0% acharam este documento útil (0 voto)
25 visualizações86 páginas

Livro-Jogo de Bioquímica: Proteínas

Enviado por

Mary N
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
25 visualizações86 páginas

Livro-Jogo de Bioquímica: Proteínas

Enviado por

Mary N
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

PROTEÍNAS

Livro-Jogo para o Ensino de Bioquímica

Renato Massaharu Hassunuma


Patrícia Carvalho Garcia
Michele Janegitz Acorci Valério
Sandra Heloísa Nunes Messias (Orgs.)
PROTEÍNAS
Livro-Jogo para o
Ensino de Bioquímica
Renato Massaharu Hassunuma
Patrícia Carvalho Garcia
Michele Janegitz Acorci Valério
Sandra Heloísa Nunes Messias (Orgs.)

1ª edição - 2019
Bauru/SP
© Renato Massaharu Hassunuma.

Conselho Editorial
BIOMÉDICA KELLY COLUSSI PINHEIRO PRECIPITO
Especialista em Reprodução Humana Assistida pela Associação Instituto Sapientiae

BIOMÉDICA TALITA MENDES OLIVEIRA VENTURA


Mestra em Ciências – área de concentração: Estomatologia e Biologia Oral – Faculdade de Odontologia de
Bauru – Universidade de São Paulo

Capa e Design
Renato Massaharu Hassunuma

Crédito das figuras da capa


Fundo: Cortesia de Mário Kazuo Takenobu. Uso sob permissão do fotógrafo.

Dois modelos da vasopressina no modo spacefill. Fvasconcelos. File:Arginine vasopressin3d.png. 2006


[acesso em: 2019 jan 29]. Disponível em:
https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Arginine_vasopressin3d.png. (Figura registrada no site
como imagem de domínio público, disponível para uso gratuito pessoal, profissional e comercial).

CIP – Brasil. Catalogação na Publicação

H335p
Proteínas – Livro-jogo para o Ensino de
Bioquímica / Renato Massaharu Hassunuma,
Patrícia Carvalho Garcia, Michele Janegitz
Acorci Valério e Sandra Heloísa Nunes Messias
(Orgs.). - Bauru: Canal6, 2019.
Inclui bibliografia
PDF
90 f. (86
: il. f.)
pb.: il. pb.
Convertido do livro impresso.
ISBN:
ISBN 978-85-7917-549-7
1. Bioquímica. 2. Materiais de ensino. 3. Teoria
do Jogo. I. Hassunuma, Renato Massaharu. II.
Garcia, Patrícia Carvalho. III. Acorci-Valério,
Michele Janegitz. IV. Messias, Sandra Heloísa
Nunes. V. Título

CDU: 547:37
Agradecimentos
Agradecemos o apoio no desenvolvimento deste livro e em projetos do Curso de
Biomedicina da UNIP – Bauru:
Prof. Aziz Kalaf Filho,
Diretor da Universidade Paulista – UNIP,
campus Bauru,

Prof. Dr. Paschoal Laércio Armonia,


Diretor do Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Paulista - UNIP

Agradecemos por suas valiosas considerações neste livro:


Biomédica Kelly Colussi Pinheiro Precipito,
Especialista em Reprodução Humana Assistida pela Associação Instituto Sapientiae

Biomédica Talita Mendes Oliveira Ventura,


Mestra em Ciências – área de concentração: Estomatologia e Biologia Oral – Faculdade
de Odontologia de Bauru – Universidade de São Paulo

E um agradecimento especial aos alunos do G3B3 – Grupo de Estudos em Bioinformática


Estrutural, promovido pelo Curso de Biomedicina da Universidade Paulista – UNIP,
campus Bauru, sem os quais este livro jamais poderia ter acontecido:
Amanda Aparecida Ramos
Amanda de Oliveira Pereira
Eduardo Marques Raboni
Fernanda Alves Tavares
Giovana Roberta Salado
Marina Honorato Cardoso
Pamela Dominique de Oliveira
Phillipe Franklin Coelho Magalhães
Raquel Caroline Rodrigues

Prof. Dr. Renato Massaharu Hassunuma,


Profa. Dra. Patrícia Carvalho Garcia,
Michele Janegitz Acorci Valério e
Profa. Dra. Sandra Heloísa Nunes Messias (Orgs.)
Sumário
Apresentação ...................................................................................................................... 15
Renato Massaharu Hassunuma, Patrícia Carvalho Garcia, Michele Janegitz Acorci
Valério e Sandra Heloísa Nunes Messias

Parte 1 – Como utilizar este livro? ..................................................................................... 19


Renato Massaharu Hassunuma

Parte 2 – Aminoácidos ....................................................................................................... 23


Renato Massaharu Hassunuma

2.1 Ácido aspártico ou aspartato .................................................................................. 25


Eduardo Marques Raboni

2.2 Ácido glutâmico ou glutamato ............................................................................... 26


Pamela Dominique de Oliveira

2.3 Alanina ................................................................................................................... 27


Amanda Aparecida Ramos

2.4 Arginina .................................................................................................................. 28


Giovana Roberta Salado

2.5 Asparagina .............................................................................................................. 29


Phillipe Franklin Coelho Magalhães

2.6 Cisteína ................................................................................................................... 30


Marina Honorato Cardoso

2.7 Fenilalanina ............................................................................................................ 31


Fernanda Alves Tavares

2.8 Glicina .................................................................................................................... 32


Renato Massaharu Hassunuma
2.9 Glutamina ............................................................................................................... 33
Phillipe Franklin Coelho Magalhães

2.10 Histidina ................................................................................................................. 34


Amanda de Oliveira Pereira

2.11 Isoleucina ............................................................................................................... 35


Fernanda Alves Tavares

2.12 Leucina ................................................................................................................... 36


Pamela Dominique de Oliveira

2.13 Lisina ...................................................................................................................... 37


Amanda de Oliveira Pereira

2.14 Metionina ............................................................................................................... 38


Amanda de Oliveira Pereira

2.15 Prolina .................................................................................................................... 39


Marina Honorato Cardoso

2.16 Serina ...................................................................................................................... 40


Eduardo Marques Raboni

2.17 Tirosina .................................................................................................................. 41


Eduardo Marques Raboni

2.18 Treonina ................................................................................................................. 42


Amanda de Oliveira Pereira

2.19 Triptofano .............................................................................................................. 43


Phillipe Franklin Coelho Magalhães
2.20 Valina ..................................................................................................................... 44
Raquel Caroline Rodrigues

Parte 3 – Peptídeos ............................................................................................................ 45


Renato Massaharu Hassunuma

3.1 Angiotensina I ........................................................................................................ 48


Pamela Dominique de Oliveira

3.2 Bradicinina .............................................................................................................. 49


Amanda Aparecida Ramos

3.3 Colecistoquinina ..................................................................................................... 50


Raquel Caroline Rodrigues

3.4 Hormônio antidiurético .......................................................................................... 51


Renato Massaharu Hassunuma

3.5 Oxitocina ................................................................................................................. 52


Marina Honorato Cardoso

Parte III – Regras do Jogo .................................................................................................. 55


Amanda Aparecida Ramos
Eduardo Marques Raboni
Giovana Roberta Salado
Pamela Dominique de Oliveira
Raquel Caroline Rodrigues

Parte IV – Cartas para impressão ...................................................................................... 59


Apresentação
Apresentação
Este livro foi produzido por professores e alunos do Curso de Biomedicina da Universidade
Paulista – UNIP, campus Bauru, durante o primeiro semestre de 2019. Este material foi
produzido durante a organização de três eventos promovidos pelo curso:
§ Jornada de Biomedicina 2019
§ XIV EXPOLAB – Exposição do Laboratório Escola de Biomedicina da Universidade
Paulista – UNIP, campus Bauru
§ 9ª edição do Projeto de Extensão Comunitária ‘Biomedicina na Escola’

Durante a elaboração deste livro, tivemos como objetivos principais:


§ Discutir novas estratégias de ensino de Bioquímica
§ Criar um jogo educativo que não se restringisse à obtenção de conhecimento de forma
passiva e que não fosse meramente uma forma de entretenimento
§ Propor a construção de um jogo educativo que por meio da atividade um aluno em
diferentes níveis de escolaridade pudesse aprender efetivamente alguns conceitos na
área de Bioquímica
§ Produzir um material a baixo custo e sem o uso de material eletrônico que pudesse ser
usado por professores e alunos da rede pública gratuitamente

Assim, após muito trabalho e dedicação, apresentamos a você o livro ‘Proteínas: Livro-Jogo
para o Ensino de Bioquímica’, com uma proposta que aprender pode e deve ser divertido!

Uma boa partida e muita sorte no jogo!

Prof. Dr. Renato Massaharu Hassunuma,


Profa. Dra. Patrícia Carvalho Garcia,
Michele Janegitz Acorci Valério e
Profa. Dra. Sandra Heloísa Nunes Messias (Orgs.)

15

15
Parte 1
Como utilizar este livro?
Como utilizar este livro?
Este livro tem como objetivo principal a aplicação do jogo Proteínas com o intuito de em
uma única partida apresentar aos alunos os conceitos de aminoácidos, peptídeos e a
estrutura primária de proteínas.

Na parte 2, estão apresentadas informações sobre os 20 aminoácidos mais frequentemente


encontrados: abreviatura, fórmula química, classificação, códons codificantes e referências
como sugestão de leitura.

Na parte 3, é apresentado um resumo para 5 peptídeos de importância biológica que são


observados no jogo: angiotensina I, bradicinina, colecistoquinina, hormônio antidiurético e
oxitocina.

Estas duas partes do livro podem ser utilizadas como um material de apoio para os
professores apresentarem os aminoácidos e peptídeos aos alunos em sala de aula ou antes
do jogo. Ou pode ser aplicado como material de leitura para os alunos.

Na parte 4, explicamos as regras do jogo Proteínas e algumas instruções de como os


professores podem utilizar o jogo como uma ferramenta de ensino.

Na parte 5, encontram-se as cartas a serem utilizadas no jogo Proteínas.

19

19
Parte 2
Aminoácidos
2 Aminoácidos
Conceito
Os aminoácidos correspondem aos
monômeros das proteínas, assim sendo, Aa
sua unidade básica

Estrutura
Possuem em comum em sua estrutura
química a presença de: um grupo NH2 H H O
(grupo amina básico), um grupo COOH
+
(grupo carboxila ácido), um átomo de
hidrogênio e um grupo R (também H N C C
denominado cadeia lateral e é diferente
em cada tipo de aminoácido).
Neste livro, os grupos amino e carboxila H R O-
são apresentados em sua forma iônica, ou
seja, -NH3 e –COO-, respectivamente

Formas espaciais
Os aminoácidos podem apresentar duas
formas espaciais, denominadas
Aminoácido
enantiômeros. As duas configurações dos
aminoácidos são denominadas D (de
dextro ou direita) e L (de levo ou
esquerda). Neste livro está ilustrada
apena a forma L dos aminoácidos

Classificação
Os aminoácidos essenciais são aqueles que não são produzidos pelo organismo e por isso,
são obtidos na dieta. Os não essenciais são aqueles produzidos pelo organismo. Os semi-
essenciais são sintetizados na infância, mas em quantidade diária insuficiente

Códons codificantes
Os códons codificantes correspondem aos conjuntos de três bases nitrogenadas no RNA
mensageiro que codificam o aminoácido

23

23
Referências
Junqueira LC, Carneiro J. Biologia celular e molecular. 9ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan; 2012. Capítulo 3, Bases moleculares da constituição celular; p. 41-65.
Hassunuma RM, Garcia PC, Messias SHN. Práticas de Bioquímica: Simulação
computacional no estudo de aminoácidos e proteínas. 1ª ed. Bauru: Canal 6 Editora;
2018 [citado 2018 nov. 30]. 34p. Disponível em: http://www.canal6livraria.com.br/pd-
6166c5-praticas-de-bioquimica-simulacao-computacional.html.
Hassunuma RM, Souza AR. Desenvolvimento de scripts em software de simulação
computacional para visualização de biomoléculas. 1ª ed. São Paulo: Cultura Acadêmica;
2016 [citado 2019 jan. 16]. Capítulo 5, Ligação peptídica e resíduos de aminoácidos.
Disponível em: http://www.culturaacademica.com.br/catalogo/desenvolvimento-de-
scripts-em-software-de-simulacao-computacional-para-visualizacao-de-biomoleculas/.
Marzzoco A, Torres BB. Bioquímica básica. 4ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2017.
Capítulo 2, Aminoácidos e proteínas; p. 11-35.

24

24
2.1 Ácido aspártico ou aspartato
Nomenclatura
Ácido 2-aminossuccínico ou ácido 2-
amino-butanodióico Asp
H H O
Abreviatura
Asp ou D +
H N C C
Fórmula química

H CH2 O-
C4H6NO4

Classificação
Aminoácido não essencial

Códons codificantes
C
GAC ou GAU

Outras informações
O O
Aspartato corresponde à forma iônica do
ácido aspártico Ácido aspártico

Referências
Aspartic acid [Internet]. 2019 [acesso em: 13 fev. 2019]. Disponível em:
https://en.wikipedia.org/wiki/Aspartic_acid.
Hassunuma RM, Souza AR. Desenvolvimento de scripts em software de simulação
computacional para visualização de biomoléculas. 1ª ed. São Paulo: Cultura Acadêmica;
2016 [citado 2019 jan. 16]. Capítulo 5, Ligação peptídica e resíduos de aminoácidos.
Disponível em: http://www.culturaacademica.com.br/catalogo/desenvolvimento-de-
scripts-em-software-de-simulacao-computacional-para-visualizacao-de-biomoleculas/.
Junqueira LC, Carneiro J. Biologia celular e molecular. 9ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan; 2012. Capítulo 3, Bases moleculares da constituição celular; p. 41-65.

25

25
2.2 Ácido glutâmico ou glutamato
Nomenclatura
Ácido 2-aminoglutárico
Glu
Abreviatura
Glu ou E
H H O
+
Fórmula química H N C C
C5H8NO4 -
Classificação
H CH2 O
Aminoácido não essencial
CH2
Códons codificantes
GAA e GAG
C
Outras informações
Auxilia na síntese do glutamato, um O O
neurotransmissor importante no
aprendizado e memória. Glutamato
corresponde à forma iônica do ácido
Ácido glutâmico
glutâmico

Referências
Glutamic acid [Internet]. 2018 [acesso em: 12 fev. 2019]. Disponível em:
https://en.wikipedia.org/wiki/Glutamic_acid.
Hassunuma RM, Souza AR. Desenvolvimento de scripts em software de simulação
computacional para visualização de biomoléculas. 1ª ed. São Paulo: Cultura Acadêmica;
2016 [citado 2019 jan. 16]. Capítulo 5, Ligação peptídica e resíduos de aminoácidos.
Disponível em: http://www.culturaacademica.com.br/catalogo/desenvolvimento-de-
scripts-em-software-de-simulacao-computacional-para-visualizacao-de-biomoleculas/.
Junqueira LC, Carneiro J. Biologia celular e molecular. 9ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan; 2012. Capítulo 3, Bases moleculares da constituição celular; p. 41-65.

26

26
2.3 Alanina
Nomenclatura
Ácido 2-aminopropiônico ou ácido 2-
amino-propanoico Ala
Abreviatura
Ala ou A

Fórmula química
H H O
C3H7NO2 +
Classificação
H N C C
H CH3 O-
Aminoácido não essencial

Códons codificantes
GCA,GCC,GCG e GCU

Outras informações
A Ala participa de várias vias metabólicas
de carboidratos como ciclo dos ácidos
carboxílicos, glicólise e gliconeogênese
Alanina

Referências
Alanina [Internet]. 2019 [acesso em: 16 fev. 2019]. Disponível em:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Alanina.
Hassunuma RM, Souza AR. Desenvolvimento de scripts em software de simulação
computacional para visualização de biomoléculas. 1ª ed. São Paulo: Cultura Acadêmica;
2016 [citado 2019 jan. 16]. Capítulo 5, Ligação peptídica e resíduos de aminoácidos.
Disponível em: http://www.culturaacademica.com.br/catalogo/desenvolvimento-de-
scripts-em-software-de-simulacao-computacional-para-visualizacao-de-biomoleculas/.
Junqueira LC, Carneiro J. Biologia celular e molecular. 9ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan; 2012. Capítulo 3, Bases moleculares da constituição celular; p. 41-65.
PubChem. L-alanina [Internet]. 2019 [acesso em: 16 fev. 2019]. Disponível em:
https://pubchem.ncbi.nlm.nih.gov/compound/L-alanine#section=Top.

27

27
2.4 Arginina
Nomenclatura
Ácido 2-amino-4-guanidina-n-valérico
Arg
Abreviatura H H O
Arg ou R +
Fórmula química
H N C C
C6H15N4O2 -
H CH2 O
Classificação
Aminoácido semi-essencial
CH2
Códons codificantes
AGA, AGG, CGA, CGC, CGG e CGU NH CH2
Outras informações
A Arg participa da manutenção da H3N C NH
resposta imunológica e cicatrização de
feridas Arginina

Referências
Arginina [Internet]. 2019 [acesso em: 18 fev. 2019]. Disponível em:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Arginina.
Hassunuma RM, Souza AR. Desenvolvimento de scripts em software de simulação
computacional para visualização de biomoléculas. 1ª ed. São Paulo: Cultura Acadêmica;
2016 [citado 2019 jan. 16]. Capítulo 5, Ligação peptídica e resíduos de aminoácidos.
Disponível em: http://www.culturaacademica.com.br/catalogo/desenvolvimento-de-
scripts-em-software-de-simulacao-computacional-para-visualizacao-de-biomoleculas/.
Junqueira LC, Carneiro J. Biologia celular e molecular. 9ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan; 2012. Capítulo 3, Bases moleculares da constituição celular; p. 41-65.

28

28
2.5 Asparagina
Nomenclatura
Ácido 2-aminossuccionâmico
Asn
Abreviatura
Asn ou N H H O
+
Fórmula química
C4H8N2O3
H N C C
-
Classificação H CH2 O
Aminoácido não essencial

Códons codificantes C NH2


AAC e AAU

Outras informações O
A Asn desempenha papel no
desenvolvimento e funções cerebrais, e
também na síntese de amônia Asparagina

Referências
Asparagine [Internet]. 2019 [acesso em: 18 fev. 2019]. Disponível em:
https://en.wikipedia.org/wiki/Asparagine.
Griffiths AJF, Wessler SR, Carroll SB, Doebley J. Introdução à genética. 10ª ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan; 2013. Capítulo 9: Proteínas e sua síntese; p. 275-7.
Hassunuma RM, Souza AR. Desenvolvimento de scripts em software de simulação
computacional para visualização de biomoléculas. 1ª ed. São Paulo: Cultura Acadêmica;
2016 [citado 2019 jan. 16]. Capítulo 5, Ligação peptídica e resíduos de aminoácidos.
Disponível em: http://www.culturaacademica.com.br/catalogo/desenvolvimento-de-
scripts-em-software-de-simulacao-computacional-para-visualizacao-de-biomoleculas/.
Junqueira LC, Carneiro J. Biologia celular e molecular. 9ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan; 2012. Capítulo 3, Bases moleculares da constituição celular; p. 41-65.

29

29
2.6 Cisteína
Nomenclatura
Ácido 2-bis-(2-amino-propiônico)-3-
dissulfeto ou ácido 3-tiol-2-amino- Cis
propanoico

Abreviatura
Cis ou C
H H O
+
Fórmula química
C3H7NO2S
H N C C
Classificação
Aminoácido não essencial
H CH2 O-
Códons codificantes
UGC e UGU
SH
Outras informações
A cisteína desempenha papel importante
em várias enzimas, entre elas as caspases
Cisteína
que participam do processo de apoptose

Referências
Cisteína [Internet]. 2019 [acesso em: 18 fev. 2019]. Disponível em:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ciste%C3%ADna.
Hassunuma RM, Souza AR. Desenvolvimento de scripts em software de simulação
computacional para visualização de biomoléculas. 1ª ed. São Paulo: Cultura Acadêmica;
2016 [citado 2019 jan. 16]. Capítulo 5, Ligação peptídica e resíduos de aminoácidos.
Disponível em: http://www.culturaacademica.com.br/catalogo/desenvolvimento-de-
scripts-em-software-de-simulacao-computacional-para-visualizacao-de-biomoleculas/.
Junqueira LC, Carneiro J. Biologia celular e molecular. 9ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan; 2012. Capítulo 3, Bases moleculares da constituição celular; p. 41-65.

30

30
2.7 Fenilalanina
Nomenclatura
Ácido 2-amino-3-fenil-propiônico ou
ácido 2-amino-3-fenil-propanoico Fen
Abreviatura
Fen ou F
H H O
+
Fórmula química H N C C
C9H11NO2 -
Classificação
H CH2 O
Aminoácido essencial

Códons codificantes
UUC e UUU

Outras informações
Pacientes com fenilcetonúria, possuem
deficiência da enzima fenilalanina
hidroxilase, que impede a digestão da Fen.
Fenilalanina
Está presente no adoçante aspartame

Referências
Phenylalanine [Internet]. 2018 [acesso em: 17 fev. 2019]. Disponível em:
https://en.wikipedia.org/wiki/Phenylalanine.
Griffiths AJF, Wessler SR, Carroll SB, Doebley J. Introdução à genética. 10ª ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan; 2013. Capítulo 9: Proteínas e sua síntese; p. 275-7.
Hassunuma RM, Souza AR. Desenvolvimento de scripts em software de simulação
computacional para visualização de biomoléculas. 1ª ed. São Paulo: Cultura Acadêmica;
2016 [citado 2019 jan. 16]. Capítulo 5, Ligação peptídica e resíduos de aminoácidos.
Disponível em: http://www.culturaacademica.com.br/catalogo/desenvolvimento-de-
scripts-em-software-de-simulacao-computacional-para-visualizacao-de-biomoleculas/.
Junqueira LC, Carneiro J. Biologia celular e molecular. 9ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan; 2012. Capítulo 3, Bases moleculares da constituição celular; p. 41-65.

31

31
2.8 Glicina
Nomenclatura
Ácido 2-aminoacético ou ácido 2-amino-
etanóico Gli
Abreviatura
Gli ou G

Fórmula química
H H O
C2H5NO2 +
Classificação
H N C C
O-
Aminoácido não essencial

Códons codificantes
H H
GGA, GGC, GGG e GGU

Outras informações
É encontrado no colágeno, parede
bacteriana e no sistema nervoso central,
atuando como neurotransmissor inibitório
Glicina

Referências
Glycine [Internet]. 2018 [acesso em: 29 jan. 2019]. Disponível em:
https://en.wikipedia.org/wiki/Glycine.
Hassunuma RM, Souza AR. Desenvolvimento de scripts em software de simulação
computacional para visualização de biomoléculas. 1ª ed. São Paulo: Cultura Acadêmica;
2016 [citado 2019 jan. 16]. Capítulo 5, Ligação peptídica e resíduos de aminoácidos.
Disponível em: http://www.culturaacademica.com.br/catalogo/desenvolvimento-de-
scripts-em-software-de-simulacao-computacional-para-visualizacao-de-biomoleculas/.
Junqueira LC, Carneiro J. Biologia celular e molecular. 9ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan; 2012. Capítulo 3, Bases moleculares da constituição celular; p. 41-65.

32

32
2.9 Glutamina
Nomenclatura
Ácido 2-aminoglutarâmico
Gln
Abreviatura H H O
Gln ou Q +
Fórmula química
H N C C
C5H10N2O3 -
H CH2 O
Classificação
Aminoácido não essencial
CH2
Códons codificantes
CAA e CAG C NH2
Outras informações
A Gln participa do equilíbrio acidobásico, O
é fonte de energia celular e precursora do
neurotransmissor glutamato Glutamina

Referências
Glutamine [Internet]. 2016 [acesso em: 16 fev. 2019]. Disponível em:
https://en.wikipedia.org/wiki/Glutamine.
Griffiths AJF, Wessler SR, Carroll SB, Doebley J. Introdução à genética. 10ª ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan; 2013. Capítulo 9: Proteínas e sua síntese; p. 275-7.
Hassunuma RM, Souza AR. Desenvolvimento de scripts em software de simulação
computacional para visualização de biomoléculas. 1ª ed. São Paulo: Cultura Acadêmica;
2016 [citado 2019 jan. 16]. Capítulo 5, Ligação peptídica e resíduos de aminoácidos.
Disponível em: http://www.culturaacademica.com.br/catalogo/desenvolvimento-de-
scripts-em-software-de-simulacao-computacional-para-visualizacao-de-biomoleculas/.
Junqueira LC, Carneiro J. Biologia celular e molecular. 9ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan; 2012. Capítulo 3, Bases moleculares da constituição celular; p. 41-65.

33

33
2.10 Histidina
Nomenclatura
Ácido 2-amino-3-imidazolpropiônico
His H H
Abreviatura O
His ou H +
Fórmula química
H N C C
-
C6H9N3O2
H CH2 O
Classificação
Aminoácido semi-essencial
C N
Códons codificantes CH
CAC e CAU HC N
Outras informações
Este aminoácido é um importante H
precursor para a biossíntese de histamina
e carnosina Histidina

Referências
Hassunuma RM, Souza AR. Desenvolvimento de scripts em software de simulação
computacional para visualização de biomoléculas. 1ª ed. São Paulo: Cultura Acadêmica;
2016 [citado 2019 jan. 16]. Capítulo 5, Ligação peptídica e resíduos de aminoácidos.
Disponível em: http://www.culturaacademica.com.br/catalogo/desenvolvimento-de-
scripts-em-software-de-simulacao-computacional-para-visualizacao-de-biomoleculas/.
Histidine [Internet]. 2018 [acesso em: 16 fev. 2019]. Disponível em:
https://pubchem.ncbi.nlm.nih.gov/compound/6274#section=Top.
Junqueira LC, Carneiro J. Biologia celular e molecular. 9ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan; 2012. Capítulo 3, Bases moleculares da constituição celular; p. 41-65.

34

34
2.11 Isoleucina
Nomenclatura
Ácido 2-amino-3-metil-n-valérico ou
ácido 2-amino-3-metil-pentanoico Ile
Abreviatura H H O
Ile ou I
+
Fórmula química
H N C C
C6H13NO2 -
H CH O
Classificação
Aminoácido essencial
CH2 CH3
Códons codificantes
AUA, AUC e AUU
CH3
Outras informações
A Ile corresponde a um isômero da leucina
Isoleucina

Referências
Isoleucina [Internet]. 2018 [acesso em: 17 fev. 2019]. Disponível em:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Isoleucina.
Griffiths AJF, Wessler SR, Carroll SB, Doebley J. Introdução à genética. 10ª ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan; 2013. Capítulo 9: Proteínas e sua síntese; p. 275-7.
Hassunuma RM, Souza AR. Desenvolvimento de scripts em software de simulação
computacional para visualização de biomoléculas. 1ª ed. São Paulo: Cultura Acadêmica;
2016 [citado 2019 jan. 16]. Capítulo 5, Ligação peptídica e resíduos de aminoácidos.
Disponível em: http://www.culturaacademica.com.br/catalogo/desenvolvimento-de-
scripts-em-software-de-simulacao-computacional-para-visualizacao-de-biomoleculas/.
Junqueira LC, Carneiro J. Biologia celular e molecular. 9ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan; 2012. Capítulo 3, Bases moleculares da constituição celular; p. 41-65.

35

35
2.12 Leucina
Nomenclatura
Ácido 2-aminoisocapróico ou ácido 2-
amino-4-metil-pentanoico Leu
Abreviatura H H O
Leu ou L
+
Fórmula química
H N C C
C6H13NO2 -
H CH2 O
Classificação
Aminoácido essencial
CH
Códons codificantes
CUA, CUC, CUG, CUU, UUA e UUG
CH3 CH3
Outras informações
A Leu pode atuar como fonte de energia
durante atividades físicas, aumentando a
resistência e diminuindo a fadiga
Leucina

Referências
Hassunuma RM, Souza AR. Desenvolvimento de scripts em software de simulação
computacional para visualização de biomoléculas. 1ª ed. São Paulo: Cultura Acadêmica;
2016 [citado 2019 jan. 16]. Capítulo 5, Ligação peptídica e resíduos de aminoácidos.
Disponível em: http://www.culturaacademica.com.br/catalogo/desenvolvimento-de-
scripts-em-software-de-simulacao-computacional-para-visualizacao-de-biomoleculas/.
Junqueira LC, Carneiro J. Biologia celular e molecular. 9ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan; 2012. Capítulo 3, Bases moleculares da constituição celular; p. 41-65.
Leucina [Internet]. 2016 [acesso em: 13 fev. 2019]. Disponível
em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Leucina.

36

36
2.13 Lisina
Nomenclatura
Ácido 2,6-diaminocaproico ou ácido 2, 6-
diaminoexanoico Lis
H H O
Abreviatura +
Lis ou K H N C C
Fórmula química -
C6H15N2O2 H CH2 O
Classificação
Aminoácido essencial CH2
Códons codificantes CH2
AAA e AAG

Outras informações H3N CH2


A Lis desempenha papel importante em
vários processos de reparo, resposta
imunológica e síntese de biomoléculas
Lisina

Referências
Hassunuma RM, Souza AR. Desenvolvimento de scripts em software de simulação
computacional para visualização de biomoléculas. 1ª ed. São Paulo: Cultura Acadêmica;
2016 [citado 2019 jan. 16]. Capítulo 5, Ligação peptídica e resíduos de aminoácidos.
Disponível em: http://www.culturaacademica.com.br/catalogo/desenvolvimento-de-
scripts-em-software-de-simulacao-computacional-para-visualizacao-de-biomoleculas/.
Junqueira LC, Carneiro J. Biologia celular e molecular. 9ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan; 2012. Capítulo 3, Bases moleculares da constituição celular; p. 41-65.
Lisina [Internet]. 2018 [acesso em: 17 fev. 2019]. Disponível em:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Lisina.
O código genético [Internet]. 2019 [acesso em: 17 fev. 2019]. Disponível em:
https://pt.khanacademy.org/science/biology/gene-expression-central-dogma/central-
dogma-transcription/a/the-genetic-code-discovery-and-properties.
37

37
2.14 Metionina
Nomenclatura
Ácido 2-amino-3-metiltio-n-butírico
Met
Abreviatura
Met ou M H H O
+
Fórmula química
C5H11NO2S H N C C
-
Classificação
Aminoácido essencial
H CH2 O
Códon codificante CH2
AUG

Outras informações S CH3


AUG corresponde ao códon de iniciação
para síntese proteica. A Met desempenha
função na angiogênese e é utilizada em
casos de intoxicações com cobre
Metionina

Referências
Hassunuma RM, Souza AR. Desenvolvimento de scripts em software de simulação
computacional para visualização de biomoléculas. 1ª ed. São Paulo: Cultura Acadêmica;
2016 [citado 2019 jan. 16]. Capítulo 5, Ligação peptídica e resíduos de aminoácidos.
Disponível em: http://www.culturaacademica.com.br/catalogo/desenvolvimento-de-
scripts-em-software-de-simulacao-computacional-para-visualizacao-de-biomoleculas/.
Junqueira LC, Carneiro J. Biologia celular e molecular. 9ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan; 2012. Capítulo 3, Bases moleculares da constituição celular; p. 41-65.
Methionine [Internet]. 2018 [acesso em: 15 fev. 2019]. Disponível em:
https://en.wikipedia.org/wiki/Methionine.

38

38
2.15 Prolina
Nomenclatura
Ácido pirrolidino-2-carboxílíco
Pro
Abreviatura
Pro ou P H H O
Fórmula química
+
C5H9NO2
H N C C
O-
Classificação
Aminoácido não essencial

Códons codificantes CH2 CH2


CCA, CCC, CCG e CCU

Outras informações
A Pro possui em sua estrutura um grupo
CH2
amino secundário e não um primário
como os demais aminoácidos Prolina

Referências
Marzzoco A, Torres BB. Bioquímica básica. 4ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2017.
Capítulo 2, Aminoácidos e proteínas; p. 11-35.
Prolina [Internet]. 2018 [acesso em: 15 fev. 2019]. Disponível em:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Prolina.
Hassunuma RM, Souza AR. Desenvolvimento de scripts em software de simulação
computacional para visualização de biomoléculas. 1ª ed. São Paulo: Cultura Acadêmica;
2016 [citado 2019 jan. 16]. Capítulo 5, Ligação peptídica e resíduos de aminoácidos.
Disponível em: http://www.culturaacademica.com.br/catalogo/desenvolvimento-de-
scripts-em-software-de-simulacao-computacional-para-visualizacao-de-biomoleculas/.
Junqueira LC, Carneiro J. Biologia celular e molecular. 9ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan; 2012. Capítulo 3, Bases moleculares da constituição celular; p. 41-65.

39

39
2.16 Serina
Nomenclatura
Ácido 2-amino-3-hidroxi-propiônico ou
ácido 2-amino-3-hidroxi-propanoico Ser
Abreviatura
Ser ou S H H O
Fórmula química +
C3H7NO3 H N C C
H CH2 O-
Classificação
Aminoácido não essencial

Códons codificantes
AGC, AGU, UCA, UCC, UCG, UCU OH
Outras informações
A Ser é um aminoácido glicogênico, uma
vez que, ao ser degradada, gera piruvato
(uma substância que participa do ciclo dos
Serina
ácidos carboxílicos)

Referências
Junqueira LC, Carneiro J. Biologia celular e molecular. 9ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan; 2012. Capítulo 3, Bases moleculares da constituição celular; p. 41-65.
Hassunuma RM, Souza AR. Desenvolvimento de scripts em software de simulação
computacional para visualização de biomoléculas. 1ª ed. São Paulo: Cultura Acadêmica;
2016 [citado 2019 jan. 16]. Capítulo 5, Ligação peptídica e resíduos de aminoácidos.
Disponível em: http://www.culturaacademica.com.br/catalogo/desenvolvimento-de-
scripts-em-software-de-simulacao-computacional-para-visualizacao-de-biomoleculas/.
Serina [Internet]. 2019 [acesso em: 17 fev. 2019]. Disponível em:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Serina.

40

40
2.17 Tirosina
Nomenclatura
Ácido 2-amino-3-(p-
hidroxifenil)propiônico ou Tir
paraidroxifenilalanina H H O
+
Abreviatura
Tir ou Y
H N C C
-
Fórmula química H CH2 O
C9H11NO3

Classificação
Aminoácido não essencial

Códons codificantes
UAC e UAU
OH
Outras informações
Devido à sua composição, a Tir também é
conhecida como 4-hidroxifenilalanina
Tirosina

Referências
Tirosina [Internet]. 2019 [acesso em: 13 fev. 2019]. Disponível em:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Tirosina.
Hassunuma RM, Souza AR. Desenvolvimento de scripts em software de simulação
computacional para visualização de biomoléculas. 1ª ed. São Paulo: Cultura Acadêmica;
2016 [citado 2019 jan. 16]. Capítulo 5, Ligação peptídica e resíduos de aminoácidos.
Disponível em: http://www.culturaacademica.com.br/catalogo/desenvolvimento-de-
scripts-em-software-de-simulacao-computacional-para-visualizacao-de-biomoleculas/.
Junqueira LC, Carneiro J. Biologia celular e molecular. 9ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan; 2012. Capítulo 3, Bases moleculares da constituição celular; p. 41-65.

41

41
2.18 Treonina
Nomenclatura
Ácido 2-amino-3-hidroxi-n-butírico
Tre
Abreviatura
Tre ou T H H O
+
Fórmula química
C4H9NO3 H N C C
-
Classificação H O
Aminoácido essencial

Códons codificantes H C CH3


ACA, ACC, ACG e ACU

Outras informações
OH
É um aminoácido imunoestimulante,
contribuindo com o funcionamento do
sistema imunológico Treonina

Referências
Hassunuma RM, Souza AR. Desenvolvimento de scripts em software de simulação
computacional para visualização de biomoléculas. 1ª ed. São Paulo: Cultura Acadêmica;
2016 [citado 2019 jan. 16]. Capítulo 5, Ligação peptídica e resíduos de aminoácidos.
Disponível em: http://www.culturaacademica.com.br/catalogo/desenvolvimento-de-
scripts-em-software-de-simulacao-computacional-para-visualizacao-de-biomoleculas/.
Junqueira LC, Carneiro J. Biologia celular e molecular. 9ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan; 2012. Capítulo 3, Bases moleculares da constituição celular; p. 41-65.
L-Threonine [Internet]. 2018 [acesso em: 17 fev. 2019]. Disponível em:
https://pubchem.ncbi.nlm.nih.gov/compound/6288#section=Top.
O código genético [Internet]. 2019 [acesso em: 17 fev. 2019]. Disponível em:
https://pt.khanacademy.org/science/biology/gene-expression-central-dogma/central-
dogma-transcription/a/the-genetic-code-discovery-and-properties.
42

42
2.19 Triptofano
Nomenclatura
Ácido 2-amino-3-indolpropiônico
Trp H H O
Abreviatura
Trp ou W +
H N C C
Fórmula química -
C11H12N2O2 H CH2 O
Classificação C CH
Aminoácido essencial
NH
Códons codificantes
UGG

Outras informações
É precursor da serotonina
(neurotransmissor), da melatonina
(hormônio que regula o sono) e da niacina
(vitamina B3)
Triptofano

Referências
Griffiths AJF, Wessler SR, Carroll SB, Doebley J. Introdução à genética. 10ª ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan; 2013. Capítulo 9: Proteínas e sua síntese; p. 275-7.
Hassunuma RM, Souza AR. Desenvolvimento de scripts em software de simulação
computacional para visualização de biomoléculas. 1ª ed. São Paulo: Cultura Acadêmica;
2016 [citado 2019 jan. 16]. Capítulo 5, Ligação peptídica e resíduos de aminoácidos.
Disponível em: http://www.culturaacademica.com.br/catalogo/desenvolvimento-de-
scripts-em-software-de-simulacao-computacional-para-visualizacao-de-biomoleculas/.
Junqueira LC, Carneiro J. Biologia celular e molecular. 9ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan; 2012. Capítulo 3, Bases moleculares da constituição celular; p. 41-65.
Tryptophan [Internet]. 2019 [acesso em: 14 fev. 2019]. Disponível em:
https://en.wikipedia.org/wiki/Tryptophan.

43

43
2.20 Valina
Nomenclatura
Ácido 2-aminovalérico ou ácido 2-amino-
3-metil-butanoico Val
Abreviatura H H O
Val ou V
+
Fórmula química
H N C C
C5H11NO2 -
H CH O
Classificação
Aminoácido essencial
CH3 CH3
Códons codificantes
GUA, GUC, GUG e GUU

Outras informações
Na anemia falciforme, uma mutação causa
a substituição de um ácido glutâmico por
uma valina
Valina

Referências
Hassunuma RM, Souza AR. Desenvolvimento de scripts em software de simulação
computacional para visualização de biomoléculas. 1ª ed. São Paulo: Cultura Acadêmica;
2016 [citado 2019 jan. 16]. Capítulo 5, Ligação peptídica e resíduos de aminoácidos.
Disponível em: http://www.culturaacademica.com.br/catalogo/desenvolvimento-de-
scripts-em-software-de-simulacao-computacional-para-visualizacao-de-biomoleculas/.
Junqueira LC, Carneiro J. Biologia celular e molecular. 9ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan; 2012. Capítulo 3, Bases moleculares da constituição celular; p. 41-65.
Valine [Internet]. 2018 [acesso em: 17 fev. 2019]. Disponível em:
https://en.wikipedia.org/wiki/Valine.
Valine [Internet]. 2019 [acesso em: 17 fev. 2019]. Disponível em:
https://pubchem.ncbi.nlm.nih.gov/compound/6287#section=Top.

44

44
Parte 3
Peptídeos
3 Peptídeos
Proteínas
As proteínas são as macromoléculas mais abundantes nas células. São polímeros, cujas
unidades monoméricas são os aminoácidos, os quais são unidos por ligações peptídicas. Na
união dos aminoácidos durante a síntese de proteínas ocorre a perda de uma molécula de
água, a estrutura monomérica resultante é denominada resíduo de aminoácido

Peptídeos
O termo peptídeo refere-se a proteínas formadas por menos de 50 resíduos de aminoácidos.
Quando ocorre a união de dois aminoácidos, forma-se um dipeptídeo, três aminoácidos
formam um tripeptídeo e moléculas compostas por poucos aminoácidos formam
oligopeptídeos. O termo polipeptídeo é usado para polímeros lineares compostos por
muitos aminoácidos

Exemplos
Nos capítulos a seguir, estão apresentados a abreviatura, a síntese, a estrutura química e a
função dos peptídeos usados como exemplo neste livro. No item estrutura química, é
apresentada a estrutura primária do peptídeo, ou seja, a sequência de resíduos de
aminoácidos que compõem o oligopeptídeo

Referências
Champe PC, Harvey RA, Ferrier DR. Bioquímica ilustrada. 4 ed. Porto Alegre: Artmed.
Capítulo 1, Aminoácidos; 1-12.
Hassunuma RM, Souza AR. Desenvolvimento de scripts em software de simulação
computacional para visualização de biomoléculas. 1ª ed. São Paulo: Cultura Acadêmica;
2016 [citado 2019 jan. 16]. Capítulo 5, Ligação peptídica e resíduos de aminoácidos.
Disponível em: http://www.culturaacademica.com.br/catalogo/desenvolvimento-de-
scripts-em-software-de-simulacao-computacional-para-visualizacao-de-biomoleculas/.
Junqueira LC, Carneiro J. Biologia celular e molecular. 9ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan; 2012. Capítulo 3, Bases moleculares da constituição celular; p. 41-65.
Nelson DL, Cox MM. Lehninger: princípios de bioquímica. 3ª ed. São Paulo: SARVIER;
2002. Capítulo 5, Aminoácidos, peptídeos e proteínas; p. 89-122.
Schultz RM, Leibman MN. Proteínas I: Composição e estrutura. In: Devlin T M. Manual de
Bioquímica com correlações clínicas. 4ª ed. São Paulo: Editora Edgard Blücher Ltda.;
2000. Capítulo 2, p. 19-70.

47

47
3.1 Angiotensina I
Abreviatura
Ang I

Síntese
É sintetizada a partir da clivagem do angiotensinogênio hepático, sob ação da renina, uma
enzima sintetizada nos rins

Estrutura química
É um decapeptídeo, composto pela seguinte sequência de aminoácidos: ácido aspártico
(Asp) – arginina (Arg) – valina (Val) – tirosina (Tir) – isoleucina (Ile) – histidina (His) –
prolina (Pro) – fenilalanina (Fen) – histidina (His) – leucina (Leu)

Função
Participa do sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA), ativado quando ocorre uma
diminuição na pressão arterial, resultando em secreção de renina, que ao cair na circulação
sanguínea catalisa a conversão de angiotensinogênio em Ang I. Por meio das enzimas de
conversão de angiotensina (ECA), a Ang I é convertida em angiotensina II, responsável por
estimular secreção de aldosterona e consequente reabsorção de sódio, proporcionando
elevação da pressão arterial

Referências
Costanzo LS. Fisiologia. 5ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier; 2014. Capítulo 4, Fisiologia
cardiovascular; p. 161-4.
Rodwell VW, Bender DA, Botham KM, Kennelly PJ, Weil PA. Bioquímica ilustrada de
Harper. 30ª ed. Porto Alegre: AMGH; 2017. Capítulo 41, A diversidade do sistema
endócrino; p. 512-4.

48

48
3.2 Bradicinina
Abreviatura
BK

Síntese
A BK é uma proteína plasmática produzida a partir da degradação de outra substância
plasmática denominada cininogênio de alto peso molecular

Estrutura química
É um nonapeptídeo, formado por: arginina (Arg) – prolina (Pro) – prolina (Pro) – glicina
(Gli) – fenilalanina (Fen) – serina (Ser) – prolina (Pro) – fenilalanina (Fen) – arginina (Arg)

Função
A BK desempenha importante função no processo inflamatório, desempenhando funções
semelhantes à da histamina, como aumento de permeabilidade vascular, contração da
musculatura lisa e vasodilatação. Porém seu efeito é de curta duração, uma vez que é
rapidamente inativada por uma enzima denominada cininase. Possui efeito algogênico
(causa dor) quando injetada na pele

Referências
Bradykinin [Internet]. 2019 [acesso em: 16 fev. 2019]. Disponível em:
https://en.wikipedia.org/wiki/Bradykinin.
Brasileiro Filho G. Bogliolo, patologia geral. 3ª ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara
Koogan S.A.; 2004. Capítulo 7, Inflamações; p. 130-72.
Kumar V, Abbas AK, Fausto N, Aster JC. Robbins e Cotran, bases patológicas das doenças.
8ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier; 2010. Capítulo 2, Inflamação aguda e crônica; p. 43-77.

49

49
3.3 Colecistoquinina-8
Abreviatura
CCK-8

Sinonímia
Colecistocinina-8

Síntese
Corresponde a uma família de hormônios com diferentes números de aminoácidos,
produzidos por células enteroendócrinas do intestino delgado. Uma delas é a CCK-8, que
recebe esta numeração devido à quantidade de resíduos de aminoácidos que constitui a
molécula

Estrutura química
A CCK-8 é um octapeptídeo com a sequência de aminoácidos: ácido aspártico (Asp) –
tirosina (Tir) – metionina (Met) – glicina (Gli) – triptofano (Trp) – metionina (Met) – ácido
aspártico (Asp) – fenilanina (Fen)

Função
As CCKs desempenham importante papel no controle da motilidade e secreção intestinal e
saciedade, sendo encontradas também no sistema nervoso central e periférico

Referências
Colecisticinina [Internet]. 2018 [acesso em: 16 fev. 2019]. Disponível em:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Colecistocinina.
Olsson C, Aldman G, Larsson A, Holmgren S. Cholecystokinin affects gastric emptying and
stomach motility in the rainbow trout Oncorhynchus mykiss. J Exp Biol [Internet]. 1999
[citado em 2019 fev. 16];202:161-70. Disponível em:
http://jeb.biologists.org/content/202/2/161.long
Reeve JR Jr, Eysselein VE, Ho FJ, Chew P, Vigna SR, Liddle RA, Evans C. Natural and
synthetic CCK-58. Novel reagents for studying cholecystokinin physiology. Ann N Y
Acad Sci [Internet]. 1994 [citado em 2019 fev. 16] 23;713:11-21. Disponível em:
https://nyaspubs.onlinelibrary.wiley.com/doi/pdf/10.1111/j.1749-6632.1994.tb44047.x

50

50
3.4 Hormônio antidiurético
Abreviatura
ADH

Sinonímia
Arginina vasopressina, argipressina ou vasopressina

Síntese
É produzido por neurônios secretores do hipotálamo e liberado na porção posterior da
hipófise, denominada pars distalis ou neuro-hipófise

Estrutura química
É um nonapeptídeo, formado respectivamente pela seguinte sequência de aminoácidos:
cisteína (Cis) – tirosina (Tir) – fenilalanina (Fen) – ácido glutâmico (Glu) – ácido aspártico
(Asp) – cisteína (Cis) – prolina (Pro) – arginina (Arg) – glicina (Gli)

Função
É produzido quando ocorre um aumento na pressão osmótica sanguínea (como em casos de
desidratação e hipotensão). O ADH atua no néfron, favorecendo a abertura das aquaporinas
principalmente nas células do túbulo coletor. Com isso, a água é reabsorvida pelo rim e
ocorre a redução na produção de urina. O ADH também promove a contração de células
musculares lisas de pequenas artérias e arteríolas e é um neurotransmissor, exercendo
diversas funções no sistema nervoso

Referências
Junqueira LC, Carneiro J, Abrahamsohn P. Histologia básica. 13ª ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan; 2017. Capítulo 20, Glândulas endócrinas; p. 399-423.
Vasopressina [Internet]. 2018 [acesso em: 29 jan. 2019]. Disponível em:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Vasopressina.

51

51
3.5 Oxitocina
Abreviatura
OXT

Sinonímia
Ocitocina, oxitocinona

Síntese
É um hormônio produzido no hipotálamo, armazenado e secretado pela neuro-hipófise

Estrutura química
É um nonapeptídeo, formado pela seguinte sequência de aminoácidos: cisteína (Cis) –
tirosina (Tir) – isoleucina (Ile) – glutamina (Gln) – asparagina (Asn) – cisteína (Cis) –
prolina (Pro) – leucina (Leu) – glicina (Gli)

Função
A OXT estimula a contração do músculo liso do útero durante o parto e relação sexual, e
também das células mioepiteliais de alvéolos e ductos das glândulas mamárias. Também
desempenha funções no sistema nervoso central, estando relacionada com comportamento
alimentar e sexual, manifestações emocionais, reações de fuga e defesa, entre outros

Referências
Junqueira LC, Carneiro J, Abrahamsohn P. Histologia básica. 13ª ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan; 2017. Capítulo 20, Glândulas endócrinas; p. 399-423.
Ocitocina [Internet]. 2018 [acesso em: 14 fev. 2019]. Disponível em:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ocitocina
Oxytocin [Internet]. 2019 [acesso em: 15 fev. 2019]. Disponível em:
https://acronyms.thefreedictionary.com/oxytocin

52

52
Parte 4
Regras do Jogo
4. Regras do jogo
1. Para cada rodada do jogo Proteínas, recomenda-se a participação de três jogadores. O
objetivo é formar uma sequência de aminoácidos que constitui um peptídeo. Como proposta
de ensino, sugere-se que inicialmente o professor utilize a carta coringa que apresenta a
estrutura geral dos aminoácidos para explicar aos alunos o conceito e as partes da molécula
que compõem um aminoácido

2. O baralho deve ser separado inicialmente em dois montes. Um com as cartas dos
peptídeos e outro com as cartas dos aminoácidos e as três cartas com a estrutura geral dos
aminoácidos, que representam as cartas coringa

3. Em seguida, distribui-se aleatoriamente uma carta de um peptídeo para cada participante


e o professor pode explicar o conceito e classificação dos peptídeos e a sua estrutura
primária. As cartas de peptídeos que não serão utilizadas ficam fora do jogo

4. A seguir, cada jogador recebe aleatoriamente nove cartas de aminoácidos. Assim sendo,
cada participante ficará com: a carta do peptídeo (sobre a mesa e virada para baixo, para
que nenhum dos outros jogadores a vejam) e as nove cartas de aminoácidos (organizadas na
mão)

5. As cartas dos aminoácidos que sobrarem formarão um monte “fonte”, que representa os
aminoácidos provindos da dieta. Estas cartas devem estar viradas para baixo na mesa. Em
cada rodada, os jogadores, no sentido horário, devem pegar uma carta e descartar uma
carta que não será usada em seu peptídeo. As três cartas com a estrutura geral dos
aminoácidos representam coringas que podem substituir qualquer aminoácido

6. A carta a ser descartada será colocada no monte “sangue”, que contém todas as cartas
dos aminoácidos que forem descartadas. Esse monte ficará com as cartas voltadas para
cima. Desta forma, a cada rodada, o jogador pode decidir entre pegar uma carta do monte
“fonte” ou a carta de cima do monte sangue, porém sempre deverá descartar uma carta no
monte “sangue”

7. Caso as cartas do monte “fonte” acabem, o monte “sangue” deve ser embaralhado e
virado para baixo para formar um novo monte “fonte”

55

55
8. Ganha o jogo, aquele que primeiro formar a sequência correta de aminoácidos que
compõem a estrutura primária do peptídeo e anunciar “síntese!”

9. Caso falte apenas uma carta para o jogador completar seu peptídeo e a carta faltante seja
a carta de cima do monte “sangue”, após comunicar “síntese!”, o mesmo poderá: pegar esta
carta sem esperar a sua vez, descartar uma carta que esteja sobrando no monte “sangue” e
assim vencer a partida

10. Caso o jogador não comunique a “síntese!”, assim que ver a carta faltante para o seu
peptídeo no monte sangue, ele perderá a chance de pegar a carta

56

56
Parte 5
Cartas para impressão
5. Cartas para impressão
Encontram-se a seguir o modelo para impressão do baralho do jogo Proteínas, o qual
possui as seguintes 56 cartas:
§ 01 carta da sequência primária do peptídeo angiotensina I
§ 01 carta da sequência primária do peptídeo bradicinina
§ 01 carta da sequência primária do peptídeo colecistoquinina
§ 01 carta da sequência primária do peptídeo hormônio antidiurético
§ 01 carta da sequência primária do peptídeo oxitocina
§ 03 cartas coringa com a estrutura geral de um aminoácido
§ 04 cartas da estrutura bioquímica do aminoácido ácido aspártico
§ 01 carta da estrutura bioquímica do aminoácido ácido glutâmico
§ 01 carta da estrutura bioquímica do aminoácido alanina
§ 04 cartas da estrutura bioquímica do aminoácido arginina
§ 01 carta da estrutura bioquímica do aminoácido asparagina
§ 04 cartas da estrutura bioquímica do aminoácido cisteína
§ 05 cartas da estrutura bioquímica do aminoácido fenilalanina
§ 04 cartas da estrutura bioquímica do aminoácido glicina
§ 01 carta da estrutura bioquímica do aminoácido glutamina
§ 02 cartas da estrutura bioquímica do aminoácido histidina
§ 02 cartas da estrutura bioquímica do aminoácido isoleucina
§ 02 cartas da estrutura bioquímica do aminoácido leucina
§ 01 carta da estrutura bioquímica do aminoácido lisina
§ 02 cartas da estrutura bioquímica do aminoácido metionina
§ 06 cartas da estrutura bioquímica do aminoácido prolina
§ 01 carta da estrutura bioquímica do aminoácido serina
§ 04 cartas da estrutura bioquímica do aminoácido tirosina
§ 01 carta da estrutura bioquímica do aminoácido treonina
§ 01 carta da estrutura bioquímica do aminoácido triptofano
§ 01 carta da estrutura bioquímica do aminoácido valina

Observação: as cartas dos aminoácidos alanina, lisina e treonina não são utilizadas durante
o jogo, pois não pertencem à estrutura primária de nenhum dos peptídeos apresentados no
jogo. Porém, eles se encontram no baralho para que a estrutura destes aminoácidos possam
ser apresentados aos jogadores, caso o professor queira.

59

59
Ácido aspártico (Asp)
Arginina (Arg)
Arginina (Arg)
Prolina (Pro)
Valina (Val)
Prolina (Pro)
Tirosina (Tir)
Glicina (Gli)
Isoleucina (Ile)
Fenilalanina (Fen)
Histidina (His)
Serina (Ser)
Prolina (Pro)
Prolina (Pro)
Fenilalanina (Fen)
Fenilalanina (Fen)
Histidina (His)
Arginina (Arg)
Leucina (Leu)
Angiotensina I Bradicinina

Cisteína (Cis)
Ácido aspártico (Asp) Tirosina (Tir)
Tirosina (Tir) Fenilalanina (Fen)
Metionina (Met) Ácido glutâmico (Glu)
Glicina (Gli) Ácido aspártico (Asp)
Triptofano (Trp) Cisteína (Cis)
Metionina (Met) Prolina (Pro)
Ácido aspártico (Asp) Arginina (Arg)
Fenilanina (Fen) Glicina (Gli)
Hormônio
Colecistoquinina-8 antidiurético
Aa
Cisteína (Cis)
Tirosina (Tir)
Isoleucina (Ile)
Glutamina (Gln) H H O
Aspargina (Asp) +
Cisteína (Cis) H N C C
O-
Prolina (Pro)
Leucina (Leu) H R
Glicina (Gli)

Oxitocina Aminoácido

Aa Aa

H H O H H O
+ +
H N C C H N C C
H R O- H R O-

Aminoácido Aminoácido
Asp Asp
H H O H H O
+ +
H N C C H N C C
H CH2 O- H CH2 O-
C C
O O O O
Ácido aspártico Ácido aspártico

Asp Asp
H H O H H O
+ +
H N C C H N C C
H CH2 O- H CH2 O-
C C
O O O O
Ácido aspártico Ácido aspártico
Glu Ala
H H O
+
H N C C H H O
-
H CH2 O +
H N C C
CH2
H CH3 O-
C
O O
Ácido glutâmico Alanina

Arg Arg
H H O H H O
+ +
H N C C H N C C
- -
H CH2 O H CH2 O
CH2 CH2
NH CH2 NH CH2
H3N C NH H3N C NH
Arginina Arginina
Arg Arg H H
H H O O
+ +
H N C C H N C C
- -
H CH2 O H CH2 O
CH2 CH2
NH CH2 NH CH2
H3N C NH H3N C NH
Arginina Arginina

Asn Cis
H H O
+ H H O
H N C C +
H CH2 O
- H N C C
C NH2 H CH2 O-
O SH

Asparagina Cisteína
Cis Cis
H H O H H O
+ +
H N C C H N C C
H CH2 O- H CH2 O-
SH SH

Cisteína Cisteína

Cis Fen
H H O
H H O +
+ H N C C
H N C C -
H CH2 O
H CH2 O-
SH

Cisteína Fenilalanina
Fen Fen
H H O H H O
+ +
H N C C H N C C
- -
H CH2 O H CH2 O

Fenilalanina Fenilalanina

Fen Fen
H H O H H O
+ +
H N C C H N C C
- -
H CH2 O H CH2 O

Fenilalanina Fenilalanina
Gli Gli

H H O H H O
+ +
H N C C H N C C
H H O- H H O-

Glicina Glicina

Gli Gli

H H O H H O
+ +
H N C C H N C C
H H O- H H O-

Glicina Glicina
Gln His H H
H H O O
+ +
H N C C H N C C
- -
H CH2 O H CH2 O
CH2 C N
CH
C NH2 HC N
O H
Glutamina Histidina

His H H Ile
O
+ H H O
H N C C +
- H N C C
H CH2 O -
H CH O
C N
CH CH2 CH3
HC N
CH3
H
Histidina Isoleucina
Ile Leu
H H O H H O
+ +
H N C C H N C C
- -
H CH O H CH2 O
CH2 CH3 CH
CH3 CH3 CH3

Isoleucina Leucina

Leu Lis
H H O
H H O +
+ H N C C
H N C C -
- H CH2 O
H CH2 O
CH2
CH
CH2
CH3 CH3
H3N CH2
Leucina Lisina
Met Met
H H O H H O
+ +
H N C C H N C C
- -
H CH2 O H CH2 O
CH2 CH2
S CH3 S CH3

Metionina Metionina

Pro Pro
H H O H H O
+ +
H N C C H N C C
O- O-
CH2 CH2 CH2 CH2
CH2 CH2
Prolina Prolina
Pro Pro
H H O H H O
+ +
H N C C H N C C
O- O-
CH2 CH2 CH2 CH2
CH2 CH2
Prolina Prolina

Pro Pro
H H O H H O
+ +
H N C C H N C C
O- O-
CH2 CH2 CH2 CH2
CH2 CH2
Prolina Prolina
Ser Tir
H H O
+
H H O H N C C
+ H CH2 O
-
H N C C
H CH2 O-
OH
OH
Serina Tirosina

Tir Tir
H H O H H O
+ +
H N C C H N C C
- -
H CH2 O H CH2 O

OH OH
Tirosina Tirosina
Tir Tre
H H O
+ H H O
H N C C +
- H N C C
H CH2 O -
H O
H C CH3
OH
OH
Tirosina Treonina

Trp H H O
Val
+
H N C C
H H O
- +
H CH2 O H N C C
-
C CH H CH O
NH
CH3 CH3

Triptofano Valina
Este livro-jogo foi concebido como material
de apoio pedagógico para o processo de
aprendizagem de Bioquímica.

Por meio de uma breve leitura e uma rápida


partida, alunos de diferentes níveis de ensino
poderão compreender, de uma forma divertida,
como é formada a estrutura primária de
pequenas proteínas, denominadas peptídeos.

978-85-7917-548-0
ISBN 978-85-7917-549-7

99 7
7 8
8 8
8 5
5 7
7 9
9 1
1 7
7 5
5 44 89 07

Você também pode gostar