Instituto Superior de Teologia Aplicada-Inta Centro de Ciências da Saúde Curso: Graduação em Enfermagem

Carlos Henrique Batista Porto Diana Gadelha Gomes Edna Macêdo de Lima Fabricy Fernandes Mota Francisco Cleyton Alves Xerez Hobber Kildare Sousa

Estudo de Caso: Assistência de enfermagem ao paciente com Traumatismo crânio-encefálico grave.

Sobral 2011
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Instituto Superior de Teologia Aplicada-Inta Centro de Ciências da Saúde Curso de Graduação em Enfermagem

Carlos Henrique Batista Porto Diana Gadelha Gomes Edna Macêdo de Lima Fabricy Fernandes Mota Francisco Cleyton Alves Xerez Hobber Kildare Sousa

Estudo de Caso: Assistência de enfermagem ao paciente com Traumatismo crânio-encefálico grave.

Estudo de caso apresentada à disciplina de enfermagem em urgência e emergência do 8º período do curso de enfermagem das faculdades INTA para avaliação parcial, Prof: Enf: Sandra Maria Melo Sous

Sobral 2011
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.............................Sumário 1.........08 3....... Resultados e Discussão....... Revisão de Literatura............10 5.................14 8...................09 4........................ Caso Clinico..........Referencial Teórico..............................................15 9.....................12 6 ................................................................05 2...................Metodologia........ 3 ..... ..................................18 11.. Referências..................................... metas e objetivos e intervenções............................................ Anexos...............................................................................19 .................................. Diagnósticos.............. Evoluções............... . Introdução ............... Objetivo................. ...................13 7...................................17 10.........................

sendo no turno vespertino e análise de seu prontuário com autorização do médico e enfermeira de plantão na unidade. que a sistematização. no cuidado a um paciente portador de Traumatismo Crânio Encefálico grave decorrente de um abalroamento moto x árvore. no período de 25 de Novembro a 29 de Novembro de 2011.al. evitando maiores complicações que esses pacientes possam vir a adquirir. Devido às várias complicações tanto decorrentes do trauma quanto trazidas pelo tempo de permanência hospitalar do paciente O estudo teve como objetivo implementar o processo de enfermagem. Conclui-se com esse estudo de caso. Realizamos um estudo de caso clínico. sistematização. diagnóstico de enfermagem. é decorrente de um trauma no crânio e no encéfalo.Resumo O traumatismo crânio encefálico (TCE). alcançando o máximo da integridade possível do paciente frente ao prognóstico. Palavras. Os dados foram obtidos através de visitas diárias. na unidade de Terapia Intensiva do Hospital Santa Casa de Misericórdia de Sobral. 4 . (1998). implementação de cuidados e diagnósticos de enfermagem tem fundamental importância em pacientes hospitalizados principalmente quando esses estão acamados e dependentes. resultantes na maioria das vezes por acidente de trânsito ou quedas. aumentando assim o tempo de sobrevida desse determinado paciente internado. segundo Sousa et.Chave: traumatismo crânio-encefálico.

resultando em um estado alterado de consciência e comprometimento das habilidades cognitivas e funcionamento físico.1. que acarrete lesão anatômica ou comprometimento funcional do crânio. 2006). Esses dois mecanismos costumam estar associados em um mesmo paciente. pode ser originada por uma força física externa. elas podem estar associadas a 5 . 2001 citado por MACEDO. embora em menor freqüência que nos casos classificados como moderados ou graves (MURGIO ET AL. as fraturas cranianas podem ser lineares ou associadas a afundamento focal. 2006). 2007). decorrem de forças cinéticas que levam a rotação do encéfalo dentro da caixa craniana. trazendo grande impacto socioeconômico e emocional aos pacientes e seus familiares (SOUZA. As lesões focais são compostas por hematomas .ou áreas isquêmicas delimitadas que acometem apenas uma região do cérebro. Os distúrbios causados pelo TCE podem ser permanentes ou temporários.intra ou extracerebrais . Andrade (2009) ressalta que as lesões encefálicas no TCE podem ser separadas em: difusas e focais. Aproximadamente 60% dos pacientes que sobrevivem a traumas cranianos têm seqüelas significativas como déficit motor e cognitivo. Pacientes com TCE leve respondem por 80 a 90% destes atendimentos e podem apresentar lesões ósseas ou encefálicas. geralmente. As fraturas lineares isoladas não causam danos cerebrais. As lesões difusas são aquelas que acometem o cérebro como um todo e. al. embora. Conforma Smith e Winkler (1994). Introdução O TCE é qualquer agressão ao cérebro. onde existe o contato da cabeça contra estruturas rígidas externas As fraturas lineares costumam ser conseqüência de traumas que deformam a abóbada craniana enquanto os afundamentos refletem uma colisão mais pontual. porém. É uma patologia não degenerativa e não congênita. usualmente. meninges ou encéfalo. com comprometimento funcional parcial ou total (OLIVEIRA et. Andrade ainda afirma que dentre as lesões focais. exista o predomínio de um tipo. Elas decorrem de traumas com baixa energia cinética.

e o mesmo não consegue organizar espaço que o permita desenvolver estudos. Uma vez que se torna necessário o uso instrumento que auxilie o enfermeiro em UTI a avaliar o paciente vítima de trauma. sendo a faixa etária mais comprometida estando entre 15 a 24 anos (OLIVEIRA et. acidentes automobilísticos. A coleta de dados é fundamentada nos conhecimentos de uma teoria de enfermagem o que o torna uma atividade de cunho científico para os enfermeiros. Mas é necessário que todas essas informações sobre o estado do cliente sejam coletadas. quedas. projétil por arma de fogo (JONES. esportes e recreações e. 2007). muitas vezes. Acreditamos que. talvez pela filosofia das próprias instituições que sobrecarrega o profissional com atividades burocráticas. 2006). nessa ordem. Portanto. como os hematomas extradurais. e isso exige desse profissional uma melhor capacitação. Haja vista que o processo de Enfermagem é tido como uma atividade que norteia de forma lógica e coerente às ações de enfermagem. os enfermeiros que atuam na prática cotidiana hospitalar e até nas unidades de saúde têm encontrado dificuldades variadas em implementar o processo de enfermagem e identificação de diagnósticos com elaboração de um planejamento de ações. registradas. al.lesões de estruturas vasculares que causam complicações potencialmente fatais. fundamentação teórica para aplicar o raciocínio clínico e diagnóstico. Considera-se que nas Unidades de Terapia Intensiva. assaltos e agressões. sistematizadas em diagnósticos. favorecendo o esclarecimento de dúvidas e obtenção de certeza que a sua utilização 6 . em suas condições clínicas e iniciar intervenções de enfermagem de forma sistematizada. implementadas e avaliadas. fica claro que é imprescindível a implementação do processo de enfermagem nesse contexto. em proporção de 2:1. o enfermeiro ofereça assistência contínua a pacientes críticos. As principais causas de vítimas de TC incluem. Incidência do TCE é maior para homens que para mulheres. Sabe-se que.

constituem-se como objetivos: Identificar os diagnósticos de Enfermagem em um paciente vítima de traumatismo crânio-encefálico grave. do dia-a-dia.no cuidado. estabelecendo diagnósticos de Enfermagem dos pacientes vítimas de TCE e Elaborando um modelo de implantação de cuidados. revelará a diferença na transparência e definição de suas ações na equipe multidisciplinar. através da taxonomia North American Nursing Diagnosis Association (NANDA II. Assim sendo. 7 . internado na Unidade de Terapia Intensiva da Santa Casa de Misericórdia de Sobral. 2011).

1 Objetivo Geral Praticar a sistematização de enfermagem ao paciente com TCE. proposto pela North American Nursing Diagnosis Association (NANDA). com a sistematização de enfermagem. 1976.Objetivos 2. Zderad LT) Associar a teoria de Paterson e Zderad.2 Objetivos Específicos O objetivo deste estudo é discutir a possibilidade de os cuidados de enfermagem oferecidos aos clientes críticos serem sustentados no diálogo vivido. 3 . utilizando diagnósticos de enfermagem.2 . com vistas a contribuir para o aprimoramento da relação enfermeiro-cliente. (Paterson JE. 8 . 2. 1976. segundo a teoria da prática humanística de enfermagem de Paterson e Zderad. com vistas a contribuir para o aprimoramento da relação enfermeiro-cliente.Referencial Teórico Optamos pela da prática humanística de enfermagem de Paterson e Zderad.

do significado. aceitar as expressões e sentimentos do cliente para. a compreensão da experiência do cliente. 9 . a fim de que ele possa vir a ser mais e melhor processo de tornar-se tudo o que é humanamente possível em sua situação particular. al (2007). podemos perder o momento do encontro. pode ser classificado em dois mecanismos de lesão em sua fisiopatologia. realizando suas intervenções para obter resultados positivos. a partir daí. Trentini M. que ocorrem segundo alterações estruturais encefálicas decorrentes de alterações sistêmicas do traumatismo. ( Paterson JE. lesões secundárias. criando diagnósticos através de sua consulta de enfermagem ao paciente crítico associando a teoria humanística com a sistematização. da inter relação. Se não lhe respondemos dessa forma. buscando dignósticos. Isso implica estar aberto ao todo da experiência. responder às suas necessidades compartilhando amor e confiança.Visto que o enfermeiro é um ser indispensável na vida daquele paciente crítico visto que a UTI é um setor fechado e que o enfermeiro tem um papel fundamental na relação com o paciente. (Nascimento ERP. despir-se de pré-julgamentos. pois exige. 4 Revisão de Literatura A Fisiopatologia e Classificação o TCE. que ocorrem devido à biomecânica que determina o trauma e.) Responder adequadamente a um chamado do cliente é identificar as suas necessidades emergentes. Zderad LT) A Teoria Humanística de Paterson e Zderad é um desafio. de quem a adota. sendo as lesões primárias. segundo Oliveira et.

o TCE pode ser divido em três tipos: 1. aumento do volume e da pressão do líquido cefalorraquidiano (LCR). b. onde a pressão intracraniana eleva-se acima de 15mmHg. 2007).. Tipos: Segundo Oliveira et. b. dado mais frequentemente em regiões temporais e frontais) e. (2007). que se classificam como extradurais (concentração de sangue entre o crânio e a dura-máter por laceração de vaso sanguíneo. OLIVEIRA et. Hematomas intracranianos. al. contusões e lacerações da substância cinzenta e. por lesão cerebral isquêmica (OLIVEIRA et. Traumatismos cranianos fechados – ocorre quando não há ferimentos no crânio ou existe apenas uma fratura linear. Hipertensão intracraniana. lesão axonal difusa (sendo esta última. associada a intensidade e do local do impacto. localizandose com maior freqüência na região temporal).at. subdurais (concentração de sangue entre a dura máter e o cérebro. por um aumento do volume de sangue intracraniano. Podem ocorrer dois fenômenos biomecânicos: a. segundo Jones (2006) uma das lesões mais graves). devido à hiperemia ou congestão da microcirculação e. al. As principais lesões secundárias são: a. destruição do parênquima cerebral 10 . ligada ao mecanismo do trauma. Lesão Secundária: são lesões causadas no momento do trauma ou após certo período de tempo.1. é uma das complicações mais freqüentes do TCE. podendo estes ser como concussão ou. 2007). Inércia – mudanças abruptas de movimento. As causas da lesão primária podem ser por fraturas. Lesão Primária: decorre de uma ação de forma agressora.. Essa pressão pode decorrer devido a um aumento da massa cerebral por edema cerebral ou exsudato inflamatório. Impacto – é uma quantidade de energia aplicada sobre uma determinada área. intraparenquimatosos (concentração sanguínea alojada dentro do parênquima cerebral. causadas por aceleração ou desaceleração por absorver energia cinética. sua localização é dada principalmente no lobo temporal e frontal – JONES. 2006 e.

na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). 5 Metodologia Estudo descritivo. transtornos visuais. 3. transtorno sensorial. alterações na função autonômica (tais como PA. Fraturas com afundamento do crânio – ocorre integridade do pericrânio. paralisia de nervos cranianos. transtorno da função neuromuscular. Utilizou-se. FR e temperatura) e. seu desenvolvimento compreende três fases: 11 . 2001). realizado na Santa Casa de Misericórdia de Sobra. posturas anormais (decorticação ou descerebração) (GOLDMAN e BENNETT. transtorno de linguagem.exploratório. Segundo LUDKE & ANDRE (1986). No quadro clínico. um fragmento do osso fraturado causa a compressão ou lesão do cérebro. o paciente com TCE pode apresentar alterações da consciência. alterações da personalidade. porem. incontinência. Fratura exposta do crânio – indica laceração dos tecidos pericranianos e existência de comunicação direta entre o couro cabeludo e o parênquima cerebral. tipo estudo de caso. choque cirúrgico.2. Realizado no período de 25 de novembro a 30 de novembro de 2011 no período vespertino. epilepsia. complicações por imobilização prolongada.

).proveniente de Graça). solteiro.C.S.S. procede-se a coleta dos dados. consulta de enfermagem. 20 anos.S. 12 . Nossa fonte de coleta de dados foi o prontuário do cliente. Delimitação do Estudo: uma vez delimitado os pontos a serem estudados. elaborar relatórios e gerar conclusões. A análise do prontuário foi feita minuciosamente observando a atuação de enfermagem bem como todos os cuidados prestados ao paciente 6 Caso Clinico Informações gerais: O estudo foi realizado na Santa Casa de Misericórdia de Sobral (. cada visita com duração de 30 minutos Paciente J. sexo masculino. no período vespertino.A. Esta fase compreendeu sobre a escolha do paciente a ser estudado. Análise e elaboração do relatório: visa analisar as informações. utilizando-se instrumentos estruturados. católico. no período de 25/11/2011 a 29/11/2011. 2º grau incompleto.Fase exploratória: Visa selecionar e delimitar os pontos ou questões a serem estudadas do objeto de estudo e localizar as fontes de dados necessários a pesquisa.M. Histórico da doença: Admitido na Unidade de Terapia Intensiva no dia 23/11/2011 às 22:15min com diagnóstico inicial de TCE com Escala de Coma de Glasgow: 03.estudante.

mudança de decúbito e higienização corporal e oral. FiO2: 40%. não usava capacete no momento do acidente. monitorado. 7. afebril. IMC (Kg/m2 ) = 23 (eutrófico). Sinais vitais: pressão arterial: 110 x 60 mm/Hg (normotenso). mantida sedação e noradrenalina. realizada aspiração oral .Em uso de tubo com Fr: 12 rpm. Altura: 1. Sinais Vitais: PA: 110x70 mmHg. Freqüência cardíaca: 110 bpm (cheio e regular).Evoluções de Enfermagem 25/11: Permanece internado . Freqüência respiratória: 12 rpm). afebril. hipocorado. R: 12 rpm.4ºC (normotérmico). 26/11: Quadro geral grave entubado com prótese ventilatória no modo vcv. hipocorado. permanece em dieta enteral. Hábitos de vida: etilista. realizado cuidaos de enfermagem. Temperatura axilar: 36. Peso: 59 Kg. entubado sob prótese ventilatória no modo vcv. mantida sedação e noradrenalina.2º C.paciente grave. realizada 13 . monitorado. O resultado do exame de TC revelou uma fratura no lobo frontal a direita e grave edema cerebral. SpO2: 97% em modo de ventilação Realizou exames de RX e Tomografia Computadorizada (TC) de crânio.61 m. T: 36. Antecedentes pessoais: Sem históricos Antecedentes familiares: sem histórico patológico. vítima de colisão moto x árvore.

9º C. Realizado cuidados de enfermagem. T: 37.9º C. entubado em ventilação mecânica.aspiração oral .0º C. 29/11: Encontra-se em quadro geral estável. Realizados cuidados de Enfermagem. com SNG em aspiração. PA: 110x80 mmHg. permanece em dieta enteral. T: 36. reagindo lentamente. PA: 120x 80 mmHg. R: 12 rpm. realizado cuidados de enfermagem. Realizada traqueostomia para desmame ventilatório. Sinais Vitais: 120x90 mmHg. R: 12 rpm. 28/11: Permanece com seu quadro geral comprometido em desmame de sedação.2º C. mudança de decúbito. R: 12 rpm. reagindo lentamente aos estímulos com drogas vasoativas sendo aspirado secreção.Diagnósticos e Intervenções Diagnósticos de Enfermagem Risco para infecção relacionados a procedimentos invasivos Ausência de infecção Evitar aparecimento de processos infecciosos Meta Objetivo Intervenções de Enfermagem Intervenções de Enfermagem: -Realizar procedimento obedecendo a técnicas assépticas – 14 . 27/11: Permanece entubado sob prótese ventilatória. R: 12 rpm. Realizados cuidados de enfermagem. T: 36. 8 . PA: 110x 80 mmHg. em coma induzido por fármacos na BI. mudança de decúbito e higienização corporal e oral. T: 36.

.Observar sinais vitais. familiares desenvolvam mecanismos de enfrentamento adaptativos enfrentar a situação de ausência de ente querido Manter a família informada do estado do paciente – em todos os horários de visita Incentivar a espiritualidade solicitar a presença de líder religioso Elevar a cabeceira a 30 graus. Alcançar níveis respiratórios satisfatórios.Contínua .Controlar os níveis da PICquando instalado .M – T –N Risco para enfrentamento familiar ineficaz relacionado com ausência de responsividade do paciente. Aspiração cautelosa traquéia e faringe Sempre que necessário com luvas estéreis.Manter ventilação controlada – Observar os alarmes . Melhora da homeostasia neurológica.quando necessário -Lavagem das mãos .Avaliar a gasometriaquando saturação menos que 85% DE Perfusão do tecido cerebral alterada: menor que as necessidades corporais relacionada a inabilidade para ingerir e deglutir caracterizada pela presença de trauma Padrão respiratório ineficaz relacionado a lesão cerebral caracterizado por capacidade vital diminuída.Ausculta de sons respiratórios M T N . .Higiene geral.Monitorizar respiração 15 . Incentivar quando consciente a respiração espontânea Monitorizar padrões respiratórios a níveis normais.

buscamos identificar o tipo de trauma mais prevalente nas UTIs e a partir daí elaborar um modelo de implantação dos diagnósticos de enfermagem. com vistas a contribuir para o aprimoramento da relação enfermeiro-cliente. especialmente ao doente crítico vítima de TCE. Higienização e hidratação da pele 9 . 16 .Resultados e Discussão Através da realização do estudo de caso. a partir da taxonomia de NANDA. Esse processo de análise levou ao aprofundamento da assistência a pacientes vítimas de trauma. relacionando a prática humanistica de enfermagem de Paterson e Zderad. 1976.mecânica Contínua Integridade da pele prejudicada Melhorar o rompimento da superfície da pele Evitar úlceras de pressão Mudança de decúbito.

que ajudariam os profissionais daquele setor a praticar a sistematização com mais freqüência Desse modo o planejamento das ações através do uso do raciocínio clínico. teve como fonte inspiradora a didática exposta em sala de aula pela enfermeira Sandra Maria Melo Sousa. .br/scielo. as patologias graves o que nos incentivou a apreciar ainda mais o mundo dos pacientes neurológicos. Bras.scielo. 17 . 10. Mecanismos de lesão cerebral no traumatismo cranioencefálico. Disponível em <http://www. 2011. do processo de enfermagem a pacientes críticos possibilita um melhor direcionamento da assistência de enfermagem. Referência Bibliográfica 1.1590/S0104-42302009000100020. n. 55.php?script=sci_arttext&pid=S010442302009000100020&lng=pt&nrm=iso>. acessos em 26 nov. 1.Almir Ferreira de et al . Assoc. O estudo nos proporcionou explorar um mundo até pouco tempo desconhecido para nós. Tivemos a oportunidade e o prazer de acompanhar este cliente e observamos sua satisfatória melhora. v.org/10..doi. http://dx. Rev. 2009 . Med. São Paulo. otimizando tempo e garantindo uma assistência de qualidade.Procurou-se estabelecer os principais diagnósticos de enfermagem.

br. Zderad LT. MACEDO. United States of America:Wiley Biomedical Publication. 1976.40(2):203-13.2. Paterson JE.fisioweb. Rev Latino-am Enferm. O cuidado de enfermagem na UTI: teoria Humanística de Paterson e Zderad. Comparacao entre instrumentos mensuracao das consequencias do trauma cranio-encefalico. Características clínicas e epidemiológicas de crianças e adolescentes com traumatismo cranioencefálico. Kênia de Castro. publicado em 27/09/2005 4. Leve e análise de fatores associados à fratura de crânio e lesão intracraniana. 6. 5. 18 . 2006. OLIVEIRA. Sheila Gemelli de. SOUZA RMC. Traumatismo Cranioencefálico: Uma revisão bibliográfica. Humanistic Nursing. Trentini M. 12 (2): 25057. Belo Horizonte. 3. Nascimento ERP.com. Disponível no site: www. Universidade Federal de Minas Gerais. 2004. Rev Esc Enferm USP 2006.

Anexo Prescrição Farmacológica Medicações Ação 19 .11.

caracterizado por rápido início e curta duração de ação. a excreção fracionada de sódio pode alcançar 35 da filtração glomerular de sódio. Fenitoína Age no córtex motor cerebral. anticonvulsivante e relaxante muscular. Dormonid é um indutor de sono. tais como empiema. reduzindo tanto o volume quanto o conteúdo de ácido e pepsina da secreção. infecções da pele e dos tecidos moles. septicemia. inibindo a propagação da atividade epilética Ranitidina Inibe a secreção basal e estimulada de ácido. infecções intra-abdominais.Furosemida A ação diurética resulta da inibição da reabsorção de cloreto de sódio neste segmento da alça de Henle. pneumonite anaeróbica e abscessos pulmonares. bactérias anaeróbicas: infecções do trato respiratório inferior. septicemia. Também exerce efeito ansiolítico. tais como 20 . infecções da pele e dos tecidos moles. pneumococos: infecções do trato - respiratório superior e inferior. Como resultado. Noradrenalina aumento do influxo celular de cálcio e a manter a pressão sangüínea em níveis normaisv Clindamicina indicado para o tratamento de infecções causadas por variedades susceptíveis microrganismos clindamicina: estafilococos: dos seguintes à e sensíveis estreptococos do infecções trato respiratório superior.

SG 5% Repositor líquidos de e grandes agentes calóricos. Nacl 20% Reposição de eletrólitos Kcl 19.9% Fornecer eletrólito para a manutenção da tonicidade do plasma.e umidificar membranas e mucosas. SF0.1% Reposição intracelular de potássio 21 .peritonite e abscesso intra-abdominal (tipicamente resultantes de microrganismos anaeróbicos residentes no trato gastrintestinal normal).

22 .

/74 07.. 80/...3.039. 34 24/4 ./4 .39/./4  70.10-7  54.  243947.0 039:-./.42 57O9080 .  . ":. 7../4   2.9O7.   ./703.47.4 0 347.

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