas no manual.
1 111 muitos casos, as normas anteriores também são rela - 6 Técnicas de
Vários autores. • 111 111 las pa ra fac ilitar a transição de normas mais antigas Fabricação
Segundo o Novo Acordo Ortog ráfico, conforme ISBN 978-85-212-0594-4 1 l111 11iliares para as atuais. 273 ... 344
5. ed . do Vocabulário Ortográfico da Língua
Portuguesa, Academ ia Bras ileira de Letras, Nol , obre a Edição 43
1> 1 plclo avan ço tecnológico e a internacionalização das
março de 2009.
1. Banco de dados 2. Educação profissional tJ111 1111 ox igiram uma profun da revisão . Nela também
3. Mecânica 4 . Metalurgia. l1111 1111 t. onsid rada muitas sugestões dos nossos leitores e
111111I lc ço, m f rm a Iara de ap rese ntar a informação. 7 Automação e
É proibida a reprodução total ou parcia l 1 dllrn n o n 0ut r t r praz r m receber observações Tecnologia da
por quaisquer meios, sem autorização 1 11w li < 1 cl n, Ih rio n o nd r ço lekto rat@e uropa- Informação
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escrita da Ed itora . 11 -0 3 132 OI 1111 1111 li< 1,(1( . 345 ... 398
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4 Sumário 5

Sumário 3 Comunicação técnica 57


3.1 Construções geométricas básicas 3.6 Elementos de máquinas
Linhas e ângulos ....................................... . 58 Tipos de eng renagem .. ............ ........... 84
1 Matemática 9 Tangentes, Arcos circulares, Po lígonos .. .
Círculos inscritos, El ipses, Espira is ..........
59
60
Mancais de rolamentos.............................
Vedações ... ... .... ............ ... ... .. ... ... ... .. ...........
85
86
Ciclo ides, Curvas evolventes, Parábolas. 61 Anéis de segurança, Molas .... .... ,............. . 87
1.1 Tabelas numéricas Comprimento efetivo, do arame
Raiz quadrada, Área de um círculo .......... 10 de mo la e bruto ............. .. ..... ...................... 25 3.2 Gráficos 3.7 Elementos de peças
Seno, Cosseno ...................... ..................... 11 Sistema de coordenadas cartes ianas ..... . 62 Saliê ncias em peças torneadas, cantos
Tangente, Cotangente ................. ............. . 12 1.6 Áreas de peças ............. .............. ........................... 88
Tipos de gráfico .......... ... ............................ 63
Áreas retangulares ............. ................... .... 26
Terminais de Rosca, recuos de rosca....... 89
1.2 Funções Trigonométricas Triângu lo, Polígono, Círcu lo .................... . 27 3.3 Elementos de desenho técnico Roscas e junções por parafusos... ... .. ...... . 90
Defin ições .................................................. . 13 Áreas circu lares .. ....................................... 28 Fontes .. .. ..................... ..................... ..... ... .. . 64 Furos centrais, serrilha .. .................. .... ...... 91
Seno, Cosseno, Tangente, Cotangente ... . 13 Números normalizados, Raios, Escalas .. . 65
1.7 Volume e Área de superfície 3.8 Solda e estanhagem
Leis de senos e cossenos ......................... . 14 Folhas de desenho ........ ...................... ....... 66
Cubo, Prisma, Cilindro, Cilindro Oco, Símbolos gráficos ... ......................... ...... .... 93
Ângulos, Teo rema de linhas de Tipos de linhas ................................ . 67
Pi râm id e .. ..................... .............. ........ ....... . 29 Exemplos de dimensionamento ..... 95
intersecção ...................................... ... .. .... .. 14
Pirâmide truncada, Cone, Cone truncado,
3.4 Representação em desenho 3.9 Superfícies
1.3 Fundamentos de Matemática Esfera ................ ......................................... . 30
Métodos de projeção ................................ . 69 Especificações de dureza em desenhos 97
Uso de pa rênteses, potências e raízes .... . 15 Sólidos compostos ..... ......... ................... .. . 31
Vistas ................................................... ...... . 71 Desvios de forma, rugosidade.......... ........ 98
Equações ................................................... . 16
1.8 Massa Vistas de seções .. ..... .. ...... .... ................. .... . 73 Teste de supe rfície, Indicações
Potências de dez, cá lculo de juros ............ 17
Porcentagem e cá lculo de proporções. Cálculos gerais .................... .......... 31 Hachuras/Sombreamento ....... ... .............. . 75 de superfície.. ........... .. .. ... ............. .. ......... 99
18
Massa por unidade de comprim ento ...... . 31
1.4 Símbolos, Unidades Massa por unidade de área ...................... 31
3.5 Inserção de dimensões 3.10 Tolerâncias ISO e Ajustes
Símbo los em fórmu las, símbolos Regras de dimensionamento ..... ........ .. ..... 76 Fundamentos....... .. ...... .... .......... ... .... ......... 102
matemáticos .............. ... ... ..... .................. ... . 19 1.9 Centroides - centro de gravidade Diâmetros, raios, esferas, chanfros, Furação de referência e eixo de
Unidades SI e de medição .. ..........•... .. ...••. 20 Centroides de linhas ........................... ... ... . 32 inclinações, estreitamentos, dime nsões referência ..... ................................ ............... 106
Unidades não SI. ...... .............. .......... ........ . 22 Centroides de áreas planas ..... .. .... ,....... .... 32 de arco ..................................... .......... ... ...... 78 Tolerâncias gera is. .... ........... ...................... 110
Especificações de tolerância ............ ........ . 80 Recomendações de ajustes. ............. ........ 111
1.5 Comprimentos Tipos de d imensões ....... ...... ..... ................. 81 Ajuste de mancai de rolamento. 112
Cá lcu los em triângulo retângulo .............. 23 Simplificação de desenhos ............ .. ......... 83 Tolerância em formas e posições.. 11 2
Subdivisão de comprimento s,
Comp rimento de arco, Comprimento
composto ........... ................ ....................... . 24 4 Ciência dos materiais 115
41 Materiais Retração de medidas, To lerânc ias
Ca racterísticas quantitativas de materiais dim ensionais .......................... .. ........... 163
só li dos .. ...................................................... 116
2 Física 33 Ca racte rísticas quantitativas de materiais 4.8 Metais leves
só li dos, líq uidos e gasosos..... .. ................ 117 Apresentação de ligas de AI....... ............ .. 164
2.1 Movimento 2.6 Resistência de materiais Sistem a periódico dos elementos Ligas de alumínio forjadas.. ............ .......... 167
Movimento uniforme e ace lerado ........... . 34 Casos de carga, Tipos de carga ................ 43 (tabe la)....... .......... .... ....... .. ... ........ .. ........ .. ... 118 Ligas de fundição de alumínio..... ......... ... 168
Veloc idades em máquinas ......... .. ............ . 35 Fatores de segura nça, Propriedades de Perfis de alu mínio. ....... ............ ... ..... .... ...... 169
Resistência mecânica............ .................... 44 4 "I Aços, sistema de designação Ligas de magnésio e titânio ...................... 172
2.2 Forças De fi ni ção e classificação de aços ............. 120
Tensão, Compressão, Pressão
Compos ição e decomposição de forças .. 36 Cód igo do materia l, Designação ......... ..... 121 4.9 Metais pesados
superficial .......... ............... ...... .................... 45
Peso, Força de molas .. ....... .............. ........ . 36 Apresentação .... ........................................ 173
Cisalhamento, empenamento .......... ........ 46 4 1 Aços, Tipos de aço
Prin cípio de alavanca, Forças de apoi o .. . 37 Sistema de designação .......... ...... ............ . 174
Flexão, Torção.... ........... ............ ................. 47 Aços est ruturais .......................... ............. .. 128
Momento de g iro (torques), Alavancas, Ligas de cobre fo rjadas............................. 175
Resistência relacionada ao fo rm ato... ...... 48 Aços-ca rbono e aços-liga cementado. ..... 132
Força ce ntrífu ga .................... .............. ... ... . 37
Aço para fe rra m entas............. ................... 135
Momentos de área, de resistência e de 4.10 Outros materiais metálicos •~
inércia...................... ................................... 49 Aç s inoxidáveis, aços para mo las. ....... 136
2.3 Trabalho, Potência, Eficiência Materia is compostos, Materiais
Trabalho mecânico ..........................•....... .. 38 Comparação de vários formatos de seção cerâmicos ...... ........................................ ... .. 177
44 Aços, Produtos acabados
Máquinas simp les ..................................... . 39 transversal ................. ............ .................... . 50 MoIal em chapa e tiras. .......... .... 139 Metais sinterizados.. .. ................................ 178
Potência e Eficiência ............................... .. . 40 l'u rfl s.... ..... ..... .. ... .. .. . .... .. .. .... ... .. 143
2.7 Termodinâmica 4. 11 Plásticos, Apresentação
2.4 Atrito Temperaturas, Expansão lin ear, Retração 51 4 11 rotn monto térmico Termoplásticos ......................................... .. 179
Força de atrito .................. ................... ...... . 41 Quantidade de ca lor........................ ...... .... 51 1 1 ornma ele equ ilíbrio Ferro-Carbono .... 153 Durop lásticos, Elastômeros...... ................. 182
Coeficientes de at rito ................................ . 41 Fluxo de calor, Ca lor de combu stão..... ... 52 l' rocnnooo .. ............... ........... ........ .............. 154 Processamento de plásticos ... .................. 184
Atrito em mancais de rolamentos ... ........ . 41 1 rro fundido
2.8 Eletricidade 4.12 Testes de materiais,
l)on l(lnr,ç ,o 11r"rr11 , rio mntorla l ........... 158
2 .5 Pressão em líquidos e gases Lei de Ohm, resistê ncia de cond uto r ... . 53 Apresentação
1lpo <lo r< rr o f11 11<1lc lo ............................... 1 o
Pressão, definição e t ipos 42 Ligação de resistoros (em série, em paro lolo).. 54 f 111 111 fu ncll do 11 Hrl 11 vol, /\~o l111Hlldo ...... 16 1 To to cio tração .......................................... . 188
Flutu ação/Impu lsão ..... . 42 Tipos cio co rronlO ...................................... . 55 l1J 10 1 duro,a ............ .............. .............. . 190
Mu dança s cio pr são om gasos .... 42 1 r-n li nll10 1 I,i ,o o po I 11 010 .... ,.... , ........... . G " ' 11010 1 1 {li 1,11111 O
M111 lt1 1i1 , l11 111l11~i\MN 1111 111 lhl lll 1111 11111 ~ 1 ,or1111 lo, prol ,o "ontr, corrosão ....... . 196
li t 111 11, 11 J
107
6 Sumário Sumário 7

5 Elementos de máquinas 201 7 Automação e tecnologia da informação 345


5.1 Roscas Arruelas planas .............. .......................... .. 234
7.1 Automação, conceitos básicos 7.5 Comandos SPS
Resumo ........................... ........ ................... . 202 Arruelas HV ............................... ... .............. 235
Conceitos, designação ................. ........... .. 346 Linguagens de programação. ................... 37 3
Rósea métrica ISO .................................... . 204 5.6 Pinos e pivôs
Regulador ana lógico ................................ . 348 Plano de contatos (KOP) ........................... 374
Rosca Whitworth para tubos ............... .... . 206 Rnum~ ......................... ... ............ .. ..... ...... . 236
Reguladores descontínuos e digita is ...... . 349 Linguagem de módulos func ionais (FBS) . 374
Rosca trapezoidal e dente de serra ......... . 207 Pinos de guia cilíndricos, elásticos .. ....... . 237
Combinação binária .. ................................ 350 Texto estruturado (ST). .............................. 37 4
Tolerâncias para roscas ... ..... ..... ... .... ... .. .. . . 208 Pinos enta lhados, pivôs ........................... . 238
Lista de instruções (AWL) ......................... 375
7.2 Circuitos eletrotécnicos Funções simples........................................ 376
5.2 Parafusos 5. 7 Junções eixo-cubo
Símbolos de circuitos .............................. .. 351
Resumo .......................................... ............ . 209 Chavetas de cunha .............................. ..... . 239
Identificações .. ........ .......... ............. .... ...... .. 353 7.6 M anipulação e robótica
Designação, resistência ........... .. .. ............. . 210 Chavetas paralelas e meia-lua ................. . 240
Esquemas de circuitos elétricos .............. . 354 Sistemas de coordenadas, eixos.... .......... 378
Parafusos sextavados .............. ...... .. ......... . 212 Eixos com ranhuras .............. .. ....... .. ......... . 241
Sensores ....... .. ........................................ •... 355 Estrutura de robôs.... ................................. 379
Outros parafusos .............................. ....... .. 215 Cones de ferramentas .............................. . 242
Medidas de proteção ............................... .. 356 Garras, segurança do trabalho ................. 380
Cálculo de li gações parafusadas ............ .. 221
Travas de segurança para parafusos ..... .. 222 5.8 Molas, ferramentaria
7.3 Fluxogramas e diagramas funcionais 7.7 Tecnologia NC
Abertura de chaves, sistemas de Mo las .... ............................. ...... ................. .. 244
Fluxogramas funcionais .......................... .. 358 Sistemas de coordenadas ......................... 381
acionamento de parafusos ....... ... . 223 Buchas de guia para brocas .................... .. 247
Diagramas funcionais ....... .......... .............. . 361 Estrutura do programa conforme DIN ..... 382
Peças padronizadas de estamparia ..... .... . 251
Funções preparatórias, funções adic ionais 383
5.3 Escareados 7 .4 Hidráulica e pneumática
5.9 Elementos de acionamento Compensações da ferramenta.................. 385
Escareados para parafusos cabeça Símbolos de circuito .. ............................... . 363
Correias ........... ........... .. ............ .... ............. . 253 Movimentos de trabalho........... .. .............. 386
chata .................................. ....................... .. 224 Estruturação dos circuitos ....................... . 365
Engrenagens ........... .................................. . 256 Ciclos PAL.. .................. .................. ............. 388
Escaread os para parafusos cilíndricos Comandos eletropneumáticos .............. .. . 366
e sextavad os .............................. .. ............. . 225 Trans missões .... ... ...................... .. ... ... .. .... . . 259
Fluidos hidráulicos .................................. .. 368 7.8 Tecnologia da informação
Diagrama de rotações ............................. .. 260
Cilindros pneu máticos ............................ .. 369 Sistemas decimais......................... ............ 393
5.4 Porcas
5.1 O Mancais Forças do pistão ....................................... .. 370 Conjunto de caracteres ASCII........ ........... 394
Resumo ............................. .......... ............... . 226
Mancais desli za ntes ................. ................ .. 261 Velocidade, potência .... ............................ .. 371 Fluxograma de programas .............. ....... .. 395
Designação, resistência ..................... ... ... .. 227
Buchas para mancais desl izantes ........... .. 262 Tubos de precisão ................................ ..... . 372 Comandos WORD e EXCEL ...................... 397
Porcas sextavadas ............. ...... .. ... ....... ..... . 228
Outras porcas ........... ..... ... ...... ...... ............. . 231 Mancais de rolamento .. .............. ...... ........ . 263
Anéis de segurança .. .. ..... .. ............ ...... .... .. 269
5.5 Arruelas Elementos de vedação ...... ....................... 270
Resumo ........ .. ... ........ ........................... ....... 233 Ól eos lu brificantes e graxas .................... . 271
Ín dice de normas 399 ... 403

6 Técnicas de fabricação 273 Índice remissivo 404 ... 412


6.1 Gerenciamento da qualidade 6.5 Separação por cisalhamento
Normas, termos ......... .. ............................. . 274 Força de cisalhamento .............................. 315
Planejamento, controle da qua lid ade ..... . 276 Punção e matriz de corte.... ..... ................. . 316
Ava li ação estatística ................................. . 277 Posição da espiga de fixação.................... 317
Contro le estatístico do processo ............. . 279
6.6 Conformação
Capacidade de processo .......................... . 281
Conformação por dobra ............................ 318
6 .2 Planejamento da produção Repuxo profundo............... .. ...................... 320
Apuração do tempo conforme REFA ...... . 282 Unir, juntar
6.7
Cálculo de custos ...... ............................... .. 284 Soldagem, processos .................... ............ 322
Valor da hora/máquina ............................. . 285 Preparação do cordão ................... .. .......... 323
Va lores de ajuste.. ......................... ...... ....... 326
6.3 Usinagem de corte
Corte térmico.. .................... ................. ...... 329
Tempo principal ........... ............................. . 287
Identificação das garrafas de gás............. 331
Refrigeração lu brificação .......... .............. .. 292
Brasagem ....... ..... .... ........ .......................... . 333
Materiais de corte ..................................... . 294 Colar. ... ........................... .. .... ........ ........... .... 336
Forças e potências .................................... . 298

) Valores de corte: furar, tornear ....... ......... .


Tornear cones ...................... ...................... .
301
304
6.8 Proteção do meio ambiente e segurança
do trabalho
Valores de corte: fresar ................. .. ........ .. 305 Sinalização de pro ibição...... ..................... 338
Dividir ........ ....... ... ........ ...... ........ ....... ..... .... . 307 Sinalização de aviso.................................. 339
Valores de corte: retificar, brunir ............. . 308 Sinalização de regulamento e re sgat e 340
Sinalização inform ativa.... 341
6.4 Erosão Símbolos de perigos....... ........................ 342
Val o res de corte 313 Identif icação de tubul ações...................... 343
Processos . 314 S m rufd .. .............................................. 44
8 Índice 9

Normas e outras regulamentações 1 Matemática


Normalização e Termos Padrão
1C·d2 1.1 Tabelas numéricas
No rma li1.ação é a uniformização planejada de objetos materiais e não materiais. tais como componentes. mé-
d Íd A=-4-
Raiz quadrada, Área de um círculo .......... ..... ...... .. ...... 10
todo s de cá lculo. fluxos de processos e serviços. tudo em beneficio do público em geral.
1 1,0000 0,7854 Seno, Cosseno ........................................................... ..... 11
Termos e Normas Exemplo Explicação 2 1,4142 3.1416 Tangente, Cotangente ............................................... 12
A norma é o resu ltado publicado do traba lho de normal ização. p. ex .• a seleção de 3 1,7321 7.0686
No rm a DIN 7157
certos enca ixes na DIN 7157.
A parte de uma norma está associada a outras partes com o mesmo número principal. DIN Cateto oposto
Parte DIN 30910-2 30910-2. a parte 2 da norma. por exemplo, descreve materiais sinterizados para filtros. enquan- Seno 1.2 Funções Trigonométricas
Hipotenusa
to as partes 3 e 4 descrevem materiais sinterizados para rolamentos e para peças perfiladas. Definições ...... ..... ......... ...... ....... ................... .... ... .. ........ .. 13
Cateto adjacente
DIN 55350 Um suplemento contém informações para uma norma. mas não especificações adicio- Cosseno Seno, Cosseno, Tangente. Cotangente ... ................... 13
Suplemento Hipotenusa
Suplemento nais. Por exemplo, o suplemento 1 da DIN 55350 contém um índice abrangente de pa- Leis de senos e cossenos .............................................. 14
Cateto oposto
lavras-chave para as definições dos termos da garantia da qualidade contida na DIN 55350. Tangente = Cateto adjacente
Ângulos, Teorema de li~has de intersecção ............... 14
Uma m inuta de norma contém os resultados preliminares de uma normalização; Cateto adjacente
E DIN EN esta versão da norma pretendida é disponibilizada ao púb lico para comentários. Cotangente
Lado oposto
Minuta 10025-1 Por exemplo. a DIN-EN 10025-1 para condições de entrega de produtos de aço
estrutural laminados a quente está disponível em forma de Minuta (E DIN EN 1.3 Fundamentos de Matemática
10025-1). desde dezembro de 2000. Uso de parênteses, potências e raízes ................... .... . 15
DIN V 17006- Uma norma preliminar contém os resultados da normalização que, devido a reservas, Equações ....... ......................... ........................................ 16
Norma 100 (1999-04) não serão exped idos como norma pelo DIN. A DIN V 17006-100, por exemplo,
preliminar
Potências de dez, cálculo de juros ................................ 17
trata de símbolos complementares para os sistemas de designação de aços. Porcentagem e cálculo de proporções ......................... 18

DIN 76-1 Data em que a publicação é disponibilizada para o público, no guia de


Data de emissão pub licações DIN; é a data em que a norma se torna válida . DIN-76-1, que define 1.4 Símbolos, Unidades
(2004-06) recuos para as roscas métricas ISO é válida desde junho de 2004, por exemplo . Símbolos em fórmula, símbolos matemáticos ..... .. .... 19
Tipos de Normas e Regulamentações (Seleção) 1 kW. h = 3,6 · 106 W · s Unidades SI e de medição .......... .... ......... .. .................. 20
.
Unidades não Sl. ...... .................................................... 22
lipo Sigla Explicação Propósito e conteúdos
lnternational Organization for Standardi· Simpl ifica a troca internacional de
Normas
zation, Genebra (Organização lnternacio- mercadorias e serviços, assim como 1.5 Comprimentos
Internacionais ISO
nal para Normalização, O e S estão inver- a cooperação na área cientifica, Cálculos em triângulo retângulo ....... .... .......................23
(ISO)
t idos na sigla). técnica e econômica .
Subdivisão de comprimentos, Comprimento
CEN - Comité Européen de Norma lisa-
Harmonização técnica e consequente de arco, Comprimento composto ............................... 24
Normas Europeias redução de barreiras comerciais para Comprimento efetivo, do arame da mola e bruto ...... 25
EN tion, Bruxelas (Comitê Europeu de Nor-
(normas EN) o avanço do mercado europeu e a
malização).
união da Europa.
Deutsches lnstitut für Normung e.V., Ber- A normalização nacional facil ita a 1.6 Áreas
DIN

I \
lim (Instituto Alemão para Normalização). racionalização, garantia da qualidade, Áreas retangulares ..... ......... ............................. ...... ..... .. 26
proteção ambiental e entendimento Triângulo, Polígono, Círculo .. .. .. ....... .. .................. ........ 27
Norma europeia para a qual a versão ale-
DIN EN comum em economia, tecnologia, Áreas circulares ........... .... ,... ............ ... ...... ............ .... ..... 28
mã atingiu o status de uma norma alemã.
ciência, gestão e relações públicas.
Norma alemã para a qual uma norma
DIN ISO
Normas Alemãs internacional foi adotada sem modificação .
(Normas DIN) 1.7 Volume e Área de superfície
Norma europeia para a qual uma norma Cubo, Prisma, Cilindro, Cilindro oco, Pirâmide .... ...... 29
internacional foi adotada sem modifica-
DIN EN ISO
ção e a versão alemã tem o status de uma
Pirâmide truncada, Cone, Cone truncado, Esfera ....... 30
norma alemã. Sólidos compostos ........................................ ............... 31 ,,

Instruções VDI
DIN VDE

VDI
Publicação impressa da VDE que tem o
status de norma alemã .
Verein Deustcher lngen ieure e.V,
Düsseldorf (Sociedade de Engenheiros
Alemães).
Estas instruções consideram a última
geração em áreas especificas e con-
têm, por exemplo, instruções de pro-
cedimentos concretos para cálcu lo
m
·om~w d .
, ,~
1.8 Massa
Cá lculos gerais ............ .. ...... ..... ........ .......... .. ....... ... ....... 31
Massa por unidade de comprimento ..... .. ................... 31
Massa por unidade de área .... ... ............................... .... 31
Publicações
impressas VDE
VDE
Verband Deustcher Elektrotechniker e.V.
Frankfurt (Organização dos Engenheiros
Eletrecistas Alemães)
ou projeto de processos de engenha-
ria mecânica ou elétrica. --
Deustche Gesellschaft für Qualitat e.V. Reco m endações na área de tec nolo- yl
Publicações DGQ DGQ 1.0 - Centros de gravidade
Frankfurt (Associação Alemã da Qualidade). gia da qua liclacle.
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1
10 Matemática: 1.1 Tabelas numéricas Matemática: 1.1 Tabelas numéricas 11

Raiz quadrada, área de um círculo Valores das funções trigonométricas seno e cosseno
d

1,0000 0,7854
d

51
fd d
1111 d
1..1 ra us
Seno de Oº a 45º
Minutos - Graus
Seno de 45º a 90º
Minutos

2 1,4142 3,1416 52
7,14 14
7,21 11
2042,82
2123,72
101 10,049 9 8011,85 151 12,2882 17907,9 J,, O' 15' 30' 45 ' 60 ' J, O' 15' 30' 45' 60'
102 10,0995 8171,28 152 12,3288 18145,8
3 1,7321 7,0686 53 7,280 1 2206, 18 103 Oº 0,0000 0,0044 0,0087 0,0131 0,0175 89º 45º 0,7071 0,7102 0,7133 0,7163 0,7193 44º
10,1489 8332,29 153 12,3693 18385,4
4 2,0000 12,5664 54 7,348 5 2290,22 1o 0,0175 0,0218 0,0262 0,0305 0,0349 88° 46º 0,7193 0,7224 0,7254 0,7284 0,7314 43°
104 10,1980 8494,87 154 12,4097 18626,5
5 2,236 1 19,6350 55 7,4162 2375,83 2º 0,0349 0,0393 0,0436 0,0480 0,0523 87º 47° 0,7314 0,7343 0,7373 0,7402 0,7431 42º
105 10,2470 8659,01 155 12,4499 18869,2
6 2,4495 3º 0,0523 0,0567 0,0610 0,0654 0,0698 86º 48º 0,7431 0,7 461 0,7490 0,7518 0,7547 41°
28,2743 56 7,4833 2463,01 106 10,2956 8824,73 156 12,4900 19113,4 4º 0,0698 0,0741 0,0785 0,0828 0,0872 85º 49º 0,7547 0,7576 0,7604 0,7632 0,7660 40º
7 2,6458 38,4845 57 7,5498 2551,76 107 10,3441 8992,02 157 12,5300 19359,3
8 2,8284 50,2655 58 7,6158 2642,08 108 10,3923 5º 0,0872 0,0915 0,0958 o, 1002 O, 1045 84º 50º 0,7660 0,7988 0,7716 0,7744 0,7771 39°
9160,88 158 12,5698 19606,7
9 3,0000 63,6173 59 7,6811 2733,97 109 10,4403 9331,32 159 12,6095
6º O, 1045 O, 1089 o,1132 o,1175 O, 1219 83º 51º 0,7771 0,7799 0,7826 0,7853 0,7880 38º
19855,7
10 3, 1623 78,5398 60 7,7460 2827,43 110 10,4881 9503,32 160 12,6491
7° o, 1219 o, 1262 o, 1305 o, 1349 0,1392 82º 52º 0,7880 0,7907 0,7934 0,7960 0,7986 37º
20106,2
11 3,3166 95,0332 61 7,8102 2922,47
8º o, 1392 o, 1435 O, 1478 0,1521 o, 1564 81º 53º 0,7986 0,8013 0,8039 0,8064 0,8090 36º
111 10,5357 9676,89
12 3,464 1 113,097 62 7,8740 3019,07
161 12,6886 20358,3 9º o, 1564 o, 1607 0,1650 0,1693 o, 1736 80º 54º 0,8090 0,8116 0,8141 0,8166 0,8192 35º
112 10,5830 9852,03 162 12,7279 20612,0
13 3,6056 132,732 63 7,9373 3117,25 113 10,6301 10028,7 163 12,7671 20867,2
10º 0,1736 o, 1779 0,1822 0,1865 0,1908 79º 55º 0,8192 0,8216 0,8241 0,8266 0,8290 34°
14 3,7417 153,938 64 8,0000 3216,99 114 10,6771 10207,0 164 12,8062 21124,1
11° 0,1908 O, 1951 o, 1994 0,2036 0,2079 78° 56º 0,8290 0,8315 0,8339 0,8363 0,8387 33°
15 3,8730 176,715 65 8,0623 3318,3 1 115 12º 0,2079 0,2122 0,2164 0,2207 0,2250 77º 57° 0,8387 0,8410 0,8434 0,8457 0,8480 32°
10,7238 10386,9 165 12,8452 21382,5
16 4,0000 201 ,062 13º 0,2250 0,2292 0,2334 0,2377 0,2419 76° 58º 0,8480 0,8504 0,8526 0,8549 0,8572 31º
66 8, 1240 3421, 19 116 10,7703 10568,3 166 12,8841 21642,4 14° 0,2419 0,2462 0,2504 0,2546 0,2588 75° 59º 0,8572 0,8594 0,8616 0,8638 0,8660 30°
17 4,1231 226,980 67 8,1854 3525,65 117 10,8167 10751,3 167 12,9228 21904,0
18 4,2426 254,469 68 8,2462 3631,68 15º 0,2588 0,2630 0,2672 0,2714 0,2756 74º 60º 0,8660 0,8682 0,8704 0,8725 0,8746 29º
118 10,8628 10935,9 168 12,9615 22167, 1
19 4,3589 283,529 69 8,3066 3739,28 119 16° 0,2756 0,2798 0,2840 0,2882 0,2924 73º 61º 0,8746 0,8767 0,8788 0,8809 0,8829 28º
10,9087 11122,0 169 13,0000 22431,8
20 4,4721 314,159 70 8,3666 3848,45 17° 0,2924 0,2965 0,3007 0,3049 0,3090 72º 62º 0,8829 0,8850 0,8870 0,8890 0,8910 27º
120 10,9545 11309,7 170 13,0384 22698,0
21 4,5826 346,361 18° 0,3090 0,3132 0,3173 0,3214 0,3256 71º 63º 0,8910 0,8930 0,8949 0,8969 0,8988 26°
71 8,4261 3959, 19 121 11,0000 11499,0 171 13,0767 22965,8 19º 0,3256 0,3297 0,3338 0,3379 0,3420 70º 64º 0,8988 0,9007 0,9026 0,9045 0,9063 25º
22 4,6904 380,133 72 8,4853 4071,50 122 11,0454 11689,9 172 13,1149 23235,2
23 4,7958 415,476 73 8,5440 4185,39 123 :>Oº 0,3420 0,3461 0,3502 0,3543 0,3584 69° 65º 0,9063 0,9081 0,9100 0,9118 0,9135 24°
11,0905 11882,3 173 13,1529 23506,2
24 4,8990 452,389 74 8,6023 4300,84 124 :> 1 º 0,3584 0,3624 0,3665 0,3706 0,3746 68° 66º 0,9135 0,9153 0,9171 0,9188 0,9205 23°
11, 1355 12076,3 174 13, 1909 23778,7
25 5,0000 490,874 75 8,6603 4417,86 125 22º 0,3746 0,3786 0,3827 0,3867 0,3907 67° 67º 0,9205 0,9222 0,9239 0,9255 0,9272 22°
11,1803 12271,8 175 13,2288
26 5,0990 530,929 76 8,7178 4536,46 126
24052,8 no 0,3907 0,3947 0,3987 0,4027 0,4067 66º 68º 0,9272 0,9288 0,9304 0,9320 0,9336 2 1°
11,2250 12469,0 176 13,2665 24328,5
27 5,1962 572,555 / 4º 0,4067 0,4107 0,4147 0,4187 0,4226 65° 69º 0,9336 0,9351 0,9367 0,9382 0,9397 20º
77 8,7750 4656,63 127 11,2694 12667,7 177 13,3041 24605,7
28 5,2915 615,752 78 8,8318 4778,36 128 'J' () 0,4226 0,4266 0,4305 0,4344 0,4384 64° 70º 0,9397 0,9412 0,9426 0,9441 0,9455 19°
11,3137 12868,0 178 13,3417 24884,6
29 5,3852 660,520 79 8,8882 4901,67 129 li)'' 0, 4384 0,4423 0,4462 0,4501 0,4540 63° 71º 0,9455 0,9469 0,9483 0,9497 0,9511 18°
11,3578 13069,8 179 13,3791 25164,9
30 5,4772 706,858 80 8,9443 5026,55 N" 0,4540 0,4579 0,4617 0,4656 0,4695 62º 72º 0,9511 0,9524 0,9537 0,9550 0,9563 17°
130 11,4018 13273,2 180 13,4164 25446,9
31 5,5678 754,768 IH" 0,4695 0,4733 0,4772 0,481 O 0,4848 61° 73º 0,9563 0,9576 0,9588 0,9600 0,9613 16°
81 9,0000 5153,00 131 11,4455 13478,2 181 13,4536 25730,4 }')" 0,4848 0,4886 0,4924 0,4962 0,5000 60° 74º 0,9613 0,9625 0,9636 0,9648 0,9659 15º
32 5,6569 804,248 82 9,0554 5281,02 132 11,4891 13684,8 182 13,4907 26015,5
33 5,7446 855,299 83 9,1104 5410,6 1 133 10" 0,5000 0,5038 0,5075 0,5113 0,5150 59º 75º 0,9659 0,9670 0,9681 0,9692 0,9703 14º
11,5326 13892,9 183 13,5277 26302,2
34 5,831 O 907,920 84 9,1652 5541,77 134 l i'' 0,5 150 0,5188 0,5225 0,5262 0,5299 58º 76º 0,9703 0,9713 0,9724 0,9734 0,9744 13°
11,5758 14102,6 184 13,564 7 26590,4
35 5,9161 962,113 85 9,2195 5674,50 135 /;>" 0,5299 0,5336 0,5373 0,5410 0,5446 57º 77º 0,9744 0,9753 0,9763 0,9772 0,9781 12º
11,6190 14313,9 185 13,6015 26880,3
36 6,0000 1017,88 86 IT' 0,5 446 0,5483 0,5519 0,5556 0,5592 56° 78º 0,9781 0,9790 0,9799 0,9808 0,9816 11º
9,2736 5808,80 136 11,6619 14526,7 186 13,6382 27171,6 14" 0,5592 0,5628 0,5664 0,5700 0,5736 55º 79º 0,9816 0,9825 0,9833 0,9840 0,9848 10º
37 6,0828 1075,21 87 9,327 4 5944,68 137 11,7047 14741, 1 187 13,6748 27464,6
38 6, 164 4 1134, 11 88 9,3808 6082, 12 138 11," 0,5736 0,5771 0,5807 0,5842 0,5878 54º 80º 0,9848 0,9856 0,9863 0,9870 0,9877 9º
11,7473 14957,1 188 13,7113 27759,1
39 6,245 O 1194,59 Ili" 0,5878 0,5913 0,5948 0,5983 0,6018 53º 81º 0,9877 0,9884 0,9890 0,9897 0,9903 8º
89 9,4340 6221,14 139 11,7898 15174,7 189 13,7477 28055,2
40 6,324 6 1256,64 90 9,4868 6361,73 140 1/" 0,6018 0,6053 0,6088 0,6122 0,6157 52° 82º 0,9903 0,9909 0,9914 0,9920 0,9925 7º
11,8322 15393,8 190 13,7840 28352,9
41 6,4031 1320,25 91 lll" 0,6 157 0,6191 0,6225 0,6259 0,6293 51° 83º 0,9925 0,9931 0,9936 0,9941 0,9945 6º
9,5394 6503,88 141 11,8743 15614,5 191 13,8203 28652,1 l'l" 0,6293 0,6327 0,6361 0,6394 0,6428 50º 84º 0,9945 0,9950 0,9954 0,9958 0,9962 5º
42 6,4807 1385,44 92 9,5917 6647,61 142 11,9164 15836,8 192 13,8564 28952,9
43 6,557 4 1452,20 93 9,6437 6792,91 143 40" 0,6428 0,646 1 0,6494 0,6528 0,6561 49º 85º 0,9962 0,9966 0,9969 0,9973 0,9976 4º
11,9583 16060,6 193 13,8924 29255,3
44 6,6332 1520,53 94 9,6954 6939,78 144 1 1" 0,6561 0,6593 0,6626 0,6659 0,6691 48º 86º 0,9976 0,9979 0,9981 0,9984 0,9986 3º
12,0000 16286,0 194 13,9284 29559,2
45 6,7082 1590,43 95 9,7468 7088,22 145 12,0416 16513,0 195 13,9642 29864,8
41" o, 69 1 0,672 4 0,6756 0,6788 0,6820 47° 87° 0,9986 0,9988 0,9990 0,9992 0,9994 2º
46 6,7823 1661,90 96 4 I" 0,6820 0,68r-2 0 ,6884 0, 69 15 0, 6947 46° 88º 0,9994 0,9995 0,9997 0,9998 0,99985 1º
9,7980 7238,23 146 12,0830 16741,5 196 14,0000 30171,9 44" 0,6 47 0,6 78 0,7009 0,7040 0,707 1 45° 89º 0,9998 5 0,99991 0,9999 6 0,9999 9 1,0000 Oº
47 6,8557 1734,94 97 9,8489 7389,81 147 12,1244 16971,7 197 14, 0357 30480,5
48
49
6,9282
7,0000
1809,56
1885,74
98
99
9,8995
9,9499
7542,96
7697,69
148
149
12, 1655 17 203, 4 198 14,07 12 30790,7 00' 41,' O' 1 ' O'
i 60 ' 45' 30'
Minutos
15' O'
i
Graus
12,2066 17 4 6,6 1 O 14,10 7 3 11 02,6 ◄ Mli111lll • (1!111111 ◄
60 7,071 1 1963, O 100 10,0000 78 3, 8 1O 1?,2 47 4 1 / 11 , ) ;,oo 14, 14' 1 31 41ll,0 Lc1 llltO ti 11 1, 1• u rnr Co no d 0° a 45°
vn lrnn cio J t11 cio/\ to , 111c111 11 l11111l1H IP
li V 1111 11 i/1 11111 H lihl11111111\I 1111 11 li 1111111 l 11111 1111 11111i/1111il111l11N p111 1111 1111 11 11 t 11 cloc:lmni,
--
Matemática: 1.2 Fu nções_:t~ri:_::g~o:..:.n:..:.o:..:.m.:..:..:.é:..tr...:.ic:..a:..s_________1_3
12 Matemática: 1.1 Tabelas numéricas

Valores das funções trigonométricas tangente e cotangente i Funções Trigonométricas de triângulos retângulos
Tangente de Oº a 45º Tangente de 45º a 90º Definições
Aplicações
!G raus =Minutos ~ Graus =Minutos Designações em um Definições dos coeficientes
para 1: a para 1: /3
J, O' 15' 30' 45' 60' J, O' 15' 30' 45 ' 60' triângulo retângulo dos lados
b
Oº 0,0000 0,0044 0,0087 0,0131 0,0175 89º 45º 1,0000 1,0088 1,0176 1,0265 1,0355 44° Seno
Cateto oposto sena= ~ sen /3 = e
c hi p ~ t e n u s a a cateto Hipotenusa e
1o 0,0175 0,0218 0,0262 0,0306 0,0349 88º 46° 1,0355 1,0446 1,0538 1,0630 1,0724 43°
2º 0,0349 0,0393 0,0437 0,0480 0,0524 87º 47° 1,0724 1,0818 1,0913 1, 1009 1, 1106 42° oposto
a · de a Cosseno
= Cateto adjacente b
cosa= -e cos /3 = ~
c
3º 0,0524 0,0568 0,0612 0,0655 0,0699 86° 48º 1, 1106 1, 1204 1, 1303 1, 1403 1, 1504 41º Hipotenusa
b cateto adjacente de a
4º 0,0699 0,0743 0,0787 0,0831 0,0875 85º 49º 1, 1504 1, 1606 1, 1708 1,1812 1, 1918 40º
Cateto oposto a b
c hipo~enusa
13 a cateto tan a = tan /3 = -a
5º 0,0875 0,0919 0,0963 o, 1007 0,1051 84º 50º 1, 1918 1,2024 1,2131 1,2239 1,2349 39°
adjacente Tangente = Cateto adjacente ti
6º 0,1051 O, 1095 o, 1139 o, 1184 0,1228 83º 51° 1,2349 1,2460 1,2572 1,2685 1,2799 38º · de 13 b a
7º o, 1228 o, 1272 O, 1317 0,1361 o, 1405 82º 52º 1,2799 1,2915 1,3032 1,3151 1,3270 37° _ Cateto adjacente cota = cot /3 = ti
8º o, 1405 0,1450 o, 1495 O, 1539 o, 1584 81° 53º 1,3270 1,3392 1,3514 1,3638 1,3764 36º
b cateto oposto de ~ Cotangente - Cateto oposto
ª
9º o, 1584 O, 1629 o, 1673 0,1718 o, 1763 80º 54° 1,3764 1,3891 1,4019 1,4150 1,4281 35°
Gráfico das funções t rigonométricas entre Oº e 360º ..,,
10º o, 1763 0,1808 0,1853 O, 1899 o, 1944 79° 55º 1,4281 1,4415 1,4550 1,4687 1,4826 34°
Re presentação em um círculo de raio = 1 Gráfico das funções trigonométricas
11 º o, 1944 o, 1989 0,2035 0,2080 0,2126 78° 56º 1,4826 1,4966 1,5108 1,5253 1,5399 33°
12º 0,2126 0,2171 0,2217 0,2263 0,2309 77º 57° 1,5399 1,5547 1,5697 1,5849 1,6003 32º
13º 0,2309
14° 0,2493
0,2355
0,2540
0,2401
0,2586
0,2447
0,2633
0,2493
0,2679
76º
75º
58º
59º
1,6003
1,6643
1,6160
1,6808
1,6319
1,6977
1,6479 1,6643 31º
1,7147 1,7321 30º \ / li V IV

15º 0,2679 0,2726 0,2773 0,2820 0,2867 74° 60º 1,7321 1,7496 1,7675 1,7856 1,8040 29º
16º 0,2867 0,2915 0,2962 0,3010 0,3057 73° 61º 1,8040 1,8228 1,8418 1,8611 1,8807 28º
17° 0,3057 0,3105 0,3153 0,3201 0,3249 72º 62º 1,8807 1,9007 1,9210 1,9416 1,9626 27°
18° 0,3249 0,3298 0,3346 0,3395 0,3443 71° 63º 1,9626 1,9840 2,0057 2,0278 2,0503 26°
19º 0,3443 0,3492 0,3541 0,3590 0,3640 70º 64° 2,0503 2,0732 2,0965 2, 1203 2, 1445 25º
20º 0,3640 0,3689 0,3739 0,3789 0,3839 69° 65° 2,1445 2, 1692 2, 1943 2,2199 2,2460 24º
21º 0,3839 0,3889 0,3939 0,3990 0,4040 68º 66° 2,2460 2,2727 2,2998 2,3276 2,3559 23°
22° 0,4040 0,4091 0,4142 0,4193 0,4245 67º 67º 2,3559 2,3847 2,4142 2,4443 2,4751 22º
23° 0,4245 0,4296 0,4348 0,4400 0,4452 66º 68º 2,4751 2,5065 2,5386 2,5715 2,6051 21°
24º 0,4452 0,4505 0,4557 0,4610 0,4663 65º 69º 2,6051 2,6395 2,6746 2,7106 2,7475 20º
Os valores das funções trigonométricas de ângu los > 90º podem ser derivados do~ ângulos ent'.e Oº e 90º e, em
25° 0,4663 0,4716 0,4770 0,4823 0,4877 64º 70º 2,7475 2,7852 2,8239 2,8636 2,9042 19° rog uida li dos nas tabelas (pág inas 11 e 12). Consultar as curvas do gráfico das funçoes tng_onome~ncas ~ara ver o
26º 0,4877 0,4931 0,4986 0,5040 0,5095 63° 71º 2,9042 2,9459 2,9887 3,0326 3,0777 18° ,;ina l co;reto. As calcu ladoras com funções trigonométricas exibem o valor e o sinal para o angulo eseJa o.
27º 0,5095 0,5150 0,5206 0,5261 0,5317 62º 72º 3,0777 3, 1240 3, 1716 3,2205 3,2709 17°
28º 0,5317 0,5373 0,5430 0,5486 0,5543 61º 73º 3,2709 3,3226 3,3759 3,4308 3,4874 16º Exemplo: Relações para o Quadrante 11
29° 0,5543 0,5600 0,5658 0,5715 0,5774 60º 74º 3,4874 3,5457 3,6059 3,6680 3,7321 15º Exemplo: Valores de função para o ângulo de 120º ( = 30º nas fórmulas)
11olações
30º 0,5774 0,5832 0,5890 0,5949 0,6009 59º 75º 3,7321 3,7983 3,8667 3,9375 4,0108 14º
sen (90º + 30º) = sen 120º = +0,8660 cos 30º = +0,8660
3 1° 0,6009 0,6068 0,6128 0,6188 0,6249 58° 76º 4,0108 4,0876 4, 1653 4,2468 4,3315 13º nun (90º +a)= +cosa
cos (90º + 30º) = cos 120° = - 0,5000 -sen 30º = - 0,5000
32º 0,6249 0,6310 0,6371 0,6432 0,6494 57° 77º 4,3315 4,4194 4,5107 4,6057 4,7046 12º cos (90° + a) = -sen a
tan (90º + 30°) = tang 120º = -1,7321 -cot 30º = -1,7321
33º 0,6494 0,6556 0,6619 0,6682 0,6745 56° 78° 4,7046 4,8077 4,9152 5,0273 5, 1446 11º 11111 (90º + a) - -cota
34º 0,6745 0,6809 0,6873 0,6937 0,7002 55º 79º 5, 1446 5,2672 5,3955 5,5301 5,6713 10º
Valores de função para ângulos selecionados
35º 0,7002 0,7067 0,7133 0,7199 0,7265 54º 80º 5,6713 5,8197 5,9758 6, 1402 6,3138 9º 270º 360º
270° 360° Função 90º 180º '•1
36º 0,7265 0,7332 0,7400 0,7467 0,7536 53° 81 º 6,3138 6,4971 6,6912 6,8969 7, 1154 8º 1 unção Oº 90º 180°
37° 0,7536 0,7604 0,7673 0,7743 0,7813 52º 82º 7, 1154 7,3479 7,5958 7,8606 8, 1443 7º o tan o 00 o 00 o
son o +1 o -1
38° 0,7813 0,7883 0,7954 0,8026 0,8098 51º 83° 8, 1443 8,4490 8,77 69 9,1309 9,5144 6º
o cot 00 o 00 o 00
39º 0,8098 0,8170 0,8243 0,8317 0,8391 50º 84º 9,5144 9,9310 10,3854 10,8829 11,4301 5º cos +1 o -1 +1

40° 0,8391 0,8466 0,8541 0,8617 0,8693 49º 85º 11,4301 12,0346 12,7062 13,4566 14,3007 4º Relações entre as funções de um ângulo it ,
41º 0,8693 0,8770 0,8847 0,8925 0,9004 48º 86º 14,3007 15,2571 16,3499 17,6106 19,0811 3º
42º 0,9004 0,9083 0,9163 0,9244 0,9325 47º 87° 19,0811 20,8188 22,9038 25,4517 28,6363 2º se n2 a + cos2 a = 1 tan a • cot a= 1

~
43° 0,9325 0,9407 0,9490 0,9573 0,9657 46º 88° 28,6363 32,7303 38, 1885 45,8294 57,2900 1º
44° 0,9657 0,9742 0,9827 0,9913 1,0000 45º 89º 57,2900 76,3900 114,5887 229, 1817 6 Oº
0111i 10n rx, cot a = cos a
u
60' 45' 30' 15'
Minutos
O'
i
Graue
60 ' 45 ' 30 ' 15'
Mln1n r10
O'
i
Graue
lnn
Gfll IY sen a

Co cl1 0 4~, ..
Ili li t x"'"'''º (11111111111 111,11 "11 11111 tli ctu 10 11 , ~ coo ,x pMA <x • 30º:
- Co-tongonto do 45º a 00'
-
thn 11111 11 lt
111 111 1 11111,/1 IIN li o, 1000/0,11 0 O," 11 4
V llt)ff fifi !1111~ I 1i lf10ll01 1l ttl1 1 ti I t11lilllll 1111 111 11 1111111 1011111111 p111 11q1111l111111"11 !11111111 1
Matemática: 1.3 Fundamentos de Matemática 15

'
Uso de parênteses, potências e raízes
Cálculos com parênteses ,. 1:. •li L' • 1

Tipo Explicação Exemplo


Lei dos senos Lei dos cossenos 3 -x+ 5 -x =X ·(3+ 5) = 8· X
Na ad ição e subtração, os fatores comuns (d ivisores) são

a : b : e = sen a : sen f3 : sen y


colocados antes de um parêntese. I +~ =2- !3 +51
a2 = b 2 + c 2 - 2 . b . e . cos a Fatoração X X X

a b e
b 2 = a2 + c 2 - 2 • a . e . cos f3 Uma barra de fração combina termos do mesmo modo
que os parênteses.
---z-
a+b h
h=(a+b) 2
e - - = -- = - -
sen a sen ~ sen y c 2 = a2 + b 2 - 2. a . b . cos y
Um termo entre parênteses é mu ltipl icado por um 5 • (b + e) = 5b + 5c
valor (número, variável, um termo entre parênteses),
Aplicação no cálculo de lados e ângulos multiplicando-se cada termo dentro dos parênteses por (a+ b). (e- d)= ac- ad + bc- bd
Expansão de este valor.
Cálculo de lados termos entre
Cálculo de ângulos Um termo entre parênteses é divid ido por um valor (nú- (a+b):c =a :c+b:c
usando a Leí dos senos usando a Leí dos cossenos parênteses
usando a Lei dos senos usando a Lei dos cossenos mero, variável, um te rmo entre parênteses), dividindo-se a-b a b
cada termo dentro dos parênteses por este valor. --
5 =5-5
8 = b -sena = e-sena (a+ b) 2 = a 2 + 2ab + b 2
sen /3 sen y sen a =a · sen ~ = a. sen y cosa
b2 +c2 -a2
Fórmulas Uma fórmu la binomial é uma fórmu la na qua l o te rmo
b e 2xbxc (a - b) 2 = a2 - 2ab + b 2
b = a -sen/3 = e - sen/3 binomiais (a+ b) ou (a- b) é mu ltiplicado por ele mesmo.
b = ✓a 2 +c2 -2-a · C · cos/3 sen ~ = b- sen a= b- sen y a2 +c2 -b2
(a+ b) . (a - b) = a2 - b2
sena seny b e cos/3
2xaxc Cálculos de Em equações m istas, os termos ent re parênteses devem a . (3x- 5x)- b. (12y-2y)
c = a-seny = b•seny b -sen ~
e = ✓a 2 +b 2 -2 -a-b · cosy sen y _
__c-sen
b___a_ --e--
a2 +b2-c2
mu ltiplicação e ser ca lcu lados primeiro. Em segu ida, são feitos os cá/cu- =a• (- 2x) - b • 10y
sena sen/3 cos y = _ 2_x_a_x_ b_ adição e suas los de multiplicação e divisão e finalmente, de adição e
Inversas
= -2ax-10by
de subtração .
Tipos de ângulos Potências 111 'L 't ;;li ~'t J

ax = y
Ângulos correspondentes
a base; x expoente; yvalor de potência
Definições a. a . a. a = a 4
Se suas paralelas 9 1 e 9 2 forem cortadas Produto de fatores iguais
por uma linha reta 9, existem relações
geomét ricas entre os ângulos opostos
1 a= (3 4. 4 . 4. 4 = 44 = 256
Adição Potências com a mesma base e os mesmos expoentes são 3a3 + 5a3-4a3
correspondentes, alternados e adjacentes. Ângulos opostos tratadas como números iguais.
ubtração = a3. (3 + 5 - 4) = 4a3
Potências com a mesma base são mu ltiplicadas (dividi- a4 . a2 =a.a• a• a· a· a = a6
' (3 = i5 Multiplicação das) adicionando-se (subtra indo-se) os expoentes e man- 24 . 22 = 214+21 = 2s = 64
Ângulos alternados Divisão tendo-se a base.
32: 33 = 312-3) = 3- 1 = 1/3
1 a = i5 m-' - _l_ - J_
1 •poente Números com expoentes negativos também podem ser - m 1 ~m
Ângulos adjacentes 11 gat ivo escritos como frações. A base recebe um expoente positi-
ã , _J_
g
1 a+ r=180º voe é co locada no denominador. -II'

1rnções em Potências com expoentes fracionár ios também podem ser


Soma dos ângulos em um triângulo ••poentes escritas como raízes. ~=½4
Soma dos ângulos em t. roem (m+ n)º= 1
um triângulo
11Kpoentes Toda potência com expoente zero tem o va lo r um . a4 : a4 = aI4-4I = aº= 1
Em cada triângu lo, a soma dos ângulos
internos é igual a 180º. 1 a+(J+y=180º 2° = 1
n fzes lf 4J, t ·j
..
e
Ili llníções x índ ice da raiz; a radicando; yva lor da ra iz '1/a =Y ou 8 11x= y

Teorema de linhas de intersecção (proporcionalidade) Índices de raiz pares resu ltam em va lores positivos e nega-
1/9=±3
t ivos, se o radicando for pos itivo . Um rad ica ndo negativo
resu lt a em um número imaginário. ~=+3i
Teorema de linhas de lnnls
Se duas li nhas que se estendem a par- Ínclices de rai z ímpares resultam em va lores posit ivos se o
t ir do Pont o A forem cortadas por duas
intersecção <Í8 =2
rad ica ndo for positivo e em va lores negativos se o radi -
li nhas para lelas BC e B 1C1, os segmentos ca nelo for negat ivo. ~=-2
das li nhas pa ralelas e os segmentos de ~ = _É_ e
ra io correspondentes das linhas que se
estendem a partir de A form am quocien-
tes iguais.
1 a, b, e, A1 I çHn
uh h, ,o
· xpr ss os co m ru iz idênt ica podem se r ad icionadas ou
ubl rnl lns.
Ia+3 ✓
a -2 ✓
a=2 ✓a

·ifã .'® = ,ifãb


{/ M11l lpl n (l l ln/111 00111 on m o 111 0 l11 tll o o ,o mu ll lpllcncioo (dlv icli-

t
11,
li ,,, 1 li V 1111
1/11 ) lt1 11 l1I 1Hli i (1 li r 111 {/{) 1110I 1!1/o lq 11 0 lunl o) (10 0
1111 I 1 1111 /11~
V11
1/11 1
16
Matemática: 1.3 Fundamentos de Matemática 17

Potências de dez, cálculo de juros


Explicação Múltiplos decimais e fatores de unidade DIN 1301-1 (2002-10)
Exemplo
Equação Termos equ ivalentes (termos da fórmula de igua l valor) Matemática Unidades SI
V=n• d- n
com grandezas geram relações entre grandezas (ver também Regras de
transformação). (a+ b) 2 = a2 + 2 ab + b 2 Potência Prefixo Exemplo
Nome Fator de multiplicação
de dez Nome Símbolo Unidade Significado
Equação com Conversão imediata de unidades e constantes para uma
unidades un idade SI do resultado. 10 18 Quinti lhão 1 000 000 000 000 000 000 Exa E Em 10 18 Metros
compatíveis M-n Pem kW, quando n 1015 Quatrilhão 1 000 000 000 000 000 Peta p Pm 1015 Metros
Usada apenas em casos especiais, p. ex., se forem especi-
p = 9550; em 1/min e M em Nm 1012 1012
ficados parâmetros de engenharia, ou para simp lificação. Trilh ão 1 000 000 000 000 Terá T TV Volts
Equação com Cálculo do va lor de uma variável. 109 Bilhão 1000000 000 Giga G GW 109 Watts
variável única 106 Milhão 1 000 000 Mega M MW 106 Watts
103 Mil 1 000 Quilo k KN 103 Newtons
Equação de função atribuída: yé uma f unção de x, que é a
Y= f (x) 102 Cem 100 Hecto h hl 102 Litros
variável independente; y é a variável dependente. 101 Dez 10 Deca da dam 10 1 Metros
O par de números (x,y) de uma tabela de valores forma o
m➔ números rea is 10º Um 1 m 10° Metros
gráfico da função no sistema de coordenadas (x,y) . 10- 1 Décimo O, 1 Deci d dm 10 1 Metros
Função constante ,o-2 Centésimo 0,01 Centi c cm 10- 2 Metros
Y= f (x) = b 10-3 Milésimo 0,001 Mili m mV 10- 3 Volts
O gráfico é uma linha paralela ao eixo x.
10 6 Milionésimo 0,000 001 Micro µ µA 10-6 Amperes
Equação de Função linear (proporcional) 10 9 10- 9 Metros
Y=f(x)=mx Bilionésimo 0,000 000 001 Nano n nm
funções O gráfico é uma linha reta que passa pela origem. rn 12
Y=2x Trilionésimo 0,000 000 000 001 Pico p pF 10-12 Farad
10 15 Quatri li onésimo O,000 000 000 000 001 Femto f fF 10-15 Farad
Função linear 10 18 Quintilionésimo 0,000 000 000 000 000 001 Atto a am 10-18 Metros
Y=f(x)= mx+ b
O gráfico é uma linha reta com inclinação me que corta
o eixo y em b (exemplo abaixo). Y=0,5x+1
Valores
Números maiores que 1 são expressos com expoentes ~ositivos, e núme-
Função quadrática
O gráfico da função quadrática é uma parábola (exemplo
aba ixo) .
Y= f (x) = x 2
Y= a2x2 + a1x+ a0
1
.1
-
1
<1
f
>1
. ros menores que 1 são expressos com expoentes negativos.

Exemplo: 4300 = 4,3 · 1000 = 4,3 · 103


1000 100 10 1 10 100 1000 14638 = 1,4638 · 104
Função linear
Função
Y= mx+ b
quadrática
1 1 1
f 1 1 1 ..
0,07 = 1~0 = 7 · 10-2
Y=X' 10 3 10- 2 10- 1 10º 10 1 10' 10 3

Juros simples ' ' 1

-2 -1 I<.., capital inicial K, capital após período t ttempo em dias, período de juros Juros
x---- 2 3 / ju ros p taxa de juros por ano
-1
Regras de transformação
x----
,. xemplo: 1z
K · p·t
100 % ·360
1
Equações são, vide de regra, transformadas de modo a poder-se isolar a grandeza procurada. /..,, 2800.00 € ; p = 6 ~ ; t = 'l,a; Z=?
1 ano de juros (la)= 360 dias (360 d)
2800.00 € -6 -l o.5a
x+5 = 15 l-5 z = 84,00 360 d= 12 meses
100 %
Adição O mesmo número pode ser adicionado ou subtraído de x+5-5 = 15 - 5 1 mês de juros = 30 dias
ambos os lados. J' xomplo:
Subtração X=10
Nas equações x + 5 = 15 ex+ 5 - 5 = 15 - 5, x tem o
mesmo valor, i.e., as equações são equivalentes.
y-c =d
y-c+c =d+c
l+ c /.. ,, ~ººº·ºº €:p = 5,1 l t= 50d; Z = 7

y = d+c ,, ~800,00 € · 5,1 ;\' · 50d


34,00
1
Multiplicação a-x = b l:a "100 % 360g
Divisão É possível multiplicar ou dividir ambos os lados da equação a-x b
pelo mesmo número. a a
(, lculo de íuros compostos para pagamento único
b 11,, ,·111>llnl Inicial Z juros n tempo (anos)
X =- Montante acumulado
8 /\ 11 111 0 11t n n1 0 ncrnr1ulado p taxa de juros por ano q fator de cálculo de juros compostos
(e 1pi1n l íi nol) Kn Ko · qn
Potenciação As expressões nos dois lados da equação podem ser ele-
vadas à mesma potência.
✓ x = a +b 1 O'
1Hlllllplo ; 1 =
1
,✓
x1' = (a+b1'
x = a' +2ab +b' /..,, ll(XX),(Xl f; 11 / r1110,1 ; () ,b% ; K,, = ? Fator composto
( ,ll (X, p
Radiciação A raiz das expressões nos do is lados da oq uaçiJ o podo oor ' li I IJ 1✓ 1/ 1 1 1IXl% l ,(K)t, q =l + 100 %
nn 1 ✓, ,· ..;,, 1 /1
tirada u ando-so o m oam lncli o rnl,.
K" 1' u <l 11 1m1,1x11 1,(Xi' 11 1m1,m l ,IJ!J'l')IK 1 1
' .,/, ' l i IJ 411, 11'1
Matemática: 1.3 Fundamentos de Matemática Matemática: 1.4 Símbolos, Unidades 19

Cálculo de Porcentagem, Cálculo de Proporções 1 Símbolos em fórmulas, símbolos matemáticos


eálculo de porcentagem ,e

Símbolos em fórmulas
1 !
A porcentagem fornece a fração do va lor base em centés imos. Slmbolo em Símboloem Símboloem
Valor percentual Significado Significado Significado
Sobre o valor base a porcentagem deve ser apl icada. fórmulas fórmulas fórmulas
p - G, . P,
P, porcentagem (%) Pv valo r percentual Gv Va lor base ,- 100%
Comprimento, Área, Volume, Ângulo

1• Exemplo: (
í 1 1 I
b
Comprimento
Largura
r,R
d,D
Raio
Diâmetro
a,/3,y
Q
Ângu lo plano
Ângulo sólido
Porcentagem h A ltura A, s Área, Área t ransversa l À Comprimento de onda
Peso da peça bruta 250 kg (valor base); perda de material num processo s Distância linear V Vo lume
2% (porcentagem); perda do material em kg=? (va lor percent ua l) p
P,=rt- 100% Mecânica
= G,. f 250 kg · 2 %
P.
100 % 100%
= 5kg
1 1 m
m'
Massa
Massa por unidade de
F
FG, G
Força
Força gravitacional, peso
G
µ,f
Módu lo de cisa lhamento
Coeficiente de atrito
comprimento
2 2 Exemplo: m" Massa por un idade de área
M Torque w Momento de resistência
p Densidade
T Momento de torção I Momento de área, 2° grau
Peso bruto de uma peça fund ida 150 kg; peso depois de usinagem 126 kg; Mb Momento de flexão W,E Traba lho, Energia
J Momento de inércia
porcentagem de peso (%) de perda de material? p (J Tensão norma l Wp,Ep Energ ia potencial
Pressão
p =!.::,_ _100 % = 150kg-126kg P abs Pressão abso luta T Tensão de cisa lhamento W,, E, Energia cinética
-100 % = 16% P amb Pressão ambiente e Di latação p Potência
' G, 150 kg
Pe Pressão de manômetro E Módulo de elasticidade 1) Grau de eficiência
Tem po
Cálculo de proporções
l 1 1·•··x • ~. !,) f

Três passos para calcular proporções diretas ' t


T
n
Tempo, Duração
Duração de ciclo
f,
V,
V
u
Frequência
Velocidade
Ve locidade angu lar
a
g
a
Aceleração
Aceleração gravitaciona l
Ace leração angular
Frequência de rotação, {JJ

Exemplo: Número de rotação O, V, qv Fluxo volumétrico


60 cotovelos pesam 330 kg . Qua l é o peso de 35 cotovelos?
Eletricidade
t 6080 1• passo: 1 Dados conhecidos 1 60 cotovelos pesam 330 kg
o Carga elétrica, Quantidade L Indutância X Reatância
de eletricidade R Resistência z Impedância
~ 40
u Tensão Q Resistência específica ,p Ângu lo de diferença de fase
2º passo: Jcalcular o peso un itário dividindo J e Capacidade Condutividade elétrica Número de giros
Y, X N

l2i~ I, 1 cotove lo pesa 330 kg


60
I
Calor
Intensidade de corrente elétrica

o 100 200 kg 300 T, 0 Temperatura o Ca lor, Quantidade de calor


3º passo: !ca lcu lar o peso total mu lt iplicando J <!>,à Fluxo de calor
Peso ---- termodinâmica À Condutividade térmica
I\ T, M ,M Diferença de temperatura a Difusividade térmica
35 cotovelos pesam 330 kg - 35 = 192,5 kg a Coeficiente de transição de e Calor específico
60 t, ,J Temperatura Celsius calor
a 1,a Coeficiente de expansão Hu Valor ca lo rífico especifico
Três passos para calcular proporções indiretas k Coeficiente de
linear transmissão de calor
Exemplo: São necessários 3 traba lhado res e 170 horas para processa r Luz, Radiação eletromagnética
um ped ido. Quantas ho ras 12 trabalhadores precisam para Ev !l uminância f Distância foca l 1. Intensidade lum inosa
t 2go

~~
150
processar o mesmo pedido?
1• passo: 1 Dados conhecidos l 3 trabalhadores necessitam Acústica
n Índ ice de refração
º·· w Energ ia rad iante

(/)
e 100 de 170 horas
p Pressão sonora Lp Níve l de pressão sonora N A ltura
o
J: 50 2• passo: 1Calcu lar a un idade mu ltiplicando 1 e Velocidade acústica I Intensidade do som LN · Nível de altura
1 1 1
o
o 2 4 6
' 1

8 10 12 14
' 1 t raba lh ador necess itaria 3 . 170 h Símbolos mat~máticos
Trabalhadores ---- Símbolo Símbolo Símbolo
3º passo: 1 Ca lcular o tempo para 12 trabalhadores dividindo J Falado Falado Falado
matem. matem. matem.
12 t raba lhadores necessitam de 3. 170 h = 42,5 h = Aproximadamente, em - Proporciona l log Logaritmo (geral)
12 !à torno de, ax a e levado a x, x-ésima lg Loga ritmo decima l
equivalente a potência de a ln Logaritmo natural
Aplicação dos três passos para cálculo de proporções diretas e indiretas .. . Etc. f Raiz quadrada de e Numero Euler
Exemplo: 1' aplicação dos 5 máquinas produzem 660 peças em 24 dias = Infinito "f Ra iz n-ésima de (e=2,71828 1... )
= Igua l a lxl Va lor abso luto de x sen Seno
660 peças são fabr icadas por 3 passos: 1 máquina produz 660 peças em 24 . 5 dias Diferente de
5 m áqui nas em 24 dias. * É igua l por definição
..L Perpendicu lar a CDS Cosseno
9 máquinas produzem 660 peças em 24 · 5 dias
def
Menor que
li Para lelo a tan Tangente
Quant o tempo é necessário 9 < ít Para lelo na mesma d ireção cot Cotangent e
para que 9 máquinas produ-
2• aplicação dos 9 máqu inas produzem 660 peças em ~ dias
,a; Menor ou igual a u ~ara lelo na direção oposta (), [], {} Parênteses, colchetes e
zam 312 peças do mesmo
3 passos:
> Ma ior que ► Angulo chaves
t ipo? 9 ;;, Maior ou igual a Í'. Triângu lo 7[ pi (constante de circu lo =
9 máquinas produzem 1 peça em 24 · 5 dias + Ma is = Congruente com 3,14159 ... )
9 · 660 - Menos ~X De lta x (d ife rença entre AB Segmento de linha AB
9 máquinas produzem 312 peças em 24 • 5 - 312 = 6,3 dias Vezes, mu ltip licado por dois va lores) AS' Arco AB
- , /, : Dividido por, para % Porcentagem, de cem a', a" a linha, a duas linhas
9 - 660 L Sigma (soma) %o Por mil, de m il a1, a? a um a dois
L.U
Matemática : 1.4 Símbolos, Unidades

Unidades SI e de medição
Sl 1l Grandezas e unidades básicas
Cf. DIN 1301-1 (2002-10), -2 (1978-02), -3 (1979-10)

Grandezas Corrente Temperatura Unidade


~ompriment< Massa Tempo Quantidade Intensidade Grandeza Símbolo Relações Observações e Exemplos
Elétrica termo-
de substância luminosa Nome ímbolo
dinâmica
Mecânica
Unidades Metro Quilograma Segundo Ampére Kelv in Mole Cande ia Mo mento de quilograma x O seguinte se aplica a o momento de inércia (2º momento de
Símbolo da inércia, 2º metro corpos homogêneos: massa) depende da massa total do
unidade m kg s A J kg· m 2
K mol cd mome nto de quadrado co rpo, assim como de sua forma e
massa J=g-r2-V posição do eixo de rotação.
11
As unidades de medição são definidas no lnternational System of Units (Sistema Internacional de Unidades). Ele
se baseia nas sete unidades básicas (unidades SI), das quais se derivam as outras unidades. Força F Newton N A força de 1 N rea liza uma mudança na
1N =1~=1_-!_
s m velocidade de 1 m/s em 1 s em uma
Grandezas básicas, grandezas derivadas e suas unidades Peso FG, G 1 MN = 103 kN = 1 000000 N massa de 1 kg.
r
Torque M
Grandeza Unidade Newton x N-m 1 N. m é o momento que uma força de
jsímbolo Relações Mome nto de Mb 1N-m=1~
Nome ISímbol Observações e Exemplos metro s 1 N gera com um braço de alavanca de
flexã o
Momento de T 1 m.
Comprimento, Área, Volume, Ângulo
To rção
1m = 10 dm = 100 cm Im pulso p quilograma x kg. m/s 1kg-m/s= 1N-s O impulso é o produto da massa e da
1 polegada = 25,4 mm
Comprimento l = 1000 mm metro por velocidade. Ele tem o sentido da veloc1-
metro m Em aplicações de aviação e náuticas, o
1mm = 1000 µm segundo dade.
seguinte se aplica :
1km = 1000 m Pressão p Pascal Pa 1 Pa = 1 N/m 2 = 0,01 mbar Pressão se refere à força por unidade
1 milha náutica internacional= 1852 m.
Área A, s metro 1 bar = 100000 N/m 2 de área. É usado o símbolo p 9 para
m2 1 m2 = 10000 cm 2
quadrado Símbolo S apenas para áreas Tensão a, T Newton por N/mm 2 = 10 N/cm 2 = 105 Pa superpressão (D IN 1314).
= 1 000000 mm 2 transversais mecân ica milímetro qua- 1 mbar = 1 hPa
are a 1a 2
= 100 m drado 1 N/mm 2 = 10 bar= 1 MN/m 2
hecta re ha 1 ha 1 bar = 14,5 psi (libras por polegada
= 100 a= 10000 m 2 Are e hectare apenas para terra. = 1 MPa
100 ha = 1 km 2 quadrada)
1 daN/cm 2 = O 1 N mm 2
Volume V metro cúbico m3 metro à quarta m•
1 m3 = 1000 dm 3 2Q momento
potência 1 m 4 = 100000000 cm 4 Anteriormente: Momento geométrico
= 1000 000 cm3 de área
litro /, L centímetro à cm 4 de in ércia de área
1 1= 1 L = 1 dm 3 = 10di= Principalmente para fluidos e gases.
0,001 m 3 quarta potência
1 mi = 1 cm 3 Energia, E,W Joule J 1 J =1N -m =1W - s Joule para todas as formas de ene_r-
Traba lho, = 1 kg • m 2/s2
a, /3, y ... radiano rad 1 rad = 1 m/m = 57,2957. ?. gia, kW. h preferencia l para energ ia
Quantidade elétri ca.
= 180º/n 1 rad é o ângulo formado pela intersec- de calor
Ângulo plano ção de um círcu lo em torno do centro
(ângu lo) grau
o 1o = 1~0 rad = 60' de um radio de 1 m, com arco com
Potência p Watt w 1 W = 1 J/s = 1 N · m/s Potência descreve o trabalho realizado
comprimento de 1 m. Fluxo de calor <P = 1 V . A = 1 m 2 · kg/s3 num tempo especificado.
minuto 1' = 1º/60 = 60"
,, Em cá lculos técnicos, é melhor usar a=
segundo 1" Tempo
= 1'/60= 1º/3600 33,291 º do que a= 33º 17' 27,6".
Q Tempo, segundo s
3 h significam um período de tempo
 ngulo Um objeto cuja extensão mede 1 grau Período de minuto min 1 min=60s
3 h significam um ponto no tempo (3h)
sólido esteradiano sr 1 sr = 1 m 2/m 2 em um sentido e perpendicularmente a te mpo, hora h 1h = 60 min = 3600s
este também mede 1 grau, cobre um Duração 1d =24h=86400s Se os pontos no tempo forem escritos de
ângu lo sólido de 1 sr. dia d uma forma mista, p. ex., 3h 24m 10s, o
Mecânica ano a símbolo m in pode ser abreviado param.

M assa
.
, ,
Freq uência f, V Hertz Hz 1 Hz = 1/s 1 Hz ee 1 ciclo em 1 segundo.
m . quilograma kg 1 kg = 1000 g
grama Massa ,rí'o sentido de um resultado de
g 1g = 1000 mg Velocidade
peságem, é uma quantidade do tipo de n 1 por segundo 1/s 1/s = 60/min = 60 min- 1 O número de rotações por unidade de
rotacio nal,
massa (unidade kg). tempo fornece a frequência de rota-
.
~

megagrama Mg Frequência
1 por minuto 1/min 1/ mm=
. · -1 =50s
1 mm 1
ção, também chamada de rpm .
tonelada t 1t = 1000 kg = 1 Mg rotacional
A massa para pedra preciosa é quilate
0,2 g = 1 ct (ct). V metro por m/s 1 m/s = 60 m/min Ve locidade náutica em nós (kn):
M1n1, n por m' segundo = 3,6 km/h
quilograma 1 kg/m = 1 g/mm
1111if lrn lo cio metro por m/min 1 kn = 1,852 km/h
por metro kg/m Para cá lcu lo da massa de barras, perfis, Ve locidade 1 m/min= .1__rr1
11111111ilmonto tubulações minuto 60 s
quilômetro km/h milhas por hora = 1 milha/h = 1 mph
M11" 11 1u11 rn '' qu ilograma 1 km/h - J__r,1_
11111i l111 ln 11 11 1 kg/m 2 = O, 1 g/cm 2 por hora - 3,6 s 1 mph = 1,60934 km/h
por metro kg/m 2
1, 1 q uadrado Para calcu lar a massa de chapas.
Velocidade (j) 1 por segundo 1/s m=2n-n
11 111111, angu lar Para rpm de n = 2/s, velocidade angu-
li rad iano por rad/s
1000 kg/m 3 = 1 t/m 3 lar m= 4 /s.
segundo
q uilog rama = 1 kg/dm 3
por m 3 kg/m 3 = 1 g/cm 3 A densidade é uma grandeza indepen- Ace leração a, g metro por m/s 2 Símbo lo g apenas para aceleraçã o da
dente da localização. 1 m/s 2 = 1 m/s
= 1 g/ ml segundo qua- 1s gravidade.
,_ = 1 mg/ mm 3 drado g=9,81 m/s 2 = 10 m/s2
23
Matemática: 1.5 Comprimen~to::s=-------- - --==
22 Matemática: 1.4 Símbolos, Unidades
Cálculos em um triângulo retângulo
Unidades SI e de medição
Grandezas e Unidades (Continuação) Teorema de Pitágoras
Em um triângulo retângulo, o quadrado da hipotenusa
Unidade
Grandeza !símbolo Relações Observações e Exemplos é igual à soma dos quadrados dos dois lados.
Nome jsimbol Quadrado da
a lado hipotenusa
Eletricidade e Magnetismo
Corrente
Elétrica
O movimento de uma carga elétrica é
biado
e hipotenusa 1 c2 = a2 + b2
I Ampere A chamado de fluxo. A tensão é igual à
Tensão u Volt 1V = 1 W/1 A= 1 J/C diferença do potenc ial de dois pontos
elétrica V 1 Exemplo:
em um campo elétrico. A recíproca da Comprimento
Resistência R Ohm
elétrica n 1 Q = 1 V/1 A resistência elétrica é chamada de con- e =35 mm; a = 21 mm; b = ? da hipotenusa
dutância elétrica b = ,/e' -a' =,/(35 mm) ' -(2 1 mm)' =28mm
Condutância G Siemens s 1 S = 1 A/1 V= 1/Q
elétrica
Q -m
1 C=~
Resistência Q Ohmxm 10- 6 n. m = 1 Q . mm 2/m 1 n-mm 2 1 Exemplo:
específica Q=-em - - -

Condutividade Y,X Siemens por S/m "


1 m
" Programa CNC com R = 50 mm e/= 25 m. Comprimento dos
%:;: - em - - - lados
metro Q n. mm' K=?
Frequência f Hertz Hz 1 Hz = 1/s Frequência da rede elétrica púb lica: d=a ' +b' ,,--;
a=..Jc-- b-
1000 Hz = 1 kHz EU 50 Hz, EUA/Canadá 60 Hz R2 = J' +K 2
K = ,/R z - 1' = ,/50' mm' - 25' mm '
Energia w Joule J 1J =1W-s=1N-m Na física atômica e nuclear é usada a
K :43, 3mm
elétrica, 1 kW · h = 3,6 MJ unidade eV (eletrovolt)
trab alho 1 W - h = 3,6 kJ
Âng ulo de 'P - - Para corrente alternada: O ângulo entre a corrente e a tensão
diferença COS!p= _f_ sob carga indutiva ou capacitiva.
de fa se U-I
Força do E Volt X m V/m
campo elétri co Teorema de Euclides (Teorema dos catetos)
Coulomb c 1 C = 1 A· 1 s; 1 A· h = 3,6 kC
E= f_
a· e =Qu·
Carga elétrica Q 0= I · t
Capacitância e Farad F 1F = 1 CN o quadrado de um lado é igual à área do retângulo for-
elétrica Henry H 1 H = 1 V· s/A mado pela hipotenusa e pelo segmento adJacente da
Indutância L
hipotenusa .
Potência p Watt w 1 W = 1 J/s = 1 N . m/s Na engenharia de energia elétrica:
= 1 V -A Potência aparente S em V. A a,b catetos (lados)

~
Potência efetiva
c hipotenusa
Termodinâmica e Transferência de calor
p,q segmentos da hipotenusa
Temperatura e K OK = -273, 15ºC Kelvin (K) e graus Celsius (ºC) são usa-

~
T, Kelvin
termodinâmica dos para temperaturas e diferenças de
Exemplo:
Temperatura t, {/ Graus Celsius ºC OºC = 273, 15 K temperatura.
Celsius OºC = 32ºF t= T- T0 ; T0 = 273,15 K Um retângulo com e = 6 cm e p = 3 cm dev~ ser
OºF = -17,77ºC Graus Fahrenheit (ºF): 1,8 ºF = 1 ºC transformado em um quadrado com a mesma area.
Qual é O comprimento do lado do quadrado a?
Quantidade Q Joule J 1 J = 1W-s=1N-m 1 kcal = 4, 1868 kJ C•P
de calo r 1 kW · h = 3600000 J = 3,6 MJ
1 a' =c-p
Valor / Hu Joule por J/kg 1 MJ/kg = 1 000 000 J/kg A energia térmica li berada por kg de 8 = 0 =,/6cm . 3cm =4,24cm
calorífico qu il ograma combustível m enos o calor de vapori-
específico Joule por J/m3 1 MJ/m 3 = 1 000 000 J/m 3 zação do vapor de água contido nos
metro cúbico gases de escapamento.

Unidades não SI r: orema das alturas


Comprimento Área Volume Massa Energia, Potência o quadrado da altura h é igual à área do retângulo for-
1 po legada= 25,4 mm 1 poIegaaa quaaraaa = mado pelos segmentos da hipotenusa P e q.
1 polegada cúbica = 1 onça = 28,35 g 1 PSh = 0,735 kWh Quadrado da altura
1 pé = 0,3048 m 6,452 cm' 16,39 cm 3 1 libra = 453,6 g h altura
1 PS = 735W
1 jarda = 0,9144 m
1 milha náutica =
1 pé quadrado= 9,29 dm'
1 jarda quadrada=
1 pé cúbico = 28,32 dm'
1 jarda cúbica= 764,6 dm'
1 galão EUA= 3,785 dm 3
1 tone lada métrica
1000 kg
1 tonelada americana=
=
1 kcal
1 kcal
= 4186,8 Ws
=1,166Wh h h2
p, q segmentos da hipotenusa 1 h2 = p. q
L-----'
1,852 km 0,8361 m' 1 kpm/s = 9,807 W
1 Galão Imperial = 907,2 kg q Exemplo:
Pressão 1 Btu = 1055 Ws
1 milha= 1,609 km 4,536 dm' 1 qu ilate= 0,2 g
1 bar= 14, 5 psi 1 barril= 158,8 dm' 1 hp = 754,7 W p Triângu lo retângu lo
Prefixos de fatores decimais e múltiplos p = 6cm ; q = 2cm ; h = ?

Prefixo pico nano micro mili centi deci deca hecto qui lo m ga giga tera /1 • (/ p 1, ' p 'q

Símbolo do prefixo p N µ m e d da h k M G T
,. Jn .'1 J6 cm . 1 cm - J12 cm' = 3,46cm

Potência de dez 10- 12 10- 9 10- 6 10- 3 10 2 1 10·1 ,o~ 111 1 11111 JOll 10 I?
Pn ,I 0
--10 M1Illlph1
-< ►
l t llill 11) I Il i 1/ 1000 111, 1 km Jt)()l) 111, 1 k!I l llllll 1, 11 111111 pi, lo I lflllilllllllllllll lly l1
25
Matemática: 1.5 Comprimentos
24 Matemática: 1.5 Comprimentos

Divisão de comprimentos, Comprimento de arco, Comprimento composto


Subdivisão de comprimentos Comprimentos efetivos
Comprimento efetivo
D diâmetro externo de um anel circular
Distância da extremidade = 1 comprimento total n número de furos d diâmetro interno
espaçamento p espaçamento dm diâmetro médio
s espessura
Exemplo: Comprimento efetivo
comprimento efetivo
de um setor do anel
l = 2 m; n = 24 furos n; p = ? a ângulo no centro
circular
P = ~l-=2000mm =BOmm
n +1 24 + 1
D 1 rr· d -a
I=~
L--------'
Distância da extremidade ,t, / comprimento total n número de furos Setor do anel circular Exemplo:
Diâmetro médio
espaçamento p espaçamento a,b distância da extrem. D= 36 mm; s= 4 mm; a= 240º; dm = ?; I=?
p p p p
d m=D-s =36mm -4 mm = 32 mm
Exemplo:
n·dm -a
l =~ -
n 32 mm -240º =67,02mm
360º
dm = d+ s
l =1950 mm; a= 100 mm; b = 50mm;
d
n = 25furosn;p = 7
a b
/ - (a +b) 1950 mm -1 50 mm
P= ~ = 25 _ 1 -75mm D

Comprimento do arame da mola


Corte em peças l comprimento barra s largura corte de serra Comprimento efetivo
z número de peças /, comprimento restante comprimento efetivo da espiral da espiral
Exemplo: Mola de compressão
z. comprimento da peça dm diâmetro médio da espira
l=n-Dm·Í+
l, número de espiras ativas
Exemplo: 2 - n · Dm
l = 6 mm; l , = 230 mm; s = 1.2 mm; z = ?; 1, = ?
Comprimento
l 6000mm remanescente:
z = - - 230 =25,95=25Teile Exemplo:
l, +s mm + 1,2 mm
Ir = 1- z · (Is + s) Dm = 16 mm; i = 8,5; 1 =?
l, =l-z • li, +s) =6000mm- 25. 1230 mm + 1,2 mm)
=220mm
l=1t·Dm•i+2-1t · Dm
= rr. 16 mm. 8,5 + 2 • !t · 16 mm= 528 mm
Comprimento de arco

Exemplo: M~la de torção /8 comprimento do arco ex ângulo no centro Comprimento de arco

~"'
r raio

Exemplo:
d diâmetro
.
l _ n · r -a
- ~
Comprimento bruto de peças forjadas e peças prensadas
Na conformação sem perda, o volume da peça bruta e
igual ao volume da peça acabada. Se houver. perd~
_

(cavacos) ou formação de rebarbas, o volume 1rnc1al tera Volume sem perda


r =36mm; a=120º;/8 = ? de ser tanto maior.
1 = ~ = n · 36 mm• 120º
8 180º 180°
75,36mm
V, Volume da peça bruta
v. Volume da peça acabada
1
q Fator de perda
A Área da seção transversal da peça bruta
A~ Área da seção transversal da peça aca_bada Volume com perda
Comprimento composto 1, Comprimento da peça br~ta com ad1çao para perdas
12 Comprimento da peça foqada
D diâmetro externo d diâmetro interno
dm diâmetro médio s espessura
11, 12 comprimentos L comprimento composto Exemplo:
t, dos segmentos a ângulo no centro Um tarugo cilíndrico d= 24 mm e /2 = 60 mm é fabri-
cado de aço chato de 50 x 30 mm. A perda é de 10%.
Exemplo: Mola de torção Comprimento Qual é o comprimento inicial 1,
composto
D= 360 mm; S= 5 mm; a= 270º; /2 = 70 mm;
dm = ?; L =? P rd o V,, = V, · (1 +q)
A,- 1, = A , · l , · (1 +q)
dm = D - s = 360 mm - 5 mm = 355 mm
A, · 1, - (11 q) =
L = l + l =~ + / {\ 1\
1 2 360º 2
li (~A 111111) ' (j(l 11 111 1 ( 1 1 O, 1) 20mm
n · 355 mm • 270' + 70 mm _ 906, A mm
3 o ~ i< l 11111 1 111 111111
27
26 Matemática: 1.6 Áreas Matemática: 1.6 Áreas

Áreas retangulares 1
Triângulo, Polígono, Círculo
Quadrado Tnangulo eqmlatero
A área Diâmetro da cincunfe-
e A área e comprimento da diagonal Área d Diâmetro da circunferência Área
rência circunscrita
l comprimento do lado
Exemplo:

l =14mm;A=?;e=? Comprimento
inscrita
l comprimento do lado
h altura
D diâmetro da circunferência
1 l 0= ✓3 l =2 d Il'L_A_ =_ ¼_· _✓3__1_
' ---'

da diagonal circunscrita
A= 12 = (14 mm) 2 = 196 mm 2 Diâmetro da
Exemplo:
e =✓2 -1= ✓2 - 14 mm= 19,8 mm cincunferência inscrita Altura

Losango
A
l = 42 mm; A=?; h =?

=t ✓3-l2 =Jr- ✓3 (42mm) 2


' d= ~ ✓3 1=f 1 •,-•h•=• 2•1 •✓
•33•.•/ -
A área b largura Área D =763,9mm'
l comprimento do lado
.Q
A= l- b
Exemplo: Polígonos regulares
Diâmetro da cincunfe- Área
l = 9 mm; b = 8,5 mm; A=? A área rência inscrita

~
A = l - b = 9 mm - 8,5 mm= 76,5 mm2 t comprimento do lado
O diâmetro da circunferência
Retângulo circunscrita ,.____
d=_J o ' _ A _= n
7__,\ I.____ d- - - '
d diâmetro da circunferência
b largura Área inscrita Diâmetro da cincunfe- Comprimento do lado
A área
e n n2 de vértices rência circunscrita
l comprimento e comprimento da diagonal
a ângulo no centro 180º )
l=O•sen ( -n-
Exemplo:
.Q
l = 12 mm; b = 11 mm; A= ?; e= ? Comprimento
da diagonal
f3 ângulo nos vértices
1
Exemplo:
A =l ·b=12 mm· 11 mm=132mm 2

e = ✓l 2 +b 2 = ✓(12mm) 2 +(11mm) 2 = ✓265mm 2 Hexágono com O= 80 mm; l = ?; d=?; A= ?


=16,28 mm
l =O. sen ( 1~º ) = 80 mm· sen(~ ) = 40 mm
Ângulo nos vértices
Paralelogramo
d = ~ = ✓ 6400 mm' - 1600 mm 2 = 69,282 mm
A área b largura Área A = ~ = 6. 40 mm · 69.282 mm 4156,92 mm' 1 /3 = 180º - a
l comprimento do lado 4 4
.Q A= l- b
Exemplo:
C lculo de polígono regular usando valores de tabela
l = 36 mm; b = 15 mm; A=?
Comprimento do
Diâmetro da cincunfe- Diâmetro da cincunfe-
A =l- b=36mm -15 mm =540mm 2 Nºde Área A= rência circunscrita D = rência inscrita d = ladol =
• ••lcos n 0,867 · O 1,732 - d
1,154. / 2,000 · d 0,578 - l 0,500 - O
Trapézio 0,325. 0 2 1,299 - d 2 0,433 · t 2 0,707. O 1,000 · d
1,414. / 1,414 -d 1,000 . / 0,707. O
4 0,500. 0 2 1,000 · d 2 1,000 · l 2
1,376 - l 0,809 - O 0,588 - O 0,727 - d
A área lm comprimento médio Área 0,908 · d 2 1,721 -/ 2 1,702 . l 1,236 - d
l, 0,595. 0 2 1,732. / 0,866 · O 0,500 · O 0,577 · d
l1 comprimento maior b largura/altura 0,866 · d 2 2,598 -1 2 2,000 - l 1,155-d
(J 0,649. 0 2 0,414 - d
1,082 - d 2,414 · l 0,924 - O 0,383 - O
l2 comprimento menor 0,707 - 0 2 0,829 · d 2 4,828 -1 2 2,614 · l 0,325 - d
!l 3,078. / 0,951 . O 0,309 - O
0,812 - d 2 7,694 · / 2 3,236 - t 1,052 - d
10 0,735 · 0 2 3,732. / 0,966 - O 0,259. O 0,268 - d
Exemplo: 3,864. / 1,035 - d
.Q 1, 0,750 · 0 2 0,804 · d 2 11,196-/ 2 '•
11 =23mm;l2 =20mm; b= 17 mm;A=? Comprimento médio 1 x rnplo: Octóg ono com 1= 20 mm A= ? O= ?
A • 4,828 . /2 = 4,828 - (20 mm) 2 = 1931,2 mm2; 0 = 2,614 - 1=2,614- 20 mm = 52,28 mm
A=lc:._l,__ ·b=23mm+20mm ·llmm
2 2 t _ t,+t,
m- -2- Cfrculo
=365,5 mm'
C circunferência Área
A área
Triângulo O diâm etro

A área b largura/altura Área Exemplo:


l comprimento do lado
d 60 rn m ; A • 7; U • ?
Exemplo: Circunferência
..Q
l1 = 62 mm; b = 29 mm; A = ? /1 1827 mm'
U -= 1t-d
A
G7 rn rn - 78 mm
899 mrn'
// 11 ri 11 1,11 111111 11111, ,11 1111
1
29
28 Matemática: 1.6 Áreas
Matemática: 1.7 Volume e Área de superfície
=--=-~:.:.:::...----------
Setor circular, Segmento Circular, Anel circular ' Cubo Prisma, Cilindro, Cilindro Oco, Pirâmide
1 ,

Setor circular Cubo


Volume

.---------.
V volume I comprimento do lado
A área l comprimento da corda Área
A 5 área da superfície
d d iâm etro r raio
/ 8 comprimento
do arco
Exemplo:
d= 48 mm; a= 110º; Is=?; A=?
a ângulo no centro A=~
4

r
A=-2-
/8 •
a
360° Exemplo:
l = 20 mm; V=?; Ao= ?
V = t 3 = (20 mm) 3 = 8000 mm3
Ao= 6 . 1 2 = 6 . (20 mm) 2 = 2400 mm2
1,__ __
Área da superfície

Ao = 6-1 2 __.

1 =" r•a=rr·24mm -110º 46,1 mm


B 180º 180º
A =~ 46,1 mm -24mm h altura Volume
553mm' V volume
2 2
Ao área da superfície
/ comprimento do lado
b largura
1 V = l-b-h

d Exemplo: Área da superfície


l = 6 cm; b = 3 cm; h = 2 cm; V= ? ,•;.;,;
A.;o;;=
,_2:;,;·.,(•1•· •b•+• l• • h- +•b- - •h•) -.
V = l . b . h = 6 cm • 3 cm • 2 cm = 36 cm3 .
Segmento circular

Seg mento circular com a< 180º A área b largura do Área


d diâmetro Volume
d diâmetro segmento V volume
h altura
Is comprimento do arco
1 comprimento da corda
r raio
a ângulo no centro
is · r- l·(r - b)
Ao área da superfície
AM área da superfície lateral 1L-----
V=-4-·
1t · d' h

A Área da superfície
Exemplo: 2 Exemplo:
b = 15, 1 mm; 1 = 52 mm; Is= 62,83 mm;
r=?;A=?
Comprimento da corda d = 14 mm; h = 25 mm; V= ?

V = 1t·d' .h
1 A = 1t d h+2 ~
0

b t' 1=2·r-senf 4 2
r =- + - rr (1 4mm) Área da superfície lateral
2 8 b -25mm
15,1 mm
=- --+
(52mm) 2
l= 2· ✓ b· (2 ·r- b) = 3848mm'
4 1 AM=1t·d-h
d 2 8 -15,1 mm
=29,93 mm = 30 mm Comprimento do arco Cilindro oco
A 18 •r-l• (r-b) Volume
V volume O, d diâmetro
2 b =L tan-ª-
2 4 Ao área da superfície h altura

G -o
(62,83 · 30) mm 2 - 52 •(30-15, 1) mm'

= 555,1 mm'
2 Exemplo: 1
D= 42 mm; d= 20 mm; h= 80 mm;
Área da superfície
V=?
Área

o
Segmento circular com a> 180º
V=~ (0 2 - d 2 )
4
l - ~
.- 180 º = 1t · 80mm -(42' mm ' -202 mm 2 )
4

o-
D
Raio = 85703mm 3

r =f,__+_t' _ Pirâmide
2 8 b
/ comprimento da base Volume
V volume
h altura t 1 comprimento da aresta
Anel circular b largura da base V - .L.1L.1J_
h5 apótema - 3
A área dm diâmetro médio Área
D diâmetro externo b largura .----------- Exemplo:
d diâmetro interno A = 1t · d m· b / = 16 mm; b = 21 mm; h = 45 mm; V=?
Exemplo: l · b •h rnmm. 21 m m• 45mm
V
D= 160 mm; d = 125 mm; A = ? 3 3
A = ~ (0 2 - d 2 )
6040mm'

; ,('1 O' 111111 ' 17ti' 111111' ) 7834-mm'


30
Matemática: 1.8 Massa 31

l Volume de sólidos compostos, Cálculo da massa


Volume de sólidos compostos
V volume A 1 área da base
h5 apótema /1, / 2 comprimentos dos lados V volume total Volume total
A 2 área do topo h altura b 1, b 2 larguras V1, V2 volumes parciais
Exemplo:
/1 = 40 mm; /2 = 22 mm; b 1 = 28 mm; V = fl·
3 (A+A
1
+ ~)
2 y;,, "f-1 2
b 2 = 15 mm; h = 50 mm; V= ? Exemplo:
V = ~·(A , +A 2 +,/A , -A 2 ) Apótema
Manga cônica; D = 42 mm; d= 26 mm;
d 1 = 16 mm; h = 45 mm; V = ?
= 5o~m -(11 20+330+ ✓1120-330)mm 3
V1 = ~ - (0 2 +d 2 +D -d )
= 34299mm' 12
= rr -45 mm -(42' +26 2 +42 -26) mm 2
12
=41610mm3
V volume h altura Volume
V2 = n -d -h rr-16 2 mm ' 45
2
,
AM área da superfície latera h5 apótema 4 4 - mm = 9048 mm
d diâmetro
V = V, - V2 = 41610mm 3 -9048 mm 3 = 32562mm'

Exemplo:
Cálculo da massa
d= 52 mm; h = 110 mm; V=?
V = n-d 2 _!]_ Massa, geral
4 3
rr-(52mm) 2 110mm m massa (! densidade Massa
4 -- -3 - V volume
= 77870mm3
Exemplo:
Cone truncado Valores para densidad e
Peça de alumínio:
de sólidos, líquidos e
V= 6,4 dm 3; g = 2,7 kg/dm 3; m =?
V volume d diâmetro do topo Volume gases: páginas 116 e 11 7.
,y
AM área da superfície lateral m =V -g = 6,4dm3 -2,7 dm'
h altura . .- - - - - - - - -
d diâmetro da base

r:::"; :º:·,·
h5 apótema
= 17,28 kg
Exemplo:
..e::
D= 100 mm; d= 62 mm; h = 80 mm; V=?
n• h

r:
2 2 Massa por unidade de comprimento
V = 12 -(D +d +O-d)
m massa / comprimento
= rr -~ 2mm -(100 2 +62' +100-62)mm 2 m' massa por unidade Massa
m'em kg
= 419800mm'
O'•(º;dJ m de comprimento
Exemplo:
Aplicação: Cálculo da
Barra de aço com d= 15 mm;
massa de seções de per-
V volume
m '= 1,39 kg/m; l = 3,86 m; m = ?
d diâmetro da esfera Volume fil, tubulações, arames
Ao área da superfície m = m'-l =1,39 ~ 3, 86m etc., usando os valores
de tabela param' .
m
Exemplo: = 5,37 kg
d=9 mm; V=?
Massa por unidade de área
V = \ /' . rr . (96mm) ' = 382 mm'
Ao=rr-d 2 m massa A área

Segmento esférico . m" massa por unidade


de área
Exemplo:
s espessura Massa

m=m"•A ·
V volume d diâmetro da esfera Volume

-r~1:~
AM área da superfície lateral h altura ',----------, Chapa de aço
Ao área da superfície
Exemplo:
_ V= 1t h ' (%-1) s = 1,5 mm; m"= 11,8 kg/m 2;
A = 7,5m 2;m = 7
d = 8 mm ; 11 = 6 mm; V = ? Área da superfície

\ i ./ V 1c•h' {~ ; ) Ao = rr · /7 · (2 · d - h) 1
80. ku
(/ rflcl lot orol
11 (1111 1111' [Hr1J11 1\1111)
/( 111111 1 /l ' ( / ' / 1
32 Matemática: 1.9 Centroides - Centros de gravidade 33
Índice

Centroides de linhas e áreas planas - 2 Física


Centroides de linhas
l, z,, 12
Xc, x,, X2
Yc, Y,, Y2
comprimentos das linhas e, C1, c2 centroides das linhas
distâncias horizontais dos centroides da linha a partir do eixo V
distâncias verticais dos centroides da linha a partir do eixo x
t
U)
2.1 Movimento
Movimento uniforme e acelerado ..... -.... .. ..... .. ............. 34
Velocidades em máquinas ............................................ 35
Segmento da linha Linhas contínuas compostas 1 2 3 4s5
Tempo r----
x,
y 2.2 Forças
Xi Composição e decomposição de forças ..... .. ................ 36
Peso, Força de molas ....... ........................ .... .... ..... .. ...... . 36
Arco circular Geral Princípio de alavanca, Forças de apoio ........................ 37
Momento de giro (torques), Alavancas,

i f,'
Força centrífuga ...................................................... ....... .37

Y,= 1·180º
Jt ·a í 1, ~ 2.3 Trabalho, Potência, Eficiência
Trabalho mecânico ......................................................... 38
-i------ --~- X
Máquinas simples .. .............. ..... .... ...... ...... ... .. ..... ..... .. .... 39
Semicircunferência Potência e Eficiência .. ........... ....... ..... .................... ....... .. . 40
1 Ys = 0,6366 · r Xs - ~-x,+l2·X 2 + ..

r
11 +/2 + ..
2.4 Atrito
1/4 de circunferência Força de atrito ......................... .... ......... ... .. ........... .. ........ 41
Cálculo de/ e /8 : Página 28
1Ys = 0,9003 · r [ Y, = /1 · Y, + l, · Y, +
/1 + /2 + ..
Coeficientes de atrito .. ........... .. ......... ...... ....................... 41
Atrito em mancais de rolamentos .......... .................. .... 41

Centroides de áreas planas


2.5 Pressão em líquidos e gases
A, A,, A2 áreas S, S1, S 2 centroides A
Xs, x,, X2 distâncias horizontais entre o centro ide e o eixo y
Pressão, definição e tipos ..... ..... .. ...... .. ....... .................. 42
Yc, Y,, Y2 distâncias verticais entre o centro ide e o eixo x Flutu ação/lmpu lsão .... ... ............. ....... .... ..... .......... .. ... ..... 42
Mudanças de pressão em gases .................................. 42
Triângulo

1 2.6 Resistência de materiais


Casos de carga, Tipos de carga .................................... 43
Fatores de segurança, Propriedades de
Setor circular Geral Áreas compostas Resistência mecânica .... .. ...... ................... ........ .. ............ 44
Tensão, Compressão, Pressão superficial. .. ....... .. ........ 45
Cisalhamento, empenamento .......................... ............ . 46
Flexão, Torção ...... ... ...... ........... ..... .... .... .. ............. .......... . 47
F
Semicírculo A, - -2 Resistência relacionada ao formato .............................. 48
L-<---'-lo:=±=f"'--"--'-'~ Momentos de área, de resistência e de inércia ........... 49
1 Ys = 0,4244 · r A, Comparação de vários formatos de seção
transversal .. ..... ...... .. ........ .......... .. ... ......... .......... ... ........... 50
1/4 de círculo

Ys = 0,6002 • r

l,-J].
2.7 Termodinâmica
X Temperaturas, Expansão linear, Retração .................... 51
Segmento circular Quantidade de calor... ...... .. ... .. .......... ..... ................. ........ 51
11----..
Fluxo de calor, Calor de combustão ........ ..................... 52
A , -x 1+A 2·x 2 +.
A ,+A,+ ..
-
i 2.8 Eletricidade
Lei de Ohm, resistência de condutor................ ..... ....... 53
Ligação de resistores (em série, em paralelo) ............. 54
~ =A 1 ·y1 + A,· y, +.
Tipos de corrente ... ....... .. ... ... ... :.................................... . 55
s A,+A2 + ..
Traba lho elétrico e potência .... .... ... ............................... 56
34 Física: 2.1 Movimento
35

Movimento uniforme e movimento uniformemente acelerado


Movimento uniforme
Movimento linear v 1 velocidade de avanço Velocidade de avanço
na perfuração,
Diagrama de tempo de v velocidade Velocidade 1,,1111 1nonto~ n . __ f _ n número de rotações
no torn eamento
deslocamento t tempo f avanço
30 .----,--.---,----,--,---, s deslocamento/distância s f, avanço por corte
V= - o .
t
t 2~
Exemplo:

V= 48 km/h; S= 12 m; t=? 1'!1. = 60~ = 36 km


~ f
.
;
Z

P
número de cortes ou número
de dentes no pinhão/na engrenagem
passo de rosca
s min ' h
Transformação: 48 km= 4BOOOm = 13,33~ p passo de cremalheira Velocidade de avanço
h 3600s s 1 km = 16,667 ~ na fresagem
h mm
t = ~ = ~ = o, 9 s
2 3 4 s 5 v 13,33 m/s = 0,2778!!j-
1ºExemplo:
Fresa cilíndrica, z = 8; f, = 0,2 mm; 1._________.
v1 =n-f, . z

Tem ot ---- n = 45/min; v1 =?


Movimento circular
v 1 = n -f -z = 45 - 1-- 0,2mm - 8 = 72m!"
z min mm
v velocidade circunferencial, n número de Velocidade
velocidade de corte rotações circunferencial
22 Exemplo: Velocidade de avanço

~
tempo r raio
com acionamento por
w velocidade angular d diâmetro Avanço com eixo roscado,
parafuso roscado
P=5 mm; n= 112/min; V1=?
Exemplo:
v1 = n•P = 112 - 1-_ -5mm = 560 m~
Polia, d= 250 mm; n = 1400 min-1; v = 7; oo = ? mm min
com passo P

Transformação: n=1400min -'= 1400 = 23,33s_, Velocidade angular 11ço po r 3 2 Exemplo:


60s , 11111 1lheira Velocidade de avanço
oo=2·1t•n ~ - --+---+----.,--, Avanço por cremalheira
v =n •d • n=n • 0,25 m • 23,33s-' =18.JW, n = 80/min; d= 75 mm; v, =? da cremalheira

"' = 2 • n • n = 2 • n • 23,33 s- 1 = 146,6 s- 1 vt =n•d •n = n -75 mm-80- 1-.


- 1-. = min- 1 = - 1- m1n Vf=n-z-p
mm 60s
= 18850 mm = 18,85 ~ v1 =n-d-n
Para velocidade de corte com movimento de corte mm mm
circular, ver página 35.
z

Movimento uniformemente acelerado V locidade de corte, velocidade circunferencial


Movimento acelerado linear Vc velocidade de corte
luoldade de corte Velocidade de corte
Diagrama velocidade - tempo O aumento da velocidade por segundo é chamado O seguinte se aplica à v velocidade circunferencial
de aceleração e uma diminuição de desaceleração.
Queda livre é o movimento uniformemente acelera-
aceleração a partir da
posição de repouso ou
d
n
diâmetro
número de rotações
1 Vc = n •d• n

t do no qual a aceleração gravitacional está agindo.


v velocidade final (com aceleração) ou velocidade
à desaceleração para
posição de repouso. 42 Exemplo:
:,. inicial (com desaceleração) Velocidade
Velocidade final Torneamento, n = 1200/min; d= 35 mm;
Q) circunferencial
-o s deslocamento t tempo ou inicial
Vc =?
1
~
"'
-o a acelereção g aceleração gravitacional
ve = !C·d-n = n -0,035m-1200 ~mm
V=1t·d • n
L - - - ~1

_Q V locldade
Q)
1ºExemplo: = 132 ~
> 2 3 4 s 5 , Ir u,1feren c mm
Tempo t---- Objeto, queda livre a partirdes= 3m; v =? .
a =g=9,81~ Deslocamento com
aceleração ou
Diagrama deslocamento - tempo V locldade média com mecanismo de manivela
v = ~ = ✓2-9,81 m/s2 -3m = 7,7~ desaceleracão

/!,J
Vm velocidade média

~
n número de cursos duplos Velocidade média
2º Exemplo:

Veículo, v = 80 km/h; a = 7 m/s 2


s comprimento do curso/elevação
1.____
= 2 · ____..
Vm n S•
s = 1-,a,t2 ~ n~ Exemplo:
Distância de frenagem s = ? 2
Transformação: v = 80 km= 80000 m = 22,22'!1.
- V
m A Serra de arco elétrica
s = 280 mm; n = 45/min; Vm =?
h 3600s s v'
s=--
V =~ 2· a vm =2 · S· n = 2 ·0,28 m -45 __!_
= ~ (22,22 m/s)2 3S,3 m mm
5
Tempo t ---- 2 -a 2-7m/s2 =25.2~
mm
Física: 2.2 Forças 37
36 Física: 2.2 Forças

lipos de forças f Momento de giro, Alavancas, Força centrífuga


Composição e decomposição de força Momento de giro e alavancas
F 1, F2 forças componentes O braço efetivo de alavanca é a distância entre o fui - •M•o•m
- e.n•tº- - - - - - ,
Para os seguintes e~mplos
Mk:10 mm 1 magnitude do vetor (comprimento)
F, força resultante M, esca la de forças
cro e a linha de aplicação da força. Em peças girató-
rias em forma de disco, o braço de alavanca corres- ...
1
.-------~
M = F. l

~
Representação de forças ponde ao raio r.
As forças são representadas por vetores. O compri- M Momento F força
Princípio de alavanca
mento do vetor corresponde à magnitude da força F. 1 Braço efetivo de alavanca
l)uas alavancas
Adição de forças colineares que agem no mesmo sentido t,
I,M1 Soma de todos os momentos anti-horários
I,M, Soma de todos os momentos horários 1
Exemplo: F1= 80 N; F2 = 160 N; F, =?
F, = F1 + F2 = 80 N + 160 N = 240 N
Subtração de forças colineares que agem no sentido
rf&-l: Exemplo:
Alavancas em ângulo, F1 = 30 N; 11 = 0,15 m; 12 =
0,45 m; F1 =?
Princípio de alavanca
com apenas 2 forças
aplicadas
Subtração
oposto
Exemplo: F1= 240 N; F2 = 90 N; F, = ?
F = Ei.:.!,_ = 30 N - 0,15 m
2 11 0,45 m
ioN 1F 1 · /1 = F2 · 12
F,= F1-F2=240 N-90 N = 150N

Composição e decomposição de forças cujas Resolução de um diagrama


Forças de apoio
Adi ção/Composição
linhas de ação se interceptam: de forças, por adição ou de Exemplo para forças de apoio Um ponto de apoio é considerado fulcro para cálcu- Princípio de alavanca
Exemplo de composição gráfica
composição (vetores de força l lo de forças de apoio. 1~ I.M1 = I,M,
FA, F8 forças de apoio .
F1 = 120N; F2 = 170N; y=118º; Formato do Função trigo- 1, 11, 12 braços efetivos de alavanca F1, F2 forças
M, = 10 N/mm; F, =?;Medido: 1= 25 mm diagrama de nométrica
forças requerida Exemplo:
F, = l - M, = 25 mm • 10 N/mm = 250 N Força de apoio em A
14 Ponte rolante, F1 = 40 kN; F2 = 15 kN; 11 = 6 m;
Deco mposição
Exemplo de decomposição gráfica
Diagrama de seno, 12 = 8 m; I= 12 m; FA = 7
forças com cosseno, F2 t, Solução: ponto de giro selecionado -B; a força FA
F = F, · 1, + F, · 12 •••
ângulos retos tangente A 1
F, = 260 N; a= 90º; /3= 15º; M, = 10 N/mm; está na extremidade livre da alavanca.
F1 = ?; F2 = ?;Medido: 11= 7 mm; 12 = 27 mm Diagrama de Lei de senos, A
FA F,• l ,+F,-12 = 40kN-6m+15kN-8m = 30kN
FA t
F1 = 11 • M, = 7 mm• 10 N/mm = 70 N forças com Lei de
F2 = 12 · M, = 27 mm• 10 N/mm = 270 N ângulos cossenos F,; lF, 1 12 m
oblíquos
Forças na aceleração e desaceleração M omento de giro em acionamentos por engrenagem
É necessária uma força para acelerar ou desacelerar O braço de alavanca em uma engrenagem cor- Torques
uma massa. Força de aceleração responde à metade de seu diâmetro d. Ocorrerão
F força de aceleração
m massa
a aceleração 1 F=m-a
torques diferentes se duas engrenagens de engate
não tiverem o mesmo número de dentes.
Engrenagem de Engrenagem
Exemplo: 1N = 1kg -~ acionamento acionada
Fu 1 força tangencial Fu 2 força tangencial
m = 50kg; a=3~; F=? M 2 momento de giro
M 1 momento de giro
d 1 diâmetro d 2 diâmetro
F = m · a= 50 kg· 3 ~ = 150 kg·~ = 150 N z 1 número de dentes z2 número de dentes M 2 = i- M 1
s s
n 1 número de rotações n 2 número de rotações
Peso i relação de transmissão

H~g A gravidade gera uma força ou peso sobre uma massa


FG, G peso
m
Exemplo:
massa
a aceleração gravitacional

Viga de aço, m = 1200 kg; FG =?


d1 d,
Exemplo:
Engrenagem, i = 12; M1 = 60 N • m; M2 =?
Af:2 = i. M 1 = 12 · 60 N · m = 720 N · m
Transmissão em engrenagens: página 259

FG = m-g=1200kg-9,81_117_ = 11772 N Força centrífuga


~ 1N Cálculo de massa:
s' página 31 Força centrífuga Fc é gerada quando uma massa é
deslocada sobre um percurso curvilíneo, ex.: uma Força centrífuga
Forças de molas (lei de Hooket circunferência

t 4rv o - ~- - ~
A força e a expansão linear correspondente de uma
mola são proporcionais dentro da faixa de elasticidade. Força da mola
Fc força centrífuga
mmassa
rovelocidade angular
v velocidade circunferencial F, = m • r- ro 2
"- :Jo~ F força de mola s deslocamento da mola rraio
t 700
R constante da mola
Exemplo: Mudança na força
Exemplo:
Pá de turbina, m = 160 g; v = 80 m/s;
fj 100 da mola d= 400 mm; F,=?
Mola de compressão, R = 8 N/mm; s = 12 mm; F =?
11 1 () O 10 70mm40 !'lF = R- !'ls F = m. v' = O, 16 kg · (80 m/s)' 5120 ~ = 5120 N
F = R- s = 8 __!',[_ 12 mm = 96 N z r 0,2 m s2
ll11N lfll 111111 11[0 s- - mm
38 Física: 2.3 Trabalho, Potência, Eficiência Física: 2.3 Trabalho, Potência, Eficiência 39

Trabalho e Energia 1 Máquinas simples


Trabalho mecânico, trabalho de levantamento e trabalho de atrito Polia fixa 11 Polia móvel1l
O trabalho é realizado quando uma força age ao longo de Trabalho
uma distância. •,--------.
W=F-s F - 5,___
2
F força no sentido de percurso W trabalho ~-------~ 1 -

Fw, W peso s distância Trabalho de


FR força de atrito s, h altura de levantamento levantamento
FN força normal µ coeficiente de atrito s1 = h
s1 = 2 · h
1• Exemplo:
F = 300 N; s = 4 m; W =? Trabalho de atrito
W= F · s = 300 N . 4 m = 1200 N . m = 1200 J

2ºExemplo:
1 J= 1 N · 1 m Talha 11 Plano inclinado1l
Trabalho de atrito, FN = 0,8 kN; s = 1,2 m; µ = 0,4; kg-m 2
W=? =lW - s=l - s-2- a ângulo de inclinação
W= µ- FN · s= 0,4 · 800 N · 1,2 m = 384 N · m = 384 J 1 kW- h = 3,6 MJ n nº de cordas, nº de polias
Energia potencial

1 1101·010 potencia l Energia de mo la A energia potencial é o trabalho armazenado (energia


armazenada, energia de mola) Energia potencial
F
Ep, WP energia potencial
Fw, W peso
R constante da mola
S,h percurso, altura de
1 Wp = F- s s1 = n • h
levantamento, queda,
deslocamento de mola Energia de mola
(/)

Exemplo:
Martelo de queda, m = 30 kg; s = 2,6 m; WP =?
1 w,= R/ Cunha 11 Parafuso1l

WP= /;; · S=30kg -9,81~-2,6m=765 J f3 ângulo de inclinação p passo da rosca


tang fJ inclinação l braço de alavanca
Para 1 giro completo
Energia cinética
A energia cinética é a energia de movimento. Energia cinética -
Ek, Wk energia cinética ou trabalho v velocidade movimento linear
()) velocidade angular mmassa
W= m-v' F=
2
~
tan{J s1 = 2 · 1t - l
J momento de inércia k 2 L'.'.l 1 :x"' tan p

Exemplo: s2 = s1 - tan/3
: ; ~ \~rotação) Martelo de queda, m = 30 kg; s = 2,6 m; Wk =? Energia cinética -

l
s,
v=~ = ✓2-9,81 m/s2 -2,6m =7,14 m/s m 0
•;: ~: ;: ~;,

~
~=m-v 2 = 30kg-(7,14m/s) 2 765 J
2 2 . ,- 2 Monta-Carga 1l/Guindaste Monta-Carga com engrenagem 1 >
comprimento da comprimento da
Regra de Ouro Mecânica manivela manivela
d diâmetro do tambor d diâmetro do tambor
"O que é ganho em força é perdido em distância". "Regra de Ouro" da
nK número de giros da
F, relação de
W1 trabalho realizado W2 trabalho efetivo Mecânica manivela transmissão
F1 força aplicada F2 força efetiva
s1 deslocamento da força F1 s2 deslocamento F,-1-i = FG-d
da força F2 2
FG, Gpeso 1/ grau de eficiência
h altura de levantamento . z,
l=-
z,
Exemplo: .e:
li
Considerando o atrito (/)~
Dispositivo de levantamento, F8 = 5 kN; h = 2 m;
F1 = 300 N; s = ?
s=F0 -h 5000N - 2m 33,3m W = W,
, 1/
'F, 300N 11 As fórmulas se aplicam na condição hipotética sem atrito, onde o trabalho efetivo l½ é igual ao trabalho realizado W1_
40

Potência em movimento linear


Física: 2.3 Trabalho, Potência, Eficiência

Potência e Eficiência

Potência é o trabalho por un idade de tempo


,Força de atrito
Física: 2.4 Atrito

Tipos de atrito, Coeficientes de atrito

A força de atrito resu ltante depende da força normal FN


41

Potência Atrito estático, atrito


deslizante e do: Força de atrito para
P potência s des locamento no sentido da força
tipo de atrito, i.e ., atrito estático, deslizante ou de atritos estáticos e
W trabalho t tempo ro lameRto deslizantes
v velocidade
1ºExemplo: 1 :R
rN
T condição do atrito (cond ição de lubrificação)
rugosidade da superfície
par de materia is envolvidos
1 FR=µ-FN
1
Emp il hadeira, F= 15 kN; V= 25 m/m in; P =?
Estes efeitos são incorporados no coeficiente de atrito µ,
P=F -v=15000N- 260
5 m = 6250 N -m = 6250 W =6,25kW P = F- v Atrito estático, atrito determ inado experimentalmente.
Força de atrito para
s s deslizante FN fo rça normal f coeficiente de atrito rolante atrito de rolam ento 11
µ coeficiente de atrito

~
FF força de atrito
2• Exemplo:
r ra io
Guindaste eleva máquina-ferramenta, m = 1,2 t; FR = ~
s= 2,5 m; t = 4,5 s; P = ? 1W =11
,,
1° Exemplo:
Mancai deslizante, FN = 100 N; m = 0,03; FR =?
1 f
1
FG = m · g= 1200 kg· 9,81 m/s2 = 11772 N =1 N~m
fii = m · FN = 0,03 · 100 N = 3 N
P= Fc· s _11772 N. 2,5 m 6540W=6.SkW 1 kW =1 ,36 PS
t 4,5 s Atrito de rolamento
2• Exemplo

~·; ~
Para potência em bombas e ci lindros, ver página 371.

~
Roda de guindaste em tril ho de aço, FN = 45 kN; 11 causado por defor
Potência em movimento circular d = 320 mm; f= 0,5 mm; FR =? mação elástica entr
o corpo do ro lo a
F - ~ _ 0,5mm-45000N
P potência s deslocamento no sentido da força
M Momento de giro t tempo
Potência
,1 ,- r - 160mm 140,6 N superfíci e de
rolamento
F força n número de rotações P = F· v
v velocidade velocidade angular
Coeficientes de atrito (valores para orientação)
Coeficiente de atrito Coeficiente de atrl Io
Exemplo:
Par de materiais Exemplo de aplicação estáticoµ deslizante µ,
Ac ionamento por correia, F= 1,2 kN; d = 200 mm; Seco Lubrificado Seco Lubrilicn<lo
n = 2800/m in; P=?
P=F·rt·d-n Aço/aço Guia de morsa 0,20 0,10 0,15 0,10 ...0,06
P = M- co Aço/ferro fundido Guia de máquina 0,20 0,15 0,18 o, 10 ... 0,00
º
= 1,2 kN · rr. • 0,2 m · 280 = 35,2 kN . m = 35,2 kW
60s s ou
Aço/l iga Cu-Sn Eixo em mancai deslizante maciço 0,20 0,10 0,10 0,06 ... 0,0 21
==:> Aço/liga Pb-Sn Eixo em mancai deslizante multicamada 0,15 0,10 0,10 0,05 ... 0,0 · 71
V Transformação numérica : Potência Aço/po liamida Eixo em mancai deslizante PA 0,30 0,15 0,30 0,1 2 ... 0,03'1
Usando M em N. m, n em 1/min Aço/PTFE Manca i para baixa temperatura 0,04 0,04 0,04 0,04 21
M -n Aço/revestimento para fricção Freio com sapata 0,60 0,30 0,55 0,03 .. .0,02
Resu ltado: P em kW P = --
9550 Aço/made ira Peça em um pedesta l de montagem 0,55 0,10 0,35 0,05
Potência de corte em máquinas-ferramentas: páginas 299 e 300 Madeira/madeira Blocos de contracamada 0,50 0,20 0,30 0,10
Eficiência Ferro fundido/liga Cu-Sn Cunha de ajuste 0,28 0,16 0,21 0,20 ... 0,1 0
Borracha/ferro fund ido Correias em uma polia 0,50 - - -
Potência Potência Por eficiência entende-se a relação entre potência outra- Grau de Eficiência Elemento de ro lamento/aço Mancai de rolamento31, gu ia31 - - - 0,003 ... 0,001
de entrada de saída ba lho efetivo e potência ou trabalho rea lizado. 2) A importância do pareamento de material dim inui com a velocidade crescente de des lizamento e a prese nça de a trito
P, potência de entrada P2 potência de saída misto e viscoso.
PM, = P, PG, = P, 3)
W, trabalho realizado W2 traba lho efetivo Os cácu los são re.alizados como no caso de atrito estático e deslizante, apesar do movimento de rolar.
71 eficiência total 1/1, 712eficiências parcia is
w, Coeficientes de atrito de rolamento (valores para orientação)
11=- -
Engre- w, Par de materiais Exemplo de aplicação
1,;oeticiente de atrito de rolamento
femmm
nagem Exemplo:
Motor Aço/aço Roda de aço sobre um tri lho de aço 0,05
Acionamento, P1 = 4 kW; P2 = 3 kW; ri,= 85%; ri=?; Borracha/concreto Rodízios sobre piso de concreto 0,15
Eficiência total
TJ 1 TJ, ri,=? Borracha/asfalto Pneus de carro sobre rua 4,5
'-----v------'
P 3kW
11=t= 4kW =0,75; 1/ =!]_= 0,75 =0,88 e; ,,
TJ = TJ, " TJ, 1
2 71, 0,85 Momento de atrito e potência de atrito em rolamentos "
Eficiências (valores aproximados) Momento de atrito
M momento de atrito µ coeficiente de atrito
Usina termoelétrica - lignita 0,32 Veículo com motor a Diesel Rosca 0,30 FN força normal d diâmetro
FN p potência de atrito
Usina te rmoelétrica - carvão mineral 0,41 (carga parcial) 0,24 Engrenagem 0,97
n número de rotações M= ~
Usina termoelétrica - gás natural 0,50
Turbina a gás
Veículo com motor a Diese l
(carga total) 0,40 Engrenagem he licordal
(rosca sem-fim) i = 40
f ~ Beispiel:
1 2
1
0,38 Motor a diesel grande 0,65
Turbina a vapor (alta pressão) 0,45 (carga parcial) 0,33 Roda atritada 0,80 .JJ Eixo de aço em um mancai liso Cu-Sn, µ = 0,05;
FN = 6 kN;
Potência de atrito
Turbina a água 0,85 Motor a diesel grande Cor reia 0,90 FR= µ-FN d= 160 mm; M= ?
(carga total) 0,55 I P=µ•Fwn - d•n l
Cogeração (força e calor) 0,75 Motor trifásico - corrente alternada Correia trapezoida l 0,85 M= µ-FN -d= 0,05- 6000 N. 0,16m
0,85 24N-m
Motor otto (a gasolina) 0,27 Máquina-ferramenta 0,75 Engrenagem hidrostática 0,75 2 2
42 Física : 2.5 Pressão em líquidos e gases Fís ica: 2.6 Res ist ênc ia de Materiais 43

1ipos de Pressão Corgas, Solicitações, Caracteríticas quantitativas de materiais, Tensão-limite


,.
Pressao
1 os de carga
p pressão carga estática Carga dinâmica
A área Pressão
A F fo rça em repouso pulsante alternada

Exemplo:
1 P=f
jM_ -~1
~1~ ~


F= 2M N;êmbolo - d =400m m;p = ? Tempo
Unidades de pressã o
,ro
,ro VJ ~
F 2000000 N ~ fiiO
P =A 1t • (40 cm)'

4
1591 _l'i,
cm
= 159,1 bar
1 Pa =1~ = 0,00001 111 11
m
1~ ~ 1-

] O Tem o - - - o Tempo--- o
Para cálcu lo de hidráulica e pneumática, 1 bar = 10 __!!_ = O,1 N u
ver pág ina 370 cm 2 1111 11
f ..o do carga 1 Caso de carga li Caso de carga Ili
1 mbar = 100 Pa = 1 hPn
/\ 11111uni lu de e o sentido da carga A carga aumenta pa ra um va lor má- A carga se alterna entre um va lor máxi-
Sobrepressão, pressão de ar, pressão absoluta
p,u 111n nocem os mesm os, p . ex., ximo e em seg uida diminui até zero, m o positivo e um negativo de igua l
p,1111 lllTlfl carga sobre co lu nas. p. ex., cabos de gu indaste e molas. magnitude, p. ex., para eixos giratórios.
Pe Sobrepressão
Pamb pressão do ar (ambiente, circu ndante)
o llpoa de solicitação, características quantitativas de materiais, tensão-limite
Pabs pressão abso luta
J 2 +1 '"'gi
~ Características quantitativas de materiais
a. Tensaõ-limite <fnm
ba r bar A $obrep ressão é positiva, se Pabs > Pamb e negativa Valores•
~ para caso de carga
.D se Pabs < Pamb (vácuo) . lt1111tl solicitação Tensão limite para
o Pressão
(J) ~ Resistência deformação Deformação
o -v----r--- do ar Pamb = 1,01 3 bar • 1 b, t 1 li Ili
o ti "' o,' Exemplo: plástica
:,
'"'"'o
<1> - ""'
~

a. " •
~ e O.:
P amb (pressão do ar padr o ) ,-
h Tração Resistência Li mite de A longa- Material Resistência Resistência
.o o"' Pn eus de carro, Pe = 2,2 bar; P amb = 1 ba r; Pabs = ?
""'.o o

V
~
u, à t ração elasticidade mento Dútil Frág il à tração à tração
o.."' _1 ~ ·m ·E Vácuo Pabs = Pe + Pamb = 2,2 ba r + 1 ba r = 3,2 bar alternada
Rm Re e (aço) (ferro pu lsante
Pressão hidrostática, flutuação/impulsão
A longa- fu ndido) Ozsch u,w
Limite de me nta na
elasticidade Re Rm
rupt ura
Pe pressão hidrostática, pressão inerente Pressão hidrostática 0,2% R po,2

FA força de flut uação


V vol ume deslocado/
g aceleração gravitacional
Q densidade do líq uido .
1
Pe = g · Q · h
Rpo,2
A

1 Htl lflt ssiio Compres- Resistência Lim ite de Reca lque Material Resistência Resistência

o
submerso h profundidade do líquido são à compres- com p ressão Dúti l Frág il à compres- à co m pres-
l'\J
O"c são O"dF reca lque na (aço) (ferro são pul- sã o
Força de flutuação
O"dS resistênc ia ruptura f undido ) sante altern ada
Exemplo: a reca lque CfctSch O"dW
êds O"dF O"dB
0,2%
Qua l é a pressão em uma profund idade de ág ua O"do,2
de 10 m? . O"d Q,2

P. = g · Q · h = 9,81 fl½ ·
1000 kg, . 10 m g = 9,81 ~ = 10 ~
s m
1 ~~ li Flexão Resistê ncia Li mite de Flexão Lim ite de Resistência Resistência
= 98 100 ~ = 98100 Pa = 1 bar O"b à f lexão flexão f fl exão à fl exão à flexão
m .52 Va lores de den sidad altern ada
pu lsante
página 11 7
1
JF O"bS O"b F
O"b F O"bSch O"bW
Mudança de pressão em gases
- i

Condição
Compressão
1 Cond ição 2
Condição 1
Pabs1 pressão absol uta
Condição 2 Lei de gás ideal 1 ·-
Pabs2 pressão absoluta
11 ll1111 11011to Cisa lha- Resistência Resist ência a

~
r~_!
p abs2
V1 volume V2 volume Pabs, · v; = ~~ m en ta a cisalha- cisa lham ento
V, T2 T1 temperatura abso luta temperatura T, T,
T2
'•
menta - - <as - -
absoluta <as
Casos especiais:
Exemplo:
temperatura con$ton1c
Um com pressor aspira V1 = 30 m 3 de ar a To rção Resistência Limite de Ângu lo de Li m ite de Resistê ncia Resistência
Lei de Boyle-Mariotte t, = 15ºC e comprime para V2 = 3,5
Pabs1 = 1 ba r e
m3 e t2 = 150ºC.
1Pabs1 · V, = Pob , ' V~ 1 ' *' li
r, à to rção torção torção torção à torção à torção
5r--.---,---,----,-~ r,s t 1F 'P 'tF
pulsante alternada
bar Qua l é a pressão P abs 2? <tw
Volumo con tant 1 'tSch

t:
~ . 2 1--1---t......., ~
Cá lcu lo de temperaturas ab so luta s (pág in a 51):
T, = t 1 + 27 3 = (1 5 + 273) K • 288 K
T2 • t 2 + 273 • (1 50 + 27 3) K • 423 K
M
,J
'"' . B1111 ·~ '2.. . 11 1111 1111n1 hf O 1" 111 1)< nn l~o I l n lo Resistência a
fil P111na
T, · V, 111 111 ,1 0 r, 011qJo nn om p nam ento
ct o ' --'--..!...-'-
º 1 ')
1 linr . O m' , ~i
K 1:', Ll r
bl - ) 1
Pk li \ tll O
!~ ti
- - Oko - -
11/l '
V11 /\11 11 11 V ~
1 111 1
li
Física: 2.6 Resistência de materiais 45
44 Física: 2.6 Resistência de materiais

Propriedades de resistência mecânica, esforços permissíveis, • Esforço de tração, Esforço compressivo, Pressão superficial
fatores de segurança Solicitação por t ração
Propriedades de resistência mecânica com carga estática e dinâmica1l O cálculo da tensão permissível aplica-se apenas à Tensão de tração
F carga estática (Caso de carga 1).
Tipo de- solicitação

Caso de carga 1
Tração, Compressão

li Ili
Cisalhamento

1 1
Flexão

li Ili 1
Torção

li Ili
cr,
F
tensão de tração
força de tração
R0 resistência à fratura
Rm resistência à tração
1'------e:---'
O"z =s
F

S área transversal v fator de segurança


Força de tração
Limite de Re, Rpo,2 O"zSch a,w 1 tensão de tração Fzu1 força de tração permissível
'íaB C5bF C5bSch <5bW "iF "°tSch Ttw
tensão aiim C5df, C5dQ,2 adSch C5dW permissível permissível

Material Tensão-limite a 1im em N/mm 2


s emplo: 1 fzu1 = CT,zu l ·
Aço de barra redonda, <522 uI = 130 N/mm 2 Tensão de traçoo
S235 235 235 150 290 330 290 170 140 140 120 permissível
(S235JR, v = 1,8); Fzu1 = 13,7 kN; d=?
S275 275 275 180 340 380 350 200 160 160 140
para
E295
E335
295
335
295
335
210
250
390
470
410
470
410
470
240
280
170
190
170
190
150
160
S =~= 13700N 105mm' aço n,
E360 365 365 300 550 510 510 330 210 210 190
ª""'
130 N/mm'
0'11 11 /

d= 12 mm (Tabela p. 10) para


C15 440 440 330 600 610 610 370 250 250 210 ferro
17Cr3 510 510 390 800 710 670 390 290 290 220 Resistência mecânica R0 e Rm, ver páginas 130 a fundido
n
138. Para cálculo do alongamento elástico, ver
Cf,11, I '"
16MnCr5 635 635 430 880 890 740 440 360 360 270
20MnCr5 735 735' 480 940 1030 920 540 420 420 310 página 190.
18CrNiMo7-6 835 835 550 960 1170 1040 610 470 470 350
Solicitação por compressão
C22E 340 340 220 400 490 410 240 245 245 165
C45E 490 490 280 560 700 520 310 350 350 210 O cá lculo da tensão permissível aplica-se apenas à carga
C60E 580 580 325 680 800 600 350 400 480 240 estática (Caso de carga 1).
46Cr2 650 630 370 720 910 670 390 455 455 270 adF tensão de compressão limite F força de compressão
41Cr4 800 710 410 800 1120 750 440 560 510 330 ad tensão de compressão S área transversa l
50CrMo4 900 760 450 880 1260 820 480 630 560 330 Fwi força de compressão permissível Rm resistênci a à tração
30CrNiMo8 1050 870 510 1000 1470 930 550 735 640 375
adzul tensão de compressão permissível
GS-38 200 200 160 300 260 260 150 115 115 90 s v fator de segurança
GS-45 230 230 185 360 300 300 180 135 135 105
GS-52 260 260 210 420 340 340 210 150 150 120 Exemplo:
GS-60 300 300 240 480 390 390 240 175 175 140
Cremalheira feita de EN-GJL-300;
EN-GJS-400 250 240 140 400 350 345 220 200 195 115 S = 2800 mm 2; V= 2,5; Fallow =?
EN-GJS-500 300 270 155 500 420 380 240 240 225 130
F = e, . S = 4. Rm .S
para 1, ,
EN-GJS-600 360 330 190 600 500 470 270 290 275 160 aço 0 11111/
zul dzul V I'
EN-GJS-700 400 355 205 700 560 520 300 320 305 175
_ 4 · 3oo N/mm' . 2800 mm'= 1 344000 N
para
li Os valores foram determinados usando-se amostras cilíndricas com d,; 16 mm, com superfície polida. Eles se - 25 ferro 4 , li
aplicam a aços estruturais com recozimento normal ; aços cementados para garantir a resistência do núcleo,
F Resistência ~ecânica ver página 40 e páginas fu nd id o "'''"' \I '"
depois de cementação e refinamento de grão; aços temperados e revenidos. 160-161. ..___
A resistência à compressão do ferro fundido com grafite laminar é ad 8 = 4 . Rm-
Para construções de aço na superfície devem ser usados os valores da DIN 18800. Solicitação por pressão superficial e,
Tensão permissível para-(pré) dimensionamento de peças de máquinas F força A superfície de contato,
p pressão superficial área projetada
Por ra zões de segurança, as peças só podem ser submetidas a uma fração do limite de ten-
são aI;m, que levará à deformação permanente, fratura ou fratura por fadiga. Exemplo:
O"zul tensão permissível Gii m limite de tensão, dependendo do Duas chapas de metal, com 8 mm de espessura ca-
V fator de segurança (tabela abaixo) tipo de solicitação e de carga da são unidas com um parafuso DIN 1445-10h11 x
Tensão permissível 16, x 30. Qua l deve ser a força a ser aplicada, com
Exemplo: uma pressão supe rficial máxima permissível de 280
(projeto preliminar)
Qual é o esforço de tração permissível azul para um parafuso hexagonal ISO 4017 - M12 N/mm 2?
x 50-10.9, se com carga estática for necessário um fator de segurança de 1,5? (5 F = p. A = 280 ____1'1!_ -8 mm - 10 mm
(Jzu1 =7 mm'
a -R -1000 N
lim - e - mm2 ' 09-900
' - N · a
mm2' - cr,,m - 900 N/mm
zzul - - ; - -
2
600___1'!_ 1 1 = 22400N
1,5 mm' Pressão superficial permissível para junção com pinos e parafusos de aço (valor
Para propriedades de resistência mecânica de parafusos, ver página 211 1110 iSO para encaixe Encaixe com peça ara uso 80 P n 1 1 111 n .IU
~- ,..,-, ,!J.-:fi-'
~ por prensa entalhada do llr "'"
Fatores de segurança v para(pré) dimensionamento de peças de máquinas li Ili 11 111 li i Ili
Caso de solicitação 1(estático) li e Ili (dinâmico) ,,on t rac uçt o
1()
o 2 30 ?
Tipo de material Materiais dúteis,
ex.: aço
Materiais frágei s, ex.:
ferro fundid o
Materi ais dúteis, ex.:
aço
M ateri ai frág is, ox.:
f rro fundi d

I iõ" o n, 'ltJ
10
Fator de seg urança v 1,2 ... 1,8 2,0 .. .4,0 3 ___ 411 3.. , 11
11 llc 1t1
11 11 ll1 1t 1
,O
j()
00
10
4ll
'l i 'º
?O
:io
40
4()
'
'10
lll
11

1 ,11, ( 11 / 11 10 111 li 10 1
11 As altas marge ns d og ura nço no ll monGlonom nt d p çn (lll nl() O 1111111 cio f0t ôOO IV lllJ) 11 () 111 10
4i Al i li 1, ~li l i
p n oro ofotto d r duç d r 1 I ll 1 QU lntJ ll O 8 011 1111 lr tn , tlovldn no rrn 111 ,to li , tH 1(p 11 n r,1 1 o l lun/\\111M11
11, v111 p11ul1111 1111
- I' ti r 1 t n 1 , 1 tlvn O 101lllMIO Vil l ) 1111411), 1'11111 v11l11i,1 1ft 111111 l\111(11 11 I111 11111111,1 " lv11i 1h 1\il11 111111111 1,11 11 1111
46 Física: 2.6 Resistência de materiais 47
Física: 2.6 Resistência de materiais

Solicitação por cisalhamento e empenamento k Solicitação por flexão e torção


Solicitação por cisalhamento Solicitação por flexão
A seção transversa l não deve ser cisalhada. Na solicitação por flexão ocorrem tensões de tração e de
Ta tensão de cisa lhamento Tensão de cisalhamento compressão na peça. Calcula-se a tensão máxima de borda;
Tazul esforço de cisalhamento permissível ela não deve sobrepujar a tensão de flexão perm issível.
Tas resistência a cisalhamento Oh tensão de ~ão F força de flexão
Fw1 força de cisa lhamento perm issível Mb momento de fie ão f deformação por Tensão de flexão

S área transversa l v fator de segurança flexão


Exemplo: Tensão de cisalhamento W momento de resistência axial

lr"rm-:--• \,
Pino de trava 6 mm, carga única de cisalhamento, Exemplo:
E 295, V= 3; Fw1 =? Tensão de fl exão per-
Viga IPE-240, , W = 324 cm 3 (pág ina 149), fixada em
uma extremidade, carga concentrada F = 25 kN; m issível Obzul da p. 44.
T = r. 8 390 N/mm = 130 _H__
2 • azul - V
C\
aaw1 v 3 mm2 Compressão l = 2,6 m , ; Ob =?
S n-d' rc -(6mm) 2 F a_ M• F-1 25000 N. 260 cm
283 2
4 4 , mm Força de cisalhamento
permissível
•-w W 324cm 3
N
Cisa lhamento Cisalhamento F'"' = S • r. ""' = 28,3 mm' -130 mm' = 3679 N = 20 061 _li_ = 200 _!'!_
único duplo
Para propriedades de resistência mecânica t as e fatores
1 Fzu1 = S · Ta zu l cm 2 mm2

de segurança, ver página 44. Casos de carga de flexão em vigas


Viga carregada com uma carga
Corte de materiais Viga carregada com uma carga concentrada
uniformemente distribuída
A seção transversal deve ser cisalhada . Resistência máxima a
fixada em uma extremidade fixada em uma extremidade
-rasmax máxima resistência a cisalhamento cisalhamento
F
S área de cisalhamento M = .Ll.
M•= F -l b 2
Rmmax máxima resistência à tração F força de corte
1
Exemplo:
f = ...f..:_J_'_
Punção em uma chapa de meta l com 3 mm de
espessura S235JR; d= 16 mm; F=? Força de corte ~ ' 1
F · 13
f=- -
3· E · l 8- E ·1

Rmmax = 470 N/mm 2 (Tabela pág ina 130) 1 F = S · "a Bmax apoiada nas duas extremidades
"a smaxz 0,8 · Rmmax = 0,8 · 470 N/mm 2 = 376 N/mm 2
S =n-d-s=n-16mm-3mm=150,8mm 2 M-L.l
,- 4
F = S · "aBmax = 150,8 mm 2 · 376 N/mm 2 = 56701 N ..... 1
L =56,7 kN
Resistência mecân ica Rmmax para aços, ver páginas 130 a 138
F
F . 13
f=- -
48· E ·!
olicítação por empenamento !Segundo Euler) 1
e rga e co m p rimentos O cálculo de empenamento de co!unas_ E~ler se aplica fixa da nas duas extremidades fixada nas duas extrem idades
n,p namento apenas a peças finas e dentro da faixa elast,ca da peça.
· ui r) Fkzul força de empena- E módu lo de elasticidade M-L.l
,- 8
mento permissível Resistência máxima a
comprimento momento de área
empenamento .....
F
I li Ili IV comprimento de 2Qgrau
empenamento livre F,w,= E· 1 n'; f
F-1 3 f =_E_:__L
I F F vfator de segurança (em construção de máquina = 3-10) ..__ _ _ _h_·_v_ ___. 192-E·I 384 ·E · I

Exemplo: módulo de elasticidade; valores: página 46 / momento de área (2Qgrau); fórmulas: página 49; valores: páginas 146
Viga IPB200, l = 3,5 m; fixada nas duas extremidades; a 151
V= 10; Fk zu l =?;E= 210000 N/mm 2 = 21 · 106 N/cm 2 Solicitação por torção
(Tabela abaixo); / 11 = 2000 cm 4 r, tensão de torção
M, momento de torção
rc 2 • 21 -10 6 _li_ -2000 cm• Wp momento de resistência polar
F _ n' -E-I cm'
''"'- 1: · v (0,5 • 350 cm)' • 10 Exemplo:
= 1,35 · 106 N = 1,35 MN
o mprim entos de Eixo, d = 32 mm; M1 = 420 N • m; 'tt = ?
mp nam ente liv res 11 Pa ra m omentos de área (22 grau), ver pág inas 49 e 146-151.
W = n ·d3 rc -(32mm)3 = 6434mm3
Métodos especiais de cálculo são defini dos para aço estrutural Tensão de tração per-
" 16 16
nas normas DIN 18800 e DIN 411 4. missível 'ttzul da pág ina
t, M , • 420000 N ..:.!!!!!'. = 653 ~ 44 ou pág ina 48
M dulo de elasticidade E em kN/mm 2
w;, 434 mm' ' mm'
A o N-GJL- EN-GJL· EN-GJL- GS-38 EN-GJMW- CuZn-40 Llg 1 AI Ll!Jh T1
M,
160 300 400 360-4
p11l111, Vtu li UlilflN A) li I /1
_ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ __.1
100,.. 210 80 ... O 110 , .. 140 170 ... 18 210 170 00 ,.. 100 o... no 11 ... 1 M11111 111 i1 11 tlll 111~IMI 111
48 Física: 2.6 Resistência de materiais Física: 2.6 Resistência de materia is 49

'w
Resistência relacionada ao formato Momentos de área e Momentos de resistência 11
Resistência relacionada ao formato e tensão permissível para solicitação dinâmica Flexão e Empenamento Torção
Formato da
seção transversal Momento de área 12" grau) Momento de resistência Momento de resistênci a
A resistência relacionada ao formato é a resistência à fadiga da seção transversal de um Resistência relaciona- axialW polarWp
componente sob solicitação dinâmica, considerando-se também os efeitos de redução da ao formato
devidos ao formato do componente. Os fatores importantes incluem: (solicitação dinâmica)
o formato do componente
W= rc -d' w =2'..J:f'
p
[=~ 32 16
qualidade da usinagem (rugosidade da superfície)
dimensões do material (espessura do componente)
Sob consideração de um fator de segurança, obtém-se a tensão permissível para compro-
vação da resistência de uma seção transversal de uma peça sob solicitação dinâmica.
ªG resistência relacionada ao formato b 1 fator de condição superficial
'f :::: -rlim"
G
b ,· b2
/3,
~OI I
rc -{D<d')
64
w rc-(0 4 -d 4)
32-D
W= rc-(D' - d')
p
16 -D

~
O"iim tensão-limite de seção transversal b,_ fator de tamanho
não entalhada, ex.: Obw ou Ttsch (p. 44) o(rlwi tensão permissível
13!< grau de efeito de entalhe v0 segurança contra ruptura por fadiga Tensão permissível I = 0,05 - D4 - 0,083 d - D3 W=0,1- 03-0,17 d-02 Wp = 0,2 - D3 - 0,34 d , D
(solicitação dinâmica)
Exemplo:
Eixo rotativo, E335, furo transversal, rugosidade da superfície Rz = 25 m, diâmetro
bruto da peça d= 50 mm, fator de segurança v0 = 1,7; u5 = ?; uw 1 = ?
ubw =280 N/mm' (página 44);

u = ubw. b1 , b2

Uw1=
G {3k
b, =0,8 (Rm = 570 N/mm', diagrama abaixo);
b2 =0,8 (diagrama embaixo); /3,,.. = 1,7 (tabela embaixo)
280 N/mm' · 0,8 · 0,8 105 N/mm'
1,7
UG/vo = 105 N/mm2 /1,7 = 62N/mm 2
v0 _para aço= 1,7
@r l= 0,003 - (D+ d) 4 W= 0,012 - (D+ d) 3 Wp = 0,2 - d 3

~
Efeito de entalhe e fatores deste efeito JJ,.., para aço
Exemplo: distribuição de ten- Seções transversais não entalhadas têm um fluxo de forças não perturbado e, l= 0,003 - (D+ d) 4 W= 0,012 - (D+ d) 3 Wp = 0,006 - (D + d )3
são com solicitação por tração assim, uma d istribuição uniforme de tensão . Mudanças nas seções transversais
geram concentração de linha s de força e, com isso, a picos de tensão. A conse- também se aplica
Tensão
quente redução de resistência é influenciada principalmente pelo formato do
de referência a mais ranhuras
entalhe, mas também pela sensibilidade ao entalhe do matrial.
F em peça não

/
entalhada
/_ Formato do entalhe

Eixo com degrau


Eixo com entalhe circular
Material

S185 ... E335


S185 .. .E335
Fator de concentração

Flexão
de esforço A<

1,5 ... 2,0


1,5 ... 2,2
Torção
1,3... 1,8
1,3 ...1,8
t1:~1 l,=l,=,z
h'
W,= -
6
W= ✓2•h'
'
h'

12
WP = 0,208 - 173

X@
Eixo com ranhura para anel S185 ... E335 2,5 ... 3,0 2,5 ... 3,0
de segurança
5- ✓3-s 4 5-s3 5- ✓3-d' Wp = 0,188 · i3
Ranhura para chaveta no eixo S185 ... E335 1,9 ...1,9 1,5 ... 1,6 l= != - - - W=-=---
' ' 144 ' 48 128
C45E+QT 1,9... 2, 1 1,6 .. . 1,7
5· ✓3•d 4

rm~~q
Ranhura para mola de disco 50CrMo4+QT 2,1 ... 2,3 1,7 ... 1,8 [=[=--- W = ~ = 5 · d' WP = 0,123 - d 3
2,0 ... 3,0 ' ' 256 ' 24- ✓3 64
no eixo S185 ... E335 2,0 ...3,0
Eixo ranhurado S185 ... E335 - 1,6... 1,8

'ÊP
Interface do eixo com o cubo fixo S185 ... E335 2,0 1,5 b-h' W= b-h 2 WP = 1J - b 2 - h
l,="""l"2
'fensão ' 6
F máxima Eixo ou árvore com furo transversal S185 ... E335 1,4... 1,7 1,4 ... 1,8 Valores para 1J veja
h-b' W= h-b'
I,= """l"2 tabela abaixo

,p
em peça Barra chata com furo S185 ... E335 1,3 ... 1,5 carga de tração yb y 6
entalhada 1,6 .. . 1,8
Fator de condição superficial b, e fator de tamanho b:z para aço

-~ t 1,0
09 ~ -- 1,6"'
t
]N
1,0 \
'T,nsãl, corpressão

~ "-+-------+----'f-------+-1
!,=
8-H' -b-h'
12
wx~ 8-H'6-H
-b -h'
W = t-(H + h)-(B + b)
p 2
'6g ::- 0,8' i::::::~-
r-,;:r-,.. _ -
~
4:g 0,9 ---+----+--------< y
b
- l y=
H-8 3 -h-b'
W=
y
H-8 3 -h-b'
10 E 12 6-8
0,8 ......__
~ -~ 0,7 ..,. ..._ 25 ~
e
E ....., k rexã7, tor;ão
B
-e'E ..._ 17i)õ:;:-,,-~ 40 "' E
B ~ 0,6 ...., ~ '"";,-_-,1,' ~c--~,.iip"'l'--1-....
:c _=1 100~ ::t. l'l O, 71----l----l--l---=+~~-j,,.....j.--1 11 Momentos de área (2"-grau) e axial para perfis, ver páginas 146 a 151
"'"05
LL v, '
;D
1'-ll'l~/
g,~
li. a:_" ~B O,6 '----'--'---'---'-----'---'--'----'
1 Valor auxiliar 11 para momentos de resistência polar de seções retangulares
0,4 400 600 800 1000 1200 1400 1 co O 25 50 75 100 125 150 mm200 h/b 1
1 1
1,5 1
2 1
3 1
4 1
6 1
8 1
10 1
6
lL
Resistência à tração Rm em N/mm' - - T Diâmetro do material d ----- TI 1 0,208 1 0,231 1 0,246 1 0,267 1 0,282 1 0,299 1 0,307 1 0,313 1 0,333
50 Física: 2.6 Resistência de materiais Física: 2.7 Termodinâmica 51

Comparação de vários formatos de seção transversal Efeitos de mudanças de temperatura


Seção transversal Massa por Momentos de resistência ou de área por tipo de solicitação Temperatura
unidade de Flexão Empenamento Torção
comprimento As temperaturas são medidas em Kelvin (K), graus Cel-
T
m' w. Wv Imin Wp
373
Ponto sius (Centígrado, ºC) ou graus Fahrenheit (ºF). A escala Temperatura em Kelvin
Formato Designação
padrão kg/m Fator 1 cm 3 Fator 1 cm3 Fator 1 cm3 Fator 1 cm3 Fator1 K
273
+100- de ebulição
ºC da água
O - - Ponto de fusão
Kelvin inicia na mais baixa temperatura possível, o zero
absoluto; a orig:;rm
do gelo.
da scala Celsius é o ponto de fusão 1
T = t + 273
,___ _ _ __ ___,
T temperatura' K t• temperatura em ºC

x©x
do gelo
Barra redonda (temperatura termodinâmica) tF temperatura em ºF
EN 10060 - 100 61,7 1,00 98 1,00 98 1,00 491 1,00 196 1,00 Exemplo: Temperatura em grou
Fahrenheit
t= 20ºC; T =?
y o -273- Zero absoluto
T = t + 273 = (20 + 273) K = 293 K 1 tF = 1,8 · t + 32
Expansão linear, Mudança no diâmetro

,Éf}x y
Barra quadrada
En 10059-100 78,5 1,27 167 1,70 167 1,70 833 1,70 208 1,06 fl 1 coeficiente de expansão linear
/li expansão linear
M, Mi mudança de
!ld mudança no diâmetro
/1 comprimento inicial
Expansão linear

f-------1.,,--------1-.1. 1 . temperatura d 1 diâmetro inicial


Tubo Exemplo:

x~x EN 10220 -
114,3 X 6,3
16,8 0,27 55 0,56 55 0,56 313 0,64 110 0,56
Chapa de aço, 11 = 120 mm;
M=800 ºC;fll=?
fll =a 1 -l, •M
1
a 1 = 0,000012 ~
C
Mudança no díâmotro

1 f:.d = a 1- d1 · M

Para coefi ciento lo


=0,000012~ -120mm • 800 ºC=1,15mm expansão lin ar, v r

xêx
Perfil oco
páginas 116 e 177 .
EN 10210-1
18,3 0,30 67,8 0,69 67,8 0,69 339 0,69 110 0,56
100 X 100 X 6,3 Mudança de volume
y ay coeficiente de expansão flV expansão volumétrica Mudança de volumo
volumétrica V, volume inicial
1f:.V=av-V t

,êx Perfil oco Af, /lO mudança de temperatura 1 -


En 10058 -
16, 1 0,26 59 0,60 38,6 0,39 116 0,24 77 0,39 Para sólidos: a.v = 3 · a. 1
100 X 50 Exemplo:
Para coeficientes de
y expansão volumétrica,
Gasolina, V1 =60 /; av = 0,001ic:; M=32ºC; flV =? ver página 117.

x{Dx 1 Para expansão


Barra chata
fl V =av · \.í ·M=0,001~- 60 l - 32 ºC=1,9/ volumétrica de gases,

,,,
EN 10055-
T100
39,3 0,64 83 0,85 41,7 0,43 104 0,21 - - ver página 42
Retração
y
S medida de retração em % Comprimento do molde
11 comprimento do molde
Perfil T
l comprimento da peça 1-100%
EN 10055- 16,4 0,27 24,6 0,25 17,7 0,18 88,3 0,18 - - l,= 100 %-S
T100 Exemplo:
y Peça fundida de alumínio, l= 680 mm; S= 1,2%; 11 =?
l= /-100% 680mm-100%

xtx y
Perfil U
EN 1026-U100
10,6 0,17 41,2 0,42 8,5 0,08 29,3 0,06 - -
Peça 1 100%-S

=688,2mm

Quantidade de calor com mudança de temperatura


100%-1,2%
Para retração, ver
página 163

xlx
A capacidade de calor específico c indica quanto calor é Quantidade de calor
Perfil 1 necessário para aquecer 1 kg de uma substância em 1ºC.
DIN 1025 -1100 8,3 0,13 34,2 0,35 4,9 0,05 12,2 0,02 - - A mesma quantidade de calor é liberada novamente
durante o resfriamento.
1
0=C•m•.ó.t
y e capacidade de calor específico Q quantidade de calor
e M, !lO mudança de temperatura m massa lkJ=1 kW · h

xj:x y
Perfil 1
DIN 1025-
IPB100
20,4 0,33 89,9 0,92 33,5 0,34 167 0,34 - -
Exemplo:

Eixo de aço, m = 2 kg ; e = 0,48 ___!:!___ ;


AI 800 º ; Q kg- ºC
3600
1kW•h=3,6MJ

Paro ca pa idade d e
11 Fator de referência da barra redonda EN 10060-100 (seção transversal na primeira linh a da tabela) ul Q , , , 11 , t 0,41) kJ , 2 k{J , 000 "
kíJ •" •
70R kJ co loro poclíí o vor
p [1l 11n 11 < 11 / ,
52 Física: 2.7 Termodinâmica Física: 2.8 Eletricidade 53
,
Calor para Fusão, Vaporização, Combustão Grandezas e Unidades Lei de Ohm, Resistência
Calor de fusão, Calor de vaporização Grandezas e unidades elétricas
Para mudar o estado de agregação de substâncias (sólido Calor de fusão Grandeza Unidade "
Ca lo r d e vaporização em líquido e líquido em gás) é necessário calor - o calor
de fusão e o calor de vaporização, respectivamente.
1_
Nome Símbolo Nome Símbolo
Hl =J...'L
Tensão elétrica (voltagem) u Volt V
Q calor de fusão
calor de vaporização
r calor específico de
evaporação
,.__ _ _ _ _ _ __.
Intensidade de corrente elétrica I Ampére ( A 1 1A
1
q calor específico de fusão m massa Calor de vaporização
Resistência elétrica R Ohm ~ Q
Condutância elétrica G Siemens 1 s 1W = 1V - 1A
- Líquido:: 1 0= r- m Energia elétrica p Watt w 1 1

ri fI'
(áJJ!:l~)_:: Exemplo : J"" ',
Lei de Ohm _,.., 'J. ".! ...
Cobre, m = 6,5 kg; q=213 _l<.l.; 0=? íl "" ·-
só lido kg
Para calor de fusão e
u Voltagem em V Intensidade de
(ge lo) I Corrente elétrica em A corrente elétrica
O =q. m=213~. 6,5kg=1384,5kJ=1,4MJ calor de evaporação,
ver páginas 116 e 117 R Resistência em Q
~1ontid ade d e calor O l =_l!_

t luxo de calor
V Exemplo:
R=88Q; U=230V; !=? 1 R
1

O fluxo de calor 0 ocorre continuamente dentro de


uma substância, de temperaturas mais altas para as
Fluxo de calor r u l = !:!_ = 230V = 2,6A
R 880
Para símbolos de cir-
cuito, ver página 351.

mais baixas. Resistência e condutância elétrica


or, - ~ ' i1 1 ·-
O coeficiente de transmissão de calor k considera, junto Resistência
com a condutividade térmica da peça, a resistência à R Resistência em Q

s
transmissão de calor nas bordas da peça.
0 fluxo de calor M, óif Diferença de
temperatura
t,~
e:º
ro 1
G Condutância em S

Exemplo: 1 R =J__
G
1
À condutividade térmica s Espessura do
componente
Fluxo de calor por
transmissão ioo
<J)
0,5 1 1,5 2 S 2,5
R=20Q; G=?
Condutância

,, k coeficiente de
transmissão de calor A área do componente '~--<l>_ =_k _•_A_ ,_~_t_ _.
"cii
Ql
e: Condutância G---
G = 2 = - 1- = 0,()5 S
R 200 1
G= l
R
1
Exemplo:
Para valores de condu- Resistividade elétrica, condutividade elétrica, resistência de condutor "! i\
w .
tividade térmica À.:
/\ <P Vidro protetor, k = 1,9 m 2 _ºC; A= 2,8 m';
ver páginas 116e 117. 12 resistividade elétrica em Q • mm 2/m
M=32ºC; <I>=? y Condutividade elétrica em m/(Q. mm 2) Resistividàde elétrica
Para coeficientes de
<l> = k - A-M=1,9~ -2,8m2 -32ºC = 170W transmissão de calor k, R resistência em Q
m -ºC l A seção transversal de arame em mm 2 1
ver aba ixo. g=-

(. 1lor de combustão
I comprimento do arame em m
Exemplo:
1 y
1
O valor calorífico líquido Hu (H) de uma substância se Calor de combustão de "'
Arame de cobre, l = 100 m; Resistência de
refere à quantidade de calor liberada durante a combus- substâncias sólidas e

-
A = 1,5 mm'; r =0,0179 Q. mm' ; R =? condutor
tão completa de 1 kg ou 1 m 3 daquela substância. líquidas m
Q calor de combustão
1 0 = Hu · m 00179Q-mm'.1oom R=º-.:...1
Hu, H valor calorífico líquido
m massa de combustíveis sólidos ou líquidos
A
-
R=!..:J.= ,
A
m
1,5mm'
1,190

Resistividade elétrica: páginas 116-117.


1 A
1
V volume de gás combustível Calor de combustão
Exemplo: de gases Resistência e temperatura '11 fl•ril r:;j "'
'"i ! 1

Gás natural,v = 3,8 m 3; Hu = 35 MJ; Q =?


m'
1 0= Hu · V Material Valor Tk em 1/K t.R Mudança na resistência em Q Variação de
resistência
Alumínio 0,0040 R20 Resistência a 20ºC em Q
Q = H . V = 35 MJ · 3,8 m 3 = 133 MJ R, Resistência na temperatura tem Q
" m'
Coeficiente de transmissão de calor k
Chumbo
Ouro
0,0039
0,0037
a
M
Coeficiente de temperatura (valor Tk) em 1/K
Diferença de temperatura em K
1 ~R= a• R20 ·M
1
Ylllor olorlflco liquido Hu (H) para combustíveis
para materiais e peças de construção Cobre 0,0039 Resistência na
0 1,1lu1s tiveís Hu Combustíveis Hu Combustíveis Hu Elementos de s w Prata 0,0038 temperatura t
ólldo MJ/kg líquidos MJ/kg gasosos MJ/kg construção mm k m2, ºC Exemplo:
Porta externa, aço 50 5,8 Tungstênio 0,0044 Rt = R20 + ~R
15 ... 17 Á lcool 27 Hidrogênio 10
Resistência de Cu; R20 = 150 ; t= 75ºC; R1 =?
14 ... 18 Benzeno 40 Gás natural 34 ... 36 Janela dupla 12 1,3 Estanho 0,0045
16 ...20 Gasolina 43 Acetileno 57 Parede de tijolo 365 1,1 a = 0,0039 1/K; M = 75ºC - 20ºC = 55ºC à 55 K R1 =R20- (1 + a-M)
Teto de construção 125 3,2 Zinco 0,0042
,0(11 10 30 Di esel 41 ... 43 Propano 93 R,= R20 · (1 +a· M)
Painel de isolamento 80 0,39 Grafita -0,0013
1lt 11l 1r1 30 ... 34 Óleo 40 ... 43 Butano 123 = 150 · (1 + 0,0039 1/K · 55 K) = 182,2
térmico
co m bustível Constantano ± 0,00001
54 Física: 2.8 Eletricidade Física: 2.8 Eletricidade 5

Densidade de corrente, ligação em série e paralela de resistores Tipos de corrente

~~ 4
1

-~~ 2
º11I
Densidade de corrente em condutores
4°"nsidade de corrente permissível J Densidade de corrente em Nmm 2
1
"'';; ~ _ ___ _
_
l Corrente elétrica em A
A Seção transversal do condutor em mm'
Exemplo:
A=2,5 mm'; /=4 A; J=?
Densidade de corrente
Corrente contínua 1 ) (CC, símbolo-), tensão contínua CC

t
::i ~--------
t ---
A corrente contínua flui apenas em um sentido e Intensidade do
mantém um nível constante. A tensão também é corrente elétrico
constante.
I Corrente elétrica em A
U TensãoemV
1 / = co nsta n t
Tensão
J
Tempo em s
.E~ O O 1 2 3 4 mm' 6 A A
J=l.=_L_=1,6- ""' ~-------- U = co n to 11I (
~~e6o~d~fJ~í transversal___._ A 2,5 2 2 mm mm t --- 11 DC - Direct Current (em inglês)

Queda de tensão em fios Corrente alternada 2> (CA, símbolo ~), tensão alternada
Ua Queda de tensão no condutor em V Queda de tensão Duração de ciclo e Freqüência
U Diferença de potencial entre os term inais em V
Uv Tensão disponível em V 1 Ua = 2 · I · Ru9 Enquanto a tensão muda continuamente em forma Duração do
ciclo/porlodo
de seno ide, os elétrons livres também alternam con-
l Intensidade de corrente em A tinuamente seu sentido de fluxo.
RLtg Resistência do condutor (nos dois sentidos) em Q T
f Frequência em 1/s, Hz
Tensão disponível
T Período em s
ruFrequência angular em 1/s Froqu nol ,
I Corrente elétrica em A
Circuito com resistores em série U Tensão em V

-
Tempo em s
1R Resistência total, resistência equivalente em Q Resistência total Froqu n ln n 1111· 1
I
l Corrente total em A Exemplo:
(ti • ?. • 11 • /
U Tensão total em V
R1, R2 Resistências individuais em Q Frequência 50 Hz; T =? li
1,1
I,, 12 Correntes parciais em A Tensão total T= - 1-=002s 1
50} '
U1, U2 Tensões parciais em V
1 U = U, + U2 + .. · 1 21 AC-Alternating Current lem inglês)
1 H 11 1 • 1 1l1 1/
1 pod cio 1101 1111 11111 l11
Exemplo:
Corrente total
1--------------------------------
Va lo r máximo e valor efetivo de.fluxo e tensão
R1 =10Q; R, =20Q; U = 12V; R=?; !=?;
u, =?; =? u, Imax Valor máximo da corrente elétrica em A
R =R, +R, =10Q+20Q=30V fett Valor efetivo da corrente elétrica em A
Umax Valor máximo da tensão em V
I =~ = ~ = 0,4A
u R 30Q U0 tt Valor efetivo da tensão em V (tensão qu e pro-
U, =R, -l =10Q -0,4A = 4 V
U, =R, ./ =20 Q. 0,4A = 8 V tt
::i .....
duz a mesma potência que uma tensão co ntí-
nua idêntica através de um resistor ôhmico )
Corrente elétrica em A

u
l
Circuito com resistores em paralelo U Tensão em V
Tempo em s
R Resistência total, resistência equivalente em Q Resistência total
/ Corrente total em A
Exemplo: J . 11..1, 1
U Tensão total em V t --- Ueff = 230 V; Umax =?
R1, R2 Resistências individuais em Q
I,, I2 Corrente parcial em A
Umax =fz · 230 V = 325 V
..
il, U1, U2 Tensões parciais em V

Exemplo:
R" = R,-R,
R, +R, Corrente alternada t rifásica
A corrente t rifásica é ge rada a partir de três tensõ s
Voltagem total alternadas, defasa das em 120º.
R, =15Q; R, =30Q; U=12V; R=?; l=?;
1
~- R,I l R,
1, = ?; 12 = 7
U Vo ltagem em V
T J, . U1111 1
1 R = R, -R, = 15Q-30Q
R, +R,
I =~= 12V =1,2A
15Q+30Q
10V Corrente total
t
::i
L1
2
L

~
R 10Q
u u, u, I = ~ = ~ = OBA· I = !:'.i._ = ~ = 04A Corrontos porciol
U0 11 n lo oloi lvn 0111 111o f o <lfl 1, ,
1 R, 15Q ' ' ' R, 30 Q ' 11 o fio 1H 111 1o • OV
11. 11 , , 11 /1(1 1 foi Vi i Ol lll ll li 11111 l lo
11 Usar sta fórm ul H o,no nto om dol r lmor o,n 11t lli NI A~{) V
p m iolo no ir ul10.
56 Física: 2.8 Eletricidade Índice 57

Trabalho Elétrico e Potência, Transformadores - f 3 Comunicação Técnica


Trabalho elétrico 3.1 Construções geométricas básicas
W Trabalho elétrico em kW. h Trabalho elétrico Linhas e ângulos ......... .................................................... 58
P Potência elétrica em W Tangentes, Arcos circulares, Polígonos .. ..... ........... ...... 59
t Tempo em h W=P· t Círculos inscritos, Elipses, Espirais .............................. 60
Exemplo: Ciclóides, Curvas evolventes, Parábolas ......... ...... ..... .. 61

1~~~1 Chapa quente, P= 1,8 kW; t= 3 h;


3.2 Gráficos
INº = 1
W=?em kW. h e MJ
W= p. t= 1,8 kW · 3 h = 5,4 kW · h = 19,44 MJ
1 kW · h = 3,6 MJ
= 3600000 W. s tJ tFfilJj
> Temperatura ~
Sistema de coordenadas cartesianas ....... ... .... ... ..... .. ... 62
Tipos de gráfico .............. ... ...... ........ ..... .. ... ......... ...... ... ... 6

Potência elétrica com corrente contínua e corrente alternada ou trifásica sem indução1l 3.3 Elementos de desenho técnico
Corrente contínua ou alternada P potência elétrica em W Potência com corrente
~~::sr~·~··~·~~~·~·;i~~;;;~·,-·ii~;G~;~·;~·~·.·.·.·.·.·.·.·.·.·.·.·.·,-.·.·.·.·.·.·.·.·.·.·.
----I U tensáo em V
/ corrente elétrica em A
R resistênci a em Q
contínua ou alternada

P= U. I
Folhas de desenho .... .. ..... .. ~
!.~'... ....... ................... ,..... ..
Tipos de linhas ................................... .. ... ........... ..... ..... .. . 67
1• Exemplo:
3 .4 Representação em desenho
u Lâmpada incandescente, U = 6V; /=5A; P=?; R=? Métodos de projeção ..................................................... 69
R P = U·/ = 6V •5A = 30W Vistas ................................ .................... .... .... .. ... .. .... .. .... .. 71
Vistas de seções ............. .. ....... ... ..... .. .. ......... ..... .... .. .... ... 7
R = JJ. = 6 V = 1,20
Corrente trifásica / 5A Hachuras/Sombreamento ....... ........ ..... ....... ., ... .............. 7
2 2 Exemplo: 3.5 Inserção de dimensões
Potência elétrica com
corrente trifásica Regras de dimensionamento .. ........................... .. ......... 7
Chapa de fogáo elétrico, corrente trifásica,
Diâmetros, raios, esferas, chanfros, inclinações,
U = 400V; P = 12kW;/ = ?
I=~

p -= 12000W =l 7,3A
3.u ✓ 3.400v
1 P=Í3· LJ . J
estreitamentos, dimensões de arco .... ..... .......... ..... ..... 7fJ
Especificações de tolerância ... .. ...... .......... ... ... .... .......... 80
Tipos de dimensões .. .. .. ...... ...... .... ......... ........ ..... .. .... ..... 81
/ 11 i.e. apenas para dispositivos de aquecimento (resistores ôhmicos} Simplificação de desenhos ............. ......... .... ...... .. .......... 8'
Potência elétrica com corrente alternada e trifásica com componente de carga indutiva2l 3.6 Elementos de máquinas
Corrente alternada Tipos de engrenagem .......................... .............. ... ......... 84
P Potência elétrica em W Saída de energia
...J ~ Mancais de rolamentos ...... .................... ........ ...... ...... .... 8
U Tensão em V elétrica com corrente
Corrente elétrica em A alternada Vedações .... ........... .. .... .... ........... ... ............. .... .......... ..... .. 8
cos q, Fator de potência
Anéis de segurança, Molas ........ ...... .... ...... .. ... ...... .... .... 87
1 P = U · I · cos rp 3.7 Elementos de peças
Exemplo: Saliências em peças torneadas, cantos de peça s .. .. ..
Corrente trifásica Terminais de Rosca, recuos de rosca ........ ........... ... .. .... 8
Motor trifásico, U = 400 V;/= 2 A;
cos q>= 0,85; P=? Roscas e junções por parafusos..... ... .. .............. ........ ... O
Furos centrais, serrilha .................... ............ ..... ... ... ... ... .
P = ✓3 · U · I · cos q, = 3 · 400 V· 2 A · 0,85
=1178W = 1,2kW
3.8 Solda e estanhagem
Símbolos gráficos ..................................... ........... ... .... ... .
Exemplos de dimensionamento ........... ... ....... .. ... ...... .. .
21 i.e. em motores e geradores elétricos

Transformadores 3.9 Superfícies


Especificações de dureza em desenhos ...... .... ...... ... .. .. 97
Lado de Lado de N1, N2 Número de giros Tensões Desvios de forma, rugosidade ..... .... ........................ .... 98
entrada saída
/ 1,I, Nível de corrente em A Teste de superfície, Indicações de superfície ............ .. 9
(bobina (bobina
primária) secundária) U1 , U2 Tensões em V .!:!i_ N,
U, -N,
Exemplo: 3.10 Tolerâncias ISO e Ajustes
H fa ixa de tolerância h faixa de tolerância
linha de refer1lncia es = O Fundamentos ..... ........................................................ ... 102
N, = 2875; N, = 100; U, = 230 V; I , = 0,25 A; U, = ?; / 2 = ?
Furação de referência e eixo de referência ..... .... ....... 106
U = LJ,.N, = 230V•100=BV Corrente elétrica Tolerâncias gerais .......... ... ... .. ... ..... .................. ............ 11 O
' N, 2875 Recomendações de ajustes ........ .......................... ....... 111
J, .N, 0,25 A· 2875 72 A Ajuste de mancai de rolamento ............... ........ .......... 11 2
N, 100 Tolerância em formas e posições ..... .... ...... ..... .... ........ 11 2
Furação Eixo
58 Comunicação técnica: 3.1 Construções geométricas básicas
Comunicação técnica: 3.1 Construções geométricas básicas 59
Segmentos de Linha, Perpendiculares e Ângulos Tangentes, Arcos circulares, Polígonos
Paralelas a uma lmha
Tangente através do ponto P em um círculo
Dado: Segmento de linha AB e ponto P na linha paralela desejado o• Dado: Círculo e ponto P
1. Arco com raio rcom centro em A gera o ponto de intersecção , 1. Traçar um segmento de linha MP e prolongá-lo.
3
2. Arco com raio rcom centro em P. 2. Arco com centro em P gera os pontos de intersecção A e B.
3. Arco com raio rcom centro em C gera o ponto de intersecção D. 3. Arcos com centro em A e B com o mesmo raio geram os pontos de
4. O segmento de linha PD é a linha paralela g' a AB. intersecção C e D.
A e 8 4. A linha que passa através de C e D é perpendicular a PM .

Tangente a um círculo passando por P


Dividir uma linha em duas partes iguais
Dado: Círculo e ponto P
Dado: Segmento de linha AB
1. Dividir MP em partes iguais. A é o ponto médio.
1. Arco 1 com raio r com centro em A- r > _!_ AB
' 2 . 2. Arco com centro em A com raio r= AM resulta no ponto de intersecção
2. Arco 2 com raio r igual com centro em B. P. T é o ponto tangente.
3. A linha que _liga os pontos de interse-':l:,ão é a bissetriz perpendiculor 3. Ligar Te P
ou a brssetrrz do segmento de linha AB. 4. MT é perpendicular a PT.

Arredondar um ângulo

Descer uma perpendicular Dado: Ângulo ASB e raio r

Dado: linha reta g e ponto P 1. Traçar paralelas a AS e BS co m distância r. Sua intersecção M é o


4 centro desejado do arco circular de raio r
1. Qualquer arco 1 com centro em P resulta nos pontos de intersecção A o O, 2. A intersecção das perpendiculares aos segmentos de linha AS e BS
2. Arco 2 com raio r com centro em A; r> f AB. passando por M são os pontos de transição C e D para o arco.

3. Arco 3 com raio r igual com centro em B (ponto de intersecção C) .


4. A linha que une o ponto de intersecção C a P é a perpendicular Ligar dois círculos por arcos
desejada.
Dado: Círculo 1 e círculo 2, raios R; e Ra
1. Círculo em torno de M 1 com raio R; + r, .
2. Círculo em torno de M 2 com rai o R; + r2 interseciona com 1 para
Construir uma linha vertical no ponto p gerar o ponto de intersecção A.
Dado: Linha reta g e ponto P 3. A ligação de M 1 e M 2 a A resulta nos pontos de contato B e C para o
raio interno Ri.
1. Arco 1 com centro em P com qualquer raio r gera o ponto 4. Círculo em torno de M 1 com raio Ra - r, .
de intersecção A.
5. Círculo em torno de M 2 com raio R, - r2 , corta 4 gerando o ponto
2. Arco 2 com o mesmo raio r com centro em A gera o ponto de intersecção D.
de intersecção B. 6. D ligado a M 1 e a M 2 e prolongado fornece os pontos de contato E e F
3. Arco 3 com raio r igual com centro em B. para o raio externo Ra
4. Tra_çar uma ljnha de A a B e prolongá-la para o ponto
de intersecçao C. Polígono regular circunscrito (ex.: pentágono)
A 5. Unir P com C.
Dado: Círculo de diãmetro d
Dividir um ângulo em duas partes iguais
3 1. Dividir AB em 5 partes iguais (página 58).
Dado: Ângulo a 2. Um arco centralizado em A com raio r = AB resulta nos pontos C e D.
1. Qualquer arco 1 com centro em S gera os pontos de intersecção A e B. 3. Traçar linhas de C e D a 1,3, etc !todos os números ímpares) . Os
pontos de intersecção no círculo geram os vértices desejados do
2. Arco 2 com raio rcom centro em A· r> _!_ AB
' 2 . pentágono.
3. Arco 3 com raio r igual com centro em B gera o ponto de intersecção C. Para polígonos com número par de ângulos, C e D são ligados a 2, 4,
4. A linha que une o ponto de intersecção C a Sé a divisão do ângulo 6, etc. (todos os números pares).
desejada.

Hexágono, dodecágono circunscritos


Dividir uma linha
Dado: Círculo com diâmetro d
Dado: A linha AB deve ser dividida em 5 partes iguais.
1. Arcoscentrallza . d
. d asem A comra1or=2·
1. Traçar um raio a partir de A em qualquer ângulo.
2. Marca r sobre este raio 5 comprimentos iguais com um compasso,
e 2. Arcos com raio r com centro em B.
a partir de A. 3. Traçar segmentos de linha ligando os pontos de intersecção para
3. Unir 5' a B. gerar o hexágono.
4. Traçar paralelas a 5'B através dos outros pontos de Para um dodecágono, encontrar os pontos intermediários, incluindo
divisão 1' - 4'. intersecções em C e D.
61
Comunicação técnica: 3.1 Construções geométricas básicas
60 Comunicação técnica: 3.1 Construções geométricas básicas

Círculos inscritos e circunscritos em triângulos, Ponto central Cicloide, Curva Evolvente, Parábola, Hipérbole, Hélice
do círculo, Elipse, Espiral Ciclóide
Ponto de intersecção Dado: Círculo rolante de raio r
Círculo inscrito em um triângulo
Círculo do círculo auxiliar 5
auxiliar 5 com linha paralela 5 1. Dividir o círculo rolante em um número de partes de
Dado: Triângulo A, B, C igual tamanho, ex.: 12.
1. Dividir o ângulo a em partes iguais. 2. Dividir a linha de base ( !à extensão do círculo rolante= 7t. d) em
partes iguais, neste caso, 12.)
2. Dividir o ângulo~ em partes iguais (intersecção no ponto M).
9 3. As linhas verticais dos pontos de segmento 1-12 na li_n ha de base
3. Círculo inscrito com centro em M. cortam O prolongamento do diâmetro horizontal do circulo rolante
gerando os pontos médios M 1 a M,2-
4. Construir círculos auxiliares centrados em M, a M12 com raio r.
Círculo circunscrevendo um triângulo Linha central 5. Os pontos de intersecção destes círculos auxiliares, com _as paralelas
horizontal através dos pontos no círculo rolante com os mesmos numeros,
Dado: Triângulo A, B, C prolongada fornecem os pontos do cicloide.
1. Traçar a bissetriz perpendicular do segmento de linha AB.
Evolvente
2. Traçar a bissetriz perpendicular do segmento de linha BC
(intersecção no ponto M).
Dado: Círculo
3. Círculo circunscrito com centro em M.
1. Dividir O círculo em número desejado de partes de igual
tamanho, ex.: 12.
Encontrar o centro de um círculo 2. Traçar tangentes para o círculo em cada seção.
3. Marcar sobre cada tangente o comprimento da circunferência
Dado: Circulo desenrolada a partir de seu ponto de contato.
1. Traçar linha reta a que interseciona o círculo em dois pontos: A e B. 4. A curva através dos pontos das extremidades forma a curva evolvente.
a 2. A linha reta b (aproximadamente perpendicular à linha reta a)
interseciona o círculo em C e D.
Parábola
3. Traçar bissetrizes perpendiculares sobre os segmentos de linha
ABeCD Dado: Eixos ortogonais da parábola e ponto da parábola P
4. O ponto de intersecção das bissetrizes perpendiculares é o centro M.
1. A paralela g ao eixo vertical, através do ponto P, fornece P'.
Construir uma elipse a partir de dois círculos 2. Dividir a distância 0P' no eixo horizontal no número desejado de
partes (ex.: 5) e traçar paralelas ao eixo vertical por estes pontos.
Dado: Eixos AB e CD 3. Dividir O segmento PP' no mesmo número de segmentos e ligar à
1. Dois círculos com centro em M com diâmetros AB e CD, respectivamente. origem em O.
A B 2. Traça r vários raios a partir de M que intersecionam os dois círculos 4. os pontos de intersecção das linhas com os números correspondentes
(E, F). geram os pontos na parábola.
3. Traça r paralelas aos dois eixos de princípio AB e CD através de
E e F. Os pontos de intersecção são pontos na elipse. Hipérbole

Construir uma elipse em um paralelogramo Dado: Assíntotas ortogonais através de M e ponto P na hipérbole
Dado: Paralelogramo com eixos AB e CD 1. Traçar linhas g 1 e g 2 paralelas às assíntotas, através do ponto P
1. Um semicírculo com raio r = MC centrado em A gera o ponto E. na hipérbole.
2. A divisão de AM (e BM) em metades, quartos e oitavos gera os 2. Traçar um número desejado de raios a partir de M.
pontos 1, 2 e 3. Traçar paralelas ao eixo CD através destes pontos. 3. Traçar linhas através das intersecções dos raios com 91 e 92,
3. A divisão de EA em metades, quartos e oitavos gera os pontos 1, 2 e paralelas às assíntotas.
3 no eixo AE . As paralelas ao eixo CD por estes pontos fornecem 4. Os pontos de intersecção das linhas paralelas (P1, P2, ... ) são pontos
pontos de intersecção F no arco circular. na hipérbole.
4. Traçar paralelas a AE através dos pontos de intersecção no semicírculo;
a partir daí, traçar paralelas ao eixo AB. M
D
5. Os pontos de intersecção da paralela dos números correspondentes
são pontos na elipse. Linha helicoidal (Hélice)

Espiral (Construção aproximada usando um compasso)


Dado: Círculo de diâmetro d e passo ou elevação P
Dado: Elevação a
1. Dividir o semicírculo em partes iguais, ex.: 6.
1. Construir quadrado ABCD com a/4. 2. Dividir O passo p em duas vezes o número de partes iguais, ex.: 12.
2. Um quarto de círculo com raio AD centralizado em A gera E. 3. Prolongar as linhas horizontais e verticais para intersecção. Os pontos
3. Um quarto de círculo com raio BE centralizado em B gera F. de intersecção das linhas de mesmo número geram os pontos na
4. Um quarto de círculo com raio CF centralizado em C gera G. linha helicoidal.
5. Um quarto de círculo com raio DG centralizado em D gera H.
6. Um quarto de círculo com raio AH centralizado em A gera 1 (etc.).
62 Comunicação técnica: 3.2 Gráficos 1l 63
Comunicação técnica: 3.2 Gráficos

Sistema de coordenadas cartesianas crn1N 461 11973 oJ, Sistemas de coordenadas, Gráficos de área
Eixos das coordenadas Sistema de coordenadas cartesianas (Continuação) Cf.DIN 461 (1973-03)
y abscissa (eixo horizontal; eixo x)

-
• ordenada (eixo vertical; eixo y) Gráficos com múltiplas curvas
Quando os valores medidos forem muito esparsos, é usado um
1600 Rm
~ t---... símbolo especial diferente para cada curva, ex.: O , X, D
Marcar pontos no plano
Ordenada P, (4,2) positivos: da origem em direção à direita ou para cima
negativos: da origem em direção à esquerda ou para
t N/ mm'
1200
- r-- "' "\
R. Marcação de curvas
com o mesmo tipo de linha, usando o nome ou o símbolo da
baixo "'e
"ü 1000 ........ fórmula da variável
800 por diferentes tipos de linhas
Origem ~
V) '\\
Marcação do sentido do eixo positivo com ·;;; 600
Q)
setas nos eixo, ou o: 400
X
setas paralelas aos eixos
Abscissa
200 0 100 200 300 400 ·e 600
P,(-2,-1)
Os símbolos de fórmulas são inseridos em itálico na Temperatura - - -
• abscissa abaixo do ponto da seta
• ordenada à esquerda, próxima do ponto da seta Sistema de coordenadas polares Cf.DIN 461 (1973-03)
Normalmente, as escalas são lineares, mas algumas
vezes elas são divididas logaritmicamente. 90º Os sistemas de coordenadas polares têm uma divisão dos 360º
Unidade
~
2 ºº
N/ mm ' Curva
Magnitude de valores. Eles são colocados próximos das
da circunferência.
150 Origem (polo). Intersecção dos eixos horizontal e vertical.

--------«:t)
divisões da escala. Todos os valores negativos têm um
100 sinal de menos.
Símbolo Oº Alocação do ângulo inicial. O ângulo Oº é atribuído ao eixo hori-
180 zontal à direita da origem.
(360º)
As unidades são colocadas entre os dois últimos núme-
ros positivos na abscissa e ordenada ou depois do sím- Alocação dos ângulos. Ângulos positivos são marcados no sen-
-0,4 -0,3-0,2 -0 .1 bolo da fórmula. tido anti-horário.
-50

_____./,'00 Linhas de grade simplificam a marcação de pontos. 270° Raio. Os raios podem ser plotados com a ajuda de círculos con-
cêntricos centrados na origem.
-15 90º
Linhas (curvas) ligam os valores que foram plotados no
gráfico.

200 , - - - - , - - - ~ - ~ -~
N/mm 2 Larguras da linha. As linhas são desenhadas na seguin- Exemplo:
te proporção: Oº
150 i ---,s:t::::---f--:.-,,,,,,,:.=t----J (360º )
Linhas da grade: eixos : curvas= ,1 : 2 : 4 A redondez de uma bucha torneada é verificada com auxílio

t 1001---+-r -f-.c---,,-+ - --1


Seções de gráfico são construídas se não houver pontos
de uma máquina de medição, para verificar se ela está den-
tro da tolerância requerida.
a serem marcados nos dois sentidos, a partir da origem . A falta de redondez foi causada, provavelmente, pela fixação
A origem também pode ser ocultada. 270º forçada da bucha na mordaça.

0,2 0,3
Gráficos de área
0,4 % 0,5
ê--- Exemplo (curva característica de mola) (JI)
Gráficos de barra

~l DDD D
ô
Os seguintes valores de mola de disco são conhecidos: Nos gráficos de barra, as quantidades são representadas por
1400 E colunas horizontais ou verticais com a mesma largura.
N Deslocamento o 0,3 0,6 1,0 1,3
Q)

o Gráficos de setores circulares (pizza)

t
lL
1200

1000
da mola sem mm
Força da mola
Fem N
o 600 1000 1300 1400
E
Q)

E 2001 2002 2003 2004


Normalmente, os valores em porcentagens são representados
por gráficos pizza. Nestes, a área do círculo corresponde a 100%
"' (360°).
õ"' 800 B Ângulo central. A porcentagem x que deve ser plotada determi-
E Qual é a força F da mola com um deslocamento da "'

é@''
LL
mola de s = 0,9 mm na o ângulo central correspondente:
"'
"O 600
"'~ 5%
Solução: 360º- x %
o
LL Os valores são plotados em um gráfico e os pontos a= - - - -
25% 100%
são ligados por uma curva . Uma linha vertical em
s = 0,9 mm interseciona a curva no ponto A.

e~:,
Exemplo:
o..__.__.J-.--J..--'-l-...L---'---'- Com a ajuda de uma linha horizontal através de A
0 0,2 0,4 0,6 0,8 1,0 1,2mm 1,4 uma força de mola de F = 1250 N pode ser lida a ' Qual é o ângulo central para a porcentagem de chumbo na
Deslocamento da mola s - - - partir da ordenada. liga CuPb15Sn8?

Solução
11 Os gráficos são usados para representar relações numéricas entre variáveis em mudança.
64 Comunicação técnica: 3.3 Elementos de desenho técnico 65
Comunicação técnica: 3.3 Elementos de desenho técnico

Números normalizados, Raios, Escalas


12000-11 ) Nurneros normalizados e séries de números normalizados1> Cf. DIN 323-1 11974-08)

A escrita em desenhos técnicos pode ser feita com caracteres do estilo de fonte A !espaçamento reduzido) ou estilo AS R 10 R 20 R40 R5 R 10 R 20 R 40
de fonte B. <;Js dois estilos podem ser verticais IV) ou inclinados em 15º à direita (1). Para assegurar uma boa legibili-
dade, a d1stanc1a entre os caracteres deve ter a largura de duas linhas. Este espaçamento pode ser reduzido à largu- 1,00 1,00 1,00 1,00 4,00 4,00 4,00 4,00
ra de uma linha, se alguns caracteres estiverem juntos, ex.: LA, TV, Tr.
1,06 4,25

Estilo de fonte B, V (vertical) 1,12 1, 12 4,50 4,50

1, 18 4,75

1,25 1,25 1,25 5,00 5,00 5,00

1,32 5,30

1,40 1,40 5,60 5,60

1,50 6,00

1,60 1,60 1,60 1,60 6,30 6,30 6,30 6,30

1,70 6,70

1,80 1,80 7, 10 7,10

1,90 7,50

2,00 2,00 2,00 8,00 8,00 8,00

2,12 8,50

2,24 2,24 9,00 9,00

Cf. DIN EN ISO 3098-0 (1998-04) 2,36 9,50

2,50 2,50 2,50 2,50 10,00 10,00 10,00 10,00


b 1 com caracteres diacríticos 11
½ sem caracteres diacríticos 2,65 Série Multiplicador
OJ com letras maiúsculas e 2,80 2,80
..e:: números
3,00
R5 q5 = 1,o = 1,6
-O ...QN 11 Diacrítico = usado para maior
3, 15 3,15 3,15 R 10 q 10 = 1°lio = 1,25
..L-====~::::..I_ _:_t:.c.rlIUIR_ c..,N diferenciação, especialmente
para letras
3,35
R 20 q 20 = 2'lfio = 1,12
Altura dos caracteres h ou altura das letras 3,55 3,55
maiúsculas (tamanho nominal) em mm 1,8 2,5 3,5 5 7 10 14 20
3,75 R 40 q•o = 4°[,o = 1,06
Relação entre dimensões e altura h
Cf. DIN EN ISO 3098-3 (1998-04)
Raios Cf. DIN 250 12002-04)
Estilo de fonte a b1 ½ OJ e, Cz C3 d e
0,2 0,3 0,4 0,5 0,6 0,8
A 2_ _h 25 _h ~-h .!Z_ . h lQ_ . h 4 4 1 6 5
14 14 14 14 u •h u•h u•h u•h u•h 1 1,2 1,6 2 2,5 3 4 5 6 8
14

2 10 12 16 18 20 22 25 28 32 36 40 45 50 56 63 70 80 90
19 Q_ h 7 3
B 10. h 10· h ~-h
10· h 10•h l..... h 1
10•h
6 __!_ . h
10 10 10 10 • h 10 100 110 125 140 160 180 200 Os valores mostrados em neg rito na tabe la são valores preferenciais.
Alfabeto grego
Cf. DIN EN ISO 3098-3 (1998-04) Fat ores de escala 21 Cf. DIN 54551 1979-12)
A (l Alfa z ç Zeta /\ ,. Lambda n 7l Pi <I> <I> Fi Tamanho real Fatores de redução Fatores de ampliação
B ~ Beta H T] Eta M µ Mi p p Rõ X X Qui
r y Gama 0 e Teta N V Ni :E Sigma 4'
1:1 1: 2 1 : 20 1: 200 1: 2000 2: 1 5: 1 10: 1
(J
ljl Psi
o
"'
E E
Delta
Epsilon K K
lota
Capa
-
o
é,
o
Csi
Ômicron
T
y ' Tau n (J) Ómega
1: 5
1 : 10
1: 50
1 : 100
1: 500
1 : 1000
1 : 5000
1 : 10000
20: 1 50: 1

u lpsilon
Numerais romanos 11 Números normalizados são números preferenciais, p. ex., para comprim entos e raios. Seu uso ev ita graduações
arbitrárias. Na série de números normalizados !série básica R5 a R40), cada número da série é obtido multipli-
=1 II =2 III =3 IV= 4 V= 5 VI = 6 cando-se o número anteri or pelo multiplicador constant e daquela séri e. A série 5 IR 5) é pref erível a R 10, R 10 é
VII =7 VIII =8 I =9
X = 10 XX = 20 XXX = 30 XL = 40 L = 50 preferível a R 20 e R 20 é preferível a R 40. Os números de cada série podem ser multiplicados por 10, 100, 1000,
LX = 60 LXX = 70 LXXX = 80 XC = 90
c = 100 CC = 200 etc. ou divididos por 10, 100, 100, etc.
CCC = 300 CD= 400 D= 500 DC = 600 DCC= 700 DCCC= 800 CM= 900 21 Para aplicações especiais, os fatores de redução ou ampliação podem ser expa ndidos multiplicando-os por múl-
M = 1000 MM= 2000
Exemplos: MDCLXXXVII = 1687 MCMXCIX = 1999 MMIV =2004 ti pios inteiros de 1O.
66 Comunicação técnica: 3.3 Elementos de desenho técnico 67
Comunicação técnica: 3.3 Elementos de desenho técnico

Folhas de desenho Linhas


Tamanhos do papel Cf. DIN EN ISO 54573 (1999-71 e DIN EN ISO 216 Linhas em desenhos de engenharia mecânica Cf. DIN ISO 128-24 (119-121
Formato AO A1 A2 A3 A4 A5 A6
N'. Nome, representação Exemplos de aplicação
Dimensões
emmm 1l
841 X 1189 594 X 841 420 X 594 297 X 420 210 X 297 148 X 210 105x 148
01.1 Linha cheia, fina linhas de dimensionamento e cru zes diagonais para marcas
Area do pape l auxiliar de dimensionamento superfícies planas
82 1 X 1159 574 X 811 400 X 564 277 X 390 180 X 277 - -
em mmxmm linhas guias e de referência detalhes de estrutura
raiz de rosca linhas de projeção e grade
11 Relação entre altura e largura das folhas para desenho técnico: 1: [2 (= 1 : 1.414). hachuras linhas de deflexão em peças
Dobragem para formato A 4 sentido de posição de camadas brutas e usinadas
Cf. DIN 824 (1981-0) (ex.: laminação) marcação de detalhes
1 contorno de corte dobrado

Gn
1
A3 297 X 420
1' Dobra: Dobrar a borda direita (largura repetidos (ex.: diâmetro da raiz
linhas curtas de centro
o~I~ 190 mm) para trás. de engrenagem com dentes)

():;;;
,-... linhas de luz em penetrações
8 18 "'
N círcu los de origem e marcas de
o .1 . 2' Dobra: Dobrar o resto da folha de mo-
,-1 "' ~ do que a extremid ade da 1• do- fim de linh a de dimensão
Hesto a bra esteja a 20 mm da extrem i-
20 dobrar 190 Preferivelmente desenhada à mão, representando a borda de vistas e
'""'
Bloco de título
dade esquerda do papel.
Linha à mão livre, fina 11 seções parciais ou interrompidas, desde que a borda não seja uma
105
1,z...----- 2 Dobra
/\ , L / 4. Dobra

Bloco de títu lo
A2 420 x 594

,_
1' Dobra: Dobrar a borda esquerda (lar-
gura 210 mm) para a direita.
2' Dobra: Dobrar um triângulo com altu-
---------------
Linha quebrada, fina 11
linha de simetria ou uma linh a centra l.

Preferivelmente em desenho automatizado, representando a borda de


vistas e seções parciais ou interrompidas, desde que a borda não seja

~lJ\-~ ri
I
ra 297 mm e largura de 105 mm uma linha de simetria ou uma linha centra l.
~ /,.... o
o para a esquerda.
3' Dobra: Dobrar a borda direita (largura
---------'\r---

w1
"'
N
192 mm) para trás.
01 .2 extrem idades visíveis e contornos
crista de roscas
representações principais em
gráficos, extremidades e

~ 1 1Dobra~

Bloco de título
"'
\ 4. Falte: Dobrar o pacote a altura de 297
mm para trás.

Cf. DIN EN ISO 7200 (2004-05), Substitui DI N 677 1-1


Linha cheia, grossa
limite do comprimento de rosca
utilizável
linhas de seta de corte
estruturas de superfície
flu xogramas
linhas de sistema (construção
de aço)
linhas de separação de molde
(ex.: recartilhado) em vistas
A largura do bloco de título é 180 mm. Os tamanhos dos campos individuais de dados (larguras e alturas do campo)
não são especificados. A tabela aba ixo mostra exemplos de possíveis tamanhos de campos.
Exemplo de um bloco de título: 02. 1 Linha tracejada, fina • extremidades ocu ltas • contornos ocultos

Depto. Responsável Referência técnica Elaborado por Aprovado por ------


AB 131 11 Susanne Müller 12 Christiane Schmidt 13 Wo lfgang Maier 14 15 02 .2 Identifica áreas passiveis de tratamento superficial (ex.: tratamento
1 Linha tracejada, grossa
Tipo de documento Status do documento térmico)
9 10 -- -- -- -- -
1 Desenho de montaoem liberado
Schuler AG Título, titulo adicional A 225-03300-012 4 04.1 Linhas de centro Segmento circular em engrenagens
Linha traço -ponto Linhas de simetria Furos
Bergstadt Modi-
(traço longo), fina
',2 ----------- 3 fica-
Eixo de serra circular / çã~ 1 □ata da liberaç1ºI L 7 1Folha ----
completo com rolamento A 2005-01 -15 de 1, 3 04.2 Marcação de áreas de trata - • Marcação de planos de seção
menta superficial (delimitado)
As referências específi cas do desenho, tais como esca la, símbo lo de projeção, tolerâncias e especificações de supe r-
fície devem ser indicadas no desenho, fora do bloco de título. Linha traço -ponto, grossa (ex. : tratamento térmico)

Campos de dados no bloco de título - - - - --- - - - -


05. 1 Contornos de peças adjacentes Esboços de design alternativo
Campo N!.! máximode Nome do campo Tamanho (mm)
Nome do campo Posição final de peças moveis Contornos de peças acabadas
n• caracteres Obrigatório Opcional Largura Altura Linha traço-dois Eixos centroides em peças brutas
1 Dono do desenho Contornos antes de dar forma Delimitação de áreas ou campos
não especificado sim - 69 ..__I!__ pontos, fina
Porções em frente do plano de especiais
2 Título (nome do desenho) 25 sim - 60 -----------
3 Título adiciona l 25 - 18 corte Zona de tolerância projetada
sim 60
4 Número do desenho 16 sim - 51
5 Símbolo de modificação (versão do desenho 2 - sim 7 11 Os tipos de linha à mão livre e quebrada não devem ser usados juntos no mesmo desenho.
6 Data de em issão do desenho 10 sim - 25
7 Identificação de idioma (de = alemão) 4 -
Comprimentos de elementos da linha
sim 10
8 Número de página e número de páginas 4 - sim 9 Elemento da linha Tipo de linha n" Comprimento Elemento da linha Tipo de linha n" Comprimento
9 Tipo de documento 30 sim - 60
10 Situação do documento 9 02.1, 02.2, 04.1,
20 - sim 51 Traços longos 04.1 e 05.1 24 · d Lacunas 3-d
11 Departamento responsável 10 - sim 25 04.2 e 05.1
12 Referência técnica 20 - sim 43 Exemplo: Tipo de linha 04.2
Traços curtos 02.1 e 02.2 12- d
13
14
15
Criador do desenho
Pessoa que autoriza
Classificação/ palavras-chaves
20
20
não especificado
sim
sim
-
-
-
sim
43
43
19
Pontos
04.1, 04.2 e
05.1
< 0,5, d ~+, 24•d 3•d1 l J 9,5·d3•d
68 Comunica ção té cnica : 3.3 Elementos de desenho técnico Comunicação técnica: 3.4 Representa çã o em desenhos 69

Linhas Regras gerais de representação, Métodos de projeção


Espessuras de linhas e grupos de linhas Cf. DIN ISO 128-24 (1999-12) Regras gerais de representação Cf. DIN ISO 128-30 (2002-05) e DIN ISO 5456-2 (1998-041

Espessuras de linha. Norma lmente, são usados dois tipos de linh a em desenh os. Sua relação é de 1:2. Seleçã o da vista frontal . Vista frontal é aquela que fornece o maior número de informações em relação à forma e às
Grupos de linhas. Os grupos de linhas estão numa relação de (1: .[2 (=1: 1,4)) d imensões.
Seleção. As espessuras e os grupos de linh a são selecionados de aco rd o com o tipo e o tamanho do desenho, a esca- Outras vistas. Se forem necessárias outras vistas para uma representação clara ou para o dimensionamento com-
la do desenho e as exigências de microfilmagem e/ou método de reprodução. pleto de uma peça, deve-se observar:
• A seleção das v istas deve se limita r àque las que são mais imprescindíveis.
Espessuras relacionadas da linha (dimensões em mm) para • Vistas ad icionais devem conter o menor número possível de extrem idades e contornos ocu ltos.
Grupo de linha Linhas grossas Linhas finas Referências de dimensão e Posição das outras vistas. A posição das outras vistas depende do método de projeção. Para desenhos baseados nos
tolerância, símbolos gráfico métodos de projeção 1 e 3 (p. 70), é necessário co loca r o símbolo do método de projeção no bloco de titulo.

0,25 0,25 0,13 0,18


Representação axonométrica 11 Cf. DI N ISO 5456-3 (1998-041
0,35 0,35 0,18 0,25
Projeção isométrica Projeção dimétrica
0,5 0,5 0,25 0,35

0,7 0,7 0,35 0,5 z X: Y : Z= 0,5: 1 : 1


0,5 0,7

1,4 1,4 0,7


X
2 2 1,4

Exemplos de linhas em desenhos técnicos Cf DIN ISO 128-24 (1999- 12)

Posição final da Linh a de dimensão (0 1.1)


peça móvel (05 .1 )
Construção de elipses:
Linha de .. . --· - 1. Construir um circul o auxi li ar com ra io r = d/2.
simetria (04.1 . ·• . ....--- · Identifi cação do plano
da seção (04.2) Construção aproxim ada da elipse: 2. Dividir a altura h em segmentos iguais e traçar grades
Linha de · . Contornos
1. Construir um losango tangencial ao furo. Dividir os ( 1 a 3).
dimensionamento .. · · Co ntorn os
(01.1) lados do losango em partes iguais para ge rar os pon- 3. Dividir o diâmetro do circu lo auxi liar no mesmo
visíveis (01.2) A-A tos de intersecção M 1, M 2 e N. número de grades.
Linh a aux i,.,li,, _a~ - -,
de dimensionamen 2. Desenhar linhas de ligação de M 1 a 1 e de M 2 a 2 para 4. Transferir os comprim entos do segmento a, b, etc. do
(01.1) gerar os pontos de intersecção 3 e 4. circu lo auxiliar pa ra o losa ngo.
Linha de 3. Co nstruir arcos circu lares com raio R centrados em
hachura 1 e 2 e com raio r centrados em 3 e 4.
(01.1) f-1---- ---.J._ Contorno
visível (01 .2)

Raiz de
ob rado roscas (01
.11

Linh a de simetria (04.1) circulo auxiliar


Linh a da borda (01.1)
Projeção isométrica Projeção dimétrica

Linha ce ntra l curta (01.1) X: Y: Z= 0,5: 1 : 1


z
Estrutura da z círculo
superfície
Tempe rado
(recartilhado)
(01.2)

, Furo (04.1)
y

Linha de Contorn~~ Construção da elipse id êntica à da pág ina 60 (construção Construção da el ipse idêntica àquela da projeção
contorno visível ocultos (02. 1) Representação do Extremidade em frente de elipse em um para lelogramo). dimétrica (acima)
(0 1. 21 tratamento térmico (04.2) ao plano da seção (05. 1)
11 Representações axonométri cas: representações gráfi cas simpl es.
70 Comunicação técnica: 3.4 Representação em desenhos Comunicação técnica: 3.4 Representação em desenhos 71
, • - Cf DIN ISO 128-30 (2002 051 • Cf DIN ISO 128-30
Metodos de pro1eçao e DIN ISO 5456 2 (1998 04) Vistas e 34 (2002-051
Método de projeção com seta Vistas parciais

Marcação do sentido de observação: Aplicação. As vistas parciais são usadas para evitar pro-
• com linhas de seta e letras maiúscula jeções inadequadas ou representações reduzidas.
Posição. A vista parcial é mostrada no sentido da seta ou
Marcação das vistas: girada. O ângulo de rotação deve ser especificado.
• com letras maiúsculas Lim ite. Este é identificado por uma linha quebrada
(zigue-zague).
Localizações das vistas:
• qualquer localização em re lação à
vista frontal
Alocação das letras maiúsculas
acima das vistas Aplicação. Na falta de espaço, pode ser possível repre-
sentar apenas uma parte da peça.
vertical, no sentido da leitura
M arcação. Com duas linhas inteiras, para lelas e curtas,
acima ou à direita das linhas de seta através da linha de simetria no lado externo da vista.

Método de projeção 1
Localização em relação à vista frontal V Aplicação. Se a representação for inequívoca, uma vista
D Vista de cima (topo Abaixo de V parcial pode substituir uma vista completa .

SL Vista lateral à direita de V Representação. A vista parcial (método de projeção 3) é


esquerda ligada à vista principal por uma linha traço-ponto fina.

SR Vista lateral à esquerda de V


direita
u Vista da parte acima de V
inferior
R vista de trá s à esquerda ou Peças adjacentes
direita de V
Símbolo

E3@)
gB
Aplicação. Peças adjacentes são desenhadas, quando
elucidam o desenho.
Representação. Isto é feito com linhas traço-dois pontos.
Método de projeção 3 1l As peças adjacentes secionadas não são hachuradas.
Localização em relação à vista frontal V
'----J--......__ Carcaça
D Vista de cima (topo) acima de V
SL Vista latera l à direita de V Penetrações simplificadas
esquerda
Vista lateral Aplicação. Desde que isto não afete a compreensão do

trfJ\Vizzz¼H_L t r ~
SR à esq uerda de V
direita desenho, as linhas arredondadas que representam
penetração podem ser substituídas por linhas retas.
u Vista da parte abaixo de V

r hzzWl ~Ir :l
inferior Representação. Linhas arredondadas inteiras e grossas
R Vista de trás à esquerda ou são usadas para representar ranhuras em eixos e pene-
direita de V tração de furos de brocas, cujos diâmetros sejam signi-
Símbolo
~t ~t ficativamente diferentes.

@)E3 Com linhas cheias e finas são desenhadas linhas de


penetração e cantos arredondados, no local em que

~~D
Símbolos para métodos de projeção
seria o canto agudo na transição. As linhas finas não
Símbolo 21 para contatam o contorno.
Símbolos para método de projeção 1
M étodo de projeção 1 M étodo de projeção 3

E1® Aplica çã o
..e: J::
Vistas descontínuas
Aplicação. Para eco nomiza r espaço, pode-se limitar a
representação às partes importantes da peças.
Representação . O limite das peças remanescentes é
h altura da fonte em mm (página 64) representado por linhas à mão livre ou linhas quebra-
Alemanha e a maioria dos países Países de língua inglesa, H = 2- h das. As peças devem ser desenhadas próximas umas às
europeus ex.: EUA d = 0,1 · h outras.
11 Não há um método de projeção 2.
21 O símbo lo ara o método de ro·e ão é incluído no desenho técnico ( á ina 66).
72 Co muni cação t écnica: 3.4 Rep resentação em dese nhos 73
Comunicação técnica: 3.4 Represe ntação em dese nhos
Cf DIN ISO 12H H1
~ ~ Cf DIN ISO 128-40,
Vistas Representaçao de cortes ou de seçoes _44 e _50 12002 _051
e 34 12002 ll',1
Elementos geométricos repetidos llpos de seção/cortes

Aplicação. Para elementos geométricos que se repetem Vista Seção com p leta
regu larmente, basta elabo rar o desenho uma vez só. Seção. O interior de uma peça pode ser mostrado com
-~ Representação. Para elementos geométricos q ue n, uma seção. A parte fronta l da peça, que ocu lta a visão de

~ _t/ são desenhados,


As posições dos elementos geométricos simétricos
são marcadas por linhas traço-po nto finas;
A área em que os elementos geomét ricos assim é
-e- -e-
seu interior, imagina-se cortada.
Em uma seção, é possível representa r:
O plano de corte e contornos adiciona is da peça que
estão atrás do plano de corte;

~
12 d~ 5•" (c 60(

·1
tr icos se enco nt ram é marcada por linh as cheia s
fi nas.
O número de repetições de um elemento deve se r for-
Mei a seção Seção parcial
Apenas o plano de corte.
Seção completa. A seção completa mostra a peça secio-
nada em um plano .

1 necido junto com o d imensionamento dele.


Meia seção. De uma peça simétrica, uma metade é
representada como v ista, a outra metade como seção.
Peças em uma escala maior (detalhes) Seção parcial. Uma seção parcia l mostra apenas parte
da peça em seção.
Aplicação. Partes da peça, que não podem ser repre-
sentadas claramente na esca la usada, pode m ser
z Z (10 : 1) desen hadas em uma esca la maior.

fB
Representação. A parte é circu lada com uma li nha
Definições

ct:[tl] cheia fina e uma letra ma iúscu la.


A parte representada em esca la maior é identificada
com a mesma letra maiúscula. A esca la da ampliação é
também info rmada.
~
A .
.-------- hn h ade
seção/corte
A-A
Plano de corte. O plano de corte é o plano imag inário
em que a peça é secionada. Peças complicadas podem
ser rep resentadas em dois ou ma is planos de corte.
Área de seção. É formada pela seção imag inária da peça.
Pequenos declives / inclinações A área da seção é marcada com hachuras(ve r abaixo e a
pág ina 75) .

r
Linha de seção. El a marca a posição do plano de corte;

íl
Aplicação. Pequenas inclinações, p. ex., em cones e pirâ- para dois ou m ais p lanos de co rte, ela ma rca o pe rcurso

~ -
1
m ides que são difíceis de mostra r com clareza não têm
: que ser desen hados na projeção da peça.
de corte. A lin ha de seção é desen hada com uma linha
traço-ponto grossa.
Representação . Com uma linha cheia grossa é Para dois ou mais planos de corte, o percurso da linha
A
1 representada a extremidade da projeção com a menor de seção é enfatizado nas extrem idades do pla no corres-
dimensão.
pondente através de linhas cheias grossas.
1
: Marcação da linha de seção. É fe ita através das mesm as
letras ma iúscu las. Setas desen hadas com lin has cheias
grossas ind icam o sentido pa ra visua lização do plano de
Partes móveis corte .
Marcação da seção. A seção é marcada com as mesmas
letras ma iúscu las das linhas de seção.

~ --;
' '' Apli cação. Mostrar posições alternativas e li m ites de
1 1
'
\ ~
movimento das peças em desenhos de conjunto. B
Representação. Peças em posições alternativas e li mí-
}-==::-~ Hachura de seções
trotes são desenhadas com linhas traço-ponto.

1
i / ' l
Hachuramento. As hachuras consistem de linhas cheias
paralelas, de preferência em um ângu lo de 45º em re lação
à lin ha centra l ou contornos principais da peça. As hachu-
ras são interrompidas para colocação de dados.
Hachuras são usadas em:
Estruturas de superfície
peças ind ividuais: em todas as áreas de seção as li-
nhas devem estar na mesma direção e ter o mesmo

~
espaçamento;
Representação. Estruturas ta is como recart il hados e peças adjacentes: nas diferentes peças as linhas de-
estampados são representadas com linhas cheias gros- vem ter direções ou espaçamentos diferentes.
sas; representa -se, preferencia lmente, a estrutura só em Áreas de seção grandes: hachurar, sobretudo as bordas.
parte da peça.
74 Comunicação técnica: 3.4 Representação em desenhos 75
Comunicação técnica : 3.4 Representação em desenhos

Representação de cortes ou seções cf. D1N iso 128 40 Hachuras, Sistemas de inserção de dimensões
-44 e -50 (2002-051
Seções especiais
Hachuras/Sombreamento Cf. DIN ISO 128-50 (2002-05)

Seções de perfis. Elas podem ser Geralmente, as áreas de seção são marcadas com sombreamento básico, sem levar em consideração o material da peça.
• Desen hadas giradas em uma vista. Peças, cu jos materiais devem ser destacados, podem receber hachuras específicas.
As linhas de contorno da seção são representadas Hachuras/Sombreamento básico (sem considerar o material)

r
com linhas cheias finas e são desenhadas no interior
da peça.
Removidas de uma vista.
A seção deve ser ligada à vista por uma linha traço- 1 1
ponto fina. Gases Sólidos Líquidos

~
:OO õõ\)OóOl F··- ' ·-··7
iºº ºººººº:
oo ooooooJ

.. 1 . 1 1

ã
Materiais naturais Metais
1
Metais P,, · L Metais não
"f~e-rr-:o_s_o_s _ _' ferrosos
Seções de planos que se intersecionam. Se dois planos J
se intersecionam, um plano de seção pode ser girado Água
no plano de projeção. :-..:_:_---=-:..---=.:..:.1
ul]:[!J
Madeira
~7~
t1:1/f'_0l
Aço-carbono
!7ffe/ff/J'I
~~~Í,j
M eta is leves Termoplásticos
1 ··.··-·.J
Oleo
Detalhes de peças giradas. Deta lhes dispostos unifor-
memente fora da área de seção, p. ex., furos, podem ser
girados no plano de corte.
V#/h-;,0
:1/_/// /// /,:j w~ ~
r=:o-=o-=-o..:..::i
i~~~~
Vidro
~-z)1
~/
A ço-liga

,~
Plásticos

~i~ :--·-7
Graxa

Cerâmica Ferro fundido Elastômeros, Combustível


borracha
Contornos e bordas. Contornos e bordas que estão atrás
do plano de corte são desenhados apenas se facilitarem Sistemas para inserção de dimensões Cf. DIN 406-10 (1992-12)
a compreensão do desenho.
35±0,02 O dimensionamento e a tolerância da peça podem

J;
basear-se em:
• função.
Peças que não são secionadas
• fabri cação ou
• teste
Não se deve secionar na direção do comprimento:
• Peças que não são ocas, p. ex., parafusos, pinos, eixos; Podem ser usados vários sistemas de inserção de medi-
• Partes de uma peça que devem ser destacadas do das em um único desenho.
corpo dela, p. ex., nervuras

Notas no desenho

Bordas em ferramentas
• Bordas de contorno. Bordas que se tornaram visíveis
~ Inserção de medidas baseada na função
Característica. Seleção, inserção e tolerância das dimen-
sões de acordo com as exigências de projeto.

pela seção devem ser representadas.


• Bordas ocultas. Bordas ocu ltas não são representadas
em seções. Inserção de medidas baseada na fabricação

Bordas na linha central. Bordas, que na seção caírem


Característica. As dimensões que são necessárias para a
sobre a linha centra l, são representadas. fabricação são ca lcu ladas a partir das dimensões basea-
das na funcão.
borda sob re a
Meias seções em peças simétricas
As metades da seção da peça simétrica são desenha-
~ai das, de preferência, em relação à linh a central
• Abaixo, no caso de linhas centrais horizontais
Inserção de medidas baseada em teste
• À direita, no caso de linhas centrais verticais
Característica. As dimensões e tolerâncias são inseridas
no dese nho de acordo com o teste planejado.

f
Com uni caçã o t écnica 3.5 Inserção de d imensões 77
76 Co mu nicação técn ica 3.5 Inse rçã o de di mensões

Inserção de medidas ou dimensões em desenhos Inserção de medidas ou dimensões em desenhos


Regras de dimensionamento, linhas de indicação e de referência, Cf. DIN 406-11 (1992-12)
Linhas de dimensionamento, marcas de fim de linha de dimensionamento, linhas auxiliares DIN ISO 128-22 (1999-11)
números de dimensionamento Cf. DI N 406-11 (1192-1 ;)
dimensões de ângulos, quadrados e abertura de chaves

Linhas de dimensionamento Regras de dimensionamento

li nha número Design. As lin has de dimensionamento são desen hadas 6


lin ha de Inserção de dimensões
auxi liar de como li nhas cheias finas.
d im ens ioname nto d imensionamento Cada dimensão é inserida apenas uma vez. Dimen-
Inserção. As linhas de dimensionamento são desenhadas:
sões iguais de elementos diferentes são inseridas

7tf
40/
pa ralelas aos compri mentos para dimensio namento N
em cada elemento. Se forem desenhadas múltiplas
de comprimentos; vistas, as dimensões devem ser inseridas onde o for-
em seção circular no dimensio namento de ângu los e
"' mato da peça é reconhecido com mais faci lidade.
arcos. Peças simétricas. A posição da linha centra l não é
marca de f im de li nha 7,5
Espaço limitado. Se o espaço for lim itado, as li nhas de dimensionada.
65 de dimensionamento dimensionamento podem ser.
12 15 Dimensões encadeadas. Deve-se evita r séries de dimen-
externamente com li nhas auxi li ares 50 sões encadeadas. Caso sejam necessárias para a fabri-
20
cação, uma dimensão da cadeia deve ser colocada entre
♦ 7 inseridas na peça
alocadas nas bordas do corpo da peça.
parênteses.

~t- CX)
~
l
o
~
Espaçamento. As li nhas de dimensionamento devem ter
uma d istância mín ima de
Peças chatas. Para peças chatas que são desenhadas em
apenas uma vista, a dimensão da espessura pode ser
inserida com a letra de referência t
1O mm da borda das peças e
~ o na vista ou
7 mm entre si .
• próxima à vista
Marca de fim de linha de dimensionamento

Setas de dimensionamento. Gera lmente, são usadas

~ +i
5 xd setas para marcar os lim ites de li nhas de dimensiona- linhas de indicação e de referência
menta.
Comprimento da cabeça da seta: 10 x largura da linhas de indicação. As linhas de indicação são dese-
li nha de dimensionamento. linha de indicação nhadas como linhas cheias finas. Elas term inam
2 SW24 com setas, se apontarem para bordas;
Ângu lo 15' .
• com um ponto, se apontarem para uma superfície.
linha de referênc ia • sem marcação, se apontarem para outras li nhas.
linhas de dimensionamento auxiliares
q,4 linhas de referência. As linhas de referência são dese-

- --"it·
Design . As li nhas auxi liares são desenhadas perpendicu- li nha de nhadas no sentido de leitura, com linhas cheias finas.
larmente ao comprimento que deve ser dimensionado, indicação Elas podem ser ligadas a linhas indicação.

~t f@·
com linhas cheias finas.

-, -3 Características especiais
Elementos simétricos. Li nhas centra is podem ser usa-
das como linhas auxiliares em elementos simétricos.
Linhas auxiliares podem ser quebradas, p. ex., pa ra
Dimensões angulares
linhas auxiliares. As linhas auxiliares apontam na dire-
8 16 7 5 ção do vértice do ãngu lo.
inserir dimensões.

~r Hi
Nú meros de d imensão . Normalmente, estes são inseri-
~ - Dentro de uma vista, as linhas auxi liares podem ser
dos tangencialmente à linha de dimensionamento, de
CX) desenhadas para separar espacialmente elementos
de formato igua l ou simi lar. modo que sua extremidade inferior aponte para o vérti-
ce do ãngu lo, se eles estiverem acima da linha central
l in ha auxi li ar As linhas auxi liares não podem se r estend idas de uma horizontal; sua extremidade superior aponta para o vér-
50 que passa vista para uma outra vista.
-------------- tice do ângulo, caso estejam abaixo desta linha.
através da peça
Números de dimensionamento Quadrado, abertura de chaves

55 Inserção. Os números de dimensionamento são inseridos Quadrado


35 em let reiro pad rão de acordo com DI N EN ISO 3098 Símbolo. Para elementos com formato quadrado, o sím-
r-
bolo é colocado em frente do número de dimensiona-
~ com um taman ho m ínimo de 3,5 mm 'õ mento. O tamanho do símbolo corresponde ao tamanho

-
µ
1

i
- ~

00
..,
~
~1 acima da lin ha de dimensionamento
de modo que possam ser lidos a partir de ba ixo e da
direita.
das letras pequenas .
Dimensionamento. Formatos quadrados devem de pre-
ferência ser dimensionados na vista em que seu forma-
to é reconhecível. Apenas o comprimento de um lado do
2,5 2 2,5 para lin has de dimensionamento mú ltiplas e pa rale-
quadrado deve ser inserido.
(10) 6 15 2 las: defasadas entre si.
Abertura de chaves

~
1 1
Espaço limitado. Se o espaço for lim itado, os números
N
~
~+= ,---J "'♦ de d imensionamento podem ser inseridos.
em uma linha de indicação
Sím bolo. No dimensionamento de aberturas de chaves
são colocadas as letras maiúsculas SW diante do número.

T 40 t sobre a extensão da linha de dimensionamento.


Comunicação técnica: 3.5 Inserção de dimensões 79
78 Comunicação técnica: 3.5 Inserção de dimensões

Inserção de medidas ou dimensões em desenhos Inserção de dimensões em desenhos


Cf. DIN 406-11 (1992-12) e DI N ISO 64 10-1 (1193-12)
Diâmetros, raios, esferas, chanfros, inclinações, estreitamentos, dimensões de arco Entalhes, roscas, parcelamentos
Cf. DIN 406-11 (1992-12)
Entalhes
Diâmetro, raio, esfera
Profundidade do entalhe. A profundidade do entalhe é
Diâmetro medida.
N
N®10N9 a partir da lateral do ra sgo para entalhes fechados.
Símbolo. Para todos os diâmetros, o símbolo é coloca-
à
do antes do número de dimensão. Sua altura global
corresponde à altura do número de dimensionamento.
Espaço limitado. Caso o espaço seja limitado, as dimen-
+
(")
L.Ô
(")
9
r--
N
·+·
'
a partir do lado oposto para entalhes abertos.

Dimensionamento simplificado. Pra enta lhes represen-


sões são colocadas fora da peça.
tados apenas na vista superior, é inserida a medida da
Raio profundidade do enta lhe.
Símbolo. A letra maiúscula R é colocada antes do núme- ~ h =5+0,2 com a letra h o u

il~~+W
ro de dimensionamento. • combinada com a largura do enta lhe
Linhas de dimensionamento. As linhas de dimensiona-
mento devem ser desenhadas.
Em ranhuras com anel de segurança pode-se inserir a
• a partir do centro do raio ou
profundidade em combinação com a largura delas.
• na di reção do ponto médio

Esfera 1, 1 H13x <i>23 H11


Dimensões de entalhe para:
Símbolo. Para peças com formato esférico, a letra maiús-
Cunhas, ver página 239;
cula Sé colocada antes do símbolo de diâmetro ou raio.
Chavetas, ver página 240;
Anéis de retenção, ver página 269.
Chanfros, rebaixamentos/escareamentos
Roscas
Chanfros de 45° e escareamentos de 90° podem ser

2x45º
dimensionados indicando-se simplesmente o ângulo e a
largura do chanfro. As medidas de um chanfro desenha-
do ou não podem se r inseridas com ajuda de linhas
auxi liares.
-------
3x45 º

:r::.-- tt==::r-1
-'
M16-RH Designação reduzida. Para roscas normalizadas usam-se
designações reduzidas.
Roscas esquerdas e direitas. Ro scas esquerda s são mar-
cadas com LH; roscas direitas, com RH.
J:,
Outros ângulos de chanfro. Para chanfros com um ângu- Roscas com passos múltiplos. Para roscas com passos
0,6x 45º lo diferente de 45º devem ser inseridos múltiplos, o passo e o espaçamento são inseridos atrás
o ângu lo e a largura do chanfro ou do diâmetro nominal.
~ 2 x 4 5º

~
• o ângulo e o diâmetro do chanfro. Especificações de comprimento. Estas fornecem o com-
primento útil da rosca. Normalmente, a profundidade do
furo básico (pág in a 211) não é dimensionada.
Inclinações, estreitamentos
~T--;;af===~c===i>---H "'~ Chanfros. Os chanfros em roscas só devem ser dimen-
00
sionados se seus diâmetros não corresponderem ao diâ-
Inclinação
.,,

[S~
X metro da rosca.
Símbolo. O símbolo t:::,.. é inserido antes dos números
de dimensionamento. ~ .L.~c===:J '===d,,----,~ -~
Localização do símbolo. O símbolo é orientado de modo
que sua inclinação está para lela à inclinação da peça. De
preferência, o símbolo é ligado à superfície inclinada com Parcelamento
uma linha de referência ou de indicação.

~
10 20x16(=320) (10
Estreitamento
16
Símbolo. O símbo lo C> é in serido antes dos números
de dimensionamento sobre uma linha de referência. Elementos com design idêntico. No parcelamento de
u:,
Localização do símbolo. O símbolo deve ser co locado elementos que apresentam espaçamentos ou ângulos
de modo a estreitar no sentido do estreitamento da iguais entre si, são especificados:
peça. A linha de referência com o símbo lo é ligada ao 340 o número de elementos
contorno da peça.
a distância entre os elementos
o comprimento global ou o ângu lo global (entre
Dimensões de arco
parênteses)

r\32 32 Símbolo. O símbolo n é inserido antes dos números de


dimensionamento. Em desenho manual, pode-se colo-
car o símbolo sobre o número de dimensionamento.
12
8x12(=96
80 Comuni cação té cni ca: 3.5 Inserção de dimensões Comunicação técnica: 3.5 Inserção de dimensões 81

Inserção de dimensões em desenhos Inserção de dimensões em desenhos


Especificações de tolerância Cf. DIN 406-12 (1 192-12), DIN ISO 2768-1 (1991 -06) e DIN ISO 2768-2 (1991-04) Cf. DIN 406-l0 e-11 (1992-12)
Dimensões
Especificações de tolerância utilizando desvios Tipos de dimensões

Dimensões básicas. As dimensões básicas de uma peça


dimensão
! 70 - básica
são:
dimensões co m prime nto tota l
60
+~, 15 1 5 x 45º larg ura total
Inserção. Os desvios são inseridos
35 -0, 10 1 altu ra tota l.
1 ~ atrás da dimensão nom ina l
no caso de dois desvios, o para mais é co locado aci- Dimensões de detalhes. As dimensões de detalh es defi -
ma do para me nos
nem, por exem plo:
~ t-----,rl_!+ para desvios para ma is e para menos iguais o va lor é
precedido pelo sina l ± e escrito só uma vez.
dimensões de entalh es/ranhu ras
• dimensões de ressa ltos
no dimensionamento de ângu los com a especificação
1 40 -0, 1/-0, 3 1 das unidades.
Dimensões de posição. Estas são usadas para especifi-
ca r a loca lização de:
~- +0°30' ~ _
+0º 0'45" furos
L.___ll0}+0° 15' L__J_:30} +0° O' 30 "
entalhes
furos alongados, etc.
Especificações de tolerância utilizando classes de tolerância
Dimensões especiais

Dime nsão
a ux ili ar - - -_,___

Dimensões brutas
Inserção. As classes de tolerância são inseridas para: Função. As dimensões brutas informam, p. ex., as dimen-
med idas nom inais: atrás de las. sões de peças fundidas ou forjadas, antes da usinagem.
medidas em peças dese nhadas enca ixadas: a classe Identificação. As dimensões brutas são colocadas entre
de tolerãncia da dimensão interna (fu ro) é colocada colchetes.
antes ou sobre a classe de tolerância da dimensão
externa (eixo).
Dimensões auxiliares
Função. As dimensões auxili ares forn ecem informações
adicionais; não são necessá ri as para definir geom etri ca-
mente a peça. Dimensões auxiliares são colocadas entre
parênteses, sem a especificação de tolerâncias.
Especificações de tolerância para partes específicas da peça 30
Dime nsão bruta
N [35] Dimensões não desenhadas em escala
g Identificação. As dimensões não desen hadas na esca la
Validade. A parte à qua l a to lerância se aplica é limitada 70

_p
1-- 1--r~ ~ +I
-+~-- ~ por uma linha cheia fina.
podem ser usadas para muda nças no desenh o, p. ex., e
são sublinhadas.
Em dese nh os rea lizados co m auxíli o de co mputador
q,8
(CAD), as dime nsões sublinhadas são proibidas.

Especificações de tolerância utilizando tolerâncias gerais 1: 25


. 1. 20
Dimensões de teste
Aplicação. As tolerâncias gera is são usadas pa ra: função. Deve-se observar que estas dimensões são veri -
Gcp, üft:
dimensões de comprimento e ângu los. fi ca das pe lo comprador. Se necessá ri o, uma inspeção
=ff = = = = = = = - - de 100% será rea lizada.
fo rma e posição.
El©
= DIN 509 - E 0,8x 0, 3
10
Inserção no desenho. A indicação das tolerâncias gerais
(pági na 11 0) pode ser loca lizada:
Identificação. As dimensões de teste são colocadas em
molduras com ca ntos arredondados.

~---/ }~§~~
próxima dos desenhos da peça individua l
para blocos de titulo, de acordo com DIN 677 1 (retraido): Dimensões teoricamente precisas
no bloco de títu lo. Função. Estas dimensões forn ecem a posiçã o geom étri-
2~ ca idea l (teorica mente precisa) do detalhe de um a peça.
N -9- Dados. São fornecidos: Identificação. As dimensões são colocadas em uma mol-
-e- Parafu sos o número da pág ina da norma dura , sem especificação de tolerâncias.
10 SPb 20 a classe de to lerância pa ra dimensões de co m primen-
16
40 1---- to e de ângu los
5x 45º ISO 2768- m a c lasse de tolerâ ncia para forma e posição, caso
53 necessário.
82 Comunicação técnica: 3.5 Inserção de dimensões Comunicação técnica: 3.5 Inserção de dimensões 83

Tipos de dimensionamento Simplificação de desenhos


Dimensionamento paralelo, dimensionamento de cursos Representação simplificada de furos Cf. DIN 6780 (2000- 10)
ascendentes, dimensionamento por coordenadas 11 Cf. DIN 406- 11 (1992- 12)
Base do furo, larguras das linhas para representação simplificada
Dimensionamento paralelo
Representação Representação \Representação
completa, simplificada, Base do furo
com pleta,
dime nsionamento dimensionamento dimensionamento O formato da base do furo é fornecido por um
com pleto simplificado simplificado símbolo, se necessário.
Linhas de dimensionamento. Várias linhas de dimensio-
O símbolo U, por exemplo, significa uma base

~
namento são inseridas juntas para: ~ $10x14U chata do furo (rebaixamento cilíndrico).
o o dimensões lineares paralelas.
~ O) Ln
• dimensões angulares concêntrica s.
~t ~ - Larguras das linhas
Para furos com representação simplificada, é pre-
ciso desenhar com linha cheia grossa:
500 a cruz dos eixos na vista de cima
• a posição dos furos.
Dimensionamento de cursos ascendentes

190~ ,
2201-=.1=.-=--=--=--=--=-~~---±--... Origem. As dimensões são inseridas a partir da origem,
Furos escalonados, escareamentos e chanfros, roscas internas
representada por um pequeno circulo, em cada um dos
1 1_1_En--+-- - ---+ três sentidos possíveis.
50
Linhas de dimensionamento. Para a inserção vale:
0 -0---+-'-+----+-+--+------ Como uma regra, apenas uma linha de dimensiona- Furos escalonados
t= 1 2
00 lO o mento é usada para cada sentido . Para furos com dois ou mais degraus, as dimen-
lO N o Podem ser usadas duas ou mais linhas de dimensio- sões são escritas uma abaixo da outra. O diâme-
C") lO
namento se o espaço for limitado; estas linh as tam - tro maior é escrito na primeira linha.
bém podem ser quebradas.
Escareamentos e chanfros
. 5 Dimensões
1400
65 ·+-· Devem ter um sinal de menos, caso sejam in seridas
no sentido oposto.
Para escareamentos e chanfros de furo, são
fornecidos o maior diâmetro e o ângu lo de esca-
o ' Também podem ser inseridas no sentido da leitura. reamento.
- 50 o 170 o o
~
Roscas internas
-50
O comprimento da rosca e a profundidade do
furo são separados por uma barra. Furos sem
Dimensionamento de coordenadas
especificação de profundidade perfuram a peça
totalmente.
Pos. X Y d
y t=12 1 50 50 12140
2 180 190 12130 Coordenadas cartesianas (página 63)
3 220 115 12175 Valores de coordenadas. Estes são:
4 325 50
inseridos em tabelas o u
o inseridos próximos aos pontos no plano de coordenadas Exemplos

Ponto de origem. O ponto de origem Furo 0 10H7


Furo total
é marcado com um círculo pequeno
Chanfro 1 x 45°
pode ser localizado em qualquer lugar no desenho

o Dimensões. Estas devem se r precedidas por um sinal de


menos, caso sejam inseridas a partir da origem no sen-
Rosca esquerda M10
tido oposto ao se ntido positivo. Comprimento da rosca 12 mm
Furo total
Pos. r f d
Coordenadas polares (páginas 63)
t=12 1 140 Oº 12130
2 140 30° 12130 Valores das coordenadas. Os valores das coordenadas
são inseridos em tabelas. $8X 0,3 <j)Bx0,3 Escareamento cilíndrico 0 8
3 100 60º 12130 Profundidade do rebaixamento 0,3 mm

~~
4 140 90º i;l30 Furo torai 0 4,3 com rebaixamento em formato
de cone de 90º
11 O dimensionamento paralelo, dimensionamento de cursos e dimensionamento de coordenada podem ser combi- Diâmetro de reb aixamento 0 8
nados entre si.
84 Comunicação técnica : 3.6 Ele m entos de máquina s Comuni caçã o t écni ca: 3.6 El ementos de m áqui nas 85

Tipos de engrenagem Representação de mancais de rolamentos


Representação de engrenagens Cf. DIN ISO 2203 (1976-06) Representação de mancais de rolamentos Cf. DI N ISO 8826- 1 (1990-01) e DI N ISO 8826-2 (1995- 10)

Engrenagem com dentes retos Engrenagem cônica Engrenagem sem-fim (helicoidal) Representaçã o Elementos de uma representação detalhada simplificada

simplificada gráfica Explicação Elemento Explicaçã o, aplicação

Linha reta longa, para representar o eixo

[±] ~
No gera l, um mancai de do rolamento com apoio sem ajustes.
rolamento é representado
por um quad rado ou retân - Linha longa curva, pa ra representar o eixo
gu io e uma cruz. do rolamento, com apoios ajustáve is
~
(apoio de pêndu lo).

a~
Linha reta curta, usada para rep resentar a
posição e o número de séries de elemen-
Se necessário, o mancai de 1 tos do ro lagem.
Roda dentada reta e objeto posicionado externamente Roda dentada reta e objeto posicionado internamente ro lamento pode ser repre-
sentado por seu contorno
e a cruz.
o Circulo, para representação de elementos
de rolagem (esfera, ro lo), que são desenha-
dos perpendicu larmente a seu eixo.

Exemplos de representação detalhada simplificada de mancais de rolamentos

Representação de mancais de rolamentos (uma fi leira) Representaçã o de mancais de ri> lamentos (fileira dupla)
detalhada detalhada gráfica Designaçã o
gráfica Designação
simplificada simplificada

Fl ~é! ~ ~~
Rolamento radial Rolamento radial
de esferas ranhura- de esfera ranhura-
do, rolamento de do, ro lamento de
rolos cilíndrico. rolos cilíndrico

Fl g
Rolamento de esfe-

Roda dentada reta com cremalheira Par de engrenagens cônicas (ângulo dos eixos 90º)
Rolamento axial
de rolos autocom-
pensador
H EiEl ras (duas filas)
oscilante, rolamen -
to de ro los radial
autocompensador

f21 ~~ F9 ~
Ro lamento de
esferas obliquo, Rolamento
ro lamento de de esferas obliquo
rolos cônico

n LJ Rolamento de
agulhas, conjunto
d e rolamentos de
agulhas li LJ
Rolamento de
agulhas, conjunto
de ro lamentos de
agulhas

~ Ml!l ~ R
Rolamento axial
Rolamento axial
d e esf era s ranhura -
de esferas
do, rolamento axial
ranhurado, bilateral
de ro los
Caracol e engrenagem sem f im Rodas de correntes Correias dentadas

fY I_ I'++'I ~
Rolamento axial
Rolam ento axial
de esferas ranhu -
de rolos autocom-
rado, com assento
pensador
esférico, bi latera l

Representação perpendicular ao eixo do elemento


Rolamentos combinados
de rolagem

li ~
Rolamento rad ial de

lli
agulhas combinado
com ro lamento d e Rolamento de rolos
esferas obliquo com qua lquer tipo

.\. -+-· 1
.
de formato de ele-
mentos de ro lagem

M~
Rolamento axial (esferas, ro los, agu-
de esferas combi-
nado com rolamento
·..___,___ . ./ lhas)

rad ial de agu lhas


86 Comunicação técnica: 3.6 Elementos de máquinas Comunicação técnica: 3.6 Elementos de máquinas 87

Representação de vedações e mancais de rolamentos Representação de anéis de segurança entalhes para anéis
Representação simplificada de vedações Cf. DIN ISO 9222-1 (1990-12) e DIN ISO 9222 (1991-03)
de segurança, molas, eixos ranhurados, e denteação por entalhe
Represent ação de anéis de segurança e entalhes para anéis de segurança
Representação Elementos de uma representação detalhada simplificada

@'
Representação Dimensão de montagem Limites de tolerância
simplificada gráfica Explicação Elemento Explicação, aplicação
Tol erâncias para d 2:
Linha longa para lela à superfície de Limite superior de to lerâ ncia
O (zero)

(v t '""°""""""
vedação, para elemento de vedação fixo Anéis de para dimensionamento 1) limite inferior de tolerância:
(estático) segurança negativo
Em geral, uma vedação é ~

para eixos "O a= largura do rolamento Tolerâncias para a:


representada por um qua- Linha diagonal longa, para elementos

/ (pág ina 269) largura do anel de segura Limite superio r de tolerância:


drado ou retângulo e uma de vedação dinâmicos, por exemp lo, o 3 positivo
cruz em diagonal. O senti- lábio de vedação. O sentido da vedação Limite inferior de tolerância: C
1
do da vedação pode ser pode ser comunicado por uma seta . (zero)

9]
comun icado por uma seta. To lerâncias para d 2 :
Linha diagonal curta, para lábios Limite su perior de tol erância:
/ / / 2 _,, Plano de referência
/ recolhedores de pó, anéis recolhedores
de óleo Anéis de
mH1 l
à<+ '..i para dimensionamento 1) positivo
Limite inferior de tolerância:

Linhas curtas que apontam pa ra o meio


do símbolo, para peças estáticas de
segurança
para furos
(página 269)
N

""
~
t~ ---, 1~ / i - O (zero)
Tol erâncias para a:
Limite superior de tolerância:
positivo
anéis U e V e guarnição.
1
r// // Limite inferi or de tol erância:
Se necessário, a vedação
C>(zero)
pode ser representada por Linhas curtas que apontam para o meio
seu contorno e uma cru z 11 Por razões funcionais, o plano de referência para o dimensionamento de entalhes é a supe rfíci e de co ntato
do símbo lo, para lábios de vedação de
em diagonal. anéis em U e V, guarnição. da peça a asseg urar.
Representação de molas Cf. DIN ISO 2162-1 (1994-08)
T LJ Te U, para vedações sem contato.
Representação Representação
Nome Símbolo Nome Símbolo

t,
Exemplos de representação detalhada simplificada de vedações Vista Seção Vista Seção

Anéis de vedação de eixos e vedações de haste de pistão Vedações de perfil, conjuntos de guarnição, Mola de

e e
= = f
vedações de labirinto compressão Mola
Designa ão para helicoidal cilín- de tração
helicoidal

T T
detalhada Movimento detalhada detalhada drice
gráfica Rotação gráfica gráfica (arame redon- cilíndrica
simplificada linear simplificada simplificada

B ~ s
do)
Anel de

0 ~ ~ mm
vedação de Vedação de
Mola de
~
1~
f
eixo sem haste sem

~
lábio reco- recolhedor Mola compressão
lhedor de pó de torção
~ helicoidal

~
helicoidal cilíndrica

~ ~
Anel de

~
0 ~ B E 0 ~
vedação de Vedação de cilíndrica (arame
eixo com haste com quadrado)
lábio reco- recolhedor
lhedor de pó


Mola de disco Conjunto

~
Anel de (simples) 1
- 1 ....

~ ~ [l ~ ~
* ==
Vedação de de molas
vedação de Conjunto de disco
haste, dupla
eixo, dupla
ação
ação

Exemplos de representação simplificada de vedações e rolamentos


de molas
de disco
(discos
na mesma
19 ? 1 ~ m (discos em
camadas em
posições
alternadas
Rolamento de esferas com ranhuras Rolamento de esfera s (duas fileiras) Conjunto de guarnição 21 posição
e anel de vedação de eixo radial com com ranhura s e anel de vedação de Representação de eixos ranhurados e denteação por entalhe Cf. DIN ISO 6413 (1990-03)
lábio recolhedor de pó 11 eixo radial 21
Eixos ou Eixo Cubo Junção
cubos ranhu-
rados com Jl...--·
flancos retos

Símbolo:.f"l ~@) {g=~ ;@~

11 Metade supe rior: re presentação simplificada; metade inferior: representação gráfica.


21 Metade su perior: representação detalhada simplificada; metade inferio r: represe ntação gráfica.
Eixos ou
cubos denta-
dos com flan -
cos evolventes
ou denteação
por entalhe ~. A•••

. ~@ .
. .. . · ...

Símbolo:J\. ⇒ Eixo ranhurado ISO 14-6 x 26 f7 x 30: Perfil do eixo ranhurado com flancos retos de acordo com ISO
14, número de cunhas N = 6, diâmetro interno d = 26f7, diâmetro externo D = 30 (pág ina 241)
19• .
.
.
88 Comunicação técnica : 3.7 Elementos de peças Comunicação técnica: 3.7 Elementos de peças 89
Saliências em peças torneadas, cantos em peças Terminais de rosca, recuo de rosca
Saliências em peças torneadas Cf. DIN 6785 (1991-1 1) Terminais de roscas métricas ISO Cf. DIN 76-1 (2004-06)
Dimen- Maior diâmetro da peça acabada em mm Rosca externa Passo Rosca Passo Rosca
Dimensões sões da 1 1
norma Terminal de rosca 2 norma Terminal de rosca 2
da saliência ~ ~ m a x saliên- até 3 acima de acima de acima de acima de acima de acima de acima d,
ISO ISO
saliência eia 3 até 8 5 até 8 8 até 12 12até 18 18até 26 26até40 40até60
X
p d
x, a, e, p d
x1 a1
e,
max. max. max. max.
d2m ax
Exemplo 0,3 0,5 0,8 1,0 1,5 2,0 2,5 3,5
~<1>0,5 emmm 0,2 0,5 0,6 1,3 1,25 M8 3,2 3,75 6,2
0,25 M1 0,6 0,75 1,5 1,5 M10 3,8 4,5 7,3
3
0,3 0,75 0,9 1,8 1,75 M12 4,3 5,25 8,3
Inserção
no desenho f· · ~ <j> 0, 5x0,3
ld2max
emmm
0,2 0,3 0,5 0,6 0,9 1,2 2,0 3,0
0,35

0,4
0,45
M1 ,6

M2
M2,5
0,9

1
1, 1
1,05

1,2
1,35
2,1

2,3
2,6
2
2,5
3
M16

M20
M24
5
6,3
7,5
6
7,5
9
9,3

11 ,2
13, 1
Cantos em peças Cf. DIN ISO 13715 (2000-12), substitui DIN 6784 0,5 M3 1,25 1,5 2,8 3,5 M30 9 10,5 15,2
0,6 1,5 1,8 3,4 4 M36 10 12 16,8
Canto

w///j
Canto está localizado em relação à forma geométrica ideal da peça
Rosca interna 0,7 M4 1,75 2,1 3,8 4,5 M42 11 13,5 18,4
interiormente exteriormente na área 0,75 1,9 2,25 4 5 M48 12,5 15 20,8
Canto Remoção de material Rebarba Aresta viva 0,8 M5 2 2,4 4,2 5,5 M56 14 16,5 22,4
externo 1 M6 2,5 3 5,1 6 M64 15 18 24

-r ~ ~ ~ ~r:W !I
~ 11 Para roscas finas, as dimensões do terminal de rosca são selecionadas de acordo
l_
~
1
com o passo P.
1 21 Regra, va le sempre que não houver outras especificações.
Canto Remoção de material Transição Se for necessário um curto terminal de rosca, aplica-se:
Aresta viva
interno x 2 = 0,5. x 1; a 2 = 0,67. a 1; e 2 = 0,625. e 1

ir_ ~ ~
Para terminais de rosca longos vale:

~
~
kaj7 1
'
a 3 = 1.3.a 1; e 3 = 1,6.e 1
Recuos de roscas métricas ISO Cf. DIN 76-1 (2004-06)
Medida a (mm) - 0, 1; - 0,3; - 0,5; - 1,0; - 2,5 +O, 1; +0,3; + 0,5; + 1,0; +2,5 - 0,05; - 0,02; +0,02; +0,05 Passo Rosca
Rosca externa
Elemen- Significado para Sentido de rebarba e remoção de materia norma Rosca externa Rosca interna
Símbolo para marcar forma A e forma B
to do ISO Forma A 2 Forma B3 Forma C2 Forma D3
cantos em peças canto canto Canto Canto
símbolo externo p d9 91 92 91 92 d9 91 92 91 92

cfta
interno externo interno d
h13 min. max. min . max. H13 min. max. min. max.
Campo para inserção Rebarba permitida, Transição permitida, Especifica-
Remoção de 0,2 0,1 d- 0,3 0,45 0,7 0,25 0,5 d+0,1 0,8 1,2 0,5 0,9
de dimensão + remoção de mate- remoção de material ção permiti- Rebarba
material 0,25 M1 0,12 d- 0,4 0,55 0,9 0,25 0,6 d+ 0,1 1 1,4 0,6 1
rial não permitida não permitida da para

1ê!r-
0,3 O, 16 d- 0,5 0,6 1,05 0,3 0,75 d+0,1 1,2 1,6 0,75 1,25
Remoção de mate- Remoção de material Exemplo
0,35 M1,6 O, 16 d- 0,6 0,7 1,2 0,4 0,9 d+0,2 1,4 1,9 0,9 1,4
- rial requerida, rebar- requerida, transição +~ L1

le: 1 ba não permitid a não permitida ----r 'SJ 0,4


0,45
0,5
M2
M2,5
M3
0,2
0,2
0,2
d-
d-
d-
0,7
0,7
0,8
0,8
1
1,1
1,4
1,6
1,75
0,5
0,5
0,5
1 d+0,2
1,1 d+0,2
1,25 d+ 0,3
1,6
1,8
2
2,2
2,4
2,7
1
1,1
1,25
1,6
1,7
2
± Rebarba ou transi- Rem oção de material Significado 1

-ft J
1) 0,6 0,4 d- 1 1,2 2,1 0,6 1,5 d+ 0,3 2,4 3,3 1,5 2,4
l~ u l ~ ,_s:e- ção permitidas ou transição permitidas
essano
11 permitida apenas com uma especificação de medida 0,7 M4 0,4 d- 1,1 1,5 2,45 0,8 1,75 d+0,3 2,8 3,8 1,75 2,75
0,75 0,4 d- 1,2 1,6 2,6 0,9 1,9 d+ 0,3 3 4 1,9 2,9
Identificação de cantos em peças 0,8 M5 0,4 d- 1,3 1,7 2,8 0,9 2 d+ 0,3 3,2 4,2 2 3
1 M6 0,6 d- 1,6 2,1 3,5 1,1 2,5 d+ 0,5 4 5,2 2,5 3,7
Indicações coletivas Exemplos
1,25 M8 0,6 d- 2 2,7 4,4 1,5 3,2 d+ 0,5 5 6,7 3,2 4,9
l.±_0,5 1,5 M10 0,8 d- 2,3 3,2 5,2 1,8 3,8 d+ 0,5 6 7,8 3,8 5,6
~.3 Rosca interna

~
Canto externo sem rebarba 1,75 M12 1 d- 2,6 3,9 6,1 2,1 4,3 d+ 0,5 7 9,1 4,3 6,4

ili
~ .5 A remoção de material permi ssível forma C e forma D 2 M16 1 d- 3 4,5 7 2,5 5 d+
(/)
0,5 8 10,3 5 7,3

~
1 situa-se entre O e 0,3 mm
2,5 M20 1,2 d - 3,6 5,6 8,7 3,2 6,3 d+0,5 10 13 6,3 9,3
-
Canto externo com reba rba per- 3 M24 1,6 d - 4,4 6,7 10,5 3,7 7,5 d+0,5 12 15,2 7,5 10,7

1b+
Indicações coletivas se aplicam a todos os ca ntos para os missível de O a 0,3 mm 3,5 M30 1,6 d- 5 7,7 12 4,7 9 d+ 0,5 14 17,7 9 12,7
quais não houver indicações específicas. (sentido da rebarba especificado) 4 M36 2 d - 5,7 9 14 5 10 d+ 0,5 16 20 10 14
Os cantos para os quais a indicação coletiva não se apli- 4,5 M42 2 d- 6,4 10,5 16 5,5 11 d+ 0,5 18 23 11 16
ca devem ser marcados no desenho. Canto interno com remoção de 5 M48 2,5 d- 7 11 ,5 17,5 6,5 12,5 d+ 0,5 20 26 12,5 18,5
As exceções são colocadas entre parênteses depois da -0, 1 material permissível entre O, 1 e X 5,5 M56 3,2 d- 7,7 12,5 19 7,5 14 d+ 0,5 22 28 14 20
indicação coletiva ou indicadas pelo símbo lo básico. [il,5 0,5 mm (sentido de remoção não

ns:-
6 M64 3,2 d- 8,3 14 21 8 15 d+ 0,5 24 30 15 21
especificado)