Centro Universitário de Patos de Minas APOSTILA DE FÍSICA EXPERIMENTAL 1

Dijalma Tosta de Oliveira Geraldo Magela Crispim Batista João Batista de Oliveira Renata Nepomuceno da Cunha

TEORIA DOS ERROS

“Sempre afirmo que se você puder medir aquilo de que estiver falando e conseguir expressa-lo em números, você conhece alguma coisa sobre o assunto; mas quando você não pode expressa-lo em números, seu conhecimento é pobre e insatisfatório...” Lord Kelvin 1. Medidas e Erros O aspecto mais importante da Física, Química, Engenharias, assim como outras disciplinas experimentais, é que elas são quantitativas, isto é, suas teorias fundamentam-se em valores médios observados, também chamados medidas. Medir uma grandeza física significa comparar esta grandeza com uma outra grandeza do mesmo tipo escolhida como termo de comparação ou unidade. A medida de muitas grandezas é expressa por um valor numérico seguido de uma unidade, como: 307 cm, 11 volts, 5,6 Kg, etc. Estas grandezas chamam-se dimensionais. Outras medidas constam apenas de um valor numérico sem unidade: o índice de refração de um vidro, a densidade relativa de certo tipo de madeira.. Nestes casos as grandezas são ditas adimensionais. Quando se repete várias vezes a medição de uma grandeza, na maioria das vezes os sucessivos resultados não coincidem. Os novos valores da grandeza podem diferir muito pouco do valor inicial, mas dificilmente se consegue uma série de valores idênticos. As causas destas flutuações chamam-se erros. Os erros podem ser classificados em dois grandes grupos:

Erros sistemáticos – São devidos ao pr6prio aparelho de medição, ao método de medida ou até mesmo ao operador. Os erros deste tipo são freqüentemente muito difíceis de descobrir;

Erros

estatísticos

ou

aleatórios

Quando

são

corrigidos

os

erros

sistemáticos, verifica-se que as sucessivas medidas de uma mesma grandeza são discordantes. Os erros aleatórios são os responsáveis por essa flutuação de valor. Eles devidos a vários fatores incontroláveis, cada um muito pequeno para ser individualizado, mas que em conjunto produzem efeitos sensíveis, e as medidas refletirão isto pela discordância entre os valores obtidos. 2. Valor mais Provável e Precisão Sendo diferentes as sucessivas medidas de uma mesma grandeza, perguntamos: com qual valor devemos trabalhar? A resposta é que devemos trabalhar com o valor mais provável ou o melhor valor da grandeza, que é definido como a média aritmética das medidas realizadas. Considerando x1, x2, ... xN, as N medidas realizadas para uma mesma grandeza, seu valor mais provável é portanto definido por:

x=

1 N (1) ¥x j x j=1

Além disso, podemos estabelecer a incerteza do valor mais provável. Para isto, calculase o erro absoluto (também chamados desvio padrão ou incerteza absoluta) das medidas, que são as diferenças algébricas entre a média aritmética e as medidas:

∆x1 = x - x1 , ∆x 2 = x - x 2 ,......, ∆x n = x - x n

(2)

A seguir, somamos os módulos destes erros e calculamos sua média, obtendo o erro ou incerteza absoluta média:

∆x =

1 n ∑ ∆x j n j=1

(3)

O erro absoluto médio é um valor positivo expresso na mesma unidade da grandeza a que se refere. A informação que é transmitida pelo erro médio é que o valor da grandeza, sempre desconhecido, está situado no intervalo: (x

± ∆x )

(4)

Para avaliarmos o peso relativo do erro médio em uma dada medida, utilizamos o erro ou incerteza relativa, que é o quociente do erro médio pela própria média aritmética:

∆x r =

∆x x

(5)

A precisão de uma medida é expressa pelo erro relativo: quanto menor este erro, maior a precisão, e vice-versa. Consideramos um exemplo. Abaixo estão seis medidas da massa de um corpo (em gramas): 13,62; 13,63; 13,64; 13,63; 13,60; 13,61. O valor mais provável da massa do corpo será:

m=

81,73 = 13,621 g 6

Com quantos algarismos devemos escrever esta média? A resposta será dada pelo erro médio, uma vez que este exprime a incerteza do valor provável. Calculando os desvios das medidas, ∆xj, obtemos: + 0,001; - 0,009; - 0,019; - 0,009; + 0,021; + 0,011. Assim,

∆x =

0,70 = 0,0118 6

Isto é, a incerteza da média aritmética está situada na segunda casa decimal (casa dos centésimos). Portanto, é inútil manter tanto no erro médio como no valor médio,

algarismos que estão situados além da casa dos centésimos. O valor final para a massa do corpo será escrito como: m = (13,62 ± 0,01) g O erro relativo da medida acima será:

∆mr =

0,01 = 0,0007 = 0,07 % 13,62

Se tivéssemos adotado desde o início a média aritmética como 13,62, calculando os erros com este valor, chegaríamos ao mesmo resultado. Sempre que calcular o valor médio, leve a operação até uma casa decimal além das que existam nas medidas, apenas para saber como arredondar: se o algarismo desta casa decimal for maior ou igual a 5 abandone-o depois de aumentar de 1 o anterior; se for menor que 5 desprezeo sem alterar o procedente. Quando há um valor aceito como a melhor medida (valor tabelado VT), valor exato para uma quantidade física, pode-se determinar o Erro Percentual E% para um valor experimental (VEX) como:

E%=
3. Precisão e Acurácia

VT − VEX VT

x 100

(6)

Precisão e acurácia são dois conceitos distintos, embora causem alguma confusão. Dizemos que uma série de medidas é precisa, quando cada valor individual praticamente reproduz a média dessas medidas. Neste caso, todas as medidas são muito próximas umas das outras. Quando todas essas medidas são muito próximas do valor considerado verdadeiro ou exato, dizemos que existe acurácia nas medidas. Portanto, a acurácia está relacionada com a reprodução do valor aceito como a melhor medida, realizada pelo melhor experimentador, com os melhores instrumentos e nas melhores condições de experimentação. Considere as seguintes séries de medidas da aceleração da gravidade na cidade de Uberlândia, onde o seu valor vale 9,785 m/s2:

Série A Medida Valor (m/s2) 1 13,50 2 8,302 3 10,79 4 9,002 5 7,946

Série B Medida Valor (m/s2) 1 11,354 2 11,353 3 11,350 4 11,351 5 11,354

Série C Medida Valor (m/s2) 1 9,786 2 9,787 3 9,785 4 9,788 5 9,787

Princípio da Homogeneidade Dimensional Uma equação matemática. cujos parâmetros ou termos da equação representam grandezas físicas. Unidades de Comprimento: como padrão de unidade de comprimento o SI adota o metro (m). hectômetro: hm e decâmetro: dam) e submúltiplos (decímetro: dm. sem ser acurada.Podemos notar que a série A não é nem precisa. 1 km = 10 3 m 1 hm = 10 2 m 1dam = 10 1 m 1 dm = 10 – 1 m 1 cm = 10 – 2 m 1 mm = 10 – 3 m Unidades de tempo: para o SI a unidade padrão de tempo é o segundo. Unidades de massa: o SI adota o quilograma com unidade padrão de massa. e cada valor. pois cada valor difere muito um do outro e também da média das medidas. Nós focaremos nossa atenção no segundo sistema. no entanto. diferem muito do valor aceito 9. Isto significa que um membro da equação deve ter a mesma dimensão do outro membro. contém medidas precisas e acuradas. Temos como múltiplos mais comuns o minuto (1 min = 60 s) e a hora (1 h = 3600 s). não só trabalhos científicos bem como pela população em geral. Há hoje dois grandes sistemas de unidades bastante usados pela comunidade científica mundial: o “Sistema Inglês” e o “Sistema Internacional de Unidades de Medida (SI)”. Suponha uma equação da forma: A=B . porém sem acurácia (a média. A série C. Porém uma série de medidas acuradas sempre será precisa. deve ser dimensionalmente homogênea. pé. centímetro: cm e milímetro: mm). uma série de medidas pode ser precisa. do sistema métrico decimal. Já a série B apresenta-se precisa (cada valor individual é muito próximo da média 11. Assim.785 m/s2). 4. Sistema Internacional de Unidades de Medida Atualmente o SI é aceito universalmente e mesmo nos países de língua inglesa (onde até hoje as unidades libra. polegada.352m/s2). são usadas) tem sido feito um grande esforço para a sua adoção. Sistemas de Unidades de Medida Um sistema de unidades de medida define a unidade de medida para as grandezas físicas padrões. nem acurada. Naturalmente é importante saber relacionar o metro com seus múltiplos (quilômetro: km.

602 x 10 – 19 C.000.t] = (m/s). 8 e 9 é 10 1 . [v. Dividir um número por uma potência de dez é equivalente a deslocar a virgula para a esquerda um número de casas igual ao expoente da potência. que no SI será o metro. Algarismos Significativos Para melhor conhecer uma grandeza e interpretar o fenômeno afetado por ela a Física recorre a medidas. 6. Os algarismos que compõem a medida e que são lidos diretamente no aparelho usado para . 2 Membro   r0. ou com números muito pequenos. 3 e 4 é 10 0 e a OG de 5. Muitas vezes ao estudar Física trabalhamos como números muito grandes. O número de algarismos com os quais escrevemos essas medidas dependem fundamentalmente da precisão dos aparelhos usadas para fazê-las.000. Uma potência de dez tem a forma geral: C x 10 N. sendo 1 ≤ C < 10 o coeficiente da potência e N seu expoente.s = m: dimensão de comprimento.000. Representam tais valores em forma de potência de dez torna mais humano tanto a escrita quanto os cálculos que usam estes valores como parâmetros. Assim os valores da massa da Lua e da carga do elétron pedem ser representados em notação científica.400. Ordem de Grandeza de um de um número A ordem de grandeza (OG) de um número é a potência de dez “mais próxima” desse número.t 1 Membro  0 0 r tem dimensão de comprimento. como por exemplo a massa da Lua (73. Como exemplo.000. Você deve se lembrar que multiplicar um número por uma potência de dez é equivalente a deslocar a virgula para a direita um número de casas igual ao expoente da potência.Onde A e B representam quantidades físicas quaisquer. 7. por 7. 5. Neste caso. consideremos a equação horária da posição do movimento uniforme: r = r0 + v. se este for positivo. 1. 6. tem dimensão de comprimento. 2. Notação Científica: Potência de Dez e Ordem de Grandeza. se este for positivo. A deve ter necessariamente a mesma dimensão de B. respectivamente. posição inicial. como por exemplo a carga do elétron (0. Devemos lembrar que a OG de 0.000 kg).0000000000000000001602 C).34 x 10 22 kg e 1.000.

Com relação aos zeros que aparecem à esquerda e à direita há duas regras importantes: Zeros à esquerda do primeiro algarismo significativo não nulo não constituem algarismos significativos Zeros à direita do primeiro algarismo significativo não nulo constituem algarismos significativos. está na casa do centímetro. já que não temos certeza absoluta do seu valor. muitas vezes é possível avaliar (estimar) o próximo algarismo embora ele não esteja sendo mostrado pelo aparelho. Outra observação importante: Potências de dez não constituem algarismos significativos. Operações com Algarismos Significativos Adição e Subtração Na adição e na subtração envolvendo AS devemos escrever o resultado da operação com o mesmo de casas decimais que aparecem na parcela “mais pobre” em algarismos significativos. Portanto. Assim. Multiplicação e Divisão Na multiplicação e na divisão envolvendo AS devemos escrever o resultado da operação com o mesmo de casas decimais que aparecem na parcela . Logo a régua usada foi subdividida em centímetros. Exemplo Suponha que alguém lhe forneça a seguinte medida do comprimento L de uma barra: L = 3. desde que não sejam frutos de uma transformação de unidade de medida. Contudo. supondo que leitura tenha sido feita corretamente? Solução Observe que o último número que aparece na medida (o 2) é o algarismo avaliado (duvidoso) e está no caso do milímetro.realizá-la são chamados de algarismos corretos. os algarismos corretos mais um avaliado (duvidoso) constituem os algarismos significativos de uma medida.472 m Qual seria então a menor unidade de comprimento que está dividida a régua usada para medir o comprimento da barra. Este último algarismo é chamado de duvidoso. o 7 que corresponde ao último algarismo correto.

Introdução ao Laboratório de Física. K. Regressão Linear Quando a distribuição de pontos experimentais sugere uma reta. DOMINGUES. Imprensa UFOP. podendo se tolerar até uma casa decimal a mais. Introdução à Física Experimental. 1993.“mais pobre” em algarismos significativos. podemos encontrar os coeficientes da reta por um conjunto de equação apropriado. 2001. Imprensa Universitária UFU. Y = A + BX j = nA + B ∑X j j Y j = A∑X j + B ∑X 2 j n = número de pontos experimentais. Ouro Preto. N. D. E. Uberlândia. . O método é chamado de Regressão Linear: ∑Y ∑X onde. Bibliografia TAKAHASHI.

Este tamanho aparente depende da distância d que a régua está dos olhos (ver figura abaixo). utilizando uma das seguintes como padrão de medida: o pé. Compare sua avaliação com a de seus colegas. Revisão teórica • • • 4. Objetivos Avaliar medidas de grandes distâncias e o tempo de reação dos indivíduos. 1 trena de 20 m 3. o tempo e distância? Em que esses padrões se baseiam? Qual a origem da fita métrica? Procedimento experimental A. B. Para isto. ou o palmo. b) o tamanho de sua caneta. A proporcionalidade de suas dimensões é: . Defina o que são padrões de medidas Quais são os padrões de medidas adotados atualmente para a massa.TEMPO DE REAÇÃO 1. Compare os resultados obtidos com o de seus colegas Sem usar uma régua e tomando como padrão de medida o metro ou o centímetro. avalie os seguintes comprimentos: a) a espessura de um caderno.EXPERIMENTO 1: MEDIDAS INDIRETAS . Através do ângulo de visão formam-se dois triângulos semelhantes. o cúbito. Material necessário 1 régua milimetrada. Medidas de grandes distâncias Podemos medir o tamanho (A) de um objeto distante se soubermos a distância dele até nós. utilizamos uma régua colocada verticalmente a uma certa distância do olho d (com os braços esticados) e medimos o seu “tamanho aparente” (a). 2. c) o comprimento da sala de aula. Avaliando distâncias Meça o comprimento e a largura da bancada.

O uso da régua se justifica porque ela permite medir o quanto o objeto andou. recomendamos o uso de uma régua de 30cm ou maior. diretamente na sua escala. doença. profissão etc). Tome o cuidado de escolher um objeto que se localize numa superfície plana. como goleiro de futebol. A idéia é medir o tempo que uma pessoa leva para perceber que um objeto está caindo e reagir a isso fechando a mão para interromper a queda do objeto. mantendo o braço bem esticado.Se três dessas distâncias forem conhecidas. estabeleça e registre uma hipótese sobre o tempo de reação de uma pessoa. A régua utilizada no experimento deve ser longa o suficiente para que um dos membros da dupla possa pegála. é possível calcular a quarta. Ele deve estender o braço dominante (o braço direito. O tempo de reação será determinado a partir do quanto o objeto andou. Coloque a régua entre seus olhos e o objeto a ser medido. Em um determinado instante. Meça o tamanho aparente a do objeto e das distâncias d e D. O tempo de reação humana pode ser entendido como o tempo necessário para que uma pessoa perceba e reaja a algum estímulo externo. etc. sem avisar. Registre os valores numa tabela. O braço e o pulso devem estar apoiados na bancada. Tempo de Reação Antes de realizar a tarefa. o primeiro experimentador solta o objeto e o segundo deve fechar os dedos para segurá-la. antes de iniciar a tomada de dados. deixando sua extremidade inferior exatamente entre os dedos (abertos) do outro experimentador. escolha um colega para realizar o experimento com você. Por isso. 1. C. idade. Escolha o objeto cuja altura você deseja medir. cujo tempo de reação será medido.determine o valor da altura A do objeto. como descrito acima. Este experimento consiste em medir o tempo de reação humana. Para realizar a tarefa. Treinem o procedimento de apanhar a régua pelo menos cinco vezes. A atividade deve ser realizada em duplas. é a distância entre o observador e o objeto a ser medido. Lembre-se: d é a distância da régua até seu rosto (mantenha o braço esticado) e D. d e D) e usando a eq. A obtenção do tempo a partir dessa distância (para saber o tempo de . É claro que se trata de um experimento simples que não fornece um resultado muito preciso. Segure a régua diante de seus olhos. Faça uma lista das possíveis variáveis que podem afetar esse tempo de reação (por exemplo: falta de sono. porém ele permite ter uma idéia de quanto é esse tempo. um dos experimentadores deve segurar o objeto pela extremidade superior. se for canhoto) como se fosse apanhar alguma coisa. Isto é muito importante para o sucesso em atividades que exigem respostas rápidas. se for destro. piloto de corrida. desde o momento em que foi largado pelo experimentador até o instante em que a pessoa fechou os dedos e o segurou. ou o braço esquerdo. De posse desses três valores (a. Use a trena para determinar D.

para ter resultados mais confiáveis.8m/s2). portanto. Neste caso. A distância que o objeto "caiu" é. Esta forma de medir o tempo de reação mede na verdade o tempo de reação a um estimulo visual (porque a pessoa percebe visualmente que o objeto foi largado). A velocidade inicial do corpo (v0 ) é zero porque o experimentador apenas soltou o objeto.Também é possível medir o tempo de reação a um estimulo sonoro com o mesmo experimento. . Colocando estas informações na eq.reação). bastando para isso falar "JÁ" no instante em que se solta o objeto. 2. Mudem as posições dos experimentadores (quem soltou a régua passa a ser o apanhador) e verifique se isto também influencia o resultado. S é a posição do corpo no tempo t e S0 a posição inicial do corpo. Apresente os resultados na forma de um relatório. a aceleração (a) que o objeto tem durante a queda é igual à aceleração da gravidade (aproximadamente igual a 9. erá feita partindo-se da equação horária da posição de um movimento uniformemente variado (que é o que ocorre com o objeto durante a queda): onde. recomenda-se repetir a medida do tempo de reação de cada pessoa diversas vezes. Novamente. _S = S – So. Meçam o tempo de reação de diversas pessoas para ver qual delas tem reação mais rápida. podemos chegar na expressão que permite calcular o tempo que é: Repitam o procedimento diversas vezes (cerca de dez vezes) com a mesma pessoa para ter uma idéia da imprecisão (dispersão) dos valores de tempo de reação medidos desta forma. e portanto. há diferença se a pessoa estiver de olhos abertos ou fechados? E se estiver olhando para outro lado? Por que? Qual destes tempos de reação é menor? (recomendase repetir a experiência com as mesmas pessoas diversas vezes em cada caso para ter uma conclusão mais confiável). O que faz o objeto cair é a ação da gravidade.

ALGARISMOS SIGNIFICATIVOS 1. béquer.EXPERIMENTO 2: MEDIDAS E ERROS. água. óleo. a incerteza absoluta. Estudar a “Teoria dos Erros” nas medidas diretas e indiretas e aplicá-la na medida de comprimentos e no cálculo de áreas e volumes. na medida de massa e no cálculo de densidades. o micrômetro e a balança. Qual a maneira correta de se escrever um resultado originado de um conjunto de medidas? O que se entende por fundo de escala e por precisão de um aparelho de medida? 4. Objetivos • Aprender a usar corretamente: a régua. a incerteza média. Revisão Teórica • • Como definimos a densidade volumétrica uma dada substância homogênea? Quais são os tipos de erros mais comuns que cometemos ao realizar uma medida? • • • • • • • • Qual a equação que define o valor mais provável de uma medida. Usando as réguas Anote o fundo de escala das réguas bem como suas precisões a) Escolha 3 blocos de materiais diferentes (identifique-os de alguma forma) e meça suas arestas com a régua centimetrada e com a régua milimetrada. cronômetro. balança analógica. Material Necessário Blocos de madeira ou metal (material identificado). . o cronômetro. réguas milimetradas (ou trena) e centimetradas. e a incerteza relativa? O que se entende por desvio padrão e qual sua importância? O que se entende por média simples? E por média ponderada? Qual a equação que nos permite calcular o erro experimental cometido numa dada medida? Defina algarismos significativos. micrômetro e metrômetro. Faça a média de um conjunto de no mínimo 5 medidas. 3. Anote os valores numa tabela (SUGESTÃO: Cada membro do grupo deve fazer a medida sem a influência dos demais membros do grupo). • Aplicar o conceito de “Algarismos Significativos” na escrita de medidas e cálculos. Procedimento Experimental A. 2.

Faça a média de um conjunto de no mínimo 5 medidas. Escreva os valores dos períodos levando em consideração a Teoria dos Erros. D. Registre os valores obtidos numa tabela. Escreva os valores das áreas levando em consideração a Teoria dos Erros. C. calculando o erro experimental. c) Compare os valores obtidos em (b) com os valores tabelados para cada material. meça a massa de um. c) Determine o volume dos blocos (atenção com os algarismos significativos). b) Calcule a densidade do material que constitui cada bloco. Registre os valores obtidos numa tabela. Faça a média de um conjunto de no mínimo 5 medidas. Escreva os valores das densidades levando em consideração a Teoria dos Erros. e) Repita o item (d) substituindo a água pelo óleo. Faça a média de um conjunto de no mínimo 5 medidas (atenção com os algarismos significativos). Calcule o erro cometido na medida. . b) Calcule o raio do rio de cabelo. d) Meça agora uma massa de água e seu volume correspondente. Escreva os valores dos volumes levando em consideração a Teoria dos Erros. Escreva os valores das massas levando em consideração a Teoria dos Erros. Usando o micrômetro Anote o fundo de escala da balança bem como sua precisão a) Peça a uma voluntária ou voluntário a doação de um fio de cabelo. Registre os valores obtidos numa tabela. (atenção com os algarismos significativos). usando os mesmos procedimentos adotados para os blocos. Usando o cronômetro Anote a precisão do cronômetro O grupo deve escolher uma posição para o metrômetro. Usando a balança Anote o fundo de escala da balança bem como sua precisão a) Usando os mesmos blocos do item anterior. Cada membro do grupo deve medir o período de oscilação. c) Calcule o valor da área transversal do fio de cabelo. Determine o valor da densidade da água e compare com o valor tabelado. (atenção com os algarismos significativos). Registre os valores obtidos numa tabela. B.b) Determine as áreas de cada lado dos blocos (atenção com os algarismos significativos). Meça o seu diâmetro. Registre os valores obtidos numa tabela. Anote os valores numa tabela (SUGESTÂO: Cada membro do grupo deve fazer a medida sem a influência dos demais membros do grupo).

Procure fazer referência à Revisão Teórica do item 3 e os resultados experimentais obtidos. Questões Escreva de maneira objetiva uma breve conclusão da Experiência. .5.

Procedimento Experimental 1. Registre numa 2. Construa um gráfico d x t com os dados coletados. A partir desta referência marque mais cinco valores. 4. Qual a equação que nos permitem a posição de um móvel em MRU? Quais os aspectos dos gráficos posição x tempo (r x t) e velocidade x tempo • • • (v x t) no MRU? Qual o significado físico da área no gráfico v x t? O que se entende por velocidade instantânea e velocidade média? • 4. . Desenhar gráficos.6 usando os outros tubos Distância (m) Tempo (s) Velocidade (m/s) Anote na tabela. tubo de vidro com óleo e esferas. Pegue um tubo com água e marque nele uma posição de referência (origem). O que você entende por movimento retilíneo? Dê exemplos. 2. Anote para cada ponto o tempo gasto para percorrer as distâncias correspondentes. Use papel milimetrado. Construa um gráfico v x t com os dados coletados.Objetivos • • • Conceituar movimento retilíneo uniforme. 3. tabela. 7. Use papel milimetrado. 6. Material Necessário Tubo (~ 80 cm de comprimento) fechado. Determine a equação horária correspondente ao movimento. Repita a experiência usando agora o tubo de vidro com óleo. Ordem 1 8. Revisão Teórica • • • O que você entende por movimento uniforme? Dê exemplos. 5.1 a 4. 3. Repita os procedimentos de 4. água. trena e cronômetro.EXPERIMENTO 3: MOVIMENTO RETILÍNEO E UNIFORME 1. Determine o valor da velocidade correspondente a cada ponto escolhido. Medir velocidades uniformes. Incline o tubo de forma a permitir que a bolha de ar comece a se deslocar passando pela origem escolhida.

cronômetro.5. trilho de ar (kit Cidepe). arruelas. Determine o valor da velocidade correspondente a cada ponto escolhido. Registre numa tabela. Escolha uma arruela e abandone-a do topo da haste. Repita o procedimento 5 vezes. Alinhe o trilho numa das bancadas. 5. 4. Meça algumas posições ao longo da haste. Repita o procedimento 4. Procedimento Experimental PARTE 1: HASTE ROSQUEADA 1. Determine a equação horária correspondente ao movimento. Use papel milimetrado. 3. Construa um gráfico d x t com os dados coletados. Ordem 1 Distância (m) Tempo (s) Velocidade (m/s) PARTE 2: TRILHO DE AR (Todos os grupos registrarão as medidas) 1. 2. 2.Objetivos • • Conceituar movimento retilíneo uniforme.1 usando outra arruela de tamanho diferente. Anote na tabela. trena. Revisão Teórica • • • O que você entende por movimento uniforme? Dê exemplos. 3. Monte a haste rosqueada na posição vertical. Qual a equação que nos permitem determinar a posição de um móvel em MRU? Quais os aspectos gerais dos gráficos posição x tempo (r x t) e velocidade x tempo (v x t) no MRU? • • Qual o significado físico da área no gráfico v x t? O que se entende por velocidade instantânea e velocidade média? • 4. O que você entende por movimento retilíneo? Dê exemplos. Material Necessário Haste rosqueada. Escolha algumas posições ao longo do trilho. EXPERIMENTO 4: MOVIMENTO RETILÍNEO E UNIFORME 1. Meça o tempo de queda ao passar pelas posições escolhidas. Use papel milimetrado. Medir velocidades uniformes. Coloque o carrinho no trilho e coloque-o em movimento de maneira que possa . Questões Apresente as conclusões da experiência. Construa um gráfico v x t com os dados coletados.

200 g. Na segunda parte. Você percebeu alguma mudança na velocidade ao se acrescentar “pesos” no carrinho? Comente. Apresente as conclusões da experiência. 2.1 acrescentando massas de 100 g. Apresente as conclusões da experiência. Construa um gráfico d x t com os dados coletados. você observou movimento uniforme? Justifique. Anote na tabela. 5. Registre numa tabela. Use papel milimetrado. Na primeira parte. 5. Use papel milimetrado. . 4. Repita o procedimento 5 vezes. 3. 6. Determine o valor da velocidade correspondente a cada ponto escolhido. 3. Determine a equação horária correspondente ao movimento. Construa um gráfico v x t com os dados coletados. Repita o procedimento 4. 2.repetir o procedimento. Questões 1. você observou movimento uniforme? Justifique. 5. 300 g e 400 g ao carrinho sucessivamente. 4. Você percebeu alguma mudança na velocidade ao se trocar as arruelas? Comente. Meça o tempo ao passar pelas posições escolhidas.

Determine o valor da aceleração da esfera. Revisão Teórica • Na expressão “movimento retilíneo uniformemente variado” identifique cada termo. Construa uma tabela com os valores coletados. . 3. Material Necessário Calha de alumínio. por exemplo) numa das extremidades da calha. Repita os procedimentos para diferentes ângulos de inclinação. Procedimento Experimental Primeira Parte: Calha de Alumínio 1. Solte a esfera do ponto mais alto e meça tempos e a distâncias percorridas correspondentes. 2. 4. trilho de ar (kit Cidepe). transferidor. Coloque um calço (um livro.EXPERIMENTO 5: MOVIMENTO RETILÍNEO UNIFORMEMENTE VARIADO 1. cola de papel. • O que se entende por “equação horária da posição” e qual a que corresponde ao MRUV? • • • • Quais os aspectos gerais dos gráficos aceleração x tempo. Marque um ponto de referência (origem). 5. fita de papel (do tamanho do tubo). cronômetro. esfera metálica (~ 2 cm de diâmetro). Objetivo Estudar o movimento retilíneo uniformemente variado 2. de maneira a forma um plano inclinado. caneta. 3. gominhas de dinheiro. velocidade x tempo e posição x tempo no MRUV? O que representa fisicamente a área no gráfico aceleração x tempo? O que se entende por aceleração média e aceleração instantânea? Quais as definições geométricas da velocidade e da aceleração de um móvel? 4.

5. Construa um gráfico posição x tempo com os dados coletados (use papel milimetrado).78 m/s2. 4. 3. Ligue o ar e meça o tempo de queda do carrinho para 05 distâncias préestabelecidas. 4. Construa um gráfico aceleração x tempo com os dados coletados (use papel milimetrado). Determine o valor da área no gráfico velocidade x tempo e compare com a distância percorrida pela esfera ao descer a calha. 10. 3. Determine o valor da aceleração da gravidade para cada medida da aceleração a e calcule o erro experimental. Os aspectos gerais dos gráficos obtidos estão de acordo com aqueles previstos teoricamente? 9. 2. 8.Segunda Parte:Trilho de Ar 1. Ordem 1 5. Determine a equação horária da posição correspondente ao movimento. Mude o ângulo e repita as medidas. 5. Escreva uma conclusão objetiva da experiência. Determine o valor da aceleração do carrinho. Adote g = 9. Construa um gráfico velocidade x tempo com os dados coletados (use papel milimetrado). Determine a equação horária da velocidade correspondente. 7. Incline o trilho num dado ângulo (pequeno). 6. Qual a relação entre o ângulo de inclinação da calha e o valor da aceleração adquirida pela esfera? Que conclusão você pode tirar deste resultado? 2. Adote g = 9. . Determine o valor da aceleração da gravidade e calcule o erro experimental.78 m/s2. Questões Distância (m) Tempo (s) Aceleração (m/s2) 1.

O que se entende por “pêndulo simples?” 2. Questões 1. b) Repita o procedimento para no mínimo 5 pêndulos. Registre numa tabela o valor do período médio. isto é. Objetivos Medir o valor da aceleração da gravidade terrestre e comparar com o valor apresentado na literatura. O que se entende por “queda livre?” 4. Procedimento Experimental a) Monte um pêndulo simples conforme definição. 2. Divida o tempo obtido por 10 e registre o resultado numa tabela. Qual o valor médio que você obteve para o valor da aceleração da gravidade na Terra? 2. Faça um gráfico em papel milimetrado T2 x L? O que representa fisicamente a inclinação da reta neste gráfico? . Coloque o pêndulo para oscilar (com pequena amplitude) e meça o tempo de 10 oscilações. Material Necessário Cronômetro. Revisão Teórica 1.EXPERIMENTO 6: MEDIDA DO VALOR DE G (ACELERAÇÃO DA GRAVIDADE) 1. Qual a equação usada para calcular o período do pêndulo simples para ângulos pequenos? 4. Complete a tabela: L (metro) 1 2 3 4 5 g médio 5. O que se entende por “aceleração da gravidade?” 5. Qual o erro percentual que você cometeu na sua medida? T (s) T2 (s2) g (m/s2) 3. mude o valor do comprimento do pêndulo (cada membro do grupo deve fazer pelo menos uma medida). 3. O que se entende por “período de oscilação de um pêndulo simples?” 3. pequenos pesos e régua. barbante.

Compare o valor obtido com o valor apresentado no item 5. .4.3 e determine o valor de g a partir do valor da inclinação. 5. Escreva de forma objetiva uma conclusão para a experiência. Calcule a inclinação do gráfico do item 5.1.

Revisão Teórica 1. 1. em seguida. Qual a equação que nos permite calcular o período de oscilação do pêndulo simples para pequenos ângulos? 4. 2. 5. régua milimetrada. Material Necessário Barbante fino. Importante: Para melhores resultados. Meça cerca de 2. 3. Com um cronômetro meça o período T. a posição de equilíbrio do pêndulo e. meça o intervalo de tempo t necessário para N oscilações. Acrescente mais 2 esferas. Qual a relação matemática entre o período de oscilação e a freqüência de oscilação? 4. com cuidado. Procedimento Experimental 1. esferas com gancho. Objetivo Usar o pêndulo simples como método alternativo para determinar o valor da aceleração da gravidade. 6. utilize de uma até três esferas. uma de cada vez. 3.00 m de fio (do ponto de sustentação até o centro da esfera) e pendure no suporte. .EXPERIMENTO 7: PÊNDULO SIMPLES: OUTRA MANEIRA PARA SE MEDIR O VALOR DE G. cronômetro. e obtenha o período a partir da média simples. Repita essa operação três vezes. Qual a diferença entre um pêndulo simples e um pêndulo físico? 2. 2. Defina “período de oscilação” e “freqüência de oscilação” de um pêndulo. Este será o valor da amplitude A de oscilação do pêndulo. Libere a esfera e deixe o sistema oscilar livremente. Localize. 4. afaste a esfera uns 10 cm horizontalmente da sua posição de equilíbrio. 3. na extremidade livre do pêndulo e repita os procedimentos anteriores. Repita esse procedimento para 5 valores de L e anote os resultados obtidos numa tabela (veja mais a frente uma sugestão de tabela). Para cada comprimento do fio. repetindo a medida do período três vezes.

g 2 M = . construa os gráficos T x L (período em função do comprimento do fio)..Questões 1.... Sugestão de Tabela A = 10 cm 1 Perído s T1 T2 T3 T T1 T2 T3 T T1 T2 T3 T L1 = cm L2 = cm L3 = cm L4 = cm L5 = cm M = . 6. por exemplo o Microsoft Excell e compare com os gráficos confeccionados manualmente. 2. 5... Se desejar.NÃO corte o fio. M2 e M3. g 3 M = .. Em vez disso. construa os gráficos no computador. O comprimento deve ser sempre medido desde o ponto de sustentação do fio até o centro da esfera 5.. Discuta os desvios encontrados entre os valores de g (valor obtido experimentalmente com o da literatura). utilizando. Objetivos ... Compare a medida da aceleração gravitacional obtida experimentalmente (aceleração determinada pela equação do período utilizando os dados experimentais) com o valor existente na literatura científica (dada por: g = 9.. 4... Há dependência? Justifique... na mesma escala. Apresente uma conclusão objetiva da experiência...78 m/s²) e determine o erro experimental. g EXPERIMENTO 8: PÊNDULO BIFILAR 1... A partir da tabela obtida.. para três massas pendulares: M1. Faça um gráfico de T2 x L em papel milimetrado? O que representa fisicamente a inclinação da reta neste gráfico? (Este procedimento consiste na linearização da curva) 3.. enrole-o até o comprimento desejado e vá soltando-o aos poucos.. 7.. Comente sobre a variação do período com a massa pendular..

d) Considere pelo menos outros quatro valores de separação entre os fios e determine o período para cada caso. sem alterar o comprimento deles e repita o procedimento acima. Anote os dados na tabela. d). Anote todos os valores obtidos na tabela. Revisão teórica: • • • O que se entende por “pêndulo bifilar?” L d L O que se entende por “período de oscilação de um pêndulo bifilar?” Qual a equação usada para calcular o período do pêndulo bifilar? 4. sem alterar a distância d entre eles e repita o procedimento acima. Meça o tempo de 10 oscilações completas. divida o intervalo de tempo obtido pelo número de oscilações. Procedimento experimental 4.Estudo da variação do período com o comprimento do fio.O que se pretende estudar é a variação do período com comprimento dos fios ( L ) e em seguida. Lembre-se que os dois fios devem ter sempre o mesmo comprimento b) Coloque o pêndulo para oscilar em torno de um eixo vertical imaginário.Estudo da variação do período com o a distância entre os fios. com a distância entre os fios ( d ). c) Mude a distância entre os fios. c) Coloque o pêndulo para oscilar em torno de um eixo vertical imaginário. Anote todos os valores obtidos na tabela. régua.2 . d) Mude o comprimento dos fios do pêndulo. A função que será estudada estudar é: T = f ( L. Questões . Determine o período de oscilação. fios. 4. 5. 3. a) Meça o a distância d entre os fios. 2. Meça o tempo de 10 oscilações completas. Anote os dados na tabela.1 . Os dois fios devem ter comprimentos iguais. Para obter o período. a) Faça a montagem mostrada na figura 1. Material necessário: barras. b) Meça o comprimento L dos fios. e) Considere pelo menos outros quatro valores de comprimento e determine o período para cada caso. tripés. cronômetro.

Que relação se pode estabelecer entre as grandezas T e L? E entre T e d? 6. Com os dados da tabela. em papel d 5. Com os dados da tabela. em papel 2. construa os gráficos T x L e T x milimetrado. Quais as unidades das inclinações? 1 . construa os gráficos T x d e T x milimetrado. 4. 3. as inclinações das retas.1. nos gráficos linearizados. Por que é preciso medir o tempo de um grande número de oscilações. Encontre. para calcular cada período? . L.

Procedimento Experimental 1. esfera metálica (~ 2 cm de diâmetro).4 5 vezes. com o tempo de queda da esfera. papel carbono e trena. 2. Questões 1. 4. Construa uma tabela com os valores coletados (Ver sugestão de tabela abaixo). Escreva uma conclusão objetiva sobre a experiência. 3. Revisão Teórica 1. . Segue a calha numa determinada altura. Material Necessário Calhas curvas (de PVC). Meça a altura escolhida e anote numa tabela. 6. Coloque o papel carbono no ponto onde a esfera toca o chão. Qual a equação que nos dá a posição vertical da partícula em qualquer instante? E qual que nos dá a posição horizontal? 3. Objetivo Estudar e avaliar o movimento oblíquo.EXPERIMENTO 9: LANÇAMENTO OBLÍQUO 1. 5. Qual o ângulo de lançamento que corresponde ao alcance horizontal máximo? 4. Defina movimento oblíquo. 2.3 e 4. Meça a distância horizontal entre o ponto onde a esfera abandona a calha e o ponto em que ela toca o chão. Solte novamente a esfera e meça o tempo de queda desta (tempo gasto entre o instante em que a esfera abandona a calha e toca o chão). 3. 5. Qual a relação entre o alcance horizontal e o ângulo de lançamento? 6. Qual o tipo de movimento do projétil na direção vertical? E na direção horizontal? 4. 2. Qual a equação que nos dá a componente vertical da velocidade da partícula qualquer instante? 5. 3. Repita a experiência para 3 alturas distintas. Calcule o alcance horizontal e compare com aquele medido experimentalmente? Calcule o tempo gasto para percorrer a distância horizontal e compare Determine em cada caso a velocidade de deslocamento horizontal. 7. Repita os procedimentos 4. cronômetro. 2. 4. Solte a esfera de uma determinada posição na calha.

. m T = 3 X = H = .........Sugestão de Tabela Altura 1 Tempo (s) Alcance Hor......... m T = 2 X = H = ....... m T = X = .. (m) H = .

Qual o valor que você espera que o dinamômetro da situação III irá marcar? Justifique sua resposta! . 2. • • Experimento: Antes de realizar o experimento proposto responda as Um objeto pode estar em repouso quando atua apenas uma força (não Pegue um dinamômetro e monte a situação I. uma roldana. monte a situação II.EXPERIMENTO 10: FORÇA COMO GRANDEZA VETORIAL Objetivos: Avaliar as forças aplicadas em objetos bem como seus efeitos 1. Qual o equipamento usado em medições de força? Qual o princípio de funcionamento desse equipamento? 3. 4 massas de 100g. Material necessário 1 Dinamômetro. 2 cordões. O que se entende sobre força? 2. 2 roldanas. Procedimento experimental 1ª Parte: Experimentos sobre Tensão 1. responda: 1. dinamômetr o Situação I Situação II Situação III a) Qual o valor marcado no dinamômetro na situação I ? b) E na situação II ? Antes de realizar o experimento da situação iii. O que se entende por equilíbrio estático de forças? 3. Depois. com o auxílio de seguintes questões: nula) sobre ele? Justifique. Revisão teórica 1.

qual o valor da força que você espera em cada dinamômetro? Faça a experiência e verifique. comprimir ou deformar um corpo? Justifique sua resposta. Imagine a montagem deste experimento com as roldanas muito afastadas entre si e 3 massas de um lado e 2 do outro. 3 . fig. III fig. Quantas forças são necessárias para esticar.2. II fig. I fig. um fio. Pegue um dinamômetro. 5. 2. . Retire um dos lados do cordão e segure com a mão enquanto o outro lado continua preso ao dinamômetro (figura II). Meça também os módulos das forças indicadas nos dinamômetros. Qual seria a leitura fornecida pelo dinamômetro? (despreze os efeitos do atrito e das massas do dinamômetro e dos cordões) 2ª Parte: Forças e Dinamômetros Procedimento 1. O valor marcado no dinamômetro da situação III confirma sua expectativa? Explique. 2. Você esperava esta mudança? 6. Meça o ângulo entre os dinamômetros da questão anterior e anote-o.Questões 1. uma roldana e 4 massas e faça a montagem ilustrada na figura I. Descreva o que aconteceria. Quanto marca o dinamômetro agora? Explique o fato observado. Qual o valor marcado no dinamômetro na situação I? 3. Incline agora os dinamômetros como na situação mostrada na figura IV e observe o que acontece com o valor marcado neles. Na situação ilustrada na figura III. IV 4.

Substitua o cordão e a roldana por outro cordão com um pequeno laço no meio onde serão penduradas as 4 massas e continue com os dois dinamômetros. Na situação ilustrada na figura III. Verifique agora se é possível os dinamômetros indicarem simultaneamente: a) 2. Agora você vai poder ter inclinações diferentes para cala lado do cordão e consequentemente com os dinamômetros indicando forças diferentes um do outro. Quanto marca o dinamômetro quando se faz o procedimento 4? Explique o fato observado.0 N e o outro 1. fazendo a soma vetorial pelo método do paralelogramo. Na questão anterior. especificando a escala. agora. especificando a escala.0 N e o outro 3. 10.7.0 N e) 5.0 N d) 0 N e o outro 5.0 N 11. Questões 1. sem alterar os ângulos. os três vetores força com a mesma origem. já que o peso pendurado neles é sempre o mesmo. O valor obtido está de acordo com o que você esperava? 5. fazendo a soma vetorial pelo método do paralelogramo. é possível prever as respostas sem o uso do dinamômetro? Como? 5. Meça também os módulos das forças indicadas nos dinamômetros. Desenhe. Verifique se a soma dessas forças é nula. 3.0 N c) 4. Verifique se a soma dessas forças é nula. Qual o valor marcado no dinamômetro na situação I ? 2. 6. EXPERIMENTO 11: ESTÁTICA .0 N e 1. os três vetores força com a mesma origem. 8.0 N 10. O que acontece com o valor marcado nos dinamômetros quando eles são inclinados (fig. sem alterar os ângulos. no espaço abaixo. Verifique que valor(es) pode(m) indicar um dos dinamômetros quando o outro indica o valor: a) 0 N b) 2. Varie o ângulo entre os dinamômetros na situação IV e tente explicar porque os valores marcados nos dinamômetros mudam de acordo com o ângulo. qual o valor obtido experimentalmente? O valor obtido está de acordo com o que você esperava? 4. Desenhe. 4).0 N c) 4.0 N e o outro 5. 9. Meça o ângulo entre os dinamômetros da questão anterior e anote-o.0 N b) 3.

Defina “equilíbrio de translação”. II.1. balança. massas diversas. Registre os pesos obtidos em cada porta massas. Admita que P1 seja o peso referente ao porta massas inclinado a 40º e P2 o peso referente a inclinação de 170º. O que nos diz a “leis dos cossenos”? 7. Verificar inicialmente se a mesa de forças encontra-se nivelada (Figura 2). roldanas. porta massas. Material Necessário Dinamômetro. Objetivos • • Estudar o sistema de Atwood. Para cada figura dependure pesos de 5 massas diferentes. 4. transferidor. sucessivamente. o valor da força equilibrante (E) e o respectivo ângulo. Com o auxilio da balança analítica registre os valores encontrados acompanhado do erro instrumental. 3. III e IV. 5.g) e os valores indicados no dinamômetro. . 2. O que se entende por “componentes cartesianas de um vetor”? 6. Coloque no porta massas que este inclinado a 40º dois corpos de massas desconhecidas e três corpos de massas desconhecidas no outro lado. Anote numa tabela os valores dos pesos (m. Compare os valores experimentais com aqueles previstos teoricamente e encontre os erros experimentais. Procedimento Experimental Parte 1 1. 3. Observe a figura. Obtenha graficamente através da regra do paralelogramo. 2. prenda as polias e coloque os porta massas com ângulos de 40º e 170º. 3. fio. Estudar a decomposição de forças. hastes e garras. O que se entende por “sistema de Atwood”? 3. Defina “dinamômetro”? 4. O que nos diz a Primeira lei de Newton da Mecânica Clássica? 2. 4. Posicione o anel no centro da mesa. Revisão Teórica 1. Parte 2 1. Faça as montagens esquematizadas nas figuras I. O que nos diz a “regra do paralelogramo”? 4. 2.

o valor do módulo da força equilibrante (E). Verifique. 6. 5. através da Lei dos Cossenos. . 7.5. Questões Escreva uma conclusão objetiva sobre a experiência. Indique os valores da força equilibrante e do ângulo _ obtidos experimentalmente. Compare os valores experimentais da força equilibrante (E) e do ângulo com aqueles obtidos pelo método gráfico e encontre os erros experimentais. Na mesa de forças. ajuste o ângulo e a massa para que seja obtido um equilíbrio perfeito (note que o anel deverá ficar centralizado e se for deslocado de sua posição de equilíbrio deverá retornar a ela).

Lei de Newton 1. e. Enuncie a segunda lei de Newton 3. corpos de massa conhecida. Revisão Teórica 1. Solte o toquinho e observe o que acontece. ao mesmo tempo. • Relacionar. Prenda um dinamômetro de cada lado do toquinho de madeira. atua sobre um corpo. a força resultante é diretamente proporcional a aceleração. papel milimetrado. Parte 2: 2ª. Objetivos • Verificar experimentalmente as relações aceleração e massa. Prenda o dinamômetro no toquinho. aceleração e massa. quando a massa é constante. Repita o procedimento. (veja figura I). aceleração e massa . Qual a relação entre força e aceleração? 4. 4. Repita este procedimento mais duas vezes aumentando as forças aplicadas para 3N e 4N. Lei de Newton A) Na primeira parte desta atividade.1 carrinho. vamos verificar experimentalmente a relação entre força. Material necessário 2 dinamômetros. Essa atividade permite concluir que: a) as forças são responsáveis pela variação de velocidade. Peça para um colega apertar o toquinho de madeira contra a mesa. Qual a relação entre a massa e a aceleração? 4. 5. entre força e aceleração e entre 2.EXPERIMENTO12: LEIS DE NEWTON 1. 3. b) c) este sofre uma aceleração. matematicamente força. 4. aplicando uma força de 4N sobre o dinamômetro. 2. Enquanto o toquinho está sendo puxado. 1. Puxe cada um dos dois dinamômetros com uma força de 2 N. puxe o dinamômetro o dinamômetro com uma força de 2 N. 1 toquinho de madeira com pregos. balança 3. 2. peça a seu colega para solta-lo o toquinho e observe o que acontece. diferente de zero. Comprima o toquinho contra a mesa. Procedimento experimental Parte 1: 1ª. como mostra a fig. quando uma força resultante. 3. Enuncie a primeira lei de Newton 2. .2.

Com um pedaço de fita crepe. 3m e 4m no suporte de pesos. acrescentando massas de 2m. 3. Leve o carrinho para a posição zero e deixe que ele entre em movimento. Analisando o gráfico obtido. 4. Faça a montagem mostrada na fig. Repita o procedimento.80m marcado sobre a mesa. Utilizando um cronômetro meça o tempo t1 para o carrinho percorrer a distância d = 0. . Qual é o nome dessa curva? _____________________________________ 3. construa o gráfico aceleração versus massa (a x m) 2. a B) 1. 6. Com base nos resultados obtidos. ATENÇÃO: cuidado para que o carrinho não caia no chão. 5. Numa folha de papel milimetrado. Faça cada medida três vezes.d) quando fazemos a razão entre elas teremos uma constante. 3. 5. isto é. enuncie a 2º lei de Newton. marque sobre a mesa a posição de onde o carrinho iniciará seu movimento. Coloque uma massa m no suporte de peso. Meça a massa do carrinho: mc = _________ g 2. Que grandeza permaneceu constante. 4. nesta experiência? 5. Questões 1. F = cons tan te . Essa será a posição inicial do carrinho e deverá estar a uma distância de 0. que relação deve existir entre a aceleração e a massa (diretamente ou inversamente proporcional? Explique .80m da beirada da mesa.

3. geral qual a relação entre o coeficiente de atrito estático e o O que representa fisicamente a força de atrito estático máxima? Cite duas situações onde a existência do atrito representa uma vantagem que nos permite Calcular seu valor? 3 4 5 coeficiente de atrito cinético? e duas onde representa uma desvantagem? 6 Represente em um diagrama as componentes cartesianas da força peso quando um objeto estiver apoiado sobre um plano inclinado de um ângulo α em relação à horizontal? 4. 5. Parte 2: Determinação do Coeficiente de Atrito Cinético 1. régua milimetrada. 2. 2. Revisão Teórica 1 2 O que se entende por “força de atrito” e qual a expressão matemática Qual a diferença entre “atrito estático” e “atrito dinâmico ou cinético” ? De modo. dinamômetro. 4. 2. Anote numa tabela o valor do ângulo de inclinação do plano que corresponde esta situação. . Calcular coeficientes de atrito estático e dinâmico e comparar os resultados.EXPERIMENTO 13: FORÇAS DE ATRITO 1. Repita os procedimentos de 4. Repita e experiência 10 vezes e determine o valor médio do coeficiente de atrito estático. Procedimento Experimental Parte 1: Determinação do Coeficiente de Atrito Estático 1. cronômetro. Objetivo • • Estudar o equilíbrio em planos inclinados. Material Necessário Plano inclinado. 3. Calcule o valor do coeficiente de atrito estático. Coloque o bloco de madeira sobre o plano inclinado de tal maneira que ele NÃO deslize.4 usando agora um bloco de pedra (granito). blocos de madeira e de pedra (granito). Meça o tempo gasto para o bloco percorrer uma dada distância (meça também esta distância). Vá inclinando lentamente o plano até o bloco ficar na iminência deslizar.1 a 4. Coloque o bloco de madeira sobre o plano inclinado de tal maneira que ele deslize.

Repita os procedimentos de 4. Questões 1. Qual a relação entre o coeficiente de atrito estático e o ângulo de inclinação do plano? 2. . 4. 4. Repita e experiência 10 vezes e determine o valor médio do coeficiente de atrito estático. Você verificou dependência do coeficiente de atrito com o material de que é feito o bloco? Justifique.1 a 4. Qual a relação entre o coeficiente de atrito estático e o coeficiente de atrito cinético? 3. O que você espera acontecer com os valores dos coeficientes de atrito ao trocarmos o plano inclinado usando o tipo de material? 5. com os dados obtidos. Determine. 6. o valor da aceleração do bloco. Calcule o valor do coeficiente de atrito cinético. 5.4 usando agora um bloco de pedra (granito). Apresente uma conclusão objetiva da experiência. DISPONHA OS VALORES OBTIDOS NUMA TABELA 5.3.

Registre na tabela. hastes médias e grandes. Use agora a balança disponível no laboratório e meça novamente o valor desta massa. 8. e meça a deformação da mola para cada um. Registre na tabela os valores encontrados. coloque o suporte para pesos. 2. Meça a massa de um conjunto de pesos e registre numa tabela. 3. Calcule o valor do k médio. Repita o procedimento 4. Compare os valores obtidos calculando o Erro Experimental: E = Vbal −Vmola Vbal x100 6. Material Necessário Régua milimetrada. balança. 4. Procedimento Experimental 1. molas. 5. um a um. Revisão Teórica 1. 2. Pendure na montagem uma mola. papel milimetrado. Usando a lei de Hooke determine o valor do k da mola para cada medida. Coloque no suporte os pesos. Calcular a constante elástica de uma mola. . 2.1 a 4. garras. Monte duas hastes na forma de T. 7. Meça a deformação de cada mola. Qual a relação entre a força resultante e a força em cada mola numa associação de molas em paralelo? 4. O que nos diz a lei de Hooke? 4. suporte para pesos. Escolha um peso de massa desconhecida e meça a massa usando sua montagem. Objetivo • • • Estudar o comportamento de uma mola sob efeito de uma força. Qual o significado físico da constante elástica de uma mola qualquer? 3.7 fazendo agora uma associação das molas em paralelo. Verificar a validade da lei de Hooke. Determine a força em cada mola e compare com o peso colocado na extremidade livre. pesos diversos.4 usando outra mola.EXPERIMENTO14: FORÇA NUMA MOLA 1. Defina um sistema massa mola. Repita os procedimentos de 4. Associe as duas molas em série na vertical e coloque um peso na extremidade livre da mola. 3. Na extremidade livre da mola. Qual a relação entre a força resultante e a força em cada mola numa associação de molas em série? 5.

Questões 1. Apresente uma conclusão objetiva da experiência. Qual o erro experimental que você cometeu ao usar sua balança de mola? A que você atribui tal erro (cite o que julgar ser possíveis causas)? 2. 3.5. Comente o resultado do gráfico. Faça em papel milimetrado um gráfico dos resultados obtidos no item 4.3. .

Revisão Teórica 1. Faça a experiência 5 vezes. b) Meça o tempo de queda da esfera até o chão. 2. d) Calcule a velocidade v2 com a qual a esfera abandona a calha. 2. Questões 1. com um deles inicialmente em repouso.1. 1. Compare os valores. Usando a Calha de Madeira a) Abandone a esfera de uma certa altura h sobre a calha (meça e registre o valor). 3. d) Troque as molas pelos ímãs. Defina “energia mecânica”. Faça com que os carrinhos se choquem. Repita o procedimento 5 vezes. Meça a velocidade de cada carrinho antes depois do choque. Calcule a velocidade v1 com que a esfera chegaria na base da calha (sem atrito). Objetivo Definir e estudar a energia mecânica e sua conservação. molas. Em que situação a energia mecânica se conserva? 3. Repita os procedimentos (a) e (b). pequenos irmãs. Qual a relação entre o trabalho da força e a energia mecânica em sistemas não-consevativos? 4. Defina “trabalho de uma força”? 5. Em que situação houve conservação da energia mecânica? Por quê? 2. Compare com o valor obtido no item 4. Escrevam uma conclusão objetiva da experiência. calha de madeira. c) Repita o procedimento 5 vezes.EXPERIMENTO 15: CONSERVAÇÃO DA ENERGIA MECÂNICA. Procedimento Experimental 4. EXPERIMENTO 16: COEFICIENTE DE RESTITUIÇÃO . Procure relacionar os resultados experimentais com a previsão teórica. Coloque-os no trilho de ar. trilho de ar. b) Calcule a energia cinética antes do choque e depois do choque. cronômetro. c) Meça a distância horizontal (alcance) que a esfera percorre até tocar o chão. Meça a massa de cada carrinho (com as molas). Material Necessário Régua milimetrada. esferas de aço.2 Usando o trilho de ar a) Pegue 2 carrinhos e coloque uma mola em cada carrinho. 5. O que nos diz o “Teorema Trabalho Energia? 4. carbono.

O que se entende por coeficiente de restituição? 2. • • • Determine o valor da energia potencial da bolinha no instante em que foi abandonada e no instante em que ela sobe novamente depois de quicar no chão. numa tabela. • 6. Determine o coeficiente de restituição.1. Qual o valor médio da das alturas atingidas depois que a bolinha quicou? Lembre-se : . Revisão teórica 1. Meça a altura atingida pela bolinha. régua de 1 metro 3. A bolinha vai quicar no chão e subir novamente. Fixe a régua na posição vertical e deixe uma das bolinhas cair. apenas abandone a bolinha. mas de tamanho diferente. Compare os resultados obtidos. 4. 5. Ao utilizar bolinhas de tamanhos e materiais diferentes. a partir de uma altura de 1. Repita o procedimento umas dez vezes e anote. Questões 1. Tratamento dos dados • Calcule o valor médio das alturas atingidas: . Compare os valores de energia encontrados nos dois níveis. paralelamente a ela. Material necessário Bolas de borracha. 3. Procedimento 1. Repita os procedimentos acima usando uma bolinha do mesmo material. Não dê impulso. Objetivos Obter o coeficiente de restituição após uma colisão 2. Defina colisão elástica e inelástica 4. 2. depois de quicar no solo.0m. Repita os procedimentos acima usando uma bolinha de materiais diferentes. durante a subida. os valores obtidos em cada medida.

2. 9. (Sugestão: use o princípio da conservação da energia: Ei = Ef). 6. 4. Calcule o coeficiente de restituição e explique seu significado físico. Qual o valor da energia potencial da bolinha no instante em que foi abandonada e no instante em que ela sobe novamente. Qual o valor do coeficiente de restituição se a bolinha. Determine o coeficiente de restituição. Qual o valor máximo que se pode obter para o coeficiente de restituição? Qual o significado físico desse valor? Em que condições isso ocorre? 8. isto é. O que aconteceu com a energia mecânica dissipada pela bolinha? 11. depois de ser abandonada. ficar grudada no solo ao colidir com ele? Explique. O valor obtido para o coeficiente de restituição é um valor “real”? Por que? 7. 5. tendo em vista as energias envolvidas? . Qual a quantidade de energia mecânica dissipada quando a bolinha quicou no chão? 10. Se a bola recebesse um impulso inicial. depois de quicar no chão? Por que esses valores não são iguais? 3. se ela fosse lançada em vez de ser “abandonada” que modificações você introduziria no problema. Determine os valores das velocidades antes e depois do choque da bolinha no chão.

balança. régua. Construa uma tabela com cada componente relacionado: o período experimental e teórico.EXPERIMENTO 17: OSCILAÇÕES MECÂNICAS 1. haste fina. . Defina “momento de inércia” e escreva a equação geral para calculá-lo. 2. cronômetro. Material Necessário Cilindro oco. meça a massa. o momento de inércia e o erro cometido em cada caso (apresente todos os cálculos). cilindro maciço. 2. 3. Questões 1. Defina “Pêndulo Físico”. 2. disco. O que se entende por movimento periódico? 4. Meça também os períodos de oscilação de cada um (Sugestão: Meça o tempo correspondente a 10 oscilações e depois meça o período) 5. paquímetro. Objetivos • • Estudar e analisar o pêndulo físico. Calcular momento de inércia e períodos. Qual a equação que nos permite calcular o período de oscilação de um pêndulo físico? 4. aro. os raios e distância do centro até o respectivo eixo de rotação. 3. haste com vários furos. Revisão Teórica 1. Faça uma conclusão objetiva das experiências realizadas. O que nos diz o “Teorema dos eixos paralelos”? 5. Procedimento Experimental Para cada componente.

Escreva as relações matemáticas entre a flexão y e a força aplicada sobre a lâmina. Meça a flexão y produzida por cada uma dessas forças. Procedimento experimental: 1. Utilize um paquímetro para medir a largura e a espessura da lâmina. régua milimetrada. fixando a lâmina pelo seu meio em vez de pela extremidade. massas aferidas (100 )g. dimensões e massa). a relação matemática entre F e y. os dados obtidos e registrados para cada uma das duas situações propostas. 3. do tipo: onde A e B são duas constantes. Mantendo fixa uma das extremidades da lâmina. isto é. O que é uma deformação elástica? 2.EXPERIMENTO18: DEFORMAÇÃO ELÁSTICA DE UMA LÂMINA METÁLICA 1. 4. Represente graficamente. 1. Que propriedades físicas da lâmina podem ser associadas a essas constantes? 4. na extremidade livre. Dessa forma. 3. Calcule o valor da constante de flexão e seu respectivo erro para as duas situações (lâmina presa pela extremidade e pelo meio) . Qual é a fórmula usada na flexão? 4. Objetivo Estudar a flexão de uma lâmina metálica 2. Material necessário: lâmina metálica. 5. Registre seus dados numa tabela. Registre seus dados em outra tabela. num mesmo sistema de eixos (F x y). Quais as variáveis influenciam na flexão de um objeto? 4. Use o processo de regressão linear para encontrar as constantes A e B. 2. Registre as características da lâmina utilizada (material. uma a uma. Repita esses procedimentos. 2. 5. Tratamento dos dados A análise do gráfico sugere uma dependência linear entre as duas grandezas (F e y). deverá ser a equação de uma reta. 3. suporte para massas. Como se define flexão de um objeto? 3. de modo a produzir forças F de diferentes valores. coloque as massas. Revisão teórica 1.

6. Por que? Verifique o valor que você obteve numericamente e comente esse resultado .5. o valor da constante A deveria ser zero. Compare e comente os resultados encontrados. Do ponto de vista físico.

Será essa. escala graduada (régua). Para evitar oscilações durante a experiência. 1. marque um traço de referência na base da tira de borracha. Para prender o suporte de pesos à extremidade inferior da tira de borracha. 2. 2. até que fazer a tira distender até cerca de 3 vezes o seu comprimento inicial. A diferença Y1 – Yo é a deformação ΔY produzida pela carga colocada. a seguir com que parte das pontas do arame envolvam a tira. Material necessário Suporte de pesos com prato. O que é a reversibilidade em um comportamento elástico? 2. é necessário segurar o prato do suporte. de tal forma que seus efeitos se distribuam uniformemente pela seção da tira.EXPERIMENTO 19: COMPORTAMENTO ELÁSTICO DE UMA TIRA DE BORRACHA. Determine a carga máxima que a tira de borracha poderá suportar. Com um lápis. Prenda a tira de borracha a uma garra fixada na haste colocada na parte superior do suporte vertical (ver figura). coloque uma certa quantidade de carga no suporte. ou tinta. massas aferidas. Coloque uma régua graduada ao lado da tira. Aumente gradativamente a carga (de m para 2m. suporte vertical com haste. aproximadamente a carga máxima a ser colocada. 3. Procedimento experimental 1. perfure a mesma com um pedaço de arame fino. faça uma alça. para que se possa fazer a leitura da indicação inicial Yo. Para isso. 5. Objetivo Avaliar o comportamento elástico de uma tira de borracha 2. anotando para cada um a indicação . Revisão teórica 1. Coleta de dados 1. soltando-o depois cuidadosamente. Coloque uma massa m no suporte e observe a indicação da medida Y1 na régua. apertando bem. Como correlacionar a reversibilidade com o trabalho efetuado sobre o sistema? 4. Na outra extremidade da tira prenda o suporte de pesos. 4. correspondente à extremidade inferior da tira. 3. cada vez que for colocada ou retirada uma das massas. tira de borracha. 4. que sustentará o suporte de pesos. 3m e assim por diante) até obter cerca de 8 valores sucessivos. Com o restante do arame. fazendo.

Atingida a carga máxima da experiência. será denominada alongamento ou deformação residual. a partir do gráfico abaixo. etc. é o momento de iniciar a retirada das massas. Represente as curvas de cargas crescentes e decrescentes no mesmo eixo. Além disso. Y’1. Anote as correspondentes indicações na régua (Y’o. o gráfico das deformações (ordenadas) versus carga (abcissas). 4. poderá ser diferente de Yo. Essa diferença. . O trabalho realizado pelas cargas sobre a tira de borracha poderá ser calculado. Observe as medidas obtidas na descarga (Y’) são. Y’2. Questões 1. 3. O gráfico obtido deverá ter o aspecto da figura ao lado.).correspondente Y na escala graduada (régua). Você deverá atingir o valor de carga máxima já definido anteriormente. 5. 4. Calcule o trabalho realizado e seu respectivo erro.cosα? Explique. em geral. maiores que na carga (Y). a indicação Y’o. Qual o significado do ponto X assinalado no gráfico? 2. Qual a interpretação possível para as curvas OX e XO’? 3. Anote os resultados obtidos numa tabela. Tratamento dos dados Construa. em papel milimetrado. Durante o processo de alongamento da tira. Sugira um método de calcular o trabalho realizado sobre a tira de borracha através do gráfico. 5. Seria possível calcular o trabalho realizado sobre a tira de borracha através da equação W = F. correspondente à base da tira de borracha quando foi retirada toda a carga. as cargas colocadas fornecem trabalho ao sistema. uma de cada vez. se houver.d. 5. 5.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful