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UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA

DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÁO
DISCIPLINA – EPISTEMOLOGIA E METODOLOGIA DA ALFABETIZAÇÃO E DO
LETRAMENTO – SEMESTRE 2021.2
PROFESSORA – ÉDIVA DE SOUSA MARTINS

ESTUDO DIRIGIDO – AZENHA CAPÍTULOS 4 E 5 - A EVOLUÇÃO DA


CRIANÇA

1. Em relação á pesquisa de Ferreiro e Teberosky, relate:

a) O objetivo da pesquisa – o que as autoras buscavam descobrir.

Investigar a aprendizagem e percepção da criança entre o som, letras e como ocorre esse
processo.

b) Tarefas realizadas com as crianças para descobrir o que queriam.

Eram realizados diálogos, escrita do próprio nome da criança, nome de algum amigo ou
membro da família, elas escreviam palavras muito frequentes no início da alfabetização,
desenhavam e escreviam contrastando desenhos e escrita ,usavam também palavras
ainda desconhecidas para a criança, as vezes incluindo uma frase.

c) Perfil das crianças investigadas – idade, meio social, experiência escolar...

média de idade 5 e 6 anos, classe social baixa, moradoras de periferia na primeira ou


segunda serie ano que começavam na escola.

média de idade 4 a seis anos, classe social baixa e média, as crianças da classe média
frequentavam a escola publica e a particular
2. Sobre os resultados da pesquisa, no que diz respeito aos critérios infantis para
representação do texto escrito, defina o que significa:

a) Critérios de legibilidade

Critério de quantidade, tem que ter muitas letras para a palavra ser legitima.

Critérios qualitativos, análise que as crianças faziam das semelhanças das letras, aqueles
conjuntos de três letras que elas viam ou a presença de duas letras.

b) Hipótese de quantidade de letras (variação quantitativa).

A quantidade de letras consideradas validas pelas crianças para ser uma palavra, era de
no mínimo três letras

c) Hipótese de variedade de letras (variação qualitativa).

Letras iguais não servem para ler, precisa ter no mínimo três letras e não serem
repetidas, pois elas desconsideram letras iguais, esse fato ocorre com mais frequência
entre crianças de classe media que pode ser explicado pela pratica da leitura que é mais
comum em classe social mais elevada.

3. Em relação aos níveis de escrita pré-fonéticos, como relatados na pesquisa de


Ferreiro e Teberosky, responda:

a) qual a semelhança fundamental que existe entre o primeiro e o segundo nível de


escrita?

As crianças nestes dois estágios iniciais de evolução não registram traços no papel com
a intenção de realizar o registro sonoro do que foi proposto para a escrita. Na verdade,
estas tentativas infantis de representação através da grafia demonstram que a criança
não chegou ainda a compreender a relação entre o registro gráfico e o aspecto sonoro da
fala
b) por que eles são chamados de pré-silábico? Quais equívocos podem ocorrer por causa
dessa denominação?

Marcar a existência de estágios prévios onde a criança não demonstra a intenção


deliberada de registrar a pauta sonora da linguagem. os professores se equivocam como
se isso indicasse incapacidade da criança em dominar as sílabas escritas das palavras.
De fato, nestes níveis precoces da aquisição, a fragmentação da palavra escrita em
unidades menores é um conteúdo inassimilável. Mas não será a emergência da hipótese
silábica que representará a condição para que esta assimilação seja possibilitada.

c) Qual a característica principal do nível 2 ? O que isso significa?

A necessidade de criar grafias diferentes na palavra, cuja intenção é para mostrar que
existem diferenças gráficas.

d) Em qual nível as crianças elaboram as hipóteses de quantidade mínima de letras e de


variedade de letras na palavra (critério de legibilidade)?

4- Em relação aos níveis fonéticos, responda:

a) Qual a característica principal do nível 3 silábico, e por que as autoras consideram


este período como fundamental para a evolução da escrita?

Para a criança começa a surgir uma relação entre som e grafia, a estratégia adotada pela
criança lhe faz perceber as silabas e que estas representam o som.

b) quando podemos considerar que esse nível apresenta valor sonoro ou não?

Atribuição de um valor silábico a cada marca produzida como parte de uma totalidade
registrada, seja esta marca letra, pseudoletra, número, letra com valor sonoro
convencional ou não, a fragmentação do texto escrito para fazer corresponder um
segmento oral a um segmento escrito é o indicador da concepção silábica de escrita
c) por que o nível 4, silábico-alfabético, pode ser considerado como um período de
transição? O que as letras podem representar nesse período?

A criança não abandona o nível 3, mas incorpora mais letras e sons no processo da
escrita

d) por que podemos considerar que a criança acrescenta letras nesse nível?

Justamente os sua percepção evolui com o tempo há um progresso na compreensão do


sistema de escrita.

e) ao chegar ao nível 5, alfabético o que as crianças já compreendem? O que as letras


representam, nesse nível?

Neste estágio a criança já venceu todos os obstáculos conceituais para a compreensão da


escrita - cada um do s caracteres da escrita correspondente a valores sonoros menores
que a s sílaba - e realiza sistematicamente um a aná - lise sonora dos fonemas das
palavras que vai escrever

5- Identifique os níveis de cada escrita em anexo:

ANEXOS
1 -nível 3

2 -nível 2

3 -nível 4

4 -nível 2

5 -nível 1

6 -nível 3