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Atividade Fábulas

O documento apresenta várias fábulas com suas respectivas morais, como 'O Sapo e o Boi', que ensina a importância de ser você mesmo, e 'O Cão e o Osso', que alerta sobre a cobiça. Outras histórias, como 'A Coruja e a Águia' e 'A Lebre e a Tartaruga', abordam temas como incompreensão e a vitória da persistência. Cada fábula é acompanhada de questões que exploram os ensinamentos e características dos personagens.

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Atividade Fábulas

O documento apresenta várias fábulas com suas respectivas morais, como 'O Sapo e o Boi', que ensina a importância de ser você mesmo, e 'O Cão e o Osso', que alerta sobre a cobiça. Outras histórias, como 'A Coruja e a Águia' e 'A Lebre e a Tartaruga', abordam temas como incompreensão e a vitória da persistência. Cada fábula é acompanhada de questões que exploram os ensinamentos e características dos personagens.

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1.

Sem alterações de sentido, a moral da história pode ser substituída por


a) “Mais vale um pássaro na mão do que dois voando.”
b) “Água mole em pedra dura tanto bate até que fura.”
c) “Quem quer agradar a todos, no fim não agrada ninguém.”
d) “Não faças aos outros o que não queres que te façam a ti.”

O sapo e o boi
O sapo coaxava ao lado do rio quando viu um boi se aproximar para beber água. Cheio de inveja o sapo disse para
os amigos:
– Duvidam que fico do tamanho desse animal?
– Duvido! – respondeu o pato.
– Impossível! respondeu o rato.
– Esqueça! – disse a capivara.
Então, para espanto de todos, o sapo começou a estufar a barriga e aumentar de tamanho e falou:
– Viram só? Eu não disse que conseguiria? – gabou-se o sapo.
– Pois fique sabendo que você não conseguiu alcançar nem as patas dele! – comentou a capivara.
Inconformado, o sapo continuou a estufar.
– E agora, já estou do tamanho dele? – perguntou novamente.
– Só se for do tamanho de um bezerro – respondeu o pato. – E é bom parar com isso antes que se machuque.
– Só vou parar quando ficar maior do que o boi!
Sem dar ouvidos aos amigos, o sapo estufou tanto que explodiu como um balão de gás.
– É nisso que dá não se conformar com o que se é… – disse o rato, que não pensava em outra coisa a não ser
continuar sendo ele mesmo.
Moral: Não tente imitar os outros; seja sempre você mesmo

2. Dentre os elementos que devem estar presentes em uma narrativa do gênero fábula, esta história apresenta
a) personagens místicos, mágicos e misteriosos.
b) enredo repleto de aventura, ação e suspense.
c) final surpreendente e carregado de humor.
d) animais que simbolizam os seres humanos, seus comportamentos e falhas.
O cão e o osso
Um cão vinha pela ponte carregando na boca um osso que parecia estar muito suculento. Distraído como
estava, pensando em como seria deliciosa sua refeição, o cão olhou de soslaio para a límpida água do rio. Foi ali
que tudo aconteceu. Pensando ver outro cão segurando um osso tão delicioso quanto o seu, o esperto animal não
teve dúvidas. Afinal, se ele se atracasse com o outro cão, certamente ficaria com dois ossos e não somente um. Sem
parar para refletir, lá se foi o melhor amigo do homem. E deu com os burros n’água. Perdeu seu osso e saiu
envergonhado com tamanho cobiça.

3. A “moral” que melhor simboliza um ensinamento para a fábula “O Cão e o Osso” é


a) “Devagar se vai ao longe”.
b) “Cão que late não morde”.
c) “Quem tudo quer tudo perde”.
d) “Antes tarde do que nunca”.

A CORUJA E A ÁGUIA (Monteiro Lobato)


Coruja e águia, depois de muita briga, resolveram fazer as pazes.
– Basta de guerra – disse a coruja. O mundo é tão grande, e tolice maior que o mundo é andarmos a comer os
filhotes uma da outra.
– Perfeitamente – respondeu a águia.
– Também eu não quero outra coisa.
– Nesse caso combinemos isto: de agora em diante não comerás nunca os meus filhotes.
– Muito bem. Mas como posso distinguir os teus filhotes? – Coisa fácil. Sempre que encontrares uns borrachos
lindos, bem feitinhos de corpo, alegres, cheios de uma graça especial que não existe em filhote de nenhuma outra
ave, já sabes, são os meus.
– Está feito! – concluiu a águia.
Dias depois, andando à caça, a águia encontrou um ninho com três monstrengos dentro, que piavam de bico muito
aberto.
– Horríveis bichos! – disse ela. Vê-se logo que não são os filhos da coruja. E comeu-os.
Mas eram os filhos da coruja. Ao regressar à toca a triste mãe chorou amargamente o desastre e foi justar contas
com a rainha das aves.
– Quê? – disse esta, admirada. Eram teus filhos aqueles monstrenguinhos? Pois, olha, não se pareciam nada com o
retrato que deles me fizeste…
Para retrato de filho ninguém acredite em pintor pai. Lá diz o ditado: quem o feio ama, bonito lhe parece.

4. Ao encontrar os filhotes da coruja, a águia não os reconheceu porque


a) estavam dormindo no ninho.
b) estavam muito escondidos.
c) eram horríveis, segundo a águia.
d) eram filhotes alegres e espertos.

5. Essa história trata especialmente de


a) incompreensão.
b) companheirismo.
c) inveja.
d) ciúme

A lebre e a tartaruga
Era uma vez uma lebre e uma tartaruga. A lebre vivia caçoando da lerdeza da tartaruga. Certa vez, a tartaruga já
muito cansada por ser alvo de gozações, desafiou a lebre para uma corrida. A lebre muito segura de si, aceitou
prontamente. Não perdendo tempo, a tartaruga pôs-se a caminhar, com seus passinhos lentos, porém, firmes. Logo
a lebre ultrapassou a adversária, e vendo que ganharia fácil, parou e resolveu cochilar. Quando acordou, não viu a
tartaruga e começou a correr. Já na reta final, viu finalmente a sua adversária cruzando a linha de chegada, toda
sorridente.
Moral da história: Devagar se vai ao longe!

6. Analisando os personagens podemos dizer que, se comparado ao ser humano, o comportamento da lebre
indica uma personalidade
a) soberba.
b) ansiosa.
c) humilde.
d) sensível.

O Cachorro, Macaco e a onça


Um senhor muito rico vai a caça na África e leva consigo um cachorrinho para não se sentir tão só naquelas
regiões. Um dia, já na expedição, o cachorrinho começa a brincar de caçar mariposas e quando se dá conta já está
muito longe do grupo do safári. Nisso vê que vem perto uma onça correndo em sua direção. Ao perceber que a
pantera irá devorá-lo, pensa rápido no que fazer. Vê uns ossos de um animal morto e se coloca a mordê-los. Então,
quando a onça está a ponto de atacá-lo, o cachorrinho diz: “Ah, que delícia esta onça que acabo de comer!” A onça
para bruscamente e sai apavorada correndo do cachorrinho e vai pensando: “Que cachorro bravo! Por pouco não
come a mim também!”.
Um macaco que estava trepado em uma árvore perto e que havia visto a cena, saiu correndo atrás da onça
para lhe contar como ela foi enganada pelo cachorro. Mas o cachorrinho percebe a manobra do macaco.
O macaco alcança a onça e lhe conta toda a história. Então, a onça furiosa diz: “Cachorro maldito! Me vai pagar!
Agora vamos ver quem come a quem!”. “Depressa!”, disse o macaco. “Vamos alcançá-lo”. E saem correndo para
buscar o cachorrinho.
O cachorrinho vê que a pantera vem atrás dele de novo e desta vez traz o macaco montado em suas costas.
“Ah, macaco desgraçado! O que faço agora?” Pensou o cachorrinho.
Porém, ao invés de sair correndo, ficou de costas como se não estivesse vendo nada e, quando a pantera está a
ponto de atacá-lo de novo, o cachorrinho diz: “Maldito Macaco preguiçoso! Faz meia hora que eu o mandei me
trazer uma outra onça e ele ainda não voltou!”

7. Analisando a história, pode-se dizer que o autor deu ao texto um desfecho


a) dramático e triste.
b) feliz e misterioso.
c) inesperado e cômico.
d) trágico e assustador.

8. A moral mais indicada para representar essa história é


a) “É com calma e criatividade que vencemos os obstáculos.”
b) “Não há mal que perdure e não há dor que nunca se cure.”
c) “Só percebemos o valor da água depois que sua fonte seca.”
d) “Pouco se aprende com as vitórias e muito com as derrotas.”

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