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Captulo 8 - Tecnicas de Integracao2

O documento discute técnicas de integração para calcular primitivas de funções cujas primitivas não podem ser definidas por métodos diretos, como integração por partes, integrais trigonométricas, substituição trigonométrica, integrais de funções racionais por frações parciais e integrais impróprias. O documento também apresenta fórmulas básicas de integração e discute a aplicação da integração por partes e identidades trigonométricas para simplificar integrais.

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Samara Letícia
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Captulo 8 - Tecnicas de Integracao2

O documento discute técnicas de integração para calcular primitivas de funções cujas primitivas não podem ser definidas por métodos diretos, como integração por partes, integrais trigonométricas, substituição trigonométrica, integrais de funções racionais por frações parciais e integrais impróprias. O documento também apresenta fórmulas básicas de integração e discute a aplicação da integração por partes e identidades trigonométricas para simplificar integrais.

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Capítulo

Técnicas de
integração

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Técnicas de Integração
• O TFC mostra como calcular uma integral definida:
• Uma vez que temos a primitiva para a função
integrando.
• Iremos estudar técnicas de integração para determinar as
primitivas para muitas combinações de funções cujas
primitivas não podem ser definidas pelos métodos diretos
apresentados anteriormente. São elas:
• Integrais por partes
• Integrais trigonométricas
• Substituição trigonométricas
• Integrais de funções racionais por frações parciais
• Integrais impróprias.

Técnicas de integração

Fórmulas de
integração
básicas

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Integração por partes

• Integração por partes é uma técnica de simplificação de integrais


de forma

f(x) pode ser derivada


repetidamente sem
dificuldades.

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Integração por partes

• Integração por partes é uma técnica de simplificação de integrais


de forma

f(x) pode ser derivada g(x) pode ser integrada


repetidamente sem repetidamente sem
dificuldades. dificultas.

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Integração por partes

• Integração por partes é uma técnica de simplificação de integrais


de forma

• A integração por partes se aplica a integrais como

• É fácil derivar quem?

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Integração por partes

• Integração por partes é uma técnica de simplificação de integrais


de forma

• A integração por partes se aplica a integrais como

• É fácil derivar quem?


• É fácil derivar f(x) = ln(x) e fácil integrar g(x) = 1
• No segundo caso: cada parte do integrando aparece
novamente após derivação repetida ou integração.
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Integração por partes

• Integração por partes é uma técnica de simplificação de integrais


de forma

• Fórmula da integração por partes: se duas funções f(x) e g(x) são


deriváveis. Pela regra do produto diz que a derivada de
• [f(x)g(x)]’ = f’(x)g(x) + f(x)g’(x): (SALA)

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• O objetivo da integração por partes é ir de uma


integral que não imaginamos como calcular para uma
integral que podemos calcular.
• Geralmente primeiro escolhemos dv como a maior
parte do integrando, incluindo dx, que pode ser
facilmente integrado: u é a parte restante.
• Ao determinar v a partir de dv, qualquer primitiva
funcionará.

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A nova integral é menos complicada do que a original, pois o expoente


Em x é reduzido. Vamos integrar por parte novamente a integral da
direita.

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Integral que aparece muito


Em engenharia elétrica .

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Integral que aparece muito


Em engenharia elétrica .

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Integral que aparece muito


Em engenharia elétrica .

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Integral que aparece muito


Em engenharia elétrica .

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Integral que aparece muito


Em engenharia elétrica .

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1. É chamada de FORMULA DA REDUÇÃO: porque substitui uma integral que contem


certa potencia de uma função por uma integral da mesma forma que contém certa
potencia reduzida.
2. Quando n é um número inteiro positivo, podemos aplicar a formula repetidamente
ate que a integral remanescente seja fácil de calcular;
3. Por exemplo: Calcular a integral do exemplo acima com n = 3;
4. E com n=5 ?

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Cálculo de integrais definidas por parte

Combinando a formula da integral por parte com o teorema


fundamental do cálculo temos:
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Integração tabular
• Vimos que as integrais por partes são do tipo:

• Onde f(x) por ser derivada repetidamente ate se tornar zero


• E g(x) pode ser integrada repetidamente sem dificuldades.
• No entanto, com muitas repetições, este cálculo pode ficar complicado
• Em situações como esta há uma maneira de organizar os cálculos que
poupe trabalho.
• É a chamada integração tabular:

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Cálculo de integrais definidas


por partes
• Fórmula de integração por partes para integrais definidas

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Identidades trigonométricas: Revisão Básica


Identidades trigonométricas: Revisão Básica
Identidades trigonométricas:
Identidades trigonométricas:
Integrais trigonométricas

• E m p r i n c í p i o, p o d e m o s s e m p re ex p re s s a r i nte g ra i s
trigonométricas em termos de senos e cossenos, mas muitas
vezes é mais simples trabalhar com outras funções, como na
integral

• A ideia é trabalhar com as identidades trigonométricas para


transformar as integrais que temos, em integrais mais fáceis.

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Produtos de potências de senos


e cossenos
• Começamos com integrais de forma:

• Podemos dividir a tarefa em três casos dependendo se m e n


forem pares ou ímpares.

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Produtos de potências de senos


e cossenos

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Eliminação de raízes quadradas

• Podemos usar a identidade cos2 θ = (1 + cos 2θ)/2 para eliminar a


raiz quadrada.

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Potências inteiras de tg x e sec x

• Para integrar potências maiores, usamos as identidades

tg2 x = sec2 x – 1 => sec2 x = tg2 x + 1,

• e integramos por partes quando necessário para reduzir potências


maiores a potências menores.

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Produtos de senos e cossenos

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Substituições trigonométricas

• As substituições trigonométricas ocorrem quando trocamos a


variável de integração por uma função trigonométrica.

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Substituições trigonométricas

• Triângulos de referência para as três substituições básicas


identificando os lados x e a em cada substituição.

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Substituições trigonométricas

• Quando temos estas funções (setas) no integrando, podemos


calcular diretamente, uma vez que elas vem de triângulos
retângulos :

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Substituições trigonométricas

• Arco tangente, arco seno e arco secante de x/a, representados


graficamente como funções de x/a.

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Procedimento para uma


substituição trigonométrica
1. Anote a substituição de x, calcule a diferencial dx e especifique os
valores selecionados de θ para a substituição.

2. Substitua a expressão trigonométrica e a diferencial calculada no


integrando e, então, simplifique os resultados algebricamente.

3. Integre a integral trigonométrica, tendo em mente as restrições no


ângulo θ para reversibilidade.

4. Desenhe um triângulo de referência adequado para inverter a


substituição no resultado da integração e o converta de volta à
variável original x.
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Integração de funções racionais


por frações parciais
• A função racional (5x – 3)/(x2 – 2x – 3) pode ser reescrita como

• Para integrar a função racional do lado esquerdo de nossa


expressão anterior, simplesmente somamos as integrais das
frações do lado direito:

• O método de reescrever funções racionais como uma soma de


frações mais simples é chamado de método de frações parciais.
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Integração de funções racionais


por frações parciais
• No caso do exemplo anterior, o método consiste em determinar
constantes A e B tais que

• Para determinar A e B, primeiro eliminamos todas as frações da


equação acima e as reagrupamos em potências de x, obtendo

• Isso será uma identidade em x se, e somente se, os coeficientes de


potências iguais de x nos dois lados também forem iguais:

• Resolvendo essas equações simultaneamente, obtemos A = 2 e B = 3.


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Descrição geral do método

• O sucesso ao escrever uma função racional ƒ(x)/g(x) como a soma


de frações parciais depende de duas coisas:

1. O grau de ƒ(x) deve ser menor do que o grau de g(x). Frações


próprias.

2. Devemos conhecer os fatores de g(x).

Método de frações parciais (ƒ(x)/g(x) próprias)


1. Seja x – r um fator linear de g(x). Suponha que (x – r)^m seja a maior
potência de x – r que divide g(x). Então, associe a esse fator a soma de
m frações parciais:
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Método de frações parciais (ƒ(x)/


g(x) próprias)

2. Suponha que (x2 + px + q)n seja a maior potência desse fator que
divide g(x). Então, atribua a esse fator a soma de n frações
parciais:

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Método de frações parciais (ƒ(x)/


g(x) próprias)
3. Iguale a fração original ƒ(x)/g(x) à soma de todas essas frações
parciais. Elimine as frações da equação resultante e organize os
termos em potências decrescentes de x.

4. Iguale os coeficientes das potências correspondentes de x e


resolva o sistema de equações obtido desse modo para calcular
os coeficientes indeterminados.

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Método de Heaviside

1. Escreva o quociente com g(x) fatorado:

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Método de Heaviside

2. Oculte os fatores (x – ri ) de g(x) um por vez, substituindo todos


os x não ocultos por ri. Isso dá um número Ai para cada raiz ri.

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Método de Heaviside

3. Escreva a expansão em frações parciais de f(x)/g(x) como

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Método de Heaviside

3. Escreva a expansão em frações parciais de f(x)/g(x) como

Integrais não elementares

• Integrais de funções que não possuem primitivas elementares são


chamadas de integrais não elementares.

• Exemplos de integrais não elementares incluem a função erro


(que mede a probabilidade de erros aleatórios):
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Integrais não elementares

• e integrais como

• Essas e algumas outras como

• parecem tão fáceis que somos tentados a experimentá-las apenas


para ver em que resultam.
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Integração numérica

• Quando não conseguimos determinar uma primitiva viável para a


função ƒ que precisamos integrar, dividimos o intervalo de
integração, substituímos ƒ por um polinômio ajustado bem próximo
de f em cada subintervalo, integramos os polinômios e somamos os
resultados para aproximar a integral de f.

• Esse procedimento é um exemplo de integração numérica.

Aproximações por trapézios

• A regra do trapézio aproxima pequenos trechos da curva y = ƒ(x)


por segmentos de reta.
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Aproximações por trapézios

• Para aproximar a integral de ƒ de a até b, somamos as áreas dos


trapézios obtidos ligando as extremidades dos segmentos com o
eixo x.

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Aproximações por trapézios

Regra do trapézio

• Para aproximar , use

• Os y são os valores de ƒ nos pontos da partição

• onde

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Regra de Simpson: aproximações


com o uso de parábolas

• A regra de Simpson aproxima pequenos trechos da curva com


parábolas.

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Regra de Simpson: aproximações


com o uso de parábolas

• Ao integrar de –h até h, descobrimos que a área sombreada é

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Regra de Simpson: aproximações


com o uso de parábolas

• A parábola tem uma equação de forma

• Como a curva passa pelos três pontos, temos

• de onde obtemos

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Regra de Simpson: aproximações


com o uso de parábolas

• Calculando as áreas sob todas as parábolas e somando os


resultados, temos a aproximação

• O resultado é conhecido como regra de Simpson.

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Regra de Simpson: aproximações


com o uso de parábolas

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Análise de erro

• O erro é a diferença entre a aproximação obtida pela regra e o


valor real da integral definida

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Integrais impróprias

• As integrais definidas tiveram que exibir duas propriedades:

– O domínio de integração [a,b] seja finito.

– A imagem do integrando seja finito neste domínio.

• Na prática podem surgir problemas que impeçam o cumprimento


destas condições acima.

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Integrais impróprias

• As áreas sob essas curvas são infinitas ou finitas?

Domínio infinito Imagem finita

• Em qualquer um dos casos, as integrais recebem o nome de


impróprias e são calculadas como limites.
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Limites infinitos de integração


• Integrais com limites infinitos de integração são integrais
impróprias do tipo I.

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Limites infinitos de integração

• Em todos os casos, se o limite for finito, a integral imprópria converge e


que o limite é o valor da integral imprópria.
• Se o limite não existe, a integral imprópria diverge.
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Limites infinitos de integração

a) Área sob a curva y = e–x/2 no primeiro quadrante.


b) A área é uma integral imprópria do tipo I.

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Integrandos com assíntotas


verticais
• Integrais de funções que se tornam infinitas em um ponto dentro
do intervalo de integração são integrais impróprias do tipo II.

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Integrandos com assíntotas


verticais

• A área sob a curva é um exemplo de


integral imprópria do tipo II.

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Integrandos com assíntotas


verticais

• A área sob a curva é um exemplo de


integral imprópria do tipo II.

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Teste de convergência e
divergência.

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Tipos de integrais impróprias

LIMITES INFINITOS DE INTEGRAÇÃO: TIPO I

• Limite superior

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Tipos de integrais impróprias

LIMITES INFINITOS DE INTEGRAÇÃO: TIPO I

• Limite inferior

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Tipos de integrais impróprias

LIMITES INFINITOS DE INTEGRAÇÃO: TIPO I

• Ambos os limites

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Tipos de integrais impróprias

INTEGRANDO SE TORNA INFINITO: TIPO II

• Extremidade superior

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Tipos de integrais impróprias

INTEGRANDO SE TORNA INFINITO: TIPO II

• Extremidade inferior

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Tipos de integrais impróprias

INTEGRANDO SE TORNA INFINITO: TIPO II

• Ponto interior

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