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Marketing

Marketing é o processo de criar valor para os clientes através da determinação de produtos e serviços que os interessam, e o desenvolvimento de estratégias de vendas e comunicação. O objetivo do marketing é estabelecer relacionamentos lucrativos entre empresas e clientes através de atividades como pesquisa de mercado, estratégia de produto, publicidade, vendas e pós-venda. A história do marketing começou com as necessidades industriais durante a Revolução Industrial e evoluiu para focar nos consumidores e na concorrência após a Segunda
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Marketing

Marketing é o processo de criar valor para os clientes através da determinação de produtos e serviços que os interessam, e o desenvolvimento de estratégias de vendas e comunicação. O objetivo do marketing é estabelecer relacionamentos lucrativos entre empresas e clientes através de atividades como pesquisa de mercado, estratégia de produto, publicidade, vendas e pós-venda. A história do marketing começou com as necessidades industriais durante a Revolução Industrial e evoluiu para focar nos consumidores e na concorrência após a Segunda
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Marketing

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Marketing1 é o processo usado para


determinar que produtos Marketing
Composto
ou serviços poderão Promoção
Marketing | Marketing mix | Produto |
Preço | Promoção | Comunicação |Distribuição

interessar aos Propaganda (comunicação) |


Publicidade | Campanha Publicitária |Criação
(publicidade) | Relações públicas | Marketing
consumidores, assim direto | Buzz marketing | E-mail marketing |
Marketing viral | Marketing de

como a estratégia que se


Relacionamento | Marketing de
guerrilha | Marketing de massa | Trade
Marketing

irá utilizar nas vendas, Mídias

Produto
Televisão | Rádio | Jornal | Revista |Internet

comunicações e no Produto | Design de produto |Metodologia de


projeto | Estratégias de produto
Estratégia e conceitos
desenvolvimento do Estratégia | Estratégia competitiva |Estratégias
competitivas genéricas |Estratégias de

negócio. A finalidade do
marketing |Planejamento estratégico | Plano de
marketing | Cultura de Massa |Marketing de
serviços | Marketing

marketing é criar valor e político | Mercado | Mídia | Pesquisa de


mercado | Veículos | Posicionamento
(marketing) | Segmentação de

satisfação no cliente, Tecnologias


mercado| Telemarketing | Valor | Vantagem
competitiva | Variáveis Mercadológicas

gerindo relacionamentos Animação | Hipermídia | Podcasting |


Radiodifusão | Telecomunicações
Outros verbetes
lucrativos para ambas as Ver Categoria:Marketing

partes. As actividades de
um gestor de marketing abrangem um
leque muito alargado de actividades, desde
o estudo de mercado, a definição de
uma estratégia, publicidade,vendas e
assistência pós-venda.
Em português, marketing costuma traduzir-
se para mercadologia2 3 ou, mais
raramente, para mercância4 .
Índice

  [esconder] 

 1 Definição

 2 História do marketing

o 2.1 Origens

o 2.2 Precursores

o 2.3 Filosofias de administração de marketing

o 2.4 Década de 1950

o 2.5 Década de 1960

o 2.6 Década de 1970

o 2.7 Década de 1980

o 2.8 Década de 1990

o 2.9 Década de 2000

o 2.10 Década de 2010

 2.10.1 Marketing de Busca

 3 Segmentação do mercado-alvo

 4 Criação de valor

 5 Mercado e Valor

 6 Composto mercadológico

 7 Rentabilidade e alocação de recursos

 8 Ciclo de Vida de um Mercado

 9 Ciclo de Vida do produto ou serviço

 10 Teóricos de marketing de destaque

 11 Ver também

 12 Bibliografia

 13 Referências

 14 Ligações externas

Definição[editar]
Seguem algumas consideradas mais significativas.
Sistematicamente, no uso cotidiano, significa:
"comercialização", mas também realização. Engloba
todo o conjunto de atividades de planejamento,
concepção e concretização, que visam a satisfação
das necessidades dos clientes, presentes e futuras,
através de produtos/serviços existentes ou novos.
O marketing identifica a necessidade e cria a
oportunidade. Abaixo algumas definições citadas na
literatura mundial:
 é uma função organizacional e um conjunto de
processos que envolvem a criação, a
comunicação e a entrega de valor para os
clientes, bem como a administração do
relacionamento com eles, de modo que beneficie
a organização e seu público interessado. (AMA
- American Marketing Association - Definição
2005).
 é a atividade, conjunto de instituições e processos
para criar, comunicar, distribuir e efetuar a troca
de ofertas que tenham valor para consumidores,
clientes, parceiros e a sociedade como um todo.
(AMA - American Marketing Association -
Definição 2008). 5
 é um processo social por meio do qual pessoas e
grupos de pessoas obtêm aquilo de que
necessitam e o que desejam com a criação, oferta
e livre negociação de produtos e serviços de valor
com outros. 6
 é a entrega de satisfação para o cliente em forma
de benefício (KOTLER e ARMSTRONG, 1999). 7
 são as atividades sistemáticas de uma
organização humana voltadas à busca e
realização de trocas para com o seu meio
ambiente, visando a benefícios específicos 3 .
 é o conjunto de operações que envolvem a vida
do produto, desde a planificação de sua produção
até o momento em que é adquirido pelo
consumidor (Dicionário Michaelis).
 é o conjunto de estratégias e ações que provem o
desenvolvimento, o lançamento e a sustentação
de um produto ou serviço no mercado consumidor
(Dicionário Novo Aurélio).
 conjunto de operações executadas por uma
empresa envolvendo a venda de um produto,
desde a planificação de sua produção até o
momento que é adquirido pelo consumidor
(Dicionário Melhoramentos).
 se observada de forma pragmática, a palavra
assume sua tradução literal: "mercado". Pode-se,
então, afirmar quemarketing é o estudo do
mercado. É uma ferramenta administrativa que
possibilita a observação de tendências e a criação
de novas oportunidades de consumo visando a
satisfação do cliente e respondendo aos objetivos
financeiros e mercadológicos das empresas de
produção ou prestação de serviços (FRAGA,
Robson, 2006).
 é despertar nos consumidores suas necessidades
reprimidas e demonstrar como supri-las através
de produtos e/ou serviços. (NÓBREGA, Moacir,
2008).
 é a capacidade de identificar, por meio de estudos
científicos do mercado, as necessidades e
oportunidades de produtos e serviços gerados
para um determinado público-alvo, trazendo
benefícios financeiros e/ou administrativos aos
clientes através de transações bilaterais.
(JAQUES, Leonardo, 2009).
O conceito contemporâneo de marketing engloba a
construção de um satisfatório relacionamento a
longo prazo do tipo "ganha-ganha" no qual
indivíduos e grupos obtêm aquilo que desejam e
necessitam. O marketing se originou para atender as
necessidades de mercado, mas não está limitado
aos bens de consumo. É também amplamente
usado para "vender" ideias e programas sociais.
Técnicas de marketing são aplicadas em todos os
sistemas políticos e em muitos aspectos da vida.
História do marketing[editar]
Origens[editar]
Apesar de encontrarmos suas "raízes" ao longo da
história da humanidade, na própria gênese do
comércio, o marketing é um campo de estudo novo
se comparado com os demais campos do saber.
O estudo do mercado surgiu da necessidade dos
industriais em administrar a nova realidade oriunda
da Revolução Industrial , que causou uma
transformação de um mercado de vendedores para
um mercado de compradores. Neste estágio
o marketingainda é inseparável da economia e da
administração clássica, pois inicialmente sua
preocupação era puramente de logística e
produtividade, com o intuito de maximização dos
lucros. Os consumidores não tinham qualquer poder
de barganha e a concorrência era praticamente
inexistente.
Tal realidade manteve-se inalterada até fins
da Segunda Guerra Mundial quando, então,
reagindo ao crescimento da concorrência,
mercadólogos começaram a teorizar sobre como
atrair e lidar com seus consumidores. Surgiu então a
cultura de "vender a qualquer preço".
P.T. Barnum, autor de The art of money getting, foi
um ícone deste período, cheio de truques que faziam
da arte de vender quase um espetáculo de
charlatanice e que faz com que até hoje os
profissionais do mercado sejam vistos com
desconfiança. Outros autores da época são W.D.
Scott, autor de The psychology of advertising, e H.L
Hollingworth, que escreveu Advertising and selling.
As técnicas existentes baseavam-se mais na
intuição do que na prática. Eram técnicas ingênuas
e/ou maliciosas que estavam misturadas a
ferramentas eficientes.
Um dos fatores mais atuais de marketing encontra-
se na parte dos virais e de ações coordenadas, onde
a questão ética é fundamentada em fatores básicos
da mercadológica. A ação de marketing é
coordenada através de um plano de estratégia
de marketing.
Precursores[editar]
Nos anos 1940, os primeiros estudos sobre
o marketing vieram com trabalhos como o de Walter
Scott, sobre a aplicação dapsicologia na
propaganda e o de William J. Reilly sobre as leis de
gravitação do varejo. A questão crucial era se as
teorias de mercado podiam ou não se desenvolver.
Autores como Roland Vaile e outros afirmavam que
nunca seria possível desenvolver uma teoria
mercadológica genuína, pois consideravam esta
extremamente subjetiva, quase uma forma de arte.
Por outro lado, Bartels e outros começavam a admitir
que existia uma potencialidade para a teoria
mercadológica se tornar uma ciência. Em 1954,
pelas mãos de Peter Drucker ao lançar seu livro "A
prática da administração", o marketing é colocado
como uma força poderosa a ser considerada pelos
administradores.
Filosofias de administração de marketing[editar]
Na maior parte das empresas, o marketing ocupava,
há 50 anos, apenas um lugar modesto no
organograma, o de um serviço comercial, composto
por alguns vendedores e empregados e muitas
vezes estava subordinado ao diretor de produção ou
diretor administrativo, mas aos poucos, essa função
foi-se alargando progressivamente e colocada no
mesmo plano das outras direções de produção,
financeira e de recursos humanos.
Atualmente, pode-se ver a mesma empresa
praticando diferentes filosofias de marketing ao redor
do mundo e ver empresas usando filosofias
diferentes do marketing em um mesmo mercado:
orientação para produção, produto, venda, cliente e
sociedade, podendo-se identificar na evolução
do marketing as seguintes filosofias para sua
administração.
 Orientação para produção: A grande questão,
para as empresas, era produzir e não vender. O
papel do marketing é, essencialmente, entregar
produtos em locais onde possam ser comprados.
Considera que os consumidores preferem os
produtos de melhor qualidade, desempenho e
aspectos inovadores. Portanto as organizações
deveriam esforçar-se para aprimorar seus
produtos permanentemente.
 Orientação para vendas: Uma orientação para

vendas envolve a concentração das atividades


de marketing na venda dos produtos disponíveis.
Normalmente utilizada quando a oferta de
produtos e serviços é maior do que a demanda.
Ênfase em promoções e vendas.
 Orientação para o cliente: A função principal da

empresa não é mais produzir e vender, mas


satisfazer à clientela, consultando-a antes de
produzir qualquer coisa, via estudos de mercado e
com base nessa consulta, caso seja favorável,
oferecer-lhe produtos/serviços/idéias de qualidade
e valor, para que os consumidores voltem a
comprar e a falar bem da empresa e de seus
produtos.
 Orientação para

o marketing societal (marketing socialmente
responsável): Sustenta que a organização deve
determinar as necessidades, desejos e interesses
do mercado-alvo e então proporcionar aos clientes
um valor superior de forma a manter ou melhorar
o bem-estar do cliente e da sociedade.
 Orientação para o marketing holístico: Nesta

abordagem, a empresa deve tentar compreender


e administrar toda a complexidade envolvida na
gestão de marketing de uma empresa.
Década de 1950[editar]
Os primeiros passos para a difusão
do marketing foram dados por Peter Drucker, ainda
que implicitamente, em 1954, com o lançamento do
livro A prática da administração. Não se tratava
propriamente de um estudo detalhado
sobre marketing, mas foi o primeiro registro escrito
que cita esta ferramenta como uma força poderosa a
ser considerada por administradores focados no
mercado.
Década de 1960[editar]
A primeira grande mudança neste cenário veio em
1960 por Theodore Levitt, mais tarde intitulado o
"pai" do marketing, professor da Harvard Business
School. Seu artigo na revista Harvard Business
Review intitulado Miopia em marketing 8 , revelou
uma série de erros de percepção, mostrou a
importância da satisfação dos clientes e transformou
para sempre o mundo dos negócios. O "vender a
qualquer custo" deu lugar à "satisfação garantida".
O mundo do marketing começou a borbulhar, artigos
científicos foram escritos, pesquisas feitas e dados
estatisticamente relevantes traçados. Separou-se as
estratégias eficientes das impressões empíricas e
viu-se a necessidade de um estudo sério do
mercado. Este conhecimento adquirido foi
espalhado, difundido, apesar de muitas vezes de
forma restrita ao mundo acadêmico.
Em 1967, Philip Kotler, professor da Kellogg School
of Management, lança a primeira edição de seu livro
"Administração demarketing", onde reuniu, reviu,
testou e consolidou as bases daquilo que até hoje
formam o cânone do marketing.
Talvez devido a estas influências, após este período
ocorreu um grande desenvolvimento de marcas
como Coca-Cola, Sears, Marlboro, Pepsi.
Década de 1970[editar]
Nos anos 1970, destacou-se o fato de surgirem
departamentos e diretorias de marketing em todas
as grandes empresas. Não se tratava mais de uma
boa ideia, mas de uma necessidade de
sobrevivência. É nesta época que se multiplicam os
supermercados, shoppings centers e franchises.
De fato, a contribuição do marketing é tão notória no
meio empresarial, que passa rapidamente a ser
adotada em outros setores da atividade humana. O
governo, organizações civis, entidades religiosas e
partidos políticos passaram a valer-se das
estratégias de marketing adaptando-as às suas
realidades e necessidades. O marketing envolve
questões financeiras, voltadas à sua teoria de
"vender a qualquer custo", passando a ser vista de
outra forma: "satisfação em primeiro lugar". Hoje em
dia, o marketing está em praticamente todas as
áreas.
Década de 1980[editar]
Em 1982, o livro "Em busca da excelência", de Tom
Peters e Bob Waterman, inaugurou a era
dos gurus de marketing. Num golpe de sorte
editorial, produziram o livro de marketing mais
vendido de todos os tempos, ao focarem
completamente sua atenção para o cliente. O
fenômeno dos gurus levou o marketing às massas, e
portanto as pequenas e médias empresas, e a todo
tipo de profissional. Talvez por isso, e também por
uma necessidade mercadológica,
o marketing passou a ser uma preocupação direta
da alta direção de todas as megacorporações, não
estando mais restrita a uma diretoria ou
departamento.
O fenômeno dos gurus entretanto é responsável pelo
posterior descuido com o rigor da investigação
científica e uma tendência a modismos. Nesta
época, floresceram diversos autores que logo caíram
no anonimato e outros como Al Ries, por definir o
conceito de "posicionamento"; Jay Conrad Levinson,
por conceituar o "marketing de guerrilha"; e Masaaki
Imai, pai do Kaizen, que ganharam reconhecimento
no mundo dos negócios e reputação por suas ideias
e abordagens originais.
Década de 1990[editar]
Assim como fez em muitos outros setores, o avanço
tecnológico dos anos 1990 teve um forte impacto no
mundo domarketing. O comércio eletrônico foi uma
revolução na logística, distribuição e formas de
pagamento. O CRM (Customer Relationship
Management) e o serviços de atendimento ao
consumidor, entre outras inovações, tornaram
possível uma gestão de relacionamento com os
clientes em larga escala. E, como se isso não fosse
o suficiente, a internet chegou como uma nova via
de comunicação. É a época do maximarketing de
Stan Rapp; do marketing 1 to 1, da Peppers &
Rogers Group; do aftermarketing de Terry G. Vavra;
e do "marketing direto" de Bob Stone. Ou seja,
caracterizou-se por uma constante busca pela
personalização em massa.
Outra tendência do período foi o fortalecimento do
conceito de "marketing societal", no qual tornou-se
uma exigência de mercado haver uma preocupação
com o bem-estar da sociedade. A satisfação do
consumidor e a opinião pública, passou a estar
diretamente ligada a participação das organizações
em causas sociais, e a responsabilidade social
transformou-se numa vantagem competitiva.
Década de 2000[editar]
A virada do milênio assistiu à segmentação da
televisão a cabo, à popularização da telefonia celular
e à democratização dos meios de comunicação,
especialmente via Internet. Em 2000 é publicado o
livro sobre o manifesto cluetrain, alertando as
corporações para a nova realidade de um mercado
conectado. A World Wide Web amadureceu e nos
primeiros anos desta década surgiram uma
infinidade de pesquisas e publicações
sobre webmarketing e comércio eletrônico. Isso
revolucionou tanto a logística como a oferta de
produtos, e o cliente passou a ter informações e
poder de barganha nunca antes vistos. Era de se
esperar que isso influenciasse a maneira com a qual
os consumidores interagiam com as empresas e
entre si. A mídia espontânea, conseguida por
esforços de assessoria de imprensa, relações
públicas, marketing social, começam a tomar o
espaço da propaganda tradicional. O nascimento do
"marketing de permissão", de Seth Godin; a
conceitualização do "marketing boca-a-boca" por
George Silverman; a explosão do buzz marketing e
do marketing viral, por autores como Russell
Goldsmith e Mark Hughes; e o amadurecimento
do crossmedia e dos ARGSs (alternative reality
games) também são consequências deste fato que
influenciaram tanto o marketing como a
comunicação.
Década de 2010[editar]
A década de 2010 é marcada pela inserção da rede
mundial de computadores e um novo
comportamento de compra on line, porém não há
pesquisas ou publicações a respeito de uma
tendência principal, como o marketing de busca. O
que sugere a academia é que há uma nova
interrelação entre os meios, o acesso do consumidor
ao mercado e as formas de comunicação entre as
empresas e os consumidores.
Marketing de Busca[editar]
Como a busca se tornou parte essencial da rotina
dos usuários da Internet. Com isso, o marketing de
busca, que é um dos tipos de marketing digital, tem
atraído cada vez mais atenção. Podemos
definir marketing de busca como um conjunto de
estratégias que visam atingir o cliente em potencial
no momento em que ele busca um produto, serviço
ou qualquer informação na internet. As estratégias
englobam os links patrocinados e a otimização
para sites de busca.
Segmentação do mercado-alvo[editar]
Ver artigo principal: Segmento de mercado
As primeiras coisas a serem definidas em qualquer
planejamento de marketing é quem são seus
consumidores e qual exatamente é seu mercado-
alvo. Por maior e mais poderosa que seja, nenhuma
empresa pode fazer um bom trabalho em todos os
mercados e satisfazer todas as suas necessidades.
Segmentar o mercado é dividi-lo em grupos com
características e interesses semelhantes. É
imperativo encontrar um segmento de mercado onde
estão os clientes em potencial com necessidades
similares àquelas que a empresa deseja e pode
atender.
Um segmento de mercado é o resultado desta
divisão de um mercado em pequenos grupos. Este
processo é derivado do reconhecimento de que o
mercado total é freqüentemente feito de grupos com
necessidades específicas. Em função das
semelhanças dos consumidores que compõem cada
segmento, eles tendem a responder de forma similar
a uma determinada estratégia de marketing. Isto é,
tendem a ter sentimentos, percepções e
comportamento semelhantes.
Criação de valor[editar]

Uma oferta de marketing só alcançará êxito se


proporcionar valor ao seu mercado-alvo. O cliente
recebe benefícios e assume custos, por isso
definimos "valor" como a razão entre tudo aquilo que
o cliente recebe e tudo o que sacrifica ao fechar um
acordo. É muito mais complexo do que uma simples
troca comercial. Os benefícios incluem benefícios
funcionais e emocionais, os custos incluem custos
monetários, de tempo, de energia e psicológicos.
Valor: traduz-se na taxa dos benefícios em relação
ao sacrifício necessário para obter esses benefícios.
A criação de valor para o cliente é a peça chave do
Marketing bem sucedido, mas, devido ao facto de o
valor ser determinado somente pela percepção do
cliente, pode ser difícil de quantificar. Os clientes
valorizam mercadorias e serviços com a qualidade
que esperam e que sejam vendidos pelos preços
que eles desejam pagar. Os profissionais
de marketing interessados no valor para o cliente:
 Oferecem produtos que desempenham a sua
função: este é o requisito mínimo indispensável.
Os clientes perdem a paciência com produtos
inferiores;
 Dão aos clientes mais do que eles esperam;

 Evitam preços irreais;

 Mostram os factos aos clientes: o cliente

sofisticado deseja publicidade informativa e


vendedores inteligentes;
 Oferecem serviços e suporte pós-venda;

 Buscam a satisfação dos clientes.

Muitas pessoas confundem o real conceito de "valor"


com "preço". "Preço" é o custo financeiro de um bem
para a sua aquisição. "Valor" é uma comparação
psicológica sobre a funcionalidade do bem com o
seu preço. Um indivíduo só se dispõe a comprar se o
preço for igual ou abaixo do valor estipulado pelo
seu inconsciente, baseado na funcionalidade para o
uso próprio.
Ex: Uma loja vende uma gravata por $100,00. Se a
gravata, na minha opinião, tiver a importância e
funcionalidade que faça valer os $100,00, eu estarei
disposto a comprá-la. Se meu estado psicológico
informar que esta gravata tem importância e
funcionalidade mas não me faz valer $100,00, então
não a comprarei.
Para pequenos empresários, baixar o preço de seus
produtos significa aumentar vendas. De certa forma
sim, mas ao mesmo tempo preço vem atrelado,
inconscientemente, a qualidade do produto.
Pessoas, na maioria dos casos, atrelam preço alto a
boa qualidade e preço baixo a qualidade inferior. O
grande objetivo não é baixar preços, e sim elevar o
valor do bem na concepção dos clientes. É esse o
trabalho do marketing, gerar valor.
Mercado e Valor[editar]
O mercado é ainda, como um todo, uma sociedade
de massa, de modo que o estudo da psicologia das
massas também é relevante. Segundo William
McDougall, as massas se comportam como um
animal selvagem, buscando:
 Aumento de benefícios;
 Redução de custos;

 Aumento de benefícios e redução de custos;

 Aumento de benefícios em proporção maior do

que o aumento de custos;


 Redução de benefícios em proporção menor do

que redução de custos.


Outra forma de aumentar a proposta de valor é
mostrar ao consumidor que se leva mais qualquer
coisa além do produto adquirido, concretizemos esta
ideia com o caso de marketing pessoal de David
Beckham. A imagem com que o jogador doLos
Angeles Galaxy aparece, vende, quer seja o
penteado ou os brincos que usa. Quem consome as
réplicas das camisas com que ele joga, ou quem
compra uns brincos iguais aos dele, ou até mesmo
que use o mesmo corte de cabelo, acaba por ter
uma satisfação acrescida, além do produto físico.
Estima-se que o custo de atrair um novo consumidor
é cinco vezes o custo de manter um consumidor fiel.
Assim, uma das principais tarefas do marketing é
manter seus consumidores satisfeitos. A satisfação
do mercado-alvo depende diretamente do
desempenho da oferta em relação as expectativas
dos clientes. A expectativa por sua vez é construída
a partir de experiências anteriores dos consumidores
e da reputação, promessas e informações fornecidas
pela empresa.
O cliente ficará satisfeito se o desempenho alcançar
suas expectativas, e insatisfeito se não alcançar. Se
o desempenho for além e superar as expectativas, o
cliente então ficará altamente satisfeito ou
encantado. Um cliente encantado, vale dez vezes
mais para a empresa do que um cliente satisfeito,
isso porque os altamente satisfeitos são muito
menos propensos a mudar para a concorrência
quando parece surgir oferta melhor. Os diferentes
aspectos que contribuem na gestão desta satisfação
podem ser contemplados pelo composto
mercadológico.
Composto mercadológico[editar]
Ver artigo principal: Composto de Marketing
O composto mercadológico, composto
de marketing, marketing mix ou simplesmente 4Ps
(quatro pês) foi formulado primeiramente por Jerome
McCarthy em seu livro Basic Marketing (1960) e trata
do conjunto de pontos de interesse para os quais as
organizações devem estar atentas se desejam
perseguir seus objetivos de marketing. O composto é
dividido em 4 secções, as quais são:
 Produto, do inglês product;
 Preço, do inglês price;

 Praça, do inglês place;

 Promoção, do inglês promotion.

Uma abordagem formal para o marketing com foco


no cliente é o modelo SIVA9 (Solução, Informação,
Valor, Acesso). Este sistema é basicamente a dos
quatro Ps renomeada e reformulada para
proporcionar um foco no cliente.
O Modelo SIVA fornece uma alternativa de demanda
centrada no cliente para o modelo conhecido como
os 4Ps (produto, preço, ponto, promoção) de gestão
de marketing.
Rentabilidade e alocação de recursos[editar]
Não basta satisfazer os consumidores, se isso não
for feito de uma maneira lucrativa. A estratégia
de marketing deve, portanto, identificar, atrair e
manter clientes rentáveis. Ou seja, aqueles que
geram um fluxo de receita que excede o fluxo de
custo de se atrair, vender e serví-los. Todavia, todas
as empresas perdem dinheiro com alguns de seus
clientes. EmCustomers for life, Carl Seweell defende
a regra 80/20, onde 20% dos principais clientes
geram até 80% do lucro da empresa, metade do qual
é perdido para atender a base formada por 30% de
clientes não rentáveis. A implicação é que uma
organização pode ser mais rentável se souber como
dispensar seus piores clientes. Existem, também,
diferentes rentabilidades para cada produto ou
serviço. O modelo do Boston Consulting Group
conhecido como Matriz BCG foi pioneiro na análise
estratégica da carteira de produtos, relacionando a
participação dos produtos no mercado e o
crescimento desse mercado.
Ciclo de Vida de um Mercado[editar]
Como tudo na vida, os mercados não são estáticos;
eles evoluem ao longo do tempo e é costume falar-
se do conceito deciclo de vida do mercado. É
importante perceber a fase do ciclo de vida em que o
mercado onde actuamos se encontra, pois as
estratégias e as políticas são certamente diferentes
em cada fase do ciclo de vida. O ciclo de vida de um
mercado representa a sua evolução ao longo de um
período de tempo e compreende quatro fases:
lançamento, crescimento, maturidade e declínio.
 A fase de lançamento é caracterizada pelo
aparecimento de novas competências,
tecnológicas ou outras. As empresas que mais
rapidamente conseguirem dominar essas
competências, mais rapidamente adquirirão
vantagens competitivas sobre os seus
concorrentes. Nesta fase, são necessários
investimentos e, por isso, a rendibilidade não
costuma ser muito elevada, começando a
aumentar na fase de crescimento, caracterizada
por uma taxa de expansão mais elevada, fazendo
aumentar a atractividade do negócio e atraindo
assim mais concorrentes. O factor-chave de
sucesso nesta fase, é dotar-se de meios que
permitam que a empresa cresça mais
rapidamente do que os seus concorrentes.
 A fase de maturidade é caracterizada por uma
estabilização dos factores de evolução do "jogo"
concorrencial. A crescente fidelidade dos clientes,
a estabilidade das tecnologias (cujo ciclo de
renovação se vai alongando) e a fraca
atractividade para a entrada no mercado de novos
concorrentes, contribuem para fixar as posições.
Nesta fase, é normal o desaparecimento de
concorrentes e as fusões e aquisições entre eles,
como tem estado a acontecer na indústria
farmacêutica ou nos fabricantes de automóveis. O
factor-chave de sucesso nesta fase, reside na
adopção de uma estrutura que permita o
melhoramento da produtividade e a redução de
custos, uma vez que as margens têm tendência a
diminuir.
 A fase de declínio é acompanhada por uma

modificação progressiva da estrutura da


concorrência na linha de evolução anunciada na
fase de maturidade. Os principais concorrentes
que se mantêm, repartem entre si a quase
totalidade do mercado, cujo volume vai
decrescendo a um ritmo mais ou menos
acelerado. É normal darem-se reestruturações
nas empresas e, se as barreiras à saída não são
muito elevadas, a "desistência" de concorrentes
pode verificar-se. O factor-chave de sucesso
nesta fase é a redução de custos.
Ciclo de Vida do produto ou serviço[editar]
Ver artigo principal: Ciclo de vida do produto

Ciclo de vida do produto ou serviço


O ciclo de vida de um produto ou serviço indica a
possibilidade do crescimento do mercado
consumidor e também indica princípios de ação que
podem ser seguidos no planejamento de marketing.
Todo novo produto entra num ciclo de vida, marcado
por problemas e oportunidades relativas. O estágio
de introdução é marcado por um crescimento lento
das venda e lucros mínimos. Aí, segue o estágio de
crescimento com um rápido crescimento das vendas
e lucros. A empresa procura melhorar o produto.
Segue a maturidade do produto, onde as vendas e
se estabilizam e os lucros diminuem. Finalmente, o
produto entra no estágio de declínio, onde as vendas
caem e os lucros também.
Teóricos de marketing de destaque[editar]

 Peter Drucker
 Theodore Levitt
 Jerome McCarthy
 Philip Kotler
 Gary Armstrong
 Tom Peters
 Al Ries
 Jay Conrad Levinson
 Sergio Zyman
 Seth Godin
 Raimar Richers

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