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Relatório de Estágio em Enfermagem

1. Este relatório apresenta a experiência de estágio do aluno no Programa de Saúde da Família em Águas Vermelhas durante 2020, abordando os tópicos estudados no segundo módulo do curso técnico em enfermagem. 2. Inclui seções sobre processo de trabalho em saúde coletiva, saúde do idoso, cuidados de enfermagem, ações em saúde mental e coletiva. 3. Apresenta introdução, dedicatória, registro da experiência no PSF, e seções subsequentes detalhand
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Relatório de Estágio em Enfermagem

1. Este relatório apresenta a experiência de estágio do aluno no Programa de Saúde da Família em Águas Vermelhas durante 2020, abordando os tópicos estudados no segundo módulo do curso técnico em enfermagem. 2. Inclui seções sobre processo de trabalho em saúde coletiva, saúde do idoso, cuidados de enfermagem, ações em saúde mental e coletiva. 3. Apresenta introdução, dedicatória, registro da experiência no PSF, e seções subsequentes detalhand
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INSTITUTO DE EDUCAÇÃO MORIÁ

CURSO TÉCNICO EM ENFERMAGEM

NOME DO ALUNO

RELATÓRIO DE ESTÁGIO: MÓDULO II


EIXO TEÓRICO: SAÚDE COLETIVA E DO CLIENTE
INSTITUCIONALIZADO

ÁGUAS VERMELHAS – MG
2020

1
INSTITUTO DE EDUCAÇÃO MORIÁ
CURSO TÉCNICO EM ENFERMAGEM

NOME DO ALUNO

RELATÓRIO DE ESTÁGIO: MÓDULO II


EIXO TEÓRICO: SAÚDE COLETIVA E DO CLIENTE
INSTITUCIONALIZADO

Relatório de Atividade Prática


de Estágio apresentado como
requisito parcial para
diplomação no Curso Técnico
de Enfermagem.

ÁGUAS VERMELHAS – MG
2020

SUMÁRIO
2
1.INTRODUÇÃO.....................................................................................................................................4

2. DEDICATÓRIA....................................................................................................................................5

3. REGISTRO DA EXPERIÊNCIA DO ESTÁGIO NO PSF...................... .....................................................

4. PROCESSO DE TRABALHO EM SAÚDE COLETIVA.......................................................................

5. SAÚDE DO IDOSO ............................................................................................................................

6. CUIDADO DE ENFERMAGEM À CRIANÇA, ADULTOS E IDOSO EM TRATAMENTO


CLÍNICO ..........................................................................................................................................................
........

7. AÇÕES DE ENFERMAGEM EM SAÚDE MENTAL .............................................................................

8. PROCESSO DE TRABALHO EM ENFERMAGEM .............................................................................

9- AÇÃO DE ENFERMAGEM EM SAÚDE COLETIVA ..........................................................................

10.CONSIDERAÇÕES FINAIS (CONCLUSÃO) .....................................................................................

11.ANEXOS................................................................................................................................................

12. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.....................................................................................................

1-INTRODUÇÃO

3
Este Relatório apresenta nossa experiência de ESTÁGIO DE PRÁTICA no PSF.........,
realizado no período de ..................,da cidade de Águas Vermelhas.
Destaca-se que as disciplinas estudadas no segundo módulo que muito serviram de
referência para a prática de estágio como forma de se observar na prática como se
aplica o conhecimento aprendido ao longo das aulas.

Destaca-se as disciplinas estudadas no segundo módulo:


PROCESSO DE TRABALHO EM SAÚDE COLETIVA

SAÚDE DO IDOSO

CUIDADO DE ENFERMAGEM À CRIANÇA, ADULTOS E IDOSO EM TRATAMENTO CLÍNICO

AÇÕES DE ENFERMAGEM EM SAÚDE MENTAL

PROCESSO DE TRABALHO EM ENFERMAGEM

AÇÃO DE ENFERMAGEM EM SAÚDE COLETIVA

2-DEDICATÓRIA

4
Dedico este relatório primeiramente a Deus por ter me conduzido, dedico
também aos meus familiares pela força pelo incentivo tudo que eu conquistei
foi graças a Deus e a eles, agradeço aos meus mentores e colegas devido a
pandemia tivemos que concluir as aulas pelas plataformas digitais mais o
empenho dos nossos tutores conseguimos completar com êxito esse curso que
nos tornara ótimos profissionais.

5
3- REGISTRO DA EXPERIÊNCIA NO ESTÁGIO PSF

6
4. PROCESSO DE TRABALHO EM SAÚDE COLETIVA

Atenção à saúde coletiva, e um conjunto de ações de caráter individual e coletivo


situadas em todos os níveis de atenção do sistema de saúde voltados para a
promoção da saúde, prevenção de agravos tratamento e reabilitação, centrado na
qualidade de vida das pessoas e do seu meio ambiente levando em consideração o
contexto histórico, estrutural da sociedade. A matéria de saúde coletiva tem diversos
tópicos trabalhados dentro dela.
Política pública de saúde são projetos elaborados pelo poder público, com o auxílio
de entes políticos e privados.
A rede a atenção e fundamental para garantir acesso universal dos cidadãos aos
serviços e ações de saúde de acordo com suas necessidades, e para oferecer
atenção integral.
Sistema único de saúde e a denominação do sistema político de saúde brasileira, e
uma conquista que o povo brasileiro teve, garantido pela constituição federal de 1988,
em seu artigo 196, por meio da lei n°.8080/1990. O SUS e o único sistema de saúde
publicam do mundo que atende mais 190 milhões de pessoa sendo que 80% delas
dependem exclusivamente dele para qualquer atendimento.
O objetivo do sistema único de saúde, e a identificação e divulgação dos fatores
condicionantes e determinantes da saúde, a assistência as pessoas por intermédio de
ações de promoção, proteção e recuperação da saúde, com a realização integra das
assistenciais e das atividades preventivas.
Vigilância epidemiológica e o conjunto de ações que permite reunir a informação
para conhecer o comportamento ou a história natural das doenças bem como detectar
ou prever alterações de seus fatores condicionantes, com o objetivo de recomendar as
medidas eficientes que previne o controle de determinados agravos registro e
observação sistemática e ativa de casos suspeitos ou confirmados de doenças
transmissíveis e de contatos.
Objetivos da vigilância epidemiológica:
Identificar novos problemas
Detectar epidemias
Estimar a magnitude da morbidade e mortalidade
Recomendar medidas de prevenção e controle etc...
Riscos químicos físico e biológico
São considerados riscos ambientais os agentes físicos, químicos, biológicos,
ergonômicos e de acidentes mecânicos que possam trazer ou ocasionar danos à
saúde do trabalhador nos ambientes de trabalho, em função de sua natureza,
concentração, intensidade e tempo de exposição ao agente. Tais agentes são.
Riscos físicos: Ruídos, vibrações, radiações ionizantes e não ionizantes, frio, calor,
pressões anormais e umidade.
Riscos químicos: Poeiras minerais, poeiras vegetais, poeiras alcalinas, fumos
metálicos, névoas, neblinas, gases, vapores e produtos químicos diversos.
Riscos biológicos: Vírus, bactérias, parasitas, fungos e bacilos.
Equipamento de proteção individual: Os equipamentos de proteção individual não evitam
acidentes, eles têm a função de proteger o usuário das lesões quando da ocorrência de
acidentes de trabalho e das doenças ocupacionais. Os EPI’s são ferramentas de trabalho que
visam proteger a saúde do profissional que utiliza Produtos Tóxicos, reduzindo os riscos de

7
intoxicações decorrentes da exposição. Disponibilidade e adequação dos EPI´s, incluindo luvas,
protetores oculares ou faciais, protetores respiratórios, aventais e proteção para os membros
inferiores

8
5- SAÚDE DO IDOSO

Envelhecer e uma fase final a qual todos nós iremos passar, e definido por três
fatores: genética, estilo de vida e ambiente.
O envelhecimento acarreta mudanças no organismo do indivíduo e traz consigo
algumas doenças, entre as alterações relacionadas à idade que são elas. Visão,
audição, olfato e paladar. Basicamente envelhecer e isso.
E uma organização mundial da saúde estabeleceu que em países com
desenvolvimento a fase inicial para o idoso é aos 60 anos e em países desenvolvidos
são constituídos a partir dos 65 anos.
O estatuto do idoso: instituído pela lei 10.741 em outubro de 1003, o estatuto do idoso
visa a garantia dos direitos assegurados as pessoas com idade igual ao superior a 60
anos (artigo 1) aborda, assim, questões familiares, de saúde, discriminações e
violência contra o idoso e resguardando, desse modo.
Atividades da vida diária: o idoso conserva boa parte de suas atividades mentais e
corporais e consegue desenvolver suas atividades de vida diária. O que determina a
classificação do grau de dependência do idoso será a avaliação da capacidade
funcional dele.
Caso o idoso não seja capaz desenvolver suas atividades diárias, ele precisara de
um cuidado para auxiliá-lo na alimentação no banho e ao se vestir etc.
As pessoas com classificação de independência para avds necessitarão de
suporte em algum risco capacidades funcionas ainda sem prejuízo de autonomia.
Existem três conceitos que se apresentam interligados e interdependentes quando
se discute o processo incapacitante, são eles, autonomia, independência e
dependência.
Autonomia: e a capacidade de gerencia-se, novas decisões e planejar seus
objetivos. Tem relações diretas com a aptidão mental da pessoa
Independência: capacidade de fazer suas atividades do dia a dia sem precisar de
ajuda de terceiros: tem relação com a habilidade física
Dependência: condição do indivíduo que requer auxilio de pessoas para
realização de atividades diárias
Avaliação da cognição: capacidade mental de compreender e resolver os
problemas cotidianos.
Avaliação de humor: a escala de depressão geriátrica e um instrumento
amplamente usado para rastrear a depressão em idoso e nesse processo são feitas
15 perguntas com respostas dicotômicas (sim/não).
Mobilidade-teste de romberg: e um exame neurológico que e usado para avaliar as
colunas dorsais de medula espinhal localizar a posição da articulação.
Comunicação acuidade visual: com o envelhecimento, ocorrem várias alterações
na visão que levam a diminuição da acuidade visual, a tabela de snellen e um
diagrama utilizado para avaliar a acuidade de uma pessoa.
Teste do sussurro: o idoso deverá ser orientado sobre o teste para que esteja
atento ao comando, posicionamento do avaliador no momento da aplicação do teste
devera está atrás e fora do alcance visual do idoso a uma distância aproximadamente
33 centímetros.
Cuidados com a pele mucosa
A pele consiste estruturalmente em três camadas epiderme, derme e hipoderme. A
epiderme e a camada mais superficial da pele, e formada por tecido epitelial
estratificando pavimentoso queratinizado, protegem a derme.

9
Derme ou corio e uma das camadas da pele, formada por tecido conjuntivo e
localizada abaixo da epiderme e acima da hipoderme, assim e a camada intermediaria
e mais espessa da pele. A derme apresenta uma espessura variável conforme a
região do corpo e a idade do indivíduo.
A pele e o maior órgão do corpo humano e um órgão essencial para a
sobrevivência humana já que atua como barreira protetora contra agentes como
bactéria ou vírus, sendo também responsável por função essencial como a regulação
térmica ou as funções sensoriais.
Pele do idoso: ocorrem alterações quando se envelhece na pele do idoso essa pele se
torna mais frágil e vulnerável, a estrutura da pele muda com o tempo, as rugas são
geralmente o primeiro sinal visível dessa mudança, ah também sinais da perda do
volume e da flacidez na face gerando áreas com pele solta, a estrutura da pele está
comprometida, a perda de densidade fica aparente.
Exame físico: tem como intuito avaliar a pele mucosa baseado na inspeção, palpação
e entrevista
Ulcera por pressão
E uma ferida por pressão seguida por um dano ao tecido da pele que ocorre quando
há uma diminuição da circulação sanguínea provocando pela pressão aplicada a uma
área especifica dependendo da extensão dos danos aos tecidos, as ulceras por
pressão são classificadas em quatro fases: na primeira fase não a abertura na pele,
mas a vermelhidão e não fica branca quando pressionamos.
Segunda fase: os danos atingem a epiderme, a derme ou ambas. Em termos clínicos,
os danos observados são escoriações ou bolhas a pele em redor poderá estar
vermelha.
Terceira fase: os danos estendem-se através de todas as camadas superficiais da
pele, tecido adiposo diretamente incluindo o músculo.
Quarta fase: os danos incluem a destruição das estruturas do tecido moles e ossos ou
da estrutura das articulações.
Essas são alguns assuntos trabalhados dentro da matéria saúde do idoso

10
6- CUIDADO DE ENFERMAGEM À CRIANÇA, ADULTOS E IDOSO EM
TRATAMENTO CLÍNICO

Nos cuidados de enfermagem e necessário saber sobre _sabe fazer _ sobre ser, o
cuidado de enfermagem e a utilização do conhecimento cientifico e habilidade técnica
para capacitar o ser humano na atividade do autocuidado e para este papel a
educação em saúde e se faz primordial
Organização hospitalar
O hospital e definido como uma parte complementar de uma organização medica e
social, cuja função básica que consiste em fornecer à população a assistência medica.
Segundo a organização mundial de saúde (OMS) o hospital e um organizador de
caráter medicam social, que deve garantir assistência medica, tanto curativa como
preventiva, para população, além de ser um centro de medicina e pesquisa.
As funções desenvolvidas pelo hospital são função restaurativa. E a rede hospitalar
segundo o ministério de saúde e constituído pelas seguintes unidades; unidade
sanitária, hospital local, distrital, base e hospital de ensino.
Posições para exame: durante a realização de alguns exames o paciente poderá ser
colocado em uma determinada posição para melhor realização do procedimento.
Decúbito dorsal: essa posição e quando o paciente se deita de costas, com as
pernas estendidas e membros superiores ao lado do corpo. Essa posição e usada em
exames do tórax, parte anterior do abdômen e extremidades
Decúbito ventral: consiste em uma posição do abdômen para baixo
Usada para exames das partes posteriores do tórax na região cervical, lombar e
glútea
Litonomia essa posição consiste no posicionamento do paciente em decúbito dorsal
com as pernas afastadas e suspensas sobre perneiras e utilizado para examinar os
órgãos genitais internos e externos. Esses são algumas posições que são utilizados
para exame
Exame físico
Na área da saúde o termo exame físico compreende a segunda parte de método
clinico. Que consiste em avaliar o paciente através da inspeção, palpação, ausculta e
percussão, com o auxílio de equipamentos como estetoscópio, termômetro,
esfigmomanometro, lanterna, lupa, oftalmoscópio etc.
A seqüência sugerida para o exame físico: estado geral, nível de consciência, fala e
linguagens, estado de hidratação entra outros.
E importante que o paciente seja informado o que está sendo feito e o que está
sendo usado durante o exame, pois assim o paciente ficara mais tranquilo e
confortável.
Avaliação nutricional: a avaliação nutricional e fundamental no estabelecimento do
diagnostico nutricional do indivíduo, consiste da abstenção de dados alimentares,
exame físico, sendo uma forma importante de determinar o bom estado nutricional
identificando os pacientes com maior risco para o desenvolvimento de distúrbios
relacionados ao estado nutricional.
Exames laboratoriais: o principal objetivo do exame laboratorial e confirma
estabelecer e complementar o diagnostico clinico graças a esses exames o
especialista possa nota se o organismo apresenta alguma alteração, mesmo que

11
assintomática iniciar o tratamento mais breve o possível. Os exames laboratoriais mais
feitos são exame de sangue, de fezes e exame de urina.
Técnicas básicas em enfermagem
º arrumação de camas
º banhos
ºcateterismo vesical
ºcuidados com o corpo após a morte
ºcurativos
ºlimpeza de unidade
ºmecânica corporal

7- AÇÕES DE ENFERMAGEM EM SAÚDE MENTAL


12
Baseado na necessidade do paciente, a enfermagem tende a presta os cuidados
essenciais à saúde mental tendo como objetivo melhorar as suas disfunções, manter
um ambiente mais tranquilo o possível para ele poder se sentir confortável, estimular
os pacientes quanto a sua alimentação, hidratação e a aceitação dos seus
medicamentos. Observa suas posturas seus gestos, sua coordenação motora,
observa os efeitos colaterais da medicação que estão sendo dadas e etc.
Na área da saúde mental, o enfermeiro e o profissional que promove a supervisão
segura do paciente, bem como a administração de medicamentos e o aporte
emocional.
O enfermeiro que está tendo o primeiro contato com um paciente que sofre de
transtornos mentais deve aprender a direcionar a sua atenção em primeiro lugar no
paciente e nas suas necessidades. Escutar o paciente com atenção e interesse e,
principalmente, valorizar a comunicação não verbal, devem ser peças-chaves em
todos os atendimentos. A construção de um vínculo de confiança entre enfermeiro e
paciente é a melhor ação terapêutica para esses casos.
História da saúde mental No Brasil: as pessoas do tempo antigo consideravam que
todas as pessoas com distúrbio de comportamento eram tomadas por forças
sobrenaturais ou algo satânico, acredita-se que na época, para corrigir os distúrbios
levavam essas pessoas em tribos, os doentes eram chamados de lunáticos pois
acreditavam que eles eram influenciados pelas fases lunar, muitos deles era sujeitado
a rituais de exorcismo, essas pessoas eram isoladas das suas famílias.
Surgiram os hospitais gerais onde não eram apenas internados os loucos, mais toda a
população marginada naquela época. No final do século 18 tiveram denúncias das
internações de pessoas com doenças mentais juntos as pessoas marginais, e
também contra as torturas que eles eram submetidos a passar, aconteceu que no ano
de 182 foi criado o primeiro manicômio por Dom Pedro segundo, no rio de janeiro local
de confinamento das pessoas loucas que vagavam pela cidade, a parti do momento
em que foi criado o primeiro hospício, foi fundado outros hospícios, esses manicômios
eram criados em lugares afastados das cidades, e era de péssima higiene, os
pacientes tomavam banho todos juntos, os medicamentos era destruídos sem critério,
e as pessoas com distúrbio eram castigadas cruelmente.
Reforma psiquiátrica: em 1992 os movimentos sociais aprovaram em vários estados
brasileiros as primeiras leis que determinam a substituição progressiva dos leitos
psiquiátricos por uma rede integrada de atenção à saúde mental.
Em 6 de abril de 2001, o Governo Federal promulga a Lei n. 10.216 que dispõe sobre
a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona
o modelo assistencial em saúde mental.

8- PROCESSO DE TRABALHO EM ENFERMAGEM

13
O processo de trabalho de enfermagem são um conjunto de ações de acompanhamento
contínuo das necessidades
O trabalho é decorrente das necessidades do ser humano. Além das necessidades
relacionadas à reprodução e à sobrevivência do corpo biológico, este ser humano, por se
constituir num ser social, precisa atender a uma série de necessidades para viver. Essas
necessidades se transformam ao longo do tempo e, estudando a História da Humanidade, se
pode perceber que uma infinidade de combinações diferentes de necessidades de naturezas
diversas se apresentaram em cada sociedade em momentos diferentes. Isso explica porque
certos tipos de trabalho não são mais feitos a partir de uma época da história e porque outros
tipos de trabalho surgem a todo o momento, sem contar que os trabalhos também se
modificam para atender às mudanças demandadas por quem expressa as necessidades que
os motivam.
O cuidado de enfermagem profissionalizado veio à tona para ser dirigido aos trabalhadores
desde uma simples palestra de educação em saúde, primeiros socorros, e até a reduzir o
consumo de mão de obra desampara por aspectos éticolegais, fazendo com que surja a
enfermagem do trabalho. A enfermagem do trabalho é um ramo da enfermagem de saúde
pública e, como tal utiliza os mesmos métodos e técnicas empregadas na saúde pública
visando à promoção da saúde do trabalhador; proteção contra os riscos decorrentes de suas
atividades labora; proteção contra agentes químicos, físicos e biológicos e psicossociais;
manutenção de sua saúde no mais alto grau de bem-estar físico e mental e recuperações de
lesões, doenças ocupacionais ou não-ocupacionais e sua reabilitação para o trabalho. A Saúde
do Trabalhador se destaca por ser uma área em construção na Saúde Pública. Sendo assim,
estabelece-se como um campo que estuda e intervêm nas relações entre saúde-trabalho-
doença na sua complexidade, por meio de atuação interdisciplinar, intersetorial e
multiprofissional. Tem como objetivos a promoção e a proteção da saúde através da realização
de ações de vigilância, assim como, visa à recuperação e reabilitação da saúde dos
trabalhadores submetidos aos riscos e agravos advindos das condições de trabalho.
Considerando as particularidades da saúde do trabalhador e os marcos orientadores do SUS.
No Brasil, o sistema público de saúde vem atendendo os trabalhadores ao longo de toda sua
existência. Porém, uma prática diferenciada do setor, que considere os impactos do trabalho
sobre o processo saúde/doença, surgiu apenas no decorrer dos anos 80, passando a ser ação
do Sistema Único de Saúde quando a Constituição Brasileira de 1988, na seção que regula o
Direito à Saúde
a assistência ao trabalhador vítima de acidente de trabalho ou portador de doença profissional
ou do trabalho; a realização de estudos, pesquisa, avaliação e controle dos riscos e agravos
existentes no processo de trabalho; a informação ao trabalhador, sindicatos e empresas sobre
riscos de acidentes bem como resultados de fiscalizações, avaliações ambientais, exames
admissionais, periódicos e demissionais, respeitada a ética. Em relação aos trabalhadores, há
que se considerar os diversos riscos ambientais e organizacionais aos quais estão expostos,
em função de sua inserção nos processos de trabalho. Assim, as ações de saúde do
trabalhador devem ser incluídas formalmente na agenda da rede de atenção municipal à
saúde. Dessa forma, amplia-se a assistência já ofertada aos trabalhadores, na medida em que
passa a olhá-los como sujeitos a um adoecimento específico que exige estratégias, também
específicas, de promoção, proteção e recuperação da saúde. Um modelo de segurança e
saúde do trabalho deve contemplar uma metodologia voltada para a antecipação e a prevenção
de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho que alia a simplicidade da intervenção, e a
profundidade das ações técnicas necessárias para sua efetividade, eficiência e eficácia:
Redução dos riscos de acidentes de trabalho; Promoção em saúde do trabalhador; Prevenção
de doenças crônicas não transmissíveis (diabetes, hipertensão, etc.); Participação dos
trabalhadores na construção de políticas internas em Saúde do Trabalhador.
Vantagens protege a integridade física e mental dos trabalhadores; educa para adoção de
práticas preventivas; Evita gastos e prejuízos (trabalhadores e instituição); diminui o
absenteísmo; Melhora, continuamente, os ambientes de trabalho; potencializa as relações
interpessoais; otimiza o clima organizacional; atende aos requisitos da legislação; aumenta a
produtividade.

9- AÇÃO DE ENFERMAGEM EM SAÚDE COLETIVA

14
A saúde coletiva é um campo ainda em constituição no Brasil, assumindo diversas formas e
abordagens. Esse termo surgiu no fim da década de 70, em um momento de reordenamento de
um conjunto de práticas relacionadas à questão da saúde, diante da necessidade de outros
saberes, além dos da medicina, para a compreensão do processo saúde-doença e da
convivência cotidiana entre diferentes profissionais.
Criado no Brasil em 1988, com a promulgação da nova Constituição Federal, tornou o acesso
gratuito à saúde direito de todo cidadão. Até então, o modelo de atendimento era dividido em
três categorias: os que podiam pagar por serviços de saúde privados, os que tinham direito à
saúde por serem segurados pela previdência social e os que não possuíam direito algum. A
implantação do SUS unificou o sistema, já que antes a responsabilidade era de vários
ministérios. Deixou de ser do Poder Executivo Federal e passou a ser administrada por
Estados e municípios. Entre as ações mais reconhecidas estão: criação do SAMU, Políticas
Nacionais de Atenção à Saúde da Mulher, Humanização do SUS, Saúde do Trabalhador
As práticas de saúde devem estar referidas a "necessidades sociais" que são aquelas
caracterizadas como "sempre necessidades de indivíduos, que como são sempre de indivíduos
sócio-historicamente determinados, isto é, que estão em relações sócio-históricas com outros
indivíduos, são produzidas por essas relações e para essas relações, sem deixarem nunca de
serem individuais", Tais práticas comportam uma racionalidade com finalidade concreta, um
projeto de ação; criam e consolidam um sistema de necessidades, cujo contorno é dado pela
sociedade mediante valores e normas.
No processo assistencial de enfermagem e, em particular, de enfermagem em saúde coletiva, o
trabalhador lança mão tanto de uma série de tecnologias que incluem os equipamentos e o
instrumental necessários ao desenvolvimento do trabalho - como, por exemplo, os aparelhos, a
estrutura física, os procedimentos técnicos, os folhetos educativos, os conhecimentos
estruturados acerca da epidemiologia, planejamento em saúde e outros -, quanto de
tecnologias que envolvem as relações entre os sujeitos no processo de assistência, que dizem
respeito à escuta, ao atendimento humanizado, ao vínculo e ao respeito pelo outro, enquanto
alguém que porta uma dificuldade, um problema ou uma necessidade qualquer.
O trabalhador estará inserido em um contexto, executando seu trabalho em dada estruturação
determinada pelo serviço, mas pode encontrar, nesse fazer, linhas de escape para dar outro
desenho ao trajeto de solução do problema que não aquele tradicionalmente previsto para os
casos "em geral". Aqui está a chave dessas relações.
Os elementos mais fixos do trabalho - como as placas, os folhetos, as regras, as rotinas, as
orientações e o próprio conhecimento - têm que ser levados em conta, pois são necessários à
estruturação da relação de atendimento, mas o que se destaca é a forma como se os utiliza,
representando preocupação para com o usuário. Para exemplificar, quando se trata da
sinalização da unidade de saúde, informa-se a localização das salas e setores de atendimento
por meio de placas, cartazes, painéis informativos e outros. Desde a entrada, tais indicações
não são destacadas de maneira suficiente, as placas são pouco evidentes e os setores, em
muitas situações, ficam sem ninguém para informar. Não se está dizendo que toda a
sinalização do local deva ser mudada, mas, sim, que o serviço como um todo, através de seus
trabalhadores, deva considerar a sinalização tal como se encontra e orientar os usuários
segundo suas necessidades, ficando assim atentos em identificar, dentre o conjunto de
usuários, aqueles que apresentam dificuldades, no momento, para localizar-se espacialmente
na unidade de saúde, seja por limitação de escolaridade, seja por dificuldades circunstanciais,
como dor, ansiedade, medo; este é um exercício constante da equidade e acessibilidade.
É essencial entender que, nas relações, os envolvidos são importantes um para o outro, pois
nelas um não existe sem o outro. Há necessidade desse respeito mútuo, no qual se abre a
disponibilidade de escuta, de destinar-se um espaço-tempo interno para a relação, em que se
pode acolher o outro em seu momento de dificuldade, que não é só biológica; muito pelo
contrário, a cada dia, outros fatores tornam-se preponderantes na determinação dos
sofrimentos humanos que os meramente envolvidos com as dores físicas. Esta disponibilidade
também deve abrir-se para o responsabilizar-se pela ação de saúde, pelo cuidar, por aumentar
o coeficiente de autonomia do usuário (Campos, 1994).
O trabalho em saúde coletiva e em enfermagem precisa ser tomado de forma mais leve... como
nos propõe Calvino (1991), utilizando o mito de Perseu. Este, para decepar a cabeça da
Medusa sem se deixar petrificar, não volta jamais o olhar para a face da Górgona, mas apenas
para a imagem que vê refletida em seu escudo de bronze. Voa com sandálias aladas e se
sustenta no que há de mais leve, as nuvens e o vento...
Matumoto (1998) utiliza-se desta alegoria para pensar em dois aspectos do trabalho em saúde
que são extremamente pertinentes tanto para a saúde coletiva como para a enfermagem.
15
"1 - O trabalho em saúde não precisa ser condenado ao peso da dor, do sofrimento, das
carências. É preciso inventar cada um à sua maneira, formas como as de Perseu, de voar para
outros espaços de produção de ações de saúde.
2 - As ações em saúde requerem ser operadas através da leveza que pode ser obtida por
artefatos, como o escudo de Perseu. Olhar diretamente para os problemas pode nos petrificar,
não permitindo que alcancemos seu âmago. Necessitamos meios para não nos
transformarmos em pedras e que podem nos possibilitar formas de efetivar a equidade,
acessibilidade e integralidade da assistência. O desafio está posto: abrirmo-nos enquanto
enfermagem e saúde coletiva, assumindo nosso lugar social como sujeitos da ação para uma
nova prática de relações, incluindo tecnologias tais como o vínculo, o acolhimento, a
autonomização, o estar disponível para as relações. Correr o risco de voar e descobrir novos
horizontes.

16
10. CONSIDERAÇÕES FINAIS (CONCLUSÃO)

11. ANEXOS

1- FOTOS LABORATÓRIOS EM SALA DE AULA MÓDULO II


17
2- FOTOS ESTÁGIO DE PRÁTICA EM PSFs MÓDULO II

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

18
(COLOCAR NO MÍNIMO 3 REFERÊNCIAS)

19

1
                                  INSTITUTO DE EDUCAÇÃO MORIÁ
CURSO TÉCNICO EM ENFERMAGEM 
NOME DO ALUNO
RELATÓRIO DE ESTÁG
2
                                  INSTITUTO DE EDUCAÇÃO MORIÁ
CURSO TÉCNICO EM ENFERMAGEM 
NOME DO ALUNO
                 R
3
1.INTRODUÇÃO...............................................................................................................
4
Este Relatório apresenta nossa experiência de ESTÁGIO DE PRÁTICA no PSF.........,
realizado no período de .................
5
 Dedico este relatório primeiramente a Deus por ter me conduzido, dedico
também aos meus familiares pela força pelo incenti
6
3- REGISTRO DA EXPERIÊNCIA NO ESTÁGIO PSF
7
4. PROCESSO DE TRABALHO EM SAÚDE COLETIVA
Atenção à saúde coletiva, e um conjunto de ações de caráter individual e coletivo
8
intoxicações decorrentes da exposição. Disponibilidade e adequação dos EPI´s, incluindo luvas,
protetores oculares ou facia
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5- SAÚDE DO IDOSO  
     Envelhecer e uma fase final a qual todos nós iremos passar, e definido por três 
fatores: genética
10
Derme ou corio e uma das camadas da pele, formada por tecido conjuntivo e 
localizada abaixo da epiderme e acima da hipode

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