Capítulo
Técnicas de
integração
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Técnicas de Integração
• O TFC mostra como calcular uma integral definida:
• Uma vez que temos a primitiva para a função
integrando.
• Iremos estudar técnicas de integração para determinar as
primitivas para muitas combinações de funções cujas
primitivas não podem ser definidas pelos métodos diretos
apresentados anteriormente. São elas:
• Integrais por partes
• Integrais trigonométricas
• Substituição trigonométricas
• Integrais de funções racionais por frações parciais
• Integrais impróprias.
Técnicas de integração
Fórmulas de
integração
básicas
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Integração por partes
• Integração por partes é uma técnica de simplificação de integrais
de forma
f(x) pode ser derivada
repetidamente sem
dificuldades.
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Integração por partes
• Integração por partes é uma técnica de simplificação de integrais
de forma
f(x) pode ser derivada g(x) pode ser integrada
repetidamente sem repetidamente sem
dificuldades. dificultas.
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Integração por partes
• Integração por partes é uma técnica de simplificação de integrais
de forma
• A integração por partes se aplica a integrais como
• É fácil derivar quem?
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Integração por partes
• Integração por partes é uma técnica de simplificação de integrais
de forma
• A integração por partes se aplica a integrais como
• É fácil derivar quem?
• É fácil derivar f(x) = ln(x) e fácil integrar g(x) = 1
• No segundo caso: cada parte do integrando aparece
novamente após derivação repetida ou integração.
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Integração por partes
• Integração por partes é uma técnica de simplificação de integrais
de forma
• Fórmula da integração por partes: se duas funções f(x) e g(x) são
deriváveis. Pela regra do produto diz que a derivada de
• [f(x)g(x)]’ = f’(x)g(x) + f(x)g’(x): (SALA)
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• O objetivo da integração por partes é ir de uma
integral que não imaginamos como calcular para uma
integral que podemos calcular.
• Geralmente primeiro escolhemos dv como a maior
parte do integrando, incluindo dx, que pode ser
facilmente integrado: u é a parte restante.
• Ao determinar v a partir de dv, qualquer primitiva
funcionará.
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A nova integral é menos complicada do que a original, pois o expoente
Em x é reduzido. Vamos integrar por parte novamente a integral da
direita.
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Integral que aparece muito
Em engenharia elétrica .
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1. É chamada de FORMULA DA REDUÇÃO: porque substitui uma integral que contem
certa potencia de uma função por uma integral da mesma forma que contém certa
potencia reduzida.
2. Quando n é um número inteiro positivo, podemos aplicar a formula repetidamente
ate que a integral remanescente seja fácil de calcular;
3. Por exemplo: Calcular a integral do exemplo acima com n = 3;
4. E com n=5 ?
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Cálculo de integrais definidas por parte
Combinando a formula da integral por parte com o teorema
fundamental do cálculo temos:
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Integração tabular
• Vimos que as integrais por partes são do tipo:
• Onde f(x) por ser derivada repetidamente ate se tornar zero
• E g(x) pode ser integrada repetidamente sem dificuldades.
• No entanto, com muitas repetições, este cálculo pode ficar complicado
• Em situações como esta há uma maneira de organizar os cálculos que
poupe trabalho.
• É a chamada integração tabular:
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Cálculo de integrais definidas
por partes
• Fórmula de integração por partes para integrais definidas
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Identidades trigonométricas: Revisão Básica
Identidades trigonométricas: Revisão Básica
Identidades trigonométricas:
Identidades trigonométricas:
Integrais trigonométricas
• E m p r i n c í p i o, p o d e m o s s e m p re ex p re s s a r i nte g ra i s
trigonométricas em termos de senos e cossenos, mas muitas
vezes é mais simples trabalhar com outras funções, como na
integral
• A ideia é trabalhar com as identidades trigonométricas para
transformar as integrais que temos, em integrais mais fáceis.
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Produtos de potências de senos
e cossenos
• Começamos com integrais de forma:
• Podemos dividir a tarefa em três casos dependendo se m e n
forem pares ou ímpares.
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Produtos de potências de senos
e cossenos
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Eliminação de raízes quadradas
• Podemos usar a identidade cos2 θ = (1 + cos 2θ)/2 para eliminar a
raiz quadrada.
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Potências inteiras de tg x e sec x
• Para integrar potências maiores, usamos as identidades
tg2 x = sec2 x – 1 => sec2 x = tg2 x + 1,
• e integramos por partes quando necessário para reduzir potências
maiores a potências menores.
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Produtos de senos e cossenos
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Substituições trigonométricas
• As substituições trigonométricas ocorrem quando trocamos a
variável de integração por uma função trigonométrica.
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Substituições trigonométricas
• Triângulos de referência para as três substituições básicas
identificando os lados x e a em cada substituição.
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Substituições trigonométricas
• Quando temos estas funções (setas) no integrando, podemos
calcular diretamente, uma vez que elas vem de triângulos
retângulos :
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Substituições trigonométricas
• Arco tangente, arco seno e arco secante de x/a, representados
graficamente como funções de x/a.
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Procedimento para uma
substituição trigonométrica
1. Anote a substituição de x, calcule a diferencial dx e especifique os
valores selecionados de θ para a substituição.
2. Substitua a expressão trigonométrica e a diferencial calculada no
integrando e, então, simplifique os resultados algebricamente.
3. Integre a integral trigonométrica, tendo em mente as restrições no
ângulo θ para reversibilidade.
4. Desenhe um triângulo de referência adequado para inverter a
substituição no resultado da integração e o converta de volta à
variável original x.
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Integração de funções racionais
por frações parciais
• A função racional (5x – 3)/(x2 – 2x – 3) pode ser reescrita como
• Para integrar a função racional do lado esquerdo de nossa
expressão anterior, simplesmente somamos as integrais das
frações do lado direito:
• O método de reescrever funções racionais como uma soma de
frações mais simples é chamado de método de frações parciais.
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Integração de funções racionais
por frações parciais
• No caso do exemplo anterior, o método consiste em determinar
constantes A e B tais que
• Para determinar A e B, primeiro eliminamos todas as frações da
equação acima e as reagrupamos em potências de x, obtendo
• Isso será uma identidade em x se, e somente se, os coeficientes de
potências iguais de x nos dois lados também forem iguais:
• Resolvendo essas equações simultaneamente, obtemos A = 2 e B = 3.
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Descrição geral do método
• O sucesso ao escrever uma função racional ƒ(x)/g(x) como a soma
de frações parciais depende de duas coisas:
1. O grau de ƒ(x) deve ser menor do que o grau de g(x). Frações
próprias.
2. Devemos conhecer os fatores de g(x).
Método de frações parciais (ƒ(x)/g(x) próprias)
1. Seja x – r um fator linear de g(x). Suponha que (x – r)^m seja a maior
potência de x – r que divide g(x). Então, associe a esse fator a soma de
m frações parciais:
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Método de frações parciais (ƒ(x)/
g(x) próprias)
2. Suponha que (x2 + px + q)n seja a maior potência desse fator que
divide g(x). Então, atribua a esse fator a soma de n frações
parciais:
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Método de frações parciais (ƒ(x)/
g(x) próprias)
3. Iguale a fração original ƒ(x)/g(x) à soma de todas essas frações
parciais. Elimine as frações da equação resultante e organize os
termos em potências decrescentes de x.
4. Iguale os coeficientes das potências correspondentes de x e
resolva o sistema de equações obtido desse modo para calcular
os coeficientes indeterminados.
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Método de Heaviside
1. Escreva o quociente com g(x) fatorado:
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Método de Heaviside
2. Oculte os fatores (x – ri ) de g(x) um por vez, substituindo todos
os x não ocultos por ri. Isso dá um número Ai para cada raiz ri.
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Método de Heaviside
3. Escreva a expansão em frações parciais de f(x)/g(x) como
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Método de Heaviside
3. Escreva a expansão em frações parciais de f(x)/g(x) como
Integrais não elementares
• Integrais de funções que não possuem primitivas elementares são
chamadas de integrais não elementares.
• Exemplos de integrais não elementares incluem a função erro
(que mede a probabilidade de erros aleatórios):
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Integrais não elementares
• e integrais como
• Essas e algumas outras como
• parecem tão fáceis que somos tentados a experimentá-las apenas
para ver em que resultam.
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Integração numérica
• Quando não conseguimos determinar uma primitiva viável para a
função ƒ que precisamos integrar, dividimos o intervalo de
integração, substituímos ƒ por um polinômio ajustado bem próximo
de f em cada subintervalo, integramos os polinômios e somamos os
resultados para aproximar a integral de f.
• Esse procedimento é um exemplo de integração numérica.
Aproximações por trapézios
• A regra do trapézio aproxima pequenos trechos da curva y = ƒ(x)
por segmentos de reta.
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Aproximações por trapézios
• Para aproximar a integral de ƒ de a até b, somamos as áreas dos
trapézios obtidos ligando as extremidades dos segmentos com o
eixo x.
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Aproximações por trapézios
Regra do trapézio
• Para aproximar , use
• Os y são os valores de ƒ nos pontos da partição
• onde
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Regra de Simpson: aproximações
com o uso de parábolas
• A regra de Simpson aproxima pequenos trechos da curva com
parábolas.
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Regra de Simpson: aproximações
com o uso de parábolas
• Ao integrar de –h até h, descobrimos que a área sombreada é
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Regra de Simpson: aproximações
com o uso de parábolas
• A parábola tem uma equação de forma
• Como a curva passa pelos três pontos, temos
• de onde obtemos
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Regra de Simpson: aproximações
com o uso de parábolas
• Calculando as áreas sob todas as parábolas e somando os
resultados, temos a aproximação
• O resultado é conhecido como regra de Simpson.
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Regra de Simpson: aproximações
com o uso de parábolas
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Análise de erro
• O erro é a diferença entre a aproximação obtida pela regra e o
valor real da integral definida
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Integrais impróprias
• As integrais definidas tiveram que exibir duas propriedades:
– O domínio de integração [a,b] seja finito.
– A imagem do integrando seja finito neste domínio.
• Na prática podem surgir problemas que impeçam o cumprimento
destas condições acima.
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Integrais impróprias
• As áreas sob essas curvas são infinitas ou finitas?
Domínio infinito Imagem finita
• Em qualquer um dos casos, as integrais recebem o nome de
impróprias e são calculadas como limites.
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Limites infinitos de integração
• Integrais com limites infinitos de integração são integrais
impróprias do tipo I.
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Limites infinitos de integração
• Em todos os casos, se o limite for finito, a integral imprópria converge e
que o limite é o valor da integral imprópria.
• Se o limite não existe, a integral imprópria diverge.
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Limites infinitos de integração
a) Área sob a curva y = e–x/2 no primeiro quadrante.
b) A área é uma integral imprópria do tipo I.
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Integrandos com assíntotas
verticais
• Integrais de funções que se tornam infinitas em um ponto dentro
do intervalo de integração são integrais impróprias do tipo II.
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Integrandos com assíntotas
verticais
• A área sob a curva é um exemplo de
integral imprópria do tipo II.
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Integrandos com assíntotas
verticais
• A área sob a curva é um exemplo de
integral imprópria do tipo II.
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Teste de convergência e
divergência.
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Tipos de integrais impróprias
LIMITES INFINITOS DE INTEGRAÇÃO: TIPO I
• Limite superior
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Tipos de integrais impróprias
LIMITES INFINITOS DE INTEGRAÇÃO: TIPO I
• Limite inferior
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Tipos de integrais impróprias
LIMITES INFINITOS DE INTEGRAÇÃO: TIPO I
• Ambos os limites
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Tipos de integrais impróprias
INTEGRANDO SE TORNA INFINITO: TIPO II
• Extremidade superior
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Tipos de integrais impróprias
INTEGRANDO SE TORNA INFINITO: TIPO II
• Extremidade inferior
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Tipos de integrais impróprias
INTEGRANDO SE TORNA INFINITO: TIPO II
• Ponto interior
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