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Psicologia dos Desastres e Emergências

A Psicologia dos Desastres e Emergências estuda as respostas emocionais e comportamentais de indivíduos e comunidades diante de desastres, propondo intervenções para promover saúde mental e resiliência. O campo é cada vez mais relevante devido ao aumento de desastres, com foco na adaptação das vítimas e na importância do apoio social. Intervenções variam de cuidados imediatos a estratégias de longo prazo, destacando a necessidade de abordagens culturalmente sensíveis e formação especializada para os profissionais envolvidos.
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Psicologia dos Desastres e Emergências

A Psicologia dos Desastres e Emergências estuda as respostas emocionais e comportamentais de indivíduos e comunidades diante de desastres, propondo intervenções para promover saúde mental e resiliência. O campo é cada vez mais relevante devido ao aumento de desastres, com foco na adaptação das vítimas e na importância do apoio social. Intervenções variam de cuidados imediatos a estratégias de longo prazo, destacando a necessidade de abordagens culturalmente sensíveis e formação especializada para os profissionais envolvidos.
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Fichamento: Introdução ao Tema "Psicologia dos Desastres e Emergências" - Profa. Dra.

Debora Noal

Nome dos alunos:

Carolina Martins Rondon Carvalho 2020100178


Daniella Segato Canato 2022100071
Larissa Martini Alves Escola 2019200134
Maria Cristina Bermonte Gabriel 2019200124
Suzana Veronese Fernandes Escola 2019200135

FICHAMENTO

Introdução ao Tema "Psicologia dos Desastres e Emergências" - Profa. Dra. Debora


Noal

Referência Completa:
NOAL, D. (ano). Introdução ao Tema "Psicologia dos Desastres e Emergências".
Disponivel em : [Link] 05/011/2021.
Acesso em 11/11/2024

A Psicologia dos Desastres e Emergências é um campo que estuda as


respostas emocionais e comportamentais de indivíduos e comunidades frente a
desastres e emergências, como catástrofes naturais, acidentes graves e conflitos
violentos. Esse ramo da psicologia investiga os efeitos psicológicos causados por
tais eventos, propondo abordagens de intervenção que visam promover a saúde
mental e a resiliência das populações afetadas.
Desastres e emergências são eventos que causam destruição significativa e
provocam um impacto psicológico profundo nas pessoas e nas comunidades. A
Psicologia dos Desastres concentra-se nas reações humanas a essas situações,
além do processo de adaptação das vítimas às novas condições. Esse campo se
torna cada vez mais relevante, dado o aumento da frequência e intensidade desses
eventos ao redor do mundo.
As pessoas afetadas por desastres podem vivenciar uma variedade de
reações emocionais, que vão desde o choque e o medo até sintomas mais graves,
como o estresse pós-traumático. As reações iniciais frequentemente incluem
sensação de choque, negação e dissociação, seguidas de sintomas como
ansiedade, depressão e, em alguns casos, transtornos de estresse pós-traumático.
Fatores como o apoio social disponível, as características culturais e as
experiências prévias de cada indivíduo ou comunidade influenciam diretamente a
forma como lidam com o desastre. A resiliência, entendida como a capacidade de se
recuperar e adaptar após o evento, é um elemento central nesse processo e pode
ser incentivada por meio de apoio psicossocial e o uso de estratégias de
enfrentamento adequadas.
As intervenções em psicologia dos desastres podem variar desde cuidados
imediatos no local do desastre até estratégias de longo prazo, com o objetivo de
promover a reabilitação e reintegração das vítimas. A assistência psicossocial
imediata envolve escuta empática e técnicas de estabilização emocional, enquanto
as intervenções de longo prazo podem incluir terapias como a cognitivo-
comportamental e apoio social contínuo.
Além disso, a atuação de psicólogos em situações de desastre envolve
desafios éticos e práticos, como a manutenção da saúde mental dos próprios
profissionais e a necessidade de utilizar abordagens culturalmente sensíveis. A
formação especializada em Psicologia dos Desastres exige não apenas habilidades
técnicas, mas também uma compreensão profunda dos contextos socioeconômicos
e culturais das populações afetadas, de modo a garantir a eficácia das intervenções.

Análise Crítica:

Debora Noal destaca a importância de uma resposta coordenada e


especializada para reduzir o sofrimento psíquico em situações de desastre,
enfatizando a Psicologia dos Desastres como um campo de estudo essencial,
especialmente em um contexto global cada vez mais marcado por crises. Ela
defende que as intervenções devem ser baseadas em evidências e que é
fundamental a capacitação contínua dos profissionais envolvidos nesse tipo de
atendimento.
A autora também ressalta que a resiliência das comunidades afetadas deve
ser o foco das intervenções de longo prazo. Essas ações visam restaurar não
apenas a saúde mental dos indivíduos, mas também a coesão social das
comunidades, permitindo que as vítimas se reconstruam de maneira coletiva. Para
tanto, é necessário um esforço conjunto que priorize tanto o cuidado psicológico
individual quanto o fortalecimento das relações sociais e comunitárias.
Além disso, os psicólogos que atuam em desastres enfrentam o desafio de
equilibrar a ajuda imediata, que visa aliviar o sofrimento imediato das vítimas, com a
necessidade de implementar intervenções sustentáveis e culturalmente sensíveis.
Esse equilíbrio é fundamental para garantir que o apoio psicológico seja eficaz a
curto e longo prazos, respeitando as particularidades culturais das populações
afetadas.

Conclusão:

A Psicologia dos Desastres e Emergências, como apresentado por Noal,


sublinha a complexidade das reações humanas a eventos traumáticos e a
importância de intervenções adequadas para promover o bem-estar das populações
afetadas. Este campo exige um preparo específico e contribui para uma visão
ampliada da atuação da psicologia em contextos de crise, abordando tanto as
necessidades emocionais imediatas quanto o fortalecimento de processos de
recuperação e adaptação.

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