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Alimentador Vibratório ITMS

Manual de Alimentador Vibratório.

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ALIMENTADOR VIBRATORIO ATV-1042 MANUAL DE INSTRUGOES inpice [Link] 2... 1. 2. SEGURANGA . 5 : BESS Sete Crt 2.1 ~ INSTRUGORS " GERAIS — SEGURALIGA Do eBssoAL” Peete 2.2 = INSTRUGOES ESPECIFICAS 6... 3.1 | TERMINOLOGIA, | |). 1! 2 ALIMENTADORES NORDBERG |. it 3 princtero DE operago.. 7) iit 4 PRINCIPATS componentes, | 212 22D D222 IDI Iii it 5 PRINCIPAIS DIMENSSES 21] TT iiit 16 ESPECIFIcagéEs TécNIcAS FS il 7 8 ey a ty PEGAS SOBRESSALENTES E DE DESGASTE » . ee CAPACIDADE DO ALIMENTADOR . 7 tie CAPACIDADE DE “SCALPING” (uasszFréncho) “po auimentapoR | 12) 2 1) 110 GRELHAS DE “SCALPING” . .. SSS St Pte 1 EQUIPAMENTOS DE SEGURANCA. 4 NST ISO a ta eat tt te ee eter PLATAFORMA DE SERVIGO . | | eet et tate tata tact DIMENSCES B PESOS PARA TRANSPORTE | 11) ] le CARGAS DE SUPORTE... - tt ee ALIMENTAGAO DO ALIMENTADOR | | | i ee totaal LIMITES EARA A VELOCLDADE DE ROTAGKO Eee bi teta te ta tate feta facta te ACIONAMENTO POR CORREIAS EM "V" 2. 2 0 ll cll le TRANSPORTS 2 ee tt tet SOLDAGEM . Sete eee PREVENGAO GonrRA corRosAO 21122 8 g : 8 BNIES DA PARTIDA 2.1.11 t lle eee BMACIAMENTO |) 2) 1D OPERAGAO| sooo DETERMINAGAO DO COMPRIMENTO DO CURSO 'E ANGULO Do MOVIMENTO ‘CURSO! | | NIVEL DO ALIMENTADOR 2. 2... aa - raeael cat 7 Sauaobes pogeoues EG ee eae eae ea a eae 6.2. MECANISMO viBRATORIO |) 1 DPD tt 6.3 MOTOR ELETRICO .. ft te anne 7, MANUTENGAO PERIODICA. =... 2. ee ee : sabe eta 7.1 DIARIAMENTE, 5 1 se oc eee 7.2 MENSAMENTE | 2) fle 7.3 ACADATRES MESES Sse Tt 8. OUTROS SERVIGOS DE MANUTENCAO 2 2. @.1 TORQUES DE PRE“APERTO ©. ee 8.2 SUBSTITUIGAO DAS ENGRENAGENS 7s) ) lt 8.3 DIREGKO DO cuRSO . . : abe 7 rararerer! 8.4 PARA DETERMINAR A DIREGAO Bo curso} ) ] 1 Tilt as 8.6 TROCA DOS ROLAMENTOS ... 1.) se TROCA DA GRELHA 2 2. 2. eoceees eh ae 95 LOCALE ZAGRO-DE-DEFEITOS 5 1. PREFACIO Este manual de instrugées tem o proposito de assistir aos proprietérios e usuarios dos produtos Nordberg no uso apropriado do equipamento. Ele inclui referéncias importantes para uma operagao segura, apropriada econdmica do equipamento. Seguir estas instrugSes ajudara a evitar possiveis riscos, reduzir gastos com reparos e paralisagées e a aumentar a confiabilidade © vida til do equipamento. Este manual deve ser completado com aquelas instrugées que se fizerem necessarias devido a leis ou regulamentos obrigatérios nacionais relacionados 3 prevengcdo de acidentes e protecao ambiental. uma cépia deste manual devera ser mantida no local do equipamento e estar sempre disponivel aos operadores quando precisarem de informagdes. Além deste manual e de regulamentos para preven¢ao de acidentes vigentes no pais e no local de operagio do equipamento, geralmente outros regulamentos para uma operagdo segura © profissional devem ser observadas. Este manual de instrugdes deve ser lido © utilizado por teda pessoa que trabalhe con © equipamento, ou seja, tipicamente: - gperacdes,, incluindo —instalagao, partida, operacio, engenharia | de aplicacdo, manuseio de materiais, manutencao local, engenharia ambiental e departamentos de seguranga- ~ manutencéo, incluindo inspecdo e reparo. - fxansporte, manuseio de materiais e enbalagen. Alguns equipamentos _opcionais podem possuir manuais de instrugSes separados Esses manuais devem ser lidos e utilizados por toda pessoa que trabalhe com o equipamento. 2. SEGURANCA INSTRUGOES DE SEGURANCA GERATS ESPECIFICAS 2.1 - INsTRUGéES GERAIS - SEGURANGA DO PESSOAL Precaugées individuais 340 necessérias para a realizagio de certas tarefas. Equipamento requerido: protetor de ouvido. capacete a prova de choque. mascara de protegao. escudo de protegao do rosto. luvas apropriadas. botinas de seguranca seguintes s&o absolutamente roupas largas ou com pontas. pulseiras, anéis e bijuterias. ‘Treinamento do pessoal & obrigacado de cada pessoa envolvida na operagéo da maquina: Ler este manual de manutengio e operacao. Conhecer onde estae localizados todos 0s dispositives jindicadores, de monitorizagéo, alarmes, etc. © como esses dispositivos funcionam. Isso também se aplica a todos os dispositivos de emergéncia de parada @ equipamentos de seguranca. Atitudes: Nao parar em zonas perigosas a menos que seja absolutamente necessario. Nao consumir bebidas alcodlicas ou tomar medicamentos que possam induzir a embriagues. Certificar-se de que a maquina esteja operando corretamente a todo o tempo © alertar o encarregado de quaisquer anormalidades detectadas (ruidos, odores ...) Precaugées para 0 grupo: cCuidar para que: - A 4rea em volta da maquina seja mantida tao limpa e organizada quanto possivel. = Os assadicos nao sejam sobrecarregados mais do que sua resisténcia permite, -R maquina e a area de trabalho esteja bem iluminada. 2.2 - INSTRUGES ESPECiFICAS Instalagéo Deve-se proibir a presenca de pessoas transitando em qualquer dos lados da tremonha de alimentagao quando estiver sendo despejado material. nela. Equipamento Certifique-se de que a miquina esté ‘equipada com todo seu aparate de protegio. Aplicagdo N&o exceda os limites para velocidade e frequéncia recomendados em nossos desenhos de instalagao. Pare a m4quina antes de realizar operacdes de manuten¢ao. Desligue e trave a chave de suprimento de energia elétrica no quadro elétrico para evitar uma partida inoportuna. Nivel de Ruido Ae diversas maquinas que constituem uma instalagao de processamento de minérios possuem principios de operagio (quebra, peneiramento, etc.) que geram ruido. ‘Além disso, 6 acrescentado o ruido causado pelo material despejado nos chutes, tremonhas, etc... ‘Também, os niveis variam de acordo com 0 tipo dé rocha processada, a capacidade de produgio, os ajustes da méquina, a regularidade da alimentagdo da maquina, ete. Assim, € impossivel se determinar precisamente 0 ruido produzido pela maquina em um preciso contexto de operacao © aplicagao. valores, as diretrizes do departamento de inspecdo do trabalho precisam ser coerentes com © cuidado com a protegéo do pessoal (protetores de euvide, duragéo de exposigéo ao ruido, cabina...). 22 3. GERAL 3.1 ‘TERMINOLOGIA Capacidada = A produgio do alimentador em toneladas métricas por hora (tmph) Extremidade de Alimentagio “F” A extremidade de tras do alimentador onde o material € alimentado. Extremidade de Descarga “D” = A extremidade frontal do alimentador onde o material sai do alimentador. Mecanismo vibratério "My" = O mecanismo que faz vibrar o alimentador. Unidade de Forga = Dispositivo elétrico ou hidréulico (opcional) que produz a forga de operacdo ao alimentador. Lado de Acionamente, esquerde ou direito Aquele lado do alimentador onde a unidade motriz = (motor —_hidraulico (opcional) ou elétrico) esté localizado. Viste da extremidade de tras (extremidade de alimentacao) Greihas de “scalping” “e" A mesa vibratéria na extremidade de descarga do alimentador que separa as rochas menores que o espagamento das grelhas de scalping. Caixa Adicional = A caixa fixada embaixo do alimentador. Dirige o material menor que © espagamento das Grelhas de scalping para © local devido Comprimento de Curso = A distancia entre 0s pontos miximos superior e inferior de oscilacao na vibragdo do alimentador. Angulo de vibrag&io - 0 angulo entre uma linha horizontal e a linha da diregéo do curse de oscilacio. Figura 3.1.1 Termos usados neste manual 3.2 ALIMENTADORES NORDBERG os alimentadores Nordberg sao alimentadores vibratérios horizontals e 80. projetados para uso em quaisquer tamanhos) de operagdes de britagem primaria. Existem varios modelos padrao disponiveis, porem este manual se refere somente ao ‘AIV-1042 A codificagao dos modelos € explicada na figura 3.2.1. Além dos modelos padro, outros modelos sho disponiveis se necessério. Os alimentadores podem ser equipados com acionamento hidraulico (opcional) ou. eletrico. Os alimentadores podem ser equipados com grelhas de “scalping” de barras,de trilhos ou com chapa lisa. Diversos tipos diferentes de grelhas de “scalping” substituiveis com varios espagamentos das barras s4o disponiveis. CODIFICACKO DOS MODELOS ry-1042 Alimentador vibrat6rio | —_—_—_T J Largura do Alimentador (dm) Comprimento do Alimentador (dn) Figura 3.2.1. Explicagdo dos Modelos de Alimentadores 3.3. PRINCEPIO DE OPERAGKO © principio de operagao do alimentador é mostrado na figura 3.3.1. 0 material € alimentado na extremidade de alimentagdo do alimentador saindo do alimentador pela extremidade de descarga © moter hidraulico (opcional) ou elétrico gira o eixo excéntrico localizado dentro do mecanismo vibratério. 0 eixo € intertravado ao eixo excéntrico paralelo similar a este por meio de engronagens. Quando esses dois eixos giram, eles propiciam o curso (movimento). 0s eixos s&o ajustados de modo que os cursos fazem mover lentamente o material desde a extremidade de alimentacao ate a extremidade de descarga. Ao mesmo tempo o material torna-se mais uniforme. Quase sempre o alimentador ¢ equipade com uma grelha de “scalping” na extremidade de descarga. A grelha de “scalping” classifica as rochas menores que espagamento das barras e alimenta as rochas maiozes ao britador. © alimentador @ instalado em sua base usando molas (Cc) € vibra preso a elas. A capacidade do alimentador ajustada alterando-se a mecanismo vibratério. Se capacidade pode ser ajustada alterando-se 0 angulo de vibracao © eixo excéntrico). pode ser velocidade do neceseario a ‘também (girando Se 0 alimentador for equipado com motor hidraulico (opcional), a frequéncia de curso pode ser ajustada regulando-se a velocidade do motor hidréulico (opcional) (saida da bomba). Se o alimentador for equipado com motor elétrico, a freqténcia de curso é constante, a menos que o motor elétrico seja equipade com conversor de frequencia. — possivel peneirar posteriormente o material com greiha de “scalping” ou chute vibratério, que sera instalado abaixo do alimentador. Figura 3.3.1 Principio de Operag’io do Alimentador 33 3.4 PRINCIPATS COMPONENTES Alimentador Mesa vibratoria : Grelha de “scalping” Bica de Descarga Mecanismo vibrat6rio Mola vertical Mecanismo vibratorio 1. Bixo Excéntrico, longo 2. Bixo Excéntrico, curto 3. Chapa lateral 4. Rolamento 5. Alojamento do rolamento 6. a 8. 9 a Mola Horizontal Placa de Montagem Placa de Desgaste, do fundo Placa de Desgaste, lateral [Link] de Transmissdo Elétrica Vunidade Hidraulica (opcional nao mostradda na figura) 6. 1 a. a 10. a. Engrenagem ‘Tampa Vedado Flange Luva do Excéntrico Polia do Bxcéntrico 10 iL 3.5 PRINCIPATS DIMENSOES As principais dimensdes dos alimentadores padrao Nordberg so mostradoe na tabela abaixo. E importante saber que os alimentadores Nordberg podem ser diferentes mesmo apresentando a mesma codificagao de modelos. Para assegurar 0 correto dimensionamento do seu _alimentador, confira no desenho do seu alimentador. Modelo = 5 c D = F om om svn un rom om AIV-1042, 4390, Toiz 506 3450 7128 735. 3.6 RSPECIFICAGORS méewICAS Poténcia* Modelo do | capacidade | Mecanismo | do motor | Velocidade| Peso** Alimentador t/n Vibratorio| elétrico xpm kg cv AIV-1042 0-500 BELO 20 ¥50-1200 3530 & importante saber que os alimentadores Nordberg podem ser diferentes mesmo tendo a mesma codificacao de modelos. Para assegurar que tem correta informagéo sobre © seu alimentador, confira no desenho do seu alimentador. * 1500 rpm/50 Hz, 1800 rpm/60 Hz ** Com acionamento por correia em “Vv” € grelha de “scalping” padrac. 0s valores contidos na capacidade deve ser usado somente como referéncia. A capacidade maxima baseia-se em situacdes onde a densidade do material 6 1.6 t/m3 @ a altura da abertura de descarga é a mesma que a largura interna do alimentador. As capacidades minimas so calculadas com a mais baixa rpm permitida do alimentador. 3.7 PEGAS SOBRESSALENTRS E DE DESGASTE As pecas originais Nordberg sao precisas e feitas do melhor material possivel. As pegas originais asseguram uma operacao eficiente, lucrativa e segura para seu equipamento. seu uso também garante a validade da garantia. Os custos totais serdo menores quando se usam pecas Nordberg. Bis algumas vantagens: - As pegas sao testadas na pratica. - 0 dltimo desenvolvimento disponivel. ~ Ndo h& paralisagées inesperadas - Entrega rapida € confiavel. - Todas as pegas com um nico pedido. USE SOMENTE PECAS SOBRESSALENTES E DE DESGASTE ORIGINAIS Para assegurar a entrega rapida confidvel, as seguintes informagées devem ser fornecidas com 0 pedido: = © modelo e nimero de série (e némero do desenho) do elimentador. = Os niimeros das pecas, descricéo © quantidade das pecas a serem pedidas. = 0 nome correto © completo e enderego postal do cliente. = Instrugées exatas para embarque e envio, ¢ endereco de embarque. se estiver faltando o manual de pecas sobressalentes originais, vocé pode solicitar um novo manual a Nordberg. 3.8 CAPACIDADE DO ALIMENTADOR A capacidade do alimentador depende de um grande nimero de fatores diferentes. Por exemplo: - Tamanho do Alimentador = Inclinagdo do Alimentador = Angulo do curso de vibracao ~ Comprimento do curso de vibracdo Rpm do ALimentador - A dimensao da abertura de descarga do alimentador. = As caracteristicas do material da alimentagao (tipo, tamanho, teor de umidade, densidade , impurezas da rocha, etc. ). 3.9 CAPACIDADE DE“ SCALING” (CLASSIFICAGRO) DO ALIMENTADOR A capacidade de “scalping” (classificagao) do alimentador depende em parte dos mesmos fatores relacionados no capitulo 3.8 “capacidade do Alimentador”. —-Além dagueles, a capacidade de classificagao depende dos seguintes fatores: - Tamanho da alimentag&o (granulometria) - Area livre para classificacao = Espacamento das barras (produto requerido) - Tipo de classificagao - Eficiencia requerida 3.10 GRELHAS DE “ScALPING” Os alimentadores podem ser equipados com grelha de scalping de barras ou de trilhos ou com chapa lisa, Ha diversas grelhas de “scalping” substituiveis com varios espacamentos de barras disponiveis. A escolha da grelha depende por exemplo do material da alimentacao e granulometria requerida, Devido as intimeras e diferentes aplicagées e variaveis, instrugées exatas tornam-se quase impossiveis de serem fornecidas. Diferentes grelhas tém diferentes propriedades. Ao escolher a grelha apropriada para sua aplicacao, entre em contato com a Nordberg. Ao consultar sobre a grelha adequada, as informagées relacionadas no capitulo 3.9 “capacidade de classificagao do alimentador” devem ser fornecidas. Ag grelhas de “scalping’ (fig. 3.10.1) sao sdlidas e duraveis. Sao adequadas para uso geral, trilhos Nordberg As grelhas de barras (fig. 3.10.2) sao usadas em casos especiais, por exemplo, quando uma alta capacidade de. Glassificacio 6 xequerida ou quando a grelna tende a ficar bloqueada. Ao usar a grelha de barras, lembre-se de que © tamanho m&ximo da alimentagéo € limitado pela durabilidade das barras. Ao usar rompedor hidréulico ou similar, tome cuidado para nio danificar os trilhos ou barras. Figura 3.10.2 Grelhas de “scalping” de trilhos 3.11 EQUIPAMENTOS DE SEGURANGA A fim de evitar acidentes as molas do alimentador sao cobertas com placas de borracha (figura 3.11.1) © operador deve sempre assegurar para que todos os equipamentos de seguranca estejam em condigéo segura e operacional. quando o alimentador estiver funcionando. Figura 3.11.1 As molas do alimentador sao cobertas com placas de borracha 38 INSTALACAO FONDAGAO 4. an As chapas de montagem do alimentador devem ser instaladas sobre uma fundagdo sélida. As chapas de montagem devem ficar com as superficies de montagem na horizontal. As molas verticais devem ficar verticais e suas extremidades na horizontal. se necess4rio, uma placa distanciadora pode ser colocada entre © alimentador e a fundagao. As chapas de montagem devem ser instaladas exatamente sob as molas. Confira as estruturas de apoio sob © alimentador para assegurar que nao vao soltar. Caso a base sala do lugar, o curso torna-se irregular resultando em perda de eficiéncia. Chute de alimentagéo, calhas, etc. nao devem ser fixados a mesa vibratéria do alimentador. Isso mudaria o centro de gravidade da mesa vibratéria e causaria uma vibracdo desigual, resultando em perda de eficiéncia. Os funis e calhas devem ser instalados de forma que o espago livre para a mesa vibratéria do alimentador sob carga seja pelo menos: = espago lateral: 20 mm - espago longitudinal: 50 mm = espago superior e inferior: 70 mm uma excegao € 0 chute de alimentagao do alimentador, vide secdo 4.5 “ALimentacdo do alimentador”. © espago relativamente amplo entre a mesa vibratéria e os chutes de alimentacdo e as calhas @ necessaria por causa da vibracao anormal da mesa vibratéria que ocorre ao dar partida ou parar o alimentador. Qualquer viga sob a estrutura do alimentador deve ser instalada de forma que n&o haja actimlo de sujeira e material sobre elas e possa vir a interferir com a estrutura do alimentador. Também as molas devem ser montadas de modo que nao haja actimulo de sujeira e material sobre as molas e as danifique. & muito importante assegurar que alimentador nao toque em material sélido algum ou estrutura durante a opera¢ao, partida ou parada. Ro instalar os chutes, calhas, etc. proximos a mesa vibratéria do alimentador, todes 0s espagos ¢ aberturas entre eles devem ser protegidos, calafetados, de acordo com os padrées’e regulamentos de seguranga nacionais. rat 4.2 PLATAFORMA DE SERVICO Visando tornar a operagao @ manutengao tao faceis e seguras quanto poss{vel o alimentador deve ser equipado com uma plataforma de servico. Se a plataforma de servigo nao tiver sido pedida ou fornecida com ‘o alimentador, ela deverd ser construida pelo usuario. A plataforma de servico de um equipamento de britagem precisa ser construida de acordo com a ISO 2867 ou outra norma correspondente. 0 nivel adequado para a plataforma é um pouco abaixo do mecanismo ou molas vibratérias. A plataforma devera ter pelo menos 600 mm de largura, ser firme e segura. 0 acesso (degraus fixos ou escada mével) para a plataforma deve ficar suficientemente firme. A escada, seja fixa ou mével, precisa ter corrimios para evitar acidentes com o pessoal. Todos os xegulamentos nacionais sobre plataformas de servico de equipamento de britagem devem ser observados. LRTI SURREY SRT: Figura 4.2.1 - Plataforma de servico 4.3 DIMBNSORS E PRSOS PARA TRANSPORTE, Wodelo do Dimensoes (imu) Pesos (KG) alimentador |~compr- | _Larg- Rit. |Alimentador | Unid. | Correia Hide. ye ATV 1047 a3a5 Teig Ties 3370, aoa Teo 4a cargas por suporte Carga de | Conprimanto Bstatica (1m) Dinamica (+ kN) material | minimo da max_(KN) mola F2 Fi] F2 | sob carga vert. | ver vert. | vert. | vert. (en o.6 | 1.2 zi [i739 [iss 300 4.5 ALIMENTAGKO DO ALIMENTADOR A abertura de descarga do chute de alimentagéo n&o pode ser acentuadamente mais estreita do que a mesa vibratéria do alimentador para que a largura total da mesa vibratéria possa_ ser usada Entretanto, a dist@ncia entre es chapas laterais do alimentador e as chapas laterais do chute deve ser de 30 ... 60 nm. AS chapas laterais do chute nao devem ser posicionadas muito profundo no alimentador para evitar que o material agarre, pressionado entre 0 chute e a mesa vibratéria do alimentador. Uma cortina de correntes ou uma placa articulada costuma ser aplicada para conduzir 0 fluxo de material que cai do chute de alimentagao. A abertura de descarga do chute deve ser desenhada montada de forma que néo lance material sobre a borda do alimentador quando o alimentador nao estiver funcionando. Também deve ser observado que todo o peso de material (no chute de alimentagao) nao deve repousar sobre o alimentador sobrecarregando-o. Isso se aplica especialmente quando o chute instalado for grande. Ro encher um chute de alimentacao que esteja vazio deve-se evitar que o material caia dirctamente no alimentador. Isso é especialmente importante quando o material contiver blocos grandes e de quinas vivas © quando a distancia de queda for alta. Sempre deixe algum material no alimentador para amortecer o impacto das pedras que 6 LIMIMES PARA A VELOCIDADE DE ROTACKO os limites minimos e maximos permitidos para velocidade de rotagao foram especificados para cada tipo de alimentador. Ver capitulo 3.6 “Especificagées técnicas”. Esses limites ndo podem ser excedidos sem aprovagdo por escrito da Nordberg para manter valida a garantia. A velocidade maxima permitida do alimentador € limitada por dois motivos; a aceleragdo maxima permitida da mesa vibrat6ria do alimentador e a velocidade de rotacdo mixima permitida dos rolamentos do mecanismo vibraté[Link] os limites da velocidade de rotagae forem alteradas por alguma razdo, certifique-se de que a velocidade dé rotagdo maxima permitida mostrada na tabela néo é excedida. Mecanismo vibraterio 4.7 ACTONAMENTO POR CORREIAS EM “v"" 9 motor de acionamento recomendado ¢ um motor tipo gaiola de esquilo. A poténcia do motor necessdria 6 20 cv, vide capitulo 3.6 “Especificagées técnicas”. Ro pedir e instalar um acionamento por correia em “VW” certifique-se de que a voltagem de operacéo do motor elétrico & © mesmo que @ energia local. Também certifique-se de que a velocidade de rotagdo do motor esta dento dos limites dados na tabela do capitulo 3.6 “Especificagdes técnicas”. A forca do motor de acionamento para a polia do Mecanismo vibratério & transmitida através de correias em “V". 0 uso de correias em “Vv” € 0 mais xrecomendado neste caso porque também evita sobrecarga. 0 sentido de rotago correto 40 mesmo do fluxo do material. A polia da correia em “V” no eixo do motor acionado deve estar precisamente paralela em relagio 4 polia do eixo da unidade vibratoria. Para conferir deve-se usar uma régua ou esquadro. 0 eixo do motor de acionamento deve estar paralelo ao eixo da unidade vibratéria. 0 tipo de correias em “V" é 3V ou SV, dependendo do tipo de alimentador. Figura 4.7.1 verifique a tensao da Gorreia em “V" Tipo de correla | Diam. da polia menor Forca Forca (ean) Qu) Up) AV 150-240 Z/av 160-224 "70-100 7.3-10.2. 2/3v To0-130 10.2-13.5 3/5V 160-224 105-150 10.7-15.3 3/5V 236-315, 150-195 15.3-19.9 TABELA 4.7.1 Forga de impulso/tragéo ao conferir a tens&o da correia em “V” © moter de acionamento e as correias em ~v" devem ser protegidos contra a queda de pedras e também para evitar acidentes. Os protetores das correias devem ser abertos por baixo para permitir o escoamento de poeira e Agua. © tamanho e localizagao da abertura devem ser de acordo com as determinacées da legislagio nacional de seguranca. Ro instalar observe motor que o distancia entre eixos pode ser ajustada. polia Ela no muda quando giramos a excéntrica em relagdo a bucha. Para remover a polia Primeiro remova o flange (1) (Figura 4.7.2). Bm seguida remova a polia (2) usando uma marreta leve uma barra adequada (4) ou um sacador. Para facilitar na remogdo, aquega a polia comecando do circulo ‘externo. Veja as posigdes da polia @ da luva do excéntrico (3) em relagéo ao eixo e anote. Assim ficaré mais facil instalé-los na mesma posicao. Figura 4.7.2 Removendo a polia 46 Ajuste da Polia Se possivel, a linha entre o eixo do motor © 0 eixo acionado do mecanismo vibratério deve estar perpendicular a direcao do curso (a + B + 90°) (fig. 4.7.3). Neste caso o movimento do alimentador nao causara esforco extra 4s correias em “V" e a polia do mecanismo vibratério nao precisa ser excéntrica. Se a linha entre motor e polia nao estiver perpendicular 4 dizecdo do movimento, siga estes passos = Encontre 0 comprimento do curso (movimento) e os angulos « + B. veja capitulo 5.6 = Encontre a excentricidade “E” necessAria na polia do mecanismo vibratorio de acordo com 0s exemplos 1 2. - Posicione a polia e luva de modo que suas marcas de excentricidade (fig. 4.7.4 © 4.7.5) coincidam. - A maior oxcentricidade aparece naquele numero (ponto) onde os mesmos niimeros da polia e luva coincidem. DIRECKO Do curso LINHA HORIZONTAL ACIONAMENTO = Monte a polia @ luva no eixo de modo que a maior excentricidade fique do mesmo ado {exemplo 1) ou do lado oposto ao motor (exemplo 2)- A direcdo da maior excentricidade €@ mostrada na tabela 4.7.2. Devide a diferenga de fase (a-B ou B-a) entre © movimento do curso e os eixos excéntricos do mecanismo vibratério , a posigdo da maior oxcentricidade precisa ser girada a quantidade da diferenca de fase (aproximadamente 10 graus) na dizegSo oposta ac sentido de rotacdo. TABELA 4.7.2 Direcao da_— maior excentricidade no eixo do mecanismo vibratério com varios Angulos da correia (oe + 8). a+6 Diregao da maior (graus) excentricidade no eixo do mecanismo vibratério o...89 de lado oposto ao motor ‘30 ‘excentricidade zero, a diregho nao é significante do_mesmo Lado que _o motor | ‘excentricidade Zero, a diregéo ndo ¢ significante ‘do lado oposto ao motor | EREGKO DA ROTAGKO Figura 4.7.3. Se possivel, a linha entre 0 eixo do motor e 0 eixo acionade do mecanismo vibratorio deve ficar perpendicular & diregéio do movimento do curso (a + 6 = 90") Exemplo 1 GComprimento do curso = 12 mm Angulo do movimento & = 45 graus Angulo da posigao do motor 8 = 20 graus a+ B= 65 graus De acordo com a tabela 4.7.2 descobrimos que a maior excentricidade sera localizada no lado oposte ao motor. DIREGAO Do CURSO, {ern ELL, HORIZONTAL 1510 5 Veja a excentricidade da polia no diagrama da figura 4.7.4. Comece do eixo *x” no ponto do comprimento do curso (12 mm) © Siga a curva até o ponto a +B = 65 graus. A partir desse ponto mova em linha reta para baixo de volta ao eixo “x”. La nds ebtemos a excentricidade da polia, 5 mm. Instale a polia de acordo com as figuras 4.7.26 4.7.4. DIREGKO DA_ROTAGKO ERS A _MAIOR EXCENTRICIDADE "5" COINCIDE COM 0 NOMERO (5) a5 1015 |EXCENTRICIDADE COMPRIMENTO DO CURSO Figura 4.7.4 Determinagdo da excentricidade da polia (exemplo 1)

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