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Resultado e Convocação CHO 2020 MG

1. O documento trata de recursos interpostos por militares contra questões da 1a fase do processo seletivo do Curso de Habilitação de Oficiais do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CHO BM 2020). 2. Foram analisados recursos contra as questões 1 e 2, sendo todos indeferidos e mantido o gabarito oficial divulgado. 3. Para a questão 1, os argumentos dos recursos não foram suficientes para modificar a alternativa correta, que continua sendo a letra D. Para a questão 2

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Tópicos abordados

  • Candidatos Aprovados e Não Cla…,
  • Legislação,
  • Candidatos Desistentes,
  • Candidatos Convocados,
  • Homologação,
  • Decisão,
  • Anulação,
  • Análise,
  • Candidatos Eliminados,
  • Requisitos
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Resultado e Convocação CHO 2020 MG

1. O documento trata de recursos interpostos por militares contra questões da 1a fase do processo seletivo do Curso de Habilitação de Oficiais do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CHO BM 2020). 2. Foram analisados recursos contra as questões 1 e 2, sendo todos indeferidos e mantido o gabarito oficial divulgado. 3. Para a questão 1, os argumentos dos recursos não foram suficientes para modificar a alternativa correta, que continua sendo a letra D. Para a questão 2

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  • Candidatos Aprovados e Não Cla…,
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GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS

ACADEMIA DE BOMBEIROS MILITAR

DIVISÃO DE SELEÇÃO E EXAMES

ATO N. 18.141

DIVULGAÇÃO DO RESULTADO DA 1ª FASE, NOVO GABARITO E CONVOCAÇÃO PARA


2ª FASE CHO 2020

O CORONEL BM COMANDANTE DA ACADEMIA DE BOMBEIROS MILITAR DE MINAS


GERAIS (ABM), no uso de suas atribuições legais contidas nos inc. XIII, do art. 3º e inc XVIII,
alínea f, do art. 4º, da Resolução 923[1], de 22 de jul. de 2020, e, considerando o disposto no Of.
412/2020, SEI 1400.01.0040650/2020-92, bem como o previsto no Edital n. 02, de 13 de
janeiro de 2020, que “Dispõe sobre o processo seletivo para o Curso de Habilitação de Oficiais
- 2020”, RESOLVE:

I – HOMOLOGAR E DIVULGAR a solução dos recursos interpostos pelos candidatos


abaixo relacionados, contra o gabarito e questões da prova (1ª fase) do processo seletivo do
CHO BM 2020, conforme parecer da comissão nomeada, que adiante se vê:

RECURSO INDEFERIDO

Questão 01
NUMERO GRAD. NOME UNIDADE
136.423-1 2º SGT Wallace Heleno Alves 2ª Cia Ind
Alisson Fabrício
136.066-8 2º SGT BOA
Rodrigues Tolentino

Síntese do recurso: os recursos dos militares supracitados se debruçaram sobre a questão


01 que abordou as legislações que tratam sobre a concessão de férias, pagamento de abono
correspondente e lançamentos de férias anuais e prêmio.

1. Em suma, o militar nº 136.423-1, 2º Sgt BM Wallace Heleno Alves, argumentou que a luz
do Art. 12 da ITRH 225/2009 fica descaracterizado o termo "EXCLUSIVAMENTE"
presente na afirmativa IV da questão. O recursante afirma que que o texto da ITRH cita
claramente HIPÓTESES (plural), ou seja, que a cassação pode ser realizada por
Ato 18141 (20209054) SEI 1400.01.0001156/2020-12 / pg. 1
ABSOLUTA NECESSIDADE DE SERVIÇO E POR ATO DE OFÍCIO DA
ADMINISTRAÇÃO COM MOTIVAÇÃO EXPRESSA NO ATO PUBLICADO.

Menciona que o Ato n. 17089 de 21 de setembro de 2020, que divulga o gabarito oficial da 1a
fase do CHO BM 2020, considera como opção certa a alternativa D (Apenas as afirmações I, II
e IV são corretas). Pede, com base no Art 12 da Instrução Técnica de Recursos Humanos no
225. e tendo em vista que existe no hall de respostas a alternativa A (Apenas as afirmações I e II
são corretas), que seja feita a reavaliação quanto à opção correta com base na argumentação
apresentada, alternando a opção "D" para a opção "A".

2. Em resumo, o nº 136.066-8, 2º Sgt BM Alisson Fabrício Rodrigues Tolentino, alega que a


segunda parte da afirmação II não é prevista de forma explícita nas legislações, o que
afronta o princípio da legalidade previsto no caput do art. 37 da Constituição Federal e art.
13 da Constituição do Estado de Minas Gerais; e o conteúdo programático do concurso.
Alega ainda que em várias Unidades do CBMMG o militar é vedado ao gozo de férias em
fracionamento diverso de 10 e 15 dias úteis, não há possibilidade, por exemplo, do militar
fracionar em 12 e 13 dias úteis; tanto é que as Unidades que adotam o Plano de Férias
com datas preestabelecidas já condicionam ao militar ao gozo ou de 25 dias úteis diretos,
ou um primeiro período com 10 dias úteis e o segundo período com 15 dias úteis ou o
inverso. Ressalta-se que caso haja norma, no sentido amplo, no CBMMG que autoriza
parcelamento diverso de 10/15 dias úteis, está norma não consta no rol do conteúdo
programático do Edital

02/2020-DCS. Que, por não ser claro na ITRH 225/09 quanto a possibilidade do parcelamento
das férias anuais em etapas diferentes de 10/15 dias úteis, somado ao princípio da legalidade,
o costume administrativo de conceder férias apenas nas frações 10/15 se tornou praxe no
âmbito de várias unidades.
Por fim, diante do exposto, solicita a anulação da questão 01 por haver não haver alternativa
correta, como determina o enunciado da questão.

Parecer/justificativa: analisando o que foi argumentado por cada recorrente de forma


individual, segue parecer/justificativa:
a) quanto aos argumentos apresentados pelo nº 136.423-1, 2º Sgt BM Wallace Heleno Alves,
observa-se que nas legislações usadas para composição das alternativas (Resolução 76/2002
e ITRH 225/2009) o termo “cassação” de férias é utilizado em vários momentos ao longo dos
textos das normas.

De forma mais direcionada o Art. 12 da ITRH 225/2009 menciona o que deve motivar a
cassação de férias, excluindo a possibilidade de cassação de férias anuais por interesse
próprio. O parágrafo único do artigo apresenta as situações que devem ser consideradas para
realizar a cassação de férias, tais situações que se configuram como “hipóteses” para justificar
a cassação.

Os tópicos que fundamentam a cassação de férias anuais por necessidade do serviço são
mencionados no parágrafo único do artigo 12 e novamente reforçados como “necessidade do
serviço” no artigo 18, neste caso do artigo 18 a cassação trata das férias prêmio, que pode ter
a motivação da cassação “no interesse próprio” e também por necessidade do serviço.

O questionamento do recursante é pertinente, porém improcedente, ao argumentar que o trecho


“e por ato de ofício da administração com motivação expressa no ato publicado” poderia ser

Ato 18141 (20209054) SEI 1400.01.0001156/2020-12 / pg. 2


considerado como mais uma situação que justificaria a cassação de férias. O trecho faz
menção a necessidade de rigorosa fundamentação e publicidade que se deve ter em relação a
gestão das férias dos militares.
Cabe ressaltar que na própria legislação existem outras possibilidades que justificam a
interrupção das férias dos militares, que carecem igualmente de motivação no ato publicado.
Dessa forma, não será acatado o pedido de revisão da questão, pois a alternativa a ser
assinalada é a “D”, conforme divulgado no gabarito oficial.

b) quanto aos argumentos apresentados pelo nº 136.066-8, 2º Sgt BM Alisson Fabrício


Rodrigues Tolentino, cabe a ressalva de que é necessário ao candidato do CHO BM 2020
realizar a interpretação das questões de acordo com a legislação do conteúdo programático.
Neste caso em lide, o recursante buscou comparar a composição da questão com a descrição
literal do assunto na legislação de referência, a saber Resolução 76/2002 e ITRH 225/2009.

Cabe esclarecer que a Resolução 76/2002 traz a orientação de que é admitido o parcelamento
das férias em 2 (dois) períodos, dos quais nenhum poderá ser inferior a 10 (dez) dias.
Orientação reforçada pela ITRH 225/2009, onde menciona que as férias anuais poderão ser
gozadas em no máximo dois períodos, um dos quais com duração mínima de 10 (dez) dias
úteis.

Dessa maneira, partindo do pressuposto que o primeiro parcelamento admitido é de dez dias
úteis, as demais combinações apresentadas na segunda parte da afirmação II são todas
possíveis e em uso corrente no âmbito da Instituição.
Dessa forma, não será acatado o pedido de anulação da questão, pois a alternativa a ser
assinalada é a “D”, conforme divulgado no gabarito oficial.

Solução: conhecer os recursos interpostos pelos militares nº 136.423-1, 2º Sgt BM Wallace


Heleno Alves, da 2ª Cia Ind e pelo nº 136.066-8, 2º Sgt BM Alisson Fabrício Rodrigues
Tolentino, do BOA, posto que preencheram os pressupostos de admissibilidade e
recorribilidade, contudo, INDEFERI-LOS, mantendo a questão e ratificando a opção “D” como
publicado no gabarito oficial.

RECURSOS INDEFERIDOS

QUESTÃO 02

NUMERO GRAD. NOME UNIDADE


136.433-0 1º SGT Ney Willian Lopes 1º BBM
136.359-7 2º SGT Thales Marcelo Rufino 8º BBM
135.988-4 2º SGT Igor Faúla da Silva DRH-5
125.610-6 2º SGT Giovani de Assis Duarte 1ª Cia Ind
136.175-7 2º SGT Rodrigo Alves Teixeira 2ª Cia Ind
136.544-4 2º SGT Rafael Semião Ribeiro 10ºBBM
Marco Rossi Bessas de
136.548-5 2º SGT 10º BBM
Lisbôa
131.773-4 2º SGT Giane Neiva de Paiva AAS
136.324-1 2º SGT Fernando Alves Lafetá 7 BBM

Ato 18141 (20209054) SEI 1400.01.0001156/2020-12 / pg. 3


Eduardo Henrique Vidal
136.196-3 2º SGT 2ª Cia Ind
de Campos
Cleonilson Saturnino da
125.658-5 2º SGT 12º BBM
Silva

Síntese do recurso: A questão 02 abordou a Resolução 615/15, trazendo em seu bojo


informações sobre a designação, recondução, competência para realizar a designação e os
procedimentos a serem adotados pelas Unidades que recebem os militares designados.
Em suma, os recorrentes alegam haver duas alternativas incorretas, como adiante se vê:
a) Nas alegações, consta que em relação à alternativa A da questão 02, prevê que a
designação, inicia-se, preferencialmente, em 1º de Janeiro e encerra-se em 31 de Dezembro.
Contudo, a recondução, obrigatoriamente, deve-se iniciar em 1º de Janeiro e encerrar em 31 de
Dezembro, não abrindo possibilidade de iniciar ou encerrar em período diverso. A
argumentação apresentada pelos recursantes é de que o caráter preferencial se dá somente na
designação, sendo taxativa para o período de recondução. Sendo assim, a alternativa estaria
incorreta por apresentar o termo PREFERENCIALMENTE vinculado a palavra recondução, ao
final da alternativa.

b) em relação a alternativa C a maioria dos militares recursantes a reconheceu como alternativa


incorreta, visto que a designação de militar deve atender somente ao interesse público e às
necessidades especiais da Instituição. Dessa maneira, com base nas contestações
apresentadas nos itens a e b foi solicitada a anulação da questão por conter, em tese, duas
alternativas incorretas.

c) Houve ainda argumentação do nº 136.544-4, 2º Sgt BM Rafael Semião Ribeiro, no sentido de


que a alternativa C estaria correta, considerando que a designação possui aceitação voluntária
do militar designado, somente podendo ocorrer se for de interesse do militar, ou seja, o militar
tem que querer ser designado, bem como ser reconduzido para o serviço ativo, sendo este um
requisito para a designação. Pelo que, com tal narrativa, solicitou a mudança do gabarito da
questão, considerando a alternativa C como correta, ou anulação da mesma.

Parecer/justificativa: na ordem de apresentação dos recursos, visto anteriormente, cabe dizer


que a questão buscou verificar se o candidato compreendia os objetivos e critérios que regulam
a designação de militares da reserva para o serviço ativo. Sobre o argumento a) cabe ressaltar
que todos os militares recursantes apresentaram a justificativa de que o termo
PREFERENCIALMENTE ao final da alternativa A torna-a incorreta, associando o texto da
alternativa A à previsão contida no § 2º do artigo 1º da citada Resolução.

“§2º - O período de designação iniciará, preferencialmente, em 1º de janeiro e encerrará em 31


de dezembro; e a recondução iniciará em 1º de janeiro e encerrará em 31 de dezembro”.

Cabe aqui destacar que era necessário ao candidato do CHO BM 2020 compreender o sentido
da legislação aplicada ao seu uso na Instituição e para isso é necessário não ater-se apenas a
um trecho da legislação estudada e nem buscar a transcrição literal dos trechos das normas nas
questões de prova.
Ao limitar o entendimento da alternativa A ao disposto no artigo 1º , §2º da Resolução 615/15 o
candidato tende a deduzir que a administração não pode rever a designação, a recondução ou
o próprio interesse em manter o contrato com o militar da reserva.
Ato 18141 (20209054) SEI 1400.01.0001156/2020-12 / pg. 4
O termo preferencialmente disposto ao final da frase teve como objetivo principal levar o
candidato a interpretação contida nos três primeiros parágrafos do artigo 1º e ainda todas as
previsões contidas nos incisos do artigo 10.
Dessa maneira a alternativa A buscou de forma ampla delimitar não somente do prazo da
designação, mas a preferência quanto ao período da designação e as hipóteses de finalização
do período de recondução que em regra acontece em 31 de dezembro. Porém, existem ainda
diversas situações em que a recondução não segue o período preferencial, dentre eles: por não
haver mais interesse da administração e em quaisquer das situações previstas nos incisos do
artigo 10, que podem ocorrer a qualquer tempo.

b) quanto a alternativa tida como incorreta fica claro após análise da Resolução que é
expressamente vedada a designação ao serviço ativo visando atender ao interesse do militar
que será reconduzido, tal impedimento é retratado de forma explícita no Art. 13 da presente
Resolução.

Ademais, em relação à argumentação da letra c) cabe salientar que a interpretação do


conteúdo estudado aplicado às questões propostas é um dos pilares do sucesso do candidato
na resolução das questões e, neste caso, a aceitação voluntária do militar candidato a
designação para o serviço ativo diz respeito a aceitação das regras e cumprimento dos
requisitos que regerão sua permanência temporária no serviço ativo. A Resolução 615/15 em
todo o corpo do texto reforça que a designação de militar da reserva para o serviço ativo visa
atender ao interesse público e às necessidades especiais da Instituição, situação ainda mais
taxativa é descrita no Art. 13 da Resolução 615/15. Dessa maneira, não pode ser aceito o
presente argumento.

Solução: Conhecer os recursos interpostos pelos militares listados a seguir:

NUMERO GRAD. NOME UNIDADE


136.433-0 1º SGT Ney Willian Lopes 1º BBM
136.359-7 2º SGT Thales Marcelo Rufino 8º BBM
135988-4 2º SGT Igor Faúla da Silva DRH-5
125.610-6 2º SGT Giovani de Assis Duarte 1ª Cia Ind
136.175-7 2º SGT Rodrigo Alves Teixeira 2ª Cia Ind
136.544-4 2º SGT Rafael Semião Ribeiro 10ºBBM
Marco Rossi Bessa de
136.548-5 2º SGT 10º BBM
Lisbôa
131.773-4 2º SGT Giane Neiva de Paiva AAS
136.324-1 2º SGT Fernando ALves Lafetá 7 BBM
Eduardo Henrique Vidal
136.196-3 2º SGT 2ª Cia Ind
de Campos
Cleonilson Saturnino da
125.658-5 2º SGT 12º BBM
Silva

visto que preencheram os pressupostos de admissibilidade e recorribilidade e decidir pelo


INDEFERIMENTO dos recursos e a manutenção do gabarito, considerando a alternativa C
como incorreta.

Ato 18141 (20209054) SEI 1400.01.0001156/2020-12 / pg. 5


RECURSO INDEFERIDO

QUESTÃO 03

NUMERO GRAD. NOME UNIDADE


136.433-0 1º SGT Ney Willian Lopes 1º BBM
Bruno Eustáquio de
136.574-1 2º SGT 3 BBM
Souza Gomes
136.263-1 2º SGT Felipe Borges Ribeiro 5º BBM

Síntese do recurso: em suma, os recorrentes alegam que ao mudar de lugar a frase e com
acréscimo da expressão “e” (e independentemente das disposições constantes em
regulamento disciplinar da Polícia Militar ou do Corpo de Bombeiros Militar) transforma a
alternativa em sentido obrigatoriedade para o militar opinar, sendo taxativo e desprezando
assim o parágrafo único do referido artigo.
De acordo com os recursantes essa mudança torna a alternativa A também falsa. Por fim,
solicitam a anulação da questão.

Parecer/justificativa: analisando o que foi argumentado pelos recorrentes, verifica-se que é


improcedente a narrativa. Vale esclarecer que a mudança da posição das informações na frase
não dá margem a interpretação de obrigatoriedade para o militar opinar, sobretudo em razão
da afirmativa já iniciar facultando o militar inativo exercer seu direito de opinião (“O militar inativo
pode opinar livremente sobre”).
Dessa maneira, a mudança não trouxe prejuízo à interpretação da questão e nem deu o sentido
de taxatividade, ao contrário do alegado pelos recorrentes.
O parágrafo único do referido artigo tem a função de delimitar a exceção à regra apresentada
na Legislação e não foi objeto de análise na questão, não interferindo, portanto, na interpretação
da mesma. Dessa forma, não há que se falar em anulação da questão, pois a alternativa a ser
assinalada é a “A”, conforme divulgado no gabarito oficial.

Solução: conhecer do recurso interposto pelos militares nº 136.433-0, 1º Sgt BM Ney Willian
Lopes, do 1º BBM e nº 136.574-1, 2º Sgt BM Bruno Eustáquio de Souza Gomes, do 3º BBM.
posto que preencheram os pressupostos de admissibilidade e recorribilidade, contudo,
INDEFERÍ-LO, mantendo a questão e ratificando a opção “A” como publicado no gabarito
oficial.

RECURSOS DEFERIDOS E ANULAÇÃO DA QUESTÃO

QUESTÃO 04

NUMERO GRAD. NOME UNIDADE


1º Sgt
136.433-0 Ney Willian Lopes 1º BBM
BM

Ato 18141 (20209054) SEI 1400.01.0001156/2020-12 / pg. 6


2º Sgt
136.175-7 Rodrigo Alves Teixeira 2ª Cia. Ind
BM
2º Sgt Demetrius Ferreira de
110.762-2 DLF
BM Sousa
2º Sgt
136.359-7 Thales Marcelo Rufino 8º BBM
BM
2º Sgt
135.988-4 Igor Faúla da Silva DRH-5
BM
2º Sgt
125.610-6 Giovani de Assis Duarte 1ª Cia. Ind
BM

Síntese do recurso: Em suma, os recorrentes alegam que foram omitidas informações


essenciais para a compreensão da alternativa, uma vez que ao citar o termo “militares” sem
distinguir militares da ativa designados houve conflito de informações dentre aquelas presentes
no EMEMG .

A questão 04 solicita que o candidato marque a alternativa INCORRETA e a alternativa A traz


informações retiradas do EMEMG, como se vê:

“Os militares podem exercer, diretamente, a gestão de seus bens desde que não infrinjam o
disposto em lei. Neste mesmo sentido, podem ser chamados a prestar contas sobre a origem e
natureza dos seus bens.”

Em resumo, os recorrentes afirmam que a alternativa não especifica que são os militares da
ativa que podem exercer, diretamente, a gestão de seus bens desde que não infrinjam o
disposto em lei, de acordo com o Art. 22, § 2.

Há menção ainda ao Art. 21 do EMEMG que aborda que “Os militares da ativa e os inativos,
estes quando convocados ou designados para o serviço ativo, podem, no interesse da
dignidade profissional, ser chamados a prestar contas sobre a origem e natureza dos seus bens
móveis, imóveis e semoventes.

Dessa maneira, a alternativa generaliza o termo “militares”, não diferenciando o fato de que só
os militares da ativa e os militares da reserva designados ao serviço ativo que seriam
submetidos a esse texto da lei.

Como os militares reformados não estão incluídos nesse rol, o item omitiu uma informação
essencial para o seu julgamento, tornando o item “A” incorreto e a questão passa a possuir duas
alternativas incorretas.

Parecer/justificativa: Tendo em vista que os recursos a alternativa foram todos no mesmo


sentido, o parecer contempla os questionamentos apresentados.
Cabe dizer que o objetivo da questão, por meio da alternativa A, era tratar sobre o exercício da
gestão de bens dos militares da ativa e que estes se sujeitam ao disposto em lei quanto a
vedação de participação em firmas comerciais, de empresas industriais de qualquer natureza
ou nelas exercer função ou emprego remunerado.

Ato 18141 (20209054) SEI 1400.01.0001156/2020-12 / pg. 7


No entanto, os artigos 21 e 22 do EMEMG delimitam essas restrições legais aos militares da
ativa e os inativos, estes quando convocados ou designados para o serviço ativo.
Dessa maneira, a omissão da expressão “militares da ativa e os inativos, estes quando
convocados ou designados para o serviço ativo” de fato prejudicou o entendimento da questão,
pois deu margem ao questionamento da situação dos militares reformados, que não estão
incluídos na disposição dos artigos mencionados.

Solução: DEFERIMENTO do recurso e ANULAÇÃO da questão por conter duas alternativas


incorretas.

RECURSO INDEFERIDO - Questão anulada

QUESTÃO 04

NUMERO GRAD. NOME UNIDADE


VANDER HEIDMANN
136.588-1 2º Sgt 2º COB
SILVIO CARDOSO

Síntese do recurso: A questão 04 pede que o militar selecione a alternativa INCORRETA e


apresenta informações a respeito do Estatuto dos Militares do Estado de Minas Gerais e sobre
a Lei de Organização Básica do CBMMG.

O presente recurso diz respeito a alternativa B, que traz informações presentes no EMEMG. O
recorrente alega que a ausência do termo TAXATIVAMENTE, “faz com que torne confuso para
quem conhecia o artigo, saber que está faltando um termo fundamental”.
O militar faz menção à situação semelhante ocorrida em outro processo seletivo. No
entendimento do recursante teriam 2 questões falsas, as letras B e C, pelo que pede a anulação
da questão.

Parecer/justificativa - alternativa C: em análise ao recurso, verifica-se que não procede o


argumento apresentado pelo recorrente, haja vista que o conteúdo disposto na letra C da
questão 04, não é ipsis litteris o contido no Art. 23 da Lei n. 5.301, de 16Out69 - EMEMG,
porém apresenta todas as informações necessárias ao entendimento da alternativa.

A opção tem presente no seu bojo 03 artigos do EMEMG (Artigos 16, 23 e 24) que juntos
compõem o entendimento da questão.
Para a composição da alternativa C foram usadas expressões como “ Excetuando-se as
situações previstas para perda do posto ou patente” e “Nesse mesmo sentido” que buscaram
ligar os artigos que tratavam do mesmo assunto sem, no entanto, transcrever tais artigos de
forma literal e integral.
Assim, a ausência do termo TAXATIVAMENTE não prejudica o sentido e entendimento da
alternativa. Entretanto, cabe esclarecer que houveram recursos interpostos na presente questão
quanto a alternativa A e houve o seguinte parecer:

Ato 18141 (20209054) SEI 1400.01.0001156/2020-12 / pg. 8


Parecer/justificativa: Tendo em vista que os recursos a alternativa foram todos no mesmo
sentido, o parecer contempla os questionamentos apresentados.
Cabe dizer que o objetivo da questão, por meio da alternativa A, era tratar sobre o exercício da
gestão de bens dos militares da ativa e que estes se sujeitam ao disposto em lei quanto a
vedação de participação em firmas comerciais, de empresas industriais de qualquer natureza
ou nelas exercer função ou emprego remunerado.
No entanto, os artigos 21 e 22 do EMEMG delimitam essas restrições legais aos militares da
ativa e os inativos, estes quando convocados ou designados para o serviço ativo.
Dessa maneira, a omissão da expressão “militares da ativa e os inativos, estes quando
convocados ou designados para o serviço ativo” de fato prejudicou o entendimento da questão,
pois deu margem ao questionamento da situação dos militares reformados, que não estão
incluídos na disposição dos artigos mencionados.

Solução: conhecer do recurso interposto pelo militar nº 136.588-1, 2º Sgt BM VANDER


HEIDMANN SILVIO CARDOSO, do 2º COB, posto que preencheu os pressupostos de
admissibilidade e recorribilidade, contudo, INDEFERÍ-LO quanto ao questionamento da
alternativa C.

Decidir pelo DEFERIMENTO do recurso apresentado em relação a alternativa A e anulação


da questão por conter duas alternativas incorretas.

Ato 18141 (20209054) SEI 1400.01.0001156/2020-12 / pg. 9


RECURSO INDEFERIDO

Questão 05
NUMERO GRAD. NOME UNIDADE
Márcio Paulino Gomes
136.301-9 2º Sgt COBOM
Ribeiro

Síntese do recurso: Na questão dita como correta, fala que o militar será transferido
para reserva não remunerada, diferente do EMEMG que fala que o militar será transferido para
reserva. A aludida questão não faz referência em qual norma será analisada e por isso
causando dúvida e sentido dúbio. Por fim, solicita a anulação da questão.
Parecer/justificativa: A presente questão solicita que o candidato analise as informações e
selecione a opção que se adeque CORRETAMENTE a cada assunto mencionado. Em cada
alternativa proposta é possível diferenciar os assuntos tratados.
Quanto às alegações do recurso na expressão “o militar será transferido para reserva” presente
no EMEMG, no Art. 17, Parágrafo único menciona que a transferência para a reserva ou reforma
se dará na conformidade daquele Estatuto.
No EMEMG, nos Artigos 135 e 138 apresentam-se os conceitos e situações que se aplicam a
transferência para reserva não remunerada, que se colocam em conformidade com o Art. 17,
parágrafo único.
A situação de transferência para reserva não remunerada nos artigos supramencionados do
EMEMG é a mesma presente na Lei Complementar n. 28, de 16Jul93 - Transferência de militar
para a reserva não remunerada.
Dessa forma, reconhece-se como improcedente o recurso e não há que se falar em anulação
da questão, pois a alternativa a ser assinalada é a “C”, conforme divulgado no gabarito oficial.

Solução: conhecer do recurso interposto pelo militar nº 136.301-9, 2º Sgt BM Márcio Paulino
Gomes Ribeiro, do COBOM, posto que preencheu os pressupostos de admissibilidade e
recorribilidade, contudo, INDEFERÍ-LO, mantendo a questão e ratificando a opção “C” como
publicado no gabarito oficial.

RECURSO INDEFERIDO

Questão 14
NUMERO GRAD. NOME UNIDADE
Alessandro Gonçalves
136.515-4 2º Sgt 10º BBM
Vieira

Síntese do recurso: o recorrente alega que, além da afirmativa IV, a afirmativa III também
estaria errada, o que deixaria a questão sem resposta correta.
“III - A AADP é composta pelos critérios de disciplina, habilidades profissionais, aptidão
física e disponibilidade para o trabalho, sendo que para este último critério apura-se a
disponibilidade efetiva dia a dia para as atividades e serviços de natureza bombeiro-militar, no
período de 12 meses anteriores ao dia 1º de julho de cada ano.”
Ato 18141 (20209054) SEI 1400.01.0001156/2020-12 / pg. 10
Segundo o candidato, o examinador teria formulado a questão de maneira a sugerir que apenas
o critério de disponibilidade para o trabalho seria avaliado antes de 1º de julho e se embasa no
artigo 5º da Resolução 808, como segue: “Art. 5º - A AADP será realizada, anualmente, a partir
do mês de julho, sendo que os seus critérios de aferição serão considerados na data de
30 de junho e conforme disposto nesta resolução”. (Grifo do candidato).
Parecer/justificativa: analisando o que foi argumentado pelo recorrente, verifica-se que é
improcedente. A alternativa foi direta e objetiva e não trouxe qualquer palavra restritiva, tais
como: apenas, somente, exclusivamente etc, que pudesse ocasionar tal dúvida no candidato. O
formulador da questão, tão somente explicitou o que consta na Res. 808/2018 no art. 4º e seus
incisos, com ênfase no inciso IV c/c art. 19 em seu caput, como segue:
“Art. 4º - A AADP é composta pelos critérios de disciplina, habilidades profissionais, aptidão
física e disponibilidade para o trabalho, a seguir conceituados:
I - disciplina: respeito aos aspectos de pronta obediência às ordens legais, observância às
prescrições regulamentares, emprego de toda a capacidade em benefício do serviço, correção
de atitudes, colaboração espontânea com a disciplina coletiva e com a efetividade dos
resultados pretendidos pela Instituição, tendo como referência o conceito disciplinar, nos termos
da Lei nº 14.310/2002;
II - habilidades profissionais: busca constante do aprimoramento profissional, tendo como
referência a ATP;
III - aptidão física: busca constante pela manutenção das qualidades e capacidades físicas
necessárias ao desempenho de suas funções, em resposta às missões e exigências da
Instituição, tendo como referência o TAF;
IV - disponibilidade para o trabalho: disponibilidade efetiva dia a dia para as atividades e
serviços de natureza bombeiro-militar, durante o período de 12 meses.

“Art. 19 - A disponibilidade para o trabalho será apurada no período de 12 meses anteriores ao


dia 1º de julho de cada ano.”

Solução: conhecer do recurso interposto pelo militar nº 136.515-4, 2º Sgt BM Alessandro


Gonçalves Vieira, do 10º BBM, posto que preencheu os pressupostos de admissibilidade e
recorribilidade, contudo, INDEFERÍ-LO, mantendo a questão e ratificando a opção “B” como
publicado no gabarito oficial.”

RECURSO INDEFERIDO

Questão 14
NUMERO GRAD. NOME UNIDADE
136.592-3 2º Sgt Theylohr Souza Peres DRH

Síntese do recurso: o recorrente alega que a afirmativa IV, apontada como falsa e, por esta
razão, definindo a resposta da questão, com gabarito na alternativa “B” estaria com seu
conteúdo correto, o que, em tese, alteraria a resposta da questão para a alternativa “A”. Em sua
argumentação, o candidato alega que apesar da afirmativa citar o atestado de origem (AO)
como fator influenciador na hipótese das licenças médicas, serem considerada ou não como
dias trabalhados, alega que a afirmativa não impõe vedações taxativas para limitar que
apenas serão consideradas as licenças com amparo em AO, podendo-se deduzir também que
embora as licenças de saúde, até 30 dias amparadas em atestado não sejam descontadas,
igualmente, as licenças de saúde até 30 dias, não amparadas em atestado de origem, também
Ato 18141 (20209054) SEI 1400.01.0001156/2020-12 / pg. 11
possam ser consideradas como dias de trabalho. O candidato ainda argumenta que mesmo
que o enunciado tenha apresentado normas do edital referente ao processo seletivo,
não poderia concluir que as afirmativas apresentadas tenham sido na íntegra de norma
A ou B, cabendo ao candidato interpretar e identificar possíveis erros em quaisquer das
normas apontadas, de forma isolada ou não. (Grifo do avaliador do recurso/formulador
da questão)

Alternativa:
“IV - Dentre os dias de afastamento serão considerados como efetivamente trabalhados na
contagem de disponibilidade para o serviço licença saúde até 30 dias ao militar com licença
saúde que estiver amparado em Atestado de Origem (AO).”
(Grifo do avaliador do recurso/formulador da questão)
Parecer/justificativa: analisando o que foi argumentado pelo recorrente, verifica-se que é
improcedente. Veja que para esse caso praticamente não sintetizei a argumentação do
candidato, deixando-a na íntegra. Começando de trás pra frente, seguindo os pontos fortes da
argumentação recursal, cujos quais fiz questão de grifar, saliento que o enunciado foi claro e
objetivo e que a interpretação e identificação de possíveis erros na questão são o cerne da
questão e, obviamente, cabem ao candidato.
No que tange à argumentação em que o candidato alega que a afirmativa IV não impõe
vedações taxativas para limitar que apenas serão consideradas as licenças com amparo em
AO, ATÉ nesse ponto ele teria razão. Todavia, o cerne da afirmativa está na limitação dos 30
dias para a licença saúde com amparo em Atestado de Origem. Isso fica claro e determinado
na preposição “ATÉ”, expressa em:

“IV - Dentre os dias de afastamento serão considerados como efetivamente trabalhados na


contagem de disponibilidade para o serviço licença saúde até 30 dias ao militar com licença
saúde que estiver amparado em Atestado de Origem (AO).”
(Grifo do avaliador do recurso/formulador da questão)
Considerando que a palavra “até”, segundo a definição do dicionário online de
Português“(https://www.dicio.com.br/ate/)”, pode ser classificado como preposição ou de
advérbio, mas em ambos os casos têm função de limitar, restringir espaço ou tempo, para
preposição e como advérbio, estabelecer limite máximo.

“Ex.: posso gastar até 600 reais com o presente”.


“Preposição; Indica o fim no espaço ou no tempo; que não se ultrapassa: a rua ia até ao portão;
ficarei em São Paulo até 25 de dezembro. Limita um tempo posterior: ele pretende trabalhar até
2016.”
Portanto, quando se lê a afirmativa, entende-se que o militar com licença de saúde até 30 dias
com amparo em AO está amparada para fins de contabilização como dias trabalhados na
contagem de disponibilidade para o serviço, mas que a partir de 31 dias não estaria, pois o
ATÉ, limita. Logo, de acordo com art. 20 da Res. 808/2018. – militar com “Atestado de Origem”
não fica submetido ao limite de tempo de licença.
Ademais, a afirmativa IV deixa claro que o cerne a ser avaliado na afirmativa é a licença com
amparo em Atestado de Origem. Tanto que o próprio candidato que impetrou o recurso afirma
em seu argumento que a afirmativa cita o atestado de origem (AO) como fator influenciador na
hipótese das licenças médicas, serem considerada ou não como dias trabalhados.

Solução: conhecer do recurso interposto pelo militar nº 136.592-3, 2º Sgt BM Theylohr Souza
Peres, da DRH, posto que preencheu os pressupostos de admissibilidade e recorribilidade,

Ato 18141 (20209054) SEI 1400.01.0001156/2020-12 / pg. 12


contudo, INDEFERÍ-LO, mantendo a questão e ratificando a opção “B” como publicado no
gabarito oficial.”

RECURSO INDEFERIDO

Questão 15
NUMERO GRAD. NOME UNIDADE
Demetrius Ferreira De
110.762-2 2º Sgt DLF
Sousa

Síntese do recurso: o recorrente alega que após avaliação das alternativas contidas na prova,
especificamente na questão 15 de Legislação Institucional, que a alternativa a seguir apresenta
uma palavra cujo sinônimo não tem relação com a palavra contida na Legislação.
“() As Unidades deverão confeccionar o Plano de Férias Anuais, lançando as férias do mês
de janeiro até o 5º dia do mês de novembro do ano anterior em que o bombeiro militar irá gozá-
las e o restante do plano até 31 de dezembro do ano anterior, providenciando o lançamento de
todo o plano no sistema informatizado próprio, ficando o lançamento em cada mês, somente
dos casos surgidos esporadicamente.”

Cita um trecho de legislação:


“Art. 5º - As Unidades deverão confeccionar o Plano de Férias Anuais, lançando as férias do
mês de janeiro até o 5º dia do mês de novembro do ano anterior em que o bombeiro militar irá
gozá-las e o restante do plano até 31 de dezembro do ano anterior, providenciando o
lançamento de todo o plano no sistema informatizado de recursos humanos, ficando o
lançamento em cada mês, somente para os casos extemporâneos.” (ITRH 225/09)

(Citação e grifo do analisador do recurso/formulador da questão)

Traz também que a palavra “esporadicamente” é um advérbio que se refere ao que ocorre
poucas vezes, raramente ou de modo fortuito. Traz, também, que a palavra “extemporâneo” é
algo que ocorre fora do período ideal; que se manifesta numa época inapropriada; que
acontece além do tempo determinado. Enfatiza que não são palavras sinônimas.

E solicita a revisão do gabarito. Apesar do candidato não pedir a anulação da questão, caso
seu pedido prosperasse, a questão teria que tomar esse destino, pois não teria resposta
condizente nas alternativas.

Parecer/justificativa: analisando o que foi argumentado pelo recorrente, verifica-se que é


improcedente. Ainda que tenha razão no quanto ao fato das palavras esporadicamente e
extemporâneos não serem sinônimas e a citação normativa apresentada pelo candidato estar
coerente com a escrita presente na ITRH 225/09, A ALTERNATIVA ESTÁ TOTALMENTE
CORRETA com o texto da Resolução 076 de 20 de junho de 2002, ainda em vigor e superior à
ITRH dentro da hierarquia das normas.

Vide citação do Art. 7º da Resolução 076/2020:


Ato 18141 (20209054) SEI 1400.01.0001156/2020-12 / pg. 13
“Art 7º - As Unidades deverão confeccionar o Plano de Férias Anuais, lançando as férias do
mês de janeiro até o 5º dia do mês de novembro do ano anterior em que o bombeiro militar irá
gozá-las e o restante do plano até 31 de dezembro do ano anterior, providenciando o
lançamento de todo o plano no sistema informatizado próprio, ficando o lançamento em cada
mês, somente dos casos surgidos esporadicamente.”

(Grifo do analisador do recurso/formulador da questão)

Ademais, o enunciado determina, claramente, que avalie-se as afirmativa com base na


Resolução Nº 76 de 20 de junho de 2002, a ITRH Nº 225 de 30 de dezembro de 2009 e a
Resolução 615 de 10 Jun15, vide:

“QUESTÃO 15 - Com base na Resolução Nº 76 de 20 de junho de 2002, a ITRH Nº 225 de


30 de dezembro de 2009 e a Resolução 615 de 10 Jun15, avalie se as afirmativas
apresentadas são verdadeiras ou falsas:”

Logo, o texto presente na prova está plenamente de acordo com a Resolução 076/2002
e, portanto, não constitui erro.

Solução: conhecer do recurso interposto pelo militar nº 110.762-2, 2º Sgt BM Demétrius


Ferreira de Sousa, da DLF, posto que preencheu os pressupostos de admissibilidade e
recorribilidade, contudo, INDEFERÍ-LO, mantendo a questão e ratificando a opção “D” como
publicado no gabarito oficial.

RECURSO INDEFERIDO

Questão 16
NUMERO GRAD. NOME UNIDADE
Ivan Novaes 6ª Cia Ind./1ª
132.411-0 2º Sgt
Guimarães Cia/3º Pel

Síntese do recurso: o recorrente alega que a alternativa “C” estaria incorreta devido ao fato da
Resolução 680/2016 que “Aprova as diretrizes de ensino profissional do CBMMG”, em sua
seção “I”, artigo 8º, não fazer menção do requisito básico: “I - não ter sido sancionado, nos
últimos 24 (vinte quatro) meses, por mais de uma transgressão disciplinar de natureza grave,
transitada em julgado ou ativada;” como condicionante para a realização do estágio, referindo-
se somente referente à matricula nos cursos e cita o artigo e seus incisos. O candidato, também
argumenta que a alternativa dá a entender que o requisito também será uma condicionante
de matrícula para os Cursos de Formação que CIVIS, dando ênfase especial ao
EPOSau, devido a palavra estágio no conteúdo da alternativa. Por fim, solicita revisão do
gabarito e consequente anulação da questão.
(Grifo do analista do recurso/formulador da questão)

Parecer/justificativa: analisando o que foi argumentado pelo recorrente, verifica-se que é


improcedente. A inserção, no texto da alternativa, das informações constantes no título do

Ato 18141 (20209054) SEI 1400.01.0001156/2020-12 / pg. 14


capítulo V da norma “ DA FORMAÇÃO, HABILITAÇÃO, APERFEIÇOAMENTO E ESTÁGIO”
não causou prejuízo à interpretação da alternativa, pelo contrário, as informações são
complementares e cita dentre os outros tipos de cursos, o de habilitação, que era o casso
explicitado na questão. Logo, a questão e, mais precisamente a alternativa “C” foi
suficientemente clara e objetiva quanto ao seu cerne, que foi saber se o candidato sabe
que um dos requisitos para a matrícula no curso do CHO é não ter sido sancionado, nos últimos
24 meses, por mais de uma transgressão disciplinar de natureza grave, transitada em julgado
ou ativada.
Salienta-se que na introdução da alternativa foi explicitado o contexto a ser analisado sendo
determinados dois pontos focais para situar a análise dos candidatos, sendo: - “O candidato
ao curso do CHO” (...); e a parte: “- não poderá efetuar sua matrícula (...);” Ademais, vale
ressaltar que em nenhum momento foi pedido para extrapolar a análise ou fazer inferências com
relação a outros cursos e, quiçá foi mencionado para avaliar estágio. Reitero que a
introdução foi direta e objetiva contextualizando a matrícula no curso do CHO, que é
curso de HABILITAÇÃO.
Quanto à argumentação de que a redação leva o candidato a entender que o requisito estaria
sendo utilizado como condicionante para a matrícula para cursos de formação que civis podem
realizar, definitivamente não prospera. Primeiramente porque existe na Resolução 680/2016
outras seções específicas para cada curso seja de formação, aperfeiçoamento e estágio,
sendo que os requisitos para os cursos voltados para o público civil são regidos em
editais específicos, ou seja, elaborados para cada curso e atrelados a diversas normas
simultaneamente e concomitantemente, tais como o EMEMG, Resoluções de Saúde, de TAF
dentre outras. Isso fica explicitado, por exemplo nos artigos 10, 29 e 31 da mesma Resolução
680/2016.

“Art. 10 - O ingresso no CFSdBM será através de concurso público regido por edital
específico.
Art. 29 - O ingresso no CFOBM será através de concurso público regido por edital específico.
Art. 31 - O Estágio Preparatório de Oficiais de Saúde (EPOSau) consiste na última fase do
concurso para suprir as vagas do Quadro de Oficiais de Saúde Bombeiro Militar (QOS-BM).
(Grifo nosso)”

Portanto, o candidato extrapolou em muito no que tange a interpretação da questão, em


especial nessa alternativa, quando bastaria ater-se ao enunciado da questão, à introdução da
alternativa e conhecer o requisito básico que foi cobrado, que está plenamente de acordo com a
norma. Portanto, a questão e a alternativa não possuem erros.

Dessa forma, não há que se falar em anulação da questão, pois a alternativa a ser assinalada
como resposta é a “B”, conforme divulgado no gabarito oficial.

Solução: conhecer do recurso interposto pelo militar nº 132.411-0, 1º Sgt BM Ivan Novaes
Guimarães, da 6ª Cia Ind./1ª Cia/3º Pel, posto que preencheu os pressupostos de
admissibilidade e recorribilidade, contudo, INDEFERÍ-LO, mantendo a questão e ratificando a
opção “B” como publicado no gabarito oficial.

RECURSO INDEFERIDO

Questão 16

Ato 18141 (20209054) SEI 1400.01.0001156/2020-12 / pg. 15


NUMERO GRAD. NOME UNIDADE
Marcio Paulino Gomes
136.301-9 2º Sgt COBOM
Ribeiro

Síntese do recurso: o recorrente alega que a alternativa “B” estaria idêntica ao texto original
da resolução Conjunta de Saúde 4278/2013, como expresso em seu recurso a seguir:

““ Conforme a resolução conjunta de saúde 4278, no caput do artigo 32 mostra que: “É


prerrogativa exclusiva dos oficiais médico e cirurgião dentista dos NAIS das Unidades nas IME,
este último na área de competência da odontologia e, exclusivamente dos oficiais médicos das
JRS nas RPM e da JCS, concessão de licença e dispensa saúde, obrigatoriamente, precedida
de avaliação pericial, nos termos do Estatuto do Pessoal da Polícia Militar de Minas Gerais
(EMEMG) e desta Resolução Conjunta, determinando o tempo de afastamento do militar
periciado” . Essa alternativa está descrita de forma idêntica a resolução conjunta, logo,
não está incorreta. Assim solicito o cancelamento da questão tendo em vista que todas
as questões estão corretas.””

(Grifo do analista do recurso/elaborador da questão)

Parecer/justificativa: analisando o que foi argumentado pelo recorrente, verifica-se que é


TOTALMENTE IMPROCEDENTE.

Na citação do recurso acima foi destacado, por esse elaborador, em sublinhado, o que a
norma trás, como bem mencionou o candidato e, em negrito, consta a análise que o candidato
fez da questão, na qual frisa que a alternativa constante na prova era “idêntica” ao que consta na
resolução, o que não é verdade, conforme vemos a seguir na extração da alternativa presente
na prova:

“ B - É prerrogativa exclusiva dos oficiais médico, psicólogos e cirurgião dentista dos NAIS
das Unidades nas IME, este último na área de competência da odontologia e, exclusivamente
dos oficiais médicos das JRS nas RPM e da JCS, a concessão de licença e dispensa saúde,
obrigatoriamente, precedida de avaliação pericial, nos termos do Estatuto do Pessoal da
Polícia Militar de Minas Gerais (EMEMG) e desta Resolução Conjunta, determinando o tempo
de afastamento do militar periciado.”
(Grifo do analista do recurso/elaborador da questão)

Dessa forma, não há que se falar em anulação da questão, pois constata-se que a mesma falta
de atenção do dia da prova foi replicada na confecção do recurso, por parte do candidato. Ele
não se atentou para o fato dos psicólogos não terem prerrogativa para a concessão de
licenças. Portanto, essa alternativa é a errada e consiste na resposta para a questão, ou seja,
letra “B”, conforme divulgado no gabarito oficial.

Solução: conhecer do recurso interposto pelo militar nº 136.301-9, 2º Sgt BM Marcio Paulino
Gomes Ribeiro, do COBOM, posto que preencheu os pressupostos de admissibilidade e
recorribilidade, contudo, INDEFERÍ-LO, mantendo a questão e ratificando a opção “B” sendo a
resposta conforme publicado no gabarito oficial.

Ato 18141 (20209054) SEI 1400.01.0001156/2020-12 / pg. 16


RECURSO INDEFERIDO

Questão 16
NUMERO GRAD. NOME UNIDADE
136.433-0 1º Sgt Ney Willian Lopes 1º BBM

Síntese do recurso: o recorrente alega que a Resolução 680/2016 que “Aprova as diretrizes
de ensino profissional do CBMMG”,em sua seção “I”, artigo 8º, não faz menção como
condicionante para a realização do estágio os requisitos citados, referindo-se somente
referente à matricula nos cursos e cita o artigo e seus incisos. O candidato, expande seus
argumentos alegando que a forma como foi redigida a alternativa o leva a entender que o
requisito também será uma condicionante de matrícula para os Cursos de Formação
que CIVIS podem realizar, sendo eles: CFO, CFSd, EPOSau. Por fim, solicita revisão do
gabarito e consequente anulação da questão.
(Grifo do analista do recurso/formulador da questão)

Parecer/justificativa: analisando o que foi argumentado pelo recorrente, verifica-se que é


improcedente. A inserção, no texto da alternativa, das informações constantes no título do
capítulo V da norma “ DA FORMAÇÃO, HABILITAÇÃO, APERFEIÇOAMENTO E ESTÁGIO”
não causou prejuízo à interpretação da alternativa, pelo contrário, as informações são
complementares e cita dentre os outros tipos de cursos, o de habilitação, que era o casso
explicitado na questão. Logo, a questão e, mais precisamente a alternativa “C” foi
suficientemente clara e objetiva quanto ao seu cerne, que foi saber se o candidato sabe
que um dos requisitos para a matrícula no curso do CHO é não ter sido sancionado, nos últimos
24 meses, por mais de uma transgressão disciplinar de natureza grave, transitada em julgado
ou ativada.
Salienta-se que na introdução da alternativa foi explicitado o contexto a ser analisado sendo
determinados dois pontos focais para situar a análise dos candidatos, sendo: - “O candidato
ao curso do CHO” (...); e a parte: “- não poderá efetuar sua matrícula (...);” Vejamos que em
nenhum momento foi pedido para extrapolar a análise ou fazer inferências com relação a outros
cursos e, quiçá foi mencionado para avaliar estágio. Reitero que a introdução foi direta e
objetiva contextualizando a matrícula no curso do CHO, que é curso de HABILITAÇÃO.
Quanto à argumentação de que a redação leva o candidato a entender que o requisito estaria
sendo utilizado como condicionante para a matrícula para cursos de formação que civis podem
realizar, definitivamente não prospera. Primeiramente porque existe na Resolução 680/2016
outras seções específicas para cada curso seja de formação, aperfeiçoamento e estágio,
sendo que os requisitos para os cursos voltados para o público civil são regidos em
editais específicos, ou seja, elaborados para cada curso e atrelados a diversas normas
simultaneamente e concomitantemente, tais como o EMEMG, Resoluções de Saúde, de TAF
dentre outras. Isso fica explicitado, por exemplo nos artigos 10, 29 e 31 da mesma Resolução
680/2016.

“Art. 10 - O ingresso no CFSdBM será através de concurso público regido por edital
específico.
Art. 29 - O ingresso no CFOBM será através de concurso público regido por edital específico.
Art. 31 - O Estágio Preparatório de Oficiais de Saúde (EPOSau) consiste na última fase do
concurso para suprir as vagas do Quadro de Oficiais de Saúde Bombeiro Militar (QOS-BM).
(Grifo nosso)”

Ato 18141 (20209054) SEI 1400.01.0001156/2020-12 / pg. 17


Portanto, o candidato extrapolou em muito no que tange a interpretação da questão, em
especial nessa alternativa, quando bastaria se ater ao enunciado da questão, à introdução da
alternativa e conhecer o requisito básico que foi cobrado, que está plenamente de acordo com a
norma. Portanto, a questão e a alternativa não possuem erros.

Dessa forma, não há que se falar em anulação da questão, pois a alternativa a ser assinalada
como resposta é a “B”, conforme divulgado no gabarito oficial.

Solução: conhecer do recurso interposto pelo militar nº 136.433-0, 1º Sgt BM Ney Willian
Lopes, do 1º BBM, posto que preencheu os pressupostos de admissibilidade e recorribilidade,
contudo, INDEFERÍ-LO, mantendo a questão e ratificando a opção “B” como publicado no
gabarito oficial.

RECURSO INDEFERIDO

Questão 16
NUMERO GRAD. NOME UNIDADE
Rodrigo Gonçalves
136.304-3 2º Sgt 5º BBM
Mourão

Síntese do recurso: o recorrente alega que a falta de uma expressão, presente no texto da
norma, mais precisamente, no artigo 5º, inciso IX da Resolução 426/2011, que tem vínculo direto
com o artigo 10º da mesma resolução. O candidato interpreta que a falta de expressão “na linha
hierárquica”, faz com que o entendimento seja de que o militar fará jus a receber, se estiver
exercendo cargo/função qualquer de superior ao seu, onde poderá apenas respeitado o posto
ou graduação.

Parecer/justificativa: em análise ao recurso, verifica-se que não procede o argumento


apresentado pelo recorrente, haja vista que o enunciado da alternativa “D” traz:
“D - A diferença entre a remuneração do posto ou graduação superior, a qual faz jus o militar
que se encontrar no exercício de cargo/função privativo de qualquer posto ou graduação
superior ao seu, desde que em conformidade com os requisitos da Resolução n. 426, de
10Jun11, e a do militar que substitui, é calculada considerando as condições pessoais de
tempo de serviço.”
(Grifo do avaliador do recurso/elaborador da questão)
E a norma traz:

“Art 5º - IX - o militar que se encontrar no exercício de cargo/função privativo de qualquer posto


ou graduação superior ao seu, na linha hierárquica, perceberá a diferença entre o seu
vencimento e do posto/graduação que, legalmente, deve ser do titular do cargo/função;”

“Art. 10. A diferença entre a remuneração do posto ou graduação superior, a que se refere o
artigo 5º, inciso IX, desta Resolução, e a do militar que substitui, é calculada considerando as
condições pessoais de tempo de serviço.”
(Grifos: negrito do candidato e sublinhados do analista do recurso/elaborador da
Ato 18141 (20209054) SEI 1400.01.0001156/2020-12 / pg. 18
questão)

Pelo que pode-se observar no grifo fica bem claro que o percebimento só é pertinente se forem
cumpridos os requisitos da Resolução 426/2011, logo a parte original ausente, cuja qual o
candidato dá falta e reclama, faria sentido se não houvesse sua substituição por tal expressão
grifada, que amarra plenamente a percepção da diferença aos requisitos da norma e,
consequentemente, à questão da linha hierárquica.
Mas vale ressaltar que o cerne principal dessa alternativa é o conhecimento básico quanto à
questão de que o militar, cumprindo os requisitos da resolução receberá a diferença entre a
remuneração do seu posto/graduação e o posto/graduação superior é calculada considerando
as condições pessoais de tempo de serviço.

Por fim, nem mesmo a norma repete a parte ausente do texto reclamada pelo candidato nos
dois artigos comunicantes, mas ainda assim, o elaborador teve o cuidado de substituir a
expressão e fazendo com que ficasse verossimilhante.

Solução: conhecer do recurso interposto pelo militar nº 136.304-3, 2º Sgt Rodrigo Gonçalves
Mourão, do 5º BBM, posto que preencheu os pressupostos de admissibilidade e recorribilidade,
contudo, INDEFERÍ-LO, mantendo a questão e ratificando a opção “B” como publicado no
gabarito oficial.

RECURSOS DEFERIDOS E ANULAÇÃO DA QUESTÃO

QUESTÃO 17
NUMERO GRAD. NOME UNIDADE
126.276-5 1º Sgt Walter Balsamão Júnior EMBM
135.998-3 1º Sgt Bruno Alves Bicalho EMBM-4
136.433-0 1º Sgt Ney Willian Lopes 1º BBM
136.359-7 2º Sgt Thales Marcelo Rufino 8ºBBM
136.324-1 2º Sgt Fernando Alves Lafeta 7ºBBM
Márcio Paulino Gomes
136.301-9 2º Sgt COBOM
Ribeiro
Alisson Fabrício
136.066-8 2º Sgt BOA
Rodrigues Tolentino
Eduardo Henrique Vidal
136.196-3 2º Sgt 2ªCIAIND
de Campos
Leandro Barbosa
136.312-6 2º Sgt 2º BBM
Melgaço da Costa
Luiz Antônio Ferreira
135.982-7 2º Sgt CG
Dias
Nivaldo Antônio dos
135.981-9 2º Sgt BM4
Santos Júnior
Thiago Biagini Gomes
136.361-9 2º Sgt BEMAD
Pereira
Vander Heidmann Silvio
136.588-1 2º Sgt 2º COB
Cardoso
136.483-5 2º Sgt Jesué Ferreira de Aguiar 7º BBM
Nilton Carlos Ferreira
136.457-9 2º Sgt 8º BBM
Oliveira
Alexandre da Fonseca
136.014-8 2º Sgt 3º BBM
Rodrigues

Ato 18141 (20209054) SEI 1400.01.0001156/2020-12 / pg. 19


Síntese do recurso: Todos os candidatos que impetraram recurso para a questão 17 da prova
pleitearam anulação da questão por entenderem que a alternativa “B” possui falha ao deixar de
explicitar se o militar a ser promovido seria praça ou oficial.

Vejamos a questão:
QUESTÃO 17 - Considerando o Regulamento de Promoção de Oficiais e o Regulamento de
Promoção de Praças, analise as alternativas a seguir e marque aquela que NÃO está correta
com a referida norma.

A - A promoção ao posto de Capitão, pelo critério de merecimento, para os Oficiais do QO-


PM/BM e QOS-PM/BM será realizada no nono ano após o ano base para 1/3 (um terço) dos 1ºs
Tenentes existentes na turma, e no décimo ano após o ano-base para 1/2 (um meio) dos 1ºs
Tenentes existentes na turma.

B - As promoções por ato de bravura, por necessidade do serviço, por incapacidade


física, post-mortem, trintenária e por invalidez poderão ocorrer, a qualquer tempo, a
partir do cumprimento das condições previstas para esses fins, diferentemente das
realizadas anualmente, que ocorrem no dia 25 de dezembro, por ato do Governador.

C - O Cabo candidato à promoção por tempo de serviço com, no mínimo, oito anos de efetivo
serviço na mesma graduação, frequentará o Curso Especial de Formação de Sargentos -CEFS
- ou equivalente, conforme dispuser o regulamento do curso.

D - Para a promoção trintenária considera-se efetivo serviço o período de serviços prestados,


contados dia a dia, computando-se, para esse efeito, a contagem em dobro de férias anuais e
férias- prêmio e o arredondamento que se refere o § 4º do art. 159 do EMEMG.

A questão foi elaborada para ter como resposta a alternativa “D”, que seria a única alternativa
incorreta.
Não obstante, ao escrever o texto da alternativa “B”, este elaborador descuidou-se do fato de
que o enunciado citava tanto o Decreto de Promoção de Oficiais quanto o Decreto de
Promoção de Praças.
A alternativa “B” era para enfatizar a diferença de períodos e datas para ocorrer as promoções
por ato de bravura, por necessidade do serviço, por incapacidade física, post-mortem,
trintenária e por invalidez quando comparadas com as promoções tradicionais de fim de ano e
não teria viés algum com relação a autoridade competente para promover.
Para que a alternativa não apresentasse falhas poder-se-ia tão somente ter colocado o ponto
final logo após a palavra dezembro; ou, numa outra possibilidade, ter explicitado que a
promoção referida seria de oficial, permanecendo, dessa forma, a expressão “por ato do
Governador” no final da alternativa.
Todavia, isso não ocorreu e os candidatos têm razão ao alegarem duas alternativas incorretas
na questão

Parecer / Justificativa: Considerando que a questão apresentou falha na alternativa “B”,


levando os candidatos a uma situação de dúvida perante a duplicidade de alternativas
Ato 18141 (20209054) SEI 1400.01.0001156/2020-12 / pg. 20
incorretas considero procedentes todos os recursos relativos à questão 17.

Solução: DEREFIMENTO e ANULAÇÃO da questão.

RECURSO INDEFERIDO

Questão 21
NUMERO GRAD. NOME UNIDADE
136.483-5 2º Sgt Josué Ferreira de Aguiar 7ºBBM
Paulo Celson Silva
135.989-2 2º Sgt 4º COB
Jardim

Síntese do recurso: a questão deve ser anulada pois não há alternativa correta, uma vez que
para ser considerado crime militar a situação deve se enquadrar em uma das hipóteses do Art.
9º do Código Penal Militar. A alternativa “a” cita que o militar estava de folga, não cometendo,
portanto, crime militar, já que não se enquadra em nenhuma hipótese do Art. 9º, em especial a
prevista na alínea “c” do Inc. III, pois ele necessitaria estar de serviço ou atuando em razão dela.

Parecer/justificativa: analisando o que foi argumentado pelo recorrente, verifica-se que é


improcedente, pois a alternativa “a” explorou a situação de um “garante”, aqueles que têm o
dever legal de atuar em virtude do ofício, sendo a questão taxativa em dizer que se tratava de
bombeiro militar de folga. Assim sendo, o garante, previsto no parágrafo 2º do Art. 29 do
Código Penal Militar, em caso de omissão responde pelo resultado causado na modalidade
dolosa. Dessa forma, não há que se falar em anulação da questão, pois a alternativa a ser
assinalada é a “A”, conforme divulgado no gabarito oficial.

Solução: conhecer dos recursos interpostos pelos militares supracitados, posto que preencheu
os pressupostos de admissibilidade e recorribilidade, contudo, INDEFERÍ-LOS, mantendo a
questão e ratificando a opção “A” como publicado no gabarito oficial.

RECURSOS INDEFERIDOS

Questão 21
NUMERO GRAD. NOME UNIDADE
Demétrius Ferreira de
110.762-2 2º Sgt DLF
Souza
Gustavo Ribas d’Ávila
136.556-8 2º Sgt 7ª Cia Ind
Cormanich
136.423-1 2º Sgt Wallace Heleno Alves 2ªCiaInd

Síntese do recurso: o recorrente alega que é a alternativa “c” não citou a modalidade do
crime, se é doloso ou culposo, o que interfere na análise da questão, uma vez que se fosse
doloso seria de competência da Justiça Comum e se fosse culposo seria de competência da
Justiça Militar. Assim, solicita a anulação da questão por ela ter duas alternativas corretas, face
a comportar dupla interpretação.

Ato 18141 (20209054) SEI 1400.01.0001156/2020-12 / pg. 21


Parecer/justificativa: em análise ao recurso, verifica-se que não procede o argumento
apresentado pelos recorrentes, haja vista que o enunciado da questão indaga “Assinale a
alternativa que contém uma situação que será julgada pela Justiça Militar”. Assim, apesar do
crime de homicídio culposo poder ser julgado pela Justiça Militar, ele exigiria ainda que o fato
se enquadrasse em alguma das hipóteses do Art. 9º do Código Penal Militar. Por conseguinte,
o simples fato de militar da ativa praticar crime de homicídio contra civil, mesmo que culposo, a
competência não seria da Justiça Militar, pois não se adapta em nenhuma hipótese do Art. 9º
do CPM. Outrossim, conforme Parágrafo único do Art. 33 do CPM, a regra na prática dos
crimes é na modalidade dolosa, salvo se a norma for taxativa. Assim, não há que se falar em
mudança do gabarito oficial e nem em anulação da questão.

Solução: conhecer dos recursos interpostos pelos militares supracitados, posto que preencheu
os pressupostos de admissibilidade e recorribilidade, contudo, INDEFERÍ-LOS, mantendo a
questão e ratificando a opção “A” como publicado no gabarito oficial.

RECURSO INDEFERIDO

QUESTÃO 21
NUMERO GRAD. NOME UNIDADE
Alisson Fabricio
136.066-8 2º Sgt BOA
Rodrigues Tolentino

Síntese do recurso: a alternativa “a” não apresenta nenhum crime, pois de acordo com o
parágrafo 2º do Art. 29 do Código Penal Militar e parágrafo 2º do Art. 13 do Código Penal
Comum, pelo bombeiro militar caracterizar um garante, ele só responderá pela omissão se ela
for penalmente relevante. Assim sendo, não houve nenhum resultado na alternativa, que por
consequência não há que se falar em crime e nem que ele será de competência da Justiça
Militar.

Parecer / Justificativa: o raciocínio do impetrante está correto, a questão aborda um caso de


omissão penalmente relevante, que, por conseguinte o Bombeiro Militar, que é um garantidor
estipulado por lei, aos moldes do que estabelece o Art. 144 da Constituição Federal de 1988,
dentre outras, tinha o dever legal de agir, mesmo estando de folga. Contudo, a alternativa “a”
aponta sim um resultado naturalístico, qual seja, o afogamento, uma vez que consta na assertiva
“Bombeiro militar da ativa durante sua folga que ao verificar uma pessoa se afogando nada
faz”. Assim, equivoca-se o impetrante na interpretação da alternativa, pois aponta sim um fato
que está ocorrendo, afogamento, e a responsabilização ocorrerá a depender do resultado, mas
sendo certo que leve, afogado grau 1, ou grave, ou até mesmo evoluindo para o óbito, a questão
descreve um ilícito penal de competência da justiça castrense. Assim, resta apenas a
possibilidade de INDEFERÍ-LO, mantendo a questão e ratificando a opção “A” como publicado
no gabarito oficial.

Solução: conhecer do recurso interposto pelo militar supracitado, posto que preencheu os
pressupostos de admissibilidade e recorribilidade, contudo, INDEFERÍ-LO, mantendo a
questão e ratificando a opção “A” como publicado no gabarito oficial.

Ato 18141 (20209054) SEI 1400.01.0001156/2020-12 / pg. 22


RECURSOS INDEFERIDOS

Questão 23
NUMERO GRAD. NOME UNIDADE
136.359-7 2º Sgt Thales Marcelo Rufino 8º BBM
Demetrius Ferreira De
110.762-2 2º Sgt DLF
Sousa
136.234-1 2º Sgt Fernando Alves Lafetá 7º BBM
Bruno Eustáquio De
136.574-1 2º Sgt 3º BBM
Souza Gomes
136.263-1 2º Sgt Felipe Borges Ribeiro 5º BBM
136.483-5 2º Sgt Jesué Ferreira de Aguiar 7º BBM
Nilton Carlos Ferreira
136.457-9 2º Sgt 8º BBM
Oliveira
Paulo Celson Silva
135.989-2 2º Sgt 4º COB
Jardim
Márcio Paulino Gomes
136.301-9 2º Sgt COBOM
Ribeiro
Leandro Barbosa
136.312-6 2º Sgt 2º BBM
Melgaço da Costa
Alessandro Gonçalves
136.515-4 2º Sgt 10º BBM
Vieira
Cleonilson saturnino da
125.658-5 2º Sgt 12º BBM
Silva
131.773-4 2º Sgt Giane Neiva de Paula AAS
Jairo Humberto de
120.712-5 2º Sgt 8º BBM
Paula
Luiz Antônio Ferreira
135.982-7 2º Sgt CG
Dias
Marco Rossi Bessas de
136.548-5 2º Sgt 10º BBM
Lisbôa
136.433-0 2º Sgt Ney Willian Lopes 1º BBM
136.592-3 2º Sgt Theylohr Souza Peres DRH
Vander Heidmann Silvio
136.588-1 2º Sgt 2º COB
Cardoso
William Duarte de
131.880-7 2º Sgt 8ºBBM
Oliveira

Síntese do recurso: Em suma, os recorrentes alegam: que o Brasil adotou o sistema Legal
para a classificação de crimes hediondos, conforme Art. 1º do Código Penal, assim coube à lei
federal, nº 8.072/90, deixar taxativos os crimes hediondos. Assim, a alternativa “a” estaria
errada pois não é qualquer falsificação que será considerada crime hediondo, mas somente
aquela inscrita no art. 1º, inciso VII-B, da Lei nº 8072/90 (falsificação, corrupção, adulteração ou
alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais).

Parecer/justificativa: assiste razões aos recorrentes no que tange ao ordenamento jurídico


brasileiro ter adotado o sistema legal, ou seja, apenas o que está taxativo na Lei, que inclusive
fundamentaram o argumento com fulcro no Art. 1º do Código Penal. Contudo, os recorrentes
questionam a literalidade da lei, o que é imperativo e postulado como máxima, conforme Art. 2º
do Código de Processo Penal Militar, além da taxatividade legislativa por eles defendida, pois a
lei nº 8.072/90, que descreve os crimes hediondos aponta logo no seu Art. 1º a previsão da
falsificação, vejamos:

Ato 18141 (20209054) SEI 1400.01.0001156/2020-12 / pg. 23


Art. 1o São considerados hediondos os seguintes crimes, todos tipificados no Decreto-Lei
no 2.848, de 7 de dezembro de 1940 - Código Penal, consumados ou tentados:
VII-B –falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a fins
terapêuticos ou medicinais. (gn.)

Assim, a alternativa é a transcrição literal do texto legal, que apesar de não incluir todos os
crimes constantes do Inc. VII-B, a falsificação é sim um crime hediondo, ipisis litteris da lei.
Dessa maneira, não assiste razões aos recorrentes, permanecendo como correta a assertiva
“A”, ratificando-se o gabarito e INDEFERINDO os recursos.

Solução: conhecer dos recursos interpostos pelos militares supracitados, posto que preencheu
os pressupostos de admissibilidade e recorribilidade, contudo, INDEFERÍ-LOS, mantendo a
questão e ratificando a opção “A” como publicado no gabarito oficial.

RECURSOS INDEFERIDOS

Questão 24
NUMERO GRAD. NOME UNIDADE
136.359-7 2º Sgt Thales Marcelo Rufino 8º BBM
136.234-1 2º Sgt Fernando Alves Lafetá 7º BBM
Paulo Celson Silva
135.989-2 2º Sgt 4º COB
Jardim
Gustavo Ribas d’Ávila
136.556-8 2º Sgt 7ª Cia Ind
Cormanich
136.544-4 2º Sgt Rafael Semião Ribeiro 10º BBM

Síntese do recurso: em suma, o recorrente alega que as assertivas estão incompletas e se faz
necessário a narração integral do texto da lei, pois não é qualquer organização social, mas
somente as organizações sociais qualificadas em esferas do governo e que tenham suas
atividades contempladas no contrato de gestão. Assim como no item do inciso III do Art. 25, em
que só se pode contratar profissionais consagrados pela crítica especializada ou pela opinião
pública. Ambos estão incompletos, e suprimindo informações essenciais para dispensa ou não
da licitação, ou seja, tanto um quanto o outro poderiam se enquadrar nas situações de “É
dispensável a licitação” ou “É inexigível a licitação”, colocando assim uma subjetividade na
interpretação das respostas II está incorreta.

Parecer/justificativa: não assiste razões aos candidatos, pois a questão exigiu conhecimento
sobre a dispensa de licitação. Assim, as alternativas continham transcrição literal da lei nº
8.666/93, sendo que a alternativa “C” continha situações de inexigibilidade de licitação, que é
um instituto distinto da dispensa exigido na questão. Ademais, pelo princípio da literalidade,
previsto no Art. 2º do Código de Processo Penal Militar, bem como da taxatividade, que
continham expressões idênticas da norma legal, que apesar de conter a íntegra das situações
trazidas pela lei, todas ali apostas foram retiradas da situação de dispensa de licitação, exceto
a alternativa “C”, que trazia situações de inexigibilidade, conforme Art. 25 da Lei nº 8.666/93.
Assim sendo, não assiste razões aos impetrantes, cabendo INDEFERIR os recursos
apresentados e manter o gabarito.

Solução: INDEFERIMENTO e manutenção do resultado da 1ª fase.


Ato 18141 (20209054) SEI 1400.01.0001156/2020-12 / pg. 24
RECURSOS INDEFERIDOS

Questão 25
NUMERO GRAD. NOME UNIDADE
Demetrius Ferreira De
110.762-2 2º Sgt DLF
Sousa
Paulo Celson Silva
135.989-2 2º Sgt 4º COB
Jardim
Alessandro Gonçalves
136.515-4 2º Sgt 10º BBM
Vieira
131.773-4 2º Sgt Giane Neiva de Paula AAS
Jairo Humberto de
120.712-5 2º Sgt 8º BBM
Paula
Marco Rossi Bessas de
136.548-5 2º Sgt 10º BBM
Lisbôa
136.592-3 2º Sgt Theylohr Souza Peres DRH
William Duarte de
131.880-7 2º Sgt 8ºBBM
Oliveira
136.390-2 2º Sgt Leonardo Inácio da Silva 2ª Cia Ind
136.544-4 2º Sgt Rafael Semião Ribeiro 10º BBM

Síntese do recurso: Em suma, os recorrentes alegam: que da questão, foram utilizados


termos que tornaram a definição da “alternativa B” errada, equivocada, em comparação com a
definição original, prevista no decreto. A alternativa B, dada como certa prevê: “B - A justiça é
atribuída aos Comandantes, pois deverão acompanhar permanentemente os atos ensejadores
de recompensa e analisar o critério estabelecido”, quando na verdade a definição legal contém
“V - justiça: os comandantes, nos diversos níveis, deverão manter um acompanhamento
permanente dos seus comandados para que no ato da concessão de uma recompensa, todos
os requisitos sejam analisados com apurado critério, de forma a propiciar o alcance da justiça
neste ato. Alegam ainda que na elaboração da questão, foi inserido que o comandante deve
acompanhar os atos dos comandados, para averiguar se seriam passíveis de recompensa,
quando na verdade, o regramento legal prevê que o comandante deve acompanhar
permanentemente os seus comandados, para que no ato de concessão da recompensa, sejam
analisados os critérios. A redação afirma que o comandante deverá estar presente em todos os
atos dos seus comandados, o que, deveras, sabemos ser impossível. Afirma ainda,
erroneamente, que seria o comandante quem daria início ao processo de recompensa, em
sentido amplo, o que sabemos que não é verdade, é o chefe direto quem dá início, com o
pedido de recompensa.

Parecer/justificativa: não assiste razões aos recorrentes, pois a questão trouxe o conteúdo
dos princípios para a concessão de recompensa esculpido na Resolução Conjunta CBMMG e
PMMG nº 4.220/201 – Manual de Processos e Procedimentos Administrativos (MAPPA),
conforme imperatividade do Art. 417, a saber:

Art.417.Para a concessão de recompensas, as autoridades devem, nos diversos níveis, atentar


para os seguintes princípios:
I– proporcionalidade: a recompensa será proporcional ao fato gerador, devendo
considerar o nível de relevância de cada um e atendidas às peculiaridades e à
intensidade da ação do militar em cada caso; (gn).

Ato 18141 (20209054) SEI 1400.01.0001156/2020-12 / pg. 25


II – individualidade: cada militar a ser recompensado deverá receber o prêmio na exata medida
da sua participação no fato gerador da recompensa, garantindo a distinção que cada um
merece segundo o seu envolvimento ou comprometimento com o resultado positivo alcançado;
III – oportunidade: a recompensa será concedida no momento certo, de modo a tornar-se fator
de motivação, satisfação e elevação do moral de tropa, devendo ser concretizada o mais
próximo possível do fato gerador;;
IV– merecimento: a concessão de recompensa será precedida de análise acurada da situação
motivadora e demais circunstâncias que influenciaram a ação ou atividade desempenhada,
evitando-se concessões coletivas e benefícios a quem não os mereça.
V – justiça: os comandantes, nos diversos níveis, deverão manter um acompanhamento
permanente dos seus comandados para que no ato da concessão de uma recompensa todos
os requisitos sejam analisados com apurado critério, de forma a propiciar o alcance da justiça
neste ato.

Além disso, as alternativas apresentaram-se conforme o Art. 3º do Decreto 42.843/2002:


Art. 3º - Os princípios previstos no artigo anterior são assim conceituados:
I - proporcionalidade: a recompensa será proporcional ao fato gerador, devendo considerar o
nível de relevância de cada um e atendidas as peculiaridades e a intensidade da ação
do militar em cada caso;(gn).
II - individualidade: cada militar a ser recompensado deverá receber o prêmio na exata medida
da sua participação no fato gerador da recompensa, garantindo a distinção que cada um
merece segundo o seu envolvimento ou comprometimento com o resultado positivo alcançado;
III - oportunidade: a recompensa será concedida no momento certo, de modo a tornar-se fator
de motivação, satisfação e elevação do moral de tropa, devendo ser concretizada o mais
próximo possível do fato gerador;
IV - merecimento: a concessão de recompensa será precedida de análise acurada da situação
motivadora e demais circunstâncias que influenciaram a ação ou atividade desempenhada,
evitando-se concessões coletivas e benefícios a quem não os mereça.
V - justiça: os comandantes, nos diversos níveis, deverão manter um acompanhamento
permanente dos seus comandados para que no ato da concessão de uma recompensa todos
os requisitos sejam analisados com apurado critério, de forma a propiciar o alcance da justiça
neste ato.

Assim, as alternativas apresentavam a literalidade do texto esculpido no MAPPA e no Decreto


nº 42.843/2002, sendo que a alternativa “D” apresenta o conceito da proporcionalidade e não
da individualidade, sendo idêntica e literal ao esculpido no Inc. I do Art. 3º do Decreto nº
42.843/2002 e Inc. I do Art. 417 do MAPPA. Outrossim, os questionamentos apresentados
quanto ao acompanhamento e início do fato pelo Comandante têm previsão legal, não cabendo,
de igual modo, questionar o que está positivado, literalmente expresso.
Portanto, não assiste razões aos candidatos, não cabendo questionamento do texto legal da
norma, ou seja, ipisis litteris da lei. Dessa maneira, não assiste razões aos recorrentes,
permanecendo como correta a assertiva “D”, ratificando-se o gabarito e INDEFERINDO os
recursos.

Solução: INDEFERIMENTO e manutenção do resultado da 1ª fase.

Ato 18141 (20209054) SEI 1400.01.0001156/2020-12 / pg. 26


RECURSOS INDEFERIDOS

Questão 26
NUMERO GRAD. NOME UNIDADE
135.998-3 1º Sgt Bruno Alves Bicalho EMBM.3
136.359-7 2º Sgt Thales Marcelo Rufino 8º BBM
Demetrius Ferreira De
110.762-2 2º Sgt DLF
Sousa
136.234-1 2º Sgt Fernando Alves Lafetá 7º BBM
Bruno Eustáquio De
136.574-1 2º Sgt 3º BBM
Souza Gomes
Paulo Celson Silva
135.989-2 2º Sgt 4º COB
Jardim
Cleonilson saturnino da
125.658-5 2º Sgt 12º BBM
Silva
131.773-4 2º Sgt Giane Neiva de Paula AAS
Marco Rossi Bessas de
136.548-5 2º Sgt 10º BBM
Lisbôa
136.433-0 2º Sgt Ney Willian Lopes 1º BBM
Thiago Biagini Gomes
136.361-3 2º Sgt BEMAD
Pereira
Eduardo Henrique Vidal
136.196-3 2º Sgt 2ª Cia Ind
de Campos
Leandro Barbosa
136.312-6 2º Sgt 2º BBM
Melgaço da Costa
136.544-4 2º Sgt Rafael Semião Ribeiro 10º BBM

Síntese do recurso: Em suma, os recorrentes alegam: A questão está incorreta, uma vez que
não apresenta integralmente os requisitos legais para concessão da menagem. Logo, o
conceito trazido na alternativa da questão se mostra indevido, uma vez que não contempla
integralmente o conceito legal e doutrinário do instituto processual da menagem. Diferentemente
do que anuncia a alternativa, não abasta observar, para a concessão da menagem, os
antecedentes do acusado (requisito subjetivo). O art. 263 expressamente impõe o dever de se
observar, em conjunto com o requisito subjetivo, a natureza do crime (“em atenção a natureza do
crime e os antecedentes do acusado”).Portanto, a verificação da natureza do crime (requisito
objetivo) também faz parte do conceito de menagem nos termos do art. 263 do CPPM, de modo
que a mera observância do requisito subjetivo (antecedentes do acusado) não é apta a conferir
a concessão da menagem.

Parecer/justificativa: não assiste razões aos recorrentes, pois a questão apresentou o


conceito de menagem e alguns dos seus requisitos. Em que se pese terem alegado que a
concessão da menagem exigir outras hipóteses que não foram apresentadas na alternativa tida
como correta, cumpre esclarecer que nenhuma questão tem obrigação de descrever na íntegra
todas as hipóteses e situações abarcadas ou envolvidas ao caso, além de ser inviável. Assim, a
questão apresentou sim requisitos válidos e verdadeiros, trazidos do Código de Processo
Penal Militar, que embora não abrangesse todas as hipóteses, como já asseverado é inviável,
apontou aqueles que compõem sim como requisitos para a concessão da menagem:

Art. 263. A menagem poderá ser concedida pelo juiz, nos crimes cujo máximo da pena privativa
Ato 18141 (20209054) SEI 1400.01.0001156/2020-12 / pg. 27
da liberdade não exceda a quatro anos, tendo-se, porém, em atenção a natureza do crime e os
antecedentes do acusado.

Como verifica-se, não restam dúvidas que a alternativa “C” está correta, com fundamento no
dispositivo supra citado, e que a ausência das demais situações e hipóteses que podem ser
aplicadas à menagem não invalida ou torna errada a assertiva. Assim, não razões aos
recorrentes, permanecendo como correta a assertiva “C”, ratificando-se o gabarito e
INDEFERINDO os recursos.

Solução: conhecer dos recursos interpostos pelos militares supracitados, posto que preencheu
os pressupostos de admissibilidade e recorribilidade, contudo, INDEFERÍ-LOS, mantendo a
questão e ratificando a opção “C” como publicado no gabarito oficial.

Solução: INDEFERIMENTO e manutenção do resultado da 1ª fase.

RECURSO DEFERIDO E MUDANÇA DE GABARITO

Questão 32
NUMERO GRAD. NOME UNIDADE
136.359-7 2º Sgt Thales Marcelo Rufino 8º BBM
125.610-6 2º Sgt Giovani de Assis Duarte 1ª Cia Ind
136.324-1 2º Sgt Fernando Alves Lafetá 7º BBM
Bruno Eustáquio de
136.574-1 2º Sgt 3º BBM
Souza Gomes
136.263-1 2º Sgt Felipe Borges Ribeiro 5º BBM
136.483-5 2º Sgt Josué Ferreira de Aguiar 7º BBM
Nilton Carlos Ferreira
136.457-9 2º Sgt 8º BBM
Oliveira
135.998-3 1º Sgt Bruno Alves Bicalho EMBM3
Alexandre da Fonseca
136.014-8 2º Sgt 3º BBM
Rodrigues
Paulo Celson Silva
135.989-2 2º Sgt 4º COB
Jardim
William Duarte de
131.880-7 2º Sgt 8º BBM
Oliveira
Alessandro Gonçalves
136.515-4 2º Sgt 10º BBM
Vieira
Cleonilson Saturino da
125.658-5 2º Sgt 12º BBM
Silva
Demetrius Ferreira de
110.762-2 2º Sgt DLF
Sousa
131.773-4 2º Sgt Giane Neiva de Paiva AAS
Leandro Barbosa
136.312-6 2º Sgt 2º BBM
Melgaço da Costa
136.390-2 2º Sgt Leonardo Inácio da Silva 2ª Cia Ind
Luiz Antônio Ferreira
135.982-7 2º Sgt CG
Dias
Márcio Paulino Gomes
136.301-9 2º Sgt COBOM
Ribeiro
Marco Rossi Bessa de
136.548-5 2º Sgt 10º BBM
Ato 18141 (20209054) SEI 1400.01.0001156/2020-12 / pg. 28
136.548-5 2º Sgt 10º BBM
Lisbôa
136.433-0 1º Sgt Ney Willian Lopes 1º BBM
Nilvaldo Antônio dos
135.981-9 2º Sgt EMBM4
Santos Júnior
136.544-4 2º Sgt Rafael Semião Ribeiro 10º BBM
136.592-3 2º Sgt Theylohr Souza Peres DRH
Thiago Biagini Gomes
136.361-3 2º Sgt BEMAD
Pereira
Vander Heidmann Silvio
136.588-1 2º Sgt COBOM
Cardoso

Síntese do recurso: os recorrentes alegam que a alternativa “C” está correta, conforme está
previsto no item 6.3.1 da ITO 12 e a alternativa “D” está incorreta uma vez que no item 5.39 da
ITO 12 não delimita a autorização de alguma autoridade para realizar esse tipo de mergulho.
Dessa forma, solicitam a mudança do gabarito da Questão 32 da alternativa “D” para alternativa
“C”.

Parecer/justificativa: analisando o que foi argumentado pelos recorrentes, verifica-se que são
procedentes as afirmações.

Solução: DEFERIR e MUDAR O GABARITO da Questão 32 para alternativa “C”.

RECURSO INDEFERIDO

Questão 33
NUMERO GRAD. NOME UNIDADE
Demetrius Ferreira de
110.762-2 2º Sgt DLF
Sousa

Síntese do recurso: o recorrente alega que a alternativa “C” limita o transporte da vítima
somente quando o DEA emitir 3 mensagens consecutivas, separadas por 2 minutos de RCP,
de que o choque não é indicado, sendo que a ITO 23 prevê ainda que existem outras situações
para realizar o transporte da vítima, caracterizando, em tese, que tal alternativa estaria incorreta.

Parecer/justificativa: em análise ao recurso, verifica-se que não procede o argumento


apresentado pelo recorrente, haja vista que o enunciado descreve que o candidato deveria
assinalar a opção incorreta, porém a alternativa “C” está correta. Não existe nenhuma
expressão que delimita que seria apenas aquele caso (“Se o Suporte Avançado de Vida não
está disponível/a caminho, a guarnição deverá transportar a vítima para o Hospital de
Referência caso O DEA emita 3 mensagens consecutivas, separadas por 2 minutos de RCP,
de que o choque não é indicado.”) que deve-se transportar para o Hospital. Ou seja, realmente
existem outros casos para realizar tal transporte, mas no enunciado e na alternativa não há nada
que delimita a interpretação de que seria apenas no caso descrito na alternativa”C”.

Solução: conhecer do recurso interposto pelo militar nº 110.762-2, 2º Sgt BM Demetrius


Ferreira de Sousa, da DLF, posto que preencheu os pressupostos de admissibilidade e
recorribilidade, contudo, INDEFERÍ-LO, mantendo a questão e ratificando a opção “B” como
Ato 18141 (20209054) SEI 1400.01.0001156/2020-12 / pg. 29
publicado no gabarito oficial.

RECURSOS DEFERIDOS E ANULAÇÃO DA QUESTÃO

QUESTÃO 34
NUMERO GRAD. NOME UNIDADE
136.263-1 2º Sgt Felipe Borges Ribeiro 5º BBM
Alexandre Fonseca
136.014-8 2º Sgt 3º BBM
Rodrigues
136.390-2 2º Sgt Leonardo Inácio da Silva 2ª Cia Ind
Marco Rossi Bessa de
136.548-5 2º Sgt 10º BBM
Lisbôa
136.433-0 1º Sgt Ney Willian Lopes 1º BBM
136.544-4 2º Sgt Rafael Semião Ribeiro 10º BBM

Síntese do recurso: os recorrentes alegam, em síntese, que existem menos de 4 itens


corretos da questão sendo que o item III (“As escadas devem ser dotadas de corrimãos em
todos os lados.”) estaria, em tese, incorreto, o que torna a alternativa “B”, errada.

Parecer / Justificativa: Dessa forma, verifica-se que o item III da questão está previsto na IT 08
no item 5.7.1.1, mas na alternativa não delimitou o tipo de escada e situação que deve ter os
corrimãos em todos os lados. Ou seja, existe outra situação em que a escada não precisa ter
corrimão em todos os lados, conforme previsto pela alínea “d” do item 5.7.5.1. Com isso, tal
alternativa deve ser considerada como nula uma vez que não foi delimitado no enunciado do
item III em qual situação deveria ter os corrimões em todos os lados.

Solução: DEREFIMENTO e anulação da questão.

RECURSO INDEFERIDO

Questão 38
NUMERO GRAD. NOME UNIDADE
BRUNO EUSTÁQUIO
136.574-1 2º Sgt 3º BBM
DE SOUZA GOMES

Síntese do recurso: o recorrente alega que a definição elencada na alternativa B, diz a


respeito das “AÇOES DE PREVENÇÃO”, conforme anexo ANEXO VI INSTRUÇÃO
NORMATIVA Nº 02, DE 20 DE DEZEMBRO DE 2016, e não estritamente no conceito de
“PREVENÇÃO”, ainda aduz que pergunta é taxativa na solicitação do conceito específico de
PREVENÇÃO e que a Lei n. 12.608/12 adota maior ênfase na prevenção descrevendo-a de
forma ampla e não conceituando-a. Por fim, solicita a anulação da questão pela falta da palavra
“AÇÕES” no enunciado da questão.

Parecer/justificativa: analisando o que foi argumentado pelo recorrente, verifica-se que é


improcedente. Ainda que tenha sido feita a indicação da palavra PREVENÇÃO ao invés do
termo “ações de prevenção”, não causou prejuízo à interpretação do candidato, pois foram
Ato 18141 (20209054) SEI 1400.01.0001156/2020-12 / pg. 30
utilizadas as indicações da Lei Nacional 12.608/12, taxativamente em seu artigo 3° e no anexo
VI da Instrução Normativa 02/2016 que diferenciam os conceitos de cada ação de proteção e
defesa civil, ao contrário do alegado pelo recorrente. Ainda o recorrente, na leitura dos
referenciais normativos taxativamente citados na questão, realizou a interpretação incorreta do
termo prevenção “de forma ampla”. Dessa forma, não há que se falar em anulação da questão,
pois a alternativa a ser assinalada é a “B”, conforme divulgado no gabarito oficial.

Solução: conhecer do recurso interposto pelo militar nº 136.574-1, 2º Sgt BRUNO EUSTÁQUIO
DE SOUZA GOMES, do 3º BBM, posto que preencheu os pressupostos de admissibilidade e
recorribilidade, contudo, INDEFERÍ-LO, mantendo a questão e ratificando a opção “B” como
publicado no gabarito oficial.

RECURSO INDEFERIDO

Questão 38
NUMERO GRAD. NOME UNIDADE
Paulo Celson Silva
135.989-2 2º Sgt 4º COB
Jardim

Síntese do recurso: o recorrente alega que diante da Instrução Normativa Nº 02/16 do


Ministério da Integração Nacional (atual Ministério de Desenvolvimento Regional) e à Lei
Nacional Nº 12.608/12, não é possível responder à questão, tendo em vista que as normativas
mencionadas não contêm a definição do que seja Prevenção. Indica o Manual de
Gerenciamento de Desastres, alegando que é “da defesa civil de Santa Catarina”, e a
Resolução 722/17. Por fim, solicita a anulação da questão pela falta alternativa correta a
marcar, de acordo o que se pede no enunciado da questão.

Parecer/justificativa: analisando o que foi argumentado pelo recorrente, verifica-se que é


improcedente. Ainda que tenha sido feita a indicação da palavra PREVENÇÃO ao invés do
termo “ações de prevenção”, não causou prejuízo à interpretação do candidato, pois foram
utilizadas as indicações da Lei Nacional 12.608/12, taxativamente em seu artigo 3° e no anexo
VI da Instrução Normativa 02/2016 que diferenciam os conceitos de cada ação de proteção e
defesa civil, ao contrário do alegado pelo recorrente. Ainda o recorrente, indica a Resolução
722/17, como não havendo o conceito de prevenção em seu escopo, o que não possui
correlação alguma com a questão, e confunde um material anterior às normativas indicadas no
enunciado, o Manual de Gerenciamento de Desastres é de 2010 e foi elaborado para a
Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, onde os dois embasamentos não possuem
correlação alguma com o enunciado da questão. Dessa forma, não há que se falar em anulação
da questão, pois a alternativa a ser assinalada é a “B”, conforme divulgado no gabarito oficial.

Solução: conhecer do recurso interposto pelo militar nº 135.989-2 , 2º Sgt Paulo Celson
Silva Jardim, do 4º COB, posto que preencheu os pressupostos de admissibilidade e
recorribilidade, contudo, INDEFERÍ-LO, mantendo a questão e ratificando a opção “B” como
publicado no gabarito oficial.

RECURSO INDEFERIDO

Ato 18141 (20209054) SEI 1400.01.0001156/2020-12 / pg. 31


Questão 38
NUMERO GRAD. NOME UNIDADE
William Duarte de
131.880-7 2º Sgt 8º BBM
Oliveira

Síntese do recurso: o recorrente alega que diante da Instrução Normativa Nº 02/16 do


Ministério da Integração não é possível responder à questão, tendo em vista que a normativa
mencionada não possui a definição do que seja Prevenção. Indica o item 2.5 do Manual de
Gerenciamento de Desastres. Por fim, solicita a anulação da questão pela inexistência de
alternativa correta para o conceito de prevenção questão.

Parecer/justificativa: analisando o que foi argumentado pelo recorrente, verifica-se que é


improcedente. Ainda que tenha sido feita a indicação da palavra PREVENÇÃO ao invés do
termo “ações de prevenção”, não causou prejuízo à interpretação do candidato, pois foram
utilizadas as indicações da Lei Nacional 12.608/12, taxativamente em seu artigo 3° e no anexo
VI da Instrução Normativa 02/2016 que diferenciam os conceitos de cada ação de proteção e
defesa civil, ao contrário do alegado pelo recorrente. Ainda o recorrente confunde um material
anterior às normativas indicadas no enunciado e que não possui correlação alguma com o
enunciado da questão: o Manual de Gerenciamento de Desastres é de 2010, onde o
embasamento apresentado do item 2.5 está desatualizado. Dessa forma, não há que se falar
em anulação da questão, pois a alternativa a ser assinalada é a “B”, conforme divulgado no
gabarito oficial.

Solução: conhecer do recurso interposto pelo militar nº 131.880-7, 2º Sgt William Duarte de
Oliveira, do 8º BBM, posto que preencheu os pressupostos de admissibilidade e recorribilidade,
contudo, INDEFERÍ-LO, mantendo a questão e ratificando a opção “B” como publicado no
gabarito oficial.

RECURSO INDEFERIDO

Questão 38
NUMERO GRAD. NOME UNIDADE
136.374-6 2º Sgt Evandro do Nascimento 2ª Cia Ind

Síntese do recurso: o recorrente alega que a definição elencada na alternativa B, diz a


respeito das “AÇOES DE PREVENÇÃO”, conforme a INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 02, DE 20
DE DEZEMBRO DE 2016, e não estritamente no conceito de “PREVENÇÃO”. Por fim, solicita
a anulação da questão.

Parecer/justificativa: analisando o que foi argumentado pelo recorrente, verifica-se que é


improcedente. Ainda que tenha sido feita a indicação da palavra PREVENÇÃO ao invés do
termo “ações de prevenção”, não causou prejuízo à interpretação do candidato, pois foram
utilizadas as indicações da Lei Nacional 12.608/12, taxativamente em seu artigo 3° e no anexo
VI da Instrução Normativa 02/2016 que diferenciam os conceitos de cada ação de proteção e
defesa civil, ao contrário do alegado pelo recorrente. Dessa forma, não há que se falar em
anulação da questão, pois a alternativa a ser assinalada é a “B”, conforme divulgado no gabarito
Ato 18141 (20209054) SEI 1400.01.0001156/2020-12 / pg. 32
anulação da questão, pois a alternativa a ser assinalada é a “B”, conforme divulgado no gabarito
oficial.

Solução: conhecer do recurso interposto pelo militar 136.374-6, 2º Sgt Evandro do


Nascimento, da 2ª Cia Ind, posto que preencheu os pressupostos de admissibilidade e
recorribilidade, contudo, INDEFERÍ-LO, mantendo a questão e ratificando a opção “B” como
publicado no gabarito oficial.

RECURSO INDEFERIDO

Questão 38
NUMERO GRAD. NOME UNIDADE
Thiago Biagini Gomes
136.361-3 2º Sgt BEMAD
Pereira

Síntese do recurso: o recorrente alega que a definição elencada na alternativa B, diz a


respeito das “AÇOES DE PREVENÇÃO”, conforme anexo ANEXO VI INSTRUÇÃO
NORMATIVA Nº 02, DE 20 DE DEZEMBRO DE 2016, e não estritamente no conceito de
“PREVENÇÃO”. Por fim, solicita a anulação da questão pela inexistência de alternativa correta,
para o conceito de prevenção.

Parecer/justificativa: analisando o que foi argumentado pelo recorrente, verifica-se que é


improcedente. Ainda que tenha sido feita a indicação da palavra PREVENÇÃO ao invés do
termo “ações de prevenção”, não causou prejuízo à interpretação do candidato, pois foram
utilizadas as indicações da Lei Nacional 12.608/12, taxativamente em seu artigo 3° e no anexo
VI da Instrução Normativa 02/2016 que diferenciam os conceitos de cada ação de proteção e
defesa civil, ao contrário do alegado pelo recorrente. Dessa forma, não há que se falar em
anulação da questão, pois a alternativa a ser assinalada é a “B”, conforme divulgado no gabarito
oficial.

Solução: conhecer do recurso interposto pelo militar nº 136.361-3 , 2º Sgt Thiago Biagini
Gomes Pereira, do BEMAD, posto que preencheu os pressupostos de admissibilidade e
recorribilidade, contudo, INDEFERÍ-LO, mantendo a questão e ratificando a opção “B” como
publicado no gabarito oficial.

RECURSO INDEFERIDO

Questão 38
NUMERO GRAD. NOME UNIDADE
136.359-7 2º Sgt Thales Marcelo Rufino 8° BBM

Síntese do recurso: o recorrente alega que diante do anexo VI da Instrução Normativa Nº


02/16 do Ministério da Integração Nacional, não é possível responder à questão, tendo em vista
que as normativas mencionadas não contêm a definição do que seja Prevenção pois o
documento define “ações de prevenção”. Indica a definição do dicionário Michaelis sobre “ação”

Ato 18141 (20209054) SEI 1400.01.0001156/2020-12 / pg. 33


e “prevenção”. Indica o item 2.5 do Manual de Gerenciamento de Desastres. Cita que a
pesquisa pelo material referenciado no enunciado da questão é “dificultosa”. Por fim, solicita a
anulação da questão.

Parecer/justificativa: analisando o que foi argumentado pelo recorrente, verifica-se que é


improcedente. Ainda que tenha sido feita a indicação da palavra PREVENÇÃO ao invés do
termo “ações de prevenção”, não causou prejuízo à interpretação do candidato, pois foram
utilizadas as indicações da Lei Nacional 12.608/12, taxativamente em seu artigo 3° e no anexo
VI da Instrução Normativa 02/2016 que diferenciam os conceitos de cada ação de proteção e
defesa civil, ao contrário do alegado pelo recorrente. Ainda o recorrente, indica o dicionário
Michaelis, o que não possui correlação alguma com a questão, confunde um material anterior às
normativas indicadas no enunciado: o Manual de Gerenciamento de Desastres é de 2010, está
desatualizado e também não possui correlação alguma com a questão. Ainda alega que a
pesquisa pelo material referenciado no enunciado da questão é “dificultosa”, fato que é de
extrema subjetividade do recorrente. Dessa forma, não há que se falar em anulação da questão,
pois a alternativa a ser assinalada é a “B”, conforme divulgado no gabarito oficial.

Solução: conhecer do recurso interposto pelo militar nº 136.359-7 , 2º Sgt Thales Marcelo
Rufino, do 8° BBM, posto que preencheu os pressupostos de admissibilidade e recorribilidade,
contudo, INDEFERÍ-LO, mantendo a questão e ratificando a opção “B” como publicado no
gabarito oficial.

RECURSO INDEFERIDO

Questão 42
NUMERO GRAD. NOME UNIDADE
136.433-0 1º Sgt Ney Willian Lopes 1º BBM
ALEXANDRE DA
136.014-8 2º Sgt FONSECA 3º BBM
RODRIGUES
136.423-1 2º Sgt Wallace Heleno Alves 2ª Cia Ind

Síntese do recurso: os recorrentes alegam que diante do Art. 9° da Lei Estadual Nº 23.291/19
não existe a obrigatoriedade da divulgação do PAE na referida norma. Por fim, solicitam a
anulação da questão, indicando haverem duas alternativas incorretas.

Parecer/justificativa: analisando o que foi argumentado pelos recorrentes, verifica-se que é


improcedente. A sentença “devem ser” presente no artigo 9° da Lei Estadual Nº 23.291/19
indica obrigatoriedade. Não há facultatividade no “dever ser” presentes em normas, conforme
estudado exaustivamente por Hans Kelsen em sua obra Teoria Pura do Direito, obra basilar dos
sistemas jurídicos ocidentais. Não há de se falar em prejuízo na interpretação por parte dos
recorrentes. Dessa forma, não há que se falar em anulação da questão, pois a alternativa a ser
assinalada é a “B”, conforme divulgado no gabarito oficial.

Solução: conhecer dos recursos interposto pelos militares recorrentes, posto que preencheram
os pressupostos de admissibilidade e recorribilidade, contudo, INDEFERÍ-LOS, mantendo a
questão e ratificando a opção “B” como publicado no gabarito oficial.

Ato 18141 (20209054) SEI 1400.01.0001156/2020-12 / pg. 34


III – HOMOLOGAR E DIVULGAR o novo gabarito da prova objetiva (1º fase), apresentado
pela comissão de correção de prova.

NOVO GABARITO APÓS ANÁLISE DOS RECURSOS

IV – HOMOLOGAR E DIVULGAR o resultado da prova objetiva (1º fase), observando-se


o critério de antiguidade, previsto no parágrafo único do artigo 24[2] do Edital nº 02/2020, para
desempate.

V – CONVOCAR os candidatos classificados da 1ª a 20ª posições para as vagas do


QOC, observada a proporção estabelecida no edital para submissão à 2ª Fase (Teste de
Avaliação Física), conforme tabela abaixo, os quais deverão se apresentar nos locais e horários
previstos no presente ato.

CANDIDATOS CONVOCADOS PARA 2ª FASE – CHO QOC-BM

Ord. N. BM Grad. Nome NOTA


136.390- 2º SGT LEONARDO INÁCIO
1 115,2
2 BM DA SILVA
136.369- 2º SGT RAFAEL ALVES
2 115,2
6 BM VELOSO
135.998- 1º SGT BRUNO ALVES
3 112,8
3 BM BICALHO
RODRIGO
136.384- 2º SGT
4 DESTÉAFANI DE 110,4
5 BM
ANDRADE
136.457- 2º SGT NILTON CARLOS
5 110,4
9 BM FERREIRA OLIVEIRA
136.483- 2º SGT JESUÉ FERREIRA DE
6 110,4
5 BM AGUIAR
PATRICK
136.470- 2º SGT
7 WANDRIELLE DA 110,4
2 BM
SILVA
136.588- 2º SGT VANDER HEIDMANN
8 110,4
1 BM SILVIO CARDOSO
136.377- 2º SGT LAURINEI JOSÉ
9 108
Ato 18141 (20209054) SEI 1400.01.0001156/2020-12 / pg. 35
9 108
9 BM MARTINS PORTES
131.903- 2º SGT FÁBIO SOARES
10 108
7 BM MACHADO
136.263- 2º SGT FELIPE BORGES
11 108
1 BM RIBEIRO
136.312- 2º SGT LEANDRO BARBOSA
12 108
6 BM MELGAÇO DA COSTA
ALEXANDRE DA
136.014- 2º SGT
13 FONSECA 105,6
8 BM
RODRIGUES
132.411- 2º SGT IVAN NOVAES
14 105,6
0 BM GUIMARÃES
EDUARDO
136.196- 2º SGT
15 HENRIQUE VIDAL DE 105,6
3 BM
CAMPOS
136.487- 2º SGT ROBSON TOMÉ
16 105,6
6 BM RAMOS ELEOTÉRIO
136.515- 2º SGT ALESSANDRO
17 105,6
4 BM GONÇALVES VIEIRA
135.982- 2°SGT LUIZ ANTONIO
18 105,6
7 BM FERREIRA DIAS
136.592- 2°SGT THEYLOHR SOUZA
19 105,6
3 BM PERES
136.175- 2º SGT RODRIGO ALVES
20 103,2
7 BM TEIXEIRA

LOCAIS E HORÁRIOS PARA A 2ª FASE DO CHO BM 2020 - TESTE DE AVALIAÇÃO


FÍSICA

Data de Horário de
Grupo Local/endereço
realização Apresentação
Pista de atletismo
da Academia de
Polícia Militar de
1º dia:
Minas Gerais,
22out2020- 7h30min
situada à Rua
Qui
Diábase, n. 320,
bairro Prado,
Todos
BH/MG.
candidatos
ABM Campus
Pampulha –
2º dia: Ginásio: Av. Santa
23out2020- 7h30min Rosa, 10 – Bairro
Sex São Luiz – Belo
Horizonte – Minas
Gerais.

Os candidatos deverão trajar uniforme de Educação Física completo, conforme RUICBM, e


conduzir a FIAF com o Controle Fisiológico com o APTO para TAF e documento de
identificação militar.

Ato 18141 (20209054) SEI 1400.01.0001156/2020-12 / pg. 36


CANDIDATOS APROVADOS E NÃO CLASSIFICADOS PARA A 2ª FASE

ORD. N. BM Grad. Nome NOTA


136.544- 2º SGT RAFAEL SEMIÃO
21 103,2
4 BM RIBEIRO
136.374- 2º SGT EVANDRO DO
22 103,2
6 BM NASCIMENTO
125.610- 2º SGT GIOVANI DE ASSIS
23 103,2
6 BM DUARTE
NIVALDO ANTONIO
135.981- 2º SGT
24 DOS SANTOS 103,2
9 BM
JUNIOR
131.961- 2º SGT WILLIAM DUARTE DE
25 100,8
5 BM OLIVEIRA
136.317- 2º SGT GUSTAVO DAGRAVA
26 100,8
5 BM OLIVEIRA
135.988- 2°SGT IGOR FAÚLA DA
27 100,8
4 BM SILVA
132.152- 2º SGT
28 DAVIDSON GATTI 98,4
0 BM
136.012- 2º SGT BRUNO CÉSAR
29 98,4
2 BM MENDES FONSECA
135.989- 2º SGT PAULO CELSON
30 98,4
2 BM SILVA JARDIM
136324 - 2º SGT FERNANDO ALVES
31 98,4
1 BM LAFETA
136.548- 2º SGT MARCO ROSSI
32 98,4
5 BM BESSAS DE LISBOA
136.505- 2º SGT ALEXANDRE
33 98,4
5 BM RIBEIRO DE MORAIS
136.408- 2º SGT ANDRÉ BARBOSA
34 98,4
2 BM DE MATOS
136.359- 2º SGT THALES MARCELO
35 98,4
7 BM RUFINO
136.223- 2º SGT GUILHERME DE
36 96
5 BM CASTRO QUIRICO
131.708- 2º SGT
37 IVO DIAS DOS REIS 96
0 BM
136.361- 2º SGT THIAGO BIAGINI
38 96
3 BM GOMES PEREIRA
136.433- 1º SGT
39 NEY WILLIAN LOPES 93,6
0 BM
131706 - 2º SGT LESLIE AMARAL
40 93,6
4 BM MENON
136.423- 2º SGT WALLACE HELENO
41 93,6
1 BM ALVES
131.773- 2º SGT GIANE NEIVA DE
42 93,6
4 BM PAIVA
131.880- 2º SGT ALEXSANDRA
43 91,2
7 BM HELENA LOPES
136.301- 2º SGT MARCIO PAULINO
44 91,2
9 BM GOMES RIBEIRO
136066 - 2º SGT ALISSON FABRICIO
45 91,2
8 BM R TOLENTINO
127.351- 1º SGT CÁSSIO MARTINS
46 88,8
5 BM LINO
126.276- 1º SGT WALTER BALSAMÃO
47 88,8
Ato 18141 (20209054) SEI 1400.01.0001156/2020-12 / pg. 37
47 88,8
5 BM JUNIOR
136.556- 2º SGT GUSTAVO RIBAS
48 88,8
8 BM D'ÁVILA CORMANICH
136.037- 2º SGT ALINE PIVA LEIJOTO
49 88,8
9 BM SOARES
126.486- 2º SGT UDSON LEONARDO
50 88,8
0 BM DINIZ COSTA
131.884- 2º SGT VALDEMIR MOREIRA
51 88,8
9 BM DE CASTRO
123.379- 2º SGT KLEBER PEREIRA
52 88,8
0 BM DE SOUSA
136.436- 2º SGT RODRIGO NARENSE
53 88,8
3 BM NAVES
131.735- 2º SGT EVANDRO DE
54 88,8
3 BM SOUSA CAMPOS
136.466- 1º SGT DÊMIS PATRICK
55 86,4
0 BM GARCIA
RODRIGO
136.304- 2º SGT
56 GONÇALVES 86,4
3 BM
MOURÃO
136.260- 2º SGT REGINALDO
57 86,4
7 BM FERREIRA BRUNO
136.574- 2º SGT BRUNO EUSTÁQUIO
58 86,4
1 BM DE SOUZA GOMES
CLEONILSON
125.658- 2º SGT
59 SATURNINO DA 86,4
5 BM
SILVA
136.572- 2º SGT PAULO ELIAS
60 86,4
5 BM MARTINS
132.001- 2º SGT JOÃO MARCOS S.
61 86,4
9 BM OLIVEIRA
136.186- 2º SGT DÓMINI LEONARDO
62 86,4
4 BM DO NASCIMENTO
RICARDO
126.204- SUB
63 CRISTIANO PAULINO 84
7 TEN
NUNES
136.009- 2º SGT REGINALDO VARGAS
64 84
8 BM PEREIRA
127.201- 2º SGT FABIANO
65 84
2 BM GUALBERTO PENA
132.233- 2º SGT JACKSON FAGNER
66 84
8 BM DE ASSIS COSTA
126.472- 2º SGT DALSO ARAÚJO
67 84
0 BM SOARES
136.250- 2º SGT ADILSON RODRIGO
68 84
8 BM GOMES
125.870- 2º SGT EDUARDO DIAS DOS
69 81,6
6 BM SANTOS
136.413- 2º SGT
70 BRUNO DE ARAÚJO 81,6
2 BM
136.060- 2º SGT FABIANO SANTOS
71 81,6
1 BM AZEVEDO
136.419- 2º SGT NEMUEL QUINTÃO
72 81,6
9 BM LOURES
131.949- 1º SGT FABRICIO DE
73 79,2
0 BM FREITAS SIQUEIRA
127.461- 2º SGT ANDERSON
74 79,2
2 BM EUGÊNIO DA SILVA

Ato 18141 (20209054) SEI 1400.01.0001156/2020-12 / pg. 38


DEMETRIUS
110.762- 2º SGT
75 FERREIRA DE 79,2
2 BM
SOUSA
136.268- 2º SGT KLEITON SILVEIRA
76 79,2
0 BM DE CASTRO
136.589- 2º SGT JOÃO VITOR DA
77 79,2
9 BM CONCEIÇÃO SILVA
132.227- 2°SGT JAYME ARAÚJO DOS
78 79,2
0 BM SANTOS FILHO
127.441- 1º SGT LUCIANO CARLOS
79 76,8
4 BM BATISTA
120.712- 2º SGT JAIRO HUMBERTO
80 76,8
5 BM DE PAULA*
128.013- 2º SGT PABLO CAMPOS DE
81 76,8
0 BM SIQUEIRA
136.364- 2º SGT VAGNER DE
82 76,8
7 BM BARROS ARRUDA
122.446- 2º SGT
83 GILMAR LUIS PINTO 76,8
8 BM
WELLERSON
136.288- 2º SGT
84 CONCIEÇÃO 76,8
8 BM
SANTOS
132.336- 2º SGT AYRES LUCIANO DA
85 76,8
9 BM SILVA
126.586- 1º SGT AVILMAR
86 74,4
7 BM FERRERIRA LIMA
136.459- 2º SGT WESLEY PRATES
87 74,4
5 BM DOS SANTOS
136.293- 2º SGT NEUBER DO
88 72
8 BM AMARAL SILVA
127.519- 1º SGT WESLLEY
89 69,6
7 BM BERNARDES FARIA
131.994- 2º SGT LUCAS MONTEIRO
90 69,6
6 BM DE GODOY
126.272- 1º SGT WALISTON ALEX
91 67,2
4 BM DOURADO SIQUEIRA
136.443- 2º SGT RICARDO HENRIQUE
92 67,2
9 BM GONÇALVES
120.920- 2º SGT JULIO CESAR
93 67,2
4 BM GOMES RIBEIRO
131.866- 2º SGT AILTON PEREIRA DE
94 64,8
6 BM SOUSA
131.780- 2º SGT CLÁUDIO RONALDO
95 64,8
9 BM PEREIRA SANTOS
136.034- 2º SGT ALEXANDRE
96 64,8
6 BM SOARES DA SILVA
136.628- 2º SGT RENATO MAGELA
97 64,8
5 BM FERREIRA
126.373- 2º SGT FRANCES MARCOS
98 64,8
0 BM DA SILVA MACHADO
136.319- 2º SGT HIGOR GONÇALVES
99 62,4
1 BM MOURÃO
125.202- 2º SGT SERGIO LOURENÇO
100 62,4
2 BM DA SILVA
REGINALDO ALVES
126407 - 2º SGT
101 APARECIDO 62,4
6 BM
BATISTA
JULIO CESAR
124928 - 1º SGT
Ato 18141 (20209054) SEI 1400.01.0001156/2020-12 / pg. 39
124928 - 1º SGT
102 MOREIRA DE PAULA 60
3 BM
SOUZA
136.343- 2º SGT WECSLEY DE
103 60
1 BM SOUSA COELHO

CANDIDATOS ELIMINADOS

FUNDAMENTO DA
Ord. N. BM Grad. Nome NOTA
ELIMINAÇÃO
136.255- 2º SGT GILLIARD ALVES P. DOS ELIMINADO Inciso I do
104 57,6
7 BM SANTOS art. 36
136.159- 2º SGT ELIMINADO Inciso I do
105 JOSÉ HUMBERTO BRUNO 57,6
1 BM art. 36
126.076- 2º SGT MARCELO ALEXANDRE ELIMINADO Inciso I do
106 57,6
9 BM MIZAEL art. 36
123.409- 2º SGT ROBERTO ANTÔNIO DOS ELIMINADO Inciso I do
107 57,6
5 BM SANTOS art. 36
136.353- 2º SGT UENDER FERREIRA ELIMINADO Inciso I do
108 50,4
0 BM PIRES art. 36
ELIMINADO POR
136.197- 1º SGT EDURADO RAMOS
109 FALTA - Inciso V art.
1 BM SOUZA
36
ELIMINADO POR
124.981- 1º SGT MAURÍCIO MAURO DINIZ
110 FALTA - Inciso V art.
2 BM SARMENTO SILVA
36
ELIMINADO POR
132.120- 2º SGT ALEXANDRE DOS
111 FALTA - Inciso V art.
7 BM SANTOS EVANGELISTA
36
ELIMINADO POR
136.337- 2º SGT ARTUR GOLÇALVES DE
112 FALTA - Inciso V art.
3 BM OLIVEIRA
36
ELIMINADO POR
123.554- 2º SGT CARLOS EDUARDO
113 FALTA - Inciso V art.
8 BM RODRIGUES
36
ELIMINADO POR
123.572- 2º SGT CARLOS HENRIQUE
114 FALTA - Inciso V art.
0 BM FERREIRA
36
ELIMINADO POR
136.487- 2º SGT CLÉSSIUS LÁZARO DA
115 FALTA - Inciso V art.
6 BM SILVA
36
ELIMINADO POR
136.387- 2º SGT DAVID CARDOSO
116 FALTA - Inciso V art.
8 BM LADEIRA
36
ELIMINADO POR
126.454- 2º SGT
117 EMILIANO LIMA RIBEIRO FALTA - Inciso V art.
8 BM
36
ELIMINADO POR
136.376- 2º SGT ENIVALDO ARLINDO DE
118 FALTA - Inciso V art.
1 BM OLIVEIRA
36
ELIMINADO POR
135.994- 2º SGT EZEQUIEL CUPERTINO
119 FALTA - Inciso V art.
2 BM ALEIXO
36
ELIMINADO POR
136.261- 2º SGT FABIO GLEICE N. DO
120 FALTA - Inciso V art.
5 BM NASCIMENTO
36

Ato 18141 (20209054) SEI 1400.01.0001156/2020-12 / pg. 40


ELIMINADO POR
131.763- 2º SGT FELIPE SANTANA DE
121 FALTA - Inciso V art.
5 BM MACEDO
36
ELIMINADO POR
128.005- 2º SGT JOSIEL DA ROCHA
122 FALTA - Inciso V art.
6 BM OLIVEIRA
36
ELIMINADO POR
131.774- 2º SGT JULIANA CRISTINA
123 FALTA - Inciso V art.
2 BM MARCHITO
36
ELIMINADO POR
136.464- 2º SGT LUIS HENRIQUE OLIVA
124 FALTA - Inciso V art.
5 BM MACIEL
36
ELIMINADO POR
131.739- 2º SGT MARCELO AMÉRICO
125 FALTA - Inciso V art.
5 BM FRANCO
36
ELIMINADO POR
118.621- 2º SGT MARCIO LUIZ DE ARAUJO
126 FALTA - Inciso V art.
2 BM FRANÇA
36
ELIMINADO POR
125.630- 2º SGT NIXON FONSECA DA
127 FALTA - Inciso V art.
4 BM SILVA
36
ELIMINADO POR
123.704- 2º SGT RIBAMAR ALVES
128 FALTA - Inciso V art.
9 BM RESENDE
36
ELIMINADO POR
123.397- 2º SGT RONEI ALVES DE
129 FALTA - Inciso V art.
2 BM MIRANDA
36
136.162- 2º SGT
130 LILIAN RAMOS ROCHA DESISTÊNCIA.
5 BM

Belo Horizonte, 05 de outubro de 2020.

LUCIONEY RÔMULO DA COSTA, CORONEL BM

COMANDANTE DA ABM

[1] [1]Art. 3º- Compete a ABM: [...] XIII - expedir editais de concursos e processos seletivos e seus respectivos atos e submeter à
homologação ao Chefe do Estado Maior ou Comandante-Geral, daqueles que a legislação específica assim o exigirem.
Art. 4º - Compete ao Comandante da ABM: [...] XVIII - submeter à homologação da Chefia do Estado-Maior: [...] f) editais de concursos e
processos seletivos.
(MINAS GERAIS, Corpo de Bombeiros Militar. Finalidade, competências e estrutura da Academia de Bombeiros Militar. Resolução 923, de 22
de jul. de 2020).
[2] Parágrafo único – Em caso de empate será adotado como critério de desempate a antiguidade nos termos do art. 12 da Lei Estadual nº
5.301, de 16/10/1969, que “Contém o Estatuto dos Militares do Estado de Minas Gerais” (EMEMG).

Documento assinado eletronicamente por Lucioney Romulo da Costa, Coronel, em


05/10/2020, às 17:03, conforme horário oficial de Brasília, com fundamento no art. 6º, § 1º,
do Decreto nº 47.222, de 26 de julho de 2017.

Ato 18141 (20209054) SEI 1400.01.0001156/2020-12 / pg. 41


A autenticidade deste documento pode ser conferida no site
http://sei.mg.gov.br/sei/controlador_externo.php?
acao=documento_conferir&id_orgao_acesso_externo=0, informando o código verificador
20209054 e o código CRC 2893ABE6.

Referência: Processo nº 1400.01.0001156/2020-12 SEI nº 20209054

Ato 18141 (20209054) SEI 1400.01.0001156/2020-12 / pg. 42

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