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UFCD/SNC Na Ufcd de Sistema de Normalização Contabilística leccionada pelo formador António Pimenta com carga
UFCD/SNC Na Ufcd de Sistema de Normalização Contabilística leccionada pelo formador António Pimenta com carga

UFCD/SNC

Na Ufcd de Sistema de Normalização Contabilística leccionada pelo formador António Pimenta com carga horária de 25 horas foi-nos leccionado o novo modelo de normalização contabilística,

não é de aplicação geral, decorre nos art.º 3 e 4 do presente diploma. Este modelo assenta mais em princípios do que em regras explicitas e pretende em sintonia com as normas internacionais de contabilidade adoptadas na união europeia (UE) sendo a sua discrição apresentada na quarta

78/660/CEE.

Este sistema de normalização contabilística (SNC) que assimila a apresentação de demonstrações financeiras (BADF) constituem-se por:

Modelos de demonstrações financeiras (MDF) Código de contas (CC) Normas contabilísticas e de relato financeiro (NCRF) Norma contabilística e de relato financeiro para pequenas entidades (NCRF-PE) Notas interpretativas (NI)

O SNC tem aspectos particulares de transacções ou situações que se coloquem a dada entidade

em matéria de contabilização ou relato financeiro, ou a lacuna em causa seja relevante que o seu não preenchimento impeça o objectivo de ser prestada informação que de forma verdadeira e apropriada. As demonstrações financeiras de finalidades gerais estabelecem os requisitos globais para assegurar a comparação quer com as demonstrações financeiras de outras entidades. Estas são as que se destinam a satisfazer as necessidades se utentes que não estejam em posição de exigir relatórios feitos para ir ao encontro das suas necessidades particulares de informação.

O objectivo das demonstrações financeiras de finalidades gerais são apresentadas isoladamente

ou incluídas num outro documento para o publico, tal como um relatório anual ou um prospecto. Tais objectivos proporcionam informação acerca da posição financeira, do desempenho financeiro e dos fluxos de caixa de uma entidade que seja útil a uma vasta gama de utentes na tomada de decisões económicas.

Para satisfazer estes objectivos, as demonstrações financeiras proporcionam informação de uma entidade acerca do
Para satisfazer estes objectivos, as demonstrações financeiras proporcionam informação de uma entidade acerca do

Para satisfazer estes objectivos, as demonstrações financeiras proporcionam informação de uma entidade acerca do seguinte: activos, passivos, capital próprio, rendimentos (créditos e ganhos), gastos (gastos e perdas), outras alterações no capital próprio; fluxos de caixa. Esta informação, com outra incluída nas notas do anexo, ajuda os utentes a prever os fluxos de entidade e a certeza e sua tempestividade. Um conjunto completo de demonstrações financeiras inclui: um balanço, uma demonstração de resultados, uma demonstração das alterações no capital próprio, uma demonstração de fluxos de caixa e um anexo em que se divulguem as bases de preparação e politicas contabilísticas adoptadas e outras divulgações exigidas pela N.C.R.F. As demonstrações financeiras devem apresentar apropriadamente a posição financeira, o desempenho financeiro e os fluxos de caixa de uma entidade. A apresentação apropriada exige a representação fidedigna dos efeitos das transacções, outros acontecimentos e condições de acordo com as definições e critérios de reconhecimento para activos, passivos, rendimentos e gastos estabelecidos na estrutura conceptual presume-se que a aplicação das N.C.R.F. , com divulgação adicional quando necessário, resulta em demonstrações financeiras que alcançam uma apresentação apropriada.

A agregação de cada classe material de itens semelhantes deve ser apresentada separadamente

nas demonstrações financeiras e os itens de natureza dissemelhante devem ser aplicados de forma separada, a não ser que sejam imateriais. A materialidade depende do tamanho e natureza da omissão do erro, acentuadas nas circunstâncias que os rodeiam. O processo final da agregação e classificação é a apresentação de todos os dados que formam um balanço demonstrando resultados de alterações de capital próprio nas demonstrações de fluxos de caixa ou no anexo. Os activos, passivos, rendimentos, e gastos devem ser apresentados separadamente. A compensação quer na demonstração dos resultados quer no balanço, excepto quando a mesma transmita a substancia da transacção ou outro acontecimento, prejudica a capacidade dos utentes em compreender as transacções, outros acontecimentos e condições que tenham ocorrido e de

avaliar os futuros fluxos de caixa da entidade.

A mensuração de activos líquidos de deduções de valorização, por exemplo, deduções de

obsolescência nos inventários e deduções de dividas duvidosas nas contas a receber, não é compensação.

Em alguns casos, a informação narrativa proporcionada nas demonstrações financeiras relativas ao período anterior
Em alguns casos, a informação narrativa proporcionada nas demonstrações financeiras relativas ao período anterior

Em alguns casos, a informação narrativa proporcionada nas demonstrações financeiras relativas ao período anterior continua a ser relevante no período corrente. Por exemplo, os pormenores de uma disputa legal, cujo o desfecho era incerto á data do ultimo balanço e esteja ainda para ser resolvida, são divulgados no período corrente. Os utentes beneficiam da informação de que a incerteza existia á data do ultimo balanço e da informação acerca das medidas adoptadas durante o período para resolver a incerteza. Quando a apresentação e classificação de itens nas demonstrações financeiras for emendada, as quantias comparativas devem ser reclassificadas, a menos que seja impraticável quando a entidade não o possa aplicar depois de ter feito todos os esforços razoáveis para o conseguir. Aperfeiçoar a comparabilidade de informação inter-períodos ajuda os utentes a tomar decisões económicas, sobretudo porque lhes permite avaliar as tendências na informação financeira para finalidades de previsão. As normas contabilísticas de relato financeiro (ncrf) constituem uma adaptação internacional de contabilidade, adoptadas na União Europeia, tendo em conta o tecido empresarial português e o facto de algumas entidades se encontrarem obrigadas ou terem a opção de aplicar as citadas normas internacionais. Este modulo será de grande importância, pois na minha empresa a verificação e normalização contabilística será um factor determinante para o seu futuro.

Formando: Américo Moniz (2011)