Cartilha do
Cuidador
Um guia prático para
cuidadores familiares
Tudo que existe e vive precisa ser cuidado
para continuar existindo. Uma planta, uma
criança, um idoso, o planeta Terra. Tudo o que
vive precisa ser alimentado. Assim, o cuidado,
a essência da vida humana, precisa ser
continuamente alimentado. O cuidado vive do
amor, da ternura, da carícia e da convivência.
(BOFF, 1999)
QUEM É O CUIDADOR?
Cuidador é a pessoa, membro ou não da família que, com ou sem
remuneração, cuida da pessoa doente ou dependente no exercício
das suas atividades diárias, tais como alimentação, higiene pessoal,
medicação de rotina, acompanhamento aos serviços de saúde e
demais serviços requeridos no cotidiano - como ida a bancos ou
farmácias -, excluídas as técnicas ou procedimentos identificados
com profissões legalmente estabelecidas, particularmente na área
da enfermagem.
Atualmente a ocupação de cuidador integra a Classificação
Brasileira de Ocupações - CBO - sob o código 5162, que torna
possível o registro em carteira de trabalho assim como a garantia de
seus direitos como trabalhador.
Porém, em grande parte dos casos a tarefa de cuidar volta-se para
os familiares que não são vistos como trabalhadores, tornando a
“tarefa de cuidar” solitária, sem folga, sem remuneração e envolta
em sentimentos, tais como tristeza, culpa, mágoa, raiva e cansaço.
É cada vez mais comum, vermos idosos cuidando de idosos já que
muitos não tem vínculos que poderiam partilhar a responsabilidade
do cuidado. Neste contexto, é natural a crescente aceitação de que
a família vai além do grau de parentesco e vínculos consanguíneos.
Se estendendo também aos nossos vizinhos, agentes de saúde,
amigos, membros da igreja e espaços comunitários. Assim, é
fundamental para o cuidador ampliar sua rede de relacionamentos.
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2. CUIDADOS DE HIGIENE
O GUIA PRÁTICO PARA A postura do cuidador deve ser de facilitador e incentivador, ajudando somente
CUIDADORES FAMILIARES quando perceber que é necessário. As ações de higiene podem ser um momento
em que a pessoa pode sentir vergonha, medo e perceber sua incapacidade. É
importante o cuidador reforçar a necessidade e preservar hábitos e costumes.
1. PLANEJAMENTO DOS CUIDADOS
O Cuidador deverá pensar nas tarefas que irá realizar antes de iniciar cada ação,
pois o princípio ideal para o sucesso no cuidado é o planejamento. Outra questão
PONTOS IMPORTANTES
fundamental que deve-se atentar é que todas as atividades e tarefas propostas tem Higienize o nariz e orelhas pelo menos uma vez ao dia; unhas devem ser
como principal objetivo promover autonomia e independência da pessoa que estará cortadas semanalmente e a limpeza da boca deve acontecer posteriormente
recebendo estes cuidados. a cada refeição. A hora do banho é importante para verificar a existência de
feridas ou manchas na pele, rachaduras entre os dedos, micoses, etc.
Alguns pontos importantes para um bom planejamento
Estabelecer uma rotina com horários fixos contemplando atividades diárias, físicas,
de lazer e sociais; a) Banho no chuveiro
Organizar uma caderneta ou agenda com informações como: medicamentos,
vacinação, problemas de saúde, alergias, internações e cirurgias; Preparar antes, se possível com a pessoa: shampoo, condicionador, sabonete,
Manter a pessoa envolvida em tudo que se passa no dia a dia da casa e da família. creme hidratante, toalhas e roupas limpas. Durante a escolha das roupas,
É importante que os seus papéis (pai, mãe, filho(a), cônjuge, avô) dentro da família incentivar a própria escolha reforçando o clima do dia (quente ou frio), situação
sejam preservados; de uso (sair, dormir e etc.) e qual roupa é adequada;
Se a pessoa estiver incapacitada para andar, é importante deixá-la parte Verificar a temperatura da água;
do tempo na sala ou local de maior circulação, diminuindo o sentimento Em casos de maior dependência, explicar claramente o que está sendo feito.
de solidão e isolamento; Quando possível, pedir que faça sozinho: “Agora você precisa passar
Procurar estimular o contato social com visitas, mensagens de áudio condicionador!”, estimulando a higienização em todas as áreas do corpo;
ou vídeo pelo celular, telefonemas, participação em almoços, Após o banho oferecer toalha e supervisionar (se necessário) a secagem
aniversários e festividades da família; completa do corpo;
Levar para banhos de sol e passeios diários em locais abertos; Oferecer roupas limpas e orientar se necessário.
Inserir em seu dia a dia atividades manuais e exercícios mentais,
como: leitura, jogos, pintura, músicas, adivinhações e tarefas
cognitivas de revistas. Procure atividades que tenham b) Banho no leito
relação com sua história de vida e trabalho. Tome cuidado
para não sobrecarregar com novas propostas e Preparar materiais: bacia, água morna, toalhas para limpar, retirar o
também para não infantilizar as ações; sabão e secar, sabonete, xampu e roupas limpas;
Fazer intervalos entre as atividades; Iniciar o banho da região mais limpa para a mais suja sempre na
Colocar os objetos de uso frequente sempre sequência: lavar, retirar o sabão, secar e cobrir.
no mesmo lugar, dessa forma será mais Deixar a limpeza do couro cabeludo e cabelos sempre por último.
fácil encontrá-los quando precisar; Colocar uma bacia embaixo da cabeça e molhá-la com água morna.
Manter o período da noite calmo, com Ensaboar os cabelos e massagear o couro cabeludo, enxaguar, secar e
pouco barulho e poucas visitas, para pentear os cabelos.
não influenciar no padrão de sono.
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c) Cuidados com eliminações urinárias e intestinais
Sinalizar a porta do banheiro com placas de identificação; 3. CUIDADOS COM A MEDICAÇÃO
Deixar a luz do banheiro acesa durante a noite e a porta entreaberta;
Se possível, manter a cama próxima ao banheiro; Conferir o nome do medicamento e data de vencimento;
Levá-lo, se necessário, em intervalos regulares ao banheiro;
Incentivar o uso de roupas fáceis de abrir. Confirmar a dose a ser administrada na receita médica;
d) Higiene oral executada pelo cuidador Manter em embalagem original e em local arejado;
Priorizar sempre a possibilidade de ser realizada pela pessoa cuidada; Manter todos os medicamentos organizados e as receitas e
Cada grupo necessita de orientações específicas de acordo com suas orientações visíveis;
habilidades funcionais;
Higienizar no horário que a pessoa estiver mais relaxado; Se observar mudança de comportamento após o uso de um
Colocá-la numa posição confortável de frente a um espelho e ficar por novo medicamento comunique o médico;
trás ligeiramente ao lado para poder apoiar a cabeça;
Sempre usar luvas; Não dê remédios caseiros e ervas medicinais e nem interrompa
Proteger os lábios com vaselina ou manteiga de cacau; o uso de medicamentos sem orientação médica.
Se puder fazer bochechos várias vezes (enxaguante bucal sem álcool).
4. PREVENÇÃO DE LESÕES
Verificar todo corpo uma vez ao dia dando atenção aos pontos principais
(Imagem 1);
Imagem 1 – Principais pontos de observação para lesões;
Utilizar sabonete neutro e buchas macias;
Evitar água muito quente;
Não esfregar a pele com força;
Limpar e secar a pele no momento que sujou (comida, urina ou fezes);
Usar hidratante neutro voltado para prevenção de lesões;
Mudar a posição daqueles restritos à cadeira ou leito de 2 em 2 horas;
Utilizar colchões e coxins adequados à postura e indicados por profissionais.
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5. MOBILIDADE E TRANSFERÊNCIA Sentar à beira da cama: Virar a pessoa para o lado que vai levantá-la, trazer o
mais próximo da beira da cama, colocar as pernas para fora e segurar com suas
Para o manuseio da pessoa dependente é necessário: mãos quadril e ombro. Dar o impulso no quadril e elevar o tronco (Imagem 6)
Informar o que será feito e pedir a colaboração;
Segurá-la bem próxima ao seu corpo;
Se for grande ou muito pesada, pedir ajuda. Nestes casos é recomendável não
fazer sozinho, pois você poderá lesionar-se;
Estimular pequenas caminhadas e valorizar sempre os avanços.
Algumas instruções de como realizar movimentos
Virar para o lado: Fique de
pé do lado que você vai virá-la, Imagem 6 – Como sentar à beira da cama
cruzando os braços e dobrando
os joelhos. Fazê-la virar a cabeça
para o lado que você estiver. Ao
mesmo tempo, você irá colocar Auxiliar a caminhar: posicionar-se do lado que a
sua mão no ombro e a outra pessoa tem maior dificuldade. Colocar um de seus
no joelho virando-os para o seu braços em volta da cintura e o outro segurando a
lado. Também pode ser feito com sua mão. A sua perna que estiver mais próxima
um lençol embaixo (Imagem 2). servirá de apoio (Imagem 7).
Imagem 2 – Como virar para o lado Imagem 7 – Caminhar com a pessoa
Sentar no leito: Ficar de frente
para a pessoa, ajoelhar-se na
lateral da cama, abraçar por Descer escadas com a cadeira de rodas:
debaixo das axilas ou adaptar em um degrau ou rampa o ideal é que seja
um lençol e sentá-la (Imagem 3). transportado na cadeira de rodas de costas
para garantir estabilidade (Imagem 8).
Imagem 3 – Como sentar no leito
Imagem 8 – Descer escadas com a cadeira de rodas de
costa.
Movimentar a pessoa para a
cabeceira da cama: colocar
embaixo da pessoa um lençol Auxiliar a sentar da cama a cadeira de rodas (Imagem 9).
dobrado de modo que ela fique
com a maior parte do tronco
sobre ele. Em duas pessoas, se
possível, elevar o lençol até a
posição ideal (Imagens 4 e 5).
Imagem 4 – Como sentar com auxílio do lençol
Imagem 5 – Sentar próximo a cabeceira da cama
Imagem 9 – Sentar na cadeira de rodas
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6. EVITANDO RISCOS NO DOMICÍLIO Quarto
Alguns ajustes podem tornar o ambiente mais seguro e garantir maior independência: A cama:
Evite bagunça e desorganização; Deve ter altura suficiente para que a pessoa sentada consiga pisar no chão;
Evite sapatos de salto e com fivelas pequenas, dê preferência à calçados O criado mudo:
apropriados. Deve ser 10 cm mais alto que a cama e possuir uma fonte de iluminação fixa;
As roupas de uso frequente devem estar em locais com fácil acesso;
Produtos de beleza e de higiene devem estar organizados e de fácil acesso;
Mantenha a luz do corredor e do banheiro sempre acessas no período noturno.
Cozinha
Cadeiras:
Devem ser confortáveis e seguras, com encosto e braços, numa altura em que
os pés alcancem o chão. Evite rodinhas;
Mesa: Banheiro
Evite tampos de vidro, quinas e instabilidade;
Fogão: O vaso sanitário:
Marcar a posição de desligado com fita colorida; Procure realizar o maior número Deve ter altura adequada ao nível do joelho da pessoa;
de atividades de culinária na posição sentada e estimule sua participação;
Possuir barras laterais que auxiliam a levantar-se do vaso;
Organize os armários para que os itens de maior uso estejam mais próximos e
facilmente alcançáveis; O boxe deve ter um local para sentar fixo e estável;
Evitar banquinhos para que não sejam usados como escada; Fixar barras de apoio nas paredes laterais na altura adequada para a pessoa;
Evitar tapetes de cozinha. Dê preferência a sabonetes líquidos e produtos que façam menos espuma;
No chão:
Utilizar fitas antiderrapantes a prova d’água ou tapetes com ventosas.
Salas
Sofá:
Encostado na parede e com assento rígido;
Móveis de ponta arredondada;
Evite mesas de centro;
Utilizar blocos de anotações, calendário e relógio ao lado do telefone;
Prefira telefones com fio para que fiquem no mesmo local;
Em caso de uso de equipamentos de auxílio a maca ou cadeira de rodas,
organize os móveis para que o caminho esteja sempre livre.
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7. CUIDADOS NA ALIMENTAÇÃO 9. CUIDADOS EM SITUAÇÕES DE URGÊNCIA
Verifique prazos de validade;
Manter limpo o local de armazenamento dos alimentos;
Manter a higiene na hora do preparo;
Fazer as refeições em local agradável e, quando possível, em companhia de familiares;
AS PRINCIPAIS O CUIDADOR DEVE
Estimular a higiene das mãos antes das refeições e a higiene oral depois; URGÊNCIAS SÃO Manter a calma e saber quem
Aumentar o consumo de frutas, verduras e legumes;
Dor no peito; chamar recorrendo a uma lista
Manter o consumo do tradicional arroz com feijão;
Quedas; de telefones úteis;
Reduzir gorduras das carnes, frituras e alimentos embutidos.
Sangramentos; Ter os documentos da pessoa
Reduzir o consumo de sal;
Perda da consciência; separados e com fácil acesso;
Reduzir o consumo de açúcar;
Perda da força ou visão; Ficar ao lado da pessoa e
Evitar o consumo de álcool e refrigerantes;
Falta de ar; observar a respiração e a
Reforce o consumo de água com uma garrafinha sempre ao lado da pessoa;
Não conseguir urinar. consciência;
Procure sempre orientação e acompanhamento adequado de um profissional.
Recorrer a profissionais de
saúde e serviços especializados.
8. A IDA A CONSULTA
O cuidador é o interlocutor entre a pessoa cuidada e a equipe, portanto a transmissão
adequada das informações durante a consulta é determinante para fornecer ao paciente
a intervenção adequada às suas necessidades.
10. ORIENTAÇÕES EM CASO
Dicas para organizar as informações da consulta DE FALECIMENTO NO DOMICÍLIO
Organize com antecipação os resultados dos exames solicitados, a caderneta Em casos de falecimento no domicílio, se a pessoa tinha acompanhamento
ou agenda e as últimas receitas dos medicamentos; médico, esse profissional deverá ser chamado para que ateste o falecimento e
Anotar em casa suas dúvidas para perguntar aos profissionais; emita a Declaração de Óbito. Depois, com a Declaração de Óbito em mãos, deve
Perguntar sobre a administração dos medicamentos e trazer roteiro procurar uma agência funerária municipal que providenciará o transporte e demais
de administração; procedimentos para viabilizar a homenagem e sepultamento e/ou cremação.
Sair com antecedência de casa para evitar atrasos.
Caso não se tenha um médico de referência, antes de procurar pelo Serviço
Funerário Municipal, há uma série de procedimentos que precisam ser cumpridos:
é necessário chamar o SAMU e depois, dirigir-se à delegacia policial do seu bairro
para registrar um boletim de ocorrência, comunicando o falecimento.
Após o registro, voltar para sua residência e aguardar a visita da perícia que acionará
pelo CEPOL (Centro de Comunicações da Policia Civil) o transporte, do Serviço de
Verificação de Óbitos (SVO) em caso de aparente morte natural ou do Instituto
Médico Legal (IML).
Após a remoção, o órgão (SVO ou IML) fará a necropsia para descobrir a causa
da morte e posterior emissão da Declaração de Óbito. De posse desta declaração,
procurar uma agência funerária para contratar a homenagem.
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11. A INTERDIÇÃO DA PESSOA O cuidador também pode precisar de ajuda profissional
Interdição é um ato que retira de determinada pessoa a possibilidade de administrar Todo cuidador terá períodos de frustração e infelicidade. Nos referimos àquelas
seus bens. Ela pode ser promovida: pelo cônjuge ou companheiro; pelos parentes ou fases difíceis, mas necessárias para que, com o tempo, você reconheça quando
tutores; pelo representante da entidade em que se encontra abrigado o interditado; seus problemas, ou de quem você cuida, são muito grandes para serem
pelo Ministério Público. enfrentados sozinhos.
O requerente deverá juntar laudo médico comprovando a situação e especificar Nestes momentos podem ocorrer quadros de ansiedade prolongada excessiva,
os fatos que demonstram a incapacidade do interditado para administrar sua vida, depressão prolongada ou grave, alterações bruscas de humor e comportamento
bem como o momento em que a incapacidade se revelou. O juiz irá solicitar uma e/ou sintomas físicos que podem estar relacionados com a tensão.
wwwperícia médica específica e poderá pedir a presença, se possível for, da pessoa
para que possa conhecê-lo. Justificada urgência pode nomear curador provisório Procurar ajuda de um profissional é extremamente importante nestes casos.
ao interditado para a prática de determinados atos.
12. CUIDANDO DO CUIDADOR:
AJUDANDO A SI MESMO E AOS OUTROS
Há diversas atitudes que podem ajudá-lo a conservar a sua saúde mental. Quando
você reduz seu próprio nível de estresse, deixa os outros também mais à vontade.
Se for cooperativo e sociável, você estará estimulando a vontade de cooperação
nos outros.
É importante você...
Adotar uma atitude realista: diante das dificuldades do dia a dia
discuta com os profissionais envolvidos sobre as possibilidades de
evolução do quadro da pessoa que está sob seus cuidados;
Aprender a reconhecer e a manifestar seus sentimentos: procure
não rotulá-los, seus ou dos outros, de “bons” ou “maus”. É normal
ter sentimentos variados e estes dependem da situação a qual
estamos submetidos. Tente, por exemplo, identificar por que sente
raiva ou o que lhe deixa feliz.
Não ficar remoendo os problemas: uma situação não tem apenas
o lado positivo ou negativo. Escape da tensão considerando
ambos os lados e procure assumir atitudes positivas e úteis em
relação à situação.
Dar um passo de cada vez: pense em cada passo necessário para
resolver o problema e trabalhe no sentido de alcançar uma solução.
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REFERÊNCIAS
ALEXANDRE, Neusa Maria Costa; ROGANTE, Maria Marilene. Movimentação
e transferência de pacientes: aspectos posturais e ergonômicos. Rev. esc.
enferm. USP, São Paulo , v. 34, n. 2, p. 165-173, June 2000.
LEMOS, Naira Dutra; GAZZOLA, Juliana Maria e RAMOS, Luiz Roberto.
Cuidando do paciente com Alzheimer: o impacto da doença no cuidador.
Saude soc. [conectados]. 2006, vol.15, n.3.
Brasil. [Estatuto do idoso (2003)]. Legislação sobre o idoso : Lei nº 10.741,
de 1º de outubro de 2003 (Estatuto do idoso) e legislação correlata [recurso
eletrônico]. – 3. ed. – Brasília: Câmara dos Deputados, Coordenação
Edições Câmara, 2013.
Manual do Cuidador CRI NORTE. ACSC. Governo do Estado de São Paulo.
Sistema Único de Saúde.
Manual do cuidador. Doença de Alzheimer na fase leve. Bertolucci, Paulo.
Abraz. 2010.
Manual do cuidador. Doença de Alzheimer na fase moderada. Bertolucci,
Paulo. Abraz. 2010.
Manual do cuidador. Doença de Alzheimer. Fases moderada e grave.
Bertolucci, Paulo. Janssen. 2012.
Legislação
GUIA DA PESSOA IDOSA Informações úteis para o seu dia a dia. Ana Paula • Estatuto da Pessoa Idosa (Lei nº 10.741/03).
Carvalho M. Salomão, Claudia Porto de Oliveira e Kleber Ferreira B. A. • Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei n° 8.069 de 13 de julho de 1990).
Barbosa. • Política Nacional de Saúde para Pessoa Idosa (Portaria nº 2.528/06).
• Política Nacional do Idoso (Lei nº 8.842/94; Decreto nº 1.942/96).
SECRETARIA DE ESTADO DA CASA CIVIL DO RIO DE JANEIRO. 2010. • Legislação do Conselho Nacional de Direitos dos Idosos (Decreto nº 5.109/04).
Guia da Pessoa Idosa. Secretaria do Estado de Saúde. Área Técnica. • Lei de Acessibilidade (Lei nº 10.098/00; Decreto nº 5.296/04).
Instituto Paulista de Geriatria e Gerontologia – JEM. • Política Nacional para integração da pessoa portadora de deficiência (Lei nº 7853/89;
Decreto nº 3298/99).
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento
de Atenção Básica. Guia alimentar para a população brasileira / Ministério
da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção
Órgãos de Direitos
Básica. – 2. ed., 1. reimpr. – Brasília : Ministério da Saúde, 2014. 156 p. : il. • Conselho Nacional dos Direitos dos Idosos - CNDI.
• Conselho Nacional dos Direitos da Criança e Adolescente - CONANDA.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Secretaria de • Conselho Nacional de Pessoa Portadora de Deficiência - CONADE.
Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde. Guia prático do cuidador / • Coordenadoria para Integração da Pessoa com Deficiência - CORDE.
Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Secretaria de Gestão
do Trabalho e da Educação na Saúde. – Brasília : Ministério da Saúde, 2008.
BOFF, Leonardo. Saber cuidar: ética do humano. Petrópolis: Vozes, 1999.
(Compaixão pela Terra). Telefones úteis:
PREVfone – 135
Organização: SAMU – 192
Corpo de Bombeiros – 193
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