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Psicologia Analítica de Jung e Sonhos

O artigo explora a vida e as contribuições de Carl Gustav Jung para a Psicologia, destacando sua transição da Psicanálise para a Psicologia Analítica e seus conceitos fundamentais, como arquétipos e individuação. Jung enfatiza a importância dos sonhos como expressões do inconsciente, diferenciando sua abordagem da de Freud, ao considerar os sonhos como reflexos diretos da realidade psíquica do sonhador. O trabalho também discute a relevância da Psicologia Analítica em contextos clínicos e educacionais.

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Psicologia Analítica de Jung e Sonhos

O artigo explora a vida e as contribuições de Carl Gustav Jung para a Psicologia, destacando sua transição da Psicanálise para a Psicologia Analítica e seus conceitos fundamentais, como arquétipos e individuação. Jung enfatiza a importância dos sonhos como expressões do inconsciente, diferenciando sua abordagem da de Freud, ao considerar os sonhos como reflexos diretos da realidade psíquica do sonhador. O trabalho também discute a relevância da Psicologia Analítica em contextos clínicos e educacionais.

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PSICOLOGIA ANALÍTICA, JUNG E O ESTUDO DOS SONHOS

Anaise Cristina de Grande¹, Maria Eduarda Oliveiro Ramalho², Ramiz Candeloro


Pedroso de Moraes ³
¹ Graduanda em Psicologia, Instituto Taquaritinguense de Ensino Superior – ITES (SP),
anaise.degrande@yahoo.com.
²Graduanda em Psicologia, Instituto Taquaritinguense de Ensino Superior – ITES (SP),
meoliramalho@hotmail.com.
³Mestre, Instituto Taquaritinguense de Ensino Superior – ITES (SP), ramizcpm@hotmail.com.

RESUMO

Este artigo cientifico relata sobre a vida do Psicanalista Carl Gustav Jung, dentro da
Psicologia. Nos estudos foi desenvolvido primeiramente o sistema teórico que nomeou
como “Psicologia dos complexos”, e mais tarde tornou-se “Psicologia Analítica”, com
intuito de apoiar o desenvolvimento e com isso foi necessário discorrer sobre alguns
conceitos fundamentais, como os conceitos da Personalidade, arquétipos, persona, anima
e animus, inconsciência pessoal e coletiva. Jung é percursor, e seu conceito central é a
individuação, resultados de seus encontros e desencontros com a teoria de Freud. Essa
teoria pode ser utilizada em diversos contextos, principalmente clínicos, educacionais e
no campo da Saúde

Palavras-chave: Analítica. História. Jung. Psicologia. Sonhos

1. INTRODUÇÃO
Dentro da Psicologia há muitas vertentes, sendo as mais conhecidas, a
Comportamental, a Psicanálise, a Psicologia Humanista (Gestalt), a Fenomenologia
Existencial, o Cognitivismo e a Psicologia Sócio-Histórica.
A Filosofia e a Medicina são os pontos de partida para a criação desta ciência, mas
a própria Psicologia tem evoluído muito, desde sua criação em 1879 com o Laboratório
de Wundt, em Leipzig, Alemanha (SCHULTZ; SCHULTZ, 2009).
Mesmo que os anos se passem, muito ainda se estuda sobre esses que contribuíram
para o desenvolvimento da Psicologia e para o desabrochar da humanidade, buscando a
evolução cientifica sobre a mente e corpo.
Sigmund Freud, o pai da Psicanálise e seus estudos sobre a personalidade humana,
trazem um conceito importante, chamado inconsciente, que explica muitos dos nossos
comportamentos, sonhos, motivações e sofrimentos (KUSNETZOFF, 1982). Neste
percurso, um aluno de Freud, o psiquiatra Carl Gustav Jung, diverge do mestre e cria a
chamada Psicologia Analítica, dando ênfase a personalidade por meio de suas
experiências com sonhos, inconsciente e inconsciente coletivo, individualização,
experimento existencial, alma não no sentido filosófico religioso, mas sim como uma
presença existencial de si mesmo no seu relacionamento com o mundo (SILVEIRA,
2001).
Contudo, este trabalho realizado no curso de Psicologia do Instituto
Taquaritinguense de Ensino Superior – ITES, SP, tem por objetivo estudar a história de
vida de Jung, assim como seus conceitos, experiências e contribuições para a Psicologia
do passado e do presente.

2. BIOGRAFIA DE CARL GUSTAV JUNG


Filho de Paul Achilles Jung, pastor protestante com quem sempre brigava por
questões teológicas, as quais estavam ligadas de certa forma a Maçonaria e filho de Emilie
Jung-Priswerk, mulher diferente por ter além de Cultura muito dinheiro e prestígio. Veio
de uma família que tinha poderes, sendo o pai de sua mãe, prefeito da Basileia
(BERTRAND, 2017),
Carl Gustav Jung (1874-1961) nasceu em Kesswil, na Suíça, no dia 26 de junho
de 1875 e com quatro anos, mudou-se com a família para a Basiléia, na época, um grande
centro cultural da Suíça. Estudou biologia, zoologia, paleontologia e arqueologia. Em
1895 ingressou na Universidade de Medicina da Basiléia e logo despertou o interesse
pelos fenômenos psíquicos, onde concluiu o curso em 1900 (FRAZÃO, 2016).
Sendo assim, iniciou sua vida profissional como assistente do psiquiatra Eugen
Bleuler, na Clínica Bugholzli, em Zurique. Em 1902 obteve o doutorado na Universidade
de Zurique, com a dissertação “Psicologia e Patologia dos Fenômenos Chamados
Ocultos”. Em 1904 montou um laboratório experimental onde iniciou a aplicação de sua
tese para o diagnóstico psiquiátrico, através da associação das palavras. Identificou
conteúdos psíquicos reprimidos para o qual denominou de “complexo”, estudo esse muito
explorado por Freud (FRAZÃO, 2016).
Em 1905 tornou-se livre docente de Psiquiatria na Universidade de Zurique. Em
1907 iniciou seu contato com Freud. Em 1908, juntos com Adler, Jones e Stekel, se
reuniram no primeiro Congresso Internacional de Psicanálise. Dois anos mais tarde, o
grupo fundou a Associação Internacional Psicanalítica, da qual Jung se tornou o
presidente e criou sucursais em vários países. O pai da Psicologia Analítica morreu em
1961, em Zurique, mas o seu legado permanece até hoje, influenciando campos do
conhecimento como Antropologia, Sociologia e, claro, a Psicologia (FRAZÃO, 2016).
3. DESENVOLVIMENTO DA PSICOLOGIA ANALÍTICA
Jung desenvolveu um sistema teórico que nomeou primeiramente como
“Psicologia dos complexos”, e mais tarde chamou de “Psicologia Analítica”, cujo cerne
se reporta às diversas maneiras como o inconsciente se expressa, isto é, aos sonhos, à
imaginação e a desenhos. Segundo sua teoria, o inconsciente subdivide-se em pessoal e
coletivo, sendo aquele formado por material reprimido e complexos, e este constituído
por material arquetípico comum a toda a humanidade (SANDPLAY, 2019).
Já, segundo José Roberto Marques (2018, p.01):
“A Psicologia Analítica é uma vertente da Psicologia que se baseia no conceito
de individuação e ajustamento dos opostos. O psiquiatra e psicoterapeuta Carl
Gustav Jung foi o responsável pela criação da psicologia analítica, um conceito
centrado na individuação — um processo psicológico de ajustamento dos
opostos, englobando o consciente com o inconsciente e mantendo a autonomia
relativa. Jung conceituou a individuação como o processo central do
desenvolvimento humano e do desenvolvimento pessoal. A individuação é a
base do desenvolvimento da Teoria dos Sete Níveis do Processo Evolutivo, e
seu conceito se faz presente em vários campos, podendo ser identificado em
estudos de Gilbert Simondon, Bernard Stiegler, Friedrich Nietzsche, Arthur
Schopenhauer, David Bohm, Henri Bergson, Gilles Deleuze e Manuel De
Landa.”

A discussão da psicologia é psicologia analítica que se baseia no conceito centrado


na individualização do processo central do desenvolvimento humano e pessoal, a base do
desenvolvimento da teoria, baseado no processo psicológico de ajustamento dos opostos,
sendo consciente ou inconsciente, mantendo a aptidão relativa.
Para apoiar o desenvolvimento dessa psicologia analítica é necessário discorrer
sobre alguns conceitos fundamentais, sendo eles (SANTANA, 2019):
I. “Psique”: termo de origem grega, indica o “sopro” que torna vivo um corpo,
que o anima. A psique é simbólica e reúne todos os aspectos da personalidade, os
sentimentos, pensamentos e comportamentos, tanto conscientes como inconscientes, sua
função é harmonizar, adapta o convívio do indivíduo ao ambiente social e físico, além de
sua função teleológica, ou seja, ela sempre direciona o indivíduo para a realização de um
propósito relacionado a essência de cada um.
A psique é constituída por diferentes partes, que interagem: a consciência, o
inconsciente pessoal e o inconsciente coletivo, o qual é descoberto por Jung através dos
escudos dos complexos.
II. Consciência: é a única parte da mente conhecida diretamente pelo
indivíduo, ela surge tão cedo, que provavelmente até antes do nascimento.
III. O Inconsciente Pessoal ou Individual: quase se confunde com o espaço
da consciência, pois suas fronteiras são bem estreitas, ele é um estrato temático mais
superficial. Nele também se encontram percepções que não foram percebidas pela
consciência e memórias que esta esfera não deseja para si o tempo todo. Os complexos
de tema, são elementos que, desconectados da consciência, refugiam-se no inconsciente,
mas continuam a exercendo sobre o comportamento humano, tanto negativo quanto
positivo, ao incentivar o exercício do potencial criativo do ser. Jung lida com os
complexos por meio do exame das personas, nos papéis sociais desempenhados pelos
indivíduos, as famosas máscaras que todos desenvolvem no processo de interação social.
IV. O Inconsciente Coletivo: é um reservatório de imagens latentes, que
geram denominadas “imagens primordiais”, ou seja, imagens originais, que diz a respeito
ao desenvolvimento mais primitivo da psique. Sua revelação essencial é a esfera mais
íntima e abstruso da psique humana. Estes traços são compartilhados por toda a
humanidade e estão ao alcance de cada um, preparados para se tornarem concretos através
da ação humana, sendo iguais, sendo diferenciados por meio da experiência pessoal, na
qual o homem realiza escolhas e assim atualiza uma ou outra tendência inata, o que se
processa no nível do Inconsciente Pessoal.
V. Arquétipos: é o que cada ser humano possui dentro de si, são universais,
todos herdam as mesmas imagens arquetípicas básicas, como uma criancinha herda um
arquétipo materno, se traduzem em imagens primitivas, estreitamente relacionadas à
criação da nossa espécie, são embriões das características humanas, latentes em cada ser.
a. A Persona: significa originalmente uma máscara usada por um ator e que
compõe um determinado personagem numa peça, ou seja, é a farsa, uma máscara ou
fachada ostentada publicamente com a intenção de provocar uma impressão favorável a
fim de que a sociedade o aceite.
b. A Anima e o Animus: qualificado como “fase externa” da psique por estar
e ser vista pelo mundo e a “fase interna” deu nome de anima nos homens, por constitui o
lado feminino da psique masculina, tendo um apreço preconcebido por tudo que é fútil,
incerto e não intencional numa mulher e já de animus nas mulheres, que compõe o lado
feminino da psique masculina, prefere identificar com homens heroicos, com intelectuais,
com artistas. Toda pessoa possui qualidades do sexo oposto, não somente no sentido
biológico de que tanto o homem quanto a mulher secretam hormônios masculinos e
femininos, mas pelo sentido psicológico das atitudes e sentimentos.
c. A Sombra: há uma maior quantidade de natureza animal do que qualquer
outro arquétipo. A sombra é persistente, não é facilmente derrotada pela supressão, mas
é dotada de um extraordinário poder de resistência, nunca é vencida.
d. O Self: o conceito de personalidade total é o principal arquétipo do
inconsciente coletivo, assim como o sol é o centro do sistema solar, atraindo a si e
articulando os demais arquétipos e seus desempenhos nos complexos e na consciência,
conectar a personalidade, averiguar com um senso de unidade e firmeza.

4. SONHOS
O sonho é uma coisa viva, uma alta exibição natural espontânea, situação
existente, sob forma simbólica, da situação do inconsciente, sendo assim, o sonho é
realmente o que sonhamos, é uma construção completamente realizada, não é uma
fachada e nem algo pré-arranjado, é inteiramente e unicamente aquilo que é.
Segundo Silveira (2001, p.96):
Os personagens que surgem durante o sonho, são geralmente pessoas
conhecidas, íntimos ou desempenham um vínculo atual na vida do sonhador,
não são pessoas como disfarce de outra nas situações representadas, referem-
se de à realidade objetiva. Mas mesmo assim podem surgir figurantes
desconhecidos, ou com estreitas relações, com o sonhador, então adquirem
significação peculiar, representando fatores autônomos da própria psique do
sonhador.

Freud e Jung têm visões diferentes, já para Freud o sonho é um disfarce de um


desejo reprimido, e Jung não aceita o disfarce e não admite que todos os sonhos traduzam
sempre desejos e ressalta que o indivíduo é a realidade objetiva, no sonho não há
possibilidade do indivíduo parecer como disfarce de outro (SILVEIRA, 2001).
Há interpretação no nível objetivo, na prática analítica, é quando o sonho volta no
tempo real às situações e de interpretação no nível subjetivo, desde que os fatores
psíquicos do sonhador, apresentam as imagens em mundo real.
O sonho tem os dois pontos de vista na Psicologia Junguiana, sendo elas a
abordagem causalidade, sendo um componente, é a raiz onde brota o sono, baseada em
uma técnica redutiva que visa atingir o ponto X, sem negar a grande importância de seguir
o fio do determinismo causal do sonho e a outra abordagem é a finalidade (SILVEIRA,
2001).
O sonho, prodigiosa trama onde se entrelaçam tão numerosos conteúdos psíquicos
poderá dar muito mais que isso. “[...] Jung não pergunta apenas: por que este sonho?
Pergunta principalmente: para que este sonho, qual a sua finalidade?” (SILVEIRA, 2001).
Nise da Silveira em seu livro “Jung: Vida e Obra” de 2001 relata que:
“Jung foi o pioneiro a descrever a função e abrir caminho na direção dos
sonhos, em seus conceitos, sua tese funcionava como reações de defesas, auto-
reguladores de posições conscientes, demasiado unilaterais ou antinaturais, é
muito importante que o psicanalista entenda os mecanismos e seus principais
princípios elaborados no sonho e regem pra sua devida interpretação.”
(SILVEIRA, 2001, p.12)

A concepção de Jung entre o sonho situa-se na forma das expressões entre o


consciente e inconsciente que caracteriza a dinâmica da vida psíquica, sempre que a
atitude do consciente extrema-se, tanto no sentido de extroversão ou de introversão que
saia dos ritmos próprios do psicológico do indivíduo, ou ao contrário, apresenta funções
de orientação do consciente torna-se exagerado em perdas, o indivíduo supervaloriza ou
até mesmo se subestima a si mesmo, sempre que a negligencias forem específicas a cada
um, surgem os sonhos compensadores que para a Psique trata-se de como um sistema
auto-relugador (HALL, 2007).
Há acontecimentos traumáticos no sonho, como incêndios, inundações que é
reconhecido como sonho reativo, essas repetições acontecem de maneira autônoma, ao
ponto de se desgastar, sem que a compreensão do fenômeno interrompa sua continuação,
podem ser mencionados como sonhos telepáticos. A permanência desses tipos de sonhos
é inegável, as leis que os regem ainda não foram descobertas no presente estado de nossos
conhecimentos (SILVEIRA, 2001).
Outras perspectivas são vistas que os sonhos serão cognominados de grandes e de
pequenos sonhos, sendo os carregados de significações profundas, caráter individual ou
coletivo, sonhos que perturbam, trazem medos, é considerado um grande sonho, e já
sonhos baseados no nosso cotidiano que diz respeito aos problemas comuns do nosso dia
a dia, são os pequenos sonhos. E na visão de Jung, a classificações entre os sonhos grandes
e pequenos entre primitivos da África Oriental, são abordados que sonhos grandes
somente os chefes e os feiticeiros têm esse privilégio de sonhar, trazendo assim as
inspirações para alegar o destino da tribo (JUNG, 2017).
De acordo com Jung (2017, p.98):
O sonho é uma porta estreita dissimulada nos recantos mais obscuros e mais
íntimos da psique, aberta sobre essa noite original cósmica que já era
psiquismo muito antes da existência da consciência do eu e o estende muito
para além do que a consciência individual jamais terá atingido já a consciência
do eu é dispersa, pois distingue fatos isolados, originários por separação,
extração e diferenciação e só é percebido aquilo que pode entrar em relação
com o eu. Consciência do eu, mesmo quando toca de leve as nebulosas mais
longínquas é feita de enclaves bem delimitados.
Pelo sonho a consciência específica, é considerado dessas profundezas onde o
universo se unifica, nasce o sonho mesmo quando é imoral, ou seja, a mais duradoura do
ser humano, verdadeira, onde se forma em um todo e esse todo estava nele, no seio da
natureza indiferenciada e impersonificada (JUNG, 2017).
O sonho isolado é de pouca abordagem sua interpretação, tornando se insuficiente
para decifrar, sendo único, ou até mesmo uma frase, por isso é importante estudar os
sonhos através de series, pois são elos visíveis de uma cadeia de acontecimentos
inconscientes, somente uma serie de sonhos poderá dar ideia dos processos aí em curso,
de avanços, recuos, transformações, integrações.
Encontra-se no livro de Jung, “Psicologia e alquimia”, estudos com 81 sonhos de
um cientista contemporâneo que têm por tema o simbolismo da totalidade psíquica,
interpretados em ordem cronológica (SILVEIRA, 2001)
Os sonhos existem os melhores índices de informação das etapas que o sonhador
esteja percorrendo no caminho da individuação. Estar atento aos sonhos é tarefa da maior
seriedade para todo aquele que inspira conhecer si mesmo, transformar esse
conhecimento a base do desenvolvimento de sua personalidade.

5. CONCLUSÃO
Conclui-se que o psicanalista Carl Gustavo Jung, propôs desenvolver os Conceitos
da Personalidade, Arquétipos, Persona, Anima e Animus, Inconsciência Pessoal e
Coletiva. Jung é precursor da Psicologia Analítica, que seu conceito central é a
individuação, resultado de seus encontros e desencontros com a teoria de Freud.
Jung via a Psique humana como natureza simbólica e através deste simbolismo
fez seus estudos na análise de sonhos e simbolização. Sua teoria pode ser utilizada em
diversos contextos, principalmente clínicos, educacionais e no campo da Saúde.
Entende-se que este artigo traz questões teóricas, oferecendo base para a aplicação
destes conceitos, tanto na prática, quanto para a literatura científica por meio da
construção de novas pesquisas.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICA
BERTRAND, Lino. A vida de Jung (2017). Disponível
em:<https://www.jungnapratica.com.br/vida-de-jung/>. Acesso em 29 de abril de 2019.

FRAZÃO, Dilma. Carl Gustav Jung, Psiquiatra Suíço (2016). Disponível


em:<https://www.ebiografia.com/carl_gustav_jung/>. Acesso em 29 de abril de 2019.
HALL, James A. Jung e a Interpretação dos Sonhos: Manual de Teoria e Prática.
10º.ed. São Paulo: Cultrix, 2007.

JUNG, Carl Gustav. Memórias, sonhos, reflexões. 31.ed. Rio de Janeiro: Nova
Fronteira, 2016.

JUNG, Carl Gustav. O homem e seus símbolos. 3º.ed. Rio de Janeiro: Harper Collins,
2017.

KUSNETZOFF, Juan. Carlos. Introdução a psicopatologia psicanalítica. Rio de


Janeiro: Nova Fronteira, 1982.

MARQUES, José Roberto. Descubra como foi desenvolvida a psicologia analítica.


Disponível:<https://www.ibccoaching.com.br/portal/descubra-como-foi-desenvolvida-
psicologia-analitica/>. Acesso em 01 de maio de 2019.

SANDPLAY, Psicologia. Carl Gustav Jung (2019). Disponível


em:<http://www.psicologiasandplay.com.br/carl-jung/>. Acesso em 29 de abril de 2019.

SANTAVANA, Ana Lucia. Psicologia Analítica (2019). Disponível em:<


https://www.infoescola.com/psicologia/psicologia-analitica/>. Acesso em: 01 de maio de 2019.

SILVEIRA, Nise da. Jung: Vida e Obra. 7º. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra (Coleção
vida e obra), 1981.

SILVEIRA, Nise da. Jung: Vida e Obra. 18º. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra (Coleção
vida e obra), 2001.
SCHULTZ, Duane P.; SCHULTZ, Sydney Ellen. História da psicologia moderna. São
Paulo, Cengage Learning, 2009.

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