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Manual Alimentador Vibratório Simplex

Este documento fornece instruções para a instalação, operação e manutenção de um alimentador vibrátorio com sela fabricado pela Simplex Equipamentos. Ele contém informações sobre recebimento, instalação elétrica, operação, manutenção preventiva, lubrificação e montagem/desmontagem do mecanismo vibrátorio.

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Kevin Andres
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Manual Alimentador Vibratório Simplex

Este documento fornece instruções para a instalação, operação e manutenção de um alimentador vibrátorio com sela fabricado pela Simplex Equipamentos. Ele contém informações sobre recebimento, instalação elétrica, operação, manutenção preventiva, lubrificação e montagem/desmontagem do mecanismo vibrátorio.

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ALIMENTADOR VIBRATÓRIO COM SELA PÁGINA

MANUAL DE INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO 1/23

Conjunto Móvel de Trituración Primário y Secundário


SXCMPS 100

ALIMENTADOR VIBRATÓRIO
EQUIPAMENTO:
COM SELA

MODELO / Nº DE SERIE: SXAV 0840 0669B20001

Nº OF / ORDEM DE
0669/20 -
COMPRA:

FABRICANTE: SIMPLEX EQUIPAMENTOS LTDA

COMPAÑIA COMERCIAL REINA VICTORIA


CLIENTE:
SRL.

Av. João Azeredo Coutinho, 315 - Distrito Industrial Olhos D’Água – 33240-000 - Lagoa Santa (MG) Brasil
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ALIMENTADOR VIBRATÓRIO COM SELA PÁGINA
MANUAL DE INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO 2/23

ALIMENTADOR VIBRATÓRIO COM SELA SIMPLEX

Índice

Descrição Página

1. Instruções preliminares 04
1.1. Introdução 04

2. Instruções para recebimento 04


2.1 Transporte do alimentador 04
2.2 Uso dos números de serie do equipamento 04
2.3 Requisitos para estocagem da maquina 04
2.4 Deslocamento 05
2.5 Peças de reposição 05
2.5.1 Um ano de operação com 12 horas de funcionamento 05
2.6 Acessórios 05

3. Instalação 06
3.1 Instalação do alimentador 06
3.1.1 Instalação elétrica 06
3.2 Pré-tremonha 07
3.3 Aumento do peso da mesa 07
3.4 Grelhas 07
3.5 Revestimento 08

4. Operação 08
4.1 Partida do alimentador 08
4.2 Princípios de operação 08
4.2.1 Rotação 09
4.2.2 Angulo de ataque 09
4.2.3 Amplitude 09
4.2.4 Vida dos rolamentos 09

5. Manutenção 10

6. Instruções para manutenção preventiva 10


6.1 Verificação diária de manutenção 10
6.1.2 Verificação periódica de manutenção 11
6.2 Instruções para manutenção corretiva 11
6.2.1 Guia de reparos 11

7. Recomendações para manuseio das peças 12

8. Lubrificação 12
8.1 Vibradores lubrificados a graxa 12
8.1.1 Intervalo de lubrificação e quantidade 12
8.1.2 Graxas recomendadas 13
8.1.3 Solda ou corte com maçarico 13
8.1.4 Lubrificação dos eixos cardan 13
8.1.5 Aperto de parafusos 15
8.1.6 Fixação de parafusos com LOCTITE 15

9. Montagem e desmontagem mecanismo vibratório 15


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9.1 Contrapeso – flange vedação / anel espaçador externo 17


9.2 Rolamento e alojamento do rolamento 19
9.2.1 Anéis espaçadores e eixo 21

Termo de garantia 23

Anexos
Arranjo de instalação
Arranjo de mecanismo
Sugestão de peças de desgaste

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1. INSTRUÇÕES PRELIMINARES

1.1. INTRODUÇÃO

Temos enorme satisfação em tê-los como usuários dos equipamentos SIMPLEX. Eles foram desenvolvidos no
sentido de compatibilizar simplicidade de concepção e projeto, com construção robusta, utilizando materiais de
alta qualidade e especializada mão-de-obra, resultando em um produto de simples e confiável operação e
manutenção, o que lhe garante longa vida útil e alta performance, com um mínimo de cuidado e atenção.

Este manual contém todas as informações de forma prática, para instalar, operar e manter seu equipamento.

Leia-o com atenção, ao receber e instalar a máquina, e mantenha-o sempre a mão quando for executar
qualquer trabalho de manutenção ou ajuste. Em caso de qualquer dúvida ou alteração ao aqui exposto,
disponha de nossos serviços de assistência técnica.

2. INSTRUÇÕES PARA RECEBIMENTO

Foram tomados grandes cuidados na fabricação deste equipamento. Ele foi completamente inspecionado e
preparado para transporte antes de ser liberado, mas é possível que a máquina sofra danos durante o
transporte.

Aconselhamos a verificação de cada um dos itens, comparando-os com a lista de embarque. Se constatar
danos ou falta de qualquer peça, leve-o ao conhecimento do transportador imediatamente. O transportador
deverá anotar a ocorrência devidamente na nota do transporte. Isto ajudará a evitar quaisquer controvérsias
quanto à queixa e facilitará uma reparação rápida e eficiente.

2.1. TRANSPORTE DO ALIMENTADOR

O Alimentador Vibratório com a sua estrutura montada e as partes não estruturais (motores, correia, polias,
etc.), que seguem separadas, são amarradas com cintas metálicas a estrutura principal. Estes itens podem
eventualmente ser embalados separadamente.

2.2. USO DOS NÚMEROS DE SÉRIE DO EQUIPAMENTO

Quando emitir pedido de peças, não esqueça de mencionar o modelo e o número de série do seu equipamento.
Cada peça deve constituir um item do pedido e deve constar a quantidade necessária, a denominação, e o
número do desenho de cada peça. O cuidado especial na elaboração dessa lista em todos os pedidos facilitará
um despacho rápido. Consulte o capítulo referente ao esquema de conjunto e lista de peças da máquina.

2.3. REQUISITOS PARA ESTOCAGEM DA MÁQUINA

Os Alimentadores devem ser guardados em local livre de umidade excessiva. Quando os mesmos forem
estocados expostos ao tempo, sugere-se que sejam cobertos com protetor adequado para evitar danos
resultantes de corrosão ou eventuais quedas de objetos. Os vibradores deixam a fábrica sem óleo que deverá
ser adicionado e trocado após as primeiras 40 horas de operação. Se o Alimentador tiver de ser estocado mais
de seis meses, preencher o vibrador com produto inibidor a corrosão, devendo ser substituído a cada cinco
meses.

Consulte a secção de lubrificação para obter a quantidade correta de óleo a ser posta no vibrador. Recomenda-
se que a cada troca de óleo, o vibrador seja girado manualmente. As graxeiras e aberturas e eixos em vedações
de labirinto devem ser vedados com fita plástica para isolar da umidade e os respiros deverão ser trocados por
bujões para evitar a entrada de substâncias que possam contaminar o óleo.

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2.4. DESLOCAMENTO

Deve-se tomar extremo cuidado ao mover o Alimentador de um local a outro para evitar distorção de corpo ou
da tremonha. Sugere-se o uso de cabos de aço ao invés de correntes para erguer o Alimentador.

Para se erguer o alimentador, deve-se encaixar o gancho na tremonha próximo as extremidades de alimentação
e de descarga do Alimentador e levantar vagarosamente.

2.5. PEÇAS DE REPOSIÇÃO

Sugerimos manter em seu almoxarifado as seguintes peças de reposição, para evitar perda de tempo em caso
de emergência:

NOTA - As peças sobressalentes sugeridas não estão incluídas no fornecimento do produto Standard. Poderão
ser fornecidas separadamente através da solicitação do cliente.

2.5.1. UM ANO DE OPERAÇÃO COM 12 HORAS DE FUNCIONAMENTO

QUANTIDADE
CÓDIGO DO ALIMENTADOR SXAVS
ITEM

NOME DA PRIORIDADE (NOTA 1)


PEÇA (NOTA 2) 1 2
0940 1050 1260 1540 1560
MÁQ. MAQ.
01 Rolamento 10119402 1019402 10110631 10119402 10110631 2 1 jg. 1 jg.
11610869
02 Retentor 11600795 11600795 11600795 13410632 1 1 jg. 2 jg.
11600295
A3-211- A3-211-15-
03 Trilho A3-054 A3-054 A3-054 1 1 jg. 2 jg.
CEGA A100
A1-393- A2-210-
04 Revestimentos A1-035 A1-035 A2-386 1 1 jg. 2 jg.
F1/F2 12
10702410 10710799 10702410 10710799 3/4
05 Mola 10702410 1 1/2 jg
10710510 10710922 10710510 10710922 jg.
06 Eixo cardã P3-496 P3-496 11210921 P3-496 11210921 1 1jg 2 jg

NOTA 1
A vida das peças de desgaste dependerá das características do material processado. A quantidade indicada é
aproximada podendo variar para mais ou menos, conforme a aplicação.

NOTA 2
1) Peça essencial: Obrigatória no estoque.
2) Peça recomendável: Sua utilização não ocorre com freqüência, mas sempre que possível deve ser
estocada.
3) Peça desejável: Sua utilização é rara, deverá ser estocada em obras sem facilidade de manutenção e onde
as paradas do equipamento são extremamente críticas.

2.6. ACESSÓRIOS

Poderão ser fornecidos como acessórios, os seguintes itens:

Revestimentos especiais; Inversores de freqüência.

Para qualquer outro equipamento, deverá ser consultado o Departamento Técnico da SIMPLEX.

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3. INSTALAÇÃO

Juntamente com cada Alimentador, a SIMPLEX fornece um desenho de instalação contendo posição dos
chumbadores ou dos apoios, cargas dinâmicas e outros dados referentes à instalação e operação da máquina.

Sempre que possível, instale o Alimentador de modo que um guindaste, talha ou macaco hidráulico tenha fácil
acesso, a fim de economizar tempo na montagem e na manutenção do equipamento.

Quando do projeto da instalação deve ser previsto um espaço mínimo de 750mm ao redor do Alimentador para
circulação na região do vibrador.

3.1. INSTALAÇÃO DO ALIMENTADOR

Os Alimentadores Vibratórios "SXAVS" são normalmente fornecidos com base metálica, que contém a furação
de chumbação da máquina no concreto ou a sua fixação nas estruturas metálicas. A base metálica deve ficar
nivelada.

Posicione o Alimentador sobre a estrutura, sendo que as vigas longitudinais preferivelmente devem ficar
apoiadas na estrutura em todo o seu comprimento, verifique as folgas necessárias e proceda então ao
chumbamento ou aparafusamento.

3.1.1. INSTALAÇÃO ELÉTRICA

Em geral, os alimentadores fornecidos com chassi metálico de sustentação são providos de base para os
motores já acoplado a este. Nestes casos o arranjo de acionamento é despachado da fábrica completamente
montado, alinhado e testado, bastando para tal, verificar os seguintes itens no local de trabalho:

Alinhamento e paralelismo dos eixos cardãs.


Motor e eixos cardãs devidamente protegidos contra jatos de água e queda ou acúmulo de material;
Motor elétrico bem ventilado, livre de contaminação por pó, água e corpos estranhos, com fácil acesso para
inspeção e manutenção.

Para maior produtividade da instalação de britagem, como um todo, sugerimos a instalação de um inversor de
freqüência para acionar eletronicamente os dois motores simultaneamente, visto que tal recurso permite ajustar
de forma contínua a capacidade de alimentação do equipamento.

É recomendável para a alimentação elétrica dos dois motores o emprego das chaves magnéticas, com proteção
contra sobre carga (relé térmico), e curto circuito (fusíveis) individuais para cada um dos motores.

Eles podem ser comandados a distância através de uma botoeira e devem estar conjugados entre si de tal
forma que, quando ligar um, o outro conectar-se automaticamente e vice-versa.

Em caso de parada ou falha de um dos motores, o outro deverá ser imediatamente desligado. O sentido de
rotação dos motores deve ser um ao contrario do outro, ambos girando para fora.

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3.2. PRÉ-TREMONHA

Quando a quantidade a ser alimentada é pequena e as dimensões do material também são pequenas, pode-se
lançar o material diretamente sobre a tremonha do alimentador. Mas quando as dimensões do material são
grandes recomenda-se o uso da pré-tremonha, cujas vantagens são:

• O material não é jogado diretamente sobre a estrutura do alimentador, com isso não sofre impactos violentos
que abreviariam sua vida.
• Permite a utilização de equipamentos (para introduzir material no alimentador vibratório) de maior
capacidade, visto que a pré-tremonha atua como um armazenador de material.

Sendo assim a utilização de pré-tremonha é bastante benéfica, tanto para aumentar a vida do alimentador como
para facilitar a operação.

3.3. AUMENTO DO PESO DA MESA

A localização do mecanismo em um alimentador depende do centro de gravidade da mesa vibratória. A mesa


vibratória altera a posição do centro de gravidade e afeta diretamente o movimento. O resultado pode ser causa
direta de uma ruptura da mesa, ou de uma diminuição da capacidade de alimentação.

NOTA:
Quaisquer alterações no alimentador, sem prévia autorização do Departamento Técnico da SIMPLEX serão de
responsabilidade de quem as fizer.

3.4. GRELHAS

Os alimentadores "SXAVS" podem ser fornecidos com grelhas, localizadas na extremidade de saída do material
do alimentador. Alguns objetivos da utilização da grelha são:
• No caso de alimentação de britadores, a separação prévia de finos, que ajuda a evitar o compactamento do
britador.
• No caso de alimentação de correias transportadoras, permite que o material fino se acomode antes sobre a
correia formando uma camada sobre a qual o material graúdo cai. Evita-se desta forma o impacto direto de
material graúdo sobre a correia, impacto este que poderia ser danoso à correia.

A Grelha nos alimentadores "SXAVS" é formada por segmentos de trilhos aparafusados sobre vigas
transversais.

Em geral os alimentadores deixam a fábrica com trilhos formando uma grelha com abertura mínima.

Para se aumentar a abertura retire 1 (ou mais) segmento de trilho, e redistribua os demais de tal forma que as
aberturas fiquem iguais entre si.
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3.5. REVESTIMENTO

As tremonhas dos modelos maiores têm revestimento na região de entrada do material. Em todos os modelos a
mesa é revestida na superfície e na lateral. Os revestimentos fazem parte da lista de sobressalentes
recomendados e devem ser mantidos em estoque pelo usuário.

4. OPERAÇÃO

Todos os alimentadores deixam a fábrica com graxa lubrificante, conforme especificação, para as primeiras 40
horas de operação com temperaturas ambientes entre 2º a 40º C. Se o alimentador for destinado a operar fora
desses limites de temperatura, o lubrificante deverá ser trocado por outro mais adequado. Neste caso consulte o
Departamento Técnico da SIMPLEX.

4.1. PARTIDA DO ALIMENTADOR

Antes de dar partida no alimentador, seguintes itens deverão ser verificados:

• Se o vibrador está devidamente lubrificado (ver secção relativa à lubrificação).

As vedações de labirinto devem ser devidamente engraxadas.

• Se não há parafusos soltos no corpo do alimentador. Leia com atenção a secção - Aperto de parafusos.
• Se os parafusos da base do motor e eixos carda estão bem apertados.
• Se a instalação elétrica está correta.
• Se há espaço livre de 50mm entre a mesa do alimentador e quaisquer elementos estacionários como bicas,
estrutura suporte, etc.

Todos os alimentadores são testados na fábrica quando da sua montagem. Para verificar possíveis danos
durante o transporte ou manuseio, o teste deve ser repetido após a instalação. Os procedimentos, para realizar
o teste, estão descritos abaixo.

Verifique se:
• A compressão das molas, (comprimento instalado) é a mesma para ambos os lados da extremidade de
alimentação, o mesmo ocorrendo com as da extremidade de descarga.
• Se não há interferência da mesa com algum elemento estacionário.

Após a verificação dos itens acima, o teste deve ser iniciado com a máquina sem carga. Acompanhar a
elevação de temperatura do mecanismo até sua estabilização, cuidando para que esta não exceda a 90º. Caso
contrário entre em contato com o Departamento Técnico da SIMPLEX.

4.2. PRINCIPIOS DE OPERAÇÃO

Os alimentadores "SXAVS", são equipamentos vibratórios movidos por vibradores do tipo 2 eixos acoplados
diretamente aos motores elétricos, por meio de eixos cardã.

Esse tipo de vibrador confere a mesa um movimento linear. O movimento é caracterizado por:
• Amplitude;
• Freqüência;
• Angulo de ataque.
• Entende-se por amplitude a metade do curso (comprimento) do movimento de um ponto qualquer da
máquina
• Freqüência é o número de vezes por unidade de tempo, que o movimento é realizado, comumente chamada
de rotação.
• Angulo de ataque é o ângulo formado pela direção do movimento e pela direção da linha de centro das vigas
longitudinais da mesa do alimentador.

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Para um bom funcionamento do alimentador é necessário ter-se uma boa relação frequência - amplitude -
angulo de ataque.

Todos estes três parâmetros de operação podem ser alterados conforme casos específicos como a seguir.

4.2.1. ROTAÇÃO

Os motores de fornecimento Standard foram dimensionados para imprimir ao mecanismo as rotações de


motores com 8 pólos, ou seja, aproximadamente 880RPM.

Caso seja necessárias rotações fixas diferentes deste padrão, bases de motor com redução por polias podem
ser fornecidas, apesar de fortemente recomendamos a utilização de um inversor de freqüência para acionar os
motores entre 50% e 150% de sua rotação nominal.

Quanto a essa variação de rotação esclarecemos que:

• Um aumento no valor da rotação de alimentação implica numa capacidade de transporte maior, mas a força
atuante nos rolamentos será substancialmente maior, diminuindo consequentemente sua vida.
• O oposto com uma diminuição no valor de rotação de alimentação.
• Com uma rotação de espera com valor muito baixo, poderá se aproximar demasiadamente do valor da
freqüência natural do sistema "mesa-molas” com conseqüências danosas ao equipamento.

Assim sendo, quaisquer variações da freqüência e/ou rotação devem ser feitas com muita cautela e bom senso.

4.2.2. ÂNGULO DE ATAQUE

Normalmente os alimentadores são montados com os eixos de forma a gerar um ângulo de ataque de 45º.

4.2.3. AMPLITUDE

A amplitude da mesa é função do peso próprio da mesa e da massa excêntrica do vibrador.

Como o peso da mesa não deve ser alterado, o acréscimo da massa excêntrica do vibrador acarreta em maior
amplitude de vibração e conseqüente aumento de volume de material transportado e vice-versa.

Deve-se notar que:


• A força que deve ser suportada pelos rolamentos que apóiam um eixo é proporcional à massa excêntrica
desse eixo. Maior massa excêntrica forçará mais os rolamentos e vice-versa.

Para evitar o inconveniente de aumentar a massa e causar danos aos rolamentos é aconselhável utilizar
inversor de frequência para controlar a rotação dos motores e proporcionar amplitude ideal.

4.2.4. VIDA DOS ROLAMENTOS

A duração de um rolamento em serviço é o tempo durante o qual é devidamente empregado e com uma
manutenção adequada, funciona corretamente. O término dessa duração ocorre quando os componentes do
rolamento se danificam devido à fadiga do material ou quando o rolamento deixa de desempenhar a sua função
devido ao desgaste.

O tempo de funcionamento até o desgaste depende principalmente das condições de serviço e do ambiente,
bem como da eficiência da vedação e da lubrificação. As principais causas do desgaste são:

• As impurezas que, com o decorrer do tempo, penetram no rolamento; deficiências de lubrificação e a


corrosão devido à água de condensação. Os indícios perceptíveis de desgaste são superfícies ásperas das
pistas e dos corpos rolantes e um aumento da folga do rolamento. Em conseqüência, o ruído de giro
aumenta e a precisão da guia diminui, surgem desbalanceamentos, que provocam o giro irregular e
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submetem o rolamento a forças adicionais. O desgaste ocasiona, finalmente, uma distribuição desfavorável
da carga sobre pistas e corpos rolantes, que podem causar a fadiga prematura do material.

Em geral, o tempo de funcionamento até a fadiga determina o limite máximo da duração de um rolamento,
entretanto, devido ao desgaste, este limite nem sempre é alcançado.

5. MANUTENÇÃO

Inspeções constantes e sistemáticas no seu equipamento resultarão em menos reparos, menos tempo perdido
e menores custos de manutenção.

As condições de operação de um alimentador "SXAVS" são tão diversas que não existe um esquema geral de
manutenção. Entretanto, indicamos abaixo um esquema básico, que deverá ser seguido e adaptado conforme
as condições específicas da sua instalação.

Uma das melhores regras a seguir para a manutenção de um equipamento é registrar as horas de operação.
Então, após certo período, o alimentador deve ser submetido a uma inspeção geral. Este período varia
conforme o tipo de serviço (leve, médio, pesado, extra-pesado, intermitente, contínuo, etc.) características do
material alimentado, condições de operação, etc., e deve ser determinado empiricamente.

Equipamentos novos devem ser inspecionados em espaços de tempo relativamente curtos, que pode ser
aumentado gradativamente até que se atinja um limite adequado, o qual deverá ser seguido nas inspeções
subseqüentes.

Sugere-se manter sempre um registro de todas as revisões e reparos pelos quais o alimentador tenha passado,
pois isto ajudará a manter o equipamento em bom estado e poderá evitar consertos dispendiosos.

6. INSTRUÇÕES PARA MANUTENÇÃO PREVENTIVA

6.1. VERIFICAÇÃO DIÁRIA DE MANUTENÇÃO

1. Engraxe os rolamentos conforme instruções da secção lubrificação


2. Com o alimentador em funcionamento, verifique o vibrador quanto a ruídos que
indiquem rolamento estragado. Substitua-os, se necessário.
3. Verifique se a temperatura de funcionamento do vibrador não é excessiva. Esta
temperatura não deve exceder em 50ºC à temperatura ambiente. Para
VIBRADOR
alimentadores novos, durante as primeiras 10 horas de operação, esta diferença
de temperatura pode chegar à 60ºC.
1. Verifique os eixos cardans, quanto ao desgaste ou ruptura.
2. Verifique o aperto dos parafusos dos eixos cardans e base dos motores.
ACIONAMENTO
3. Os motores devem ser montados, de modo que os cardãs fiquem com
Abertura máxima.
1. Verifique se não há interferência entre a mesa do alimentador e elementos
estacionários como bicas, estruturas de apoios, etc., devido ao acúmulo de
material, ou espaço insuficiente para operação.
2. Verifique as placas e trilhos quanto à fixação.
3. Com o alimentador em funcionamento, verifique a existência de peças soltas.
MESA Aperte os parafusos, conforme necessário.
4. Com o alimentador em funcionamento, verifique o fluxo de material e a
uniformidade da sua distribuição pela largura do alimentador.
1. Verifique as molas quanto à ruptura/acúmulo de material ao redor dos mesmos.
Limpe se for o caso.
APOIOS
2. Verifique a compressão das molas, quanto ao carregamento uniforme.

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6.1.2. VERIFICAÇÃO PERIÓDICA DE MANUTENÇÃO

1. Verifique as vigas longitudinais quanto a parafusos soltos, desgaste excessivo ou


eventuais rachaduras.
2. Verifique se os parafusos das chapas de fixação das placas e trilhos estão bem
apertados.
MESA
3. Verifique os revestimentos quanto a desgaste excessivo. Substitua-os, se
necessário.
4. Verifique as vigas transversais que seguram os trilhos quanto a desgaste,
rachaduras ou quebra.
1. Verifique se os rolamentos estão corretamente lubrificados,
graxa em falta ou em excesso, ocasionará antes que o
vibrador se esfrie, verifique o nível de óleo a mais ou a
menos causará o superaquecimento do vibrador. A
conseqüência do superaquecimento pode ser o bloqueio do
rolamento devido à perda da folga interna ou devido ao
PARADA
SUPER carregamento forçado no sentido axial causado pela
DO
AQUECIMENTO dilatação do eixo. Corrija a lubrificação e deixe o vibrador
ALIMENTADOR
esfriar antes de desligar novamente o alimentador.
2. Verifique o labirinto quanto a possível acúmulo de material
fino. Isto pode gerar calor por atrito, provocando
superaquecimento do vibrador.
3. Verifique os parafusos do flange de proteção quanto ao
aperto.

6.2. INSTRUÇÕES PARA MANUTENÇÃO CORRETIVA

6.2.1. GUIA DE REPAROS

1. Após o esfriamento do vibrador, tente girar o mesmo


manualmente em busca de problemas nos rolamentos.
Desgaste excessivo dos roletes, anéis ou a eventual ruptura
PARADA DO ROLAMENTO
da gaiola pode resultar em bloqueio do rolamento. Neste
ALIMENTADOR ESTRAGADO
caso, substitua ambos os rolamentos depois de limpar
cuidadosamente o tubo de proteção. Consulte a secção-
instruções para desmontagem e montagem do vibrador.
1. As placas e grelhas devem ser inspecionadas quanto ao
MOVIMENTAÇÃO ACUMULO acúmulo de material. Material aderente ao alimentador
IRREGULAR DO DE constitui um peso morto que afeta a amplitude e o próprio
ALIMENTADOR MATERIAL movimento do alimentador. Remova todo o material
acumulado.
1. Inspecione as molas quanto à ruptura ou eventual acúmulo
MOVIMENTAÇÃO SUSTENTAÇÃO
de material ao redor dos mesmos.
IRREGULAR DA MESA
2. Verifique o nível dos pontos de apoio.
1. Inspecione as molas quanto à corrosão. Se necessário
CORROSÃO
espalhe óleo preservativo a corrosão das mesmas.
RUPTURA
1. O acúmulo de material em torno das molas reduz o número
DE MOLAS ACUMULO DE
de espiras ativas e aumenta as tensões nas molas,
MATERIAL
antecipando a ruptura.
1. É importante que os pares de molas sejam de mesmas
características. Altura, diâmetro de fio, diâmetro externo e
RUPTURA
MOLAS DIFERENTES coeficiente. Molas desiguais podem causar carrega-mento
DE MOLAS
desigual e conseqüente fadiga prematura.
2. Verifique o alinhamento das molas.
PERDA DE ACUMULO DE 1. O acúmulo de material numa região da mesa do alimentador
AMPLITUDE MATERIAL causará um aumento no peso e conseqüente diminuição da
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amplitude.
1. A perda de velocidade causará uma redução na capacidade
ESCORREGAMENTO de transporte, aumentando a espessura da camada de
DAS CORREIAS material e o peso do corpo, resultando em diminuição de
amplitude.
1. Voltagem baixa reduz a rotação do motor com efeitos
BAIXA
semelhantes aos mencionados acima para “escorregamento
VOLTAGEM
das correias”.

7. RECOMENDAÇÕES PARA MANUSEIO DAS PEÇAS

Ao efetuar reparos em alimentadores vibratórios, as seguintes precauções devem ser tomadas:


• Quando forem removidas peças que tenham superfícies de rolamento ou que tenham sido usinadas, todo o
cuidado deve ser tomado para não danificar essas superfícies.
• Ao remover peças com superfícies sem revestimento, ou usinadas que possam enferrujar, elas devem ser
protegidas com óleo ou cobertas com preservativo contra ferrugem se for ficar fora da máquina por algumas
horas.
• Ao remover peças com superfícies usinadas, estas devem ser colocadas sobre tábuas ou pranchas e nunca
diretamente sobre o solo.
• Limpe e lubrifique as peças antes de montá-las. Nunca monte uma peça sem lubrificá-las.
• Bater em peças fundidas pode causar quebras ou rachaduras que podem não aparecer até que a peça se
aqueça pela operação, isto exigirá mais tempo perdido para a substituição da peça danificada.
• É recomendável substituir os dois rolamentos mesmo que só um deles esteja estragado.
• Ao substituir os rolamentos aconselha-se a fazer uma limpeza completa de carcaça do vibrador e dos eixos.
Isto é necessário para eliminar elementos contaminados que estejam na carcaça e que podem danificar os
rolamentos novos.
• Monte os vibradores conforme as instruções da secção respectiva.
• Lubrifique a superfície de atrito do retentor de óleo e a área de contato correspondente antes de montá-las.
• O manuseio de rolamentos deve ser feito com as mãos limpas e em local limpo. Rolamentos usados devem
ser lavados com querosene ou outro solvente adequado. Não use estopa, use pano limpo. Rolamentos
novos devem ser mantidos em suas embalagens originais e abertas somente quando estiver em condições
de instalá-los imediatamente.

8. LUBRIFICAÇÃO

8.1. VIBRADORES LUBRIFICADOS A GRAXA

Os vibradores lubrificados a graxa são carregados na montagem e após o teste na fábrica, sendo sua vedação
a entrada de pó do tipo retentor invertido também lubrificado a graxa. O ponto de lubrificação tanto do
rolamento quanto da vedação é o pino graxeiro localizado na região superior de cada mancal.

8.1.1. INTERVALO DE LUBRIFICAÇÃO E QUANTIDADE DE GRAXA

Recomendamos efetuar a lubrificação dos rolamentos regularmente em intervalos de horas de operação,


injetando-se no mancal as quantidades aproximadas de graxa lubrificante conforme abaixo. OBS.: Em locais
muito poeirentos e nas primeiras semanas de operação, deve-se diminuir o intervalo de lubrificação.

INTERVALO DE QTDE GRAXA POR


ALIMENTADOR
RELUBRIFICAÇÃO (HORAS) ROLAMENTO (GRAMA)
SXAVS 0623 100 20
SXAVS 0727 80 30
SXAVS 0940 60 40
SXAVS 1050 50 50
SXAVS 1260 50 50
SXAVS 1560 50 50
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Recomendamos que a cada 2.000 horas de funcionamento seja efetuada uma lavagem do mancal com a
remoção de toda a graxa do rolamento. Para isto o mancal deverá ser desmontado e completamente limpo
(conforme seção V.5) para em seguida ser relubrificado.

8.1.2. GRAXAS RECOMENDADAS

Utilize somente graxas de boa procedência à base de complexo de lítio com características de extrema
pressão, EP 2, estabilidade contra oxidação e resistência à lavagem pela água.

A sua consistência deve ser grau NLGI 2 com ponto de gota mínimo de 260º C.
Como recomendação adicional, sugerimos graxas com aditivos sólidos tipo bissulfeto de molibidênio.
Como graxas lubrificantes recomendados, podemos citar:
FABRICANTE TIPO DE GRAXA
ESSO BECOM EP-2
MOBIL MOBILGREASE HP 222
TEXACO STARPLEX 2
PETROBRÁS LUBRAX IND GCL-2-EP
INDUSTRIAL GS-265

8.1.3. SOLDA OU CORTE COM MAÇARICO

No caso de aparecimento de uma rachadura na mesa do alimentador devido ao desgaste ou fadiga, é comum
recorrer-se a solda para minimizar o tempo de parada e a perda de produção, não obstante todas as instruções
em contrário. Nesses casos, deve ser seguido o seguinte procedimento:

• Localize as extremidades da rachadura e faça (com broca) de 6,5 mm, um furo em cada uma delas para
evitar o avanço da rachadura.
• Desbaste completamente a rachadura com uma desbastadeira de ponta redonda adequada a
esmerilhadeira.
• Pré-aqueça a cerca de 80º C, especialmente na rachadura.
• Solde com eletrodo diam.3mm AWSE 7010 para evitar rachaduras e crateras de gás. Desbaste o outro lado
da rachadura e solde-a de modo a obter completa penetração da solda.
• Esmerilhe o fluxo de solda e dê acabamento uniforme.

8.1.4. LUBRIFICAÇÃO DOS EIXOS CARDAN

PARAFUSOS

Para um perfeito acoplamento recomendamos a utilização de parafusos centrados. Estes evitam folgas entre os
flanges e o cizalhamento dos mesmos, conforme norma abaixo:

DIN – Parafuso 931/10.9


Porca 980/10

SAE – Parafusos /Porca: - Grade 8

MANUTENÇÃO GERAL

A manutenção das juntas universais deve ser executada a intervalos regulares e é aconselhável sua
coordenação com a manutenção de outras partes do equipamento.

Os intervalos de manutenção mencionados a seguir são apenas recomendações. A freqüência das inspeções
para manutenção dependerá das condições de trabalho e experiência prática.

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TESTE DE RUÍDOS

Qualquer alteração no ruído normal de funcionamento indica algum tipo de falha que pode levar a problemas
sérios se não for localizada e corrigida imediatamente.

INSPEÇÃO DE FOLGAS

Antes da lubrificação, deve-se proceder ao exame dos entalhados deslizantes e rolamentos das castanhas.

INSPEÇÃO DE PARAFUSOS

Os parafusos devem ser checados. Verifique se os mesmos estão devidamente apertados, conforme
especificações técnicas.

LUBRIFICAÇÃO

Para aplicações normais, use graxa tipo EP1 ou EP2 a base de sabão de lítio.

Para aplicações severas (temperaturas de 40° a 80° C) use graxa tipo EP1 ou EP2 a base de sabão de lítio,
apropriadas para operação em temperatura de -20° até 160° C.

PONTOS DE LUBRIFICAÇÃO

Todas as graxeiras devem receber graxa até que o lubrificante purgue pelos vedadores ou respiros.
Lubrifique principalmente os seguintes pontos:

1. Ambas as cruzetas
2. Luvas deslizantes

CICLOS DE LUBRIFICAÇÃO

O ciclo de lubrificação varia de acordo com as condições de trabalho. Entende-se por condições severas, o
trabalho em ângulos e/ou velocidades acentuadas, em temperaturas altas, sujeitas a choques, ação da poeira, e
outras agressões externas ao equipamento.

Como sugestão, apresentamos a tabela a seguir:

CONDIÇÕES DE TRABALHO CICLO DE LUBRIFICAÇÃO


Normal 150-200 horas
Severa 50-75 hora

Para aplicação em baixa velocidade, abaixo de 300 rpm, use uma graxa com base mineral e viscosidade entre
SAE 140 e 250.

ATENÇÃO
Ao usar solda de arco voltaico, assegure-se de que o fio terra está ligado de modo que a corrente não passe
pelos rolamentos. Quaisquer furos na mesa do alimentador devem ser feitos com broca. O corte com maçarico
induz a tensões internas em torno da área dos furos, que poderão ocasionar rachaduras. Se todavia, eles forem
feitos, lime ou esmerilhe os cantos dos furos para remover as protuberâncias que possam dar origem às
rachaduras.

NOTA
Quaisquer furos ou cortes feitos com maçarico na mesa do alimentador serão da responsabilidade de quem os
fizer. Em visto das precauções tomadas para aliviar as tensões oriundas da solda, aconselhamos a soldagem de
peças auxiliares da mesa do alimentador e se for feito, será da responsabilidade de quem fizer.

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8.1.5. APERTO DE PARAFUSOS

Os alimentadores vibratórios deixam a fábrica com todos os parafusos apertados com o torque especificado na
tabela seguinte, de acordo com as instruções da secção - Fixação de parafusos com LOCTITE. Em um
alimentador vibratório é muito importante que os parafusos estejam sempre bem apertados, particularmente, os
parafusos de fixação do vibrador à mesa.

Se durante o funcionamento do alimentador for notado algum ruído metálico de peça solta, desligue
imediatamente o equipamento e aperte os parafusos de fixação da peça solta.

IMPORTANTE: Não se deve apertar os parafusos a não ser que se note soltura dos mesmos ou quando da
troca de alguma peça. Nestes casos deve-se proceder de acordo com as instruções desta secção. Caso haja
dificuldade de soltar a fixação por meios mecânicos deve-se aquecer levemente a porca, para amolecer o
LOCTITE endurecido.

Ø DO PARAFUSO TORQUE DE APERTO (KGF X M)


1/2” 15,0
5/8” 30,0
3/4” 53,0
7/8” 83,0
1” 125,0
1 1/4” 230,0
1 1/2” 390,0

8.1.6. FIXAÇÃO DE PARAFUSOS COM LOCTITE

A trava de parafusos com LOCTITE é um aglutinante líquido que endurece entre partes metálicas em contato,
formando uma massa plástica tenra e aderente, tornando a prova de vibrações todas as conexões
aparafusadas.

O tipo de LOCTITE adequado para a trava de parafusos é o tipo TA, de cor vermelha. O seu uso exige limpeza
perfeita das peças a serem juntadas, no que se refere à presença de óleo, graxa, ferrugem ou eventuais
rebarbas dos furos.

A aplicação de LOCTITE pode ser feita por gotas, diretamente do frasco plástico. O seu efeito capilar assegura,
também na aplicação pós-montagem, um travamento suficiente. Nas fixações que utilizam a porca somente,
deve-se aplicar o LOCTITE e apertar a porca imediatamente com o torque indicado na tabela. Nas fixações que
utilizam porca e contra-porca, deve ser seguido o seguinte procedimento:

• Colocar somente a porca e apertar com torque indicado na tabela.


• Funcionar o equipamento por 1(uma) hora aproximadamente em condições normais de trabalho.
• Reaperte a porca com o mesmo torque.
• Colocar a contra-porca apertando-a com o mesmo torque e travar somente esta com LOCTITE.

9. MONTAGEM E DESMONTAGEM DO MECANISMO VIBRATÓRIO

Conforme observado (fig.08), os mecanismos vibratórios que equipam os Alimentadores da linha SXAVS são
compactos, robustos e de fácil manutenção.

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As instruções a seguir, e respectivas figuras, indicam os pontos e recomendações a serem observados quando
da desmontagem e montagem do vibrador.

Para tal, recomendamos a utilização de ferramental adequado, bem como pessoal com qualificação mínima
compatível com este tipo de trabalho.

O acionamento é efetuado por eixos cardans com cubos, diretamente fixados a face do contrapeso principal por
quatro parafusos.

Em qualquer dos casos (eixo cardan ou polia) um ressalto de encaixe mantém o eixo cardan no mesmo centro,
sendo utilizado um parafuso roscado no eixo para manter o contrapeso e o espaçador externo axialmente fixos
e solidários ao eixo.

O lado oposto ao acionamento utiliza uma arruela pesada na face do contrapeso com o parafuso central
roscado no eixo. A remoção do cardan se resume na retirada dos quatro parafusos que o fixam no contrapeso,
e o posterior afrouxamento do parafuso central possibilitando a sua retirada.

O arranjo de fixação do acoplamento e contrapeso está indicado na fig.09.

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9.1. CONTRAPESO-FLANGE DE VEDAÇÃO/ANEL ESPAÇADOR EXTERNO

Uma vez retirada a proteção dos contrapesos, acoplamento do eixo cardan ou arruela de trava axial, o
contrapeso se encontra livre para sua retirada, o que normalmente não exige dispositivos especiais visto que
seu encaixe no eixo tem ajuste deslizante. Na eventualidade de ocorrência de qualquer dificuldade para sua
retirada, devido a oxidação das peças, recomenda-se a aplicação de um solvente apropriado bem como leve
aquecimento da região externa de encaixe do contrapeso, e caso necessário utilize um dispositivo adequado
para sacá-lo (fig.10).

Barra de trava Barra de trava


Parafuso de fixação Barra roscada

Macaco
Parafuso sacador

Arruela de encosto Espaçador

Contrapeso Contrapeso
Método A Método B
FIG.10.

Com o contrapeso removido, retire também a sua chaveta de posicionamento, o que possibilita o acesso e a
liberação do espaçador externo de vedação que são montados com ajuste deslizante no eixo.
A tampa do mancal, comumente chamada de flange de vedação, é fixada por parafusos do tipo ALLEN que
uma vez afrouxados permitem sua liberação do alojamento do rolamento mediante aplicação de pancadas
leves em sua periferia. Em caso de vibradores maiores, recomenda-se a instalação de um cabo de aço
levemente tensionado preso ao parafuso superior da tampa, para proceder a total retirada dos demais
parafusos e tampa do mancal. Neste procedimento de retirada do flange de vedação, evite manusear as peças
de forma à pressionar indevidamente ou danificar o retentor instalado em seu diâmetro interno (fig.11).

Estes cuidados com o retentor do flange de vedação deverão ser também observados durante a montagem.

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F I G .1 1

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9.2. ROLAMENTO E ALOJAMENTO DO ROLAMENTO

Com a retirada da tampa do mancal, o rolamento fica totalmente exposto para permitir sua verificação quanto a
desgaste das pistas ou fadiga dos rolos. Recomenda-se proceder a verificação da folga interna do rolamento
utilizando um calibre de lâminas inserido entre os rolos superiores e a pista externa, cuja leitura deverá ser
comparada com a tabela. (fig.13)

Folga

[Link] FOLGA
ACIMA DE ATE/ INCL. MINIMA MAXIMA
65 80 0,080 0,145
80 100 0,100 0,180
100 120 0,120 0,210
120 140 0,145 0,240
140 160 0,170 0,280
160 180 0,180 0,310
180 200 0,200 0,340

FIG.13.

Os mecanismos vibratórios SIMPLEX, são projetados de forma que o ajuste do anel interno do rolamento no
eixo seja do tipo deslizante, para permitir a livre expansão térmica do eixo, e do tipo forçado entre o anel
externo do rolamento (capa) e seu alojamento, visto estar a capa submetida a cargas de direção variável.
Assim sendo, a retirada do rolamento se torna mais simples quando em conjunto com seu alojamento.

Para proceder a retirada do conjunto alojamento/rolamento deve-se retirar os parafusos e as porcas de fixação
do alojamento na caixa do mecanismo.

Com a remoção dos fixadores, utilize dois ou três parafusos retirados como extratores, apertando-os o mais
simultâneo e alternadamente possível nos furos roscados do flange do mancal contra o reforço da chapa
lateral. Afaste o alojamento do rolamento o suficiente do corpo da caixa para instalar um cabo de aço em um
dos furos e permitir uma leve suspensão do conjunto facilitando sua remoção segura (fig.15).

Nos casos em que a remoção do alojamento do rolamento seja dificultada por engripamento devido a corrosão,
sugere-se proceder ao aquecimento uniforme do reforço interno e externo da chapa lateral, onde o alojamento
é montado com interferência.

A remoção do rolamento de seu alojamento pode ser efetuada utilizando-se qualquer um dos métodos
indicados (fig.16), tomando-se a precaução de evitar eventuais desalinhamentos que dificultam a saída do
rolamento ou causem escoriações no diâmetro interno do alojamento.

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Parafuso sacador

FIG.15

Barra quadrada C

Barra quadrada Parafuso extrator Prensa hidráulica


Disco deaço
Espaçador
de madeira
Método 2
Mancal

Espaçador de madeira
Mancal

Diam. A Método 1.
A-o diametroexternoda chapa deve
ser pouco menor que o diametro do FIG.16.
anel externo dorolamento.

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9.2.1. ANÉIS ESPAÇADORES E EIXO

Observar as posições de montagem dos anéis espaçadores do rolamento antes de desmontá-los, visto que
estes proporcionam o correto bloqueio axial em relação a um dos mancais, usualmente pelo lado da
motorização.

Com a retirada dos anéis espaçadores e dos alojamentos com respectivos rolamentos, o eixo fica livre para sair.

Uma vez removidos os componentes do mecanismo vibratório, proceda a completa limpeza das peças e
minuciosa verificação das mesmas quanto à danos ocorridos como desgaste, corrosão, trincas, empenos, etc.

Especial atenção deverá ser dada às regiões de assentamento dos rolamentos no eixo e em seu alojamento
externo. Sugerimos sempre manter os seguintes ajustes:

AJUSTE DO ANEL INTERNO DO ROLAMENTO NO EIXO (folga)


Ø.EIXO (mm) 50 A 80 80 A 120 120 A 180 180 A 250
TOLERÂNCIA -0,030 -0,036 -0,043 -0,050
DO EIXO (mm) -0,050 -0,058 -0,068 -0,079
CONICIDADE/OVALIZAÇÃO
0,008 0,010 0,012 0,014
DO EIXO MAX. (mm)

AJUSTE DO ANEL EXTERNO DO ROLAMENTO NO ALOJAMENTO (interferência)


Ø EXTERNO DO
120 A 180 180 A 250 250 A 315 315 A 400 400 A 500
ROLAMENTO
TOLERANCIA DO -0,012 -0,014 -0,014 -0,016 -0,017
ALOJAMENTO (mm) -0,052 -0,060 -0,066 -0,073 -0,080

CONICIDADE/OVALIZAÇÃO
0,018 0,020 0,023 0,025 0,027
DO ALOJAMENTO MAX. (MM)

Os procedimentos de montagem do mecanismo vibratório podem ser considerados como inversos aos de
desmontagem anteriormente descritos, com as seguintes observações adicionais:

a) Em mecanismo lubrificado a graxa, o retentor deve ser montado com sua mola para fora, de forma a permitir a
saída da graxa velha quando da relubrificação do rolamento (fig.12).

b) Os anéis espaçadores internos e externos de bloqueio devem ser remontados rigorosamente conforme
retirados. A fig. 08, representa em corte o mecanismo convencional indicando a correta posição dos anéis
espaçadores. Ambos os anéis de bloqueio, o interno e o externo, devem ser montados no mesmo mancal a fim
de evitar o deslocamento axial do eixo. Na montagem do anel de bloqueio interno, cuidar para que o chanfro do
mesmo fique voltado para o raio de alívio do ressalto do eixo (fig.17).

c) Para se montar o rolamento em seu alojamento, recomendamos inicialmente montar o flange de vedação no
alojamento, para que este sirva de encosto para o rolamento. Mediante aquecimento uniforme do alojamento
(100 a 120ºC) para dilatação do seu diâmetro interno, para que o rolamento seja montado até que se encoste no
ressalto da tampa (método preferencial).

d) Em caso de desmontagem total sugerimos que o mancal bloqueado (lado com anéis espaçadores - fig.8) seja
totalmente remontado primeiro.

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Rolamento
Alojamento do rolamento
rolamento

Anel de encosto do rolamento

FIG.17 Tampa

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TERMO DE GARANTIA

Os equipamentos de fabricação Simplex são garantidos contra defeitos de fabricação e qualidade de matéria-
prima empregada, pelo período de 12 (doze) meses a contar da data de entrega do equipamento.

O equipamento será garantido quanto a:

∗ Ser novo e de boa qualidade;

∗ Ser isento de erro ou defeito de projeto, fabricação ou matéria prima.

A SIMPLEX se desobrigará desta garantia caso o comprador não cumpra os seguintes requisitos:

∗ Respeitar e seguir as condições de operação e manutenção do equipamento;

∗ Utilizar durante o período de garantia exclusivamente peças de desgaste e reposições genuínas da


SIMPLEX;

∗ Cumprir as condições de pagamento.

Existindo defeito comprovado, a SIMPLEX fará reparos, correções ou complementações necessárias, dentro de
um prazo hábil, ou poderá providenciar, sem ônus para o cliente, peças de reposição que corrigirão o eventual
defeito.

Esta garantia não cobre despesas de frete para transporte de peças ou máquinas.

Os componentes fabricados por terceiros, tais como correias, rolamentos, motores, redutores, etc., terão suas
garantias repassadas na íntegra, ficando, todavia, a SIMPLEX se obrigada a prestar apoio para o cumprimento
desta garantia.

Esta garantia não cobre em hipótese alguma o ressarcimento por perdas e danos e/ou lucro cessante.

A presente garantia presume que o start up do equipamento seja feito sob a supervisão técnica da SIMPLEX.

Não existe, portanto, qualquer responsabilidade de garantia da SIMPLEX, caso o equipamento seja colocado
em operação por terceiros ou pelo cliente.

Atualizado em 20/09/2013.

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