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OPERAÇÃO &

MANUTENÇÃO

CONJUNTO SOBRE ESTEIRA


Global Track Jaw Crusher
Grave o número de série e número do pedido da sua máquina nos espaços abaixo. Não
deixe de incluir esses números ao solicitar serviço ou pedir peças de reposição.

Pedido

Modelo Nº Série

Pedido

Modelo Nº Série

Placa com identificação

CALIFORNIA
Proposição 65 - Advertência
Acredita-se no estado da Califórnia que a exaustão dos motores Diesel e alguns dos seus compo-
nentes podem causar câncer, defeitos em neonatais e outros malefícios à reprodução humana e
animal.
GT-125
MANUAL DE
OPERAÇÃO &
MANUTENÇÃO

Modelos relacionados a este manual:

GT-1 25 Britador Primário Sobre Esteiras


Impresso nos Estados Unidos – Printed in the USA

Todos os direitos reservados. Nenhuma parte deste manual pode


ser reproduzida ou transmitida em qualquer forma ou por qualquer
meio, eletrônico ou mecânico, incluindo fotocópia, gravação ou
por qualquer armazenamento de informação ou sistema de re-
cuperação, sem permissão expressa e por escrito da KPI-JCI.
.

Este manual contém instruções de operação e informa-


ções sobre lubrificação e manutenção. A Aplicação des-
tas informações deverá maximizar o desempenho e a
vida útil do seu equipamento e minimizar o tempo ocioso.

Uma operação segura e eficiente exige que qualquer pes-


soa que esteja operando ou realizando manutenção neste
equipamento, leia e compreenda as instruções de segu-
rança, operação, manutenção e as informações contidas
na parte de identificação de falhas, no manual do operador.

O aprimoramento e avanço contínuos dos produ-


tos KPI-JCI podem causar alterações no seu equipa-
mento, que podem não estar refletidas nesta publicação.

A KPI-JCI se reserva o direito de fazer alterações ou adi-


cionar aprimoramentos em seus produtos a qualquer mo-
mento, sem incorrer em qualquer obrigação de realizar es-
sas alterações em equipamentos fabricados anteriormente.
Embora tenha sido tomado muito cuidado visando à exatidão des-
ta publicação, a KPI-JCI não assume qualquer responsabilidade
por perdas, danos ou prejuízos causados por erros ou omissões.
03
Páginas Introdutórias Sobre Este Manual 0-5
Plaqueta de Identificação 0-6
Compra de Peças de Reposição 0-7
Técnicas de Manutenção e Ferramentas 0-8
Lubrificantes e Fluidos 0-9
Estocagem 0-12
Lisa de Desenhos 0-13
Especificações Capítulo 1 1-1

Introdução à Estação de Britagem Capítulo 2


de Mandíbulas
Britador de Mandíbulas 2-2

Alimentador Vibratório 2-4

Correia de Descarga Lateral / Magneto 2-5


Sistema de Spray de Água 2-6
Esteira 2-7
Tanque de Combustível / Motor 2-8
Painel de Controle 2-9
Sistema Hidráulico 2-10
Segurança em Primeiro Lugar Capítulo 3 3-1

Aplicação Capítulo 4 4-1

Escolha do Local e Preparação


Capítulo 5 5-1

Partida e Parada do Motor


Capítulo 6 6-1
Partida em Tempo Frio Capítulo 7 7-1

Capítulo 8
Desembarque do Britagem de
Mandíbulas. Descarga 8-1

Correia de Descarga/Auxiliar Correia de Descarga / Auxiliar Lateral 8-2


Lateral
Lista de Inspeção de Pré-
9-1
Operação/operação S/Carga Capítulo 9
Controles de Operação Capítulo 10 10-1

Sistema de Proteção de
Sobrecarga Capítulo 11 11-1
Sistemas Hidráulicos Capítulo 12 12-1

Auto Ajuste Capítulo 13 13-1


04

Ajustes Capítulo 14
14-1
Balanceamento do Volante / Regulagem da 14-2
Correia Transportadora 14-3
14-4
Tensionamento das Esteiras 14-5

“Timing” (Programação)
15-1
Adaptador de Carga Suspensa (FT2650
apenas)
16-3
Remoção da Correia Inferior Capítulo 15 16-9
16-12
16-13
Manutenção Capítulo 16 16-14
10 horas

50 horas
16-18
16-21
250 horas
16-22
1000 horas

Conf. necessário
17-2
Itens de desgaste 17-5
17-6
Inversão/Substituição do Revestim. de
17-8
desgaste da Mandíbula

Manutenção do Capítulo 18 18-2


Sistema Hidráulico 18-4
10 horas 18-5
18-6
50/250 horas
Correspondente
500/1000 horas
18-7
2000 horas

Viscosidades Recomendadas e

Emissões Capítulo 19 19-1

Apêndice A Capacidades da Correia Auxiliar e Esquemas


Hidráulicos

Apêndice B Parâmetros do Sistema de Proteção de Sobrecarga

Apêndice C Códigos de Diagnóstico de Motores CAT

Apêndice D Esquemas Elétricos

Apêndice E Solda de Olhais para içamento do revestimento


05

Sobre este Manual

Propósito Os procedimentos, uma vez Notações Especiais


descritos no texto, normalmente
O propósito deste manual é aju- não são repetidos em outra par- As Notações Especiais con-
dar a obter o melhor benefício te do manual. Quando for ne- tidas neste manual, procedi-
do seu equipamento. Ele ajuda- cessário consultar outro capítu- mentos ou situações que re-
rá a decidir sobre qual trabalho lo, a referência será dada como querem atenção especial, são
precisa ser realizado, mesmo número do capítulo e da seção. indicadas com as palavras:
se tiver que se feito por um de- Referências cruzadas apresen-
partamento de manutenção do tadas sem a palavra “capítulo”, PERIGO, ADVERTÊNCIA,
representante ou oficina reco- aplicam-se a seções e/ou pará- CUIDADO e IMPORTANTE,
nhecida. Também oferece infor- grafos no mesmo capítulo. Por que são usadas para indicar pro-
mações e procedimentos para exemplo: “veja seção 8”, signi- cedimentos que envolvem segu-
manutenção e reparos de rotina. fica que está no mesmo capítulo. rança pessoal.

Como usar o Manual Embora este manual tenha IMPORTANTE é usada para
sido preparado com extremo indicar procedimentos ou si-
O manual é dividido em capítu- cuidado, a KPI-JCI. Não pode tuações especiais que, se não
los que, por sua vez, são divididos aceitar a responsabilidade por observados, poderão resultar
em seções, com títulos em negrito. erros ou omissões provenien- em danos ao equipamento ou
tes das informações dadas. afetar a operação da máquina
06
Plaqueta de Identificação
Os aprimoramentos são um processo contínuo na Números de Série dos Componentes
produção deste equipamento. Como as peças de
reposição, assim como os manuais e listas, são Os números de série do alimentador vibratório e do
preparados especificamente para cada unidade, britador de mandíbulas são estampados nas plaque-
os números de séries são essenciais para identi- tas de identificação afixadas nos diversos compo-
ficar corretamente cada componente requerido. nentes, conforme mostrado abaixo. A plaqueta de
A plaqueta de identificação mostra o número de identificação do alimentador vibratório é localizada
série, o número da ordem de compra e o modelo. na parte interna da suporte transversal da estrutura.

Viga de suporte

Plaqueta de Identificação KPI-JCI

Número de Série da Unidade


Placa de identificação do
O número de série da unidade vem estampado alimentador vibratório
em uma placa localizada na parte externa e aci- Plaqueta de Identificação – Alimentador Vibratório
ma do painel de controle hidráulico e do motor.
O número de série da unidade deve ser consulta- A plaqueta de identificação do britador de man-
do ao fazer pedido de peças ou solicitar serviços. díbulas é localizada na extremidade superior de
alimentação da mandíbula, do lado esquerdo

Nº de serie da planta

Plaqueta de Identificação - Unidade -

Nº de serie do britador

Plaqueta de Identificação – Britador de Mandíbulas


0-7

Compra de Reposição da Peça

Departamento de Peças do Componentes Adquiridos de Número de Série


Representante Autorizado Outros Fornecedores
Como as peças de reposição,
O departamento de peças do re- As peças de reposição para com- assim como os manuais e listas
presentante autorizado é a me- ponentes comprados pela KPI- são preparados especificamen-
lhor fonte para adquirir peças, JCI, assim como redutores de te para cada unidade, os núme-
especialmente peças que são velocidade, motores elétricos ros de séries são essenciais para
únicas para este equipamento. e a combustão, podem ser en- a identificação correta de cada
Se você não conhece um repre- contrados através do seu repre-
sentante autorizado na sua área, sentante autorizado. Itens como
entre em contato com a KPI-JCI. peças para motores, tipicamen-
Existem representantes em todas te, não são estocados pelo re-
as regiões dos Estados Unidos presentante ou pela KPI-JCI.
e em algumas partes do mundo.

Página de Peças do Conjunto Típico do


Acionamento do Motor

Página de Peças do Conjunto da Polia de Trás.


0-8

Técnicas e Ferramentas de Manutenção


Ferramentas Para evitar despejar os fluidos Nunca reutilize se estiverem da-
usados no solo ou no sistema nificados.
Embora operação e manuten- de esgoto, deposite esses flui-
ção exijam um número mí- dos em recipientes grandes, As porcas de trava especiais,
nimo de ferramentas, é im- que devem ser vedados e leva- com revestimento de nylon, só
prescindível manter uma boa dos para um centro autoriza- podem ser usadas uma vez. Ao
seleção de ferramentas básicas. do de descarte ou reciclagem. serem removidas elas perdem
sua capacidade de travamen-
to, e precisam ser substituídas.

Porcas e parafusos enferrujados


devem ser tratados com um flui-
do penetrante para facilitar a re-
moção e prevenir quebra. Se esti-
verem severamente enferrujados
eles podem ter que ser cortados
com cinzel, serra ou maçarico.

As arruelas lisas e arruelas


de trava, ao serem removi-
das de um conjunto, sempre
devem ser substituídas exata-
Óleo e Fluidos Usados mente como foram removidas.

O descarte do óleo e fluido drena- Prendedores Ao substituir porcas e para-


dos do motor e sistema hidráulico fusos, sempre use o grau de
numa manutenção normal e reparo Tipicamente, são usados prende- qualidade correto. Nunca use
podem representar um problema. dores SAE padrão. Prendedores um parafuso de grau diferen-
. são porcas, parafusos, pinos e te do equipamento original.
prisioneiros, usados para prender
duas peças ou mais.

Todos os fixadores roscados


devem ser mantidos limpos e
retos, com as roscas e quinas das
cabeças sextavadas em perfeito
estado.

Porca de trava Torque Grau C É um bom hábito substituir todos


Porca de Trava os parafusos, porcas e similares
ao dar manutenção. Parafusos SAE Standard com
marca do Grau de Qualidade
09

Lubrificantes e Fluidos
Os lubrificantes mostrados à di-
reita são “abastecidos na fábri-
ca”. Outros lubrificantes podem ser
usados, desde que atendam às exi- Mancais, Pontos de Articulação e
gências de lubrificação especificadas. Lubrificante de uso Geral

Mancais

Os mancais são lubrificados com uma


graxa à base de Lítio EP-2 para alta
temperatura, contendo um agente
de aderência. A cor do lubrificante é
vermelha.

Pontos de articulação Graxa EP-2 à Base de Lítio


Os pontos de articulação são lubrifi-
cados usando-se o mesmo lubrifican-
te dos mancais. Uma graxa à base
de Lítio EP-2 para alta temperatura
Sistema Hidraulico
contendo um agente de aderência.
A cor do lubrificante é vermelha.

Sistema Hidráulico

O sistema hidráulico é abastecido na


fábrica com Hydrex MV 60, que é
um óleo hidráulico industrial de boa
qualidade com uma vasta faixa de
viscosidade. Este óleo pode ser usa-
do com sistemas hidráulicos expos- Sistema Hidráulico. Óleo hidráulico Hydrex MV60
tos a amplas faixas de temperatura.
Se não houver disponibilidade do MV Para temperaturas ambientes
60 a KPI-JCI recomenda usar um óleo de -18°C (0º F) até 38°C (100º
de alta qualidade com viscosidade F) use ISO 46 com um índice
apropriada, baseado na temperatura de viscosidade acima de 120.
ambiente na qual a unidade estará ope- Para locais de baixa temperatura
rando, até a próxima troca de óleo. Para o Hydrex MV15 pode ser usado
temperaturas ambiente entre menos 7
graus Celsius (20ºF) e 49 graus Celsius
(120ºF), usem um óleo ISO 68 com um
índice de viscosidade acima de 120.
0-10
Lubrificantes e Fluidos

Mancais do Alimentador
Vibratório Rolamentos do eixo dos
excêntricos
Os mancais do alimentador vi-
bratório são lubrificados com
uma graxa sintética para extre-
ma pressão, multiuso NLGI 2

Acionamento de Engrena-
gens de Sistema Hidráulico

O acionamento de engrena-
gens de sistemas hidráulicos
é lubrificado com Mobil 600
XP220.
Embreagens e redutores de acio-
Queixo do Britador de Man-
namento hidraulico do motor
díbulasMancais

Os mancais do queixo do
britador de mandíbulas são
lubrificados com Chevron
Ultra-Duty HD00, uma gra-
xa semifluida à base de lí-
tio, formulada especialmente
com um óleo de base de alta
viscosidade, e um pacote de
aditivos que contém inibido-
res e agentes de aderência. Mobilgear 600 XP 220

Para condições de opera- Rolamentos do quixo da mandíbula


ção em tempo frio, Mobilith
SHC 007 pode ser usado.

Chevron Ultra-duty HD00


0-11
Lubrificantes e Fluidos

Cubos do Acionamento da
Esteira
Cubos do Acionamento das Estei-
Os cubos do acionamento ras nas Unidades Fast Trax.
são lubrificados usando um
lubrificante para conjunto de
acionamento SAE grau 50,
de extra-alto desempenho.

Alimentador vibratório

A caixa de engrenagens do
alimentador vibratório é abas-
tecida com um óleo de alto de-
sempenho para engrenagens,
apresentando características
de extrema pressão e pro-
priedades de suportar cargas. Cx. Engrenagem do Alimentador
Para temperaturas ambientes Vibratório-Abaixo de 5ºC (+40OF).
abaixo de 4,5 graus C. (40ºF),
deve ser usado um óleo de
grau de viscosidade ISO 150.
Para temperaturas ambientes
acima de 4,5 graus C. (40ºF),
deve ser usado um óleo de
grau de viscosidade ISO 220.

Óleo para Engrenagem ISO 150

Abaixo de 4 graus Cº na caixa


de engrenagens

Oléo ISO 220 para engrenamento.


0-12

Armazenamento

Quando a planta não estiver 4- Para evitar corosão encha 8- Limpe a parte externa da
em uso, ´por peeríodo superior o tanque hidraulico e de com- planta e pinte novamente
há 2 meses use o seguiente bustivél. aréas descobertas.
procedimento para minimizar
a corosão e deteriorização . 5-Substitua os filtros de res- 9- Prenda uma fita adesiva
piros para evitar entrada de com informações de quais
1-Retire toda a sugeira e umidecimento no sistema. procedimentos de armazena-
material encrustado no ali- gem foram feitos e em que
mentador, britador, correias 6- Cubra o cano de exaustão data.
e outras áreas. do motor.
10- A cada mês de armaze-
2-Lubrifique todos os pontos 7- Os rolamentos devem ser namento ligue o motor e o
como especificado na seção rodados e lubrificados para deixe rodar por no minimo
de manutenção deste manu- evitar ressecamento e trava- 30 minutos para mantera a
al. mento. bateria com carga.

3- Use esprey lubrificante nas


aréas(astes e articulações)
dos cilindros para evitar oxi-
dação.
0-13
Lista de Desenhos
GT-125

Desenhos Elétricos

257280-1 Layout do Painel


257280-2 Comunicações, e-stop (chave de emergência), e motor
257280-3 Saídas e conectores
257280-4 Saídas e conectores
257280-5 Entrada (Input) e acessórios
257280-6 Solenóides e Dispositivos Elétricos de Controle
257280-7 Transdutores
257280-8 E-stop, bateria, liberação de freios, e nível do tanque
257280-9 Layout de Plugs (bujões)
257281 Conjunto de Cabos de Bateria e Cabos
257236 Layout do Painel do Motor CAT

Desenhos Hidráulicos
306833-1 Bomba para as Instalações do Tanque
306833-2 Circuito do Acionamento do Britador.
306833-3 Circuito do Acionamento da Esteira
306833-4 Circuito de Acionamento do Alimentador
306844-5 Correia Inferior ao britador / Funções
Auxiliares
1- 1

Especificações

Comprimento total: 16,1 m (52’ 10”)


Largura Total: Operando com Correia de
descarga Lateral opcional

Altura Total: 3,76 m (12’ 4”) Correia inferior ao Brita- 3.309 kg (7.295 lbs.)
dor:

Peso: 38.555 kg (85.000 lbs.) Correia de Descarga 553 kg (1.220 lbs.)


Lateral:
Largura de
Deslocamento: Magneto: 1.021 kg (2.250 lbs.)
1-2

Especificações

Abertura da Mandíbula 26" (660 mm) Pesos das Placas Articuladas: 2.650 lbs
(Boca)
Largura da Mandíbula 40" (1.016 mm) Standard: (1.202 kg)

Mandíbula Móvel, 53" (1.346 mm)


Peso da Cunha de Ajuste Superior:
Profundidade Total:
Mandíbula Fixa, 49" (1.244 mm) 258 lbs. (117 kg)
Profundidade Total: 285 mm (máx.) Peso da Cunha de Ajuste Inferior:

RPM: 1-1/4" (32 mm) 320 lbs. (145 kg)


Curso do Excêntrico: 29.500 lbs. (13.393 kg)
Peso do Revestimento da Mandíbula
Peso:
Peso da Base: 8.900 lbs. (4.037 kg) Móvel: 250 lbs. (113 kg)

Peso do Conjunto do Ajuste


Peso dodaRevestimento
Cunha inferior
da Mandíbula Fixa:
8.930 lbs. (4.051 kg)
Queixo:
2000 lbs.
Revest. De Desgaste (907.2kg)
da Mandíbula

Peso: 1764 lbs.


(800.13 kg)
Dimensão A 41.370 - 41.380
(105.08 - 105.105cm)

Ajuste do Lado Fechado Pico a Pico – Capacidade Aproximada


Ajuste do Britador 2 1/2” 3” 3 1/2” 4” 5”
(Close
64 76 89 102 127
mm (aprox.)
*Toneladas/Hora/ 140 160 180 200 240
m Ton. 128 145 164 182 218
métri
cas/h
1-7

Especificações

Alimentador Standard 40" x 14'

H.P. Requerida: 16 HP Regulagem


angular: 60° da horizontal

R.P.M.: 700-1000 RPM máx. PSI:

Peso do 6.800 lbs. Comprimento do Alívio: 2000 psi (214 kg/cm)


Alimentador: Deck (Pano)
(3.084 kg) 11.5’ (3.5 m)

Chapa de Espessura: 3/8” AR400 (9,53


Feeder Hopper: 4.800 lbs.
Desgaste: mm)
(2.177 kg)

Comprimento do

Haste do Deck: 2.5’ (76,2 cm)


2-1

Introdução ao Britador de Mandibula


A orientação é determinada pelo A extremidade de alimentação da
ponto de vista de uma pessoa pa- unidade recebe o material a ser bri-
rada na extremidade da tremonha tado e a extremidade de descarga
de alimentação da unidade, olhan- libera o material britado. As referên-
do no sentido do fluxo do material. cias quanto ao lado direito e/ou lado
esquerdo serão mostradas abaixo:

Lado direito
Lado da saida
Lado do alimentador

Lado esquerdo

Fluxo de material
2-2 Introdução ao Britador de Mandibula
Silo de alta capacidade Unidade motriz Separador magnético
Correia lateral

Correia de saida
Alimentador vibratório
Britador de mandibula

Esteiras Heavy duty

Abaixo está uma breve des- Eixo Excêntrico Haste de Tensão


crição dos componentes bási-
cos do britador de mandíbulas O eixo excêntrico transmite O conjunto das hastes de ten-
da unidade e suas funções. um movimento circular para a são consiste de duas hastes
ação de britagem da mandí- de tensão estendendo-se a
Britador de Mandíbulas bula móvel. O eixo gira sobre partir da extremidade inferior
dois rolamentos de rolos mon- do queixo através de um con-
O britador de mandíbulas usa tados no topo da base. A parte junto de molas. Um cilindro
um sistema de mandíbula fixa central do eixo é excêntrica e hidráulico prende o conjunto e
e um móvel para fragmentar carrega o queixo sobre dois mantêm a tensão sobre a placa
rocha e restos de construções. rolamentos de rolos internos. articulada. O conjunto de mo-
Base las é ajustado hidraulicamen-
Queixo te por válvulas, localizadas no
A base contém a câmara de painel de controle hidráulico.
britagem, que fica entre a man- O queixo carrega a mandíbu-
díbula móvel e a mandíbula la móvel e se move em uma Revestimentos Laterais
fixa. Assentos de aço no topo trajetória oval devido à rota-
da base apóiam o conjunto ção do eixo excêntrico. As placas de desgaste, que
do eixo excêntrico e o queixo. são feitas em aço resistente
Sistema de Auto Tensiona- à abrasão, alinham as laterais
A seção inferior traseira con- mento da base para desgaste.
tém um mecanismo de ajuste
e apóia o conjunto da haste O mecanismo de ajuste es- Volantes
de tensão. A mandíbula fixa é tabelece a abertura na par-
presa no lugar por chapas de te inferior das mandíbulas. Os volantes armazenam ener-
desgaste de aço resistentes à O ajuste é feito usando-se a gia para promover uma ope-
abrasão, parafusadas às late- válvula hidráulica para mover ração macia quando quan-
rais da base com a ação de as cunhas com os cilindros e tidades maiores de material
cunhas, e também atuam para ajustar devidamente as has- entram no britador. Motores
proteger as laterais da base. tes de tensão. O ajuste do hidráulicos acionam a man-
lado fechado é ajustável hi- díbula através de uma trans-
draulicamente para controlar missão por correia em V, para
o tamanho do material. mover o volante.
Introdução ao Britador de Mandibula 2-3

Mandíbula Fixa Mandíbula Móvel

A mandíbula fixa se encaixa na face A mandíbula móvel é localizada oposta


frontal interna da base. A mandíbu- à mandíbula fixa e se move na direção
la móvel impacta sobre a mandíbu- desta e para baixo. Esse movimento
la fixa para fragmentar o material. faz com que o material alimentado na
câmara seja fragmentado. Os revesti-
mentos das duas mandíbulas são inter-
cambiáveis, para aumentar a vida útil.

Placas de desgate
Eixo excêntrico

Queixo

Base

Mandibula fixa

Mecanismo de ajuste Mandibula movél

Barra de tensão Placa de acionamento


2-4 Introdução à Unidade do Britador de Mandíbulas

Alimentador Vibratório

A ação vibratória do alimenta-


dor é criada por um mecanismo
vibratório excêntrico de dois
eixos, acionado hidraulicamente.

A tremonha possui um espa-


ço de descarga de seis jardas
cúbicas, com paredes fixas
e calha de desvio (by-pass).
Barras Vibratórias com de-
cks de degraus
Abas hidráulicas (opcionais)
também são disponíveis.
Um deck de malha reduzi-
Mecanismo de vibração
da, 2,5 pés, remove o mate-
rial fino. Uma calha de des-
vio (by-pass) pode ser usada
para direcionar os finos para
uma correia de descarga
lateral, opcional, ou direta-
mente para a correia trans-
portadora inferior ao britador.

O alimentador é apoia-
Motor hidraulico de acionamento do por oito molas espi-
rais que permitem uma
ação máxima de vibração.

Fixação especial Grelha conj de revestimento

O desenho da estrutura para-


fusada reduz o stress, crian-
do um conjunto mais forte.

Conj de escalpo

Estrutura de suporte

Painel heavy duty

Mecanismo de excentrico

Conjunto do alimentador vibratório


Introdução à Unidade do Britador de Mandíbulas 2-5

Correia Transportadora de
Descarga Lateral (opcional)

Uma correia de descarga lateral,


de 24” x 11’ (61 cm x 366 cm)
coleta os finos vindos do alimen-
tador vibratório através da calha
de desvio (by-pass). Essa cor-
reia pode ser descarregada para
qualquer um dos dois lados e ela
é articulada hidraulicamente para
a locomoção da máquina.

Cobertura do tambor Silo de recebimento

Eixo de retorno

Eixo guia

Acionamento do Tambor
tambor

Pino de retenção da seção

Seção de suporte

Raspador de correia

Magneto (opcional)

O magneto é um dispositivo de
Tensionador de correia
auto-limpeza permanente insta-
Correia
lado na correia, que remove os
pedaços de ferro e outros metais
ferrosos por efeito magnético,
quando o material proces-
sado passa, vindo do britador.
O magnético tem garras de
aço inoxidável, sendo acionado Olhais de suporte
hidraulicamente e operando a
180 metros/min. (600 fpm - pés
Acionamento hidraulico
por minuto), aproximadamente.

Conjunto magnético
2-6 Introdução à Unidade do Britador de Mandíbulas

Alimentador Vibratório

A ação vibratória do alimenta-


dor é criada por um mecan-
ismo vibratório excêntrico de
dois eixos, acionado hidrauli-
camente.

Spray da correia inferior


Bico spray
Filtro de água
Uma unidade típica tem quatro
bicos de água. Dois localiza-
dos na extremidade da correia
transportadora inferior do bri-
tador e dois bicos localizados
na saída do britador de man-
díbulas, que controlam a po-
eira na movimentação de ma-
terial que passa nesse local.

O sistema de borrifação de
água é ligado a um suprimen- “Spray” na saída do brita-
to de água fresca. O sistema dor de mandíbulas
Bico de “Spray” (borrifação) usa um processo de filtra-
gem, localizado logo abaixo A eficiência da supressão de
das válvulas de controle. poeira melhora na medida em
O sistema de spray utiliza bo-
O volume da água para spray que a pressão de água do sis-
cais de spray (aspersão) de 65
irá variar de acordo com a tema aumenta, uma vez que
graus, de aço inox.
pressão do sistema de su- o jato dos “sprays” (borrifado-
primento de água, conforme res) formará um chuvisco e
a tabela abaixo. Nós especi- aumentará o volume de água
ficamos um bico 6508 para de cada bico.
esse sistema. 30 psi (2.22 Kg/
cm) é a pressão mínima reco-
mendada para atingir um pa-
drão de borrifação e supres-
são de água significativos.

GPM por bocal Pressão da Água PSI Fluxo Total do


Sistema
0.7 (3 lpm) 30 (2.22kg/cm) 4.9 (18.5 lpm)
1.1 (4.2 lpm) 80 (5.6kg/cm) 7.7 (29 lpm)
1.3 (4.9 lpm) 100 (7 kg/cm) 9.1 (34 lpm)
1.8 (6.8 lpm) 200 (14 kg/cm) 12.6 (48 lpm)

Registro dos sistemas


Introdução à Unidade do Britador de Mandíbulas 2-7

Sistema de Esteiras É importante obter a ten-


são apropriada das esteiras
O sistema de esteiras é acio- para prevenir danos à estru-
nado hidraulicamente a uma tura da esteira. Tensão em
velocidade sem carga de 0,56 excesso pode causar uma
Km/h (0,35 milhas por hora) e distorção permanente da
uma velocidade total de 1,11 estrutura da esteira. Veja a
Km/h (0,69 milhas por hora). seção 13-5 para instruções
As esteiras têm um desenho sobre tensão das esteiras.
Acionamento das esteiras
de barra tripla de 600 mm
O acionamento das estei-
ras é montado com um freio
multidisco integrado, que
funciona como um freio de
estacionamento. O freio é ati-
vado por força de molas e é
liberado hidraulicamente por
Acesso ao tensiona-
pressão de óleo, automati- dor de esteira
camente, quando o sistema
Sistemas de Acionamento de acionamento é engatado.
das Esteiras

A unidade de acionamento
das esteiras consiste de uma Sempre que possível, a uni-
engrenagem planetária e uma dade de acionamento é in-
catraca. A engrenagem é acio- vertida para aliviar a pressão
nada diretamente por um motor sobre o mecanismo de molas
hidráulico, montado no flange. e para aumentar a vida útil do
anteparo.

Motor Servo-Hidráulico

Coroa de acionamento
Viga da esteira

Mola do conjunto
tensionador

Transmissor

Tensionador livre
2-8 Introdução à Unidade do Britador de Mandíbulas

Tanque de Combustível

O tanque de combustível é de
grande capacidade, para ser-
viço pesado, com tampa do
filtro ventilada.

A capacidade do tanque no
FT2640 e GT 125 é de 644 li-
tros (170 galões); no FT3055
é de 719 litros (190 galões).

Motor - FT2640
CAT C7

O CAT C7 é um motor de 230 O combustível preferido para


HP, 1800 RPM, de quarto tem- o motor CAT C7 é identifica-
pos, com seis cilindros em linha, do como N° 1-D ou N° 2-D,
7.2 cilindradas. A Caterpillar conforme ASTM D975. A Ca-
recomenda usar somente os terpillar também recomenda
combustíveis preferidos para filtrar o combustível usando
assegurar máxima vida útil e um filtro de malha de 5,0 mi-
melhor desempenho do motor. crons (c) absoluto ou menos.
Introdução à Unidade do Britador de Mandíbulas 2-9

Painel de Controle

A unidade é operada por um


painel de controle integrado,
que possui os seguintes com- Receptor de rádio
Modem
ponentes:

•Digsy Compacto -

consiste da CPU e o I/O. A CPU


contém o Can bus JJ939, qua-
tro entradas e quatro saídas.
A lateral do I/O contém qua-
tro entradas e quatro saídas.

•O Monitor Gráfico da Cabi-


ne “CGM” (Cockpit Graphic
Monitor) - Tela de comando
Painel do motor
mais CPU
inclui um mostrador visual do
sistema de proteção de sobre- Painel de controle
carga, seis botões iluminados e
um mostrador monocromático. •Receptor de Rádio - mos- •Painel de Controle do Mo-
tra a condição da operação tor - inclui a chave de ignição,
•Controle Remoto via Radio através de LEDs. Quando no luzes de controle de ignição,
(não mostrado) modo de operação normal, horímetro, e diagnóstico,
o LED de Status (condição) operação/ partida sem carga,
Inclui uma chave de parada de fica verde estático, O LED chaves de duas posições.
emergência (E-Stop) para se- de link é verde piscando, O
gurança e dois LEDs. O LED LED de E-stop é verde es- •Modem Mobilstar – usado
fica constantemente modifi- tático, o LED CAN 1 é verde para monitoração remota,
cando frequências e apresen- estático, e o LED CAN 2 é um diagnosticar problemas e lo-
ta comunicação de uma só via. verde piscando lentamente. calização de falhas.

O LED vermelho fica aceso


quando usado com o cabo, ou
pisca com a luz amarela para
indicar que a carga da bateria
está baixa. Quando os LEDs
vermelho e amarelo piscam,
o operador tem menos e 10
horas para trocar as baterias.
2-10 Introdução à Unidade do Britador de Mandíbulas

Sistema Hidráulico Alimentador Vibratório

Reservatório de Óleo Hidráulico O alimentador vibratório usa uma


bomba de engrenagem 1,55 CID
O reservatório de óleo contém o com um motor de engrenagem
fluido hidráulico necessário para a 1.86 CID. O fluxo da bomba é
operação da unidade. O óleo é filtra- controlado por uma válvula elé-
do quando retorna ao tanque, vindo trica de controle de fluxo, que é
dos sistemas de loop abertos. Cada ajustado pelo potenciômetro da
circuito de loop fechado tem seu pró- velocidade na botoeira via radio.
prio filtro de carga para filtrar o óleo
antes que ele entre no loop fechado. Todas as outras funções são con-
O reservatório, com seu plug de duzidas por uma bomba de engre-
dreno (bujão), ficam localizados nagens dupla. A seção 1,86 CID
em um local conveniente para per- aciona a correia inferior ao brita-
mitir uma rápida troca de óleo. dor “undercrusher” e a seção 0,93
CID aciona o cilindro da mandíbu-
O sistema hidráulico da unidade la, todos os cilindros das correias
consiste de três bombas de loop transportadoras, o acionamento
fechado e três bombas de engre- da correia de descarga lateral e
nagem de loop aberto. As bombas todo o acionamento do magneto.
de loop fechado controlam o brita-
dor, o alimentador vibratório, e as Acionamento das Esteiras
esteiras esquerda e direita. As bom-
bas de engrenagem do loop aberto Cada esteira usa uma bomba de
controlam todas as outras funções. pistão de 46cc com um controlador
FNR (Frente-Neutro-Ré). A bomba
Sistemas de Loop Fechado é operada por uma solenóide de
manipulação manual por botão.
Acionamento do Britador de
Mandíbulas

O circuito de britagem usa uma


bomba de pistão de 100cc, contro-
lada através de um controlador FNR
(Frente – Neutro – Ré). A velocida-
de do britador é estabelecida usan-
do os limitadores de deslocamento.
A velocidade de rotação sem carga
deve ser 280 RPM. Os ajustes de
velocidade do Britador de Mandíbu-
las podem ser feitos para aplicações
específicas. Para mais detalhes, con-
sulte seu representante ou a KPI-JCI.
Segurança em Primeiro Lugar! 3-1

Este símbolo é usado para cha- Também foram afixados no


mar atenção para as precau- equipamento adesivos com
ções e instruções de segurança. avisos de Advertência para dar Uma situação potencialmen-
instruções e para identificar te perigosa que, se não evi-
riscos específicos que, se não tada, poderá resultar em
observados, poderão causar morte ou ferimentos graves.
danos pessoais e até morte. A
KPI-JCI não é capaz de prever
todas as circunstâncias possí-
veis envolvendo um risco po-
tencial. As advertências apre-
Uma situação potencialmente
sentadas nesta publicação
perigosa que, se não evitada,
e no equipamento, portanto,
poderá resultar em ferimento
Quando você vir este símbo- não abrangem todos os riscos.
de menor ou moderada gravi-
lo, fique alerta e preste aten- dade. Pode também ser usa-
ção a todas as instruções. Se uma operação não for re-
da para alertar contra práticas
alizada conforme é especifi-
inseguras.
SUA SEGURANÇA PESSO- camente recomendado pela
AL ESTÁ ENVOLVIDA KPI-JCI, é sua responsabili-
dade providenciar para que
A maioria dos acidentes é ela seja satisfatoriamente se-
causada pela inobservância a gura para você e para outros. Práticas específicas que são
regras ou precauções básicas Você deverá também assegu- críticas para a operação ou
de segurança. Um acidente rar para que o equipamento manutenção do equipamento.
quase sempre pode ser evita- não seja danificado ou se tor-
do se forem reconhecidas as ne inseguro devido ao método
situações potencialmente pe- de operação que você adotar.
rigosas antes que ele ocorra. NOTA
Uma operação inapropriada é As seguintes palavras sina-
um fator de risco e pode resul- lizadoras podem ser usadas Práticas que poderão resultar
tar em ferimentos e até morte. neste manual para desig- em danos à máquina, se não
ner um grau ou nível de ris- observadas.
Algumas precauções básicas co, e são definidas assim:
de segurança são descritas
na parte de “PRECAUÇÕES Leia e entenda todas as pre-
DE SEGURANÇA” desta pu- cauções e advertências de
blicação e na descrição de segurança antes de operar o
operações onde há risco. Situação de risco iminente
equipamento.
que, se não evitado, resulta-
rá em morte ou ferimentos
graves.
3-2 Segurança em Primeiro Lugar!

Precauções de Segurança na unidade. Nunca modifi- e.Proteção para os ouvidos –


que a máquina, de maneira os níveis de ruído e pressão
A segurança na operação e alguma. Modificações não desta unidade são iguais ou
manutenção desta máquina autorizadas podem afetar a acima de 95 dB(A) a uma dis-
é responsabilidade do pro- função e / ou a operação se- tância de cinco metros.
prietário / empregador e do gura e a vida útil da unidade.
operador / empregado. O pro- f.Respiradores ou máscaras
prietário / empregador precisa A seção seguinte apresen- com filtro.
assegurar para que todos que ta informações sobre tópicos
operam, realizam manuten- específicos de segurança. 5.Confira e reforce todas as
ção, fazem reparos, transpor- Embora sejam fornecidas di- grades de proteção antes de
tam ou trabalham nas proxi- retrizes específicas, cada si- iniciar operação. Repare ou
midades da máquina estejam tuação pode ter suas próprias substitua toda grade de prote-
familiarizados com os proce- peculiaridades, que poderão ção ou dispositivos similares
dimentos e informações rela- nem sempre ser abrangi- que estejam danificados ou
tivas à operação e manuten- das por regras específicas. faltantes.
ção descritas neste manual.
Segurança Geral 6.Repare ou substitua corri-
Responsabilidade do Pro- mãos, escadas ou passadiços
prietário / Empregador 1.Leia e entenda o Manual do danificados.
Operador antes de operar, re-
É responsabilidade do pro- alizar serviços de manutenção 7.Coloque todos os contro-
prietário / operador assegurar ou trabalhar nas proximidades les no neutro, pare o motor,
para que todos que operam o desta máquina. tire a chave da ignição, siga
equipamento estejam familia- o procedimento de travamen-
rizados com os procedimen- 2.Tenha um kit de primeiros to com cadeado / sinalização
tos seguros de operação e socorros disponível e saiba com etiquetas e espere parar
manutenção da máquina. Não como usá-lo. qualquer movimento antes de
se submeta a riscos de feri- lubrificar, ajustar ou realizar
mentos ou morte, ignorando 3.Tenha um extintor de incên- reparos.
práticas de segurança ou dei- dio disponível e saiba como
xando de instruir outras pes- usá-lo. 8.Retire as pessoas da área
soas envolvidas. É respon- antes de ligar a máquina.
sabilidade do proprietário dar 4.Use equipamento de pro-
ao operador / empregado as teção obrigatório, incluindo, 9.Reveja as práticas e segu-
instruções necessárias antes mas não se limitando a: rança anualmente.
de permitir que eles operem,
realizem serviços, transpor- a. Capacete de segurança Segurança na Montagem
tem ou trabalhem nas ime-
diações da máquina. Estas b. Botinas de segurança com 1. Faça a montagem em uma
instruções devem ser revis- solado antiderrapante. área com espaço suficiente
tas pelo menos anualmente. para manusear os componen-
c.Proteção para os olhos (ócu- tes maiores e de modo que se
Responsabilidade do Opera- los ou máscaras) possa ter acesso a todos os
dor / Empregado lados da máquina.
Operadores e pessoal de ma- d.Luvas de segurança
nutenção mal treinados são
um risco para eles mesmos e
para outros e não estão capa-
citados para operar ou realizar
serviços de manutenção
Segurança em Primeiro Lugar! 3-3

2.Use somente guindastes, maca- 10- A carga máxima de trabalho


cos e ferramentas de capacidade com segurança da plataforma é 3. Siga o procedimento de trava-
suficiente 135 kg (300 libras). mento com cadeado / sinalização
com etiquetas e espere parar todo
3.Não permita a presença de ex- 11- Posicione quaisquer correias o movimento antes de lubrificar,
pectadores na área de montagem. auxiliares de modo que fiquem ajustar ou realizar reparos.
Segurança na Operação visíveis do posto do operador. 3 .
station 4. Seja organizado. Adote boas
1.Leia e entenda o Manual do práticas de oficina.
Operador antes de funcionar, re- Segurança na Área de Operação
alizar reparos, ou trabalhar nas 5. Certifique-se de que todas as
proximidades da máquina. 1. Mantenha-se afastado da tre- grades de proteção estão nos de-
monha de recebimento e da área vidos lugares e presas adequada-
2.Mantenha as mãos, pés, cabe- de carregamento. mente quando o serviço de manu-
los e roupas distantes das peças tenção estiver concluído.
móveis. 2.Mantenha-se afastado da extre-
midade de descarga. 6. Nunca use roupas largas, com
3.Siga o procedimento de trava- bolsos salientes ou com pontas,
mento com cadeado / sinalização 3. Esteja sempre ciente da loca- ou desgastadas, ao trabalhar pró-
com etiquetas ou bandeirolas e lização de outras pessoas e man- ximo de qualquer dos componen-
espere parar qualquer movimento tenha-as afastadas das áreas de tes do sistema de acionamento.
antes de lubrificar, ajustar ou re- risco.
alizar reparos. 7. Alivie a pressão do circuito hi-
4.Mantenha-se afastado das li- dráulico antes de realizar serviço
4.Retirem da área todas as pes- nhas de transmissão ao locomo- reparos ou serviço de manuten-
soas antes de ligar a máquina. ver ou transportar a máquina. ção no sistema.
Segurança na Manutenção
5.A máquina deve ficar posicio- 8. Mantenha as mãos, pés, cabe-
nada de modo que fique visível 1.É responsabilidade do proprie- los e roupas afastados de compo-
do posto do operador. tário / operador providenciar um nentes móveis ou giratórios.
método de acesso a certas áreas
6.Nunca opera a máquina se ela de serviço, tais como maçais das 9. Retirem da área todas as pesso-
tiver sofrido alguma avaria. polias e cubos. Não use a correia as ao realizar qualquer serviço de
transportadora para obter acesso manutenção ou ajuste.
7.Mantenha todas as linhas a essas áreas
hidráulicas, conexões e acopla-
mentos sem quaisquer vazamen- 2.Leia e entenda o Manual do
tos antes de iniciar operação. Operador antes
de lubrificar, realizar reparos ou
8.Reveja as práticas de segurança trabalhar nas proximidades dessa
anualmente. máquina.

9. Nunca suba ou sente nos pas-


sadiços com a unidade em opera-
ção.
3-4 Segurança em Primeiro Lugar!

Segurança do Magneto (imã) Segurança no Transporte


4.O sistema hidráulico ope-
ra sob pressão extrema- 1. É preciso estar sempre em
1.O campo magnético pode mente alta. Esses reparos conformidade com todas as re-
ser prejudicial aos usuários improvisados irão falhar re- gulamentações locais relativas
de marca-passo. Quem usa pentinamente e criar uma ao transporte de equipamentos
marca-passo deve se manter condição de risco e insegura. em vias públicas e rodovias.
a uma distância mínima de
segurança de cinco (5) me-
tros (16 ½ pés) do magneto. 5.Use proteção para as mãos 2. Certifique-se de que todas
e para os olhos ao procurar as luzes e refletores reque-
2.Um forte campo magné- por vazamento num siste- ridos pela estrada e pelas
tico pode produzir uma re- ma hidráulico. Use um pe- autoridades de transporte
pentina interação com ob- daço de madeira ou pape- estão nos devidos lugares,
jetos metálicos. Tome muito lão com anteparo em vez de estão limpos e podem ser
cuidado ao lidar com ob- usar as mãos para isolar e vistos claramente por todos
jetos perto do magneto. identificar um vazamento. os usuários daquele tráfego.

Segurança do Sistema Hi- 6.Se você for atingido por um 3. Não permita que nin-
dráulico. fluxo de alta pressão hidráulica guém esteja na máqui-
concentrada ou por fluido hi- na durante o transporte.
dráulico, procure atendimento
1.Sempre coloque todos os médico imediatamente. Se a
controles no neutro antes de superfície da pele for perfura- 4. Não exceda a velocida-
reparar um sistema hidráulico. da ou ferida pelo fluido hidráu- de de 88 km/hora (55 mph)
lico, pode desenvolver séria quando estiver transportando
2.Substitua quaisquer man- infecção ou reação tóxica. a máquina. Reduza a veloci-
gueiras ou linhas de aço que dade em estradas ou super-
estejam gastas, cortadas, roí- fícies ruins ou mal cuidadas.
das, amassadas ou retorcidas.

3.Não ouse fazer reparos ina- 5. A máquina não possui aterra-


propriados (“gambiarra”, “im- mento. Pode ocorrer eletrocus-
provisação”) em linhas hidráu- são sem contato direto. Fique
lica, conexões ou mangueiras, afastado de linhas de trans-
assim como usando fita, missão que cruzam o caminho.
grampos, colas ou cimento.
Segurança em Primeiro Lugar! 3-5
Procedimentos de Travamen- Esse último passo quase Por exemplo, um dispositivo
to (“Lockout”) Consignação sempre envolve instalar ca- pode usar eletricidade para
Os procedimentos de trava- deados nos controles do equi- acionar uma bomba, criar
mento constituem o principal pamento, o que é a origem do pressão hidráulica para operar
meio de controlar os riscos tra- termo “lockout” (travamento). o equipamento. A pressão hi-
zidos pela energia. Um proce- dráulica permanece estocada
dimento de travamento é um Por exemplo, pode haver cinco no sistema mesmo quando a
conjunto de práticas e regras trabalhadores envolvidos em eletricidade é desligada. Força
seguras de trabalho visando um processo de manutenção. de gravidade e “momentum”
tornar impossível um trabalha- Cada um deles precisa ter um podem ser estocados em uma
dor ter contato com uma fon- cadeado codificado por cores. máquina estacionária, atra-
te de energia não controlada. Todos os cinco cadeados po- vés de molas e contrapesos.
O primeiro passo ao decidir- dem ser colocados em uma
se por um procedimento de chave elétrica, evitando que O termo estado de energia zero
travamento é identificar to- a energia seja religada ou até significa que todas estas fontes
das as fontes de energia que que todos os trabalhadores te- de energia foram controladas.
possam afetar o trabalho. nham retirado seus cadeados.
Regras para Trava-
mento (“Lockout”)
Todo local de trabalho onde
os trabalhadores podem vir
a ter contato com fontes de
energia devem ter, por escri-
to, os procedimentos seguros
de trabalho, que implemen-
tem um conjunto de regras
a seguir para o travamento.
Em alguns casos será ne-
cessário fazer uma análi-
se dos riscos do trabalho.
Programas de treinamento
Segundo: deve-se tomar pro- Estado de Energia Zero
precisam ser preparados.
vidência para neutralizar, Conseguir um estado de ener-
A responsabilidade pela apli-
redirecionar ou evitar que a gia zero geralmente é mais
cação dos procedimentos
energia desempenhe a sua complexo do que o exemplo
específicos de travamento
função normal, antes que al- simples apresentado aci-
terá que ser incumbida aos
gum trabalhador entre na ma. As fontes de energia
indivíduos, pelo empregador.
área para fazer ajustes ou re- nem sempre são óbvias. O
alizar serviço de manutenção. equipamento é quase sem-
Os procedimentos exatos a
O terceiro passo é conferir pre inicialmente ligado por
serem adotados ao imple-
para constatar que um es- eletricidade. Mas essa fonte
mentar um travamento de-
tado de energia zero foi al- “principal” de energia pode
penderá das circunstâncias
cançado. Isso significa que ser convertida em outras for-
de cada local de trabalho.
não há mais energia ca- mas de energia como par-
Estes princípios gerais se
paz de causar acidentes. te da operação da máquina.
aplicam em toda situação
O passo final é providenciar
um meio de evitar fisicamente
a reenergização do sistema até
que o trabalho esteja concluí-
do e que todos os trabalhado- Deixar de seguir os procedimentos corretos de travamento
res estejam em local seguro. / sinalização pode resultar em morte ou sérios ferimentos.
3-6 Segurança em Primeiro Lugar!

Segurança da Máquina Áreas Específicas de Segu-


rança
É responsabilidade dos ope- É responsabilidade dos ope-
radores saber a localização e radores estarem cientes das
função de todos dispositivos áreas específicas de risco à
de proteção, escudos e dispo- segurança e observarem as
sitivos de segurança. Esses instruções de segurança e ad-
dispositivos incluem grades vertências expostas nos res-
de proteção do acionamento, pectivos adesivos.
grade de cobertura da polia
traseira, tampa de proteção
dos roletes, protetores laterais
das peneiras e botões (switch)
de parada de emergência.

Áreas de Risco

Função do Magneto

O magneto separa pedaços


de ferro e outros metais dos
materiais a serem britados.
Cuide para que ninguém fi-
que em frente ao magne-
to quando em operação.

Também tenha cuidado


com as ondas eletromag-
néticas, que podem causar
problemas a marca-pas-
sos e aparelhos digitais.

Queda de Material da Tre-


monha

Quando a unidade está em


operação, pode escapar
material pelas laterais da
tremonha de alimentação.
Cuide para que ninguém fique
dos lados do alimentador en-
quanto estiver carregando.
Não suba no passadiço ou nos
suportes da estrutura em mo-
mento algum enquanto a trem-
onha estiver em operação.
Segurança em Primeiro Lugar! 3-7

Pressão do Fluido Hidráulico


e Válvulas de Compensação

Tome cuidado ao desconec-


tar mangueiras hidráulicas. O
fluido está sob alta pressão.
RISCO DE IMPACTO
Cartuchos de válvulas de alí- Cartuchos de válvulas de compensação (CB)
estão sendo usados neste circuito. Existe pres-
vio (CB) estão sendo usa- são estocada dentro do circuito e PRECISA
SER ALIVIADA antes de remover a válvula
dos neste circuito. Existe CB. Sempre apoie a carga antes de aliviar a
pressão ou remover a válvula CB.
pressão estocada dentro do Para aliviar a carga ou ajustar a pressão:
To release load or adjust pressure:
circuito PRECISA SER ALI- - Afrouxe a porca de trava da válvula de
compensação e gire o parafuso de ajuste no
VIADA antes de remover a sentido horário.

válvula CB. Sempre apóie o Para aliviar a carga ou ajus- - Para aliviar completamente a pressão, gire
o parafuso de ajuste até o fim, no sentido

peso antes de aliviar a pres- tar a pressão: horário.


- Para aumentar a pressão, gire o parafuso de
ajuste no sentido anti-horário.
são ou remover a válvula CB.
1. Afrouxe a porca de
trava da válvula de compen-
sação e gire o parafuso de
ajuste no sentido horário.

2. Para aliviar comple-


Ao aliviar a pressão na vál-
tamente a pressão, gire o
vula de compensação, não
parafuso de ajuste até o fim,
deixe de anotar o número de
no sentido horário.
voltas dadas, para que a vál-
vula de compensação possa
3. Para aumentar a pres-
retornar á posição original.
são, gire o parafuso de ajuste
no sentido anti-horário.

Componentes Móveis de
Acionamento

Tome cuidado nas proximidades de


acionamentos quando a unidade
estiver operando. Podem ocorrer
graves ferimentos. Ã unidade preci-
sa ser desligada e a bateria desco-
nectada antes de se trabalhar nas
proximidades de acionamentos.
3-8 Segurança em Primeiro Lugar!

Painel de Controle Elétrico

Antes de soldar em qualquer


lugar nesta máquina,
desconecte todos os disposi-
tivos eletrônicos nos cinco lo-
cais indicados por círculos.

Desconecte o controle remoto


do cabo, se for usado, e gire
a chave de desligamento da
bateria para OFF.

Se não for desconectado, re-


sultará em falha no compo-
nente eletrônico.

Componentes Móveis da
Correia Transportadora e
Roletes

Tome cuidado próximo a corre-


ias transportadoras e roletes,
principalmente nos pontos de
risco de prender mãos e pon-
tas de roupas, e com queda de
material.
Segurança em Primeiro Lugar! 3-9

Grades de Proteção dos


Roletes de Retorno

As grades de proteção dos


roletes foram projetadas para
permitir facilidade na hora de
limpar. Certifique-se de que a
correia está desligada (OFF)
antes de fazer a limpeza,
e tome cuidado ao fazê-lo.

Níveis de Ruído

Os níveis de ruído foram


calculados como acima de
100db perto da proteção do
motor. Sempre use proteção
para os ouvidos quando a
unidade estiver em operação.

Movimentação das Esteiras

As esteiras podem se mover


de repente. Fique afastado do
trajeto da unidade. Quando a
sirene é acionada, indica que
as esteiras serão ativadas.
3-10 Segurança em Primeiro Lugar!

Características de Segurança

Adesivos de Segurança

Os adesivos de avisos de segu-


rança, localizados entorno da
unidade alertam o operador e
outros trabalhadores nas áreas
potencialmente perigosas.
A queda ou arremesso de material
pode causar ferimentos. Fique
afastado de equipamentos de car-
regamento em locais onde pode
cair material.

Use capacete de segurança e


proteção para os olhos quando a
máquina estiver em operação.

Dispositivos de Trava

Desligamento da Bateria -
Os dispositivos de Trava-
mento, assim como des-
ligamento da bateria,
protegem o operador de feri-
mentos sérios ou até fatais.

Local do cadeado de consignação Chave geral da bateria


Segurança em Primeiro Lugar! 3-11

Alarme de Apoio

O alarme soa para aler-


tar todo o pessoal de que a
unidade está em operação.

E-stops

As chaves de parada de
emergência (E-stops) são uma
maneira de parar a máquina rap-
idamente quando necessário.

“E-stop” (chave de emergência) Localizada Próximo à chave geral.

Botão E-STOP localizado próximo aos marcadores de


pressão (PSI)
3-12 Segurança em Primeiro Lugar!
Qualquer pessoa que for operar e/ou Uma folha de presença foi preparada para você
dar manutenção na máquina terá que manter registro de treinamento e aprendiza-
ler e entender claramente todas as infor- gem, para assegurar que todo o pessoal que
mações de segurança, operação e ma- irá trabalhar com este equipamento leu e en-
nutenção apresentadas neste manual. tendeu as informações deste manual e que foi
Não opere ou permita que qualquer outra pes- instruído sobre a operação deste equipamento.
soa opere este equipamento antes que o ma-
nual tenha sido lido e entendido claramente. Este manual deve ser revisto anualmente.

O pessoal relacionado abaixo reviu e foi devidamente treinado na operação e manutenção da máquina

Data da conclusão da
Assinatura do Aprendiz
Assinatura do Instrutor
revisão e treinamento

Assinatura do Instrutor
Segurança em Primeiro Lugar! 3-13
As seguintes ilustrações são mostradas
para ajudar a identificar quando os adesi-
Os adesivos de avisos de segurança são para vos precisam ser substituídos. A superfície
sua segurança pessoal. Se forem danificados, da máquina precisa estar sempre limpa e
eles precisam ser substituídos. sem vestígios e graxa e óleo antes de apli-
car o novo adesivo.
3-14 Segurança em Primeiro Lugar!
Segurança em Primeiro Lugar! 3-15

1.Leia e entenda o manual antes de iniciar a operação.


Um contato com a polia giran-
(Contato: Kolberg-Pioneer, Box 20, Yankton, SD 57078. do pode resultar em amputa-
ou Representante no Brasil
2.Nunca lubrifique, ajuste, limpe ou realize reparos no ção do braço e até em morte.
equipamento enquanto estiver em operação.
3.Desligue, trave e sinalize a energia antes de realizar
Não faça limpeza ou reparos
qualquer serviço. na correia enquanto ela esti-
4.Certifique-se de que todos os dispositivos de segurança e
proteções estão no lugar e funcionando perfeitamente antes ver em operação.
de iniciar operação.
5.Confira se todos estão afastados antes de dar partida no
equipamento.
6.Use capacete, óculos e máscaras de segurança e botinas
apropriadas de proteção enquanto estiver trabalhando ou
próximo ao equipamento em operação.
7.Respirar a poeira de sílica cristalina ou outros con-
taminantes pode causar graves doenças respiratórias,
inclusive silicose, e até fatais. Pode ser necessário usar
um respirador.
8.Os riscos causados pelo ruído podem exigir proteção
para os ouvidos.
9.Mantenha-se afastado de fiação elétrica que passa
cima enquanto estiver operando ou locomovendo o
equipamento.

10. Reveja todas as instruções de segurança anualmente.

Um contato com a polia girando pode resul-


tar em amputação do braço e até em morte.
Não faça limpeza ou reparos na correia en-
quanto ela estiver em operação.
AS ESTEIRAS PODEM SE MOVER
REPENTINAMENTE.

Uma desatenção pode resultar em gra-


ves ferimentos ou até em morte. É bom
não sentar, subir em cima ou ficar na
frente das esteiras.

Não Pise!

Risco do Fluido em Alta Pressão


Para evitar ferimentos ou morte pelo fluido em alta
pressão
. Alivie a pressão no sistema antes de realizar reparos
ou ajustes.
2.Use proteção apropriada para as mãos e olhos que
investigar vazamentos. Use madeira ou papelão em
vez de usar as mãos.

3.Keep all components in good repair.

Área de Carregamento
Mantenha-se afastado
4-1

Aplicação
Aplicação 2.Utilizando uma correia 4. O conjunto de separador
transportadora de descarga magnético opcional separa
1. O alimentador/grelha pode lateral opcional, o material as contaminações ferrosas
ser alimentado por qualquer passante (undersize) vindo do material processado pelo
um dos dois lados, por uma do alimentador pode ser con- alimentador e pelo britador.
pá carregadeira ou por uma duzido para fora e levado para
escavadeira. O material não ser estocado ou empilhado. Os materiais ferrosos são
passante (oversize) continua
então levados para o lado e
no Britador de Mandíbulas 3.O material britado é des- conduzidos para longe da uni-
enquanto o material pas- carregado do britador para dade por meio de uma correia
sante (undersize) vindo da uma correia localizada em- transportadora auto-limpante.
peneira é descarregado para baixo, para ser empilhado
processamento posterior em fileiras atrás da unidade,
pela correia localizada em- ou estocado usando outra
baixo do britador. As taxas de correia transportadora, ou
redução variam de 6:1 a 8:1. processado posteriormente,
utilizando outra unidade FT.
Aplicação 4-2

O britador de mandíbulas Pio- O material é reduzido de ta- a abertura de descarga. O


neer Vanguard pode ser usado manho ao se mover penet- ajuste do lado fechado (pico a
como britador primário ou se- rando na câmara de britagem pico) é ajustável entre 2 1/2”
cundário para todos os tipos e, finalmente, é descarrega- e 8”, dependendo do mod-
de material, incluindo areia do diretamente na correia elo de britador de mandíbula.
e brita ou rocha “semibruta”, transportadora “undercrush- Veja Especificações, para
e também para reciclagem. er” (embaixo do britador). mais informações sobre a
O tamanho da alimentação é capacidade aproximada
Neste tipo de britador, a limitado a 80% da folga entre do ajuste do lado fechado.
mandíbula móvel é presa ao as mandíbulas. O tamanho
queixo, uma grande peça fun- do produto é controlado reg-
dida semelhante a um pêndulo, ulando-se o ajuste do lado
que é montada na sua extrem- fechado (“closed side set-
idade superior, com mancais ting - CSS), na parte inferior
em um eixo excêntrico fixado do britador de mandíbulas.
com outro conjunto de mancais Esse ajuste é feito usando-se
ao topo da base do britador. uma cunha de ajuste hidráu-
lico para aumentar ou reduzir
O material a ser processado
é alimentado na tremonha
do britador, diretamente aci-
ma da câmara de britagem
ou de um alimentador da
peneira vibratória. O mate-
rial é reduzido de tamanho
ao se mover penetrando na
câmara de britagem e, final-
mente, é descarregado dire-
tamente debaixo do britador.

O eixo excêntrico girando in-


duz um movimento oval, e
cada giro do eixo faz com que
ele se aproxime da mandíbula
fixa e se afaste. É esse mo-
vimento que fragmenta (que-
bra) o material alimentado
na câmara de britagem. O
espaço entre a mandíbula
fixa e a móvel é chamado
de câmara de britagem.

A abertura no topo da câ-


mara de britagem tem di-
mensões fixas, mas a dis- Material Não Passante na Câmara de Britagem do Britador
tância entre a mandíbula
fixa e a mandíbula móvel na
parte inferior da câmara de
britagem pode ser variada.
4-3 Aplicação
O Britador de Mandíbulas O tamanho máximo de ali- Se o material da alimenta-
é normalmente alimentado mentação é 80% da folga entre ção for maior que o tamanho
usando uma O pré-dimen- as mandíbulas. As caracterís- máximo de alimentação, isso
sionamento inclui eliminar ticas da pedreira e do material poderá reduzir drasticamente a
material maior do que o ta- (shot rock) podem permitir um produção, danificar componen-
manho máximo recomendado tamanho máximo de alimenta- tes do equipamento e causar
(veja o quadro na página 4-3) ção de 90% da folga entre as obstrução e emperramento.
e também minimizar os finos mandíbulas (consulte a fábrica Não alimente excessivamente
do material da alimentação. antes alimentar com material o britador de mandíbulas.
Por exemplo, quando o con- maior do que 80% do espaço A superalimentação ocorre
creto reciclável é retirado de entre as mandíbulas). Veja a quando o material na câmara
uma rodovia, deve-se tomar tabela saber o tamanho máxi- de britagem entra em con-
cuidado para reduzir a quanti- mo da alimentação de acordo tato ou retorna penetrando
dade de material não aprovei- com o modelo de britador. no mecanismo. Se a retro-ali-
tável que é retirado junto mentação penetrar no mecan-
com o concreto. Isso resul- ismo de alimentação resultará
tará em uma operação mais em danos ao alimentador
eficiente do britador assim
como um produto mais limpo. Mandíbula Tamanho Máx.Aliment. (80% da folga entre mandíbulas)
2640 21” (53 cm)
Para as Unidades de Mandíbu- 2650 21” (53 cm)
las Fast Trax com alimentado- 3055 24” (60 cm)
res vibratórios, a escavadeira 3144 24” (63.5 cm)
é o método preferido de car- 3165 24” (63.5 cm)
regar o britador, por vários 3352 27” (66 cm)
4450 36” (89 cm)
motivos, incluindo a maior
quantidade de alimentação
consistente, mais prático, pro-
cesso contínuo de seleção Camara de britagem
para se identificar material em bordas pretas
“oversize” e uma contamina-
ção indesejada na reciclagem.
Isso se torna mais difícil com
uma caçamba maior devido
principalmente à visibilidade
e ao volume da carga sendo
descarregada na tremonha
do alimentador. Com uma
caçamba menor na escava-
deira, fica mais fácil direcionar
a alimentação para a seção
de sólido do alimentador.

Nas unidades de britador de


mandíbula sem ou com um
alimentador vibratório de mais
de 15 pés, um carregador
do tipo elevador de caneca
(bucket loader) pode ser usa-
do para alimentar o britador
de mandíbulas de material.
Aplicação 4-4

O britador de mandíbulas opera


mais eficientemente com uma
quantidade de alimentação
uniforme, de acordo com sua
capacidade, com um ajuste do
lado fechado predeterminado
A câmara de britagem é a área
compreendida desde a parte
inferior da cunha, no topo do
britador de mandíbulas, até
as extremidades dos reves-
timentos das mandíbulas,
no fundo. Consulte a figura
abaixo para mais informações.
As quantidades de produção
irão variar dependendo do
tipo de material da alimenta-
ção, da graduação da ali-
mentação e dos métodos da
alimentação, da dureza e
forma, da quantidade de finos Ajuste do Lado Fechado Míni-
no material sendo processado mo Permitido
e do ajuste do lado fechado. (G = abertura em polegadas -
Sobrecarga pode danificar Gap)
o britador. Não exceda. Não
Tipicamente, a rocha é frag- exceda a taxa de redução Exemplo: Britador 2640 Fol-
mentada em estágios, na medi- recomendada. ga 26”
da em que vai se encaminhan- PSI: 40.000
do para a câmara de britagem. Ajuste Lado Fechado Míni-
Uma redução ótima é ti- mo:
picamente 6:1 para rocha 0,16 x 26” = 4,16”
dura e 8:1 para rocha ma-
cia e material de reciclagem.
Reduções além de 8:1 tendem
a obstruir o britador segurando Regule o Ajuste de fecha-
rochas no fundo da câmara de mento quando a força de
britagem, causando emperra- compressão do material for
mento. Um emperramento ou maior do que 30.000 PSI.
qualquer condição que cause
uma perda de “vazios” pode
causar sobrecarga, podendo
resultar em danos ao britador.

Consulte, como referência, a


tabela “Ajuste de regulagem
mínima Permitida” (“Allowable
Minimum Closed Side Set-
ting”) para mais informações.
4-5 Aplicação

Ponto de Estrangulamento
O ponto de estrangulamento
da cavidade de britagem é
uma zona de capacidade mín-
ima. É aquele ponto ou zona
na câmara, em que o volume
de material pode se aproxi-
mar de uma massa sólida.

Quando o material entra na


câmara de britagem, ele é
composto de grandes partícu-
las contendo inúmeros espa-
ços vazios. Na medida em
que as partículas vão se tor-
nando menores, e também os
vazios. Esse processo con-
tinua ao longo da cavidade
até que os vazios essencial-
mente não mais existam.
Ponto de britagem ideal
O material pode se tor-
nar compacto, restringindo
seu percurso até a zona de Ponto de Estrangulamento
britagem, reduzindo a ca-
pacidade drasticamente. A operação mais eficiente
Isso é conhecido como o do britador de mandíbulas é
ponto de estrangulamento. obtida com uma quantidade
uniforme de alimentação, de
O estrangulamento ocorre acordo com sua capacidade
quando há bastante finos e com um ajuste predetermi-
presente, seja no material da nado. Um peneiramento pre-
alimentação ou produzido no liminar do material removerá
processo de britagem para parte dos finos e aumentará
eliminar a maioria dos vazios a capacidade de produção.
na zona de estrangulamento
A capacidade do britador de O pré-dimensionamento do ma-
mandíbulas é influenciada terial também aumentará a ca-
por muitos fatores, que são pacidade de produção e reduz-
grandemente variáveis e po- irá os custos de manutenção.
dem afetar diretamente a
produção. A dureza e forma Se um material “over-
do material, a quantidade de size” (acima do tamanho)
finos no material processado, for britado, causará da-
método de alimentação do nos à mandíbula, aos man-
material e o ajuste de descar- cais, à base da mandíbu-
ga do britador são todos os fa- la ou ao conjunto do eixo.
tores que afetam a produção.
Aplicação 4-6

Tabela de Percentagem
A tabela mostrada à direita é GRADUAÇÕES APROXIMADAS COM AJUSTE LADO FECHADO PICO A PICO

usada particularmente para Tam. 3/4” 1” 1 1/4”1 1/2” 2” 2 1/2” 3” 3 1/2” 4” 5” 6” 7” 8” Tam.

determinar as percentagens Peneira


de
19 25.4 31.8 38.1 50.8 63.5 76.2 89.1 102 127 152 178 203
Peneira
de
de diversos tamanhos que Teste Teste
12 mm mm mm mm mm mm mm mm mm mm 100 mm mm
98 mm
95 305
(mm)
serão produzidos. Também 10 100 97 95 90 254
é útil para determinar as fa- 8 100 96 92 85 75 203
7 Os valores são % passante 100 97 92 85 76 65 178
cilidades de peneiramento 6 100 98 93 85 74 65 53 152
necessárias para realizar as 5 100 97 95 85 73 62 52 40 127
4 100 96 90 85 70 56 45 38 28 102
separações por tamanhos. 3 100 93 85 75 65 50 38 32 27 23 76.2
2 1/2 100 95 85 73 62 52 38 31 24 22 17 63.5
Para determinar a quantidade 2 100 96 85 70 55 47 39 28 24 20 17 13 50.8
de um tamanho de material 1 1/2 100 93 85 67 49 39 33 27 21 18 15 13 10 38.1
1 1/4 96 85 73 55 39 31 27 23 17 15 13 10 8 31.8
em particular produzido em 1 85 69 55 40 29 24 20 17 14 12 10 8 6 25.4
um ajuste do lado fechado, en- 3/4 66 49 39 28 21 18 15 13 11 9 8 6 5 19
1/2 41 29 24 19 14 12 10 9 7 6 6 5 4 12.7
contre o ajuste do lado fecha- 3/8 28 21 18 14 11 9 8 7 5 5 5 4 3 9.53
do no topo da tabela e siga 1/4 18 14 12 10 7 7 6 5 4 4 4 3 2 6.35
#4 12 10 9 7 5 5 4 4 3 3 3 2 1 #4
descendo a linha vertical até #8 6 5 5 4 4 3 3 2 2 2 1 0.5 #8
o tamanho a ser produzido. Nota: O queixo precisa estar
O número na linha horizon- na posição mais baixa para se
tal mostrará a porcentagem medir o ajuste do lado aberto.
que passa com aquele ajuste. Para calcular o CSS (ajuste
Nunca opere o britador de
do lado fechado), subtraia o
mandíbulas abaixo do ajuste
Exemplo: curso do britador do OSS
do lado fechado mínimo.
(ajuste do lado aberto).
Para determinar a quantidade Nos britadores 2640 e 2650, o Ajuste Lado Fechado Mínimo
de material de 2” quando valor/curso é 1.25”. Em todos os 2640 2 1/2”
o britador estiver regulado outros modelos o curso é 1.5”. 2650 2 1/2”
para o ajuste do lado fechado Por exemplo, o curso (deslo- 3055 3”
de 3”, encontre 3” no topo e camento) no FT2640 é 1- 3144 3”
siga a linha vertical, descen- 1/4” e o ajuste lado aberto 3165 3”
do até o valor 2” dos taman- (OSS) é 4”. O ajuste lado
3352 3 1/2”
hos de peneiras de teste. A fechado (CSS) é 2 - 3/4.
4450 4”
linha horizontal mostra 47%
passando ou 53% retido. 4” - 1-1/4” = 2-3/4”
O ajuste do lado fechado mín-
Cálculo do Ajuste do Lado
imo pode ser maior do que
Fechado. (CSS- Closed Sd o mostrado na lista, desde
Set) que não seja uma dimensão
fixa. Ele variará dependendo
Antes que o ajuste do lado das condições de britagem,
fechado (CSS) possa ser da força de compressão do
calculado, o ajuste do lado Ajuste Lado Fechado
material sendo britado e do
aberto (OSS) precisa ser me- (medida pico a pico).
número de índice de trabalho.
dido. O ajuste do lado aberto
(OSS) é a medida dos reves-
timentos de pico a pico, com
a mandíbula em descanso.
4-7 Aplicação

Enchimento antiabrasão na
Mandíbula com Extremidade
não-vazada.

A KPI-JCI só permitirá o uso


de uma peça de desgaste
da extremidade (Jaw Die)
da mandíbula não-vazada,
em um só lado. O uso de
uma chapa de desgaste da
mandíbula de ambos os lados
pode geral até 5x mais força
na câmara de britagem, com-
parada com as chapas de des-
gaste da mandíbula padrão.

Para usar chapa de desgaste


da mandíbula não vazada ou
plana (com poucas ou nenhu-
ma ondulação), é necessário
fazer uma regulagem no
juste do lado fechado (CSS). Enchimento da Mandíbula Não-vazada

“A KPI-JCI recomenda que


o operador faça pelo me-
nos uma regulagem de 1” no
ajuste do lado fechado mín-
imo, conforme detalhado no
Capítulo 3. Essa regulagem
é além da regulagem feita
para a força de compressão.

Para mais informações sobre


ajuste da mola de compressão,
veja a página 13-1.
Aplicação 4-8

Desgaste no revestimento
A manutenção do revesti-
mento de desgaste é essen-
cial para se ter uma produção
consistente, assim como para
o bom desempenho geral
do britador de mandíbulas.

Chapas de desgaste gastas


exigem maior pressão para bri-
tar rocha, e quando os dentes
da mandíbula estiverem gas-
tos até 75 a 80% da profundi-
dade dos dentes da chapa de
desgaste da nova mandíbula,
o material não conseguirá fluir
livremente, causando compac- Investimento novo
tação e sobrecarga do britador.

Se uma chapa de desgaste


da mandíbula estiver gas-
ta até a condição de hav- As chapas de desgaste precisam ser vistoriadas a cada dez anos. Deixar
er bolsões, pontos lisos, de monitorar e dar manutenção devidamente às chapas de desgaste das
mandíbulas irá comprometer a produção, criar esforços desnecessá-
zona paralela plana ou re- rios nos componentes do britador de mandíbulas e anulará a garantia.
barbas salientes, ela deve
ser removida e substituída.

Veja em Manutenção – Use os


equipamentos apropriados nos
procedimentos para remoção
para substituição de chapas
de desgaste da mandíbula.

Revestimento com desgaste excessivo


5-1 Escolha e Preparação do Local

Localização da Máquina Necessário construir um traje- Existem indicadores de nível


A localização da máquina é to nivelado para manter o brita- no britador para ajudar a de-
geralmente determinada pelo dor em uma posição nivelada. terminar quando é necessária
local do recebimento e descar- uma correção no nivelamento.
ga de material a ser conduzido.
A área em torno da máquina
deve ser mantida desimpedida
e nivelada para tornar o carre-
gamento e descarga de materi-
Se a máquina for operada fora das condições de nível,
al o mais conveniente possível.
mostrado nos indicadores de nível, levará a um des-
gaste excessivo e danos do equipamento.
O local da instalação deve ser
sólido, de solo compacto. Se o
solo for muito macio ou instáv-
el, pode ser impossível fazer o
nivelamento e carregamento.

As esteiras precisam estar


sempre em contato com o solo.
Uma drenagem adequada é
importante, para permitir o es-
coamento de águas de chuvas
normais. Você poderá também
desejar considerar a direção
do vento predominante e
seu efeito para o operador
ou pessoal de carregamento.
Indicador de nível
Local da Instalação

O local da instalação tem que


ter um solo sólido e compacta-
do, com não mais de um grau
de inclinação de lado a lado e Três Graus de uma Extremidade à Outra no Indicador de Nível
de três graus de uma extremi-
dade à outra, para assegurar
uma operação apropriada.

Operar a máquina em uma


condição de desnivelamento
levará a níveis de produção re-
duzidos, extremas condições
de desgaste no alimentador
vibratório, no britador de im-
pacto e também falha dos
mancais do lado de carga.
Se o local onde a máquina irá op-
erar estiver desnivelado, será
Escolha e Preparação do Local 5-2
Pré-dimensionamento de O uso de uma escavadeira
Material permite uma alimentação mais
consistente, e um processo
Antes de alimentar o mate- de classificação convenien-
rial na máquina, ele precisa te e contínuo para identificar
primeiro ser pré-dimensiona- “oversize” (não-passante) e
do. Isso pode ser feito usando contaminação indesejada em
um rompedor hidráulico (BTI) reciclados. Uma caçamba da
para fragmentar o material Não britável escavadeira de tamanho me-
até o tamanho apropriado da nor alimenta diretamente no
alimentação. Todos os metais, setor chapa da base do ali-
assim como pontas da arma- mentador vibratório, sendo
ção de concreto, têm que ser mais fácil do que uma caçamba
aparados de modo que não se maior, que reduz a visibilidade.
estendam além do concreto. Há duas maneiras que a esca-
vadeira pode adotar para pegar
O tamanho máximo da ali- material para a alimentação
mentação é 80% da abertura da unidade. A primeira é criar
do britador de mandíbulas. uma pilha, ou leira, para a es-
cavadeira. O operador da es-
Material não britável. Não britável
cavadeira pode então pegar o

NOTICE
material na pilha e levá-lo para
Todo material não britável pre- alimentar a unidade. Se o mon-
cisa ser removido antes do te de material estiver muito alto,
Se um material não britável en-
processamento. Isso inclui então uma pá-carregadeira po-
trar na máquina, pode resultar
quaisquer pedaços grandes derá ser usada para empurrar
em danos ao britador de mandí-
constituídos de mais metal o material, para facilitar para a
bulas e à correia transportadora.
do que concreto ou uma alta escavadeira pegar o material.
concentração de armação.
Uma escavadeira é o método
preferido de carregar a máquina.

Material Não Britável

Qualquer pedaço de material


na alimentação maior que 12
ou 15 cm (4 ou 5 pés) deve ser
pré-dimensionado antes de ser
alimentado na unidade. Peda-
ços incomuns de metal ou aço
são considerados não britá-
veis, e precisam ser separados.

Dentes da caçamba, tampas


das portas de inspeção, blocos
de motores, e tubos preenchi-
dos de concreto são exem-
plos de itens que não podem
ser alimentados na máquina.
6-1 Partida e Parada do Motor

Partida do Motor 2. Quando a chave de ignição


estiver virada para a posição
Antes de dar partida no motor, CUIDADO: Antes de dar ON (ligado), aparecerá a
confira se há uma quantidade partida no motor, cuide para Tela de Inicialização por oito
adequada de combustível que todas as ferramentas, segundos e, em seguida,
no tanque de combustível. equipamentos e pessoal mostrará a Tela Principal.
A unidade de britador de estão afastados, e de que
britagem é embarcada da todos os procedimentos de
fábrica com uma pequena segurança foram seguidos.
quantidade de combustível.
Para mais informações, veja Use o seguinte procedimen-
a página 2-8 ou o manual to para dar partida no motor.
do operador da máquina.
1.Gire a chave de ig-
nição 45 graus no sentido
horário, para a posição ON.

Tanque de Combustível

Botão de Sirene
emergência
Marcador de Combustível do Tanque

Tampa de Abastecimento do Contato ativo


Tanque de Combustível
Controle Remoto via Rádio
Partida e Parada do Motor 6-2

3.O botão de emergência (E-


stop) deve estar na posição
abaixada na botoeira sem fio Se todas as luzes não apa-
(controle remoto). garem, ou se uma ou mais
delas ficar piscando, con-
4.Na botoeira, todas as chaves sulte as informações de có-
Parada de
devem estar na posição OFF emergência
digos de falhas, incluídas
(desligado). neste manual.

5. A chave de duas posições da


sirene (LED ativo deve ficar pis-
cando por até 10 segundos).

8.Com o LED ativo ainda


piscando, libere o botão de Rádio Receptor Omnex
emergência (E-stop).
As luzes de Status (condição),
ATENÇÃO Can 1, e Can 2 ficarão piscando
em verde.
Se o LED ativo parar de piscar
antes deste passo, retorne para
6.As luzes do painel de controle Painel de Controle do Motor
o passo um,
de ignição precisam se apagar Gire a chave para operação, na
9.Depois que a chave de ignição antes de continuar. botoeira (controle remoto).
estiver virada para a posição Quando o motor estiver fun-
ON, o Rádio Receptor Omnex 7.Gire a chave de ignição no cionando, as luzes de Status
R170 também será ligado, as sentido horário para ligar o mo- (condição) e de Link ficarão em
luzes verde de E-stop e de Link tor. verde sólido.
deverão acender.

Movendo os controles da máquina para frente fará a unidade se


mover no sentido da correia “undercrusher” (inferior ao britador).

PARA FRENTE
Nota: Para locomover por longas distâncias ou em terrenos inclinados, a
máquina deve ser movida em marcha-ré, para reduzir a tensão nas esteiras
e minimizar o desgaste nos componentes da esteira.
6-3 Partida e Parada do Motor
4.Deixe o motor esfriar por
Status cinco minutos, sem carga,
antes de desligar.
Link
5.Gire a chave para a
posição OFF.

Chave na posi-
ção desligada

Depois que o motor tiver esquen-


tado devidamente (a temperatura
da água deverá estar entre 38 e
50 graus C. (100 e 120 graus F),
a máquina estará então pronta
para operação e poderá ser mo- Pressione o botão de
vida usando as chaves de duas emergência (E-stop) para
posições na botoeira sem fio. desligar a botoeira sem
fio (controle remoto). Se
Parada do Motor isso não for feito, as ba-
terias irão melar quando
Use o procedimento a seguir para o controle remoto não es-
parar o motor. tiver em uso. As luzes no
controle remoto irão pis-
1. Certifique-se de que não há mais car em vermelho e ama-
material algum no alimentador, no relo simultaneamente.
britador, na peneira ou nas correias. 7. Guarde a botoeira sem
fio no painel de controle do
2. Desligue o alimentador. Desligue motor, na posição vertical.
todos os componentes hidráulicos
ligados à unidade: correia trans-
portadora de descarga lateral (se Chave da esteira Chave da es-
houver), magnético e correia infe- esquerda teira direita
rior ao britador (“undercrusher”).

posição em
desligado
Botoeira sem fio (Controle Remoto via Rádio)
Partida e Parada do Motor 6-4

Depois que a unidade es-


tiver em posição, use o
seguinte procedimento
para começar a britagem.

A sirene de alerta precisa


Britador ON/OF Coloque a velocida-
ser acionada antes de ini- de no minímo.
ciar a operação ou loco-
moção da unidade.

1.Se desejado, a veloci-


dade do alimentador é
mostrada. Não é preciso
Alimentador on/of
ajustar o dial de velocidade.

Se desejado, a velocidade
não é mostrada. Gire o
dial de velocidade do ali-
mentador para o mínimo. 2.Ligue a correia de descarga
Vire a chave “run/idle” (oper- lateral (se houver).
ar / marcha lenta) para “Run”
(operar) para a partida ini- 3.Na botoeira sem fio, ligue o
cial da unidade, na botoeira britador de mandíbulas.
(controle remoto via rádio).
4.Ligue o alimentador vibratório.
5.Quando o motor está li- Para parar, vire para OFF na
gado, o LED de energia e o ordem inversa.
LED de Velocidade do Motor
ficam acesos na cor verde.
6. Deixe o motor gi-
rar em marcha lenta para
que o óleo hidráulico al-
cance uma temperatura
normal de operação antes
de engrenar a embreagem.
7. Ligue a correia inferior
ao britador (“undercrusher”).
8. Ligue o mag-
neto (opcional)
7-1 Partida em Tempo Frio

A seção seguinte traz as dire- Dicas para Tempo Frio


trizes e recomendações para • Confira os purificadores de ar
partida de uma Fast Trax em Tenha certeza de que as infor- e entrada de ar diariamente. Se
condições de baixa tempera- mações para escolha dos lubri- houver neve, confira a entrada
tura. ficantes para usar em tempo frio de ar com mais freqüência.
foram lidas e compreendidas.
Considerações sobre Tem- Facilitadores para Partida
po Frio. Prepare a máquina para em Tempo Frio
condições de tempo frio.
Em temperaturas abaixo de
menos 18 graus C (zero grau Use as seguintes opções
F), a facilidade na partida para manter a máquina aque- Não use produtos facili-
será melhorada com o uso cida: aquecedores, capas tadores para partida dos
de um aquecedor jaqueta para compartimentos e fa- tipos aerosóis prepara-
de água ou com uma bat- cilidades para estocagem. dos manualmente, assim
eria de capacidade extra. como éter. Esses produ-
•Antes do início do tempo frio, tos podem resultar em ex-
Quando combustível diesel coloque o lubrificante cor- plosão e danos pessoais.
No. 2 estiver sendo usado, reto em cada compartimento.
os seguintes fatores ajudam
a minimizar os problemas •Misture antes a solução anti- Aqui estão várias opções
de partida e combustível em congelante para o sistema disponíveis para facilitar
tempo frio: recipientes aque- de resfriamento. No mínimo, na partida em tempo frio:
cedores para o óleo do motor, a proteção de congelamento
aquecedores, Aquecedores que é oferecida pela solução •Aquecedor do tanque de óleo
do combustível, e isolamento deve ser igual às exigên- Hidráulico.Aquecedor P/N
da tubulação de combustível. cias de proteção do sistema. 202595 -Conjunto elétrico P/N
279626
Para operar a unidade Fast •Verifique todas as partes
Trax em baixas temperaturas de borracha semanalmente: Para Partida em Tempo Frio
(temperatura ambiente abaixo mangueiras, pneus, e correias
de -5ºC (40ºF), trocar o lubrifi- de transmissão da ventoinha. Use o procedimento a seguir
cante pode ajudar na partida. para dar partida em tempo frio.
Os lubrificantes para tempo frio •Confira toda a fiação elé-
seguintes podem ser usados trica e conexões para ver
em uma unidade Fast Trax: se há algum desfiamento
ou isolamento danificado. Não ajuste o controle de ve-
•Mobilith SHC-007 para locidade do motor durante
os mancais do britador de •Mantenha todas as bat- a partida. O módulo de con-
mandíbulas. erias completamente car- trole eletrônico (electron-
regadas e aquecidas. ic control module - ECM)
•Mobil 600 XP 220 – óleo sin- controlará a velocidade do
tético para caixa de engrena- motor durante a partida.
gem da transmissão da bomba. Complete o tanque de com-
bustível ao final de cada turno.
Partida em Tempo Frio 7-2

1.Desengrene todos os equi- Espere até que toda fu- entrada deve ser ajustada a 75
pamentos de acionamento. maça branca se dis- graus C (167 graus F). Esse
perse antes de prosseguir limite máximo de temperatura
2.Vire a chave para a posição com a operação normal. não pode ser excedido. Se isso
RUN (operar). Deixe a chave ocorrer, poderá causar perda
na posição RUN por 20 se- 7-Opere o motor com baixa de potência e danos ao motor.
gundos. carga até que todos os siste- Combustível e os
mas atinjam a tempera- Efeitos do Tempo Frio
3.Vire a chave para a posição tura de operação. Verifique Os seguintes combustíveis
os marcadores durante o são classificados como das
período de aquecimento. qualidades disponíveis para
Restrições do Radiador os motores CAT e Cummins:
Não engrene o motor com KPI-JCI desencoraja o uso de
o volante girando. Não dê dispositivos de restrição de •No. 1
partida no motor com carga. fluxo de ar que são montados
em frente aos radiadores. Re- •No. 2
strição ao fluxo de ar pode
START para engrenar causar as seguintes condições: •Mistura de No. 1 e No. 2
o motor e dar partida.
Se o motor demorar a dar •Altas temperaturas da ex- O combustível diesel No. 2 é
partida por até de 30 segun- austão o mais comumente usado. O
dos, solte a chave de partida combustível diesel nº. 1, ou
ou botão e espere por dois •Perda de potência uma mistura do Nº. 1 e o Nº.
minutos para deixar o motor 2 é o melhor apropriado para
esfriar, antes de tentar nova- •Uso excessivo das ventoin- operação em tempo frio.
mente dar partida no motor. has As quantidades do combustív-
el Nº. 1 são limitadas, sendo
4.Volte a chave para •Redução na economia de geralmente disponíveis du-
a posição RUN depois combustível. rante os meses de inverno,
que o motor der partida. nos locais de climas mais
Se for necessário usar um baixos. Durante a operação
5.Repita os passos 2, 3 e 4 dispositivo de restrição de em tempo frio, se não houver
se o motor não der partida. fluxo de ar, esse dispositivo disponível o combustível die-
deverá ter uma abertura per- sel Nº. 1, use o Nº. 2. Há três
6.Deixe o motor girar livre por manente, centralizada, direta- diferenças principais entre o
três a cinco minutos, ou até mente alinhada com o núcleo combustível Nº. 1 e o Nº. 2. O
que o indicador de tempera- da ventoinha. Essa abertura é combustível diesel Nº. 1 tem:
tura da água comece a subir. especificada para evitar inter-
rupção no fluxo de ar nas pás •Ponto de névoa mais baixo
O motor deverá funcionar em da ventoinha, o que poderá
baixa rotação, sem carga, gi- causar falha da ventoinha. •Ponto de fluidez mais baixo
rando macio até que a veloci- KPI-JCI recomenda instalar
dade aumente gradualmente um dispositivo de alarme para •Mais baixa classificação
para alta rotação sem carga a temperatura na tubulação de de kJ (BTU) por volume de
entrada e/ou um mostrador de combustível na unidade.
temperatura do ar de entrada.
O dispositivo de alerta para a
temperatura da tubulação de
7-3 Partida em Tempo Frio
Quando o combustível diesel combustível diesel Nº2. A Os filtros bloqueiam a pas-
Nº1 estiver sendo usado, será graxa/cera possui um alto teor sagem de material estra-
notada uma queda na potên- de energia combustível e um nho e protegem os com-
cia e na eficiência do combus- alto índice de cetano. Se a ponentes da injeção do
tível. Outros efeitos operacio- graxa / cera mais pesada for sistema de combustível.
nais não deverão aparecer. removida, abaixará o ponto
de névoa do combustível e Como o combustível precisa
O ponto de névoa é a tem- aumentará o custo, porque passar através dos filtros, a
peratura em que uma nuvem menos combustível pode ser maneira mais prática de evi-
de cristais de cera começa feito com a mesma quanti- tar o problema é instalar um
a se formar no combustível. dade de petróleo cru, isto é, aquecedor para o combustív-
Esses cristais podem causar será necessário mais petró- el. Esse aquecedor irá manter
entupimento nos filtros de leo para produzir a mesma o combustível acima do ponto
combustível. O ponto de flui- quantidade de óleo combus- de névoa quando ele passar
dez é a temperatura em que tível. Basicamente, o combus- pelo sistema. O aquecedor de
o combustível diesel começa tível diesel Nº1 é formulado combustível permitirá que a
a engrossar. O combustível removendo-se a graxa / cera graxa / cera passe através dos
diesel fica mais resistente do combustível diesel Nº2. filtros junto com o combustível.
para fluir através de bom-
bas e linhas de combustível. O ponto de névoa do combus-
tível é importante porque ele Componentes Relacionados
Fique atento para esses va- pode limitar o desempenho do ao Combustível, em Tempo
lores ao comprar o combus- filtro de combustível. A graxa Frio
tível diesel. Leve em con- / cera existente no combus-
sideração a temperatura tível diesel Nº2 pode alterar Tanques de Combustível
média do ambiente na área as características do combus-
do motor. Motores abasteci- tível no tempo frio. A graxa / Tanque de combustível par-
dos em um clima podem não sólida pode obstruir os filtros cialmente cheio podem for-
funcionar bem se forem le- de combustível e interromp- mar condensação. A KPI-
vados para outro clima. Mu- er o fluxo de combustível, e, JCI recomenda completar o
danças de temperatura po- os filtros de combustível são tanque de combustível todos
dem resultar em problemas. necessários para remover os dias, ao final da operação.
a sujeira do combustível. O tanque de combustível
Ponto de Névoa tem um plug (bujão) para
É importante entender que o drenar água do tanque.
ponto de névoa de um com-
bustível é diferente do ponto
de fluidez, e não há qualquer Dreno do tanque
de combústivel
relação entre eles. O ponto de
névoa é a temperatura que per-
mite que alguns dos compo-
nentes mais pesados na graxa/
cera (wax) se solidifiquem no
combustível. Essa graxa/cera
(wax) não é um contaminante
do combustível. A graxa é
um importante elemento do
Partida em Tempo Frio 7-4

Filtros de Combustível Aquecedores de Combustível Nota: Os aquecedores de


Os aquecedores de combus- combustível do tipo trocado-
Um filtro de combustível tível ajudam a evitar que os res de calor devem ter uma
primário é instalado entre o filtros fiquem obstruídos em possibilidade de desvio (by-
tanque de combustível e a tempo frio devido à presença pass), para evitar superaque-
entrada de combustível no de graxa / cera no combus- cimento do combustível em
motor. Depois de trocar o fil- tível. Um aquecedor de com- operação em tempo de calor.
tro de combustível, sempre bustível deve ser instalado no
purge (alimente) de combus- sistema de combustível, antes
tível o sistema para remover (à jusante) do filtro primário.
bolhas de ar do sistema. Con-
sulte o Manual de Operação
e Manutenção do motor, em Para mais informações sobre
“Sistema de Combustível ---Es- os aquecedores de combus-
corva” para mais informações. tível, consulte o seu represen-
tante Caterpillar ou Cummins.

A classificação em microns e
a localização de um filtro de Desconecte o aquecedor de
combustível primário são im- combustível em tempo de calor.
portantes em operação em
tempo frio. O filtro primário Nota: Os aquecedores de
e a linha de suprimento de combustível controlados por
combustível são os compo- regulador de temperatura de
nentes mais comumente afe- água ou os aquecedores auto-
tados por combustível frio. regulantes devem ser usados
com este motor. Os aquece-
dores de combustível que não
são controlados por regulador
de temperatura de água po-
dem aquecer o combustível
em excesso de 65 graus C.
7-5 Partida em Tempo Frio

Lubrificantes para Tempo sido diluído com querosene. Para dar partida em um mo-
Frio O querosene evapora no tor congelado ou para operar
motor, e isso faz o óleo en- o motor em temperaturas am-
Antes de tentar dar partida grossar. O querosene cau- bientes abaixo de -30 graus
no motor, use o procedimen- sa inchaço e amolecimento C (-22 graus F), use um óleo
to a seguir para ter certe- das vedações de silicone. O multigrade de base sintética.
za de que o óleo no mo- querosene dilui os aditivos do O óleo deve ter um grau de
tor está fluido o suficiente. óleo. A diluição dos aditivos viscosidade SAE 0W ou SAE
do óleo reduz o desempenho 5W. Use um óleo com ponto
1.Confira o óleo, reti- do óleo e a proteção do mo- de fluidez mais baixo do que
rando a vareta de nível. tor que os aditivos promovem. -40 graus C (-40 graus F).

2.Se o óleo pingar da vareta de Se a viscosidade do óleo for al-


nível, então o óleo deverá es- terada para operação em uma
tar suficientemente fluido para temperatura mais baixa, troque
permitir a partida do motor. também o elemento do filtro.
Se os aditivos do óleo forem
diluídos, reduzirá o desem- Se o filtro não for trocado, o
penho e a proteção do motor elemento do filtro e a carcaça
que os aditivos proporcionam. do filtro podem se tornar uma
Não use um óleo que tenha massa sólida. Depois de tro-
car o óleo, opere o motor para
fazer circular o óleo mais fino.

Informações sobre Partida


do Motor - Categoria 1 Categorias de Tempo Frio
Categoria Faixa de Temperatura
9 a -9.5º C (48 a 15º F)
Categoria 1 9 a -9,5 C (48 a 15 F)
Para operação em altitudes
abaixo de 460m (1500 ft.), um Categoria 2 9,5 a - 18 C (15 a 0 F)
motor diesel CAT normalmente Categoria 3 -18 a -30 C (0 a -22 F)
não requer auxílios para elevar Categoria 4 -30 a -40 C (-22 a -40 F)
temperaturas, nesta categoria.
Os fluidos em todos os compartimentos precisam ter um ponto de
Para operação em altitudes fluidez abaixo da temperatura de partida externa.
acima de 460m (1500 ft.), um
motor diesel CAT pode requer-
er ajuda para partida. O uso de
tais providências depende do
modelo do motor e da altitude.
Partida em Tempo Frio 7-6

Auxílios para Partida - Categoria 1


Altitude Modelo do Motor Recomendado Opcional

0 a 460 m (0 a 1500 ft.) Todos os Modelos Nenhum Nenhum

C-7 e C9 Fluxo Contínuo de Éter


Acima de 0 a 460 m (0 a
Nenhum
1500 ft.)
Todos os Outros
Modelos Nenhum

Nota: O Fluxo Contínuo de Use somente óleos Cater- Consulte o Manual de Op-
Éter é controlado pelo Módulo pillar SAE 15W-40, 10W-30 eração e Manutenção do mo-
de Controle do Motor (ECM). ou qualquer óleo comercial tor para mais informações.
Operação manual não é SAE multigrade que aten-
necessária durante a partida. da às exigências ECF-1.

Categoria Use somente óleo Caterpil- da Categoria 2. Con-


lar SAE 10-30, ou um óleo sulte o Manual de Opera-
2 -9,5 a -18º C (15 a 0º F) multigrade de viscosidade ção e Manutenção do mo-
mais baixa nas temperaturas tor para mais informações.

Auxílios para Partida - Categoria 2


Altitude Modelo do Motor Recomendado Opcional

Aquecedor do Líquido
Todas as Altitudes Todos os Modelos Fluxo Contínuo de Éter de Arrefecimento

Bateria Serviço Pesado

e Pacote de Partida

Categoria 3 Use somente óleo SAE 5W-40 Temperaturas Categoria 3


ou multigrade, de viscosidade Consulte o Manual de Opera-
-18 a -30º C (0 a -22º F) mais baixa. Não use óleos ção e Manutenção do Motor
multigrade SAE 15W ou 10W. para mais informações.

Auxílios para Partida - Categoria 3


Altitude Modelo do Motor Recomendado Opcional
Fluxo Contínuo de Éter Aquecedor de óleo
Aquecedor do Líquido de Aquecedor de combustível
Todas as Altitudes Todos os Modelos
Arrefecimento
Bateria Serviço Pesado Aquecedor da Bateria

e Pacote de Partida
7-7 Partida em Tempo Frio

Categoria 4 Use somente óleo SAE 0W-40 4- Consulte o Manual de


ou um óleo multigrau de visco- Operação e Manutenção
-30 to -40º C (-22 to – 40º F) sidade mais baixa. Não use óle- do Motor para mais infor-
os de graus múltiplos SAE 15W, mações.
SAE 10W ou 5W em temperatu-
ras da Categoria

Auxílios para Partida - Categoria 4


Altitude Modelo do Motor Recomendado Opcional
Fluxo Contínuo de Éter Aquecedor de óleo
Aquecedor do Líquido de Aquecedor de combustível
Todas as Altitudes Todos os Modelos
Arrefecimento
Bateria Serviço Pesado Aquecedor da Bateria

e Pacote de Partida

Sistema de Fluxo Contínuo de Isso pode ser feito reti- Se o motor não for equipado
Éter rando e agitando a gar- com um sistema de baterias
rafa. Troque por uma nova de reserva (backup) pode
O sistema de fluxo contínuo garrafa, se estiver vazia. ser necessário dar partida
de éter, usado como auxílio no motor usando uma fon-
para partida em tempo frio, Nota: Cuide para que o fluxo te de eletricidade externa.
é controlado pelo Módulo de contínuo de éter seja ligado
Controle do Motor (“ECM”) e usando o técnico eletrônico. Diretrizes para Partida com
software do motor. O sistema Consulte o representante Cat- Jumper
de Fluxo Contínuo de Éter erpillar para mais informações.
depende da temperatura do •Se for usar uma fonte de ba-
líquido de arrefecimento e Partida do Motor Jampeado teria, ela deverá ter a mesma
da temperatura. O procedi- voltagem que o motor elétrico
mento de partida não é afe- usado para partida. Use SO-
tado durante a injeção de éter. MENTE voltagem igual para
a partida com “jumper”. Se for
Nos motores de máquinas usada uma voltagem mais alta
equipadas com aquecedor Conexões inadequadas do
irá danificar o sistema elétrico.
na entrada de ar e de fluxo cabo de jumper para parti-
contínuo de éter, a luz indi- da do motor podem causar
•Não inverta os cabos da ba-
cadora do aquecedor pode uma explosão, resultando
teria. O alternador pode ser
não acender em determina- em ferimentos graves. Evite
danificado.
das condições. O módulo de provocar centelhas perto
controle do motor (“ECM”) e das baterias. Uma centelha
•Ligue o cabo de terra por úl-
o software do motor assegu- em contato com gases pode
timo e retire-o primeiro
ram que a injeção de éter não causar uma explosão. Não
ocorra quando o aquecedor da deixe que as extremidades
•Ao usar fonte de energia elé-
entrada de ar estiver em uso. do cabo de jumper encostem
trica externa para dar parti-
Check the ether bottle uma na outra ou no motor.
da no motor, vire a chave
de controle do motor para
a posição OFF. Desligue
Partida em Tempo Frio 7-8

todos os acessórios elétri- 3.Conecte a extremidade Nota: Se houver algum prob-


cos (OFF) antes de conec- do cabo de ponte (jump) de lema com o alternador ou com
tar os cabos de jumper para partida no terminal negativo o carregador da bateria, o mo-
dar partida. Certifique-se de da fonte. Ligue a outra ex- tor não continuará a funcionar
que a chave de energia prin- tremidade do cabo negativo depois da partida, a menos
cipal está na posição OFF de ponte (jump) no bloco do que a energia seja suprida
antes de conectar os ca- motor ou no chassi aterrado. por uma fonte em separado.
bos de jumper para o mo- Esse procedimento evita que
tor que está sendo ligado. centelhas potenciais provo- As baterias do tipo “livres de
quem ignição dos gases in- manutenção”, se estiverem
•Se o disjuntor estiver desar- flamáveis que são produzi- totalmente descarregadas,
mado, as baterias não irão dos por algumas baterias. não irão recarregar comple-
receber carga do alternador. tamente apenas pelo alter-
4.Dê partida no motor. nador depois que você der
•Verifique o disjuntor do al- partida com ponte (“jump”)
ternador para ter certeza de 5.Imediatamente após a na máquina. As baterias pre-
que ele não está desarmado. partida do motor, desconecte cisam ser carregadas até a
Consulte o manual de Local- os cabos de ponte (jump) voltagem apropriada com um
ização de Falhas da unidade seguindo a ordem inversa. carregador de bateria. Muitas
Fast Trax para mais infor- baterias já consideradas não
mações sobre o disjuntor. utilizáveis podem ainda ser
recarregadas por este método
Procedimento para Parti-
da com Jumper (ponte)

1.Vire a chave de partida


(start) para a posição OFF
(desligado). Desligue todos os
acessórios.

2.Conecte a extremidade posi- Chave de reset


tiva do cabo de ponte (jump) de
partida no terminal positivo da
bateria descarregada. Ligue
a outra extremidade positiva
do cabo no terminal posi-
tivo da fonte de eletricidade.

Botão oval vermelho

Disjuntor do Alternador – na Posição Desconectado


Partida em Tempo Frio 7-9

Informações sobre Bateria O Testador do Líquido de Re- Sempre que um motor não
frigeração / Bateria 1U-7297 for operado em tempo frio,
(graus Célsius ou Fahrenheit) use um carregador de bateria
é fornecido pela CAT para para manter a bateria carr-
As fases ou explosão da ba- testar a condição do fluido egada. Uma carga completa
teria podem causar sérios da bateria e para checar o evita o congelamento da bat-
problemas pessoais. ponto de congelamento do eria. Todas as baterias devem
líquido de arrefecimento. Es- ser mantidas carregadas em
As baterias exalam gases ses aparelhos de teste são re- um peso específico corrigido
inflamáveis que podem ex- fratômetros óticos, que fazem de 1.250 ou acima. Se for
plodir. O eletrólito é um a compensação automática usado um densímetro em lu-
ácido, e pode causar sérios da temperatura. Automatica- gar do refratômetro recomen-
ferimentos se tiver contato mente. As leituras são corre- dado, use a tabela seguinte
com a pele e olhos. tas, sem ajuste de tempera- ou siga o procedimento
tura. A temperatura da bateria para correção da leitura.
Evitem centelhas próximas afeta a potência de partida da
das baterias. Uma centelha bateria. Se a bateria estiver Para obter a leitura correta,
pode causar a explosão dos demasiadamente fria, ela não use o procedimento seguinte:
gases. Não permita o con- conseguirá dar partida no mo- à temperatura de 27 graus C
tato entre terminais de ca- tor, mesmo se próprio motor (81 graus F), o peso específico
bos, ou com o motor. Liga- estiver quente. Se a bateria deverá ser 1,22. Subtraia 0,004
ções impróprias de cabos for mantida aquecida, asse- da leitura para cada incremen-
tipo ponte podem causar gurará pelo menos 70% da to de 6 graus C (10º F) abaixo
uma explosão. potência de partida da bateria. de 27 graus C (81 graus F).
Sempre que possível, man- O resultado deverá ser 1.220.
Sempre use óculos de pro- tenha as baterias aquecidas.
teção ao trabalhar com ba- As baterias podem ser esto-
terias. cadas em um ambiente aque-
cido, ou o compartimento da
bateria poderá ser aquecido.
Sempre que o motor operar
abaixo da rotação (RPM)
normal, as baterias po-
dem não ser recarregadas.

Peso Específico Corrigido para a Bateria nas Temperaturas Especificadas


Temperatura Leituras Reais do Densímetro Tomadas nas Temperaturas Específicas*
27° C (80° F) 1.300 1.280 1.250 1.220 1.190 1.160
-18° C (0° F) 1.332 1.312 1.282 1.252 1.222 1.192
-23° C (-10° F) 1.336 1.316 1.286 1.256 1.226 1.196
-29° C (-20° F) 1.340 1.320 1.290 1.260 1.230 1.200
-34° C (-30° F) 1.344 1.324 1.294 1.264 1.234 1.204
-43° C (-45° F) 1.350 1.330 1.300 1.270 1.240 1.210
-54° C (-65° F) 1.358 1.338 1.308 1.278 1.248 1.218
Carga
aproximada
mostrada como 100 90 75 50 25 0
porcentagem da
carga completa
*As escalas do densímetro normalmente não mostram leituras decimais. Uma leitura de 1280 é equivalente a
um peso específico.
Desembarque do Britador de Mandíbulas 8-1

Desembarque da Unidade Depois que as correntes Dê partida no motor e, usando


de amarração e prende- o controle remoto via rádio,
A estação de britagem de dores com catraca tiverem com muito cuidado e lenta-
mandíbulas tipicamente é sido removidas, a unidade mente, dirija a unidade para
transportada em uma super poderá ser descarregada. fora da carreta com o motor
carreta de 7,9 metros (26 pés) em marcha lenta (900 RPM).
de comprimento, de tampas
removíveis, e pode ser descar-
regada da carreta com o uso É preciso ter extremo cuida-
do controle remoto via rádio. do ao descarregar a estação Use o controle remoto via
de britagem. A estação tem rádio ao desembarcar a uni-
As esteiras se movem relati- que ser movida lentamente, dade. Isso permite ao oper-
vamente lento, menos de 1,0 em marcha lenta (900 RPM), ador ver e acompanhar todo
milha (1,6 km) por hora, en- para evitar uma ação inad- o movimento em torno da
tão a carreta deve ir até bem equada no desembarque unidade enquanto ela es-
perto da área onde a máquina e possível tombamento. tiver sendo desembarcada.

É recomendado que mais de Construa uma rampa para


uma pessoa ajudem a descar- a descida da unidade, colo-
Ao descarregar, certifique- se regar a unidade da carreta. cando trilhos de ferrovia do
de que o solo está nivelado. Confira o tanque de combus- tamanho da descida, criando
tível, e confirme se tem pelo um declínio (isto é, 12 x 12,
menos 1/4 de combustível. 8 x 8, 6 x 6). Se não houver
trilhos disponíveis, pode-
se construir uma rampa de
terra suficientemente sóli-
da, fazendo uma boa com-
pactação de cada camada.

Tirantes de Fixação

Assim que a unidade chegar,


inspecione verificando se
alguma peça foi danificada
durante e transporte e se
falta algum item e registre
quaisquer reclamações de
estragos ou faltas com o en-
carregado do frete. Tire fo-
tos antes do desembarque.
Corrente de
Segurança

“Correntes para Retenção” e “Prendedores com Catraca”


8-2 Ajustes na Unidade

Correia de Descarga Lateral


(opcional) Motor hidraúlico
lateral

Reinstalar
estrutura de
fixação
A mangueira hidráulica da sta-
Correia de Descarga Lateral cker externa à unidade é co-
Posição de Operação nectada aqui
Correia de Descarga Lateral
A correia de descarga lateral Cilindros Hidráulicos
Posição de Operação
pode descarregar em uma
pilha ou em outra correia. A KPI-JCI recomenda ve-
dar a área onde a haste de
1- Remova os equipamentos
Conexão da Correia Auxiliar cromo e a vedação encon-
de retenção da dobra da cor-
tram com uma camada de
reia de cada lado da correia.
Para ligar a energia de uma graxa de molibdênio para
empilhadeira (stacker) ex- ajudar a vedar contra umi-
terna à unidade de brita- dade. Também recomenda-
gem deste circuito, encaixe mos uma ligeira camada de
os acoplamentos de engate óleo na haste de cromo ex-
rápido, encaixe os acopla- posta, para evitar ferrugem.
Pino de fixação dores de engate rápido da
correia em série com o motor Não recomendamos aplicar ini-
2- Dê partida no motor e da descarga lateral. O engate bidor de ferrugem, assim como
puxe a alavanca que tem fêmeo da empilhadeira ex- “Corrosion X ou Rust Veto, em
escrito: “Side Delivery Con- terna à unidade é encaixado nenhuma parte do cilindro. Os
veyor Fold” (Dobrar Cor- no engate rápido macho do agentes químicos corrosivos
reia de Descarga Lateral). motor de descarga lateral. desses produtos irão danificar
as vedações prematuramente

Acoplador hidráulico para a


Manopla de acionamento correia de descarga lateral.

Controle da Correia de Des-


carga Lateral

3. Quando a correia tiver sido


completamente desdobrada,
reinstale os equipamentos de
retenção.
Checklist de Pré-Operação (Lista de Inspeção) 9-1
A inspeção pré-operacional deve ser re- Inspecione cada equipamento para as-
alizada toda vez que o equipamento for segurar de que está em condição de
movido para um novo local, ou se ele ti- operação. Essa inspeção deverá incluir,
ver sido estocado por um longo período. mas não se limitar aos seguintes itens:

INSPEÇÕES PRÉ-OPERACIONAIS OK Ajustar


OK Ajustar

1. Chapa metal / aparência / pintura


7. Correias em V
2.Elétrica
8.Britador de Mandíbulas
a.Bateria segura
a.Manganês da Mandíbula
b.Terminais firmes/limpos
b.Ajuste da haste de tensão da chapa articu-
3.Motor à combustão
lada
a.Nível do óleo
c.Confira se o ajuste do lado fechado está na
b.Nível do Líquido de Refrigeração.
medida desejada
c.Proteção do Líq. Refr. ( -25° F)
d.No material in
d.Filtro de Ar
e.Nível de Combustível
9.Geral
4.Lubrificação
a.Manual do operado na unidade
b.Adesivos de segurança nos locais devidos e
5.a. Todos os pontos lubrificados (graxa)
legíveis
c.Grades de segurança no lugar
6.Sistema Hidráulico
d.Confira se há parafusos, porcas, prisionei-
a.Nível do óleo hidráulico
ros, etc. frouxos.
6. Correia Transportadora
10.Rádio
a.Danificada ou rasgada
a. Quatro (4) baterias AA de reserve di-
b.Grampos da emenda seguros, ou reponha
sponíveis
se estiverem faltando.
c.Limpador da correia ajustado.
Checklist de Pré-Operação (Lista de Inspeção) 9-2

CHECAGEM OPERACIONAL 6. Correia Transp. com Magneto (430 RPM)*

1. Motor 7.Britador de Mandíbulas (280 RPM vazio)*


a.Sem carga a 900 RPM* 8.Pressão de Carga da Bomba do Britador (350
b.1800 RPM máx. psi)*
9.Rotação do Alimentador (700 a1200 RPM)

2. Controles Hidráulicos
a.Alimentador Vibratório
b.Correia Transp. Inferior ao Britador (under-
crusher)
c.Ajuste da cunha da mandíbula
d.Correia de descarga lateral

3.Correia(s) Treinado
4.Correia sob o Britador (undercrusher) (0
RPM)*

5.Correia de Descarga Lateral (325 RPM)*


* Aproximado
10-1

Controles de Operação

A seção seguinte explica Controles Hidráulicos 1. O controle ON/OFF para


as funções dos controles a correia inferior ao britador
de operação da unidade. Os controles hidráulicos (“undercrusher”) localiza-se
são projetados para con- na tela dos controles hidráu-

NOTA trolar a articulação da cor-


reia de descarga lateral, ON/
licos.

Leia e entenda esta seção OFF da correia, ON/OFF do


antes de iniciar operação do magneto e/ou controles da
equipamento. empilhadeira de material. .

Unidade de Força

Está além da abrangência


deste manual cobrir os con-
troles de operação pertinen-
tes à unidade de força for-
necida com esta máquina.
Consulte o manual de op-
eração da unidade de força
para instruções específicas.
Painel de Controle do Motor
O painel de controle do motor
da unidade de britagem traz os
controles e sistema eletrônico
do motor para operar a unidade.

Painel de Controle do Motor


10-2 Controles de Operação

2.O controle levantar/abaixar


da correia inferior ao britador Acionamento da
(“undercrusher”) é localizada correia de saída
no lado esquerdo superior do
painel Hidráulico.

3.O controle dobra/desdo-


bra da correia de descarga
lateral é localizada no lado
esquerdo inferior do pai-
Controlde de correia lateral
nel de controle hidráulico;

4.O controle ON/OFF da


correia de descarga lat-
eral é localizada na tela
de controles hidráulicos.

5.O controle ON/OFF para


o magneto é localizado no
lado superior esquerdo do
painel de controle hidráulico.

6.Os controles para o ajuste da


cunha do britador são localiza-
dos no lado superior esquerdo
do painel de controle hidráulico. Ajuste da cunha da
mandibula
Correia Magnética

7.O controle ON/OFF da cor-


reia de empilhamento é local-
izado no lado inferior direito do Cunha da mandíbula
para esquerda
painel de controle hidráulico.
Correia inferior ao britador - levantar/baixar

8.Os controles ON/OFF do


spray (borrifador) de água é
localizado no lado direito do
painel de controle hidráulico

Correia de descarga
lateral on/off
Correia de descarga lateral - dobrar/
desdobrar

Painel Hidráulico – Lado Esquerdo


Controles de Operação 10-3

Supressão de Pó

9.O controle ON/OFF do


sistema de supressão de pó
é localizado á direita do painel
de controle hidráulico.

Supressor de poeira

Conector de cabo

Conector do Controle Remoto com Cabo – Painel de Controle

Cunha da mandíbula
para esquerda

Conector do Controle Remoto com Cabo – Painel de Controle

Supressão de Pó

Controles de Operação da
Unidade.

A unidade de britagem pode


ser operada tanto por con-
trole remoto por cabo (tipo
“pendant”) ou por radio (HT).
Se necessário, o controle
remoto via radio pode ser
conectado à unidade usando o
cabo. Os conectores são local-
izados na parte inferior da bot-
oeira por radio (HT) e no topo
do painel de controle, entre o
painel de controle hidráulico e
o painel de controle do motor
11-1 Sistema de Proteção de Sobrecarga

O sistema de proteção de sobrecarga mo- 1.Ponto de Ajuste de Carga do Motor – um


nitora os dados do motor e mantém as fun- valor pré-estabelecido na fábrica que deter-
ções da unidade. Através do uso de telas de mina as condições de sobrecarga e mede
diagnóstico, o operador pode visualizar o a percentagem do torque máximo do motor.
britador, o alimentador de alimentação e as
funções do motor. Essas telas de diagnós- 2.Velocidade do Rotor do Britador –
tico também facilitam ao operador a locali- ajustável pelo operador através de uma
zação de falhas e proteção de sobrecarga. Tela operada pelo operador, com uma se-
Com uma senha (dada mais à frente neste nha, e monitora a velocidade do rotor na
capítulo), o operador tem a permissão de Tela de Monitoramento de Desempenho.
ajustar a velocidade do rotor do britador, de-
sabilitar / habilitar o sistema de proteção de 3.Ponto de Ajuste de Sobrecarga de
sobrecarga e escolher a língua (espanhol ou Pressão do Britador - também pré-ajusta-
inglês). Quando o sistema de proteção de do na fábrica, e compara a pressão máxi-
sobrecarga é habilitado, ele otimiza a pro- ma permitida com a pressão da bomba hi-
dutividade reduzindo a rotação do alimenta- drostática para a transmissão do rotor HSI.
dor vibratório para uma velocidade (aprox.
300-325 RPM) constante, para evitar que o
britador fique obstruído. Quando habilitado,
o sistema de proteção de sobrecarga opera
baseado em três princípios de referência:

Componentes do Painel de
Controle

1.Rádio Receptor

2.Carregador do Controle
Remoto via Radio

3.Sistema de Proteção de So-


brecarga – Tela de Diagnósti-
co CGM.

4.CPU (localizada atrás da


CGM)

5.Painel de Controle do Mo-


tor.

Painel de Controle Elétrico 6.Modem Mobilstar

7.Controle Remoto via Rádio


(não mostrado)
Sistema de Proteção de Sobrecarga 11-2

Proteção da Condição de Sobrecarga Depois de quinze segundos em velocidade


O fator essencial do sistema de proteção de constante, o alimentador vibratório retorna
sobrecarga é a detecção da sobrecarga. Exis- automaticamente para a velocidade original
tem duas luzes no topo do compartimento do se a condição de sobrecarga do sistema for
motor. A luz âmbar/amarela permanece ligada eliminada. Se a condição de sobrecarga não
enquanto o britador está em operação. Quan- for eliminada após de quinze segundos, o
do a proteção de sobrecarga é habilitada, a alimentador vibratório irá parar por quinze
luz vermelha acende quando o sistema do segundos, e quando expirar esse tempo ele
motor e britador fica sobrecarregado. Quando não partirá novamente até que tenha sido “re-
a condição de sobrecarga é sentida, a CPU setado” ou a condição de sobrecarga cesse.
envia um sinal para o alimentador vibratório
para diminuir a rotação até uma velocidade
pré-estabelecida, constante, aproximadamente
300-325, O alimentador vibratório permanece
nessa velocidade constante por quinze segundos.

Luzes de Detecção de Sobrecarga

Luzes localizadas no topo


do alojamento o motor
indicam as condições de
operação. (Quadro abaixo):

AMBAR - Esta luz piscará quando o britador tiver


sido engrenado.

Sinalizadores de sobrecarga VERMELHA - Esta luz pisca quando o motor atin-


ge uma condição de carga máxima. Reduza ou
pare a alimentação ao britador até que a luz se
apague.
11-3 Sistema de Proteção de Sobrecarga

Tela de Inicialização

A tela de Inicialização é a primeira tela mos-


trada quando a chave é ligada. Essa tela
permanece no painel por aproximadamente
oito segundos. A linha pontilhada cruzan-
do a parte inferior mostra o nome da má-
quina. Se mostrar um nome diferente do
da máquina em questão, então o programa
terá que ser reconfigurado pela KPI-JCI.

Tela dos Controles Hidráulicos

Pressione F1 na tela Principal para navegar


para a tela de Controles Hidráulicos. Na tela
de Controles Hidráulicos, você pode dar
partida no magneto, na correia de descarga
lateral e correia inferior ao britador (“under-
crusher”).

•F1 - Magnético
•F3 – Correia de descarga lateral
•F4 – Correia inferior (“undercrusher”)
Tela Principal •F5 - Sair (retorna à tela principal)

A tela principal aparecerá logo depois da


tela de Inicialização. Seis opções são mos-
tradas nessa tela: Motor, Britador, Perfor-
mance, Controles Hidráulicos, Diagnóstico e
Ajuste (Setup).
Use as teclas F para navegar para as dife-
rentes áreas do sistema OPS.

F1 – Controles Hidráulicos
F3 – Diagnóstico
F5 - Ajuste
F6 - Motor
F8 - Britador
F10 - Performance
Sistema de Proteção de Sobrecarga 11-4

Telas de Informações sobre o Motor


Pressione F6 na tela Principal para na-
vegar para a tela de Informações sobre
o Motor. As telas de Informações sobre o
Motor mostram as funções do motor na
unidade. As variáveis mostradas incluem:

Média de Combustível em Galões/Hora


Temperatura do Líquido de Arrefecimento
Consumo Estimado de Combustível do
Motor por Hora.
RPM

Pressão do Óleo (PSI)


Voltagem Atual do Sistema O indicador de advertência vermelho no
centro da mensagem da tela de Infor-
Cinco diferentes telas de informações sobre mações sobre o Motor alerta o opera-
o motor podem ser mostradas, dependendo dor de que uma condição de operação
das condições do sistema do motor pode causar danos ao motor

O centro da mensagem na tela de Informa-


ções sobre o Motor alerta o operador para
um problema com o motor.

A tela abaixo aparecerá quando todas as


funções estiverem operando devidamente.

O indicador “wait-to-start” (espere para


dar partida) azul no centro da mensagem
da tela de Informações sobre o Motor aler-
ta o operador de que o motor está frio.
Quando o indicador “wait-to-start” (espere
para dar partida) estiver aceso, o operador
deve aguardar para dar partida no motor.

O indicador de manutenção verde no


centro da mensagem da tela de Infor-
mações sobre o Motor alerta o operador
de que o motor precisa de manutenção.
11-5 Sistema de Proteção de Sobrecarga

Velocidade Mínima de Operação – per-


centagem de produção do alimentador. Esse
parâmetro é protegido por uma senha. Sua
função é estabelecer a velocidade mínima
na qual o alimentador funciona quando é
ligado, independentemente de quão baixo
esteja ajustado o transmissor do potenciô-
metro (“pot”) de velocidade do alimentador.
Normalmente, a velocidade mínima de ope-
ração é estabelecida na fábrica e não pode
ser ajustada pelo operador.

Velocidade Real do Alimentador – ajus-


O indicador de localização de falhas amarela, te real do potenciômetro da velocidade do
no centro da mensagem da tela de Informações alimentador no transmissor.
sobre o Motor, alerta o operador de que um
componente do motor está funcionando fora Ponto de Ajuste OPS do Britador – a
da sua faixa de operação normal especificada. pressão é uma variável pré-estabelecida na
fábrica. Essa variável determina a condi-
ção de sobrecarga na unidade. O ajuste da
pressão variará dependendo do motor. Para
mais informações, veja a tabela de Parâme-
tros PLC do Sistema de Proteção de Sobre-
carga no Apêndice B.

Outras funções disponíveis nessa tela:


Pressione F12 ou F13 para abrir ou fechar a
mandíbula.

Pressione F2 para mover a mandíbula para


trás.

Pressione F3 para mover a mandíbula para


Pressione a tecla F5 para retornar para a frente.
tela principal. Tela Britador / Alimentador
Pressione F5 para retornar para a tela prin-
Pressione F8 na Tela Principal para nave- cipal.
gar para a tela Britador/Alimentador. Essa
tela mostra a carga do motor, pressão do Pressione F1 para visualizar as telas de
britador, pressão da haste de tensão e ve- diagnóstico.
locidade do alimentador. O ponto de ajuste
da carga do motor, que é pré-estabelecido Pressione F4 para carregar o sistema de
na fábrica, identifica condições de sobrecar- auto ajuste.
ga no setor de britagem da unidade. Essa
variável é derivada da percentagem do tor-
que produzido no motor da unidade. Se o
torque no motor estiver maior do que o pon-
to de ajuste, então os sistemas de controle
alertam sobre uma condição de sobrecarga.
Sistema de Proteção de Sobrecarga 11-6

Tela de Desempenho da Máquina Use as teclas F para navegar para as di-


ferentes áreas de diagnóstico do Sistema
Pressione F10 na tela principal para aces- OPS.
sar a tela de Desempenho da Máquina.
Essa é a tela preferida durante a operação. F1 - Rádio
Ela monitora a relação do desempenho da F3 - Sistema
máquina com os cinco parâmetros de refe- F5 - Sair
rência: carga do motor, velocidade do mo- F6 - Motor
tor, pressão no britador, velocidade do ali- F8 - Hidráulico
mentador, e pressão na haste de tensão. F10 – botoeira

Tela de Diagnóstico de Rádio

Pressione F1 para acessar a tela de diag-


nóstico de radio. Essa tela simula o uso em
tempo real. Ela mostra a intensidade do
sinal.

Tela de Diagnóstico

Pressione F3 na tela principal para acessar


a tela de Diagnóstico da Máquina.
11-7 Sistema de Proteção de Sobrecarga

Telas de Diagnóstico do Sistema Telas de Diagnóstico do Motor

Pressione F3 para acessar as telas de diag- Pressione F6 para acessar as tela de diag-
nóstico do sistema. A tela principal de diagnós- nóstico do motor. A tela de diagnóstico do
tico do sistema mostra a temperatura da CPU. motor mostra três códigos SPN/FMI de diag-
Pressione F1 para ir para a tela de diagnós- nóstico do motor. Pressione F1 para mover
tico de “Inputs” (entradas), ou F2 para ir para para a tela de Histórico de Erro do Motor.
a tela de diagnóstico de “Outputs” (saídas).
A tela de Histórico de Erro do Motor arma-
zena vinte códigos de falha SPN/FMI, com
um carimbo indicando quando ocorreu a
falha. Use F12 e F13 para mover a lista de
códigos de falhas para cima e para baixo.
Sistema de Proteção de Sobrecarga 11-8

Telas de Diagnóstico de Componentes Tela de Diagnóstico da botoeira


Hidráulicos.
Pressione F8 para acessar as telas de diag-
Pressione F8 para acessar as telas de diag- nóstico de botoeira tela de diagnóstico de
nóstico dos componentes hidráulicos. Essa teclado mostra as seguintes funções:
tela mostra a pressão de operação do britador,
a pressão da bomba de carga, o nível no tan- Esteira direita para frente
que hidráulico, e a pressão da haste de tensão.
Esteira esquerda para frente
Pressione a tecla F1 para visualizar a tela
“PSI Data Log” (Registro de Dados PSI). Esteira direita para trás
Essa tela é usada para monitorar os com-
ponentes hidráulicos. Os Registros são Esteira esquerda para trás
armazenados em intervalos de dez mi-
nutos. O histórico total menos os valores Funcionamento / Alta rotação s/ carga
atuais de registros “C” são de uma hora. Sirene
Britador de Mandíbulas

Alimentador Vibratório

As telas de Localização de Falhas

podem ser acessadas pressionando-se F1


em qualquer tela que mostre o triângulo ama-
relo com um sinal de exclamação no meio.

Janela de Baixo Óleo Hidráulico

A janela de baixo óleo hidráulico ou critica-


mente baixo óleo hidráulico aparece quando
o tanque de óleo hidráulico estiver abaixo
de 30%. Para “resetar”, todas as chaves na
botoeira (controle remoto via rádio) preci-
sam ser posicionadas em sua posição OFF
(desligado) e as chaves “e-stop” precisam
ser “resetadas”. Essa tela pisca assim que o
controle remoto via rádio é ligado à unidade.
11-9 Sistema de Proteção de Sobrecarga

Janela E-Stop da Máquina

Esta janela irá piscar intermitentemente se o


botão de “e-stop” tiver sido pressionado na
unidade. Para “resetar”, todas as chaves da
botoeira via rádio precisam ser colocadas na
posição OFF, e os botões “e-stop” da unidade
precisam estar “resetadas”. Esta janela pisca
quando a unidade é ligada pela primeira vez.

Janela E-Stop via Rádio

Esta janela piscará intermitentemente se o


botão “e-stop” for pressionado no controle
remoto via rádio. Para “resetar”, todas as
chaves na botoeira via rádio precisam ser co-
locadas na posição OFF (desligado) e os bo-
tões “e-stop” (parada de emergência) preci-
sam ser “resetados”. Esta tela irá piscar logo
que o controle remoto for ligado à unidade.
Sistema de Proteção de Sobrecarga 11-10
Janela de Conexão do Controle via Rádio Janela de Perda de Conexão do Controle

Esta janela aparece na tela de diagnóstico Esta janela aparece na tela de diagnóstico
se o operador tentar dar partida na máquina quando o transmissor de rádio está fora de
sem conectar o controle via rádio. alcance até a unidade (aproximadamente
300 metros).

Janela de E-Stop da Máquina Pressionado Janela Disjuntor de Check do Alternador

Esta janela aparecerá no diagnóstico Sistema detecta carga inadequada da bat-


eria

Janela do Transdutor de Pressão

Se o sistema OPS detectar que o transdutor


de pressão está com mau funcionamento, a
seguinte janela irá piscar intermitentemente.
11-11 Sistema de Proteção de Sobrecarga
Janela de Falha do “Can Bus”

Esta tela é mostrada quando há perda de


energia para o Can Bus. Quando o Can Bus
perde energia ele desabilita as saídas (“ou-
tputs), não o funcionamento das funções
normais. Cheque o porta-fusível número 5
para ver se o fusível está solto ou queimado.

Janela de Alta Temperatura do Motor

Esta tela aparece quando a temperatu-


ra da água atinge ou ultrapassa o limite
máximo de calor do líquido de arrefeci-
mento especificado pelo fabricante do mo-
tor, e mostra a temperatura do momento.

Quando a temperatura tiver excedido o li-


Janela de Falha de J1939
mite de alta temperatura do líquido de ar-
refecimento especificado pelo fabricante
Esta tela é mostrada quando há uma falha de
do motor, esta advertência aparecerá na
J1939. Isso significa que o Digsy Compact não
tela de diagnóstico. Também irá parar o ali-
está mais enviando informações para o motor,
mentador para alertá-lo de que o seu mo-
então todos os dados do motor estarão errados.
tor está quente. Você poderá ignorar essa
característica de segurança pressionando
F3, que lhe permitirá religar o alimentador
Sistema de Proteção de Sobrecarga 11-12

Janela de Erro do Motor

Esta janela mostra quando ocorreu um erro


no motor.

Janela de Parada do Alimentador, Sobre-


carga do Motor por Muito Tempo.

Esta janela aparecerá sobre todas as out-


ras janelas ativas quando o britador tiver
sido sobrecarregado por mais tempo do
Janela de Violação da Contagem de So- que o tempo extra pré-estabelecido especi-
brecarga do Alimentador ficado na Tela de Tempo de Sobrecarga. O
operador terá que “resetar” o alimentador vi-
bratório seguindo o seguinte procedimento:
Esta janela aparecerá sobre todas as outras
janelas ativas quando o operador tiver sobre- 1.Vire a chave do Alimentador Vibratório
carregado a unidade em mais de três vezes nos para “OFF”, no controle via rádio.
últimos oito minutos. Quando a máquina entra
em sobrecarga, a produtividade máxima está 2.Pressione F3 na tela de diagnóstico.
em risco. Esta tela é um lembrete ao opera-
dor de que o alimentador deve funcionar mais 3.Religue o Alimentador Vibratório na bot-
devagar para se obter um fluxo constante de oeira (controle remoto via rádio).
material e máxima produtividade da unidade.
4.O Alimentador Vibratório retornará para o
Obs.: O alimentador vibratório só irá “rese- ajuste de velocidade anterior.
tar” se as condições de sobrecarga tiverem
sido eliminadas. Recomenda-se checar to-
dos os parâmetros de sobrecarga através
da Tela “Performance Monitor Screen” (Tela
de Monitoramento de Desempenho) - que
monitora a pressão do britador, velocidade
do rotor, e carga do motor – para constatar
que todos os meios de medição de sobrecar-
ga ainda estão funcionando corretamente.
11-13 Sistema de Proteção de Sobrecarga

Baixa Pressão da Haste de Tensão – PSI Parada do Britador de Mandíbulas / Fe-


eder Alta Pressão da Haste de Tensão -
Esta tela irá piscar se a pressão da PSI
haste de tensão cair para abaixo de
900 psi. Siga as instruções na tela Esta Tela irá piscar se a pressão há haste
para recarregar e “resetar” o sistema. de tensão subir para acima de 1530 psi por
dois segundos ou mais, ou dez picos em
um minuto. Siga as instruções na tela para
“resetar” o sistema.

Parada do Britador de Mandíbulas/Ali-


mentadorBaixa Pressão na Haste de
Tensão – PSI
Telas de Ajustes Feitos pelo Operador

Esta tela irá piscar se a pressão na has-


Pressione F5 na Tela Principal para aces-
te de tensão cair para abaixo de 900 psi.
sar a tela de “Password” (Senha) do Oper-
Siga as instruções na tela para recarre-
ador. Entre com a senha conforme mostra-
gar e “resetar” o sistema de auto ajuste.
do abaixo para acessar as telas de ajuste.
Sistema de Proteção de Sobrecarga 11-14

Pressione F3 para acessar a Tela de Ajuste Pressione F8 para acessar a tela de “Setup”
do Sistema. (Ajuste) do Britador

Esta é a primeira tela que permite ao ope- Esta tela de ajuste permite ao operador al-
rador, com uma senha do nível do usu- terar o “setpoint” (ponto de ajuste) RPM do
ário, acessar e mudar a língua, desabi- britador, e a pressão de carga da haste de
litar / habilitar os avisos de advertência tensão. O operador pode também visualizar
de alta temperatura do óleo hidráulico, e a contagem de alívio da haste de tensão.
de baixa temperatura do óleo hidráulico.

Pressione F6 para acessar a tela de ajuste


do Motor.

Esta tela mostra o número de vez-


es que uma advertência de alta tem-
peratura do motor foi recebida.
12-1 Hidráulicos
Acionamento das Esteiras Acionamento do Alimenta- Acionamento do Britador
dor
O acionamento das esteiras persistir em sobrecarga, o
usa uma bomba de pistão du- com um orifício, causando alimentador irá parar. Se a
pla de 2.8 CID (46cc) com um um atraso no ajuste do freio, sobrecarga for eliminada do
controlador solenóide “FNR” que permite que a máquina britador, o alimentador retorna
(para frente e ré) e atuação reduza a velocidade antes de para a velocidade anterior. Se
manual. Os quatro limitado- parar. Em caso de mau fun- três dessas sobrecargas forem
res de pressão da bomba são cionamento da mola, o opera- detectadas em um período
ajustados a 4712 PSI. O óleo dor pode tomar o comando de oito minutos, o alimenta-
é trazido para o sistema a manual, que tem prioridade dor precisará ser “resetado”.
13,5 GPM pela bomba de car- sobre a válvula solenóide.
ga de 1,34 CID (22cc). Todo O britador usa uma bomba
óleo necessitado pelo sistema O circuito do alimentador vi- de pistão de 6.1 CID (100cc)
de loop fechado é suprido bratório é composto de uma com um controlador solenóide
depois de passar através de bomba de engrenagem de FNR (para frente e ré) e um
um filtro; o restante vai para 1,55 CID (25cc), uma vál- controle prioritário manual.
a válvula de alívio e segue de vula eletrônica de controle Os limitadores de pressão da
volta para o tanque através de fluxo, e um motor com bomba são ajustados em 5510
da mangueira de dreno engrenagem de 1,85 (30cc). PSI na porta B e 3330 PSI na
do reservatório da bomba. Os limitadores de pressão da porta A. O óleo é trazido para
válvula de controle de fluxo o sistema a uma vazão de 11,9
Quando ativado, o óleo é são ajustados em 3000 PSI. GPM pela bomba de carga de
bombeado a 27,4 GPM para 1,22 CID (20cc). Todo óleo re-
o motor de cada esteira. Os O óleo passa através do querido pelo sistema de loop
motores das esteiras são sistema com vazões variáveis, fechado é suprido depois de
motores de pistão de 3,84 podendo ser ajustadas pelo passar por um filtro; o restante
CID (63cc) com engrena- potenciômetro localizado no vai para a válvula de alívio e
gens de redução de 122:1, controle remoto via rádio. A segue de volta para o tanque
dando à unidade uma veloci- velocidade do alimentador pela mangueira de dreno
dade máxima de 1,5 km/h é ajustada conforme o tipo do reservatório da bomba.
ou 25 metros/minuto (0,94 de material que estiver sen-
mph ou 82,7 pés por minuto). do carregado na máquina. Quando a bomba é ativada,
o óleo é bombeado a uma
Na bomba da esteira direita O alimentador pode ser de- vazão de 54 GPM para o
existe um “T” antes do filtro de sacelerado ou parado pelo motor do britador. O motor
carga, que permite que o fluxo “overload protection system do britador é um motor de
vá para a válvula solenóide - OPS” (sistema de proteção pistões radiais de 11,72 CID
de alívio do freio. Quando de sobrecarga). O “OPS” (200 cc). Esse motor, junta-
ativado ele libera os freios (sistema de proteção de so- mente com a polia de 13,2” de
no acionamento da esteira. brecarga) monitora a porcent- diâmetro e o volante de 50”
agem de carga no motor e a de diâmetro, dão ao britador
Quando a válvula solenóide é pressão do britador. Se uma de mandíbulas uma veloci-
desativada, o fluxo do óleo do dessas ou uma combinação dade sem carga de 280 RPM.
freio para o tanque tem que pas- delas ficar em sobrecarga por
sar através de uma conexão dois segundos, o alimenta-
dor é desacelerado até uma
velocidade constante por
quinze segundos. Se ainda
Hidráulicos 12-2
Acionamento da Correia Se o sistema for ativado, a vál-
Transportadora e Funções vula de retenção é engrenada
do Cilindro. e isso força o óleo para o mo-
tor de 17,9 CID (293 cc). Se a
No circuito de acionamento correia não for ativada, a vál-
da correia transportadora “un- vula permite que o óleo desvie
dercrusher” (embaixo do brita- (by-pass) do motor da correia
dor), uma vazão de 18 GPM e continue no circuito. A ve-
é suprida por uma seção de locidade da correia é aproxi-
1,86 CID (30cc) de uma bom- madamente 100 metros por
ba de engrenagem dupla para minuto (326 FPM), sem carga.
a válvula de controle direcion-
al, com um alívio ajustável em O próximo assunto nesta série
3000 PSI. Quando ativada, o é a correia com magneto. Tem
óleo é enviado para os motores a mesma válvula de retenção
hidráulicos de dupla engre- de duas vias, duas posições,
nagem de 24,9 CID (408cc). operada por solenóide, mas
A velocidade da correia é de tem também uma válvula de
aproximadamente 320 FPM alívio aprumada entre a válvula
(pés por metro), sem carga. de retenção e a entrada para
o motor do separador magné-
Todas as demais funções são tico. Se o sistema estiver ati-
operadas com a seção de vado, a válvula de retenção é
0,93 CID (15cc) da bomba de engrenada e isso força o óleo
engrenagem dupla, que for- para o motor de 12,5 CID
nece 9 GPM. O óleo primeiro (204cc). Se a correia não for
vai para uma válvula de con- ativada, a válvula permite que
trole direcional de 5 seções, o óleo desvie (by-pass) do mo-
que controla os cilindros para tor da correia e continue para
o sistema de auto ajuste, para o tanque. A velocidade da cor-
as cunhas da mandíbula, a reia é aproximadamente 130
correia de descarga lateral, metros por minuto (432 FPM
e a correia “undercrusher” (pés por minuto), sem carga.
(embaixo do britador). O
óleo então flui em direção à
válvula de controle direcio-
nal para o cilindro do queixo.

Depois do cilindro do queixo, o


óleo segue para o acionamen-
to da correia de descarga lat-
eral. Esse sistema é acionado
por uma válvula de retenção
de duas vias, duas posições,
operada por solenóide.
12-3 Hidráulicos
Hidráulicos 12-4
12-5 Hidráulicos
Hidráulicos 12-6
12-7 Hidráulicos
Ajustes 13-1
Auto Ajuste – Unidades FT - cilindro em uma posição fixa durante a opera-
ção. Os cilindros das cunhas são mantidos na
O Auto Ajuste permite ao operador alterar posição por válvulas de compensação duplas.
o ajuste do lado fechado sem ajustar a po-
sição das hastes de tensão, as molas, e
as porcas das molas da haste de tensão.
O ajuste da haste de tensão é feito inicial-
mente na fábrica; entretanto, se tiverem NOTA
sido feitas mudanças mais significativas no
sistema, o ajuste precisa ser sincronizado. Alivie a pressão hidráulica nas válvu-
Há duas fases para sincronizar o sistema da las de compensação /contrabalanço an-
haste de tensão. A fase um (1) ajusta a pres- tes de afrouxar qualquer mangueira no cir-
são do cilindro de compressão das molas. A cuito. Siga as “Instruções para Aliviar a
fase dois (2) calibra o sistema de modo que Válvula de Compensação /counterbalance”.
o curso do cilindro seja sincronizado com a
faixa de ajuste do da mandíbula e também
para assegurar que a haste de tensão fi-
que centralizada no furo da chapa de molas.

É importante que o ajuste da haste de ten-


são e das molas seja fixado na posição ini-
cial correta. O ajuste das molas é feito ini-
cialmente na fábrica. Isso garante que as
molas e a haste de tensão fiquem alinhadas
entre si ao longo da faixa de ajuste, e o sis- Divisor de fluxos
tema da haste de tensão fique sincronizado.

Se, por qualquer motivo, as porcas da has- Valvúla de equilibrio simples


te de tensão forem ajustadas (por exemplo,
ao trocar as molas ou as hastes de tensão), Conjunto da Válvula de Compensação de Auto
de modo que sua localização na haste de Ajuste e do Divisor de Fluxo.
tensão seja alterada em relação ao ajuste
de fábrica, a localização inicial das porcas Valvúla de equilibrio duplo
na haste de tensão deve ser medida (con-
sulte a tabela no passo 3 da fase dois). Re-
torne as porcas de modo que a haste de
tensão fique posicionada. ou siga o proce-
dimento inicial de ajuste. Se as porcas não
forem devidamente posicionadas, o sistema
da haste de tensão ficará fora de sincronia.

O sistema de válvulas de controle de compres-


são das molas é protegido de se movimentar por
uma válvula de compensação (contrabalanço)
simples. A válvula de compensação segura a
compressão das molas da haste de tensão.
Válvula de Compensação Dupla com distribui-
ção para os Cilindros das Cunhas
13-2 Ajustes
Fase Um – Ajuste da Pressão de Alívio
para a Compressão Apropriada das Mo-
las.
NOTA
Movendo as cunhas para dentro e para
1. Use a tela de Ajuste do Fechamento do fora depois de cada ajuste da válvula de
britador de mandíbulas para estender e re- alívio lhe dará uma leitura precisa da pres-
trair completamente os cilindros das cunhas são no cilindro de compressão das molas.
várias vezes, para eliminar o ar existente nas
linhas. 2. Afrouxe a contra-porca na válvula de alívio
de auto ajuste e torça o parafuso no sen-
tido horário par aumentar a pressão ou no
sentido anti-horário para reduzir a pressão.

Obs.: 1/2 volta no parafuso da válvula de


alívio ajusta a pressão em aproximadamente
150 psi.

Depois de completado o ajuste, aperte a


contra-porca.

Valvúla de aliveo

Tela de Ajuste do Lado Fechado da Fast


Trax

2.Ajuste os cilindros das molas até apro-


ximadamente o meio do seu curso. Confi-
ra se a mola está assentada dentro do co-
pinho e a porca da haste de tensão está
frouxamente apertada contra a mola.

3.Pressione e segure F5 na tela de Ajus-


te do Lado Fechado (inferior) do Britador 3.Pressione F5 na tela de Ajuste do Lado
para comprimir a mola. Confirme se a pres- Fechado da Fast Trax para comprimir as
são da haste de tensão mede 900 psi na molas.
tela de Ajuste do Lado Fechado do Britador.
Ajuste da Pressão de Alívio 4.Repita os passos 1 a 3 até que a pressão
Se a pressão de alívio necessitar de de 900 psi seja alcançada.
ajuste, use o seguinte procedimento.

1.Use a tela de Ajuste de abertura do brita-


dor de mandíbulas para mover as cunhas
para dentro e para fora em 1” (uma polegada)
para aliviar a tensão no cilindro das molas.
Ajustes 13-3
Fase Dois - Sincronização 5.Torça as porcas para dentro e para fora um tanto
de giro calculado no passo três (torça para dentro
Uma vez sincronizado, não será necessário para reduzir a medida “L” e para fora para au-
ajustar as porcas da haste de tensão quando mentar a medida “L”).
for realizar alterações no ajuste do lado
fechado. Use o seguinte procedimento se 6.Reajuste as cunhas para o meio do curso.
precisar sincronizar o sistema de auto ajuste:
7.Recarregue o sistema de tensão e confira a
1. Trave/sinalize toda fonte de energia para medida “L”.
a unidade. 8. Repita os passos 1 a 7 até que a medida
correta seja atingida, conforme a tabela mostrada
2. Com as molas comprimidas e os cilindros no passo três.
das cunhas aproximadamente no meio do Isso deverá posicionar as hastes de tensão de
seu curso, meça a distância “L” mostrada na modo que eles fiquem exatamente abaixo da linha
figura abaixo. de centro do furo da placa de molas.

A medida “L” é feita do fundo do assento da


mola até o meio do furo de encaixe do pino,
na extremidade da haste de tensão.

3. Compare “L” na tabela de medidas abaixo


e calcule a diferença.
Mandíbula “L” (+/- 1/4”)
2640 34”
2650 34”
3055
Placa articulada 26” 37”
Placa articulada 27” 38”

4. Remova o travamento (cadeado) / si-


nalização (etiqueta). Retraia as cunhas
para reduzir a tensão das molas e não re-
carregue o sistema da haste de tensão.
14-1 Ajustes
Balanceamento do Volante

São dois volantes, um de cada lado do


britador, para estocar energia. No vol-
ante são adicionados contrapesos
para reduzir o movimento horizontal.
Se os volantes não forem balanceados cor-
retamente, o britador irá vibrar demais, o que
causará danos e reduzirá a produtividade.
Os contrapesos do volante têm que ser posi-
cionados quando o queixo estiver na posição
mais baixa, conforme mostrado. Os contrape-
sos podem ser montados em qualquer lado
do volante. Mas PRECISAM ficar na posição
mostrada para se ter a operação apropriada.

Ajuste do Lado Fechado do Britador

Para informações de como determinar e regu-


lar o Ajuste do Lado Fechado (“Closed Side Ad-
justment – CSS”), Veja a Seção 4 – “Aplicação”.

Contra pesos

Queixo na posição inferior


Polia
Ajustes 14-2
Ajuste da Correia. 4.Confira se a emenda da cor-
reia está em esquadro.
A instalação inicial da correia
deve assegurar um bom alinha- 5.Trabalhe de rolete em rolete
mento das polias, das calhas no sentido oposto ao movimen-
e roletes de retorno. Devem to da correia.
ficar em esquadro com o mo-
vimento da correia, nivelados 6.Troque só um rolete de cada
e centralizados em linha reta. vez (trocar vários roletes pode
causar correção excessiva).
O primeiro movimento da cor-
reia deve ser lento e intermi- 7.Faça leves ajustes em vez de
tente, de modo que qualquer ajustes extremos.
tendência de problemas pos-
sa ser notada rapidamente 8.Deixe as correias rodarem
e a correia possa ser para- por 5-10 minutos antes de fa-
da antes que seja danificada. zer outros ajustes.

O movimento inicial da correia 9.Nunca ajuste polias no ajus-


dará indício de onde é neces- te da correia. As polias devem
sária alguma correção dos ti- ser mantidas em esquadro com
pos descritos. As primeiras cor- o movimento da correia é só
reções a serem feitas precisam deve ser alterado quando ou-
ser aquelas nos pontos em que tros métodos tiverem falhado.
há perigo de danos para a cor-
reia. Uma vez que a correia es- 10. Aplique o princípio usado
teja livre dos pontos de perigo, em “Volante” para cada um dos
uma seqüência de operações roletes, ao fazer os ajustes.
de ajuste pode ser seguida.
O melhor procedimento a adotar Se a correia vazia for ajustada
ao iniciar a seqüência de ajus- satisfatoriamente, isso assegu-
te é começar com o rolete na ra uma boa operação com car-
polia de trás, no funcionamento ga. Os distúrbios que aparecem
de retorno e seguir trabalhando com carga geralmente são devi- Siga todos os procedimentos
no sentido da polia da frente. dos a cargas descentralizadas de travamento / sinalização
ou ao acúmulo de material sobre antes de ajustar a correia.
Siga os abaixo passos: as polias ou sobre os roletes.

1.Certifique-se de que os role-


tes não apresentam qualquer
sujeira.

2.Confira o nível da estrutura


da correia nas duas extremida-
des.

3.Confirme se os roletes estão


em esquadro com a direção do
movimento da correia.
14-3 Ajustes
Tensionamento da Esteira
Medir aqui a folga da esteira
É importante manter as es-
teiras na tensão adequada
para evitar danos à estrutura
das esteiras. Tensionar em
excesso pode causar torção
permanente na estrutura das
esteiras, sendo esta a prin-
cipal causa de problemas na
placa de anteparo, e isso deve
ser evitado. Adote o seguinte
procedimento para tensionar
adequadamente as esteiras:
Medindo a flexão (barriga) da Esteira – Unidade FT4250
1. Coloque uma régua sobre é mostrada
a esteira. b.Use uma almotolia para c.Quando a tensão correta
completar a graxa, até que a da esteira tiver sido alca-
tensão da esteira esteja en- nçada, aperte a graxeira.
tre 5 e 15 mm (3/16” e 9/16”).
To diminuir a tensão: Depois que a tensão tiver
sido ajustada, a máquina
a.Afrouxe os dois parafusos deve ser movida para trás e
e vire a tampa de acesso, para frente 50 metros (165
afastando-a da abertura na pés) para igualar a tensão.
lateral da estrutura da esteira,
5. Confira novamente a
b.Afrouxe a graxeira gi- flexão (barriga) da estei-
Esteira Super-Tensionada rando lentamente no sen- ra e ajuste se necessário.
tido anti-horário, até que
2.Meça a flexão causada pela a graxa comece a expelir.
gravidade (barriga) nas dis-
tâncias mostradas na figura
abaixo.
O afastamento deve ser entre
3/16” e 9/16” (5 - 15 mm).

3.Para aumentar a tensão:

a. Afrouxe os dois parafusos


e vire a tampa de acesso,
afastando-a da abertura, na
lateral da estrutura da esteira.

Folga ideal entre 5 e 15 mm

Esteira Corretamente Tensionada


Ajustes 14-4
Sincronismo

Use o procedimento a seguir


se as engrenagens no eixo Poisição final das chavetas
excêntrico do alimentador vi-
bratório precisar ser ajustadas.

1.Comece o sincronismo com


os eixos em uma posição
de referência estável. Sem-
pre bloqueie a polia com a
fenda da chaveta na posição
para cima no eixo acionado,
antes de remover a engre-
nagem do eixo acionado.

2.Depois que as engrenagens


tiverem sido instaladas no eixo
acionado, coloque a outra en-
grenagem no eixo acionador, REF
parando antes que os dentes Eixo motriz Eixo movido
se encaixem. Gire o eixo acio-
nador no sentido anti-horário
até que o rebaixo que fica cin- Fluxo de material
co (5) dentes além da marca de
Vista do lado do engrenamento
45° fique alinhado com a mar-
ca de referência (REF) na en-
grenagem no lado acionado.

3.Segure as engrenagens nes-


sa posição e termine de insta-
lar a engrenagem acionadora.
As engrenagens irão então gi-
rar até uma posição em que as
fendas da chaveta fiquem a 60
graus da horizontal e no sen-
tido do fluxo do material quan-
do o alojamento estiver na
posição normal de operação.
14-5 Ajustes

Tensionamento da Correia –
Adaptador de Carga em Sus-
penso

Use o procedimento a seguir para ap-


ertar a correia em V entre o volante e Olhais
o adaptador de carga em suspenso
(”overhung load adapter -OHLA)”.

3.Abra a portinhola de acesso


na grade de proteção da correia.

Tensores tipo torniquete de dupla manilha

P. Inspeção

2. Tensione as correias ajustan-


do os tensores.

Esticador da Correia

A tensão adequada da correia


é crítica. A tensão excessiva
causa falha do adaptador de
carga em suspenso (OHLA). Indicador
de pressão
Defletor 11/16”
Para checar a tensão da correia,
use um medidor de deflexão de
força e faça uma pressão per- Esticador da Correia
pendicular à correia, no ponto
médio entre os locais de con-
tato entre a polia e o volante. Leia a pressão indica- Se estiver instalando cor-
da da ferramenta de ten- reias completamente no-
Pressione sobre o conjunto das sionamento da correia. vas, deverá ter uma leitura
correias de cinco bandas até ob- de 130 libras. Após 15 horas
ter uma deflexão de 11/16” em Os ajustes da pressão devem de operação, confira nova-
comparação com o outro con- ficar entre um mínimo de 66 mente a carga, que deverá
junto de correias multi-bandas libras e um máximo de 97 lbs. cair na janela 66-97 libras.
15-1

Remoção da Correia Inferior ao Britador

Ferramentas 2.Tenha em mente o peso desses conjuntos:

Abaixo está uma lista de ferramentas para Correia Inferior (“undercrusher”) 7.295 lbs.
remoção da correia “undercrusher”. raspador da correia (3309 kg)
Blocos para escoramento de madeira 6-8 8” x
3’
Chaves de 2 - 1 1/2”
Chave de 1- 1-3/4” 5.Mangueiras hidráulicas podem estar sob
Alicate alta pressão. Use óculos de segurança, capa-
Marreta e punção cete especial e luvas antes de desconectar.
Escada
Pá-carregadeira ou outro modo de levantar 6.A limpeza do sistema hidráulico é críti-
conjuntos mecânicos. ca. Todas as mangueiras hidráulicas de-
vem ser reacopladas à unidade, fechadas
Notas de Procedimentos Adicionais com as respectivas tampas, ou cobertas
com plástico, para evitar contaminação.

Além de adotar todas as práticas descritas no Nota: O procedimento de remoção seguinte


manual de Operação e Manutenção recebido foi feito em um FT4250. Algumas das ilustra-
com conjunto, atente especialmente para os ções que acompanham o procedimento são de
seguintes itens: um FT4250; no entanto, o texto foi atualizado
1. Ao prender os conjuntos na pá-carregadeira para incorporar instruções de remoção para a
ou em qualquer outro equipamento de le- unidade de britagem de mandíbulas e, quan-
vantar componentes, não use correntes de do possível, ilustrações de uma unidade de
içamento que possa danificar o raspador da britagem de mandíbulas acompanham o texto.
correia.
15-2 Remoção da Correia Inferior ao Britador (“undercrusher”)

Adote o seguinte procedimento para remover 3. Para remoção, prenda a correia à pá- a
correia inferior (“undercrusher”). carregadei-
3. Para remoção, prenda a correia à pá- a ra, enrolado correntes em torno do
correia inferior (“undercrusher”). eixo da polia da frente da frente, igual-
2.Em cada lado da unidade, afrouxe o parafuso mente em ambos os lados
e gire o fixador para cima, preso a ganchos de
apoio, para remoção da correia.

Paraf. fixação com folga

Gancho de supor-
te em cada lado

5.Desconecte os conjuntos de apoio, como


tensores e cabos para manuseio da cor-
Pino de suporte da
correia reia (se equipada com correia dobrável).

Berço

3.Remova os paineis laterais e o da ex-


tremidade da tremonha da correia.

Cabo da esteira

Olhais de suporte

6.Desconecte a mangueira de supressão


de poeira da correia inferior (“undercru-
sher”).

Painel Lateral da Tremonha da Correia


A unidade FT2650 é mostrada
Remoção da Correia Inferior ao Britador (“undercrusher”) 15-3

Retire a mangueira
de supressão

9.Deslize a haste roscada para fora da uni-


dade

Tirante rosqueado
9.Desconecte as linhas hidráulicas para a
correia inferior (“undercrusher”).

Desconecte a mangueira
da correia inferior
10.Remova as correntes de apoio na polia
de trás da correia em cada lado.

8.Remova as porcas e arruela do tubo de


apoio, localizado na parte frontal das estei-
ras, na extremidade de descarga.

Retire a porca de ambos os


lados da planta

Arruela
15-4 Remoção da Correia Inferior ao Britador (“undercrusher”)

10. Abaixe no solo a extremidade traseira da correia.

Içamento do lado de saída

Remova os pinos do cilin-


dro em ambos os cilindros.

Cilindro Hidráulico Totalmente Estendido

NOTA
O gancho de suporte precisa estar na posi-
ção para cima, ou será danificado na remo-
ção da correia inferior (“undercruser”).
12. Retraia os cilindros.
Correia Inferior (Undercrusher) na Posição
Abaixada NOTA
Certifique-se de que os cilindros e corren-
11. Remova os pinos do cilindro hidráulico em
tes da extremidade traseira estão soltos.
ambos os lados da correia inferior.

13. Lentamente, levante a parte frontal da


correia de modo que o pino de apoio da cor-
reia seja liberado da sela.

Ao retirar da sela o pino de apoio da cor-


reia, certifique-se de que a correia tem es-
Correia Inferior em repouso paço suficiente do magneto.
Remoção da Correia Inferior ao Britador (“undercrusher”) 15-5

15. Remova as correntes e desprenda a correia da pá-


carregadeira.

Pino de suporte da correia

Berço
Correia Inferior “Undercrusher” Removida
da Unidade.
16. Recoloque o tubo de suporte inferior,
a haste roscada, arruela e porcas para evi-
14. Retroceda a unidade em linha reta para fora da tar que a estrutura da esteira deforme.
correia para evitar torção ou desalinhar a correia.

15. Depois que a unidade tiver liberado a correia,


a parte frontal da correia pode ser colocada no solo
usando os pés de suporte.

Pé de Suporte
16-1

Manutenção

A seção seguinte contém ins- Se a manutenção regular não


truções para manutenção da for feita, isso pode resultar
máquina. Os intervalos de em danos para a máquina.
Nunca tente reparar ou ajus-
manutenção são para condi- Use o horímetro como di-
tar esta máquina antes que
ções normais de operação. retriz para manutenção,
todo movimento tenha pa-
conforme recomendado.
rado e a energia tenha sido
Se a máquina for operada em
desligada e travada.
condições severas ou adver-
sas, uma manutenção mais
freqüente pode ser necessária.
Manutenção 16-2

Intervalo Ref. Notas Itens a Inspecionar

No.
-- Inspeção Geral Parafs ou mangueiras soltos, vazamentos ou trincas.
1 Correia Transportadora Girar correias sem carga antes de parar.
-- Cortina Ver se há desgaste. Estender ou trocar se necessário.
4 Mandíbulas Fixa e Móvel Ver se há desgaste – inverter ou substituir se necessário.
Checar ajuste lado fechado. Ajustar se necessário.
4 Pça Desg da Mand Fixa e Móv Conferir se devidamente apertadas.
10 Horas Parafusos Cunha Superior
4 Parafusos do Revest. Lateral Conferir se estão devidamente apertados.
3 Chapa do Aliment e Tremonha Retire o material.
2 Radiador do Motor Inspecionar. Limpar se necess., depend da aplicação.
9 Tanque de Combustível Verificar nível do combustível e completar
2 Filtro de Ar Verif válv vac se tem ferrugem. Verif se tubos entupidos.
7 Tensão da Correia Transp. Deve ser tensionada só o bastante p/ evitar deslizar
1 Emenda da Correia Transp. Inspec prendedores e apertar ou trocar se necessário
1 Correia Transportadora Inspec se corr. está danificada e reparar ou substituir
50 Horas 4 Revestimentos Laterais Ver se há desgaste e trocar se necessário
4 Placa Articulada e Sedes Ver se há desgaste e trocar se necessário
3 Placas de Desg. e Barras Vibr. Ver se há desgaste e trocar se necessário
5 Lâmina Raspad.
Bars da Correia Ver se há desgaste. Estender se necessário
250 Horas 8 Parafs do Volante e Mancais Ver se há desgaste. Se estiver frouxos, aperte
2 Correia do Ventil. e Alternador Verificar tensão. Apertar
2 Filtro de Ar Ver instruções na tampa de inspeção do filtro de ar.
1000 Horas 6 Esteiras Check tension (see 13-5 for more information).
2 Bateria de Serviço Limpar e conferir a carga
2 Adapt de Carga em Suspenso Conferir vedações. Se estiver vazando, substitua
16-3 Manutenção

Inspeção Geral (10 horas) 1.Confirme se todas as grades .4.Vazamentos de fluido hi-
de proteção estão no lugar e dráulico, se forem encontra-
em boa condição. Repare ou dos ou mesmo suspeitados,
Uma rota de inspeção em tor- substitua qualquer grade ou e não forem reparados ime-
no do equipamento deve ser dispositivo de proteção dani- diatamente, haverá a um
feita diariamente. Dedicando ficado ou que esteja faltando. problema maior. Não deixe
alguns minutos todo dia para de monitorar cuidadosamen-
inspecionar a unidade, ajuda- 2.Repare ou substitua corri- te o nível de fluido hidráulico.
rá a apontar problemas po- mãos, escadas ou passadi-
tenciais para serem cuidados ços que estejam danificados. 5. Retire qualquer acúmulo
antes que se tornem sérios. de sujeira e resto de material.
De modo geral, os seguintes 3.Verifique se há porcas e
itens devem ser verificados: parafusos frouxos.

CORREIA TRANSPORTADORA

Sempre que possível, as cor-


reias devem ser operadas até
que esvaziem. Não deixe que
fique material na correia quan-
do ela não estiver operando.
Manutenção 16-4

Borda de Borracha (10 horas)

Se estiver havendo vazamento


de material ou penetrando entre
a borda de borracha e a correia,
a borracha precisa ser estendida.
Cortina de borracha
1. Afrouxe os parafusos do gram-
po e faça o reposicionamento
da borda de borracha até que
ela apenas toque na correia.

2. Reaperte os parafusos do grampo.

3. Repita o procedimento para o


lado oposto e extremidade.

Parafusos da Cunha Superior


Cortina de borracha
da Peça de Desgaste das Man-
díbulas Fixa e Móvel (10 horas)

Cheque os parafusos da mandí-


bula móvel, se estão apertados.
A cabeça da cunha não pode se
mover e os parafusos devem estar
firmes. O acesso aos parafusos é
atrás de cada peça de desgaste
da mandíbula. Cheque diariamente
durante o período de amaciamen-
to, e depois, conforme necessário.
Parafusos da Cunha Superior d Parafusos da Cunha Superior do
Fundo do Alimentador e Tremo- Revestimento da Mandíbula Móvel
nha (10 horas) Revestimento da Mandíbula Fixa

Limpe todo o material do fundo da


tremonha, principalmente na bor-
da do fundo da tremonha inferior,
usando uma alavanca, talhadeira
ou ferramenta pneumática similar.

Verifique se há material
Retire todo material em tor- agarrado aqui
no do fundo da tremonha
16-5 Manutenção
Parafusos do Revestimento Lateral
(10 horas)

Cheque se os parafusos do reves-


timento lateral estão apertados.
A cabeça do parafuso e arruela
devem estar firmes, sem nenhum
movimento. Parafusos do revestimento
lateral
Cheque diariamente durante o pe-
ríodo de amaciamento, e depois,
conforme necessário.

Tanque de Combustível
(10 horas)

Certifique-se de que não há cha- Tampa do tanque de combustível


ma acesa ao completar o tanque
de combustível ou manusear
combustível. Nunca abasteça
com a unidade funcionando.

A KPI-JCI recomenda completar o


tanque de combustível ao final de
cada dia para ajudar a evitar con-
densação no tanque. Consulte o
manual de operação para especi-
ficações do combustível.
Manutenção 16-6

Cheque o desgaste das peças de


desgaste das mandíbulas fixa e
móvel. Se estiverem excessiva-
mente gastas, gire ou substitua.

Deixar de dar manutenção devi-


damente nas peças de des-
gaste da mandíbula aumenta a
pressão de britagem, resultando
em danos a outros componentes
das mandíbulas, e pode anular a
garantia.

As seguintes diretrizes podem ser


usadas para determinar se a peça
de desgaste da mandíbula fixa ou
móvel deve ser virada ou trocada.

1.Pontos lisos, bolsões, rebarbas


ou zonas paralelas planas com me-
nos de 75 a 80% de profundidade
dos dentes da nova peça de des-
gaste, no ponto mais gasto.

A profundidade padrão do dente


de uma peça de desgaste da
mandíbula, tanto para fixa quanto
para a móvel, é 2-1/4” (5,7cm),
Sem os picos do corrugado

2.Qualquer ponto onde a corruga-


ção dos picos tenha desaparecido.

Ao inspecionar as peças de des-


gaste da mandíbula, cheque tam-
bém o ajuste do lado fechado. Reg- A profundidade padrão do dente de uma peça de des-
ule se necessário. Veja o Capítulo gaste da mandíbula, tanto para fixa quanto para móvel,
é 2-1/4” (5,7cm), Se a mandíbula estiver equipada com
4 para informações sobre o ajuste uma peça de desgaste não-padrão, o desgaste deverá
do lado fechado. ser determinado com base em 75 a 80% da profundida-
de original dos dentes.

Ilustração acima: Peça de Desgaste da mandíbula Gasta


em Excesso
16-7 Manutenção

Filtro de Air
(10 horas) Tampa de pó
Tubos Donaclone
As unidades Kolberg-Pioneer Fast
Trax são equipadas com uma uni-
dade de limpeza de ar de dois está-
gios Donaldson Donaclone. Use o
seguinte procedimento para reparo
do limpador de ar.

1. Meça a restrição do limpador de


ar com o indicador apropriado.

AVISO
O filtro só precisará ser trocado
quando o indicador amarelo
Sistema de Tampa do Filtro
estiver no nível vermelho. Filtro de Ar de Ar

como sujeira. Enxágüe até


que a água saia limpa (40
PSI máx.).
Não limpe os tubos Dona-
clone com vapor.
6.Seque com ar – não use ar
comprimido par secar.

7.Cheque o indicador do fil-


Não limpe os tubos Dona-
tro secundário, localizado na
Medidor do Filtro de Ar clone com ar comprimido,
parte interna da carcaça do
a menos que ambos os fil-
limpador de ar. Só troque o
3.Cheque visualmente e aperte tros (o primário e o de se-
filtro secundário quando o
fisicamente a válvula do gerador gurança) estejam instala-
verde desaparecer do visor
vácuo para ter certeza de que a dos no limpador de ar.
do indicador.
válvula está flexível, não está in-
vertida, obstruída e que está lá. a.Sopre com o compressor
de ar seco (100 PSI máx.)
4.Cheque se há obstrução nos através do elemento a partir
tubos. Remova os pinos dos para- do lado de limpeza de ar. Se-
fusos da tampa de pó e faça uma gure o bocal a pelo menos
inspeção visual nos tubos. uma polegada de distância
Secondary filter service
5.Se houver uma leve camada de b.Mergulhe por 15 minu- indicator
poeira, remova a poeira com umatos em agente de limpeza
escova dura. Donaldson D-1400 e água
quente (71ºC máx. ou 160ºF Para instruções sobre troca
6.Se houver uma camada espessa máx.) para remover o carvão do filtro de ar, veja página
de poeira, use um ou ambos os e fuligem, assim - 15-23.
métodos de limpeza.
Manutenção 16-8

Radiador do Motor
(10 horas)

Inspecione minuciosamente o ra-


diador do motor diariamente para
ver se há acúmulo de sujeira. Em
alguns casos, uma leve cama-
da nem mesmo é visível. A perda
de eficiência no resfriamento, que
pode levar a um superaquecimen-
to do motor, pode ocorrer mesmo Radiador limpo Acúmulo (excessivo) visível
com uma leve camada. no radiador do motor.

AVISO
Não espere até que apareçam si-
nais visíveis de entupimento do
radiador.

Adote o procedimento a seguir para


inspecionar o radiador do motor:

1.Inspecione visualmente todo


(100%) o radiador para ver se há
acúmulos de sujeira, nos dois la-
dos. Zoom em um radiador limpo - Material ainda presente

2.Se nenhum acúmulo for detecta- Inspeção Minuciosa com Assim que o radiador ficar
do pela inspeção visual, use uma ajuda de um arrame de son- visivelmente obstruído, uma
lanterna e dirija o foco de luz atra- da ajudará a determinar a limpeza intensiva é necessá-
vés do radiador, de ambos os lados. resistência da obstrução. ria, podendo incluir a remo-
Isso irá mostrar se há acúmulo de ção do radiador.
fuligem na parte interna do núcleo 4. Repare quaisquer danos
do radiador. encontrados nas aletas.

3. Usando um arame 9 ou 12, son-


de os espaços entre as aletas de ar
aleatoriamente, checando diferen- Danos
tes áreas do radiador. O radiador é
constituído de três seções, e deve
ser inspecionado em vários locais
em cada uma das três seções. A
sonda de arame ajudará mostrar a
intensidade da obstrução pela re-
sistência encontrada

Aletas do Radiador Danificadas


16-9 Manutenção
Tensão da Correia Transportadora
(50 horas)

Se a correia transportadora estiver


Parafuso de ajuste
deslizando com carga, ela deverá
ser tensionada, apenas o suficien-
te para evitar deslizar e afetar a es-
trutura.

apenas1. Turn rod to tighten belt.

Os parafusos de ajuste precisam


ser apertados por igual para evi-
tar danos à correia e assegurar
uma operação correta.

Correia de saída

2.Quando o tensionamento estiver Se a correia continuar a des-


concluído, opere a correia lenta- lizar, confira e ajuste a haste Se a correia continuar a
mente para certificar-se de que ela de tensionamento da correia. deslizar, confira e ajuste a
está girando devidamente e não haste de tensionamento da
está mais deslizando. correia.

Correia Transportadora (50 horas)

Inspecione a correia para 3. Cortes e desfiamento 5. Endurecimento e trincas


ver se está danificada e re- na cobertura. nas coberturas e carcaça
pare ou substitua. Ao inspe-
cionar a correia, verifique:
4. Bolhas de água ou areia
1.Desgaste excessivo na
cobertura superior.

2.Entalhes ou arranhões.
Manutenção 16-10

Emenda da Correia (50 horas)

Cheque se a emenda está dani-


ficada. Cheque as presilhas dos
cabos para ver se os rebites es-
tão frouxos, rasgados ou exces-
sivamente gastos. Certifique-se
de que o colar que prende o cabo
está instalado e o parafuso de fi-
xação (Allen) está apertado.

Placa Articulada e Sedes Articuladas


(50 horas)

Inspecione a placa articulada e as Placa articulada


sedes de fixação para ver ser há
desgaste excessivo. Confira se a
placa articulada está centralizada
e devidamente presa. Substitua se
necessário.

Sede articulada
16-11 Manutenção

Revestimentos Laterais
(50 horas)
Verifique os revestimentos laterais
para ver se há desgaste excessivo.
Esses revestimentos precisam ser
trocados antes que tenham desgas-
tado até o ponto de afetar a base do
britador.

Observe especialmente se há des-


gaste no revestimento lateral inferior,
que sofre mais desgaste devido ao Rev. lateral
impacto de material do que os dois
revestimentos laterais superiores. .

Placas de Desgaste e Barras Vibratórias


(50 horas)

Verifique se há desgaste. Troque se necessário.


Manutenção 16-12

Limpador e Lâmina da Cor-


reia (250 horas)

Verifique se todos os prende-


dores estão apertados. Aperte
se necessário. Ajuste a
tensão aqui

Verifique se há desgaste ex-


cessivo na lâmina. Troque a
lâmina para ver se está gasta
até a linha de desgaste.

Consulte o manual do Limpa-


dor da Correia fornecido junto
com a unidade de britagem
para instruções sobre a troca
do limpador da correia.

Correia do Ventilador e do
Alternador (250 horas)

A correia do ventilador e do Al-


ternador é equipada com um
dispositivo de tensionamento
não ajustável da correia. Ob-
serve se há desgaste excessi-
vo da correia. Troque quando
necessário.
16-13 Manutenção

Parafusos do Volante e dos Mancais (250 horas)

Confira se os parafusos do
Volante e dos Mancais estão
apertados

Os parafusos do volante de-


vem ser apertados a 1500 ft/
lbs (2031 Nm).

Os parafusos dos mancais


devem ser apertados a 5000
ft/lbs (6771 Nm). Paraf. do Volante
Paraf. do o mancal

Esteiras
(1000 horas)

Confira a tensão.
Manutenção 16-14

Baterias
(Conforme necessário)

As baterias ficam em um com-


partimento localizado embaixo do
passadiço, entre o alojamento do
motor e a parte de trás do britador
de mandíbulas. O acesso ao com-
partimento da bateria é obtido reti-
rando os seis parafusos da tampa
de acesso à bateria, e removendo
a tampa.

O ácido da bateria pode causar


queimaduras na pele e ceguei-
ra em caso de contato com os
olhos. Sempre tenha muita aten-
ção e use roupa de proteção ao
trabalhar com a bateria.

Limpe a caixa da bateria com um


pano úmido. Limpe os terminais da
bateria, se necessário, e verifique
se a bateria está bem presa. Verifi-
que se os cabos e terminais estão
firmes.

O nível da solução da bateria deve


ser conferido e completado se ne-
cessário.
16-15 Manutenção

Radiador do Motor
(Conforme necessário)

O radiador do motor deve ser lim-


po sempre que necessário, depen-
dendo da aplicação. Em alguns ca-
sos, pode ser necessário limpar o
radiador do motor diariamente.

A remoção de asfalto e outros ma-


teriais acumulados no radiador
Acúmulo de Sujeira (Excessivo) Visível no Radiador do Motor
não são possíveis apenas lavando
com pressão. Use o seguinte pro-
cedimento para limpar o radiador:

6.Deixe o motor e radiador esfria-


rem antes de limpar

7.Faça a limpeza no radiador usan-


do um produto de boa qualidade
com um aspersor de jardim.

Ao limpar o radiador, deve-se to-


mar cuidado especial para não Limpe o Radiador
danificar as aletas de resfria-

AVISO
mento. 1.Inspecione o radiador. Veja
em 15-8 para as diretrizes de
3.Espere 10 a 20 minutos para que inspeção. Se as polias não forem
o produto de limpeza penetre no Reaplique o produto de lim- checadas regularmente, a
material acumulado, e depois apli- peza e lave se necessário. poeira pode se compactar
que de novo. na polia, danificando a cor-
2.Depois que a limpeza esti- reia e a polia.
4.Limpe completamente o r a d i a - ver concluída, cheque a polia
dor usando uma lavadora de pres- da correia e certifique-se de
são com água fria. que está limpa e livre de res-
tos de material.
5.Tenha atenção especial ao lim-
par os cantos, que estão particu-
larmente sujeitos a acumular ma-
teriais.
Manutenção 16-16

Tensão da Correia da Caixa de


Engrenagens Durst Travas
(Conforme necessário)

A tensão da correia na caixa de


engrenagens Durst deve ser
inspecionada após 50 horas, e
depois, só quando necessário.
Troque a correia quando estiver
gasta ou quebrada.

A tensão adequada da correia


é crítica para o desempenho
da Unidade Fast Trax. Uma ten-
são inapropriada pode causar
Paraf. de alinhamento
quebra da correia e danos aos
componentes do motor. Parafusos de Alinhamento de Tensão da Correia na Caixa de Engrena-
gens Durst

Use o procedimento a seguir para 6.Verifique o alinhamento da


tensionar as correias na caixa de correia. A correia precisa fi-
engrenagens Durst. Indicadores de pressão car posicionada na polia de
modo que oscile para uma
1.Trave/sinalize toda fonte de extremidade da polia. Use
energia para a unidade Fast os parafusos de alinhamento
Trax. para fazer pequenos ajustes
requeridos.
2.Use uma chave de para afrou-
xar os quatro parafusos de trava
em 1/4 de volta, exceto para os
parafusos de alinhamento.

3.Certifique-se de que a polia do Defletor de 3/8”


eixo está alinhada com a polia de
acionamento. Isso pode ser feito Medição da Deflexão
usando uma régua ou por inspe- A leitura da tensão adequada
ção visual. deverá ser 30 libras de força,
com deflexão de 3/8”. Posição da correia na polia
4.Use um medidor de deflexão de
força e faça uma pressão perpen- 5.Afrouxe ou aperte os para-
dicular á correia no ponto médio fusos de alinhamento em 7.Aperte os parafusos de tra-
entre as duas caixas de engrena- pequenos incrementos até va.
gens (FT2640). que a tensão apropriada seja
obtida 8. Confira novamente o ali-
nhamento da correia.
Repita os passos 4 e 5 até
que a leitura de tensão apro-
priada seja atingida.
16-17 Manutenção

Adaptador de Carga em
Suspenso (Conforme ne-
cessário)

(somente FT2650)

Verifique as vedações. Se
apresentarem vazamento,
troque-os.

Adaptador de Carga em Suspenso


Manutenção 16-18

Posição da correia na polia


Nunca tente reparar ou ajustar
esta máquina antes que todas
as fontes de energia tenham
sido travadas / sinalizadas.
Consulte o Capítulo 3 para mais
informações de segurança

Inversão ou Substituição da
Peça de Desgaste da Mandíbu-
la

A manutenção da peça de des-


gaste da mandíbula é essencial
para uma produção consistente,
assim como para o desempenho
geral do britador.

Uma peça de desgaste gasta re- As peças de desgaste da mandíbula precisam ser checadas a
quer maior pressão para fragmen- cada dez horas para conferir o desgaste. Deixar de monitorar
tar a rocha, e quando os dentes da e dar manutenção devidamente nas peças de desgaste com-
mandíbula estão gastos até 75 a promete a produção, cria esforços desnecessários nos com-
80% da profundidade dos dentes ponentes do britador de mandíbulas e anulará a garantia.
de uma nova peça de desgaste, o
material não consegue fluir livre-
mente, causando empacotamento
e sobrecarga do britador.

Como a maior parte da britagem


ocorre na parte inferior da peça
de desgaste da mandíbula, mui-
tas vezes as peças de desgaste
podem ser invertidas para recu-
perar a eficiência na britagem.

Se as peças de desgaste, nas


duas extremidades, tiverem sido
gastas ao ponto de haver bolsões,
locais lisos, zona paralela plana
ou rebarbas, então elas deverão
ser removidas e substituídas.

Revestimento desgastado
16-19 Manutenção

Use o procedimento a seguir . Se a peça de desgaste puder


para remover e trocar as peças ser invertida, gire-a e encaixe
de desgaste. na base no britador. Se a peça
Procedimentos corretos pre- de desgaste não puder ser in-
cisam ser seguidos para sol- vertida, instale uma nova peça
Pare o motor e trave / sinal- dar na peça de desgaste das de desgaste móvel.
ize a fonte de energia. mandíbulas fixa e móvel. Se
as instruções específicas 5. Parafuse as cunhas da man-
Peça de Desgaste da Mandíbu- para soldagem em manga- díbula no lugar com a cunha de
la Móvel nês não forem seguidas, po- retenção apenas encostando-
derá causar ferimentos e até se ao grampo da cunha – não
2.Desparafuse e remova a cun- morte. no queixo. Mantenha um espa-
ha de retenção e o grampo da ço de 1/8” entre o grampo da
cunha, no topo da mandíbula. 3. Usando um guindaste ou cunha e o queixo. Use calços
outro equipamento de içamento conforme necessário.
adequado, levante cuidadosa-
Cunha de fixação mente a peça de desgaste do 6. Aperte os parafusos do
britador. grampo da cunha e confira a
folga entre o grampo da cunha
O peso da peça de desgaste e o queixo. Se a folga estiver
móvel é 1565 kg (3.450 lbs). menor do que 1/8” remova o
grampo da cunha e instale cal-
ços conforme necessário.

1.Incline o topo da peça de 7. Opere o britador com car-


Remova toda a sujeira e ma-
desgaste, afastando-a do ga por um breve período e em
terial estranho da sede da
queixo e prenda uma corrente seguida reaperte os parafusos
mandíbula no queixo antes
à peça de desgaste da man- dos grampos.
de reinstalar a peça de des-
díbula.
gaste da mandíbula
Nota: Uma alça de içamen-
to pode ser soldada à peça
de desgaste da mandíbula,
desde que os procedimentos
apropriados de soldagem em
manganês sejam seguidos.

Não feche arco de aterramen-


to passando pelos mancais.
Mantenha o aterramento na
área de soldagem ou próxi-
mo.

Siga os procedimentos de
desligamento da solda con-
forme descrito na página 3-8.

Acrescente calços aqui.


Manutenção 16-20

Peça de Desgaste
da Mandíbula Fixa
Cunha de fixação
Use o procedimento a seguir para
inverter ou substituir a peça de des-
gaste da mandíbula fixa.

1. Desparafuse e remova a barra do


grampo de retenção e a cunha su-
perior que segura a parte superior
da peça de desgaste da mandíbula.

2. Incline a peça de desgaste da


mandíbula para frente, afastando-a
da estrutura e prenda uma corrente
na peça de desgaste.

Nota: Alças de içamento podem ser


soldadas na peça de desgaste da
mandíbula, desde que os procedi- 3. Se a peça de des-
mentos apropriados de soldagem gaste puder ser invertida,
em manganês sejam seguidos. gire-a e encaixe na base Remova toda a sujeira ou
no britador. Se a peça de material estranho da sede
Veja Apêndice E para mais informa- desgaste não puder ser in-
ções sobre soldagem em manga- da mandíbula no queixo
vertida, instale uma nova antes de reinstalar a man-
nês. peça de desgaste fixa díbula.
Siga os procedimentos de desliga- 5. Confira se as ondula-
mento de solda, como descrito na ções na peça de desgaste
página 3-8. 6. Aperte os parafusos do
da mandíbula fixa se en- grampo da cunha e confira a
caixam adequadamente folga entre o grampo da cun-
nas ondulações na peça ha e a base. Se a folga estiv-
Procedimentos corretos preci- de desgaste da mandíbula
sam ser seguidos para soldar na er menor do que 1/8” remova
móvel. Se as ondulações o grampo da cunha e instale
peça de desgaste das mandíbu- não ficarem devidamente
las móvel ou fixa. Se as instru- calços conforme necessário.
alinhadas, pode resultar
ções específicas para soldagem em danos ao britador.
em manganês não forem segui-
das, poderá causar ferimentos e
até morte.

Usando um guindaste ou outro eq-


uipamento de içamento adequado,
levante com cuidado a peça de des-
gaste da mandíbula fixa do britador.

O peso da peça de desgaste Mandíbulas Corretamen-


da mandíbula fixa é 1.334 kg te Alinhadas
(2.940lbs).
16-21 Manutenção

Revestimentos Laterais

Os revestimentos laterais protegem


os lados da câmara de britagem
contra desgaste. Quando ficam
gastos eles devem ser substituídos
para evitar danos à base do britador.
Use o procedimento a seguir para
remover e trocar os revestimentos
laterais.

1. Remova o(s) parafuso(s)


do topo da placa de revestimento Passe uma corrente por aqui
lateral. Bata no topo da placa com
um martelo para afrouxar a placa da
base.

2. Prenda uma corrente pas-


sando através dos furos no topo do
revestimento lateral. Retire o para-
fuso da parte inferior do revestimen-
to lateral.

Revestimento Lateral
3. Usando um guindaste ou ou- Prenda uma corrente na nova pla-
tro equipamento de içamento apro- ca e, usando um guindaste ou outro
priado, levante com cuidado a placa equipamento de içamento apropria-
do britador. do, abaixe com cuidado a placa no
lugar no britador.
Revestimento Lateral superior -
32-33 kg (70-73 lbs). Recoloque e aperte os parafusos
que prendem os revestimentos la-
Revestimento Lateral superior - terais.
58 kg (127 lbs).
Manutenção 16-22

Instalação do Colar que Pren-


de a Emenda da Correia

Ao instalar uma nova correia


transportadora, será preciso
instalar um novo colar de re-
tenção com parafuso de fixa-
ção, para evitar que o cabo da
emenda da correia “ande” para
fora. Se esse parafuso de fixa-
ção não for instalado, isso po-
derá fazer a emenda da correia
abrir completamente e agarrar
na estrutura da correia, rasgan-
do a correia.

Use o procedimento a seguir


para instalar o colar de reten-
ção da correia com parafuso de
Anel de fixação com
fixação.
parafuso por cima

1.Trave / sinalize toda fonte de


energia para a unidade Fast
Trax. 4.Inspecione visualmente o 3.Deslize o colar de retenção
novo filtro para ver se há da- para a extremidade do cabo
2.Confirme se uma correia nos, e a integridade da junta. da correia. Assegure para que
330 3-camadas com cabo de Se o filtro estiver danificado, o cabo esteja centralizado na
1/4” (R5) ou uma correia 440 não o use. emenda da correia.
1-camada com um cabo de
3/8” (R5-1/2) está instalada. 5.Se o tamanho do cabo da 4.Aperte o parafuso de fixa-
Confirme se o cabo da emenda emenda da correia não estiver ção.
da correia atende a isso. Meça de acordo, peça o cabo corre-
para confirmar. to. 5.Repita os passos 3 a 5 nas
duas extremidades do cabo.
6.Aplique Loctite vermelho Quando o indicador da condi-
Troca do Filtro de Ar Primá- “271” no furo do parafuso de ção registrar verde, o filtro de
rio fixação localizado no topo do ar secundário ainda está bom.
Use o procedimento a seguir novo
para troca do filtro de ar. Quando o indicador da condi-
7.Instale um novo filtro. ção registrar verde, o filtro de
1.Trave/sinalize toda fonte de 8. Reset o indicador de condi- ar secundário ainda está bom.
energia para a unidade. ção do filtro.

2.Solte o trinco e remova a Filtro de Ar Secundário


tampa do filtro de ar. Não troque ou inspecione o fil-
tro de ar secundário a menos
3.Retire o filtro de ar velho. que o indicador de condição
esteja preto. Indicador da Condição do
Filtro de Ar Secundário
17-1 Lubrificação - Graxa

Ref
Intervalo Notas
No
10 Horas 4 Alimentador Vibratório Adicione 28g de graxa em cada ponto (4 no total)
3 Mancais do Queixo Adicione 900g de lubrificante em cada mancal
3 Rolamentos Principais Externos Adicione 450g de lubrificante em cada mancal
1 Óleo e Líquido Refrig, do Motor Confira o nível
4 Caixa Engren do Aliment Vibratório Confira se nível está certo. Complete se necessário
Caixa Engrenagem Durst Confira o nível do óleo. Confira se necessário
50 Horas 56 Mancais e rolamentos das Polias. Aplique graxa nos mancais em ambos os lados.
250 Horas 1 Óleo e Filtro do Motor Troque (consulte o manual do motor).
5 Cx de Engren, do Aliment Vibratório Drene, lave, e reabasteça a cx de engrenagem
5 Parafuso de Ajuste da Correia Transp Limpe e passe uma camada de óleo
6 Cubos do Acionamento da Esteira Confira o nível do óleo. Complete se necessário.
500 Horas 1 Caixa de Engrenagens Durst Troque após as primeiras 500 horas de serviço.
1000 Horas 2 Filtro de Combustível Troque.
1 Líquido de Arrefecimento do Motor Drene, lave e reabasteça
Drene mancais do queixo e laterais. Lave e
3 Sistema de Lubrificação de Graxa
preencha
1 Caixa de Engrenagens Durst Troque o óleo

**NOTA: As quantidades de graxa foram especificadas pelo termo “bombas”, isso se refere a
uma bombada de uma pistola de graxa tamanho padrão, de 13 oz. (364g), aplicando 20 a 25
bombadas por onça (28 gramas).
*O tipo de lubrificantes especificado é abastecido na fábrica conforme especificações da indús-
tria. Veja seção 0-12 para descrições e especificações completas de lubrificação.
Lubrificação - Graxa 17-2

Mancais do Alimentador Vibra-


tório (10 horas)

Há quatro pontos de lubrificação


para os mancais do alimentador
vibratório. Cada ponto deve rece-
ber 28g de graxa (01 onça).

Pontos de lubrificação

Mobilith SHC 220 é uma graxa


multiuso tipo extrema pressão,
recomendada para aplicações in- Pontos de lubrificação
dustriais tipo serviço pesado.

Mancais do Queixo (10 horas)

A graxa é levada até o queixo Queixo adicione 800 grs


por uma linha de graxa remota.
Adicione 900 gramas (32 oz, ou
2 pints) de graxa semi-fluida 00
NLGI.

Pontos de lubrificação
17-3 Lubrificação - Graxa

Mancais Principais Externos


(10 horas)

A graxa é levada aos mancais do Pontos de lubrificação


eixo, por uma linha de graxa re-
mota. Adicione 450g (16 onças,
ou 01 pint) de graxa semi-fluida
00 NLGI.

Rolamentos externos 400 grs cada


Rolamentos do

Chevron Ultra-Duty HD 00 uma


graxa semi-fluida à base de lítio,
especialmente formulada com um Pontos de lubrificação
óleo de alta viscosidade, e um pa-
cote de aditivos que contém inibi-
dores e aderentes.

Rolamentos do eixo 400 grs

Óleo e Líquido de Arrefecimen-


to do Motor

Verifique o nível do óleo e do lí-


quido de arrefecimento.
Lubrificação - Graxa 17-4

Caixa de Engrenagens do Ali-


mentador Vibratório (10 ho-
ras)

A caixa de engrenagens no alo-


jamento do mecanismo vibrador
vem abastecido de fábrica com
9,5 litros (2,5 galões) de óleo
industrial para engrenagem Mo-
bilgear 630 Verifique freqüente-
mente o nível do lubrificante da
caixa de engrenagens, confer-
indo no visor. O lubrificante deve Vidro lateral
ser completado até ½ a ¾ no
visor.

Caixa de Engrenagens Durst Vareta de Nivél


(10 horas)

Use a vareta de nível localizada
na lateral da caixa de engrena-
gens Durst para checar o nível
do óleo. Complete se necessá-
rio.
17-5 Lubrificação - Graxa
Mancais das Polias (50 horas)

Saída de graxa entre


o mancal e a pista

A graxa nova deve vazar


pelo retentor

Graxa à base de Lítio para Alta


Temperatura EP-2 contendo
um agente de aderência.

Correia de Produto (embaixo do britador) – Uma de Cada Lado


Lubrificação - Graxa 17-6

Óleo e Filtro do Motor (250


horas)

Troque (consulte o manual do mo-


tor).

Parafuso de ajuste
(250 horas)

1. Limpe as hastes dos parafu-


sos de ajuste e passe uma ca-
mada de graxa NLGI2.
2. Repita o procedimento para
o lado oposto.
17-7 Lubrificação - Graxa

Caixa Engrenagens do de
Alimentador Vibratório (250
horas)

A caixa de engrenagens no
alojamento do mecanismo
do vibrador vem preenchida
de fábrica com 9,5 litros (2,5
galões) de óleo Mobilgear 630
para engrenagens industriais.
Vidro lateral
Confira com freqüência o nível
do lubrificante na caixa de en-
grenagens, olhando o visor. O
lubrificante deve ser abasteci-
do até que apareça 1/2 a 3/4
no visor de nível.

Cubos da Transmissão da Esteira (250 horas)

Troque o óleo no cubo da


transmissão da esteira após as
primeiras 250 horas de serviço.
Depois disso, cheque o nível
do óleo a cada 250 horas.
Veja na página 16-11 instru-
ções de abastecimento de óleo
na caixa de engrenagens da
transmissão da esteira..
Lubrificação - Graxa 17-8

Caixa de Engrenagens Durst Vareta de Nivél


(250 horas)

Use a vareta de nível localiza-


da na lateral da caixa de engre-
nagens para checar o nível do
óleo. Complete se necessário.
.

Filtro de Combustível (1000


horas)

Troca (consulte o manual).

Líquido de Refrigeração do Refrigerador


Motor (1000 horas)

Troca (consulte o manual).


17-9 Lubrificação - Graxa

Caixa de Engrenagens Durst (1000 horas)

O óleo deve ser trocado após


as primeiras 500 horas de ser-
viço. Depois disso, sob condi- Caixa de engre-
nagens
ções normais de operação, o
óleo deverá ser trocado a cada
1000 horas de serviço.

Use a mangueira de dreno,


que se encontra presa na par-
te inferior da caixa de engrena-
gens, para drenar o óleo.

Complete a caixa de engre-


nagens com óleo para engre-
nagens Mobil 600 XP 220 “All
purpose” (multi-uso).

Dreno Tampa
Lubrificação - Graxa 17-10

Sistema de lubrificação com Graxa (1000 horas)

Remova os bujões de abaste-


cimento do queixo e dos man-
cais e complete os reservató-
rios com óleo SAE 10 aquecido
a 66 graus C (150 graus F.).

Leve o britador até a velocida-


de de operação, e em seguida
pare e drene os alojamentos.

O preenchimento de fábrica
para o sistema de lubrificação
com graxa é 18 quartos (17
litros) de Chevron Ultra-duty
HD00 - 14 quartos (13,3 litros) Plug do dreno
para o queixo e 2 quartos (1,9
litro) para caca mancal princi-
pal.

Para temperaturas em tem- Bujão de Dreno do Mancal


po frio (temperatura ambiente
abaixo de 4,4 graus C. (40ºF),
a KPI-JCI recomenda usar
Mobilith SHC 007. As mesmas
quantidades são aplicadas.

Plug do dreno

Bujão de Dreno do Queixo


17-11 Lubrificação - Graxa

Cubos do Acionamento da Es-


teira (1000 horas)

Use o procedimento a seguir


para trocar o óleo no aciona-
mento da esteira.

1.Mova a máquina até que um


dos dois bujões fique na posição
6 horas (embaixo).

2.Trave/sinalize toda a energia


para a unidade FT.

3.Desatarraxe os dois bujões Plug


(plugs) e deixe todo o óleo ser
drenado em um recipiente apro-
priado.

4.Descarte o óleo usado de ma-


neira segura e aprovada.

Para abastecer com óleo:

1.Mova a máquina até que um


dos dois bujões fique na posição
12 horas (em cima).

2.Trave/sinalize toda a energia


para a unidade FT.

3.Desatarraxe os dois bujões


(plugs) e complete usando o
furo que está em cima, até que
o óleo atinja o nível do furo que
está mais abaixo.
Manutenção do sistema Hidráulico 18-1

Intervalo Ref. Notas

1
No. Tanque de Óleo Hidráulico Confira o nível do óleo no visor
10 Horas - Vazamentos O óleo deve estar visível no visor.
4 Filtro Hidráulico Verifique o alarme indicador de impurezas com a
máquina operando em alta rotação
50 Horas - Filtros de Carga Cheque usando medidor de 600 PSI.
250 Horas - Óleo Hidráulico Cheque se há idle.
contaminação.
500 Horas 3 Tampa do Suspiro Troque.
2000 Horas 2 Tanque de Óleo Hidráulico Drene, lave e complete novamente
18-2 Manutenção do sistema Hidráulico

Tanque de Óleo Hidráulico


(10 horas) Visor de nivél

O nível do óleo deve estar sem-


pre visível no visor.
Caso o nível cais abaixo do vi-
sor, trate de completar o tanque
de modo que o óleo fique visí-
vel. Se deixar a unidade operar
com óleo insuficiente causará
um desgaste prematuro ou uma
falha..

Pode ocorrer condensação no


tanque de suprimento de óleo
sob certas condições atmosfé-
ricas, e isso não pode ser evi-
tado. Se o tanque for mantido
cheio ajudará a reduzir a con-
densação. Caso seja detectado
um excesso de condensação, o
tanque de óleo deverá ser dre-
nado e completamente limpo, e
os filtros deverão ser trocados.

Vazamentos
(10 horas)

Faça uma Inspeção completa


para ver se há vazamentos
Manutenção do sistema Hidráulico 18-3

Filtro do Sistema Hidráulico (10 horas)


O filtro do sistema hidráulico
deve ser checado regularmen-
te para prevenção de danos ao
sistema.

Se o indicador de alarme de
impurezas de três cores apon-
tarem para o lado alto da área
amarela, o filtro deverá ser tro-
cado imediatamente. O alarme
deve ser verificado enquanto
o sistema estiver operando e o
óleo tiver atingido a temperatura
de operação.

Quando o indicador estiver


apontando para o setor ver-
melho “CHANGE”, o filtro está
em “by-pass” e permitindo
o retorno de contaminantes
para o tanque hidráulico

Os filtros podem ser trocados


removendo-se os quatro parafu-
sos localizados no topo do alo-
jamento do filtro. Depois que o
novo filtro for instalado, opere a
maquina por trinta minutos, sem
carga, verificando o alarme de OK
impurezas. Se o alarme de im-
purezas estiver com aumento Trocar
regular e chegar próximo do am-
arelo em trinta minutos, isso é
um indício de que o óleo contém
muitas partículas. Continue gi-
rando a unidade sem carga até
que o filtro fique no amarelo, e
troque por outro filtro novo. Ao trocar os filtros, tome ex-
tremo cuidado para evitar a
penetração de contaminantes
no sistema
18-4 Manutenção do sistema Hidráulico

Filtros de Carga (50 horas)

Para assegurar máxima produti-


vidade, todos os filtros de carga
devem ser checados semanal-
mente, monitorando a pressão
de carga, usando o medidor de
600 PSI. Eles devem ser troca-
dos quando a pressão cair abai-
xo de 300 PSI quando o óleo es-
tiver aquecido, ou o sistema de
loop fechado não estiver ope-
rando devidamente.

Óleo Hidráulico (250 horas)

Verifique o óleo hidráulico para


ver se há contaminação. A KPI
recomenda retirar amostras do
óleo mensalmente. Troque se
for encontrada contaminação.
Manutenção do sistema Hidráulico 18-5

Tampa do Suspiro
500 horas Filtro de respiro

Troque.

Hastes dos Cilindros


(1000 horas)

Verifique as hastes dos cil-


indros para ver se há ra-
nhuras. Se for encontrada
alguma ranhura corrija com
polimento.

Confira os selos de vedação


nos cilindros que trabalham
sob pressão.
18-6 Manutenção do sistema Hidráulico

Tanque do Óleo Hidráulico


(2000 horas)

O tanque de óleo hidráulico


deve ser drenado e lavado
com um óleo hidráulico limpo.
Troque o elemento do filtro e
complete com 900 litros (185
galões de fluido hidráulico.
A quantidade de fluido hidráu-
lico requerida dependerá de Sistema de filtro
quanto fluido é drenado das
tubulações, motores e cilin-
dros. Visor

Complete o tanque até que


o fluido fique visível no visor.
Opere a unidade para com-
pletar os componentes do sis-
tema, em seguida confira no-
vamente o nível de fluido no
visor, e adicione óleo conforme
necessário.
Tampa de limpeza
Use Hydrex MV60. Se não hou-
ver MV60 disponível, a KPI-
JCI recomenda usar um óleo
de alta qualidade de viscosi-
dade apropriada baseada na
temperatura ambiente na qual
a unidade estará operando até
a próxima troca de óleo. Para
uma temperatura ambiente de
menos 6,6ºC a 49ºC (20ºF a
49ºF) use ISO 68 com índice
de viscosidade acima de 120.

Para temperatura ambiente de


menos 18ºC a 37,7ºC (0ºF a
100ºF), use ISO 46 com índice
de viscosidade acima de 120. Se o óleo for despejado no tan-
que sem filtrar, opere a máqui-
Sempre filtre o óleo com uma na sem carga por trinta minu-
bomba de transferência e um tos para filtrar o óleo e cheque
filtro de classificação beta de o alarme de impurezas no filtro
100, com 10 micra. do tanque.
Manutenção do sistema Hidráulico 18-7
19-1 Emissões

Desde a Revolução Industrial as As páginas seguintes trazem in-


emissões têm se tornado uma formações de emissões relativas
questão ambiental. aos motores CAT C13.

Em 1996, foi adotada a primeira Os níveis de ruído também são


de quatro etapas de rigorosos pa- prejudiciais. Eles podem não ter
drões de emissões de gases. A um impacto direto no ambiente,
primeira fase foi aplicada no pe- mas podem causar danos ao ope-
ríodo de 1996 a 2001, a fase 2 foi rador e outras pessoas próximas,
aplicada de 2001 a 2006, a fase que devem tomar precauções
3 de 2006 a 2008, e a fase 4 é apropriadas de segurança ao tra-
prevista para 2008 até 2015. balharem nas imediações desse
Esses novos padrões almejam tipo de equipamento.
reduzir as emissões em dois ter-
ços do padrão
Emissões 19-2
19-3 Emissões
Emissões 19-4
A1

Apêndice A

Capacidade da Correia Auxiliar e Desenhos Esquemáticos Hidráulicos


A2

Capacidades da Correia Auxiliar e Desenhos Esquemáticos


Hidráulicos *
A3

Capacidades da Correia Auxiliar e Desenhos Esquemáticos


Hidráulicos *
A4

Capacidades da Correia Auxiliar e Desenhos Esquemáticos


Hidráulicos *
A5

Capacidades da Correia Auxiliar e Desenhos Esquemáticos


Hidráulicos *
B-1
Apêndice B

PARÂMETROS DO SISTEMA DE PROTEÇÃO DE SOBRECARGA PLC


UNIDADE PARAMETERS
FT4250 FT4240 FT3055 FT2650 FT2640
Setpoints(Pontos de Ajuste) CAT
AJUSTE VELOCID DO BRITADOR (RPM) 540 540 N/A N/A N/A
PROTEÇÃO DE SOBRECARGA HABILITA HABILITA HABILITA HABILITA HABILITA
PROTEÇÃO DE ALTA TEMP.
PROTECTION HABILITA HABILITA HABILITA HABILITA HABILITA
LÍNGUAGEPROTECTION ENGLISH ENGLISH ENGLISH ENGLISH ENGLISH
PRESS SOBRECARGA DO BRIT (PSI) 4200 3800 3800 4700 N/Dispon
AJUSTE DE CARGA DO MOTOR (RPM) 90% 90% 1725 RPM 1725 RPM 1625 RPM
HiSTERESE DE SOBRECARGA 500 500 500 2000 2000

TEMPO DE (MILISSEGUNDOS)
PARADA DE OBRECARGA 15 15 15 15 15
DO ALIM. VIBRAT. (SEGUNDOS)
TEMPO DE ESPERA DO ALIM. VIBRAT. 20 20 20 15 15
(SECONDS)
(TIMEOUT
Default RPM 60-75% 60-75% 90-95% N/A N/A
(SECONDS)
Velocidade Pickup 12T or 36T 12T or 36T 64T N/A N/A
OP. MANUAL AL. BIBR MÍN (525 RPM), 52 52 52 52 52
SOBRECARGA MÍN
MIN DO BRITADOR
(%) 42 42 42 42 42

RPM AJUSTE
DO BRIT.(300-325 RPM) (%)
%RPM SOBRECARGA 13 13 13 N/A N/A

(Se a veloc.do brit. cair esta % abaixo


MODELO DO MOTOR CAT C13 C11 C13 C9 C7
da veloc pré-ajustada.pelo operador)

PARÂMETROS DO SISTEMA DE PROTEÇÃO DE SOBRECARGA PLC


UNIDADE FT4250 FT4240 FT3055 FT2650 FT2640
Pontos de Ajuste CUMMINS
VELOC DE AJUSTE DO BRIT. (RPM) 540 540 N/A N/A N/A
PROTEÇÃO DE SOBRECARGA HABILITA HABILITA HABILITA HABILITA HABILITA
PROTEÇAO DE ALTA TEMP. HABILITA HABILITA HABILITA HABILITA HABILITA
TEMPERATURE
LÍNGUAPROTECTION ENGLISH ENGLISH ENGLISH ENGLISH ENGLISH
PRESS SOBRECARGA DO BRIT (PSI) 4200 3800 N/A 4700 N/Dispon
PT AJUSTE CARGA DO MOTOR (RPM) 90% 90% N/A 1725 RPM 1625 RPM
HISTERESE DE SOBRECARGA 500 500 N/A 2000 2000

(MILISSEGUNDOS
TEMPO PARADA DE SBRECARGA DO 15 15 N/A 15 15
ALIM. VIBRAT (SEGUNDOS).
TEMPO DE ESPERA DO ALIM. VIBRAT. 20 20 N/A 15 15
(TIMEOUT
Default RPM 60-75% 60-75% N/A N/A N/A
Velocidade Pickup 12T or 36T 12T or 36T N/A N/A N/A
OP. MAN. AL. BIBR MÍN (525 RPM), (%) 52 52 N/A 52 52
SOBRECARGA MÍN DO BRITADOR 42 42 N/A 42 42

RPM AJUSTE
DO BRIT.(300-325 RPM) (%)
%RPM SOBRECARGA 13 13 N/Dispon N/Dispon N/Dispon

(Se a veloc.do brit. cair esta % abaixo


MODEL DO MOTOR CAT QSM11 QSL9 QSM11 QSC8.3 QSB6.7
da veloc pré-ajustada.pelo operador)
C7

Apêndice C

Códigos de Diagnóstico dos Motores CAT


Flash Code SPN/FMI Code Diagnostic Code or Description

13 174-03 Event Code


174-03 Temperat. do Combust - aberto/curto p/ +batt
174-04 174-04 Temperat do Combust. – curto p/ terra
626-05 2417-05 Solenóide de Ctrl Inject. Éter - Aberto/curto p/ +bat
16 626-06 2417-06 Solenóide de Ctrl Inject. Éter - Aberto/curto p/ Terra
678-03 41-03 Fonte 8 volts cc – curto p/ bateria
678-04 41-04 Fonte 8 volts cc – curto p/ Terra
620-03
21 1079-03 262-03 Fonte do Sensor 5 volts cc – curto p/ bateria
620-04 262-04 Fonte do Sensor 5 volts cc – curto p/ Terra
1079-04
100-03 100-03 Pressão do Óleo do Motor - Aberto/curto p/ bat
24 100-04 100-04 Pressão do Óleo do Motor - Aberto/curto p/Terra
100-10 100-10 Alteração Anormal de Press do Óleo do Motor
102-03 102-03 Sensor de Pressão de Reforço– curto p/ +bat
102-04 102-04 Sensor de Pressão de Reforço- curto p/ Terra
102-10 102-10 Alteração Anormal do Sensorshort to ground
de Press de Reforço
25 102-03 1785-03 Volt do sensor de press da tubul entr. acima normal
102-04 1785-04 Volt do sensor de press da tubul entr. acima normal

102-10 1785-10 Alteração anormal da press da tubul de entrada

26 108-03 274-03 Pressão Atmosférica – abertp/curto p/ +bat


108-04 274-04 Pressão Atmosférica – abertp/curto p/ Terra
27 110-03 110-03 Engine coolant temperature – abertp/curto p/ +bat
110-04 110-04 Temperat do Líqu do Motor – abertp/curto p/
28 91-13 91-13 Calibração
Terra da posição de aceleraç requerida
32 91-08 91-08 Sinal anormal da posição de acelecração
34 190-08 190-08 Sinal anormal da Velocidade do Motor
723-08 342-08 Sinal anormal da Veloc do Motor Secundário
190-15 E362 (1) Alerta de Excesso de Velocid do Motor
35
190-00 E362 (3) Parada por excesso de velocid do motor
94-03 94-03 Fuel pressure open/short to +batt
37
94-04 94-04 Pressão do Combust – abertp/curto p/ +bat
105-03 172-03 Temp da entr de ar da tubul.– abertp/curto p/ +bat
38
105-04 172-04 Temp da entr de ar da tubul – abertp/curto p/ Terra
42 637-13 261-13 Calibração de Tempo requerida do motor.
100-17 E360 (1) Alerta de baixa pressão do óleo do motor
46 100-18 E360 (2) Redução da baixa pressão do óleo do motor
100-01 E360 (3) Parada por baixa pressão do óleo do motor
168-00 168-00 Alta voltagem do sistema
51 168-01 168-01 Baixa voltagem do sistema.
168-02 168-02 Voltagem intermitente / errática do sistema
56 630-02 268-02 Parâmetros programáveis para checagem
58 639-09 247-09 Comunicações de conexão de dados J1939
Apêndice C – Continuação

Diagnóstico dos Motores CAT Códigos


Códigos Flash Código SPN/FMI Cód de Diagnóstico Descrições
ou Cód. de Evento
61 110-15 E361 (1) Alerta de Alta Temperatura do Líquido do Motor
110-16 E361 (2) Redução de Alta Temperatura do Líquido do Motor
626-05 E361 (3) Alta Temperatura do Líquido do Motor - Parada
111-17 E2143 (1) Alerta de Baixo Nível do Líquido do Motor
62 111-18 E2143 (2) Redução de Baixo Nível do Líquido do Motor
111-01 E2143 (3) Baixo Nível do Líquido do Motor - Parada
63 94-15 E096 (1) Alerta de Alta Pressão do Combustível
1636-15 E539 (1) Alerta de Alta Temperatura do Ar de Entrada
64
1636-00 E539 (3) Alta Temperatura do Ar de Entrada - Parada
174-15 E363 (1) Alerta de Alta Temperatura do Combustível
65 174-16 E363 (2) Redução da Alta Temperatura do Combustível
174-00 E363 (3) Alta Temperatura do Combustível - Parada
67 0441-15 E445 (1) Alerta de Alta Temp. da Correia Auxiliar
0441-16 E445 (2) Redução da Alta Temp. da Correia Auxiliar
0441-00 E445 (3) Alta Temp. da Correia Auxiliar – Parada
0441-03 1836-03 Sensor Auxiliar de Temp - Aberto/curto p/ +bateria
0441-04 1836-04 Sensor Auxiliar de Temperatura - Curto p/ o Terra
68 1387-15 E443(1) Alerta de Alta Pressão Auxiliar
1387-16 E443(2) Redução da Alta Pressão Auxiliar
1387-00 E443 (3) Alta Pressão Auxiliar – Parada
1387-03 1835-03 Sensor Auxiliar de Pressão - Aberto/curto p/ +bateria
1387-04 1835-04 Sensor Auxiliar de Pressão – Curto p/ o Terra
71 651-05 001-05 Circuito Aberto do Injetor do Cilindro # 1
651-06 001-06 Curto do Injetor do Cilindro # 1

652-05 002-05 Circuito Aberto do Injetor do Cilindro # 2


72 652-06 002-06 Curto do Injetor do Cilindro #2
653-05 003-05 Circuito Aberto do Injetor do Cilindro # 3
73
653-06 003-06 Curto do Injetor do Cilindro # 3
74 654-05 004-05 Circuito Aberto do Injetor do Cilindro # 4
654-06 004-06 Curto do Injetor do Cilindro # 4
75 655-05 005-05 Circuito Aberto do Injetor do Cilindro # 5
655-06 005-06 Curto do Injetor do Cilindro # 5
76 656-05 006-05 Circuito Aberto do Injetor do Cilindro # 6
656-06 006-06 Curto do Injetor do Cilindro # 6
D-1
Appendix D
D-2
D-3
D-4
D-5
D-6
D-6
D-8
D-9
D-10
D-11
E-1
Apêndice E
Soldagem de Orelhas de Içamento na Mandíbula de Manganês

Siga as informações seguintes para soldar as


orelhas de içamento na mandígula de manga-
nês:
É preciso seguir os procedimentos ade-
Diretrizes quados ao soldar na placa de desgaste das
mandíbulas móvel ou fixa. Se os procedi-
•Posicione o aterramento da máquina de solda mentos para solda em manganês não fo-
o mais próximo possível do local a ser soldado. rem seguidos, poderá resultar em ferimen-
Isso ajudará a evitar que a energia passe pe- tos ou até morte.
los mancais do britador, o que poderia causar
falha dos mancais. Soldagem usando eletrodo Wearshield Mang-
jet.
•Retire a crosta endurecida da base de metal
ou a solda depositada anteriormente antes de 1.Antes de iniciar a soldagem, certifique-se de
aplicar uma nova solda. Essas áreas são mais que toda energia foi travada / sinalizada. Des-
propensas a fragilização e trincas. Áreas onde ligue todos os componente elétricos.
não for possível fazer um entalhe (uma marca)
facilmente com um punção (ponteiro) devem 2.Use uma vareta 1018 processada a frio de 1”
ser removidas. de 20”a 24” de comprimento para formar um
loop no centro, de modo que as duas pernas
•Para unir peças de aço manganês, a junção do loop se encaixem no sulco (depressão) da
deve ser preparada para 100% de penetração. placa de desgaste da mandíbula.
Use um maçarico de corte para biselar as qui-
nas da chapa, que podem trincar se não for 3.Aplique três passadas em cada lado dos dois
tomado cuidado para evitar superaquecimento eixos e na placa de desgaste da mandíbula,
da base de metal. usando um eletrodo 5/32 a aproximadamente
200 amps. Cada passada deverá ser 1 a 1-1/2
•Não é necessário pré-aquecer, a menos que vezes a largura do eletrodo de solda. ???
o serviço seja abaixo da temperatura ambi- O comprimento da soldagem deverá ser 5”
ente, ou se a peça for incomumente maciça ou com soldagem completa na cratera e total-
de desenho complexo. Nesses casos, aquecer mente preenchida nas extremidades da solda-
a peça até à temperatura ambiente, ou até a gem. ??
faixa de 38 a 65ºC (100 a 150ºF), no máximo,
deverá ser suficiente. 4.Depois que as placas de desgaste da
mandíbula tiverem sido instaladas, remova as
•Assim como todos os produtos de soldagem orelhas de suspensão para a operação.
com manganês austenítico, as temperaturas
de interpasse devem se limitar a 260 graus C
(500 graus F), máximo. Uma gota distribuída
em filete, ou levemente espalhada é reco-
mendado para limitar o acúmulo de calor. O
acúmulo excessivo de calor causa precipita-
ção do carboneto de manganês, que prejudica
Olhal Suspensão
a resistência do manganês austenítico.
E-2

Procedimentos Típicos de Operação:

Teste de Dureza de Rockwell

• Conforme soldado (2 camadas) - 18


• Work hardened (2 camadas) - 47

Corrente (Amps)

• Polaridade 5/32”. (4 mm)


• CC+ 120-1 80
• CA 125-210
Registro de Garantia & Inspeção Pré-operacional

GT125

Data Início Operação Horas da Unidade Venda Leasing Aluguel Nr de Série da Unid Nr de Série do Motor

Ordem de Serviço Nr. Pedido do Representante Nr. Modelo da Unidade Motor foi registrado com respectivo
fabricante ???
Nome do Representante Assinatura do Representante Data Cidade Estado CEP
respective manufacturer
Nome proprietário / Locatário Assinatura Data Cidade Estado CEP

Operação segura deste produto foi explicada e manual completo do operador acompanha o produto.
IMPORTANTE
O cheque pré-operacional precisa ser completado como parte do registro de garantia, e deverá
ser realizado também sempre que o equipamento for movido para um novo local, quando houver
mudança de locadores, ou se tiver permanecido estocado por um longo período. Cheque cada
componente para assegurar de que se encontra em condição operacional. Esse cheque deverá
incluir, mas não se limitar aos seguintes tópicos:
CHEQUES PRÉ-OPERACIONAIS 10. Geral
1. Chapa: Metal / Aparência / Pintura a.Manual do operador na unidade
2. Elétrica b.Adesivos de segurança no lugar e
a.Nível da Bateria legíveis
b.Bateria segura c.Grades de proteção no lugar
c.Terminais apertados/limpos d.Confira se há parafusos, porcas, etc.
3. Motor soltos.
a.Nível do Óleo 11. Rádio (opcional)
b.Nível do Líquido Arrefecimento a. Quatro baterias AA reserva à mão.
c.Proteção Líquido Arrefecimento
-32OC (-25OF) CHEQUES OPERACIONAIS
d.Filtro de Ar
e.Nível Combustível 1.Motor
4. Lubrificação a.Marcha lenta 900 rpm*
a.Todas as graxeiras lubrificadas b.Sem carga 1800 máx.
5. Sistema Hidráulico 2.Controles hidráulicos
a.Nível do Óleo Hidráulico a.Alimentador vibratório
b.Vazamentos b.Correia de produto (embaixo)
c.Mangueiras devidamente presas. c.Ajuste da cunha da mandíbula
6. Transportador de correia d.Correia de descarga lateral
a.Danificadas ou rasgadas e.Separador magnético
b.Grampos da emenda firmes ou 3.Correia(s) ajustada(s)
Troque se estiverem faltando 4.Velocidade do britador
c.Limpador da correia ajustado (280 rpm vazio)*
7. Portas de inspeção fechadas e seguras 5.Pressão de carga da bomba do britador
8. Correias em V (350 psi)*
9. Britador de Mandíbulas 6.Velocidade e pressão do alimentador
a.Manganês das Mandíbulas 40 x 14’ (700-1200 rpm)*
b.Ajuste da haste de tensão da placa 7.Velocid da correia de produto (320fpm)*
articulada 8.Veloc correia descarga lateral (325
c.Regule ajuste do lado fechado para o fpm)*
ajuste desejado 9.Velocid separador magnético(430 fpm)*
d.Sem material na máquina *Aproximado
Soluções em Instalações sobre Esteiras

Para Peças e Serviços

Tel: (31) 3311-8150


Fax:(31)3311-8162

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